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Vídeos na educaçao escolar; a experiência do vídeo escola em aracaju

Abstract

El presente artículo es un resumen de una investigación realizada para un Master en Educación de la Universidad Federal de Sergripe (Brasil) y pretende contribuir a reflexionar sobre la utilización del vídeo en la enseñanza.

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Vídeos na educaçao escolar; a experiência do vídeo escola em aracaju

Author: Nunes Linhares, Ronaldo
Publisher: Universidad de Sevilla
Year: 1999
Source: https://idus.us.es/bitstreams/f50eaa69-613f-4686-ad80-0f80b5bbebb8/download
VÍDEOS NA EDUCAÇAO ESCOLAR; A EXPERIÊNCIA DO VÍDEO
ESCOLA EM ARACACJU
Ronaldo Nunes Linha es
Uni e sidade Fede al de Se g ipe (B asil)
El p esen e a ículo es un esumen de una in es igación ealizada pa a un Mas e en Educación de
la Uni e sidad Fede al de Se g ipe (B asil) y p e ende con ibui a e lexiona sob e la u ilización
del ídeo en la enseñanza.
The p esen a icle is a summa y o an in es iga ion accomplished o a Mas e in Educa ion o he
Fede al Uni e si y o Se g ipe (B azil) and in ends o con ibu e o e lec on he u iliza ion o he
ideo in he eaching
DESCRIPTORES: Video, Educación, P oyec o de Inse ción de Medios.
A p esença da imagem na educação escola , azida pelos Meios de Comunicação e ep odução
( ele isão e ídeo), em p opo cionado discussões a iadas, p incipalmen e no que se e e e às
di iculdades da escola a ual, espaço social de p odução e ep odução de sabe es, abso e o
p aze , a ludicidade e a complexidade, azidos pela imagem a a és, p imei amen e da ele isão
e pos e io men e do ídeo casse e.
Es as "no as" ecnologias de educação, são disponibilizadas a um espaço cul u al echado, mui as
ezes ul apassado, acos umado a uma isão hie a quizada, maniqueís a e agmen ado do
conhecimen o que é a escola.
Tele isão e escola azem pa e hoje do uni e so sócio-his ó ico e cul u al do homem
con empo âneo. Se a escola é um local pa a onde se canalizam as mais di e en es cul u as, os
sujei os dessa escola são elespec ado es de mui as ho as diá ias de exposição à TV e êem-na
com sa is ação e p aze , ap endendo com ela e a pa i dela, ep oduzindo hábi os e cos umes
cul u ais. Alem dessa exposição as imagens audio isuais ( ele isi as ou cinema og á icas), é
impo an e obse a que es a, a imagem, semp e ez pa e do uni e so cul u al do homem desde
mui o, e que sua elação com ele é mui o mais p o unda do que a elação com a esc i a, elação
es a ampliada com o ad en o das ecnologias de comunicação.
Apesa dessa cons a ação, as p opos as de uso da imagem a a és da ele isão e do ídeo na
escola, oco em ainda de o ma isolada e ca egada da isão maniqueis a, di idida segundo a
classi icação ão conhecida do Umbe o Eco, en e os "apocalip icos e in eg ados". Alguns não
conco dam com a possibilidade da comunicação a a és da imagem da à escola agilidade e
mode nidade no discu so, melho ando as elações comunicacionais en e p o esso -aluno, escola e
comunidade.
O p esen e a igo é um esumo do ela ó io de pesquisa ap esen ado pa a conclusão do Mes ado
em Educação da Uni e sidade Fede al de Se gipe. P e endemos con ibui pa a as e lexões sob e
o uso do audio isual, especi icamen e o Vídeo, como ecnologia educacional em sala de aula. A
pa i do eco e de uma ealidade especí ica, c iada com a implan ação no Es ado de Se gipe, do
P oje o Vídeo Escola p ocu amos a alia as possibilidades de uso da comunicação isual na
educação, iden i icando e analisando g upos de acilidades e di iculdades azidas pelo Vídeo
Escola à p á ica pedagógica de p o esso es de 5ª à 8ª sé ies do Ensino Fundamen al em escolas
da capi al.
U ilizamos como ma e ial de pesquisa, ques ioná io p oduzido especi icamen e pa a es e im,
dis ibuídos a p o esso es, dos u nos ma u ino e espe ino de 06 escolas da ede es adual,
selecionadas den e aquelas que abalham com a segunda ase do Ensino Fundamen al.
Ob i emos 50% dos ques ioná ios espondidos. Es e ma e ial oi abalhado e analisado, no
sen ido de nos da subsídios pa a o conhecimen o da ealidade exis en e na escola após o uso
egula das imagens audio isuais azidas pelo P oje o Vídeo Escola.
Es e ques ioná io oi cons uído, obje i ando ob e in o mações sob e: p o esso es e disciplinas
que u ilizam o p oje o; conside ações ge ais sob e o p oje o; possibilidades de uso do P oje o
pelos p o esso es; eações e e en es às con ibuições do P oje o na p á ica pedagógica co idiana
do p o esso em sala de aula e po im as di iculdade e acilidades apon adas pelos p o esso es no
uso do P oje o em sala de aula.
A implan ação do p oje o Vídeo Escola em A acaju, ainda não con ibui e e i amen e, pa a a
mudança da men alidade com elação a p esença des as imagens, azidas a sala de aula pelo
Vídeo e a Tele isão, e consequen imen e com o ques ionamen o das me odologias u ilizadas pelo
p o esso desses meios como ecnologias educacionais.
Conside ando os dados ob idos e os esul ados aqui ap esen ados, a pa i do le an amen o das
a i idades desen ol idas pelos p o esso es com o uso do P oje o em sala de aula e dos g upos de
acilidades (pon os posi i os) e di iculdades (pon os nega i os), pe mi em p incipalmen e obse a
que:
A maio ia dos p o esso es que usam o p oje o, lecionam a disciplina de Po uguês (40%).
En endemos es e a o como consequência não só do g ande nume o de p og amas da disciplina
mas, p incipalmen e po se es a disciplina de con eúdo mais amplo e in e disciplina .
No que se e e e as in o mações ge ais sob e o P oje o na escola, obse ou-se que a es u u a e a
qualidade do ma e ial de apoio oi mui o impo an e pa a a maio ia dos p o esso es pesquisados
(22%), embo a ac edi amos e sido ine icien e como o ma de di ulgação pa a oda a
comunidade escola . Como P oje o que se u iliza da comunicação audio isual e no as ecnologias
de comunicação, como a ele isão e o ídeo, o nume o de p o esso es a ingidos po es a o ma de
di ulgação na comunidade pesquisada oi mui o pequeno (3,5%), já que a média de u ilização dos
ídeos em sala pelos p o esso es icou en e cinco e dez ezes po ano ( 69,7%).
A pa i do uso dos ídeos em sala pe cebe-se uma mudança no que conce ne ao papel do
p o esso em sala. Mais de 75% dos pesquisados enca a seu papel dian e do uso do Vídeo como
um o ien ado e acili ado da ap endizagem, p eocupado em incen i a a pa icipação e
comp eensão dos alunos.
Nessa pe spec i a o p o esso se ia um mediado do p ocesso educa i o, o que segundo Gu ie éz
(1996), condiciona ia o uso das ecnologias a qua o aspec os, que são: o desen ol imen o de
elações subje i as, supo es necessá ios pa a o desen ol imen o da in e locução no p ocesso; a
u opia de uma sociedade melho , conscien e dos iscos a co e mas, ac edi ando na a en u a,
imaginação e u opia; da um sen ido ao p ocesso, obje i ando assegu a uma me a, e po im, a
c ença na p odução pedagógica como esul ado do p ocesso, que são ao mesmo empo angí eis,
in e elacionados e pa icipa i os.
Quan o ao uso do p oje o, embo a ainda não acon eça de manei a mais ampla, sis emá ica e
planejada, em con ibuído pa a a melho ia das dinâmicas desen ol idas em sala de aula pelos
p o esso es, p incipalmen e se conside a mos as habilidades que segundo os p o esso es são
desen ol idas pelo aluno a pa i do uso do VE, as eações dos alunos en e aos ilmes, a
pe cepção de ap endizagem des es alunos e as a i idades desen ol idas pelos p o esso es.
No pano ama a ual da escola, es as a iá eis, es ão cada ez mais p óximas da pe spec i a de
uso dos meios de comunicação como ecnologia educacional, con ibuindo com uma p opos a de
educação que pa a Gu ie éz (op. ci ; 7-11) es á ol ada pa a a ince eza, pa a goza a ida, pa a
a signi icação, pa a a con i ência e pa a a ap op iação da his ó ia e da cul u a.
Os p o esso es obse am ambem que os alunos eagem mui o bem a p esença do P oje o em
sala, es imulando demons ações de no as descobe as, emoções e aumen o da pa icipação e dos
ques ionamen os. Nesse caso, a comunicação audio isual con ibui incen i ando o p ocesso de
democ a ização da escola, a pa i do esga e a ala do aluno e da abe u a do espaço pa a as
á ias linguagens, ampliando as possibilidades de comp eende odas as dimensões da ealidade,
..."En endendo a educação como um p ocesso de desen ol imen o global da consciência e da
comunicação ( do educado e do educando), in eg ando den o de uma isão de o alidade, os
á ios ní eis de conhecimen o e de exp essão: o senso ial, o in ui i o, o a e i o, o acional e o
anscenden al ( a in eg ação com o uni e so) (MORAN, 1996:15)".
É impo an e assinala que es a busca po uma educação complexa e plu al, passa ambém pela
busca de ul apassa o educionismo e os exclusi ismos de um ou ou o meio de comunicação, de
uma ecnologia em de imen o da ou a. O no o não de e in iabiliza o elho, nem es e di icul a
o es abelecimen o do no o, esse é um p ocesso his ó ico e cul u al, dinâmico, plu al e complexo.
Es e é um espaço pa a as discussões sob e as di iculdades e acilidades en en adas po pa e dos
p o esso es no p ocesso de u ilização do P oje o Vídeo Escola como comunicação escola em sala
de aula.
A espei o das di iculdades, o p o esso e o ça mui o o discu so écnico em de imen o do
pedagógico. As di iculdades mais cla amen e ap esen adas, dizem espei o, em sua maio ia à
ques ões de o dem adminis a i as, ipo: al a de espaço, oubo dos apa elhos, al a de assi ência
écnica en e ou os. Se po um lado demons a a incapacidade do Es ado em ge ência a
educação, p epa ando a escola pa a sua ealidade, po ou o, essa p eocupação dissimula uma
ou a, es a es i amen e pedagógica.
Segundo os dados ap esen ados são 17 as di iculdades de o dem es u u al ap esen adas con a
11 de o dem pedagógicas. Mesmo conside ando que as p imei as a e am ambem as segundas,
ac edi amos ambém que a solução dos p oblemas es u u ais não con ibui ão em g ande escala
pa a a melho ia pedagógica.
No campo das di iculdades pedagógicas, podemos obse a que, odas elas es ão, di e a ou
indi e amen e ligadas a o mação p o issional do educado . O pouco habi o, ou nenhum, de lei u a
dos meios audio isuais de comunicação ol ados pa a seu uso em sala de aula, não só o alece o
medo das no as ecnologias como in iabiliza pa a p o esso a cons ução de uma no a isão de
educação.
Uma das e idências encon adas dessa ealidade ap esen a-se quando o p o esso a i ma
elaciona os ídeos do p oje o com os con eúdos, in eg á-los ao planejamen o da escola, embo a
o índece de p o esso es que não azem o planejamen o cole i o seja de 45%. Alem disso 57,5%
a i mam necessi a de di e izes pa a o uso do P oje o e 30% não gos am do c escimen o de
exigências po pa e dos alunos com elação a aulas mais dinâmicas e es imulan es enquan o 22%
enca am como nega i o a exci ação dos alunos após a exibição dos ídeos, con a apenas 9,4%
que enca am esse a o como posi i o pa a a melho ia da qualidade de suas aulas.
A al a de p epa ação do educado pa a o lei u a e uso dos meios em sala e o ça a impo ância de
que es e es eja p epa ado pa a esses meios de comunicação con empo âneos. A ques ão da
o mação de p o esso es em ge al em sido obje o de mui os deba es, especialmen e no que se
e e e a p esença dos meios em sala, cabendo as Uni e sidades e ins i uições o mado as de
p o esso es uma g ande esponsabilidade com elação a es e aspec o. Menezes (1990) ale a pa a
a impo ância especialmen e da Uni e sidade e oma o seu papel na o mação de p o esso es:
"É p eciso epensa o cu so, epensa o con eúdo mesmo, a disciplina, o jei o de ensina essa
disciplina. Como é que podemos man e o licenciado na sala de aula, passi o , ou indo o p o esso
e depois p e ende que, quando ele o p o esso , á e uma pos u a dis in a (MENEZES,in
FUSARE, 1990:29)".
É es a po an o, uma das p incipais di iculdades da escola, an e as no as ecnologias da
comunicação, is o que elas ep esen am uma e olução his ó ica e cul u al que de e chega
ambém à escola, exigindo des a uma mudança em seus concei os sob e ap endizagem e ensino.
Cabe à escola, po an o, a esponsabilidade po esse p ocesso de ansição, pe mi indo a
discussão e ap o ei ando das no as o mas de comunicação social, ão conhecidas pelos alunos,
em sala.
Pa a Pen eado bas a que a escola:
"- Acei e pa i da ealidade do educando, em que a cul u a li esca quase não se con igu a e que
é sob e udo ca ac e izada pela adição o al e ago a ele isi a;
- Dis inga pon o de pa ida (a ealidade do aluno e sua o ma de ap eensão da ealidade) de pon o
de chegada (comp eensão c í ica da ealidade).
- Reco a como caminho, como mé odo, à u ilização da imagem e do diálogo pa a a ealização,
pa a a cons ução da consciência c í ica do educando (PENTEADO,1990:111)."
A pa i dessa ó ica, podemos comp eende as di e en es eações p o ocadas pelos p o esso es
quan o as a i idades desen ol idas em sala com o uso de ídeos do P oje o Vídeo Escola. Apesa
de elaciona em o deba e (15,5%), comen á ios di e sos dos alunos(15,2%) e diálogos (a a és
de con e sa in o mal (0,25)) como acilidades, a g ande maio ia ainda em na edação ou
p odução de ex os (26,0%) e desenhos e/ou p odução de ca azes (17,5%) como a i idades
indi iduais mais usadas, an es ou após os p og amas do Vídeo Escola.
No ocan e aos pon os posi i os podemos e o na aos elemen os democ á icos, azidos a escola
pelo ídeo. Como emos a maio ia das a i idades p i ilegiam a expe iência dialógica e
pa icipa i a. Se conside a mos que a ele isão é um ins umen o que se u iliza do discu so o al,
an o quan o da imagem pa a ansmi i uma mensagem e que a p esença do aluno en e aos
p og amas p o oca eações e emoções das mais di e sas, que de em se ap o ei adas e
abalhadas como incen i o não só à ala e ao ques ionamen o, mas à melho ia das elações
comunicacionais en e p o esso -aluno-escola, concluímos que o p o esso en ende esses a o es
como impo an es pa a o ap o ei amen o co e o do po encial da imagem azido à escola pelo
P oje o.
Essa ealidade, não nos impede de obse a que, es a isão do p o esso dian e das acilidades
azidas pelo uso do ídeo, ca ecem ainda de mui a e lexão sob e o eal papel e das
ans o mação oco idas a pa i de sua p á ica com o uso des a no as ecnológicas. En endemos
que a pouca expe iência e domínio do p o esso no uso da imagem na escola em mui o di icul ou
um maio e melho ap o ei amen o do p oje o Vídeo Escola em A acaju.
A expe iência do uso dos p og amas do p oje o Vídeo Escola nos Vídeo Pos os abalhados eque
uma ede inição da escola que p i ilegia o código esc i o numa sociedade de o e adição o al e
image ica, impossibili ando dessa o ma a elabo ação de uma no a pedagogia que Pen eado
(1991) chama de "Pedagogia da Comunicação" undamen ada na pedagogia Libe a ia (F ei e) e
na Pedagogia T ans o mado a (Sa ianni). Ou no uso da Tecnologia educacional como mediado a
do p ocesso educa i o, a "mediação pedagógica"(Gu ie éz, 1996), que p opõe uma escola
o almen e ol ada pa a a ap endizagem.
É sin omá ico po an o, que os p o esso es pesquisados não enham conside ado como
con ibuição impo an e, "a queb a de esis ências as no as ecnologias", is o que no i em
an e io p opõem-na como des an agem a sua p óp ia pe plexidade an e a no a linguagem
azida po es a ecnologia.
Es a ealidade nos impõe uma e lexão sob e a necessidade de se epensa a o mação de
p o issionais de educação ol ados pa a seu empo. Sege e-se po an o uma mode nização nas
g ades cu icula es des es cu sos, an o a ní el secundá io, como p incipalmen e a ní el
uni e si á io. As Ins i uições o mado as de educado es não podem con inua igno ando o papel
das mídias na cons ução do uni e so da c iança e sua consequen e numa concepção de mundo
o emen e in luenciada pela p esença da imagem enquan o o ma de comunicação, ap op iação e
cons ução do conhecimen o, assim como naquilo que Ba bei o (1997) en ende po mediação e
esis ência a cul u a hegemônica.
A sociedade con empo ânea exige uma no a elação com o sabe e uma in e ação com um no o
laço social, que econheça o ou o a a és de sua in eligência, uma "in eligência cole i a". A
educação pode e de e con ibui pa a a cons ução dessa no a "engenha ia do laço
social"(Le y,1998;32)
"As ino ações ecnológica ab em no os campos de possibilidades que os a o es sociais
negligenciam ou ap eendem sem qualque de e minação mecânica."(...)"An es de nos engaja as
cegas em ias i e e sí eis, u ge imagina , expe imen a e p omo e , no no o espaço de
comunicação, es u u as de o ganização e es ilos de decisão o ien ados pa a um ap o undamen o
da democ acia (Le y. Op. ci . 60)".
A cons ução da cidadania nas sociedades da in o mação pe passa po an o pela democ a ização
de sabe es e a cons ução de uma in eligência cole i a. Esse p ocesso de e se capi aneado pelas
Uni e sidades, mas ca ece da pa icipação dos go e nos Fede ais, Es aduais e Municipais,
enquan o ge enciado es e inanciado es das polí icas públicas ol adas pa a a educação.
Como esponsá el pela Educação enquan o p ocesso o mal de ap eensão do conhecimen o e
cons ução e econs ução da cul u a, o Es ado de e p eocupa -se com as no as ecnologias de
comunicação, sua p esença na escola e suas eais possibilidades de in e e ência posi i a ou não
no p ocesso de melho ia da qualidade da elações comunicacionais na escola.
Re e ências bibliog á icas.
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