Uni e sidad de Se illa
Depa amen o de M´
e odos de In es igaci´
on y Diagn´
os ico en
Educaci´
on
AVALIAÇÃO DO EFEITO DA PRÁTICA DO XADREZ
NO RENDIMENTO ACADÉMICO DOS ALUNOS
Tesis Doc o al
Di igida po : Ja ie Gil Flo es
P esen ada po : Ma ia Luísa Co dei o Rolo Labo inho dos San os Al es
Se illa, 2015
ii
iii
Uni e sidad de Se illa
Depa amen o de M´
e odos de In es igaci´
on y Diagn´
os ico en
Educaci´
on
AVALIAÇÃO DO EFEITO DA PRÁTICA DO XADREZ
NO RENDIMENTO ACADÉMICO DOS ALUNOS
Tesis Doc o al pa a aspi a al g ado de doc o
p esen ada po el Lda. Ma ia Luísa C.R.L. dos San os Al es,
di igida po el D . Ja ie Gil Flo es
Se illa, 2015
Ja ie Gil Flo es Ma ia Luísa C.R.L. dos San os Al es
i
Quando um jogo, como o xad ez, a ai o
in e esse da humanidade po an os séculos,
de emos da como p o ado possui sólidos
mé i os que não podem se desp ezados,
po ém me ecedo es mesmo, de de ini i a
a enção.
By ne Joseph Ho ona
aPodemos e a época em que i eu pelas ob as
publicadas: Objec i e es in economics (1933),
Dic iona y o labo economics (1948), Dic iona y o
mode n economics (1948), Dic iona y o mode n chess
(1965).
i
Ag adecimen os
Pa a que es e abalho se ealizasse á ias pessoas de am o seu con ibu o. A odos que o
exp imi os meus ag adecimen os.
Em p imei o luga ao p o esso dou o D. Ja ie Gil Flo es, que p on amen e acei ou a di e o ia
do p oje o. De o-lhe o empo que despendeu pacien emen e comigo, a disponibilidade que
semp e mos ou e as es imulan es c í icas que p opo ciona am o c escimen o do abalho.
Ao Di e o do Ex e na o da Benedi a, D . Nuno Rosa pela sua disponibilidade, que pa a
acili a o acesso aos dados, que pela ga an ia e in e esse e elado no es udo e e uado. Ao
D . José Ca adas, p o esso e Coo denado Dis i al de Xad ez no Ex e na o da Benedi a,
pela p eciosa colabo ação nos con ac os es abelecidos, na disc iminação dos g upos de
alunos, nas in e enções c í icas ao desen ol imen o do abalho.
Aos mes es e p o esso es de Xad ez que acei a am pa icipa nas en e is as. Com a ealiza-
ção das en e is as, i e o p i ilégio de e o jogo a a és dos olhos de quem gos a e pa ilha
esse gos o com os ou os. Jogado es, odos do sexo masculino, com g ande pa e da sua
ida dedicada à p á ica modalidade de xad ez e que ac edi am, de uma o ma ou de ou a, que
es e jogo de con on o in elec ual con ibui pa a o exe cício de um pensamen o conscien e,
sendo po isso impo an e azê-lo chega a odos. Em especial ao mes e in e nacional Luís
San os, pela documen ação que disponibilizou sob e o assun o.
Ao Coo denado Nacional do Despo o Escola , D . Paulo Gomes, po e au o izado a dis-
ponibilização dos dados solici ados, ao D . Rui Piedade da Di eção de Se iços de P oje os
Educa i os da Di isão do Despo o Escola pela a enção dispensada e ao D . Ped o Manuel
Kay, ambém da Coo denação Nacional do Despo o Escola , que e e i amen e o neceu
alguns dos dados solici ados.
Ag adeço ao U bano, cujo apoio oi incondicional pa a que o abalho se conc e izasse.
À minha mãe
Ao Ped o, ao And é e à Inês
À memó ia do meu pai
ii
iii 0. In odu¸c˜
ao
Índice
Ag adecimen os ii
In odu¸c˜
ao 3
1 P oblema de In es iga¸c˜
ao 7
1.1 P oblema ................................... 7
1.2 An eceden es do ensino do Xad ez escola em Po ugal .......... 7
1.3 Fo mula¸c˜
ao do P oblema ........................... 9
1.4 P op´
osi o e ques ˜
oes cen ais da in es iga¸c˜
ao ................ 11
2 Jus i ica¸c˜
ao 13
2.1 Rele ˆ
ancia em e mos de pol´
i ica educa i a ................. 13
2.2 Rele ˆ
ancia em e mos de in es iga¸c˜
ao educacional ............. 14
3 Limi a¸c˜
oes 17
4 De ini¸c˜
oes 21
I Fundamen ação Teó ica 23
5 Xad ez 27
5.1 Sín ese .................................... 27
5.2 E olução do Xad ez: das o igens à a ualidade ................ 30
5.3 O a ual jogo de Xad ez ............................ 33
5.4 A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação ..... 35
5.4.1 Xad ez no despo o .......................... 35
5.4.2 Xad ez na Psicologia ......................... 37
5.4.3 Xad ez na Educação ......................... 44
5.4.4 O Xad ez em Po ugal ........................ 47
5.4.5 O Xad ez no Despo o Escola .................... 51
ix
x i ÍNDICE DE TABELAS
9.36 Cálculo do χc................................. 120
9.38 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Inglês ........ 121
9.40 Cálculo do χc................................. 122
9.42 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Inglês . . 123
9.44 Cálculo do χc................................. 124
9.46 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Ma emá ica A . . . . 125
9.48 Cálculo do χc................................. 126
9.50 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Ma emá-
ica A ..................................... 127
9.52 Cálculo do χc................................. 128
9.54 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Biologia
e Geologia ................................... 129
9.56 Cálculo do χc................................. 130
9.58 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Biologia
e Geologia ................................... 131
9.60 Cálculo do χc................................. 132
9.62 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Física e
Química A ................................... 133
9.64 Cálculo do χc................................. 134
9.66 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Física e
Química A ................................... 135
9.68 Cálculo do χc................................. 136
9.70 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Geog a ia A137
9.72 Cálculo do χc................................. 138
9.74 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Geog a ia A139
9.76 Cálculo do χc................................. 140
9.78 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de F ancês . 141
9.80 Cálculo do χc................................. 142
9.82 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de F ancês . 143
9.84 Cálculo do χc................................. 144
9.86 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de His ó ia A 145
9.88 Cálculo do χc................................. 146
9.90 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de His ó ia A 147
9.92 Cálculo do χc................................. 148
9.94 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Economia A149
9.96 Cálculo do χc................................. 150
9.98 Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Economia A151
9.100Cálculo do χc................................. 152
ÍNDICE DE TABELAS x ii
9.102Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Li e a u a
Po uguesa ................................... 153
9.104Cálculo do χc................................. 154
9.106Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Li e a u a
Po uguesa ................................... 155
9.108Cálculo do χc................................. 156
9.110Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Alemão . 157
9.112Cálculo do χc................................. 158
9.114Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Alemão . 159
9.116Cálculo do χc................................. 160
9.118Tabela esumo da análise das classi icações ................. 161
9.120Idade com que o en e is ado começou a joga Xad ez ........... 163
9.122Ligação a Clubes, Associações, Secções, Fede ações de Xad ex ...... 163
9.124Habili ações Académicas ........................... 164
9.126Con ibu os do Xad ez na ida pessoal .................... 165
9.128Núme o de alunos no ano le i o 2014/2015 ................. 166
9.132A alia os e ei os da p á ica do xad ez no endimen o académico dos alunos 170
9.136Con ibu os do xad ez no endimen o académico dos alunos ......... 175
9.141Con ibu os do xad ez no endimen o académico dos alunos ......... 180
9.146Pa alelismo en e o P og ama de En iquecimen o Ins umen al e o Xad ez . 188
9.149Pa alelismo en e os obje i os do PEI e os con ibu os do ensino do xad ez
na ap endizagem ............................... 193
9.151Pa alelismo en e os obje i os do PEI e os con ibu os do ensino do xad ez
na ap endizagem ............................... 195
x iii ÍNDICE DE TABELAS
Índice de Figu as
3.1 Esquema inicial da in es igação ....................... 18
5.1 Pin u a mu al da câma a mo uá ia de Me a (Saka ah) Egip o ........ 30
5.2 "Cha u anga" ................................. 31
5.3 "Li o de Xad ez, dados e abelas" de Al onso X, o sábio .......... 32
5.4 "Lánalyse des Eschecs", esc i o po Philido em 1749 ............ 33
5.5 Tabulei o de Xad ez .............................. 34
5.6 "Ques o lib o da impa a e gioca e a scachi" ................. 47
5.7 E olução do PDX de Lou es desde 1985 e ao logo de 21 anos ........ 50
8.1 Análise das Classi icações dos alunos .................... 84
8.2 Análise da con e gência de opiniões dos p o esso es de Xad ez ....... 85
8.3 Pa alelismo com o PEI ............................ 85
8.4 Dis ibuição dos alunos po ano de escola idade ............... 87
8.5 Dis ibuição dos alunos pelos ês ní eis de Xad ez ............. 88
9.1 Diag ama de ex emos e qua is dos esul ados nacionais de 2014 ...... 95
9.2 Posicionamen o do ECB ace aos esul ados Nacionais de 2014 ....... 96
9.3 Dis ibuição dos alunos po ano de escola idade ............... 97
9.4 Dis ibuição dos alunos po idade ....................... 98
9.5 Dis ibuição dos alunos po géne o ...................... 99
9.6 P opo ção de alunos que sabe joga Xad ez ................. 100
9.7 F equência das idades com que ap ende am a joga Xad ez ......... 101
9.8 P opo ção de alunos que i e am aulas de Xad ez .............. 102
9.9 P opo ção de alunos que jogam Xad ez com egula idade .......... 103
9.10 P opo ção de alunos que já pa icipa am em pelo menos dois To neios de
Xad ez ..................................... 104
9.11 P opo ção de alunos que já es i e am insc i os em alguma Associação ou
Fede ação de Xad ez ............................. 105
9.12 Dis ibuição dos alunos pelos ês ní eis de Xad ez ............. 106
9.13 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Po uguês ...... 109
xix
xx ÍNDICE DE FIGURAS
9.14 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Po ugues ............................... 111
9.15 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Filoso ia ....... 113
9.16 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Filoso ia ............................... 115
9.17 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Educação Física . . . 117
9.18 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Educação Física ........................... 119
9.19 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Inglês ........ 121
9.20 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Ingles ................................. 123
9.21 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Ma emá ica A . . . . 125
9.22 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Ma emá ica A ............................ 127
9.23 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Biologia e Geologia . 129
9.24 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Biologia e Geologia ......................... 131
9.25 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Física e Química A . 133
9.26 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Física e Química A .......................... 135
9.27 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Geog a ia A . . . . . 137
9.28 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Geog a ia A ............................. 139
9.29 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de F ancês ....... 141
9.30 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de F ancês ................................ 143
9.31 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de His ó ia A ...... 145
9.32 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de His ó ia A .............................. 147
9.33 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Economia A . . . . . 149
9.34 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Economia A ............................. 151
9.35 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Li e a u a Po uguesa 153
9.36 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Li e a u a Po uguesa ........................ 155
9.37 Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Alemão ....... 157
9.38 Dis ibuição das classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disci-
plina de Alemão ................................ 159
ÍNDICE DE FIGURAS 1
O xad ez é mui a ciência pa a se jogo e mui o
jogo pa a se ciência.
Michel Eyquem de Mon aigne (1533-1592)
2 ÍNDICE DE FIGURAS
In odu¸c˜
ao
O abalho que ap esen amos desen ol e-se no domínio das ciências da educação e em como
p incipal obje i o a alia o e ei o da p á ica do Xad ez no endimen o académico dos alunos
po ugueses.
A ele ância que o jogo de Xad ez em ganho como modalidade despo i a e na sala de aula,
mo i ou a necessidade da comp eensão des e enómeno no con ex o educa i o po uguês,
nomeadamen e ao ní el do endimen o académico dos alunos.
Um mes e de Xad ez, com quem con e sa a no ou o dia, pe gun a a-me se eu conhecia
de e minada escola, espondi a i ma i amen e, dizendo-lhe inclusi amen e que já inha a-
lado com o p o esso de Xad ez dessa escola. Pe gun ou-me se ele me inha di o como inha
começado, ali, o ensino do Xad ez, e con ou-me que essa escola é ge ida po pais (uma
coope a i a de ensino). Há onze anos a ás, oi con ac ado pela di eção pa a ap esen a um
p oje o de Xad ez, po que os esul ados escola es dos alunos es a am abaixo das expec a i-
as. Fez o p oje o o ien ado, pa a o ensino do Xad ez do 1oano de escola idade ao 9oano e
indicou o nome do a ual p o esso , pa a o desen ol e .
A di eção implemen ou o p oje o.
Sabe o que acon eceu aos esul ados?
Desde que há p oje o os esul ados subi am, sob e udo a ma emá ica, e a escola passou a
igu a nas melho es do anking nacional nos exames do 4oano de escola idade, 6oano e do
9o, e con inuamos a con e sa ...
Ou o p o esso , ambém de Xad ez, dizia-me: apa ece am-me lá (no clube de Xad ez)
uns miúdos, do p imei o ciclo, com dé ice de a enção e sínd ome de hipe a i idade, odos
ecomendados pelo pedia a, pa a aumen a em a concen ação. Passado algum empo de
joga em Xad ez, já conseguem es a sen ados duas a ês ho as na escola. Ficam com ou o
3
40. In odu¸c˜
ao
compo amen o, assimilam melho a ma é ia (...) o mesmo p o esso disse-me ainda que os
seus dois ilhos jogam Xad ez e con ou-me, que no dia an e io à nossa con e sa, obse ou a
in luência do Xad ez enquan o joga a “ao galo” com a ilha; em de e minado momen o ela
pa ou e ele iu que e a ni idamen e pa a es uda as jogadas que ha ia de aze , econheceu
naquele momen o a p esença do Xad ez.
Ou o mes e de Xad ez eco dou uma expe iência com uma u ma de alunos mal compo -
ados, p imei o que os me esse a joga Xad ez oi um caso sé io, mas no im do ano eles já
pe cebiam, que pa a ence no Xad ez, não e a a lei do mais o e, no sen ido da o ça, e
quan o mais ap endiam, mais hipó eses inham de ganha .
Concluo com uma obse ação de um mes e de Xad ez que me disse: a endência da socie-
dade a ual é não pensa e o Xad ez ajuda a pensa po si.
Que melho e amen a pedagógica que es a?
In e ogamo-nos equen emen e sob e as espos as que a escola dá a p oblemas ão comuns
como o baixo endimen o académico, as p oblemá icas especí icas como a hipe a i idade e
o dé ice de a enção, o abandono escola , o compo amen o, o ensina a pensa e an as ou as
com que nos con on amos dia iamen e, pode á a espos a es a na p á ica de um jogo?
OXad ez é um jogo que além do aspe o lúdico, em ele ância educacional e despo i a,
e ap esen a um ele ado in e esse nou as á eas como, po exemplo, a psicologia. Es e jogo
se iu, du an e mui o empo, como ambien e de abalho mui o u ilizado na pesquisa de
p ocessos psicológicos, (Cha ness,1992). Hoje, al como no passado, ainda con inua a se
mui o u ilizado em pesquisas nes a á ea do conhecimen o.
Na á ea da educação, os es udos ocam-se nos bene ícios do xad ez no desen ol imen o de
capacidades cogni i as dos alunos. A ualmen e há um ele ado núme o de escolas espalhadas
po di e en es pa es do mundo que ensinam a joga xad ez. Algumas dessas escolas êm o
xad ez incluído no cu ículo pad ão (da Sil a,2012).
O conhecimen o necessá io ao p o esso que ensina xad ez, ambém em sido al o de in-
0. In odu¸c˜
ao 5
e esse e discussão e su ge equen emen e posicionado na dualidade en e o conhecimen o
p o undo do jogo e a pedagogia pa a o ensina . Laske (1947) e e e sob e es e assun o que
“el camino a eco e hacia es a enseñanza equie e buenos p o esso es, unos maes os de
ajed ez que sean al mismo iempo unos genios de la docência”.
Um a igo ecen e sob e os bene icios do Xad ez com alunos em idade escola e e e a
necessidade de aumen a a qualidade e a quan idade de es udos empí icos pa a de e mina
a ex ensão em que a aquisição de conhecimen o de Xad ez acili a a aquisição de conheci-
men o escola en e os alunos (Ba ,2014). O mesmo au o e e e um conjun o de es udos
e de ap esen ações em con e ências que dão ele ância aos e ei os da p á ica do Xad ez, na
á ea da educação como po exemplo o desen ol imen o ma emá ico dos alunos (Be kley,
2012;Ba e & Fish,2011); pode eduzi o insucesso escola (Hong,2005); aumen a a
concen ação e eduz as di iculdades de ap endizagem (Scholz e al.,2008), en e ou os;
po ém Gobe and Campi elli (2005), ealiza am um abalho sob e os es udos mais impo -
an es ealizados no âmbi o dos bene ícios do Xad ez na educação e concluem, com base na
sua análise, não es a p o ada a ans e ência das habilidades desen ol idas no Xad ez pa a
ou os campos e suge em a ealização de no os es udos empí icos.
O in e esse do jogo pelos psicólogos é mais an igo do que o dos educado es, como con-
sequência, o núme o de es udos na á ea da psicologia, elacionados com o jogo de xad ez, são
mais as os do que os da á ea da educação. En e os es udos e isados, eme ge a in luência
do xad ez no desen ol imen o do pensamen o lógico (da Sil a,2010), do aciocínio abs a o
(Celone,2001), do pensamen o c í ico e c ia i o (Fe guson,1984).
OXad ez, ambém su ge como uma o ma di e ida de ensina as c ianças a pensa . A
ace a lúdica do jogo é um aspe o ocado na li e a u a, sob e udo pa a os mais no os, po que
a a és do jogo, capacidades es u u an es podem se desen ol idas: “a essência do espí i o
lúdico é ousa , co e iscos, supo a as ince ezas e a ensão. A ensão aumen a a impo -
ância do jogo, e essa in ensi icação pe mi e ao jogado esquece que es á apenas jogando”
(Huizinga,2007).
A dimensão a ual do jogo de Xad ez o na ele an e o ap o undamen o da sua exp essão no
sis ema educa i o po uguês, no domínio dos bene ícios que lhe es ão associados, sob e udo
ao ní el dos e ei os no endimen o académico dos alunos. O ap o undamen o des a emá ica
12 1.4. P op´
osi o e ques ˜
oes cen ais da in es iga¸c˜
ao
2. Jus i ica¸c˜
ao
Pode -se-á jus i ica a ele ância do p esen e es udo a pa i de duas pe spec i as: a imple-
men ação de polí icas educa i as e a in es igação educacional.
2.1. Rele ˆ
ancia em e mos de pol´
i ica educa i a
Em Po ugal não se conhecem es udos sob e a a aliação da p á ica do Xad ez no endimen o
académico dos alunos, apesa do ensino do Xad ez já e uma exp essão conside á el no
con ex o educa i o. Conside amos ele an e nos seguin es aspe os:
1. O in es imen o que oi ei o pa a es ende o Xad ez ao maio núme o de alunos
possí el, na década de 80, jus i ica a ealização de balanços en e in es imen o e
esul ados ob idos, nomeadamen e, medi a sua exp essão em e mos do endimen o
escola ;
2. O Xad ez su ge no cu ículo escola de quase 30 países (Fe guson,1995), no Pa la-
men o Eu opeu oi ap o ada em 2012, uma ecomendação pa a que o Xad ez osse
implemen ado em odas as escolas dos seus es ados memb os; jus i ica uma “ o og a-
ia” da ealidade a ual pa a enquad a e en uais decisões;
3. O Xad ez chega ins i ucionalmen e às escolas po uguesas, de o ma ab angen e1,
como uma modalidade do Despo o Escola , en e as 37 possí eis e não como con-
sequência dos bene icios académicos que lhe são associados e es e se á, com ce eza,
um pon o de is a a e e ; no p imei o ciclo, pode ambém chega à escola como A i-
idade de Complemen o Cu icula 2e nes e caso, emos alguns exemplos que o ensino
do xad ez é ei o na pe spe i a dos bene icios académicos, com e icácia eduzida em
alguns casos.
1Nas escolas públicas, o Xad ez pode ambém chega no âmbi o dos con a os de au onomia das escolas
como um p oje o e inclui inclusi amen e o P oje o Educa i o da Escola.
2AEC
13
14 2.2. Rele ˆ
ancia em e mos de in es iga¸c˜
ao educacional
Apoiados nes es ês aspe os en endemos que as conclusões des e es udo, podem se ele-
an es no momen o de e en uais omadas de decisão elacionadas com a implemen ação do
Xad ez nas escolas.
2.2. Rele ˆ
ancia em e mos de in es iga¸c˜
ao educacional
Em e mos de in es igação educacional assen amos a ele ância do es udo em ês aspe os:
1. Um dos pon os de pa ida ele an e nes e es udo é, sem dú ida, a a u a iden i icada
no es udo ealizado po Gobe and Campi elli (2005), quando p ocu a am analisa , o
mais obje i amen e possí el, se o Xad ez e a an ajoso pa a a educação em ge al. Com
esse p opósi o, subme e am as in es igações sob e os bene icios educa i os do Xad ez
ao mesmo igo u ilizado em in es igações cien í icas académicas. U iliza am, pa a o
e ei o, os a igos que solici a am à Fede ação de Xad ez dos Es ados Unidos (USCF),
en e ou as on es de di ulgação cien í ica, que ap esen a am dados su icien es pa a
se em analisados. De odos os es udos en iados, apenas lhes oi possí el u iliza
mui o poucos, po que os desenhos expe imen ais discu idos não o am conside ados
su icien es pa a es abelece que o a amen o xad ezís ico osse a causa do bene ício
medido. Nou os casos ambém não lhes oi possí el encon a egis os cien í icos so-
b e es udos xad ezis icos mui o di ulgados, o que limi ou a sua análise a se e es udos.
Pa a o e ei o elabo a am um desenho expe imen al, que designam po expe imen o
ideal, e compa am os se e es udos ealizados com o expe imen o ideal. Os au o es
analisa am a emá ica da ans e ência de habilidades especí icas do Xad ez pa a ou as
habilidades ge ais e concluí am que os esul ados dos es udos analisados, não inham
e idências sólidas que al ans e ência oco esse. Es e es udo eio de ce a o ma
queb a o encan o dos bene icios do xad ez, apesa dos au o es apenas dize em que
aqueles es udos não o p o am, o que não signi ica que ou os o enham a aze . Po
ou o lado, apesa dos esul ados da sua in es igação pode em pa ece desanimado es
e i ica–se que não a ou a expansão do ensino do xad ez nem desenco ajou aqueles
que o ensinam, o que, na nossa opinião, ambém em uma lei u a.
No mesmo a igo, os au o es e e em que de G oo (1977) oi mais especí ico e suge iu
que a ins ução de xad ez conduzi ia a dois ipos de ganhos:
2.2. Rele ˆ
ancia em e mos de in es iga¸c˜
ao educacional 15
(a) bene icios de baixo n´
i el, melho ia na concen ação, ap ende a pe de , melho ia
nas ap endizagens, aumen o do in e esse pela escola no caso de se p o enien e
de um ambien e mais des a o ecido;
(b) bene icios de al o n´
i el, inc emen o da in eligência, c ia i idade e desempenho
escola .
De aco do com os au o es, nos es udos e is os, somen e o am explo ados os be-
ne icios de al o n´
i el, que alcança am esul ados ince os e concluí am que “se ia
uma lás ima se somen e ossem dedicados es o ços a in es igações sob e os bene icios
de al o ní el e não osse ap o ei ada a opo unidade pa a in es iga os bene icios de
baixo ní el que o xad ez pode es a a p opo ciona à sociedade” (Gobe & Campi elli,
2005).
2. O es udo que ealizamos além da me odologia quan i a i a en ol e me odologia qua-
li a i a. A e isão da li e a u a que ealizamos conduz–nos à conclusão que a maio ia
dos es udos con inua a ap esen a esul ados inconclusi os sob e os e ei os do xad ez
nos alunos. Que os esul ados do es udo ealizado po Gobe and Campi elli (2005)
que os esul ados de es udos pos e io es; con inuam a ap esen a , na sua maio ia,
de iciências me odológicas que limi am a sua gene alização. A abo dagem quali a i a
é apoiada na ecolha da opinião de p o esso es de xad ez (mes es e mes es in e na-
cionais de xad ez com ele ada e econhecida expe iência, na a e do ensino de xad ez
em Po ugal), sob e os bene icios que lhe são associados. Valo izamos a opinião dos
p o esso es, assen e na sua expe iência, sob e os bene icios do xad ez, numa ase em
que o ensino do xad ez nas escolas ap esen a uma ex ensão conside á el e c emos
que es a é ambém uma ace a que impo a conhece na abo dagem educacional des e
ópico de in es igação.
3. P ocu amos implicações do xad ez na ap endizagem dos alunos. O eduzido núme o
de es udos na á ea educacional con as a com a la ga u ilização do xad ez no campo
da in es igação em psicologia. O econhecimen o do con ibu o dos abalhos dos
psicólogos na alo ização do jogo na ap endizagem dos alunos, êm impulsionado a
explo ação do jogo de xad ez na educação. Nes e es udo conside amos a ap endi-
zagem do xad ez, com base numa o ien ação me acogni i a. Alunos com idên icas
capacidades in elec uais podem e di e en es ní eis de ealização escola , de ido à
o ma como cada um a ua sob e os seus p óp ios p ocessos de ap endizagem (Ribei o,
16 2.2. Rele ˆ
ancia em e mos de in es iga¸c˜
ao educacional
2003). Conside a-se que, a e icácia da ap endizagem depende da aquisição de es a-
égias cogni i as e me acogni i as que pe mi am ao aluno planea e moni o iza o seu
desempenho escola ; is o é, que pe mi am a omada de consciência dos p ocessos que
u iliza pa a ap ende e a omada de decisões ap op iadas sob e que es a égias u iliza
em cada a e a e, ainda, a alia a sua e icácia, al e ando-as quando não p oduzem
os esul ados desejados (A. L. Sil a & Sá,1993). Nes a pe spe i a, pa a ap ende é
p eciso ap ende como aze pa a ap ende , e a me acognição pode, en ão, se is a
como um cha e da qual depende a ap endizagem e os esul ados escola es.
3. Limi a¸c˜
oes
A ealização des e abalho so eu al e ações signi ica i as, desde a conceção a é à sua
ap esen ação, po mo i os alheios à nossa on ade, implicando e o mulações e omadas
de decisão cons an es. O desenho inicialmen e concebido pa a es uda a a aliação do e ei o
da p á ica do xad ez no endimen o académico dos alunos, e a quase–expe imen al. Com
base nes a p emissa desenhamos o es udo conside ando á ias ases com e apas dis in as:
A p imei a ase incluiu e apas como, a conceção de ins umen os pa a a disc iminação dos
g upos e uma ba e ia de se e es es, especialmen e desenhados e a e idos pa a o e ei o. Os
es es e am des inados à medição dos e ei os da p á ica do xad ez, nos g upos cons i uídos.
A elabo ação des a documen ação oi oda apoiada na li e a u a consul ada e ca ecia de a e i-
ções p á icas, em ês dos seis es es, an es da sua aplicação, nomeadamen e pa a de e mina
o empo de aplicação dos mesmos aos alunos.
Com a colabo ação dos p o esso es de xad ez de cada escola posiciona íamos os alunos de
aco do com o espe i o ní el de xad ez, endo po base os cinco es ágios a que se e e e o
p ocesso de ap endizagem no jogo de xad ez de Cle eland (1907):
1. Ap endizagem do nome e mo imen o das peças: pa a se ob e sucesso no jogo, o
mo imen o das peças de e se au oma izado;
2. Mo imen os indi iduais de a aque e de esa du an e os quais o inician e joga sem
obje i o de inido, a não se cap u a as peças do seu ad e sá io;
3. O inician e ap ende a elação en e as peças ou seja, o alo dos g upos e o alo de
peças indi iduais como pa es de g upos pa icula es;
4. O jogado alcança o qua o es ágio, quando é capaz de planea conscien emen e o
desen ol imen o sis emá ico das suas peças;
5. O jogado alcança o “sen ido posicional”, que é a culminação de um desen ol imen o
xad ezís ico homogéneo, esul ado da sua expe iência alo iza di e en es posições.
A aplicação des e ins umen o, com a ajuda dos p o esso es do xad ez escola pe mi ia a
17
18 3. Limi a¸c˜
oes
cons i uição de dois g upos de alunos que inicia am a a i idade de Xad ez Escola no ano
le i o 2014-2015 (GRUPO A - g upo Al o) e o ou o g upo de alunos, o (GRUPO C- g upo
de Con ole) com ca ac e ís icas semelhan es mas que não i iam desen ol e a p á ica do
Xad ez ao longo do ano le i o.
Aos g upos de alunos cons i uídos, se ia aplicada a ba e ia de es es1 cons uída pa a o
e ei o (1oRegis o) e que pe mi i ia medi habilidades cogni i as mencionadas na li e a u a
como habilidades desen ol idas pela p á ica do xad ez. Seguimos a p emissa, de que o
desen ol imen o de capacidades cogni i as como a luência, lexibilidade, o iginalidade e
elabo ação, concen ação/memó ia, concen ação/ aciocínio, concen ação/mecânica, aná-
lise e o aciocínio se e le iam no endimen o escola dos alunos e elabo amos uma ba e ia
de seis es es, pa a aplica aos alunos. P e íamos que o empo de aplicação, des inado a cada
es e, osse de e minado expe imen almen e.
O mesmo ins umen o se ia aplicado a ou o g upo de alunos (GRUPO C- g upo de Con ole)
com ca ac e ís icas semelhan es mas que não i iam desen ol e a p á ica do Xad ez ao longo
do ano le i o.
No inal do ano le i o se iam aplicados aos dois g upos (GRUPO A) e (GRUPO C) o mesmo
ins umen o (Regis o 2), após a in e enção pa a compa a os esul ados ob idos. Os dois
g upos de alunos (GRUPO A) e (GRUPO C) se iam acompanhados, ao longo do ano le i o,
em momen os de a aliação o mal das escolas. Es a a p e is o sen i -se a necessidade de
ecolhe in o mação eco endo a en e is as semies u u adas e a a as de a aliação in e cala
ou de inal de pe íodo pa a comple a in o mação necessá ia, de aco do com o seguin e
esquema de abalho.
G upo A
G upo B
Xad ez
1.aObse a¸c˜
ao
2.aObse a¸c˜
ao
Figu a 3.1: Esquema inicial da in es igação
3. Limi a¸c˜
oes 19
Ainda nes a ase es a a p e is a, a o malização dos pedidos de au o ização pa a a conc e i-
zação do es udo. Nes e sen ido alamos com os di e o es de alguns ag upamen os escola es,
com os quais es a a i íamos abalha , e omamos conhecimen o dos passos que de e íamos
segui pa a pode mos inicia o es udo de campo.
O p imei o passo oi o pedido de au o ização à Comissão Nacional de P o eção de Dados1.
Após um pedido de escla ecimen o ele ónico, o malizamos o pedido po mail, o necendo
oda a documen ação solici ada 2, e e uamos o pagamen o que nos oi solici ado.
O pedido de au o ização ao Minis é io da Educação pa a a ecolha dos dados dependia da
au o ização/pa ece da CNPD. Os Di e o es de Ag upamen o só podiam au o iza a ecolha
de dados nas escolas, após a au o ização do Minis é io da Educação e nós só podíamos
a ança com os pedidos de au o ização aos Enca egados de Educação pa a que os seus
educandos pa icipassem no es udo depois de oda es a o malidade es a concluída.
O pa ece 3, a o á el, oi ecebido po email em 9/9/2015.
Ou a en idade con ac ada oi a Di isão de Despo o Escola . Após me e di igido pes-
soalmen e à Di isão do Despo o Escola da Di eção Ge al de Educação pa a sabe como
podia o maliza o pedido de ob enção de dados ela i os à modalidade do Xad ez, oi-me
suge ido en ia um mail ao esponsá el pela Coo denação Nacional do Despo o Escola ,
com os dados p e endidos. Mais a de, só o am en iadas as abelas que cons am do nosso
es udo, cons i uindo uma pequena ação do que ha ia sido solici ado.
Es e cons angimen o anulou odo o abalho que i emos, na pesquisa o ien ada pa a a ela-
bo ação dos ins umen os e a aplicação dos p óp ios ins umen os, e que omos ob igados a
en ega à CNPD quando e e uamos o pedido. Todos os ma e iais desen ol idos e en egues,
azem pa e in eg an e dos anexos a es e abalho4.
A pa da si uação acima desc i a ac esce o cu o in e alo de empo en e a acei ação da
modi icação do p oje o de ese e o calendá io pa a depósi o e de esa da ese, po se a a de
um p og ama de Dou o amen o em ex insão.
1CNPD
2Sinopse do Es udo, ques ioná io de iden i icação e ba e ia de es es a aplica aos alunos
3página 301
4página 229
20 3. Limi a¸c˜
oes
4. De ini¸c˜
oes
As seguin es de inições são u ilizadas ao longo do es udo:
•Rendimen o acad´
emico:Na análise quan i a i a do es udo, conside a-se endimen o
académico, as classi icações de inal de pe íodo e/ou classi icações ob idas nos exames
nacionais;
•Reul ados escola es pa ciais e globais:Na análise quan i a i a do es udo en ende-
se po esul ados pa ciais os esul ados ob idos em cada disciplina e po esul ados
globais, os que se ob idos no conjun o das disciplinas;
•P ´
a ica egula de xad ez:Conside a-se que a p á ica egula do xad ez é aquela
que es á associada à p esença do aluno em dois ou mais o neios escola es;
•Xad ez escola :Conside a-se xad ez escola , a p á ica desen ol ida na escola, no
âmbi o do Despo o Escola , como a i idade cu icula ou ex acu icula , ou no âm-
bi o de qualque ou a inicia i a desen ol ida com alunos em idade escola ;
•Ap endizagem:Nes e es udo conside a-se que a ap endizagem se enquad a na pe spe-
i a das Teo ias do P ocessamen o da In o mação. A ideia cen al, nes as eo ias, é que
o compo amen o (e o seu desen ol imen o) aduz um conjun o de p ocessos men ais
que êm a e com:
1. a codi ica¸c˜
ao de es ímulos indos do ex e io , inpu s;
2. a sua e en¸c˜
ao em di e sos ipos de memó ia, concebida, em ge al, como se de
um a mazém se a asse;
3. a sua ans o ma¸c˜
ao in e na;
4. a sua ecupe a¸c˜
ao;
21
28 5.1. Sín ese
p ocessos men ais dos se es humanos. Da consul a ealizada, salien amos os abalhos, em
1926, pelos psicólogos da ex- União So ié ica: Diaco , Rudik e Pe o sky, que es uda am
a elação en e o xad ez e a capacidade men al; a opinião de Vygo sky, em 1933, sob e a
impo ância do jogo de xad ez no ensino; os es udos de Ad iaan De G oo , ealizados em
1946. Além de impo an es, o am on e de inspi ação, pa a ou os psicólogos. Cha ness
(1992), a ibui duas an agens pa a a u ilização do jogo de xad ez em psicologia:
1. o jogado de xad ez cons i ui um bom modelo pa a se es uda em os p ocessos cogni i-
os básicos: a pe ceção, a memó ia e a esolução de p oblemas;
2. a opo unidade única pa a se es uda em as di e enças indi iduais dos jogado es com
base na escala de classi icação Elo que os posiciona no xad ez, de aco do com a sua
pe ícia no jogo e explica, assim, o ele ado núme o de ci ações nas pesquisas sob e o
xad ez.
Fe nand Gobe , que con ibuiu com uma no a eo ia, que p ocu a ab ange as di e sas ace as
da psicologia dos jogado es de xad ez: pe ceção, memó ia, ap endizagem e p ocessos de
a enção em a i idades indi iduais e p ocu a compa a as p edições da sua eo ia com os
esul ados expe imen ais ob idos po ou os in es igado es (Ga ido,2001). Ao pe co emos
a li e a u a da Psicologia Cogni i a elacionada com o jogo de xad ez, encon amos com
equência, sepa adamen e ou em conjun o, os e mos pensamen o, in eligência e ans e-
ência, onde nos de i emos. A ans e ência eme ge do es udo psicológico da in eligência
e S enbe g, em 1984, sob e a necessidade de melho a as habilidades do pensamen o dos
alunos, e e e que, de aco do com as suas pesquisas, a in eligência pode se einada, e
ap esen a ês P og amas de eino da in eligência ou P og amas pa a ensina a pensa ,
la gamen e disseminados:
1. P og ama de En iquecimen o Ins umen al de Feue s ein (PEI);
2. P og ama de Filoso ia pa a c ianças de Lipman;
3. P og ama de Mes ia em Ap endizagem e Lei u a de Chicago2de Beau Fly Jones, e
ou os.
S enbe g, ac edi a que é possí el eina compe ências in elec uais, e como os p og amas
escola es não es ão de idamen e “equipados” pa a o aze em, sus en a a necessidade de
implemen ação de p og amas que o açam. Vai mais longe, e de ine um conjun o de ca-
ac e ís icas, em elação às quais, qualque p og ama de e á con empla . Escla ece que os
2Chicago Mas e y Lea ning Reading P og am
5.1. Sín ese 29
ês p og amas mencionados, acima mencionados, são excelen es exemplos de p og amas de
eino de compe ências in elec uais.
Finalmen e na á ea da Educação, pa imos dos bene ícios mais comuns que su gem associa-
dos à educação, e o çamos com os undamen os ap esen ados no documen o da decla ação
do Pa lamen o Eu opeu, de 15 de ma ço de 2012, sob e a in odução do p og ama “Xad ez na
Escola” nos sis emas de ensino da União Eu opeia. Fazemos uma b e e análise e ospe i a
do xad ez nas Escolas e ocamo-nos sob e udo no ensino do Xad ez em Po ugal. A pa i
de 1974, com a e olução democ á ica e, o xad ez inicia uma ase de expansão p oje ando-se
nas escolas na década de 1980, com o a anque de p oje os Cama á ios que i e am como ob-
je i o pô “em ma cha, nas escolas” o ensino do xad ez. O p imei o desses g andes p oje os
oi lançado em 1985, na Câma a de Lou es. Ap esen amos esse p oje o, com mais de alhe,
po que pe mi e e a a o p ocesso de expansão do xad ez nas escolas, no caso po uguês.
Es e p oje o se iu de exemplo, pa a ou os p oje os semelhan es, p oli e assem nou as
Câma as do país. A pa des es p oje os Cama á ios, há egis os de ou as inicia i as, uma
das quais é des acada, na á ea do si e do Minis é io da Educação, ese ada á modalidade
do xad ez escola , no Ex e na o Coope a i o da Benedi a. Po ou o lado, os Clubes e as
Associações locais ão ganhando exp essão na p epa ação de jo ens pa a a compe ição.
A ualmen e o DE em 37 modalidades di e en es, sendo o xad ez, uma delas. O p incípio
subjacen e à p á ica des a modalidade no âmbi o do DE, é igual à das ou as modalidades,
é impo an e e e i que não se des acam os bene ícios cogni i os da mesma. O núme o
de alunos egis ados o icialmen e no Despo o Escola , e que cons am das abelas acima
ap esen adas, cons i ui uma pequena pa e da o alidade dos alunos que bene iciam de aulas
de xad ez no ensino po uguês; po que, nes as abelas, não cons am os alunos que êm xad ez
nas escolas p i adas (colégios), nos clubes ou associações, ou ainda nas escolas públicas,
no âmbi o das A i idades de En iquecimen o Cu icula e que co espondem a um núme o
signi ica i o de alunos. O p imei o ela ó io que pe mi e e uma isão de conjun o do que
em sido a p á ica do Despo o Escola no nosso sis ema educa i o, é publicado em maio
de 2006, pela Di eção – Ge al de Ino ação e Desen ol imen o (DGIDC) e epo a aos anos
le i os 2001/2002 e 2004/2005. No ela ó io pode le -se que p e endeu “con ibui pa a
colma a es a lacuna” de al a de in o mação sob e a si uação despo i a nacional, apon ando
uma ausência de es udos sob e os e ei os da p á ica das a i idades desen ol idas no âmbi o
do Despo o Escola , que “p a icamen e ainda não so eu qualque ipo de es udos” F ei e,
30 5.2. E olução do Xad ez: das o igens à a ualidade
J.A. (2010).
5.2. E olução do Xad ez: das o igens à a ualidade
A o igem do jogo do xad ez não é p ecisa nem ge a consenso nos his o iado es quan o à da a
e local da sua o igem, po isso é, mui as ezes, abo dada num con ex o mais ala gado da
o igem dos jogos e ap esen ada como esul ado de “um ou o ascínio dos homens p imi i os,
que pe du a a é aos dias de hoje, que é o de desa ia ou en a a so e, hábi o que ajudou
a ge a o apa ecimen o dos jogos” (Klein,2003). Segundo o mesmo au o , a e e ência
a queológica mais an iga sob e jogos de abulei o é, p o a elmen e, a pin u a mu al da
câma a mo uá ia de Me a3, em Saka ah (nos a edo es de Gizé, no Egi o). Essa pin u a,
ep esen a duas pessoas, ao que pa ece dian e de um jogo de mesa.
Figu a 5.1: Pin u a mu al da câma a mo uá ia de Me a (Saka ah) Egip o
Pela inexis ência de li e a u a o iginal ou egis os a queológicos, a his ó ia do xad ez baseia-
se mais em lendas milena es e li e a u a e oa i a (Klein,2003).
No século XVIII Si William Jones e a da opinião que a in enção do xad ez se de ia a
um génio. Mais a de, Ha old Mu ay, au o da His ó ia do Xad ez (1913) é axa i o e
es abelece a da a de 570 d.C, como da a do seu apa ecimen o e quan o ao local de o igem
si ua-o no no oes e da Índia, ac edi ando que o in en o oi um ilóso o com conhecimen os
ma emá icos (Klein,2003).
A ualmen e, os his o iado es ac edi am que o xad ez esul ou de uma e olução, com o igem
nos jogos de caça, co ida e cap u a e uma das his ó ias mais conhecidas sob e a o igem do
jogo de xad ez encon a-se no li o de Edwa d Laske (1999), His ó ia do Xad ez.
3h p://www.jo nalsc.com/img/de ail/2808-espo e---a-his o ia-do-xad ez.jpg
5.2. E olução do Xad ez: das o igens à a ualidade 31
A eo ia mais acei e é que o jogo enha ido o igem na Índia po ol a do século VI d.C, onde
e a conhecido como o jogo do exé ci o ou cha u anga4(jogo dos qua o elemen os); podia
se jogado com duas ou qua o pessoas ao mesmo empo, cada jogado possuía 5 ipos de
peças: um minis o (hoje dama), um ca alo, um ele an e (hoje bispo), um na io, (mais a de
uma ca uagem, hoje a o e) e qua o soldados (peões), como mos a es a igu a (Gius i,
2002).
Figu a 5.2: "Cha u anga"
Segundo o mesmo au o , uma das manei as de se especula sob e a idade des e jogo é que
os elemen os (peças) ep esen ados no abulei o aziam pa e do exé ci o indiano a é es e
se de o ado po Alexand e o G ande, no ano de 326 a.C. Es es ac os ize am supo que
ocha u anga e a p a icado nes e pe íodo, man endo-se a dú ida de há quan o empo já
e a jogado. O abulei o e a de uma só co (chamado de ash apada) e as peças dos qua o
jogado es di e encia am-se pelas co es e melha, e de, p e a e ama ela. A peça a se
mo imen ada e a de inida po uma jogada de dados, ou seja, cada núme o dos dados indica a
uma peça a se mo ida.
A expansão do jogo é a ibuída a iagens dos me cado es e dos come cian es; explicam-se
assim as di e en es di eções que o jogo pe co eu: pa a les e (China), o nando-se o “Jogo do
Ele an e”, pa a o Japão e Co eia, onde se o na no “Jogo do Gene al” e pa a oes e (Pé sia),
onde passa a se chamado de cha ang (Jogo de Xad ez), gozando de g ande popula idade,
po ol a do século VI.
4www.chess ille.com/images/Cha u anga.jpg
32 5.2. E olução do Xad ez: das o igens à a ualidade
Há duas modi icações ei as na Pé sia: o núme o de pa cei os é eduzido a dois e c ia-se uma
no a peça: o Xá ( ei). Com a conquis a da Pé sia pelos á abes (po ol a do ano 651), o jogo
é ado ado pelos conquis ado es e é di undido po odo o no e de Á ica.
Os á abes es uda am p o undamen e o jogo e de am-se con a que ele es a a bas an e elaci-
onado com a ma emá ica, esc e e am á ios a ados e, apa en emen e, o am os p imei os a
o maliza e a esc e e as suas eg as.
Po ol a do século IX o jogo de xad ez oi in oduzido na Eu opa; segundo uns, pela in asão
muçulmana da Península Ibé ica, e segundo ou os, du an e o con on o Ociden e-O ien e na
P imei a C uzada (Klein,2003).
No século XI já e a amplamen e conhecido em oda a Eu opa, onde so e a seguin e modi i-
cação: o Minis o o na-se Rainha (dama) (Gius i,2002).
No século XIII, as casas do abulei o passam a se di ididas em duas co es pa a acili a a
isualização dos jogado es. A possibilidade do peão a ança duas casas su ge, pela p imei a
ez, num manusc i o do ei espanhol A onso X, “o sábio”, em 1283. Es e manusc i o é
conse ado a ualmen e na Biblio eca do Museu Esco ial de Mad id (Gius i,2002).
Figu a 5.3: "Li o de Xad ez, dados e abelas" de Al onso X, o sábio
A al e ação dos mo imen os da dama e dos bispos pa a os mo imen os a uais acon eceu po
ol a do ano de 1485, na Renascença I aliana. Es a al e ação é mui o impo an e, po que as
pa idas passam a se mais ápidas. As al e ações sucedem-se e no li o esc i o po Philido ,
em 1749, su gem odas as eg as a ualmen e acei es (Gius i,2002).
5.3. O a ual jogo de Xad ez 33
Figu a 5.4: "Lánalyse des Eschecs", esc i o po Philido em 1749
5.3. O a ual jogo de Xad ez
O Xad ez é conside ado um jogo de in eligência e es a égia concebido pa a dois jogado es,
cada qual com o seu conjun o de 16 peças que se mo em num abulei o quad angula ,
compos o po 64 quad ados que al e nam de co , adicionalmen e en e o b anco e o p e o.
A p imei a casa no ex emo esque do do abulei o de e se uma casa p e a e a úl ima casa
no ex emo di ei o, uma casa b anca. Cada linha é designada po uma le a (a a h), enquan o
as colunas são designadas po um núme o (1 a 8), des e modo a casa é designada pela le a
e núme o co esponden es à sua linha e coluna (a1, b6, 5, e c.), e es a no ação co esponde
ao sis ema pad ão u ilizado em compe ições o iciais. Assim como o abulei o, as peças
de cada jogado êm duas co es dis in as, no malmen e o b anco e o p e o. O obje i o
do jogo é con on o en e os dois jogado es, a a és do seu conjun o de peças e de eg as
mui o p ecisas, ganha aquele que consegui de o a o ei ad e sá io. Quem dá ma e ganha a
pa ida. Quando o ma e, não é possí el, pa a nenhuma das pa es, a pa ida es á empa ada. A
p á ica do xad ez é baseada na li e a u a écnica xad ezís ica e egulada po eg as e códigos,
di ulgados po en idade di igen e, igo osamen e obse ados po á bi os de xad ez (Rocha,
2009).
O xad ez po se um jogo de es a égia e á ica, não en ol e o elemen o so e. A única
exceção é o so eio das co es no início do jogo, já que as b ancas azem semp e o p imei o
mo imen o e, em eo ia e ão an agem. Exis e uma g ande a iedade de abulei os de
xad ez, ei os em ma e iais di e sos, na igu a abaixo ap esen amos um abulei o de xad ez
ulga .
34 5.3. O a ual jogo de Xad ez
Figu a 5.5: Tabulei o de Xad ez
Há algumas modalidades de jogo que di e em no empo de du ação da pa ida, que pode
a ia en e alguns minu os a é ho as ou mesmo dias pa a que seja decla ada e minada,
po ezes sem que algum dos jogado es dê o xeque – ma e ( ambém chamado de ma e) no
ad e sá io. No que espei a à o ma de jogo, conside am-se: a o ma adicional, p esencial,
na qual os jogado es jogam p esencialmen e e en e a en e an e um abulei o, ou i ual-
men e, en e ou as. As modalidades: ápidas, elâmpago (Bli z), são a ian es da o ma
adicional, onde o empo pa a joga é mui o eduzido. O xad ez elâmpago (Bli z) é uma
a ian e do xad ez adicional na qual exis e um limi e de empo máximo de 15 minu os pa a
cada jogado . Nes a modalidade os jogado es p o issionais não p ecisam de ano a os seus
lances, é um ipo de jogo de xad ez em que a cada lado, é dado menos empo pa a aze
os seus mo imen os do que nos o neios no mais, o impo an e nes a modalidade é aze o
ad e sá io pensa mais do que em como p ossegui (D. S. Ma ques,2012).
Ou as a ian es menos comuns, po ezes e e idas na li e a u a, são: às cegas, quando o
jogado não em isão do abulei o e p ecisa gua da as posições das peças na memó ia.
Oxad ez pos al, nes e caso, os lances são en iados po co espondência. O jogado ecebe
o lance do seu ad e sá io, ep oduz no abulei o, az o seu lance e ol a a en ia po co eio
a é o jogo e mina . Es a modalidade es á a cai em desuso e a se subs i uída pelo mail. Pa a
o xad ez po co espondência exis em ede ações nacionais e in e nacionais que o ganizam
essa modalidade, econhecidas pela FIDE.
Colocação de p oblemas; um p oblema de xad ez é no malmen e colocado na o ma de
uma posição de abulei o a pa i da qual o jogado de e p ocu a a i ó ia ou uma posição
cla amen e encedo a. Os p oblemas de xad ez são comuns em colunas especializadas de
jo nais (Klein,2003).
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação 35
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação
5.4.1. Xad ez no despo o
O p imei o Campeona o Mundial de Xad ez oco eu em 1886. De 1886 a 1946, o campeo-
na o oi conduzido numa base in o mal, com o desa ian e a e que ence o campeão pa a
se o na no no o campeão.
Em 1924 oi c iada a Fede ação In e nacional de Xad ez (FIDE), es u u a undamen al na
o ganização/ egulação da p á ica despo i a do xad ez. Cada país em a sua Fede ação que,
po sua ez, é memb o da FIDE. Em Po ugal, a Fede ação Po uguesa de Xad ez5, é c iada,
em 1927 com sede em Lisboa.
Juan An onio Sama anch, p esiden e do Comi é Olímpico In e nacional (COI) decla ou,
em 1998, que pensa a p opo à Assembleia Ge al do COI que acei asse, como memb o,
a Fede ação In e nacional de Xad ez (FIDE) apoiando a sua p opos a na seguin e e lexão:
Nos nossos a qui os não emos uma de inição o icial do que é o despo o6. O Xad ez é um
despo o men al po excelência, e es á o ganizado em odo o mundo. Encaixa pe ei amen e
no lema men e sã em co po são e dá-nos uma imagem ligada a in eligência (Bueno,2014).
O xad ez oi econhecido como despo o pelo Comi é Olímpico In e nacional (COI) em
junho de 1999 (Filgu h,2007).
Fo am ealizados á ios es udos que comp o a am o xad ez como a i idade ísica. Moni o iza am-
se os ba imen os ca díacos dos jogado es, em pa idas de xad ez elâmpago, no auge da
dispu a alguns jogado es ap esen a am ní eis de ba imen os ca díacos compa ados aos de
um co edo ao inal da p o a, ap esen a am ainda al os ní eis de a i idade ce eb al, aumen o
da ci culação sanguínea, libe ação ho monal e mo imen ação, p incipalmen e dos memb os
supe io es, que exigem ao jogado de xad ez uma boa capacidade ísica e sob e udo mo o a.
Salien ou-se ainda o aspe o pos u al e emocional dos jogado es, abalhados cons an emen e
du an e o jogo (Bueno,2014).
Ou o aspe o que e o çou o xad ez como um despo o oi a pa e inancei a (D. S. Ma ques,
2012). O mesmo au o ac escen a que o xad ez é um despo o po que é um jogo, uma
5A Fede ação Po uguesa de Xad ez é uma ins i uição de u ilidade pública despo i a c iada em 1927
6Claeys (1984) en ende que são qua o os elemen os essenciais da de inição de despo o: o mo imen o
(a i idade ísica e in elec ual humana), a compe ição ( i alidade no sen ido da elação despo o/pe o mance),
a ins i ucionalização (exis ência de eg as e no mas ins i ucionalizadas) e o laze (ca á e ec ea i o e lúdico);
ac escen ando que ais ca ac e ís icas encon am-se p esen es de manei a a iá el nas di e en es modalidades
e o mas de p a ica despo o
36 5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação
compe ição, uma a i idade de al o endimen o, p opo ciona o sen imen o de supe a a si
p óp io e ao seu ad e sá io, há desgas e ísico e men al, é p a icado po milhões de pessoas,
é baseado em eg as e possui uma en idade egulado a, a Fede ação In e nacional de Xad ez
(FIDE).
A Fede ação In e nacional de Xad ez, p omo eu cong essos e seminá ios sob e o xad ez e
a educação, o xad ez e a a bi agem, o xad ez e o condicionamen o ísico, e a p epa ação
psicológica do xad ezis a (FIDE, 1993) e a sua inicia i a em p ol do ensino do xad ez nas
escolas é alo izada pela UNESCO (da Sil a,2012).
A ualmen e o xad ez é conside ado um dos jogos mais popula es do mundo, sendo p a icado
po milhões de pessoas em o neios amado es e p o issionais, clubes, escolas e a a és da
in e ne . Es ima-se que ce ca de 605 milhões de pessoas em odo o mundo sabem joga
xad ez e que des as 7,5 milhões sejam iliadas a uma das ede ações nacionais que exis em
em 160 países de odo o mundo7.
Pa a classi ica os jogado es de xad ez a FIDE, bem como odas as ede ações nacionais,
usam o sis ema a ing ELO, desen ol ido po A pad Elo (1903-1992). O con ibu o de
A pad Elo oi o de es abelece uma unção a pa i da di e ença en e os pon os ob idos po
ambos os jogado es (depois de se en en a em um núme o su icien e de ezes) p opo ciona a
di e ença de Elo en e eles. Es e sis ema ans o ma a pon uação ob ida num o neio (pa ida
ganha 1 pon o, pe dida 0 pon os, empa e 0,5 pon os), num conjun o de alo es numé icos
disc e os de qua o núme os in ei os. Es e egis o p opo ciona in o mação es a ís ica con-
iá el sob e o endimen o de um jogado . O seu undamen o eó ico baseia-se na di e ença
de egis o en e os dois jogado es e cons i ui um guia pa a p edize o esul ado de uma
pa ida en e eles. As ó mulas de ans o mação co espondem ao domínio da eo ia das
p obabilidades e es a ís ica. É ce o que é possí el ob e a medição exa a da “ o ça” de um
jogado , a expe iência demons a que os alo es do egis o, conside ados como e lexo do
endimen o de um in e alo especí ico, co espondem à ealidade dos esul ados especí icos
de um jogado . A a és des e sis ema é possí el dize quem são os melho es jogado es de
xad ez do mundo. Quan o melho é um jogado maio é a sua classi icação – ELO.
7h p://www.despo oescola .dge.mec.p /xad ez (2 de maio de 2015)
8Fon e: h p://www.chess.com/a icle/ iew/chess- a ing-classes
9Necessi a cump i 3 no mas FIDE de GMI
10Necessi a cump i 3 no mas FIDE de MI
11a classi icação, pa a da o igem ao í ulo, de e man e -se em pelo menos 24 pa idas consecu i as
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação 37
Classi ica¸c˜
ao Denomina¸c˜
ao FIDE8
ELO ≥2500 GMI G ande Mes e In e nacional9
ELO ≥2400 MI Mes e In e nacional10
ELO ≥2300 MF Mes e FIDE11
ELO ≥2200 MN Mes e Nacional
ELO ≥2000 CM Candida o a Mes e
Tabela 5.1: Tabela de i ulos em Xad ez
5.4.2. Xad ez na Psicologia
O xad ez em sido uma escolha equen e, como ambien e de pesquisa, em psicologia e
são á ios os psicólogos que êm es udos ealizados com ecu so ao jogo de xad ez. Um dos
p imei os psicólogos a u iliza o xad ez no es udo sob e a elação en e a in eligência espacial
e o ní el xad ezís ico dos g andes mes es oi Al ed Bine , nos inais do século XIX. Seguiu-
se, em 1907, Cle eland que desc e eu de o ma subje i a o p ocesso de ap endizagem do
xad ezis a e F eud em 1913 (Ga ido,2001). Em 1926, go e nado es da ex in a União So ié-
ica solici a am aos psicólogos da Uni e sidade de Mouscou, Diaco , Rudik e Pe o sky que
es udassem a elação en e o xad ez e a capacidade men al. O es udo incidiu sob e mes es
de xad ez (8) e a pesquisa iden i icou nos jogado es de xad ez um conjun o de ca ac e ís icas
mui o supe io es às da população; ne os bem empe ados; au ocon ole; habilidade em
dis ibui a a enção po mui os a o es; habilidade em pe cebe elações dinâmicas; uma
men alidade con empla i a; al o ní el de desen ol imen o in elec ual; habilidade pa a pensa
conc e amen e e obje i amen e; uma memó ia pode osa pa a assun os de xad ez; capacidade
pa a pensamen o sin é ico e imaginação; habilidade combina i a; on ade disciplinada; in e-
ligência mui o a i a; emoções disciplinadas e au ocon iança (da Sil a,2012). Vygo sky, em
1933, a i ma a que a a és da ap endizagem do xad ez, a c iança pode elabo a habilidades
e conhecimen os socialmen e disponí eis, passando a e e nizá-los, p opo cionando-lhe um
compo amen o além do habi ual da sua idade. Ad iaan De G oo , em 1946, publicou os
seus es udos sob e o p ocesso de pensamen o dos xad ezis as1, o abalho é mui o conside-
ado, na psicologia, pela o ganização e conhecimen o que dá sob e a habilidade em joga
xad ez. Suge iu que os jogado es mais bem classi icados são capazes de usa uma o ma
de acionamen o das peças, ou compa ação de “pad ões”, o que lhes pe mi e codi ica
apidamen e as mac o ca ac e ís icas das posições, e isso explica a melho capacidade de
memó ia (Holding,1985). No Psicologia De G oo se e de inspi ação a no os es udos,
44 5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação
sições explíci as sejam ei as no p og ama, de modo a aumen a a sua p obabilidade
de oco ência;
7. A adoção do p og ama de e e em con a a demos ação do sucesso empí ico em im-
plemen ações semelhan es à p óp ia implemen ação planeada. Su p eenden emen e,
mui os p og amas não êm dados sólidos sob e os pe íodos de implemen ação. Ou os
podem e dados que são ele an es apenas pa a de e minadas si uações escola es ou
pa a de e minadas ca ac e ís icas de es udan es, bem di e en e das que se p e ende.
A cha e pa a o sucesso é escolhe um p og ama com expe iência comp o ada em
si uações semelhan es à que p e endemos.
8. O p og ama de e es a associado a um bom cu ículo de o mação de p o esso es, e
de eino de alunos, bem es ado. O melho p og ama pode deixa de ealiza o seu
po encial se os p o esso es não são su icien emen e einados ou mal einados pa a
o aplica em. O p og ama se á mui o mais p openso a e sucesso, se o nece eino
cla o e u ilizá el p o esso ; de modo a ga an i que seja implemen ado de o ma e icaz.
9. O p og ama de e á ap esen a expec a i as ap op iadas aos p o esso es e di e o es
escola es dos esul ados que possam i a espe a da sua implemen ação.
S enbe g conside a que a maio ia dos p og amas cu icula es não o nece o eino das com-
pe ências in elec uais que es es p og amas o e ecem, daí a necessidade de se em implemen-
ados nas escolas.
5.4.3. Xad ez na Educação
A maio ia dos p oje os de xad ez escola são desen ol idos com base na ideia de que o
es udo e a p á ica sis emá ica do xad ez podem auxilia no desen ol imen o cogni i o do
aluno (da Sil a,2012).
Os bene ícios que lhe es ão associados são ex ensos e a iados, en e os mais e e idos
encon amos o desen ol imen o do aciocínio lógico, as habilidades ma emá icas, o aumen o
da capacidade de memó ia, o es ímulo da imaginação, a e sa ilidade, a a enção, o espí i o de
in es igação, a cu iosidade, a p udência, a paciência, a c ia i idade, a pe se e ança, a au o-
con iança, o pensamen o lógico o mal, o planeamen o, a omada de decisão, a concen ação,
a cu iosidade, a consciência de g upo, esponsabilidade, o companhei ismo, a o mação da
pe sonalidade, o ca á e , do conhecimen o, a es u u ação das habilidades, os alo es mo ais,
o espei o pelo ad e sá io, o ap ende a pensa po si, o se consequen e, en e ou os.
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação 45
Na Eu opa, a decla ação do Pa lamen o Eu opeu, de 15 de ma ço de 2012, sob e a in odução
do p og ama Xad ez na Escola nos sis emas de ensino da União Eu opeia, exo a a Comis-
são pa a e em conside ação os esul ados dos es udos sob e o e ei o des e p og ama no
desen ol imen o das c ianças. Re e e ainda que o Xad ez é um jogo acessí el às c ianças de
odos os g upos sociais, podendo con ibui pa a a coesão social, e pa a obje i os polí icos,
como a in eg ação social, o comba e à disc iminação, a edução dos índices de c iminalidade
e a é mesmo a lu a con a di e sas dependências. Re e e ainda que qualque que seja a idade
da c iança, o Xad ez pode melho a a sua concen ação, paciência e pe sis ência e pode
desen ol e a c ia i idade, a in uição, a memó ia, bem como a compe ência de análise e de
omada de decisão; conside ando que o Xad ez ambém ensina a de e minação, a mo i ação e
o despo i ismo e, po es as azões, en e ou as, solici a à Comissão e aos Es ados-Memb os
que incen i em a in odução do p og ama Xad ez na Escola nos seus Sis emas de ensino.
Xad ez nas Escolas – uma análise e ospe i a
O in e esse pelos jogos na educação emon a a Pla ão, que in oduziu a exp essão ap ende
b incando. A is ó eles ambém suge ia o uso dos jogos, como o ma de p epa ação pa a a
ida. Po ém é com F oebel que o jogo passa a aze pa e do cen o do cu ículo de educação
in an il (Klein,2003). O jogo é uma ação li e, que se execu a e sen e como que si uada
o a da ealidade. En e an o, ele pode abso e comple amen e o jogado , sem p opósi o
especí ico. Essa ação oco e den o de um espaço e empo de e minados e desen ol e-
se segundo uma o dem e eg as implíci as ou in e nas (Huizinga,2007). Na opinião de
D. S. Ma ques (2012), o imenso mé i o do jogo de Xad ez é que ele esponde a uma das
ques ões undamen ais do ensino mode no: da a possibilidade de cada aluno p og edi
segundo o seu p óp io i mo, alo izando assim a sua mo i ação pessoal. Re e e ainda,
que olhando a p á ica do xad ez di ecionada apenas pa a as compe ições ou pa a a a i idade
lúdica, não são ab angidas odas as exigências educacionais necessá ias pa a que o es udan e
enha um bom endimen o escola , daí a necessidade de abalha com es e jogo, de o ma
pedagógica, pa a que seja capaz de desen ol e educacionalmen e as c ianças. Segundo
Klein (2003), o endimen o escola pode se melho ado signi ica i amen e com a in odução
do xad ez, a uando es e em a o da au ocon iança, no desen ol imen o da concen ação e
na supe ação de p oblemas disciplina es. O sucesso de um p og ama de ensino de xad ez ai
depende de uma sé ie de a o es: ecu sos ma e iais e humanos, ca ac e ís icas da escola,
46 5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação
maio ou meno in e esse dos esponsá eis. Ainda de aco do com es e au o , a impo ância
do xad ez, como disciplina escola e ins umen o pedagógico, além de e de enso es de
peso, a sua impo ância nas escolas é demons ada, a a és de ações o iciais e expe iências
ins i ucionalizadas, em países como:
B asil desde a década de 1980, que no B asil, mais p op iamen e no es ado do Pa aná, se
começou a desen ol e o p oje o de xad ez nas escolas, onde se o ma am mes es
no jogo de xad ez, que passa am pos e io men e a habili a p o esso es pa a que se
pudesse es ende o p og ama a ou as egiões. A ualmen e o p oje o de xad ez es á
implan ado em á ios es ados b asilei os e em a o ien ação do Minis é io da Educação
pa a se a a de uma a i idade ex a-classe, que se á ealizada ambém nos inais de
semana, onde p o esso es e alunos são olun á ios;
Cuba a democ a ização do xad ez é ei a segundo o modelo so ié ico, com ên ase na o -
mação de jogado es de compe ição. O g ande as o – ainda é o alecido José Raúl
Capablanca;
F ança o Minis é io da Educação, desde 1976, pa ocina compe ições escola es e incen-
i a o ensino de xad ez como a i idade socioeduca i a, de es imulação cogni i a e de
es udo di igido;
Hung ia memb o undado da FIDE e Campeão Olímpico (Buenos Ai es, 1978), es e país
Balcânico ese a luga de des aque pa a as a i idades de xad ez escola , com a
pa icipação a i a dos pais;
RDA – Alemanha de 1976 a 1980, á ias expe iências con oladas o am ealizadas e en-
co ajadas;
RFA – Alemanha15 os p imei os es o ços ol ados pa a a in odução do xad ez nas escolas
da am do século XIX. Em 1985, a Uni e sidade Schille , de Jena, c iou um cu so
acul a i o com a du ação de um ano, cujos diplomados se o na am ap os a di igi
clubes escola es de xad ez (de Sá,1988);
Rússia Ilyin Gene sky (1894-1941), mes e usso, oi um dos mais e icien es o ganizado es
do xad ez so ié ico, odo o apoio oi dado pa a o ma uma legião de jogado es de
compe ição. A pa i da década de 80, a in luência dos as os – Ka po e Kaspa o , azia
com que os seus o neios escola es i essem a pa icipação de milha es de c ianças;
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação 47
Venezuela em 1988, o go e no enezuelano in oduziu aulas de xad ez em odas as escolas,
na sequência dos esul ados ob idos no P oje o Ap ende a pensa e P og ama de
xad ez; o es udo con i mou os esul ados de Ch is iaen‘s, que o xad ez aumen a o quo-
cien e de in eligência (QI). Os esul ados do es udo suge i am que o xad ez desen ol e
uma no a o ma de pensa (Sundbe g,2009);
Em dezemb o de 1986, a FIDE16 e a UNESCO17 c ia am a Comiss˜
ao do Xad ez Escola , no
sen ido da di usão e democ a ização do xad ez como e amen a impo an e na educação das
c ianças e em 1993, p o esso es e especialis as de 38 países euni am-se em Cu i iba, B asil,
pa a oca expe iências sob e a implan ação do xad ez no cu ículo escola (Klein,2003).
5.4.4. O Xad ez em Po ugal
Alguns ac os sob e o xad ez em Po ugal
A en ada do xad ez em Po ugal acon ece com a in asão muçulmana e há a indicação18
que desde a econquis a de Odemi a, po D. A onso Hen iques em 1166, o xad ez passou a
igu a como jogo de eis.
No século XV, en e os judeus que ecusa am o c is ianismo, des acou-se o xad ezis a Da-
mião de Odemi a, bo icá io na ila alen ejana de Odemi a (1480-1544), que ugiu pa a I ália,
onde publicou, em Roma, o li o "Ques o lib o e da impa a e gioca e a scachi”, no ano de
1512.
Figu a 5.6: "Ques o lib o da impa a e gioca e a scachi"19
15De aco do com uma lenda local, p o enien e da localidade medie al de S obecks, na Alemanha, em 1011,
ha ia um duque p eso que possuía 32 peças de xad ez esculpidas e joga a com os gua das. Em i ude des a
lenda a escola p imá ia local inclui aulas de xad ez no seu cu ículo.
16Fédé a ion In e nacionale des Échecs (FIDE). Fede ação mundial de Xad ez.
17Uni ed Na ions Educa ional, Scien i ic and Cul u al O ganiza ion.
18Nos documen os ap esen ados em 2009, pelo Mes e In e nacional de Xad ez Luís San os
48 5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação
Nes e a ado, além de es a em e e idas mui as das pa idas publicadas pelo sace do e Luís
de Lucena20 (1497), é e e ida a “abe u a po uguesa” ou o “gambi o de Damião” e ainda
um capí ulo dedicado à “a e de joga com a men e”. A sua ob a alcança g ande êxi o e
é edi ada em inglês e ancês. Es e acon ecimen o liga Po ugal à publicação de um dos
p imei os li os de xad ez publicados no mundo.
Nos inícios do século XV, D. João I elogia no seu “Li o da Mon a ia” o xad ez, conside ando-
o como hábil eino mili a e segundo o c onis a Ga cia de Resende, D. João II joga a
xad ez com “mes ia”, e quando iaja a le a a consigo um jogo de xad ez que unciona a
com al ine es. Ou os ma cos ele an es e mais ecen es da his ó ia po uguesa do xad ez
passam pela o ganização do p imei o Campeona o Nacional Absolu o, em 1911, que passou
a ealiza -se, egula men e, de o ma anual, a pa i de 1950.
Em 1927 oi c iada a Fede a¸c˜
ao Po uguesa de Xad ez, que es á sediada em Lisboa. Em
1946, no Es o il, mo e o campeão do mundo Alexande Alekhine, quando se p epa a a com
amigos po ugueses pa a (en e os quais o médico Má io Machado21) um ma ch con a o
usso Mikhail Bo innik.
A pa i de 1974, com a e olução democ á ica, o xad ez inicia uma no a ase e a sua
expansão nas escolas, p oje a-se na década de 1980, com o a anque de p oje os Cama á ios
que i e am como obje i o pô “em ma cha, nas escolas” o ensino do xad ez. O p imei o
desses g andes p oje os oi lançado em 1985, na Câma a de Lou es. Ap esen amos esse
p oje o adian e e com mais de alhe, po que pe mi e e a a o p ocesso de expansão do xad ez
nas escolas, no caso po uguês. Es e p oje o se iu de exemplo, pa a que ou os p oje os
semelhan es, p oli e assem nou as Câma as do país.
O Plano de Desen ol imen o de Xad ez (PDX) de Lou es de 1985 a 2006
Uma exp essão do xad ez escola de âmbi o cama á io22.
19"Lib o Damiano". Licenciado sob Domínio público, ia Wikimedia Commons - h ps://commons
.wikimedia.o g/wiki/File:Lib o_Damiano.jpg
20Luís de Lucena é o au o da mais an iga ob a imp essa sob e o xad ez “Repe ición de amo es y A e de
Ajed ez”, publicado em Salamanca em 1497
21 Pe cu so do excelen e ní el do xad ez po co espondência em Po ugal
22Tex o cedido pelo Mes e In e nacional de Xad ez Luís San os, conside ado hoje, um dos maio es
especialis as mundiais em ma é ia de xad ez escola e sem dú ida um dos mais expe ien es como icou pa en e
na eunião da Comissão de Xad ez nas Escolas da FIDE du an e as Olimpíadas de Is ambul 2012 (onde Luís
San os oi capi ão de equipa da seleção nacional, assim como em T omso 2014).
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação 49
O enómeno de expansão do Xad ez escola , e não só, em Po ugal, pode se obse ado
a a és de exemplos conc e os, como o que aqui se desc e e, e que explica, não só, o
enómeno de c escimen o como a exp essão que o jogo assumiu.
Os Planos de Desen ol imen o do Xad ez (PDX), sob e udo nas câma as do Ba ei o, de
Almada, Lou es e Lisboa assumem, du an e a década de 1980, uma eno me impo ância em
e mos da di ulgação do xad ez nas escolas ab angidas po essas Câma as. De aco do com
o Mes e In e nacional de Xad ez Luís San os, o Plano de Desen ol imen o de Xad ez de
Lou es, oi uma expe iência de sucesso que du ou 21 anos. Apesa da in e upção no ano
de 2006, po decisão polí ica da Câma a, há on ade de e oma o Plano já no p óximo ano
le i o de 2015/2016.
Rela i amen e às ca ac e ís icas do Plano de Desen ol imen o de Xad ez (PDX) de Lou es
du an e o pe íodo 1985/2006, conside am-se as seguin es ases:
1. Cu sos escola es (an ecedidos po ações de sensibilização);
2. To neios escola es (P o as p elimina es do In e escola );
3. Finais do In e escola ;
4. Jogos da Paz/Ci cui o das Cole i idades (em alguns anos incluí am o neios escola es
suplemen a es in e - u mas).
Além das ases e e idas, o PDX p omo eu mui as ou as a i idades, algumas mais isí eis
pa a a população em ge al, como a o ganização no concelho de Campeona os Nacionais e
Dis i ais de Jo ens (alguns com Fes i ais e ou as ações pa alelas, abe as a odos), In e -
municipais, e a é 3 ‘ma ches’ Lou es – Res o do País (o e cei o ganho memo a elmen e
po Lou es a 40 abulei os con a uma seleção nacional ei a pela Fede ação po ocasião
da ealização de odos os escalões dos Nacionais de Jo ens no concelho em 1992). Deco -
en es des as inicia i as os Campeões dis i ais e nacionais de jo ens mul iplica am-se no
concelho e duas equipas de cole i idades do concelho a ingi am a p imei a di isão nacional.
As seleções de Lou es nos in e municipais, dis i ais e a é nas nacionais de jo ens e am
emidas. Com a o mação da Academia ( ede de einado es) a pa i de 1993, os melho es
alunos ambém começa am a ensina como einado es. A pa i de 1996 (a é 2000), esses
jo ens einado es i e am opo unidade de a ingi a ca ego ia de mes e nos 8 o neios
in e nacionais Mes e-Jo em que lança am o nome de Lou es de ini i amen e no pano ama
eu opeu. Todas essas p o as i e am ca ego ia su icien e pa a a ibui no mas pa a mes e
in e nacional dado o seu ní el a ing médio e nacionalidades p esen es de aco do com os
50 5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação
egulamen os da FIDE ( ede ação In e nacional). Mui os des es jo ens que se des aca am
nos o neios de compe ição e am con idados pa a ensina nas escolas do concelho e e am
emune ados po esse abalho. Es a e a a o ma de colma a a lacuna da al a de p o esso es
de xad ez e, po ou o lado cump ia a a e a de le a à escola pessoas que além de gos a da
a i idade es a am habili adas pa a o ensino do mesmo.
A ní el o ganizacional, Lou es b ilhou no 1oCong esso Mundial de xad ez nas escolas ea-
lizado pela FIDE no B asil em 1993 e a é deu cu sos sob e o seu mé odo de desen ol imen o
em Espanha, em 1997. Pa idas com peças humanas (no Pa ilhão Paz e Amizade e em á ias
escolas) animação de ja dins e es as do concelho. Pales as sob e xad ez e compu ado es,
condução de sessões de pa idas simul âneas e múl iplas exposições públicas do PDX são
mais alguns exemplos do impac e social que o PDX deixou no concelho de Lou es em 21
anos. Ce ca de 100 mil jo ens o am sensibilizados pa a o xad ez, e, pelo menos um e ço
des es pa icipou a i amen e nos cu sos e o neios escola es desse pe íodo. Os núme os das
pa icipações undamen ais do PDX Lou es ao longo desses 21 anos, es ão ap esen ados no
quad o abaixo. Salien a-se que, apenas a Escola Secundá ia de Cama a e conseguiu, apesa
de udo (e com apoio da espe i a Jun a de F eguesia), conse a alguma “chama acesa” no
concelho.
Es e p oje o oi impo an e, po que oi o p imei o e se iu de exemplo, pa a que ou os p oje-
os semelhan es p oli e assem po ou as Câma as do país. A pa des es p oje os Cama á ios,
Clubes e ou as Associações locais o am ganhando exp essão na p epa ação de jo ens pa a
a compe ição.
Figu a 5.7: E olução do PDX de Lou es desde 1985 e ao logo de 21 anos
23Em 2014 oi ap o ado um no o plano de xad ez, que agua da inanciamen o pa a e oma a a i idade no
p óximo ano le i o 2015/2016.
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação 51
Pa icipa¸c˜
ao nas p o as es u u ais do PDX de Lou es desde 1985
Ano
Le i o Obs.Cu sos
Escola es
To neios
Escola es
Final do
In e escolas
Jogos
da Paz
1985/86 600 180 50 14
1986/87 1600 400 100 50
1987/88 1600 400 150 50
1988/89 1600 400 200 50
1989/90 2000 500 250 300
1990/91 2000 700 200 500
1991/92 2000 700 250 250
1992/93 2000 700 250 400
1993/94 a)2500 1800 250 450
1994/95 2650 1950 200 600
1995/96 3050 2100 250 500
1996/97 2600 1400 250 600
1997/98 2650 1950 300 700
1998/99 b)3100 1400 450 750
1999/00 b)c)1600 1000 350 750
2000/01 b)1750 650 300 700
2001/02 b)1750 750 300 900
2002/03 1350 800 300 350
2003/04 1800 750 300 400
2004/05 1650 600 250 250
2005/06 1200 800 250 −−
2006/07 d)e)−− 39 −− −−
2007/08 e)−− 47 −− −−
2008/09 e)−− 40 −− −−
2009/10 e)−− 41 −− −−
2010/11 e)−− 53 −− −−
2011/12 e)−− 63 −− −−
2012/13 e)−− 64 −− −−
2013/14 −− −− −− −−
2014/15 )−− −− −− −−
2015/16 −− −− −− −−
a)Fo ma¸c˜
ao da Academia
b)A´
ul ima coluna inclui os o neios escola es in e u mas
c)Lou es sem Odi elas
d)In e up¸c˜
ao do PDX municipal de Lou es
e)To neio da Escola Secund´
a ia de Cama a e
com o Apoio da JF Cama a e
)ap o ado um no o PDX que agua da inanciamen o
pa a e oma no ano le i o 2015/2016
Tabela 5.2: E olução do PDX de Lou es desde 1985 e ao logo de 21 anos23
5.4.5. O Xad ez no Despo o Escola
No con ex o educa i o po uguês, a p á ica do xad ez chega ins i ucionalmen e às escolas,
como a i idade de complemen o cu icula , e cons i ui uma modalidade do Despo o Esco-
52 5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação
la 24 (DE). Os alunos ade em a es a modalidade num egime de libe dade de pa icipação e
de escolha, in eg adas no plano de a i idades da escola e coo denadas no âmbi o do sis ema
educa i o. O DE é o único se iço do Minis é io da Educação que desen ol e a i idades
pedagógicas num domínio educa i o p edominan emen e elacionado com a mo icidade
humana e que o ganiza a i idades in e escola es com ca á e sis emá ico, em odo o e i ó io
nacional. Sendo uma a i idade de complemen o cu icula , de ca á e olun á io, o Despo o
Escola ( egulado pelo Dec e o-Lei no95/91, de 26 de e e ei o), dá a opo unidade pa a
que os jo ens, em idade escola , possam p a ica uma modalidade despo i a. O Despo o
Escola é um ins umen o ab angen e que pe mi e a p á ica da modalidade de xad ez escola ,
em qualque pa e do país desde que o p oje o educa i o da escola e os ecu sos humanos o
con emplem. O p imei o ela ó io que pe mi e e uma isão de conjun o do que em sido
a p á ica do Despo o Escola no nosso sis ema educa i o, é publicado em maio de 2006,
pela Di eção – Ge al de Ino ação e Desen ol imen o (DGIDC) e epo a aos anos le i os
2001/2002 e 2004/2005. Es a publicação sob e o Despo o Escola , p omo ida pela Di eção
Ge al de Ino ação e de Desen ol imen o Cu icula (DGIDC), a a és da sua Di eção de
Se iços de Despo o Escola e das A i idades de P omoção da Saúde (DSDEAPS). No ela-
ó io pode le -se que p e endeu “con ibui pa a colma a es a lacuna” de al a de in o mação
sob e a si uação despo i a nacional, apon ando uma ausência de es udos sob e os e ei os
da p á ica das a i idades desen ol idas no âmbi o do Despo o Escola , que “p a icamen e
ainda não so eu qualque ipo de es udos” F ei e, J.A. (2010). Os alunos pa icipan es no
Despo o Escola dis ibuem-se po escalões e á ios, de aco do com o quad o:
Ano de Nascimen o
Escal˜
ao 2013/2014 2014/2015 2015/2016 2016/2017
In an il A 2003 a2005 2004 a2006 2005 a2007 2006 a2008
In an il B 2001 a2002 2002 a2003 2003 a2004 2004 a2005
Iniciado 1999 a2000 2000 a2001 2001 a2002 2002 a2003
Ju enil 1997 a1998 1998 a1999 1999 a2000 2000 a2001
J´
unio 1992 a1996 1993 a1997 1994 a1998 1995 a1999
Tabela 5.3: Escalões e á ios das compe ições do Despo o Escola
A ualmen e o DE em 37 modalidades di e en es, sendo o xad ez, uma delas. O p incípio
subjacen e à p á ica des a modalidade no âmbi o do DE, é igual à das ou as modalidades,
24h p://despo oescola .dge.mec.p /
5.4. A impo ância do Xad ez no despo o, na psicologia e na educação 53
não se des acando pelos bene ícios cogni i os da mesma. Pa a que a modalidade de xad ez
escola passasse a se conside ada modalidade de Xad ez Escola , con ibuí am a ealização
dos campeona os egionais e campeona os nacionais, e hou e duas p o as com especial
ele ância: os Encon os Nacionais Escola es de Indi idual e de Equipas (a 4 abulei os),
que se ealizam há onze edições, desde o ano 2000, da a da p imei a edição que se ealizou
no Ex e na o Coope a i o da Benedi a. Os dados mais ecen es, ela i os à modalidade de
xad ez disponibilizados pela DGE (Di eção Ge al de Educação)25, pe mi em-nos conhece a
e olução do núme o de jo ens que p a icam es a modalidade, a é à a ualidade.
Ano
le i o 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 2013/14 2014/15
TDE26 127990 142510 158590 172240 185500 172770 183370
Xad ez 2739 3520 3822 4616 5194 4682 5061 5252
GE27 147 167 180 197 189 188 190 188
Tabela 5.4: Relação do núme o de alunos insc i os no Despo o Escola e no Xad ez
O núme o de alunos egis ados o icialmen e no Despo o Escola , e que cons am das abelas
acima ap esen adas, cons i ui uma pequena pa e da o alidade dos alunos que bene iciam de
aulas de xad ez no ensino po uguês; po que, nes as abelas, não cons am os alunos que êm
xad ez nas escolas p i adas (colégios), nos clubes ou associações, ou ainda nas escolas pú-
blicas, que ensinam xad ez no âmbi o das A i idades de En iquecimen o Cu icula (AEC),
ou de P oje os Educa i os (PE), e que co espondem a um núme o signi ica i o de alunos.
Além de modalidade de xad ez, no âmbi o do Despo o Escola , o xad ez ambém pode
chega às escolas po inicia i as cama á ias28, associações dis i ais ligadas à ede ação de
xad ez, clubes, p oje os ou di eções de escolas, a a és da u ilização de ecu sos humanos
disponí eis na escola no p imei o caso, ou con a ados, no caso das câma as, e do ensino
pa icula e coope a i o. Em alguns casos, sob e udo no p imei o ciclo de escola idade, su ge
no malmen e no cu ículo, com uma ho a semanal, ou o a do cu ículo, como A i idade de
En iquecimen o Cu icula (AEC).
25Foi solici ado no dia 6 de Ab il, po mail, ao Coo denado Nacional do Despo o Escola , D . Paulo Gomes,
um conjun o de dados especí icos do xad ez escola , após uma eunião p esencial no Minis é io de Educação
com o D . Rui Piedade. O D . Ped o Kay, en iou os dados que u ilizamos nes e es udo.
26To al de alunos no Despo o Escola
27G upos/Equipas de Xad ez
28Na egião de Lisboa des acam-se as das Câma as de Almada, Ba ei o e Lou es.
60 6.3. Teses de dou o amen o
6.3. Teses de dou o amen o
6.3.1. Á ea da educação
1. Oimpac o da Ins u¸c˜
ao de xad ez na capacidade do pensamen o c ´
i ico e na ealiza-
¸c˜
ao do desen ol imen o ma em´
a ico dos alunos.
Be kley (2012)3.
Be Kley colocou 5 ques ões:
a) Exis e co elação en e o pensamen o c í ico medido com a escala de Wa son-
Glase C i ical Thinking App aisal (WGCTA) e o desen ol imen o da ealização
ma emá ica dos es udan es?
b) Exis e co elação en e a ealização em xad ez medida po uma a aliação em xad ez
e o pensamen o c í ico medido pela escala WGCTA?
c) Se á que a ins ução em xad ez melho a o pensamen o c í ico medido pela escala
WGTCA?
d) Se á que a ins ução em xad ez melho a o desempenho em ma emá ica?
e) Quais o am as pe ceções sob e a elação en e o xad ez, o pensamen o c í ico e o
desempenho em ma emá ica?
Conclusões: Os esul ados da ase quan i a i a do es udo indica am que a ins ução
em xad ez melho a a as habilidades ma emá icas, mas não melho a a as habilidades
no pensamen o c í ico. Rela i amen e aos esul ados da ase quali a i a do es udo, os
es udan es pe cebe am que há mui as elações en e o xad ez, o pensamen o c í ico, e
o desen ol imen o em ma emá ica. Os es udan es pe cebe am que joga xad ez pode
melho a a habilidades do pensamen o c í ico.
2. Racioc´
inio l´
ogico e o jogo de xad ez:em busca de ela¸c˜
oes.
da Sil a (2010).
O es udo e e como obje i o pesquisa se ha ia co elação posi i a en e os desempe-
nhos no jogo de xad ez e a Escala de Desen ol imen o do Pensamen o Lógico. No
es udo pa icipa am 30 es udan es do ensino médio, di ididos em 3 g upos de p o ici-
ência em xad ez: básico, in e médio, a ançado. Os esul ados do es udo pe mi i am
3Da in K. Be kley (2012). The Impac o Chess Ins uc ion on he C i ical Thinking Abili y and
Ma hema ical Achie emen o De elopmen al Ma hema ics S uden s. Mo gan S a e Uni e si y, Doc o al hesis
6.3. Teses de dou o amen o 61
conclui que exis e uma co elação posi i a en e o desempenho xad ezís ico e a Escala
de Desen ol imen o do Pensamen o Lógico.
3. Usa o xad ez pa a melho a os esul ados de ma em´
a ica dos es udan es que ece-
bem se i¸cos especiais de educa¸c˜
ao.
Ba e (2010)4.
Ba e es udou, du an e 30 semanas um p og ama ins ucional de xad ez aplicado a
alunos do 6oao 8oano, di igido a c ianças com necessidades educa i as especiais.
Compa ado o g upo que ecebeu a ins ução de xad ez, com o g upo de con olo, os
alunos pon ua am mais al o em qua o das oi o medidas de ealização de ma emá ica.
Ba e e i icou que a di e ença e a es a is icamen e signi ica i a en e os dois g upos.
4. E ei os cogni i os da ins u¸c˜
ao do xad ez em alunos com insucesso escola .
Hong (2005).
Hong‘s desc e e assim os seus esul ados “a p imei a implicação é que os jo ens
p incipian es no jogo de xad ez que indiciem isco de insucesso escola melho am
os seus esul ados à medida que ão p og edindo na ins ução do xad ez. P ecisam
de mais empo de ins ução de xad ez, po pe íodo, do que as 12 sessões. É suge ido
um ano ou dois de ins ução de xad ez, pa a p oduzi e ei os cogni i os o es em
es udan es em isco de insucesso escola .
5. Oxad ez e a Educa¸c˜
ao: Expe iˆ
encias de ensino xad ez´
is ico em meios escola ,
pe iescola e ex a-escola .
de Sá (1988).
Es e es udo oi conduzido en e 1984 e 1987, ab angeu ês ins i uições de ensino em
Pa is e cen ou-se nas seguin es ques ões:
a) Que a o es in luenciam a u ilização do xad ez nos ambien es escola es?
O que ca ac e iza e di e encia a in odução do xad ez nos ambien es escola es, pe i
escola e ex aescola ?
b) Qual o mé odo educa i o e qual o p og ama didá ico que melho a endem às espe-
ci icidades des e ensino?
É uma in es igação pe cu so a de p oje os de ensino, ex ensão e pesquisa.
6. Xad ez e ap id˜
oes.
4Da id Ch is ophe Ba e (2010). USING CHESS TO IMPROVE MATH ACHIEVEMENT FOR
STUDENTS WHO RECEIVE SPECIAL EDUCATION SERVICES, Texas A & M Uni e si y, Doc o al hesis
62 6.3. Teses de dou o amen o
F ank (1974)
Es e es udo oi ealizado no Zai e (com jo ens com idades comp eendidas en e os 16
e os 18 anos) e inha como p opos a es a as seguin es hipó eses:
a) a e icácia em ap ende xad ez é uma unção de di e sas habilidades cogni i as,
incluindo habilidade espacial, habilidade pe ce i a, aciocínio, c ia i idade e in e-
ligência ge al.
b) ap ende xad ez in luencia o desen ol imen o dessas habilidades.
O g upo que ecebeu o mação em xad ez, euniu-se du an e uma ho a, duas ezes
po semana, du an e um ano. A ins ução incluía aulas, es es, pa idas simul âneas e
p á icas. O g upo de con olo não ealizou nenhuma a i idade especial. A pe gun a
mais impo an e que se coloca nes e es udo é se a ins ução em xad ez melho a o
endimen o. Na ealidade o p og esso no g upo que jogou xad ez oi mui o baixo, e
a maio pa e da di e ença en e os g upos é explicada pela edução do endimen o do
g upo de con olo (...) po conseguin e, Gobe e Campi elli concluem que somen e
a“habilidade e bal” oi ap imo ada pela ins ução xad ezis a (Gobe & Campi elli,
2005).
6.3.2. Á ea da Psicologia
1. Os e ei os de um p og ama de xad ez no acioc´
inio abs a o e esolu¸c˜
ao de p oble-
mas em c ian¸cas da escola elemen a .
James Celone (2001)5.
Celone seguiu o desempenho de 19 alunos olun á ios da escola elemen a , com idades
que a ia am en e 7 e 14 anos, que se egis a am num p og ama de 20 ho as de
ins ução de xad ez, ex a aulas, du an e uma semana. Es es alunos esol e am um
es e la gamen e acei e como ins umen o de medida especí ica do aciocínio abs a o
e de esolução de p oblemas, ambém lhes oi pedido o “Knigh ‘s Tou ” 6, conside ado
como uma medida especí ica pa a medi habilidades do xad ez. Os esul ados do es e
depois do p og ama ins u i o, o am mui o supe io es aos esul ados an e io es ao
p og ama de xad ez.
5James Celone (2001). The e ec s o a chess p og am on abs ac easoning and p oblem-sol ing in
elemen a y school child en. Sou he n Connec icu S a e Uni e si y, Doc o al hesis
6.4. Teses de mes ado 63
2. Ensinando os 4 “R” (Racioc´
inio)a a ´
es do xad ez.
Fe guson (1984).
Es e es udo oi desen ol ido en e 1979 e 1983, p opunha desen ol e expe iências
es imulan es que a o ecessem o desen ol imen o do pensamen o c í ico e c ia i o.
Pa icipa am es udan es alen osos (com QI supe io a 130) do 7oao 9oano. Es e
es udo em uma debilidade mui o impo an e, que anula qualque in e p e ação de
esul ados em e mos do con ibu o do eino xad ezís ico ao pensamen o c í ico e
c ia i o: os es udan es oca am de a i idade imes almen e ou semes almen e, e os
que pa icipa am na ins ução xad ezís ica, ambém pa icipa am nou as a i idades.
6.4. Teses de mes ado
6.4.1. Á ea da Educação
1. P ´
a icas Pedag´
ogicas no ensino-ap endizagem do jogo de xad ez em escolas.
R. R. V. Sil a (2009)
A au o a az um le an amen o sob e a impo ância do jogo na pe spe i a de di e en es
au o es e sin e iza os esul ados da sua análise; az o mesmo em elação a algumas
ca ac e ís icas do jogo de xad ez e as suas implicações no con ex o educacional.
2. O Jogo e o Xad ez: En e Teo ias e His ´
o ias.
Rocha (2009)
O au o es abelece que a associação en e o xad ez e a educação es á baseada em
con eúdos de ma emá ica, pedagogia, psicologia, e educação ísica. Relaciona o xa-
d ez como um elemen o acili ado do aciocínio e, po ex ensão, à comp eensão de
con eúdos ma emá icos ine en es ao modo ope an e desse jogo de es a égia alo izado
na ma emá ica ec ea i a. Salien a o a o lúdico do jogo usado como ins umen o
pedagógico pa a acili a o ensino e a ap endizagem, alo izando-o, mui o mais, pa a
a assimilação de conhecimen os, do que como impulso pa a a imaginação c iado a
que nu e a cul u a. Nes a ese de mes ado o au o , baseado nas suas expe iências
como jogado e p o esso de xad ez, obse a que o que nu e a p á ica do xad ez
é a compe ição lúdica e o que impulsiona o jogado a es uda a li e a u a écnica
xad ezís ica on ade de ence .
64 6.6. A igos
6.5. Disse ações de licencia u a
1. Xad ez e desen ol imen o cogni i o.
Ch is iaen (1976)
Es e in es igado belga desen ol eu a sua disse ação de licencia u a6apoiada na
eo ia de Piage . Em pa icula , o in e esse esidiu em e i ica se a p á ica do xa-
d ez acele a a passagem do es ágio de “ope ações conc e as” pa a o es ágio seguin e
designado po es ágio das “ope ações o mais”.
Segundo Gobe and Simon (1996), não o am encon ados e ei os signi ica i os em
nenhuma das a e as piage ianas, con udo, o g upo que jogou egula men e xad ez,
du an e 42 semanas, 1 ho a po semana, e e melho endimen o, is o é, melho es
esul ados escola es, an o depois de cinco meses de ins ução7de xad ez como no
inal do ano le i o.
6.6. A igos
À semelhança dos es udos an e io men e e e idos, os a igos selecionados, os a igos sele-
cionados, são ap esen ados de o ma ab e iada.
6.6.1. Á ea da Educação
1. Onosso mo imen o: Usa o xad ez pa a melho a os esul ados de ma em´
a ica dos
es udan es que ecebem se i¸cos especiais de educa¸c˜
ao. (Ba e & Fish,2011)8
Es e es udo a aliou o impac o de 50 minu os po semana de in e enção xad ez ses-
são de g au 6-8 g aus em es udan es que ecebem se iços especiais de educação na
sequência dos esul ados ob idos na A aliação de Texas Conhecimen os e Compe-
ências (TAKS). A amos a oi compos a de 15 alunos do g upo de a amen o e 16
alunos do g upo de con olo. Os esul ados indica am uma di e ença signi ica i a em
qua o dos oi o obje i os em Ma emá ica. Os au o es conside am es e es udo de ido
6Apesa de na ese de Dou o amen o de Wilson da Si a es e es udo i e e enciado como ese de mes ado,
a olha de os o da disse ação ealizada pelo au o naquela da a ap esen a a indicação de disse ação pa a a
ob enção do g au de licenciado.
7A ins ução de xad ez oi ob iga ó ia, uma ho a semanal, e consis iu de eo ia, pa idas e o neios.
8OUR MOVE: USING CHESS TO IMPROVE MATH ACHIEVEMENT FOR STUDENTS WHO
RECEIVE SPECIAL EDUCATION SERVICES. By Ba e , D.C. & Fish, W.W.; In e na ional Jou nal o
Special Educa ion, 26(3), 181-193. On 2011
6.6. A igos 65
à eduzida amos a não pe mi e o nexo de causalidade e gene alização, no en an o, os
esul ados ob idos suge em que o xad ez é uma po encial e amen a ins ucional, pa a
se aplicada em es udan es que ecebem se iços de educação especial.
2. Oimpac o do eino de xad ez no desempenho ma em´
a ico e nas habilidades de con-
cen a¸c˜
ao de c ian¸cas com di iculdades de ap endizagem.Scholz e al. (2008)9
O obje i o des e es udo oi o de a alia os bene ícios do xad ez nas aulas de ma-
emá ica, pa a c ianças com di iculdades de ap endizagem e com baixos ní eis de
in eligência (QI 70-85). Fo am selecionadas ao acaso salas de aulas de 4 escolas
alemãs pa a c ianças com di iculdades de ap endizagem, que ecebe am uma ho a
de xad ez em oca de uma ho a de ma emá ica semanal, du an e uma ano le i o, A
concen ação e as habilidades de cálculo das c ianças o am medidas usando es es
es anda dizados. O g upo de xad ez oi compa ado com o g upo de con olo, sem
aulas de xad ez. As habilidades de concen ação e cálculo pa a a e as de esc i a
o am desen ol idas igualmen e nos dois g upos. As habilidades de cálculo pa a
a e as simples de adição e calculo imp o isado o am signi ica i amen e melho es
nas classes que joga am xad ez. Os au o es do es udo concluí am que o xad ez pode
se uma mais- alia na ajuda das c ianças com di iculdades de ap endizagem e que a
ans e ência das lições de xad ez pa a o desen ol imen o de compe ências básicas de
ma emá ica o am obse adas.
3. E ei os cogni i os.Hong and Ba (2007)10
Os esul ados endem a não apoia a isão de que a ins ução de xad ez pa a o inician e
em isco de insucesso escola enha e ei os cogni i os e iden es sob e esses es udan es.
Um esul ado des e es udo é que a di e ença de habilidade em xad ez e as pon uações
no TONI-3 11 pós- es e e p é- es e o am signi ica i amen e co elacionados. Es a
di e ença suge e que a habilidade em xad ez pode es a elacionada com a melho ia das
habilidades cogni i as dos alunos. Os alunos em si uação de isco que es ão em ní eis
iniciais de compe ência em xad ez podem se capazes de melho a as suas habilidades
cogni i as e sua habilidade no xad ez. Em conclusão, é ecomendá el que os e ei os
cogni i os da ins ução de xad ez nos alunos em isco de insucesso escola con inuem
9Impac o o Chess T aining on Ma hema ics Pe o mance and Concen a ion Abili y o Child en wi h
Lea ning disabili ies In e na ional Jou nal o Special Educa ion, ol 23 No3 2008
10ERIC Numbe : EJ814515; Reco d Type: Jou nal; Publica ion Da e: 2007; Pages: 8; Abs ac o : As
P o ided; Re e ence Coun : 33; ISBN: N/A; ISSN: 0827-3383
11The es O Non e bal In elligence- hi d edi ion (TONI-3)
66 6.6. A igos
a se es udados. Ins ução de xad ez especialmen e con igu ado pode e ela -se mui o
e icaz na p odução de e ei os cogni i os salu a es en e os alunos em isco de insucesso
escola nos EUA e no es o do mundo.
4. O ENSINO DO JOGO DE XADREZ NOS CONTEXTOS ESCOLAR, DO LA-
ZER E COMPETITIVO: PERSPECTIVAS DIFERENCIADAS Ch is o ole i, Schwa z,
Campagna, San iago, and Teixei a (2007)12
É um es udo quali a i o, ealizado com o obje i o de in es iga a pe ceção de p o esso-
es de xad ez, sob e as es a égias de ensino adequadas aos seguin es con ex os: lúdico,
ensino em sala de aula e compe ição. A amos a oi cons i uída po 13 p o esso es de
xad ez, de ambos os sexos, com idades comp eendidas en e os 22 e os 56 anos, ní eis
socioeconómicos a iados e escola idade supe io , expe iência no ensino do xad ez
acima de 12 anos, e e am odos p o esso es em escolas e/ou clubes e écnicos com
econhecimen o nacional na modalidade.
Os dados, analisados desc i i amen e, po meio da Técnica de Análise de Con eúdo
Temá ico, indicam que 76,92 % dos en e is ados a i ma am que há di e enças em se
ensina o xad ez, consoan e o con ex o. Os pa icipan es alega am que, pa a se ensina
o xad ez no âmbi o do laze , ocalizam-se, especialmen e, nas pa idas e combinações
emá icas, mos ando a beleza das jogadas e en a izando o xad ez poé ico, u ilizam
ambém b incadei as como es a égia de ensino-ap endizagem. No ensino ol ado
pa a o xad ez escola , a p incipal p eocupação encon a a-se em ag ada aos pais,
ou seja, aze com que o aluno soubesse joga o básico, pa a pode ensina e joga
com a amília. Po im, no xad ez compe i i o icou e iden e a necessidade de maio
empenho po pa e do jogado , pois e á que conhece di e sas abe u as e domina
as eo ias de inal de jogo. O elacionamen o en e as pa es ambém oi apon ado
como essencial nes e con ex o. Pa a 15,38 % dos pa icipan es da amos a, não há
qualque di e enciação no ensino nesses con ex os, pois, alcança a expec a i a pessoal
do aluno em ap ende não depende do que p e ende a ingi , o oco ecai á, semp e,
na ap endizagem. Apenas um dos p o esso es (7,69 %) não emi iu opinião sob e o
assun o abo dado. A au o a conside a impo an e a ealização de no os es udos pa a
ap o unda os conhecimen os ace ca do ensino des a modalidade pa a cada con ex o.
5. The Role o Domain-Speci ic P ac ice, Handedness and S a ing Age in Chess.
12Coleção Pesquisa em Educação - Vol.5, no1 - 2007 - ISSN: 1981-4313
6.6. A igos 67
Gobe and Campi elli (2007)13.
Foi um es udo ealizado com 104 jogado es a gen ines, que ão desde acos amado es
a g andes mes es, que p eenche am um ques ioná io indi idual incluindo a iá eis de
medição indi idual e p á ica de g upo. Os esul ados do es udo suge em que, en e
ou as ca ac e ís icas dos jogado es, a idade com que inicia am a joga é impo an e.
Quem ap endeu mais cedo a joga xad ez, ende a e uma an agem como jogado es
de xad ez na ase adul a, independen emen e da p á ica olun á ia que enham acumu-
lado.
6.6.2. Á ea da Psicologia
1. Ap ´
a ica olun ´
a ia:´
e udo o que ´
e p eciso pa a se o na um especialis a Hamb ick
e al. (2013)14
Hamb ick e al. (2013), publicam um a igo onde ques ionam se a p á ica é udo pa a
que as pessoas se o nem especialis as; is o é, se o ní el de p o iciência de um espe-
cialis a, um jogado alen oso, pode se adqui ido po um jogado comum, após mui a
dedicação ao es udo e à p á ica. Re e em que há 20 anos a ás, E ickson, K ampe, e
Tech-Rome (1993) conside a am que o ní el de especialidade podia se e lexo de um
longo pe íodo de pá ica olun á ia, mais do que uma habilidade na a ou alen o, is o
é a dedicação ex ema pode ia conduzi músicos comuns a ní eis excecionais. Es a
ideia da p á ica olun á ia pa a a ingi ní eis de desempenho de especialis as ganhou
popula idade, mas nes e es udo ap esen ado po Hamb ik e al. es a ideia é pos a em
causa quando se conclui que a p á ica olun á ia não é su icien e pa a explica di e en-
ças de desempenho em indi íduos, nos dois domínios mais es udados na expe iência
da pesquisa: o xad ez e a música. Nes e a igo, Hamb icK e e e que nos es udos de
Gobe e Campi elli (2007) e Howa d (2012) os jogado es que começa am em idade
jo em a joga xad ez, endem a e uma an agem como jogado es de xad ez na ase
adul a, independen emen e da p á ica olun á ia que enham acumulado.
2. Di e en¸cas Indi iduais nos conhecimen os de xad ez:uma in es iga¸c˜
ao psicom´
e ica
G abne , S e n, and Neubaue (2007). O es udo ealizado po es es au o es e e como
obje i o in es iga a elação en e os componen es de in eligência e o ní el de espe-
cialização a ingido no ní el de xad ez. Tomados em conjun o, os esul ados suge em
13De elopmen al Psychology, 43, 159-172
14Delibe a e p ac ice: Is ha all i akes o become an expe ?
68 6.6. A igos
que o desempenho supe io ou excelen e em domínios cogni i amen e exigen es como
o xad ez não é o almen e independen e das habilidades men ais ge ais. A associação
obse ada pa ece se mo i ada pelo a o aciocínio (ge al), que pode es a en ol ido
em á ios p ocessos elacionados com o xad ez como o econhecimen o de pad ões
ou pesquisa pa a a pa a mo imen os (?,?). De aco do com os au o es um al o ní el
de in eligência pa ece es a longe de se su icien e pa a um o e jogado de xad ez,
a expe iência e a p á ica é necessá ia pa a se ealiza em jogos o es. Es e es udo
ambém oi concebido pa a a alia a impo ância da expe iência dos jogado es de
xad ez que en am a ualmen e em o neios, e a i idades p á icas, e ace as da sua
pe sonalidade pa a o ní el de especialização a ingido. O único indicado mais o e
que co espondia ap oximadamen e a 25 % de oda a a iação de habilidade e a a
expe iência que os pa icipan es inham em o neios. Es e indicado salien a mais
uma ez a impo ância que em o abalho de longo p azo pa a o desen ol imen o
de compe ências. Em expe iência o al de xad ez, a a i idade de o neio a ual, con a
com a in eligência numé ica e a pe sonalidade como a o es que podem explica a
quan idade imp essionan e de 55 % da a iabilidade da o ça de jogo.
3. Bene ´
icios educacionais da ins u¸c˜
ao xad ez´
is ica:uma e is˜
ao c ´
i ica Gobe and
Campi elli (2005)
Como e e imos, ele amos es e a igo, po que conside amos as suas conclusões a-
u an es, no sen ido em que põem em causa as conclusões de mui os es udos an e-
io men e ealizados sob e os bene ícios educacionais do xad ez. Dos se e es udos
analisados po Gobe e Campi elli, ês são eses de dou o amen o e o am menciona-
das em 60 os es an es es udos (qua o) não são mencionados como al e ap esen amos
suma iamen e em seguida. Em odos os es udos os au o es concluí am bene ícios
associados à p á ica do xad ez.
a) O e ei o do xad ez nas pon uações de lei u a Ma gulies (1991).
Es e es udo e e como obje i o es uda al e ações na pon uação dos es es de lei-
u a, após a ins ução de xad ez. O es udo incidiu em alunos da “escola elemen a
média”, que se insc e e am olun a iamen e em clubes de xad ez na escola. No
p imei o ano ecebe am ins ução xad ezis a po mes es de xad ez; no segundo
ano a ins ução oi o alecida po a i idades de xad ez apoiadas po compu ado es.
6.6. A igos 69
Todos os pa icipan es ealiza am um es e de g au de po ência de lei u a (DRP)
e os alunos que ecebe am ins ução xad ezís ica ob i e am melho es esul ados.
(Filgu h,2007)15.
b) O e ei o de ap ende a joga o xad ez no desen ol imen o cogni i o pe ce i o
e emocional de c ianças F ied and Ginsbu g (2009)
Es e es udo incidiu nos e ei os do xad ez sob e o desen ol imen o das habilidades
pe ce uais e isuoespaciais e a a i ude em elação à escola. A amos a consis iu
em 30 alunos com le es p oblemas compo amen ais e de ap endizagem que o am
encaminhados po p o esso es pa a aconselhamen o psicológico po mau compo -
amen o. Fo am di ididos em 3 g upos: xad ez, aconselhamen o psicológico e
sem con ac o. A ins ução xad ezis a consis iu em aulas, demons ações e pa idas,
du an e 18 semanas. Fo am aplicados ês es es: (1) o es e das igu as da escala
de in eligência e isada in an il de Weschle (WISC-R), que mede a habilidade pe -
ce ual e, em pa icula , a de eção de de alhes isuais; (b) o sub es e de desenho de
blocos do mesmo es e, que mede a habilidade isuoespacial; e (c) uma pesquisa de
a i udes escola es. Não o am encon adas di e enças en e os ês g upos (Filgu h,
2007)16.
c) Xad ez e pon uações de es es pad onizados Lip ap (1998)
Es e es udo e e como obje i o in es iga a é que pon o a pa icipação de es udan es
do p imei o ciclo, num clube de xad ez, a e a as suas pon uações pad onizadas
medidas a a és de um es e de a aliação de habilidades académicas do Texas
(TAAS). O es udo incidiu em 571 alunos de qua o escolas p imá ias (67 alunos
joga am xad ez du an e um ano le i o e 504 não). O inc emen o oi maio no
g upo xad ezís ico.
d) Desen ol endo aciocínio e memó ia a a és do xad ez Fe guson (1988)
Es e es udo in e essou-se pelas habilidades de memó ia e aciocínio e bal. Pa i-
cipa am 14 alunos que ecebe am lições de xad ez duas ou ês ezes po semana
e joga am xad ez dia iamen e du an e 9 meses. Fo am aplicados aos sub es es
de “memó ia e aciocínio e aciocínio e bal” da ba e ia de es es a ançados da
Cali ó nia (TCS) (Filgu h,2007)17.
15Campi elli e Gobe apud (Filgu h,2007)
16Campi elli e Gobe apud (Filgu h,2007)
17Campi elli e Gobe apud (Filgu h,2007)
76 7.2. Obje i os e hipó eses da in es igação
ou em ca ac e ís icas especí icas, Ba e (2010); Ba e and Fish (2011), ma emá ica e
concen ação Scholz e al. (2008), o insucesso escola Hong (2005). Além de ca ências de
supo e empí ico e me odológico os au o es suge em a necessidade da ealização de pesquisa
que o aleça uma posição.
Po ou o lado, independen emen e dos es udos ealizados e dos esul ados ob idos, o que se
e i ica é uma expansão da p á ica do Xad ez em meio escola , e o çada pela Decla ação
do Pa lamen o Eu opeu, de 15 de ma ço de 2012, sob e a in odução do p og ama "Xad ez
na Escola"nos sis emas de ensino da União Eu opeia.
7.2.1. Objec i os da In es igação
Na sequência do in e esse em sabe se a p á ica do Xad ez em in luência no endimen o
académico dos alunos, coloca am-se os seguin es obje i os de in es igação:
1. A alia os e ei os da p á ica do Xad ez no endimen o académico dos alunos;
2. Iden i ica con ibu os do Xad ez no endimen o académico dos alunos;
3. Iden i ica implicações do Xad ez na ap endizagem dos alunos.
7.2.2. Hipó eses da In es igação
As hipó eses, são segundo Sousa (2005) as espos as p o á eis que o p oblema pode á e .
T a a-se de suposições que an ecedem a e i icação dos ac os, possuindo como ca ac e-
ís icas a sua o mulação p o isó ia e hipo é ica, endo como unção p opo explicações
p o isó ias pa a ce os ac os, pelo que de em possui bases eó icas bem de inidas e se em
o muladas de al modo que si am de guia aos p ocedimen os da in es igação.
Nes e es udo além da de inição dos obje i os ap esen amos algumas das suposições que
o an ecede am. O p oblema colocado nes e es udo, e a consul a bibliog á ica ealizada,
se i am-nos de base pa a o mula as seguin es hipó eses:
Hipó ese 1: Há elação en e a p á ica do Xad ez e o endimen o académico dos alu-
nos.
Jus i icação: Con emplado no 1oobje i o do nosso abalho: a alia os e ei os da p á ica
do Xad ez no endimen o académico dos alunos, colocamos a hipó ese da exis ência
7.2. Obje i os e hipó eses da in es igação 77
de elação en e a p á ica do Xad ez e o endimen o académico dos alunos.
O in e esse pela u ilização do jogo de Xad ez em con ex os educa i os em c escido
nos úl imos anos, com base na con icção que “o es udo e a p á ica sis emá ica do Xa-
d ez podem auxilia na ap endizagem escola dos alunos”, ainda de aco do com es e
au o , exis e uma co elação posi i a en e o desempenho xad ezís ico e o pensamen o
lógico (da Sil a,2010). No es udo de Ch is iaen (1981) as di e enças in luências
posi i as de Xad ez nos esul ados escola es o am obse adas e não es a a p e is o.
Também De G oo 1, dizia que “a in odução de aulas de Xad ez em p og amas es-
cola es causa á modi icação na ap endizagem dos alunos, essa modi icação espe ada
na ap endizagem é su icien emen e aliosa do pon o de is a educacional”. Es udos
mais ecen es com Incidência na á ea da ma emá ica ou em ca ac e ís icas especí i-
cas, Ba e (2010), Ba e and Fish (2011), ma emá ica e concen ação Scholz e al.
(2008), insucesso escola Hong (2005); são inconclusi os e os au o es ecomendam
ap o undamen o dos mesmos.
Nes a sequência, conside amos pe inen e coloca a hipó ese que há elação en e a
p á ica do Xad ez e o endimen o académico dos alunos.
Hipó ese 2: O Xad ez con ibui pa a a melho ia do endimen o académico dos alunos.
Jus i icação: Con emplado no 2oobje i o do nosso abalho: Iden i ica con ibu os do
Xad ez no endimen o académico dos alunos, colocamos a hipó ese que oXad ez,
con ibui pa a o endimen o académico dos alunos. Klein (2003), esc e e que o en-
dimen o escola pode se melho ado signi ica i amen e com a in odução do Xad ez,
a uando es e em a o da au ocon iança, no desen ol imen o da concen ação e na
ecupe ação de p oblemas disciplina es.
O a igo de Gobe and Campi elli (2005) e e e que de G oo (2008) suge iu que a
ins ução de Xad ez conduzi ia a dois ipos de ganhos:
1Ad iaan D. De G oo (2008) Though and choice in chess. Ams e dam: Ams e dam Uni e si y P ess
78 7.2. Obje i os e hipó eses da in es igação
"bene ícios de baixo ní el”:melho ia na concen ação, ap ende a pe de , melho ia
nas ap endizagens, aumen o do in e esse pela escola no caso de se p o enien e
de um ambien e mais des a o ecido;
“bene ícios de al o ní el”:inc emen o da in eligência, c ia i idade e desempenho es-
cola .
De aco do com os au o es, nos es udos e is os, somen e o am explo ados os be-
ne ícios de al o ní el, que alcança am esul ados ince os e concluí am que “se ia
uma lás ima se somen e ossem dedicados es o ços a in es igações sob e os bene ícios
de al o ní el e não osse ap o ei ada a opo unidade pa a in es iga os bene ícios
de baixo ní el que o Xad ez pode es a a p opo ciona à sociedade” (Gobe &
Campi elli,2005).
Hipó ese 3: Há implicações do Xad ez na ap endizagem dos alunos.
Jus i icação: Con emplado no 3oobje i o do nosso abalho: Iden i ica implicações do
Xad ez na ap endizagem dos alunos, colocamos a hipó ese que a p á ica do Xad ez
em implicações na ap endizagem dos alunos.
de G oo (2008), dizia que "a in odução de de aulas de Xad ez em p og amas
escola es causa á modi icação na ap endizagem dos alunos, essa modi icação es-
pe ada na ap endizagem é su icien emen e aliosa do pon o de is a educacional".
S e nbe g (1984), esc e e um a igo sob e a necessidade de melho a as habilidades
do pensamen o dos alunos, po que os cu ículos escola es não es ão desenhados pa a
o aze . Pa a colma a es a lacuna no ensino, ap esen a, ês P og amas de eino da
in eligência ou P og amas pa a ensina a pensa , la gamen e disseminados e com e-
sul ados empí icos posi i os, como exemplo de P og amas que eúnem, na sua opinião,
os equesi os que um P og ama des a na u eza de e á e :
•P og ama de En iquecimen o Ins umen al de Feue s ein (PEI);
•Filoso ia pa a c ianças de Lipman;
•P og ama de Mes ia em Ap endizagem e Lei u a de Chicago de Beau Fly Jones
7.2. Obje i os e hipó eses da in es igação 79
S e nbe g (1984), não ac edi a num p og ama de in eligência que es eja pe ei amen e
adap ado a odos, mas ac edi a que qualque p og ama escolhido de e es a enqua-
d ado nas linhas ge ais que ap esen a, e a ende ao núme o máximo de alunos possí el
numa escola.
80 7.2. Obje i os e hipó eses da in es igação
8. Desenho da in es iga¸c˜
ao e ases de in es iga¸c˜
ao
8.1. In odução
O abalho que ap esen amos enquad a-se den o de uma in es igação ex - pos - ac o. O
e mo ex pos ac o signi ica “o que é ei o depois”,“o que sucede após se e em dado
os ac os”, sendo u ilizado em in es igação em educação pa a denomina in es igações
e ospe i as, ou seja, es uda os dados pa a deduzi os acon ecimen os que os ge a am,
(Sousa,2005). Bisque a (2000) dis ingue en e in es igações ex pos ac o em g ande escala
e em pequena escala, o necendo exemplos pa a cada um dos casos. As p imei as, englobam
um g ande núme o de sujei os sob e uma ex ensa zona geog á ica. As segundas e e em–se
a um núme o eduzido de sujei os, sob e um âmbi o mais conc e o, como po exemplo um
só cen o, como no nosso es udo. Sousa (2005) e e e dois ipos de a amen o dos dados na
in es igação ex pos ac o:
1. co elacional;
2. compa a i o causal.
A es e ní el conside amos que se ca ac e iza po se um es udo causal-compa a i o. Ainda
segundo es e au o , na elação causa - e ei o, analisam-se os e ei os pa a de e mina as cau-
sas. P e ende-se chega a gene alizações que se es endem pa a além dos sujei os analisados.
Denominações dis in as se êm u ilizado pa a denomina um conjun o de p ocedimen os
elacionados:
i) in es igação ex - pos - ac o;
ii) es udos compa a i os causais;
iii) es udos di e enciais;
i ) es udos selec i os ou explica i o - causais.
Bisque a (2000), ac escen a que es e mé odo é ap op iado quando se deseja es abelece
a causa - e ei o dos enómenos já oco idos e é necessá io de e mina os a o es que in-
81
82 8.1. In odução
e ie am pa a que es es acon ecessem; assim pois, se obse am as a iá eis e a a-se de
escla ece as suas elações e signi icado. Sousa (2005), e e e que a in es igação ex - pos -
ac o em ês limi ações cla amen e de inidas:
1. Incapacidade de con ola di e amen e as a iá eis independen es, o
que não pe mi e uma comple a con iança expe imen al;
2. Impossibilidade de se ealiza uma ap oximação alea ó ia;
3. Risco de in e p e ações e adas de i adas à al a de con olo (limi ações
1 e 2).
Po ou o lado, a i ma que es a in es igação ap esen a como an agem “a sua alidade
ecológica (si ua -se den o dos sis emas escola es sem os pe u ba e ecupe ando dados
já exis en es), que a o na bas an e ap eciada na in es igação em educação” (Sousa,2005).
Enquan o ao ní el da in es igação, conside amos que é um es udo desc i i o. Segundo expõe
Bisque a (2000), são es udos, como o seu nome indica, êm como obje i o a desc ição dos
enómenos. Baseiam-se undamen almen e na obse ação, a qual se ealiza no seu ambien e
na u al. Es es es udos são p óp ios das p imei as e apas no desen ol imen o de uma in es-
igação, is o é, aqueles que êm como p opósi os: o mula e documen a um p oblema pa a
possibili a uma in es igação mais p ecisa, aumen a a amilia idade do in es igado com o
enómeno que se ai in es iga , acla a concei os e es abelece p e e ências pa a pos e io es
in es igações.
O p opósi o ge al des a in es igação é e i ica se a p á ica de xad ez in luencia os esul ados
escola es dos alunos. A ques ão cen al da in es igação é: Ap ´
a ica do xad ez in luencia o
endimen o acad´
emico dos alunos?
A abo dagem en ol eu as seguin es pe spe i as:
•A elação en e a p á ica do xad ez e o endimen o académico dos alunos;
•Con ibu os do Xad ez no endimen o académico dos alunos;
•Implicações do xad ez na ap endizagem dos alunos.
Na pe spe i a do es udo conside amos os seguin es podemos sus en a o ní el desc i i o
des e abalho de in es igação (Bisque a,2000).
8.1. In odução 83
Na sequência do in e esse em sabe se a p á ica do xad ez em in luência no endimen o
académico dos alunos, coloca am-se os seguin es obje i os de in es igação:
1. A alia os e ei os da p á ica do xad ez no endimen o académico dos alunos;
2. Iden i ica con ibu os do xad ez no endimen o académico dos alunos;
3. Iden i ica implicações do xad ez na ap endizagem dos alunos.
A me odologia de in es igação (Bisque a,2000) é “a desc ição e análise dos mé odos” e
conside a um mé odo como o “caminho pa a chega a um im”. Os mé odos de in es iga-
ção, de aco do com o mesmo au o “cons i uem o caminho pa a chega ao conhecimen o
cien í ico, são o p ocedimen o ou o conjun o de p ocedimen os que se em de ins umen o
pa a alcança os ins da in es igação”.
A me odologia oi especí ica pa a cada um dos obje i os.
Em elação ao p imei o obje i o: A alia os e ei os da p á ica do xad ez no endimen o
académico dos alunos, p ocedemos da seguin e o ma:
i) Recolhemos as pau as de classi icações, do p imei o pe íodo, dos alunos do ensino
secundá io (10o, 11oe 12oanos de escola idade), que se encon am no p esen e ano
le i o, 2014/2015, a equen a o Ex e na o Coope a i o da Benedi a.
ii) Solici amos ainda as pau as do p imei o pe íodo do ano le i o an e io (2013/2014), dos
alunos que se encon am a ualmen e no 11oano de escola idade; e as pau as de classi-
icações do p imei o pe íodo do ano le i o 2012/2013, dos alunos que se encon am
a ualmen e no 12oano.
iii) Des a o ma i emos acesso a odas as classi icações do p imei o pe íodo do 10oano de
escola idade, de odos os alunos que se encon am no ano le i o 2014/2015, no ensino
secundá io.
i ) Fo mamos 3 g upos de classi icações, odas ela i as ao p imei o pe íodo do 10oano de
odos os alunos:
G upo 1 Classi icações do 1ope iódo, dos alunos que equen a am no ano le i o de
2014/2015 o décimo ano de escola idade;
G upo 2 Classi icações do 1ope iódo, dos alunos que equen a am no ano le i o de
2013/2014 o décimo ano de escola idade;
84 8.1. In odução
G upo 3 Classi icações do 1ope iódo, dos alunos que equen a am no ano le i o de
2012/2013 o décimo ano de escola idade;
) Após a cons i uição dos g upos p ocu amos analisa se ha ia disc epâncias en e os
g upos.
i) Após a p imei a análise, o mamos ês no os g upos, po ní el de xad ez:
G upo A Alunos que não sabem joga Xad ez.
G upo B Alunos que sabem joga Xad ez, mas não pa icipa am em mais de um
o neio de Xad ez;
G upo C Alunos que sabem joga Xad ez e já pa icipa am em pelo menos dois o -
neios de Xad ez;
ii) Após a cons i uição des es no os g upos p ocu amos analisa , no amen e, se ha ia
disc epâncias en e os g upos.
G upo A
G upo B
G upo C
Xad ez
Xad ez
Obse a¸c˜
ao
Figu a 8.1: Análise das Classi icações dos alunos
Pa a Iden i ica os con ibu os do xad ez no endimen o académico dos alunos, ealiza am-
se en e is as a p o esso es de xad ez, na maio ia mes es de xad ez, com econhecida
expe iência no ensino de xad ez, em escolas ou em clubes e/ou associações.
8.2. Cons angimen os 85
A
B
C
D
E
F
G
H
I
Figu a 8.2: Análise da con e gência de opiniões dos p o esso es de Xad ez
Pa a Iden i ica as Implicações do xad ez na ap endizagem dos alunos, complemen a am–se
as en e is as ealizadas com a en e is a a um o mado de mediado es do P og ama de
En iquecimen o Ins umen al de Feue s ein.
Pa alelismo
Xad ez
PEI
Figu a 8.3: Pa alelismo com o PEI
8.2. Cons angimen os
A ealização des e abalho so eu al e ações signi ica i as, desde a conceção a é à sua
ap esen ação, po mo i os alheios à nossa on ade, implicando e o mulações e omadas
de decisão cons an es, al como desc e emos nas limi ações ao es udo (página 17).
Conside amos que o maio cons angimen o à ealização do es udo oi o cu o espaço de
empo, que i emos en e o documen o de au o ização da Comissão de Dou o ado no p o-
g ama de "In es igación e In e ención Educa i a"(página 315) e o calendá io pa a depósi o
92 8.5. Técnicas e ins umen os pa a a análise dos dados
as conclusões do es udo oi delineada com 6 ques ões (2 ques ões pa a o p imei o obje i o,
2 ques ões pa a o segundo obje i o do es udo, 1 pa a o e cei o).
8.5. Técnicas e ins umen os pa a a análise dos dados
8.5.1. Técnicas es a ís icas u ilizadas pa a a análise dos dados
Dis inguimos aqui dois momen os:
1. – In e esse em pe ceciona a dis ibuição dos alunos:
a) Tabelas;
b) G á icos;
c) Diag ama de ex emos e qua is;
2. – In e esse em pe ceciona se exis e ou não di e enças en e g upos:
a) Coe icien e de co elação de Pea son;
b) Tes e do χ2de Homogeidade
8.5.2. Técnicas u ilizadas pa a a análise das en e is as
Análise de con eúdo
En ende-se po análise de con eúdo “um conjun o de écnicas de análise das comunicações
isando ob e , a a és de p ocedimen os sis emá icos e obje i os de desc ição do con eúdo
das mensagens, indicado es (quan i a i os, ou não) que pe mi am in e ência de conheci-
men os ela i os às condições de p odução/ eceção ( a iá eis in e idas) des as mensagens”
(Ba din,2009). Es a écnica p opõe analisa o que é explíci o no ex o pa a ob enção de
indicado es que pe mi em aze in e ências. Nes e es udo ealizámos doze en e is as. Onze
en e is as o am ei as a p o esso es de xad ez e uma oi ealizada ao único mediado
o icial do P og ama de En iquecimen o Ins umen al de Feue s ein, em Po ugal. Sepa amos
a análise das en e is as ealizadas aos onze p o esso es de xad ez da análise à en e is a
ao mediado e analisamos, em p imei o luga , as en e is as aos p o esso es de xad ez, de
aco do com os obje i os do es udo. P imei o ansc e emos as en e is as, p a icamen e na
ín eg a, sepa ando os con eúdos da p imei a pa e – in o mação sob e a a i idade xad ezís ica
do en e is ado, dos con eúdos da segunda pa e – mais di ecionada pa a os obje i os do
8.5. Técnicas e ins umen os pa a a análise dos dados 93
es udo. Após a ansc ição, es abelecemos elação en e as ases pa a que a sua lei u a
ganhasse sen ido, endo o cuidado de não al e a o sen ido das a i mações dos en e is ados.
Pa a o e ei o, a ansc ição de cada en e is a implicou a sua audição epe idas ezes (anexo);
Na p imei a pa e da en e is a, di igida pa a a in o mação sob e a a i idade xad ezís ica do
en e is ado, ap esen amos as seguin es ca ego ias:
i) idade com que começou a joga ;
ii) elação com algum clube, associação, secção, e c;
iii) o mação na á ea do xad ez/posição na hie a quia do xad ez;
i ) habili ações académicas;
) exclusi idade no ensino do xad ez;
i) núme o de alunos a quem ensina xad ez em 2014/2015;
ii) con ibu os do xad ez na ida pessoal.
Na segunda pa e da en e is a, di igida pa a os obje i os do es udo, o ganizamos o con eúdo
das en e is as po ca ego ias.
A análise à en e is a ealizada ao mediado do PEI, seguiu uma análise semelhan e à an e-
io . A p imei a pa e p e endeu ecolhe in o mação sob e a a i idade de mediado o icial
do P og ama de En iquecimen o Ins umen al (PEI) de Feue s ein:
i) expe iência como mediado do PEI;
ii) elação com ou os o ganismos que implemen em o PEI;
iii) o mação especí ica pa a mediado ;
i ) habili ações académicas;
) núme o de alunos que apoia.
Na segunda pa e da en e is a colocamos ques ões que nos pe mi i am e uma isão mais
ab angen e do ensino do xad ez nas escolas. Nes a pe spe i a as ques ões colocadas i e am
os seguin es obje i os:
a) A alia os e ei os do desen ol imen o do P og ama de Feue s ein (P og ama de En ique-
cimen o Ins umen al- PEI) no endimen o académico dos alunos;
b) Iden i ica con ibu os da aplicação do P og ama de Feue s ein (P og ama de En iqueci-
men o Ins umen al- PEI) no endimen o académico dos alunos;
c) Iden i ica implicações do P og ama de Feue s ein (P og ama de En iquecimen o Ins umen al-
PEI) na ap endizagem dos alunos;
94 8.5. Técnicas e ins umen os pa a a análise dos dados
9. Resul ados da in es iga¸c˜
ao
9.1. Ex e na o Coope a i o da Benedi a
9.2. Ranking de 2014
Ranking dos esul ados nacionais de 2014 (pag. 251).
4.87 9.7910.08 10.80 14.97
Figu a 9.1: Diag ama de ex emos e qua is dos esul ados nacionais de 2014 (pag. 249)
Apesa de:
O anking das escolas se elabo ado endo em con a os esul ados dos exames
nacionais, pa indo de in o mações que são disponibilizada anualmen e pelo Jú i
Nacional de Exames.
Cada ó gão da comunicação social em a sua lis a p óp ia1, pois os c i é ios
adop ados po cada ó gão de comunicação não são iguais.
Assim, a lis a o denada das escolas, pode não se o almen e consensual uma ez
que isso depende dos c i é ios escolhidos. 2
1O Minis é io da Educação não elabo a nenhum anking, apenas disponibiliza as bases de dados com os
esul ados das p o as nacionais
2Fon e: Jo nal de No ´
icias em h p://www.jn.p /in os/Ranking_Escolas_2014/ ank2014.h ml
95
96 9.3. Análise do Mini-Ques ioná io sob e Xad ez
Posicionamen o do ECB3, ace ao anking dos esul ados nacionais de 2014 (pag. 249).
R. Nacionais
M´
edia das M´
edias = 10.10
Des io Pad ˜
ao das M´
edias = 1.42
To al de Escolas = 628
R. ECB
M´
edia = 10.75
µ+0.458 ∗σ
Ranking = 166
Figu a 9.2: Posicionamen o do ECB4 ace aos esul ados Nacionais de 2014 (pag. 249)
Como se pode obse a , o ECB5ocupa uma posição (1666) no anking das escolas, ou seja,
com mais de dois e ços (aliás mui o p óximo dos ês qua os) das escolas a ás de si.
Realçando des e modo uma boa posição no conjun o de esul ados ob idos pelas di e en es
escolas.
9.3. Análise do Mini-Ques ioná io sob e Xad ez
Os alunos que ob i e am ap o ação po pa e dos espe i os enca egados de educação pa a
esponde em ao ques ioná io, dis ibuem–se da seguin e o ma pelo secundá io:
3Ex e na o Coope a i o da Benedi a
5Ex e na o Coope a i o da Benedi a
6posição 166, de um o al de 628 escolas.
9.3. Análise do Mini-Ques ioná io sob e Xad ez 97
9.3.1. Po ano de escola idade
Tabela 9.1: Dis ibuição dos alunos
po ano de escola idade Ano
Escola idade
N´
ume o
de Alunos %
10.o82 33.5%
11.o88 35.9%
12.o75 30.6%
To al 245 100%
Figu a 9.3: Dis ibuição dos alunos po
ano de escola idade
98 9.3. Análise do Mini-Ques ioná io sob e Xad ez
9.3.2. Po idade
Tabela 9.2: Dis ibuição dos alunos
po idade
Idade
N´
ume o
de Alunos %
15 68 27.8%
16 79 32.2%
17 74 30.2%
18 20 8.2%
19 4 1.6%
To al 245 100%
Figu a 9.4: Dis ibuição dos alunos po
idade
9.3. Análise do Mini-Ques ioná io sob e Xad ez 99
9.3.3. Po géne o
Tabela 9.3: Dis ibuição dos alunos
po géne o
G´
ene o
N´
ume o
de Alunos %
F148 60.4%
M97 39.6%
To al 245 100%
Figu a 9.5: Dis ibuição dos alunos po
géne o
100 9.3. Análise do Mini-Ques ioná io sob e Xad ez
9.3.4. P opo ção de alunos que sabe joga Xad ez
Tabela 9.4: P opo ção de alunos
que sabe joga Xad ez
Xad ez
N´
ume o
de Alunos %
Sabem joga 149 60.8%
Não
sabem joga 96 39.2%
To al 245 100%
Figu a 9.6: P opo ção de alunos que sabe
joga Xad ez
9.3. Análise do Mini-Ques ioná io sob e Xad ez 101
9.3.5. Idade com que ap ende am a joga Xad ez
Tabela 9.5: F equência
das idades com que
ap ende am a joga Xad ez Idade
N´
ume o
de Alunos %F eq. Rel.
Acumulada
3 1 0.7% 0.7%
4 0 0.0% 0.7%
5 3 2.0% 2.7%
6 21 14.1% 16.8%
7 12 8.1% 24.9%
8 17 11.4% 36.3%
9 31 20.8% 57.1%
10 20 13.4% 70.5%
11 10 6.7% 77.2%
12 15 10.1% 87.3%
13 7 4.7% 92.0%
14 2 1.3% 93.3%
15 7 4.7% 98.0%
16 3 2.0% 100%
To al 149 100% −−
Figu a 9.7: F equência das idades com que
ap ende am a joga Xad ez
108 9.5. Classi icações dos alunos
9.5. Classi icações dos alunos
9.5.1. Aplicação do es e χ2
Pa a a e i da exis ência de di e enças en e os g upos conside ados, amos aplica o es e
χ2, compa ando o χccom o co esponden e alo abelado.
χc=P P (Oi j −Ei j )2
Ei j
Pa a a sua aplicabilidade, a li e a u a indica que de em es a eunidas as seguin es es ições:
a) N>20
b) 100% dos Eij >1
c) pelo menos 80% dos Eij ≥5
Pa a ga an i es as e ições, e e uamos duas al e ações à abela de dados:
a) A análise é e e uada conside ando a dis ibuição das equências acumuladas
b) As classi icações nega i as (in e io es a dez), o am ag upadas numa única classe;
A análise em po base as classi icações dos alunos do ECB7no décimo ano de escola i-
dade. De modo a pode inclui odos os alunos que se encon am no p esen e ano le i o no
Ex e na o, o am solici adas as espe i as pau as de anos an e io es.
7Ex e na o Coope a i o da Benedi a
9.5. Classi icações dos alunos 109
9.5.2. Disciplina de Po uguês 10.oAno – H0: Os ês g upos de alunos são homogéneos
Figu a 9.13: Dis ibuição das classi icações po ano à
disciplina de Po uguês
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
Ano
Escol.0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 10.o00000000253122013111131000 81
2013/14 11.o0000000104419141518640100 86
2012/13 12.o000000001126121581274110 70
To al 0 0 0 0 0 0 0 1 3 10 9 37 46 43 37 29 14 5 2 1 0 237
Tabela 9.14: Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Po uguês
110 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
10 7 10 22 42 55 66 77 80 81 81 81 81 683
11 5 9 28 42 57 75 81 85 85 86 86 86 725
12 2 4 10 22 37 45 57 64 68 69 70 70 518
To al
Oi j
14 23 60 106 149 186 215 229 234 236 237 237 1926
10 4.96 8.16 21.3 37.6 52.8 66.0 76.2 81.2 83.0 83.7 84.0 84.0 683
11 5.27 8.66 22.6 39.9 56.1 70.0 80.9 86.2 88.1 88.8 89.2 89.2 725
12 3.77 6.19 16.1 28.5 40.1 50.0 57.8 61.6 62.9 63.5 63.7 63.7 518
To al
Ei j
14 23 60 106 149 186 215 229 234 236 237 237 1926
10 0.83 0.42 0.02 0.52 0.09 0 0.01 0.02 0.05 0.09 0.11 0.11 2.26152387675177
11 0.01 0.01 1.30 0.11 0.01 0.35 0 0.02 0.11 0.09 0.12 0.12 2.25224724795561
12 0.83 0.77 2.33 1.49 0.24 0.50 0.01 0.09 0.41 0.48 0.61 0.61 8.38472888098586
To al
∆
1.68 1.2 3.66 2.11 0.34 0.86 0.02 0.13 0.56 0.66 0.84 0.84 12.8985000056932
Tabela 9.16: Cálculo do χc
H0:As classi icações dos ês g upos de alunos ap esen am-se homogéneos na disciplina de Po uguês
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula8
8χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 111
9.5.3. Disciplina de Po uguês 10.oAno – Di e enças en e ní eis de Xad ez!
Figu a 9.14: Dis ibuição das classi icações po ní el
de desempenho de Xad ez à disciplina de Po ugues
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
N´
i el
Xad ez 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 G0 00000001284283931302793210 185
2014/15 G1 000000000245575232000 35
2014/15 G2 000000001014252020000 17
To al 0 0 0 0 0 0 0 1 3 10 9 37 46 43 37 29 14 5 2 1 0 237
Tabela 9.18: Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Po uguês
112 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
G0 11 15 43 82 113 143 170 179 182 184 185 185 1492
G1 2 6 11 16 23 28 30 33 35 35 35 35 289
G2 1 2 6 8 13 15 15 17 17 17 17 17 145
To al
Oi j
14 23 60 106 149 186 215 229 234 236 237 237 1926
G0 10.8 17.8 46.5 82.1 115 144 167 177 181 183 184 184 1492
G1 2.10 3.45 9.00 15.9 22.4 27.9 32.3 34.4 35.1 35.4 35.6 35.6 289
G2 1.05 1.73 4.52 7.98 11.2 14 16.2 17.2 17.6 17.8 17.8 17.8 145
To al
Ei j
14 23 60 106 149 186 215 229 234 236 237 237 1926
G0 0.00 0.45 0.26 0 0.05 0.01 0.07 0.01 0.00 0.01 0.01 0.01 0.88536036970777
G1 0.00 1.88 0.44 0.00 0.02 0 0.16 0.05 0 0.00 0.01 0.01 2.58480726532079
G2 0.00 0.04 0.49 0 0.28 0.07 0.09 0.00 0.02 0.03 0.04 0.04 1.11006243943531
To al
∆
0.01 2.37 1.19 0 0.35 0.08 0.32 0.07 0.02 0.05 0.06 0.06 4.58023007446386
Tabela 9.20: Cálculo do χc
H0:Os ês g upos de Xad ez ap esen am-se homogéneos na disciplina de Po uguês
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula9
9χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 113
9.5.4. Disciplina de Filoso ia 10.oAno – H0: Os ês g upos de alunos são homogéneos
Figu a 9.15: Dis ibuição das classi icações po ano à
disciplina de Filoso ia
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
Ano
Escol.0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 10.o000000002481014194457400 81
2013/14 11.o0000000063812912121152510 86
2012/13 12.o000000002361010791272110 70
To al 0 0 0 0 0 0 0 0 10 10 22 32 33 38 25 27 17 11 10 2 0 237
Tabela 9.22: Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Filoso ia
114 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
10 6 14 24 38 57 61 65 70 77 81 81 81 655
11 9 17 29 38 50 62 73 78 80 85 86 86 693
12 5 11 21 31 38 47 59 66 68 69 70 70 555
To al
Oi j
20 42 74 107 145 170 197 214 225 235 237 237 1903
10 6.88 14.5 25.5 36.8 49.9 58.5 67.8 73.7 77.4 80.9 81.6 81.6 655
11 7.28 15.3 26.9 39.0 52.8 61.9 71.7 77.9 81.9 85.6 86.3 86.3 693
12 5.83 12.2 21.6 31.2 42.3 49.6 57.5 62.4 65.6 68.5 69.1 69.1 555
To al
Ei j
20 42 74 107 145 170 197 214 225 235 237 237 1903
10 0.11 0.01 0.08 0.04 1.01 0.11 0.12 0.18 0.00 0 0.00 0.00 1.67200095981728
11 0.40 0.19 0.16 0.02 0.15 0 0.02 0 0.05 0.00 0.00 0.00 0.99796802991417
12 0.12 0.13 0.02 0.00 0.43 0.13 0.04 0.21 0.09 0.00 0.01 0.01 1.19219676090429
To al
∆
0.64 0.33 0.26 0.06 1.59 0.24 0.18 0.39 0.13 0.01 0.02 0.02 3.86216575063574
Tabela 9.24: Cálculo do χc
H0:As classi icações dos ês g upos de alunos ap esen am-se homogéneos na disciplina de Filoso ia
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula10
10 χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 115
9.5.5. Disciplina de Filoso ia 10.oAno – Di e enças en e ní eis de Xad ez!
Figu a 9.16: Dis ibuição das classi icações po ní el
de desempenho de Xad ez à disciplina de Filoso ia
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
N´
i el
Xad ez 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 G0 0 0 0 0 0 0 0 0 8 10 16 25 25 28 22 21 13 7 8 2 0 185
2014/15 G1 0000000020354102332100 35
2014/15 G2 000000000032401312100 17
To al 0 0 0 0 0 0 0 0 10 10 22 32 33 38 25 27 17 11 10 2 0 237
Tabela 9.26: Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Filoso ia
116 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
G0 18 34 59 84 112 134 155 168 175 183 185 185 1492
G1 2 5 10 14 24 26 29 32 34 35 35 35 281
G2 0 3 5 9 9 10 13 14 16 17 17 17 130
To al
Oi j
20 42 74 107 145 170 197 214 225 235 237 237 1903
G0 15.7 32.9 58.0 83.9 114 133 154 168 176 184 186 186 1492
G1 2.95 6.20 10.9 15.8 21.4 25.1 29.1 31.6 33.2 34.7 35 35 281
G2 1.37 2.87 5.06 7.31 9.91 11.6 13.5 14.6 15.4 16.1 16.2 16.2 130
To al
Ei j
20 42 74 107 145 170 197 214 225 235 237 237 1903
G0 0.34 0.03 0.02 0 0.02 0.00 0.00 0 0.01 0.01 0.00 0.00 0.45246121534051
G1 0.31 0.23 0.08 0.21 0.31 0.03 0 0.01 0.02 0.00 0 0 1.19545194049656
G2 1.37 0.01 0.00 0.39 0.08 0.22 0.02 0.03 0.03 0.06 0.04 0.04 2.27501701067897
To al
∆
2.02 0.27 0.1 0.6 0.42 0.26 0.02 0.03 0.06 0.07 0.04 0.04 3.92293016651604
Tabela 9.28: Cálculo do χc
H0:Os ês g upos de Xad ez ap esen am-se homogéneos na disciplina de Filoso ia
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula11
11 χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 117
9.5.6. Disciplina de Educação Física 10.oAno – H0: Os ês g upos de alunos são homogéneos
Figu a 9.17: Dis ibuição das classi icações po ano à
disciplina de Educação Física
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
Ano
Escol.0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 10.o00000000001106151417106200 81
2013/14 11.o00000000012101419161255000 84
2012/13 12.o000000010122129121990000 67
To al 0 0 0 0 0 0 0 1 0 2 5 22 32 43 42 48 24 11 2 0 0 232
Tabela 9.30: Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Educação Física
124 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
G0 27 44 55 69 84 107 118 125 135 141 143 143 1191
G1 7 10 12 17 20 24 27 29 31 31 32 32 272
G2 0 1 3 6 7 8 8 11 13 14 14 14 99
To al
Oi j
34 55 70 92 111 139 153 165 179 186 189 189 1562
G0 25.9 41.9 53.4 70.1 84.6 106 117 126 136 142 144 144 1191
G1 5.92 9.58 12.2 16.0 19.3 24.2 26.6 28.7 31.2 32.4 32.9 32.9 272
G2 2.15 3.49 4.44 5.83 7.04 8.81 9.70 10.5 11.3 11.8 12.0 12.0 99
To al
Ei j
34 55 70 92 111 139 153 165 179 186 189 189 1562
G0 0.04 0.10 0.05 0.02 0.00 0.01 0.02 0.01 0.02 0.00 0.01 0.01 0.28758321108001
G1 0.20 0.02 0.00 0.06 0.02 0.00 0.00 0.00 0.00 0.06 0.03 0.03 0.4215871412356
G2 2.15 1.77 0.47 0.00 0 0.07 0.30 0.03 0.24 0.41 0.34 0.34 6.13579449439822
To al
∆
2.4 1.89 0.52 0.08 0.03 0.09 0.32 0.04 0.26 0.48 0.37 0.37 6.84496484671383
Tabela 9.44: Cálculo do χc
H0:Os ês g upos de Xad ez ap esen am-se homogéneos na disciplina de Inglês
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula15
15 χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 125
9.5.10. Disciplina de Ma emá ica A 10.oAno – H0: Os ês g upos de alunos são homogéneos
Figu a 9.21: Dis ibuição das classi icações po ano à
disciplina de Ma emá ica A
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
Ano
Escol.0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 10.o000000015465574441231 52
2013/14 11.o000001012256724554532 54
2012/13 12.o000000024786864453300 60
To al 0 0 0 0 0 1 0 4 11 13 19 17 20 15 12 13 14 8 10 6 3 166
Tabela 9.46: Dis ibuição das classi icações po ano à disciplina de Ma emá ica A
126 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
10 10 16 21 26 33 37 41 45 46 48 51 52 426
11 6 11 17 24 26 30 35 40 44 49 52 54 388
12 13 21 27 35 41 45 49 54 57 60 60 60 522
To al
Oi j
29 48 65 85 100 112 125 139 147 157 163 166 1336
10 9.25 15.3 20.7 27.1 31.9 35.7 39.9 44.3 46.9 50.1 52.0 52.9 426
11 8.42 13.9 18.9 24.7 29.0 32.5 36.3 40.4 42.7 45.6 47.3 48.2 388
12 11.3 18.8 25.4 33.2 39.1 43.8 48.8 54.3 57.4 61.3 63.7 64.9 522
To al
Ei j
29 48 65 85 100 112 125 139 147 157 163 166 1336
10 0.06 0.03 0.00 0.04 0.04 0.05 0.03 0.01 0.02 0.08 0.02 0.02 0.40558239281221
11 0.70 0.62 0.19 0.02 0.32 0.20 0.05 0.00 0.04 0.25 0.46 0.70 3.5362397145558
12 0.25 0.27 0.10 0.10 0.10 0.04 0.00 0.00 0.00 0.03 0.21 0.36 1.45509799490734
To al
∆
1 0.92 0.29 0.16 0.45 0.28 0.08 0.02 0.06 0.37 0.69 1.08 5.39692010227535
Tabela 9.48: Cálculo do χc
H0:As classi icações dos ês g upos de alunos ap esen am-se homogéneos na disciplina de Ma emá ica A
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula16
16 χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 127
9.5.11. Disciplina de Ma emá ica A 10.oAno – Di e enças en e ní eis de Xad ez!
Figu a 9.22: Dis ibuição das classi icações po ní el
de desempenho de Xad ez à disciplina de Ma emá ica
A
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
N´
i el
Xad ez 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 G0 0 0 0 0 0 1 0 2 7 10 16 14 15 10 10 11 11 5 8 4 1 125
2014/15 G1 000000014112442231110 27
2014/15 G2 000000010221110002112 14
To al 0 0 0 0 0 1 0 4 11 13 19 17 20 15 12 13 14 8 10 6 3 166
Tabela 9.50: Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Ma emá ica A
128 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
G0 20 36 50 65 75 85 96 107 112 120 124 125 1015
G1 6 7 9 13 17 19 21 24 25 26 27 27 221
G2 3 5 6 7 8 8 8 8 10 11 12 14 100
To al
Oi j
29 48 65 85 100 112 125 139 147 157 163 166 1336
G0 22.0 36.5 49.4 64.6 76.0 85.1 95.0 106 112 119 124 126 1015
G1 4.80 7.94 10.8 14.1 16.5 18.5 20.7 23.0 24.3 26.0 27.0 27.5 221
G2 2.17 3.59 4.87 6.36 7.49 8.38 9.36 10.4 11 11.8 12.2 12.4 100
To al
Ei j
29 48 65 85 100 112 125 139 147 157 163 166 1336
G0 0.19 0.01 0.01 0.00 0.01 0 0.01 0.02 0.00 0.00 0 0.01 0.26158646619113
G1 0.30 0.11 0.29 0.08 0.01 0.01 0.01 0.04 0.02 0 0 0.01 0.87933161541029
G2 0.32 0.55 0.26 0.06 0.04 0.02 0.20 0.56 0.09 0.05 0.00 0.2 2.34409762638591
To al
∆
0.81 0.67 0.56 0.15 0.06 0.03 0.21 0.62 0.11 0.05 0 0.22 3.48501570798732
Tabela 9.52: Cálculo do χc
H0:Os ês g upos de Xad ez ap esen am-se homogéneos na disciplina de Ma emá ica A
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula17
17 χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 129
9.5.12. Disciplina de Biologia e Geologia 10.oAno – H0: Os ês g upos de alunos são homogéneos
Figu a 9.23: Dis ibuição das classi icações po ano à
disciplina de Biologia e Geologia
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
N´
i el
Xad ez 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 10.o000000000683441611000 34
2014/15 11.o0000000002412958250000 47
2014/15 12.o0000000000113812963000 43
To al 0 0 0 0 0 0 0 0 0 8 13 16 16 17 21 17 12 4 0 0 0 124
Tabela 9.54: Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Biologia e Geologia
130 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
10 6 14 17 21 25 26 32 33 34 34 34 34 310
11 2 6 18 27 32 40 42 47 47 47 47 47 402
12 0 1 2 5 13 25 34 40 43 43 43 43 292
To al
Oi j
8 21 37 53 70 91 108 120 124 124 124 124 1004
10 2.47 6.48 11.4 16.4 21.6 28.1 33.3 37.1 38.3 38.3 38.3 38.3 310
11 3.20 8.41 14.8 21.2 28.0 36.4 43.2 48.0 49.6 49.6 49.6 49.6 402
12 2.33 6.11 10.8 15.4 20.4 26.5 31.4 34.9 36.1 36.1 36.1 36.1 292
To al
Ei j
8 21 37 53 70 91 108 120 124 124 124 124 1004
10 5.04 8.71 2.72 1.31 0.53 0.16 0.05 0.44 0.48 0.48 0.48 0.48 20.8952295597302
11 0.45 0.69 0.68 1.57 0.56 0.35 0.04 0.02 0.14 0.14 0.14 0.14 4.93588448891317
12 2.33 4.27 7.13 7.04 2.66 0.08 0.21 0.75 1.33 1.33 1.33 1.33 29.8027717240642
To al
∆
7.82 13.7 10.5 9.92 3.75 0.59 0.3 1.21 1.96 1.96 1.96 1.96 55.6338857727076
Tabela 9.56: Cálculo do χc
H0:As classi icações dos ês g upos de alunos ap esen am-se homogéneos na disciplina de Biologia e Geologia
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc> χ0.95;(22) ejei amos a hipó ese nula e acei amos a hipó ese al e na i a18
18 χ0.95;(22)=33.9244384714438
9.5. Classi icações dos alunos 131
9.5.13. Disciplina de Biologia e Geologia 10.oAno – Di e enças en e ní eis de Xad ez!
Figu a 9.24: Dis ibuição das classi icações po ní el
de desempenho de Xad ez à disciplina de Biologia e
Geologia
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
N´
i el
Xad ez 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 G0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 7 12 12 15 14 17 13 11 2 0 0 0 103
2014/15 G1 000000000113133301000 16
2014/15 G2 000000000001001111000 5
To al 0 0 0 0 0 0 0 0 0 8 13 16 16 17 21 17 12 4 0 0 0 124
Tabela 9.58: Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Biologia e Geologia
132 9.5. Classi icações dos alunos
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Escol.F eq.≤9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
G0 7 19 31 46 60 77 90 101 103 103 103 103 843
G1 1 2 5 6 9 12 15 15 16 16 16 16 129
G2 001112345555 32
To al
Oi j
8 21 37 53 70 91 108 120 124 124 124 124 1004
G0 6.72 17.6 31.1 44.5 58.8 76.4 90.7 101 104 104 104 104 843
G1 1.03 2.70 4.75 6.81 8.99 11.7 13.9 15.4 15.9 15.9 15.9 15.9 129
G2 0.25 0.67 1.18 1.69 2.23 2.9 3.44 3.82 3.95 3.95 3.95 3.95 32
To al
Ei j
8 21 37 53 70 91 108 120 124 124 124 124 1004
G0 0.01 0.11 0 0.05 0.03 0.00 0.01 0.00 0.01 0.01 0.01 0.01 0.25225738081919
G1 0.00 0.18 0.01 0.10 0 0.01 0.09 0.01 0 0 0 0 0.40202217012646
G2 0.25 0.67 0.03 0.28 0.68 0.28 0.06 0.01 0.28 0.28 0.28 0.28 3.36762529138899
To al
∆
0.27 0.96 0.04 0.43 0.7 0.29 0.15 0.02 0.29 0.29 0.29 0.29 4.02190484233463
Tabela 9.60: Cálculo do χc
ERR3: =⇒N˜
ao se encon am eunidas odas as condi¸c˜
oes pa a a aplica¸c˜
ao des e es e (Eij <1∧#{Eij <5}>20%)
H0:Os ês g upos de Xad ez ap esen am-se homogéneos na disciplina de Biologia e Geologia
H1:Regis am-se di e enças nas classi icações dos ês g upos conside ados
∴Como χc< χ0.95;(22)acei amos a hipó ese nula19
19 χ0.95;(22)=33.9244384714438 =⇒χ0.95;(11)=19.6751375726825
9.5. Classi icações dos alunos 133
9.5.14. Disciplina de Física e Química A 10.oAno – H0: Os ês g upos de alunos são homogéneos
Figu a 9.25: Dis ibuição das classi icações po ano à
disciplina de Física e Química A
Classi ica¸c˜
oes
Ano
Lec i o
N´
i el
Xad ez 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 To al
2014/15 10.o000000002675342111200 34
2014/15 11.o000000002448768330200 47
2014/15 12.o000000002785635420100 43
To al 0 0 0 0 0 0 0 0 6 17 19 18 16 13 15 8 6 1 5 0 0 124
Tabela 9.62: Classi icações po ní el de desempenho de Xad ez à disciplina de Física e Química A
Tes e 6
Tes e 7
13
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
23
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
33
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
43
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
Tes e 6
53
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
63
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
73
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
83
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
Tes e 6
93
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
10 3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
10
9
87654
B
3
2
1
12
11
10
9
87654
C
3
2
1
12
11
10
9
87654
D
3
2
1
12
11
10
9
87654
11 3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
3
2
1
12
11
10
9
87654
?
A
3
2
1
12
11
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252 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
Ranking das Escolas (2014)9
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
1 Colégio Manuel Be na des PRI Lisboa Lisboa 14.97
2 Colégio Mode no PRI Lisboa Lisboa 14.79
3 Colégio A au os do E angelho PRI B aga Guima ães 14.78
4 Ex e na o Ma is a de Lisboa PRI Lisboa Lisboa 14.65
5 Colégio Valsassina PRI Lisboa Lisboa 14.48
6 Colégio Nossa Senho a do Rosá io PRI Po o Po o 14.45
7 Colégio O icinas de São José PRI Lisboa Lisboa 14.32
8 Colégio Casa Mãe PRI Po o Pa edes 14.06
9 Colégio de San a Do o eia PRI Lisboa Lisboa 14.01
10 Colégio Ho izon e PRI Po o Po o 13.99
11 Colégio Mi a Rio PRI Lisboa Lisboa 13.96
12 Colégio S . Pe e ’s School PRI Se úbal Palmela 13.88
13 Academia de Música de San a Cecília PRI Lisboa Lisboa 13.80
14 Colégio do Sag ado Co ação de Ma ia PRI Lisboa Lisboa 13.79
15 Colégio In e nacional de Vilamou a PRI Fa o Loulé 13.78
16 Escola INED - Ne ogilde PRI Po o Po o 13.59
17 Colégio D. Diogo de Sousa PRI B aga B aga 13.54
18 Salesianos do Es o il - Escola PRI Lisboa Cascais 13.46
19 G ande Colégio Uni e sal PRI Po o Po o 13.44
20 Colégio Ma is as de Ca ca elos PRI Lisboa Cascais 13.41
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
9O anking das escolas é elabo ado endo em con a os esul ados dos exames nacionais, pa indo da in o mação que é disponibilizada anualmen e pelo Jú i Nacional
de Exames. Como o Minis é io da Educação não elabo a nenhum anking, apenas disponibiliza as bases de dados com os esul ados das p o as nacionais, cada ó gão de
comunicação social em a sua lis a p óp ia, pois os c i é ios não são iguais. Assim, a lis a o denada das escolas com melho es esul ados, não é o almen e consensual uma ez
que isso depende dos c i é ios escolhidos.
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 253
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
21 Colégio San o And é PRI Lisboa Ma a 13.41
22 Colégio São Tomás PRI Lisboa Lisboa 13.41
23 Colégio Paulo VI PRI Po o Gondoma 13.32
24 Colégio No o da Maia PRI Po o Maia 13.32
25 Colégio Te as de San a Ma ia PRI A ei o San a Ma ia da Fei a 12.99
26 Colégio Nossa Senho a da Espe ança PRI Po o Po o 12.97
27 Colégio São João de B i o PRI Lisboa Lisboa 12.95
28 Colégio de São Teo ónio PRI Coimb a Coimb a 12.90
29 Colégio Luso-F ancês PRI Po o Po o 12.89
30 Escola Secundá ia do Res elo PUB Lisboa Lisboa 12.81
31 Ex e na o Ribadou o PRI Po o Po o 12.68
32 Escola Secundá ia de Raúl P oença PUB Lei ia Caldas da Rainha 12.64
33 Colégio da Rainha San a Isabel PRI Coimb a Coimb a 12.63
34 Colégio de Nossa Senho a da Assunção PRI A ei o Anadia 12.60
35 Colégio Ped o A upe PRI Lisboa Lisboa 12.55
36 Colégio do Minho PRI Viana do Cas elo Viana do Cas elo 12.50
37 Ex e na o João Albe o Fa ia PRI Lisboa A uda dos Vinhos 12.49
38 Ex e na o Senho a do Ca mo PRI Po o Lousada 12.42
39 Escola Secundá ia de José Gomes Fe ei a PUB Lisboa Lisboa 12.41
40 EBS10 D . Viei a de Ca alho PUB Po o Maia 12.41
41 Colégio Campo de Flo es PRI Se úbal Almada 12.35
42 EBS10 da Ba alha PUB Lei ia Ba alha 12.30
43 Colégio Rainha D. Leono PRI Lei ia Caldas da Rainha 12.24
44 Colégio No a Encos a PRI Po o Paços de Fe ei a 12.24
45 Colégio In e na o dos Ca alhos PRI Po o Vila No a de Gaia 12.17
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
10Escola Básica e Secundá ia
254 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
46 EBS10 D. Filipa de Lencas e PUB Lisboa Lisboa 12.13
47 Escola Secundá ia Rainha D. Amélia PUB Lisboa Lisboa 12.12
48 Escola Secundá ia Au élia de Sousa PUB Po o Po o 12.10
49 Colégio Ced os PRI Po o Vila No a de Gaia 12.10
50 Salesianos do Po o - Colégio PRI Po o Po o 12.08
51 Escola Secundá ia In an a D. Ma ia PUB Coimb a Coimb a 12.07
52 Colégio D . Luís Pe ei a da Cos a PRI Lei ia Lei ia 12.07
53 Colégio Mi ama PRI Lisboa Ma a 12.05
54 Escola Secundá ia da Quin a do Ma quês PUB Lisboa Oei as 12.02
55 EBS10 Cla a de Resende PUB Po o Po o 12.02
56 Escola Secundá ia Ve gílio Fe ei a PUB Lisboa Lisboa 12.02
57 Escola Secundá ia da Mealhada PUB A ei o Mealhada 12.01
58 Colégio Guadalupe PRI Se úbal Seixal 11.96
59 EBS10 Fe não de Magalhães PUB Vila Real Cha es 11.93
60 Ins i u o Educa i o do Juncal PRI Lei ia Po o de Mós 11.90
61 Escola Secundá ia José Es e ão PUB A ei o A ei o 11.89
62 Colégio Nossa Senho a da Paz PRI Po o Po o 11.88
63 Escola Secundá ia de Mi a lo es PUB Lisboa Oei as 11.88
64 Ex e na o de Pena i me PRI Lisboa To es Ved as 11.87
65 Escola Secundá ia A u Gonçal es PUB San a ém To es No as 11.85
66 Escola Secundá ia José Falcão PUB Coimb a Coimb a 11.85
67 Colégio Sezim - Egas Moniz PRI B aga Guima ães 11.85
68 Colégio do Amo de Deus PRI Lisboa Cascais 11.83
69 Colégio São Miguel PRI San a ém Ou ém 11.83
70 Ex e na o F ei Luís de Sousa PRI Se úbal Almada 11.82
71 Colégio Vasco da Gama PRI Lisboa Sin a 11.81
72 Escola Secundá ia de A ganil PUB Coimb a A ganil 11.71
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 255
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
73 EBS10 Coelho e Cas o PUB A ei o San a Ma ia da Fei a 11.67
74 Escola Secundá ia D . Má io Sac amen o PUB A ei o A ei o 11.59
75 Colégio In eg ado de Mon e Maio PRI Lisboa Lou es 11.58
76 Ex e na o Camões PRI Po o Gondoma 11.57
77 Escola Secundá ia de Po o de Mós PUB Lei ia Po o de Mós 11.57
78 EBS10 Joaquim Inácio da C uz Sob al PUB Lisboa Sob al de Mon e Ag aço 11.54
79 Escola Secundá ia Rainha D. Leono PUB Lisboa Lisboa 11.53
80 Escola Secundá ia da T o a PUB Po o T o a 11.50
81 Escola Secundá ia Ga cia de O a PUB Po o Po o 11.49
82 Escola Secundá ia Bocage PUB Se úbal Se úbal 11.46
83 Colégio de São Ma inho PRI Coimb a Coimb a 11.45
84 Ex e na o Del im Fe ei a - Del inopolis PRI B aga Vila No a de Famalicão 11.45
85 EBS10 de São Roque do Pico PUB R. A. Aço es São Roque do Pico 11.43
86 Escola Secundá ia João Gonçal es Za co PUB Po o Ma osinhos 11.42
87 Escola Secundá ia Alcaides de Fa ia, Ba celos PUB B aga Ba celos 11.39
88 Escola Secundá ia D . An ónio Ca alho Figuei edo PUB Lisboa Lou es 11.37
89 Escola Secundá ia D. Manuel I PUB Beja Beja 11.36
90 Escola Secundá ia A co-I ís PUB Lisboa Lou es 11.33
91 Escola Po uguesa de Macau PRI Es angei o Es angei o 11.32
92 Colégio Amadeu And és PRI Lisboa Lisboa 11.32
93 Escola Secundá ia João Sil a Co eia PUB A ei o São João da Madei a 11.30
94 Escola Secundá ia com 3oCiclo Ped o Nunes PUB Lisboa Lisboa 11.29
95 Ins i u o de Ciências Educa i as PRI Lisboa Odi elas 11.27
96 EBS10 D . Ben o da C uz PUB Vila Real Mon aleg e 11.27
97 Escola Secundá ia Adol o Po ela PUB A ei o Águeda 11.24
98 Ins i u o de Odi elas PUB Lisboa Odi elas 11.19
99 EBS10 D . Manuel Gomes de Almeida PUB A ei o Espinho 11.18
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
256 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
100 EBS10 de Penal a do Cas elo PUB Viseu Penal a do Cas elo 11.16
101 Escola In e nacional de To es Ved as PRI Lisboa To es Ved as 11.16
102 Escola Secundá ia de Monse a e PUB Viana do Cas elo Viana do Cas elo 11.15
103 Escola Secundá ia D a. Felismina Alcân a a PUB Viseu Mangualde 11.14
104 Escola Secundá ia Eça de Quei ós PUB Po o Pó oa de Va zim 11.13
105 Escola Secundá ia de Es a eja PUB A ei o Es a eja 11.12
106 Colégio Ba olomeu Dias PRI Lisboa Lou es 11.12
107 Escola Secundá ia Manuel Teixei a Gomes PUB Fa o Po imão 11.12
108 Escola Secundá ia S ua Ca alhais PUB Lisboa Sin a 11.12
109 Escola Secundá ia Al es Ma ins PUB Viseu Viseu 11.12
110 Escola Secundá ia Madei a To es PUB Lisboa To es Ved as 11.10
111 Cen o de Es udos de Fá ima - CEF PRI San a ém Ou ém 11.10
112 Escola Secundá ia Pad e Benjamim Salgado, Joane PUB B aga Vila No a de Famalicão 11.08
113 Escola Po uguesa de Luanda11 PRI Es angei o Es angei o 11.06
114 Escola Secundá ia D . Joaquim de Ca alho PUB Coimb a Figuei a da Foz 11.06
115 EBS10 Quin a das Flo es PUB Coimb a Coimb a 11.05
116 Escola Secundá ia Júlio Dan as PUB Fa o Lagos 11.05
117 Escola Secundá ia Emídio Na a o PUB Se úbal Almada 11.04
118 Escola Secundá ia de Ba celinhos PUB B aga Ba celos 11.03
119 Escola Secundá ia Domingos Sequei a PUB Lei ia Lei ia 11.03
120 Ins i u o Nuno Ál a es PRI Po o San o Ti so 11.02
121 Escola Secundá ia Abade de Baçal PUB B agança B agança 11.02
122 Colégio Nossa Senho a da Bonança PRI Po o Vila No a de Gaia 11.01
123 Coope a i a de Ensino Anco ensis PRI Viana do Cas elo Caminha 11.01
124 Escola Secundá ia de Pon e de Lima PUB Viana do Cas elo Pon e de Lima 11.01
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
11Cen o de Ensino e Língua Po uguesa
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 257
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
125 Colégio de Nossa Senho a da Boa is a PRI Vila Real Vila Real 11.01
126 Escola Secundá ia de Mon emo -o-Velho PUB Coimb a Mon emo -o-Velho 11.01
127 Escola Secundá ia P o esso José Augus o Lucas PUB Lisboa Oei as 11.00
128 Escola Secundá ia de Se e im de Fa ia PUB É o a É o a 10.99
129 Escola Secundá ia D . Joaquim Gomes Fe ei a Al es PUB Po o Vila No a de Gaia 10.99
130 Ex e na o In an e D. Hen ique PRI B aga B aga 10.99
131 EBS10 Fe ei a de Cas o PUB A ei o Oli ei a de Azeméis 10.96
132 Colégio Mili a PUB Lisboa Lisboa 10.95
133 Escola Secundá ia Quin a das Palmei as PUB Cas elo B anco Co ilhã 10.95
134 EBS10 Vale do Tamel, Lijó PUB B aga Ba celos 10.94
135 Escola Secundá ia Diogo de Gou eia PUB Beja Beja 10.93
136 Escola Secundá ia F ei Rosa Vi e bo PUB Viseu Sá ão 10.93
137 Escola Secundá ia Filipa de Vilhena PUB Po o Po o 10.93
138 EBS10 Hen ique Somme , Macei a PUB Lei ia Lei ia 10.92
139 Escola Secundá ia An ónio Damásio PUB Lisboa Lisboa 10.92
140 Escola Secundá ia da Maia PUB Po o Maia 10.91
141 Escola Secundá ia D . Jaime Magalhães Lima PUB A ei o A ei o 10.91
142 Escola Secundá ia D. Ma ia II PUB B aga B aga 10.90
143 Escola Secundá ia de Pombal PUB Lei ia Pombal 10.89
144 Escola Secundá ia de José Belchio Viegas PUB Fa o São B ás de Alpo el 10.89
145 Colégio da T o a PRI Po o T o a 10.88
146 Escola Secundá ia Nuno Ál a es PUB Cas elo B anco Cas elo B anco 10.87
147 EBS10 de Michel Giacome i PUB Se úbal Sesimb a 10.87
148 Escola Secundá ia Daniel Sampaio PUB Se úbal Almada 10.86
149 EBS10 de Lousada No e, Lus osa PUB Po o Lousada 10.86
150 EBS10 de Albu ei a PUB Fa o Albu ei a 10.84
151 Escola Secundá ia Sebas ião e Sil a PUB Lisboa Oei as 10.84
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
258 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
152 EBS10 Amélia Rey Colaço PUB Lisboa Oei as 10.84
153 EBS10 de Ca ca elos PUB Lisboa Cascais 10.82
154 Escola Secundá ia de S. João do Es o il PUB Lisboa Cascais 10.82
155 EBS10 Oli ei a Júnio PUB A ei o São João da Madei a 10.82
156 Escola Secundá ia Camões PUB Lisboa Lisboa 10.81
157 Colégio do Cas anhei o PRI R. A. Aço es Pon a Delgada 10.80
158 Escola Secundá ia Ca los Ama an e PUB B aga B aga 10.80
159 Escola Secundá ia do Fundão PUB Cas elo B anco Fundão 10.80
160 Escola Secundá ia D . Augus o Césa S. Fe ei a PUB San a ém Rio Maio 10.78
161 Escola Secundá ia de San a Ma ia Maio PUB Viana do Cas elo Viana do Cas elo 10.78
162 Escola Secundá ia de Sampaio PUB Se úbal Sesimb a 10.77
163 Escola Secundá ia de S. Ped o PUB Vila Real Vila Real 10.77
164 Escola Secundá ia F ancisco Rod igues Lobo PUB Lei ia Lei ia 10.75
165 Escola Salesiana de Manique PRI Lisboa Cascais 10.75
166 Ex e na o Coope a i o da Benedi a-Ins .NaS ada Enca nação PRI Lei ia Alcobaça 10.75
167 Escola Secundá ia Gab iel Pe ei a PUB É o a É o a 10.74
168 Escola Secundá ia Cacilhas - Tejo PUB Se úbal Almada 10.74
169 Escola Secundá ia Fe não Mendes Pin o PUB Se úbal Almada 10.73
170 EBS10 D . Pascoal José de Mello, Ansião PUB Lei ia Ansião 10.73
171 Colégio de Amo im PRI Po o Pó oa de Va zim 10.73
172 EBS10 de Ou ique PUB Beja Ou ique 10.73
173 EBS10 Eng. Dionísio Augus o Cunha PUB Viseu Nelas 10.72
174 Ins i u o de P omoção Social de Bus os PRI A ei o Oli ei a do Bai o 10.72
175 EBS10 Pad e An ónio de And ade PUB Cas elo B anco Olei os 10.72
176 Escola Secundá ia Vi ia o PUB Viseu Viseu 10.72
177 EBS10 de Lo delo PUB Po o Pa edes 10.72
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 259
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
178 Escola Secundá ia José Régio PUB Po o Vila do Conde 10.71
179 EBS10 Pe. An ónio Mo ais da Fonseca PUB A ei o Mu osa 10.71
180 Escola Secundá ia da Azambuja PUB Lisboa Azambuja 10.70
181 Escola Secundá ia de Alcanena PUB San a ém Alcanena 10.70
182 EBS10 de Melgaço PUB Viana do Cas elo Melgaço 10.69
183 EBS10 de Aguia da Bei a PUB Gua da Aguia da Bei a 10.68
184 Escola Secundá ia Albe o Sampaio PUB B aga B aga 10.68
185 Escola Secundá ia Ma ques de Cas ilho PUB A ei o Águeda 10.67
186 Cen o de Es udos Educa i os de Ançã PRI Coimb a Can anhede 10.67
187 Escola Secundá ia de Cascais PUB Lisboa Cascais 10.67
188 Escola Secundá ia Fe nando Lopes G aça PUB Lisboa Cascais 10.66
189 Escola Secundá ia Gago Cou inho PUB Lisboa Vila F anca de Xi a 10.66
190 Colégio São Gonçalo PRI Po o Ama an e 10.65
191 Escola Secundá ia de Se pa PUB Beja Se pa 10.64
192 Escola Secundá ia José Lou ei o Bo as, Viei a de Lei ia PUB Lei ia Ma inha G ande 10.64
193 Escola Secundá ia da Se ã PUB Cas elo B anco Se ã 10.63
194 Escola Secundá ia Tomaz Pelayo PUB Po o San o Ti so 10.63
195 Escola Secundá ia D . José Macedo F aga ei o PUB A ei o O a 10.62
196 Escola Secundá ia de Sil es PUB Fa o Sil es 10.62
197 EBS10 D . Aze edo Ne es PUB Lisboa Amado a 10.62
198 Escola Secundá ia de Almeida Ga e PUB Po o Vila No a de Gaia 10.62
199 Escola Secundá ia Emídio Na a o PUB Viseu Viseu 10.62
200 Colégio João de Ba os PRI Lei ia Pombal 10.60
201 Escola Secundá ia José Sa amago PUB Lisboa Ma a 10.59
202 Escola Secundá ia de Tábua PUB Coimb a Tábua 10.58
203 Escola Secundá ia de Mon emo -o-No o PUB É o a Mon emo -o-No o 10.57
204 Escola Secundá ia Rocha Peixo o PUB Po o Pó oa de Va zim 10.57
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
260 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
205 EBS10 de San a Ma ia da Fei a PUB A ei o San a Ma ia da Fei a 10.57
206 EBS10 P o . Reynaldo dos San os PUB Lisboa Vila F anca de Xi a 10.55
207 Escola Secundá ia San a Ma ia do Oli al PUB San a ém Toma 10.55
208 Escola Secundá ia da Sé PUB Gua da Gua da 10.53
209 EBS10 da Calhe a PUB R. A. Madei a Calhe a (R.A.M.) 10.53
210 Escola Secundá ia do Cas êlo da Maia PUB Po o Maia 10.53
211 Escola Secundá ia D . Manuel Fe nandes PUB San a ém Ab an es 10.52
212 Escola Secundá ia D. Inês de Cas o PUB Lei ia Alcobaça 10.52
213 Escola Secundá ia Soa es Bas o PUB A ei o Oli ei a de Azeméis 10.52
214 Escola Secundá ia Sá da Bandei a PUB San a ém San a ém 10.52
215 Escola Secundá ia de Oli ei a do Hospi al PUB Coimb a Oli ei a do Hospi al 10.52
216 Escola Secundá ia de Albe ga ia-a-Velha PUB A ei o Albe ga ia-a-Velha 10.51
217 Ins i u o Educa i o de Souselas PRI Coimb a Coimb a 10.51
218 Escola Secundá ia de Paços de Fe ei a PUB Po o Paços de Fe ei a 10.50
219 EBS10 de Se e do Vouga PUB A ei o Se e do Vouga 10.49
220 Escola Secundá ia Júlio Dinis PUB A ei o O a 10.49
221 EBS10 do Po o Moniz PUB R. A. Madei a Po o Moniz 10.48
222 EBS10 D . Rami o Salgado PUB B agança To e de Monco o 10.48
223 Escola Secundá ia F ancisco de Holanda PUB B aga Guima ães 10.48
224 Escola Secundá ia de Caldas das Taipas PUB B aga Guima ães 10.48
225 EBS10 D . Manuel Pin o de Vasconcelos PUB Po o Paços de Fe ei a 10.48
226 Escola Secundá ia D .aMa ia Cândida PUB Coimb a Mi a 10.48
227 Colégio La Salle PRI B aga Ba celos 10.47
228 Escola Secundá ia da Lousã PUB Coimb a Lousã 10.47
229 Escola Secundá ia do En oncamen o PUB San a ém En oncamen o 10.47
230 EBS10 de S. Sebas ião de Mé ola PUB Beja Mé ola 10.46
231 EBS10 F ei Gonçalo de Aze edo PUB Lisboa Cascais 10.45
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 261
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
232 Escola Secundá ia Pinhal do Rei PUB Lei ia Ma inha G ande 10.45
233 Escola Secundá ia da Pó oa do Lanhoso PUB B aga Pó oa de Lanhoso 10.45
234 EBS10 de Vila No a de Ce ei a PUB Viana do Cas elo Vila No a de Ce ei a 10.44
235 Escola Secundá ia de Miguel To ga, Massamá PUB Lisboa Sin a 10.44
236 Colégio D. Filipa PRI Lisboa Amado a 10.44
237 Escola Secundá ia Ma ia Lamas PUB San a ém To es No as 10.42
238 EBS10 de Anadia PUB A ei o Anadia 10.41
239 Escola Secundá ia San o And é-Ba ei o PUB Se úbal Ba ei o 10.41
240 Escola Secundá ia Campos de Melo PUB Cas elo B anco Co ilhã 10.41
241 Escola Secundá ia Augus o Gomes PUB Po o Ma osinhos 10.40
242 Escola Secundá ia D . João Manuel da Cos a Delgado PUB Lisboa Lou inhã 10.40
243 Escola Secundá ia D. Dinis PUB Coimb a Coimb a 10.39
244 Escola Secundá ia Ra ael Bo dalo Pinhei o PUB Lei ia Caldas da Rainha 10.38
245 Escola Secundá ia Manuel Ca galei o PUB Se úbal Seixal 10.38
246 EBS10 de Macedo de Ca alei os PUB B agança Macedo de Ca alei os 10.37
247 Escola Secundá ia de Molelos PUB Viseu Tondela 10.37
248 EBS10 Ped o Ál a es Cab al PUB Cas elo B anco Belmon e 10.37
249 EBS10 Sidónio Pais PUB Viana do Cas elo Caminha 10.37
250 EBS10 de Oli ei a de F ades PUB Viseu Oli ei a de F ades 10.34
251 Escola Secundá ia A onso de Albuque que PUB Gua da Gua da 10.34
252 Escola Secundá ia de Pinhei o e Rosa PUB Fa o Fa o 10.34
253 Escola Secundá ia D . An ónio G anjo PUB Vila Real Cha es 10.33
254 Escola Secundá ia de Ma co de Cana eses PUB Po o Ma co de Cana eses 10.33
255 EBS10 de Fajões, Oli ei a de Azeméis PUB A ei o Oli ei a de Azeméis 10.33
256 Escola Complemen a do Til - APEL PRI R. A. Madei a Funchal 10.32
257 EBS10 de Celo ico de Bas o PUB B aga Celo ico de Bas o 10.32
258 Escola Básica do Cen o de Po ugal PUB Cas elo B anco Vila de Rei 10.32
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
268 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
421 Escola Secundá ia de Campo Maio PUB Po aleg e Campo Maio 9.55
422 Escola Secundá ia de Vouzela PUB Viseu Vouzela 9.55
423 Escola Secundá ia de Seia PUB Gua da Seia 9.54
424 EBS10 A ga e Lima, Lanheses PUB Viana do Cas elo Viana do Cas elo 9.53
425 EBS10 da Madalena PUB R. A. Aço es Madalena 9.53
426 Escola Secundá ia de Vila Real de San o An ónio PUB Fa o Vila Real de San o An ónio 9.52
427 Ex e na o Ca alho A aújo PRI B aga B aga 9.52
428 Escola Secundá ia de Ama an e PUB Po o Ama an e 9.52
429 Escola Secundá ia Luís de F ei as B anco PUB Lisboa Oei as 9.50
430 EBS10 Ma inho Á ias PUB Coimb a Sou e 9.50
431 EBS10 de Vila Flo PUB B agança Vila Flo 9.49
432 Escola Secundá ia de Al ena PUB Po o Valongo 9.49
433 Escola Secundá ia B aancamp F ei e, Pon inha PUB Lisboa Odi elas 9.49
434 EBS10 de Mondim de Bas o PUB Vila Real Mondim de Bas o 9.48
435 EBS10 Anselmo de And ade PUB Se úbal Almada 9.47
436 Escola Secundá ia de Vagos PUB A ei o Vagos 9.47
437 EBS10 de Mu ça PUB Vila Real Mu ça 9.47
438 Escola Secundá ia In an e D. Hen ique PUB Po o Po o 9.45
439 Colégio To e Dona Chama PRI B agança Mi andela 9.45
440 EBS10 de Búzio PUB A ei o Vale de Camb a 9.45
441 Escola Secundá ia da Lagoa PUB R. A. Aço es Lagoa (R.A.A) 9.44
442 EBS10 da Sé PUB Viseu Lamego 9.43
443 EBS10 de Vila Pouca de Aguia - Sul PUB Vila Real Vila Pouca de Aguia 9.43
444 EBS10 D. A onso III PUB B agança Vinhais 9.43
445 Escola Secundá ia A ela B o e o PUB Coimb a Coimb a 9.40
446 Escola Secundá ia da D aLau a Ay es, Qua ei a PUB Fa o Loulé 9.40
447 Colégio D. A onso V PRI Lisboa Sin a 9.40
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 269
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
448 Escola Secundá ia de Vendas No as PUB É o a Vendas No as 9.38
449 EBS10 Al edo da Sil a PUB Se úbal Ba ei o 9.37
450 Ex e na o de São Miguel de Re ojos PRI B aga Cabecei as de Bas o 9.36
451 Escola Secundá ia de Casquilhos PUB Se úbal Ba ei o 9.36
452 Colégio D. Dinis (An o. Ca nei o) PRI Po o Po o 9.36
453 Escola Secundá ia F ancisco F anco PUB R. A. Madei a Funchal 9.35
454 Escola Secundá ia Públia Ho ênsia de Cas o PUB É o a Vila Viçosa 9.34
455 EBS10 de San a C uz PUB R. A. Madei a San a C uz 9.34
456 Escola Secundá ia D . Jo ge Augus o Co eia PUB Fa o Ta i a 9.31
457 Escola Secundá ia Mouzinho da Sil ei a PUB Po aleg e Po aleg e 9.31
458 Escola Secundá ia La ino Coelho PUB Viseu Lamego 9.30
459 EBS10 do Cada al PUB Lisboa Cada al 9.30
460 EBS10 de Idães PUB Po o Felguei as 9.29
461 EBS10 da Pon a do Sol PUB R. A. Madei a Pon a do Sol 9.28
462 Escola Secundá ia de Gondoma PUB Po o Gondoma 9.28
463 Ex e na o D. Fuas Roupinho PRI Lei ia Naza é 9.27
464 Escola Secundá ia Ped o Alexand ino PUB Lisboa Odi elas 9.27
465 Escola Secundá ia D . Manuel Candeias Gonçal es PUB Beja Odemi a 9.27
466 Escola Secundá ia Camilo Cas elo B anco PUB Vila Real Vila Real 9.24
467 Ins i u o Ped o Hispano PRI Coimb a Sou e 9.24
468 EBS10 de Mogadou o PUB B agança Mogadou o 9.23
469 Escola Secundá ia Pad e An ónio Viei a PUB Lisboa Lisboa 9.23
470 Escola Secundá ia do Lumia PUB Lisboa Lisboa 9.22
471 Escola Secundá ia de Cas o Ve de PUB Beja Cas o Ve de 9.22
472 Escola Secundá ia F ei Hei o Pin o PUB Cas elo B anco Co ilhã 9.22
473 Escola Secundá ia da Boa No a, Leça da Palmei a PUB Po o Ma osinhos 9.21
474 Escola Secundá ia de Bena en e PUB San a ém Bena en e 9.20
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
270 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
475 Ex e na o Académico PRI Po o Po o 9.20
476 Escola Secundá ia Tomás Cab ei a PUB Fa o Fa o 9.19
477 Escola Secundá ia Homem C is o PUB A ei o A ei o 9.17
478 Escola In e nacional do Alga e PRI Fa o Lagoa 9.16
479 Escola Secundá ia Al es Redol PUB Lisboa Vila F anca de Xi a 9.16
480 EBS10 de Noguei a PUB Po o Lousada 9.16
481 Escola Secundá ia Sebas ião da Gama PUB Se úbal Se úbal 9.15
482 EBS10 Fon es Pe ei a de Melo PUB Po o Po o 9.14
483 Escola Secundá ia de Mou a PUB Beja Mou a 9.14
484 Colégio de Campos PRI Viana do Cas elo Vila No a de Ce ei a 9.14
485 Escola Secundá ia Rainha San a Isabel PUB É o a Es emoz 9.11
486 EBS10 de Te as de Bou o PUB B aga Te as de Bou o 9.11
487 EBS10 Jose a de Óbidos PUB Lei ia Óbidos 9.10
488 Escola Secundá ia de Alcoche e PUB Se úbal Alcoche e 9.10
489 EBS10 D . Manuel Ribei o Fe ei a PUB Lei ia Al aiáze e 9.10
490 Escola Secundá ia Abel Salaza PUB Po o Ma osinhos 9.09
491 Escola Secundá ia José Ca doso Pi es PUB Lisboa Lou es 9.09
492 EBS10 Rod igues de F ei as PUB Po o Po o 9.08
493 EBS10 Pin o José de B i o PUB Viana do Cas elo Viana do Cas elo 9.07
494 EBS10 P o . Ruy Luís Gomes PUB Se úbal Almada 9.07
495 Escola Secundá ia de Lousada PUB Po o Lousada 9.07
496 EBS10 de Pinhei o PUB Po o Pena iel 9.07
497 Escola Secundá ia Alexand e He culano PUB Po o Po o 9.07
498 Escola Secundá ia A qui ec o Oli ei a Fe ei a PUB Po o Vila No a de Gaia 9.06
499 EBS10 da Cidadela PUB Lisboa Cascais 9.06
500 Colégio D. Dua e PRI Po o Po o 9.06
501 EBS10 Vila F anca do Campo PUB R. A. Aço es Vila F anca do Campo 9.04
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 271
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
502 Escola Secundá ia da Moi a PUB Se úbal Moi a 9.02
503 EBS10 de Pon e da Ba ca PUB Viana do Cas elo Pon e da Ba ca 9.02
504 Escola Secundá ia da Lixa, Felguei as PUB Po o Felguei as 9.01
505 Escola Secundá ia Al edo dos Reis Sil ei a PUB Se úbal Seixal 9.00
506 Escola Secundá ia da Amo a PUB Se úbal Seixal 8.99
507 EBS10 Cunha Ri a a PUB É o a A aiolos 8.99
508 EBS10 de Rio Caldo PUB B aga Te as de Bou o 8.97
509 EBS10 Sacadu a Cab al PUB Gua da Celo ico da Bei a 8.97
510 Escola Secundá ia de Odi elas PUB Lisboa Odi elas 8.96
511 EBS10 de Al ide PUB Lisboa Cascais 8.96
512 EBS10 D . José Lei e de Vasconcelos PUB Viseu Ta ouca 8.96
513 EBS10 de Lousada Oes e, Ne ogilde PUB Po o Lousada 8.96
514 EBS10 de San o An ónio PUB Se úbal Ba ei o 8.95
515 Ins i u o Diocesano de Fo mação João Paulo II PRI Es angei o Es angei o 8.94
516 Escola Secundá ia Gonçalo Anes Banda a PUB Gua da T ancoso 8.94
517 EBS10 Ribei o Sanches PUB Cas elo B anco Penamaco 8.94
518 Escola Secundá ia Pad e An oMa ins Oli ei a PUB Fa o Lagoa 8.93
519 Escola Secundá ia D. João II PUB Se úbal Se úbal 8.93
520 Escola Secundá ia de Alcáce do Sal PUB Se úbal Alcáce do Sal 8.92
521 EBS10 D . Isido o de Sousa PUB É o a Viana do Alen ejo 8.91
522 Ins i u o de S.Tiago - Coope a i a de Ensino, CRL PRI Cas elo B anco P oença-a-No a 8.91
523 Colégio Cidade Roda PRI Lei ia Pombal 8.91
524 EBS10 Gama Ba os PUB Lisboa Sin a 8.91
525 EBS10 de Mu alhas do Minho PUB Viana do Cas elo Valença 8.91
526 EBS10 de Mi anda do Dou o PUB B agança Mi anda do Dou o 8.89
527 Escola Secundá ia D. Dinis PUB Lisboa Lisboa 8.88
528 Escola Secundá ia de Fa e PUB B aga Fa e 8.87
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
272 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
529 EBS10 de Baixo Ba oso PUB Vila Real Mon aleg e 8.86
530 Escola Secundá ia de Cas o Dai e PUB Viseu Cas o Dai e 8.83
531 Escola Secundá ia do Fo e da Casa PUB Lisboa Vila F anca de Xi a 8.83
532 Escola Secundá ia D. A onso Sanches PUB Po o Vila do Conde 8.83
533 Escola Secundá ia Daniel Fa ia, Bal a PUB Po o Pa edes 8.82
534 EBS10 das Flo es PUB R. A. Aço es San a C uz das Flo es 8.81
535 Escola Secundá ia da Ribei a G ande PUB R. A. Aço es Ribei a G ande 8.80
536 Escola Secundá ia Conde de Monsa az PUB É o a Reguengos de Monsa az 8.78
537 Escola Secundá ia Ma quesa de Alo na PUB San a ém Almei im 8.77
538 EBS10 de Vilela PUB Po o Pa edes 8.74
539 EBS10 de Mêda PUB Gua da Meda 8.70
540 Escola Secundá ia Augus o Cab i a, Al o do Seixalinho PUB Se úbal Ba ei o 8.69
541 EBS10 D . Se a im Lei e PUB A ei o São João da Madei a 8.68
542 Escola Secundá ia de Valongo PUB Po o Valongo 8.67
543 EBS10 D . Fe ei a da Sil a PUB A ei o Oli ei a de Azeméis 8.66
544 Escola Secundá ia Poe a Joaquim Se a PUB Se úbal Mon ijo 8.65
545 EBS10 Bispo D. Manuel Fe ei a Cab al PUB R. A. Madei a San ana 8.65
546 Escola Secundá ia D . Be na dino Machado PUB Coimb a Figuei a da Foz 8.63
547 EBS10 de No des e PUB R. A. Aço es No des e 8.62
548 Ins i u o de Almalaguês PRI Coimb a Coimb a 8.59
549 EBS10 D . João de B i o Camacho PUB Beja Almodô a 8.58
550 Escola Secundá ia de Saca ém PUB Lisboa Lou es 8.55
551 Escola Secundá ia D . Júlio Ma ins PUB Vila Real Cha es 8.51
552 EBS10 do Ce co PUB Po o Po o 8.50
553 EBS10 Passos Manuel PUB Lisboa Lisboa 8.50
554 Colégio Ellen Key PRI Po o Po o 8.50
555 EBS10 D. Sancho II PUB Vila Real Alijó 8.49
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 273
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
556 Escola Secundá ia de Pon e de So PUB Po aleg e Pon e de So 8.49
557 Escola Secundá ia de S. Lou enço PUB Po aleg e Po aleg e 8.48
558 EBS10 de Ca azeda de Ansiães PUB B agança Ca azeda de Ansiães 8.48
559 Escola Secundá ia de Valbom PUB Po o Gondoma 8.46
560 Escola Secundá ia das La anjei as PUB R. A. Aço es Pon a Delgada 8.45
561 EBS10 de Ribei a de Pena PUB Vila Real Ribei a de Pena 8.44
562 EBS10 de Cas elo de Pai a PUB A ei o Cas elo de Pai a 8.44
563 Escola Secundá ia de Mi a de Ai e PUB Lei ia Po o de Mós 8.44
564 Escola Secundá ia Eça de Quei ós PUB Lisboa Lisboa 8.44
565 Escola Secundá ia de Vila No a de Pai a PUB Viseu Vila No a de Pai a 8.43
566 Escola Secundá ia D. Manuel Ma ins PUB Se úbal Se úbal 8.43
567 EBS10 Aquilino Ribei o PUB Lisboa Oei as 8.41
568 Escola Secundá ia de Mi andela PUB B agança Mi andela 8.40
569 EBS10 Pad e Manuel Ál a es PUB R. A. Madei a Ribei a B a a 8.40
570 Colégio Li e pool PRI Po o Po o 8.39
571 EBS10 Abel Bo elho PUB Viseu Tabuaço 8.38
572 EBS10 de São João da Pesquei a PUB Viseu São João da Pesquei a 8.38
573 EBS10 Mães de Água, Falaguei a PUB Lisboa Amado a 8.37
574 Escola Secundá ia de Aljus el PUB Beja Aljus el 8.36
575 EBS10 D . Luís Mau ílio da Sil a Dan as PUB R. A. Madei a Câma a de Lobos 8.30
576 EBS10 da Po oação PUB R. A. Aço es Po oação 8.28
577 EBS10 de Esca iz PUB A ei o A ouca 8.27
578 Escola Secundá ia de Ca alhos PUB Po o Vila No a de Gaia 8.26
579 EBS10 P o . D . F ancisco F ei as B anco PUB R. A. Madei a Po o San o 8.23
580 Escola Secundá ia Diogo de Macedo PUB Po o Vila No a de Gaia 8.22
581 Ex e na o de Nossa Senho a de Fá ima PRI Gua da Man eigas 8.20
582 Escola Secundá ia And é de Gou eia PUB É o a É o a 8.20
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
274 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
583 Escola Secundá ia P o . D . Flá io F. Pin o Resende PUB Viseu Cin ães 8.20
584 EBS10 Gil Vicen e PUB Lisboa Lisboa 8.19
585 Escola Secundá ia Ma ias Ai es, Mi a-Sin a PUB Lisboa Sin a 8.18
586 EBS10 de Felguei as, Pombei o PUB Po o Felguei as 8.18
587 EBS10 José Gomes Fe ei a PUB Beja Fe ei a do Alen ejo 8.15
588 Escola Secundá ia Joaquim A aújo PUB Po o Pena iel 8.14
589 EBS10 José Sil es e Ribei o PUB Cas elo B anco Idanha-a-No a 8.12
590 Escola Secundá ia Vi o ino Nemésio PUB R. A. Aço es P aia da Vi ó ia 8.09
591 Escola Secundá ia de S. Ped o da Co a PUB Po o Gondoma 8.09
592 EBS10 D . Daniel de Ma os PUB Coimb a Vila No a de Poia es 8.09
593 EBS10 D. João V, Damaia PUB Lisboa Amado a 8.08
594 EBS10 Lima de F ei as PUB Se úbal Se úbal 8.07
595 Ex e na o Capi ão San iago de Ca alho PRI Cas elo B anco Fundão 8.02
596 EBS10 à Bei a Dou o PUB Po o Gondoma 8.02
597 EBS10 D . Ângelo Augus o Sil a PUB R. A. Madei a Funchal 8.01
598 Escola Secundá ia de Sabugal PUB Gua da Sabugal 8.00
599 EBS10 da G aciosa PUB R. A. Aço es San a C uz da G aciosa 7.98
600 EBS10 da Calhe a PUB R. A. Aço es Calhe a (R.A.A.) 7.93
601 EBS10 Tenen e Co onel Adão Ca apa oso PUB Gua da Vila No a de Foz Côa 7.88
602 EBS10 de Al andega da Fé PUB B agança Al ândega da Fé 7.86
603 EBS10 D . José Casimi o Ma ias PUB Gua da Almeida 7.86
604 Escola Secundá ia de Figuei a de Cas elo Rod igo PUB Gua da Figuei a de Cas elo Rod igo 7.85
605 EBS10 de Moimen a da Bei a PUB Viseu Moimen a da Bei a 7.80
606 EBS10 Miguel To ga PUB Vila Real Sab osa 7.80
607 EBS10 Gonçal es Za co PUB R. A. Madei a Funchal 7.79
608 EBS10 de Campo PUB Po o Valongo 7.77
609 Escola Po uguesa do Lubango PRI Es angei o Es angei o 7.74
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
. Anexo:Ranking das Escolas (2014) 275
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
610 EBS10 P o . Mendes Remédios PUB Po aleg e Nisa 7.68
611 EBS10 de Mo a PUB É o a Mo a 7.67
612 Escola Secundá ia Seoma a da Cos a P imo PUB Lisboa Amado a 7.57
613 EBS10 de Vale D’Es e - Via odos PUB B aga Ba celos 7.45
614 Colégio Diocesano de Nossa Senho a da Ap esen ação PRI A ei o Vagos 7.44
615 Ex e na o de Nossa Senho a dos Remédios PRI Cas elo B anco Co ilhã 7.44
616 EBS10 Gomes Teixei a PUB Viseu A mama 7.34
617 Escola Secundá ia An ónio Nob e PUB Po o Po o 7.12
618 Escola Secundá ia da Baixa da Banhei a PUB Se úbal Moi a 7.11
619 Colégio Eu oa lân ico PRI Po o Ma osinhos 7.06
620 EBS10 de Lajes do Pico PUB R. A. Aço es Lajes do Pico 7.04
621 EBS10 D. Lucinda And ade PUB R. A. Madei a São Vicen e 7.04
622 Escola Secundá ia de Resende PUB Viseu Resende 6.61
623 Ex e na o Ál a es Cab al PRI Lisboa Lisboa 6.29
624 Escola Secundá ia Fonseca Bene ides PUB Lisboa Lisboa 6.23
625 Escola Po uguesa de Díli PRI Es angei o Es angei o 6.15
626 EBS10 Pad e José Agos inho Rod igues PUB Po aleg e Al e do Chão 6.09
627 EBS10 P o .An ónio da Na i idade PUB Vila Real Mesão F io 5.85
628 Escola Po uguesa da Guiné-Bissau PRI Es angei o Es angei o 4.87
#Escola Tipo Dis i o Localidade Classi ica¸c˜
ao
10Escola Básica e Secundá ia
Fon e: Jo nal de No ´
icias em h p://www.jn.p /in os/Ranking_Escolas_2014/ ank2014.h ml
276 . Anexo:Ranking das Escolas (2014)
Anexo:Resul ados do Ques on´
a io passado no ECB
277
284 . Anexo:Resul ados do Ques on´
a io passado no ECB
Aluno Xad ez
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
147 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 1
148 11 17 F 1 1 16 0 0 1 0 1
149 11 18 F 0 1 6 0 0 0 0 1
150 11 16 M 0 1 10 1 0 0 0 1
151 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 1
152 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 1
153 11 16 F 0 1 9 0 0 0 0 0
154 11 16 M 0 0 0 0 0 0 0 1
155 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 0
156 11 16 F 0 1 9 0 1 0 0 1
157 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 1
158 11 16 M 0 1 12 0 1 0 0 1
159 11 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
160 11 16 M 0 1 9 0 1 0 0 1
161 11 16 F 0 1 10 0 1 0 0 1
162 11 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
163 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 0
164 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 1
165 11 16 M 0 0 0 0 0 0 0 0
166 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 1
167 11 16 F 0 0 0 0 0 0 0 1
168 11 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
169 11 18 F 0 1 9 0 1 0 0 1
170 11 19 F 0 0 0 0 0 0 0 0
171 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
Aluno Xad ez
. Anexo:Resul ados do Ques on´
a io passado no ECB 285
Aluno Xad ez
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
172 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
173 12 17 F 0 1 7 0 0 0 0 1
174 12 17 M 0 1 9 0 1 0 0 0
175 12 17 M 1 1 11 0 0 1 0 1
176 12 17 M 1 1 6 0 1 1 0 1
177 12 18 M 0 1 13 1 0 0 0 1
178 12 18 F 0 0 0 0 0 0 0 0
179 12 17 M 0 1 9 0 0 0 0 1
180 12 19 F 0 0 0 0 0 0 0 0
181 12 17 M 0 1 12 0 0 0 0 1
182 12 17 M 0 1 11 0 0 0 0 1
183 12 17 M 0 1 6 0 1 0 0 1
184 12 17 M 1 1 11 0 0 1 0 1
185 12 16 F 0 0 0 0 0 0 0 0
186 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
187 12 18 M 0 1 16 0 0 0 0 1
188 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
189 12 17 M 1 1 6 0 0 1 0 1
190 12 18 M 0 1 9 0 1 0 0 0
191 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
192 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
193 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
194 12 16 F 0 1 8 0 1 0 0 1
195 12 18 M 0 1 13 0 0 0 0 1
196 12 17 F 0 1 9 0 1 0 0 1
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
Aluno Xad ez
286 . Anexo:Resul ados do Ques on´
a io passado no ECB
Aluno Xad ez
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
197 12 17 M 0 1 12 0 1 0 0 1
198 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
199 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
200 12 17 F 0 1 15 0 1 0 0 1
201 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
202 12 17 M 0 0 0 0 0 0 0 1
203 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
204 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
205 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
206 12 18 M 2 1 7 0 1 1 1 1
207 12 17 F 0 1 11 0 1 0 0 1
208 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
209 12 17 M 0 1 10 0 0 0 0 1
210 12 17 M 0 1 12 0 0 0 0 0
211 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
212 12 17 M 0 1 9 0 1 0 0 0
213 12 17 M 1 1 10 0 1 1 0 1
214 12 17 M 1 1 6 0 1 1 0 1
215 12 17 M 0 1 9 0 0 0 0 1
216 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
217 12 17 M 0 0 0 0 0 0 0 0
218 12 18 M 0 1 9 1 0 0 0 1
219 12 18 M 0 1 8 0 1 0 0 1
220 12 17 M 2 1 11 0 0 1 1 1
221 12 17 F 1 1 10 0 1 1 0 0
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
Aluno Xad ez
. Anexo:Resul ados do Ques on´
a io passado no ECB 287
Aluno Xad ez
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
222 12 17 F 0 1 9 0 1 0 0 1
223 12 17 M 1 1 12 0 0 1 0 1
224 12 17 M 2 1 11 1 1 1 1 1
225 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
226 12 17 F 0 1 8 0 1 0 0 1
227 12 17 M 1 1 10 0 1 1 0 1
228 12 17 F 0 1 8 0 1 0 0 1
229 12 17 M 2 1 11 1 1 1 1 1
230 12 17 M 2 1 5 0 1 1 1 1
231 12 17 F 0 1 7 0 1 0 0 1
232 12 18 M 2 1 8 0 1 1 1 1
233 12 17 M 0 1 15 0 0 0 0 1
234 12 17 F 0 1 15 0 0 0 0 1
235 12 17 F 0 1 11 0 0 0 0 0
236 12 18 F 0 0 0 0 0 0 0 1
237 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
238 12 18 F 0 0 0 0 0 0 0 1
239 12 18 F 0 0 0 0 0 0 0 1
240 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
241 12 17 M 0 1 13 0 0 0 0 1
242 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 0
243 12 18 F 1 1 9 0 1 1 0 1
244 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
245 12 17 F 0 0 0 0 0 0 0 1
# Ano Idade G´
ene o G upo SJoga Idade JReg. Aulas To neios Fede ado AEC
Aluno Xad ez
288 . Anexo:Resul ados do Ques on´
a io passado no ECB
Anexo:Classi ica¸c˜
oes do G upo de Alunos do ECB
289
290 . Anexo:Classi ica¸c˜
oes do G upo de Alunos do ECB
Classi ica¸c˜
oes dos Alunos
Aluno Disciplinas
#
Ano
G upo
Po uguˆ
es
Inglˆ
es
Filoso ia
Ed.F´
isica
Ma em´
a ica A
Biologia
E Geologia
F´
isica
E Qu´
imica
Economia A
His ´
o ia A
Geog a ia A
Alem˜
ao
Li e a u a
Desenho A
Geome ia
Desc i i a A
Geome ia
Desc i i a A
F ancˆ
es
1 10 0 12 14 12 15 15 12 12
2 10 0 13 13 13 11 16 13 15
3 10 1 13 8 11 17 12 9 10
4 10 0 14 11 11 18 14 10 13
5 10 1 12 15 11 14 15 15 13
6 10 0 14 11 13 18 16 9 13
7 10 0 15 18 16 15 18 15 16
8 10 2 16 17 17 14 20 17 18
9 10 1 14 15 13 15 13 10 11
10 10 0 11 9 10 16 13 9 11
11 10 0 14 15 13 14 16 13 12
12 10 2 13 NI 12 16 7 11 9 14
13 10 0 9 9 9 15 10 9 9
14 10 0 15 14 13 16 12 11 11
15 10 1 15 16 16 16 19 15 14
16 10 0 15 16 15 15 18 15 17
17 10 1 14 13 13 15 11 13 10
18 10 0 12 9 12 15 11 12 10
Aluno Disciplinas
. Anexo:Classi ica¸c˜
oes do G upo de Alunos do ECB 291
Aluno Disciplinas
#
Ano
G upo
Po uguˆ
es
Inglˆ
es
Filoso ia
Ed.F´
isica
Ma em´
a ica A
Biologia
E Geologia
F´
isica
E Qu´
imica
Economia A
His ´
o ia A
Geog a ia A
Alem˜
ao
Li e a u a
Desenho A
Geome ia
Desc i i a A
Geome ia
Desc i i a A
F ancˆ
es
19 10 1 14 13 15 17 13 12 11
20 10 0 9 NI 9 15 10 10 8 13
21 10 0 11 8 11 13 8 10 8
22 10 0 11 NI 9 13 10 10 10 11
23 10 0 12 NI 12 16 14 12 10 12
24 10 0 11 8 13 15 9 10 9
25 10 0 14 13 16 17 13 14 12
26 10 0 12 NI 12 15 10 15 13 15
27 10 0 11 NI 11 15 11 10 10 14
28 10 0 14 NI 13 16 9 10 9 15
29 10 0 9 NI 13 16 9 9 9 13
30 10 1 15 9 10 16 12 11 11
31 10 0 13 15 12 14 12 15 9
32 10 0 13 12 12 17 14 13 14
33 10 0 16 17 18 17 19 16 18
34 10 0 13 NI 12 14 11 9 10 15
35 10 2 13 16 16 15 19 16 16
36 10 1 16 12 18 13 16 18 19
37 10 1 10 12 12 14 12 13 13
38 10 1 13 11 17 13 8 12 14
39 10 0 12 14 15 14 13 13 14
40 10 2 10 11 11 13 17 14 13
Aluno Disciplinas
292 . Anexo:Classi ica¸c˜
oes do G upo de Alunos do ECB
Aluno Disciplinas
#
Ano
G upo
Po uguˆ
es
Inglˆ
es
Filoso ia
Ed.F´
isica
Ma em´
a ica A
Biologia
E Geologia
F´
isica
E Qu´
imica
Economia A
His ´
o ia A
Geog a ia A
Alem˜
ao
Li e a u a
Desenho A
Geome ia
Desc i i a A
Geome ia
Desc i i a A
F ancˆ
es
41 10 0 14 NI 16 14 15 15 16 16
42 10 0 12 14 12 15 8 11 10
43 10 1 12 NI 11 11 9 8 12 12
44 10 0 9 10 10 12 10 10 10
45 10 2 8 14 10 14 10 9 11
46 10 1 13 NI 13 14 13 12 13 13
47 10 1 10 8 8 13 8 9 11
48 10 0 11 9 12 14 11 9 14
49 10 0 11 10 10 11 8 10 14
50 10 1 11 10 13 13 14 11 16
51 10 0 12 13 17 15 15 13 15
52 10 1 12 8 10 14 13 9 12
53 10 0 15 17 18 12 16 18 18
54 10 0 17 18 17 15 17 16 17
55 10 0 12 NI 12 10 11 14 14 15
56 10 0 8 8 9 12 7 9 10
57 10 1 9 14 13 11 8 12 11
58 10 0 15 18 12 11 14 16 18
59 10 0 15 19 17 11 15 16 17
60 10 0 12 9 11 11 10 12 13
61 10 2 12 16 14 13 12 13 12
62 10 1 11 12 14 13 12 13 13
Aluno Disciplinas
. Anexo:Classi ica¸c˜
oes do G upo de Alunos do ECB 293
Aluno Disciplinas
#
Ano
G upo
Po uguˆ
es
Inglˆ
es
Filoso ia
Ed.F´
isica
Ma em´
a ica A
Biologia
E Geologia
F´
isica
E Qu´
imica
Economia A
His ´
o ia A
Geog a ia A
Alem˜
ao
Li e a u a
Desenho A
Geome ia
Desc i i a A
Geome ia
Desc i i a A
F ancˆ
es
63 10 0 12 14 14 12 13 16 13
64 10 0 15 15 15 15 15 17 15
65 10 2 13 18 17 16 16 15 14
66 10 1 11 12 13 13 12 14 12
67 10 0 12 11 13 11 8 13 11
68 10 0 13 9 13 11 10 13 14
69 10 1 14 8 13 17 13 16 12
70 10 0 15 NI 18 15 16 18 17 17
71 10 0 12 NI 11 13 9 12 11 12
72 10 0 12 NI 13 13 10 14 14 13
73 10 0 12 8 13 11 8 12 11
74 10 1 13 14 12 13 17 11 13
75 10 0 11 NI 8 12 15 10 9 11
76 10 0 15 14 17 14 18 19 19
77 10 0 18
78 10 0 13 10 10 13 14 11 12
79 10 2 11 NI 10 14 12 7 10 11
80 10 0 14 12 13 16 16 10 14
81 10 0 12 14 11 12 14 11 12
82 10 0 12 NI 14 13 16 11 16 15
83 11 0 12 15 13 15 12 11 12
84 11 0 13 16 11 14 14 13 12
Aluno Disciplinas
300 . Anexo:Classi ica¸c˜
oes do G upo de Alunos do ECB
Aluno Disciplinas
#
Ano
G upo
Po uguˆ
es
Inglˆ
es
Filoso ia
Ed.F´
isica
Ma em´
a ica A
Biologia
E Geologia
F´
isica
E Qu´
imica
Economia A
His ´
o ia A
Geog a ia A
Alem˜
ao
Li e a u a
Desenho A
Geome ia
Desc i i a A
Geome ia
Desc i i a A
F ancˆ
es
217 12 2 14 10 12 15 13 13 14
218 12 0 13 14 10 10 10 7 9
219 12 0 19 14 19 12 18 18 17
220 12 1 17 NI 16 15 16 17 17 19
221 12 0 14 13 14 12 15 13 14
222 12 2 12 12 12 15 9 10 12
223 12 2 13 12 11 14 11 13 14
224 12 0 18 17 15 12 18 17 16
225 12 2 11 11 12 AM 10 12 13
226 12 0 13 13 11 15 15 11 14
227 12 0 13 13 13 9 14 14 13
228 12 0 13 NI 12 14 13 10 11 13
229 12 0 13 NI 14 16 14 13 NI 16 14
230 12 0 11 11 9 12 10 10 9 NI
231 12 0 15 18 14 NI 16 NI 16 17
232 12 0 13 NI 14 13 13 15 14 NI 14
233 12 0 13 10 12 16 10 12 NI 13
234 12 0 15 12 15 14 13 12 NI 15
235 12 0 12 11 11 14 13 12 12 NI
236 12 1 10 8 11 13 12 12 11 NI
237 12 0 12 10 9 12 10 NI 10 12
238 12 0 15 16 16 12 18 17 NI 17
Aluno Disciplinas
Anexo:Pa ece da CNPD
301
306 . Anexo:Pa ece da CNPD
Anexo:Te mo de Consen imen o In o mado
307
Uni e sidad de Se illa
Mé odos de In es igación y Diagnós ico en Educación
Te mo de Consen imen o In o mado
A aliação do E ei o da P á ica do Xad ez no Rendimen o Académico dos Alunos
Ca o(a) P o esso (a):
Solici amos a sua pa icipação na ealização de um p oje o de in es igação em Educação enquan o p o esso
de Xad ez.
•Finalidade da In es igação
Es e es udo desen ol e-se no domínio das Ciências da Educação e p e ende es uda o impac o que em
joga Xad ez no endimen o escola dos alunos. É obje i o cen al Iden i ica bene icios da p á ica do
Xad ez nos alunos e elacioná-los com o endimen o académico. Es e es udo isa ainda, em úl ima ins ância,
ap esen a um conjun o de ecomendações no sen ido de po encia o impac o da p á ica de Xad ez nas escolas.
•Recolha de Dados
De modo a se possí el comp eende os con ibu os da p á ica do Xad ez no endimen o académico dos alunos,
é nossa in enção eco e à ealização de en e is as semi-es u u adas (g a adas) a p o esso es moni o es
e/ou einado es de xad ez.
Todas as in o mações ecolhidas se ão man idas sob es i a con idencialidade e o anonima o dos in e enien es
se á sal agua dado. Os dados publicados apenas i ão acompanhados de uma menção gené ica.
•Du ação da In es igação
A componen e empí ica da p esen e in es igação de e á es a concluída a é Julho de 2015.
•Con ac o pa a In o mações
Caso enha dú idas ela i amen e ao p ojec o de in es igação pode á con ac a o P o esso Dou o Ja ie
Gil Flo es, da Uni e sidade de Se ilha (j lo [email protected]) ou Ma ia Luísa Al es (luisa.labo [email protected]).
Con i mo que li o p esen e e mo de consen imen o e que me oi explicado o p ojec o de in es igação.
Ti e a opo unidade de coloca ques ões ace ca do p oje o e as mesmas o am-me escla ecidas.
Na qualidade de p o esso , decla o que acei o colabo a no p oje o de in es igação acima desc i o.
Recebe ei uma cópia des e e mo de consen imen o assinado.
Uni e sidad de Se illa
Mé odos de In es igación y Diagnós ico en Educación
Te mo de Consen imen o In o mado
A aliação do E ei o da P á ica do Xad ez no Rendimen o Académico dos Alunos
Ca o(a) P o esso (a):
Solici amos a sua pa icipação na ealização de um p oje o de in es igação em Educação enquan o mediado
do P og ama de En iquecimen o Ins umen al.
•Finalidade da In es igação
Es e es udo desen ol e-se no domínio das Ciências da Educação e p e ende es uda o impac o que em
joga Xad ez no endimen o escola dos alunos. É obje i o cen al Iden i ica bene icios da p á ica do
Xad ez nos alunos e elacioná-los com o endimen o académico. Es e es udo isa ainda, em úl ima ins ância,
ap esen a um conjun o de ecomendações no sen ido de po encia o impac o da p á ica de Xad ez nas escolas.
•Recolha de Dados
De modo a se possí el comp eende os con ibu os da p á ica do Xad ez no endimen o académico dos
alunos num con ex o educa i o mais ab angen e, é nossa in enção eco e à ealização de en e is as
semi-es u u adas (g a adas).
Todas as in o mações ecolhidas se ão man idas sob es i a con idencialidade e o anonima o dos in e enien es
se á sal agua dado. Os dados publicados apenas i ão acompanhados de uma menção gené ica.
•Du ação da In es igação
A componen e empí ica da p esen e in es igação de e á es a concluída a é Se emb o de 2015.
•Con ac o pa a In o mações
Caso enha dú idas ela i amen e ao p ojec o de in es igação pode á con ac a o P o esso Dou o Ja ie
Gil Flo es, da Uni e sidade de Se ilha (j lo [email protected]) ou Ma ia Luísa Al es (luisa.labo [email protected]).
Con i mo que li o p esen e e mo de consen imen o e que me oi explicado o p ojec o de in es igação.
Ti e a opo unidade de coloca ques ões ace ca do p oje o e as mesmas o am-me escla ecidas.
Na qualidade de mediado o icial do P og ama de En iquecimen o Ins umen al, decla o que acei o colabo a
no p oje o de in es igação acima desc i o.
Recebe ei uma cópia des e e mo de consen imen o assinado.
318 . Anexo:Cons angimen os
Anexo:CHESS AND COGNITIVE DEVELOPMENT
319