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Relatórios de 8 países sobre prestadores de educação de adultos no local de trabalho

Abstract

Este relatório visa responder às necessidades dos iniciadores de redes de prestadores de educação de adultos no local de trabalho, para uma melhor compreensão do seu contexto e das principais partes interessadas com potencial para a sua expansão. Através deste relatório, os parceiros do projeto Net-Works - assim como outras organizações potencialmente interessadas em criar ou reforçar redes prestadoras de serviços de educação de adultos no local de trabalho - poderão identificar os agentes do setor, potenciais beneficiários, legislação relevante e instrumentos financeiros em vigor nos países em análise. Em suma, este resultado corresponde ao objetivo específico de reforço da capacidade das redes (OMT1 Networks capacity building) do projeto Net- Works, cofinanciado pelo programa Erasmus+. Este objetivo aborda, em particular, a insuficiente interligação e ligação em rede entre os diversos temas envolvidos na inclusão social e na educação de adultos no local de trabalho, procurando desenvolver sinergias e estabelecer um diálogo que proporcione um intercâmbio de competências e experiências no âmbito da economia social e fora dela, colaborando com os decisores públicos e realizando ações positivas de lobby.

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Relatórios de 8 países sobre prestadores de educação de adultos no local de trabalho

Author: Ateliere Fără Frontiere
Year: 2022
Source: https://comum.rcaap.pt/bitstreams/64c6bd41-5d45-4191-84c8-4b2b2f42f5b3/download
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Documen o 3.1
Rela ó ios de 8 países sob e
p es ado es de educação de
adul os no local de abalho
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O apoio da Comissão Eu opeia a es a publicação não cons i ui ap o ação do seu con eúdo, que e le e apenas a opinião
dos seus au o es. A Agência e a Comissão não pode ão se esponsabilizadas pela u ilização que possa se dada às
in o mações ap esen adas.
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Elabo ado po
A elie e Fă ă F on ie e,
Roménia
Da a
30.11.2021
Ve são
n° 1
Re is o po
Ma ina Pa e ni i, ENSIE
Da a
10.12.2021
Ve são n°
2
Re is o po
A elie e Fă ă F on ie e,
Roménia
Da a
23.12.2021
Ve são n°
3
VERSÃO FINAL
Ap o ado po
Ma ina Pa e ni i, ENSIE
Da a
05.01.2022
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Índice
In odução........................................................................................................................ 6
a. Obje i o ........................................................................................................... 6
b. Á ea in es igada ............................................................................................. 6
c. De inição ......................................................................................................... 7
I. Con ex o, isão ge al e ipos de WISE ..................................................................... 9
a. Hung ia ............................................................................................................ 9
b. I landa ........................................................................................................... 11
c. Macedónia do No e ...................................................................................... 12
d. Po ugal ......................................................................................................... 13
e. Roménia ........................................................................................................ 14
. Sé ia ............................................................................................................ 15
g. Eslo áquia ..................................................................................................... 15
h. Ou os países ................................................................................................ 16
P incipais conclusões ............................................................................................. 22
II. Quad o ju ídico da educação de adul os ................................................................ 24
a. Hung ia .......................................................................................................... 24
b. I landa ........................................................................................................... 25
c. Macedónia do No e ...................................................................................... 26
d. Po ugal ......................................................................................................... 26
e. Roménia ........................................................................................................ 27
. Sé ia ............................................................................................................ 29
g. Eslo áquia ..................................................................................................... 30
h. Ou os países ................................................................................................ 31
P incipais conclusões ............................................................................................. 38
III. Consis ência com a UE e a polí ica in e nacional ................................................ 39
a. I landa ........................................................................................................... 43
b. Roménia ........................................................................................................ 43
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c. Sé ia ............................................................................................................ 44
IV. Reconhecimen o público do se o das WISE ....................................................... 46
a. Hung ia .......................................................................................................... 46
b. I landa ........................................................................................................... 47
c. Macedónia do No e ...................................................................................... 47
d. Po ugal ......................................................................................................... 48
e. Roménia ........................................................................................................ 48
. Sé ia ............................................................................................................ 49
g. Eslo áquia ..................................................................................................... 50
h. Ou os países ................................................................................................ 51
P incipais conclusões ............................................................................................. 60
V. Redes e apoio mú uo das WISE ............................................................................ 61
a. Hung ia .......................................................................................................... 61
b. I landa ........................................................................................................... 62
c. Macedónia do No e ...................................................................................... 63
d. Po ugal ......................................................................................................... 64
e. Roménia ........................................................................................................ 64
. Sé ia ............................................................................................................ 65
g. Eslo áquia ..................................................................................................... 66
h. Eu opeus ....................................................................................................... 67
VI. Financiamen o ..................................................................................................... 68
a. Foco nos países do p oje o ........................................................................... 83
b. Ou os países ................................................................................................ 86
VII. Desa ios e ecomendações ................................................................................. 89
a. Hung ia .......................................................................................................... 89
b. I landa ........................................................................................................... 90
c. Macedónia do No e ...................................................................................... 91
d. Po ugal ......................................................................................................... 92
e. Roménia ........................................................................................................ 93
. Sé ia ............................................................................................................ 94
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g. Eslo áquia ..................................................................................................... 96
h. Ou os países ................................................................................................ 97
Conclusões .................................................................................................................... 99
Bibliog a ia ................................................................................................................... 101

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In odução
a. Obje i o
Es e ela ó io isa esponde às necessidades dos iniciado es de edes de p es ado es
de educação de adul os no local de abalho, pa a uma melho comp eensão do seu
con ex o e das p incipais pa es in e essadas com po encial pa a a sua expansão.
A a és des e ela ó io, os pa cei os do p oje o Ne -Wo ks - assim como ou as
o ganizações po encialmen e in e essadas em c ia ou e o ça edes p es ado as de
se iços de educação de adul os no local de abalho - pode ão iden i ica os agen es do
se o , po enciais bene iciá ios, legislação ele an e e ins umen os inancei os em igo
nos países em análise. Em suma, es e esul ado co esponde ao obje i o especí ico de
e o ço da capacidade das edes (OMT1 Ne wo ks capaci y building) do p oje o Ne -
Wo ks, co inanciado pelo p og ama E asmus+. Es e obje i o abo da, em pa icula , a
insu icien e in e ligação e ligação em ede en e os di e sos emas en ol idos na inclusão
social e na educação de adul os no local de abalho, p ocu ando desen ol e sine gias
e es abelece um diálogo que p opo cione um in e câmbio de compe ências e
expe iências no âmbi o da economia social e o a dela, colabo ando com os deciso es
públicos e ealizando ações posi i as de lobby.
b. Á ea in es igada
Es e ela ó io analisa os dados ecolhidos po odos os Pa cei os do p oje o, e le indo o
con ex o dos p es ado es de educação de adul os no local de abalho de 7 países,
que cons i uem os países de implemen ação do p oje o, nomeadamen e Hung ia,
I landa, Macedónia do No e, Po ugal, Roménia, Sé ia e Eslo áquia. Pa a além
des es, o consó cio decidiu ac escen a ou os países eu opeus pa a e ei os
compa a i os, g aças à ex ensão do âmbi o geog á ico de um dos pa cei os. Assim, o
ela ó io ap esen a uma análise global de 19 países eu opeus. Os dados o am ecolhidos
a a és da Ficha de Rela ó io de País p eenchida po cada pa cei o do p oje o, após uma
in es igação e análise ap o undada, como se segue.
 GP – Galileo P oge i, Hung ia;
 ISEN – I ish Social En e p ise Ne wo k, I landa;
 CDI – Communi y De elopmen Ins i u e, Macedónia do No e;
 A3S – Po ugal;
 AFF – A elie e Fa a F on ie e, Roménia;
 IDC – Ini ia i e o De elopmen and Coope a ion, Sé ia;
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 ASSE – Associa ion o Social Economy En i ies, Eslo áquia;
 ENSIE – Áus ia, Bélgica, Bulgá ia, C oácia, F ança, G écia, I ália, Le ónia, Países
Baixos, Polónia, Eslo énia, Espanha.
Assim, odos os capí ulos do p esen e ela ó io incidi ão p imei o sob e a in es igação
ealizada nos países de implemen ação do p oje o Ne -Wo ks, seguida da ap esen ação
sucin a da si uação e de in o mações ele an es sob e os países eu opeus
complemen a es acima mencionados, analisados pa a e ei os compa a i os
c. De inição
Nes e ela ó io e no p oje o Ne -Wo ks, os pa cei os do p oje o conside a ão os
p es ado es de educação de adul os no local de abalho como WISE (Wo k
In eg a ion Social En e p ises), dado que os pa cei os são, de ac o, edes WISE. As
WISE são de inidas po ês p incípios iden i icado es
1. São emp esas cujo p incipal obje i o é a in eg ação social e p o issional de
pessoas des a o ecidas;
2. São emp esas que es ão no cen o do sis ema económico;
3. Desen ol em uma o e dimensão pedagógica.
Assim, as pessoas des a o ecidas são de inidas como pessoas pe encen es a g upos
ulne á eis. A O ganização In e nacional do T abalho de ine populações
ulne á eis em elação ao acesso e à necessidade de p o eção social e p es ação
de se iços sociais, de modo a pode desen ol e -se e e iguais opo unidades de
bem-es a e elicidade.
As ulne abilidades mais comuns são acilmen e iden i icadas em di e en es o mas de
sociedades em odo o mundo. Ca ac e izam-se ge almen e po de iciências ísicas ou
men ais e pela es igma ização social que daí ad ém. Es as ca ac e ís icas e le em
equen emen e an o a causa como o e ei o da sua al a de opo unidades
socioeconómicas que acabam po conduzi a um cí culo icioso do qual os g upos
ulne á eis não podem escapa sem apoio. Alguns des es g upos ulne á eis incluem:
indi íduos desemp egados de longa du ação, abandono escola p ecoce, idosos,
pessoas em isco de pob eza, jo ens que abandonam o sis ema de p o eção social,
mino ias é nicas e aciais, e ugiados condenados e ex- eclusos, í imas de abuso
domés ico ou á ico de se es humanos, pessoas sem-ab igo, mães sol ei as, pessoas
com dependência de subs âncias.
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As WISE escolhem abalha com pessoas des as ca ego ias que ainda são igno adas
ou não ecebem apoio su icien e pa a supe a as condições sociais que as o na am um
g upo ulne á el à pa ida.
As WISE são ep esen adas po di e en es agen es económicos que lu am po o mas de
emp ego mais inclusi as e in eg adas, ais como O icinas P o egidas, Coope a i as
Sociais, o ganizações que o e ecem aconselhamen o e o mação pa a o na es e ipo de
emp esas sociais mais isí el. As WISE desempenham um papel undamen al ao
p omo e e u iliza a me odologia de ap endizagem baseada no abalho, di igindo-se
p incipalmen e a pessoas em si uação de des an agem e exclusão social, de modo a
melho a a sua emp egabilidade, o necendo as compe ências necessá ias. É po es a
azão que o e mo "WISE" é u ilizado quando se ala de p es ado es de educação de
adul os no local de abalho.
C i é ios-cha e
De inição
Exemplos (i.e. o ma ju ídica)
Tipologia 1
WISE
Ins i ucionalizadas
De inidos po o mações ju ídicas
ad hoc, es a u os e egimes de
ac edi ação concebido
especi icamen e pa a as WISE
(com ên ase especí ico na
in eg ação do abalho).
Emp ego p o egido, emp esas de
inse ção, p es ado es de
o mação p o issional, emp esas
con encionais, e c.
Tipologia 2
O ganização com
es a u o de u ilidade
pública
O es a u o de u ilidade pública
pe mi e às o ganizações
usu uí em de bene ícios iscais e
ou os incen i os.
Associações, undações e
emp esas sem ins luc a i os,
associações econhecidas como
de u ilidade pública, ONG, e c.
Tipologia 3
WISE de ac o
Aqueles que não o am
o malmen e econhecidos mas
que p oduzem se iços
impo an es de in e esse ge al.
Associações, coope a i as,
emp esas con encionais,
ins i uições p i adas de
solida iedade social, e c.
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I. Con ex o, isão ge al e ipos de WISE
O acasso da maio ia das polí icas labo ais - incluindo medidas polí icas combinadas
a a és do emp ego apoiado - ab iu caminho a no as inicia i as, incluindo a eme gência
de o ganizações au ónomas explici amen e c iadas pa a a o mação e o emp ego di e o
de abalhado es des a o ecidos, seja de o ma es á el ou empo á ia: Wo k In eg a ion
Social En e p ises [Emp esas Sociais de In eg ação pelo T abalho] (WISE).
As WISE são de inidas no capí ulo an e io , e in eg am abalhado es des a o ecidos no
abalho e na sociedade a a és da a i idade p odu i a e pagam aos abalhado es
des a o ecidos um salá io equi alen e ou pelo menos compa á el ao de ou os
abalhado es. Depois, as WISE dedicam-se a uma plu alidade de a i idades ge ado as
de endimen o.
Pa a capaci a e aze o balanço das compe ências dos abalhado es des a o ecidos, as
WISE desen ol e am uma sé ie de es a égias al e na i as. Em p imei o luga , c iam
p o issões de ansição que p opo cionam expe iência de abalho e o mação no local
de abalho, com is a a apoia a in eg ação do g upo al o no me cado de abalho abe o.
Nes e caso, são possí eis pe íodos de o mação an es do ec u amen o pela mesma
WISE ou po ou os emp egado es - pagos apenas pa cialmen e pela WISE ou po
en idades públicas. Nes e sen ido, as WISE podem se conside adas p es ado es de
educação de adul os no local de abalho. Em segundo luga , c iam emp egos
pe manen es que são al e na i as sus en á eis pa a os abalhado es des a o ecidos
no me cado de abalho abe o.
A Eu opa dispõe de uma g ande a iedade de ipologias WISE com di e en es es a u os
legais, dependendo dos egulamen os nacionais. A secção seguin e o e ece uma
pano âmica sob e os p incipais o necedo es de se iços de educação de adul os no local
de abalho na ap endizagem o mal e não o mal, as colabo ações en e os mesmos
den o do país analisado, as di e sas ipologias de WISE exis en es e as suas p incipais
á eas de o mação di igidas a g upos des a o ecidos.
a. Hung ia
O concei o das WISE é bas an e ecen e na Hung ia e es á ligado à in luência de
o ganizações in e nacionais e não-go e namen ais. Aqui, os á ios in e enien es que
abalham no e eno não são emp egados na de inição unânime de "emp esas sociais".
Há uma al a de e mo e de inição comuns, pelo que os in es igado es pode ão basea -
se apenas nes e p óp io en endimen o e em dados do Se iço Cen al de Es a ís ica da
Hung ia.
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Opo unidades de Valaska). As WISE cen am-se ge almen e nas eg as básicas de
abalho de ce os es ágios e desen ol imen o de compe ências necessá ias pa a o pos o
de abalho em ques ão.
h. Ou os países
Áus ia
Na Áus ia não exis e um es a u o legal especí ico pa a as WISE, podemos o mula a
Tipologia com base no es a u o legal das emp esas que são econhecidas como
emp esas de "u ilidade pública". Nes e caso, as WISE são classi icadas em associações,
GmbHs e coope a i as, sendo as ês ab angidas pela ca ego ia WISE de ac o. Ou
podemos o mula a Tipologia com base no apoio inancei o às WISE: na Áus ia, as
WISE são inanciadas p incipalmen e a a és de AMS/SMS com base em "p oje os"
(casos) que podem se o necidos à SÖB (Sozialökonomische Be iebe), aplicando-se a
5.752 emp esas, GBP (Gemeinnü zige Beschä igungsp ojek e), aplicando-se a 1.542
emp esas, ou BBE (Be a ungs- und Be euungsein ich ungen), aplicando-se a 58.251
emp esas. Es as es u u as de inanciamen o possuem um es a u o ju ídico. Os
egulamen os SÖB, GBP e BBE dizem espei o apenas à inclusão p o issional, ou seja,
não à o mação p o issional. Os egulamen os SÖB, GBP e BBE p opo cionam às WISE
um acesso de ac o p i ilegiado ao me cado ela i amen e à necessidade des es se iços
po pa e da AMS.
Bélgica
Globalmen e, desde o início da década de 1980, a egulamen ação e o apoio às WISE
em sido g adualmen e ans e ido do ní el ede al (Bélgica) pa a o ní el egional
(Fland es, Valónia, B uxelas). Desde 2014, odas as polí icas sob e emp esas sociais e
economia social são omadas de o ma au ónoma po cada egião.
Na Bélgica, as ipologias o malmen e econhecidas como WISE (Tipologia 1) são as
Collec ie maa we k (MW) (" abalho cole i o pe sonalizado"), consis indo em
maa we kbed ij en (MWB) e maa we ka delingen (MWA), ela i amen e a 156 WISE, e
Lokale diens eneconomie (LDE) ("se iços de p oximidade") aplicando-se a 178 WISE na
Fland es. Na Valónia, a En ep ise d'Inse ion (EI) ("emp esa de in eg ação") que se
aplica a 98 WISE, En ep ises de a ail adap ées (ETA) ("emp esas de o ganização de
abalho pe sonalizado pa a pessoas com de iciência") que se aplica a 55 WISE e
Ini ia i es de Dé eloppemen de l'Emploi dans le sec eu des Se ices de p oximi é à
inali é Sociale (IDESS) ("Inicia i as de desen ol imen o do emp ego no se o dos

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se iços sociais de p oximidade") que se aplica a 62 WISE, são ipos de WISE
o malmen e econhecidos.
Bulgá ia
O p ocesso de econhecimen o legal das WISE é desc i o na ecen emen e ado ada Lei
das Emp esas de Economia Social e Solidá ia (2019). A lei de e mina dois ipos de
emp esas sociais (classe A e classe A+). 29 WISE na Bulgá ia enquad am-se na
ca ego ia de emp esas sociais classe A e 2 WISE na ca ego ia de emp esas sociais
classe A+. Em ambas as ca ego ias, as WISE são o malmen e econhecidas se
es i e em egis adas no Regis o de Emp esas Sociais. As Emp esas e Coope a i as
Especializadas de Pessoas com De iciência ab angem 217 WISE búlga as, que êm de
es a egis adas no Regis o de Emp esas e Coope a i as Especializadas de e pa a
Pessoas com De iciência pa a se em o malmen e econhecidas, enquan o que as WISE
na ca ego ia de Cen os de Emp ego P o egido - a ualmen e 2 - êm de es a egis adas
na Agência de Pessoas com De iciência pa a se em legalmen e econhecidas.
C oácia
As WISE na C oácia não são econhecidas na sua o ma ju ídica e, po an o, pe encem
à ca ego ia de WISE de ac o. São di ididas nas seguin es ca ego ias: Associações WISE
(ap oximadamen e 10 WISE), coope a i as WISE (sociais) (ap oximadamen e 25 WISE),
coope a i as de abalho social dos Ve e anos (ap oximadamen e 10 WISE), sociedades
de esponsabilidade limi ada WISE (ap oximadamen e 5 WISE) e WISE o icinas
in eg a i as p o egidas (7 WISE, em di e en es o mas ju ídicas). Na C oácia, não exis e
uma o ma ju ídica especí ica pa a as emp esas sociais. No en an o, á ias o mas
ju ídicas podem se u ilizadas po emp esas sociais; es as o ganizações egis am-se
mais equen emen e como coope a i as, ou sociedades de esponsabilidade limi ada
(emp esas subsidiá ias de associações). As o mas elegí eis incluem ambém undações
e ins i uições p i adas de assis ência social, mas es as são a as ( undações e o icinas
p o egidas) ou não são is as como emp esas sociais (ins i uições de assis ência social).
F ança
Em F ança, en e as ipologias que econhecem especi icamen e as WISE encon am-se
as En ep ise d'inse ion (1082 WISE), En ep ise de a ail empo ai e d'inse ion (322
WISE), En ep ise d'inse ion pa le a ail indépendan (13 WISE) e En ep ise adap ée
(800 WISE). Ao g upo das WISE de ac o o malmen e não econhecidas pe encem as
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egies de qua ie (RQ, "Emp esas de bai o"), g oupemen s d'employeu s pou l'inse ion
e la quali ica ion (GEIQ, "O ganizações pa onais pa a a in eg ação e o mação
p o issional") e os cen os de adap ação à ida a i a ("Cen os de adap ação à ida
a i a").
G écia
Todos os ipos de WISE g egas são o malmen e econhecidas como WISE
ins i ucionalizadas, co espondendo à Tipologia 1. Nomeadamen e, es as emp esas são
coope a i as sociais de esponsabilidade limi ada (KoiSPE; 29 WISE), emp esas
coope a i as sociais de in eg ação de g upos especiais
(KoinSEpEn axisEidikonOmadon; 10 WISE), emp esas coope a i as sociais de
in eg ação de g upos ulne á eis (KoinSEpEn axisE alo onOmadon; 33 WISE),
coope a i as sociais de inclusão (KoiSEn; 0 WISE), coope a i as ag ícolas de mulhe es
(141 WISE). En e 2011 e 2021, o go e no econheceu legalmen e no as ipologias de
WISE, a im de acili a a in eg ação de ou os g upos des a o ecidos.
I ália
A I ália em ap oximadamen e 5300 coope a i as sociais de in eg ação labo al, bem como
ou as WISE (sem núme o disponí el), o malmen e econhecidas pelo go e no como
WISE (conside adas Tipologia 1). Os emp egados des a o ecidos nes as coope a i as
sociais são p incipalmen e pessoas de icien es, mas ambém oxicodependen es,
doen es psiquiá icos e p isionei os. As WISE i alianas mais di undidas são econhecidas
a a és de uma lei ado ada em 1991, mas que ope am em I ália desde os anos 80.
Le ónia
Exis e apenas uma o ma de ope a como WISE de-ju e, nomeadamen e a a és do
es a u o de emp esa social como sociedade de esponsabilidade limi ada e es a
egis ada como WISE com o obje i o p incipal de in eg a um de e minado g upo que
o ma pelo menos 50% dos abalhado es (Tipologia 1). Quan o às WISE de ac o
(Tipologia 3), pode iam se iden i icadas o ganizações que se enquad em na de inição e
c i é ios p incipais ap esen ados, mas na sua maio ia não se iden i ica iam com a noção
de WISE, nem exis em dados iá eis sob e as es a ís icas das mesmas ou in es igação
adequada sob e es e ópico. As WISE de ac o uncionam mui o p o a elmen e sob a
o ma de sociedades de esponsabilidade limi ada ou ONG. Em ge al, as WISE na
Le ónia pe encem à ca ego ia de sociedades de esponsabilidade limi ada com es a u o
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de emp esa social, o malmen e econhecidas na Le ónia a a és do es a u o de emp esa
social. De odas as emp esas com es a u o de emp esa social, 33 des inam-se à
in eg ação labo al de g upos des a o ecidos. É mui o p o á el que as WISE de ac o
abalhem sob a o ma de uma sociedade de esponsabilidade limi ada habi ual ou ONG.
Países Baixos
De ido à inexis ência de um es a u o ou es u u a ju ídica especí ica pa a as WISE nos
Países Baixos, as WISE ope am sob ou as o mas ju ídicas exis en es: Associação
(Ve eni-ging), Fundação (S ich ing), Coope a i a (Coöpe a ie), Sociedade p i ada de
esponsabilidade limi ada (Beslo en Vennoo schap; BV) e Sociedade anónima
(Naamloze Vennoo schap; NV) (Comissão Eu opeia, 2019: 24). As WISE são
o malmen e econhecidas como emp esa sob a o ma ju ídica em que ope am. As
publicações disponí eis não o necem es a ís icas cla as sob e o núme o de WISE.
Polónia
Na Polónia, exis em ês ipos di e en es de WISE o malmen e econhecidas (Tipologia
1). 1200 WISE su gem na o ma ju ídica de ONG, 1580 WISE na o ma ju ídica de
coope a i as sociais e 136 na o ma ju ídica de coope a i as de abalho. Con udo, não
são econhecidos os 1038 WISE de ac o sob a o ma de Ins i uições de segu ança no
abalho (Tipologia 3).
Eslo énia
As WISE eslo enas podem oma a o ma ju ídica de In alidska podje ja (emp esa pa a
pessoas com de iciência), aplicada a 145 WISE, cen o Zaposli eni (cen os de
emp ego), aplicada a 66 WISE ou emp esas sociais, aplicada a 275 WISE, odas
o malmen e econhecidas a a és da sua o ma ju ídica (Tipologia 1).
Espanha
No caso especí ico de Espanha, as WISE são dis inguidas a a és de ês o mas
ju ídicas e o ganizacionais p incipais: emp esas de in eg ação de emp ego,
comp eendendo 185 emp esas, cen os especiais de emp ego (CEE), comp eendendo
2.202 emp esas, e coope a i as de inicia i a social, ab angendo 850 emp esas.
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As ipologias e o mas pa icula es de o ganizações WISE nos 19 países es udados são
ap esen adas no quad o abaixo:
País
Tipologia 1
WISE
Ins i ucionalizadas
Tipologia 2
O ganização com
es a u o de
u ilidade pública
Tipologia 3
WISE de
ac o
Fo ma de o ganização
Áus ia
-
-
√
Associações, GmbH,
coope a i as
Bélgica
√
-
-
Emp esas de inse ção
Bulgá ia
√
-
-
Cen os de emp ego
p o egido, emp esas
especializadas e
coope a i as pa a
pessoas com de iciência
C oácia
-
-
√
Associações,
coope a i as sociais,
sociedades de
esponsabilidade
limi ada, emp esas de
o icinas p o egidas
F ança
√
-
√
Emp esas de inse ção
G écia
√
-
-
Coope a i as
Hung ia
-
-
√
Emp esas de eabili ação
pa a pessoas com
de iciência
I landa
√
-
-
Emp ego/o icinas
p o egidas, WISE de
desen ol imen o local,
WISE de economia social
I ália
√
-
-
Coope a i as sociais de
in eg ação labo al
Le ónia
√
-
√
Emp esas de
esponsabilidade limi ada
(T1), ONG (T3)
Países
Baixos
-
-
√
Associações, undações,
Coope a i as, emp esas
p i adas de
esponsabilidade
limi ada, sociedade
anónima
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Macedónia
do No e
-
√
√
Associações
Espaços de abalho
p o egidos
Coope a i as
Polónia
√
-
√
NGO, Coope a i as
sociais, Coope a i as de
abalho
Po ugal
-
-
√
O ganizações de
economia social
Roménia
√
-
√
Emp esas sociais,
emp esas de in eg ação
labo al (T1), ONG
Sé ia
√
-
√
Associações,
Coope a i as, emp esas
de in eg ação labo al e
eabili ação p o issional,
emp esas spin-o ,
undações, incubado as
de emp esas, agências
de desen ol imen o
Eslo áquia
√
√
-
Associações cí icas,
ONG
Eslo énia
√
-
-
Cen os de emp ego,
emp esas pa a pessoas
com de iciência
Espanha
√
-
-
Emp esas de in eg ação
de emp ego, cen os
especiais de emp ego,
coope a i as de inicia i a
social

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P incipais conclusões
Em esumo, as di e sas o mações ju ídicas das WISE a ní el nacional e as di e enças
en e os egulamen os especí icos de cada país esul am numa g ande he e ogeneidade
dos es a u os das WISE quando se a a da Eu opa como um odo. Enquan o alguns
go e nos nacionais c ia am e u ilizam o mas ju ídicas especí icas das WISE (po
exemplo, Bélgica, G écia, I landa, I ália, Roménia, Sé ia, Eslo áquia, Eslo énia e
Espanha), ou os não econhecem o malmen e as WISE a a és de o mas ju ídicas
especí icas das WISE, mas a a és de ou os meios, po exemplo, os Países Baixos,
onde as WISE ope am e são econhecidas sob ou as o mas ju ídicas exis en es, mas
não como emp esas sociais ou WISE ou Hung ia onde não exis e seque um
en endimen o comum sob e o concei o de emp esa social, bem como econhecimen o
o mal da o ganização que apoia pessoas ulne á eis que não as po ado as de
de iciência. A Macedónia do No e, pa a exemplo, não econhece o malmen e as WISE
que ainda êm o mas ju ídicas especí icas pa a Associações, Espaços de abalho
p o egido e Coope a i as. Ou o exemplo é a C oácia onde as Associações WISE e as
Coope a i as (sociais) são econhecidas como po encial emp eendimen o social
(Es a égia pa a o Desen ol imen o do Emp eendedo ismo Social). Em países como a
F ança, Le ónia e Polónia, onde ge almen e exis em o mas ju ídicas o iciais pa a as
WISE, nem odas as emp esas que in eg am pessoas des a o ecidas pa a abalha
es ão incluídas nes a ca ego ia. A Bulgá ia, além disso, in oduziu o concei o de o icinas
de acolhimen o o malmen e econhecidas pa a de icien es, que não são emp esas
sociais, apenas emp egado es com pelo menos 30% de abalhado es po ado es de
de iciência. Países como a Bulgá ia exigem que as WISE sejam insc i as em ce os
egis os a im de se em o malmen e econhecidas. Nou os países, mais uma ez, é
azoá el classi ica de aco do com c i é ios di e en es dos da o ma ju ídica da emp esa,
que melho se adap am às pa icula idades nacionais. Po exemplo, no caso da Áus ia,
a classi icação é e e uada de aco do com o es a u o ju ídico do apoio inancei o baseado
em p oje os pa a as WISE.
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Um exemplo in e essan e pa a a economia social na Eu opa é o caso de Po ugal que
implemen ou du an e 1998 a 2015 uma lei WISE o mal di igida a g upos ulne á eis em
ma é ia de emp ego, de modo a econhece legalmen e o es a u o de WISE. Mesmo
assim, a lei oi abolida du an e a úl ima c ise económica e, a ualmen e, não exis e um
quad o legal pa a econhece as WISE em Po ugal.
Os p es ado es de educação de adul os sob a o ma de WISE nos di e en es países da
Eu opa emp egam e, po an o, einam e educam odos os ipos de abalhado es com
des an agens, ou, em al e na i a, pa a WISE com um ce o es a u o legal, isam apenas
g upos especí icos como pessoas com de iciência, ( eabili adas) (ex- oxicodependen es),
pacien es psiquiá icos, p isionei os (libe ados), pessoas com p oblemas de saúde
men al, í imas de iolência domés ica, sem ab igo, mig an es, e ugiados e asilados,
mulhe es de zonas u ais, e c.
Suge e-se e em con a os núme os de es ima i a das emp esas sociais, se ele an es,
exis en es nos países da UE (Quad o 14, p. 106-107 do Es udo Emp esas Sociais e os
seus Ecossis emas na Eu opa).
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II. Quad o ju ídico da educação de adul os
Nos países eu opeus, exis em nume osas opo unidades de o mação e educação de
adul os pa a pessoas des a o ecidas que se baseiam em polí icas labo ais nacionais ou
egionais. Em ge al, o papel das polí icas labo ais é assegu a que odos os abalhado es
possam encon a emp egos adequados que lhes pe mi am aze um uso adequado das
suas capacidades e adqui i qualque capacidade em al a que possa aumen a a sua
compe i i idade. Pa a al, exis em á ias polí icas concebidas pa a sus en a os
abalhado es des a o ecidos, c iando, melho ando e man endo opo unidades de
emp ego pa a es es. Os egulamen os em igo nes e domínio nos países eu opeus
isam di e en es g upos de pessoas des a o ecidas, pe mi indo-lhes bene icia de
medidas de apoio adap adas à sua si uação especí ica. As pessoas desemp egadas
es ão especialmen e no cen o das a enções, podendo, po exemplo, e acesso a
medidas de educação e o mação que isem a equali icação.
Exis em, con udo, di e enças nas polí icas egulamen a es especí icas de cada país em
ma é ia de o mação p o issional nos seus á ios con ex os.
a. Hung ia
O Dec e o do Go e no n.º 1603/2014 (XI.4.) es abelece a adoção da Es a égia Nacional
de Inclusão Social II da Hung ia, a Es a égia-Quad o da polí ica de ap endizagem ao
longo da ida, a Es a égia de Desen ol imen o da Educação Pública, e a Es a égia a
Médio P azo con a o abandono escola sem quali icações. A es a égia em ês obje i os
p incipais: 1) p omo e a ap endizagem ao longo da ida, melho a o acesso à o mação;
2) consolida a ap endizagem ao longo da ida no sis ema de educação e o mação de
adul os; 3) isibilidade e econhecimen o do alo e dos esul ados da ap endizagem.
De aco do com o p eâmbulo da Lei LXXVII de 2013 sob e Educação de Adul os, os
obje i os da Lei são " o na os habi an es húnga os capazes de en en a os desa ios do
desen ol imen o económico, cul u al e ecnológico; en a com sucesso no mundo do
abalho; e sucesso na ida e e uma melho qualidade de ida a pa i da ap endizagem
de adul os, é necessá io e uma melho o ganização na o mação p o issional, língua
es angei a e o mação apoiada pelo Es ado e melho a a qualidade do con eúdo e
e o ça a supe isão da implemen ação".
O e mo " o mação de adul os" e e e-se à o ganização da ap endizagem de adul os o a
do sis ema escola . Inclui o mação p o issional, bem como o mação o ganizada
des inada a o ma e desen ol e compe ências. A pa i de se emb o de 2020, a
p epa ação pa a uma quali icação p o issional ou uma quali icação p o issional pa cial é
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uma al a p io idade na agenda polí ica húnga a. O maio g upo de o mações são as
quali icações p o issionais que podem se ob idas no quad o de ins i uições de EFP ou
em ins i uições de o mação pa a adul os.
O pa icipan e da o mação ecebe um ce i icado após comple a a o mação p o issional.
Es e é um p é- equisi o pa a um exame de quali icação que pode se ealizado num
cen o de exame c edenciado pelo Es ado e independen e do o mado . Após a
conclusão com sucesso do exame de quali icação, o examinando adqui e um ce i icado
de quali icação p o issional econhecido pelo Es ado. Assim, as ins i uições de o mação
e os cen os de exame es ão a ica sepa ados. As ins i uições p o issionais são
quali icadas como cen os de exame ac edi ados a é 31 de dezemb o de 2025, de aco do
com as disposições empo á ias da Lei sob e o Ensino e Fo mação P o issionais.
b. I landa
Na I landa, a Educação e Fo mação Complemen a (EFC) é inanciada
p edominan emen e pelo Depa amen o de Educação e Compe ências, a a és da
SOLAS, a Au o idade de Educação e Fo mação Complemen a , e en egue localmen e
a a és dos Conselhos de Educação e Fo mação. O oco da es a égia da SOLAS es á
nas compe ências, na inclusão a i a e na melho ia da qualidade da o e a de EFC a a és
da expansão da base de e idência dos pila es cen ais da Es a égia, bem como da
inclusão de pa es in e dependen es elacionadas de um quad o EFC de qualidade.
Um aspe o cha e da Es a égia EFC é o o necimen o de soluções de educação e
o mação de qualidade que espondam às necessidades exis en es e e olu i as dos
emp egado es, c iando compe ências po á eis de al a qualidade pa a os o mandos,
alo izadas pelos o mandos e pelos emp egado es a ní el nacional e in e nacional. Po
conseguin e, a iden i icação p ecoce das necessidades de compe ências em e olução é
c ucial pa a o sucesso da Es a égia.
Os p og amas EFC são adminis ados pelos Conselhos de Educação e Fo mação (CEF).
Exis em 16 CEF em oda a I landa, o maio dos quais é o Conselho de Educação e
Fo mação da Cidade de Dublin. São esponsá eis po uma sé ie de p og amas de
Educação de Adul os.
A educação comuni á ia es á o a do se o da educação o mal, com os obje i os de
melho a a ap endizagem, p omo e o empode amen o e con ibui pa a a sociedade
ci il. Es á localizada em comunidades e o con eúdo dos cu sos baseia-se nas
necessidades dos indi íduos e das comunidades. O se iço de educação comuni á ia
acili a e apoia aulas de educação de adul os com base na comunidade pa a uma sé ie
de g upos a a és da disponibilização de ho as de u o ia. G upos comuni á ios de
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de o mação. U ilizam mé odos de ap endizagem mui o p á icos, di e amen e no local de
abalho. Além disso, a Agência pa a uma Vida de Qualidade AVIQ (Agence pou une Vie
de Quali é) ap o a e inancia módulos de o mação adap ados e cen os de in eg ação
sociop o issional. Des a o ma, os cen os podem o e ece o mações p o issionais à
medida.
Bulgá ia
Na Bulgá ia, a lei egula, en e ou os, a igualdade de acesso à educação e à o mação
p o issional, incluindo pessoas des a o ecidas ou pessoas com de iciência. A Agência de
Emp ego aumen a a emp egabilidade das pessoas desemp egadas de g upos
des a o ecidos no me cado de abalho a a és da o mação p o issional, o mação em
compe ências-cha e e ap idões sociais pa a ul apassa inconsis ências no me cado de
abalho. O se iço de insc ições isa os desemp egados (adul os) que desejam adqui i
no as compe ências-cha e ou quali icação p o issional pa a ga an i a pos e io
ealização bem-sucedida do me cado de abalho. A Agência apoia igualmen e a
in eg ação no me cado de abalho de es angei os a quem oi concedido o es a u o de
e ugiado ou humani á io no ano em cu so ou nos dois anos ci is an e io es a a és da
p es ação de o mação em língua búlga a, o mação p o issional e segu o de abalho
subsidiado. São concedidos undos pa a a p omoção do emp ego de pessoas
des a o ecidas, en e ou os, pa a bolsas de es udo, despesas de anspo e e
alojamen o dos desemp egados que pa icipam em ações de o mação pa a
al abe ização, aquisição de quali icação p o issional ou compe ências-cha e.
C oácia
De aco do com a Lei sob e Reabili ação P o issional e Emp ego de Pessoas com
De iciência, os PWD êm di ei o à eabili ação p o issional, que, en e ou os, inclui
p og amas de o mação, educação, bem como a alo ização do abalho e das
compe ências sociais. A eabili ação p o issional é o ganizada pelos Cen os de
Reabili ação P o issional, como o ganização pública, ou em coope ação en e o Cen o e
a ins i uição de ensino. Desde 2007, o Go e no c oa a em implemen ado o P og ama de
essocialização de pessoas com pe u bações de abuso de subs âncias que passa am
po eabili ação, com obje i o de educação ou emp ego, e consequen emen e o seu êxi o
na essocialização. O P og ama inclui as seguin es medidas: p é-quali icação e educação
du an e ou após a sua es adia na comunidade de eabili ação ou ins i uição penal,
medidas no âmbi o do p og ama ALPM, ou ou as a i idades de emp ego e
essocialização o necidas pelas OSC ou pelo go e no local. Em 2017, o Go e no c oa a
ado ou O ien ações pa a a Implemen ação de Polí icas A i as do Me cado de T abalho

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pa a o pe íodo 2018-2020. Em con o midade com es as O ien ações, o Se iço C oa a
de Emp ego implemen a medidas em elação à o mação e educação, po exemplo, pa a
subsídios de emp ego, educação de desemp egados e candida os a emp ego, o mação
no local de abalho, educação pa a compe ências p o issionais e sociais básicas (pa a
desemp egados de longa du ação) e es ágio/ap endizagem.
F ança
Em F ança, os mais des a o ecidos êm acesso a pe cu sos educa i os, como as escolas
da segunda opo unidade pa a os NEET. As escolas da segunda opo unidade acolhem
jo ens com idade in e io a 26 anos que abandona am o sis ema escola sem quali icação
ou diploma. Fazem pa e das medidas implemen adas pa a os ajuda a e acesso à
o mação quali icada e a en a no me cado de abalho. As escolas da segunda
opo unidade o e ecem um cu so em ês pa es: a ualização de conhecimen os básicos
( ancês, ma emá ica, cul u a ge al, bu ó ica, compe ências in e pessoais), es ágios
p o issionais (quase me ade do cu so) e a i idades cul u ais e despo i as. Dependendo
do ní el do jo em à chegada a uma Escola de Segunda Opo unidade e do p oje o
es abelecido, a escola idade pode du a de 4 meses a 2 anos. Mas, em média, a
escola idade em a du ação de 6 meses e meio. No inal do seu cu so, o es agiá io ecebe
um ce i icado de compe ências adqui idas.
A F ança é ambém o único país a ní el mundial (jun amen e com Singapu a) a o nece
um quad o legisla i o sob a o ma de con as indi iduais de ap endizagem (CIA), em
ancês denominado Comp e P o essionel de Fo ma ion, CPF). As CIA são con as
indi iduais i uais em que os di ei os de o mação são acumulados ao longo do empo.
São indi iduais no sen ido de que os ecu sos só são mobilizados se a o mação o
e e i amen e ealizada. P opo cionam di ei os indi iduais de ap endizagem à o mação.
G écia
Na G écia, a educação de adul os é ei a com base em qua o quad os p incipais.
 Escolas da Segunda Opo unidade, que cons i uem uma escola pública ino ado a
de educação de adul os com dois anos académicos de du ação. Após a sua
conclusão com êxi o, é o necido um ce i icado equi alen e ao diploma do ensino
secundá io. O cu ículo da escola di e e do da educação no mal, é mais lexí el, e
segue uma me odologia de ensino adap ada e uma a aliação dos o mandos. As
Escolas da Segunda Opo unidade o am es abelecidas na G écia pela Lei n.º
2525/97. As Escolas de Segunda Opo unidade isam pessoas com mais de 18
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anos de idade, que não enham concluído o ensino secundá io ob iga ó io, endo
como obje i o acili a o seu acesso ao me cado de abalho.
 Cen os de Ap endizagem ao Longo da Vida (CALL), onde são implemen adas
ações de educação não o mal e, em pa icula , ações ge ais de educação de
adul os. Os CALL di igem-se a odos os adul os desemp egados e emp egados.
Pa a assegu a a igualdade de acesso às a i idades de educação de adul os em
ge al, se á p es ada especial a enção aos memb os de g upos socialmen e
ulne á eis, mig an es, e esiden es de á eas emo as ou inacessí eis.
 Cen os de Fo mação P o issional que o e ecem se iços de o mação p o issional
e eabili ação a pessoas com de iciência a a és das suas o icinas p o egidas.
 Fo mação P o issional pa a pessoas com de iciência pelo OAED, A O ganização de
Emp ego de Mão-de-Ob a é c iada exclusi amen e pa a adul os com de iciência e
o nece se iços na á ea da educação e o mação pa a g upos sociais ulne á eis.
São elegí eis pa a pa icipação pessoas com de iciências ísicas, p oblemas de
mobilidade, doenças o gânicas, su dez e de iciência audi i a, de iciências
in elec uais le es, de iciência isual, incluindo ceguei a e doenças psicológicas.
I ália
A maio ia das egiões o e ece cu sos de o mação especí ica pa a pessoas com
de iciência e mui as ezes pa a ou as classes des a o ecidas.
Le ónia
Os p og amas de o mação p o issional e não- o mal são o ganizados pelo SPE (Se iço
Público de Emp ego da Le ónia) pa a desemp egados egis ados e candida os a
emp ego. A du ação dos p og amas de o mação pode a ia . Os pa icipan es ecebem
apoio inancei o du an e a o mação, bem como pa a despesas adicionais como
in é p e es de língua ges ual. Desde junho de 2020, pa a melho a o es ado dos
desemp egados a e ados pela c ise da COVID-19, as medidas de o mação p o issional
são complemen adas com módulos de es udo o e ecidos pelas uni e sidades.
A Agência Es a al de In eg ação Social (AEIS) o e ece á ios p og amas educa i os pa a
pessoas com de iciência em idade a i a (15 a 62 anos de idade). A eabili ação
ocupacional inclui á ios p og amas de o mação p o issional, apoio psicossocial,
eabili ação médica, alojamen o, es au ação e empos li es p oposi ados. Na AEIS, é
possí el adqui i , po exemplo, o ensino básico p o issional - u ilização de compu ado es.
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As Medidas pa a Aumen a a Compe i i idade (MAC) isam p omo e a compe i i idade
dos desemp egados que p ocu am emp ego e das pessoas em isco de desemp ego no
me cado de abalho. As MAC incluem cu sos de 5-56 ho as le i as, cu sos de e-lea ning
pa a apoio psicológico, aquisição de mé odos de p ocu a de emp ego e as capacidades
e compe ências necessá ias exigidas no me cado de abalho, po exemplo, edação de
CV.
A Agência Es a al de Desen ol imen o da Educação (AEDE) implemen a o p oje o
"Implemen ação de p og amas de ensino p o issional pa a jo ens sem emp ego e
o mação" - a medida em como obje i o o nece apoio aos jo ens que abandona am a
escola ou a o mação sem e em ob ido quali icação e que não i e am sucesso no
me cado de abalho.
Países Baixos
Os Municípios são esponsá eis pela assis ência social, ein eg ação, pa icipação, e
educação de adul os. Os sis emas, incluindo o WMO e o O çamen o Pessoal (PGB),
acima mencionados, o e ecem apoio ex a quando as pessoas não podem pa icipa
de ido a limi ações. Os exemplos são os in é p e es de linguagem ges ual em ins i uições
educa i as ou o anspo e em cadei a de odas pa a pessoas com mobilidade eduzida
e em cadei a de odas. Is o é disponibilizado pa a as necessidades especí icas de um
indi íduo. Exis e ambém um o çamen o pa a educação pa a pessoas que ecebem
Wajong ou WIA - subsídios de desemp ego. As pessoas des a o ecidas sem
quali icações p é ias podem ecebe o mação p o issional. As possibilidades di e em
en e os municípios. A OMM acomoda a implemen ação de cuidados pelos municípios e
ambém o e ece a i idades diu nas (dagbes eding), o que c ia um caminho pa a o
me cado de abalho.
Polónia
A o mação consis e em a i idades ex acu icula es des inadas a ob e , complemen a
ou melho a as compe ências e quali icações p o issionais ou ge ais necessá ias pa a a
ealização de abalhos, incluindo a capacidade de p ocu a emp ego. A o mação é
iniciada e o ganizada pelo Es ado e inanciada pelo Fundo do T abalho. Du an e a
o mação, o es udan e em di ei o a uma bolsa de es udo. Os g upos com di ei o a
opo unidades de o mação são pessoas desemp egadas, candida os a emp ego que se
encon am no pe íodo de p é-a iso de emp ego ou elação de se iço po azões
elacionadas com o local de abalho, são emp egados po um emp egado decla ado em
alência ou em liquidação, excluindo a liquidação pa a e ei os de p i a ização, ou
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ecebem uma p es ação social de ido a licença de explo ação minei a ou subsídio social
de explo ação minei a. Pode inclui assis ência social a ce os pa icipan es.
Eslo énia
O a igo 56º da Cons i uição eslo ena es abelece que odos os cidadãos de em e os
mesmos di ei os e opo unidades em ma é ia de educação e o mação. Po conseguin e,
às pessoas com de iciência de e se dada igualdade de opo unidades de pa icipação
em odo o sis ema educa i o em p og amas egula es e especiais a odos os ní eis. A
Lei da Colocação de C ianças com Necessidades Especiais es abelece que ambém
inclui "c ianças, meno es e jo ens adul os com necessidades especiais e,
excecionalmen e, adul os com idade en e os 21 e os 26 anos inclusi e, que são
con inuamen e educados em educação p o issional e p o issional adap ada com um
pad ão educacional equi alen e e num p og ama especial de eabili ação, e adul os com
idade en e os 21 e os 26 anos inclusi e, que são incluídos no p og ama de educação e
o mação de adul os como pa e de um p og ama especial pa a c ianças com di iculdades
men ais mode adas e g a es". Po conseguin e, a Eslo énia não o e ece opções
educacionais inclusi as pa a pessoas com de iciência mode ada e g a e, mas sim
educação al e na i a a a és de di e sos p og amas. Em eo ia, es es p og amas
de e iam p opo ciona um pad ão educacional igual ao sis ema educa i o ge al semp e
que possí el.
Espanha
Em Espanha, exis em á ios esquemas de o mação p o issional. O desen ol imen o da
o mação p o issional em Espanha não é ão a ançado como a escola idade ob iga ó ia
(a é aos 16 anos de idade) e o ensino uni e si á io. Em ge al, em menos
desen ol imen o e consolidação na p á ica, embo a exis am egiões com uma aje ó ia
mais longa, como o País Basco. Como não é ensino ob iga ó io, não há ob igação legal,
ou pelo menos não ão in ensamen e, de implemen a medidas de ap endizagem
inclusi as, a a és de apoios que es ão disponí eis em maio medida no ensino
ob iga ó io: p o esso es de apoio, es es de adap ação e a aliação de con eúdos,
in e p e ação de língua ges ual (ILG), e c.
Rela i amen e às pessoas com de iciência, pa a pe is como a de iciência isual, a
colabo ação de o ganizações como a O ganização Nacional de Cegos Espanhola
(ONCE) con ibui pa a uma melho o e a de p odu os de apoio. Em con as e, o EFP
especializado (incluindo as Agências Locais de Fo mação e Rec u amen o) em elação a
di e sos g upos em si uações des a o ecidas em expe iência na adap ação às suas
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necessidades e exigências, de aco do com di e en es pe is. Nos casos de de iciência,
conhecem melho as suas necessidades especí icas e adap am o ensino às suas
exigências em maio medida, com uma a iedade de es a égias de inclusão educacional:
o mação de p o esso es, p odu os de apoio, ILS, assis ência pessoal, en e ou os. De
ac o, uma pa e des es cu sos de Fo mação P o issional Especializada é minis ada po
Associações pa a pe is especí icos de de iciência. Po ou o lado, as uni e sidades
ize am p og essos mui o signi ica i os nos úl imos anos na melho ia dos cuidados aos
es udan es com de iciência, a a és de o ien ação e apoio em di e en es aspe os:
sensibilização de p o esso es, p odu os de apoio, ILS, ajus amen os azoá eis na
a aliação, po ezes assis ência pessoal, en e ou os.

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P incipais conclusões
Globalmen e, exis e um g ande núme o de medidas que abo dam a educação, a
o mação, bem como a equali icação de adul os nos países eu opeus. Es as des inam-
se p incipalmen e a desemp egados e de icien es, mas, dependendo do país, ambém se
aplicam a ou os g upos ulne á eis, como jo ens, mulhe es, oxicodependen es, e c. As
medidas de apoio consis em p incipalmen e em aulas de o mação de compe ências e
cu sos de quali icação, pa a os quais os go e nos o necem cobe u a inancei a. Em
alguns países (po exemplo, Roménia, Macedónia do No e), exis em escolas públicas
pa a adul os que abandona am o ensino mais cedo, pa a que enham uma segunda
opo unidade de educação o mal básica em qualque idade e ajus ada nos ho á ios e
cu ículos de ap endizagem, pa a que os adul os possam equen a a escola e, ao
mesmo empo, e um emp ego ou oma con a dos seus ilhos.
Além disso, a maio ia dos países eu opeus p es a o mação e o ien ação p o issional no
âmbi o de o mas especiais de emp ego, nomeadamen e emp ego p o egido e apoiado.
Es as medidas de o mação pe mi em aos abalhado es des a o ecidos ou de icien es
en a no me cado de abalho egula ou em o mas al e na i as de emp ego, ou - no
caso de emp ego apoiado - p omo ê-los no me cado de abalho egula , nomeadamen e
a a és de es ágios e o mação no local de abalho. Com a endência pa a o e o ço das
polí icas a i as do me cado de abalho na Eu opa, aumen am as opo unidades de
o mação e educação de pessoas des a o ecidas no con ex o de emp ego.
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III. Consis ência com a UE e a polí ica
in e nacional
As WISE e as emp esas sociais são agen es cada ez mais impo an es e
complemen a es pa a a inclusão e ino ação social e p o issional. O modelo WISE o e ece
às pessoas com necessidades de apoio, mais a e adas pelas desigualdades sociais,
opo unidades de emp ego pa a que possam acede / ein eg a condições de abalho
decen es e p o eção social a a és do emp ego. Es as opo unidades p opo cionam-lhes
um salá io decen e, as quali icações necessá ias (que acompanham a digi alização das
nossas sociedades), bem como opo unidades de equali icação, e pe mi em uma melho
in eg ação no me cado de abalho, especialmen e no con ex o a ual da ansição e de
e digi al.
Em p imei o luga , a a és de a i idades di e si icadas e ino ado as, as WISE con ibuem
di e a e indi e amen e pa a a implemen ação de á ios p incípios do Pila Eu opeu dos
Di ei os Sociais p incípios do Pila Eu opeu dos Di ei os Sociais. Ap esen amos a segui
os p incípios elacionados com as WISE e uma b e e explicação do apoio às WISE.
 Educação, o mação e ap endizagem ao longo da ida
As WISE p opo cionam quali icações e o mação no local de abalho a pessoas
des a o ecidas e p omo em a ap endizagem ao longo da ida.
 Igualdade de géne o
A p omoção da igualdade de géne o con inua a se uma p io idade no se o da
economia social.
 Igualdade de opo unidades
Ao emp ega e capaci a as pessoas des a o ecidas e excluídas, as WISE
con ibuem pa a a edução das desigualdades. As WISE isam in eg a pessoas
que so em de á ias di iculdades sociais e p o issionais, apoiando os mais
des a o ecidos a en a no me cado de abalho, pe mi indo o acesso a se iços e
opo unidades.
 Apoio a i o ao emp ego
As WISE o e ecem opo unidades de emp ego às pessoas mais ulne á eis a a és
de uma o e a i idade económica e de o mação no local de abalho e con ibuem
pa a o desen ol imen o económico e social sus en á el do e i ó io onde ope am.
O g upo al o das WISE é bas an e as o e inclui desemp egados de longa du ação,
NEETs, mulhe es, pessoas que so em de dependência ou ex-p isionei os. A
dimensão pedagógica especí ica das WISE pe mi e capaci a os abalhado es
quando se a a de ques ões de emp ego, bem como de ou as di iculdades
p o issionais ou sociais. Os pe cu sos pe sonalizados são concebidos pa a os
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abalhado es das WISE, apoiando-os a a és de um emp ego ou de uma
quali icação den o da emp esa.
 Emp ego segu o e adap á el
As WISE o e ecem emp egos e salá ios decen es aos g upos mais ulne á eis.
Consegui um emp ego é ge almen e o p imei o passo pa a as pessoas
des a o ecidas na einse ção na sociedade, p opo cionando-lhes acesso a se iços
básicos e p o eção social. As WISE o necem soluções à medida dos abalhado es,
abalhando as compe ências e capacidades da pessoa de aco do com a sua
si uação pessoal. Assim, podem se encon adas á ias soluções pa a apoia a
pessoa, ais como quali icações, ap endizagem no local de abalho, empo de
abalho adap ado, e c.
 Salá ios
As WISE comba em a pob eza no abalho e p opo cionam salá ios decen es às
pessoas des a o ecidas. Um emp ego e po an o um salá io é no malmen e uma
opo unidade pa a os mais des a o ecidos eg essa em à sociedade a a és de
condições de ida adequadas.
 Diálogo social e en ol imen o dos abalhado es
A maio ia das WISE es á a implemen a uma ges ão pa icipa i a que inclui um o e
en ol imen o dos abalhado es nos p ocessos de omada de decisão da emp esa.
Seguindo o p incípio da economia social, uma pessoa um o o, as WISE en am
educa e en ol e os abalhado es no desen ol imen o da emp esa.
 Equilíb io en e ida pessoal e p o issional
As WISE colocam as pessoas no cen o do seu abalho e en am adap a o seu
uncionamen o isando o bem-es a dos abalhado es. As opo unidades de
emp ego lexí el ou se iços especí icos desen ol idos den o da emp esa são
exemplos de soluções ino ado as concebidas pelas WISE pa a enco aja o
equilíb io en e a ida pessoal e p o issional.
 Ambien e de abalho saudá el, segu o e bem adap ado e p o eção de dados
As WISE implemen am um ambien e de abalho adap ado, conside ando as
necessidades das pessoas des a o ecidas. Em alguns casos, as WISE ambém
emp egam pessoas com de iciência e assim adap am os espaços de abalho.
Quando se a a de saúde ou segu ança no abalho, as WISE não só cump em as
no mas como ambém enco ajam compo amen os e soluções de segu ança no
local de abalho a a és de uma ges ão pa icipa i a.
 P o eção social
A p o eção social es á o emen e ligada aos con a os de abalho. Es a é a azão
pela qual as WISE op am po o e ece opo unidades de emp ego a a és de um
con a o de abalho, pe mi indo que as pessoas des a o ecidas ecupe em o seu
di ei o à p o eção social.
 Subsídio de desemp ego
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As WISE p ocu am in eg a os desemp egados, incluindo desemp egados de longa
du ação, no me cado de abalho. A ENSIE es á con encida de que os subsídios de
desemp ego de em se a ibuídos du an e o pe íodo de a i ação das pessoas,
jun amen e com um acompanhamen o pe sonalizado da pessoa em di eção a um
emp ego no me cado de abalho. De ac o, a expe iência dos abalhado es das
WISE mos a que qualque pessoa pode encon a algumas di iculdades sociais, de
saúde ou p o issionais na sua ida e e di iculdades em ein eg a o me cado de
abalho e a sociedade.
 Inclusão de pessoas com de iciência
Em alguns países da UE, o g upo al o das WISE pode inclui pessoas com
de iciência. Também são implemen adas di e sas pa ce ias en e as WISE e as
o icinas p o egidas. De ac o, é c ucial o e ece opo unidades de emp ego e
acompanhamen o social a odos os cidadãos.
Rela i amen e ao Plano de Ação EPSR, publicado pela Comissão Eu opeia em 2021,
suge e-se a lei u a da posição da ENSIE sob e o Plano de Ação EPSR com des aque
pa a as pa es que são de pa icula in e esse pa a as WISE.
Em segundo luga , as WISE con ibuem pa a á ios SDG, em pa icula :
 Sem pob eza
As WISE p opo cionam aos g upos des a o ecidos opo unidades de abalho ou
o mação, pe mi indo-lhes e um con a o de abalho e, consequen emen e, um
salá io pa a as suas p óp ias despesas de subsis ência, eduzindo a axa de
pob eza.
 Educação de qualidade e p omoção da ap endizagem ao longo da ida
A a és de opo unidades de emp ego e o mação, as WISE o e ecem
compe ências écnicas e p o issionais aos mais ulne á eis, p omo endo pe cu sos
de ap endizagem ao longo da ida.
 Igualdade de géne o
A p omoção da igualdade de opo unidades e da igualdade de géne o é um dos
obje i os ans e sais da WISE. A in eg ação de géne o e a p omoção de polí icas
de di e sidade é um p incípio da maio pa e das emp esas sociais.
 T abalho decen e e c escimen o económico inclusi o e sus en á el
Mui as WISE ep esen am boas p á icas de in eg ação labo al de NEETs,
mig an es, mulhe es, e c. em si uação de exclusão. As WISE possuem uma o e
a i idade económica a ní el local e con ibuem pa a o desen ol imen o económico
e social sus en á el do e i ó io em que ope am. O in es imen o com ins luc a i os,
p incípio da economia social aplicado às WISE é depois ein es ido no seio da
emp esa, assegu ando um c escimen o sus en á el.
 Indus ialização sus en á el e omen o na ino ação
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d. Po ugal
As polí icas sociais e de emp ego em Po ugal exis em a ní el nacional. Apesa da
ausência de um econhecimen o legal das WISE, as o ganizações da economia social
a uam no domínio da in eg ação labo al dos seus bene iciá ios.
De 1998 a 2015, hou e uma lei o mal WISE di igida aos g upos ulne á eis em ma é ia
de emp ego: pessoas com baixas quali icações, com des an agens na au oes ima, al a
de sis ema de apoio, e p oblemas de saúde especí icos e/ou dependência de d ogas que,
ao mesmo empo, e am desemp egados de longa du ação (Po a ia n.º 348-A/98, 18 de
Junho). Es a medida assumiu-se como uma polí ica a i a de emp ego mesmo que osse
um modelo de ansição, com um pe íodo a é 6 meses de o mação e a é 2 anos como
abalhado na WISE.
Es a lei oi abolida de ido às polí icas de aus e idade, du an e a úl ima c ise económica.
Mesmo que não exis a um quad o legal pa a as WISE, a ualmen e, a economia social de
Po ugal inclui WISE de ac o com pelo menos um de dois es a u os especiais - Es a u o
de IPSS (Ins i uições P i adas de Solida iedade Social), e Es a u o de ONGPD
(O ganizações não go e namen ais pa a de icien es) que é um ac éscimo à o ma
ju ídica da economia social. Es e es a u o é um econhecimen o do Es ado, que o nece
subsídios pa a assegu a a sua esponsabilidade como Es ado P o idência. Po ugal em
ambém uma o ma ju ídica especial - Coope a i as de Solida iedade Social - que êm o
es a u o equi alen e ao das IPSS; es es ipos de Coope a i as su gi am com um obje i o
p edominan e ou exclusi amen e cen ado na p ossecução de ins de in e esse ge al,
incluindo a inclusão a a és do abalho de g upos ulne á eis.
e. Roménia
Em 2015, a Roménia ado ou a Lei da Economia Social (Lei n.º 219/2015). Com base
nes a lei, as o ganizações de economia social baseiam-se em inicia i as p i adas
olun á ias e solidá ias, com um ele ado g au de au onomia, esponsabilidade e
dis ibuição limi ada de luc os. As emp esas sociais e as emp esas sociais de inse ção
labo al (WISE) são os dois únicos ipos de o ganização o malmen e econhecidos pela
lei de 2015 com ob igações e bene ícios públicos. Cada uma des as o ganizações de e á
cump i um conjun o de c i é ios p é-de inidos, a im de ecebe em um ce i icado das
au o idades públicas que decla e o ipo de emp esas que ep esen am. A lei da Roménia
sob e economia social cen a-se mais no no o ipo de o ganizações, emp esas sociais e
WISE, igno ando as Coope a i as e ou as o mas de inicia i a p i ada que isam uma
mudança social. Mesmo assim, mui as o ganizações que abalham e se iden i icam
como emp esas sociais ou WISE não solici am a ce i icação de econhecimen o. A lei de

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2015 e o seu enquad amen o do HG 585/2016 es ipulam mais ob igações do que
bene ícios. Os equisi os económicos e o núme o p ede inido de abalhado es
ulne á eis pa a as WISE são mui as ezes di íceis de con ola , uma ez que a maio ia
das emp esas sociais da Roménia não êm on es de endimen o sus en á eis, mas
dependem, ano após ano, das inanças p i adas.
Os planos nacionais pa a a educação de adul os são elabo ados sem a pa icipação das
pessoas isadas e das ONG a i as no abalho, com g upos des a o ecidos, p es ado es
de se iços sociais e emp esas sociais. Os se iços de in eg ação sociop o issional não
são econhecidos como se iços sociais ou se iços de emp ego - pelo que não
bene iciam do apoio das polí icas públicas de emp ego di igidas a abalhado es
des a o ecidos.
Mui as ins i uições públicas de se iços sociais dependem dos o necedo es das WISE
pa a a in eg ação labo al, educação e p o issionalização dos g upos ulne á eis que êm
di iculdade em se in eg a no me cado de abalho abe o. Mesmo que sejam o único
pa cei o público cons an e das WISE nos p og amas de educação pa a o abalho, es es
se iços sociais locais são, na maio ia das ezes, o almen e inexis en es nas
comunidades. Nesses casos, os pa cei os locais que as WISE êm pa a iden i ica os
po enciais alunos adul os são as ONG que apoiam as comunidades locais e êm uma
melho comp eensão das suas necessidades, abalhando dia iamen e em es ei a
colabo ação com elas. Ou o pa cei o impo an e pa a a maio ia das WISE na Roménia
é o se o p i ado. No malmen e, as emp esas p i adas apoiam p og amas de in eg ação
de abalho a a és da aquisição de bens e se iços a o ganizações WISE ce i icadas
como Unidades P o egidas Au o izadas, e mui as ezes o e ecem apoio inancei o e
pa ocínios pa a as WISE que não podem e es abilidade inancei a e o necem
simul aneamen e p og amas de in eg ação educacional sem isenções legais.
. Sé ia
Quando se a a do quad o ins i ucional e das polí icas públicas de ap endizagem ao
longo da ida, o único o ganismo público a ní el cen al que a a das emp esas sociais
é o g upo de abalho do Minis é io do T abalho, Emp ego, Ve e anos e Assun os Sociais.
O Minis é io abalhou no p oje o de lei, mas não con ibuiu di e amen e pa a o
desen ol imen o do emp eendedo ismo social a a és do sis ema de apoio. No en an o,
uma ez que as o mações ju ídicas an e io es são na sua maio ia inadequadas e pouco
es imulan es pa a as emp esas sociais, a maio ia delas o am es abelecidas sob a o ma
de Associações. Ou a azão é que a maio ia das inicia i as p o ém do se o não
luc a i o. Po conseguin e, a adoção de legislação especí ica di e amen e elacionada
com o econhecimen o das WISE é conside ada necessá ia e bené ica em odos os
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sen idos. Es e p ocesso de e á começa com a al e ação das leis exis en es, a im de
ala ga o espaço pa a o desen ol imen o do emp eendedo ismo social em ge al e
pe mi i a sua sus en abilidade. Quando is o o exaus i amen e abalhado, as WISE
e ão uma o e base pa a abalha a o a elmen e no e o ço da economia e da polí ica
de emp ego. Uma ez que já exis em indicações em algumas leis que se e e em ao
desen ol imen o do se o , es as de e ão se al e adas pa a desen ol e ainda mais
es as o mas já de inidas.
g. Eslo áquia
O obje i o da Lei n.º 112/2018 sob e a economia social e as emp esas sociais é o de c ia
as condições adequadas pa a o desen ol imen o da economia social e do
emp eendedo ismo social na Eslo áquia. Pa a o e ei o, a lei es abelece os emas da
economia social, emp esas da economia social em ge al (emp esa social e emp esa com
impac o social), o ganizações do se o da economia social, o necendo apoio às
emp esas da economia social em ge al e de ine o se o da economia social e a
adminis ação do Es ado no domínio da economia social. As en idades WISE colabo am
com o se o das ONG numa base ad hoc, quando são abo dadas pa a se em pa cei as
num p oje o. No con ex o do desen ol imen o das emp esas sociais, a Agência de
Implemen ação do Minis é io do T abalho, Assun os Sociais e Família da República
Eslo aca implemen ou um p oje o nacional do Ins i u o de Economia Social no âmbi o do
P og ama Ope acional de Recu sos Humanos no pe íodo de 2014-2020. O obje i o do
p oje o é o de c ia e e i ica o ajus amen o do apoio ao desen ol imen o da economia
social na República Eslo aca com base na Lei n.º 112/2018 sob e a economia social e
as emp esas sociais e sob e al e ações a ce as leis.
As a i idades do p oje o incluem o es abelecimen o de uma ede de Cen os Regionais
de Economia Social de apoio. Pa e des e p oje o ajudou a cons ui uma in aes u u a
de apoio pa a o desen ol imen o da economia social na Eslo áquia. En ol e a educação
e o mação dos abalhado es das ins i uições públicas de emp ego que pa icipam no
desen ol imen o do emp ego egional. Fo am ambém c iados Cen os Regionais pa a
o nece o apoio necessá io ao es abelecimen o e desen ol imen o de emp esas
sociais/IBEIE.
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h. Ou os países
Áus ia
Na Áus ia, não exis e um es a u o ju ídico especí ico pa a as WISE, a ipologia baseia-
se ou no es a u o ju ídico das emp esas econhecidas como emp esas de "u ilidade
pública", di e enciando en e Associações, sociedades de esponsabilidade limi ada de
u ilidade pública e Coope a i as, ou no apoio inancei o às WISE. Na Áus ia, as WISE
são inanciadas sob e udo a a és de AMS/SMS com base em "p oje os" que podem se
o necidos à SÖB-, GBP ou BEE. Além disso, às emp esas que cump em ce os c i é ios
sob e inclusão social, os undos AMS e A bei plus (P3) podem a ibui ce i icados
("Gü esiegel ü soziale Un e nehmen") que são econhecidos no p og ama de ges ão da
qualidade da UE (EFQM) como "Recognised o Excellence". Uma de inição legal
especí ica com bene ício pa a o econhecimen o o mal das "WISE" e que pode o na -
se cada ez mais ele an e no u u o, especialmen e no que espei a ao inanciamen o
da UE. As WISE bene icia iam p o a elmen e dessa de inição legal, quando se a a de
mé odos de o mação, ep esen ação na ede de inclusão social, bem como o mação e
educação pa a a inclusão social (es uda pa a abalha em/pa a as WISE) e o mação
p o issional (que as WISE o necem às pessoas des a o ecidas). O es a u o menos
de inido das WISE simpli ica a coope ação com o AMS, SMS e ou os a o es
(go e namen ais), uma ez que o inanciamen o pode se mais elacionado com p oje os.
Bélgica
Desde 2014, odas as polí icas em o no da emp esa social e da economia social são
omadas au onomamen e po cada egião (Fland es, Valónia, e B uxelas).
Na Fland es, exis em di e sos dec e os que egulamen am o apoio do go e no às
emp esas sociais e às WISE. O p imei o apoia as emp esas sociais em odos os ipos e
campos (Onde s euningsdec ee ). Os ou os limi am-se ao campo dos se iços de
p oximidade (Lokale diens eneconomie) (desde 1 de janei o de 2015) e, inalmen e,
desde janei o de 2019, a Collec ie maa we k subs i uiu os egulamen os pa a as o icinas
sociais e p o egidas (Beschu e we kplaa sen en Sociale we kplaa sen).
Na Valónia, pa a se em econhecidas como EI pa a abalhado es des a o ecidos
(emp esas de in eg ação, o ípico modelo WISE), IDESS (inicia i as de desen ol imen o
do emp ego no se o dos se iços sociais de p oximidade) ou ETA (emp esas que
o ganizam abalho pe sonalizado pa a pessoas com de iciência), as emp esas de e ão
cump i ce os c i é ios es abelecidos em á ios dec e os go e namen ais. Es as
condições dizem espei o po exemplo ao obje i o social e à a i idade económica da
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emp esa, ao núme o de pessoas des a o ecidas ou com de iciência emp egadas e às
medidas a oma pa a as apoia .
Bulgá ia
O p ocesso de econhecimen o legal das WISE es á p e is o na ecen emen e ado ada
Lei das Emp esas de Economia Social e Solidá ia (2019), que de e mina dois ipos de
emp esas sociais: a classe A e a classe A+. As emp esas sociais de classe A de em
ealiza uma a i idade social que p oduza alo ac escen ado social, inclui abalhado es
na omada de decisões, gas a mais de 50% e não menos de 3.834,69 eu os pa a ealiza
a sua a i idade ou ins sociais e emp ega não menos de 30% e não menos de ês
abalhado es des a o ecidos ou po ado es de de iciência.
As emp esas sociais de classe A+ (cump indo odos os equisi os da de inição da UE em
e e ência à dimensão económica, social e de go e nação inclusi a) de em unciona
adicionalmen e em municípios com axas de desemp ego acima da média, gas a mais
de 50% e não menos de 38.346,90 eu os no exe cício de a i idades sociais ou e pelo
menos 30 pessoas des a o ecidas emp egadas sem in e upção du an e os úl imos seis
meses. Ou as o mas ju ídicas são emp esas especializadas e Coope a i as de
po ado es de de iciência. A Lei dos Po ado as de De iciência (2019) dá-lhes
econhecimen o legal se es i e em lis ados sob ce as leis e egis os, p oduzi em bens
ou se iços e i e em uma pa e ela i a de po ado es de de iciência pe manen e,
dependendo do ipo de de iciência. Os cen os de emp ego p o egido podem se
es abelecidos com base em p oje os po emp esas especializadas, coope a i as de
po ado es de de iciência, ou qualque en idade ju ídica.
C oácia
Na C oácia, não exis e uma de inição e es a u o o iciais, bem como um baixo ní el de
econhecimen o des as en idades em e mos de se em emp esas sociais ou emp esas
sociais de in eg ação labo al. Embo a não exis a uma o ma ju ídica especí ica pa a as
emp esas sociais, á ias o mas ju ídicas podem se u ilizadas po emp esas sociais, na
sua maio ia coope a i as (incluindo as coope a i as de abalho social e e anos), ou
sociedades de esponsabilidade limi ada (emp esas subsidiá ias de associações). As
o mas elegí eis incluem ambém undações e ins i uições p i adas de assis ência social,
mas es as são a as ( undações e o icinas p o egidas) ou não pe cebidas como emp esas
sociais (ins i uições de assis ência social). As emp esas sociais são egulamen adas
a a és de á ios diplomas, dependendo da o ma ju ídica sob a qual ope am. A
legislação a ual que pode se ele an e pa a as emp esas sociais inclui a Lei das
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Associações, a Lei das Coope a i as, a Lei das Emp esas, a Lei das Fundações e a Lei
das O ganizações de Bene ícios Públicos. Ou a legislação pode ambém se ele an e,
como a Lei sob e a Reabili ação P o issional e Emp ego de Po ado es de de iciência e
a Lei sob e os Con a os Públicos. A legislação especí ica concebida pa a econhece as
WISE a ní el nacional e/ou egional se ia bené ica, uma ez que lhes con e i ia um
es a u o mais cla o, pe mi i ia o econhecimen o no seio do Es ado P o idência (o que
p omo e ia a inclusão nas es a égias e planos de ação ele an es) e, o que é impo an e,
pe mi i -lhes-ia u iliza undos eu opeus. Po ou o lado, mais impo an e se ia um
econhecimen o polí ico mais amplo.
F ança
A F ança oi pionei a no desen ol imen o do concei o de "economia social", endo sido
emi ida em 1979 a p imei a ci cula que econheceu as WISE. O p imei o p og ama
público de apoio às emp esas sociais inha sido ado ado em 1985. Embo a os es a u os
das WISE enham sido o icialmen e econhecidos em 1991.
Em Se emb o de 1998, as WISE passa am a se p o egidas po uma no a di e i a iscal,
que dis ingue á ios ipos de ibu ação (p incipalmen e pa a as associações),
dependendo do seu ca ác e "luc a i o". Em 2005, as au o idades públicas econhece am
as WISE como pa es in e essadas na lu a con a o desemp ego. Com a adoção de uma
lei-quad o dedicada à SSE em 2014, a F ança c ia uma e o ma inancei a pa a as WISE
(com um aumen o das ajudas públicas). Pa a além das Associações, Coope a i as,
Mu ualidades e Fundações, adicionalmen e conside adas como undamen ais da
economia social, a lei ab e o campo da SSE às emp esas p i adas cuja a i idade
económica isa uma u ilidade social desde que a sua ges ão e o ganização espei em
um conjun o de condições, po exemplo no que diz espei o em pa icula à edis ibuição
limi ada dos luc os.
G écia
A p imei a ipologia de WISE na G écia oi o malmen e econhecida pelo a igo 12º da
Lei n.º 2716/1999 pa a o "Desen ol imen o e Mode nização dos Se iços de Saúde
Men al" sob a o ma de SCLL (KoiSPE). Os SCLL isam a in eg ação socioeconómica e
a inclusão labo al de indi íduos com p oblemas de saúde men al e são de inidos pelo seu
ca ác e como uma emp esa com um es a u o come cial mas ambém como uma unidade
de saúde men al. Mui os anos mais a de, a Lei n.º 4019/2011 ins i ucionalizou a
Economia Social e Solidá ia na G écia, in oduzindo, en e ou as o mas de emp esas
sociais, SCE de In eg ação (KoinSEpEn axis), uma Tipologia WISE que isa

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exclusi amen e a in eg ação labo al de pessoas des a o ecidas. Exis em duas o mas de
SCE de In eg ação, nomeadamen e SCE de In eg ação de G upos Vulne á eis e SCE
de In eg ação de G upos Especí icos. A lei oi subs i uída em 2016 pela Lei n.º 4430/2016,
em igo a é hoje. As SCLL são au oma icamen e conside adas como SCE de In eg ação.
A o ma WISE mais ecen e oi in oduzida pelo A igo 143º da Lei n.º 4600/2019 sob a
o ma ju ídica dos SIC (KoiSEn), semelhan e à o ma dos SCLL. Os SIC isam a
in eg ação socioeconómica e a inclusão labo al de indi íduos com p oblemas de abuso
de subs âncias que equen am ou comple a am p og amas de einclusão social a a és
de uma lis a de o ganizações. Funcionam como uma emp esa com a i idades come ciais,
mas ambém como uma unidade de inclusão social. As Coope a i as Ag ícolas
Femininas o am in oduzidas pela p imei a ez pela Lei n.º 921/1979 e o seu es a u o
ju ídico oi al e ado á ias ezes, mais ecen emen e pelo a igo 2º da Lei n.º 4384/2016,
in oduzindo disposições especiais pa a as Coope a i as Ag ícolas Femininas. A sua
composição é cons i uída exclusi amen e po mulhe es.
I ália
Em I ália, a Lei n.º 381/1991, que egulamen a a as coope a i as sociais - de longe a
maio o ma de emp eendimen o social em I ália - num Ní el nacional, desde que não só
pudessem o e ece se iços de cuidados pessoais (as chamadas "coope a i as sociais
de ipo A"), mas ambém emp ega abalhado es des a o ecidos em a i idades
emp esa iais (as chamadas "coope a i as sociais de ipo B"). As pessoas des a o ecidas
emp egadas de em cons i ui 30% da mão-de-ob a. As Coope a i as Sociais pa a a
in eg ação labo al bene iciam de algumas medidas de incen i o especí icas e adicionais
às p e is as pa a a gene alidade das coope a i as. Pa a os abalhado es
des a o ecidos, há ambém uma edução das con ibuições pa a a segu ança social. A
segunda disposição impo an e da Lei n.º 381/1991 diz espei o à possibilidade de os
o ganismos públicos es ipula em con enções com as coope a i as de in eg ação labo al
des inadas à con a ação de pessoas des a o ecidas. Na sequência da Lei n.º 381/1991,
o am ap o adas no mas de aplicação em odas as egiões que 1) de ini am as eg as
pa a a c iação de egis os egionais de Coope a i as Sociais, e 2) p opo ciona am ou as
medidas de incen i o. Com início em 2005 (Lei n.º 118/2005) e 2006 (Dec e o Legisla i o
n.º 155/2006, aplicação da legislação de 2005), a igu a da emp esa social de inse ção
labo al oi ambém in oduzida e pos e io men e e is a com a Lei n.º 106/2016 e depois
com o Dec e o Legisla i o n.º 112/2016. Es e egulamen o pe mi iu que as coope a i as
sociais que a am de se iços sociais (e, po an o, não as coope a i as sociais de
inse ção labo al) ealizassem a i idades de se iços de emp ego (essencialmen e
"emp ego apoiado") e in oduziu uma de inição mais ampla de des an agem pa a as
emp esas de inse ção social não as coope a i as, com base nas de inições da UE. De
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ac o, os casos de emp esas sociais de inse ção labo al que não as coope a i as sociais
são mui o limi ados em I ália.
Le ónia
Desde 2014, o uncionamen o e o desen ol imen o das emp esas sociais o am
condicionados po al e ações signi ica i as no quad o ju ídico. Na Le ónia, o concei o de
emp esa social es á in eg ado em documen os polí icos es a égicos - na Es a égia de
Desen ol imen o Sus en á el da Le ónia a é 2030 e no Plano Nacional de
Desen ol imen o da Le ónia 2014-2020, no qual é de inido como uma das 98 opções
pa a implemen a a a i idade de " abalho digno". Em 30 de Ou ub o de 2014, o Gabine e
de Minis os apoiou o p oje o de concei o "Sob e as Possibilidades de Implemen ação do
Emp eendedo ismo Social na Le ónia", p e endo o lançamen o de um p oje o-pilo o no
âmbi o do p oje o de undos da União Eu opeia pa a es a e de e mina as melho es
soluções pa a a c iação e desen ol imen o de emp esas sociais. Pa a o ma emp esas
sociais na Le ónia e pa a que o seu uncionamen o seja bem-sucedido, é necessá io um
quad o legal que o neça c i é ios pa a a ob enção do es a u o de emp esa social e
p ocedimen os e egulamen os sob e a o ma como o Es ado apoia á es e ipo de
emp eendedo ismo. As medidas de apoio às WISE são desen ol idas de aco do com a
Medida 9.1.1.3 "Apoio ao Emp eendedo ismo Social" do P og ama Ope acional
"C escimen o e Emp ego" do Obje i o Especí ico de Apoio 9.1.1. "Aumen a a Inclusão
de Desemp egados Des a o ecidos no Me cado de T abalho".
Países Baixos
Nos Países Baixos, as WISE não dispõem de um quad o ju ídico dis in o, mas á ias
pa es in e essadas êm en a izado a necessidade de uma o ma ju ídica dedicada pa a
a ingi os seus obje i os de o ma e icien e. Um passo impo an e pa a uma p opos a
legisla i a oi o anúncio de uma consul a pelo Minis é io dos Assun os Económicos e do
Clima em ma ço de 2021. Uma o ma ju ídica dedicada às emp esas sociais e o ça ia o
seu econhecimen o, o luc o se ia e ido pa a o u u o desen ol imen o e expansão da
emp esa social. Também ga an i ia a dis ibuição do luc o e a elabo ação de ela ó ios
sob e o impac o social, a ai ia po encialmen e in es ido es ou negócios come ciais e
o nece ia mais in o mação quan i a i a sob e o local e o âmbi o das emp esas sociais.
Um a gumen o pa a man e o s a us quo é que as emp esas sociais êm ido bons
esul ados ao longo dos anos e há um aumen o das emp esas sociais, o que pode suge i
que uma o ma ju ídica dedicada é desnecessá ia. Além disso, a p eocupação de
"la agem social" em sido susci ada. Pa a con a ia a la agem social, a emune ação
social e o impac o social de e iam se medidos pa a de e mina a "socialidade" das
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emp esas e pode iam se in oduzidos equisi os igo osos em ma é ia de ela ó ios. As
an agens de um quad o legal aplica -se-iam ambém às WISE. Se econhecido nas
elações come ciais pode ia a ai no os con a os ou in es imen os, pe mi indo às WISE
c esce e e o ça a sua quo a de me cado. Is o pode ia ambém po encialmen e e o ça
a elação en e as WISE, os municípios e a UWV, po exemplo a a és de con a os
públicos e pa ce ias.
Polónia
O no o KPRES (P og ama Nacional pa a o Desen ol imen o da Economia Social
KPRES), ado ado em 2019, al e a, en e ou os aspe os, o âmbi o do concei o de
en idades da economia social. Po sua ez, es inge as en idades da economia social no
domínio das coope a i as apenas às coope a i as de abalhado es e inclui os
es abelecimen os de emp ego p o egido en e as en idades da economia social. As
inicia i as in o mais o am a adas como um meio en ol en e da economia social. O
go e no es á ambém a abalha num p oje o de lei sob e economia social e solidá ia,
que de e á de ini as emp esas sociais e egula o es a u o de uma emp esa social, as
suas a i idades e os di ei os conexos. Um acon ecimen o impo an e em 2017 oi a
al e ação à lei sob e coope a i as sociais, que in oduziu en e ou as mui as acilidades
na c iação e uncionamen o de coope a i as sociais, bem como o uso de á ios pode es
e apoio es a al po pa e das coope a i as sociais. A in odução de o mas ob iga ó ias
de consul a aos abalhado es, bem como a ob igação de assegu a a pa icipação
ob iga ó ia de pessoas de g upos em isco de exclusão social en e os memb os da
coope a i a, não só du an e a sua c iação, mas ambém no decu so da sua a i idade,
esul ou no ac o de a coope a i a social se e o nado a única o ma ju ídica que, po
es a u o, cump e os c i é ios de uma emp esa social que lhe dá di ei o a ecebe apoio
do Fundo Social Eu opeu. Assim, a coope a i a social é ambém a única o ma ju ídica
que po lei cump e os c i é ios de en idades às quais a pa icipação no p ocesso de
con a ação pública pode se limi ada pelo a igo n.º 138p da Lei de Con a ação Pública.
No en an o, pa ece que na es e a ju ídica, ainda exis em mais desa ios do que esul ados
alcançados. No u u o p óximo, o desa io mais impo an e se á a adoção de uma lei que
ise a de inição da es e a da economia social. Ou o desa io é egula ques ões como os
impos os, especialmen e o IVA, os auxílios es a ais ou a uni icação dos di ei os de odas
as emp esas sociais, independen emen e da o ma ju ídica.
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Eslo énia
En e as soluções pa a o complexo es ado do emp ego o am es abelecidas á ias
o mas de emp esas sociais no passado, en e elas o equi alen e eslo eno às WISE. No
en an o, as WISE não são o malmen e econhecidas como uma ca ego ia, mas são
e e idas como cen os de emp ego, emp esas pa a pessoas com de iciência e emp esas
sociais, que es ão ainda di ididas em undações, ins i uições, coope a i as ou ou as.
Exis em á ias emp esas sociais e ou as o mas de emp ego que p eenchem odos os
c i é ios de uma WISE, mas são di íceis de disce ni de ido à complexidade da si uação.
Qualque WISE ou emp esa social na Eslo énia é uma en idade ju ídica sem ins
luc a i os. Qualque en idade des e ipo pode adqui i o es a u o de emp esa social desde
que sa is aça de e minados c i é ios, como a i idades económicas e não económicas,
dis ibuição es i a de luc os a memb os ou pa es in e essadas, independência de
emp esas com ins luc a i os, en idades ju ídicas de di ei o público ou comunidades
locais e pa icipação e omada de decisões democ á icas. Além disso, de e po exemplo
de ini o mé odo de ges ão de uma emp esa social baseada na igualdade; de e mina se
a emp esa social ambém en ol e olun á ios no abalho, bem como o mé odo de
pa icipação das pa es in e essadas na ges ão (consul a, pa ece ob iga ó io, e c.), e c.
Espanha
Em Espanha, o am dis inguidas como WISE ês o mas ju ídicas e o ganiza i as
p incipais: emp esas de in eg ação de emp ego, cen os especiais de emp ego (CEE) e
coope a i as de inicia i a social. Es e ipo de emp esas oi legalmen e es abelecido de
aco do com as disposições da Lei n.º 44/2007 e da Lei LISMI (Lei de In eg ação Social
das Po ado es de de iciência de 1982). Exis em 4 ex os legisla i os que são ele an es
na á ea da economia social e os di e en es ipos de WISE em Espanha. A Lei n.º 5/2011
sob e Economia Social (2011) não c iou (ou egulamen ou) um no o ipo de en idade
ju ídica, mas simplesmen e ag upa en idades com o mas ju ídicas especí icas e coloca-
as sob alo es uni e sais, ais como a sup emacia da pessoa sob e o capi al, a
dis ibuição de luc os que não es ão de aco do com a p o isão de capi al e a de oção
aos sec o es sociais e a independência do pode público. A Lei n.º 44/2007 sob e as
Emp esas de In eg ação de Emp ego egulamen a que as WISE o e ecem emp ego,
o ien ação e educação p incipalmen e às pessoas em isco de exclusão social. De em
se cump idos ou os c i é ios como pe íodos e axas mínimas de emp ego, g upos-al o
e in es imen o de exceden es. Os Cen os Especiais de Emp ego (CEE) de inidos pelo
Dec e o Real n.º 2273/1985 e Dec e o Real n.º469/2006 de em cen a -se p incipalmen e
em p opo ciona aos abalhado es com de iciência um emp ego emune ado e em
acili a o seu acesso ao me cado de abalho. Es es podem se c iados po o ganismos
da adminis ação pública (di e amen e/em colabo ação), po en idades, ou indi íduos,
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d. Po ugal
Um exemplo in e essan e sob e as edes WISE na Eu opa é a his ó ia da RESIT,
Po ugal. P esen emen e, não exis e uma ede o mal de WISE em Po ugal Con inen al,
mesmo que i esse exis ido uma que i esse e minado em 2020. A RESIT - Rede de
Emp esas Sociais de Inse ção pelo T abalho começou em 2011, como esul ado da
necessidade de uma ede consolidada de WISE em Po ugal e oi cons i uída como uma
ede in o mal de baixo pa a cima. A sua inalidade e a p omo e o abalho em ede com
o obje i o de e o ça a sine gia de ações pa a a in eg ação no abalho de pessoas
ulne á eis. Em 2017 a RESIT con a a com dez o ganizações nacionais (Quin ão,
Ma inho e Gomes, 2017) e ade iu à ede eu opeia, o nando-se memb o da ENSIE. Es a
dimensão eu opeia ajudou a man e a ede a i a e os p oje os eu opeus p opo ciona am
momen os de isibilidade pública que con ibuí am pa a o lobbying e apoio. A RESIT
e minou após 9 anos, quando não ha ia mais espe anças de econhecimen o no plano
nacional. Con udo, e e um g ande impac o posi i o, nomeadamen e o aumen o da
con iança en e pa cei os e a manu enção de colabo ações in o mais e, acima de udo, a
capaci ação de pelo menos dois pa cei os na in eg ação de candida u as e espe i os
p oje os eu opeus pa a além do A3S.
e. Roménia
RISE Romania (Rede omena de emp esas sociais) é a p incipal ede de in eg ação de
emp esas de abalho na Roménia. Foi undada em 2012 e con a a ualmen e com 12
memb os com a i idade na in eg ação de pessoas ulne á eis no me cado de abalho.
A ede oi c iada a im de desen ol e um ambien e sus en á el pa a a undação e
c escimen o da o ganização WISE na Roménia.
Inicialmen e des inada a cob i a al a de legislação ela i a às WISE e à economia social
em ge al, a ede es á ago a a abalha pa a ajuda as emp esas sociais a na ega e
acede acilmen e aos bene ícios da legislação que êm desde 2015.
A RISE p opo ciona um ambien e que ajuda a WISE a melho a as suas a i idades,
eunindo di e en es ipos de emp esas sociais numa comunidade onde podem pa ilha
expe iências, conhecimen os e ecu sos em bene ício das pessoas e comunidades em
ge al.
Ao aze pa e de uma ede maio , os seus memb os passam a e uma oz mais o e
com pa cei os p i ados e públicos e uma mensagem mais coe en e pa a o público em
ge al ela i amen e às a i idades e bene ícios de uma emp esa de in eg ação labo al.

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A ualmen e, a RISE p e ende o na -se um a o mais uncional e independen e na
economia do e cei o se o e o seu p incipal obje i o a cu o-médio p azo é coope a com
as au o idades públicas pa a um melho quad o de abalho legisla i o que enco aje as
emp esas sociais a desen ol e mais a i idades em bene ício das pessoas.
. Sé ia
 A Coligação pa a o Desen ol imen o do Emp eendedo ismo Social oi o mada
em 2010 como uma ede in o mal de o ganizações da sociedade ci il empenhadas
no desen ol imen o da economia solidá ia e que decidi am combina os seus
mé odos de abalho e conhecimen os pa a con ibui pa a o desen ol imen o do
se o . Hoje es á egis ada como uma Coligação pa a o Desen ol imen o da
Economia Solidá ia undada pelo Mo imen o Eu opeu na Sé ia (EMinS), a
Inicia i a pa a o Desen ol imen o e Coope ação (IDC), e a Fundação Sma
Collec i e, Fundação T ag. CoSED em ambém a sua Base de Dados de Emp esas
Sociais que eúne mais de 50 emp esas sociais. A Coligação p omo e uma
sociedade sus en á el baseada numa economia solidá ia que pe mi e e incen i a a
pa icipação económica, social e polí ica dos cidadãos. De ende a c iação de um
quad o de incen i os pa a o desen ol imen o de uma economia solidá ia e
emp eendedo ismo social na Sé ia a a és da in o mação, ad ocacia e e o ço de
capacidades. Desde o início, CoSED empenha-se em o nece apoio e melho a o
negócio de mui as emp esas sociais, bem como em p omo e exemplos de boas
p á icas que enco aja iam ou os a lança inicia i as semelhan es. A Coligação es á
a i amen e en ol ida na discussão de polí icas públicas, pelo que pa icipou como
pa e de um g upo de abalho pa a a elabo ação da Lei do Emp eendedo ismo
Social e es á empenhada na adoção de uma polí ica ab angen e que esponda às
necessidades do se o de o ma holís ica.
 Rede de Economia Social Sé ia (SENS) undada em 2011 é a única ede
nacional que eúne emp esas sociais. A SENS in eg a 30 memb os, que incluem
associações de cidadãos, emp esas de eabili ação p o issional de pessoas com
de iciência, sociedades de esponsabilidade limi ada, e coope a i as. A ede SENS
concen a-se na educação, consul o ia e p omoção em odas as ases de a anque
e ges ão da a i idade emp esa ial dos seus memb os. Assim, o nece a in o mação
necessá ia sob e o se o e o e ece ma e iais educa i os e educação no campo
emp esa ial. A SENS ambém desempenha um papel signi ica i o na colabo ação
das WISE com ou os se o es, a a és de lobbying jun o de agen es dos se o es
público e p i ado, o necendo aconselhamen o e assis ência na ob enção de no as
on es de inanciamen o. Além disso, o seu papel é conside ado essencial na
sensibilização do público pa a a ques ão do isolamen o social e labo al.
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 A Associação de Emp esas de Reabili ação P o issional e Emp ego de
Po ado es de de iciência (UIPS) é uma associação olun á ia, independen e,
emp esa ial, p o issional, não-go e namen al e sem ins luc a i os de emp esas de
eabili ação p o issional e emp ego de po ado es de de iciência. Há uma o e
inicia i a pa a que es a associação se jun e à ede SENS, con ibuindo assim pa a
uma missão comum. A UIPS ep esen a os in e esses das emp esas de eabili ação
p o issional e emp ego de po ado es de de iciência, com o obje i o de enco aja ,
apoia e acili a o seu desen ol imen o. A sua isão é comba e a disc iminação no
me cado de abalho e lu a pela igualdade de opo unidades pa a que os po ado es
de de iciência ecebam o mação p o issional e emp ego.
 Rede IRIS, undada em 2012, é a única ede egional que eúne os p es ado es de
se iços sociais das OSC do Sudes e da Eu opa. A ualmen e, es a ede liga 200
o ganizações que p es am di e sos ipos de se iços sociais a á ios g upos
ulne á eis: po ado es de de iciência, c ianças e jo ens em isco, mulhe es í imas
de iolência amilia , e ugiados, eque en es de asilo, e c. A ede IRIS dedica-se a
p omo e o papel dos p es ado es de se iços sociais sem ins luc a i os e a
o nece aos seus memb os as in o mações mais ele an es no domínio da inclusão
social, p es ação de se iços sociais, e c. A IRIS o e ece aos seus memb os
ma e iais educa i os, o mações especializadas, isi as de es udo, acesso a bolsas,
in e câmbio de conhecimen os.
g. Eslo áquia
 ASSE Eslo áquia é uma associação que cong ega e p omo e os in e esses das
emp esas sociais a ní el local, egional e nacional. A Associação de En idades da
Economia Social - ASSE como o ganização de cúpula do sec o da economia social
(em con o midade com a Lei n.º 112/2018), oi c iada na u almen e pela
necessidade dos ep esen an es de o ganizações indi iduais a im de ep esen a
os in e esses das emp esas sociais da Eslo áquia. P opo ciona consul as e
o mação a mais de 60 o ganizações memb os, liga-as a po enciais clien es e
ep esen a-as em euniões com ep esen an es dos minis é ios.
 ASES SK p e ende se uma pla a o ma de coope ação en e odos aqueles pa a
quem as a i idades con ibuem pa a o desen ol imen o da economia social na
Eslo áquia, bem como pa a uma ação conjun a em odas as á eas impo an es que
nos unem. A economia social, e especialmen e o emp eendedo ismo social, es á na
sua in ância, e embo a já exis a hoje legislação de qualidade, es a não pode á se
plenamen e implemen ada se não i e o apoio das au o idades públicas.
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h. Eu opeus
A ENSIE é a Rede Eu opeia de Emp esas de In eg ação Social, cuja missão é a
ep esen ação, manu enção e desen ol imen o de edes e ede ações pa a as WISE na
Eu opa. Os obje i os da ENSIE são:
 Re o ça o pode dos a o es nas emp esas de in eg ação social económica a a és
do in e câmbio en e as o ganizações a iliadas;
 Es imula a coope ação e pa ce ias, p omo endo p á icas adequadas, esul ados
de in es igação, no as aplicações;
 O ganiza o in e câmbio de in o mações sob e as polí icas legisla i as nacionais e
locais en e as o ganizações a iliadas;
 Rep esen a a ede e p omo e odas as suas a i idades a odos os ní eis eu opeus
pe inen es;
 Elabo a as con ibuições e p opos as a im de pa icipa na de inição de uma
polí ica eu opeia con a a exclusão social;
 Desen ol e uma colabo ação es ei a e sólida com ou as edes eu opeias a i as
na economia social com o obje i o de ob e esul ados siné gicos.
A ENSIE é uma ped a de undação complemen a cujo obje i o é a p omoção de boas
p á icas, a expansão das con ibuições e o desen ol imen o de p opos as a im de
p epa a o caminho pa a a sua pa icipação na de inição da polí ica eu opeia na sua lu a
con a a exclusão social. A ENSIE eúne 29 edes nacionais, egionais e locais em 21
países em oda a UE (+ Sé ia e Moldá ia), num o al de 3.000 WISE, ep esen ando
187.000 abalhado es des a o ecidos.
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VI. Financiamen o
O econhecimen o da capacidade das WISE pa a en en a as g a es ques ões do desemp ego le ou à conceção de medidas
polí icas especí icas a ní el da UE, nacional e local des inadas a a o ece o a anque e a consolidação das WISE. Uma das
ca ego ias de polí icas labo ais pa a aumen a as opo unidades de emp ego é a das polí icas de compensação, concebidas pa a
enco aja as emp esas a emp ega abalhado es des a o ecidos, compensando-as pela meno p odu i idade dos emp egados
des a o ecidos ou pelos cus os de con a ação e o mação en ol idos. As sub enções e subsídios públicos são as o mas mais
comuns de apoia as WISE. No en an o, de em no a -se di e enças signi ica i as en e os EM da UE, dependendo do obje i o
especí ico das medidas polí icas em igo (po exemplo, as emp esas - exclusi amen e as PEIE/ odas as PMEs incluindo as PEIE -
ou as pessoas des a o ecidas in eg adas).
O apoio às WISE ambém é p es ado a a és da edução de impos os e con ibuições pa a a segu ança social, com is a a eduzi
o cus o do abalho de qualque abalhado des a o ecido emp egado.
Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
Isenção do
impos o sob e o
endimen o de
pessoas
cole i as (sob e
os luc os)
Sim, pa a odos
os ipos de WISE
na Áus ia,
Bélgica e
Le ónia
-
-
Sim, mas apenas
pa a alguns ipos
de WISE na
Bulgá ia,
C oácia, G écia,
I ália e Espanha
Não pa a odos os
ipos de WISE em
odos os países
eu opeus, exce o
em alguns casos
em I ália, bem
como pa a as
Coope a i as de
Inicia i a Social e
Exemplo: Espanha, em odas as emp esas: A edução mais
impo an e diz espei o à con a ação de abalhado es po ado es de
de iciência. A dedução da quo a o al a ia en e 9.000 e 12.000 eu os
po cada pessoa/ano de aumen o do núme o médio de abalhado es
po ado es de de iciência, dependendo do ní el. O mon an e
deduzido pa a a c iação de emp ego es á sujei o ao limi e de 35% da
quo a o al ajus ada.
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Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
Cen os Especiais
de Emp ego (CEE)
em Espanha
As Coope a i as de Inicia i a Social inse em-se ge almen e na
ca ego ia de "coope a i as p o egidas" pa a e ei os da Lei n.º 20/1990
sob e o Regime Fiscal das Coope a i as:
A edução das coope a i as p o egidas é de 20% dos esul ados
coope a i os. Pode a ingi 50% da quo a en e as coope a i as
especialmen e p o egidas.
Libe dade de amo ização de no os a i os ixos amo izá eis,
adqui idos num pe íodo de ês anos a pa i da da a da insc ição no
Regis o de Coope a i as.
A Ní el egional, o Go e no Regional de Na a a e o País Basco êm
o seu p óp io egime iscal e compe ência sob e es e impos o. Ou os
go e nos egionais não dispõem de au o idade egulado a em
ma é ia de Impos o sob e o Rendimen o das Pessoas Cole i as ou
Impos o sob e o Valo Ac escen ado, mas êm sob e pa e do impos o
sob e o endimen o das pessoas singula es, e ou os impos os.
Sim pa a
Tipologia 1 e 2
na Hung ia.
Alguns casos
pa a as WISE de
ac o
-
Sim, Associações e Fundações,
Emp esas sem ins luc a i os se o ganizações de u ilidade pública.
Coope a i as Sociais excluídas.
Sim pa a as
WISE Tipologia 2
e 3 na
-
O ganizações sem ins luc a i os (incluindo o ganizações não
go e namen ais, o ganizações eligiosas e humani á ias, sindica os,
pa idos polí icos, e c.) são ibu adas sob e os endimen os das suas
a i idades come ciais (se exis i em) se o o al das suas ecei as

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Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
Macedónia do
No e
anuais o supe io a 1 milhão de MKD. O IRC se ia calculado como
1% do o al das ecei as anuais p o enien es das a i idades
emp esa iais, diminuído pela isenção de impos os p esc i a de 1
milhão de DMD
Sim pa a as
WISE Tipologia 2
na Roménia
-
As Unidades P o egidas Au o izadas (UAT) não pagam impos o
sob e os luc os, mas êm de ein es i 75% do impos o po encial na
emp esa e nos seus abalhado es
Sim, pa a
Emp esas de
in eg ação de
po ado es de
de iciência e
OSC
(O ganizações da
Sociedade Ci il)
na Sé ia
-
A axa do impos o sob e o endimen o de pessoas cole i as é
p opo cional e ascende a 10% pa a odos.
EIPWD: Um emp egado que emp ega um po ado de de iciência po
um pe íodo de empo inde e minado, de aco do com a lei que egula
a p e enção da disc iminação con a po ado es de de iciência, es á
isen o do pagamen o de impos o sob e o endimen o calculado e
suspenso du an e um pe íodo de ês anos a pa i do dia de
emp ego.
CSO: Se o exe cida a i idade económica di e a, sob ce as
condições, de inidas pela Lei do Impos o sob e o Rendimen o das
Pessoas Cole i as, há di ei o a isenção de impos os. Se não
p eenche em as condições p esc i as, es ão sujei os à ob igação de
paga a axa ge al do impos o sob e o endimen o das pessoas
cole i as de 10%.
Isenção ou axa
eduzida de IVA
Sim, pa a odos
os ipos de WISE
na Áus ia
(p elimina ,
elacionada com
-
-
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Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
o p oje o) e na
Eslo énia
Sim, mas apenas
pa a alguns ipos
de WISE na
Bélgica e
C oácia
-
Exemplo: Bélgica
As WISE podem bene icia de uma axa eduzida de IVA (6% em ez
de 21%) quando endem bens eciclados ou eu ilizados que o am
ecolhidos li emen e (po exemplo, es uá io ou disposi i os
ele ónicos). Es a an agem iscal não é aplicá el a odas as WISE.
É apenas aplicá el a MWB (maa we kbed ij en) e LDE (lokale
diens en-economiebed ij en) na Fland es e EIs (en ep ises
d'inse ion) e EFT (en ep ises de o ma ion pa le a ail) na Valónia,
po que nem odas as WISE endem bens eciclados ou eu ilizados
que enham sido ecolhidos li emen e
-
WISE eslo enas
(Emp esas pa a
po ado es de
de iciência,
cen os de
emp ego e
emp esas sociais)
-
Em alguns casos,
pa a WISE de
Tipologia 2 na
I landa
-
As ins i uições de ca idade que se dedicam exclusi amen e a ais
a i idades não são ob igadas nem êm o di ei o de egis a e
con abiliza o IVA sob e os seus endimen os. Em de e minadas
ci cuns âncias, as a i idades de uma ins i uição de ca idade podem
se conside adas como es ando em conco ência com come cian es
come ciais e a ins i uição de ca idade pode en ão se ob igada a
egis a -se e a con abiliza o IVA sob e es as a i idades.
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Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
Pa a as WISE
classi icadas
como Tipologia 2
e 3 na
Macedónia do
No e
-
Os con ibuin es de o a do país que não ealizem qualque olume
de negócios ou não paguem impos o sob e o olume de negócios, a
pedido e num p ocedimen o especial, o IVA a mon an e que oi pago
de aco do com as a u as das ope ações ealizadas pelos
con ibuin es nacionais, se á pago, se es i e em p eenchidos os
equisi os legais pa a a de olução do impos o.
Es a isenção é aplicada na condição de o con ibuin e es a egis ado
como con ibuin e de IVA no seu país e de ha e ecip ocidade en e
a República da Macedónia e o país de esidência do con ibuin e.
As ONG êm o di ei o de solici a a de olução do IVA calculado sob e
os en ios que lhes sejam e e uados pelos con ibuin es do país e pa a
a impo ação implemen ada em elação a eles se:
O olume de negócios dos bens pa a com eles ou pa a a impo ação
não o em isen os de impos os;
O IVA pa a o olume de negócios ealizado sob e as me cado ias é
decla ado sepa adamen e na a u a e pago com o pagamen o do
p eço de comp a;
É pago o impos o de ido sob e as impo ações;
Os bens são ans e idos pa a o es angei o e u ilizados pa a ins
humani á ios, ca i a i os ou educa i os.
Sim, pa a CSO
(O ganizações da
Sociedade Ci il)
na Sé ia
-
CSO: isen o de impos o sob e o alo ac escen ado pa a endimen os
a é um mon an e de inido de 500.000 sd
Sim, pa a WISE
classi icadas
como Tipologia 1
Isenção ou axa eduzida de IVA Tipologia 1: RSP – edução de IVA
a 10% pa a con a os com en idades do Es ado e da adminis ação
pública. É aplicá el uma axa de impos o eduzida de 10% da ma é ia
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Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
e 2, na
Eslo áquia
-
cole á el aos bens e se iços o necidos como pa e das a i idades
da economia social po uma emp esa social egis ada que u ilize
100% dos seus luc os após impos os pa a a ingi o seu obje i o
p incipal, desde que al não dis o ça a conco ência incompa í el com
o me cado in e no, quando o clien e elegí el o ou a pessoa como
sujei o passi o se o uma pessoa singula , uma en idade da
economia social ou uma en idade da adminis ação pública".
Tipologia 2: De aco do com § 50 e § 51 da Lei do IVA, uma
o ganização sem ins luc a i os - con ibuin e de IVA - pode deduzi o
impos o na o alidade ou num mon an e p opo cional do impos o o al
que o con ibuin e é ob igado a paga du an e o pe íodo iscal
ele an e. Ao deduzi impos o em con o midade com as disposições
do A igo 49.º da Lei do IVA, é necessá io a alia se os bens ou
se iços são ecebidos exclusi amen e pa a ope ações ibu á eis
em que o impos o se o na exigí el, se os bens ou se iços são
ecebidos exclusi amen e pa a ope ações ibu á eis que es ão
isen as de impos o em con o midade com as disposições dos A igos
n.º 28 a 42 da Lei sob e o IVA, que os bens ou se iços sejam acei es
pa a ope ações ibu á eis em que su ge uma ob igação iscal e, ao
mesmo empo, pa a ope ações ibu á eis que es ão isen as de
impos o nos e mos dos a igos 28 a 42 da Lei do IVA.
Subsídio pa a o
ec u amen o de
abalhado es
des a o ecidos
Sim, pa a odos
os ipos de WISE
na Áus ia
( elacionados
Sim, pa a odos os
ipos de WISE na
Áus ia, Bélgica,
Exemplo: F ança
As WISE bene iciam da con a ação de cada abalhado ágil a
empo in ei o da assis ência dos co eios (cujo mon an e é ixado
anualmen e pela E a). O mon an e a ia em unção do modelo WISE.
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Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
Reduções
iscais
concedidas a
doado es
p i ados e/ou
ins i ucionais
Sim, pa a odos
os ipos de WISE
na Áus ia,
Bélgica,
Bulgá ia, F ança
e Eslo énia
Sim, pa a odas as
WISE na
Eslo énia
Exemplo Áus ia:
Se as WISE o em econhecidas como emp esas de u ilidade pública
E cons a em da "Lis a de ins i uições doado as-bene iciá ias" (BMF,
2021), en ão os doado es (ins i uições p i adas) êm di ei o a "deduzi
os dona i os a é 10% dos seus luc os do seu impos o sob e o
endimen o", com o limi e de 500.000 eu os - no p azo de 5 anos.
Sim, mas apenas
pa a alguns ipos
de WISE na
C oácia e I ália
(na mesma
medida que pa a
ou as
o ganizações
sem ins
luc a i os)
-
-
Sim, pa a odos
os ipos de WISE
na Macedónia
do No e
-
Um abalhado po ado de de iciência que enha sido diagnos icado
com uma de iciência es á isen o do pagamen o do impos o sob e o
endimen o pessoal. Os undos de con ibuição pa a o segu o de
pensão e de in alidez, con ibuição pa a o segu o de saúde e
con ibuição pa a o emp ego de po ado es de de iciência são
ga an idos pelo o çamen o da República da Macedónia
Sim, pa a WISE
classi icadas
como Tipologia 2
na Roménia
-
As emp esas p i adas que adqui em bens e se iços a o ganizações
WISE ce i icadas como Unidades P o egidas Au o izadas ( abalham
com abalhado es po ado es de de iciência que o alizam pelo
menos 30% da sua mão-de-ob a o al) são elegí eis pa a ce as
eduções e/ou exceções iscais.

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Tipologia dos
bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
Sim, pa a odos
os ipos de WISE
na Sé ia
-
Despesas no mon an e ag egado de a é 5% do o al das ecei as:
1) Saúde, educação, ciência, humani á ia, eligiosa e despo i a,
p o eção ambien al, bem como doações ei as a ins i uições,
espe i amen e p es ado es de se iços de p o eção social
es abelecidos em con o midade com a lei que ege a p o eção social;
2) Ajuda humani á ia
Ou as isenções
iscais
Sim, pa a odas
as WISE na
G écia e
Eslo énia, bem
como pa a as
coope a i as de
inicia i a social
em Espanha
Sim, pa a odas as
WISE na
Eslo énia bem
como pa a as
coope a i as de
inicia i a social em
Espanha
Exemplo G écia: Isenção do impos o come cial anual, aplicado às
pessoas singula es e cole i as com es a u o come cial e
no malmen e começa de 600 a 1000 Eu os po ano.
Isenção da ibu ação dos luc os dis ibuídos aos abalhado es (a é
35%)
Exemplo Eslo énia: Redução dos impos os pa a o emp egado no
mon an e de 50% dos abalhado es (po ado es de de iciência) que
pagam, ou 70% se uma emp esa i e excedido a quo a, al como
es abelecido no a igo 62 da Lei do Impos o sob e o Rendimen o de
Pessoas Singula es.
Exemplo Espanha: Coope a i as de inicia i a social espanhola:
Isenção no Impos o sob e T ansmissões Pa imoniais e A os
Ju ídicos Documen ados. Impos o sob e as A i idades Económicas e
Impos o sob e o Pa imónio (95%)
Sim, pa a a maio
pa e dos ipos
de WISE na
Hung ia
-
- Isenção do impos o sob e eículos e isenção do impos o sob e
imó eis pa a Associações e undações
- Isenção da con ibuição pa a a o mação p o issional e isenção de
di ei os pa a o ganizações de u ilidade pública
Sim, pa a as
WISE
classi icadas
-
Isenções pa a ins i uições de ca idade sob e algumas axas das
au o idades locais
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bene ícios
iscais
Ní el nacional
Ní el egional
Obse ações (in o mação sob e as eg as aplicadas, incluindo a
% de isenção iscal aplicada)
como Tipologia 2
na I landa
Sim, pa a as
WISE
classi icadas
como Tipologia 1
na Macedónia
do No e
-
Isenção de impos os e p o isão de undos pa a con ibuições. Os
abalhado es da emp esa de p o eção que não sejam po ado es de
de iciência es ão isen os do pagamen o do impos o sob e o
endimen o de pessoas singula es e são do ados de undos de
con ibuição pa a o segu o de pensões e de in alidez a pa i do
o çamen o da República da Macedónia. As emp esas de p o eção
es ão isen as do pagamen o do impos o sob e os luc os e de odos
os impos os sob e luc os.
Sim, pa a WISE
de ac o em
Po ugal
-
P og ama “In es e Jo em”: P og ama de c iação de emp esas po
jo ens desemp egados com apoio inancei o ao in es imen o, apoio
inancei o pa a a c iação do p óp io emp ego e apoio écnico na á ea
do emp eendedo ismo. Pode inclui uma sub enção não
eembolsá el pa a c ia emp egos a empo in ei o, emp és imos sem
ju os ou apoio inancei o a é 75% do o al do in es imen o elegí el.
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a. Foco nos países do p oje o
Hung ia
As emp esas sociais na Hung ia a amen e a ingem a sus en abilidade inancei a.
Baseiam a sua es u u a de ecei as em múl iplos ecu sos como ecei as de endas,
apoio es a al e apoio p i ado.
I landa
As WISE na I landa u ilizam pa ocínio p i ado, anga iação ge al de undos,
mic o inanciamen o, emp és imos de inanciamen o social e c owd unding como
mecanismos al e na i os ao apoio go e namen al pa a inancia p es ado es de
educação de adul os no local de abalho.
Macedónia do No e
Os P og amas Ope acionais do Es ado pa a as medidas a i as de emp ego o e ecem um
conjun o de subsídios e ou os ipos de apoio a p es ado es de educação de adul os no
local de abalho, indi íduos e ou os emp egado es pa a apoia o emp ego de pessoas
que en en am ba ei as pa a en a no me cado de abalho. Implemen adas a a és da
Agência Es a al pa a o Emp ego, es as medidas incluem:
 P og amas de au oemp ego;
 Apoio a emp esas jo ens em ase de a anque;
 Emp ego subsidiado pa a jo ens, pessoas em isco social, po ado es de
de iciência, e c.;
 P og amas de o mação e es ágios;
 Ob as públicas;
 Di e sos p og amas-pilo o.
As medidas de au oemp ego e de c iação de emp esas pa a jo ens podem se u ilizadas
po no os aspi an es a emp esá ios sociais, enquan o as medidas de emp ego
subsidiado podem se impo an es pa a as emp esas sociais que emp egam pessoas de
g upos ulne á eis.
Desde 2008, a o mação pa a a educação não o mal em sido incluída no plano de
ope ação pa a medidas e p og amas a i os do me cado de abalho. O inanciamen o
des as ações de o mação é assegu ado pelo Es ado.
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O p ocedimen o pa a a implemen ação de p og amas, medidas e se iços pa a o
emp ego é de inido pelas Di e izes Ope acionais, ado adas pelo EARM em coope ação
com os ou os pa cei os de implemen ação.
A inclusão de desemp egados nos p og amas ou medidas pa a o emp ego é ei a com
base em p ocessos anspa en es de candida u a. Os se iços p es ados pela ESA
deco em ao longo de odo o ano. Du an e a pa icipação de desemp egados nos
p og amas a i os, medidas e se iços de emp ego, es es con inua ão a e di ei o à
assis ência social e ao subsídio de desemp ego.
Os desemp egados e emp egado es são in o mados sob e a possibilidade de pa icipa
em p og amas, medidas e se iços de di e sas o mas ( ele one, SMS, e-mail). É
celeb ado um aco do adequado com os pa icipan es, que egula em po meno os seus
di ei os e ob igações e ambém com os p es ado es de educação de adul os.
O inanciamen o dos p es ado es de educação de adul os é ambém o necido pelo
Es ado, com a única condição de e um p og ama e i icado no Cen o de Educação de
Adul os e uma ins i uição e i icada pa a esse p og ama no Minis é io da Educação e
Ciência
Ou as o mas ou inanciamen o incluem o au o inanciamen o dos pa icipan es, p oje os
IPA, ou ou os p oje os.
Po ugal
Exis e algum inanciamen o p i ado em Po ugal, p incipalmen e do sec o bancá io,
como po exemplo o P og ama Inco po a ou o p émio FACES.
O p og ama Inco po a su giu em Espanha em 2006 e oi implemen ado em Po ugal em
2017, sendo en ão inanciado pela Fundação La Caixa, com o Banco BPI e o CaixaBank.
É um mecanismo especi icamen e des inado à inse ção social e labo al de pessoas em
si uações de ulne abilidade, assala iadas ou independen es, incluindo o au oemp ego
nas linhas de ação do P og ama. É, con udo, essencialmen e um p og ama de
in e mediação en e o ecido emp esa ial e os bene iciá ios em isco de ulne abilidade.
O modelo de in e enção, sis ema izado nas e e ências disponibilizadas no websi e do
p og ama, "Guia da Me odologia Inco po a" e no "Modelo Inco po a", baseia-se no
abalho em ede e no conhecimen o das necessidades do me cado de abalho.
O p émio Financiamen o e Apoio ao Comba e à Exclusão Social (FACES) oi c iado em
2007 e apoia anualmen e p oje os ap esen ados po o ganizações da economia social.
O apoio oma a o ma de uma doação (A igo n.º 4 do egulamen o) sob a
esponsabilidade da Fundação Mon epio. T a a-se de inanciamen o de p oje os de
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in e enção social que p omo em ês á eas: i) a emp egabilidade de po ado es de
de iciência; ii) a inclusão de c ianças e jo ens em si uações de isco; iii) espos as
inclusi as pa a amílias ulne á eis e pessoas sem-ab igo. As ês á eas são ans e sais
ao nosso obje o de es udo, con udo a p imei a cons i ui uma con ibuição mais di e a. De
ac o, a emp egabilidade dos po ado es de de iciência é concebida pa a apoia inicia i as
que acili em a abo dagem ao me cado de abalho, p omo am a inclusão e e i a nas
o ganizações ou e o cem o desen ol imen o de compe ências écnicas e/ou pessoais.
Roménia
Apenas ce ca de 5% do o al de 1641 emp esas de economia social ecebe am uma
o ma de ajuda das au o idades públicas a pa i de 2020. A maio ia das o ganizações
WISE depende da sua p óp ia a i idade económica pa a inancia os p og amas de
in eg ação do abalho. O esul ado des e con ex o é que a maio ia das en idades WISE
dependem de pa ocínios p i ados pa a sus en a a sua a i idade. Es es pa ocínios
somam no malmen e mais de 50% do endimen o o al de uma WISE.
Sé ia
As sub enções, como a o ma mais adicional de inanciamen o de o ganizações
cen adas na missão social, são uma das p incipais on es de inanciamen o pa a as
WISE, apesa de uma sé ie de cons angimen os. As sub enções são uma o ma de
inanciamen o c iada com base em dona i os. Es e ipo de inanciamen o implica um ce o
isco, uma ez que on es públicas e doado es em si uações de c ise social e empos
di íceis podem decidi suspende os bene ícios. As associações inanciadas
exclusi amen e po sub enções são colocadas em posição de dependência e são
con on adas com o desa io de se adap a em às exigências de cada doado indi idual, o
que as a as a mui as ezes da sua p óp ia missão. O p óximo mecanismo de
inanciamen o é o mic o inanciamen o, o que implica a possibilidade de acesso a
pequenos ins umen os inancei os a pessoas excluídas dos ecu sos inancei os e
bancá ios o mais. Os in es ido es coope am com ins i uições de mic o inança, g upos
sem ins luc a i os, bancos, e c. O Banco E s e é pionei o da mic o inança e da banca
social na Sé ia e na Eu opa Cen al e O ien al. As emp esas sociais en en am
obs áculos adicionais de ido à pouca in o mação dos bancos sob e a o ma ju ídica
aplicada pelas emp esas sociais (p incipalmen e as OSC). A mic o inança na Sé ia é
pa cialmen e limi ada e sob e egulamen ada de ido à sua dependência dos bancos
come ciais. Exis e ambém um Fundo O çamen al pa a a Reabili ação Vocacional e
Emp ego de Pessoas com De iciência. De aco do com o egulamen o sob e a o ma de
con ola a implemen ação da ob igação de emp ega pessoas com de iciência, a

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ob igação aplica-se a qualque pessoa singula ou cole i a nacional ou es angei a que
enha pelo menos 20 abalhado es e não seja conside ada um emp egado ecém-
es abelecido. Um emp egado que não cump a a ob igação de emp ega po ado es de
de iciência é ob igado a paga mul as à con a de pagamen o do Fundo O çamen al.
Eslo áquia
Na Eslo áquia, a con a ação pública em e mos de con a os ese ados é um
mecanismo de inanciamen o mui o ele an e. A Lei n.º 10, A igos n.º 7 e 8 da Lei dos
Con a os Públicos, em igo a pa i de 1 de janei o de 2020, egula a ob igação de
u iliza o aspe o social em pelo menos 6% dos con a os públicos. Rep esen a uma o ma
indi e a de apoio pa a alcança um impac o social posi i o e man e a compe i i idade
das emp esas sociais a a és da in odução de uma ob igação pa a as au o idades e
en idades adjudican es que enham implemen ado ou começado a implemen a pelo
menos dez con a os públicos po ano ci il, exce o pa a os con a os de baixo alo . A lei
p e ê a u ilização de pelo menos 6% des es aspe os sociais na desc ição do obje o do
con a o como condição especial pa a a execução do con a o ou como c i é io pa a a
a aliação das p opos as. Es es 6% incluem os con a os públicos ealizados sob a o ma
de con a o ese ado.
Além disso, ou a lei disciplina a adjudicação de con a os ese ados nos con a os
públicos pa a e ei os de cump imen o da quo a ob iga ó ia de emp ego de cidadãos com
de iciência. Po um lado, p e ê a ob igação de emp ega cidadãos com de iciência no
mon an e da quo a-pa e ob iga ó ia de aco do com a Lei n.º 63, n.º 1 le a d) o
emp egado , que é uma en idade adjudican e pública ou uma en idade adjudican e, pode
execu a a a és da implemen ação de con a os ese ados nos con a os públicos de
aco do com um egulamen o especial. Po ou o lado, a lei es abelece como 2.000 eu os
o mon an e do p eço da conco ência nos con a os públicos pa a inclui um cidadão com
uma de iciência. "A implemen ação de um con a o ese ado num concu so público de e
se comp o ada a a és de cópias dos documen os do concu so público e do con a o
sob e a implemen ação do con a o ese ado no concu so público".
b. Ou os países
Bulgá ia
Em e mos de apoio público na Bulgá ia, os o ganismos locais desen ol em mecanismos
e p og amas de apoio ao emp eendedo ismo social, com o obje i o de desen ol e os
aspe os egionais da economia social e solidá ia, incluindo medidas nos a os no ma i os
elacionados com o desen ol imen o do município. Pa icipam ambém nas a i idades da
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economia social e solidá ia a a és de á ias o mas de coope ação, po decisão do
conselho municipal. Além disso, o Minis o do T abalho e da Polí ica Social p omo e e
apoia as emp esas sociais, p es ando assis ência me odológica na p ocu a de
inanciamen o especializado pa a a sua a i idade. As emp esas sociais de classe A+
podem se ainda apoiadas, an o inancei amen e como no que diz espei o ao seu di ei o
de cons ui em e eno p i ado, enquan o os cen os de emp ego p o egido ecebem
inanciamen o público pa a a sua c iação.
Os o ganismos públicos nacionais e locais apoiam as emp esas especializadas e as
coope a i as de po ado es de de iciência a a és de es ímulos económicos especí icos
e ou as medidas. Es as pode ão inclui inicia i as locais pa a (1) aumen a a
p odu i idade e a conco ência das emp esas especializadas e coope a i as de
po ado es de de iciência; (2) melho a a p odu i idade das pessoas num ambien e de
abalho especializado e p o idencia a sua o mação p o issional e emp ego e (3) p é-
de e mina as es ições inancei as e económicas das emp esas e coope a i as. A
Agência pa a Po ado es de De iciência pode ambém inancia as emp esas
especializadas e coope a i as de po ado es de de iciência em p oje os e p og amas
al o.
Rela i amen e às polí icas de compensação, o go e no búlga o o e ece á ias medidas
de apoio. As emp esas que ec u am pessoas des a o ecidas bene iciam do O çamen o
de Es ado, 30% das con ibuições de segu o (pagas pelo emp egado ) pa a a segu ança
social es a al, segu o de saúde ob iga ó io e segu o de pensão adicional ob iga ó io pa a
os abalhado es po ado es de de iciência. Além disso, a Agência pa a Po ado es de
De iciência pode inancia um emp egado ao ab igo de um p og ama nacional de
emp ego pa a pessoas com de iciência pa a quali icação e equali icação,
espe i amen e o mação pa a o desen ol imen o p o issional, pa a da acesso ao local
de abalho a uma pessoa com de iciência pe manen e, pa a a adap ação do local de
abalho a uma pessoa com de iciência pe manen e, e pa a equipamen o no local de
abalho a uma pessoa com de iciência pe manen e. O go e no pode ambém inancia
ou os p og amas de es ágio.
Todas as WISE na Bulgá ia es ão a ope a em me cados p i ados e, po an o, ob êm
endimen os p o enien es da sua a i idade económica.
F ança
No que diz espei o às medidas de apoio público, as WISE ancesas bene iciam da
con a ação de cada abalhado ágil a empo in ei o na assis ência dos co eios (cujo
mon an e é ixado anualmen e pelo E a). Es a quan ia a ia em unção do modelo WISE.
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Especi icamen e, odos os ipos de WISE bene iciam de polí icas públicas de in eg ação
a a és da a i idade económica.
Em e mos de polí icas de compensação, as emp esas ecebem incen i os pa a o
ec u amen o de jo ens que i em em bai os p io i á ios, mais p ecisamen e, êm acesso
a 5000 eu os po ano du an e um pe íodo de 3 anos. Ou a medida de compensação em
igo é o inanciamen o do ajus amen o do local de abalho pa a melho se adap a às
necessidades dos po ado es de de iciência. Es ão ambém cobe os inancei amen e
es ágios emune ados pa a jo ens des a o ecidos em si uação de ap endizagem. As
emp esas êm di ei o a ecebe 5000 eu os pa a jo ens com menos de 18 anos e 8000
eu os pa a jo ens en e os 18 e os 30 anos.
As WISE em F ança não ecebem qualque ipo de apoio p i ado.
Além disso, é impo an e no a que as WISE F ancesas ob êm 80% dos seus endimen os
a pa i de a i idade p i ada. Is o a ia ligei amen e, dependendo do modelo, com uma
axa que pode i a é 90%, ou mesmo 95%, pa a as emp esas de emp ego empo á io.
Es a endência de dis ibuição (pública/p i ada) em pe manecido es á el desde há á ios
anos.
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VII. Desa ios e ecomendações
Apesa do g ande núme o de egulamen os a o á eis às WISE desen ol idos em oda
a Eu opa, as WISE eu opeias ainda se depa am equen emen e com desa ios a ní el
nacional, egional ou local. Algumas des as ba ei as já o am abo dadas publicamen e
pelos in e essados (po exemplo, nos Países Baixos), ou as es ão mesmo a se omadas
em conside ação nas polí icas a uais - ou p ocedimen os legisla i os (po exemplo, em
F ança) - ou as, no en an o, ainda pe manecem na obscu idade ou não são ainda
abo dadas (po exemplo, na Roménia ou Sé ia). As ecen es dinâmicas de
desen ol imen o ela i as a p es ado es de educação de adul os no local de abalho
podem se ilus adas com base nos países abaixo indicados.
a. Hung ia
O quad o ju ídico na Hung ia é um desa io e mos a-se insu icien e nos aspe os
educa i os e labo ais. Em de alhe, os desa ios ap esen ados pela Hung ia incluem:
 Cla o econhecimen o do p ocesso de ap endizagem an e io : de aco do com a
Lei da Educação de Adul os al e ada, em igo a pa i de 1 de janei o de 2020, a
medição de compe ências isa a alia a exis ência das compe ências necessá ias
pa a inicia e comple a a o mação, mas a legislação não iden i ica a documen ação,
ex ensão e ins umen os de medição da a aliação de compe ências. O dec e o de
aplicação da lei complemen a a de inição de " econhecimen o da ap endizagem
an e io " com o a o de o candida o pode se dispensado da pa e da o mação se
os seus es udos, ce i icados po um documen o, se e ela em adequados. Assim,
os conhecimen os documen ados pe manecem na decisão da
ins i uição/o ganização de o mação. Em con o midade com o egulamen o de
aplicação, os es udan es ambém êm o di ei o de solici a a sua isenção de
pa icipação, ou o econhecimen o dos seus es udos p é ios e é uma decisão do
che e da ins i uição de o mação se i e em di ei o à isenção de equen a a a i idade
ou ce as disciplinas e as suas a aliações, ais como o econhecimen o de
conhecimen os ou p á icas an e io es. A lei não egula o econhecimen o e alidação
de compe ências adqui idas na ap endizagem não o mal e in o mal no ensino
supe io . T a a-se de uma ques ão impo an e pa a a educação e o mação de
adul os. Melho a a alidação, a aliação e econhecimen o de conhecimen os
an e io es é do in e esse undamen al de odos os en ol idos na educação e
o mação.
 Ausência de quad o ju ídico pa a emp esas sociais e WISE ou, pelo menos, uma
de inição comum das mesmas. É po an o di ícil desc e e o con ex o na Hung ia,
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 Não exis em ins i uições o es e dedicadas a p omo e e desen ol e as
WISE e há al a de medidas de apoio público. O se o das WISE em-se
desen ol ido exclusi amen e a a és do apoio de doado es. Além disso, as WISE
ope am em di e sas o mas ju ídicas (pelo que es ão sujei as a disposições iscais
di e en es), o que complica ainda mais a sua posição des a o á el no me cado.
g. Eslo áquia
Na Eslo áquia, o p oje o "Ajuda ao in es imen o pa a emp esas sociais - componen e
não eembolsá el" - c iado a ní el nacional com o obje i o de apoia emp esas sociais
egis adas, con ém uma condição pa a a ob enção de um emp és imo a im de pode
solici a a ajuda ao in es imen o. A p á ica em demons ado que mui as WISE nem
seque en a am candida a -se e aquelas que o ize am u iliza am bancos come ciais
no mais pa a ob e um emp és imo. O sis ema implemen ado pela Slo enská spo i eľňa
e pelo banco polaco TISE (a a és do pa cei o eslo aco Social Inno a o s), pa a ob e
um emp és imo social, exclui ela i amen e mui as WISE da possibilidade de ob e
assis ência e é ambém complexo e especialmen e mo oso pa a ou os. A a aliação dos
pedidos de emp és imo le a no malmen e mais de seis meses.
Is o pode se explicado po á ias hipó eses, ais como:
 As emp esas sociais não êm acesso a capi al humano/acesso a aconselhamen o
e assis ência de qualidade na p epa ação de pedidos de in es imen o;
 Fal a capi al humano ambém do lado do Minis é io do T abalho. O seu
depa amen o de economia social (sem con a com o pessoal dos cen os
egionais) é compos o po 5 pessoas, enquan o a ualmen e exis em 422 emp esas
sociais egis adas na Eslo áquia;
 As emp esas sociais são pe u badas pela incoe ência da abo dagem das
au o idades na ap o ação e pagamen o de con ibuições ao ab igo da Lei dos
Se iços de Emp ego. É ambém one osa pela complexidade adminis a i a da
ap esen ação de pedidos de pagamen o de con ibuições.
Das p eocupações mais equen emen e pa ilhadas en e as emp esas sociais
des acam-se:
 Ca ga adminis a i a/bu oc a izada desp opo cionada ligada ao ecebimen o
pelos emp egado es das medidas de apoio;
 Fal a de cla eza nas ci cuns âncias ( eg as, esponsabilidades e comp omissos)
da con a ação de á ios g upos de abalhado es des a o ecidos.

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h. Ou os países
F ança
Em F ança, as WISE são cada ez mais econhecidas como agen es que p omo em a
in eg ação dos abalhado es mais a as ados do emp ego. Es e apoio é pa icula men e
o e a ní el nacional, com um apoio signi ica i o do Es ado. Assim, em 2019, o Es ado
es abeleceu o obje i o de c ia 100.000 pos os de abalho adicionais a é 2022. Pa a al,
o am omadas á ias medidas: p imei o, o apoio inancei o ao sec o oi
signi ica i amen e aumen ado (com um o çamen o c escen e desde 2019, de 890 milhões
de eu os pa a 1,3 mil milhões de eu os em 2021); o am o ados á ios diplomas pa a
acili a o desen ol imen o do se o , ais como a Lei da Inclusão em no emb o de 2020.
A ní el egional e depa amen al, o econhecimen o das WISE pelas au o idades públicas
não é o mesmo em odo o lado. Enquan o alguns e i ó ios apoiam o emen e o seu
desen ol imen o (p omo endo a u ilização das WISE pa a con a os públicos), ou os
e i ó ios es ão a a asa um pouco mais o seu desen ol imen o. De ac o, algumas
adminis ações e i o iais con inuam a limi a o desen ol imen o do se o , es ingindo
os campos de a i idade das emp esas (po exemplo, dando uma au o ização pa a
abalha na eciclagem de caixas de ca ão mas não na de id o) ou a sua á ea de
in e enção e i o ial (po exemplo, abalho na á ea pe iu bana da cidade A mas não na
da cidade B). Es es limi es são de ac o ei os em nome da egulamen ação da
conco ência, mas sem conside a a dimensão emp esa ial das WISE.
As WISE ancesas ambém en en am desa ios quando se a a da e icácia das polí icas
de apoio. Embo a as WISE necessi em de ajudas ao emp ego pa a apoia abalhado es
a o ecidos, á ios es udos anceses demons a am que os mon an es das ajudas pa a
os pos os de abalho a uais não pe mi em compensa a con a ação des es
abalhado es menos quali icados e inancia o seu apoio. Além disso, uma ques ão que
em sido le an ada há mui o empo é a al a de in es imen o que pe mi a o
desen ol imen o de emp esas sociais inclusi as. Desde o ano passado, o Fundo de
Desen ol imen o Inclusi o (FDI) ecebeu mon an es adicionais (de 20 milhões de eu os
pa a 120 milhões de eu os em 2020 e 150 milhões em 2021). Fo am lançados con i es
pa a p oje os que p omo am o desen ol imen o e a c iação de emp egos e inanciem a
mudança de escala (comp a de máquinas, in es imen o come cial, I&D) necessá ia pa a
a ingi os 100.000 pos os de abalho adicionais.
Países Baixos
O núme o de WISE nos Países Baixos em indo a c esce , e o papel das mesmas na
in eg ação labo al é is o como impo an e. De ido à descen alização em 2015, o campo
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es á a muda e os se o es público e p i ado es ão a esponde a es a mudança. Como já
oi e e ido an e io men e, es á em cu so uma discussão polí ica sob e a c iação de um
quad o ju ídico pa a as emp esas sociais. Es e pode ia se o p óximo passo no e o ço
das WISE nos Países Baixos. Se o quad o ju ídico osse pos o em p á ica, pode ia
(po encialmen e) se uma g ande on e de dados sob e as WISE. Is o se ia mui o bem-
indo, uma ez que os dados ago a disponí eis são mui o limi ados e a iá eis.
A é à da a, não inham sido c iados quaisque esquemas de apoio às emp esas sociais
e às WISE nos Países Baixos. Há alguns es o ços dos go e nos locais, bem como da
Social-En e p iseNL (Buy Social), De Omslag (apoio às WISE na egião de Ames e dão)
e ou as inicia i as ela i as a aquisições sociais. O impac o des es es o ços em sido
limi ado a é ago a, o que pode á muda se o conseguida uma maio sensibilização.
Foi lançada ecen emen e uma no a inicia i a pelos municípios de 40 cidades de
média/g ande dimensão nos Países Baixos, unidos no chamado G40. Es a ede cen a-
se em á eas polí icas ela i as ao desen ol imen o social, económico e u bano. Em
conjun o com o go e no cen al, pa cei os sociais e a comunidade emp esa ial, o G40
c iou o Ci y Deal: Impac En ep eneu ship, no qual os pa cei os es ão "empenhados no
c escimen o, qualidade de ida e ino ação na ede de cidades holandesas e eu opeias".
O obje i o do Ci y Deal é eduzi os obs áculos às emp esas sociais pa a que possam
c esce . Pa a o alcança , es ão a se ei os es o ços pa a e o ça a o mação de edes;
concebe modelos emp esa iais pa a desa ios sociais; concen a -se no c escimen o de
emp eendedo es sociais; e o na os undos mais acessí eis às emp esas sociais (Social
En e p ise, 2021c). O Ci y Deal pode se is o como um ca alisado pa a es imula as
emp esas sociais e as WISE. Os e ei os do Ci y Deal ainda não são isí eis, uma ez
que a inicia i a oi lançada mui o ecen emen e, a 11 de ma ço de 2021.
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Conclusões
Menos de 60% dos países analisados êm um es a u o bem de inido e o
econhecimen o das WISE po lei ou polí ica especí ica. Alguns dos países
in es igados, ais como a Hung ia, não es ão seque de aco do quan o aos p incipais
concei os de economia social como as emp esas sociais. No en an o, o pionei o da
economia social é a F ança, que econheceu publicamen e as WISE em 1979 e em 1985
já inha ado ado o p imei o p og ama público de apoio às emp esas sociais.
Não há um en endimen o comum nos 19 países analisados quan o à iden i icação
e econhecimen o das WISE como p es ado as de educação de adul os ( e o
exemplo da Hung ia que econhece como uma o ma de WISE apenas emp esas sociais
de eabili ação di igidas a po ado es de de iciência, excluindo qualque ou a
ulne abilidade a que ou as emp esas sociais possam o e ece se iços, ou a Macedónia
do No e que de ine as WISE como um ipo de educação in o mal em ez de como
p es ado a de educação de adul os). Nos 19 países eu opeus es udados, há mais
coe ência na de inição e econhecimen o das o ganizações que o e ecem se iços
aos po ado es de de iciência do que às pessoas de g upos ulne á eis. Assim, os
bene ícios iscais pa a o ganizações que se em os po ado es de de iciência são mais
consis en es do que os de o ganizações que se em ou os ipos de g upos ulne á eis.
De ido à al a de econhecimen o das WISE, há poucos dados sob e a si uação das
mesmas na maio ia dos países es udados, po exemplo Hung ia, I landa, Macedónia do
No e, Po ugal e Países Baixos.
A maio pa e dos quad os ju ídicos das WISE são ado ados a ní el nacional, com
algumas exceções de implemen ação a ní el egional, como a Bélgica, I ália, Eslo énia
e Espanha.
Nos países eu opeus que já dispõem de um quad o legal pa a as WISE, algumas
das o ganizações ele an es conside am a legislação es i i a ou inú il pa a o
desen ol imen o e sus en abilidade das WISE, po exemplo, Roménia e Sé ia. No
caso da Roménia, a lei da economia social az mais ob igações do que di ei os e
bene ícios pa a as WISE, pelo que mais o ganizações desis i am ou não p e endem ob e
o seu econhecimen o legal como WISE.
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Na maio ia dos países da Eu opa analisados, os bene ícios iscais a ibuídos às
WISE a ní el nacional, são os subsídios pa a o ec u amen o de abalhado es
des a o ecidos, seguidos da isenção do impos o sob e as emp esas (sob e os
luc os).
A maio ia das WISE dos países eu opeus es udados, com pequeno apoio inancei o pa a
os seus se iços a g upos ulne á eis, u ilizam ou os mecanismos pa a sob e i e :
ope a em me cados p i ados e assim ob e endimen os da sua a i idade económica,
pa ocínio p i ado (exce o a F ança), anga iação ge al de undos, mic o inanciamen o,
emp és imos de inanciamen o social, acesso a sub enções.
Mesmo que os países que pa icipam nes e es udo epo em colabo ações en e
ins i uições es a ais e as p óp ias WISE ou nas WISE en e si, há baixa
ep esen a i idade das edes nacionais de WISE. Dos es udos sob e países eu opeus,
a I landa, Sé ia e Hung ia enume a am as edes nacionais mais as as e an igas. Ainda
assim, a impo ância de uma ede WISE é e elada e a é mesmo a i mada como um
desa io pa a alguns dos países que pa icipam na in es igação a ual (po exemplo, a
Hung ia delineia o isolamen o e a al a de coope ação en e as WISE que c ia um
obs áculo a uma ação posi i a de lobby jun o dos deciso es polí icos e impede a
sensibilização pa a o ema no país).
Dos es udos sob e países eu opeus, a I landa, a Sé ia e a Hung ia enume a am as
edes nacionais mais as as e an igas. Ainda assim, a impo ância de uma ede WISE é
e ela-se como um desa io pa a alguns dos países que pa icipa am na p esen e análise
(po exemplo, a Hung ia delineia o isolamen o e a al a de coope ação en e WISE que
c ia um obs áculo a uma ação posi i a de lobby jun o dos deciso es polí icos e impede a
sensibilização pa a o ema no país).
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Bibliog a ia
Hung ia
Cen o Eu opeu dos Di ei os dos Ciganos
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u ile-and-insidious
Sec e a ia Nacional Húnga a pa a a Educação P o issional e de Adul os
h ps://www.ni e.hu/index.php?op ion=com_con en & iew=a icle&id=2&I emid=101
In o mação sob e o es ado a ual do P og ama de Ob as Públicas (PWS) na Hung ia
h ps://koz oglalkoz a as.ko many.hu/download/8/3a/51000/In o ma ion%20on%20 he%
20cu en %20s a us%20o %20Public%20Wo k%20Scheme%20(PWS)%20in%20Hung i
a.pd
Es a égia de Ap endizagem ao Longo da Vida na Hung ia
h ps://eacea.ec.eu opa.eu/na ional-policies/eu ydice/Hung ia/li elong-lea ning-
s a egy_ o
A aliação dos p og essos das e o mas es u u ais, p e enção e co eção dos
desequilíb ios mac oeconómicos, e esul ados das análises ap o undadas nos e mos
do Regulamen o (UE) n.º 1176/2011, Rela ó io da Hung ia -
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Documen o de abalho da Comissão, Rela ó io País Hung ia 2020, Documen o de
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Eu opeu, ao Conselho, ao Banco Cen al Eu opeu e ao Eu og upo sob e o Semes e
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educa ion-and- aining-and-adul -lea ning_en
Polí ica Nacional de Emp esas Sociais pa a a I landa 2019-2022
h ps://www.go .ie/en/campaigns/e779c3-social-en e p ise-policy/#
Depa amen o de Desen ol imen o Ru al e Comuni á io
h ps://www.go .ie/en/o ganisa ion/depa men -o - u al-and-communi y-de elopmen /#
Se iço de Regis o Come cial
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Isenção de impos os de ca idade, impos os e al ândega na I landa
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bodies/cha i able- ax-exemp ion/index.aspx
IVA e Ca idades, Impos os e Al ândega na I landa
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Incen i o JobsPlus, Depa amen o de p o eção social
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Bolsas de iniciação, Esc i ó io de emp esas locais
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Re isão do P og ama de Se iços Comuni á ios, Depa amen o de Desen ol imen o
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Macedónia do No e
Es a égia de Coope ação do Go e no com a Sociedade Ci il, 2012-2017
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Desen ol imen o e Es ado da Educação e Ap endizagem de Adul os (EAA), Rela ó io
Nacional da República da Macedónia
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Cen o de Educação de Adul os, Skopje
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Documen o conce ual do Cen o de Fo mação P o issional pa a a ap endizagem no
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Es a égia Nacional pa a o desen ol imen o das emp esas sociais na República da
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