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A indução do corpo docente iniciante na República Dominicana. O programa INDUCTIO

Abstract

Converter-se em docente de excelência é um longo processo. Para consegui-lo resulta fundamentalmente em atender à docência em seus primeiros anos de exercício profissional. As políticas de desenvolvimento profissional docente na América Latina estão começando a prestar particular atenção ao apoio que necessitam os docentes que iniciam na docência. Neste artigo apresentamos o programa INDUCTIO que vem se desenvolvendo na República Dominicana para a indução do corpo docente iniciante. INDUCTIO surge da iniciativa do Instituto Nacional de Formação e Capacitação do Magistério (INAFOCAM) da República Dominicana, com o objetivo de favorecer os processos de indução profissional à docência do corpo docente iniciante. Contempla um amplo conjunto de atividades desenhadas para apoiar aos professores iniciantes. INDUCTIO se fundamenta em uma visão construtivista e conexionista da formação docente e assume os princípios da autoformação e do desenvolvimento profissional docente baseado na evidência. Coerente com esta visão, o programa apresenta um amplo conjunto de experiências de aprendizagem que pode facilitar nos docentes iniciantes na indução de qualidade na docência. INDUCTIO incorpora como elemento principal do programa a figura do mentor. Mas, além disso, acompanha esta figura com a organização de círculos de aprendizagem, seminários de trabalho, formação seguindo a modalidade b-learning. INDUCTIO faz um uso intensivo das tecnologias e para ele foi criado um portal na internet http://inductio.org

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A indução do corpo docente iniciante na República Dominicana. O programa INDUCTIO

Author: Marcelo García, Carlos; Burgos, Denia; Murillo Estepa, Paulino; López, Altagracia; Gallego-Domínguez, Carmen; Mayor Ruiz, Cristina Mª; Jáspez, Juan Francisco
Publisher: UNINTER
Year: 2016
Source: https://idus.us.es/bitstreams/803fdc91-0b82-45f5-8b8a-48154efcad0d/download
Re is a In e sabe es | ol. 11, n.23, p.304-324| maio.ago.| 2016| 304
A INDUÇÃO DO CORPO DOCENTE INICIANTE NA REPÚBLICA DOMINICANA.
O PROGRAMA INDUCTIO
THE INDUCTION OF NOVICE TEACHERS IN THE DOMINICAN REPUBLIC. INDUCTIO PROGRAM
LA INDUCCIÓN DEL PROFESORADO PRINCIPIANTE EN LA REPÚBLICA DOMINICANA. EL
PROGRAMA INDUCTIO1
Ca los Ma celo1, Denia Bu gos2, Paulino Mu illo1, Al ag acia López3, Ca men Gallego-Domínguez1, C is ina
Mayo 1, Ba ba i a He e a2, Juan F ancisco Jáspez1
1 Facul ad Educación, Uni e sidad de Se illa; 2 Ins i u o Nacional de Fo mación y Capaci ación del Magis e io
(INAFOCAM), República Dominicana; 3 Ins i u o Tecnológico San o Domingo (INTEC)
RESUMO2
Con e e -se em docen e de excelência é um longo p ocesso. Pa a consegui-lo esul a undamen almen e
em a ende à docência em seus p imei os anos de exe cício p o issional. As polí icas de desen ol imen o
p o issional docen e na Amé ica La ina es ão começando a p es a pa icula a enção ao apoio que
necessi am os docen es que iniciam na docência. Nes e a igo ap esen amos o p og ama INDUCTIO que em
se desen ol endo na República Dominicana pa a a indução do co po docen e inician e. INDUCTIO su ge da
inicia i a do Ins i u o Nacional de Fo mação e Capaci ação do Magis é io (INAFOCAM) da República
Dominicana, com o obje i o de a o ece os p ocessos de indução p o issional à docência do co po docen e
inician e. Con empla um amplo conjun o de a i idades desenhadas pa a apoia aos p o esso es inician es.
INDUCTIO se undamen a em uma isão cons u i is a e conexionis a da o mação docen e e assume os
p incípios da au o o mação e do desen ol imen o p o issional docen e baseado na e idência. Coe en e com
es a isão, o p og ama ap esen a um amplo conjun o de expe iências de ap endizagem que pode acili a
nos docen es inician es na indução de qualidade na docência. INDUCTIO inco po a como elemen o p incipal
do p og ama a igu a do men o . Mas, além disso, acompanha es a igu a com a o ganização de cí culos de
ap endizagem, seminá ios de abalho, o mação seguindo a modalidade b-lea ning. INDUCTIO az um uso
in ensi o das ecnologias e pa a ele oi c iado um po al na in e ne h p://induc io.o g
Pala as-cha e: Indução à docência; P o esso inician e; Inse ção p o issional; P o esso men o ; Cí culos de
ap endizagem.
ABSTRACT
To become an expe eache is a long p ocess. To achie e his i is essen ial o assis eache s in hei i s
yea s o eaching exe cise. The policies o eache p o essional de elopmen in La in Ame ica a e s a ing o
pay pa icula a en ion o suppo o need eache s who a e new o eaching. In his a icle we p esen ed
he p og am INDUCTIO which a e being de eloped in he Dominican Republic o he induc ion o no ice
1 O a igo oi publicado em espanhol na Re is a Ibe o-ame icana de Educação, ol. 71, num. 2, p. 145-168.
2 O a igo oi aduzido do espanhol pa a o po uguês po B uno Ozawa
Ca los Ma celo, Denia Bu gos, Paulino Mu illo, Al ag acia López, Ca men Gallego-Domínguez, C is ina
Mayo , Ba ba i a He e a, Juan F ancisco Jáspez
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eache s. INDUCTIO comes a he ini ia i e o he Na ional Ins i u e o Educa ion and T aining o he
Magis e ium (INAFOCAM) o he Dominican Republic, wi h he aim o a ou ing p ocesses o p o essional
induc ion o no ice eache s eaching. I includes a comp ehensi e se o ac i i ies designed o suppo
no ice eache s. INDUCTIO is based on a cons uc i is iew and connec ionis o eache aining and akes
he p inciples o sel - aining and eache p o essional de elopmen based on e idence. Consis en wi h his
iew, he p og am aises a wide ange o lea ning expe iences ha can p o ide beginning eache s induc ion
o quali y in eaching. INDUCTIO inco po a es as a main elemen o he p og am o men o igu e. Bu i also
accompanies his igu e wi h he o ganiza ion o lea ning ci cles, wo kshops, aining acco ding o mode b-
lea ning. INDUCTIO makes in ensi e use o echnologies and his has c ea ed a po al on he in e ne
h p://induc io.o g
Keywo ds: Teache induc ion; Beginning eache ; Men o eache ; Lea ning cicle
RESUMEN
Con e i se en docen e de excelencia es un la go p oceso. Pa a consegui lo esul a undamen al a ende al
p o eso ado en sus p ime os años de eje cicio p o eso al. Las polí icas de desa ollo p o esional docen e en
Amé ica La ina es án empezando a p es a pa icula a ención al apoyo que necesi an los docen es que se
inician en la docencia. En es e a ículo p esen amos el p og ama INDUCTIO que se iene desa ollando en la
República Dominicana pa a la inducción del p o eso ado p incipian e. INDUCTIO su ge a inicia i a del
Ins i u o Nacional de Fo mación y Capaci ación del Magis e io (INAFOCAM) de la República Dominicana, con
el obje i o de a o ece los p ocesos de inducción p o esional a la docencia del p o eso ado p incipian e.
Con empla un amplio conjun o de ac i idades diseñadas pa a apoya al p o eso ado p incipian e. INDUCTIO
se undamen a en una isión cons uc i is a y conexionis a de la o mación docen e y asume los p incipios
de la au o o mación y el desa ollo p o esional docen e basado en la e idencia. Cohe en e con es a isión, el
p og ama plan ea un amplio conjun o de expe iencias de ap endizaje que pueden acili a en los docen es
p incipian es una inducción de calidad en la docencia. INDUCTIO inco po a como elemen o p incipal del
p og ama la igu a del men o . Pe o además acompaña es a igu a con la o ganización de cí culos de
ap endizaje, semina ios de abajo, o mación siguiendo la modalidad b-lea ning. INDUCTIO hace un uso
in ensi o de las ecnologías y pa a ello ha c eado un po al en in e ne h p://induc io.o g
Palab as cla e: Inducción; P o eso p incipian e; Inse ción; Men o ; Cí culos de ap endizaje
INTRODUÇÃO
A necessidade de desen ol e p og amas de indução ou inse ção pa a o co po docen e
inician e em-se con e ido já em uma polí ica educa i a assumida po um núme o c escen e de
p og amas educa i os (Alen & Sa di, 2009a; Ma ínez, 2012). Na Amé ica La ina, di e en es países
êm se unido na úl ima década a es a es a égia o mado a que em a conside a o pe íodo de
indução como um pe íodo di e enciado no p ocesso de con e e -se em docen e. Um pe íodo no
qual os docen es são educado es e ao mesmo empo ap endizes. Ensinam e ap endem em
con ex os ge almen e mais complexos e ulne á eis que o es an e dos docen es com expe iência.
Em alguns casos minis ando aulas em ní eis educa i os pa a os que não o am o mados (Beca
In an e, 2012).
A indução p o issional na educação é o pe íodo de empo que en ol e os p imei os anos,
nos quais os docen es êm de ealiza a ansição de es udan es a educado es. É um pe íodo de
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ensões e ap endizagens in ensi as em con ex os ge almen e desconhecidos e du an e o qual os
docen es inician es de em cons ui conhecimen o p o issional além de consegui man e um
ce o equilíb io pessoal. Con ém insis i na ideia de que o pe íodo de indução é um pe íodo
di e enciado no caminho de con e e -se em docen e. Não é um sal o no azio en e a o mação
inicial e a o mação con ínua, mas sim possui um ca á e dis in i o e de e minan e pa a consegui
um desen ol imen o p o issional coe en e e e olu i o (Boe Rome o, 2011b; Cox, Beca, & Ce i,
2014).
Os docen es inician es êm duas a e as a cump i : de em ensina e de em ap ende a
ensina (TALIS, 2008). Independen emen e da qualidade do p og ama de o mação inicial que êm
cu sado, exis em compe ências que somen e se ap endem na p á ica, e isso epe cu e pa a que
es e p imei o ano seja um ano de supe i ência, descob imen o, adap ação, ap endizagem e
ansição. As p incipais a e as com que se depa am os docen es inician es são: cons ui
conhecimen os sob e os es udan es, o cu ículo e o con ex o escola ; desenha adequadamen e o
cu ículo e o ensino; começa a desen ol e um epe ó io docen e que os pe mi a sob e i e
como p o esso p imá io ou secundá io; c ia uma comunidade de ap endizagem na sala de aula, e
con inua desen ol endo uma iden idade p o issional. E o p oblema é que de em aze is o, em
ge al, ca egados com as mesmas esponsabilidades que os docen es mais expe ien es.
O pe íodo de indução p o issional se con igu a como um momen o impo an e na aje ó ia
do u u o docen e. Um pe íodo impo an e po que os docen es de em ealiza a ansição de
es udan es a p o esso es, po ele su gem dú idas, ensões, de endo cons ui um adequado
conhecimen o e compe ência p o issional em um b e e pe íodo de empo. Nes e p imei o ano, os
docen es são p incipian es e, em mui os casos, ambém em seus segundo e e cei o anos podem
ainda es a lu ando pa a es abelece sua p óp ia iden idade pessoal e p o issional.
A ealidade co idiana do docen e inician e nos indica que mui os p o esso es abandonam,
e o azem po es a em insa is ei os com seu abalho de ido aos baixos salá ios, p oblemas de
disciplina com os alunos, al a de apoio e poucas opo unidades pa a pa icipa na omada de
decisões. Os docen es inician es p ecisam e um conjun o de ideias e habilidades c í icas, assim
como a capacidade de e le i , a alia e ap ende sob e seu ensinamen o, de al o ma que
melho em con inuamen e como docen es. Is o é necessá io po que são os alunos des es
p o esso es os que so em as consequências das ine i á eis insegu anças e p oblemas aos que
en en am os docen es inician es: p oblemas que, desde os es udos pionei os de Veenman (1988),
êm se mos ado comuns na maio ia dos p o esso es inician es: p oblemas de disciplina,
mo i ação, a enção à di e sidade, planejamen o.
Ca los Ma celo, Denia Bu gos, Paulino Mu illo, Al ag acia López, Ca men Gallego-Domínguez, C is ina
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No ela ó io de Mi adas sob e a Educação na Ibe o Amé ica (Me as 2021), Desen ol imen o
p o issional docen e e melho ia da educação, se des aca a a exis ência de p og amas de men o ia
em á ios países da Amé ica La ina, compa ilhando odos eles a ideia de que a indução à docência,
como concei o, le a consigo o acompanhamen o de um p o esso expe ien e ou men o a alguém
que se inicia na p o issão (Alen & Sa di, 2009b). Jun o com o acompanhamen o, o men o ealiza a
ação de o ien ação, apoio, se indo de modelo e de u o à ou a pessoa ecém-g aduada um
cen o de o mação (Fan illi & McDougall, 2009; Robles Vásquez e al., 2013).
A men o ia se cons i ui como um componen e essencial no p ocesso de indução, mas não
é o único. A indução eque um ap endizado po pa e do docen e, um comple o desen ol imen o
p o issional que se inicia ao p imei o dia em que es á em sua sala de aula com seus es udan es. Não
se a a unicamen e de uma es a égia pa a a a de compensa p oblemas, de iciências,
necessidades, lacunas do no o p o esso , mas sim uma es a égia o ma i a necessá ia, i al e com
ca ac e ís icas pa icula es que a az única e especí ica.
Os p og amas mais e e i os são aqueles que a aem com incen i os aos melho es
men o es, a a és de pad ões de al a qualidade e o e ecendo um einamen o p é io pa a analisa
e a alia o p ocesso de ensino, assim como pa a pode conduzi e c ia discussões sob e esses
p ocesso complexos com os no os p o esso es.
Quase me ade dos países da Ibe o Amé ica implemen a de uma manei a ou ou a es e ipo
de es a égia de acompanhamen o e men o ia a docen es inician es, A gen ina o ganiza os
p og amas de acompanhamen o a a és dos Ins i u os de Fo mação Docen e que es ão
dis ibuídos po odo o país (Alliaud, 2014). No Chile em se desen ol ido expe iências de indução,
apoiadas pela OIE, di igidas ao co po docen e inician e a a és da implan ação da men o ia
desen ol ida po docen es da ede de p o esso es de p o esso es (Boe Rome o, 2011a).
Mais ecen emen e, U uguai em iniciado um p og ama pa a o acompanhamen o do co po
docen e inician e, que já alcança sua e cei a edição. Na p imei a e segunda edição do p og ama de
o alece e
desen ol e es a égias de acompanhamen o aos que acabam de inaliza seus es udos docen es,
p omo endo a capaci ação con ínua e con ibuindo des a manei a à melho a da qualidade da
educação.
O ela ó io ci ado ambém ag ega que no U uguai, os p og amas de inse ção p o issional à
docência êm conseguido um o e impulso en e as polí icas educa i as e de o mação. Ao mesmo,
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desde es as linhas polí icas em ma é ia educa i a em-se a o ecido a celeb ação de seminá ios e
cong essos in e nacionais colocando em e idencia a impo ância da o mação no
acompanhamen o a docen es no a os.
COMO SURGE O INDUCTIO?
O p og ama INDUCTIO su ge po inicia i a do Ins i u o Nacional de Fo mação e Capaci ação
do Magis é io (INAFOCAM) da República Dominicana, com o obje i o de a o ece os p ocessos de
indução p o issional à docência do co po docen e inician e. O Pac o Nacional pa a a Re o ma
Educa i a na República Dominicana (2014-2030) es abelece em seu a igo 5.2.2 o comp omisso de
indução dos e das docen es ao no o ing esso ao sis ema educa i o,
comp omisso do go e no dominicano com o desenho e desen ol imen o de um p og ama pa a a
indução p o issional dos p o esso es que começam (Vaillan , 2007).
O p og ama INDUCTIO se desen ol e po INTEC (Ins i u o Tecnológico de San o Domingo),
em aliança es a égica com o G upo de In es igação IDEA da Uni e sidade de Se ilha (Espanha). O
p og ama con empla um amplo conjun o de a i idades desenhadas pa a apoia ao co po docen e
inician e que desc e emos adian e. INDUCTIO se undamen a em uma isão cons u i is a e
conec i a da o mação docen e (Ma celo & Vaillan , 2009; Vaillan & Ma celo, 2015). Além disso,
assume os p incípios da au o o mação e o desen ol imen o p o issional docen e baseado na
e idência. Coe en e com es a isão, o p og ama expõe um amplo conjun o de expe iências de
ap endizagem que podem acili a nos docen es inician es uma indução de qualidade na docência.
O QUE O PROGRAMA INDUCTIO PROPORCIONA AO CORPO DOCENTE INICIANTE?
O p og ama INDUCTIO p opo ciona aos docen es inician es:
Acesso ao conhecimen o, expe iência de um men o .
Apoio e acompanhamen o po pa e de um men o ao longo do p imei o ano de docência.
Melho a da si uação pessoal e p o issional eduzindo o es esse p oduzido pelas p imei as
expe iências de ensino.
Apoio pa a se melho docen e, melho a a au oes ima e a con iança em si mesmo.
Reduzi o ap endizado po ensaio e e o e acele a o desen ol imen o p o issional do co po
docen e inician e.
Acompanhamen o nos p imei os anos pa a uma indução de qualidade na ca ei a docen e.

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Uma melho in eg ação na cul u a da escola onde abalha.
Opo unidades pa a ap ende e e le i sob e o ensino, com o apoio do men o .
In eg ação em uma cul u a de colabo ação com ou os docen es median e a pa icipação
em cí culos de ap endizagem.
Inc emen a as possibilidades de manu enção no ensino.
QUAIS PROFESSORES PARTICIPAM?
A ualmen e es ão pa icipando a i amen e no INDUCTIO 345 p o esso es inician es e 43 men o es.
Do o al dos inician es pa icipan es no p og ama, 85% são mulhe es e 15% homens. Quan o à idade
dos docen es inician es pa icipan es a i os no p og ama, 34% deles êm idades comp eendidas
en e 21 e 30 anos; 28% dos docen es êm en e 31 e 45 anos; e po úl imo, os 38% es an es êm
idades comp eendidas en e 46 e 53 anos. Es es dados demons am que a maio pa e dos
docen es selecionados pa a se em acompanhados pelos men o es em uma idade comp eendida
en e 21 e 45 anos, sendo um dado ambém ele an e o a o de que há mui os deles que acaba am
de inicia na docência e êm idade a ançada ( alamos de mais de 46 anos).
Os ní eis educa i os aos quais os docen es pa icipan es no p og ama de indução o necem
docência são inicial, básico e médio. Os pe cen uais nos quais se di idem são os seguin es: no ní el
inicial, 15% dos inician es p a icam a docência; 76% no ní el básico e 9% no ní el médio. Com es es
dados podemos de e mina que a maio ia dos docen es que o mam es e p og ama e que es ão
ecebendo o acompanhamen o de seus men o es e men o as se encon am desen ol endo seu
abalho p o issional como docen e no ní el básico de ensino, icando uma po cen agem deles na
docência de ní el médio.
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Com espei o ao empo que le am como docen es, ou seja, anos de expe iência na
p o issão educa i a, mais de 68% dos pa icipan es no P og ama le am menos de um ano como
docen es; 15% êm en e um e dois anos de expe iência de abalho na escola, e os 17% es an es
êm mais de dois anos de expe iência acumulada no campo educa i o e como docen e. Com es es
dados podemos de e mina que a maio ia dos docen es inician es do p og ama es á ecém
iniciando sua ca ei a p o issional, endo como expe iência um ano ou menos na docência.
Com espei o à classe social das amílias e es udan es aos quais ensinam os docen es
inician es, as a iá eis podiam se : classe mui o baixa, baixa, média e al a. Tão somen e 0,8% dos
inician es sinalizam a classe al a como a ca ac e ís ica social das amílias e seus es udan es. Ao
con á io, 73,6% deles ca ac e izam-se como mui o baixa ou baixa a classe social das amílias de
seus es udan es (22,6% e 51%, espec i amen e). Po ou o lado, a classe media como pa âme o
social das amílias é ma cada po 25,6% dos docen es. Des es dados ex aímos a ideia gene alizada
da p ocedência e ní el social amilia baixo e/ou mui o baixo dos es udan es que êm em suas salas.
Pa a desc e e o dado a espei o das ho as semanais que os docen es inician es dedicam
com seus es udan es na escola, di idimos os alo es em ês g andes g upos: en e 5 e 25 ho as
semanais; en e 26 e 47 ho as; e mais de 48 ho as de abalho semanal na escola com as c ianças.
Os pe cen uais se di idem da seguin e o ma: 27% dos docen es dedicam en e 5 e 25 ho as
semanais; 0,7% mais de 48 ho as; e a maio ia deles dedica en e 26 e 47 ho as da semana ao abalho
com os es udan es, ou seja, 66% dos docen es inician es êm um abalho diá io que oscila en e
cinco e 9 ho as de abalho p o issional docen e.
38% dos docen es inician es p a icam docência a um conjun o de alunos de não mais de
in e e cinco, a ando-se po an o de um abalho ela i amen e cômodo no momen o de ensina
às c ianças, sem que se suponha um sob e-es o ço de i ado de abalha com sob epopulação na
sala de aula. Pelo con á io, 62% dos docen es êm que ensina em salas de aula com a é cinquen a
es udan es no o al, com o que o ema de sob epopulação condiz.
Po úl imo, com espei o aos p incipais p oblemas com os quais encon a o inician e em seu
dia a dia como docen e, es abelecemos á ias emá icas que conside amos p oblemá icas após a
e isão de li e a u a e in es igações a espei o. As emá icas, assim como o pe cen ual de docen es
que apon ou como p oblemá icas com as quais se encon a am em seu dia a dia são as desc i as a
segui .
A p eocupação maio , assim como o p oblema mais des acado pelos docen es é a
insu iciência de ma e iais (51% deles), seguido de 49% dos docen es que conside a um p oblema a
manu enção da disciplina em sala de aula. Da espos a às di e enças indi iduais de seus es udan es
(26%), assim como as elações com as amílias (30%) são emas p eocupan es pa a eles ambém. A
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mo i ação dos es udan es (30%); o planejamen o das aulas (18%); não dispo de empo li e pessoal
(21%); a quan idade de es udan es po classe (20%); as con ibuições das amílias ao cen o e a seus
ilhos(as) (33%); o con ex o cul u al e social (24%); o abalha com es udan es com di e enças e/ou
necessidades especiais ou de di e en es o igens (33%); assim como o abalho excessi o, ou seja, a
sob eca ga de abalho (18%), o mam as p eocupações e p oblemas mais exp essados e
a gumen ados pela maio ia dos inician es pa icipan es no P og ama.
Pelo con á io, exis em alguns que, ainda que ambém sejam p eocupan es e compõem
p oblemas de seu a aze diá ia como p o issionais educa i os, são menos p o undos ou c iam
menos ince ezas ou p oblemá icas. Es es são: o ganiza o abalho da classe (9%); a elação com
os colegas (2%); a a aliação dos es udan es (11%); o conhecimen o das polí icas educa i as e do
egulamen o do cen o (4%); o conhecimen o da ma é ia (7%); a quan idade de abalho
adminis a i o e bu oc á ico (2%); a elação com o di e o do cen o (2%); emune ação (4%);
alo ização social da p o issão e do abalho de docen e (7%); assim como o clima no abalho (7%).
OS COMPONENTES DO PROGRAMA INDUCTIO
Os p og amas de indução que se êm implemen ando na maio ia dos países incluem uma
mais ou menos ampla a iedade de p og amas e es a égias o ma i as que p e endem da
espos a às necessidades do co po docen e inician e. Segundo o ela ó io TALIS (2013), somen e
22,3% dos países pa icipan es nesse es udo con am com p og amas o mais de indução. O
componen e mais des acado dos p og amas de indução é a igu a do men o , jun o com euniões
com a equipe di e i a. Ou os componen es são: cu sos, o icinas, pa icipação em edes, e isão
po pa es, e c.
No INDUCTIO emos in oduzido os componen es que a in es igação demons ou como
mais exi osos pa a o desen ol imen o p o issional docen e. A seguin e igu a expõe um conjun o
de expe iências de ap endizado di igidas a acili a a indução de qualidade do co po docen e
inician e. O p og ama cons a de A i idades o ma i as ao in e io da escola e o a dela. As
a i idades ao in e io da escola le am em conside ação a necessidade de que as escolas, odas as
escolas, elabo em um plano de acolhida pa a os no os p o esso es, al como de inido
an e io men e. Além disso, e es e é um elemen o undamen al do p og ama, se es abelece a
necessidade de desen ol e ciclos de análise e melho ia da p á ica que os p o esso es inician es
desen ol em jun o com seus p o esso es men o es.
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Ao ex e io da escola, se ealiza um conjun o de a i idades o mado as o mais, como a
ealização de seminá ios o ma i os di igidos a p omo e um maio conhecimen o a espei o dos
aspec os didá icos e o ganizado es da unção docen e, que ep esen am p oblemas pa a a indução
do co po docen e inician e. Jun o a es es seminá ios, p opomos a o ganização de a i idades
in o mais que denominamos Cí culos de Ap endizagem, a a és dos quais os p o esso es inician es
compa ilham, e le em e ocam expe iências com ou os docen es inician es e expe ien es. Po
ou o lado, ao longo de odo o p og ama, os pa icipan es i ão dispo do Po al de Recu sos Digi ais
pa a a Docência que lhes o e ece á ecu sos e e amen as pa a ap ende nos espaços i uais.
Pa a que um p og ama com es as ca ac e ís icas enha êxi o se eque um con ínuo
moni o amen o e a aliação. Is o signi ica que exis e um modelo de a aliação de p og ama que
cole a e analisa in o mações a pa i de di e en es on es de in o mação (ques ioná ios,
en e is as, g upos ocais, obse ações) e de di e en es in o man es (p o esso es inician es,
men o es, di e o es de escola, o mado es) pa a pode oma decisões pa a melho ia do p og ama
em anos sucessi os.
6. O PROGRAMA INDUCTIO CONSTA DE UMA VARIEDADE DE COMPONENTES DE FORMAÇÃO:
6.1 MENTORIA
Ca los Ma celo, Denia Bu gos, Paulino Mu illo, Al ag acia López, Ca men Gallego-Domínguez, C is ina
Mayo , Ba ba i a He e a, Juan F ancisco Jáspez
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euniões, apon ando di iculdades e ano ando desc ições sob e como a ua segundo o ema
abalhado, po exemplo:
ano ando no Po al os emas abalhados e os in e esses sob e os que discu imos. Assim ica udo
Nes as imagens comp o amos o apoio e assesso amen o pe sonalizado que os men o es
e men o as o e ecem aos docen es no a os em seus cen os educa i os. Os cí culos de
ap endizagem cos umam desen ol e -se nos cen os educacionais, mas ambém hou e ocasiões
nas quais as euniões o am celeb adas na casa dos men
po que nos cen os não ha ia possibilidade de aze uso da in e ne . Na minha esidência pudemos
Nes e espaço se em acesso à Classe i ual que se desen ol e na pla a o ma Moodle e que
o e ece con eúdos o ma i os online pa a o co po docen e inician e assim como pa a os men o es.
Nas seguin es imagens podemos obse a os di e en es apa elhos com que con a es a
o mação.
Os inician es e men o es, ao acessa com seu usuá io e senha isualizam a ela an e io
concluída como imagem. Nela clicam con o me sejam inician es ou men o es.
Na classe de o mação pa a men o es encon am es a pla a o ma:
Pa a cada um dos módulos de ap endizagem, dos cinco que exis em no o al, os men o es
dispõem dos seguin es apa elhos: con eúdos, desc ição da a e a, casos p á icos, caixa de co eio
pa a en io da a e a e um ó um especí ico des e bloco ou módulo emá ico.
Na classe de o mação os inician es encon am es a pla a o ma:
Pa a cada um dos blocos, qua o no o al pa a o momen o, os docen es dispõem das
seguin es e amen as de ap endizagem: con eúdos, ó uns, a e as a ealiza com ela pa a sua
elabo ação e caixa de co eio de a i idades pa a acili a o en io das mesmas.
Algumas das consul as e comen á ios compa ilhados po men o es e inician es gi am
odos em o no da ideia de localização e des ino de a qui os, ecu sos, pas as, e c. Uma ez
ansco ido o pe íodo de assimilação com o uso da pla a o ma, as dú idas o am meno es e já
quase inexis en es. Um exemplo disso são comen á ios no início do cu so, que ago a não exis em
en adas no ó um a espei o.
de e comple ado meu p

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No ge al, os inician es abalham mui o bem com a pla a o ma, sendo uma e amen a ú il
e e icaz pa a ap ende e o ma -se em pe manen e con a o com os P o esso es do P og ama, assim
como com seus men o es e men o as.
A e amen a Plano de Melho ia ai ajuda o co po docen e inician e a es abelece suas
p óp ias me as e obje i os ao longo do p imei o ano de ensino. A a és des a e amen a, o
p o esso inician e es abelece á os seguin es elemen os de cada Plano de Melho ia: ações a
desen ol e , p azo de execução, apoios e ecu sos necessá ios, conquis as ob idas, e c. O Plano
de melho ia se á uma e amen a que pe mi i á ao men o i seguindo os p og esso de cada um
O Diá io de e lexão é uma e amen a que colocamos à disposição do co po docen e
inician e pa a apoia seu p ocesso de e lexão sob e a expe iência do pe íodo de indução. O diá io
do p o esso é um ecu so me odológico onde o docen e ealiza obse ações, en e is as,
desc e e o que oco e em aula, os ma e iais que u iliza, e c. Os diá ios ajudam a esga a os pon os
acos e o es da p á ica educacional do docen e, po meio deles se pode e le i sob e a p á ica,
se c í ico, desen ol e compe ências e melho a sua p á ica. Os diá ios ajudam a desen ol e um
pensamen o c í ico e e lexi o de sua p á ica, com ele se podem melho a-
minha p eocupação desse dia. Como abalho com meus es udan es na classe e minha men o a o
O Fundo de conhecimen o é um banco de ecu sos especi icamen e desenhado pa a o
apoio ao co po docen e inician e. Incluem-se ídeos, a igos, li os, expe iências didá icas,
conselhos, e c. Ú eis pa a os docen es inician es e p o esso es men o es.
-
-los a colegas do meu
cen o que não pa icipam no p og ama, mas que es ão mui o in e essadas que eu as en ie li os,
Ao longo do p og ama de indução, os men o es ealiza ão um de e minado núme o de
isi as às classes dos p o esso es inician es pa icipan es no p oje o. Cada isi a de e á se
planejada com an ecedência, es abelecendo a da a, assim como o obje i o. Pa a ele, a e amen a
Plano de Melho ia se á de u ilidade. Na isi a, o men o se eúne com o co po docen e inician e,
pode obse a-lo enquan o ensina e analisam conjun amen e o ensinamen o. Ao inaliza , an o o
men o como o p o esso inician e de em edigi um RELATÓRIO DE VISITA, que desc e e as
es a em dia com odas as a e as que emos
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Mayo , Ba ba i a He e a, Juan F ancisco Jáspez
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egis o do que aço com elas. Ano o quando as isi o, o que azemos e o que planejamos aze na
Es a e amen a de acesso a um espaço em que odos os p o esso es inician es podem
in e agi com seu men o e en e eles.
Nes e espaço dos Fó uns, os men o es compa ilham seus in e esses com as expe iências
na adas po odos os inician es, já que es es con a am com um espaço de e lexão p esencial pa a
compa ilha p eocupações e necessidades. Depois dos men o es comen am nos Fó uns o que es a
expe iência os ac escen ou e en iqueceu. Também, os inician es êm lido es as ques ões e
espondido a suas dú idas, in e esses, p eocupações, e c. A inalidade deles é que os inician es
agam ao ó um suas dú idas e expe iências na classe di e amen e, e assim os men o es podem
p o esso es inician es na ando suas expe iências de seus abalhos como docen e, é uma g ande
sa is ação compa ilha expe iências no as e sabe que eles êm ap endido a desen ol e em-se em
Po úl imo, INDUCTIO p opo ciona ao co po docen e inician e a e amen a Au oa aliação,
median e a qual pode á ealiza seu alo p o issional em elação ao ní el de conquis a sob e os
Pad ões P o issionais e do Desempenho pa a a Ce i icação e Desen ol imen o da Ca ei a Docen e
co esponden e ao pe íodo de indução.
CONCLUSÕES
Apesa de o p og ama INDUCTIO em um ano de exis ência, já podemos cons a a os
e ei os posi i os que es á endo na dinamização do co po docen e inician e no p og ama, assim
como dos men o es e men o as. Temos que des aca o eno me es o ço que es ão desen ol endo
as men o as e men o es que êm de se desloca às ezes po g andes dis âncias, com meios de
anspo e não mui o e icien es, pa a pode isi a aos p o esso es inician es que se encon am em
escolas a as adas. Men o es que se eúnem aos sábados e domingos em suas p óp ias esidências,
jun o com o co po docen e inician e, pa a ensina-los a abalha na pla a o ma ecnológica, já que
nos cen os educacionais não em acesso à in e ne . Di iculdades que êm a e ambém com a
ausência ou escassez de meios ma e iais, assim como conexão à in e ne nas escolas, o que di icul a
seu abalho com os docen es quando abalham com seu lap op nas o icinas, cí culos de
ap endizagem ou seminá ios.
Mas es as di iculdades não são pe cebidas como uma ba ei a pa a os men o es, mas sim
que es ão supondo desde sua pe cepção, uma opo unidade de con ibui ao desen ol imen o de
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seu país. O p og ama es á suponde ambém, um alo ag egado pa a as escolas. Na maio ia dos
casos, os di e o es escola es êm acolhido mui o a o a elmen e a p esença dos men o es. Tan o
é assim, que alguns di e o es êm pedido às men o as que ealizem a i idades o mado as ambém
inician es me con a ou pa a que osse ao Cen o pa a compa ilha uma o icina de o ien ação no
desenho do planejamen o cu icula . Acei ei mui o p aze osamen e já que c eio que nossa unção
como men o es não alcança limi es, es amos pa a o que necessi a em pa a melho a a educação
lhosa de que p o esso es de um dos Cen os me solici am ajuda e
o ien ação em como ge i as aulas, o compo amen o de suas c ianças. Eu os acili o ecu sos do
undo de Conhecimen o do INDUCTIO, ambém ídeos e demons ações abalhadas nas seções
o mado
Em elação ao co po docen e inician e, a di iculdade mais ela ada em a e com a al a de
conec i idade à In e ne com seus cen os educacionais, assim como a al a de ma e ial
ecnológico (es a de iciência inicial oi esol ida com a en ega de um lap op a cada men o e
inician e). Do mesmo modo, e ao pa do que acabamos de menciona , os docen es inician es
solici am uma o mação especí ica em meios, es a égias e e amen as ecnológicas, já que a
mui os deles conside a-se um obs áculo o uso do Po al, pelo simples a o de não conhece o
manejo básico de um compu ado , po exemplo da c iação de documen os em Wo d ou isualiza
ídeos no YouTube.
Tan o os men o es como os inician es, em sua o alidade, des acam a opo unidade e
impo ância de pa icipa a i amen e no INDUCTIO po con ibui em seu c escimen o, não
somen e p o issional do campo educacional, mas sim pessoalmen e. Des acam ambém a
implicação e comp omisso necessá io pa a a melho ia da qualidade da educação de seu país, a
República Dominicana.
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Ag adecimen os
O p oje o INDUCTIO em sido uma inicia i a do INAFOCAM (Ins i u o Nacional de Fo mação e
Capaci ação do Magis é io) da República Dominicana.
Men o es do p og ama INDUCTIO
Ana Jose a del Ca men Jimeno Du an; Ana Jose a Rondon; An onio Albe o Delgado Oli o; Beni a
de la C uz Ma e; Bilda Valen ín; Blendys Mesa Ruiz; Bona Alejand ina Guaba Reyes; Ca los Bu e
Mon as ; Ca mela Ra aela Lo a Ba o; Ca alina Ab eu Acos a; Cesalina Polanco Lo a; Colasina O ega
Rod iguez; Damiana Picha do; Denice Ma ínez Tejada; E in Mel in; Ma eo Ma eo; El i a Rijo
Nuñez; Eu emia Ogando To ibio; Eugenia Familia Te e o; Helan; Hidalgo Almon e; Hen y Da id
Ab eu Domínguez; Johanny Me cedes Be oa; Jose ina Med ano; Juan José Hu ado San ana; Juan
López A ias; Juana Joceline Villalona Mejia; Jumei is Ruiz Alcan a a; Kenia C usi a Pujols Gómez de
Colón; Ludy Fe e as Segu a; Luz Ma ía Jimenez Te e o; Magnolia Ca asco; Ma ía Agus ina
Reynoso C uz; Ma ía Dionisia Núñez; Ma ía Elega ia Guzmán; Milka Es he Alcán a a Molina;
Monsidalis San ana; Nikaulys Ya i za Melo O iz; Nulbia Villamán San os; Pablo Espinosa; Rosanny
Alejand ina Fe min Canela; Soco o Peña Solis; Susana Gómez Ulloa; Tomas Reyes Rubio Cas o;
Wanda Ma ina Román San ana; Yece nia Lice Diaz Pe ez.