I
57682
His ó ia O al da Viola da Te a na ilha de São Jo ge, Aço es
Da en Tyle Nascimen o
Nome Comple o do Au o
Rela ó io de Es ágio Cu icula do Mes ado em Ciências Musicais,
a ian e em E nomusicologia
Ve são Co igida e Melho ada após De esa Pública
O ien ado académico: Rui Cid a
O ien ado no local do es ágio: Vi gínia Ne o
Ab il 2021
I
Rela ó io de Es ágio ap esen ado pa a cump imen o dos equisi os necessá ios
à ob enção do g au de Mes e em Ciências Musicais ealizado sob a
o ien ação cien í ica de P o esso Rui Cid a
II
AGRADECIMENTOS
Em p imei o luga que o ag adece à minha amília, po udo o que me
ansmi iu e po aze de mim a pessoa que sou. Ob igada po me ensina em a abalha
e a cuida .
Ag adeço ao P o esso Rui Cid a pela p eocupação demons ada ao longo des e
p oje o, oda a o ien ação quando necessá ia, as pe gun as po email e as dú idas de
úl ima ho a. Ag adeço o incen i o que me deu pa a a ap esen ação do seminá io de
acompanhamen o, e po me e ob igado a sai da minha pequena zona de con o o.
Ag adeço ambém à P o esso a Dou o a Luísa Cymb on pela o ma como me
acolheu e po udo o que me ans e iu ao longo do mes ado.
Ag adeço do undo do co ação à Dou o a Vi gínia Ne o po me e acolhido no
Museu F ancisco de Lace da, po e omado con a de mim e po me e deixado
abalha . O es ágio cu icula e o p esen e ela ó io não se iam de odo possí eis sem o
seu incen i o, que me pe mi iu aze aquilo que gos o de aze .
Ag adeço ao colega e amigo Tiago Ca doso, que me acompanhou na a en u a de
g a a en e is as. Ob igado pelo en usiamo an es da ealização de cada en e is a.
Nunca deixou de ac edi a em mim e de me ajuda , mesmo quando as coisas ica am
di íceis. Sem ele não e ia conseguido e mina .
Ag adeço a odos os meus colegas de mes ado que me inspi a am, mo i a am e
ajuda am a ap ende e a e le i com os meus e os, pe mi indo-me melho a enquan o
aluno.
Ag adeço à amília do Museu F ancisco de Lace da.
Gos a ia ainda de egis a o con ibu o de Ma co Be encou , Aldo a B asil e
Rui Mo ei a, pessoas que, po di e sas azões, o am mui o impo an es pa a a
ealização des e abalho.
A odos os p o esso es, que de uma o ma mais ou menos p esen e, me ensina am a
ap ende e a c esce .
Aos meus amigos, que pela sua p esença me ajuda am e inspi a am à conclusão
des a e apa.
Ag adeço o apoio dos meus pais pelo cons an e apoio nas minhas escolhas, pelas
con e sas escla ecedo as, e po oda ajuda no desen ol imen o des e ex o.
III
Ag adeço ambém à dou o a Olga Cunha, pelo acompanhamen o du an e o
mes ado na Uni e sidade No a e pelo auxílio na p ocu a de es ágio.
Um ag adecimen o especial aos músicos po odo companhei ismo, amizade e
paciência nos pe íodos de en e is as e execuções musicais.
IV
Rela ó io de Es ágio Cu icula em Ciências Musicais
His ó ia O al da Viola da Te a na Ilha de São Jo ge, Aço es
Da en Tyle Nascimen o
RESUMO
Pala as-cha e: Música adicional aço iana; ilha de São Jo ge; iola da e a; his ó ia
o al; en e is as.
Resumo:
O p esen e documen o cons i ui um ela ó io de um Es ágio Cu icula
desen ol ido no Museu F ancisco de Lace da, ins i uição undada no Concelho de
Calhe a, ilha de São Jo ge, Aço es. O es ágio oi ealizado en e Ou ub o de 2020 e
Ab il de 2021 no âmbi o da conclusão do Mes ado em Ciências Musicais, a ian e em
E nomusicologia, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a
de Lisboa. No ela ó io desc e em-se as a e as desempenhadas du an e o es ágio na
ins i uição, com pa icula des aque pa a o abalho de ealização de en e is as a
músicos da ilha de São Jo ge, des inados ao a mazenamen o no museu e ao apoio a
u u a in es igação no domínio da música.
V
ABSTRACT
Keywo ds: Azo ean adi ional music; island o São Jo ge; iola o he land; o al
his o y; in e iews.
Abs ac :
This documen is a epo o a Cu icula In e nship de eloped a he F ancisco
de Lace da Museum, an ins i u ion ounded in he municipali y o Calhe a, São Jo ge
island, Azo es. The in e nship was held be ween Oc obe 2020 and Ap il 2021 as pa o
he conclusion o he Mas e in Musical Sciences, a ian in E hnomusicology, a he
Facul y o Social and Human Sciences o Uni e sidade No a de Lisboa. The epo
desc ibes he asks pe o med du ing he in e nship a he ins i u ion, wi h pa icula
emphasis on he wo k o conduc ing in e iews wi h musicians om he island o São
Jo ge, in ended o s o age in he museum and o suppo u u e esea ch in he ield o
music.
VI
LISTA DE ABREVIATURAS
Ab e ia u as:
CESEM – Cen o de Es udos em Sociologia e Es é ica da Música;
EUA – Es ados Unidos da Amé ica;
FCSH, UNL – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Uni e sidade No a de
Lisboa;
IPSS – Ins i uições Pa icula es de Solida iedade Social
MFL – Museu F ancisco de Lace da;
NIPAA – Núcleo de In eg ação P o issional e An igos Alunos.
VII
Índice
In odução ......................................................................................................................... 8
1 O Museu F ancisco Lace da ...................................................................................... 11
1.1 His ó ia da Ins i uição: ........................................................................................ 12
1.2 Ace o e Coleções: .............................................................................................. 14
1.3 A i idades cul u ais ............................................................................................. 15
1.4 Missão Social ....................................................................................................... 16
1.5 Equipa do Museu ................................................................................................. 18
2 Expe iência de abalho no museu ............................................................................. 20
2.1 Expe iência pessoal de abalho no museu e a e as desempenhadas .................. 20
2.2 Realização das en e is as: condições e meios ecnológicos u ilizados .............. 22
2.3 Músicos en e is ados .......................................................................................... 23
2.4 Ques ões ap o undadas a a és do guião de en e is a ........................................ 26
2.5 Pis as pa a in es igação u u a ............................................................................. 29
Bibliog a ia ......................................................................... E o! Ma cado não de inido.
Anexo A: Músicos en e is ados .................................................................................... 36
Anexo B: Exemplos de Guiões de En e is a ................................................................. 52
8
In odução
O p esen e abalho cons i ui o ela ó io do es ágio que ealizei no Museu
F ancisco Lace da, en e 15 de ou ub o de 2020 e 19 de ab il de 2021. À medida que
ui concluindo a pa e cu icula do mes ado em Ciências Musicais, a ian e em
E nomusicologia, euni-me algumas ezes com a D a. Olga Cunha, psicóloga da
Faculdade Ciências Sociais e Humanas, da Uni e sidade NOVA de Lisboa, com a
D a. So ia Jacob Soa es, ligada ao NIPAA (Núcleo de In eg ação P o issional dos
An igos Alunos) e com o meu o ien ado , o P o . Rui Cid a, de modo a en a
pe cebe que componen e eu i ia ealiza na conclusão do mes ado: ese ou es ágio
cu icula . Após decidi mos pela opção de ealização de es ágio, e e uei á ios
con ac os no sen ido de encon a uma ins i uição onde pudesse es agia . A ins i uição
que, num p imei o momen o, se e elou mais in e essada em acolhe -me enquan o
es agiá io oi o Museu da Música. Con udo, com o início da pandemia co id-19 e o
aumen o de casos em Po ugal Con inen al em ma ço 2020, o museu suspendeu o seu
p og ama de es ágios.
Desse modo começámos a ponde a a possibilidade de eu esc e e uma ese de
mes ado em ez de ealiza um es ágio. Du an e o mês de ab il de 2020, o p o esso
Rui Cid a, p opôs que eu izesse um p oje o de ese de mes ado. Iniciei en ão a
esc i a de um p oje o sob e música adicional aço iana e polí ica cul u al. Du an e o
mês de junho con ac ei a di e o a do Museu F ancisco Lace da e u u a o ien ado a de
es ágio, a D a. Vi gínia Ne o, pa a me ajuda a desen ol e o p oje o. Con ac ei
igualmen e a D a. Ana Bea iz, Di e o a de Se iços Ex e nos e Ação Cul u al da
Di eção Regional de Cul u a dos Aço es de modo a escla ece -me sob e a polí ica
cul u al em o no da música no a quipélago. Du an e es e pe íodo, ambém equisi ei
alguns li os sob e música aço iana, nomeadamen e na ilha de São Jo ge.
Após es es p imei os con ac os, a D a. So ia Jacob Soa es, ence ou con ac os
com a D a. Vi gínia Ne o no sen ido de eu i a ealiza um es ágio cu icula no
museu. A endendo à espos a posi i a da di e o a do museu, hou e uma p imei a
eunião que incluiu igualmen e a D a. Olga Cunha e o P o . Rui Cid a pa a o maliza
o início do es ágio e de ini as suas a e as e obje i os. Es abeleceu-se como p incipal
me a do es ágio, a ealização de en e is as a músicos da Ilha de São Jo ge cujas
15
1.3 A i idades cul u ais
Desde a c iação do en ão Museu de São Jo ge, a ualmen e Museu F ancisco de
Lace da, o Plano de A i idades semp e con emplou um as o conjun o de inicia i as
cul u ais. Desde exposições, conce os, pales as, con e ências, wo kshops, a elie s,
o icinas, comemo ações de dias in e nacionais, espe áculos de dança e ea o, e ações
de di ulgação do li o e da lei u a a a és de p oje os como “Semana da Lei u a” e
“Bibliocaixas”. A p og amação con a com mais de uma dezena de a i idades cul u ais
anuais.
O plano de ação do Museu F ancisco de Lace da, baseia-se não só nas
a i idades cul u ais, como em odo o abalho o inei o que es a ins i uição em, como,
a endimen o ao público que isi a o museu, a endimen o ao público que em ao
cen o de documen ação (biblio eca), a endimen o e apoio às ins i uições de ca á e
cul u al, conse ação e in en a iação do espólio que az pa e da ins i uição,
mon agem e desmon agem de exposições.
Na ealização das suas a i idades, o Museu F ancisco de Lace da elaciona-se
em p oximidade com di e sas ins i uições, públicas e p i adas, pa a a dinamização de
ações cul u ais. O se iço educa i o e a equipa de p omoção do li o e da lei u a
desen ol em ações di e sas jun o das ins i uições de ensino, jun as de eguesia, IPSS
(Ins i u os Pa icula es de Solida iedade social), Casas do Po o, en idades p i adas,
cole i as e indi iduais, ea i mando o Museu, enquan o museu de ilha, de alcance
e i o ial amplo.
As ac i idades cul u ais ep esen am uma unção c ucial pa a a sociedade e
cul u a jo gense, pois sem a p esença das ac i idades cul u ais, a ilha de São Jo ge
di icilmen e consegui ia ep oduzi a sua p óp ia cul u a e mani es ações.
16
1.4 Missão Social
O Museu da Ilha de São Jo ge, hoje designado como Museu F ancisco de
Lace da, em como missão es uda e p ese a o pa imónio e, a a és dele, p omo e e
di ulga a cul u a e iden idade jo gense e aço iana, p i ilegiando um conjun o de
a i idades de ca iz pedagógico, pa a es imula o in e esse e o conhecimen o de públicos
de di e en es o igens e idades.
Essa missão é a ingida a a és da alo ização das coleções do a ual Museu
F ancisco de Lace da, as quais se ão en iquecidas com o no o conjun o pa imonial
ads i o às no as exposições pe manen es, bem como a a és do es udo, in es igação,
conse ação p e en i a, es au o, ealização de exposições, con e ências, p omoção do
li o e da lei u a e de ações de ca ác e educa i o, cul u al, de laze , en e ou as.
A in eg ação, no Museu F ancisco de Lace da, da Ig eja de San a Bá ba a,
pe mi iu e con ibui á pa a a conse ação, exposição e alo ização dos bens cul u ais
que cons i uem o ace o desse espaço, si uado na eguesia das Manadas, bem como a
espe i a p omoção pública de uma ig eja, classi icada como Imó el de In e esse
Público, desde 1950.
O Museu F ancisco de Lace da p e ende se um se iço público de excelência na
sal agua da do pa imónio cul u al jo gense e aço iano pa a as no as ge ações, a a és
da ansmissão que p oduz e da pa ilha dos ecu sos que ge e, pau ando-se semp e
pelos seguin es alo es: o espei o pelo pa imónio cul u al, como ma e ialidade,
memó ia, iden idade local e egional; a excelência de pad ões de qualidade, igo
écnico e cien í ico, pa en eados na compe ência, no p o issionalismo, na qualidade do
acolhimen o dos públicos e no elacionamen o com a sociedade; a independência
exe cendo as suas compe ências com c i é ios de o dem écnica, de anspa ência, de
isenção e impa cialidade, em bene ício do pa imónio cul u al e da sociedade; a
igualdade no acesso e a amen o de odos, incluindo os cidadãos com de iciência e
incapacidade, não obs an e de concei os de géne o, cul u a, polí ica, condu a social,
eligião ou e nicidade.
17
Fig. 2 – Museu F ancisco de Lace da
Polos:
Ig eja de San a Bá ba a
Fig. 3 – Ig eja de San a Bá ba a
Cen o de Documen ação
Fig. 4 – Cen o de Documen ação
18
1.5 Equipa do Museu
Os ecu sos humanos do Museu F ancisco de Lace da ca a e izam-se po uma equipa
mul idisciplina que abalha em p ol da di ulgação do pa imónio cul u al da ilha de
São Jo ge. A equipa é compos a po :
Vi gínia Ma ia da Sil a Ne o — Di e o a do Museu,
Rui Jo ge Teixei a Mo ei a, Técnico Supe io — Cen o de Documen ação,
Coo denado do Se iço Educa i o/Apoio à ges ão do museu;
Alexand a Isabel Almeida Gomes, Técnico Supe io — In es igação/ O ganização de
Exposições e E en os/Plano de Comunicação e Ma ke ing;
Ca a ina Dias da Rosa, Técnico Supe io — Se iço Educa i o/Cen o de
Documen ação
Magda Meneses Lima, Técnico supe io — In es igação/ isi as guiadas e o ien adas no
MFL;
Vi o Reis, Técnico Supe io (Núcleo da Ig eja De San a Bá ba a) — Receção e isi as
guiadas/p oje o museológico e museog á ico da ISB/in en a iação;
Ma ia Te esa Pe ei a Fagundes, Assis en e Técnico — Adminis ação;
Aldo a Ma ia Ma os B asil, Assis en e Técnico (Á ea de Museog a ia) — Ges ão do
ace o Museog a ia e Museologia/In en a iação;
Ve a Lúcia Sil ei a, Assis en e Técnico — Conse ação e es au o/In en a iação;
Ma ia Manuela Ne es, Assis en e Técnico — Conse ação e es au o;
Tiago Emanuel Soa es Ca doso, Assis en e Técnico — Manu enção/Apoio na
o ganização de exposições e e en os/a endimen o ao público;
Joana Filipa Medei os Almada, Assis en e Técnico — Receção/Vigilância e isi as
guiadas;
19
Ál a o Sil ei a, Assis en e Técnico (Núcleo da Ig eja De San a Bá ba a) — Receção/
Visi as guiadas/ In en a iação;
Sa a Sil a, Assis en e Técnico - Se iço Educa i o/Cen o de documen ação;
Isolda Ma ia da Sil a, Assis en e Ope acional — Cen o de documen ação/P oje os de
P omoção da Lei u a;
Ma co And é Be encou , Assis en e Ope acional — Conse ação e es au o;
20
2 Expe iência de abalho no museu
2.1 Expe iência pessoal de abalho no museu e a e as desempenhadas
O es ágio iniciou-se no dia 19 de ou ub o de 2020, no an igo Museu F ancisco
de Lace da. No meu p imei o dia de abalho, a D a. Vi gínia Ne o mos ou-me as salas
de abalho dos assis en es écnicos e écnicos supe io es, a sala de eceção, a sala do
espólio, a sala de a qui os e o audi ó io. A pa i do dia 26 de ou ub o de 2020, já ei a a
mudança do museu pa a o no o espaço, con inuei o meu es ágio. A abe u a ao público
deu-se um pouco mais a de, no 10 de no emb o.
Comecei po elabo a di e en es ipos de guiões de en e is a e nog á ica a
músicos na u ais da ilha de São Jo ge ou aqui sedeados, conc e amen e execu an es de
iola da e a, iolão, bandolim e gui a a. P ocu ei apoia esse abalho em bibliog a ia
e on es esc i as exis en es no cen o de documen ação do museu. Em 19 de ma ço de
2021 desloquei-me à ilha Te cei a onde pe maneci cinco dias pa a aze pesquisa e
consul a bibliog a ia na Biblio eca e A qui o Regional da Ilha Te cei a.
Du an e o es ágio, como documen ação e supo e ao meu abalho de en e is a
e nog á ica, assis i igualmen e a egis os em ídeo de bailes egionais na ilha de São
Jo ge, de músicos da iola da e a e de ou os ins umen os ligados à música adicional
dos Aço es, assim como de cons u o es de ins umen os ou lu hie s.
Em pa alelo ao abalho elacionado com a música, no dia-a-dia de abalho no
museu ealizei ou as a e as. Na a e a de acondicionamen o de o os em papel ege al
do maes o F ancisco de Lace da, i e a colabo ação da colega Joana Almada e
assis en e écnico Aldo a B asil. T abalhei igualmen e na o ganização de a qui os,
pedida pelo écnico supe io Rui Mo ei a. Nes e abalho, i e a colabo ação do colega
Tiago Ca doso, que me ajudou a a mazena cada um dos documen os. Também sepa ei
a igos de jo nais an igos de ou os mais ecen es pa a a qui o nas ese as do Cen o
de documen ação do a ual museu, conjun amen e com as écnicas supe io es Alexand a
Gomes e Ca a ina Rosa e com a écnica ope acional Isolda Sil a. No apoio na
p epa ação das exposições de cu a du ação, pa icipei com Tiago Ca doso, Ma co
Be encou , Alexand a Gomes, Ve a Sil ei a e Aldo a B asil na mon agem do ma e ial
21
pa a a exposição empo á ia de a quipélago, da ilha de São Miguel no início de
no emb o, assim como na sua desmon agem a pa i do mês de ab il de 2021.
No mês de dezemb o ajudei a écnica adminis a i a de museog a ia Aldo a
B asil a o ganiza colchas nas ese as. Colabo ei no anspo e dos mó eis da
indumen á ia das ese as. A é meados de dezemb o, iz apoio ao abalho nas ese as
com Aldo a B asil, Ve a Sil ei a, Ma co Be encou e Tiago Ca doso. No mês de
e e ei o de 2021, pa icipei no abalho de a umação de li os pa a o cen o de
documen ação, com a ajuda da Isolda Sil a, Ca a ina Sil a e Sa a Rocha da Sil a. A
a e a susci ou-me g ande in e esse uma ez que alguns dos li os e am sob e música.
Pa icipei ainda em ou as a e as como a colocação das bandei as da União Eu opeia,
de Po ugal e dos Aço es na pa e on ei a do museu, impo an e po al u a de isi as
p o ocola es, a medição do palco do audi ó io, a a umação de mesas e cadei as. Em
suma, colabo ei num conjun o de a e as elacionado com a ins alação do museu na sua
no a localização.
22
2.2 Realização das en e is as: condições e meios ecnológicos u ilizados
Após escolhe os músicos que que ia en e is a , ence ei, com pouco empo de
an ecedência, o con ac o com eles, uma a e a em que i e o apoio da Aldo a B asil.
As duas p imei as en e is as (a E menegildo Ma os e Pie e Ad iaans) o am
ealizadas em casa dos músicos. Nes es dois casos, a D a. Vi gínia Ne o acompanhou-
me, en ando mos a como as en e is as podiam se conduzidas daí em dian e e quais
os aspe os écnicos a ga an i (mon agem do ipé da câma a, manuseamen o des a, e c.).
Mais a de, as en e is as aos músicos Sé gio Oli ei a e Luís B asil, igualmen e
ealizadas em suas casas, o am conduzidas com o apoio dos meus colegas Tiago
Ca doso e Aldo a B asil, espe i amen e.
A pa i de ins de no emb o, as en e is as começa am a se ealizadas
maio i a iamen e no audi ó io do museu, dada a qualidade da acús ica do audi ó io e o
ac o de exis i em dois mic o ones que podiam se u ilizados pelo en e is ado e
en e is ado. As en e is as no audi ó io do museu e am g a adas em ídeo e som pa a
se em a mazenadas nas melho es condições possí eis no a qui o do museu e
o e ece em a melho qualidade a u u os in es igado es. As en e is as ealiza am-se
ge almen e à a de. No audi ó io do museu, as co inas es a am ge almen e abe as, pa a
da mais iluminação à sala e consegui da maio ni idez à imagem e ídeo.
Os meios ecnológicos u ilizados o am a câma a digi al da ma ca Canon EOS
250D EF-S 18-15 IS STM Ki e a mesa de som do audi ó io do Museu F ancisco de
Lace da. An es de cada en e is a, azíamos um es e de som pa a que o écnico
esponsá el pelo som ajus asse o olume e imb e do mic o one. E a dada igualmen e
a enção ao posicionamen o dos mic o ones, à sua co e a ins alação e à co e a
o ganização da cablagem. Com es a p á ica, o am iden i icadas localizações
con enien es pa a a ealização das g a ações e, no caso de en e is as en ol endo a
pe o mance musical, pa a a de inição das di e en es sono idades que podem se
a ingidas a a és dos di e en es ins umen os. Todo es e conhecimen o oi ape eiçoado
a a és de mui a expe imen ação, com o bom ap o ei amen o do espaço acús ico da sala
e de seus equipamen os. Após a conclusão de cada uma das en e is as, as g a ações em
ídeo e áudio e am ans e idas pa a uma pend i e do museu pa a depois se em
a mazenadas no a qui o do museu.
23
2.3 Músicos en e is ados
He menegildo Ma os, execu an e de iolão. A en e is a oi ealizada na sua esidência,
no luga Biscoi os, no dia 5 de no emb o de 2020, com a du ação de ce ca de 30
minu os.
Pie e Ad iaans, execu an e de iolão. A en e is a oi ealizada na sua esidência, nas
Manadas, no dia 13 de no emb o de 2020, com a du ação de ce ca de 30 minu os.
João Sabino, execu an e de iola da e a. A en e is a oi ealizada na sua esidência,
na Ribei a Seca, no dia 20 de no emb o de 2020, com a du ação de ce ca de 50
minu os.
Dua e Sil ei a, execu an e de baixo ( iola-baixo). A en e is a oi ealizada no
audi ó io do Museu F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 24 de no emb o de 2020,
com a du ação de ce ca de 45 minu os.
Gil Be quó, execu an e de gui a a eléc ica. A en e is a oi ealizada no audi ó io do
Museu F ancisco de Lace da, na Calhe a, com a du ação de ce ca de 36:05 minu os, no
dia 27 de no emb o de 2020.
Alcindo Be encou , execu an e de gui a a po uguesa. A en e is a oi ealizada no
audi ó io do Museu F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 4 de dezemb o de 2021,
com a du ação de ce ca de 45 minu os.
24
Fe nando Reis, execu an e de iolão. A en e is a oi ealizada no audi ó io do Museu
F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 7 de janei o de 2021, com a du ação de ce ca
de 25 minu os.
Agos inho Aze edo, execu an e de bandolim. A en e is a oi ealizada no audi ó io do
Museu F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 08 de janei o de 2021, com a du ação
de ce ca de 30 minu os.
Albe o Inácio, execu an e de bandola (ins umen o idên ico ao bandolim). A en e is a
oi ealizada no audi ó io do Museu F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 15 de
janei o de 2021, com a du ação de ce ca de 30 minu os.
Gil Á ila, execu an e de iola da e a. A en e is a oi ealizada no audi ó io do Museu
F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 18 de janei o de 2021, com a du ação de ce ca
de 60 minu os.
B uno Oli ei a, execu an e de iola da e a. A en e is a oi ealizada no audi ó io do
Museu F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 22 de janei o de 2021, com a du ação
de ce ca de 60 minu os.
Joelma Sequei a, execu an e de iolão. A en e is a oi ealizada no audi ó io do Museu
F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 23 de janei o de 2021, com a du ação de ce ca
de 30 minu os.
Rena o Be encou , execu an e de iola da e a. A en e is a oi ealizada no audi ó io
do Museu F ancisco de Lace da, na Calhe a, no dia 27 de janei o de 2021, com a
du ação de ce ca de 15 minu os.
31
Poucos músicos ealiza am g a ações musicais. As g a ações exis en es
e e em-se acima de udo à sua pa icipação em g upos e nog á icos.
A pa i dos dados ecolhidos a a és das en e is as cons a ei igualmen e que o
seu con ac o com a diáspo a, sob e udo com os Es ados Unidos da Amé ica e Canadá,
dá-se a a és das comunidades mig an es aço ianas esiden es naqueles países. Os
músicos que imig a am pa a a egião da Cali ó nia, emp ega am-se maio i a iamen e
como ope á ios ab is. Pa icipa am em ag upamen os musicais, alguns endo a uado
em es i ais nes e país.
Segundo a maio ia dos músicos, há cada ez mais jo ens dedicados à música
adicional da ilha de São Jo ge e à iola da e a, su gindo cada ez mais bailes
egionais. Os “mandado es”, que nos bailes de oda são as pessoas que decidem as
di e en es co eog a ias dos di e en es momen os do baile, êm sido undamen ais pa a
que a equência dos bailes egionais se man enha.
A in e ne e as edes sociais ie am ajuda a di ulga e en os musicais na ilha de
São Jo ge, nomeadamen e a a és da In o-Fajãs TV, um canal do acebook que di ulga
ídeos e o os elacionados com a ilha jo gense da au o ia de Ma k Ma ques, e do canal
de An ónio Fa ia, um ou o di ulgado da cul u a jo gense no si e de pa ilha de ídeos
You ube e que ap esen a mui os ídeos de bailes egionais, a uações musicais de g upos
e nog á icos, en e ou os.
Es as são, em conclusão, algumas das p incipais pis as lançadas pelo p oje o de
his ó ia o al que ealizei e que pode ão se desen ol idas no u u o no âmbi o de
in es igação mais ap o undada.
32
Bibliog a ia
And ade, Júlio (S.D.) Balhos, Rodas e Can o ias Subsídios pa a o egis o do olclo e
das ilhas do Faial, Pico, Flo es e Co o. Ho a: Comissão de ecolha e di ulgação do
olclo e.
Bo ba, Tomás (1986) A iola de a ame. Ang a do He oísmo: A lân ida, Ins i u o
Aço iano de Cul u a, Volume XXII, 129-132.
Câma a, José Manuel Be encou (1947) Música adicional aço iana: A Ques ão
His ó ica. Lisboa: Biblio eca B e e, Ins i u o de Cul u a e Língua Po uguesa
Câma a, José Manuel Be encou (1984) Pa a a sociologia da Música T adicional
Aço iana, 1ª edição. Lisboa: Ins i u o de Cul u a e Língua Po uguesa - Minis é io de
Educação.
Câma a, José Manuel Be encou (2001) O essencial sob e a Música T adicional
Po uguesa. Lisboa: Imp ensa Nacional – Casa da Moeda.
Daniel, Luís. & Ma ins, M. F. (2003) Guia do Pa imónio Cul u al, S. Jo ge, Aço es.
1º Edição: A lan ic View – A i idades Tu ís icas, Lda.
Fe ei a, Manuel (1990) A iola de dois co ações, 1ª edição. Pon a Delgada: Publiço .
Fe ei a, Manuel (2010) A iola de dois co ações, 2ª edição. Pon a Delgada: Publiço .
Lopes Júnio , F ede ico (1958) A Viola de A ame na Vida, no Folclo e e no
Cancionei o das Ilhas. Ang a do He oísmo: A lân ida, Ins i u o Aço iano de Cul u a,
116-124.
Maciel, F ede ico (2017) U zelinha: Minha Li a, Mon agem de Fo os. Ho a: “Co eio
da Ho a” Unipessoal, Lda.
Maciel, F ede ico (2018) Vila das Velas: Con ibu o pa a um Ro ei o. Velas: San a
Casa da Mise icó dia
Oli ei a, E nes o Veiga (1986) Ins umen os musicais popula es dos Aço es. Lisboa:
Fundação Calous e Gulbenkian.
33
Pa ão Júnio , José Almeida (1981) “Aspec os do cancionei o Popula Aço iano”. Tese
de Dou o amen o em Filologia Românica. Pon a Delgada: Uni e sidade dos Aço es,
Scu Au o a Scien ia Luce .
Raposo, Hipóli o (1942) Descob indo Ilhas Descobe as, 28-31.
Re is a A lân ida Ó gão do Ins i u o Aço iano de Cul u a, dezemb o 1957 – janei o
1958, Ang a do He oísmo, Vol. II
Re is a Cul u Aço es de Cul u a, julho-dezemb o 2019, nº 11.
Re is a Cul u Aço es de Cul u a, janei o-junho 2020, nº 12.
S.a. (1999) Ro ei o de Museus (Coleções E nog á icas) Aço es e Madei a, 5º Volume.
Lisboa: Olhapim Edições.
S.a. (2005) Ro ei o dos Museus dos Aço es. São Jo ge: Edição P esidência do Go e no
Regional dos Aço es, Di eção Regional da Calhe a, Museu de S. Jo ge – A qui o Do
Museu, 1ª Edição.
Sil a, He culano (1990) Folclo e aço iana. Pon a Delgada: Casa da Cul u a, Sec e a ia
Regional da Educação Escola , Di eção Regional dos Assun os Cul u ais
T is ão da Cunha, Regina de Aze edo Pi es Tos e (2000) Da Tecelagem ao T ajo:
Aspe os da Vida Jo gense 1ª Edição, Ang a do He oísmo: BLU
34
Webg a ia
Fe ei a, Nuno (2012) An ónio Enes, consul ado em 9 de ma ço de 2021, disponí el em
h p://www.aco esapeno eilhas.blogspo .com/2012/09/an onio-enes.h ml
Gaipo, Ana Ma ga ida (2017) O ques a de Violas da Te a: P ese ação de um
Pa imónio, consul ado em 10 de ma ço de 2021, disponí el em
h ps://glosas.mpmp.p /o ques a-de- iolas-da- e a-p ese acao-de-um-pa imonio/
S.a. (S.D.) Cen o de documen ação. Consul ado em 11 de dezemb o de 2020,
disponí el em h p://www.museu- anciscolace da.azo es.go .p /museu/cen o-de-
documen acao/
S.a. (2019) Conce o Viola dos Aço es 28 se emb o 2019 17h30 Blackbox. Consul ado
em 14 de ab il de 2021, dispní el em
h p://www.a quipelagocen odea es.azo es.go .p /p og amacao/ iolas-dos-aco es/ /
S.a. (2017) Ronda dos Qua o Caminhos lança o álbum "Sopas do Espí i o San o".
Consul ado em 14 de ab il de 2021, disponí el em
h ps://in ocul.p /a qui o/cul u a/ onda-dos-qua o-caminhos-lanca-o-album-sopas-
espi i o-san o/
S.a. (S.D.) Ig eja de San a Bá ba a. Consul ado em 11 de dezemb o de 2020, disponí el
em h p://www.museu- anciscolace da.azo es.go .p /museu/ig eja-de-san a-ba ba a/
Sousa, Rogé io (2019) Dois Co ações e o Amo pela Viola da Te a, consul ado em 26
de ou ub o de 2020, disponí el em h ps://medium.com/made-in-azo es/ a ael-ca alho-
dois-co a%C3%A7%C3%B5es-e-o-amo -pela- iola-da- e a-85ad325682ca
35
Sousa, Rogé io (2020) Ra ael Ca alho –Two Hea s and he Lo e o “Viola da Te a”.
Consul ado em 14 de ab il de 2021, disponí el em
h ps://www.madeinazo es.eu/en/blog/news/ a ael-ca alho- wo-hea s-and- he-lo e-
o - iola-da- e a
T ibuna (2019) Dia da Viola da Te a. Consul ado em 14 de ab il de 2021, disponí el
em h ps://ww. ibunadasilhas.p /p og amacao-do-dia-da- iola-da- e a-em-sao-miguel-
de-1-a-6-de-ou ub o/
Vasconcelos, J. (2018) Dia da Viola da Te a nasce do Fes i al de Co das Consul ado
em 14 de ab il de 2021, disponí el em h ps://www.audiencia.p /dia-da- iola-da- e a-
nasce-do- es i al-co das/
Vi ei os, Amé ico Na alino (2019) O in e esse pela Viola da Te a es á a aumen a
com a g a ação de discos e conce os em di e sas ilhas, consul ado em 22 de ou ub o
de 2020, disponí el em
h p://co eiodosaco es.p /NewsDe ail/A MID/383/A icleID/16481/%E2%80%9CO-
in e esse-pela-Viola-da-Te a-es 225-a-aumen a -com-a-g a a231227o-de-discos-e-
conce os-em-di e sas-ilhas%E2%80%9D
36
Anexo A: Músicos en e is ados
Fig. 5 – E menegildo Ma os Au o ia:
h ps://www. acebook.com/pho o.php? bid=10212191619374636&se = .100008676337
269& ype=3 acedido a 22 de janei o de 2021.
Idade: 08 de ab il de 1943.
Local de Residência: Biscoi os.
Ins umen os execu ados: Viola da e a, baixo e iolão.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Memb o de um g upo na diáspo a da Cali ó nia como baixis a;
A uou em Bodos do Espí i o San o;
A ua em bailes egionais.
37
Fig. 6 – Pie e Ad iaans Au o ia: h ps:// imeo.com/295161099 acedido a 22 de janei o
de 2021.
Idade: 07 de junho de 1955.
Local de Residência: Manadas.
Ins umen os execu ados: Viola da e a, ombone, bomba dino e gui a a.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Músico holandês que se in e essou pela música aço iana e pela iola da e a.
38
Fig. 7 – João Sabino Au o ia:
h ps://www. acebook.com/pho o/? bid=110957746699985&se =a.110957760033317,
acedido a 22 de janei o de 2021, o o de Jo ge Blaye Gois.
Idade: 07 de ab il de 1932.
Local de Residência: Ribei a Seca.
Ins umen os execu ados: Viola da e a e iolão.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Desempenhou um papel impo an e na diáspo a, con ibuindo pa a o ensino da iola da
e a e pa a man e a cul u a aço iana;
A uou em bailes egionais, bodos do Espí i o San o e no can a aos Reis.
39
Fig. 8 – Dua e Sil ei a Au o ia:
h ps://www. acebook.com/pho o.php? bid=713532078667160&se =pb.100000311246
634.-2207520000..& ype=3 acedido a 22 de janei o de 2021.
Idade: 25 de junho de 1962.
Mo e: 15 de ab il de 2021.
Local de Residência: Calhe a.
Ins umen os execu ados: Viola da e a, bandolim, aco deão, baixo e iolão.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Já ocou em g upos de baile, como Gen e No a;
Pa icipou em bailinhos de Ca na al;
Músico no g upo “T ibu o”;
Execu a iola da e a em Bodos do Espí i o San o e em bailes egionais;
Execu an e de iola-baixo no g upo de e sões “Os Conexão”.
40
Fig. 9 – Gil Be quó Au o ia:
h ps://www. acebook.com/pho o.php? bid=805023732843433&se =pb.100000074425
983.-2207520000..& ype=3 acedido a 22 de janei o de 2021
Idade: 15 de maio de 1956.
Local de Residência: Calhe a.
Ins umen os execu ados: Cla ine e, iolão e iola da e a.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Fez pa e do G upo E nog á ico da Calhe a sendo ocado de iolão e iola da e a;
A ua em Bodos do Di ino Espí i o San o;
Faz pa e de ou os g upos musicais, como po exemplo a banda Conexão.
47
Fig. 16 – Joelma Sequei a Au o ia: Da en Nascimen o.
Idade: 9 de junho de 1989.
Local de Residência: San o An ónio
Ins umen os execu ados: Viola da e a, iolão, ó gão, ompa e cla ine e.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
A uou em bailes egionais;
Acompanhou can igas ao desa io.
48
Fig. 17 – Rena o Be encou Au o ia:
h ps://www.you ube.com/wa ch? =XmC6csyuD A acedido a 22 de janei o 2022.
Idade: 11 de janei o de 1984.
Local de Residência: Velas.
Ins umen os execu ados: Viola da e a, iolão, iolino, bandolim e ombone.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Memb o esponsá el pelo G upo de Tocado es de Viola da Te a da ilha de São Jo ge;
A uou em bailes egionais;
Pa icipa em á ias bandas ila mónicas;
Compôs hinos pa a banda ila mónica, ma chas popula es e canções in an is pa a o
Fes i al In an il da Canção.
49
Fig. 18 – Sé gio Oli ei a Au o ia: h p://in o- ajas.p /index.php/2019/02/07/som-da-
nossa-gen e-na-sociedade-uniao-u zelinense-u zelina-ilha-sao-jo ge-c- ideo/ acedido a
22 de janei o de 2021.
Idade: 11 de agos o de 1968.
Local de Residência: Bei a.
Ins umen os execu ados: Viola da e a, bandolim e iolão.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Memb o do G upo E nog á ico da Bei a;
Pa icipou em bodos do Espí i o San o e em bailes egionais.
50
Fig. 19 – Fe nando Fagundes Au o ia: h ps:// imeo.com/125232416 acedido a 22 de
janei o de 2021.
Idade: 23 de no emb o de 1995.
Local de Residência: Lou ais.
Ins umen os execu ados: Viola da e a e iolão.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
Memb o do G upo E nog á ico da Bei a;
Pa icipou em bodos do Espí i o San o e em bailes egionais.
51
Fig. 20 – Luís B asil Au o ia: LUÍS BRASIL (MELRO) UM MÚSICO JORGENSE
DOS QUATRO COSTADOS – Ilha de São Jo ge (c/ ídeo) - In o - Fajãs (in o- ajas.p )
acedido a 22 de janei o de 2021.
Idade: 25 de e e ei o 1953.
Local de Residência: San o An ão.
Ins umen os execu ados: Viola da e a, iolino, gai a e iolão.
Papeis desempenhados no campo da p odução musical e cul u al nos Aço es:
É memb o do G upo de Tocado es de Viola da Te a da Ilha de São Jo ge;
Pa icipou em bodos do Di ino Espí i o San o e em bailes egionais.
52
Anexo B: Exemplos de Guiões de En e is a
Guião de en e is a a Fe nando Fagundes
I. Biog a ia e pe cu so do músico
1.1. Gos a ia de começa po lhe pe gun a o seu nome comple o, a da a e o local de
nascimen o.
R:
1.2. Como começou o seu pe cu so musical?
R:
1.3. Ap endeu a oca com ou os músicos?
R:
1.3.1. Se sim, com quem, conc e amen e?
R:
1.4. Na sua opinião, a o mação musical que adqui iu ajuda-o a in e p e a a música
adicional dos Aço es?
R:
1.4.1. Se sim, como?
R:
1.5. Quais os epe ó ios que começou po ap ende , en e canções conc e as, géne os
musicais e i mos pa icula es?
R:
1.6. Em que ocasiões é que começou a oca ?
R:
1.7. Fez pa e de algum g upo de bailinhos de Ca na al?
R:
1.7.1. Se sim, como se chama am es e g upo de bailinhos?
R:
53
1.7.2. Se sim, como e a o ambien e dos ensaios nos bailinhos de Ca na al nessa
época?
R:
1.8. Já ocou em algum g upo de Reis?
R:
1.8.1. Se sim, como se chama am es e g upo de Reis?
R:
1.8.2. Se sim, como e a o ambien e dos ensaios nos Reis nessa época?
R:
1.9. Fez algumas g a ações no início da sua ca ei a?
1.9.1. Es as g a ações es ão gua dadas em algum a qui o?
1.9.2. G a ou algum disco?
1.9.3. Se sim, qual o í ulo?
II As p á icas e sociabilidades da música na Ilha de São Jo ge
2.1.1. Como e a a música jo gense no empo em que começou a en ol e -se com a
p á ica da música?
R:
2.1.2. Po que acha que as pessoas se euniam pa a oca e ou i música?
R:
2.2.1. Como os músicos e am is os pela população em ge al nessa al u a?
R:
2.2.2. E hoje, como é que acha que é hoje?
R:
2.3. Os bailes egionais já e am um e en o social impo an e na época em que começou
a oca ?
R:
2.4. Pa icipou em g upos musicais de modo ixo?
R:
54
2.4.1. Se sim, como se chama am?
R:
2.4.2. Que epe ó ios oca am?
R:
2.5. Em algum desses con ex os os músicos e am pagos po oca em?
R:
2.6. Como é que se inicia o seu en ol imen o com o G upo E nog á ico da Bei a?
R:
2.7. Como é que começou o seu en ol imen o com o G upo de Tocado es de Viola da
Te a da ilha de São Jo ge?
R:
2.8. Como é que começou o seu en ol imen o nas Fes as das Fe as nas Ganada ias?
R:
2.9. Toca ou o ins umen o de co das, pa a além de iola da e a?
R:
2.9.1. Qual é que conside a se o seu ins umen o p incipal, ou seja, que
ins umen o é que gos a mais?
R:
2.10. Quais as p incipais ca ac e ís icas da música jo gense que a seu e a dis inguem
da música das es an es ilhas dos Aço es?
R:
III. Indús ia da música e diáspo a
3.1. Qual o seu con ac o com a indús ia da música, sob e udo em e mos de g a ações
(nos EUA e no Canadá)?
R:
3.2. Na sua expe iência de músico, e e con ac o com a diáspo a aço iana (Es ados
Unidos e Canadá, en e ou os)?
R:
55
3.2.1. Se sim em que época?
R:
3.2.2. Se sim, como? A a és de conce os ou dig essões à Amé ica do No e?
R:
3.3. Já abalhou com a is as da música adicional de ou os con ex os que não são
p o enien es de Po ugal?
R:
3.3.1. Se sim, com quem?
R:
3.3.2. Como oi a expe iência?
R:
3.4. Na sua opinião exis em mais jo ens dedicados à música adicional na Ilha de São
Jo ge a ualmen e?
R:
3.5. E à iola da e a?
R:
3.6. E os bailes egionais, ambém se o na am mais equen es na a ualidade, desde que
começou a oca ?
R:
3.7. Desde que começou a manda nos bailes egionais, ambém se o na am mais
equen es os bailes egionais?
R:
3.8. Po úl imo, como acha que as edes sociais ans o ma am a di ulgação da música?
R:
Ob igado po pa ilha oda es a in o mação!
56
Guião de en e is a a João Sabino e a E menegildo Ma os
I. Biog a ia do músico
1.1. Gos a ia de começa po lhe pe gun a o seu nome comple o, a da a e o local de
nascimen o.
R:
1.2.Como começou o seu pe cu so musical?
R:
1.3. Ap endeu a oca com ou os músicos?
R:
1.3.1. Se sim, com quem, conc e amen e?
R:
1.4. Na sua opinião, a o mação musical que adqui iu ajuda-o a in e p e a a música
adicional dos Aço es?
R:
1.4.1. Se sim, como?
R:
1.5.Quais os epe ó ios que começou po ap ende (Canções conc e as ou mesmo
géne os musicais ou i mos pa icula es)?
R:
1.6. Em que ipo de e en os começou a oca ?
R:
1.7.Os bailes egionais já e am um e en o social impo an e na época em que começou a
oca ?
63
II. Emig ação pa a os Aço es e as p á icas e sociabilidades da música na Ilha de
São Jo ge
2.1. Em que egião ou cidade esidia na Holanda?
R:
2.2. Em que abalha a?
R:
2.3. Em que ano emig ou pa a Po ugal, conc e amen e pa a os Aço es?
R:
2.4. Po que decidiu emig a ?
R:
2.5. Como se in eg ou p o issionalmen e na ida dos Aço es?
R:
2.6. Como começou a in e p e a música e a oca com ou as pessoas nos Aço es?
R:
2.7.Em que con ex os é que cos uma a oca (bailes popula es, es as, en e ou as)?
R:
2.8.Pa icipou em g upos musicais de modo ixo?
R:
2.8.1. Se sim, como se chama am?
R:
2.9.Que géne os e epe ó ios oca am?
R:
2.10. Como oi ap endendo a música adicional dos Aço es?
R:
2.11. Na sua opinião, a o mação musical que adqui iu na Holanda ajuda-o a
in e p e a a música adicional dos Aço es?
R:
2.11.1. Se sim, como?
64
R:
2.12. Hou e músicos que o in luencia am mais na sua p á ica como músico nos
Aço es?
R:
2.12.1. Se sim, quais?
2.13. Po que escolheu a iola da e a como ins umen o?
R:
2.14. Que ou os ins umen os ligados à música adicional é que oca?
R:
2.15. Qual é que conside a se o seu ins umen o p incipal?
R:
2.16. Também compõe epe ó io ou só in e p e a música adiconal já exis en e?
2.17. Que géne os da música dos Aço es é que in e p e a?
R:
2.18. In e p e a epe ó ios ou géne os especí icos da Ilha de São Jo ge?
R:
2.18.1. Se sim, quais?
R:
2.19. Quais as p incipais ca ac e ís icas da música jo gense que, a seu e , a
dis inguem da es an e música dos Aço es?
R:
2.20. E quais as ca ac e ís icas da música de São Jo ge e daquela dos Aço es que a
dis inguem da música adicional holandesa?
R:
65
III. Indús ia da música
3.1. Que na Holanda, que em Po ugal qual o seu con ac o com a indús ia da música,
sob e udo em e mos de g a ações?
R:
3.2. Podia ala da sua expe iência de conce os ou dig essões, que nos Aço es, que em
Po ugal con inen al, Eu opa ou Amé ica do No e?
R:
IV. Jo ens e a expe iência da música adicional em São Jo ge na a ualidade
4.1.Na sua opinião exis em mui os jo ens dedicados à música adicional na Ilha de São
Jo ge a ualmen e?
R:
4.2. E à iola da e a?
R:
4.3. E os bailes egionais, ambém são mui o equen es na a ualidade, desde que i eu
em São Jo ge?
R:
4.4. Po úl imo, e a música p op iamen e di a, como se ans o mou desde o empo em
que chegou aos Aço es?
R:
Ob igado po pa ilha oda es a in o mação!