SERMAM
EM
ACÇAM
DE
GRAÇAS
PELO
FELIZ
NASCIMENTO
DO
SERENÍSSIMO
Senho ,
&
Augu o
P íncipe
de
Po ugal
dom
PEDRO»
Q.U
E
DEOS
GUARDE.
PREGOU-O
N
A
SANTA
SE’
DA
CIDADE
DO
PORTO
Em
P esença
do
Illus issimo,
E
Re e endíssimo
Senho
D.
THOMAS
DE
ALMEYDA
BISPO
DO
PORTO
GOVERNADOR
DAS
XV
y
d
i-
+y*JK «>
do
Con elho
de
S.
Mage ade
,
é
- eu
Sumilhe
de
Co ina
,
&
c
.
P-.P-,
M
-
F
-
MANOEL
DE
S.
CARLOS
Keíigio o
dc
S.
Agc inho
,
Qiiali icado
do
S.
O icio,
P o iíb ,
&
Vigá io
Ge al
de
LeíTa,
■
&
Commendas
de
Mal a
,
que
não
pe encem
ao
do
C a o
,
ôc
Examinado
Synodal
do
Bi pado
do
Po o.
^
*1
Na
O icina
LISBOA,
Real
deslandesiana-
M.
DCC.
XIII.
Com
odas
as
licenças
necej a ias
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1
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..VAi-U ijJ
licenças.
Da
Religião.
censu a
dom. .p.
p esen ado
F .
Manoel
de
G
ou e
a»
O
B
e
decendo
à
o dem
de
V.F.M.R. ie e
Se mao,q
pelo
elice
üa cimen o
do
P íncipe
N.S.
que
Deos
gua de,p ègou
na
Sé
do
Po o
o
M.R.
P.M.
F .Manoel
de.s.
C
a
los,
a
quem
pa a
eu
ene a
P íncipe
dos
P ega¬
do es
,
jà
lhe
obeja
a
glo ia
de
o
ha e
ido
de e
g ande
P íncipe.
E
edo
g andd
Alexand e
ó
Apelles
oy
digno
Pin o -,
hojeneíle
papel
e
eno ãb
as
memó iasde* es
dons
He oes
da
An iguidade.
Nas
do
noíTò
P ínci¬
pe,
as
de
hü
Alexand e;
&
nas
do
eu
P ègado ,as
do
me¬
lho
Apelles.
.•
Gom
al iíTima
ene gia
e c e e
o
Au ho ,
6c
jun amen*
e
de c e e
pelas
excellencias
de
hum
Ped o,
as
de
ou o
Ped o:
as
de
Ped o
P íncipe
da
Luíi ania,
pelas
de
ou o
Ped o
P íncipe
da
Ig eja.
Duas
ped as,
aõ
em
que
as
oayo ès
duas
Mona chiase ibão
i mes/&
enacon e-
e
ncia
de
ambas,
achamos,
como
dizem,
que
ambém
as
P
e
d as
e
encon ão,
n
inguém,como
o
O ado (di ey
eu)
?
le
eo
ão
em
pe igo
a
mão
en e
duas
ped as.
O
ce o
jj
e
5
que
nem
ped as
ão
p eció asi e
podião
enga a
me-
mo
que
qo
ou o
de
ão
apu ada
eloqueqda,
nem
e e
ílno
ou o
mo a
melho
eqs
quila es,
que
no
oque
de -
as
ped as.
Duas
aõ
,
mas
am
,bem
engaí adas
ambas,
A
ij
que
que
pa ecem,
endo
duas,
hüa
ó
ped a.Fez
o
Au ho ,
o
que
de
i
me mo
diz
o
meímò
Ch iílo:
Egolapis
angula-
is
,
qui
acio
u aque
unam.
O
qiie,
o
como,
o
alen e,
o
mo al,
o
agudo,
o
dou o,
o
co en e,
Sc
o
e pi i ual
de a
g ande
ob a,
udo
he
mais
digno
de
admi açaõ,
que
de
cen u a
>
an es
não
de e
e
ou a
a
cen u a,
que
po mos
em
cada
pon o]
huma
admi¬
ação.
E
uppoí o
não
ha p
cou a
quene e
Se mão
en¬
con e
a
pu eza
danoí a
San a
Fé,
Sc
bons
coí umeSi
o
que
ó
acho
lhe
pòde
con adize
a
e ampa,
he,
naó
ha e
le as
de
ou o
com
q
imp imi e,
ou
ca a&e es
de
luzes
pa a
e ampa e.
He
o
meu
pa ece .
Lisboa,Colle-
giodeN.P.S.Ago inhoem
15.de
Janey o
de
1713.
F .
Man
bei
de
G
ou e
a
.
CENSURA
DO
M.R.
P,
M.
F .
MA*
mel
de
Albuque que.
P
O
o dem
de
V.F.M.R.
ile e
Se mão,
que
pelo
na -
cimen aglo io odoSe eniílimoP incipe
D.
Ped o
que
Deos
gua de,
p egou
na
Cidade
do
Po o
o
M.R
P*
M.F .Manoelde
S.Ca los,
Sc
con eí o
que
a ua
liçaõ
e£
ão
go o a
a
minha
obediência,
que
enho
muy
o
que
a-
g adece
aV.P.M.R.o
nomea me
po
eu
Re
edo .
O
Se mão
he
digno
de
Au ho
ão
g a e,
Sc
não
ha endo
em
odoelle
(
como
não
ha)
cou a
que
encon e
a
noda
San a
Fé,ou
bonsco umes,
e
az
me ecedo
da
licença?
que
pede,
Sc
no
mais
me
eme o
em
udo
à
p imey a
cen
lu a.
E e
he
o
meu
pa ece .
Lisboa,
Collegio
de
N.
P
Ago inhoem
18.
de
Janey o
de
1713.
F .Manoel
de
Albuque que.
V
I
as
as
in o mações
dos
MM.
RR.
PP.
o
P e en a-
do
P
.Manoel
de
Gou ea,Sc
o
Len e
F .
Manoel
de
Albuque que
3
damos
licença
ao
M.R.
P.
M.F .
Mano^
de
S.Ca los
pa a
imp knj
o
Se mão
que
p egou
no
nas¬
cimen o
do
P íncipe
noí o
Se ho
que
Deos
gua de,
ha¬
idas
p imey o
as
mais
licenças
neceí a ias.Lisboa,
Con¬
en o
de
N
.
Senho a
da
G aça'em
25
.dejaney
o
de
1713.
0
M.F .Luis
da
C uz
P o wcial;
Do
S.
O icio.
app o açoens.
eminen íssimo
senho .
N
E
m
o
Se mão,
nem
asapp o açóes,
que
délle
man¬
dou
aze
a
Religião,
con ém
cou a
alguma
con a
n
° íaS.
Fé,
ou
bons
co umes.
Saõ
Domingos
de
Lisboa
5
•
de
Fe e ey o
de
1713.
F .
An onio
deAlmeyda.
P
O
[mandado
de'V.
Eminência
i
o
Sèímaõ
,
que
p egou
na
Seda
Cidade
do
Po o
o
M.R.
P.
M.F .
Manoel
de
S.
Ca i
os
da
p ecla a
ReligiaÕ
de
S
Agoíli-
nho,
em
acçãode
g aças
pelo
eliz
na eimen o
donoíTo
Se eniílimo
Senho
,
U
Augu o
P ineipe
D.
Ped o
qué
Déos
güá de
•
&
pa a
íiihi
o
Se mão
app o ado,
baila a
compollo
hum
i gey
o
iãsle
ãs,
&
na
e udicção
ão
co¬
nhecido,
&
e ajuíloque
quem
em
an a
ciencia,
nao
dé lè oo i Qs
pã a
a
cen u a,
an es
im
pa a
a
admi ação
inuy
a
cau á;
pelo
quê
,'pa a
ahi
a
publico
me
pa ece
ob a
muy o
digna
,,
&
p incipalmen e
po
não
con e
cou a,
que
à
noílã
San a
Fé,
ou
bons
coíliimes
eja
con¬
a ia.
Con en o
de
N.
Senho a
de
je iis
de
Lisboa
20.
de
Fe e ey o
de
1713;
_
F .Joaade
S.The e a.
T
Iílas
as
in o mações,
pode- e
imp imi
ò
Se i iaÕ
dè
•V
acção
de
g aças
pelo
na eimen o
do
Se eniílimo
A
nncipe,
de
que
a a
cila
pe ição,
8é
imp eí o
o na á
Pa a
e
Con e i ,ôcck
licença
que o a,
&
em
ellánaó
co e á.
Lisboa
21.
de
Fe e ey o
dé
1713.
.
Moniz.
Ha
(Te*
Mon ey o
.
Ribey o.
Rocha
.
Ba e o
.
Ã
iij
•
DQ
Do
O diná io.
D
Amos
licença
pa a
que
epoíla
imp imi
o
Se mão
de
acçaõ
de
g aças,
6c
imp eíío
o ne
pa a
e
con e¬
i ,
6c
da mos,
licença
que
co a
>
6
em
ella
não
co e a.
Lisboa
25.
de
Fe e ey o
de
1713
,
.
0
1
3
.0
M-BJeTaga e.
Do
Paço.
A
P
P
R
O
V
AÇA
M.
H
E
Y.Mage ^de
e ido
que
eja
e e
Se maó
de
ae-
çaõ
de
g aças
qne
pelo
eliz
na cimen o
do
obe á-
no,6c
Se enilTimo
P incipe
D.
Ped o
p egou
na
Sèda
Ci¬
dade
do
Po o
o
M.R.P.M.F .
Manoel .de
S»
Ca los,
Re
ligio o
da
ag adà
O demde*S.
Âgò inho.
Ingenuamen-
e
;
c
on eíTd
que
ydo
q ão.ad.mi ações
quan o
i
neí e
Se maõ.
Admi eyme
de
e
logo
no
na cimen o
hum
In¬
an e
homem
como
o
Au ho
al a,6c
p o undamen e
di -
co q,,p o a,
6c
pp uade:
6c
admi çyme
de
ha e
hj^í í
homem
ão
g ande
homem
,
qiieajiin alTe
j
6c
unihehiias
no icias
ão
a as,
6c
aõ
la gas,
que
pa ece
pa a
a
ua
çó-
p ehen aõ
não
baíla ão
muy os
homens,
6c
que
o
quem
o lemais
q
homem,
(como
dizem
as
pala .ça
s
oQ
hema
de p
Se mão
)
as
pode ia
explica ,
eíumi *
&
expo .Com
que
ne e
Se mão
em
os
homens,
muy o
que
ap ende ,
&
os
P egado es
muy o,que
imi a ;8í
em
hum
ão
g ande
homem
como
eq
Au ho
não
e
podia
encon¬
a
cou a,
que
o íe
con a
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Reacs
leys
de
V.
Magc a
de,
pelo
que
me
pa ece
digno
da
licença,
que
pede.Voíla
Mage ade
manda á
q,que
q
e ido.
San o“Eloy
6.
de
Ma ço
de
1713.
P anci co
de
S.
Be na do.
Q
l
JpLe-pqí^
dq
cio,
6c
O diná io
?
,
6c.
depois
de
ijnp e i e
o-çna
a
mela
pa a
e
axa á;
con e i ,6c
íem
ií o
não
co e á.Lis-
b0a9.
de
Ma ço
de
1713.
Duque
P.
Ca uej o.
Ço a.
And ade.
Bo elho.
Be ey a
*
•jSjTg
ú
<
.V-
.i.a. K
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MO,
&
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jund i
eam
■
dl i limus
?,
Dom nus
na abi
in
(c i u is o-
lo um,Q?i> mi >um.
Ex
P alm,
8
6
. é .
A
V
E
M
A
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I
A.
§.
I.
••
í
LORIQSTVSdua^Mçna chiaáiaida
Ig e¬
ja,
&
a
da
Lu i ania
/
(Illu i ilmo,
Re e-
endi lj
moA
P ecla iíllmo
Senho )
Glo-
ioías
duas
Mona chias,a
da
Ig eja,
&
a
da
Lu Rania
!
He
glo io a
a
Mona chia
da
Ig ejas
po que
excede
as
njais
nas
egalias.
He
glo io a
a
Mona chia
da
Luíí ania
5
po
íe
a i emelha
nas
egalias
com
a
Mona chia
da
Ig eja.
A
mayo
egalia
da
Ig eja
he
e
Ch i o,
Rey
dos
^eys,
&•
e dadey o
Deos
,
o
eu
im
m
e
d
i
a o
Fundado ;
^
beiinj e
aí emelha
aLuíi aniaeqm
a
Ig eja
ne a
egalia,
:
Pelo
muy oque
nas
undações
e
a iemelhaõ.
E
day
a -
íençaõà
no ahi o ia.
Fundou
Ch i o
no ib
Redemp o
a
e pi i ual
Mo¬
na chia
da
Ig eja,
e ando
c uci icado
no
Cal a io.
Di¬
zem-no
odos
os
San os
Pad es.
E
quando
no
Campo
^eOu ique
undou
a
empo ai
Mona chia
da
Lu i a-
Si aa
Tii»
ma
8
Se mão
em
acçaõ
deg açds
ni .K idc.
nia,appa eceoc uci icado.
Publicaó-noosnoíTosE c i'
gu . .
9.
O
es
*
,
injoan.
&
O
im
com
que
undou
Ch i o
a
Mona chia
da
Ig eja
Genad
ií
^°Y
a
con e açaõ
do
E angelho
,
ôc
dila açaõ
de
eu
c.^9*
K
*
aiuií imojiome
:
Conjli iies
eos
P íncipes
upe
cmne l
dí .
Hic .
e am.Memo es
e un
nominis ui,
E
com
adequada
e-
Rupc íün
melhança
ambém
na undaçaõ
da
noí a
Mona chia
mo -
c
5-Gcncí.
ouo
Senho
o
me mo im:
U
de e a u
mmenmeum
^' W^adex e
as
gen es.
mon esina
A
Mona chia
da
Ig eja
em
po
b àzaó
glò io o
as:cin-
&c
*
co
Chagas
de
Ch i o,
como
he
no o io
?
.ôc
à
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B i .opa !
Lu i ana
deo
o
meímo
Ch i o
nas
uas
cinco
Chagas
o
da
cii ou.
melho
b azao:
In /gne
uumexp e io,
qiio
egohumamw
deCi e h-
g
enus
emi^compenes,
ViegasUb .
Da
Mona chia
da
Ig eja
dií e
Ch i o,
que
nella
ha ia
4
.
Aimeyda
de
a
{
i
i
em
quan o
o
mundo
du a :
V
obi eum
um
u que
de
po mg.
a
d
con nmma ione eculi
?
6c
à
Mona chia
Lu i ana
p o-
p.i.c.5.
me eo
Ch i o
híía
inal e á el
aíli ència
da
ua
Di ina
Ma^o T i-
oi e ico dia
:
Non
ecede
umq iam
ab
eis
,
neque
a
e
m jl
-
un o
in
ico diamea.
p incipio.
E
ínalmen e,
ao
p imey o
dos
ag ados
A
po olos,
&
WC17.
44,
pa a
os
mais
Pon í ices,
en egou
Ch i o
o
go e no
de
Ma h.
18.
oda
a
Mona chia
da
Ig eja:
Pa ce
o es
meas
?
ou,
como
Toànn.
IX.
diz
o
Sy iaco,
Pa ce
mihi
o es
meas.
E
a
quem
naõ
he
ma¬
is.
ni e o,
que
ao
no íb
p imey o
Rey,
&c
pa a
os
eus
uc-
ceí o es,
com
emelhan e
e e a
,
ambém
Ch i o
lhe
la om'.
5?i.
en egou
a
Mona chia:
Volo
in e
,
&
in emme uo
Impe
-
9.
qiix -7-
iu n
mihi abili e?
num.4^
Glo io as
Mona ch as!
glo io a
a
da
Ig eja,pelo
miiy-
o
que
a
odas
íe
a en aja
í
glo io a
a
da
Lu
i a
nia,
pelo
muy o
que
com
a
da
Ig eja
íe
aí emelha
!
Ne as
eme-
Ihanças
con i e,
ò
Po uguezes,
a
noí a
mayo
glo ia?
6c
pa a
a
noí a
glo ia
ainda
e
mayo ,
com
que
pode iaó
c e ee e as
emelhanças?
Eu
o
digo.
Com
o
eliz,
&
di o o
na ci ien o
do
Se enií imo
Senho
,
6c
Aug í °
p in'
eio
m çme i o
do
P i cipe
D.
Ped o.
9
P íncipe
D.Ped o,
que
Deos
gua de.
E a
he
a
e cla eci-
de ejada
P ole
da
mais
Regia
S i pe:
e e
he
o
no o
P íncipe
,que.nos
em
do
al o
Ceo:
Jam
no ap ogenies
Vi g.Eeio.
âemi i u
al o.
E e
he
o
P íncipe
que
nos
dá
Deos,
4
*
,u
pnnc
‘
P
a a
que
c e çaõ
as
emelhanças:
en e
a
Mona chia
da
Eu i ania
5
&
a
M
o
n
a
c
h
iadaíg eja.
O
p imey o
Rey,
que
i emos,
pelas
uas
a as
i udes,
ez
que
e as
duas
^d°na chias
íeaííemelhaíTem
*
&
o
ul imo
P íncipe,
que
emos,
com
as
uas
g andes
p oezas
a á
con inuem
as
ei
uelhanças
en e
e as
duas
Mona chias.
■
§
.
n.
E
S
e
me
pe gun a
o
audi o io,
em
que
haó
e as
eme¬
lhanças
de
con i i ?
Pa a
que
Khe
po a
e ponde ,
ue
nece ianono a .
P imò
,
que
à
Mona chia
da
Ig eja
PedS
me
du a
?
aõ
>
P
™
c
undada
ob e
m hinon
^
**
me maIg ejadiílbome aoCh i o'u! -
U
!]‘
c’
q
al
o
eu
impé io,
&
eha ia
de^n^^^do”
In
o
mnem
a amexiw
'{onuseonm.
E i
imu n
o ile
«
a»-
mus
P
a o .
Deío e
,
que
a
Mona chia
da
Ig eja
ha
dc
p
con e a - e
,
&
ha
de
ex ende e.
Ha
de
con e a - e
ÍS""’
1
*
com
i meza,
&
ha
de
ex ende - e,
ou
dila a -íe
com
eli¬
cidade.
Boisi o
p eno ado, aybaõoson in es,
que
no
eliz
naícjmen o
do
P incipe
Senho
no íb, ambém
na
con e -
^
a
°i
&
àilo. açâo
,
con i é
as
duas
emelhanças
que
con-
ude o
en e
à
Mona chia
da
Lii i ania,^
a
Mona chia
da
ig eja.
Com
e as
emelhanças
he
que
ha
de
c e ce
a
no -
la
glo ia;
pois
no
Se eniílimo
P incipe
D.Ped o
nos
na -
ce
°
hum
P incipe,que
e á
Homem
homem
pa a
con e -
^
a
c
o n
i meza
a
Co oa
da
Mona chia:
p imey a
eme-
han
Ç
a
3
&
e á
Homem
homem
pa a
dila a
com
en u a
B
a
Mo-
ALapid.in
P o ecb.
Salom.
cap.
ai. e .i,
Píalm.i
J7'
1
6
Se mão
em
ãcçaS
de
g aças
os
ou in es
me
pe guii ão,
po que
e es
nomes
e
dupli-
cão?
E ymologizem
da
i ude
a
a onia:
Vi a i u-
ei
8c
c eyo
hão
de
dize ,
que
e a
a ão,
&
a ão
ò
noíTo
excel o
P íncipe.
Se à
a ão,
po que
pa a
o
exe cício
d@
he oicas
i udes,
no
P íncipe,
que
lhe
deo
o
nome,
em
op o o ypo.
E
e a
a ão,
po que
pa a
zela
o
Di ino
cul o,
Sc
o
çu
íag ado
Templo,
no
noíTo
Augu o
Rey,
que
lhe
deo
o
e ,
em
o
exempla .
.
Polí icos
hou e,
que
de e minando
empo
aosReys
pa a
o
expedien e
da
Mona chia,
8c
pa a
ode a ogoda
occupação,
omen e
lhe
não
de e miná ão
empo
pa a
o
exe cido
da
i ude.
E ada
polí ica,
6c
indigna
de
Reys
da
Ch i andade!
G ande
Rey
oy
Da id,
6c
endo
ce ¬
o
que
dila ou
Conqui as
,
u lén ou
gue as,
aju ou
pazes,expedioa madas,deoin mcções,pa(d:oualiançasi
adminiíl ouju iça
jde pachou
con ul as,
6c
não
negou
audiências
j
quem
igno a
oy
Da id
hum
Rey,
que
lou¬
a a
a
Deos,
c
a
n
a a
P almos,
6c
equen a a
o
Templo:
,
Ado abo
ad
Templum an&um
mm
,
&
con i ebo womini
uo
?
Semelhan es
íaõ
as
i udes,
em
que
o
P íncipe
noíTo
Senho
ha
de
admi a ,
que
po iíTojá
na ee
Homem
ho¬
mem
,
ou
he
a ão,
6c
a ão
ao
na ee
:Vi 'i
&
i
na us
e i
in
P íncipe,
que
pa a
o
exe cício
de
he oicas
i udes
em
em
SuPed o
p o o y
po
/
P íncipe,que
pa a
o
zelo
do
cul o
Di ino,
6c
Templo
(ag ado
em
em
Da id
cabal
exemplo,6c
em
eu
eliciíTimo
Pay,6c
noí oAugu o
Rey
ão
digno
exempla ,
e dadey amen e,
que
e e
g ande
P íncipe,
6c
e e
g ande
Rey,
ago a
jun amen e
ob a ão
p odígios
nos
p og eíTos
do
eu
ey
nado
j
6c
pa a
que
e-.
jãomuy osno
Reyno
os
p og eíTos,
ago a
e
e ão
me¬
lho
os
eus
p odígios.
Hou e
empo,em
que
S.
Ped o,
6c
S.
João
ob a ão
hum
g ande
p odígio,
6c
no o
eu
hou e
e e
p odigi°»
quando
Ped o,
6c
João
hião
pa a
o
Templo:
Pe us,
&
^
joennes
-pelo
m cimen ó
do
P íncipe
D.
Ped o»
17
Jocinnes
a cendeban
iulemplum.
N
aõ
ou e
o
p odígio
A<
^-
A
P-
c
*
indo
ó
João,
ou
indo
ó
Ped o;
mas
hia
Ped o
com
Joaõ
5,1
‘
^ando
e
ob ou
o
p odigio.N
ão
e
io
p odígio
ão
a o
em
ou o
algum
luga ,
como
no ou
o
Tex o
j
&
ó
quan¬
do
Ped o,
&:
João
buíca ãoa
Deos
no
Templo,
ob á ão
e ep odigio.O
pob e,em
quem
o
p odígio
íè
ob ou,
pe¬
dia
a uae mola,
pa ece
não
e pe a a
milag es;
mas
João,
&
Ped o,
ou
já
Ped o
com
João
hiaõpa ao
emplo,
logo
e
ize ão
milag es,logo
iè
ob a ão
p odi-
£
10s
,
&
com
os
p odígios,
&
milag es
logo
e
i ão
p o-
g eí os:
Su ge
,
&
ambala
.
-Applicay,
Senho es,
os
ucceíFos,
que
pa a
a
Deos
os
Padece mos
,
eu
omen e
decla o
os
p odígios.
Em
IRey
noílb
Senho ,
&
no
P íncipe
Senho
noí o,
já
e-
m
os
João
,
&já
emos
Ped o,
ou
já
emos
a
Ped o
com
J
oão.Em
ambos
e
e a
o
zelo
doDi ino
cul o,em
ambos
§.
VI.
P
Rodigio
,
&
p og e lb
he
pa a
o
Reyno
na ce lhe
com
o
P íncipe,
que
lhe
na ceo,
não
ó
a
e o ma
aajuíhça,
que
já
imos,
mas
aabundancia
da'paz,
que
^
Piamos.
O ie u
in
dicbws
cj sj j i iâ
,
&
nbu idãn iã
•
a-
a
i
a
d
£
i
empo,
em
que
a
paz
e
ab açaíle
com
ujiu iça
;
.&
■
gua dou-íe
e a
elicidade
pa a
eí e
empo,
***»»
*<**"
P odígio,
&
p og eíTo
he
pa a
o
Reyno,
quando
e
onlide a ão
diminu os
os eus
he ou os,
o e ecc lhe.
Pouco
an es
de
naíce
o
P íncipe,
hum»
ão
ica o ao
u
á
cjo,
que
omen e
po
e a
a lállagem
deyxou
com
C
mil
i
8
Sema i
em
úcçm
de
g aças
Fa ia
Èpj .
m
in ejas
ao
no lb
Dou o,Do
ou o
do
io
Tejo
ab icoü
pau.
j.
c,
7
.
EIRey
D.
Diniz
hum
Scep o,
6c
huma
Co oa.E
endo
o
num.i
7
.
j
a
n
e
y
o
ma
i
s
libe al
pa a
a
Go oa,
6c
Scep o,
mayo
elicidade
p ome e
ao
Reyno
o
no b
g ande
P incipe}
pois
que
no
eu
na cimen oen á ão
pelo
Tejo
ios
de
ou o.
P odigio
,
6c
p og eí o
he
pa a
o
Reyno,
que
i eí eni
em
Campo
Mayo
as
noí as
a mas
ão
glo io o
iun o,
'
pouco
depois
de
na ce
o
noííoexcel o
P incipe.
Em
ou¬
as
occa iaés
a acou
o
inimigo
ou as
P aças
do
Alen e¬
jo^
pa ece
que
mais
al a
P o idencia
o
le ou
à
de
Cam¬
po
mayo
neí a
occa iaõ.
He
Campo
Mayo
aP açaque em
aS.
JoaõBau i a
po
P o e&o .
E
e a
empo
que
hum
Scipiáõ
Po uguez,
ou
Ma e
Luíi ano
com
o
nome
de
Ped o
he
Gene al,
ainda
que
o
Ca elhano
com
muy a
o ça
a acaííe
a
P a¬
ça,
6c
a
in e i{ e,em
Joaõ,
6c
Ped o,
(my e io os
nomes
do
no lb
Rey,
6c
P incipe
!
)
çin
Joaó,
Sc
Ped o
inha
a
P aça
com
en u a
quem
a
de endeí e.
Ve dade
he,
que
em
odas
e as
gue as
oy
e eo
comba e
mais
enhido,
6cocon li£ comais
anguinolen o
j
más
pa ece
di poz
a
P o idencia,
que ieíleo
inimigo
a
Campo
Mayo
com
e as
o ças
na
ul ima
campanha,
pa a
que
e i ando- e
de compo o,
6c
echaçado
,
poíla
dize
o
mundo
em
conclu aõ
das
gue as,
que
icou
Po ugal
i o io o,pois
he
ce o
icou
po
elle
o
Campo.
E
inalmen e,
p odigio,6c
p og eí o
he
pa a
o
Reyno,
que
do
na cimen o
do
Se enillimo
P incipe
,
6c
Senho
D.Ped Ojhou eíle
de e
eliz
p e agio
a
mais
ublime
Pu pu a.
Ha ia
de
na ce
e e
g ande^P incipe
pa a
con-
e a
aquellas
emelhãiiças,
que
en e
a
Mona chia
Po -
ugueza
,
&
Bccle ia ica
econheceo
o
mundo
em
odo
o
empo.
&
e
a
Ig eja
lhe
ha
de
e
de edo a
de a
e-
melhança,
que
muy o
lhe
p e enií e
huma
Pu pu a
pa a
a
aíli encia,ôc
lhe
di ponha
ou aPu pu a
augmé andp
*
noíTi
elicidade?
,
E es
eio
na cimn ódo
P inci eD,
Ped o.
p
E es- aõ
pois
os
p og e íos>
&
p odígios,
que
no
na -
cimen o
do
P incipe
Senho
noíTo
a ianção
ano ía
con-
e ação/&
na
emelhança
da
Mona chia
da
Ig eja
p o-
nie em
e abilidade
à
no la
Mona chia.
E a
em
im
he
aeí a el
con e ação,,
que
de emos
g a i ica
à
Di ina
bene icencia.
Demos
a
Deos
g aças
,
po
nos
da
hum
E incipe,
pa a
os
p og eííos
do
Reyno
aõ
p odigio o.
^emos
a
Deos
g aças",
po
nos
da
hum
P incipe,
que
e à
Homem
homem
na
con e açaó
do
Reyno
Lu i a-
no
>
ou
na
con e açao
do
Reyno
do
Al iíTimo:
En mihi
Eegnum iàe
pu iim*
Homo,
c homona usejl
in
ea
y
&
i
p e
unda ci
eam
Al i mus-
PONTO
IL
§.
VII.
O
Segundo
pon o
da
naxima
dos
P íncipes
he
dila¬
a
a
Mona chia
da
ua
Co oa,
ca
egunda
pa e
del a
maximaeon ií e
a egunda
emelhança
,
que
em
a
Mona chia
da
Lu i aniacom
a
Mona chia
da
Ig eja.
A
odo
o
âmbi o
do
müdo
e
ha
de
ex ende
o
e pi i ual
dominiode
S.
Ped o
:
I
n
omnem
e am
exi i onas
eo a n
.
E i nnü
o iU,&
unuspa io E
no
eliz
na cimen o
do
Se-
eni limo
Senho ,
&
P incipe
D.
Ped o,
pa ece
podemos
da
g aças
aDeosjpo queò
empo al
Impé io
dei e
g an¬
de
P incipe
ambém
íe
hade
ex ende
a
odo
o
mundo.
No
Campo
de
Ou ique
di ie
Ch ií o
ao
no id
p imei¬
o
Rey
de
Po ugal,
que
não
íó
unda a
Reynos
,
mas
ambém
Impé ios:
Eg
o
adi ca o
Regm im,
ac
Impe io-
um m.
E
ninguém
igno a
que
nomeímo
Campo
deo
a
Po ugal
nome
de
Impé io
,
como
que endo
dize ,
que
lhe
não^baí a ia
ode
Reyno;
E i
nihi
Reg-
oum idcpú u n-Voloin è
j
&in emine
uo
Impe iammihi
E abih e..
C
ij
E e
2ó
Se mão
em
acçaS
de
g
a
às
E e
he
pois
o
mais
cla o
undamen o,
pa a
ha e
Po ¬
ugal
de
e
Impé io.
Alguns
o
a i mà ão
undando- e
4.ETd .u.
naquella
Águia,
que
ioÊ d as,
6c
que
dizem
osnoí os
*•
E c i o es
e
da
Lu i ania
o
melho
ymbolo:
Aqnda,
An oaíode
qi ãm idi i,
a cen
den em
dema i,.e
Lu i ania ymboluni,
souía
de
diz
Macedo.
Macedo.
Ou os
ocon ide aõ. undando- e
com
S.
Boa en u a
na
ob e açáo,
de
que
endo
o
p imey o
Impé io
no
O i¬
en e,ha
de
e
no
Occiden e
o
ul imo
Impe io.O
p imey-
o
Impé io
io- è
nos
Aí y ios,
quee ão
mais
O ien aes
que
os
Pe as,
que
os
Medos,
que
os
G egos,
6
que
os
Romanos*
o
ul imo
Impé io
e eha
nos
Po uguezes,
mais
Occiden aes
,
6c
naõ
menos
ale o os
que
os
Ro¬
manos
j
que
qs.
G egos.,
que
os
Medos,
que
os
Pe as,
6c
D.Ba n .
que
os
Aí y ios:
Ab
O ien e
incepi
,
diz
S.
Boa en u a
o^b
dc
hallando
do
Impé io
uni e al
/
Ab
O ien e
incepi
,
&
Condi
d
e am
h
abi abilem
pe cn i
u que
ad
Occid
cn em.
De o -
e
que
po
ob e açóes,
po
a icínios
,
Sc
po
ex os
pa¬
ece
e
az
cla o,
que
ha
Po ugal
de
e
Impé io.
Pois
i o
aííim
uppo o,
deyxem-me
dize ,
que
pode¬
mos
da
muy as
g aças
a
Deos
noí o
Senho ,
po que
no
Se eniíIImo
P íncipe
D.
Ped o
pa ece
em
na ccndo
hü
Homem
homem
pa a
e e
Impé io.
He
e e
o
P íncipe,
que
à
Mona chia
da
Ig eja
ha
de
aí emelha
a
noí a
Mo-
na chia.
He
e e
o
P incipe,
que
daqui
a
muy osannos
em
que
Deos
nos
gua de
a
EIRey
noí o
Senho )
e á
en¬
e
os
Reys
de
Po ugal
o
e cey o
Rey,
que
enha
o
no¬
me
de
Ped o.
Pois
pa a
quee as
Mona chias
e
aí eme-
Ihem
,6c
pa a
que
ea emelhem
os
P íncipes
de as
Mo¬
na chias
,
do
modo
que
hü
Ped o
P incipe
da
Ig eja
em
e pi i ualmen e
Impé io
uni e al,
ambém
pa a
o
P in¬
cipe
da
Lu i ania
D.Ped o,
que
ha
de
e
e cey o
de e
nome,
e á
uni e al
o
eu
Impé io.
E
çuydo
em
a
igu*-
a
g ande
undamen o.
Pa a
Ch i o
bem
noí o
en ega
a
S.
Ped o
a-
ua
Mo-
&
na -
'pelo
nn ú nenio
do
P incipe
D,Ped o.
21
la chia
,
&
o
eu
Impé io,
es
ezes
examinou
o
eu
amo :
<
57
mon
Joannisdiligis
me
plus
his
?
Simon^Joânnis
âi-
joann.
'ligis
m
e
Simon
Joannisamas
me
?
Naó
epa o
jà
em
que
M-
Pa a
Ch i o
en ega
a
Ped o
hum
aó
la go
Impé io,
íc Dp e
o
publicou
po
ilho
de
Joaõ.
Repa o
im,
em
£L
Ue
íp
depois
de
examina
es
ezes
o
amo
dePed q,!
he
hou e
de
en ega
aquelle
Impé io.
Mas
aílim
ha ia
de
^
e
j
pa a
q
naõ ó ea emelhaíTeoImpe io
daIg eja,&o
Lu i aniai
mas
ambém
os
P incipes
Ped os
daLu i-
£
an a
com
Ped o
P íncipe
da
Ig eja.
E
dem-me
Senho es
a
^ençaõ.
Tinha
Ch i o
a ii mado,
que
ha ia
Po ugal
de
Te
pe io:
V
olo
in
e,
<&.
in e nine
uo
lmpe mm
mihi
úbih-
e.
E
pa a
ha e
de
en ega
e e
Impé io
a
Po ugal,q
a¬
ia?
Fez,
o
que
ez
a
Ped o
:
examinou
es
ezes
o
eu
amo
-
Examinou-o
noSe emíIimo
ReyD.
Ped o
I.
em
cuja
mão
e ioa
balança
da
Ju iça:
Dilig sme*
Exami¬
nou-o
no
Se eniílimo
ReyD.
Ped o
II.
em
cujas
acções
e io
o
exempla
da
Ch i andade:
Diligis
ml
Ago a
o
examina,
&:
pela
u
a
Di ina
p e ciencia
o
em
examina¬
do
no
Se enií imoP íncipeD.Ped o,
que,comodi ie-
w»,
daquiamuy osannos
e á
D.
Ped o
III.
do
eu
no*
:
Simon
Joannis
âmas
me
?
Pois
no em,
que
como
neíle
E incipe
Ped
o,depois
de
es
exames
e
hou e
de
quali¬
ica
o
amo
do
Rey
no,po
ií o
ómé e
a
e eP incipe,
pa¬
ece
ha
de
en
ega
Deos
aquelle
Im
pe io.
O
Impé io
uni-
^e al
da
Ig eja
deo-o
Ch i o
a
Ped o,
depois
que
do
eu
a
^o
ez
es
exames
;
&
o
Impé iouni e al
domundo,
pa ece
o
ha
de
da
Deos
ao
P íncipe
D.
Ped o,
pois
que
Pa a
a
quali icação
do
amo
doReynoem
P incipes
do
nòme,
neíle
e
ha
de
acaba
o
exame
do
amo ,
ou
e
ha
acabai
nelle
a
e cey a
pe gun a
do
exame;
Simon
Jò-
ppms
amas
me
?
Êcuydo
me
diz
oaudi o io
que
ambém
empo
de
acaba
o
pon o
do
Se maõ.
Eu
o
acabo
,
dizçndo
omen e
em
conclu aõ
do
a -
C
iij
a
n
1
p
-
2i
Se mão
em
acção
de
g aças
íiimp o,
que
e a
he
a
elicidade
com
que
na ce
o
Se eni -
íimo
P incipe
Dom
Ped o
Senho
no ío.
Na ce
Homem
homem
pa a
con e a
com
i meza
a
Co oa
da
Mona -
chia,
deíò e
que
e dadey amen e eja
E lado.
Na ce
Homem
homem
pa a
dila a
eom
en u a
a
Mona chia
da
Co oa,
de o e
que
comece
nelle
hum
no o
Impé io.
Saõ
eílas
as
duas
pa es
da
naxima
dos
P íncipes:
ao
eílas
as
duas
p opoílas
emelhanças
en e
as
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mais
glo io as
Mona chias.
E
e
no
P incipe
Senho
noíTo
nos
dáDeos
hum
P incipe,
que
con inue
eílas
íe aelhanças,
&•
p a ique
aquella
naxima
*
ccm
de ida
g a i icação,
Ç
ò
incly os,&
amo os
Po uguezes,
illu es
Cidadaós
da
mais
amoía,
6c
incly a
Cidade)
com
de ida
g a i ica*,
çaõ
demos
a
Deos
g aças,
po
nos
ha e
dado
hum
ao
g ande
P incipe»
§.
VIII.
M
Uy asg aças
os
damos,
meu
Deos,
Sc
meu
Se¬
nho
j
Sc
en imos
não
e inos
odos
línguas
pa a
melho
os
ende
as
g aças
i
mas e
diííe
Enodio,
que
ò
o
econhecimen o
pode
ag adece
g andes
bene ícios*
uípendaõ íè
as
exp eííoês
da
noíía
lingiia,
Sc
econheça¬
mos
as
g aças
da
o la
bene icencia.
Reconhecemos,Se¬
nho
>
a
g andeza
da
noíía
ob igaçaò,
po
da es
hum
aõ
g ande
P incipe
à
noíía
Mona chia
,
Sc
com
elle
pa a
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con e ação
do
E ado
a
melho
i meza
,Sc
pa a
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dila a¬
ção
do
impé io
a
mayò
en u a.
Ago ameu
Senho ,
já
que
a
noíía
Cala
Real
moíl a
e
Caía
do
Sol,
po
e
e iba
em
aõ
ublimes
columnas:
uílen ay,
Senho ,
as
columnas,
pa a
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i ma
a
Caía.
En e
muy as
elicidades
concedey
aos
no lbs
muy o
Al os
x
S
c
Pode o os
Reys
huma
la ga. ida:
en e
elices
p og eílos,
azey
e
con e
a
ida
dos
noííos
Secen- ílím
o
s
P incipe,
Sc
In an es
naõló
po
muy
os
annos,
mas
po
la gos
lu os.
Yi ao.
pelo
nx cimen o
do
P íncipe
D.Ped o,
23
Vi aõ
pa a
enche
o
mundo
de
admi ações:
i aõ
pa a
e e niza
os
eus
nomes
nas
memó ias:
i aõ
pa a
da em
emblemasà
o una: i aõ
pa a
e em
deimayodain eja:
i aõ
pa a
nos
go e na
com
elicidade:
i aõ
pa a
nos
e i a
os
eí agos
de
Bellona
:
i aõ
pa a
ncs
p ocu a
oíTegos
de
Mine a*
&
inalmen e
i aõ
pa a
ne a
ida
os
e i em
em
g aça,
&
me ece em
a
glo ia:
Ad
qna n
nos ie .duca
,&c.:
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