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SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM GESTÃO NA ENGENHARIA E GESTÃO
INDUSTRIAL DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO
Ca los Fe ei a
Leono Teixei a
RESUMO
A cons an e e olução e i icada nas o ganizações e na sua en ol en e coloca os mais di e sos
desa ios a odos os ní eis, dos quais não escapam os Sis emas de In o mação. Nes e abalho incluem-
se algumas e lexões sob e o enquad amen o, objec i os, con eúdo p og amá ico, bibliog a ia,
mé odos de ensino e a aliação da disciplina de Sis emas de In o mação em Ges ão (SIG), baseadas na
expe iência que os au o es colhe am ao longo de um pe íodo de se e anos em que lecciona am es a
disciplina na Uni e sidade de A ei o.
PALAVRAS-CHAVE: Sis emas de In o mação, cu icula, Engenha ia e Ges ão Indus ial.
ABSTRACT
O ganiza ions a e e ol ing apidly and his e olu ion en ails he solu ion o a a ie y o p oblems in
nume ous a eas, In o ma ion Sys ems comp ised. In his pape some e lec ions on he objec i es,
con en s, bibliog aphy, and eaching me hods o a cou se on Managemen In o ma ion Sys ems a e
p esen ed. These e lec ions a e based on he expe ience ga he ed along se en academic yea s.
KEY WORDS: In o ma ion Sys ems, cu icula, Managemen and Indus ial Enginee ing.
1. INTRODUÇÃO
A u ilização de meios pa a a manipulação, di ulgação e oca de in o mação, apesa de e sido uma cons an e ao
longo da his ó ia, cons i ui, p esen emen e, uma das p incipais p eocupações dos ges o es da in o mação, ainda
que, em algumas si uações, a p óp ia cul u a o ganizacional cons i ua um o e obs áculo ao desen ol imen o e
u ilização daqueles meios. Também o desen ol imen o da in a-es u u a da in o mação, de inida no seu sen ido
mais amplo como um conjun o de equipamen os pa a anspo e e di usão de in o mação, em sido um elemen o
cha e na passagem de uma economia pesada e ab il pa a uma economia le e e ica em in o mação (Li o
Ve de, 1997). O acesso à in o mação em, nos dias de hoje, uma dimensão mundial e é mais ba a o, g aças às
aplicações elemá icas e icien es, a ac i as e de uso ácil, como é o caso do sis ema Wo ld Wide Web, que
pe mi iu a e olução da In e ne , de uma e amen a inicialmen e des inada a especialis as, pa a um sis ema de
in o mação dis ibuído e de uso ge al. Pa alelamen e, os adicionais Sis emas de Ges ão de Bases de Dados
(SGBD) ap esen a am uma e olução nos úl imos anos que pe mi iu o ná-los o componen e cen al de mode nos
ambien es de compu ação. Dian e des e ac o, p opos as pa a a in eg ação des as duas ecnologias (Web e SGBD)
êm indo a c esce (Keyes, 1997; Thu aisingham, 2000; Choo e al., 2000, Laudon e Laudon, 2002), o e ecendo
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g andes opo unidades ecnológicas às o ganizações pa a esponde em de o ma mais e icien e e lexí el às
necessidades de in o mação.
O concei o de Sis ema de In o mação (SI) pode se en endido de aco do com duas pe spec i as (Ama al, 1994):
em sen ido la o, cons i uindo a o alidade das ac i idades de p ocessamen o e ep esen ação dos dados, o mais e
in o mais, den o de uma o ganização, incluindo as comunicações in e nas e comunicações com o ex e io ; des e
pon o de is a, um SI é oda a ede, o mal e in o mal, seja es a compu acional ou humana, u ilizada pa a aze
chega a in o mação do local onde se encon a ao local onde é necessá ia; na segunda pe spec i a, em sen ido
es i o, um SI é odo o subsis ema de in o mação baseado em compu ado es, com a inalidade de p omo e o
egis o e o supo e de se iços de ges ão de uma o ganização; nes e âmbi o, cons i uem uma pa cela dos SI’s em
sen ido la o.
De uma o ma ge al, odas as o ganizações possuem um SI, no sen ido la o, com o p opósi o de as auxilia no
cump imen o da sua missão, e que engloba, no malmen e, di e sos SI’s, no sen ido es i o, com ca ac e ís icas
especí icas quan o à sua inalidade e jus i icação, quan o ao ipo de ecnologias que in eg am, quan o ao g upo de
u ilizado es e ní eis de ges ão que se em, e c. No e-se que, no caso pa icula do SI em sen ido es i o, o
concei o de SI é, mui as ezes, con undido com a exp essão Tecnologias de In o mação (TI). Apesa des as duas
designações (Sis emas de In o mação e Tecnologias de In o mação) se em ulga men e u ilizadas de o ma
indis in a, na linguagem comum, não signi icam a mesma coisa. Os SI’s são aplicações que põem à disposição
de uma o ganização a in o mação necessá ia e conside ada ú il no sen ido de acili a o uncionamen o das
ac i idades, ges ão e omadas de decisão; as TI cons i uem as in a-es u u as ecnológicas que supo am os SI’s
(O’B ien, 2004; Laudon e Laudon, 2002).
Apesa de concep ualmen e se acei á el a exis ência de SI’s sem a pa icipação de compu ado es, a obse ação
da ealidade, no con ex o o ganizacional, pe mi e conclui que são a as as o ganizações que não in eg am
compu ado es nos seus SI’s (Va ajão, 1998; Thompson e Ca s-Ba il, 2003). Hoje em dia, a ideia de SI’s
manuais, mesmo em emp esas de pequena dimensão, é p og essi amen e uma noção cada ez mais aga. Assim,
no âmbi o des e a igo, a e e ência ao e mo Sis emas de In o mação (em pa icula pa a a Ges ão) que
signi ica SI em sen ido es i o. Ou as aspec os englobados nos SI em sen ido la o são abo dados nou as
disciplinas da Licencia u a em Engenha ia e Ges ão Indus ial (EGI) como, po exemplo, In odução à Ges ão
das O ganizações, Ges ão de Recu sos Humanos, Sociologia das O ganizações e Compo amen o
O ganizacional.
Nes e abalho incluem-se algumas e lexões sob e o enquad amen o, objec i os, con eúdo p og amá ico,
bibliog a ia, mé odos de ensino e a aliação da disciplina de Sis emas de In o mação em Ges ão (SIG), baseadas
na expe iência que os au o es colhe am ao longo do pe íodo que lecciona am es a disciplina (1997-2005), com
excepção do ano 2001/2002, na Uni e sidade de A ei o.
2. ENQUADRAMENTO
A designação Ges ão de In o mação não p o em, cu iosamen e, da á ea das biblio ecas nem das ciências da
in o mação mas, a a és de uma p opos a do Go e no Ame icano em 1978, do “mundo da ges ão do papel”
necessá io ao con olo da bu oc acia (Hoos, 1978).
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P a icamen e em simul âneo com a cons a ação de que a p odução, a mazenamen o, ecupe ação, p ocessamen o
e disseminação de in o mação en ol ia cus os pa a a o ganização, a in luência das Tecnologias de In o mação
começou a aze -se no a e a conduzi a o ma como as o ganizações execu a am aquelas a e as. A au omação
do esc i ó io (O ice In o ma ion Sys ems), com um i mo de al e ação acen uado no início dos anos 80
(in eg ação dos PC´s em ede e a sis emas de comunicação como o ax e pos e io men e o co eio elec ónico)
o neceu os p imei os sinais sob e a necessidade de mudança na me odologia igen e de ges ão da in o mação
(Wilson, 1985).
Tendo em con a a cla i icação ei a na secção an e io , sob e o âmbi o do e mo Sis ema de In o mação nes e
a igo, ap esen a-se (em consonância com aquela delimi ação) a de inição adop ada como base pa a a cons ução
do p og ama da disciplina de Sis emas de In o mação em Ges ão; assim, con o me Wilson (1989), conside ou-se
“Ges ão da In o mação”: a ges ão e ec i a dos ecu sos de in o mação (in e nos e ex e nos) a uma o ganização
a a és da u ilização adequada das ecnologias de in o mação.
A disciplina de Sis emas de In o mação em Ges ão (SIG) é disciplina ob iga ó ia pa a a Licencia u a em
Engenha ia, da esponsabilidade do Depa amen o de Economia, Ges ão e Engenha ia Indus ial (DEGEI) e de
opção pa a a Licencia u a em Química Indus ial e Ges ão (QIG). No en an o, no âmbi o des e a igo, a discussão
se á cen ada na Licencia u a em EGI.
A Licencia u a em EGI da Uni e sidade de A ei o, com início de leccionação no ano lec i o de 1988/89 sob a
esponsabilidade da Secção Au ónoma de Ges ão e Engenha ia Indus ial, assumiu desde o seu início a espos a a
uma impo an e necessidade do ecido emp esa ial: a o mação de quad os com uma p epa ação écnica,
cien í ica e pessoal capazes de combina o conhecimen o das écnicas de ges ão e de p ocessos ecnológicos
(Guia da U.A., 1989/90). Es es quad os de em e capacidade pa a analisa , modi ica , c ia e implemen a
p ocessos de negócios complexos, com is a à op imização do seu desempenho. Es e pe il de e ainda inclui a
capacidade de es abelece a in e ligação en e as di e en es unções das o ganizações, como consequência do
esquema de o mação global e ala gada, que con empla as á eas de ecnologia indus ial, sis emas de in o mação,
ges ão global e ges ão da p odução, além das ciências de base. Assim, desde o p imei o plano de es udos, a
Licencia u a em EGI incluiu no seu cu iculum uma á ea de o mação cien í ica em in o má ica (di eccionada
pa a o âmbi o da de inição aqui sus en ada de SI), que em sido man ida du an e as ees u u ações po que o
cu so em passado, com o sen ido de uma melho adequação aos desen ol imen os da ecnologia e exigências da
sociedade, sendo a é e o çada na úl ima e isão cu icula , que oco eu em 2001.
Dada a indiscu í el ac ualidade e impo ância dos SI (nunca an os ecu sos inancei os o am canalizados pa a a
p odução, a mazenamen o e di usão de in o mação), conside a-se que a exis ência de uma ou mais disciplinas
que abo dem emas des a á ea é imp escindí el num cu iculum como o da Licencia u a em Engenha ia e Ges ão
Indus ial, con o me se a i ma na p opos a da úl ima e isão cu icula : “sólida o mação eque ida na á ea dos
sis emas de in o mação”. Uma disciplina que possibili e aos alunos uma isão ge al das e amen as ( an o ha d
como so ) e me odologias de aplicação das no as ecnologias de in o mação à Ges ão de Ope ações, é c ucial
pa a um licenciado em EGI (os au o es conside am como adqui ido um pe cu so, con emplado no no o
cu iculum, na á ea de In o má ica/Ciências e Tecnologias de P og amação); a exis ência de uma ou a disciplina
(a analisa com maio de alhe na pa e inal des a secção, subsecção 2.2) que se deb uce sob e as écnicas
o ien ados po objec os de análise e desen ol imen o de sis emas de in o mação, em especial de Bases de Dados
e com pos e io in e ligação dos SGBD à Web jus i ica-se pela necessidade impos a pelo umo que as
o ganizações êm en e edado, como e e ido an e io men e, como espos a às necessidades de in o mação que
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cons i ui, pa a mui as, um dos ecu sos mais impo an es, um ac o es u u an e e um ins umen o de ges ão
(Zo inho, 1991; Thompson e Ca s-Ba il, 2003).
A disciplina de Sis emas de In o mação em Ges ão (SIG) in eg ou o cu iculum da Licencia u a em EGI, como
disciplina do 1º semes e do 4º ano, no p imei o plano de es udos (1988/89). No âmbi o da e isão cu icula de
1993/94, a disciplina de SIG ansi ou do p imei o pa a o segundo semes e do 4º ano de EGI, al u a em que
passou a se ambém equen ada pelos alunos do 3º ano da Licencia u a em Ges ão e Planeamen o em Tu ismo
(GPT), embo a pa a es e cu so com a designação de Sis emas In o má icos em Ges ão. Na úl ima e isão
cu icula de 2001/2002, a disciplina de SIG oi colocada no p imei o semes e do 3º ano de EGI, deixando de
se leccionada aos alunos de GPT e con inuando como opção pa a os alunos de Química Indus ial e Ges ão. A
pa i de 1997/98 e a é ao ano lec i o p esen e (2004/2005), com excepção do ano lec i o 2001/2002, es a
disciplina oi leccionada pelos au o es po ezes em conjun o, ou as com pa icipação indi idual.
2.1. O PERÍODO DE 1997/2001
No cu iculum da Licencia u a em EGI, co esponden e ao pe íodo en e 1997 e 2001, e i ica-se uma es a égia
de espec o la go, seguida conscien emen e pelo DEGEI desde o início daquela Licencia u a; a
mul idisciplina idade ine en e à o mação em EGI ob iga à inclusão de conjun os coe en es de disciplinas em
á eas di e sas como Ma e iais e P ocessos, Ciências Sociais e Sis emas de In o mação, pa a além das que
in eg am as Ciências de Base e as Ciências da Especialidade. Tendo p esen e que os Licenciados em EGI podem
desempenha di e en es unções num amplo leque de sec o es, exis e uma p eocupação em ealça um conjun o
de aspec os, que ce amen e ca ac e iza ão a sua ac i idade p o issional, nomeadamen e: (i) uma isão
ab angen e dos aspec os que po enciam um melho desempenho das o ganizações; (ii) um posicionamen o na
o ganização que pe mi a e ec ua a in e ligação en e a ges ão e as ope ações; (iii) uma capacidade de aplica
écnicas cien í icas de esolução de p oblemas, em p a icamen e qualque ipo de o ganização; (i ) uma
necessidade de acompanhamen o pe manen e dos desen ol imen os cien í icos e ecnológicos na á ea; ( ) uma
in e acção com os ecu sos humanos das o ganizações, p o a elmen e supe io à de qualque ou a especialidade
de engenha ia; ( i) um ele ado g au de en ol imen o dos aspec os que abo dam as ques ões económicas; ( ii)
um ecu so cada ez mais acen uado às no as ecnologias de in o mação.
Conside ando, nes e cu iculum, a p epa ação especí ica (do pon o de is a da ecnologia) an e io à equência
da disciplina de SIG (4º Ano/2º Sem.), encon a-se: In odução à In o má ica (1º Ano/1º Sem.), P og amação,
Es u u a de Dados e Algo i mos (1º Ano/2º Sem.) e Sis emas de Ges ão de Bases de Dados (2º Ano/1º Sem.).
Conside ando a de inição de sis ema de Na ayanan e Na h (1993) ex apolada pa a o caso conc e o do SI, es e,
den o de uma o ganização, em como objec i o euni , gua da e acul a in o mação ele an e de modo a que
es a es eja acessí el pa a u iliza no uncionamen o, ges ão e omadas de decisão, supo ando es a egicamen e o
negócio independen emen e da sua na u eza. Nes a isão, o conjun o de disciplinas que engloba: In odução à
Ges ão de Emp esas (2º Ano/1º Sem.), Con abilidade de Ges ão (3º Ano/2º Sem.), Ges ão Financei a (4º Ano/1º
Sem), Ges ão In eg ada de P ojec os (4º Ano/2º Sem.) e Ges ão da Qualidade (4º Ano/2º Sem), p opo cionam
não só uma pe spec i a de ní eis ác icos e ope acionais das o ganizações, mas ambém a possibilidade, dada a
na u eza de SIG, de es a disciplina su gi como elemen o in eg ado e de supo e aos e e idos ní eis. Tendo em
con a o que Choo (1998) apelida de “o ganização in eligen e”, ou seja aquela que é capaz de o ganiza os seus
ecu sos de in o mação, ans o ma a in o mação em conhecimen o e u iliza es e pa a adqui i an agens
compe i i as, e que busca a an agem es a égica (pela con e são da in o mação em conhecimen o) no sen ido
de melho a as ac i idades da o ganização e con ibui pa a o p ocesso de ino ação, su ge como ine i á el a
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in e enção do ac o humano, que em e mos cogni i os, a ec i os e sociais. Embo a, como já se e e iu
du an e a secção de in odução des e a igo, se conside em em SIG os SI’s em sen ido es i o, es es de e ão
con ibui pa a o melho amen o do SI global (sen ido la o). Nes a isão, disciplinas como: Ges ão de Recu sos
Humanos (4º Ano/1º Sem.) e Sociologia das O ganizações (5º Ano/1º Sem.) p opo cionam a complemen a idade
e noção de in e acção necessá ia nes e aspec o. Do pon o de is a es a égico, com ocação pa a a esolução de
p oblemas semi-es u u ados ou não es u u ados, a disciplina de SIG podia se seguida po Ges ão de Ene gia
(5º Ano/1º Sem.), Ges ão Es a égica (5º Ano/2º Sem.), p eenchendo assim os ês ní eis de ac i idades de
ges ão (ope acional, ác ico e es a égico) do modelo mais u ilizado nes e campo (Min zbe g, 1995). Finalmen e
de e ainda e e i -se que disciplinas como In es igação Ope acional e Op imização (3º Ano/1º Sem.), Ges ão e
O ganização da P odução I (3º Ano/1º Sem.), Ges ão e O ganização da P odução II (3º Ano/2º Sem.), Ges ão de
S ocks (3º Ano/2º Sem.) ac uam, nalgumas pa celas dos seus p og amas e nos objec i os da sua o mação, como
pequenas especializações de SIG ao ap o unda em de e minadas ca ego ias de SI’s como Sis emas de Apoio à
Decisão.
O posicionamen o da disciplina de SIG, como disciplina do 4º Ano/2º Sem, é de ensá el (na es u u a do cu so
que se e e e ao pe íodo de 1997 a 2001), aduzindo os aspec os posi i os que se desc e e am nos pa ág a os
an e io es. Po ou o lado, a si uação de disciplina única (especí ica da á ea dos SI) aliada à necessidade da sua
colocação na pa e e minal do cu so, o iginou uma descon inuidade (en e o 2º Sem. do 2º Ano e o 1º Sem. do 4º
Ano), no âmbi o das ecnologias da in o mação. Es e aspec o, que os au o es sen i am na leccionação da
disciplina de SIG, mo i ou a inclusão, no p og ama, de alguns aspec os de “ e isão/ac ualização” (como uma
b e e e e ência às ecnologias, edes e comunicações, sis emas ope a i os, a u ilização de aplicações de apoio
ao planeamen o de um pequeno SI u ilizando o Mic oso P ojec e a de uma aplicação de SGBDR u ilizando o
Mic oso Acess).
2.2. O PERÍODO DE 2002/2005
Re omando a necessidade da exis ência de uma ou a disciplina nes a á ea, os au o es de ende am, nesse cená io,
a passagem pa a o 3º Ano da disciplina de SIG, após a o mação de Ma emá ica, Física e In o má ica
concen ada nos dois p imei os anos da licencia u a. Com es a medida, desapa ece a descon inuidade já e e ida
e pe mi e-se uma mudança do con eúdo p og amá ico (que no essencial passa á pa a uma disciplina pos e io ),
ocando-se nas e amen as e me odologias de aplicação das no as ecnologias de in o mação à Ges ão de
Ope ações. A í ulo de exemplo pode e e i -se que os 3 módulos que cons i uíam o p og ama da disciplina de
SIG no pe íodo de 1997/2001: (1) In odução aos Sis emas de In o mação, (2) Modelização e P ojec o
O ien ados po Objec os e (3) Sis emas de In o mação na Web, e am abo dados na Faculdade de Engenha ia da
Uni e sidade do Po o (FEUP) em disciplinas como Análise de Sis emas de In o mação I e II e In o mação pa a
a In e ne .
A década passada, em que oco e am eno mes al e ações na á ea da ges ão, sis emas e ecnologias da
in o mação, com impac o nas á eas da economia, ges ão, eo ia das o ganizações, e c. (Mace i e Wilson, 2002),
mo i a, na opinião dos au o es, uma no a abo dagem à disciplina de SIG no âmbi o da licencia u a em EGI, que
passa cla amen e pelo e o ço e adequação da o mação des es licenciados em Sis emas e Tecnologias de
In o mação. No no o plano de es udos da licencia u a (Guia da U.A., 2001/2002) oi in oduzida a á ea de
In o má ica/Ciência e Tecnologia de P og amação, a a és das disciplinas de Aplicacionais pa a Ciências e
Engenha ias e P og amação I e II. Nes e con ex o, os au o es de ende am a e isão do p og ama de SIG e a
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inclusão de uma segunda disciplina na á ea dos SI; pa a além disso, ap esen a am um conjun o de
ecomendações que, de uma o ma global, o am acei es pela Ins i uição, a sabe :
1.a) a disciplina de SIG e á, como objec i o undamen al, enquad a a u ilização dos sis emas de in o mação
nas o ganizações; a ên ase de e á se colocada nas aplicações in o má icas pa a a ges ão, nas edes de
comunicações e nas écnicas que conduzem ao desen ol imen o de sis emas de in o mação. As p incipais
á eas dos SI em ges ão, em pa icula os Sis emas de Ges ão de Bases de Dados, os Sis emas de Apoio à
Decisão e os Sis emas de In o mação na Web (D esang e Robbins, 1999) de em se ab angidas;
1.b) os alunos, como po enciais u ilizado es de sis emas de in o mação, de e ão adqui i as compe ências
undamen ais indispensá eis nas omadas de decisão ela i as à aquisição, aplicação/u ilização e con olo
de sis emas de in o mação em ges ão;
1.c) o ensino das ma é ias de e con inua a combina aulas de exposição eó ica com aulas em salas de
in o má ica e inclui , deseja elmen e, algumas isi as écnicas;
1.d) a disciplina de SIG, colocada no 3º Ano/1º Sem. da licencia u a, des az a descon inuidade an e io men e
exis en e no cu iculum (em e mos da o mação na á ea), con inuando ago a o s eam iniciado no 1º
Ano/1º Sem. com a disciplina de Aplicacionais pa a Ciências e Engenha ia e que se p olonga com as
disciplinas de P og amação I e II no 2º Ano, a é en onca na disciplina seguin e Análise de Sis emas Pa a
Engenha ia no 3º Ano/2º Sem.
2. uma pa e impo an e do con eúdo da disciplina de SIG, leccionada a é 2001, em pa icula o que se e e e
à análise e p ojec o o ien ados po objec os, de e á se ans e ido pa a a disciplina de Análise de
Sis emas pa a Engenha ia; na opinião dos au o es de e ia se man ido o desen ol imen o, pelos alunos,
de um p ojec o (ab angendo o ciclo de desen ol imen o desde a análise, ao p ojec o e à implemen ação).
O pa adigma da linguagem de e ia ansi a da Objec Modeling Language (OMT) pa a a Uni ied
Modeling Language (UML) (Booch, e al., 1999), com algumas e e ências à Objec -O ien ed
Hype media Design Me hod (OOHDM) (Rossi, 1996; Teixei a e al., 2004; Fe ei a e al., 2004), em
pa icula no que espei a às ques ões de in e acção e b owsing. Do pon o de is a das ecnologias
u ilizadas na componen e p á ica, es as de e ão se cen adas no se ido .
Rela i amen e à pe spec i a de ní eis ác icos e ope acionais das o ganizações, es a é assegu ada, no pe íodo
igen e, po disciplinas como: In odução à Ges ão das O ganizações (1º Ano/ 1º Sem.), Con abilidade (2º Ano/
1º Sem.), Economia pa a Engenha ia I (2º Ano/ 1º Sem.), Economia pa a Engenha ia II (2º Ano/ 2º Sem.),
Ges ão Financei a (3º Ano/ 1º Sem), Ges ão In eg ada de P ojec os (3º Ano/ 2º Sem.) e Ges ão da Qualidade (4º
Ano/ 2º Sem.). Quan o à complemen a idade e noção de in eg ação com o SI global (no sen ido la o), na isão da
“o ganização in eligen e”, se ão impo an es as con ibuições de disciplinas como: Ges ão de Recu sos Humanos
(4º Ano/ 1º Sem.), Compo amen o O ganizacional (5º Ano/ 2º Sem.) e Sociologia das O ganizações (5º Ano/ 1º
Sem.). No que conce ne ao p eenchimen o da componen e es a égica, à disciplina de SIG podem segui -se
emas abo dados em Ges ão de Ene gia (5º Ano/ 1º Sem.), Ges ão Es a égica (5º Ano/ 2º Sem.) e Polí ica e
Ges ão de Ciência e Tecnologia (5º Ano/ 1º Sem.). Na u almen e que de em se ambém e e idas as impo an es
con ibuições de disciplinas como, In es igação Ope acional I (3º Ano/ 1º Sem.), In es igação Ope acional II (3º
Ano/ 2º Sem.), Ges ão de Ope ações I (4º Ano/ 1º Sem.), Ges ão de Ope ações II (4º Ano/ 2º Sem.) e Logís ica
(4º Ano/ 2º Sem.), que ao ap o unda em de e minadas ca ego ias e/ou modelos de SI’s, po enciam o papel
in eg ado e de supo e da disciplina de SIG.
O mapeamen o das ca ac e ís icas da á ea dos SI’s, ap esen adas na secção de in odução des e a igo e a
a iculação da disciplina de SIG com um conjun o ala gado de disciplinas da Licencia u a em EGI, apon adas
nes a secção, mos a como a disciplina de SIG con ibui pa a a p ossecução da maio pa e dos aspec os
apon ados (i) a ( iii) como de g ande impo ância pa a a u u a ealização p o issional do licenciado em EGI.
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3. OBJECTIVOS
Tendo em con a o que oi e e ido na secção an e io , que em elação aos objec i os da licencia u a em EGI,
que em elação ao papel especí ico e de a iculação que se espe a da disciplina de SIG, os objec i os que os
au o es aça am pa a a disciplina, de uma o ma esumida, consis em em da a conhece as p incipais aplicações
e u ilizações dos Sis emas de In o mação ao ní el da Ges ão. Do pon o de is a da abo dagem, es a se á ei a
numa pe spec i a o ganizacional, es a égica e ecnológica. Mais especi icamen e p e ende-se:
- p omo e o conhecimen o elacionado com os Sis emas de In o mação (SI’s), suas ca ac e ís icas e os
seus di e en es enquad amen os no mundo eal das o ganizações;
- ala ga a noção adicional de SI’s, conside ando a dinâmica de e olução das ecnologias e aplicações
elacionadas com es es sis emas (po exemplo a Web) e ealça as an agens compe i i as deco en es da
sua implemen ação;
- abo da o p ocesso de análise e implemen ação dos SI’s na ede inição do negócio de uma o ganização.
Apoiada numa o e componen e p á ica, que habi ualmen e ex a asa (em e mos de abalho de p og amação)
as aulas cu icula es e se ala ga pa a as salas de in o má ica da Uni e sidade e pa a os compu ado es pessoais
dos alunos, p e ende-se que es es adqui am compe ências no acompanhamen o do p ojec o e desen ol imen o de
SI’s adequados às necessidades dos u ilizado es e aos objec i os de ges ão das o ganizações, bem como do á-los
de capacidade pa a u iliza em écnicas de modelação concep ual (aqui aplicadas aos SI) como me odologia em
odo o ciclo de ida de um p ocesso. Po azões es a égicas e de conjun u a elegeu-se, como á ea de
desen ol imen o, a Web de ido à sua in e ace consis en e em p a icamen e odas as aplicações da In e ne
(Rosen eld e Mo ille, 1998).
4. ANÁLISE GLOBAL DO PROGRAMA
A disciplina de SIG em uma escola idade de 4 ho as semanais, sendo me ade (2x1h) de aulas eó icas e me ade
(1x2h) de aulas p á icas, co espondendo a 3 c édi os, num o al de 17 c édi os pa a o semes e. Tendo em con a
que, habi ualmen e, o semes e compo a ce ca de doze semanas ú eis lec i as, cons a a-se que o pe íodo lec i o
( o mal) ab ange ce ca de 48 ho as.
O p og ama leccionado compõem-se de ês g andes módulos: in odução aos sis emas de in o mação, sis emas
de in o mação do pon o de is a do negócio, ges ão de sis emas de in o mação, indicando-se, a segui , o núme o
ap oximado de ho as e con eúdo p og amá ico esumido de cada um des es módulos.
1- In odução aos Sis emas de In o mação: 10 ho as.
Aulas eó icas: concei os básicos, classi icação e e olução dos SI’s (com ên ase no planeamen o de
ecu sos de ges ão).
Aulas p á icas: planeamen o de p ojec o de SI’s u ilizando o Mic oso P ojec .
2- Sis emas de In o mação do pon o de is a do negócio: 16 ho as.
Aulas eó icas: no as pe spec i as de negócio com base nos concei os de Supply Chain Managemen
(SCM), Cus ome Rela ionship Managemen (CRM), En e p ise Resou ces Planning (ERP),
Da aWa ehouse (DW), Comé cio Elec ónico e Negócio Elec ónico.
Aulas p á icas: es udo da concepção e desen ol imen o de um p o ó ipo, endo em con a es es concei os.
3- Ges ão dos Sis emas de In o mação: 22 ho as.
Aulas eó icas: planeamen o, ges ão e explo ação de sis emas.
CITIES IN COMPETITION
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Aulas p á icas: desen ol imen o de um SI pa a a Web, u ilizando ecnologias execu adas no clien e
(HTML (Hype Tex Ma kup Language), DHTML (Dynamic Hype Tex Ma kup Language), CSS
(Cascading S yle Shee s) e Ja aSc ip . Es as aplicações são baseadas na pla a o ma DNA (Dis ibu ed
In e ne Applica ions), em pa icula na a qui ec u a Clien e-Se ido (Th ee-Tie ).
O modelo das aulas eó icas é, essencialmen e, exposi i o com ecu so a di e sos ma e iais de apoio:
anspa ências, so wa e e p ojecções de ídeo. Como já se e e iu, me ade da escola idade da disciplina de SIG
co esponde a aulas p á icas, leccionadas em salas de compu ado es. Assim, p a icamen e du an e odo o pe íodo
de componen e p á ica, os alunos êm uma o e in e acção com os sis emas compu acionais, que do pon o de
is a da exempli icação e eino das ma é ias leccionadas, que no desen ol imen o de um mini-p ojec o
(p o ó ipo) e do abalho inal (Sis ema de In o mação pa a a Web).
Fazem-se, em seguida, alguns comen á ios ao p og ama desc i o, que se a icula nos ês módulos e e idos em 4
(Análise Global do P og ama).
1 - Módulo de In odução aos Sis emas de In o mação:
Es e módulo deco e, do pon o de is a empo al, a é à 3ª semana lec i a e con a ainda, na úl ima semana de
aulas, com uma sessão de ap esen ação e discussão de um caso de es udo ( eal) de um SI. Do pon o de is a
p á ico, e como se explica á de o ma de alhada na secção sob e os Mé odos de Ensino P á ico, con a com o
planeamen o de p ojec os de SI u ilizando o Mic oso P ojec .
Pa a além de se p e ende em escla ece alguns concei os (po ezes usados de o ma indis in a) como dados e
in o mação e SI’s e TI, ap esen am-se, no âmbi o da desc ição do supo e dos SI à o ganização, a e olução e
algumas p opos as de classi icação dos mesmos incluindo os: Da a P ocessing Sys ems, Managemen
In o ma ion Sys ems, Da aBase Managemen Sys ems, Decision Suppo Sys ems, Execu i e In o ma ion
Sys ems, O ice In o ma ion Sys ems, S a egic In o ma ion Sys ems e Expe Sys ems. Desc e em-se os cus os
associados à p odução de in o mação (no desen ol imen o, ins alação e ope ação) e ale a-se pa a o pe igo do
excesso de in o mação nas o ganizações (que pode se esponsá el po pe das de empo, a aso de decisões
impo an es, ensão pe manen e) c iando imobilismo, suge indo (como p e enção) o es abelecimen o de Polí icas
de In o mação. Abo da-se, ainda, a in o mação como ecu so es a égico e de como os SI’s podem apoia as
o ganizações na ob enção de an agens compe i i as.
2 - Sis emas de In o mação do pon o de is a do negócio:
No âmbi o das aulas eó icas, es e módulo em início po ol a da 3ª semana. Do pon o de is a das aulas p á icas
es á p esen e, com maio acuidade a pa i da semana 4, na al u a do p é-p ojec o do SI pa a a Web.
O aspec o cen al des e módulo é a in eg ação das unções e dos p ocessos com base nos SI’s. Abo dam-se
concei os elacionados com o p ocesso de negócio que ca ac e iza as o ganizações e de como os SI’s podem
apoia es a egicamen e esses p ocessos a a és de ecnologias de ERP, CRM, SCM, comé cio colabo a i o e
edes p i adas indus iais. Ainda nes e âmbi o en a iza-se o papel dos SI’s na ges ão e in eg ação de á eas
uncionais e pa cei os indus iais, nomeadamen e ges ão da cadeia de abas ecimen o com auxílio dos SCM,
in eg ação dos sis emas emp esa iais com o auxílio dos ERP’s; ges ão das elações com os clien es a a és de
CRM’s, con ando com os supo es de dados que acul am a mine ação dos mesmos (DW). Finalmen e abo dam-
se os no os modelos de negócio po enciados pelas ecnologias de in o mação, ais como, o comé cio elec ónico
e o negócio elec ónico, jus i icando, simul aneamen e, a ans o mação que es es es ão a p o oca no sec o do
e alho e nas ansacções en e emp esas.
NOTES ON UNIVERSITY TEACHING METHODOLOGIES AND EXPERIENCES
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3 – Ges ão de Sis emas de In o mação:
Es e módulo ocupa, do pon o de is a da leccionação eó ica ce ca de ês semanas e ep esen a, do pon o de
is a da p á ica a g ande pa cela, es endendo-se po ce ca de 7 semanas, a pa i da 6ª. Du an e pa e des e
pe íodo é desen ol ido, pelos alunos, o abalho p á ico p incipal – um sis ema de in o mação pa a a Web com
base em ecnologia execu á el no clien e: HTML, DHTML, Ja aSc ip e CSS, cujo p o ó ipo oi idealizado e
es ado no módulo an e io .
Na componen e eó ica, o aspec o cen al des e módulo in eg a as ac i idades da Ges ão de Sis emas de
In o mação, nomeadamen e ao ní el do planeamen o (o ciclo da análise, de inição e implemen ação es a égica),
do desen ol imen o (o ciclo da análise, concepção, cons ução, implemen ação e manu enção de sis emas) e da
explo ação (a in e acção en e a ope ação de sis emas, a adminis ação das TI, os p ojec os especiais e a
adminis ação de Recu sos Humanos) de Sis emas de In o mação.
5. BIBLIOGRAFIA
O supo e bibliog á ico é uma componen e undamen al no p ocesso de ap endizagem po pa e dos alunos, em
qualque disciplina. Numa p imei a ase, e de o ma a acompanha e baliza o es udo da disciplina ( ace a uma
ce a ans e salidade da mesma que se aduz numa bibliog a ia que ab ange á ios campos), os alunos dispõem
de cópia das anspa ências u ilizadas pelo docen e nas aulas eó icas. Numa segunda ase, que se pode
conside a de apoio pa a o ní el desejá el de desempenho na disciplina, exis e uma lis a de Bibliog a ia de Base.
Finalmen e, pa a apoio na ealização de alguns abalhos p á icos ou pa a alunos “mais cu iosos” que desejem
ap o unda os seus conhecimen os em emas especí icos, disponibilizou-se uma lis a de ob as designada po
Bibliog a ia A ançada (uma ez que, na sua u u a p o issão, sabe p ocu a in o mação é essencial pa a o seu
sucesso). De e ainda e e i -se que algumas ob as ilus am, de uma o ma mui o in e essan e, as po encialidades
de in eg ação de ês ipos de media: um li o de ex o, um CD-ROM e um Web si e (com ac ualização
cons an e). Po exemplo as ob as de Laudon e Laudon (2002) e Tu ban e al (1999) e elam-se de g ande
u ilidade ao pe mi i , a a és da ligação em empo eal ao Web si e (h p://www.p enhall.com/laudon)
(h p://www.wiley.com/college/ u ban2e), e ap o ei ando a ede wi eless da Uni e sidade de A ei o, ap esen a
du an e as aulas as úl imas no idades ecnológicas da á ea, a ligação a ou os si es elacionados e algum supo e
mul imedia mui o in e essan e, do pon o de is a pedagógico, pa a a disciplina.
6. ORGANIZAÇÃO E MÉTODOS DE ENSINO
A o ganização, adop ada nes a disciplina, pa a o ensino das ma é ias, e lec e uma noção de que a ap endizagem
é um p ocesso cumula i o: cada concei o em po base concei os an e io men e adqui idos.
Ao longo das doze ou eze semanas ú eis que o semes e em, o p og ama é expos o, nas aulas eó icas, na
sequência ap esen ada, ha endo po ém luga à discussão de ou os assun os que enham a p opósi o e que
no malmen e se elacionam com si uações eais do conhecimen o ge al. E en ualmen e os au o es pode ão aze
um “in e alo” no p og ama da disciplina e dedica algum empo (em ge al apenas pa e de uma aula) a um
assun o que, de ido à sua ac ualidade, seja pa icula men e in e essan e pa a os alunos. A condição de
Coo denado do Mes ado em Ges ão da In o mação da Uni e sidade de A ei o, po pa e de um dos au o es
desde 1998 a é ao p esen e, e a de Mes e em Ges ão da In o mação po pa e do ou o, induziu uma si uação
p i ilegiada no acesso aos no os desen ol imen os na á ea, que o am p opo cionando ma e ial pedagógico pa a