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Sermam do espiritos, prègado ao tribunal da Justiça da Corte de Lisboa, ...

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Sermam do espiritos, prègado ao tribunal da Justiça da Corte de Lisboa, ...

Author: Monteiro, Pedro, (O.P.)
Publisher: Lisboa Occidental : na officina de Antonio Pedrozo Galram, 1717
Source: https://idus.us.es/bitstreams/15a20c9d-5e89-425f-84d0-3a6fc1e90cc0/download
SERMAM
ESPIRITO
S.i
P egado
aoT íbunal
da
Ju iça
da
Co e
de
Lisboa,
Sendo
en
Regedo
o
Illu i iJJí ao
i
&
Re e endiJJimo
Senho
d.al a o
de
ab anches,
Bi po
dc
Ley ia,
doCon elho
dc
Sua
Mage ade,
Fio
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dos
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PFegado es
,
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da
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ina
Fe(la
3
PELO
M.
R.
PADRE
F .
PEDRO
MONTEYRO
Me e
na
Sag ada
Theologia,
P egado
deS.
Al eza.’
Con ul o
do
San o
O icio,
Examinado
Sy-
podaldo
A çebi pado
de
Lisboa
O ien al,
&
do
P io ado
do
C a o.
O e ecido
ao
Re mni mo
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Me l o
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ConTelho
de
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do
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do
S.
O icio.
LISBOA
OCCIDENTAL,
'
Na
O icina
de
ANTÓnkTpEDROZO
GALRAM.
Com
odas
as
licenças
necej a ias.
Anno
de
171
7
-
REVERENDÍSSIMO
P.
MESTRE.
USCA
e ie
papel
a
p o ecção
deV.Re e .en^
âijjima
po
e
hum
dos
meus
,
que
mais
mo deo
a
in eja
,
&
calumniQU
a
igno an
eia.
Ta de
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,
&
po
ij o
ambém
chega
a de.
De e mina a
a e
aqui
)
que
en a ia
com
os
ou os
,
que
p incipio
a
p epa a ia*
ada
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luz
,
quando
cej a
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conímuaçae
do
púlpi o,
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i io
,
o
que
ize
ai
os
mais
>
po em
ime
p eci ado
aonao
e a da
an o
,
po
ju ias
azoes
,
quecaUa,
Na
pejjba
de
V
Re e endij ima
ejo
unidas
odas,
as
p endas
,
que
con ii uem
hum
Mecenas
g ande
,
bondade
de
a-
nimo
,
Nob eza
de
angue,
&
abedo ia
de,
Me e.
Da
p imey a
emexjknema
,
nai i
os
Relmo os,
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depo as
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com
V.
Re e
endij ima
,
mas
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bem
odos
os
mau,
que
i e
ao
occajiab
de
os
V.
Re e
endi ma
' a a .
Da
Jegunda
em
V.
Re e endijjma
po
U emunhas
os
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os
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Fa o
as,
os
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&
os
Lanca i.
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d
>
udo
do
naiiquali icado
domaispí-
ode e
Reyno.
Pelos
Va imcellos-à-
Sou as
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V
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à-
Capi ai
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odo
o
E -
ado
do
B a iL,
hoje
Embayxado
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Senho
na
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de
Mad id
a
ElRey
Ca holico.
Fdho
do
Se¬
nho
Smao
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&
So a,
Gemd-hmm
da
Ca-
""
J
*
ij
me a
me a
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Se enij imo
P íncipe
Dom
Tea
o,
&
i mão
do
Excel-
len ij imo
Conde
de
Ca ello-Melho ,
de
quem
V.
Re e
endi i
ima
he
amado ob inho.
Pelos
Pa o
as
he
V
.Re e
endij ima ilho
da
Senho a
D.
Joanna
de
Pa o
a
,
Dama
que oy
da
Se emJJima
Rainha
D.
Luiza
de
Gu mao
,
&
pa en e
de
odos
os
de ie
nobihj imo
ap-
pellido,
que
i
nejle
Reyno
em
i es
ca as
i ula es
,
a
dos
Excel-
len ij imos
Ma quezes
de
Pa o
a
,
a
dos
Excellen iJJimos
Con¬
des
de
Sao
Vicen e
>
&
Condes
de
Al o ,
ò~
ou as
nao
i u¬
la es.
Pelos
Sil as
,
he
V
Re e endij ima
ne o
pela
linha
ma¬
e na
do
Senho
Joao.
Gomes
da
Sil a,
Regedo
que oy
da
Ca
-
a
da
Supplicaçao.
Cujo
mo gado
,
p
o
al a
de
a ap, icou
k
ilha
mais
elha
he dey a
,
que
ca ou
na
Excelkn ij ima
ca a
dos
Condes
de
Sa zedas
,
de
quemV
Re e
endij ima
iceu o¬
b inho.
Bi ne o
do
Senho
Lms
da
Sil a
y
Mo domo
mo da
Ca a
Real,
Vedo
da
Fazenda,
&
do
Con elho
de
E ado
,
cuja
ba onia
e
con e a
hoje
na
Excellen ij ima
ca a
dos
Ma que-
zes
de
Aleg e e.
E
de icenâen e
da
mais
an iga
nob eza
de
oda
Hejpanha
,
que
dandolhe
p incipio
o
Conde
D.
Ped o
em
Dom
Gu e e
Alde e e
da
Sil a,
Rico
homem
y
que lo ecia
no
Rey-
nado
delRey
Dom
A on o
VI.
de
Leao
,
&
do
Se emj imo
Rey
Dom
A on o
Hen iques
de
Po ugal
, e
nao a is azem
ge al¬
men e
os
Genealógicos
,que
com
mais
cu w idade
in e gà ao
eis
an iguidades-,
po
que
huns
a
deduzem
dos
Rey
s
de
Alba i *’
£
a
i
de eenden e
de
Eneas
po
eii
ilho
Sil io
a e
o
Conde
Dom
Pelayo
Sil io
,
que
lo e
ceo
pelos
annos
de
430
..
pay
de
Dom
Gn-
e e
Pelayo,
Go e nado
da
e a
da
May
a,
q
ue
°J
ei o
de
Dom
Gu e e
Alde e e
da
Sil a.
Ou os
que em,
que
0
Con^
Dom
Pelayo
cj e iih
0
do
In an e
Dom
O donho
0
cego, ilho
de
Dom
F uella
II
Rey
de
Leao,
&
de ie
a e
Leo igildoRey
Sex o
decimo
dos
Godos
,
pelos
annos
de
5
6
7
.
p ocedido
da
an i¬
ga amilia
dos
Baldos
,
daq
Ua
l
emp e
os
Vice-
G
odos
elegiao
eus
Rey
s.Ou os
pelo
pa onímico
de
Alde e e
a imao,que
D-
Gu e e
Alde e e
da
Sil a
de cendia
do
Conde
Alde edo
,
a
quem
EIRey
D.Rami o
op imey o
mandou
i a
os
olhos
pelos
annos
de
84.3.
Finalmen e
as
a mas
de ia
nobihjjima
amília,
que ao
as
me mas
do
Reyno
de
Leao
,
mo i ao
,
que
D.
Gu e e
Alde e e
da
Sil a
e a
de cenden e
daquelles
Reys,
&
delles
a e
os
an igos
Godos
,
que
ie
ao
a
domina
íe panha
pelos
annos
de
411
•
com
0
(eu.phmey o
Rey
A aul o.
De ie
pa a
cd e
em
jà
pa ado
eze eculos
y
&
den o
delles
e
ex ingui ão
muy as
Mona
chias
,
&
acaba
ao
as
de cendenc as
de
muy os
p ínci¬
pes
■
,
&
a
e cla ecida amília
dos
Sã qs
con inha
ao
dila ada,
que
ainda
hoje
con a
po
i a
ba onia
in e
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i ula es
em
Po ugal
,
&
Ca iella
x
&
ou as
an as
,
que
lhe
nao
ao
in e¬
io es
j
menos
nos
í ulos.
Pelos
Lanca os
he
V
Re e endij ima
pela
linha
pa e ¬
na
ne o
da
Senho a
Dona
Ma imna
de
Lanca o
x
M
a qu za
de
Ca iello-Melho
,
Cama ey a
mo
da
Se m ima
Rainha
Dona
Ma ia,
ilha
dos
Exc llenüj imos
Condes
da
Calhe a,&
de cenden e
emg h
conhecido
do
Me e
de
San iago
,0
Senho
Dom
Geo gede
Lane
a i o,
p mey o
Ro uguez
,
que
ou
de ie
ob enome, undado
da
Excellen ij ima
ca a
dos
Duques
de
A ey o,
&
ilho
do
Se emjpmo
Rey
Dom
Joao
0II
de
Po
-
iugd.
F
oye e
appellido
de
L
ancajl o
,
he dado
da
Se em ma
Ramha
DmaMppa
de
Lancajl o
,
mulhe
do
S nm m
Rey
Dom
Joao
o
P mey o
Ma
Co oa
, âha
do
Duque
Dom
Joao
de
Lancajl o,
ilho
dei
Rey
D.
Dua e
delngla e a
Z
pay
de
Hen ique
o
V.àe lenommnosR ysáa
me ma
Com
dey as
,
que
da
ReUgiaí
leo
comZlZZZ
’
que
ubip
ao
púlpi o
,
em
que
e e
La^aceyZlh Z^
’
*
queoilkJl iJ imoCábW
da
San a
sio ZZZ
Z
Í’
Udo
V
oEmZm iÍTs!nh
a
„
ÍaZdíZj
*
üj
Tudo

Tudo e
ac edi a
com
a
êleyçao
,
que
Jè ez
de
V.
Re en*
dijjima
,
i ando-o
de
P io
dejle
Con en o
de
Lüboa
pa a
Depu ado
do
San o
O icio
do
ibunal
de
Coimb a.
E
ul ima
men e
com
o
Eminen ijjimo
Senho
Ca deal
Cunha
,
Inq iji*
do
Gé aldejles
Reynos
,
p o e
a
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R e endij íma
no
luga ,
que
a
Religião
em
de
p op iedade
no
Con elho
Ge al,
de
que
V»
Re e endiJJima
heja
o
decimo
poj uido .
Donde
o
publico
m e*
cimen o
de
V.
Re e endi ima
e az
ainda
de
majo es
hon as
ac edo .
Deos
Senho
noj ogua de
a
pej oa
de
V.
Re e endij i
ma
pa a
mayo
c edi o
,
&
ej ilendo '
de ia
P o íncia
,
Se o
de
V.
Re c endiííl u
Red o
Mon ey o
•
m;
LICENÇAS
DO
S.
OFFICIO.
Cen a
do
M.
R.
Pad e
Me e
F .
Joao
de
San a
Tbe e j
-
Qualijicado
do
San o
O icio.
EMINENTÍSSIMO
senho ,
"
Andame
V.
Eminência
eja
o
Se maõ,
que
compozu
_L
&
p ègou
oM.RJP.
F .
Ped o
Mon ey o,
Religio-
íode
N.
Pad e
S.
Domingos,
Me e
na
Sag ada
Theolo-
gia,
P ègado
de
S.
A
l eza,
Con uJ o
do
S.
O icio,
Exa¬
minado
Synodal
do
A cebi pado
de
Lisboa
O ien al,
6
c
do
P io ado
do
C a o;&
endo
a
cau a
que
e e
pa ap
pò em
publico
,
enho
muy o
que
ag adece
a
quem
lhe
le an ou
o
e emunho;
po que
e
naõ
i e a
e e
mo i o
naõ
de a
e e
Se maõ
aõcedoao
p elo,&
nos
p i a a
da
liçaõ
da
ua
dou ina,
po
aõ
occupado
na
p edica
;
mas
pe mi i à
Deos
íeja
de pe ado ,
acommua
acey açaõ
de
quem
le
e e
eue c i o,
pa a
ahi
logo
com
os
mais'
que
diz,
a
publico*
po que
óen aõ
conhece á
o
male o-’
lo
animo,que
o
cen u ou,
que
a llm
como
os
Se mões
p é
gados
o
chegá ao
a
a ea ,
pa a
em
íbmelhan e
de a ino
p o opeMÍ im
ambém
lidos
o
chega áõ
a
con undiW
mc.
,„,h
m
di dpKÍ”^
s
,6
de
Aquino,hum
lucidi imo
a o
a,
S
T
'
0nl e
iaõas
omb as
o
ccul a
a<
i,,7i
'S^ econhecendOjque.
ceo
en e
as
oS
?*,
’
P
°
, o
eí
P
,
a
"
d
e
-
D
as,
que
e e
he
da
luz
a
occupaçaó
p e-
ci a
ci a
:
L pi
in mb isl íce
>
nem
pa ece
podia
ahi
a
luz
c -
e
epa o,
enao
exci ado
com
a
cega,
&
nublo a
emulaçaõ
do
e
u
ad e o:
o
Sol
in ende
mais
os
Teus
luzimen os,
quando
com
omb as
e
è
occul ò;
qma
in endi u
à
con¬
a io:
a íim
ambém
e e
Au ho , endo
hum
b ilhan e
Sol
ma
p edica,
ago a
augmen a à
(
e
he
que
pode
e
)
m
a
&
a
ua
abedo ia
.
No
Se maõ,que
ap e en ap ègado
às
j
u-
í iças,
con e lblheadmi ey
a
aça,
com
que
íuppondoo
pa lado,&
naô
di Rcul ando
o
u u o,
deu
pa a
as
Jnãiças
de
p e en e
os
mais
admi á eisa e os;
en inando
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nu¬
ca
julga ,
o
modo,
com
que
osMim os
e
de em
ha e *
cuja
dou ina
po
aô
lolida,
&
e dadey a
de e
ica
na
lemb ança
muy o
imp eí a^c
quiçá
quize ieDeos
pe mi -
i
aquelle
abíu do,
pa a
que
edunde
da
imp e laõ
nuiy-
o-p o ey oj
que
he
ce o,
que
e
os
Minií os
le é
em
uas
ca ascom
a ençaõ
aõ
g ande
dou ina,
po aó
logo
em
execução
a
ju iça,
ca iga e-haõ
culpas,e i a e-haõ
an-
aS)
po que
e
o
lad aò
i ,
que
apenas
o
eu
ocio oy
p e¬
zo,
logo
na
o ca
e
io
pendu ado
,
e à
emenda
po
nie-
doj
&
o
me mo a á,o
que
em
piedade
i a
a
ou o
a
ida,
e
logo
e
acaba
a
ua
em
demo aj&
ha e á
melho es
co-
í umes,do
que
e
expe imen a: ambem
e
anima áõ
os
me¬
nos
pode o os
con a
os
que
podem
muy o
,
pa a
pedi¬
em,
o
que
he
eu
po
di ey o,
&
em
eme em
ga os,
a¬
aó
pley os,
&
naó
e
come a
aõ
inde idamen e
o
aiheyo,
como
muy os
eílaõ
comendo,
que
po
eme em
os
di ey-
os enho ios
adilaçaò
de
hüa
demanda,
pe dem
a
ua
ju ¬
iça;
6c
como
a
ma é ia
he
pa a
os
bõs
co umes
impo an-
<j
i ima,
&
à
no la
San a
Fé
naô
he
oppoíla,
me
pa ece
de¬
e
V.
Eminência
de
ju iça
da
ao
Au ho
a
licença,
que
implo a.
E eheo
m
e
u
pa ece
Jal omeho i.
Lisboa
OccF
den al
no
Con en o
de
N.
Senho a
de
JES J
aos
31.
de
jMayodeiyi/.
O
M.
F .
Joao
de
S.
The e a.
Cm-
Cen u ado
Ml iP.MeJi e
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Jô eph
âo
E i i o
Sami
Qualijicado
do
San o
Qj ic o.
eminen íssimo
senho :
O
B
e
decendo
a
V.
Eminência
li
com
a ençaõ
o
Se -'
maõ
do
E pi i o
San o,
que
me
ez
g aça
eme e
'ã
eompoz.êc
p égouo
M.
R.
P.M.F .
Ped o
Mó ey o,
R
e
-
ligio o
da
O dem
dos
P egado es,
que
eu
conheci,
&
p o-
ey
na
Uni e idade
de
E o a.in ignedi cipulodo
Dou-
o
Angélico
nas
cadey as,&
púlpi os
. e dadey amen e
ágiua
nas
di inas
le as,
&
po
i o
digni imo
Con ul o
do
S.
O hcio,
&
mais
í ulos,
que
ac edi aô
ua
pel oa,
&
Religiaó.
Con e lo,
que
ha
empos
naõ
i
Se maõ
aó
dou o,
&
ao
undado
nas
di inas
le as,&
dou inas
mais
olidas
dos
San os
Pad es.
Nàõ
podia
deyxa
de
a^da
muy
o
a
hu
audi ono
aó
dou o,&
a6
au ho izado,
como
heo
ibunal
dasJu iças
de a
Co e,
aquém
expòz
os
dic amcs
do
E pi i o
San o,
mais
nece a ios
pa a
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bom
p ocedimen o
dos
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da
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,„c
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Comp„ ,.
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dou inas
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,&
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os
da
Co e,
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-
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no lb,
Na
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po em
do
E pi-
i o
San o
nao
oyaíllm.
Di e
Ch i o
a
eus
Di cipulos,
que
elle
ubindo
*o
Ceo,
oga ia
a
eu
E e no
Pay,
6
c
que
e e
lhe
da ia
o
Di ino
Eípi i o:
Ego ogabo
Pa en
,
&
a-
lium
Pa aclí uni
áàbi
obis
*
6
c
i o
íe
cump io
em
b e es
dias:
Dum
compk en u
d es
Pen eco es
,
&c,
aãus
e i e-
ALapid
P
en e
^
e
Calo onus.
Ouçao
ao
Dou iílimo
ALapidene e
Jik.
P
’
luga :
FaBm
e
epen e
,
u
decla a ei
uam
celen a em.
Di¬
ze
o
ex o,
que
o
Eípi i o
San o
ie a
de
epen e,
oy
pa¬
a
nos
da
a
en ende ,
que
ie a
em
dilaçaõ,
com
p eça.
F imey odi&ame,
ou
p imey a
Ley,
que
e e
Di ino
E «
pi i o
dá
hoje
a
odos
os
mini os
de e
e&i limo
ibu-
nal
,
aílim
aos
Ad ogados,
como
aos
Juizes,
que
naõ
de¬
em
culpa elmen e
dila a
ascau as que
aõ
ob igados
huns
a
p opo
as
azões
das
pa es
Tem
dilaçaõ*
&
ou os,
quan opo li el o ,ade pacha os ey os
em
demo a-,q
naõ
du em
as
demandas
muy os
annos
,
mas
que
uppo »
emos
O dçnaçaõ,
ou
emos
ley,
udo
,
egundoella
, e
de pache
,
comple os
os
dias:
Cum
comple en u
dies
,
&c,
a
i*
e
epen e
,
u
decla a
e
uam
cele i a em.
Quan as
ezes
em
jà
uccedido
(
naõ
allo,
nem
al-
la eyem
odo
eíleSe maõ
,
do
que
dep e en e
acon ece;
po que
eu
jà
di e,
que
di
p e en e
inha
po
e£ iílimos
a
odos
os
Mini os
de e
ibunal:
allo
omen e
em
com-
^u ijclo
que
ne e
mundo
jà
uccedeo
,&do
que
hepo -
*}
el,
enaõ
íe
ob ia ,
pelo
empo
adian e
o na
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ucce-
**
e
)
quan as
ezes
pois
em
já
uccedido
po
hum
po¬
b e,
&
de
qualidade
in e io
huma
demanda
a
ou o
ico,
&pode o o,pedi
n
c
[
0
]|
ie)
0
q
U
e
e iden emen e
con a
a
e
eu,
que
zombando
e
e
d
a
q
uelle,di e:
O
illaõ
uim
az-
me
demanda
;
pois
eu
im
de o,
mas
nem
elle,
nem
eus
i-
ih )s
em
ua
ida
haõ
de
cob a
o
dinhey o
?
E
achou
hum
dei es
Le ado,que
lhe
ad ogaíTe^
Mini os,que
ao
me¬
nos
pa a
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dilaçaõ
lhe
de e iíTem.
Quan as
ezes
em
a-
con ecido
pedi
ou o
ao
pode o o
,
o
que
ce am
e
n eíb

Do
EJpi i o
San o.
y
lhe
de ia,
que
de
al
o e
lhe
dila à aó
a
cali a,
que
mais
ga ou
nas
de pezas
da
demanda,
do
que
depois
cob ou,
alcançando
po
íilen ença,
icando
o
pob e
em
pçyo
e -
ado
depois,
do
que
an eceden emen e
e a a
?
Da
inju -
iça
de es
Mini os,
ôc
de ies
Ad ogados
e
queyxa
g a¬
emen e
o
Summo
Pon í ice
Innocencio,
d
izendo
:
Sape
innoeê
cau as
andiu
di e un
,
quandin
ii igan ibas
pln quam
o um
hh
-
dc
i.
au e un
,
quia
maio
ej
expcn a um
ump m
,
quàm
en en
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condi
ia u u -
hu nin.
Ago a
me
lemb a,
o
que
o
P o e a
O eas
di ie* c a-
cob,
ob e
o
ha e
e e
lu ado
com
hum
Anjo:
In alm
ad
O
Ce(e
Angelum
i
&
con o a m
eji
h
/
e i
,
&
oga i
eum.
Diz
I2
”*'
que
Jacob
na
lu a
p e alecè a
con a
o
Anjo,
que
e e
o¬
a
o
encido,
&
aquelle
o
i o io o*
&
depois
acc e ceo a,
que
Jacob
oy
con o ado,
que
cho ou,&
que
ogou.Con-
eí o,
que
he
my e io o
modo
de alla
e e
do
P o e a.
Pois
Jacob
he
na
lu a
o
i o io o,&
e e
me mo
he,
o
quê
ica
des alecido
?
Jacob
he
,o
que
con a
o
Anjo
p e ale-
ceo,
In alui
ad
Angelum
,
&
e e
me mo
he,
o
a
quem
e
con o ou:
E
con o a m
e ?
Jacob
na
lu a
he,
o
que
en¬
ce,
In alui ,
e
depois
da
i o ia
o
me mo
Jacob
he,oquè
ho a:
Fle i í
Na
lu a
o
Anjo
oy,
o
que
ogou
a
Jacob
dm eme,èe
a
g
o adepoisde
encedo ,Jacob
he.oque
oga
ao
Anjo:
E
oga aeun
Sim
,
&
com
azaó,
po que
Jacobacha a- eem
peyo
e ado
com
a
i o ia,do
que
an-
ceceden cmen ee a a„
quando
en ou
na
lu a
■
que
ne(N
ao
menos
en ou aÓ,&
com
a
i o ia
achou- e
coxo
■
&
,!
do es
da
pe na
hc
. a ao
o
go o
da
i o ia
,
cau a
no
em
Jacob
pa a
des alece ,
&
mo i o
iu l-n .
.
P
?
S
alui
ad
Angelum
,
&
con o a uí
/
2
,
&
c
.
P
Ch
°
a
^
a
a
n^
elha
n e
0
,
a
0
q
Ue uCcedeoa
J
ac
ob
na
ua
lu-
;
.“°
am
bem
ao
no o
pob e
na
ua
demanda:
i-
nli3
po
í
i
cs
n
pnp/
•
/•
Z J]
c
?
5
n
en
9
a
-
o
eu
con a io
icou
e-
i
L
o l o
í°^o
in alui ',
mas
que
jmpo ou
j
o,
e
pelo
eu
con a io e
ico,
e -pode o o,
culpa-
Aj
el-
6
Se ma í
elmen e
lhe
dila à aõ
a
cau a;
&
pelos
exce i os
ga os,
queoob igà aô
a
aze
i e
acha.
em
peyo
ei ado
depois,
do
que
eí a a
an es.?
po que
nem
os
u os
da
en ença
chegaõ
a
paga
as
deípezas
do
li igio
*
e
c
acha
com
o
é-
po
gai o,
a
azenda
coníumida,&
bem
pode á
é ,que
am¬
bém,
qual
ou o
Jacob,
com
a
aude
po ada?.I aiáz
de
alece
os
animõs,&
ji amen e
p o oca
a
lag imas;
In a-
lui ad
Angek m,
é
con o a us
e i
-
ie i
,
&
oga i
eum.
*
Pois
pa a
que
eí es
danos
e
e i em,
di£ a
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o
Amo
Di*i
inlj>que
as
eau as'
c
u
lpá el
men e
e/naõ
dila em}
que
e -
as
naõ
du em
annos
,
mas
que
( e
poíli el
o )
enhaõ
o
eu
complemen o
em
poucos
dias
:
Cum
compk en u
dies.
Eí ame ma
dou ina
do
E pi i oSan oeníinaõ
ae edoi -
i limo
ibunal
as
uas
leys,
L.
amplia em
§.
in
e n a o ijs
od.
de
Appella .
glo i
in
l.i.
!
quod
me .
cau .
Naõ
omen e
ede e
en ende eí a
dou inanas
cau-
ías
ei eis, enaõ
ambém
nos
ey os
c imes.
Oiiçaõ
o
que
üccedeo
ao
Sc eniíTimo
Rey
Dom
Joaõ
o
II.
endo
a
uá
Co e
em
É o a.
Foy
eí e
g ande
Rey
hu na
íe a
ey a*
como
coí uma a,
à
Relaçaõ.
Eí a a
na>
m
e
a
g andejulgu*
do
à
mo e
hum
èo
po
homicida.
Tendo
eí e
já
no icia
*ei>nd.
da- ia
en ença,
oy
azido
dian e
dei
Rey,&
d
i íe:
Senho ,
deRc-
qua o ze
annosha
,
que
e ou
p e o.
Em
quan o
i e
azenda
DJuàõ
pa a
pey as^ emp e
me
dda a ao
d
cau a
;
ago a
queja
nao
e-
li.
cap.
nho
quega ia
,
me
ien enceao
a
mo e.
Se
en ão
me
ma a
ao^
97
'
eu o
padece a,
&
a
Minha
mulhe
,
&
ilhos
ica alhe
azen-
da,
pa a
e
man e em-,e i
ago a)
Senho
^ma ao odos^pois
udo
ga ey,
po
dila a
a ida.Olhe
V.Al eza
i o
com
olhos
de
pie¬
dade
,
&
de
ao
i üo ò
Rey
,
como
he.
Ou indo
o
Reyaõ
èo,
icou
ií e;
io
0
p incipio
do
eu. ey o,
&
achou,que
alía a
e dade,
qu
G
q
ua
o ze
annos
ha ia,
que
eí a a
p e oiôc
ol ando
pa a
os
De emba gado es
diííe:
Melho
ne côieiA
os-ou os
a
mo e
,
do
que
e ie
pob e
homem
-,
mas
quemhd
de
mi a .a
an os?.
Chamou
en &õ
o
èo,
&
lhe,
que.elie
Lhe
pe doá a,
&
que
à
cuí a
da
íua
Fazenda
-
-
c“
Real,
Do
ÉM m
S ín ol
7
>
Real,
manda ia
pela
pe daõ
da
pa e,
o
que
cump ia.
Ain,
da
pois
que
a en ença
de
hum
èo
haja
de
íe
de
mo e*
emp e
o
ab e ia
a
cau a,
he
piedade.
.
.
.
O a
en em
comigo
a
ponde a
com
a ençap
a
cau-
adeCh i o
Senho
no lb,6c
acha áp
deíempenhada
3
e dade
de e
pen amen p.
Pe íuade
.q
Demonio
a
judas,
que
en egue
a
Ch i o,
eu,
&
noílb
Di ino
Me ç
,
nas
maos
de
eus
inimigos,
pa a
lhe
i a em
a
ida
:
Çum
Dial.
Joan-ijl
holus
mi ij e
in
co
,
u
ade e
ewn
Judas.
T a a
e ç
da
ç-
1
‘
da,
ecebe
o
dinhey o,&
execu a
a
en ega.
To n^
o
n}e .
mo
Demonio
a
luge i lhe,
que
e
a ependa,
que
le e
p
p op io
dinhey o
aps
P íncipes
dos
Sace do es,
que
dian¬
e
delles
decla e
quepeccou
,
&
que
eu
Me e.
he
hujn^
homem
ju o:
P
cem en ia
du us
e uli
igin a
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os
Ma h,
P inápibiu
Sace do um>
&
mwnbas
dicens
:
Peçça i
i
adens
l
A
'
angiunemjujlu i.
Naõ
lheaçey ap
o
dinhey o,
lança-o
no
çemplo,
ol a-lhe
as
co as
j
ul imamen e
de e pe ado
,
3
ôc
do
me mo
Demonio
pe uadido,en o ca- e.E e
oy
o
p i-
mey o
en edo,
que
o
Demonio
ez
na
cauía
de
Ch i o
Senho
noíío.
Sen a- e
Pila os
em
ibunal,
pa a
en encea
ame -
ina
cau a,
a emo izado
das
in olen es
ozes
daquelle
ba ba-
o
po o.
Eis
jà.
o
Demonio
açando
egundo
embçleco:
ay
uge i
á
mulhe
de
Pila os,
a
que
lhe
pe íi ada
,
que
de
nenhuma
. o e
o
en encee,
po que
e á
innocen e
:
Se-
den e
a
ii eim
illo.
p o
ibunali^
w i
aà
eimmxo
ems
.
di ni -
Ma h.
5
Se naõ
e,
Rey
dos
Judéos,
ena5
queelle
dizia
e
Rey
dos
Ju-
deos:
'Diceban
e go
Pila o
Pon í ices
Judao un .
Nòli c ibe-
e,
Rex
Judao um
, ed
quia
ipje
dixi
,
Rex
um
Jiidãonim;
O a
dizeme
ago a,
Demônio
apa ley o,
a
que
im
e
o dena
aõ
odos
e es
en edos,
odos
e es
embelecos,
5
c
odas
eí as
apaças
,
com
que
co e es
ne a
cau a
?
Oi?
u
que ias
,
que
Gh i o
mo eíTe,
ou
naõ?Que'naô
ha
ca-
ende e;
es
muy
agaz:
e
que ias
,
que
naõ
mo eíTe,
pa-
a
que
íuge es
a
j
udas,que
o
enda?
E
e
que ias,
que
mo -
e le
,
pa a
que
azes,
com
que
o
me mo
Judas
e
a epen¬
da,
que
in en e
des aze
a
enda,
que
o ne
a
le a
odi-
nhey o,
que
diga
que
peccou
,&
que
eu
Me e
e áin-
;
nocen e?
Dizeme
mais
, e
que ias,que
naô
mo eíTe,
pa a
que
ue.
íj.
amo ina e
o
po o,
a
que
g i a le,
que
o
c iici ica le:
C u
-
c ige
,
ç uc ige
eun
E
e
que ias,
que
mo eíTe,
pa a
que
no
me mo
empo
o es
e
com
a
mulhe
de
Pila os,
a
uge-
i lhe,
que
lhe
pedi le,
o
na
5
en encia le?
Mais:
Se
naô
que ias,
que
mo eíTe,
pa a
que
induzi-
Ma c
^
es
e lemunhas,
a
que
ju a lem
al o
?
Mul -i
ejümoniu
5$*
I4
’ aljúm
diceban
ad e us
eu i.
E
e
que ias,
que
mo eíTe,
po que
naô
combina es
e las
e lemunhas,
po que
naô
6-
ze es
,
que
con e a lem
?
E
con emen ia
e imonia
non
e an .
Ul imamen e
,
e
que ias,
que
naô
mo eíTe,
po que
na
°
diíTe es,
que
ie lem
com
emba gos
à
mo e,
enaô
que
ie lem
com
elles
ao
i ulo
?
E
e
que ias,
que
mo e -
e,
que
impo a a
o
i ulo
?
pa a
que
e a
e le
emba aço,
e
jàe a a en enciado,
&
jà
caminha a
pa a
a
mo e?
I o
em
i
naó
e a
incohe cncia
3
po que
eu
bem
ey,
que
ens
en endimen o
,
com
que
ce amen e
e a
muy
a
malicia.
O a
já
e
en endo:
o
que
u
que ias,
8
c
o
que
de eja es
em-
p e,
oy
dila a es
e a
cau a
*
&;
po
duas
azoes
;
h ia
po
amo
de
i,
&
ou a
pelo
g ande
odio
,
que
inhas
a
Ch i-
o.
**
'
No em:
Do
EJpi ho
San o.
„
No iMiNe a
cau a
de
Ch i o
Senho
no o
Vío- e
{
Wemomo
pe dido.
Su pey ou
e e,
que
com
a aa
mo e'
ica a
o
mundo
li e.
Diz
pois
en e
íi:
Eu
eiome
a ui
nado
i
po que
os
homens
que
a è
aqui
í'aõ
meus
eíc a os
em
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mo endo,
icaõ
emidos.
Naõ
enho
pois
ou-m
e ugio
mais,
que
e
e
po io
i
dila andoe a
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-a
que
e e
dano
me
nac.chegue
aõ
cedo.Ou e- e
"diíTe
aq
ui
hu
dou o
Expo i o )
como
e
haõ
os
li igan es
do
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de
má
con ciencia,
que
conhecendo
naõ
e
ju i-a
a-
zem
muy o,
po
pò
as
cau as
em
dilaçaó.
A i a
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diz
elle)
i ey
mini ando
os
undamen os,
com
que
ei a
cau
a
e
pode
de e
A
emba aça .
Pa a
o
p imey o'a igo
e
.
i a
de
undamen o
o
embeleco,
de
que
u ey
com
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que
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p eço
ou e
le aõ
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Ven
“
a
,
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P o a á,
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naõ
endeo
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pa a e ,!
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0
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uin a
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le ado
)
quenaó
B
"
náo

naõ endeò,
mas
nem
podia
ende ,
po que
e a
incapaz
de
con a o;
6c
po
duas
azões
$
p imey a,
po que
eíla a
louco:
a linio
moí ou
a
acçaõ
de
i
en o ca íe:
Laqueo
e
Ma h.
njpenâi .
Segunda
*
po que
ha ia
lido
Reiigic o,
aos
pes
17.5.'
domeímo
Meíl e
inha
ey o
p o h aõ:
Rehqmmus
Ma h
,
I
;
)
m
a,&JhM i umus e.
17.
P o a á,po
egundo
a igo,que
el e
homem
e a
mal-
ey o j
qúe
aâim
o
di e
hum
diiapuioíeu,
a
quem
o
iieP
Mauh.
mo èp
a a a
po
amigo
>
A
mice.
:
á»
26,
>
°‘
P o a á,
que
naõ
e a
mal ey o ,
po que
e êe
me mo
di cip iLo
depois
e
de diííej:&
con e lbu,
que
elleé a >
peccado ,
&
eu
Me e
oinnocen e:
Pecca i
adens an*
Ma h.
guinem,jujhm.
E
da
m e ma
ío e
em
odos
os
mais
en.be
a7
*
4
‘
leco c,que
o.Demonio.di punhapa a
dilaçaõ
dacau a.
K. e
a
P o idencia
Di ina
naõ
o dená a
o
con a io,
en e
p q*
?a á*
&
naõ
p o a á,e i e aCh ií oSenho noíío»na
ca-
dea,
&
dila á a eaob ada
Redempçaõ,
que
e a,
o
que/
b
Demonioque ia,po
amo
de
i
Mo as
neAi ,(di{Te
o
dou-
Zuíc .
c.
o
Expo i o )
&
ob
acida
poni
,
u
Ch ijü
iBo ia
di e a *
u ,.&
u
mal ís
li iga o ad e a n
en en iam
,
quam
neqiú
1
e ge eicona
al em
pe
obj ac da
dij
e e-
••
-
;
í
-
:
Segunda
azaõ.
De eja a
ambém
dila a
e a
cau a,
pelo
g ande
odio,
que
inha
a
Ch ií o
Se çho no lo.
Sabia
eí e,
queos
Judeos
lhe
de eja aõ
ap e a
a
mo e
*
&
eo
do,
que
com
ella
e
acaba aõ
ao
Senho
odos
os
eus
i
a-
balhos,
pa a
que
e a o e
mais
c uel,
de eja a,
que
eí a
cauía e
p oceíTa le
com
dilaçaõ.He
e dade,que
csjud o
ambém
p
Q
inimizade
lhe.
ab e iá aõ
a
mo e
j
mas
pa a
o
que
elles
que iaõ,
naõ
oube aó
,
0
que
íze aõ.
O
Dem
1
nio
po em,
que
inha
en endimen o
upe o ,&'
aindaaíh '
cia
mayo ,
emeou
na
cnu a
en edos
,
embelecos
,òi
apâ -
ás,
pa a
a
po
em
â hç
ã&
.
en endendo,
que
ha endo
hum
èo
de
mo e ,
o
naõ
lhe
dila a
o
p oceílb
,e a
mode ai*^
igo
com
piedad
e.
E
pelo
con a io,
o
elío
na
p i aõ,
ôc
1.
.
;
U
e a -
Do
Ej j ho
San o
.
e a lhe
dila ando
acauía,
i o
e a
liiimamo le
c ueliíli!
i
le
do
D-monio
a
eí ein en o
o
me moExpo i o .
-
..
,lM
'
Si a
de
con i mação,
6c
de
p o a
e iden e
de e
di c
cn o,
o
que
o
me mo
Senho
di e
a
judas:
Qpod acü,
àc
õ M:
Judas,
o
que
azes,
aze-o
com
p e a.
Senho ,
o
que
Judas
anda
a ando
de
p e en e,
he
a
o a
enda,
a o á
*
7
,
en ega,
6c
a
o a
mo e
5
pois
como
abendo
òs
i o
me
mo,
lhe
dizeis,
que e
ap e e?
Mais:
Judas
ne a
accab
eomme e
hum
ho endo
ac ilegio
j
pois
e
íois
imoecca-
el,
6c
po
na u eza
San o,
como
com
o
con e io,'6c
com
©impé iomandais,ajudas,que eap e eneíkacçaõ:
Faà
ob ias?
Da
me ma
azaõ
da
du ida
me
ap o ey
o
pa a
a
ío-
luçao.
De
Ch i o
Senho
no o e
impecca el,
6c
po
áí
p eza
San o,
6c
manda
a
Judas,
que
e
ou e e
neile
ne¬
gocio
com
p e a
, e
egue
e iden emen e,
que
e a
nao
podia
e
culpa,
in en ada
no
en ido
,
em
que
o
Senho
a
mandou,
mas
an es
e ia
piedade.
No em:
ISTe ^
B
2
mo e
ii
Se mão
mo e
mais
do
que
huipa?
Âílim
o
uppoem
Job,
&
up¬
poem
bem.
Ca os
ha,
em
que
aquelle,aquem
ma aõ,
mo ¬
e
mais
do
que
huma
ez
,
mo e
muy
as
ezes
>
&
mo e
odos
os
dias
*
&
e
elle
e
i a
em
huma
cadea
èo
de
hum
c ime
capi al
,
e pe ando
odos
os
dias
huma
en ença
de
mo e,
epe e ia
ome mo,
&
não
com
menos
azaô:
Si
agella y
occida
meliSe
eu
heidee a
em
hum
cá ce e,
e ¬
pe ando
ce amen e
hõa
en ença
de
mo e,
cada
dia
com
hum
u o*hoje
me
en enceaõ,à
manhaã
me
en o caó,
menos
mal
he
,que
e
acabe
logo
a
ida
po
huma
ez*que
odo
o
empo
de
dilaçaõ
naó
aõ
dias,
em
que
e
i a,
í l©
he
empo
,em
que
e
mo e:
S lagella
,
o
ccida emel.
Ago a
en ende ão
ao
Apo olo
Saó
Paulo,
dizendo*
que
mo ia
odos
os
dias
§uo id emo io .
Pa a
Paulo
mo ¬
e
odos
os
dias,
e a
neceíTa io
e u ci a
muy
as
ezes*
pois
enaò
e u ci ou,
como
odos
os
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mo eo
?Quo i~
die
y
&
c.
Repa em
no
con ex o
nas
pala as
a az
imme-
dia as,
que
nellas
deoa
azaõ:
U quid
&
nos
pe idi amu
omni
ho a
?
A
minha
ida
anda
a i cada
emp e,
odas
as
ho as
me
ejo
em
pe igo,
&
os
dias
de
huma
ida
emp e
a i cada,
p op iamen e
e
naó
de em
chama
dias
de
í^
da:
Quo idie
mo io .
Pe idi amu
omni
ho a.
Vida
emp e
a i cada,
&
po a
em
pe igo,
he
a
de-hum
èo
de
c ime
ca¬
pi al,
me ido
na
cadea*
e e
pois
já
naó
i e,
odos
os
dias
* o e:C7í
quid
&
nos
pe idi amu
omni
ho aíQuo idie
mo io .
Se á
pois
di&ame
diabolico
>
que e
que
e acau a e
di¬
la e
culpa elmen e
annos,
&
he
hoje
dou ina
do
E pi i o
San o,
que
odas
e
acabem
nos
de idos
dias:
Cu?n
complc-
en u
dies.
E
como
Ch i o
Senho
noíío
oy
dado
ao
mu¬
do
pelo
Amo
Di
m
o
:
Sic
Deus
dilexi
mnnâum
,
u
Filiu n
uu?n
unigeni umda n
*
po
iíío
e e
Senho
p a icando
os
me mos
di6 ames,
ou
as,
me mas
leys
do
Di ino
Amo ,di¬
zia,que
o
eu
ibunal
e a
pe ey o*
que
o
eu
juízo
e a
ju-
I o:
7
uàicnm
muwp um
e i.
SEGüN
:
Do
Ejp/ i ò
San o
.
i
j
SEGUND
A
LEY.
A
F
p
a ecc
o
E pi i o
San o,
&
de ce
em
lingnas
com®
de
ogo:
Appa ue un
illü
dij}e : á
U jgua
3
amquam
ignii.
Kepa ey,
que
naõ
diz
o
ex o,
que
dias
linguas
o -
iem
de
ogo,
mas
que
ó
inhaõ
delle
a
emelhança,
an -
quam
igms.
O
u
ç
aõ
ao
dou i íimoALapide
neíle
luga :/^*
ALapy;
Tamquam,
ide u jigni ica ehas
linguas
m ui e
e
un
igl
hic
‘
nem,
é
A
ignisdun axã habuij e
Jpeciem
3
^
Jimh uàinm.
O
me mo
nos
dà
a
Ig eja
a
en ende ,
quando
diz
:
Ad enií
ignis
di inm
,
non
cembu ens
, ed
illummms.
E aõ
lineuas
dadas
pelo
E pi i o
San o,
&
a
huns
homens,
que
ha iaõ
KJ?
de
e
juizes
do
mundo:
Sedebi is.-judican es,*
quem
hoje
dá
ambém
e e egundo
diâame,
ou
eguhda
Ley,
que
a-
indaque
o
c ime
eja
o
mais
eno me,
naõ
de e
o
julgado
I
9
a
*'
com
a
lingua,
ou
com
as
pala as
a a
mal
ao
eo.
A
quelle
homem,
de
quem
alia
Saõ
Ma heos,
que
íem
e
a
gala
decen e,
en ou
nos
de po o ios
do
ilho
d®
Rey,
e anhou
e e
a
culpa,
mas
oy
com
pala as
de
a-
mzade:
Am ce
,
quomodo
huc
in a i i
Repa em,
que
ainda
Ma *
que alla a
com
hum
c iminolo,
naõ
lhe
chamou
a eS"^
do,
nem
pelo
menos
lhe
di e,
que
anda a
con iado,
a-
ou-o. im
c
ompala as.de
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migo,
Amice.
Pois
eaculca
e a
ao
g a e,
que
po
ella
o
mandou
p ende ,
&
o
conde
nou
a
mo e,
&
naÔ
a
qualque ,
mas
à
e eml
•
n
7
mim i ú
,
hga is
n ánibm,
&
ped biis
eias
«.,•„>
m
Rex
neb as
ex e io es,ibi
{c i
le is
,
ind
J
,
.
e
e
umm
e
'
a a
po amigo
a
e c
èo-
AmS-
díH,lum
;
como
e e
Regedo o
d.SnZo
SÍ ?”
.'"l
inha
a
e
Ch i o
Senho
„
J
P
,
E
JP
ln 0
San 0
*
&
ma
j
mas
o
e
aõ
g a e
ez
com
n
P
?
T
.
g aVÍín
'
ij pn pn ,
moo
~c
,
GOm
que o ie
ambém
g a e
a
íen ença,
mas
nao
ez
,
nem
de ia
aze
eco a
a
lineua*
A nce,
qmmcdo
huc
in a ii
aze log
íaa
hng
'
B
$
N«*
20
Se mão
íe
no
in e no,
ninguém
me
i a á
dc
lá.
Nao
hade
pois
olha
pa a
as
peííoas,
de
quem
íaó
os
ey os
,
ha¬
de
iima ende
pa a
á ua
pe iòa,pa a
a ua
alma,
pa¬
a
a
ua
hon a
>
ad e indo,
quee a
igualdade
he,
o
que
o
E pi i o
San o
manda,
6c
o
con a io,
o
que
abo¬
mina.
oy.
io.
Ponâus
>
&
ondus
,
men u a
,
&
men u a
,
u um-
ÍG
*
que
abommabile
e i
apud
Deum.
Pezo
,
6c
pezo
j
a a
,
6c
a aj
huma
,&
ou a
cou a
he
abominá el
pa a
Deos,
diz
o
E pi i o
San o
po
Salamaõ.
Pois
e
e e
Di ina
E pi i o
he
am
aman e
da
ju iça
,
como
ago a
diz,
que
lhe aõ
abominá eis
os
pezos
,
6c
que
lhe
íaõ
abomina-:
eis
ambém
as
a as
?
O a
epa em
bem
no
ex o,
6c
a-
cha áò
,
que
naõ
abomina
a
ju iça,
abomina
im
a
inju -
içaj
po que
abomina
e
o
me mojuiz
dous
pezos,
p
on-
dm,
&
ponduSy
abo
m
i
n
a
e
o
J
u
i
z
d
u
as
a
as,
men u a,
&
men u a
•,
abomina
e
hum
pezc,
com
que
na
balança
da
Ju iça
peza
as
culpas
dos
pa en es,
dos
amigos,
dos
icos,
6c
dos
a ilhados
*
6c
e e
pezo
he
le e,
po que
as
culpas
de es
nunca aò
g a es
j
6c
jun amen e
e
ou o,
com
que
na
me oa
balança
e
pezem
as
culpas
dos
po¬
b es
,
ôc
dos
de empa ados
j
6c
e e
pezo
he
g a e,
po ¬
que
as
culpas
de es
emp e
dey aó
abalança
ao
undo.
Abomina
e
huma
a a,qüe
e
de ela
em
bu ca
o
ho¬
miziado
de
c ime
menos
g a e,ou
e condido
na
ca a
a-
Iheya
,ou
al
ez
no
Templo
Sag ado
6c
jun amen e
e
ou a
a a
,que
egu a
a
hum
èo
de
c ime
mais
g a¬
e
,
o
paíTea
na
Co e,
6c
o
do mi
em
ca a.
E es
dous
pezos,
6c
e as
duas
a as
*
e as
de igualdades,
ou
e as
inju iças
hequ
e
a
5
a
abominaçaò
de
Deos
iPondm,
&
ondus,
&c.
Que em
os
Mini o*
nas
cau as
c imes
aze
al¬
gum
a o ,que
edunde
em
bem
de
odos,
íem
e in-
ju iça,
an es
azendo
g ande
bem
à
Republica
o-
_
»
jne B

Do
Ejpi i o
San o.
21
mem
e e
con elho:
Se
pe gun a em
a
hu o
Mini o,
po que
ca iga
hum
èo
*
ha
de
e ponde ,
caíligo-o
pe¬
la
u
a
culpa
j
6c
pa a
que
íi a
de
exemplo
acs
mais.
Diz
bem
*
mas
eílejaõ
ce os
odos
os
Miniíl os
,
que
as
cul¬
pas
dos
èos
emp e
haõ
de
e
caíligo,
ou
eja
neíle
mundo,
ou
no
ou o
>
e
o
neíle*
po
mais
g a e,
que
eja,
a
e pey
o,do
que
pede
huma
oílen a
con a
Deos,
emp e
he
caíligo
le e;
6c
e
o
no
ou o,
po
mais
le e*
que eja,emcompa açaõ
dos
deile
mundo,
emp e
he
caíligo
g a e.
Mas
já
ouçoque
me
dizem:
IíTo
aülm
he-
po em
manda
Deos,
que
os
èos
e
caíliguem
ainda
ne*
í e
mundo
,
pa a
que
aos
mais
i aõ
de
exemplo.
Di¬
zem
bem
>
mas
ago a
en a
o
meu
con elho
melho
Pois
comecem
os
Mini os
no
caíligo
pelos
g andes
&
depois
a az
delles,
e
ainda
acha em
alguns
delin¬
quen es
,
ca iguem
da
me ma
o e
ambém
aos
peque
nos.
No
caíligo
aõ
os
g andes
dian e,
&
os
pequenos
a az;
po que
com
o
caíligo
dos
pequenos
emendaõ- e
os
pequenos,
mas
naõ
e
emendaó
os
g andes
,
&
com
o
caíligo
dos
g andes
odos
e
emendaó
,
emem
os
g andes
,
&
emendao- e
os
pequenos;
&
dei a
o e
e i a e-hiao
muy os
ícios
,
ha e ia
menos
ju iç
dos
a e-hia
g ande
e iço
a
Deos,
&
muy o
ia
de
dize :
Oh
là,
lad ões
cÍS
d^
TTY
ha
*
^
bom
Mimíl o,
naRelaçaóda
Co e
a
ila
èm
eu
digo,
que
e
naõ
azia
,u "
n
aZ
‘
e
P
o-
Co e
;
mas
pa a
iíTo,
naõ
mi
*
Ç
Re,a
9
aõ
deíTa
men o
p incipal,
que
he
eíln-
a
P
o
y
e
F
°
do
llnda
’
dous
lad ões
Ch i o
innocen
e
T
°
^
p incipal,
&
he
:
quando
e es
na
C uz,
dondee a a
Ba abbàs
?Ba abbàshT ia ahicio
C
3
oi-
i
.$*.
Se mão
1
oko,8diV eda
cadea,máis
naõ
oypo
al a
de
p on
a,&
andi a
paíTeando
na
Co e.Qiiem
e ae e
Ba ab-
Ma e.ij.
bà
s
;>
£)iga-o
s
a
5
Ma cos:
Cum
edi iojis
e a
n s,qui
w edi ione ece a homicidi ín .
E a
hum
dos
amo inado-.
joan.18.
ss
(
j
a
j^
e
p
U
b
ü
ca>
&
no
mo im
inha
ey o
hum
homi¬
cídio
.
Seja
e emunha
Saò
Joaõ.:
E a
au em
Ba
Mas
la o
:
diz
que
ambém
e a
lad ao.
Pois
no
Cal a ia
dous
lad ões
padecendo
,
6
c
na
me ma
Co e
cum
Ba**
abbâs
com
es
c imes
da
p imey a
qualidade,
amo ina-*
do
,
homicida,
&
lad ao,
&
em
odos
elies
comp o-*
a,
anda
no
me mo
empo
paíTeando
?
Vejaõ
ago a,
e
digo
bem,
que
ne a
Relaçaõ
naõ
ha ia
ju iça.
E
po ¬
que
enaõ
ez
ju iça
em
Ba abbàs
ne a
Relaçaõ?
Ago-
Ma h.17
a
a
azaõ
dala-ha
Saõ
Ma heos,
&
ajudalo-haõ
os
mais
l6,
E angeli as.
Habeba
au em
mc
in uminjignem
.
D
que
Ba abbàs
e a
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p ezo,
pe ba
g ande.
E
Ba ab*
j
x*8. imiii-
hàs
(
dizem
odos
os
E angeli as
)
e e
demais
muy a
e &
a
iij.
gen e,
que
pedio
po
e
l
l
eiDimi enobisBa abbam.Vois
a
Relaçaõ
de
Judea
poem
na
C uz
dous
lad ões-zinho9
de empa ados
,
que
naõ
i e aõ
nem
huma
pe ba,
que
* allaí e
po
elies,
&
ol a
da
cadea
a
Ba abbàs,
que
em
p o a
con a
íi,
de
que
he
amo inado ,
homicida,
8*
íad aõ?
i o
po que?
Po
e
homem
g ande
i
V
n um
in igmm
}
8c
po
e
muy os
,
que
pedi ão
po
elle
:
á
i-
‘
lia
di o,
ha e á
quem
diga,
que
ne a
Relaçaõ
Te
azia
ju iça?Haõ
digo,que
naõ
c uci icaí em
os
dous
lad ões-
zinhos,
mas
pa a
bem
o
Ba abbàs
ha ia
de
i
dian e
8c
pode á
le ,
que
e
elle
oííe
dian e,
naõ
íze lem
os
dous
po
donde
i
a az,
8c
de a
o e
com
a
mo e
de
hum
ò
g ande,
e
e i a iaõ
as
de
muy os
homens:
E
cum
co
emei ixe un
duos
la ones.
E e
he
o
meu
con-
elho
;
mas
com
e
bom,
du ido
muy o,
que
e
ap o'
ey em
delle.
A è
ago a
naõ
ou i,
n
em
ey
que
e
epa ai
,
~
~
em
Do
E i i o
San o.
m
c í
que
Judas
Te
en o caííe
,&
que
ò
Ceo
"aílim
o
pçi>
mi iíle
:
Laqueo
e u pe idi .
Judas
na
o ca?
Hum
homem
do
Collegio
Sag ado
?
Sim
:
&
en o cado
po
uas
mãos?
Também.
£
po que
o
pc mi i ia
a im
o
Ceo
?
Po que
ainda
que
Judas
e alad aõ
i
u x a iíc
Judas
e
não
en o cá a
,
nao
ha ia
de
ha e
em
Judea
quem
en o ca le
ajudas.
E
qual
e á
a
azaõ
deíla
me ma
azaõ
?
O
meu
audi o io
da á
huma,
&
eu
ac-
c e cen a ey
duas*
&
odas
es
e aõ
b e es.
Maõ
ha¬
ia
de
ha e ,quem
o
puze e
na
o ca
*
po que
que¬
ia
o
Ceo
en ina
aos
Mini os
ecula es
o
e pe -
o
,
que
de iaõ
e
ao
e ado
Eccle ia ico
:
Judas
ainda
que
mdigni limo,
e a
Sace do e
5
que
na
cea
o ¬
denou
Ch i o
Senho no o
a
odos
os
eus
di cipu-
loS}
&
e e
Senho
naõ
que ,
que
haja
mini o
ecu-
la ,
que
nos
eus
Sace do es
poí a
pò
as
mãos*
A
T
0
U e
ange e
Ch i os
meos.
O
Sace do e
he
da
amiíia
do"
Rey
dos
Reys
he
da
ca a
do
Rcy
daglo .a
,
po
i lba
E cn u a
Sag ada
chama
ao
Sace dócio
dignidade
Real-
Regale
Sace do ium
}
&
dian e
dos
co oados
poem- e
né
joelhos
em
e a,
&
náo
e
le an a
maõ.
Oh,
que
o
Sa
ce do e
pode
e
ou o
Judas.
Nc e
ca o
a
Ie eia"
ambém
em
nbunaes.
E
ape ada
mais
a
du ida
•
&
ene es
nbunaes
e
nao
ize
ju iça,
0
que
enho
qua i
po
mo almen e
impo i el.digo,
quee aõ
6
.
ca
o
c ime
«Ten ado
pa a
Deos.
Ne e
ca o
Deos
ca
iga a
o
lad ao,
ou
o
Ceo
pe mi i á
nn«
,
d aõ
po
uas
mãos
e
en o que*
T
°
m
e
nola-
Boa
azaõ.
o
SiièSTJ
«ne o
po
boa
A
s
„„
J.p,
minhaj
'
&
E
"
™
•£
h
”
“
S'..
d
b
a
,
,
lid
•
quem
em
boa
bol a,
ainda
que
ej»
i
a
d
aó,
naó
mo -
Wa h.iy
4
.
Joan.
iz]
6
.
i-Pa a^
i*.
ia.
i
.Pc i
i.?.
*4
•'
Se mão
e
en o cado
em
Judea.
Segunda
aza
5
:
po que
Ju¬
das
nao
e a
lad aõ
pequeno
,
nam
e a
algum
Jad aó
ma o o}
e a
hum
lad aõ
g ande,
e a
hum
lad aõ,que
inha
huma
occupaçam
muy o
nob e
j
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hum
ho¬
mem
,
dos
que
o
mundo
chama
au ho izados
:
e.
o
p ende lem,
ha ia
de
e
ou o
ca o
,
como
o
de
Ba-
abbàs,ha ia
de
e
muy a
gen e,
que
pediíTe
po
ei-
le.
Pois
e es
lad oens
g andes
,
ou
o
Ceo
ha
depe -
mi i ,
que
e
en o quem
po
uas
mãos,
ou
pa a
el-
les
(como
pedia
a
igualdade
da
ju iça)
na
Co e
de
Judea
naõ
ha
o ca:
Laqueo
e u iendi .
Lánaõ,
mas
ne a
Co e
lim:
po que
os
Mini-
í os
de e
ediílimo
ibunal
in ocaõ
ao
E pi i o
San¬
o
,
pa a
que
os
ajude
a
aze ,
o
que
de em
j
&
aílim
po
diddame
do
me mo
Amo
Di ino,
à
imi açaõ
de
Ch i o
Senho
noíTo
,
azem
odos
ju iça
em
dila-
çaõ,
ju iça
com
amo
,
&
ju iça
com
igualdade:
ju ¬
iça
em
dilaçaõ
*
po que
de paçhaõ
comple os
o$.
dias,
Ciim
comple en u
dies.
Ju iça
com
amo
*
pois
bem
e amos
endo,
que
nenhum
èo
ay
ao
upplicio,
• enaõ
nos
ca os
,
em
que
naõ
he
bem
,
e
haja
pieda-
dej
&
que
quando
pòde
e
em
o enía
de
Deos
,
a
mo ¬
e
na u al
ecommu aem
mo e
ci
el,
endo
as
uas
linguas
,
a è
pa a
com
os
condenados
,
emp e
a a-
eis
,
emp e
benignas
,
&
e dadey amen e
emp e
co ezãs
:
Appa umm
illis
di ie i *
lingu£-
E
inal-
nien e
ju iça
com
igualdade:
emaõ
os
pequenos,&
emaõ
os
g andes
emaõ
os
pob es,
&
emaõ
os
i¬
cos,
que
e
ou c
culpas
,
em
e e
e&i íimo
ibu¬
nal
Mini os
am
in ey os,
que
em
excepçaõ
de
peííoa,
a
odos
chega á
com
igualdade
o
cz àgp'
di que up a
ingidos
eo um.
A
p a ica
e a
me ma
dou¬
ina
,
he
que
Deos
mandou
eu
Filho
ao
mundo:
Sic
mundum
,
u
Fi íum
mm
unigeni #
9
*
—
—
—
-
'
-
da e p
Do
EJpi í o
Sàn ol
4
a èi
-y
&
po que
os
Mini os
de e
ibunal
a
ap en¬
de am
bem
,po
i l o
(
com
ua
p opo çam
)
lhe
appli-
ca emos
aquellas
pala as,
que
o
me mo
Senho
dizia-
do
eu,
que
e e
ibunal
he
e£ o,
6c
e e
juízo
he
ju -
>co
:
Jàdicmn
meumju um
ejl>
&c.
E
quem
pode á
du ida
,
que
pa a
a
e&ídam
de e
ibunal
conco e
muy o
a
igilan e
aíli encia
de
eu
g ande
Regedo
,
e
o
e á
dando
a
en ende
aílim
o
me mo
E pi i o
San o
,
allando
po
boca
dé
üalámaõ
,
donde
diz:
Secundkmjiidice n opj(li
}
_ íc
&
E
nijin
ejus
,
con o me
o
o
Regedo ,
aííim
ha
de
e
x
'
a
ju iça
dos
eus
Mini os?
E
como
nao
ha ia
dè
in lui
nos
Mini os
,
que
ize l em
ju iça,
hum
P ín¬
cipe
,
6c
hum
Regedo
,
que
az
imb e
des
Ca ei-
los,
6c
dos
leoens,
ou
que
em
po
a mas
os
leoeny,
6c
os
Ca ellos
?
Sao
as
ja mas
dos
Excellen i imos
Con¬
des
de
Valada es
,
de
cuja
nobiliílima
ca a
he
o
no lb
g ande
Regedo ,
o
me mo
e eudo
Real
dos
Reyno*
de
Ca ella,&
Leaò,que
ecomooemde
Penen*
.
R
D
que

6
•
Se mão
que
oí em
p i liíno os
$
&
an o
que
ob eel es
de eéo
o
E pi i o
San o,
logo
naõ
i e aõ
medo,
&
ahi aõ
M.X.4.
odos
publicamen e
ap èga
:
E
coepe un
kquL oú
lau c
in
Sp
i us
S
an
Bus
âãba
eloqm
lhs.
Syí aYe
Do
leaõ
dií e
ome mo
Lau e o
,
le
ymbolo
de
koi«».
en endido
5
po que
ainda
depois
do
la go
empo
conhece
,
quem
o
oí ende
,
ou
lhe
az
bem.
Digna
p enda
he
de
hum
Regedo ,
&
de
hum
bom
Mini a,
o
e
bom
en endimen o,
pa a
abe
di ingui
o
culpa*
do
do
innocen e
i
pois
al ando
e e
,
naõ
e
julga
bem.
Hum
dos
dons,
que
o
E pi i o
San o
deo
aos
Apo o*
los,
oy
o
da
ciencia
:
Me
os
docebi
omnia.
O
leaõ
Iôa i.14,
nas
Di inas
le as
ambém
igni ica
a
ju iça
puni i a
i.
de
Deos
:
De igna
e iam
im
i a cibilem
m
Deo
,
hoC
yjuj i iam
pum i am.
Os
homens
nos
eus
e eudós,
lau c ,
&
nas
uas
emp ezas
e a aõ
os
íèus
pen amen os,
&
í
1
’
$s
uas
inclinações
;
inai
he
pois,
que
a
em
pa a
a
ju iça
puni i a,
quem
nos
eus
e eudos
pin a
leoens.
Finalmen e
do
Leaõ
e e e e
A i o eies
,
que
ó
c á
cegamen e
i ado,
quandoe á
amin o
■
>
po ém
*
-
ciado,
deyxa- e
a a ,
he
b ando,
naõ
p e ume
mal*
he e i o,
bene olo
,
&
com
os
companhey os
muy
a*
g ada el:
Leo
enim
,
qiiam u
m
edendd e oajji nm i ,
^ amen
pajlus
,
&
o ne
jam
acans
,
ac Us
,
m Uq íi
ki iò .
a-
mi um
in
modum
e .
Nihiihic
u pica u
,
nulUus
u i
jj i
1
*
pncw us
e
,
ejli us
,
ludibundus
,
bene olu*
admodum
cap.
44
. a
™
cnm ocijs.
Com
que
os
leoens,
que
ha
cegamen e
oi.
»ihi
i ados
,
i l
0}
a
5
huns
leoens-zinhos
,
que
ha
amin os;
443
»
po ém
os
aba ados,
os
abundan es
,
os
ca alhey os,
c es
leoens
ao
a ayeis,
que
empe aõ
o
igo daju-
iça
com
a
clemencia,
aõ
e i os,
bene olos,&
muy
ag ada eis.
Mas
já
naõ
que o
alla
,
nem
dos
Ca ellos,
nem
ios
leoens
>
ago a allo
com
V,
Jlluí aíTima:
lliu i -
mo*
Do
E pi ho
San o]
-ij
imo,
&
Rc e endiíllmo
Senho
,
com
a
ju iça
e
i maó
os
Impé ios,
com
a
Ju iça
e
e abelecem
as
Mona -
chias,
com
a
ju iça
e
con e aò
os
Reynos,com
a
Ju iça
e
azem
di o as
as
Republicas
,
&
nas
Ca as,
em
que
e
az
Ju iça,
po
di po içaõ
do
Ceo
,
e
pe -
pe uaô
os
ba óes.
Com
a
Ju iça
e
gua da
a
azenda,
com
a
Ju iça
e
con e a
a
ida,
com
a
Ju iça
e
de¬
ende
a
hon a,
com
a
Ju iça
e
augmen a
a
g aça,
&
a è
a
glo ia
he
co oa
de
Ju iça:
Repoji a
e
mihi
co ona
Aã
Jujii ue^uam
edde
mihi
Dominia
in
ilU
diejujlus
judex.
I
1
®-*
Quam
mhi,
&
obü
3
&
c.
*
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LAUSDEO.
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