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Sermam do espiritos, prègado ao tribunal da Justiça da Corte de Lisboa, ...

Monteiro, Pedro, (O.P.)

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SERMAM ESPIRITO S.i P egado aoT íbunal da Ju iça da Co e de Lisboa, Sendo en Regedo o Illu i iJJí ao i & Re e endiJJimo Senho d.al a o de ab anches, Bi po dc Ley ia, doCon elho dc Sua Mage ade, Fio Rca/ Con en o dos F ades PFegado es , na p F mey a Oy a a da me ina Fe(la 3 PELO M. R. PADRE F . PEDRO MONTEYRO Me e na Sag ada Theologia, P egado deS. Al eza.’ Con ul o do San o O icio, Examinado Sy- podaldo A çebi pado de Lisboa O ien al, & do P io ado do C a o. O e ecido ao Re mni mo Padn Me l o R ° DRIG ? LANC ASTRO, • Rcl c g xí° da n m , dma 0 dem - do ConTelho de S. Mage ade,& do Gé ai do S. O icio. LISBOA OCCIDENTAL, ' Na O icina de ANTÓnkTpEDROZO GALRAM. Com odas as licenças necej a ias. Anno de 171 7 - REVERENDÍSSIMO P. MESTRE. USCA e ie papel a p o ecção deV.Re e .en^ âijjima po e hum dos meus , que mais mo deo a in eja , & calumniQU a igno an eia. Ta de o ube , & po ij o ambém chega a de. De e mina a a e aqui ) que en a ia com os ou os , que p incipio a p epa a ia* ada a luz , quando cej a a conímuaçae do púlpi o, imi ando i io , o que ize ai os mais > po em ime p eci ado aonao e a da an o , po ju ias azoes , quecaUa, Na pejjba de V Re e endij ima ejo unidas odas, as p endas , que con ii uem hum Mecenas g ande , bondade de a- nimo , Nob eza de angue, & abedo ia de, Me e. Da p imey a emexjknema , nai i os Relmo os, m ■ i emos depo as aden o com V. Re e endij ima , mas om¬ bem odos os mau, que i e ao occajiab de os V. Re e endi ma ' a a . Da Jegunda em V. Re e endijjma po U emunhas os ga eoncellos, os Soujas, os Fa o as, os Sil as, & os Lanca i. nubi* í Ue > úC d > udo do naiiquali icado domaispí- ode e Reyno. Pelos Va imcellos-à- Sou as hi V Re L- ínill 0 N n ed ° de K cmL & So a , Go- ado do R i da P all . l a > à- Capi ai Gene al de odo o E - ado do B a iL, hoje Embayxado Ex ao diná io delRey no - jo Senho na Co e de Mad id a ElRey Ca holico. Fdho do Se¬ nho Smao deVa comllos & So a, Gemd-hmm da Ca- "" J * ij me a me a do Se enij imo P íncipe Dom Tea o, & i mão do Excel- len ij imo Conde de Ca ello-Melho , de quem V. Re e endi i ima he amado ob inho. Pelos Pa o as he V .Re e endij ima ilho da Senho a D. Joanna de Pa o a , Dama que oy da Se emJJima Rainha D. Luiza de Gu mao , & pa en e de odos os de ie nobihj imo ap- pellido, que i nejle Reyno em i es ca as i ula es , a dos Excel- len ij imos Ma quezes de Pa o a , a dos Excellen iJJimos Con¬ des de Sao Vicen e > & Condes de Al o , ò~ ou as nao i u¬ la es. Pelos Sil as , he V Re e endij ima ne o pela linha ma¬ e na do Senho Joao. Gomes da Sil a, Regedo que oy da Ca - a da Supplicaçao. Cujo mo gado , p o al a de a ap, icou k ilha mais elha he dey a , que ca ou na Excelkn ij ima ca a dos Condes de Sa zedas , de quemV Re e endij ima iceu o¬ b inho. Bi ne o do Senho Lms da Sil a y Mo domo mo da Ca a Real, Vedo da Fazenda, & do Con elho de E ado , cuja ba onia e con e a hoje na Excellen ij ima ca a dos Ma que- zes de Aleg e e. E de icenâen e da mais an iga nob eza de oda Hejpanha , que dandolhe p incipio o Conde D. Ped o em Dom Gu e e Alde e e da Sil a, Rico homem y que lo ecia no Rey- nado delRey Dom A on o VI. de Leao , & do Se emj imo Rey Dom A on o Hen iques de Po ugal , e nao a is azem ge al¬ men e os Genealógicos ,que com mais cu w idade in e gà ao eis an iguidades-, po que huns a deduzem dos Rey s de Alba i *’ £ a i de eenden e de Eneas po eii ilho Sil io a e o Conde Dom Pelayo Sil io , que lo e ceo pelos annos de 430 .. pay de Dom Gn- e e Pelayo, Go e nado da e a da May a, q ue °J ei o de Dom Gu e e Alde e e da Sil a. Ou os que em, que 0 Con^ Dom Pelayo cj e iih 0 do In an e Dom O donho 0 cego, ilho de Dom F uella II Rey de Leao, & de ie a e Leo igildoRey Sex o decimo dos Godos , pelos annos de 5 6 7 . p ocedido da an i¬ ga amilia dos Baldos , daq Ua l emp e os Vice- G odos elegiao eus Rey s.Ou os pelo pa onímico de Alde e e a imao,que D- Gu e e Alde e e da Sil a de cendia do Conde Alde edo , a quem EIRey D.Rami o op imey o mandou i a os olhos pelos annos de 84.3. Finalmen e as a mas de ia nobihjjima amília, que ao as me mas do Reyno de Leao , mo i ao , que D. Gu e e Alde e e da Sil a e a de cenden e daquelles Reys, & delles a e os an igos Godos , que ie ao a domina íe panha pelos annos de 411 • com 0 (eu.phmey o Rey A aul o. De ie pa a cd e em jà pa ado eze eculos y & den o delles e ex ingui ão muy as Mona chias , & acaba ao as de cendenc as de muy os p ínci¬ pes ■ , & a e cla ecida amília dos Sã qs con inha ao dila ada, que ainda hoje con a po i a ba onia in e ca as i ula es em Po ugal , & Ca iella x & ou as an as , que lhe nao ao in e¬ io es j menos nos í ulos. Pelos Lanca os he V Re e endij ima pela linha pa e ¬ na ne o da Senho a Dona Ma imna de Lanca o x M a qu za de Ca iello-Melho , Cama ey a mo da Se m ima Rainha Dona Ma ia, ilha dos Exc llenüj imos Condes da Calhe a,& de cenden e emg h conhecido do Me e de San iago ,0 Senho Dom Geo gede Lane a i o, p mey o Ro uguez , que ou de ie ob enome, undado da Excellen ij ima ca a dos Duques de A ey o, & ilho do Se emjpmo Rey Dom Joao 0II de Po - iugd. F oye e appellido de L ancajl o , he dado da Se em ma Ramha DmaMppa de Lancajl o , mulhe do S nm m Rey Dom Joao o P mey o Ma Co oa , âha do Duque Dom Joao de Lancajl o, ilho dei Rey D. Dua e delngla e a Z pay de Hen ique o V.àe lenommnosR ysáa me ma Com dey as , que da ReUgiaí leo comZlZZZ ’ que ubip ao púlpi o , em que e e La^aceyZlh Z^ ’ * queoilkJl iJ imoCábW da San a sio ZZZ Z Í’ Udo V oEmZm iÍTs!nh a „ ÍaZdíZj * üj Tudo Tudo e ac edi a com a êleyçao , que Jè ez de V. Re en* dijjima , i ando-o de P io dejle Con en o de Lüboa pa a Depu ado do San o O icio do ibunal de Coimb a. E ul ima men e com o Eminen ijjimo Senho Ca deal Cunha , Inq iji* do Gé aldejles Reynos , p o e a V. R e endij íma no luga , que a Religião em de p op iedade no Con elho Ge al, de que V» Re e endiJJima heja o decimo poj uido . Donde o publico m e* cimen o de V. Re e endi ima e az ainda de majo es hon as ac edo . Deos Senho noj ogua de a pej oa de V. Re e endij i ma pa a mayo c edi o , & ej ilendo ' de ia P o íncia , Se o de V. Re c endiííl u Red o Mon ey o • m; LICENÇAS DO S. OFFICIO. Cen a do M. R. Pad e Me e F . Joao de San a Tbe e j - Qualijicado do San o O icio. EMINENTÍSSIMO senho , " Andame V. Eminência eja o Se maõ, que compozu _L & p ègou oM.RJP. F . Ped o Mon ey o, Religio- íode N. Pad e S. Domingos, Me e na Sag ada Theolo- gia, P ègado de S. A l eza, Con uJ o do S. O icio, Exa¬ minado Synodal do A cebi pado de Lisboa O ien al, 6 c do P io ado do C a o;& endo a cau a que e e pa ap pò em publico , enho muy o que ag adece a quem lhe le an ou o e emunho; po que e naõ i e a e e mo i o naõ de a e e Se maõ aõcedoao p elo,& nos p i a a da liçaõ da ua dou ina, po aõ occupado na p edica ; mas pe mi i à Deos íeja de pe ado , acommua acey açaõ de quem le e e eue c i o, pa a ahi logo com os mais' que diz, a publico* po que óen aõ conhece á o male o-’ lo animo,que o cen u ou, que a llm como os Se mões p é gados o chegá ao a a ea , pa a em íbmelhan e de a ino p o opeMÍ im ambém lidos o chega áõ a con undiW mc. ,„,h m di dpKÍ”^ s ,6 de Aquino,hum lucidi imo a o a, S T ' 0nl e iaõas omb as o ccul a a< i,,7i 'S^ econhecendOjque. ceo en e as oS ?*, ’ P ° , o eí P , a " d e - D as, que e e he da luz a occupaçaó p e- ci a ci a : L pi in mb isl íce > nem pa ece podia ahi a luz c - e epa o, enao exci ado com a cega, & nublo a emulaçaõ do e u ad e o: o Sol in ende mais os Teus luzimen os, quando com omb as e è occul ò; qma in endi u à con¬ a io: a íim ambém e e Au ho , endo hum b ilhan e Sol ma p edica, ago a augmen a à ( e he que pode e ) m a & a ua abedo ia . No Se maõ,que ap e en ap ègado às j u- í iças, con e lblheadmi ey a aça, com que íuppondoo pa lado,& naô di Rcul ando o u u o, deu pa a as Jnãiças de p e en e os mais admi á eisa e os; en inando íem nu¬ ca julga , o modo, com que osMim os e de em ha e * cuja dou ina po aô lolida, & e dadey a de e ica na lemb ança muy o imp eí a^c quiçá quize ieDeos pe mi - i aquelle abíu do, pa a que edunde da imp e laõ nuiy- o-p o ey oj que he ce o, que e os Minií os le é em uas ca ascom a ençaõ aõ g ande dou ina, po aó logo em execução a ju iça, ca iga e-haõ culpas,e i a e-haõ an- aS) po que e o lad aò i , que apenas o eu ocio oy p e¬ zo, logo na o ca e io pendu ado , e à emenda po nie- doj & o me mo a á,o que em piedade i a a ou o a ida, e logo e acaba a ua em demo aj& ha e á melho es co- í umes,do que e expe imen a: ambem e anima áõ os me¬ nos pode o os con a os que podem muy o , pa a pedi¬ em, o que he eu po di ey o, & em eme em ga os, a¬ aó pley os, & naó e come a aõ inde idamen e o aiheyo, como muy os eílaõ comendo, que po eme em os di ey- os enho ios adilaçaò de hüa demanda, pe dem a ua ju ¬ iça; 6c como a ma é ia he pa a os bõs co umes impo an- <j i ima, & à no la San a Fé naô he oppoíla, me pa ece de¬ e V. Eminência de ju iça da ao Au ho a licença, que implo a. E eheo m e u pa ece Jal omeho i. Lisboa OccF den al no Con en o de N. Senho a de JES J aos 31. de jMayodeiyi/. O M. F . Joao de S. The e a. Cm- Cen u ado Ml iP.MeJi e F '- Jô eph âo E i i o Sami Qualijicado do San o Qj ic o. eminen íssimo senho : O B e decendo a V. Eminência li com a ençaõ o Se -' maõ do E pi i o San o, que me ez g aça eme e 'ã eompoz.êc p égouo M. R. P.M.F . Ped o Mó ey o, R e - ligio o da O dem dos P egado es, que eu conheci, & p o- ey na Uni e idade de E o a.in ignedi cipulodo Dou- o Angélico nas cadey as,& púlpi os . e dadey amen e ágiua nas di inas le as, & po i o digni imo Con ul o do S. O hcio, & mais í ulos, que ac edi aô ua pel oa, & Religiaó. Con e lo, que ha empos naõ i Se maõ aó dou o, & ao undado nas di inas le as,& dou inas mais olidas dos San os Pad es. Nàõ podia deyxa de a^da muy o a hu audi ono aó dou o,& a6 au ho izado, como heo ibunal dasJu iças de a Co e, aquém expòz os dic amcs do E pi i o San o, mais nece a ios pa a e ace o do bom p ocedimen o dos Mini os da Tu ica em ,„c „ hip o Comp„ ,. le an es, dou inas muy e dadey as ,& p o as li e aes muy genu.nas al .miou en inou, encaminhou aos Mini ! os da Co e, qne lhe de ao' audiência ; mas po que e a dou ina ambém que Deos ecommun miP LZ 4 • í • “ « » . s ss s Deos e ido, quehu zoilo o ob iea iea d,lli. - a’ y He e yloda in ini a bondadeSde Mi °d n l le S i | a l 3 en e i c as P o i d en c i a pa á > a p u^y < ímnen- o de uas c ea u as. A im emos ap o ey amen- con cienciasdep a adasde aõocca i ' C c Tj • 0cc a í iao ao mayo Dou o J j • n ' Ie on ymo pa a publica aõ icas dou inas, como di ou nas apologias, que e c e eo a Ru ino , Jo i- nun°, & ou os.Pois ne e Se maõ e mo a a e dade aõ ** pu a + Se mão men o de Ch i o Senho no lb, Na inda po em do E pi- i o San o nao oyaíllm. Di e Ch i o a eus Di cipulos, que elle ubindo *o Ceo, oga ia a eu E e no Pay, 6 c que e e lhe da ia o Di ino Eípi i o: Ego ogabo Pa en , & a- lium Pa aclí uni áàbi obis * 6 c i o íe cump io em b e es dias: Dum compk en u d es Pen eco es , &c, aãus e i e- ALapid P en e ^ e Calo onus. Ouçao ao Dou iílimo ALapidene e Jik. P ’ luga : FaBm e epen e , u decla a ei uam celen a em. Di¬ ze o ex o, que o Eípi i o San o ie a de epen e, oy pa¬ a nos da a en ende , que ie a em dilaçaõ, com p eça. F imey odi&ame, ou p imey a Ley, que e e Di ino E « pi i o dá hoje a odos os mini os de e e&i limo ibu- nal , aílim aos Ad ogados, como aos Juizes, que naõ de¬ em culpa elmen e dila a ascau as que aõ ob igados huns a p opo as azões das pa es Tem dilaçaõ* & ou os, quan opo li el o ,ade pacha os ey os em demo a-,q naõ du em as demandas muy os annos , mas que uppo » emos O dçnaçaõ, ou emos ley, udo , egundoella , e de pache , comple os os dias: Cum comple en u dies , &c, a i* e epen e , u decla a e uam cele i a em. Quan as ezes em jà uccedido ( naõ allo, nem al- la eyem odo eíleSe maõ , do que dep e en e acon ece; po que eu jà di e, que di p e en e inha po e£ iílimos a odos os Mini os de e ibunal: allo omen e em com- ^u ijclo que ne e mundo jà uccedeo ,&do que hepo - *} el, enaõ íe ob ia , pelo empo adian e o na a ucce- ** e ) quan as ezes pois em já uccedido po hum po¬ b e, & de qualidade in e io huma demanda a ou o ico, &pode o o,pedi n c [ 0 ]| ie) 0 q U e e iden emen e con a a e eu, que zombando e e d a q uelle,di e: O illaõ uim az- me demanda ; pois eu im de o, mas nem elle, nem eus i- ih )s em ua ida haõ de cob a o dinhey o ? E achou hum dei es Le ado,que lhe ad ogaíTe^ Mini os,que ao me¬ nos pa a a dilaçaõ lhe de e iíTem. Quan as ezes em a- con ecido pedi ou o ao pode o o , o que ce am e n eíb Do EJpi i o San o. y lhe de ia, que de al o e lhe dila à aó a cali a, que mais ga ou nas de pezas da demanda, do que depois cob ou, alcançando po íilen ença, icando o pob e em pçyo e - ado depois, do que an eceden emen e e a a ? Da inju - iça de es Mini os, ôc de ies Ad ogados e queyxa g a¬ emen e o Summo Pon í ice Innocencio, d izendo : Sape innoeê cau as andiu di e un , quandin ii igan ibas pln quam o um hh - dc i. au e un , quia maio ej expcn a um ump m , quàm en en - condi ia u u - hu nin. Ago a me lemb a, o que o P o e a O eas di ie* c a- cob, ob e o ha e e e lu ado com hum Anjo: In alm ad O Ce(e Angelum i & con o a m eji h / e i , & oga i eum. Diz I2 ”*' que Jacob na lu a p e alecè a con a o Anjo, que e e o¬ a o encido, & aquelle o i o io o* & depois acc e ceo a, que Jacob oy con o ado, que cho ou,& que ogou.Con- eí o, que he my e io o modo de alla e e do P o e a. Pois Jacob he na lu a o i o io o,& e e me mo he, o quê ica des alecido ? Jacob he ,o que con a o Anjo p e ale- ceo, In alui ad Angelum , & e e me mo he, o a quem e con o ou: E con o a m e ? Jacob na lu a he, o que en¬ ce, In alui , e depois da i o ia o me mo Jacob he,oquè ho a: Fle i í Na lu a o Anjo oy, o que ogou a Jacob dm eme,èe a g o adepoisde encedo ,Jacob he.oque oga ao Anjo: E oga aeun Sim , & com azaó, po que Jacobacha a- eem peyo e ado com a i o ia,do que an- ceceden cmen ee a a„ quando en ou na lu a ■ que ne(N ao menos en ou aÓ,& com a i o ia achou- e coxo ■ & ,! do es da pe na hc . a ao o go o da i o ia , cau a no em Jacob pa a des alece , & mo i o iu l-n . . P ? S alui ad Angelum , & con o a uí / 2 , & c . P Ch ° a ^ a a n^ elha n e 0 , a 0 q Ue uCcedeoa J ac ob na ua lu- ; .“° am bem ao no o pob e na ua demanda: i- nli3 po í i cs n pnp/ • /• Z J] c ? 5 n en 9 a - o eu con a io icou e- i L o l o í°^o in alui ', mas que jmpo ou j o, e pelo eu con a io e ico, e -pode o o, culpa- Aj el- 6 Se ma í elmen e lhe dila à aõ a cau a; & pelos exce i os ga os, queoob igà aô a aze i e acha. em peyo ei ado depois, do que eí a a an es.? po que nem os u os da en ença chegaõ a paga as deípezas do li igio * e c acha com o é- po gai o, a azenda coníumida,& bem pode á é ,que am¬ bém, qual ou o Jacob, com a aude po ada?.I aiáz de alece os animõs,& ji amen e p o oca a lag imas; In a- lui ad Angek m, é con o a us e i - ie i , & oga i eum. * Pois pa a que eí es danos e e i em, di£ a hoje o Amo Di*i inlj>que as eau as' c u lpá el men e e/naõ dila em} que e - as naõ du em annos , mas que ( e poíli el o ) enhaõ o eu complemen o em poucos dias : Cum compk en u dies. Eí ame ma dou ina do E pi i oSan oeníinaõ ae edoi - i limo ibunal as uas leys, L. amplia em §. in e n a o ijs od. de Appella . glo i in l.i. ! quod me . cau . Naõ omen e ede e en ende eí a dou inanas cau- ías ei eis, enaõ ambém nos ey os c imes. Oiiçaõ o que üccedeo ao Sc eniíTimo Rey Dom Joaõ o II. endo a uá Co e em É o a. Foy eí e g ande Rey hu na íe a ey a* como coí uma a, à Relaçaõ. Eí a a na> m e a g andejulgu* do à mo e hum èo po homicida. Tendo eí e já no icia *ei>nd. da- ia en ença, oy azido dian e dei Rey,& d i íe: Senho , deRc- qua o ze annosha , que e ou p e o. Em quan o i e azenda DJuàõ pa a pey as^ emp e me dda a ao d cau a ; ago a queja nao e- li. cap. nho quega ia , me ien enceao a mo e. Se en ão me ma a ao^ 97 ' eu o padece a, & a Minha mulhe , & ilhos ica alhe azen- da, pa a e man e em-,e i ago a) Senho ^ma ao odos^pois udo ga ey, po dila a a ida.Olhe V.Al eza i o com olhos de pie¬ dade , & de ao i üo ò Rey , como he. Ou indo o Reyaõ èo, icou ií e; io 0 p incipio do eu. ey o, & achou,que alía a e dade, qu G q ua o ze annos ha ia, que eí a a p e oiôc ol ando pa a os De emba gado es diííe: Melho ne côieiA os-ou os a mo e , do que e ie pob e homem -, mas quemhd de mi a .a an os?. Chamou en &õ o èo, & lhe, que.elie Lhe pe doá a, & que à cuí a da íua Fazenda - - c“ Real, Do ÉM m S ín ol 7 > Real, manda ia pela pe daõ da pa e, o que cump ia. Ain, da pois que a en ença de hum èo haja de íe de mo e* emp e o ab e ia a cau a, he piedade. . . . O a en em comigo a ponde a com a ençap a cau- adeCh i o Senho no lb,6c acha áp deíempenhada 3 e dade de e pen amen p. Pe íuade .q Demonio a judas, que en egue a Ch i o, eu, & noílb Di ino Me ç , nas maos de eus inimigos, pa a lhe i a em a ida : Çum Dial. Joan-ijl holus mi ij e in co , u ade e ewn Judas. T a a e ç da ç- 1 ‘ da, ecebe o dinhey o,& execu a a en ega. To n^ o n}e . mo Demonio a luge i lhe, que e a ependa, que le e p p op io dinhey o aps P íncipes dos Sace do es, que dian¬ e delles decla e quepeccou , & que eu Me e. he hujn^ homem ju o: P cem en ia du us e uli igin a a gen e os Ma h, P inápibiu Sace do um> & mwnbas dicens : Peçça i i adens l A ' angiunemjujlu i. Naõ lheaçey ap o dinhey o, lança-o no çemplo, ol a-lhe as co as j ul imamen e de e pe ado , 3 ôc do me mo Demonio pe uadido,en o ca- e.E e oy o p i- mey o en edo, que o Demonio ez na cauía de Ch i o Senho noíío. Sen a- e Pila os em ibunal, pa a en encea ame - ina cau a, a emo izado das in olen es ozes daquelle ba ba- o po o. Eis jà. o Demonio açando egundo embçleco: ay uge i á mulhe de Pila os, a que lhe pe íi ada , que de nenhuma . o e o en encee, po que e á innocen e : Se- den e a ii eim illo. p o ibunali^ w i aà eimmxo ems . di ni - Ma h. 5 Se naõ e, Rey dos Judéos, ena5 queelle dizia e Rey dos Ju- deos: 'Diceban e go Pila o Pon í ices Judao un . Nòli c ibe- e, Rex Judao um , ed quia ipje dixi , Rex um Jiidãonim; O a dizeme ago a, Demônio apa ley o, a que im e o dena aõ odos e es en edos, odos e es embelecos, 5 c odas eí as apaças , com que co e es ne a cau a ? Oi? u que ias , que Gh i o mo eíTe, ou naõ?Que'naô ha ca- ende e; es muy agaz: e que ias , que naõ mo eíTe, pa- a que íuge es a j udas,que o enda? E e que ias, que mo - e le , pa a que azes, com que o me mo Judas e a epen¬ da, que in en e des aze a enda, que o ne a le a odi- nhey o, que diga que peccou ,& que eu Me e e áin- ; nocen e? Dizeme mais , e que ias,que naô mo eíTe, pa a que ue. íj. amo ina e o po o, a que g i a le, que o c iici ica le: C u - c ige , ç uc ige eun E e que ias, que mo eíTe, pa a que no me mo empo o es e com a mulhe de Pila os, a uge- i lhe, que lhe pedi le, o na 5 en encia le? Mais: Se naô que ias, que mo eíTe, pa a que induzi- Ma c ^ es e lemunhas, a que ju a lem al o ? Mul -i ejümoniu 5$* I4 ’ aljúm diceban ad e us eu i. E e que ias, que mo eíTe, po que naô combina es e las e lemunhas, po que naô 6- ze es , que con e a lem ? E con emen ia e imonia non e an . Ul imamen e , e que ias, que naô mo eíTe, po que na ° diíTe es, que ie lem com emba gos à mo e, enaô que ie lem com elles ao i ulo ? E e que ias, que mo e - e, que impo a a o i ulo ? pa a que e a e le emba aço, e jàe a a en enciado, & jà caminha a pa a a mo e? I o em i naó e a incohe cncia 3 po que eu bem ey, que ens en endimen o , com que ce amen e e a muy a malicia. O a já e en endo: o que u que ias, 8 c o que de eja es em- p e, oy dila a es e a cau a * &; po duas azoes ; h ia po amo de i, & ou a pelo g ande odio , que inhas a Ch i- o. ** ' No em: Do EJpi ho San o. „ No iMiNe a cau a de Ch i o Senho no o Vío- e { Wemomo pe dido. Su pey ou e e, que com a aa mo e' ica a o mundo li e. Diz pois en e íi: Eu eiome a ui nado i po que os homens que a è aqui í'aõ meus eíc a os em eUe mo endo, icaõ emidos. Naõ enho pois ou-m e ugio mais, que e e po io i dila andoe a cau a pa -a que e e dano me nac.chegue aõ cedo.Ou e- e "diíTe aq ui hu dou o Expo i o ) como e haõ os li igan es do mundo de má con ciencia, que conhecendo naõ e ju i-a a- zem muy o, po pò as cau as em dilaçaó. A i a pois diz elle) i ey mini ando os undamen os, com que ei a cau a e pode de e A emba aça . Pa a o p imey o'a igo e . i a de undamen o o embeleco, de que u ey com udaL í;„“ oí ! ' d o " d ' c ^ “ - ’ “í o e Kuhio.’ q l,eOIlaÕVeade0 ’ P 0 < ^ ue h Wm io, q Ue o gen eòs^ COn a ^ 0> com eHe e comp ou hum campo” que ou e pe ey a enda. 5 P C 1 co no P o a á, que naõ pòde ub i i a end, 'ki p eço ou e le aõ eno me. Ven “ a , po que ne e>‘ P o a á, que naõ hou e le anon^ j naõ endeo e e.homem pa a e ,! '’ P o queJudas deo, oy a ua asen ia d» P * e Vl * 0 que omen e en- ** " a paSS y S; * ^ «*?* o a a ( aqui ago a eq uin a o le ado ) quenaó B " náo naõ endeò, mas nem podia ende , po que e a incapaz de con a o; 6c po duas azões $ p imey a, po que eíla a louco: a linio moí ou a acçaõ de i en o ca íe: Laqueo e Ma h. njpenâi . Segunda * po que ha ia lido Reiigic o, aos pes 17.5.' domeímo Meíl e inha ey o p o h aõ: Rehqmmus Ma h , I ; ) m a,&JhM i umus e. 17. P o a á,po egundo a igo,que el e homem e a mal- ey o j qúe aâim o di e hum diiapuioíeu, a quem o iieP Mauh. mo èp a a a po amigo > A mice. : á» 26, > °‘ P o a á, que naõ e a mal ey o , po que e êe me mo di cip iLo depois e de diííej:& con e lbu, que elleé a > peccado , & eu Me e oinnocen e: Pecca i adens an* Ma h. guinem,jujhm. E da m e ma ío e em odos os mais en.be a7 * 4 ‘ leco c,que o.Demonio.di punhapa a dilaçaõ dacau a. K. e a P o idencia Di ina naõ o dená a o con a io, en e p q* ?a á* & naõ p o a á,e i e aCh ií oSenho noíío»na ca- dea, & dila á a eaob ada Redempçaõ, que e a, o que/ b Demonioque ia,po amo de i Mo as neAi ,(di{Te o dou- Zuíc . c. o Expo i o ) & ob acida poni , u Ch ijü iBo ia di e a * u ,.& u mal ís li iga o ad e a n en en iam , quam neqiú 1 e ge eicona al em pe obj ac da dij e e- •• - ; í - : Segunda azaõ. De eja a ambém dila a e a cau a, pelo g ande odio, que inha a Ch ií o Se çho no lo. Sabia eí e, queos Judeos lhe de eja aõ ap e a a mo e * & eo do, que com ella e acaba aõ ao Senho odos os eus i a- balhos, pa a que e a o e mais c uel, de eja a, que eí a cauía e p oceíTa le com dilaçaõ.He e dade,que csjud o ambém p Q inimizade lhe. ab e iá aõ a mo e j mas pa a o que elles que iaõ, naõ oube aó , 0 que íze aõ. O Dem 1 nio po em, que inha en endimen o upe o ,&' aindaaíh ' cia mayo , emeou na cnu a en edos , embelecos ,òi apâ - ás, pa a a po em â hç ã& . en endendo, que ha endo hum èo de mo e , o naõ lhe dila a o p oceílb ,e a mode ai*^ igo com piedad e. E pelo con a io, o elío na p i aõ, ôc 1. . ; U e a - Do Ej j ho San o . e a lhe dila ando acauía, i o e a liiimamo le c ueliíli! i le do D-monio a eí ein en o o me moExpo i o . - .. ,lM ' Si a de con i mação, 6c de p o a e iden e de e di c cn o, o que o me mo Senho di e a judas: Qpod acü, àc õ M: Judas, o que azes, aze-o com p e a. Senho , o que Judas anda a ando de p e en e, he a o a enda, a o á * 7 , en ega, 6c a o a mo e 5 pois como abendo òs i o me mo, lhe dizeis, que e ap e e? Mais: Judas ne a accab eomme e hum ho endo ac ilegio j pois e íois imoecca- el, 6c po na u eza San o, como com o con e io,'6c com ©impé iomandais,ajudas,que eap e eneíkacçaõ: Faà ob ias? Da me ma azaõ da du ida me ap o ey o pa a a ío- luçao. De Ch i o Senho no o e impecca el, 6c po áí p eza San o, 6c manda a Judas, que e ou e e neile ne¬ gocio com p e a , e egue e iden emen e, que e a nao podia e culpa, in en ada no en ido , em que o Senho a mandou, mas an es e ia piedade. No em: ISTe ^ B 2 mo e ii Se mão mo e mais do que huipa? Âílim o uppoem Job, & up¬ poem bem. Ca os ha, em que aquelle,aquem ma aõ, mo ¬ e mais do que huma ez , mo e muy as ezes > & mo e odos os dias * & e elle e i a em huma cadea èo de hum c ime capi al , e pe ando odos os dias huma en ença de mo e, epe e ia ome mo, & não com menos azaô: Si agella y occida meliSe eu heidee a em hum cá ce e, e ¬ pe ando ce amen e hõa en ença de mo e, cada dia com hum u o*hoje me en enceaõ,à manhaã me en o caó, menos mal he ,que e acabe logo a ida po huma ez*que odo o empo de dilaçaõ naó aõ dias, em que e i a, í l© he empo ,em que e mo e: S lagella , o ccida emel. Ago a en ende ão ao Apo olo Saó Paulo, dizendo* que mo ia odos os dias §uo id emo io . Pa a Paulo mo ¬ e odos os dias, e a neceíTa io e u ci a muy as ezes* pois enaò e u ci ou, como odos os dias mo eo ?Quo i~ die y & c. Repa em no con ex o nas pala as a az imme- dia as, que nellas deoa azaõ: U quid & nos pe idi amu omni ho a ? A minha ida anda a i cada emp e, odas as ho as me ejo em pe igo, & os dias de huma ida emp e a i cada, p op iamen e e naó de em chama dias de í^ da: Quo idie mo io . Pe idi amu omni ho a. Vida emp e a i cada, & po a em pe igo, he a de-hum èo de c ime ca¬ pi al, me ido na cadea* e e pois já naó i e, odos os dias * o e:C7í quid & nos pe idi amu omni ho aíQuo idie mo io . Se á pois di&ame diabolico > que e que e acau a e di¬ la e culpa elmen e annos, & he hoje dou ina do E pi i o San o, que odas e acabem nos de idos dias: Cu?n complc- en u dies. E como Ch i o Senho noíío oy dado ao mu¬ do pelo Amo Di m o : Sic Deus dilexi mnnâum , u Filiu n uu?n unigeni umda n * po iíío e e Senho p a icando os me mos di6 ames, ou as, me mas leys do Di ino Amo ,di¬ zia,que o eu ibunal e a pe ey o* que o eu juízo e a ju- I o: 7 uàicnm muwp um e i. SEGüN : Do Ejp/ i ò San o . i j SEGUND A LEY. A F p a ecc o E pi i o San o, & de ce em lingnas com® de ogo: Appa ue un illü dij}e : á U jgua 3 amquam ignii. Kepa ey, que naõ diz o ex o, que dias linguas o - iem de ogo, mas que ó inhaõ delle a emelhança, an - quam igms. O u ç aõ ao dou i íimoALapide neíle luga :/^* ALapy; Tamquam, ide u jigni ica ehas linguas m ui e e un igl hic ‘ nem, é A ignisdun axã habuij e Jpeciem 3 ^ Jimh uàinm. O me mo nos dà a Ig eja a en ende , quando diz : Ad enií ignis di inm , non cembu ens , ed illummms. E aõ lineuas dadas pelo E pi i o San o, & a huns homens, que ha iaõ KJ? de e juizes do mundo: Sedebi is.-judican es,* quem hoje dá ambém e e egundo diâame, ou eguhda Ley, que a- indaque o c ime eja o mais eno me, naõ de e o julgado I 9 a *' com a lingua, ou com as pala as a a mal ao eo. A quelle homem, de quem alia Saõ Ma heos, que íem e a gala decen e, en ou nos de po o ios do ilho d® Rey, e anhou e e a culpa, mas oy com pala as de a- mzade: Am ce , quomodo huc in a i i Repa em, que ainda Ma * que alla a com hum c iminolo, naõ lhe chamou a eS"^ do, nem pelo menos lhe di e, que anda a con iado, a- ou-o. im c ompala as.de a migo, Amice. Pois eaculca e a ao g a e, que po ella o mandou p ende , & o conde nou a mo e, & naÔ a qualque , mas à e eml • n 7 mim i ú , hga is n ánibm, & ped biis eias «.,•„> m Rex neb as ex e io es,ibi {c i le is , ind J , . e e umm e ' a a po amigo a e c èo- AmS- díH,lum ; como e e Regedo o d.SnZo SÍ ?” .'"l inha a e Ch i o Senho „ J P , E JP ln 0 San 0 * & ma j mas o e aõ g a e ez com n P ? T . g aVÍín ' ij pn pn , moo ~c , GOm que o ie ambém g a e a íen ença, mas nao ez , nem de ia aze eco a a lineua* A nce, qmmcdo huc in a ii aze log íaa hng ' B $ N«* 20 Se mão íe no in e no, ninguém me i a á dc lá. Nao hade pois olha pa a as peííoas, de quem íaó os ey os , ha¬ de iima ende pa a á ua pe iòa,pa a a ua alma, pa¬ a a ua hon a > ad e indo, quee a igualdade he, o que o E pi i o San o manda, 6c o con a io, o que abo¬ mina. oy. io. Ponâus > & ondus , men u a , & men u a , u um- ÍG * que abommabile e i apud Deum. Pezo , 6c pezo j a a , 6c a aj huma ,& ou a cou a he abominá el pa a Deos, diz o E pi i o San o po Salamaõ. Pois e e e Di ina E pi i o he am aman e da ju iça , como ago a diz, que lhe aõ abominá eis os pezos , 6c que lhe íaõ abomina-: eis ambém as a as ? O a epa em bem no ex o, 6c a- cha áò , que naõ abomina a ju iça, abomina im a inju - içaj po que abomina e o me mojuiz dous pezos, p on- dm, & ponduSy abo m i n a e o J u i z d u as a as, men u a, & men u a •, abomina e hum pezc, com que na balança da Ju iça peza as culpas dos pa en es, dos amigos, dos icos, 6c dos a ilhados * 6c e e pezo he le e, po que as culpas de es nunca aò g a es j 6c jun amen e e ou o, com que na me oa balança e pezem as culpas dos po¬ b es , ôc dos de empa ados j 6c e e pezo he g a e, po ¬ que as culpas de es emp e dey aó abalança ao undo. Abomina e huma a a,qüe e de ela em bu ca o ho¬ miziado de c ime menos g a e,ou e condido na ca a a- Iheya ,ou al ez no Templo Sag ado 6c jun amen e e ou a a a ,que egu a a hum èo de c ime mais g a¬ e , o paíTea na Co e, 6c o do mi em ca a. E es dous pezos, 6c e as duas a as * e as de igualdades, ou e as inju iças hequ e a 5 a abominaçaò de Deos iPondm, & ondus, &c. Que em os Mini o* nas cau as c imes aze al¬ gum a o ,que edunde em bem de odos, íem e in- ju iça, an es azendo g ande bem à Republica o- _ » jne B Do Ejpi i o San o. 21 mem e e con elho: Se pe gun a em a hu o Mini o, po que ca iga hum èo * ha de e ponde , caíligo-o pe¬ la u a culpa j 6c pa a que íi a de exemplo acs mais. Diz bem * mas eílejaõ ce os odos os Miniíl os , que as cul¬ pas dos èos emp e haõ de e caíligo, ou eja neíle mundo, ou no ou o > e o neíle* po mais g a e, que eja, a e pey o,do que pede huma oílen a con a Deos, emp e he caíligo le e; 6c e o no ou o, po mais le e* que eja,emcompa açaõ dos deile mundo, emp e he caíligo g a e. Mas já ouçoque me dizem: IíTo aülm he- po em manda Deos, que os èos e caíliguem ainda ne* í e mundo , pa a que aos mais i aõ de exemplo. Di¬ zem bem > mas ago a en a o meu con elho melho Pois comecem os Mini os no caíligo pelos g andes & depois a az delles, e ainda acha em alguns delin¬ quen es , ca iguem da me ma o e ambém aos peque nos. No caíligo aõ os g andes dian e, & os pequenos a az; po que com o caíligo dos pequenos emendaõ- e os pequenos, mas naõ e emendaó os g andes , & com o caíligo dos g andes odos e emendaó , emem os g andes , & emendao- e os pequenos; & dei a o e e i a e-hiao muy os ícios , ha e ia menos ju iç dos a e-hia g ande e iço a Deos, & muy o ia de dize : Oh là, lad ões cÍS d^ TTY ha * ^ bom Mimíl o, naRelaçaóda Co e a ila èm eu digo, que e naõ azia ,u " n aZ ‘ e P o- Co e ; mas pa a iíTo, naõ mi * Ç Re,a 9 aõ deíTa men o p incipal, que he eíln- a P o y e F ° do llnda ’ dous lad ões Ch i o innocen e T ° ^ p incipal, & he : quando e es na C uz, dondee a a Ba abbàs ?Ba abbàshT ia ahicio C 3 oi- i .$*. Se mão 1 oko,8diV eda cadea,máis naõ oypo al a de p on a,& andi a paíTeando na Co e.Qiiem e ae e Ba ab- Ma e.ij. bà s ;> £)iga-o s a 5 Ma cos: Cum edi iojis e a n s,qui w edi ione ece a homicidi ín . E a hum dos amo inado-. joan.18. ss ( j a j^ e p U b ü ca> & no mo im inha ey o hum homi¬ cídio . Seja e emunha Saò Joaõ.: E a au em Ba Mas la o : diz que ambém e a lad ao. Pois no Cal a ia dous lad ões padecendo , 6 c na me ma Co e cum Ba** abbâs com es c imes da p imey a qualidade, amo ina-* do , homicida, & lad ao, & em odos elies comp o-* a, anda no me mo empo paíTeando ? Vejaõ ago a, e digo bem, que ne a Relaçaõ naõ ha ia ju iça. E po ¬ que enaõ ez ju iça em Ba abbàs ne a Relaçaõ? Ago- Ma h.17 a a azaõ dala-ha Saõ Ma heos, & ajudalo-haõ os mais l6, E angeli as. Habeba au em mc in uminjignem . D que Ba abbàs e a hum p ezo, pe ba g ande. E Ba ab* j x*8. imiii- hàs ( dizem odos os E angeli as ) e e demais muy a e & a iij. gen e, que pedio po e l l eiDimi enobisBa abbam.Vois a Relaçaõ de Judea poem na C uz dous lad ões-zinho9 de empa ados , que naõ i e aõ nem huma pe ba, que * allaí e po elies, & ol a da cadea a Ba abbàs, que em p o a con a íi, de que he amo inado , homicida, 8* íad aõ? i o po que? Po e homem g ande i V n um in igmm } 8c po e muy os , que pedi ão po elle : á i- ‘ lia di o, ha e á quem diga, que ne a Relaçaõ Te azia ju iça?Haõ digo,que naõ c uci icaí em os dous lad ões- zinhos, mas pa a bem o Ba abbàs ha ia de i dian e 8c pode á le , que e elle oííe dian e, naõ íze lem os dous po donde i a az, 8c de a o e com a mo e de hum ò g ande, e e i a iaõ as de muy os homens: E cum co emei ixe un duos la ones. E e he o meu con- elho ; mas com e bom, du ido muy o, que e ap o' ey em delle. A è ago a naõ ou i, n em ey que e epa ai , ~ ~ em Do E i i o San o. m c í que Judas Te en o caííe ,& que ò Ceo "aílim o pçi> mi iíle : Laqueo e u pe idi . Judas na o ca? Hum homem do Collegio Sag ado ? Sim : & en o cado po uas mãos? Também. £ po que o pc mi i ia a im o Ceo ? Po que ainda que Judas e alad aõ i u x a iíc Judas e não en o cá a , nao ha ia de ha e em Judea quem en o ca le ajudas. E qual e á a azaõ deíla me ma azaõ ? O meu audi o io da á huma, & eu ac- c e cen a ey duas* & odas es e aõ b e es. Maõ ha¬ ia de ha e ,quem o puze e na o ca * po que que¬ ia o Ceo en ina aos Mini os ecula es o e pe - o , que de iaõ e ao e ado Eccle ia ico : Judas ainda que mdigni limo, e a Sace do e 5 que na cea o ¬ denou Ch i o Senho no o a odos os eus di cipu- loS} & e e Senho naõ que , que haja mini o ecu- la , que nos eus Sace do es poí a pò as mãos* A T 0 U e ange e Ch i os meos. O Sace do e he da amiíia do" Rey dos Reys he da ca a do Rcy daglo .a , po i lba E cn u a Sag ada chama ao Sace dócio dignidade Real- Regale Sace do ium } & dian e dos co oados poem- e né joelhos em e a, & náo e le an a maõ. Oh, que o Sa ce do e pode e ou o Judas. Nc e ca o a Ie eia" ambém em nbunaes. E ape ada mais a du ida • & ene es nbunaes e nao ize ju iça, 0 que enho qua i po mo almen e impo i el.digo, quee aõ 6 . ca o c ime «Ten ado pa a Deos. Ne e ca o Deos ca iga a o lad ao, ou o Ceo pe mi i á nn« , d aõ po uas mãos e en o que* T ° m e nola- Boa azaõ. o SiièSTJ «ne o po boa A s „„ J.p, minhaj ' & E " ™ •£ h ” “ S'.. d b a , , lid • quem em boa bol a, ainda que ej» i a d aó, naó mo - Wa h.iy 4 . Joan. iz] 6 . i-Pa a^ i*. ia. i .Pc i i.?. *4 •' Se mão e en o cado em Judea. Segunda aza 5 : po que Ju¬ das nao e a lad aõ pequeno , nam e a algum Jad aó ma o o} e a hum lad aõ g ande, e a hum lad aõ,que inha huma occupaçam muy o nob e j e a hum ho¬ mem , dos que o mundo chama au ho izados : e. o p ende lem, ha ia de e ou o ca o , como o de Ba- abbàs,ha ia de e muy a gen e, que pediíTe po ei- le. Pois e es lad oens g andes , ou o Ceo ha depe - mi i , que e en o quem po uas mãos, ou pa a el- les (como pedia a igualdade da ju iça) na Co e de Judea naõ ha o ca: Laqueo e u iendi . Lánaõ, mas ne a Co e lim: po que os Mini- í os de e ediílimo ibunal in ocaõ ao E pi i o San¬ o , pa a que os ajude a aze , o que de em j & aílim po diddame do me mo Amo Di ino, à imi açaõ de Ch i o Senho noíTo , azem odos ju iça em dila- çaõ, ju iça com amo , & ju iça com igualdade: ju ¬ iça em dilaçaõ * po que de paçhaõ comple os o$. dias, Ciim comple en u dies. Ju iça com amo * pois bem e amos endo, que nenhum èo ay ao upplicio, • enaõ nos ca os , em que naõ he bem , e haja pieda- dej & que quando pòde e em o enía de Deos , a mo ¬ e na u al ecommu aem mo e ci el, endo as uas linguas , a è pa a com os condenados , emp e a a- eis , emp e benignas , & e dadey amen e emp e co ezãs : Appa umm illis di ie i * lingu£- E inal- nien e ju iça com igualdade: emaõ os pequenos,& emaõ os g andes emaõ os pob es, & emaõ os i¬ cos, que e ou c culpas , em e e e&i íimo ibu¬ nal Mini os am in ey os, que em excepçaõ de peííoa, a odos chega á com igualdade o cz àgp' di que up a ingidos eo um. A p a ica e a me ma dou¬ ina , he que Deos mandou eu Filho ao mundo: Sic mundum , u Fi íum mm unigeni # 9 * — — — - ' - da e p Do EJpi í o Sàn ol 4 a èi -y & po que os Mini os de e ibunal a ap en¬ de am bem ,po i l o ( com ua p opo çam ) lhe appli- ca emos aquellas pala as, que o me mo Senho dizia- do eu, que e e ibunal he e£ o, 6c e e juízo he ju - >co : Jàdicmn meumju um ejl> &c. E quem pode á du ida , que pa a a e&ídam de e ibunal conco e muy o a igilan e aíli encia de eu g ande Regedo , e o e á dando a en ende aílim o me mo E pi i o San o , allando po boca dé üalámaõ , donde diz: Secundkmjiidice n opj(li } _ íc & E nijin ejus , con o me o o Regedo , aííim ha de e x ' a ju iça dos eus Mini os? E como nao ha ia dè in lui nos Mini os , que ize l em ju iça, hum P ín¬ cipe , 6c hum Regedo , que az imb e des Ca ei- los, 6c dos leoens, ou que em po a mas os leoeny, 6c os Ca ellos ? Sao as ja mas dos Excellen i imos Con¬ des de Valada es , de cuja nobiliílima ca a he o no lb g ande Regedo , o me mo e eudo Real dos Reyno* de Ca ella,& Leaò,que ecomooemde Penen* . R D que 6 • Se mão que oí em p i liíno os $ & an o que ob eel es de eéo o E pi i o San o, logo naõ i e aõ medo, & ahi aõ M.X.4. odos publicamen e ap èga : E coepe un kquL oú lau c in Sp i us S an Bus âãba eloqm lhs. Syí aYe Do leaõ dií e ome mo Lau e o , le ymbolo de koi«». en endido 5 po que ainda depois do la go empo conhece , quem o oí ende , ou lhe az bem. Digna p enda he de hum Regedo , & de hum bom Mini a, o e bom en endimen o, pa a abe di ingui o culpa* do do innocen e i pois al ando e e , naõ e julga bem. Hum dos dons, que o E pi i o San o deo aos Apo o* los, oy o da ciencia : Me os docebi omnia. O leaõ Iôa i.14, nas Di inas le as ambém igni ica a ju iça puni i a i. de Deos : De igna e iam im i a cibilem m Deo , hoC yjuj i iam pum i am. Os homens nos eus e eudós, lau c , & nas uas emp ezas e a aõ os íèus pen amen os, & í 1 ’ $s uas inclinações ; inai he pois, que a em pa a a ju iça puni i a, quem nos eus e eudos pin a leoens. Finalmen e do Leaõ e e e e A i o eies , que ó c á cegamen e i ado, quandoe á amin o ■ > po ém * - ciado, deyxa- e a a , he b ando, naõ p e ume mal* he e i o, bene olo , & com os companhey os muy a* g ada el: Leo enim , qiiam u m edendd e oajji nm i , ^ amen pajlus , & o ne jam acans , ac Us , m Uq íi ki iò . a- mi um in modum e . Nihiihic u pica u , nulUus u i jj i 1 * pncw us e , ejli us , ludibundus , bene olu* admodum cap. 44 . a ™ cnm ocijs. Com que os leoens, que ha cegamen e oi. »ihi i ados , i l 0} a 5 huns leoens-zinhos , que ha amin os; 443 » po ém os aba ados, os abundan es , os ca alhey os, c es leoens ao a ayeis, que empe aõ o igo daju- iça com a clemencia, aõ e i os, bene olos,& muy ag ada eis. Mas já naõ que o alla , nem dos Ca ellos, nem ios leoens > ago a allo com V, Jlluí aíTima: lliu i - mo* Do E pi ho San o] -ij imo, & Rc e endiíllmo Senho , com a ju iça e i maó os Impé ios, com a Ju iça e e abelecem as Mona - chias, com a ju iça e con e aò os Reynos,com a Ju iça e azem di o as as Republicas , & nas Ca as, em que e az Ju iça, po di po içaõ do Ceo , e pe - pe uaô os ba óes. Com a Ju iça e gua da a azenda, com a Ju iça e con e a a ida, com a Ju iça e de¬ ende a hon a, com a Ju iça e augmen a a g aça, & a è a glo ia he co oa de Ju iça: Repoji a e mihi co ona Aã Jujii ue^uam edde mihi Dominia in ilU diejujlus judex. I 1 ®-* Quam mhi, & obü 3 & c. * * LAUSDEO. i '.n .-...*'. .• 23 *.í c 2 ';hs ]ín! 2 >-‘- I. .3 : . // •*, ) ; O . .. : j; .V - 7 ' ’ 3 e&aO 2::II > < .. .. .' . - £1 .l . í ..'/.' :,{/ -*i;q 'Jl c í,/J ob *:cq í.:j.jíu I s l si sup u; j cbnjX ii 3 cbl iuí? i 3 çoD 20 o i caq -ub Si &')•/! ;' - ui o í :;V:/ .. ê ,.:::^ --i íiüi * V* s>Awm . * -• V" •- k . . 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