—
A (W
iU
j
j n C '
cL
Jmimum
[oum^ac
íci
yejUn
c
línnci
c U
1
^
^
ILlia mai
C
1
(/V
•
'
"
Z
.
.
W/W(>
lMcmihh^
jJiiy
S
E
RMÃ
O
l
PURÍSSIMA
CONCEIÇÃO
VIRGEM
MARIA
SENHORA
NOSSA,
Que
na
e la,
que,
como
a
ua
P o e&o a,
lhe
az
a
academia
eal
Na
Capella
do
Paço
do
Duque
aos
15.
de
De¬
zemb o
de
1753.
PRE’GOU
,
ESTANDO
PRESENTES
S.
MAGESTAD ,
s,
al eza
o
pad e
F
JOSE’
MALAQUIAS,
Len e
de
Vejpe a
no
eu
Con en o
de
S.
Domingos
,
Conjul-
o
do
San o
O icio
,
Examinado
das
T ez
O dens
ML
liu es,
e
Acadêmico
do
Nume o
da
Real
Acade¬
mia
da
Hi o ia
Po ugueza.
1/
i
-
L
T
S
B
O
Na
O icina
de
MIGUEL
MANESCAL
DA
COSTA»
Imp eíTo
do
San o
O icio.
Anno
175:4'
Com
odas
as
licenças
necejja ias
.
c;
AO
REI
FIDELÍSSIMO
D.
JOSE’1
SENHOR.
UANDO
a
Ac
ade-
me
elegeo
pa a
nua
O ado
da
e ia
da
Conceição
immaculad#
de
Ma ia
ua
Jingula iJ íma
P o e
lo a
,
*
ii
logo
logo
conheci
a
a duidade
da
emp eza
,
p
a a
que
me
dejlina a
,
e
que
as
minhas
o ças
não
e ao
u icien es
pa a
de empenho
de
huma
ob a,
que
pelas
ci cum ancias
e a
a
maio ,
que
e
podia
excogi a
;
po em
co¬
mo
,
uppo a
a
ua
eleição,
e a
em
mim
ob i¬
gação
p eci a
ujei a -me
,
e
obedece
,
an¬
es
de
da
p incipio
ao
meu
de ino,
en ei
a
ponde a
as
imnen as
di iculdades
,
que
ha ia
de
ence ,
pa a
da
eliz
complemen¬
o
a
e a
ob a
.
Ponde a a
,
^
//#
p e ença
de
V.
Mage ade
,
a
quem
odo
o
mundo
econhece
Rei
abio
,
pio
,
^
eligio o,
#
<7//^
Deos
ez
Mona ¬
ca
de
hum
Remo
pu o
na
é,
cheio
de
pie¬
dade
,
que
econhece
po
R o eSlo a
,
e
Pa¬
d oei a
a
Ma ia
San ij ima
na
ua
imma-
culada
Conceição
,
e
a
quem
inalmen e
os
Summos
Pon i ices
ju iamen e
condeco ão
com
o
p eexcei o
i ulo
de
Fideli imo.
A
abedo ia
de
F
Mage ade
me
enchia
de
e o ,
e
con usão
pa a
en a
de animado
na
emp eza.
A
eligião
,
de
que
V.
Ma¬
ge ade
em
dado
an os
,
e
ão
e iden es
e iemunhos
,
me
oj e ecia
os
mais
olidos
documen os
;
pa a
que
o
Panegí ico,
que
eu
o -
o maj e
ob e
o
My e io
,
oj e
ein
udo
con o me
aos
dogmas
danoJ aFé
,
e
aos
de¬
c e os
da
Ig eja
Ul imamen e
a
piedade
,
que
he
a ibu o
in epa a el
dos
Mona cas
Po ugiiezes
,
/
72
£
in inua a
a
ob igação,
que
inha
po
Po uguez
,
po
Acadêmico
,
po
P egado
,
?
^
0
^
ideüj mo
aj allo
de
F.
Mage ade
de
de ende
com
o
meu
di -
cu o
,
e abelece
com
as
minhas
azoes
a
pu eza
o iginal
de a
Sobe ana
Senho a
5
que
he
o
nguia
objeõlo
dos
cul os
da
Ig e¬
ja
Ca holica
Romana
,
o
^y^
com
e pecialidade
dos
da
Academia
naquelle
dia
.
E as
con de
ações
o ão
,
Senho
,
abaze
,
o
undamen o
das
p epa ações
indaga
a
e dade
de e
My e io
y
que
pe endia
mo a
ce a
,
c/#nz,
?
Panegy ico
,
que
o majje
,
Ja is aze
,
e
de empenha
aemp eza
,
^
7;^
inha
enca egado
,
*
e//
de eja a
?nais
que
udo
elizmen e
conclui
.
C07720
#
ag ada
E c i u a
he
odepo-
i o
obe ano
das
e dades
occul as
,
0
dos
My e ios
incomp ehen eis
a
noj a
na u al
in elligencia
,
de o ma
idea
,
£>
í
ue
p incipiaj
?
#
di
co e ,
a
p imei a
diü
-
gen-
j
V/jeoJogia
5
e
con inhao
eme á ias
,
£
ho
-
/'w
cen u as
con a
a
en ença
pia
,
a i ma
e
Ma ia
San iJJima
immaculada
na
ua
glo io a
Conceição.
Ju i imamen-
e
o ao
condenadas
e as
p opo içoes
pela
ag ada
Faculdade
Pa i en e,
não
po
e-
gui
ejle
Theologo
a
opinião
con a ia
,
^
me ma
Uni e jidade
a i ma
e
p o á el
,
mas
po
e
a e e
a
cen u a
a
en ença
pia.
(ío)
A
e
a
condenação
e
inclinou
Ig eja
de
Pa iz
,
e
ainda
Clemen e
VII
y
que
aj i ia
em
A inhao
,
e
a
quem
econhe¬
cia
e dadei o
Pon i ce
Nápoles
?
e
a
F an¬
ça*
Dejla
con o e jia
na ce ao
mui as
9
que
du a ão
a e
o
eculo
eguin e
,
em
que
e
celeb ou
o
Concilio
BaJUkn e.
Ne e
Con¬
cilio
y
que
e
p incipiou
no
amo
de
1431,
achei
que
os
Pad es
delle
encommendd ão
aono io
F .
j oao
de
Tu ec ema a
,
(Me -
e
en ão
do
ac o
Palacio
,
e
depois
Ca ¬
deal
da
San a
Ig eja
Romana
,
em
p êmio
dos
e iços
,
que
ez
a
me ma
Ig eja
^pe¬
los
quaes
lhe
chamou
ambém
Pio
II.
g/o~
io o
de en o
da
Fe)
que
e c e ej e
ob e
_
e
P
(10)
VideNa alem
Alexand um
dille a ioneXII.
inHi .
Eccl.
Xin.
6c
XIV.
eculi.
e e
pon o
?
pa a
que
no
me mo
Concilio
e
examinajje
?
e
decidij e
e ia
g ande
con o-
e a
;
o
que
Tu e
c
em
a a
ez
naquella
nunca
bajian emen e
lou ada
ob a,
que
em
po
i ulo:
T adla us
de
e i a e
Concep-
ionis
Sandli imse
Vi ginis
p o
acienda
ela ione
co am
Pa ibus
Concilii
Baíilese
anno
1417?
meníe
Julio
de
manda o
Se-
dis
Apo olicse
Lega o um
eidem
ac o
Concilio
p se iden ium
,
compila us
pe
F a em
Joannem
de
Tu ec ema a
,
0
qual
e
deo
ao
p elo
annos
depoispo
Ba
h
olo-
meo
Spina
,
algum
an o
mu ilado
,
e
c e¬
mos
a
Theo ilo
Rainaudo
.
(
11
)
Po em
em
emba go
de
a
elação
?
que
ez
Tu e
-
c ema a
ao
Concilio,
an o
a
a o
doMy
e io
,
nao
e
pode
nelle
conclui
0
que
e
de eja a
po
mui as
cau as
,
endo
a
p in¬
cipal
0
pa a
e ie
Concilio
de
legi imo
a
ci ma ico
;
como
ambém
e
não
concluio
cou a
alguma
no
Concilio
Flo en ino
,
que
e
p incipiou
no
anno
de
1438,
ou
39,
em
cujas
A las
e
não
az
memó ia
de a
con-
o e ia
da
Conceição
.
Ne -
OO
Theoph.
Rain.
in
Hagiologio
Lugdimeníi
VI.
Piecas
^ugdunenüs
e ga
B.
Vi g.
XXVII.
O do
P íedica o um
p o
Concep .
pu a,
ubi
eíe
Rupe u a
Holco .
Ne ie
me mo
eculo
decimo
quin o
pe¬
los
annos
de
1494
achei
ou a
con o e -
ia
,
a
que
deo
occa iao
ce o
Religio o
po
nome
Migando
,
clamando
po
mui as
pa
-
es
da
Eu opa
con a
a
Ch onica
de
Joao
T i emio
,
na
qual
e
lê
hum
commen a io
de
lou o es
de
San a
Anna
,
e
huma
eg e
-
gia
dij e açao
a
a o
da
Conceição
imma-
culada
de
Ma ia
,
e
nao
ó
clamando
,
mas
cen u ando
de
he ege
0
eu
Au ho
,
e
de¬
nunciando-o
como
al
em
mui os
T ibunaes
da
San a
Sé;
po em
ambém
achei,
que
a-
hí ao u i ados
os eus
clamo es
,
e
as uas
denuncias
,
po que
as
Uni e dades
de
Pa-
iz
3
e
de
Colonia
,
as
ag adas
Famílias
Ca meli ana
5
e
Se
a ie
a
?
a
maio
pa e
dos
Ca
deães
,
innume a eis
A cebi pos
9
e
Bi pos
,
mui os
P íncipes
,
e
odo
0
Cle¬
o
de
Alemanha
omá ao
po
iua
con a
a
de en a
das
p opo içoes
de
T i emio
a
a¬
o
da
Conceição,
como
e
pó
de
e
em
E i
pondano
.
(
12
)
Poucos
annos
depois
no
anno
de
1497
e
a e eo
Joao
V~e o,
Theo-
logo
Pa i ien e,
a
p o e i
no
Púlpi o
,
que
__
Ma-
(12)
Spondano
ad
ann.
Ch ii
1494.
in
con inua .
Hi .
Eccle .
Fieu y
o a.
24.
pag.
229.
Ma ia
San ij ima
nao
o a
p e e ada
da
macula
do
peccado
o iginal
,
mas
omen e
an i icada
5
e
pu i cada
,
de
que
na ceo
hum
uni e al
e candalo
na
Cni e idade
de
Va iz
5
que
ob igou
ao
O ado
a
e a
-
Sl
a
em
publico
a ia
p opo ição
;
e
ne
j}
e
ne ino
anno
ahio
e a
Uni e dade
com
aquelle
celeb e
Dec e o
,
de
que
ninguém
•
pudej e
e
p omo ido
aos
g
áos
^
em
e
ob iga
p imei o
com
ju amen o
de
de en¬
de
a
Conceição
immaculada
de
Ma ia
como
e
pode
e
na
Hi o ia
da
XJni e i-
dade
de
Pamz.
(
13
)
Ja
ne e
empo
i
-
nha
ahido
0
Summo
Pon i ice
Xy io
IV
com
as
ias
ez
Con ii uiçoes
a
a o
dc
e-My ie io
}
a
p imei a
no
anno
de
1476,
em
que
concede
indulgências
aos
ieis
,
que
na
e ia
da
Conceição
eci a em
a
Mij a
,
*
oO icio
po elle
app o ado
,
ou
aj i i em
aos
O icios
Di inos
daquelle
dia
.
A
e
-
gunda
no
anno
de
14
^
^
5
e
a
e cei a
no
eguin e
;
e
ne ia
condena
odos
aquelles
,
que
e
a e e em
a
a i ma ,
quepecca
mo
-
al
-
L
1
a
V
I[
Uni e
-
Pa i .
om.
5.
pag.
81
c,
a
pud
Baille .
Hil .
Fe .
SandiíTimse
Çoncep .
Spond.
ad
ann.
1497.0-8.
cu
y
om
-24.
pag.
3
36.
F aíTen
on .
8.
pag.
227',
almcn e
quem
celeb a
ejla
e a
,
ou
que
he
he ege
quem
de ende
a
Conceição
immacu
-
lada
de
Ma ia.
He
conjeFlu a
do
Summo
Pon í ice
einan e
,
(
14
)
que
o
mo i o
de
ahi
Xy lo
IP
com
ejlas
Bulias
o a
a
pública
di pu a
,
que
e e
na
p e ença
do
Duque
de
Fe a a
F .
Vicen e
Bandello
de
Ca i o-No o
,
o
qual
de ende
o
a
opinião
con a ia
a
Conceição
immaculada
de
Ma¬
ia
,
e
depois
deo
ao
p elo
hum
a ado
com
o
i ulo
Deíingula i
pu i a e,
&p se-
oga i a
Concep ionis
Sal a o is
no i
Jesu
Ch iíli
ex
au6lo i a ibus
ducen o uni
exagin a
Do6lo um
cla iílimo um
,
no
qual
pe ende
mo a
,
que
aMãi
de
Deos,
como
os
mais
de cenden es
de
Adão
,
C
on-
ahí a
o
peccado
o iginal
,
e
que
e a
pec-
cado
c e
,
e
aj e e a
ao
po o
nos
Se mões
como
ce a
a
Conceição
immaculada
,
ou
a i li
aos
Se mões
,
em
que
i
0
e
dij ej e:
p opo içoes
na
e dade
dignas
de
cen u a,
e
cheias
de
eme idade
!
No
(
14)
Lambe inus
in
Commen a .
de
e .
B.
Vi g.
p
a
.
2
.
6
CXCII.
qai
non
e e
ni i
an íim
duas
Conüi u iones
Xy i
IV.
es
au em
ecen en u
apud
Illu iíTimuin
na des.
No
eculo
ãechno
ex o
e
deo
p inci¬
pio
ao
Concilio
La e anen e
Vpelos
annos
de
i
j
11
3
em
que
e
ha ia
de
e ol e
a
con o e ia
da
Conceição
immaculada
de
Ma ia
;
e
ainda
que
o
Papa
Leão
X
o de¬
nou
ao
Ca deal
Cae ano
,
que
e c e ej e
nejla
ma é ia
o
eu
p op io
pa ece
,
o
que
Cae ano
ez
,
como
con ia
do
eu
opu culo
,
(15)
com
udo
nada
e
.conci no
ob e
e -
e
pon o.
Nem
eu
achei
a
Cae ano
ne ie
opu culo
ao
con a io
ao
My ie io
da
Con¬
ceição
,
como
mui os
igno an emen e
ima
-
ginão
,
com
e pecialidade
na
que ião
de
a
io
.
0
ce o
he
que
Theo ilo
Rainaudo
não
du ida
pollo
no
ca alogo
dos
Va ões
il-
lu es
Dominicanos
,
que
de endem
a
e ¬
dade
do
My ie io
5(16)0
qua
endo
di¬
minu o
5
he
ba iaii emen e
dila ado
j
po em
i io
na ce
de
en ende em
mui os
,
e
e ia em
p eoccupados
,
de
que
odos
,
quan os
e
op-
poem
a
de inição
,
e
oppoem
ambém
ã
e ¬
dade
de ie
My ie io.
Finalmen e
cheguei
(.15)
Caie an.
opu c.
1.
om.
2.
(16)
Theophil.Rainaud.
Pie as
Lugd.
e g.
B.
Vi g.
immacula è
concep am
,
27.
O do
P sdica o um
p o
Concep ione
pu a,
ubi
agi
de
Amb oíio
Ca ha i iò.
ao
ag ado
Concilio
T iden ino
nc ié
me i
mo
eculo
pelos
annos
de
i
?
4
5
,
^
ainda
que
nelle
jé
p opoz
pelo
Ca deal
de
Giaen
ejla
con o e jia
pa a
a
ua
decisão
,
com
udo
ecebe ão
os
Pad es
do
Concilio
e a
p opojla
mui
ibiamen e
,
julgando
que
não
ha ia
luga
,
nem
empo
pa a
e
emba aça¬
em
em
huma
quejlão
>
que
não
pe encia
aos
dogmas
da
noj a
Fé
,
ha endo
an as
de a
qualidade
,
pa a
que
e a
necej a io
odo
0
empo.
Ajjlm
0
diz
0
Ca deal
Pal-
la icini
na
ua
Hijlo ia
do
Concilio
T i¬
den ino
,
cuja
au ho idade
,
ainda
que
g an¬
de
5
eu
a
con ide o
maio
,
endo
que
0
Sum-
mo
Pon í ice
einan e
a an c e e
nas uas
ob as
.
(17)
Po ém
iem
emba go
de ie
juizo
,
que
ize ão
os
Pad es
do
Concilio
,
de
que
não
pe encia
e ia
con o e jia
aos
dogmas
da
noj a
Fé
,
a ando
depois
do
pec
-
(17)
Ca dinalis
Palla icinus
Hi .
Cone.
T iden .
lib.
7.
cap.
3.
n.
8.
ai
:
Ca dinalem
de
Giaen
,
cum
de
pecca o
o i
-
ginali
age e u
,
p opo uijje
,
u
h<ec
andem
de
Bea a;
Ma ia
Concep ione
decide e u
con o e ia: igidè
id
accep um
à
Ba ibns
,
qui
neqae
locam
ej e
,
neqne
o ium
uppe e e
exiJU
ma
un
labo i
,
&
empo i
con imendo
in
iis
,
qna
ad
Fidem
Ca holicam
non
penine en .
Sic
Lambe inus
loco
up .
ci a o
§.
19$.
au ho izans
h&c
e ba
no a u
digna.
pe
ceado
o igmal,
e
de inindo,
que
comp e-
hendia
a
odos
,
decla a ão
,
a
in andas
do
Ca deal
Pacheco,
que
não
e a
da ua
in¬
enção
comp ehende
nejle
Dec e o
a
Bem
a
-
* en u ada
Vi gcm
Ma ia,
e
que
ede iao
ob e a
as
Con i uiçoes
de
Xyjlo
IK
(
18
)
Nejle
Concilio,
en e
os
innume a
-
'iw
Theologos
da
minha
ag ada
Religião,
que
me
pa ece
são
mais
em
nume o,
que
os
de
odas
as
mais
ag adas
Famílias,
de -
cub o
dous
ce amen e
amojij imos,
o
g an¬
de
Melchio
Cano,
e
Amb o io
Ca ha ino
.
Dejle
con ej a
Theo ilo
Rainaudo
,(19)
que
ninguém
e c eyê a
melho
a
a o
da
Conceição
.
Do
p imei o
digo
eu
ambém
que
e
não
mojl a á
clau ula
alguma
nos
eus
e c i os,
em
que
le emen e
e
impugne
a
e dade
de le
My e io
ó
diz
que
e la
quejlão
não
pe ence
aos
dogmas
da
noj a
***
il
VÁ
(18)
Concil.
T iden .
agens
de
pecca o
o iginali
ic
ai :
Veda a
amen
h<ec
ip a
S.Synodus
non
ejje
u£
in en
-
ionis
comp ehende e
mhocDec e o
,
ubi
'depecca oo i¬
ginali
agi u
,
Be
a am
,
&
mmacula am
Vi g nem
Ma
-
iam
Dei
Geni icem
.,
Jed
ob e andas
ej e
(JonJH u io
-
es
elicis
eco âa ionis
Xy i
Papa
1
Fjub
poenis
in
eis
Con h
u iônibus
çon en is
,
quas
imw a .
(19)
Tbeo-
philus
Rainauàus
Pie as
Lugd.
Theolog.
Dominican.
p o
Concep .
im aacula a
Ma ia:,
cüm
agi
de
Ca ha ino.
pé,e
que
e
nao
pôde
de ini
;
po em
i iohe
impugna
a
de inibilidade
,
e
nao
a
e dade
do
My ie io
,
o
que
a
odos
hepa en e.
(10)
Nao
Jei
e
a
ua
dou ina
he
e dadei a
,
mas
o
ce o
he
,
que
e ie
oi
ambém
o
jui-
zo
,
que
ize
ao
os
Pad es
do
Concilio
T i
-
den ino
,
( e
damos
c edi o
ao
Ca deal
Fal-
la icini
)
aos
quaes
nao
podemos
,
nem
de¬
emos
cen u a
,
em
ene ação
da
ua up e-
ma
au ho idade
.
Ainda
depois
do
Coiicilio
T i
den ino
achei
na
F ança
con o e ias
,
e pecialmen e
aquella
do
dou ij imo
Maldo
-
nado
com
a
Uni e idade
de
Pa iz
,
po
impugna
e ie
abio
o
ju amen o
da
me nia
Uni e idade
de
de ende
a
Conceição:
idea
,
que
e e
nos
noj os
dias
Luiz
An onio
Mu-
a o i
,
impugnando
ambém
o
o o
angui
-
,
que
e
az
em
algumas
Religiões
.
E ia
con o e ia
e
pode
e
no
P e acio
das
ob as
do
me ino
Maldonado
da
edição
de
Pa iz
no
anno
de
1677.
Ne ie
me ino
eculo
decimo
ex o
pelos
annos
de
1570
ahio
0
Summo
Pon í ice
São
Pio
Vcom
ou a
Cón ii uição
>
em
que
con-
i -
(20)
Melch.
Can.
lib.
7.
de
Locis
Theol.
cap.
3.
concl.
4.
pe
o um.
Pala ic.
loc.
ubi
íup .
i ma
as
Bulias
de
Xy io
IV•>
e
o
Dec e o
do
Concilio
T iden ino
?
e
impõe
g a es
penas
aos
que
di co e
em
publicamen e
con a
a
e dade
do
My ie io
de
o e
,
que
i ao
de
e candalo
aos
ieis
.
E ia
Bulia
Piana
5
como
ambém
o
Dec e o
T iden ino
,
e
as
Bulias
Xy iinas
con i mou
Paulo
V
no
ecu-
lo
decimo
e
imo
com
ou a
Bulia
paj ada
no
anno
de
6 6
,
em
que
impoe
maio es
penas
aos
ansg ej o es
das
Leis
Pon i í¬
cias
ne ie
pon o
$
e
no
eguin e
anno
'de
1617
ahio
com
hum
no o
Dec e o
,
que
p ohibe
de ende
a
opinião
menos
pia
em
Se mões
,
conclusões
,
e
lições
públicas-,
po¬
em
acc e cen a
nelle
e ias
pala as
:
Pe
hujuímodi
p o iíionem
San&i as
ua
non
in endi
ep oba. e
al e am
opinionem,
nec
ei
ullum
p o siis
p aejudicium
in e è
>
eam
elinquens
inii dem
a u,
& e minis
5
in
quibus
dep se en i
epe i u ,
p se e quàm
quoad
di po i a.
Finalmen e
G ego io
XV
pelos
annos
de
1611
paj ou
huma
Con ii-
uiçao
ob e
e ia
ma é ia
da
Conceição
,
da
qual
de ejá a
eu
e
ao
exalla
ob e an-
cia
em
alguns
,
como
aquella
,
que
p a iquei
m
e e encia
da
Bulia
de
Alexand e
VIL
que
po
e
p op io
me
pa eça
bem
;
po em
não
he
ao
mal
undado
,
que
o
nao
a o eça
o
Vene á el
Ped o
Cam o.
(28)
Sob e
e as
no icias
,
que
i ei
da
Ig e¬
ja
,
e
da
ua
Hijlo ia
Eccle a ica
,
en ei
a
o ma
0
Panegy ico
da
Conceição
im-
maculada
de
Ma ia
,
que
ha ia
de
eci a
na
p e enç
a
de
V.
Magejlade
no
dia
da
ua
e a.
Con ej o
,
Senho
?
que
en e
as
mui
-
as
ideas
,
que
me
occo ê ão
pa a
a
ua
ab ica
,
nenhuma
me
ag adou
mais
3
que
a
de
aze
e le
My e io
,
My
e io
p op ia¬
men e
dos abios
;
enão
ha
dú ida
que
?
a
-
endidas
as
ci cum ancias
de
e
V
Ma
-
ge lade
quem
me
ha ia
de
ou i
,
^
ha e-
em
de
aj li
a
e la
e a
os
Se enij mos
In an es
,
£
ambém
odo
0
co po
Acadêmi¬
co
compo o
dos
mais
au ho izados
abios
de e
Reino
j
nenhuma
idèa
me
podia
occo
-
e
9
que
i ej e
igual
,
ou
emelhan e
o -
mo u a
.
poj o
dize
^ e
oi
mão
,
0#
^
07
/z
0
d
e empenho,
po que
não
de o
e
Juiz
em*
cau a
p óp ia
;
0
jü *
ó
poj o
a¬
ze
(
28
)
Idçm
in
no a
ma ginali:
Di pu a io
de
Ma ia
Con
-
çep ione
p imum
u pe&a
,
ei
w/$
wagi a a
,
en im
ecep a
,
&
p oba a ui .
ze ,
e
de o,
em
ol e ancia
do
di ei o
na¬
u al
,
e
em
de eza
da
minha
hon a
,
£
c-
pu açao
,
he
e endica -me
das
inju as
cen u as,
que
igo o amen e
ulminou
con¬
a
algumas
p opo çoes
do
meu
di cu o
a
inad e ência
,
e
pouca
pe cepção
de
al¬
guém
3
que
me
ou i
o,
como
ambém
a ini
a
in o mação,
*/c
que
e
achão
p eoccupa-
dos
3
epojjuidos
mui os
m
,
po em
nãohe
ain¬
da
a
de eza
na u al
o
p incipal
mo i o
,
que
me
ob iga
a
pô
na
Real
p e ença
de
F.
Mage ade
ejle
Se mão
com
o
eu
P o-
logo
,
£
no as,
em
que
e
de
cla ão
genuina¬
men e
3
o
com
cla eza
os
e dadei os
en-
idos
3
cm
que^ aliei
po
odo
o
di cu o
do
me mo
Se mão
;
o
p incipal
mo i o,
e
pa a
mim
mais
delicado
,
he
pe ende
ju i i-
a -me
na
Real
p e ença
de
V.
Mage ade
do
u i o
,
que
con a
mim
o ma ão
mal
in encionadas
ozes,
an
o nando-me
p o¬
po çoes
3
dando-lhes
en idos
mui
di e os
âaquelles
,
em
que
eu
as
p o e i,
e
nal-
men e
cen u ando-me
ou as
com
cen u as
Theologicas
,
em
que
pe endem
mo a
a
ul a
de
obediência,
que
eu
i e
aos
Dec e¬
os
da
Ig eja
.
Como
e a
poj i el
,
Senho
,
que
eu
cahij e
em
alguns
de ies
opeços
,
ha endo
con ul ado
o
O áculo
da
Ig eja
,
e
endo
ecebido
delle
an as
luzes
?
Como
e a
po -
i el
que
,
ha endo
em
mim
conhecimen o
das
ob igações
,
que
inha
po
mui os
i ulos
pa a
di co e
no
Myjle io
da
Conceição
em
e candalo
dos
ieis
,
an es
com
edi ica¬
ção
delles
,
dij ej e
cou a
,
que
nem
le emen¬
e
oj iendej ie
a
e dade
de ie
Myjle io
?
Co¬
mo
e a
poj i el
que
oj ie
ao
cega
a
minha
eme idade
,
que
na
p e ença
do
meu
Mo¬
na ca
,
que
e ia a
com
a
ua
aj i iencia
au-
ho izando
o
cul o
daquelle
dia
,
na
p e¬
ença
dos
Se enij imos
In an es
,
cuja
de¬
oção
5
e
piedade
he
no o ia
,
e
mani e la
a
odo
o
mundo
,
na
p e ença
do
Excelkn i
imo
co po
Acadêmico
,
que
e pei a
a
Ma¬
ia
San ij ima
ne e
Myjle io
,
como
ua
P o eBo a
,
p o e ij e
con a
o
me mo
My -
e io
p opo içoes
,
que
oj
em
dignas
decen-
u a
?
I io
,
Senho
->
nao
cabe
na
minha
idea
,
nem
ainda
pa a
o
imagina
e
com
udo
coube
na
idéa
dos
meus
ad e a ios,
pa a
julga em
que
aj im
o
execu ei
.
Em
udo,
quan o
mecen u ao
os
meus
ad e a-
iosi
e ião
de ii uidos
de
azão
>
e unda
-
men o
.
I io
digo
buma
,
w
/7
ezes
p o i
ado
aos
Reaes
pés
de
V.
Mage iade
,
e
o
de ende ei
con a
odo
o
mundo
,
menos
a
Ig eja
,
a
cujo
juizo
i e o ma e
ce ¬
o
,
£
e dadei o
ujei o
o
meu
p op io
pa¬
ece
;
mas
de a
enho
ce eza
bem
unda¬
da
,
que
emp e
ha
de
e a
a
meu
a o
,
po que
nao
p o i o
p opo ição
,
em
p imei¬
o
a
con ul a
com
a
me ma
Ig eja
,
da
qual
me
econheço
,
e
con ej o
indigno
ilho.
Não
em
azao
os
meus
ad e a ios
em
me
cen u a em
o
dize
eu
,
que
o
My
e io
da
Conceição
he
inde iní el
,
e
inc i-
el
pa a
os
abios
,
po que
ja
em
delle
e i¬
dencia
,
e
mui o
menos
azão
em
em
me
con undi em
e ias
p opo ições
com
as
de
Luiz
An onio
Mu a o io
no
eu
li o
De
o o
anguina io,
&
upe íli ione
i anda.
E ie
amo o
homem
donoj o
eculo
,
a
quem
mui os
chamão
mon i o
de abedo ia
,
oi
abundan e
de
ciência
?
como
de
Ube dade
,
com
que
di eo eo
em
mui as
cou as
,
o
que
lhe
o e
a
Ig eja
em
a
enção
aJua
g ande
H e
a u a
,
e
em
ob e ancia
da
paz
,
e
con
-
co
dia
,
que
pe ende
nos ieis
.
AJ m
exp e i
*
Jamen e
o
a i ma
o
Summo
Pon í ice
ei¬
nan e
,
ejc e endo
ao
Inqui ido
Ge al
de
He panha
no
anuo
de
1748
ob e
a
p ohi-
biçao
dos
li os
do
Ca deal
No is.
(29
)
D
e ie
abio
admi o
,
e
lou o
a
ciencia
,
po¬
em
nao
imi o
a
Ube dade
,
com
que
aliou
em
mui as
cou as
,
e pecialmen e
no
My ie-
io
da
Conceição
immaculada
de
Ma ia.
Diz
que
he
inde iní el
)
e
inc í el
e ie
My i-
e io.
Mas
po
que
?
Po que
he
ince a,
e
du ido ia
a
ina
e dade.
Eu
po em
pelo
con a io
digo
,
que
he
inde iní el
,
e
inc í¬
el
pa a
os
abios
e ie
My ie io
,
po que
71
ão
ó
em
ce eza
,
mas
e idencia
da
me i-
ma
e dade.
As
p imei as
p opo içoes
nin¬
guém
pó
de
du ida
que
são
inju io as
a
e -
(
29)
Benedió us
XIV
in
Epi .
ad
Inqui i .
Gene .
Hi pan,
ann.
1748
men e
Júlio
icai :
No um
âemqi e
ibi
e i
mmen
Ludo iciAn onii
Mu a
o ii
adhuc
i en is
,
mub
ommque
lib ohm
communi
plau u
ecep o um
edi o
-
is
;
oh
quàm
mul a
in
eis
epe iun u
cen u â
dignai
Qiio
huju cè
u i is
Nos
ipji
eos
legen es
ó endimus
Çhio
Nobis
ab
aemulis
,
&
accu a o ibus
obla a
un l
E
Nos
u que
adhuc
abjlinuimus
,
abjlinebimus
ab
openim
condemna ione
,
nojl o wn
P edecejjbnim
exem-
plis
edoSli
,
qui
pacis
,
É
conco di#
amo e
à
p o e i
-
e idis
bis
,
qua
p o e ip ionem
me eban u
cejja un
j
quando
idclice
cen ue un
plus
mali
,
quàm
boni
ex
p o i ip
ione
de i andam.
e dade
do
My e io
;
as
egundas
ao
lon¬
ge
ejlâ
de
lhe
e i em
de
inju ia,
que
an es
cedem
em
abono,
lujl e
,
e
glo ia
da
me ma
e dade,
po que
a
i o
do
ejlado
de
opinião,
po o
que
pia,
e
a
ponho
jio
ejlado
da
ciência.
Não
em
azão
os
meus
ad-
e a ios
em
dize em
,
que
iolei
a
Bulia
de
Alexand e
FII,
p opondo
o
a gumen o
do
Ca deal
Cae ano,
e
de
Melchio
Cano,
e
deixando-o
em
e pojla
con a
as
de e ¬
minações
da
me ma
Bulia
,
(30)
po que
aquelle
a gumen o
não
he
con a
a
e dade
do
Myjle io
,
he
con a
a
ua
de inibilida-
de:
nao
impugna
que
Ma ia
San iJJima
oi
pu a
,
e
immaculada
na
ua
glo io a
Con-
xeiçao
,
que
e
0
izej e
,
en ão
e
iola ia
a
Bulia,
mas
omen e
impugna
que
e
j
a
e a
e dade
do
nume o
daquellas
,
que
podem
pe ence
d
no a
Fé
,
que
he
cou a
di e
-
ij ma
,
e
que
mui os
Dou o es
publica¬
men e
e
nos
eus
e c i
os
aj i mão
,
em
inco e em
nas
penas
da
di a
Bulia
3
e
e
c emos
ao
Ca deal
Pala icino
,
e e oi
0
*****
•
•
__
JU
(30)
Alexande
VII
in
Bulia:
Solici ado
omnium
Eccle
-
J an m
,
hoc
p ohibe
in
e bis
ibi
:
A gumen a
con a
ea
a
e endo
,
&
in olu a
elinquenda.
juízo
,
que
ãejla
e dade
ize
ao
os
Pad es
do
Concilio
T iden ino
.
(
31
)
Mas
i io
não
me
pe ence
a
mim
ago a
de ende
,
po que
não
egui
no
di eu o
do
meu
Se ¬
mão
0
undamen o
de ies
abios
,
ó
digo
que
em
0
p opo
?
deixando-o
indij olu o
,
nao
iolei
nem
le emen e
a
Bulia
de
Ale¬
xand e
VII
?
como
a
odos
os
abios
,
a¬
zendo
ni io
e lexão
,
e á
con ian e.
(32)
Não
em
azão
em
dize em
,
que
no
apo -
o e
,
com
que
me
ol ei
pa a
os
P ínci¬
pes
,
e
Mona cas
da
Eu opa
,
iolei
am¬
bém
a
Bulia
de
Alexand e
VII
,
po que
nelle
e
me
não
mo i a á
cou a
,
que
impu-
gne
(3O
Pala icin.
in
Hi .
Cone.
T id.
loco
up à
ci a o:
(
32
)
O
O ado
deixou
0
a gumen o
de
Cae ano
,
e
Mel
-
chio
Cano
em
e po la
,
po que
a
nao
abe
; e
alguém
a oube
,
e ima d
mui o
que
lha
diga
,
é>
que
eia
ao
e icaz
,
que
con ença
ao
Summo
Pon í ice
,
e
i
Ig eja,
o que
e ie
e á
d
meio
pa a
e
de ini
e e
My ie io.
Ad e e
po em
que
na
e po la
e
enhao
p e en es
e as
eg as
;
1.
p o
Sc ip u a:
& in u
Ih e ali
p op io
Sa¬
c a
Sc ip u a
i mum
e ui u
a gumen am
Theologi-
cum
;
2.
p o
adi ione:
Quod
ab
omnibus
,
quod
ubique
,
quod empe
ob e a um
e l;
3.
p o
Eccle m:
Pon í ices
in
de ini ionibus
cum
in a
,
iim
ex a
Concilia
non
con
-
wwí
a ículos
Fidei
,
ed
an ü n
decla am
hoc
el
illud
pe ine e
ad
Fidein
,
con ine iquè
in
Sc ip n-
a,
el
adi ione
.
gne
di ccla
,
ou
inãi eS amen e
,
ou
ainda
com
algum
p e ex o,
a
e dade
do
My e¬
io
,
ou
o
eu
cul o
,
que
he
o
que
e
p ohi-
be^
na
me ma
Bulia.
Não
em
ambém
a-
zao
em
dize em
,
que
me
oppuz
aos
empe-
nhos
da
Religião
Se a ica
,
pe endendo
e¬
me a
iamen e
co i ajlallos
,
de iajido
a
on ade
dos
me mos
P íncipes
e
Mona ¬
cas,
pa
a
que
nao
con inuaj em
nas úppli-
cas
da
de inição
de ie
My ie io.
Pa a
eu
en a
ne ia
emp eza
,
e a
p eci o
que
ca-
ecej ie
de
odo
o
u o
da
azão
,
po que
ío
en ão
me
podia
i
ao
pen amen o
,
q
ue
as
minhas
humildes
ozes
e ao
ba an es
pa¬
a
impedi em
o
exe cício
da
piedade
e
de¬
oção
a
Ma ia
San i ilma
,
que
em
V.
Ma-
ge iade
he
congêni a.
Quan o
aos
mais
P íncipes
,
e
Mona cas
da
Eu opa
,
nao
ha
mo i o
pa a
i io
e
julga
,
po que
e
acbayao
ao
di an es
,
que
e a
impo ii el
ou i em
as
minhas
ozes
;
e
quando
as
ou-
ij em
,
bem
ha iao
de
conhece
,
que
quem
as
p o e ia
nem
inha
,
nem
podia
e
ao
eme
a
ia
m ençao
,
como
a
que
me
impu-
ao
os
meus
ad e a ios.
Finalmen e
nao
em
azão
em
dize em
a y icamen e
,
aue
*****
•
*
7
A
.
imi ei
no
dijíu jb
do
meu
Se mão
os
meus
maio es
.
A
minha
ag .ada
Religião
y
po
odos
os
eculos
de de
a
i a
o mação
,
em
ido
ao
ecunda
de
San os
,
e
de
iabios
que
lhe
a ia
huma
g a ij ima
inju ia
?
ie
en aj e
a
de endella
,
ninguém
conhece
me¬
lho
i io
que
a
Ig eja
,
e
po
ijjb
az
cila
na
me ima
Ig eja
an o
ul o.
P ou e a
a
De
os
que
eu
imi aj e
os
meus
maio es
,
po que
e ia
an o
,
e
e ia
abio
;
po em
oda
a
minha
in elicidade
y
e
de g aça
he
que
os
não
imi o
,
po
ij o
ca eço
de
J cien
-
cia
y
e
an idade.
É ias
são
as
azoes
,
que
me
ju ii i-
cão
y
e
me
con enço
que
ã
i
ia
delias
emu+.
dece ão
os
meus
con á ios
,
e
não
e ia
ju io
que
appa eçej e
na
Real
p e ença
de
V.
Mage iude
e ie
Se mão
em
que
ellas
a
acompanhaj em
,
e
lhe
e ij em
de
e eudo
pa a
de ende
a
ua
p óp ia
innocencia
,
e
de
i cal
pa a
a gui
a
emulação
aj ociada
da
igno ância
,
e
ini i a
in elUgencia.
Ago¬
a
im
,
ago a
pode á
o
me
ino
Se mão
con¬
cilia
o
Real
ag ado
de
V
Mage iade
,
po ¬
que
não
ha
cou a
,
que
mais
mo a
os
co a¬
ções
dos
P íncipes
,
que
e
a
innocencia
pe
-
pe eguida.
Dos
P íncipes
dij é!
E
que
di ei
de
hum
al
P íncipe
,
em
cujo
cle-
men ij imo
co ação
o mou
a
piedade
o
eu
h ono
,
e
e iabeleceo
o
eu
pe pe uo
iknni-
cilio
?
De
hum
P íncipe
,
que
endo
em-
p e
i me,
e
con ian e
a
balança
de
A i éa
pa a
p emia
os
heneme i os
,
eca iig
a
os
delinquen es,
ó
admi e
no
ibunal
do
eu
Regio
e pi i o
os
emba gos
da
clemência?
De
hum
P íncipe
inalmen e
,
que
po
be¬
nigno
,
e
compa i o
podia
e i
de
idéa
e
exempla
a
odos
os
Mona cas
Pa iu
guezes
,
aos
quaes
,
en e
os
do
mundo
"
concede
o
un e al
applau o
,
po
epi he o
da
i a
g andeza
,
e
bondade
,
0
i ulo
d?
Pai
de
ieus
aj allos
?
Eu
,
Senho
,
com
o
mais
p o undo
e pei o
da
minha
con emplação
,
con ide-
ondo
os
p og ej os
do
eliz
einado
'de
V.
Mage iade
no
b e e
e paço
de
ez
cí ¬
culos
ola es
,
pouco
mais
,
e azendo
com¬
pa ação
com
os
que
leio
nas
Hi io ias
,
p a¬
icados
na
diu u na
ca ei a
de
Jeis
ecu-
los
,
não
du ido
a i ma ,
que
e ie
be
o
e-
culo
de
ou o
de e
Reino
,
e ia
a
Epoca
mais
en u o a
de
Po ugal.
Ago a
me->
lho
dizendo
,
que
ainda
que
os
di cipulos
dé
S.Thomaz
,
de
E co o,
de
Molina,
e
de
Fon eca
a i mem
,
que
a
ciencia
he
in-*
compa í el
com
a
é
pela
ua
e idencia,
com
udo
excep uao
as
conclusões
Theo-
lógicas,
as
quaes
são
ó
e iden es
e iden
-•
ia
con equen m
?
e
não
e iden ia
con e
-
quen is
,
que
he
o
que
ba a
pa a
e
po¬
de em
c e
com
é
Di ina.
Bem
pude a
o
O ado
a is aze - e
eí e
epa o
com
a
oluçao
com nua
,
de
que
oi
enca ecido
em
aze
ão
e iden e
eí a
e dade
,
po¬
ém
que
e
lhe
nao
de e
c i ica
i o:;
po ¬
que
os
hype boles
,
que
enao
pe mi em
noe ylo
e cola ico,
eanaly ico,
sãope -
mi dos
no
po m o,
e
o a o io,
e al ez
mui as
ezes
neceíTa ios
,
como
quando
o
hype bole
de
huma
cou a
e
o dena
pa a
mani e a
ou a
,
que
he
ce a
,
e
e da¬
dei a,
e
que
he
o
p incipal
aíTump o,
que
e
a a.
E e
he
hum
dos
opos
da
Rhe-
o ica
,
e
delle
usa ão
os
melho es
O a¬
do es,
aílim
p o anos,
como
ag ados,
a
quem
imi ou
o
O ado .
Fácil
cou a
e ia
mo a
o
eu
u o
em
á ios
di cu os
dos
San os
Pad es
;
e
o
que
mais
he,
nas
a-
g a-
g adas
Le as
5
e pecialmen e
na
ul ima
clau ula
doEuangelho
de
S.João;
po ém
como
o
eu
epa o
he
e cola ico
,
e
de
quem
p o eíTa
com
odo
o
igo
o
eílylo
analy ico
?
e
o
que
e
em
udo
p a ica¬
do
3
da á
o
O ado
e poíia
a
elle
ambém
e cola ica
3
e
e dadei a.
Admi e
pois
,
que
as
conclusões
Theologicas
e
po sao
c e
com
é
Di ina
3
e
ambém
5
que
e
po sao
de ini
3
endo
as
condições,
que
pa a
i o
e
eque em,
eque
u
não
ia
n
o
-
• as
;
po em
diz,
que
a
Conceição
im na-
cubda
de
Ma ia
alem
de
e
conclusão
Theologica-,
he
ambém
conclusão
cien-
i iça
3
deduzida
de
p incípios
y icos
e
me a y icos,
ce os,
e
e iden es,
q
U
e
e i¬
den emen e
a
demoní ão:
logo
em
a
e i¬
dencia
3
que
os
Theologos
mencionados
julgão
e
incompa í el
com
a
nol a
é.
An es
de
aze
e a
demoní ação,
hep e-
ci o
,
abio
Lei o
,
que
a endas
ao
c -
ado
,
em
que
e
acha
e ia
e dade.
To¬
dos
os
Ca holicos
unanimemen e
conípi-
*&>
pa a
o
eu
aí en o
:
odas
as
Uni e -
idades
do
mundo
a
de endem,
e
as
mais
celeb es
,
como
a
ag ada
Faculdade
Pa¬
i-
iíien e
,
e
a
de
Coimb a
,
ob igão
à
o¬
dos
os
eus
Alumnos
na
ecepção
dos
g áos,
a
que
ju em
o
de endella
:
em.
mui¬
as
Religiões,
en e
os
o os
ub anciaes*
in oduzem
ambém
o
o o
anguina io:
os
ieis
conco em
com
mais
e o
pa a
o
cul o
de e
My íe io
,
do
que
ainda
pa a
o
de
ou os
,
e
a è
Deos
con i ma
e e
piedo o
cul o
com
p odigios,
que
nos
e¬
e em
as
Hi o ias.
Suppo o
i o
,
que
a
odos
he
no o io,
e
e iden e,
podes
o ¬
ma
e e
di cu o
demon a i o
:
He
im
*
ojji el
que
odos
os
Ca holkos
,
e
odos
os
abios
con pi em
em
hum
ajje o
,
que
em
nada
a o ece
a
libe dade
,
e
que
Deos
con¬
i ma
com
p odigios
,
e
que
nao
eja
e da¬
dei o
e e
aj è o
,
alias
al a ia
a
P o i¬
dencia
de
Deos
,
com
que
go e na
e le
mun¬
do
5
pe mi indo
nelle
hum
a
ao
injigne
al-
idade
,
e ia
au ho
e pecial
delia
,
con i ¬
mando-a
com
p odigios
,
e
inalmen e
com
azao
e
lhe
impu a ia
e pecialnmi e
e e
engano
.
A
Conceição
immaculada
de
Ma¬
ia
he
hum
aj é o
,
que
em
odas
e asci -
cum ancias
:
logo
he
ce a
,
e
e dadei a.
Ponde a
ago a
com igo
,
abio
Lei o ,
a
e idencia
de e
di cu o,
que
eu
ó
epo -
o
a i ma ,
que
a
demoní ação
,
que
os
Filo o os
azem
da
exií encia
de
Deos,
nao
hemais
e iden e,
doquee a;
e
com
udo
odos
os
di cipulos
de
S.
Thomaz
a i mao
,
que
pela
ua
e idencia
e
não
pode
c e
com
é
Di ina
,
nem
ambém
de ini
pa a
os
abios:
logo,
po
que
nao
pode ia
eu
ambém
dize ,
que
a
e dade
da
Conceição
knmaculada
de
Ma ia
e a
huma
e dade,
que
jà
pela
ua
e idencia
enão
podia
c e
com
é
Di ina,
nem
po
i lb
me mo
de ini - e
pa a
os
abios,
com
quem
alla a?
Di ás
que
no
p incipio
do
exo dio
p o i o
aquellas
p opo içoes
em
en ido
ab olu o
,
e
em
as
e ingi
aos
abios.
Eu
o
con eí o
,
po ém
nao
me
pode ás
nega ,
que
logo
immedia amen e
as
eí injo,
po que
ó
i lo
me
e ia
pa¬
a
o
aí ump o,
que
omei.
E
que
lei
ha,
que
mande
cen u a
p opo içoes
de
hum
di cu o
dila ado,
em
e
a ende
ao
eu
con ex o,
e
às uas
explicações?
I o
não
c
a
be
den o
dos
limi es
da
juí iça
,
nem
do
eé o
dié ame
da
azão.
Se.a ende es
a
p a ica
da
Ig eja,
acha ás>
que
quando
que
que
cen u a
as
p opo içdes
de
algum
li¬
o
,
ou
a ado,
a ende
p imei o
que
u¬
do
ao
con ex o
das
me mas
p opoíiçoes
>
e
po
elle
em
em
conhecimen o
e
são,
ou
nao
dignas
decen u a.
I ome mo
de¬
es
u
p a ica
com
eí as
minhas
p opo i-
çoes
pa a
não
as
cen u a es,
como
p o e¬
idas
em
en ido
ab olu o
,
a e idendo
a
que
as
limi o
logo,
e
em
odo
o
co po
do
di cu oj
po em
dado,
que
não
as e in-
gi le,
e
que
as
diíTeíTe
em
en ido
ab olu¬
o
,
di ia
po
en u a
cou a
digna
de
cen-
u a
,
ou
que
o ende e
le emen e
a
e ¬
dade
do
My e io
?
Lei o
abio,
de em-
ba aça- e
de
p eoccupações
,
e
p ejuízos.
Eu
bem
poí o
de ende
a
e dade
da
Con¬
ceição
immaculada
de
Ma ia
a i mando,
que
he
ce a
,
e
ce i ljma
,
como
iz
em
odo
o
di cu o
do
meu
Se mão
,
e
dize
jun amen e,
que
e
não
pode
c e
com
é
Di ina,
nem
ambém
de ini - e
pelalg e-*
ja,
undado
em
que
eí a
e dade
não
con-
a
daE c i u a,
nem
da
adição
Apo o-
lko-Di ina.
I o
dizem
g a ií imos
Theo-
Jogos
,
e
p ou e a
a
Deos
,
que
ni lo
pa-
a lèm
o.s
eus
di cu os,
po que
nem
le-
Vemen e
o ende ião
a
e dade
,
e
a
ce ¬
eza
do
My e io
po que
a
de inibilida-
de,
e
c edibilidade
sao
acciden es
das
e ¬
dades
,
como
abe n
a è
os
p incipian es
das
e colas.
Dize-
m
e
:
Log a á
po
en¬
u a
na
Ig eja
maio
au ho idade
a
e da¬
de
do
My e io
da
Conceição
,
que
a
do
My e io
da
A íumpçãoj
1
È ou
ce o
que
me
has
de
dize
que
nao:
e
na
e dade;
po que
udo
o
que
e á
a
a o
do
My ¬
e io
da
Conceição
,
e
po lb
e iden e-
men e
mo a ,
que
e á
a
a o
do
My ¬
e io
da
AÍTumpção
;
e
não
min o
e
di -
e ,
quee e
em
po i
mais
alguma
cou-
a,
que
não
he^p eci o
e e i - e.
E
eeu
di le ,
que
enão
póde
de ini
pela
Ig e¬
ja
e e
My e io,
nem
ambém
c e
pelos
ieis
com
é
Di ina,
di ei
cou a
digna
de
cen u a
?
Se
me
diíTe es,
que
im,
am¬
bém
e
pode ei
dize ,
que
es
capaz
de
cen u a
o
que
dizem
os
Pon i ices.
Lê
os
admi á eis
Commen a ios
doSummoPon-
i ice
einan e
na
egunda
pa e
das
e as
da
Bema en u ada
Vi gem
num.
nj.
e
acha ás
,
que
exp e amen e
diz
,
que
o
My e io
da
AÍTumpção
nao
he
A igo
de
B
é>
é,
po que
nao
con ia
da
E c i u a,
nem
da
adição
Apo olico-Di ina,
dando
ni -
o
a
en ende
i ualmen e
,
que
e
nao
pode
de ini
pela
Ig eja
,
nem
c e
pelos
ieis
com
é
Di ina;
po que
não
haTheo-
logo,
que
igno e,
que
os
ieis
ó
podem
c e
com
é
Di ina
o
que
Deos
di le
ou
nas
E c i u as
,
ou
nas
adições
,
e
que
a
Ig eja
nao
he
eg a
e elan e
,
mas
p o¬
ponen e
,
e
que
ó
em
au ho idade
pa a
di ce ni
,
e
decla a
como
dogma
de
é
o
que
e á
e elado
po
Deos
nasme mas
E c i u as,
e
adições.
Di ás
,
con o man¬
do- e
com
o
pa ece
do
Papa,
que
oMy i*
e io
da
AíTumpçao
nao
con ia
das
E c i¬
u as
,
e
adições
,
po ém
que
o
con a¬
io
uccede
com
o
My e io
da
Conceição.
Mas
e
i o
dií e es
,
pode ei
eu
ambém
dize ,
que
e e
di o
he
em
i
p ejuízo,
e
p eoccupação
;
po que
em
p imei o
luga ,
a
adição
mais
e ia
a
a o
do
My e io
da
AíTumpçao
,
do
que
a
a o
da
Con¬
ceição
,
o
que
e iden emen e
abem
os
e udi os;
e
em
emba go
di o
diz
o
Sum-
moPon í ice,
que
naohe
adiçãoba an-
e
pa a
e
dogma
o
My e io
da
A llim-
pçáo*
pçao.
Quan o
à
E c i u a,
ambos
os
My -
e ios
e ão
iguaes
,
po que
em
oda
ella
não
ha
ex o
li e al,
donde
ecollija
o
a¬
do
dei es
My e ios.
I o
è
hão
de
dize
odos
os
Theologos
,
que
nao
oma ão
pa ido
na
con o e íia
da
Conceição
,
e
o
que
mais
he
,
i o
e
ha
de
dize
am¬
bém
o
Dou o
Eximio
,
acé imo
p opu-
gnado
de e
My eú°>
que
o
p o a
com
au ho idade
nega i a
da
E c i u a.
Lê
a
e e
amo o
homem
,
o
mais
e cla ecido
o namen o
da
ag ada
Companhia
,
no
egundo
omo
dos
Commen a ios
à' e ¬
cei a
pa e
do
Dou o
Angélico,
em
que
a a
dos
My e ios
da
ida
de
Ch i o
na
di pu açao
e cei a,
na
ecção
quin a.
Ou¬
as
mui as
e dades
e
pude a
p opo ,
que
são
ce as,
e
ce i limas,
as
quaes
e
não
podem
c e
com
é
Di ina,
nem
am¬
bém
de ini
pela
Ig eja,
po que
nao
con-
ão
da
E c i u a,
nem
adição.
No
di -
cu o
de e
Panegy ico
acha ás
huma,
que
he
a
glo io a
Appa içao
de
Ch i o
eíu -
ci ado
a
ua
Mai
;
mas
ba e
jà,
po que
e ou
ce o
,
que
e
da ás
po
con encido
com
a
e icacia
dei as
azões,
e
conhece-
B
ás
ás
com
e idencia
e em
mal
undados
os
eus
epa os
ob e
as
p imei as
clau u as
do
Se mão
,
ainda
p o e idas
em
en ido
ab olu o
,
e
ainda
que
não
as
eí ingií e
pelo
di cu o
delle.
Quan o
ao
apoíl o e,
com
que
me
ol ei
pa a
os
P íncipes,
am¬
bém
pode ás
o ma
algum
epa o
;
po¬
em
a i mo- e
com
ince idade,
que
naa
ha ia
de
u a
dei a
igu a,
e
p e ií e
que
ha ia
de
aze
hum
ão
g ande
igu ão
*
como
o
que
em
ei o
neí a
Co e;
egu-
o- e
que
a
minha
in enção
oi
boa
,
e
nunca
imaginei,
que
e
me
pudeí e
icia .*
po que
a
p e ello,
i a ia
oda
a
occa ião;
de
e candalo
a
huma
Familia
Religio a
*
a
quem
mais
amo,
ene o,
e e pei o
en¬
e
odas
as
que
o não
o
Fi mamen o
da
Ig eja.
Con io
po ém
em
Deos
,
que
a
me ma
ag ada
Familia,
lendo
el e
Se mão**
e
não
achando
nelle
as
al idades,
que
e
lhe
impu a ão
,
mode e
o
eu
e candalo
*
ede culpe
o
não
me
con o ma
ne eapo -
o e
com
os
eus
empenhos,
em
a enção
ao
mui o,
que
me
con o mo
em
odo
ei-
le
com
a ua
piedo a,
e eien i ica
en en-
ça.
Deos
pe doe
a
quem
le an ou
e la
poei-
poei a
,
e
me
az
a
mais
anguínolen a
gue a
,
que
e
ez
en e
Ca holicos
:
jà
in amando-me
po
oda
e a
Co e
com
o
i ulo
de
he ege
,
e
de obedien e
às
Bul¬
ias
Apo lolicas
:
jà
e palhnndo
na
po a¬
ia
,
e
no
Co o
de
hum
Con en o
dei a
Co e
papeis
inju io os,
em
que
da a
no¬
icia
de
p opoíiçdes,
que
eu
nao
di e;
e
e
as
di e,
hiao
po elle
an o nadas,
e
iciadas
:
jà
inalmen e
eci ando
na
p e-
ença
de
oda
a
Academia,
e
naoccaíiao
em
que
e
acha a
nella
o
p ecla i imo
’
e
eloquen ií imo
Abbade
Labbé
Gamie *
hum
libello
de
inju ias
,
al idades
,
e
impo u as
con a
a
minha
peíToa
,
e
na
minha
p óp ia
ace
,
em
a ende
a
que
ou
ilho
de
huma
Religião
ão
beneme-
i a
,
e
que
an os
e iços
em
ei o
à
Ig eja,
à
qual
nao
de ia
a y iza ,
como
ez
i ualmen e
no
que
di e.
Eu
lhe
pe ¬
doo
de
odo
o
meu
co ação,
e
me
com¬
padeço
da
uina,
que
em
cau ado
na ua
alma,
aílim
como
me
compadeci
deile
na
e e a
ep ehensao,
que
lhe
deo
no
aclo
de
le
eíle
libello
o
noi o
Digni linio
Cen-
o
olllu i imo,
eExcellen i linio
Con¬
de
Do
San o
Q icio.
App o ação
do
M.
R
P-
dH.
Jo é
T oya
-
no
,
Qnali icado
do
San o
O icio
,
Exa¬
minado
dasT ez
O dens
Mili a es
,
e
Synodal
do
Pa ia cado
.
ILLUSTRISSIMOS
SENHORES.
I
eí e
Se mão,
que
na
ei a,
que
a
Real
Academia
annualmen e
con-
ag a
ao
Myí e io
da
Conceição
immacu-
lada
da
Vi gem
Senho a
nolía,
eci ou
o
R.
P.
1VL
F .
Jo é
Malaquias,
ingula
o namen o
da
O dem
dos
P egado es
,
e
baí a a
a
e udição,
e
li e a u a
dei e
íin-
gula
engenho
pa a
o
Se mão
pode
pa -
ía
em
u pei a,
nem
epa o
;
po em
co¬
mo
o
aíTump o
do
Panegy ico
deo
ocea-
íião
a
alguns
epa os
,
po
i lb
o
Au ho
o
que
da
a
público,
pa a
que
os
dou os
examinem
com
madu eza
o
en ido
,
em
que
alla a.
He
a ubí ancia
do
aíTump o,
que
que
o
Myí e io
da
CoUceiçao
immacula-
da
não
pode
e
objeélo
de
é
,
po
e
objeé o
da
e idencia.
Quan o
à
e idencia
ão
o es
,
ão
olidos,
e
de
an o
pezo
são
os
undamen¬
os
,
que
excogi á ao
os
abios
em
an os
eculos
a
a o
do
My e io
,
que
e
não
pode
da
po
eme á io
quem
o
julga
e iden e
j
e
na
uppo ição
de
o
e ,
p o-
cedeo
o
Au ho
na
en ença
da
ua
e co-
la
com
o
Dou o
Angélico,
de
que
o
ob-
je&o
e iden e
não
pode
e
objeélo
de
é.
Aí im
o
en ina
o
San o
Dou o
2.2
q
%
a .
y.
ibi:
Tm o ibile
ejl
,
quòd
idèm
„b
eo
-
demji
cí um,
&
c edi u n
;
po em
dei as
pala as
Idem
abeodem
i a a
eu
hum
meio
e mo,
com
que
me
pa ece
e
podem
con¬
cilia
os
ânimos
di co des.
He
ce o
cue
huns,
e
ou os
odos
e
undão
na
de o¬
ção
da
Vi gem
Senho a
noi a
,
e
cada
hum
po
eu
modo
eque
moíl a
empe¬
nhado
pela
e dade
do
Myl e io
,
aí im
os
dou il imos
Acadêmicos,
que
u pi aq
pela
de inição
da
Ig eja
,
como
os
que
a
impugnão
po
con a
da
e idencia
como
Pe ende
o
dou il imo
Panegy i a
[
e
ne -
a
a
uni o midade
de
de oção
,
e
di co dia
de
en endimen os
,
me
pa ece
e
podião
concilia
com
a
dou ina
do
Dou o
An¬
gélico
ubi
up .
q.
a .
4.
ad
1.
onde
diz
a lim
:
Quòd
de
eodem
non
o ejl
ej e
cien ia
,
&
ides
apud
eumdem
:
ed
id,
quod
ejl
ab
uno
ci um
,
po ejl
ej e
ab
alio
c edi am
,
o
que
jà
inha
enlinado
o
San¬
o
Dou o
na
ci ada
q.
1.
a .
ImpoJJi-
bile
ejl
,
quòd
ab
eodem
idem
i
ci um,
&
c edi am.
Po ejl
amen
con inge e,
u
id,
quod
ejl
i um,
el
ci um
ab
uno,
i
c e¬
di am
ab
alio
,
po
onde
ep e en a - e
o
My e io
e iden e
ao
Au ho
de e
Se ¬
mão
,
não
i a
o
pode - e
de ini
,
e
e
de
é
Di ina,
po que
Id,
quod
ejl
ab
uno
ci um
,
po e l
ej e
ab
alio
c edi am,
e
ca¬
da
hum
de ende á
a
e dade
do
My e io
con o me
a
in elligencia
,
q
lle
Deos
lhe
de ,
jà
eja
po
é
Di ina
,
jà
po
cien-
cia
humana;
nem
o
Au ho
he
con a
i -
o
?
como
ecollige
doexo dio
de e
Se ¬
mão,
e
do
eu
P ólogo.
Quan o
ao
apo o e
,
com
que
o
Au ho
e
ol a
pa a
os
P íncipes,
pedin¬
do-lhes,
que
e
nao
empenhem
na
de ini¬
ção
çao
do
Myí e io
,
he
ce o
,
que
Te
e!lc
não
o
de ini el
,
po
mais
que
os
P ín¬
cipes
e
empenhem,
a
lg eja
o
não
ha
de
de ini
:
e
neí es
e mos
melho
e á
dei¬
xa
a
cada
hum
ob a
con o me
a
ua
de¬
oção.
No
mais
ingenuamen e
con eíTo
que
nao
acho
ne e
Se mão
ma é ia
alguma
de
epa o,
an es
me
admi o
mui o
da
no¬
idade
do
a ump o,
do
engenho,
e
agu¬
deza
,
com
que
o
Au ho
o
di co e
,
e
da
olidez,
com
que
o
p o a.
He
em
dú¬
ida
que
g andes
P íncipes
,
e
Mona cas
e
em
empenhado
j:om
a
Ig eja
pa a
al¬
cança em
a
de inição
dei e
Myí e io
,
e
he
igualmen e
ce o,
que
o
não
em
con-
eguido.
E
po
que
nao
e á
lici o
ao
dou¬
o
Panegy ií a
di co e
o
mo i o
dei a
denegação
?
Ií o
az
no
p e en e
panegy-
ico
,
di co endo
,
com
g ande
c edi o
dos
abios,
huma
azão
,
e
nao
ce a,
ao
menos
p o á el,
que
he
o
que
baí a
pa a
não
me ece
as
igo o as
cen u as
,
que
lhe
de ão,
e
elle
des az
com
odou illimo
P ologo,
e
com
as
excellen es
no as
ma -
ginaes
dei e
Se mão
,
em
que
bellamen e
e
explica
,
e
decla a
o
en ido
,
em
que
alia
}
pelo
que
não
con endo
eí e
Se ¬
mão
cou a
alguma
con a
a
Fé
,
ou
bons
coí umes
,
bem
e
pode
da
licença
pa a
e
imp imi .
Voí as
Illu iílimas
o dena¬
ão
o
que
o
mais
ace ado.
Lisboa
,
e
Cong egação
do
O a o io,
2
j.
de
Janei¬
o
de
17
J4.
Jo é
T oyano
.
V
I
a
a
in o mação,
póde- e
imp imi
o
Se mão,
que
e
ap e en a
,
e
de-
pois
ol a á
con e ido,
pa a
e
da
licença
que
co a
,
em
a
qual
não
co e á.
Lis-
boa,
iy
de
Janei o
de
1754.
JF .
R.
de
Lancajl e.
Sil a.
Ab eu.
Paes
•
T igozo
.
Sil ei o
Lobo
.
Cajl o
*
Do
Do
O diná io.
Jlpp o ação
do
M-
R-
P-
M-
F .
F anci co
Augujlo
,
Len e
'Jubilado
na
Sag ada
Theologia
,
Examinado
das
T ez
O ¬
dens
Mili a es
,
Synodal
do
Pa ia cado
,
&
c
.
EXC.
™
E
REVER.
m
o
SENHOR.
N
E
Í
e
Se mão,
que
na
ei a
da
Com
ceiçao
pu i ima
de
Ma ia
Senho a
no
(Ta
p egou
oM.
R.
P.
M.
F .Jo éMa-
iaquias,
da
ag ada
O dem,
e
p ecla ií i-
nia
Religião
dos
P egado es,
eacha
hum
engenho o
modo
de
p o a
a
e dade
de -
e
Myí e io
obe ano
j
po que
a
e iden¬
cia
,
e
ce eza
del a
e dade,
que
em
o¬
do
o
Se mão
que
pe íuadi
aos
ieis,
não
póde
e i
de
obí aculo
à
de inição
de
é,
que
an o
appe ecemos
os
Po uguezes,
e
pela
qual
os
Senho es
Reis
dei e
Reino
em
ei o
epe idas
iní ancias
ao
up emo
D
O a-
O áculo
do
ag ado
Va icano.
Bem
mo a
odou i imo
Au ho
de e
Se mão,
que
e
nao
que
exclui
de es
de o os
ânimos,
(
em
emba go
do
ápo o e,
que
nelle
e
acha)
quando
ago a
noP ologo,
quepe -
ende
ambém
imp imi
,
decla a
melho
o
en ido,
em
que
allou,
pondo
po
ex¬
emplo
a
exií encia
de
Deos
,
a
qual
endo
e iden e
,
ce a
,
e
in alli el
pa a
os
a-
bios,
he
hum
dos
My e ios
da
no ia
é,
e
ão
neceí a io
pa a
a
al ação
,
que
o
Apo olo
S.
Paulo
endo-a
po
impoíli el
no e .
6
.
docap.
n.
da
ca a,
que
e c e-
eo
aos
Heb eos
:
Sine
ide
au em
bik
e
place e
Deo
,
o
p imei o
a igo,
que
manda
c e
aos
ieis
,
he
e e
da
exi -
encia
de
Deos
:
C ede e
eni n
opo e
acceden em
ad
Deum
,
qula
e
.
E
decla an¬
do
o
Au ho
o eu
concei o
com
e e
me -
mo
exemplo,
pa ece-me
que
não
em
lu¬
ga
a
cen u a
ainda
dos
que
na
de oção
de
Ma ia
Senho a
noí a,
e
da
ua
Con¬
ceição
pu i lima
e
que em
mo a
mais
zelo os,
e
empenhados,
pois
com
as
me -
jnas
azoes
,
e
undamen os,
com
que
os
Theologos
de endem
a
e idencia
0
e
a
é
de
de
hum
Myíle io
exp e iamen e
e elado
nas
ag adas
Le as
,
pode ão
de ende
mui o
melho
ou a
e idencia
mui o
in e¬
io
,
que
o
Au ho
pe uade,
com
a
é,
que
de em
e
deíla
e dade
aquelles,
que
i e em
a
o una
de
ou i em
a
ua
de i¬
nição
da
boca
do
Summo
Pa lo
da
Ig e¬
ja
,
e
aíTim
con ie
aos
ins
da
P o iden¬
cia
do
Al i imo
,
cujos
eg edos
incom-
p ehen i eis
nenhum
en endimen o
c ea-
do
pode
pene a .
I o
he
o
que
encon o
ne e
Se mão
,
alèm
da
engenho a
idea
concluden es
p o as
,
a a
e udição
,
e
genuína
applicação
de
E c i u as,
que
me
da ao
undamen o
pa a
g andes
elomos,
e
a
ob igação
de
Cen o
me
não
jzeíle
u pende
a
penna
,
cingindo-me
ó
a
in¬
o ma
a
V,
Excellencia
,
que
o
Se mão
a
os
do
b
m
a
s
dan
-
j
nem
o en-
de
a
pu eza
dos
co umes.
Ca mo
de
Lis¬
boa,
z<?.
de
janei o
de
17
jq.
F .
E anci co
Ai gujlo.
V
I
a
a
in o mação,
pódé- e
imp imi ^
e
depois
ol e
coníe ido
pa a
íe
da
licença
pa a
co e
em
a
qual
nao
co ¬
e á.
Lisboa,
31.
de
Janei o
de
1754*
D*
y.
A ceb
.
Do
Paço.
App o açao
do
M.
Ti.
P.
Diogo
Ba ho d
Machado,
Abbade
da
Pa oquial
Ig eja
de
San o
Ad iao
de
Se e
,
e
Acadêmi¬
co
do
Nume o
da
Academia
Real.
SENHOR.
C
O
m
o
poíTo
obedece
ao
obe ano
p e¬
cei o
de
V.
Mage ade,
endo
Cen-
o
do
Se mão
,
que
p egou
o
P.
M.
F ei
Jo é
Malaquias
,
beneme i o
Alumno
da
p ecla iílima
O dem
dos
P egado es
,
e¬
cunda
p ogeni o a
de
mon os
da
abe-
do ia
em
odos
os
eculos,
e
V.
Mage -
a-
ade
oi
delle
o
Pahegy
i la,
quando
o
ou-
io
eci a
na
ua
augu a
p e ença
?
Quem
não
inco e á
em
ano a
de
ac ilego,
in¬
en ando
com
a
cen u a
p o ana
o
al o
concei o
,
que
V.
Mage lade
ez
de la
ob a
?
Con e a- e
pois,
em
obíequio
da
obediência
,
a
e e idade
c i ica
em
glo-
io o
applau o
do
O ado
Euangelico,
que
com
a i icio
no o
ab icou
na
o licina
da
mais
olida
Theologia
a
idéa
,
em
que
p e e indo
luzes
a
omb as,
e abeleceo
o
indul o
,
com
que
a
Omnipo ência
Di i¬
na
izen ou
a
Ma ia
San i lima
do
a al
con agio
,
que
in icionou
oda
a
de cen-
dencia
do
p imei o
homem
,
mo ando
e iden emen e,
em
a
de inição
da
é
a
e dade
da
pu eza
o iginal
daquella
P in-
ceza
,
que
ha ia
de
e
Mai
do
Di ino
Ve ¬
bo.
Co e pondeo
a
Angula idade
do
a -
ump o
à
íingula idade
do
p i ilegio,
e
a
pu eza
da
a e
con ibuio
pa a
aze
mais
cla a
a
pu eza
doMy e io.
T iun e
pois
e e
Ca holico
Demo lhenes
da
emulação
cqlligada
com
a
igno ância,
e
a
ama
pu¬
blique
o
eu
nome
pela
a li lima
ci cum-
e encia
do
O be
li e a io
com
as
amo as
PROTESTAÇÃO.
P
R
o
eíla
o
Au ho
,
que
udo
,
quan o
diz
neíle
papel
,
ujei a
ao
juízo
da
San a
Mad e
Ig eja
Ca holica
Romana,
cujojuizo
econhece
i e o ma el,
ce o,
e
e dadei o
:
e
oga
aos
abios
,
que
e
de cub i em
nelle
algum
e o
ou
nahiíio'
ia,
ou
na
ch onologia,
ou
na
eloquência,
ou
em
ci ação
menos
ajuílada
,
o
de cul-
pem,
po que
o
ez
(menos
o
Se mão)
no
e paço
de
quinze
dias
,
in igado
do
im-
pul o
da
ua
hon a
indignamen e
ul aja¬
da
,
em
adju o io
algum
humano
,
nem
ainda
pa a
e c e e
as
ci ações
da
dou i¬
na,
que
acha a
nos
Au ho eS,
em
al a
às
pensões
da
ua
communidade,
e
cadei¬
a
,
como
a
odos
os
Religio os
do
eu
Con en o
he
con ian e;
po em
mui o
con¬
iado
em
Deos
,
que^ abendo
a
ua
inno-
cencia,
e
edi a
in enção,
com
que
p egou
?
o
ha ia
de
pu i ica ,
e
de ende
das
im-
po lu as,
que
con a
elle
o mou
a
in e7
íli a
dos
eus
ad e a ios*
De
cjua
na us
ejl
Je us.
S.
Ma heus
no
i.
cap.
U
E
encon ado
eílá
hoje
o
meu
juízo
com
as o las
e pe anças
!
E pe ais
im¬
pacien es
que
o
O áculo
da
Ig eja
de ina
olemne-
men e,
que
a
Mai
de
Deos
nao
con ahio
como
os
mais
de cenden es
de
Adao
a
culpa
o iginal.
Con a
e as
e pe anças
julgo
eu,
que
não
pode
a
Ig e¬
ja
de ini
eí a
e dade.
Só
aqueílas
e -»
dades
podem
e
de inidas
pela
oz
do
ya icano,
(
dizião
aquelles
dous
ãmo os
ho-
a
Se máó
homens
,
que
lo ecê ao
no
empo
dos
Concílios
La e anen e,
e
T iden ino
,
o
Ca deal
Cae ano
,
e
o
g ande
Melchio
Cano:)
(1)
Só
aquellas
e dades
podem
e
de inidas
pela
oz
do
Va icano
,
que
o ao
e eladas
po
Deos
ou
nas
Eíc i u-
as,
ou
nas
adições
Di inas,
communi-
cadas
de
Ch i o
aos
Apo olos,
dos
Apo -
olos
à
Ig eja
,
e
nella
con e adas
como
emdepoíi o,
em
in e upção
alguma
pe¬
la
e ie
dos
eculos
j
e
como
a
Conceição
immaculada
de
Ma ia
eja
hum aólo,
de
que
não
alia
a
E c i u a,
nem
con ia
dã
adição,
não
pode
a
Ig eja
de inillo.
A -
im
di co ião
e es
dous
amo os
homens;
naquelle
empo
,
em
que
e
p incipia ão
com
mais
o ça
as
diligencias
pa a
e
de¬
ini
e ie
My e io
;
po em
não
he
e ie
ò’
undamen o,
que
ago a
me
mo e
a
jul¬
ga ,
e
p o e i
ne e
luga ,
e
nap e ença
dos
abios,
que
me
ou em,
que
a
Ig eja
não
pode
de ini
a
Conceição
immaculada
de
(
i)
Caie an.
opulc.
de
hac
é.
Cano
lib.4.üeloc.
Theol.
cap*4.&lib.7.
cap.3.
concl.4.
Da
Conceição
de
N.
S.
3
de
Ma ia.
(2)
Mo e-me
o
coníide a
jà
inc í el
e e
My e io
pela
ua
e iden¬
cia.
Duas
cou as
e
eque em,
p
a
a
que
huma
e dade
e
pol a
c e
com
é
Di i¬
na
,
ce eza,
e
e cu idade
:
ce eza,
po ¬
que
a
é
e
unda
no
Di ino
e emunho,
que
nao
pode
engana
,
nem
engana - e:
e cu idade,
po que
a
é
(como
diz
o
Apo -
olo
S.
Paulo)
he
a gumen o
de
cou as
oc-
cul as
,
e
e condidas
:
A gumen um
non
appa cn mn.
(
3
)
Po
al a
de
ce eza
nao
con ide o
eu
inc í el
0
My e io
da
Con-
(
2)
No e- e,
que
0
O ado
não
e
also
do
undamen o
de les abios
pa a
du ida
da
e dade
do
My e io.
No¬
e- e
iambem
,
que
deixando
o
O ado
em
e po a
e ie
a gumen o
de
Cae ano,
e
de
Cano,
nao
peccou
con a
a
Bulia
Solici udo
omnium
Eccle ia um
de
Alexand e
VII
nas
pala as
:
A gumen a
con a
ea
a e endo,
&
in olu-
a
elinquendo
;
po que
o
ob e
di o
a gumen o
nao
he
con a
a
Conceição
immaculada
de
Ma ia,
ou
con a
a
e dade
de e
My e io,
que
he
o
que
e
p ohibe
na
di a
Bulia,
mas
he
con a
a
ua
de inihilidade,
que,
como
jà
ica
di o
no
P ologo
,
he
ac
ci
den e
ex in eco
da
e da-
d
;
e e
o
O ado
en ende
[ e,
que
e a
con a
a
e dade
do
My ie io
,
e
que
com
elle
e
impugna a
e
Ma ia
òan í imajni a
?
e
immaculada
no
p imei o
in an e
do
JeuJ ,
não
ha ia
de
deixa
de
lhe
e pende ,
po que
lhe
dej uia
0
aj nwp o
do
en
Se mão.
(3)
Heb .
11.
.
1...
4
S
E
R
M
A
Ó
Conceição
immaculada
de
Ma ia
,
po -
que
com
o
angue
das
p óp ias
eias
nao
du ida ei
eu
de ende
a
ce eza
i e aga-
el
de e
Myí e io,
po lo
que
nao
he
im~
media amen e
undada
na
au ho idade
da
ag ada
E c i u a,
ou
adição,
como
di -
co iao
bem
aquelles
dous
abios
nomea¬
dos.
Po
al a
de
e cu idade
im
he
que
e
me
ep e en a
inc í el
o
My e io
da
Conceição
,
(4)
po que
he
jà
hoje
ao
e iden e,
ao
no o io,
e ão
mani e o
ao
conhecimen o
dos
abios,
que
Ma ia
San-
iílima
oi
pu a,
eimmaculada
no
p imei¬
o
inílan e
do
eu
e
,
e
na
ua
glo io a
Conceição
,
que
po
eík
e idencia
e
an a
,
e
ão
g ande
,
julgo
e
nao
pode
comp ehende
den o
da
es e a
da
nolla
é.
(4)
No e e
,
que
0
O ado
nao
chama
inc í el
0
My ¬
e io
da
Conceição
,
po
e
e iden emen e
al o
,
como
in e io
o
C i ico,
mas
po
e
e iden emen e
e dadei o
;
e
ii ou
de ia
exp e sao
,
po
que
alia
a
em
hum
cong ej o
de
abios
,
que
ndo
igno ao
,
que
a
é
he
incompa í el
nao
i
com
a
e idencia
da
al idade
,
mas
ambém
com
a
e idencia
da
e dade
a im
na en ença
do
Dou o
An¬
gélico,
como
do
Dou o
Sub il,
Da
Conceiçaõ
de
N.
S.
5
é.
E
quem
à
i a
dei as
cõn ide açóes
pode á
u pende
ojuizo
ob e
a
i de ini-
bilidade
de e
Myíle io
,
abendo
que
a
ma é ia
das
de inições
da
Ig eja
são
dog¬
mas
i e aga eis,
que
os
ieis
de em
c e
com
é
Di ina
,
e
que
íp
o
que
os
ieis
podem
c e ,
pode
a
Ig eja
de ini ?
A lim
he.
Mas,
oh
como
e
me
ep e en ão
ma¬
goadas
as
oí as
eípe anças
com
e la
con¬
adição
do
meu
juizo!
Po ém
qu
e
im¬
po a
que
os
ma y ize
as
e pe anças,
e
os
hei
deli ongea
ogo o,
expondo-
os
a
e iden e
ce eza
,
que
log a
a
e dade
de ie
Myíle io
,
a
que
p
o
Po uguezes
con ag amos
endidos
os
co ações,
e
po
Acadêmicos
p o eílamos
de ende
,
ac i-
icando
go io amen e
as
idas
em
eu
ob-
equio
?
O a
peço- os
a
a enção.
Jà
abeis
que
luima
das
igu as
mais
ge minas
de
Ma ia
ne e
obe ano
My -
e io
oiE he ,
aquella
augu i lima
Rai¬
nha,
que
log ou
po
p i ilegio
a
izençao
da
mo e,
que
a
odos
osl aeli as
amea¬
ça a
o
o midá el
Dec e o
de
A Tue o:
F
Aw;
6
Se mão
Non
mo ie is:
non
enim
p o
e
,
ed
p o
om
-
niius
hac
lex
con il u a
e
.
(j)
Diz
pois
o
ag ado
Tex o
de a
augu i ima
Rainha,
que
log a a
huma
o mo u a
não
ó
g an¬
de,
mas
inc í el:
E a
enim
o mo a
alp
de
,
&
inc edibili
pulch i udine.
(6)
Inc i*
el?
Pois
não
e
podia
c e ?
Não,
po que
ha ia
de
i
empo,
em
que
a
pu eza
o i¬
ginal
de
Ma ia
San i ima
Senho a
noíTa,
de
que
e a
igu a
a
o mo u a
de
E he ,
e
não
pudeíTe
comp ehende
den o
d$
es e a
dano ía
é;
ha ia
de i
idade,
em
que,
de e adas
as
omb as
das
con o e -?
ias,
e
das
dú idas,
appa ece íe
a
e dade
de e
My e io
ão
luzida
£
ão
cla a
,
e
e iden e
ao
conhecimen o
dos
abios,
que
o le
pa a
elles
inc í el
e a
e dade
pela
ua
e idencia
:
E a
enim
o mo a
ai
de
9
&
inc edibili
pulch i udine.
E
quando
e¬
ia
e a
en u o a
Epoca
?
Eu,
enho es;
con ide o,
que
he
e a,
em
que
e amos,
po que
nella
,
des ei as
as
dú idas
pelos
£5)
E h.
15.
.
13.
(<
5
)
idem2.
.
15.
Da
Conceição
de
N.
S.
di cu òs,
e
olidas
azoes
dos abios,
ap-
placadas
as
con o e íias
,
e
as
con endas
ob e
e e
pon o
,
e
ep e en a
com
an¬
a
e idencia
ao
noíTo
conhecimen o
a
e ¬
dade
de e
Myíle io,
que
e
az
inc í el,
po
e
an a
,
e
ao
g ande
e a
e iden¬
cia
;
e
em
luga
dá
e
>
ó
pode á
emp ega -
e
ne e
My e io
o
conhecimen o
da
ci-
encia,
e
do
noí o
cla i i no
di cu o
He
e dade
que
nós
nao
pode iamos
conhe¬
ce
con
e idencia
e e
My e io
,
e
pn
,
mei o
nao
c e emos
com
é
Di ina
que
Ma ia
San i lima
oi
Mai
de
Deos
•
po¬
ém
,
uppo a
a
é
da
Ma e nidade
’
co¬
nhecemos
po
cla o,
e iden e
,
e
i e a-
ga eL
di cu o,
que
Ma ia
nao
con ahio
axulpa
o iginal
na
ua
glo io a
Concei¬
ção.
Tao
nece a ia,
e
e iden e
connexao
em
a
g aça
da
Ma e nidade
coma
pu eza
o iginal,
que
huma
ez
conhecida
aquella,
ica
e a
conhecida
;
huma
ez
.conhecida
aquella
e cu amen e
po
bene icio
da
é
ica
e a
e iden emen e
conhecida
po
o ¬
ça
da
ciencia,
do
di cu o,
e
da
azão.
F
ii
Na-
8
Se maó
Na u almen e
cahimos
no
Euange-
lho.
Nem
aqui,
nem
em
ou a
pa e
diz
o
Euangeli a
huma
ó
pala a
da
pu eza
o iginal
de
Ma ia
San iíFima
Senho a
noíTa.
E
po
que
He
ao
exa o
em
e¬
e i
ou as
cou as
de
meno
ponde ação,
e
e a,
e a
que
an o
e
in e e ía
o
c edi¬
o
de a
Senho a
,
deixa-a
epul ada
no
ilencio
?
Sim
,
po que
inha
e e ido
a
ua
Ma e nidade:
De
qua
na us
e
j e us
;
€
e e ida
a
Ma e nidade
,
e a
eícu ado
e e i
a
pu eza
o iginal
,
po que
daquel-
la
e dade
cla amen e
e
e á
còlligindo
eíla.
Se
Mái
de
Deos
huma
*pu a°c ea4
u a
he
huma
e dade
ao
upe io
à
a-
zao,
que
ò
e
póde
conhece
pela
e ela-*
cão
Di ina
;
e
po em
pu a,
e
immacu-
lada
na
ua
Conceição
huma
c ea u a
,
a
quem
Deos
inha
deí inado
pa a
a
al a
di¬
gnidade
de
ua
Mãi
,
he
huma
e dade
ão
con o me
à
azão,
que
pa a
e
conhe¬
ce
não
he
necel a io
o
Di ino
e emu-
nho;
po
iíTo
e abelecida
a
e
da
Ma e ¬
nidade
:
De
qua
na us
ejl
-Je us
?
não
e
Da
Conceição
de
N.
S.
9
alia
no
Euangelho
huma
ó
pala a
na
pu eza
o iginal
,
po que
o
eu
conheci¬
men o
ica
endo
empenho
nece ía io
da
ciencia
,
e
emp ego
de
hum
cla i i no
di cu o.
Jà
,
Senho es,
ou i es
com
ad¬
mi ação
neíle
luga
a
hum
abio
Acadê¬
mico
,
que
a endendo
à
g ande
e iden¬
cia
,
que
hoje
log a
a
e dade
da
Con¬
ceição
immaculada
de
Ma ia
San ií ima
o-la
p opoz
como
My e io
da
hi o ia-
(7
),
eu
po èn .
pelo
me mo
undamen o
yò-la-hei
de
p opo
como
My e io
da
ciencia,
e
cuido
que
não
com
meno
p o¬
p iedade
,
po que
a
e idencia
de a
e ¬
dade
e
de e
in ei amen e
aos
di cu os
dos abios.
Aquelle
abio
Acadêmico
con-
ide ou- os
com
o
emp ego
de
Hi o ia-
do es
,
e
po
i lb
pa a
aze
o o
e e
My e io
,
ello
p op io
da
hi lo ia
;
eu
po ém
con ide o- os
com
as
condiçdes
de
a«
(])
No e. i
,
que
0
Dou o
F mici co
Xa ie
Lei ão,
Acadêmico
do
Nume o
dejla
Real
Academia
,
eguio
nel-
la
emelhan e
ajjiimp o
,
e
em
luga
de
cen u a
conci¬
liou
nos
ou in es
wmno
applau o
.
1
6
S
E
R
M
A
Ó
Euangelhos
,
po que
quiz
,
que
' o lem
dogmas
da
no ía
Fé
;
po em
o
My e io
da
Conceição
deixou
de
o
e ela
,
po ¬
que
quiz
,
que
olie
emp ego
da
no la
ciencia.
Os
mais
My
e ios,
como
são
não
ó
upe io es
,
mas
ambém
(ao
que
pa¬
ece)
con á ios,
e
epugnan es
à
azão,
e a
p eci a
pa a
e
c e em
a
e icacia
do
Di ino
e emunho
;
o
My e io
po ém
da
Conceição,
como
não
em
epugnân¬
cia
com
a
azão
,
an es
he
com
ella
mui
con o me
,
ba a
pa a
e
conhece
com
cla eza
a
ciencia
,
e
o
di cu o
,
up-
po a
a
é
de
ou os
My e ios.
O a
eu
acabo
de
me
explica
com
o
My e io
da
Enca nação
do
Ve bo.
Na ce
o
C eado
dehuma
c ea u a,
Deos
de
huma
mulhe ,
em
im
cingi -
e
o
immen o
,
e
in ini o
à
cu a
es e a
do
pu i imo
en e
de
huma
Vi gem,
im
he
e dade
,
mas
pa a
e
c e
he
p eci o
que
Deos
o
diga
nas
E c i u-
as,
não
em
huma
,
mas
em
mui as
pa -
es
i
e
em
emba go
dií o
,
nao
igno ais
ós
j
Senho es,
as
con o e iias,
que
hou¬
e-
Da
Conceição
de
N.
S.
17
e ão
no
quin o
eculo
da
Ig eja
íbb e
e e
pon o
,
que
ob iga ão
a
con oca - e
o
ag ado
Concilio
E e ino
pa a
e
de ini ,
que
Ma ia
San ií ima
e a
e dadei a
Mãi
deDeos,
con a
o
que
diziao
mui os
Bi -
pos
,
que
o ão
condenados
neí e
Conci¬
lio;
e
po em
Ma ia
San iííima
pu a,
e
immaculada
na
ua
glo iola
Conceição,
uppo a
a
é
,
que
emos
,
de
que
oi
Mai
de
Deos,
he
huma
e dade
ão
e i¬
den e,
ão
cla a,
e
mani e a,
que
e
e -
á
me endo
pelos
olhos
da
azão
,
e
do
di cu o;
em
im
e dade,
que
ó
e
dei¬
xa á
de
conhece
com
e idencia
po
quem
não
a ende
à
connexão,
que
em
a
Ma¬
e nidade
com
a
pu eza
,
ou
pa a
melho
dize ,
o
e
Mãi
de
Deos
com
o
e
pu¬
a
,
e
immaculada
de de
o
p imei o
in-
an e,
em
que
exi io.
O a
ou i
o
Dou¬
o
Angélico
di co endo
ob e
ou a
con¬
nexão
,
que
az
mui o
pa a
e a.
Pe gun a
S.
Thomaz
na
e cei a
pa -
*
e
da
ua
Summa
Theologica,
e
Ma ia
San iííima
comme eo
no
e paço
da
ua
i-
l8
S
E
R
M
A
Ó
ida
culpa
mo al,
ou
ainda
enial
,
e
e -
ponde
,
que
nao,
undando
a ua e po a
com
eí e
cla i imo
di cu o.
(14)
Quan¬
do
Deos
elege
ac ea u a
pa a
algum
em-
p ego
,
ou
mini e io
da
o dem
ob ena-
u al
,
de
al
o e
a
p epa a
,
e
di poe
com
a
ua
g aça
,
que
po
o ça
da
elei¬
ção
Di ina
,
e
da
me ma
g aça
ica
en¬
do
digna
,
e
idônea
pa a
eí e
emp ego
,
ou
mini e io,
o
que
e ê
nos
Apo olos,
a
quem
elegeo
pa a
Mini os
do
no o
Te amen o,
e
po
i b
os
ez
dignos
,
e
idoneos
com
a
ua
g aça
,
e
pela
e ica-
cia
da
ua
Di ina
eleição
de le
me mo
mi¬
ni e io
,
como
a i ma
o
Apo olo
S.
Pau¬
lo
:
Idoneos
nos
eci
M niji os
no i
Tejla-
men u
(
1
5
)
A
Ma ia
San i lima
elegeo
Deos
pa a
o
mais
al o
,
e
ublime
mini ¬
e io,
que
podia
e
c ea u aalguma,
que
oi
o
de
e
Mãi
ua:
logo
ha ia
de
di pol-
la,
e
p epa alla
com
a
íua
g aça
,
e
g a¬
ça
al
,
que
a
izeí e
digna
deí e
mini e-
io?
(
14)
D.
Thom.
3.
pa .
quae .
27.
a .
4.
(
15)
acl
Co in h.
3.
.
6
.
Da
Conceição
de
N.
S.
19
io,
e
emp ego.
A im
o
ez
,
e
po
iíTo
o
Anjo
S.
Gab iel
a
in i ulou
cheia
de
g aça
:
A e
g a iaplena.
(
16)
Não
e¬
ia
Ma ia
San iílima
digna
Mai
deDeos,
(
con inua
o
San o
Dou o )
e
i el e
peccado
alguma
ez
em
odo
o
e paço
da ua
ida,
ainda
que
ío le
enialmen e,
nao
ó
pela
ignominia
do
peccado
,
mas
po que
e a
ignominia
edunda ia
em
eu
Filho,
do
me mo
modo
que
edunda
nos
ilhos
a
hon a
,
e
g andeza
de
eus
pais
como
a i ma
Salamao
:
Glo ia
ilio um
pa eseo um:
logode e- ea i ma ,
(con¬
cilie
ul imamen e
o
San o
Dou o )
n
u
e
Ma ia
San i ima
nao
comme eo
em
odo
o
e paço
da
ua
ida
nao
ó
culpa
mo ¬
al
,
mas
nem
ainda
enial.
Oh
que
admi a el
di cu o
1
Di cu -
ío
ou oi
Angélico
,
a
cuja
dou ina
i e aga el
unio
Deos
o
do e
da
cla eza:
Cei a
,
cla a
,
i maque
en en ia:
(17)
di cu o
em
im
,
em
que
e
pe cebe
com
e idencia
a
connexao
3
que
em
o
e
JVLãi
-'-
(1
ó)
Luc.
i.
e .
28.
(17)
Eccleíl
in
O iicio
D.
Thon).
20
Se maó
de
Deos
com
o
e
pu a
com
pu eza
a&ual,
e
habi ual.
Mas
íe
he
lici o
a
hum
di ci-
pulo
adian a
a
dou ina
do
eu
Me e
com
as
luzes
,
que
ecebeo
do
me mo
Me e,
eu
que
log o,
po o
que
indigna¬
men e
,
a
hon a
de
e
oíTo
di cipulo
?
po
que
não
adian a ei
a
oí a
dou ina
com
as
luzes,
que
de
ós
enho
ecebido
?
(
18)
A i mais,
meu
San o
Me e
^
que
Ma ia
San iíTima
nao
e ia
digna
Mai
de
Deos,
e
i eí e
com ne ido
alguma
cul¬
pa
,
ainda
que
o íe
enial
,
po que
a
igno¬
minia
do
peccado
a
a ia
indigna
de a
hon a,
e
edunda ia
em
eu
Filho;
enão
ha e ia
e a,
ou,
pa a
melho
dize ,
maio
indignidade
,
e
e a
Senho a
i elíe
con¬
aindo
o
peccado
o iginal?
Vós
me mo
me
en ina es,
que
o
peccado
o iginal
e a
aiz
de
odos
os
males,
e
po
i lb
o
maio
de
odos:
que
po
elle
íe
con i uem
ilhos
da
i a
,
e
do
odio
de
Deos
odos
os
de -
cen-
(18)
No e- c
e
e
acha
nejlas
exp e soes
coi a
inju
io a
ao
Dou o
Angélico
,
como
al cimen e
e
lhe
im¬
pu ou.
Da
Conceiçaô
de
N.
S.
21
cenden es
de
Adão,
p i ados
do
di ei o,
que e ião,
àglo ia,
e
econ e aí e
nel-
les
aju iça
o iginal.
Pelo
con a io,
que
o
peccado
enial
he
hum
mal
le e
,
q
U
e
nao
az
mais
que
ex ingui
o
e o
da
ca idade
,
com
a
qual
e
compadece
,
e
ambém
com
a
me ma
g aça:
logo
(in i¬
o
eu
)
eDeos,
uppo o
e
elei o
de de
a
e e nidade
a
Ma ia
San i lima
pa a
lua
Mãi
.,
e a a
ob igado
a
di polla,
e
p e-
pa alla
com
huma
g aça^,
que
a
p e e -
a le
de
oda
a
culpa,
aílim
a ial,
como
habi ual,
pa a
e i a
a
indignidade
na
Mãi,
como
a
ignomínia
no
Filho
,
(19)
com
mui o
maio
azão
a
ha ia
de
di pô ,
e
p epa a
com
huma
g aça
,
que
a
p e-
e aíTe
do
peccado
o iginal
,
pa a
e i a
mui o
maio
indignidade
,
e
ignominia
aílim
na
Mai,
como
no
Filho.
Aílim
he,
di ia
0
Dou o
Angélico,
e
exiíhíle
ne es
empos
,
em
que
di poz
Deos
e
a endeíTe
com
mais
e lexão
à
___
H
e -
ce ícL
N
p
C
,T
e:
'
V
!
“V"
d
«O ado
do
debi o
dc
de-
encia
,
e
na
w eU gencia
do
Dou o
Angélico.
22
Se
mao
e dade
dei e
Myí e io,
po que
e
ha ia
de
con ence
com
ae icacia,
e
e idencia
dei e
di cu o
,
que
e
não
de e
chama
meu
,
po que
a
íua
dou ina
me
deo
luz
pa a
o
o ma ;
(20)
e
o
me mo
di eis
os
5
Senho es,
po que
ainda
que
echeis
os
olhos
da
azão,
e
do
di cu o
pa a
c e
como
ieis
na
Ma e nidade
de
Ma ia,
undados
p eci amen e
na
au ho idade
do
Di ino
eí emunho
,
os
ab is
pa a
pene¬
a
,
e
conhece
como
abios
a
e iden e
connexão;,
que
ha
na
me ma
Ma e nidade
com
a
pu eza
o iginal.
Mas
po que
nãó
ica eis
a is ei os,
e
não
au ho iza
o
pen-
amen o
com
as ag adasE c i u as
?
ab a¬
mos
os
li os
de
hum,
e
ou o
Teí iimen-
o.
(2o)
No e- e
,
que
,
ainda
que
o
Dou o
Angélico
e n
al¬
guma
pa e-las
u
as
ob as
pa ece
e
inclina
à en ença
pia,
o
con a io
egue
em
mui as
pa es
da
aaSumnia
Theologica
,
a
que
os
Thomi as
co
un amos
chama
o
eu
ejlamen o
,
e
a
ua
ul ima
on ade
,
con o mando e
com
a en ença
dos
an igos
Pad es
,
ê
o
O ado
abia
i o
mui o
bem
;
e
pa a
p o a
injinúa
ao
C i ico
,
que
lea
os
Pad es
Salman ic.
no
om
.
4.
da
Pheolog.
Specuh
a .
13.
di p.
15.
dub.
5.
§.
5.
Quid
enendum
dem
en e
Angelici
Do&o is*
Da
Cònceiçaó
de
N.
S.
23
o.
Diz
o
P o e a
I aías,
que
i a
no
Ceo
hum
h ono,
a
que
a íi iao
dous
Se a ins,
que
com
as
p óp ias
azas
cub ião
os
olhos
pa a
o
não
e em:
Duabus
mlaban
unu -
qui que
aciem uam
■
Ç
l
)
Diz
o
Euan-
geli a
S.
João
no
eu
Apocalyp e
,
q
Ue
i a
no
Ceo
o
me mo
h ono
,
a
que
a -
ii ião
huns
Vi en es,
que
inhão
abe os
os
olhos
in e io es
do
juizo
,
e
ão
abe ¬
os
,
que
pa a
enca ecimen o
da
pe pica-
cia,
com
que
ião,
a i ma
,
que
e a ãõ
in e io men e
cheios
de
olhos:
ín í s
ple¬
na
un
ocnlis.
(n)
E
qual
e ia
o
mo¬
i o
de es
ão
di e os
mo imen os
?
O
mo i o
e a
con ide a em
os
Se a ins
e
os
Vi en es
aquelle
h ono
com
di e os
e pei os
a
dií in&as
cou as.
Os
Se a ins
con ide a ao
o
h ono
como
luga
da
Di¬
indade,
e
que
dizia
e pei o
ao
Senho
que
nelle
e a a.
A lim
íe
collige
do
que
diz
o
P o e a,
de c e endo
o
me mo
h o¬
no
:
Vidi
Dominum
eden em
upe
olium
H
íx
cx-
c .
8
l ai
-
in
ex .
Heb aico.
(
22
)
Apocalyp .
4.
24
Se maó
excel um
,
&
ele a um
.
(23)
Pois
ahí
e á
a
azão,
po
que
os
Se a ins
apao
os
olhos,
po que
o
e pei o
à
Di indade
não
lhes
pe mi e
di igi
a
i a
a
hum
luga ,
em
que
e á
o
me mo
Deos.
Os
Vi en es
con ide a ão
o
h ono
pela
connexão,
que
inha
com
hum
ma
de
aguas
pu as
,
e
immaculadas
,
que
e ão
emelhan es
ao
c y al
,
o
qual
e a a
à
i a
do
me mo
h ono.
A lim
o
dá
a
en ende
o
Euan-
geli a,
quando
ode c e e:
Ecce edes
po-
i a
e a
in
Gcelo
,
<&
in
con peS u
edis
ma e
i eum
im le
c y iallo.
(24)
Pois
ahi
e á
ambém
a
azão,
po
que
os
Vi¬
en es
ab em
os
olhos
in e io es
do
juí¬
zo
pa a
os
emp ega em
na
pu eza
daquel-
las
c y allinas
aguas.
Th ono
de
Deos
he,
Senho es,
Ma¬
ia
San i ima
Senho a
nol a
,
e e
i ulo
lhe
dão
os
San os
Pad es.
Se
con ide a-
es
e e
Th ono,
ou
Ma ia
pelo
e pei o,
que
diz
a
Deos
,
como
Mãi
ua
mui o
amada
ainda
que
ejais
Se a ins
ab aza-
_
_
dos
(23)
liai.
cap.
6
.
.
1.
(24)
Apocalyp .
4.
.
2.
&
*
Da
Conceiçaõ
de
N.
S.
25
dos
em
amo
de
Deos
,
ha eis
de
echa
os
olhos
da
azão,
e
do
di cu o,
e pei-
ando
e a
g ande
dignidade,
e
ó
lhe
po¬
de eis
da
aí en o
e cu o
,
e
ine iden e
undados
p eci amen e
no
Di ino
e e-
munho.
Se
coníide a es
po em
eí eTh o-
no,
ou
aMai
de
Deos
pelo
e pei o,
que
diz
ao
ma
de
aguas
pu as,
e
c y allinas
ymbolo
o
mais
p op io
da
ua
o iginal
pu eza,
en ão
ha eis
de
ab i
os
olhos
in¬
e io es
do
juizo
,
e
da
ciencia
,
como
azião
os
Vi en es
do
Apocalyp e
pa a
conhece
,
e
pene a
como
abios
a
e i¬
den e
connexão
,
que
em
o
h ono
com
as
aguas
,
ou
pa a
melho
dize
,
a
Ma¬
e nidade
de
Ma ia
com
a ua
pu eza
o i¬
ginal.
Eí á
au ho izado
o
pen amen o
com
as
E c i u as,
po ém
ainda
não
eílá
in ei¬
amen e
expoíla
a
ene gia
deíle
luga
do
Apocalyp e.
Diz
mais
o
Euangeliíla,
que
na
p e ença
do
Th ono
eíla ão
in e
e
qua o
Mona cas
empenhados
em
lhe
i¬
bu a
os
mais
ob equio os
cul os,
de
o -
e,
que
e
não
a is azião
com
menos
que
com
32
S
E
R
M
A
Ó
o mai-
os
com
as
d poíiçóes
da
Ig eja
,
que
não
pode
e a
em
coii a
alguma,
po que
lhe
a li e
o
E pi i o
San o
com
o
eu
in luxo:
imi ai
im
aos
Mona cas
Po -
uguezes
,
no os
clemen i limos
Senho es,
que
aos
eus
a lallos
mandão
ecebe
co¬
mo
ieis
odos
os
my e ios,
e
dogmas
da
no laFé,
em
lhes
pe mi i
aquella
licen-
cio a
libe dade
de
con ciencias
,
que
em
alguns
de o lbs
E ados
al ez
epe mi -
e
,
com
g a i limo
e c upulo
de
olTas
deíicadas
con ciencias
j
as
Uni e íidades
po em
5
e
as
Academias
o denao
que
ju¬
em
odos
os
eus
Alumnos
de ende
o
My e io
da
Conceição.
I o
im,
i o
he
aze
ju iça
a
odos,
e
da
a
cada
hum
o
que
he
eu;
aos
alTallos,
que
sao
ó
ieis,
os
my e ios
da
Fé;
aos
a lallos,
que
sao
abios,
o
my e io
da
ciencia.
Aqui
ecolhe ia
eu
as
elas
ao
di i-
cu o,
e
con a
o
aíTump o,
que
omei,
e
não
o e eceíTe
huma
dú ida
,
que
in¬
ei amen e
ode oe,
ao
que
pa ece.
To¬
dos
os
San os
Pad es
da
Ig eja
p imi i a,
que
Da
Conceição
de
N.
S.
33
Í
ue
c e ão
i memen e
e
Ma ia
Mai
de
)eos
,
negá ao
aci a,
ou
exp elTamen e
a
.Tua
pu eza
o iginal;
(
*8
)
ee le
oi
o
mo i o,
po
que
os
Dou o es
Angélico,
e
Se á ico,
eguindo
como
abios
a
cien-
cia
dos
an igos
,
negá ao
ambém
a
Ma¬
ia
San i lima
e a
ingula
p e oga i a,
ou
ao
menos
du ida ao
delia,
inclinando-
e
à
en ença
dos
an igos
Pad es.
(19)
E a
ambém
a
cau a,
po
que
o
Sub ili -
imo
E co o,
eliz
an e ignano
da
piedo a
en ença,
que
eguimos,
e
de ende emos
com
o
angue
das
p óp ias
eias
,
p o e-
io
com
humildes,
e
e e en es
clau ulas,
que
ó
Deos
conhecia
a
e dade
de
ie
a-
c io;
po ém
que,
e
nao
epugna le
à
au-
ho idade
da
E c i u a
,
ou
à
da
Ig eja,
lhe
pa ecia
p o á el
,
o
que
e a
mais
ex-
cellen e
à
Senho a;
e
de ia
o e,
al an-
do
a
au ho idade
dos
San os
Pad es,
que
he
a
me ma
da
Ig eja
,
mani e ou
o
eu
p o-
(28)
San li
PP.
jam
un
ci a i
in
Epi ola
dedican e
opus
num.
2.
6c
num.
6.
6c
num.
24
.
(29)
D.
Bona .
3.
enc.
3.
q.
i.
a .
2.
D.
Thomas
3.
pa .
q.
27.
a .
2.
34
Se mão
p op io
pa ecé :
($o)
logo
de e
Ma ia
Mãi
de
Deos
,
não
e
egue
po
cla o,'
e iden e
,
e
i e aga el
di cu o
a
ua
pu eza
o iginal;
po que
não
e a
poí i el
que
an os
Pad es
da
Ig eja,
a
quem
Deos
communicou
a
maio
abedo ia,
deixaíTem
de
conhece ,
e
a
hou elle
,
e a
e iden¬
e
connexão.
E e
a gumen o
he
ão
g an¬
de,
que
eu
econhecendo
a
ua
di iculda-
de,
e
que
me
não
e a
lici o
ne a
ho a
dis a çai
la
,
i e
pen amen os
de
oma
ou o
aílump o.
Em
im,
não
ei
po qoe
impul o
pe íií i
na
e olução
p imei a
,
e
en-
(30)
Sco us
in
3.
en .
lib.
1.
di .
3.
qu& !
iic
ai :
Àd
qudeji um
dico,
quòd
Deus
po
ui
ace e
,
quòd
ip q
imiiquãm
uijje
in
pecca o
o iginali
:
po iú
e
iam
e-
cijje
,
u
an iim
inuno
n ah i
ejje
in
pecca o
:
pò ui
e
iamj
ace e
, u
pe
empus
ahquodejje
in
pecca o,
&
in
ul imo
injian i
iílii s
empo is
pu ga
e
u
....
Oi od
n i em
ho um
ium
,
qu£
o ien a
Jm
ejje
pojjibilia
,
achi n
i ,
Deus
no i
i
auclo i a i
Eccle uç
+
el
a e
clo i a i
Sc ip u ae
non
epugne
,
ide u
p obabile
,
quod
excellen ius
e i
,
ibue e
Ma ia.
Idem
Sco us
Dí n&ion.
18.
num.
ij.
líc
cxp imi
u am
en en ian *
Bea a
Vi go
Ma e
Dei
nunquam
uii
inimica
aBi ali*
e a ione
pecca j
aclualis
,
nec
a ione
o iginalis
: ai i
e
amen,
ni i uijje
p g e a
a.
.1..
-c
Da
Conceição
de
N.
S.
95
en ei
a
pen a
no
que
ha ia
de
e pon-
de .
Como
eí e
a gumen o
he
undado
na
au ho idade
dos
San os
Pad es,
j
u
o
be
que
e
lhe
dê
eípoíla,
undada
àm-
bem
em
au ho idade
de
San o
Pad e.
Diz
pois
S.
G ego io
Magno
,
que
ao
palTo,
que
hiao
p ocedendo
os
empos
,
hia
c e
cendo
jun amen e
a
abedo ia
dos
an igos
Pad es
,
conhecendo
emp e
mais
os
e-
gundos
que
os
p imei os
,
de
o e
que
Moy és
oube
mais
que
Ab ahao,
os
P o¬
e as
mais
que
Moyles
,
e
os
Apo loios
mais
que
os
P o e as:
Pe
inc emen a
eni-
po iim
c e i cien iq pi i ualium
Pa um
;
plus
nanque
Moy es,
quam
Ab aham
,
plus
P ophe a
,
quam
Moy es
,
plus
Apo oli
,
quam
P ophe a
in
Omnipo en es
eien ia
e udi i
un .
(31)
Ií o
me mo
,
Senho¬
es,
que
uccedeo
na
ynàgogá
,
uccede
hoje
na
Ig eja
;
po que
paliados
os
em¬
pos
,
em
que
a
e e na
Sabedo ia
i eo
humanada
ne e
mu ido
em
companhia
dos
.-=—=_
A
P
o
:
31)
G ego .
lib,
2.
in
Ezechiel.
Homil,-
1
6
.
36
SERM
AÔ
Apoílolos
,
(
que
oi
hum
pa en líe ís
ex-
cei i o
de
luz
,
com
o
qual
nada
e
pode
compa a )
nos
eculos,
que
depois
o ão
uccedendo,
emp e
as
ciencias
ag adas
o ão
c e cendo
cada
ez
mais
com
no as,
e
maio es
luzes
,
que
hião
ecebendo
os-
Pad es,
e
os
abios
da
Ig e
ja,
di pondo-o
aílim
Deos
5
que
quiz
ol e
a
ua
Ig eja
como
a
Au o a
,
que
com
o
empo
ai
c e cendo
em
no os
,
e
maio es
e plan-
do es
;
e
el a
he
a
azão
,
po
que
com
ella
a
compa a
no
6
.
cap.
dos
Can a es,
como
egula men e
a i mao
os
ag ados
Expo i o es
:
Qu<e
e
i a,
qua
p og edi-
u
,
qua e
Au o a
con u gens
?
(32)
de
que
e
egue,
que
mui as
cou as
abemos
ago a
,
que
du ida ão
,
ou
igno a ão
os
an igos
Pad es.
Aí im
q
diz
cla amen e
o
dou ií imo
A on o
de
Ca o
no
eu
li o
Ad c sus
ha e es
;
e
p o ando-o
com
o
e e ido
luga
dos
Can a es
,
conclue
a -
íim:
Ono
i
,
u
mul a
nunc
ciamus
,
qua
a
p imis
Pa ibus
au
dubi u a
$
m p o x
(3
2
)
Can .
Canc,
cap.
&
e .
9.
Da
Conceiçaó
de
N.
S.
57
sus
igno a a
ue un .
(
3
3
)
E
quem
po¬
de á
pô
ni o
a
meno
dú ida,
eíbube
que
mui os
Pad es
an igos
nega ão
os
li¬
os
Deu e o-Canonicos
da
ag ada
E -
c i u a,
os
An ípodas
,
os
habi ado es
da
Zona
ó ida
,
e
ou as
mui as
e dades,
de
que
emos
não
íb
ce eza
in alli el,
mas
em
mui as
delias
e idencia
;
e
e
e
p ocu a
a
cau a
p ima ia
de
e
occul a¬
em
e as
cou as
aos
Pad es
?
não
e
de -
cub i á
ou a
mais
que
a
on ade
de
Deos,
que
quiz
oí e
a
ua
Ig eja
como
a
Au o¬
a
?
que
com
o
empo
ai
c e cendo
em
no as
?
e
maio es
luzes
?
em
no os
?
e
maio es
e plando es
:
Qu*
e
Jl
i
a
^
&
c
.
Aí im
he
,
nem
d a
e dade
nece i a
de
maio
con i mação
,
ó
he
p eci o
appli-
calla
ao
no o
ca o.
I o
me mo
uccedeo
ambém
,
Se¬
nho es
,
com
a
e dade
da
Conceição
im-
maculada
de
Ma ia.
Du idá ão
delia
os
an igos
Pad es
,
e
mui os
delles
a
nega¬
ão
exp eí amen e
,
po que
não
a endê-
___K__ ao
(
3
3
)
Caü o
lib.
i.
Ad e süs
híc eles
cap.
2.
38
S
E
R
M
A
Ó
1
ao
à
e iden e
çonnexão,
que
em
a
g a¬
ça
de
Mãi
de
Deos
com
a
pu eza
o igi¬
nal.
E
e
me
pe gun ais
a
cau a
di o,
p omp i limamen e
os
e pondo,
que
oi
o
e a
a
Ig eja
como
a
Au o a
nos
eus
p incípios
,
po
di po ição
de
Deos
,
que
quiz
o le
com
o
empo
c e cendo
nas
lu¬
zes
,
e
nos
e plando es,
pa a
que
à
i a
delles
e
de cub iíTem
no
mundo
no as
e dades.
Tem
os
San os
Pad es
an igos
po
i
a
azão,
ou
ade culpa
deexi i em
naquelles
eculos,
nos
quaes
,
po
não
e¬
em
an as
luzes,
como
ago a
emos,
o-
ão
pa a
elles
incógni as
,
e
e cu as
mui¬
as
cou as
,
que
pa a
nós
são
e iden es.
Não
he
i o
exp e sãominha,
he
dodou-
ií imo
Cani io
:
(
34)
Demum
habue in
Pa es uo um
em
o
um
a
onem
,
quibus
mul a
el
o
sus
incógni a
e an
,
el
ob cu a
,
neq ie
a is
e olu a
,
qua
pojle is
diligen ius
excu ienda
,
el
cla iiis
illu -
an
-
(
3
4
)
Pe usCani ms
lib.
1.
de
B.
Vi g.
cap.
7.
in
Di pu .
con a.
eos,
qui
impugnan
Concep ionem
immacula am
Vi ginis.
Da
Conceição
de
N.
S.
39
anda
,
expHcandaque
non
ine
ce o
Dei
con ilio
elinqueban u
;
nós
po ém,
que
exi imos
em
empos
,
que
a
Ig eja
eí á
ce cada
de
an as
luzes
,
cheia
de
an os
e plando es
,
emos,
e
conhecemos
e a
e iden e
connexão.
C emos
como
ieis
que
Ma ia
San i lima
oi
Mai
de
Deos,
po que
e a
e dade
e
acha
e elada
nas
E c i u as;
po ém,
uppo a
a
é
de a
e ¬
dade
,
in e imos
po
cla o
,
e iden e
,
e
i e aga el
di cu o,
que
Ma ia
San i -
ima
nao
con ahio
a
culpa
o iginal;
po ¬
que
he
pa a
os
abios
e iden e,
que
Deos,
elegendo-a
pa a
Mai
,
a
ha ia
de
p epa¬
a
com
huma
g aça
,
que
a
p e e aíTe
de a
macula.
Dizemos
em
im
,
que
Ma¬
ia
San i lima
oi
pu a,
eimmaculada
no
p imei o
in an e
do
eu
e ,
po que
delia
na ceo
Jhsus
:
De
qua
na us
e
Je us.
E lá
a is ei a
a
dú ida,
e
concluído
o
di cu o
:
e a
ó
que
p o ados
aos
pés
do
h ono
daquella
Augu i iima
Se¬
nho a
implo emos
o
eu
al o
pa ocinio.
Vós,
Ma ia
Sobe ana,
que
de de
ae e -
K
ii
ni-
40
S
E
R
M
A
Ó
nidade
oíles
po
Deos
elei a
pa a
Mai
de
eu
Filho
unigéni o
,
aquelle
Senho
,
que
oi
ge ado
nos
e plando es
da an idade,
aquelle
,
po
quem
u pi a ão
os
Pa ia ¬
cas
5
e
os
P o e as
pa a
emedio
da
culpa
o iginal,
aquelle,
que
os
p e e ou
del-
la
no
p imei o
in an e
do oí o
e ;
ós*
que
em
empo
log a es
a
mgula
g aça
da
Ma e nidade
,
pa a
a
qual
os
di poz
Deos
com
a
pu eza
o iginal
pa a
os
a¬
ze
digna
de a
g aça
,
e
pa a
e i a
a
ignominia
,
que
e ia
,
e
naíceíTe
de
hu-
ma
Mai,
que
oí e
em
algum
in an e
pec-
cado a;
ós,
que
logo
no
p imei o
in an¬
e
do
o lb
e
alcança es
de
Deos
huma
enchen e
de
an idade
,
pa a
com
ella
e
p epa a
o
Templo
obe ano,
em
que
po
e paço
de
no e
mezes
ha ia
de
e a
en¬
ce ado
ome moDeos,
p o egei
e a
Re¬
gia
Academia
,
que
o mou
o
Mona ca
Saíamão
de
Po ugal
debaixo
da
p o ec¬
ção
de e
o lb
ingula i limo
My e io,
não
com
ou o
im
mais
que
o
de
e i ui ,
e
epa a
a
e dade
*
que
e
acha a
adul-
e-
Da
Conceição
de
N.
S.
41
e ada
na
Hi o ia.
Illu ai
os
en endi¬
men os
dei es
abios
Acadêmicos
pa a
al¬
cança em
eí e
im
,
e
pa a
que
ace em
nos
eus
e c i os
com
o
pon o
indi i i el
da
me ma
e dade,
do
melmo
modo
que
o
ace a ão
,
quando
ju a ao
de ende
o
My e io
da
o a
Conceição
ímmaculada.
Lemb ai- os
ambém
do
no lb
Augu i li-
mo,
e
Sobe ano
P o ec o ,
pois
he
ju o
que
mo ando- e
elle
ao
empenhado
nas
o as
glo ias,
ós
os
de empenheis
ag a¬
decida,
alcançando-lhe
de o o
Filho
o¬
das
aquellas
p o pe idades,
que
azem
di-
o o
hum
Mona ca,
e
eliz
o
eu
impé io.
Pedi
a
Deos
lhe
conceda
huma
ida
di¬
la ada
,
pa a
que
e
dila e
ambém
em
eus
aí allos
o
goí o
de
i e em
debaixo
de
hum
einado
ao
ju o
,
ão
ua e
,
e
en u o o,
e
ambém
pa a
que
o ne
cada
ez
mais
0
eu
e pi i o
daquelles
me eci¬
men os
,
com
que
ha
mui o
empo
deo
p in¬
cipio
à
ab ica
do
diadema,
com
que
oe -
pe amos
e
co oado
no
Empy eo.
Di e.
F
I
N
I
S.