Ma ia Helena Maia, Alexand a Ca doso e Joana Cunha Leal
A ‘ARQUITECTURA POPULAR EM PORTUGAL’. UMA LEITURA CRÍTICA
RELATÓRIO FINAL
1 de Ab il de 2010 – 30 de Junho de 2013
P ojec o inanciado po undos FEDER a a és do P og ama Ope acional Fac o es de
Compe i i idade – COMPETE (FCOMP-01-0124-FEDER-008832) e po Fundos Nacionais
a a és da FCT – Fundação pa a a Ciência e Tecnologia (PTDC/AUR-AQI/099063/2008).
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Índice
I. Ap esen ação ………………………………………………………………………… 4
II. Ta e as
Ta e a 1: Início da in es igação ……………………………………………………. 6
Ta e a 2: Recolha e a amen o de dados …………………………………….. 9
Ta e a 3: Viagens de abalho de campo …………………………………….… 12
Ta e a 4: Conclusões p o isó ias …………………………………………………. 13
Ta e a 5: Encon o Cien í ico ………………………………………………………. 15
Ta e a 6: P epa ação do abalho de campo ………………………………… 21
Ta e a 7: T abalho de campo ………………………………………………….…… 22
Ta e a 8: Desen ol imen o eó ico e mapas ……………………….…….…. 26
Ta e a 9: Rela ó ios ………………………………………………………………….... 46
III. Resul ados
Ap esen ação ……………………………………………………………………………. 51
Comunicações ………………………………………………………………………..… 52
Publicações ………………………………………………………………………………. 54
O ganização de encon os cien í icos …………………………………………. 57
Exposições ……………………………………………………………………………….. 57
IV. Equipa
Equipa ……………………………………………………………………………………. 58
Colabo ado es ………………………………………………………………………… 58
Re iso es ……………………………………………………………………………….. 58
V. Ag adecimen os …………………………………………………………….. 59
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I. APRESENTAÇÃO
O p oje o de in es igação que nos p opusemos desen ol e cen a-se no es udo
c í ico do olume A qui e u a Popula em Po ugal, publicado em 1961 pelo
Sindica o dos A qui e os.
A escolha des a ob a passou não só pelo ac o de cons i ui um ma co na
his ó ia da cul u a a qui e ónica po uguesa mas ambém po que conside amos
que a sua análise c í ica man ém oda a sua opo unidade, ago a que o ema dos
e náculos e egionalismos o nou a en a no âmbi o das discussões
p o issionais.
No en an o, não se a ou de es uda a ob a de manei a isolada, em si mesma e
po si mesmo, uma ez que de endemos o seu es udo num quad o ponde ado e
em cons an e diálogo com elemen os eó icos subjacen es à exp essi idade
p óp ia de algumas das linguagens e udi as mode nas.
E e i amen e, as hipó eses de es udo em que es e p oje o apos ou e que Ped o
Viei a de Almeida ca ac e izou como pa âme os em su dina, são apenas duas
que acabam po se e ela complemen a es, e ac edi amos que mui o
de e minan es.
Em p imei o luga a noção da impo ância gené ica da maio ou meno
espessu a das pa edes que delimi am a a qui e u a, con o mando aquilo que
podemos chama po um lado uma poé ica de pa edes delgadas e po ou o
uma poé ica de pa edes espessas.
Em segundo luga a noção da impo ância do espaço- ansição na ge al
economia da exp essão a qui e ónica.
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Nes e abalho se imo-nos po an o de duas a á eis analí icas como
ins umen os iá eis de análise, em que essa iabilidade ambém é ela p óp ia
pos a à p o a e pa a isso como ma e ial base de es udo se imo-nos de
exemplos da chamada a qui e u a “ e nácula” em Po ugal.
Pa alelamen e, impo ou comp eende o papel do Inqué i o à A qui e u a
Regional no con ex o da cul u a a qui e ónica po uguesa e in e nacional e
con ibui pa a a cons ução do conhecimen o das p oblemá icas
his o iog á icas e c í icas em que o mesmo se encon a implicado.
Uma explicação mais de alhada do pon o de pa ida des e p oje o oi publicada
no que chamamos o Documen o Ze o (Ped o Viei a de Almeida, 2010)
De egis a ainda que, em Se emb o de 2011 a equipa e o p oje o o am
se iamen e abalados com a mo e do seu in es igado esponsá el.
Pa a além do abalo que p o ocou do pon o de is a a e i o, o desapa ecimen o
de Ped o Viei a de Almeida eio empob ece o desen ol imen o do abalho,
uma ez que es e se apoia a na p odução eó ica que inha indo a desen ol e
desde os anos 60, sendo indiscu i elmen e o ideólogo des e p oje o.
A decisão de con inua o abalho, omada cole i amen e pela equipa, cons i uiu
o nosso modo de o eco da e espei a a impo ância da sua ob a.
Ob iamen e, is o ob igou a uma eo ganização p o unda do abalho, com is a
à sua conc e ização com menos um elemen o e de modo a ecupe a os meses
en e an o pe didos.
Is o le ou à sob eposição de a e as, inicialmen e pensadas como sequenciais e
que acaba am po se execu adas em simul âneo.
Es a si uação acabou po e i ica -se posi i a, a é po que, do pon o de is a
me odológico, já inha sido de e ada a necessidade de a icula di e amen e o
abalho desen ol ido no e eno com a elabo ação das ca as e mapas e com o
desen ol imen o eó ico do p oje o, como se explica á quando da ap esen ação
das a e as co esponden es.
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Po ou o lado, des a necessidade esul ou que a edação da undamen ação
eó ica oi an ecipada, o que pe mi iu que o abalho osse desen ol ido em
es ei a elação com a e lexão eó ica e c í ica en e an o p oduzida po Viei a
de Almeida, que desse modo con inuou p esen e e a i o no âmbi o da equipa.
A deslocação do encon o cien í ico in e nacional, Su eys on Ve nacula
A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y a chi ec u al cul u e, de
Se emb o de 2011 (da a pa a que es a a inicialmen e p e is a) pa a Maio de
2012, cons i uiu o único aspe o menos eliz deco en e da ep og amação do
p oje o, uma ez que ouxe uma ca ga suplemen a de abalho a uma agenda
já bas an e ca egada. No en an o, o esul ado inal des e encon o jus i icou
amplamen e a sua ealização.
Po úl imo, impo a egis a que a documen ação eunida e p oduzida nes e
p oje o se á deposi ada no a qui o do CEAA | Cen o de Es udos A naldo
A aújo pa a consul a dos in es igado es que nela es ejam in e essados, es ando
p e is o o seu a amen o in o má ico pa a disponibilização on line na página
do CEAA (www.ceaa.p ), secção "P oje os Financiados", onde se encon a já
disponí el a in o mação ela i a a es e p oje o.
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II. TAREFAS
Ta e a 1: Início da in es igação [Beginning o he in es iga ion]
Es a a e a subdi ide-se em duas pa es: uma p imei a pa e de p epa ação
gené ica do abalho e uma segunda pa e de p epa ação da documen ação
g á ica publicada na A qui e u a Popula em Po ugal, dada a necessidade de
conside a em simul âneo es es dois aspe os de e minan es pa a o a anque do
abalho.
A exis ência des a a e a inicial oi in oduzida no p oje o po se e , na al u a,
conside ado que a dependência nes a ase da adesão de en idades ex e io es não
di e amen e con olá eis pela equipa, pode ia cons i ui um a o de
inde e minação que aconselha a a es abelece um p azo p é io de p epa ação
gené ica do abalho, já que pode ia aze de alguma manei a in le i a
p og amação, ou mesmo pon ualmen e ob iga à e isão dos mé odos p e is os,
o que ealmen e eio a acon ece .
Assim, o p imei o passo oi co igi o c onog ama do p oje o com in odução do
des asamen o empo al en e a da a p e is a pa a o seu início (01.01.2010) e
aquela em que e e i amen e começou (01.04.2013).
Regis e-se que es e simples adiamen o no início do p oje o eio pos e io men e
a e ela -se deses u u ado da p og amação de oda a e en e associada ao
abalho de campo, eme endo pa a meses chu osos uma a i idade p e is a
pa a um pe íodo clima e icamen e mais adequado ao abalho a ealiza , como
se e á mais à en e.
Simul aneamen e, oi es abelecido com odo o po meno e igo possí eis, um
p og ama que compa ibilizasse a calenda ização das a e as a desen ol e pelos
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di e en es elemen os da equipa com os na u ais comp omissos p o issionais a
que cada um es a a ligado.
Po ou o lado, na sequência da cons a ação de que no olume A qui e u a
Popula em Po ugal não se e i ica a a compa ibilização da sinalé ica
emp egue zona a zona pa a cada um dos ipos a qui e ónicos e e idos, a is o se
jun ando a exis ência de zonas “cegas” e ou as assime ias mais ou menos
signi ica i as, es a a p e is a, como já oi e e ido, uma segunda e en e do
abalho p epa a ó io inicial associada à ecolha e p imei a e lexão sob e essa
documen ação.
Es a p og amação es a a associada à consciência de que oda essa
documen ação inha de se a ada pa a se lida em conjun o, excluindo alguns
elemen os que não pa eciam ele an es pa a a in es igação c í ica que
p e endíamos e e en ualmen e ag egando casos que no Inqué i o são
ap esen ados como dis in os e desag egando ou os casos que no mesmo
Inqué i o são conside ados den o da mesma ca ego ia, quando c i icamen e
udo suge ia que de essem se conside ados em sepa ado.
Nes a p imei a ase, is o implicou o le an amen o, análise e a amen o
udimen a da documen ação g á ica exis en e com is a a pe mi i uma lei u a
de conjun o.
Foi ainda nes a ase que se oma am as p imei as decisões de e minan es pa a o
desen ol imen o u u o da in es igação – nomeadamen e a ci cunsc ição do
abalho aos exemplos de habi ação popula – e se p ocedeu à p imei a análise
sis emá ica da sinalé ica exis en e, com is a à espe i a uni o mização.
Is o é, p ocedeu-se a um abalho de in e p e ação c í ica dos elemen os
g á icos, começando a con igu a a sua jus i icação caso a caso num quad o
eó ico, ao mesmo empo que se ealizou uma sua p imei a in e p e ação no
plano g á ico.
Es a a e a oi ealizada plenamen e, den o do pe íodo e nos e mos p e is os
pa a o e ei o.
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Esquemas elabo ados po Ped o Viei a de Almeida em Ma ço de 2010, du an e a p imei a ase
de p og amação do abalho
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Ta e a 2: Recolha e a amen o de dados [Da a collec ion and ea men ]
Nes a a e a p e ia a ecolha de documen ação cons an e de espólios de alguns
a qui e os, ou seja, da documen ação associada ao Inqué i o emanescen e em
espólios pa icula es.
Is o le ou à ecolha e digi alização de documen ação p o enien e dos a qui os
amilia es de alguns dos in e enien es no Inqué i o, como é o caso dos
a qui ec os Oc á io Lixa Filguei as, A naldo A aújo e Ca los Ca alho Dias,
impo an e pa a a e olução do abalho. Independen emen e da impo ância
que o acesso a es a documen ação e e pa a a ealização des e p ojec o,
encon a-se a ualmen e em negociação a possibilidade de disponibiliza o
acesso à mesma a a és da c iação de uma base de dados on line, na página do
Cen o de Es udos A naldo A aújo.
Pa alelamen e a es e es o ço mais indi idualizado, p e ia-se a ealização, jun o
dos a qui os da O dem dos A qui e os, de uma en a i a de acede ao espólio do
Inqué i o lá deposi ado uma ez que sabemos e em sido ecolhidos 10.000
documen os, dos quais só o am publicados ce ca de 2.000.
E e i amen e, oi iden i icada na posse da O dem dos A qui e os g ande pa e
da documen ação p oduzida du an e a ealização do Inqué i o à A qui e u a
Regional, no en an o, apesa dos á ios con ac os es abelecidos nesse sen ido,
an o como equipa de in es igação como indi idualmen e, enquan o memb os
da O dem, não nos oi dado acesso à documen ação.
Tudo quan o conseguimos da O dem dos A qui e os oi a possibilidade de
consul a, na sala de lei u a da espe i a biblio eca, da documen ação não
publicada que ha ia sido an e io men e digi alizada e egis ada num CD Rom,
c emos que po Rod igo Olle o, no âmbi o da in es igação ealizada pa a o seu
dou o amen o.
Des a consul a esul ou in o mação impo an e pa a a con i mação das
hipó eses a en adas, mas o impedimen o do acesso ao conjun o da
documen ação não nos pe mi iu e uma isão global em p imei a-mão do
conjun o da documen ação e po an o, impediu-nos de pode desen ol e
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mode nos. Além disso, o Inqué i o po uguês à a qui e u a e nacula cons i ui
um egis o no á el do an igo país u al ealizado no exa o momen o em que
es a a p es es a desapa ece . Es e ac o i ia ga an i ambém a sua impo ância
pa a ou os campos de es udo, como a an opologia, a his ó ia e a o og a ia.
Associada ao p ojec o em cu so A “A qui ec u a Popula em Po ugal”. Uma
Lei u a C í ica (FCT: PTDC/AUR-AQI/099063; COMPETE: FCOMP-01-0124-FEDER-008832), es a
con e ência em po obje i o discu i os an eceden es, condições, me odologias,
esul ados publicados, e ei os e impo ância des e ipo de inqué i os na
a qui e u a e no pensamen o a qui e ónico do século XX, com is a à
comp eensão do caso po uguês no con ex o cul u al in e nacional.
Es e call o pape s oi di ulgado a ní el nacional e in e nacional a a és da
lis a de emails da Eu opean A chi ec u al His o y Ne wo k (EAHN) e da
Con e ence Ale s, pa a além de á ias pla a o mas e si es nacionais (po ex:
Escola Supe io A ís ica do Po o, do IGESPAR, da O dem dos A qui ec os,
Cen o de Es udos de A qui ec u a e U banismo da FAUP) e in e nacionais
(pla a o ma Vi u ius, A chi ec u al Humani ies Resea ch Associa ion (AHRA)
e o “u ban s udies blog”). Foi ainda c iado um si e do e en o:
h p://a chi ec u alsu eys.wo dp ess.com/
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A comunidade cien í ica espondeu em núme o su p eenden e a endendo à
especi icidade do ema – egis e-se que o encon o in e essou não só
in es igado es eu opeus como ou os p o enien es da Á ica, Asia e Amé icas
do No e e do Sul – se bem que as p opos as ap esen assem alguma ampli ude
na in e p e ação do que e a pedido.
Nes a sequência oi decidido man e alguma ole ância na seleção das
comunicações, nomeadamen e no que se e e ia à espos a da comunidade
nacional com p opos as ligadas ao caso po uguês, o que acabou po e ela -se
uma excelen e opção, uma ez que nos pe mi iu, pa a além do obje i o inicial de
colhe in o mação sob e o con ex o in e nacional, compa a a nossa
in es igação com o que em Po ugal se es a a a aze nes e campo.
Assim, o am selecionadas 30 p opos as das ce ca de 50 ecebidas, a que se
jun ou a pa icipação de dois dos consul o es, que deseja am ap esen a
comunicação e 2 con e encis as con idados, Ana Tos ões e Ca lo A zeni,
selecionados po e em eles p óp ios pa icipado na ealização de inqué i os à
a qui e u a e nacula .
Po úl imo, a equipa en endeu ambém pa icipa com duas comunicações
sucessi as e in e ligadas en e si: na p imei a, ealizando uma ap esen ação do
p oje o e dos esul ados a é à da a ob idos; na segunda, ap esen ando a
p opos a eó ica de Ped o Viei a de Almeida (1933-2011) que es e e na base do
p oje o, enquad ando-a na ob a do au o .
Com es a segunda comunicação a equipa quis simul aneamen e homenagea o
seu in es igado esponsá el e egis a au o ias, uma ez que a con inuação do
p oje o após o desapa ecimen o do seu IR lhe le an a a p oblemas é icos no que
se e e e à manipulação dos ins umen os eó icos po es e o mulados, sendo
essa manipulação oda ia indispensá el à con inuação do abalho.
O esumo das con ibuições oi egis ado em papel num li o de esumos que
incluía ambém o p og ama e os cu icula esumidos dos in e enien es,
enquan o o ex o in eg al das comunicações e a egis ado num li o de ac as,
publicado em CD Rom anexo ao Book o Abs ac s. Ambas as publicações o am
dis ibuídas g a ui amen e a odos os pa icipan es, endo a edição de 100
exempla es esgo ado no e en o de ido aos inúme os pedidos de exempla es
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pa a as biblio ecas das ins i uições a que os in es igado es p esen es es a am
associados.
A Con e ência – Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in he
20 h cen u y a chi ec u al cul u e (Po o: ESAP, 17, 18 e 19 de Maio de 2012) –
acabou po e ela -se mui o mais impo an e do que ínhamos inicialmen e
p e is o, endo con ibuído não só pa a o deba e e oca de expe iências do ema
em ques ão, como sido decisi a an o pa a a p ojeção in e nacional do
Inqué i o, como pa a uma no a ap oximação nacional ao mesmo, de que
con e ências pos e io es como o Colóquio In e nacional A qui ec u a Popula
(A cos de Valde ez: Casa das A es, 3-6 Ab il 2013) e o subsequen e aumen o
signi ica i o de p odução eó ica associada ao ema ie am demons a .
Po úl imo, egis e-se que a equipa p ocu ou en ol e no e en o es udan es de
2º e 3º ciclo, endo pa icipado, a di e en es ní eis, na sua o ganização 4
dou o andos e 5 mes andos.
Resumo dos dados ela i os à In e na ional Con e ence
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in he 20 h
cen u y a chi ec u al cul u e
Comunicações da equipa:
Ma ia Helena Maia, Alexand a Ca doso and Joana Cunha Leal – Ou P ojec :
The “Popula A chi ec u e in Po ugal”. A C i ical Look. In e cala esul s o
a esea ch p ojec
Joana Cunha Leal, Ma ia Helena Maia and Alexand a Ca doso – Ped o Viei a
de Almeida and he Su ey
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Con e ências:
Ca lo A zeni – Sa dinia’s his o ic dis ic s Reno a ion Manuals
Ana Tos ões – The Su ey as a knowledge p ocess, he esea ch as a c i ic ool
Comunicações:
Aga ez, Rica do – Ve nacula , conse a i e, mode nis : he uncom o able
‘Zone 6’ (Alga e) o he Po uguese olk a chi ec u e su ey (1955-1961)
Alcolea, Ruben & Ai o Acilu – F om Sea o S one. C adle o A an -ga de
Al inöz, Mel em Özkan – Re iew on Ve nacula A chi ec u e o Sa anbolu
Houses and Thei Social and Spa ial Re lec ion o e he 20 h Cen u y
A chi ec u al Cul u e, Tu key
And é, Paula – Su eys, a els and disclosu e o e nacula a chi ec u e in
he Po uguese and Eu opean con ex
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1960/70’s A chi ec u al P oduc ion
Bosman, Ge ha d – Local Building Cul u es and Pe cep ions o Wall Building
Ma e ials: In luences on e nacula a chi ec u e in u al a eas o cen al
Sou h A ica
C ushell, Rosaleen– The I ish Sessions House. A Su ey o a s anda d plan in
Muns e
Dias, Tiago Lopes – A C i ical In e p e a ion o The Po uguese Su ey in he
Ea ly Six ies: Nuno Po as and Ped o Viei a de Almeida
Diez-Pas o , Concepción – A chi ec u al Koinè: A chi ec u al Cul u e and he
Ve nacula in 20 h Cen u y Spain.
Dimi san ou-K emesi, Ca he ine and Te esa Ma a -Mendes – Issues on
a chi ec u al su eys. The ‘Inqué i o à A qui ec u a Regional Po uguesa’
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Gunawan, Yenny – Undagi’s Sus ainable A chi ec u e
Limbou i-Kozakou, Elena and Ma ia Philokyp ou – The signi icance o su eys
in he p ese a ion and es o a ion o he e nacula a chi ec u e. The case o
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Regional A chi ec u e in Po ugal o he local applied esea ch: he expe ience
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Ri a, João San a – Building wi h he Clima e in Popula A chi ec u e in
Po ugal: c i ical eading o he “Su ey on Regional Po uguese A chi ec u e”
Saba ino, Michelangelo – Rus ic e sus Ru al: The Ve nacula A chi ec u e
Exhibi ion as Su ey o he Many Faces o I alian Mode nism
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– A Mode n Pe spec i e on Ve nacula Cul u e: Lucio Cos a’s s a egies in
Pa que Guinle esiden ial complex, Rio de Janei o (1948-1954).
Simon, Ma iann– Speci ic A chi ec u e Roo ed in he Coun y. Su ey on
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U bano, Luís – Be ween he e and he e. Ru al and u ban space as na ional
iden i y in 1960’s Po ugal.
Vi udes, Ana Lídia & Filipa Almeida – The Te i o y o “A iei as” S il -House
Villages in he Su ey on Ve nacula A chi ec u e: wha does he u u e hold?
Publicações:
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y
a chi ec u al cul u e: Con e ence P oceedings. Po o: CEAA, 2012, 554 pág.
(isbn 978-972-8784-40-9)
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y
a chi ec u al cul u e. Book o abs ac s. Po o: CEAA, 2012, 68 pág.
(isbn 978-972-8784-39-3)
O ganização:
Comissão Cien í ica: Ana Tos ões (IST, Po ugal), An oni Remesa (UB, Espanha),
Concepción Diez-Pas o (IESA/IEU, Espanha), Joana Cunha Leal (IHA/FCSH-
UNL, Po ugal), Jose ina Gonzalez Cube o (UVA, Espanha), Ma ga ida
Acciaiuoli (IHA/FCSH-UNL, Po ugal), Ma ia Helena Maia (CEAA/ESAP,
Po ugal), Ma iann Simon (BUTE, Hung ia), Miguel Angel de la Iglesia (UVA,
Espanha), Nuno Po as (CEAU/FAUP, Po ugal), Remi Papillaul (U.
21
Toulouse/Fonda ion Le Co busie , F ança), Rui Ramos (CEAU/FAUP,
Po ugal)
Comissão O ganizado a: Alexand a Ca doso (CEAA/ESAP), Joana Cunha
Leal (IHA/UNL) e Ma ia Helena Maia (CEAA/ESAP).
Comissão Execu i a: Alexand a Pe ei a (ESAP), Césa Machado Mo ei a
(CEAA/UL), Joana Cou o (CEAA/ESAP-UL), Ma ga ida Gonçal es
(CEAA/ESAP), Ma ia Ca nei o (CEAA/ESAP), Ma ia Se ano (MIA/ESAP),
Miguel Mo ei a Pin o (CEAA/ESAP) e Fábio Filipe Aze edo (MIA/ESAP).
Ag adecimen os: Jo ge Cunha Pimen el (CEAA/ESAP) – Design g á ico do
ca az da con e ência e das capas das publicações e Susana Milão (MIA/ESAP) –
Auxilio na cons ução da página web.
Ta e a 6: Lançamen o do abalho de campo
Sequencialmen e à a e a an e io oi necessá io p ocede a uma a aliação dos
mé odos an e io men e p e is os, p omo endo alguns ace os pa a ga an i
e icácia das deslocações ao e eno.
Pelas azões expos as na a e a an e io , mas ambém pela cons a ação da
impo ância en e a ealização das deslocações e a elabo ação eó ica, que ia
ab indo no as dú idas e possibilidades, g ande pa e des a a e a acabou po se
ealiza em simul âneo com o abalho de campo e elabo ação eó ica e mapas.
Todas as isi as o am p ecedidas de um abalho de p epa ação das mesmas
que, pa a além dos aspe os logís icos mais imedia os, passou pelo le an amen o
da documen ação g á ica publicada na A qui e u a Popula em Po ugal, bem
como de odos os exemplos ex e io es a ela que se pude am encon a ,
iden i icação da espe i a localização, c uzando es a in o mação com as ca as-
sín ese que en e an o se inham começado a elabo a .
Es e úl imo aspe o oi especialmen e impo an e po que es as ca as da am-nos
in o mação sob e os "aglome ados" emá icos a isi a na sua a iculação com
os dois pa âme os em es udo: espessu a e espaço- ansição, que as isi as
de iam no e eno escla ece ou comple a . A a iculação com os p oblemas
eó icos oi po an o undamen al na p epa ação do abalho de campo.
Regis e-se ainda a impo ância do abalho p epa a ó io, dada a di iculdade em
encon a mui as das ob as e e enciadas no Inqué i o, uma ez que alguns dos
22
locais não es ão sinalizados nos mapas co en es das Es adas de Po ugal,
endo sido necessá io o ecu so a ca a mili a es combinadas com os dados de
GPS pa a e e encia pa e das ob as.
Ta e a 7: T abalho de campo
Desde o momen o da o mulação des e p oje o que a equipa escla eceu que o
abalho de campo não se des ina a a epe i um le an amen o nos e mos
ealizados no Inqué i o, mas sim a e i ica hipó eses eó icas en e an o
o muladas.
Daí os cuidados pos os na sua p epa ação conc e a, com is a à ob enção de
uma maio e icácia e igo na seleção, en ando com isso con ibui pa a uma
maio densidade da lei u a e e uada.
De ac o, o abalho de campo – consis indo em o og a ias e le an amen os
g á icos dos exemplos conside ados impo an es – cons i uiu um pon o ulc al
de oda a in es igação, não só po que nes e caso se a ou de um
econhecimen o c i icamen e o ien ado, mas ambém po que simul aneamen e
co espondeu a um pon o pa icula men e delicado que exigiu uma a enção
p on a e uma sensibilidade disciplinada, pa a os exemplos encon ados.
E e i amen e, a ecolha de in o mação no e eno oi essencial pa a a lei u a
c í ica da documen ação p oduzida pelos au o es do Inqué i o, mas ambém
pa a a cons ução das ca as e mapas em que se apoiou a e lexão sob e a
espessu a e o espaço- ansição no que ao uni e so da a qui ec u a popula
po uguesa se e e e.
Exis iu ao longo de odo o abalho um ní el mui o ele ado de a iculação en e
a in o mação g á ica dos mapas que se iam p oduzindo e o abalho de campo,
com e iden es consequências no igo dos esul ados inais ob idos.
Daí a necessidade que desde cedo se sen iu em ep og ama o abalho de
campo de modo a que es e pudesse se ealizado em di e a co elação com o
desen ol imen o eó ico do p oje o.
23
Daí ambém, que enha exis ido alguma ambiguidade en e isi as p é ias de
econhecimen o p e is as na a e a 3 e o abalho de campo.
Conc e amen e, e e imo-nos às iagens às Bei as, desc i as na a e a 3, que
começa am po se pensadas como isi as explo a ó ias mas acaba am po e
que se p olonga e ans o ma em e e i o abalho de campo.
Nes e caso, em especial, a documen ação g á ica de dispúnhamos ap esen a a a
zona como ica em exemplos de espaço- ansição o que não oi possí el
con i ma de imedia o no e eno, a endendo à deg adação de mui os dos
aglome ados u ais e al e ações ap esen adas pela habi ação popula da zona
ab angida no pe cu so da p imei a isi a. Is o le ou à necessidade de ealiza
uma segunda iagem naquela zona, pa a con i ma p essupos os do abalho.
Foi assim que a equipa se ape cebeu da impossibilidade de cump i o
aseamen o inicialmen e p e is o no que se e e e à ap oximação no e eno aos
obje os de es udo.
A necessidade de in oduzi um pe íodo de eo ganização da equipa e do
abalho, na sequência do desapa ecimen o do seu in es igado esponsá el,
ambém con ibuiu pa a es a sob eposição das a e as, que i e am de se
ealizadas num pe íodo de empo mais cu o do que aquele que inicialmen e se
p e i a.
No en an o, a p incipal azão da e e ida sob eposição e mesmo usão de a e as
oi a al e ação me odológica in oduzida na execução do abalho pelas azões já
a ás e e idas.
Nes a ase do abalho de campo o am ealizadas á ias isi as de es udo, as
p incipais das quais na zona sul do país, conc e amen e Es emadu a e Alen ejo.
Os suges i os exemplos de aldeias a iei as localizadas na Es emadu a, o am
impo an es pa a es a alguns dos p essupos os de lei u a do pa âme o
espessu a, no caso, da exp essi idade das pa edes delgadas.
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Exemplos de habi ação em madei a (pa edes delgada) Es emadu a © 2011
Si uação a ual de exemplos egis ados pela equipa do Alen ejo (pa edes espessas) © 2012
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Especialmen e impo an e, oi a iagem ao Alen ejo, dado que a ausência de
ma e ial g á ico p oduzido pela equipa da Zona 5 coloca a um p oblema
impo an e a esol e , se se que ia ob e uma lei u a global do e i ó io.
Foi ainda ealizada uma incu são no Minho e Galiza, es a úl ima a iculada com
a isi a à exposição Companhei os de O ício, em que e a explo ada a elação
en e a a qui e u a e nacula e a qui e u as e udi as do séc. XX e po an o de
g ande in e esse pa a o abalho em cu so.
Si uação ac ual de exemplos egis ados pela equipa do Minho (pa edes espessas e espaço-
ansição) © 2013
Fica am po isi a as zonas 2, T ás-os-Mon es, e a zona 6, Alga e.
Reconhecemos que e ia sido p e e í el ealiza isi as a es as duas zonas, mas
desde o início que sabíamos que es e abalho se ia necessa iamen e incomple o
dado a a -se de uma p imei a ap oximação ao ema.
Assim, quando hou e que elege as zonas a isi a , o am escolhidas aquelas que
se e ela am mais ú eis na ase em que se encon a a o abalho.
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Ca a egional ap esen ada pela equipa da zona 5 e quad o com a sinalização das ipologias po
sub- egião (po nós p opos a)
Pa a es a a e a de ensaia um mapa ipológico da Zona 5, os exemplos
ano ados, a ep esen ação g á ica emp egue, bem como a sua ca ac e ização,
basea am-se em pon os de abo dagem semelhan e que julgamos e iden i icado
no conjun o das ês equipas do sul do país. No e-se que es as equipas o am
pa icula men e sensí eis aos aspec os o mais e cons u i os da habi ação
u al, pa a além da e e ência a á eas geog á icas e sido um ecu so u ilizado
na zona 6 pa a ca ac e iza os di e en es ipos da habi ação alga ia.
Pa a cada sub- egião oi decidido c ia um sinal ep esen a i o do essencial que
e i emos da ca ac e ização dada pelos seus au o es quan o à o ma e aos
elemen os cons u i os pa a cada ipo.
Assim, e a í ulo de exemplo, podemos menciona que a habi ação da sub- egião
de Ba os se dis ingue po uma cons ução de um piso com elhado e cuja
impo ância dada ao espaço da cozinha se exp essa no elemen o da chaminé,
que domina a composição da achada, no malmen e caiada. G a icamen e
esul ou no sinal
Pa alelamen e, e no sen ido de da um signi icado a qui ec ónico a cada um dos
sinais, selecciona am-se do conjun o dos exemplos egis ados pa a es a zona,
aqueles que conside ámos mais elucida i os de cada uma das sub- egiões.
33
Pa a cada uma das habi ações edesenhou-se manualmen e uma plan a e um
alçado na sua o ma mais esquemá ica, que o am pos e io men e digi alizados
e inse idos numa g elha em conjun o com os sinais e com os desc i i os.
O esul ado inal p e ende não i mais além do que o apon a de uma hipó ese
de sín ese quan o à classi icação po ipos da zona 5, apoiando-nos pa a al
naquilo que iden i icamos como base da composição dos mapas ap esen ados
pa a as es an es zonas.
Regis e-se que a elabo ação des e esboço ipológico cons i uiu uma en a i a de
in e p e a g a icamen e o que a es u u a do capí ulo A qui ec u a da Zona em
si já p e ê: iden i ica ca ac e ís icas comuns nos ipos de soluções cons u i as
ace às condições geog á icas pa en es em cada sub- egião.
Hipó ese de um mapa ipológico pa a a zona 5 - Alen ejo
Com a in o mação eunida das seis zonas, ago a compilada na Ca a 2 e no
Quad o 1, passou a se possí el dispo de uma base de abalho, sob e a qual
de imedia o se o nou e iden e a di e sidade de lei u as, e lec ida na
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mul iplicidade de sinais u ilizados, num o al de 82, que ca ac e izam os
di e en es ipos de edi ícios conside ados signi ica i os pelos a qui ec os
au o es da publicação A A qui e u a Popula em Po ugal.
Es a di e sidade pa ece esul a de c i é ios indi iduais adop ados po cada
equipa, que se podem econhece na di e en e opção quan o aos edi ícios
seleccionados, na escolha pe sonalizada dos elemen os g á icos pa a os
iden i ica e no g au de especi icidade com que os mesmos são ca ac e izados.
Mas podemos ambém conside a a possibilidade de que es a a iedade de
egis o aduza di e en es sensibilidades na o ma como as equipas abo da am
as espec i as á eas de es udo, conc e amen e no que se e e e às ques ões de
o dem o mal e cons u i a. Reco de-se que es es aspec os exe ce am um
g ande ascínio sob e os a qui ec os, quando p ocede am ao le an amen o de
campo, con o me es emunham alguns dos seus au o es.
Ca a 2 – Zona 5 in eg ada com p eenchimen o dos sinais (po nós p opos os). To al de 82
sinais egis ados pelas seis equipas
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Quad o 1 - odos os sinais u ilizados pelas equipas do Inqué i o.
Numa lei u a ago a mais compa ada da in o mação é possí el cons a a
algumas e idências quan o à o ma como as equipas pon ua am o seu egis o.
1) De um modo ge al, a sinaléc ica emp egue en a ep esen a
esquema icamen e o alçado dos edi ícios acen uando os seus elemen os mais
signi ica i os, i.é. as escadas, as águas do elhado, os anexos in eg ados, os
con a o es, as chaminés, e c.
2) Em odas as zonas do le an amen o exis em á eas “b ancas”, isí eis pela
ausência de sinalé ica emp egue, não ha endo dados que jus i iquem o seu
signi icado ou in encionalidade em não e em sido a adas.
3) Na aixa de ansição en e zonas não há c uzamen o de in o mação, uma ez
que cada equipa não egis ou ipologias pa a além dos limi es es ipulados,
ba ando à pa ida com es a on ei a, que en endemos a i icial, a hipó ese de
de ini a iculações possí eis. Podemos encon a a única excepção em
exemplos iden i icados pela equipa da zona 2 – T ás-os-Mon es – que egis a o
ac o de alguns dos ipos e em con inuidade pa a a zona 1 do Minho e pa a a
zona 3 das Bei as.
4) Po conside a não exis i “unidade a qui ec ónica” na zona das Bei as, a
equipa espec i a subdi ide o seu egis o em sub- egiões, cada uma associada a
36
uma “casa ípica”, sem que seja escla ecido o po quê desse “ ipismo”. Com base
nos mesmos mo i os, as equipas da zona 5 e da zona 6 i e am a i ude
semelhan e quan o ao pa celamen o da á ea em es udo pa a analisa os
di e en es ipos de habi ação.
5) Podem de ec a -se alguns pon os de con ac o na ep esen ação g á ica das
zonas 2 e 3 quan o à semelhança do icon u ilizado. É o caso das habi ações com
a anda en id açada, dos espiguei os, dos pelou inhos e c uzei os, das
alminhas ou dos me cados/alpend es de ei a. No e-se que es as duas zonas são
as únicas que egis am edi ícios comuns - casa ípica da Sub- egião B-, apesa
des e ipo cu iosamen e não es a localizado nos limi es comuns de on ei a.
6) É obse á el nas zonas 1, 2, e 3 e uma disposição quan o ao egis o das
ipologias em possí eis g upos emá icos: a habi ação, as cons uções de apoio
colec i o à habi ação (sequei os e espiguei os), os equipamen os (me cados) e
as cons uções de ca ác e eligiosos (ig ejas, capelas, alminhas). Po sua ez na
zona 4 – Es emadu a -, o egis o pode subdi idi -se em dois g andes g upos: a
habi ação e as cons uções com um ca ác e indu o de uso colec i o (adegas,
moinhos, cis e nas e poços cobe os), com um apon amen o aos edi ícios
eligiosos nas capelas de bei a-ma . A zona 6 do Alga e apenas egis a ipos de
habi ação.
Pa a além das imedia as consequências g á icas, es a ase do abalho eio
ambém pe mi i um p ocesso sucessi o de análise e in e p e ação c í ica dos
exemplos egis ados, endo subjacen e os dois pa âme os em es udo, o que nos
eio pe mi i começa a delinea os esul ados inais ob idos.
Num p imei o ní el de sis ema ização, en endemos cons i ui g upos emá icos,
com a in o mação hie a quizada segundo a o dem de in e esse pa a o p esen e
abalho – Quad o 2. Julgamos pode enquad a nes es g upos a g ande
di e sidade de ipos egis ada pelas equipas e e i ica a co espondência en e
a sinaléc ica emp egue e os edi ícios que conc e amen e ep esen a. Num
sis ema de g elha es u u ada po ag upamen o, zona de es udo e ipologia,
a uma am-se os sinais pelo seu con eúdo, c iando um sen ido de plani icação
que pe mi iu c uza a in o mação de o ma mais pe cep í el.
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A c iação des es g upos e e em con a a incidência da amos agem na ecolha
ei a pelas equipas quan o ao ipo de uso do edi ício ou elemen o que lhe es á
associado: (1) a habi ação, (2) os de apoio à habi ação (sequei os, espiguei os e
o nos), (3) os que induzem num uso colec i o (no as, ab igos, adegas, moínhos,
cis e nas e poços), (4) os equipamen os (me cados), (5) os de simbologia
eligiosa (ig ejas, capelas e alminhas), (6) os ma cos com o e ca ác e
simbólico (pelou inhos e c uzei os) e (7) o elemen o o e.
Quad o 2 – egis o de odos os sinais u ilizados, a umados po signi icados (po nós
es abelecidos)
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A obse ação des e quad o eio ac esce in o mação mais de alhada às
e e ências an e io men e ano adas aquando da análise do quad o 1:
1) A exis ência de uma assime ia en e as zonas quan o à quan idade de
exemplos ecolhidos pa a a ipologia de habi ação, sendo de ealça o caso da
zona 2, que ap esen a um egis o mui o ala gado e com apon amen os de
de alhe pon ual mime icamen e ep esen ados no símbolo u ilizado, como é o
caso do elemen o da chaminé ou da po a ca al.
2) As zonas 2 e 3 cons i uem um exemplo signi ica i o de u ilização da mesma
sinaléc ica pa a egis o de alguns ipos de habi ação. Aliás, quando c uzados
es es dados com a in o mação cons an e no Quad o 1 é possí el e i ica que
es es sinais co espondem à mesma ipologia.
3) A elação da habi ação u al no seu p olongamen o e dependência com as
cons uções anexas de apoio é o emen e incada pelas equipas das zonas 1, 2 e
3, com a impo ância dada às cons uções dos sequei os e dos espiguei os.
4) As zonas 1, 2, 3 e 4 ala gam o âmbi o do seu le an amen o pa a além das
ipologias da habi ação ao egis a em cons uções com um ou o ipo de unção.
5) A u ilização pelas equipas de di e en e sinalé ica pa a ep esen a
cons uções com o mesmo ipo de uso, como é o caso dos espiguei os, dos
sequei os, dos me cados ou das capelas. Es a di e enciação pode de alguma
o ma es a elacionada com o que a ás já oi e e ido quan o à ep esen ação
g á ica o mais possí el es ilizada da imagem eal e especí ica de cada edi ício em
cada zona de es udo.
6) O me cado é unicamen e indicado pelas equipas 1, 2 e 3. No en an o, a equipa
da zona 4 iden i ica, nos aglome ados u ais, um conjun o de cons uções
a iadas que indiciam um uso colec i o, o que pode á eme e pa a uma
abo dagem do e i ó io mais sensí el a indicado es de alguma u banidade.
7) As equipas da zona 2 e 3 são as únicas que egis am elemen os com um o e
ca ác e simbólico e de excepção ace ao le an amen o ge al, uma ez que não se
limi a aos edi ícios. Es as duas equipas es ão uma ez mais coinciden es quan o
à u ilização de uma mesma sinalé ica pa a os indica , nes e caso as alminhas, os
c uzei os e os pelou inhos.
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8) Os exemplos de o e egis ados exclusi amen e na zona 1 apa ecem como
um elemen o singula nes e le an amen o.
No decu so da sis ema ização de in o mação que se seguiu, excluímos alguns
elemen os que não nos pa ece am ele an es pa a a in es igação c í ica que
p e endemos desen ol e . Como esul ado, des acámos as es u u as com maio
ca ác e indu o de ida colec i a – a habi ação – anulando as es an es que
nos pa ece am ap esen a apenas uma u ilidade induzida – as es u u as de
apoio à habi ação, as es u u as de apoio à p odução, os equipamen os, as
ig ejas e capelas, os ma cos e as o es - CARTA 3.
Ca a 3 – Man e só os sinais elacionados com a habi ação. Sinais excluídos: sequei os,
espiguei os, no as cobe as, ab igos de ba cos e u ensílios de sa gaçei os, o nos, pelou inhos,
alminhas, c uzei os, adegas, moinhos, cis e nas e poços cobe os, me cados e o es
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Findo es e p ocesso apu a am-se 53 ipos de habi ação popula , ac o que nos
le ou a e lec i se a es e ele ado núme o de cons uções co espondia uma
e ec i a di e enciação no que à essência des as a qui ec u as espei a a, ou se
pelo con á io pode iam exis i pa icula idades em comum.
Pa alelamen e, ambém nos pa eceu e iden e que pa a o g upo dos edi ícios de
habi ação se ia necessá io c ia um ou o ní el de selecção que pe mi isse uma
maio in eligibilidade da in o mação inse ida.
Nesse sen ido, e num segundo ní el de sis ema ização, en endemos p ocede a
uma en a i a de ag upamen o numa mesma classi icação ipológica, dos
exemplos de habi ação que no Inqué i o são en endidos sepa adamen e e
ap esen ados como dis in os, sem que disso nos pa eça à pa ida esul a
qualque an agem analí ica, ensaiando ambém um p imei o econhecimen o
dos alo es exp essi os da espessu a e do espaço- ansição - CARTA 4.
Nes e p ocesso de associação e pa a cada zona de es udo aplica am-se il os ao
con eúdo dos mapas ipológicos. Um p imei o il o oi aplicado ao ní el dos
ma e iais que cons i uem a es u u a da habi ação – ped a, adobe, aipa e
madei a – que pode iam aduzi a a iá el da espessu a da pa ede, e um
segundo il o oi aplicado ao ní el dos elemen os a qui ec ónicos – a anda,
alpend e, pá io, aço eia – que pode iam aduzi a a iá el do espaço ansição.
O elemen o da a anda en id açada oi de imedia o des acado po
conside a mos que à pa ida ele pode con e uma i ência p óp ia do espaço
ansição.
Pa a cada zona u iliza am-se os sinais de o igem que melho ep esen am es a
no a uni o mização de ipos, sendo que a sua legenda p e ende já enuncia uma
ligação ans e sal ao ní el de odo o e i ó io nacional dos dois pa âme os em
es udo.
Com es a depu ação de sinais exceden es, diminuiu-se o núme o de ipos de
habi ação pa a 21 ipos, o que começou a o na a lei u a do conjun o mais
legí el e o ien ada, es abelecida ago a numa no a base de abalho assen e
numa maio compa ibilização en e as zonas.
41
Ca a 4 – Sinais sín ese - ag upa na mesma classi icação ipológica exemplos de habi ação
ap esen ados como dis in os pelo Inqué i o.
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base (2010) a pa i do qual se p ocedeu a sucessi os desen ol imen os
pa cela es, ap esen ados em á ios encon os nacionais e in e nacionais.
É es a linha de abalho que es á na o igem de um núme o signi ica i o das
publicações e comunicações p oduzidas, bem como do encon o in e nacional
desc i o na a e a 5. Uma e são condensada des a in es igação é egis ada no
Cade no 4.
É no segundo caso, mais complexo e po isso com u os mais a dios, que se
inse e a p odução eó ica de Ped o Viei a de Almeida e o abalho publicado
pela equipa em 2013.
Como icou di o a ás, a pe da i emediá el de Ped o Viei a de Almeida ob igou-
nos a uma eo ganização p o unda e ouxe-nos alguns p oblemas,
nomeadamen e de enquad amen o é ico, quan o ao modo como ha ia de da -se
con inuidade ao abalho.
E e i amen e, se o es udo do Inqué i o à A qui e u a Regional no seu
signi icado his o iog á ico e nas implicações his ó icas, mais ou menos
e iden es, não nos az qualque p oblema, já o mesmo não acon ece com a
u ilização e desen ol imen o do abalho que em como pon o de pa ida a
cons ução eó ica associada aos dois pa âme os pensados e de inidos po
Ped o Viei a de Almeida.
Como já oi e e ido, à da a da sua mo e, es e encon a a-se a e mina a
edação da e lexão eó ica que cons i ui uma das ped as-cha e des e p oje o.
Encon a a-se a e mina , mas não e minou, a é po que essa e lexão dependia
do p óp io desen ol imen o do p oje o.
Face a es a si uação, p ocu amos po um lado con inua um abalho cujas
bases inham sido cla amen e ponde adas e es abelecidas, en ando le á-lo a
bom e mo e, po ou o lado, sal agua da a au o ia do con ibu o de Ped o
Viei a de Almeida.
Foi isso que quisemos aze com a comunicação Ped o Viei a de Almeida and
he Su ey ap esen ada na con e ência in e nacional Su eys on Ve nacula
A chi ec u e… e ambém é isso que p e endemos que seja cla o na ap esen ação
dos esul ados do p oje o.
49
Ped o Viei a de Almeida é o elemen o da equipa que es ando ausen e es á
oda ia p esen e em odo o abalho pois não se ia possí el conc e iza es e
p oje o sem nos soco e mos do seu con ibu o undado .
Assim izemos, u ilizando-o com a libe dade que e íamos ido se con inuasse
i o, semp e com o cuidado de p ese a a iden idade do seu pensamen o.
Daí a inclusão de á ios ex os que deixou incomple os, espei ando essa
ealidade. Daí ambém a ex ensão de á ias das ci ações que azemos do seu
abalho. São o modo que encon ámos de o in eg a plenamen e.
Daí os qua o olumes – a que chamamos Cade nos – em que en endemos
di idi a publicação dos esul ados do p oje o, ap esen a em di e en es
au o ias:
O Cade no 1 é in eg almen e de Ped o Viei a de Almeida, e po conseguin e as
decisões edi o iais o am mínimas.
Também de Ped o Viei a de Almeida é a au o ia do Cade no 2, que con ou já
com decisões edi o iais pós umas de maio ul o, nomeadamen e no que se
e e e à e são inal do ex o publicado e à seleção das imagens que o
acompanham.
O conjun o des es dois Cade nos cons i uem a I Pa e das conclusões do
P oje o. A decisão de a di idi em dois olumes oi ainda de Viei a de Almeida,
que conside a a o o ma o de abalho das edições casei as do CEAA como o
ideal pa a o e ei o.
Coube depois à equipa a edação dos Cade nos 3 e 4, co espondendo às II e III
Pa es do p oje o.
E e i amen e, desde o início que se p e iu a o ganização das conclusões em ês
pa es, que esul a iam do p oje o iniciado com a ap esen ação do abalho, no
que chamamos o Documen o Ze o.
Uma I Pa e co espondendo à undamen ação e desen ol imen o eó ico do
abalho. Numa 2ª Pa e ap esen a-se a me odologia u ilizada e a documen ação
g á ica p oduzida – mapas e ca as – com is a à elei u a do Inqué i o a pa i
dos pa âme os escolhidos. Pa a uma 3ª Pa e deixou-se o enquad amen o
his o iog á ico.
50
À publicação dos esul ados do p oje o, en endeu-se ainda jun a a sua
ap esen ação pública, a a és de uma exposição que simul aneamen e
aduzisse os esul ados do pon o de is a cien í ico e uncionasse como
ins umen o pedagógico. Pa a isso, escolheu-se eco e ao o ma o das
exposições casei as do Cen o de Es udos A naldo A aújo, compos as po 16
painéis A0, de baixo cus o e ácil anspo e, o que pe mi e a i ine ância das
exposições assim concebidas.
Po ém, o ac o do im do p oje o e coincidido com o Ve ão, le ou a que se
decidisse adia a ap esen ação pública dos esul ados, is o é, a inaugu ação da
exposição e a ap esen ação dos li os, pa a uma al u a em que pudessem e
maio impac o.
A endendo a que a O dem dos A qui e os ab iu candida u as pa a e en os a
ealiza du an e o mês de Ou ub o de 2013, in eg ados no mês da A qui e u a e
que oi a O dem dos A qui e os (à da a Sindica o dos A qui e os) quem ealizou
o Inqué i o em es udo, conside ou-se se adequado ap esen a uma candida u a
pa a in eg a a exposição e a ap esen ação das conclusões do p oje o nessa
inicia i a.
A candida u a oi selecionada e consequen emen e, in eg ada no mês da
a qui e u a da OA, a exposição A ‘A qui ec u a em Po ugal’. Uma Lei u a
C í ica es a á pa en e ao público na gale ia da Escola Supe io A ís ica do
Po o en e 17 de Ou ub o e 13 de No emb o, p e endo-se a sua i ine ância
pos e io . No dia da inaugu ação, 17 de Ou ub o, deco e á uma sessão pública
de ap esen ação do p oje o, ambém in eg ada na mesma inicia i a.
Finalmen e in e essa ambém egis a a edição e publicação de um olume – To
and F o: Mode nism and Ve nacula A chi ec u e – que eúne alguns
con ibu os nacionais e in e nacionais impo an es pa a a comp eensão da
elação en e a a qui e u a mode na e as adições e nacula es locais.
51
III. RESULTADOS
Ap esen ação
No que se e e e à conc e ização dos indicado es p e is os, hou e um ligei o
des io deco en e da eo ganização de 2011, que empu ou pa a 2012 g ande
pa e da p odução, nomeadamen e a o ganização do encon o in e nacional
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in he 20 h cen u y
a chi ec u al cul u e (Maio 2012) e implicou o adiamen o da exposição p e is a
pa a o im do abalho (conceção e ealização: Junho 2013; abe u a ao público:
ma cada pa a Ou ub o/No emb o 2013) o que, nes e úl imo caso acabou po se
e ela posi i o po cons i ui um bom meio de di ulgação dos esul ados inais.
O núme o o al de comunicações p e is as oi cump ido, sendo que o meno
núme o de comunicações em encon os cien í icos nacionais (3 em ez de 6) oi
compensado pelo maio núme o de comunicações em encon os cien í icos
in e nacionais (10 em ez de 7). Es a si uação deco e do ac o de, nes e
momen o, quase só exis i em encon os in e nacionais em Po ugal.
Pela mesma azão, só o am publicados 3 dos 4 a igos nacionais p e is os, o
que oi compensado com o núme o de a igos in e nacionais, aqui se incluindo
ambém capí ulos de li os e comunicações publicadas em a as (10 em ez de 7),
endo sido ul apassado em 2 o núme o de publicações inicialmen e p e is as.
O mesmo acon ece com os li os. Dos 4 inicialmen e p e is os o am publicados
9. Is o explica-se em g ande pa e, pelo ac o dos esul ados do p oje o e em
acabado po se publicados em 4 + 1 olumes e das a as da con e encia
in e nacional e em sido publicadas em 2 olumes (book o abs ac s +
con e ence p oceedings).
52
Dos 2 ela ó ios p e is os, apenas oi ealizado 1 – es e ela ó io inal de alhado
– endo as ci cuns âncias já expos as acabado po o na ex empo ânea a
ealização de um ela ó io a meio do p oje o, al como inicialmen e se pensa a
aze .
Impo a egis a que, embo a o p oje o não in eg asse uma e en e associada à
o mação pós-g aduada, hou e a p eocupação de associa es udan es de
mes ado e dou o amen o nalguns aspe os da sua execução, conc e amen e 4
dou o andos e 5 mes andos, que pa icipa am a i amen e e com
esponsabilidades a ibuídas, na o ganização do encon o cien í ico
in e nacional, na p odução da exposição e na ges ão da conc e ização g á ica
dos li os edi ados.
Pa a além disso, es e p oje o oi de e minan e na de inição do p og ama da
unidade cu icula de Es udos Po ugueses (á ea cien í ica de eo ia e c í ica de
a qui e u a, 5ºano do Mes ado In eg ado em A qui e u a da Escola Supe io
A ís ica do Po o, ano le i o 2012/13). Nes a UC o am amplamen e deba idos
an o o Inqué i o como os p oblemas eó icos que a ele podem se associados e
explo ada a elação en e a qui e u a e pa imónio e nacula .
O conhecimen o adqui ido nes e p oje o, oi ainda de e minan e pa a a
p epa ação de uma no a candida u a a p oje o explo a ó io, Mode nismos do
Sul di igido po dos memb os da equipa.
Po úl imo, encon a-se em p epa ação o a amen o da documen ação
p oduzida pa a se disponibilizada on line a pa i da á ea do p oje o na página
do CEAA.
Comunicações
2013 | Alexand a Ca doso, Ma ia Helena Maia e Joana Cunha Leal
A qui ec u a Popula em Po ugal. Valo es exp essi os: o espaço- ansição
Colóquio In e nacional A qui ec u a Popula . A cos de Valde ez: Casa das A es, 3-6 Ab il 2013
2012 | Ma ia Helena Maia e Alexand a Ca doso
O Inqué i o à A qui ec u a Regional: con ibu o pa a uma his o iog a ia c í ica do
Mo imen o Mode no em Po ugal
IV Cong esso de His ó ia da A e Po uguesa – APHA Lisboa: Fundação Calous e Gulbenkian,
21-24 No emb o 2012
53
2012 | Joana Cunha Leal
O Plain, Pombaline and (Pos )mode nism: on some p e and pos -Kuble ian
na a i es on Po uguese a chi ec u e
Symposium Sys ems o His o y: Geo ges Kuble ’s Po uguese Plain A chi ec u e, CES – Cen o
de Es udos Sociais, Coimb a, 7 Sep 2012
2012 | Joana Cunha Leal, Ma ia Helena Maia e Alexand a Ca doso
Ped o Viei a de Almeida and he Su ey
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y a chi ec u al cul u e,
Po o: ESAP, 17-19 Maio 2012
2012 | Ma ia Helena Maia, Alexand a Ca doso e Joana Cunha Leal
Ou P ojec : The “Popula A chi ec u e in Po ugal”. A C i ical Look. In e cala
esul s o a esea ch P ojec /
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y a chi ec u al cul u e,
Po o: ESAP, 17-19 Maio 2012
2012 | Alexand a Ca doso e Ma ia Helena Maia
A chi ec u e and Disco e y o Ru al Po ugal
Theo e ical Cu en s II: A chi ec u e and i s Geog aphical Ho izons, Lincoln, UK, 5-6 Ab il
2012
2012 | Ma ia Helena Maia e Alexand a Ca doso
Popula Po uguese A chi ec u e: App op ia ions /
ISVS-6 Six h ISVS Con e ence: Con empo a y Ve nacula s: Places, P ocesses and
Mani es a ions, Famagus a, No h Cyp us, 19-21 Ab il 2012
2011 | Alexand a Ca doso e Ma ia Helena Maia
A qui ec u a e Pode . Pa a uma his o iog a ia do Mo imen o Mode no em
Po ugal
Encon os do CEAA/7: Ap op iações do Mo imen o Mode no. Zamo a, Fundação Rei A onso
Hen iques, Junho 2011.
2010 | Ma ia Helena Maia
F om he Po uguese House o he Su ey on Popula A chi ec u e in Po ugal:
no es on he cons uc ion o Po uguese a chi ec u al iden i y
Theo e ical Cu en s – A chi ec u e, Design & he Na ion, No ingham, England, Sep embe
2010.
54
2010 | Alexand a Ca doso e Ma ia Helena Maia
T adi ion and Mode ni y. The His o iog aphy o he Su ey o he Popula
A chi ec u e in Po ugal /
Encon os do CEAA/5: App oaches o Mode ni y. Budapes : BUTE, 8 Ou ub o 2010.
2010 | Ped o Viei a de Almeida
Pos -Mode ni y as a Cul u al Weapon
Encon os do CEAA/5: App oaches o Mode ni y. Budapes : BUTE, 8 Ou ub o 2010.
2010 | Alexand a Ca doso
O Inqué i o à A qui ec u a Regional
A A qui ec u a T adicional Como Pa imónio. Co ilhã: Uni e sidade da Bei a In e io , 17
Dezemb o 2010.
2010 | Ma ia Helena Maia
A Descobe a da A qui ec u a Popula
A A qui ec u a T adicional Como Pa imónio. Co ilhã: Uni e sidade da Bei a In e io , 17
Dezemb o 2010.
Publicações
Li os
2013 | Ped o Viei a de Almeida
A Noção de Espessu a na Linguagem A qui ec ónica
Po o: CEAA, 2013 (28 pág.)
2013 | Joana Cunha Leal, Ma ia Helena Maia e Alexand a Ca doso (ed.)
To and F o: Mode nism and Ve nacula A chi ec u e
Po o: CEAA, 2013 (250 pág.)
2013 | Ma ia Helena Maia, Alexand a Ca doso e Joana Cunha Leal
Dois Pa âme os de A qui ec u a Pos os em Su dina. Lei u a c í ica do Inqué i o
à a qui ec u a egional. Cade no 4.
Po o: CEAA, Edições Casei as/18, 2013 (68 pág.)
2013 | Ma ia Helena Maia, Alexand a Ca doso e Joana Cunha Leal
Dois Pa âme os de A qui ec u a Pos os em Su dina. Lei u a c í ica do Inqué i o
à a qui ec u a egional. Cade no 3.
Po o: CEAA, Edições Casei as/18, 2013 (76 pág.)
55
2013 | Ped o Viei a de Almeida
Dois Pa âme os de A qui ec u a Pos os em Su dina. Lei u a c í ica do Inqué i o
à a qui ec u a egional. Cade no 2.
Po o: CEAA, Edições Casei as/17, 2013 (68 pág.)
2012 | Ped o Viei a de Almeida
Dois Pa âme os de A qui ec u a Pos os em Su dina. Lei u a c í ica do Inqué i o
à a qui ec u a egional. Cade no 1.
Po o: CEAA, Edições Casei as/16, 2012 (80 pág.)
2012 | Alexand a Ca doso, Joana Cunha Leal and Ma ia Helena Maia (ed)
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y
a chi ec u al cul u e: Con e ence P oceedings.
Po o: CEAA, 2012 (554 pág.)
2012 | Alexand a Ca doso, Joana Cunha Leal and Ma ia Helena Maia (ed.)
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y
a chi ec u al cul u e. Book o abs ac s.
Po o: CEAA, 2012 (68 pág.)
2010 | Ped o Viei a de Almeida
Dois Pa âme os de A qui ec u a Pos os em Su dina. O p opósi o de uma
in es igação.
Po o: CEAA, Edições Casei as/14, 2010, (28 pág.)
Capí ulos de li os, a igos e ex os publicados em a as
2013 | Alexand a Ca doso, Ma ia Helena Maia e Joana Cunha Leal
A qui ec u a Popula em Po ugal. Valo es exp essi os: o espaço- ansição
Ac as do Colóquio In e nacional A qui ec u a Popula . A cos de Valde ez: Casa das A es, 3-6
Ab il 2013
2013 | Joana Cunha Leal, Ma ia Helena Maia and Alexand a Ca doso
A chi ec u al heo y and he e nacula in Ped o Viei a de Almeida’s w i ing
in To and F o: Mode nism and Ve nacula A chi ec u e.Po o: CEAA, 2013, p.109-121
56
2012 | Ped o Viei a de Almeida
Posicionamen o Teó ico Gené ico
Re is a de His ó ia da A e, nº 10, P á icas da eo ia/p ac ices o heo y. Ins i u o de His ó ia
da A e da FCSH-UNL, 2012, p. 26-44
2012 | Ma ia Helena Maia e Alexand a Ca doso
O Inqué i o à A qui ec u a Regional: con ibu o pa a uma his o iog a ia c í ica do
Mo imen o Mode no em Po ugal
in Ac as IV Cong esso de His ó ia da A e Po uguesa – APHA, Lisboa: Fundação Calous e
Gulbenkian. 21-24 No emb o 2012, p. 379-387
2012 | Ma ia Helena Maia
F om he Po uguese House o he ‘Popula A chi ec u e in Po ugal’: no es on he
cons uc ion o Po uguese a chi ec u al iden i y
Na ional Iden i ies, special issue: A chi ec u e and he Cons uc ion o Na ional Iden i y, ol.
14, Issue 3, 2012, p. 243-256. DOI:10.1080/14608944.2012.702746
2012 | Ma ia Helena Maia, Alexand a Ca doso and Joana Cunha Leal
Ou P ojec : The ‘Popula A chi ec u e in Po ugal’. A C i ical Look. In e cala
esul s o a esea ch P ojec
in Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y a chi ec u al
cul u e. Con e ence P oceedings. Po o: CEAA, May 2012, p. 15-24
2012 | Joana Cunha Leal, Ma ia Helena Maia and Alexand a Ca doso
Ped o Viei a de Almeida and he Su ey
in Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y a chi ec u al
cul u e. Con e ence P oceedings. Po o: CEAA, Maio 2012, p. 25-35
2012 | Ma ia Helena Maia and Alexand a Ca doso
Po uguese Popula A chi ec u e: App op ia ions
in P oc. o ISVS-6, 6 h In e na ional Semina on Ve nacula Se lemen s, Con empo a y
Ve nacula s: Places, P ocesses and Mani es a ions, Ap il 19-21, 2012, Famagus a, No h
Cyp us, 2012, p. 312-22
2012 | Ped o Viei a de Almeida
A C iação Teó ica
J.A. Jo nal A qui ec os, 244, Lisboa, O dem dos A qui ec os, Jan/Fe /Ma 2012, p.111-115.
57
2012 | Alexand a Ca doso and Ma ia Helena Maia
A qui ec u a e Pode . Pa a uma His o iog a ia do Mo imen o Mode no em
Po ugal
in Ap op iações do Mo imen o Mode no/ Ap op iaciones del Mo imien o Mode no. Li o de
Ac as (Encon os do CEAA/7, Zamo a, Fundação Rei A onso Hen iques, 23-25 Junho 2011)
Po o: CEAA, 2012, p. 113-122
2012 | Alexand a Ca doso e Ma ia Helena Maia
A chi ec u e and Disco e y o Ru al Po ugal
Theo e ical Cu en s II: A chi ec u e and i s Geog aphical Ho izons, Lincoln, UK, 5-6 Ab il
2012. Tex o dis ibuído mas não publicado.
2011 | Alexand a Ca doso e Ma ia Helena Maia
“T adi ion and Mode ni y. The His o iog aphy o he Su ey on Regional
A chi ec u e”
Accep ed [2011] in App oaches o Mode ni y. Po o, CEAA, 2013
2011 | Ped o Viei a de Almeida
Pos -Mode ni y as a Cul u al Weapon
Acei e [2011] in App oaches o Mode ni y. Po o, CEAA, 2013
2010 | Ma ia Helena Maia
F om he Po uguese House o he Su ey on Popula A chi ec u e in Po ugal:
no es on he cons uc ion o Po uguese a chi ec u al iden i y
in Theo e ical Cu en s: A chi ec u e, Design and he Na ion. In e na ional Con e ence
P oceedings. No ingham T en Uni e si y, 2010, p. 136-44.
O ganização de encon os cien í icos
Su eys on Ve nacula A chi ec u e. Thei signi icance in 20 h cen u y a chi ec u al
cul u e. Po o: ESAP, 17, 18 e 19 Maio 2012
A “A qui ec u a Popula em Po ugal”. Uma Lei u a C í ica. Ap esen ação dos
esul ados de um p oje o de in es igação. Po o: ESAP, 17 Ou ub o 2013
Exposições
A “A qui ec u a Popula em Po ugal”. Uma Lei u a C í ica. Po o: ESAP, 17 de
Ou ub o a 7 de No emb o de 2013