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Relatório estágio profissional

Abstract

Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano

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Relatório estágio profissional

Author: Bandeira, Tomás Macedo Sopas de Melo
Year: 2017
Source: https://run.unl.pt/bitstream/10362/22744/1/TOM%c3%81S%20MACEDO%20SOPAS%20DE%20MELO%20BANDEIRA_2011542.pdf
Rela ó io Final de Es ágio
Mes ado In eg ado em Medicina
6ºano
Ano le i o: 2016/2017
Tomás Macedo Sopas de Melo Bandei a
Nº2011542
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Índice:
1. In odução ...................................................................................................... 3
2.Obje i os Ge ais dos Es ágios P o issionalizan es .......................................... 3
3.Sín ese das A i idades Desen ol idas ............................................................ 4
3.1. Es ágio Pa cela de Ci u gia Ge al ........................................................ 4
3.2. Es ágio Pa cela de Medicina In e na.................................................... 5
3.3. Es ágio Pa cela de Saúde Men al ........................................................ 5
3.4. Es ágio Pa cela de Medicina Ge al e Familia ..................................... 6
3.5. Es ágio Pa cela de Pedia ia Médica ................................................... 6
3.6. Es ágio Pa cela de Ginecologia/Obs e ícia ......................................... 7
3.7. Es ágio Opcional - T auma .................................................................... 7
4.Re lexão C í ica ............................................................................................... 8
5.Anexos .......................................................................................................... 11
5.1. Dis ibuição dos Es ágios Pa cela es .................................................. 11
5.2. A i idades Ex acu icula es e espe i os ce i icados......................... 12
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1. In odução:
Com o desen ol imen o des e ela ó io inal, p e ende-se enuncia os obje i os açados, aze
uma b e e desc ição e e mina com uma e lexão global ace ca dos di e en es es ágios e
a i idades ealizados ao longo do 6º e úl imo ano do Mes ado In eg ado em Medicina da
Faculdade de Ciências Médicas da Uni e sidade No a de Lisboa.
Nes e sen ido, o p og ama cu icula desc i o dis ibui-se po seis es ágios p o issionalizan es
(Ci u gia Ge al, Medicina In e na, Saúde Men al, Medicina Ge al e Familia , Pedia ia Médica e
Ginecologia/Obs e ícia), po uma Unidade Cu icula Opcional (T auma) e po uma disciplina
in eg ado a de conhecimen os (P epa ação pa a a P á ica Clínica).
No inal, a ei ainda e e ência a ou os elemen os ex acu icula es que se o na am igualmen e
ele an es na minha o mação, não só enquan o médico mas ambém enquan o pessoa.
2. Obje i os Ge ais dos Es ágios P o issionalizan es:
Tendo sido es e o úl imo ano como es udan e de medicina - e po consequência, um ano de
ansição en e o pe íodo es udan il e o mundo p o issional - os meus obje i os, inicialmen e
açados de o ma ans e sal pa a odas as especialidades, podem condensa -se em cinco pon os
undamen ais: 1)Consolida e ap o unda conhecimen os p e iamen e adqui idos que se ão c uciais
pa a a ida médica independen emen e da sua especialidade; 2)Es uda no as pa ologias e/ou
con ex os pa icula es que me p opo cionem uma isão mais ab angen e e o alecida da medicina,
p omo endo simul aneamen e um espí i o de a ualização e in es igação impo an es du an e oda
a ida p o issional; 3)Desen ol e uma c escen e au onomia na abo dagem diagnós ica e
e apêu ica de um doen e, bem como na elação médico-doen e e na elação en e colegas de
abalho; 4)Comp eende o doen e (e amília) enquan o se humano único, complexo e
p o undamen e en aizado no seu con ex o biopsicossocial, de o ma a pode ansmi i -lhe
e icazmen e o melho que a medicina e a ciência podem o e ece hoje em dia; 5)Ge i e concilia as
esponsabilidades académicas com ou os comp omissos ex acu icula es, p opo cionando um
equilíb io e saúde pessoal que são componen es basila es pa a uma boa p o iciência labo al.
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3. Sín ese das a i idades desen ol idas:
Es e ano p o issionalizan e deco eu en e o dia 12 de se emb o de 2016 e o dia 2 de junho de
2017 e oi c onologicamen e dis ibuído em 8 semanas de Ci u gia Ge al (das quais 2 semanas
in eg ado na opcional de Anes esia Ge al), 8 semanas de Medicina In e na, 4 semanas de Saúde
Men al, 4 semanas de Medicina Ge al e Familia , 4 semana de Pedia ia Médica, 4 semanas de
Ginecologia/Obs e ícia e 2 semanas do es ágio opcional em T auma.
3.1 Es ágio Pa cela de Ci u gia Ge al:
Es e es ágio pa cela deco eu no Hospi al Bea iz Ângelo e di idiu-se em 3 pa es dis in as:
1)uma semana de sessões eó ico-p á icas, 2)cinco semanas de Ci u gia Ge al (in e namen o,
bloco ope a ó io, consul a e u gências) e 3)duas semanas de uma especialidade opcional, que no
meu caso oi Anes esia Ge al.
Rela i amen e à p imei a pa e, des aco algumas sessões o ien adas po assis en es do se iço
de Ci u gia que se deb uça am sob e á ias écnicas e p ocedimen os (acessos enosos, injeções
in amuscula es, colhei a de hemocul u as, ipos de su u as, e c) ensinados e einados em
modelos, bem como a ealização do cu so TEAM (“T auma E alua ion and Mangagemen ”) em
pa e deco ido nas ins alações da aculdade.
No que se elaciona com o se iço de Ci u gia p op iamen e di o, pa a além dos múl iplos doen es
is os em consul a e no in e namen o, ele o especialmen e um caso que acompanhei ao longo de
odo o es ágio de um doen e com adenoca cinoma do apêndice e que oi subme ido a
Pe i onec omia com quimio e apia hipe é mica in aope a ó ia. Ressal o ainda uma das cinco
semanas que deco eu in ei amen e no se iço de u gência e onde i e a possibilidade de con ac a
com pa ologias e si uações de ca á e endencialmen e mais agudo.
Po im, as duas semanas de Anes esia p opo ciona am uma ou a pe spe i a den o do bloco
ope a ó io e as suas dis in as p eocupações no con ex o de se e especialidades di e en es. Hou e
ainda um dia dedicado à Consul a P é-Anes ésica e ou o à Consul a da Do . Além do mais, i e a
opo unidade de coloca uma linha a e ial, ealiza uma in ubação o o aqueal e en ila um doen e
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Inse ido no Mini Cong esso de Ci u gia do HBA, em conjun o com duas colegas, ap esen ei um
abalho sob e Tumo es Neu oendóc inos do Jejuno.
3.2 Es ágio Pa cela de Medicina In e na:
As 8 semanas do es ágio de Medicina In e na deco e am in eg almen e no se iço 1.2 do
Hospi al S. José. Do ado de uma índole mais au ónoma e p á ica, es e es ágio aduziu-se numa
o ina o ma i a onde a cada aluno e a a ibuída a esponsabilidade de obse a e de esc e e o
diá io clínico de uma média de 2 doen es ( endo a iado en e 1 a 4 doen es) po manhã, en e
ou as unções, como ealiza no as de admissão, no as de al a ou comunica com colegas de
ou as especialidades sob e os doen es in e nados. Dos doen es po mim obse ados, ealça ia o
caso de um doen e com 37 anos in e nado de ido a Síncope po p o á el Fib ilação Au icula
Pa oxís ica, e ou o doen e de 57 anos in e nado po descompensação de Insu iciência Ca díaca,
num con ex o de Val ulopa ia Aó ica não eumá ica e Anemia po dé ice de ácido ólico (e
an eceden es pessoais de consumos ele ados de abaco e álcool, e Polineu opa ia Alcoólica).
Simul aneamen e, ealiza am-se di e sas sessões eó icas no se iço (“Jou nal Club”, Sessões de
Radiologia, Neu o adiologia e Ele oca diog ama, e c), bem como na aculdade, dos quais des aco
as aulas de “Choque Sé ico e Falência Mul io gânica” e “Fluido e apia e Ressusci ação de Volume”.
Ao longo das semanas de es ágio, em pe íodo pós labo al, i e ainda a ocasião de acompanha
á ios médicos no se iço de u gência em seis dias di e en es, onde pude discu i e obse a
múl iplos casos clínicos, e a é conduzi algumas en e is as.
Em conjun o com ou os 3 colegas, ap esen ei no se iço um abalho que consis iu numa e isão
bibliog á ica sob e “Hepa i es Au oimunes”.
3.3 Es ágio Pa cela de Saúde Men al:
Não endo ealizado o es ágio de Saúde Men al no ano an e io em Po ugal, as 4 semanas no
Hospi al Júlio de Ma os o am p eponde an es po se em o p imei o con ac o com es a
especialidade no país. Nes e sen ido, ui colocado no pa ilhão 29 dedicado sob e udo a doen es
com o diagnós ico de Esquizo enia.

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Pa a além do in e namen o e da consul a ex e na deco ida no mesmo hospi al, hou e ainda
ocasião de aze u gência uma ez po semana no Hospi al S. José. Des a expe iência, a ia
e e ência a uma doen e de 37 anos que eco eu ao se iço de u gência após, segundo a p óp ia,
e consumido 30 comp imidos de Diazepam. Acabou po se dada al a uma ez que a doen e
man inha a capacidade de decisão p ese ada, sem isco de he e oag essi idade, e oi en iada
pa a casa com o diagnós ico de Pe u bação da Pe sonalidade.
Assis i ainda a di e sas aulas o ganizada po in e nos, de onde des aca ia duas sessões: “A
loucu a no diálogo en e a li e a u a e a ópe a”; “Saúde Men al em pe íodo pe ina al”.
3.4 Es ágio Pa cela de Medicina Ge al e Familia :
Du an e es e ano, es e oi o único es ágio ealizado o a do dis i o de Lisboa. As 4 semanas
cen a am-se sob e udo na Ex ensão de Saúde de Vila Ve de de Ficalho, no concelho de Se pa.
Sendo o meu u o o único médico da ila, e eu o único aluno, as manhãs e as a des deco iam
em dois gabine es sepa ados onde ambos a endíamos os doen es que eco iam ao se iço
p imá io. No inal de cada consul a, e a minha unção ap esen a o doen e obse ado ao meu u o
e, em conjun o, e a omada a decisão da e apêu ica e do melho plano adequado.
Den o de oda a i ência, na u almen e dis in a dos demais es ágios pelo con ex o social e
geog á ico, des aca ia o caso pouco p e isí el de uma pa agem ca dio espi a ó ia que sucedeu
jun o do C. de Saúde, e de uma c ise epilé ica ónico-clónica obse ada numa consul a domiciliá ia.
Em conjun o com a minha colega que es agia a no Cen o de Saúde de Se pa, ap esen ámos no
mesmo espaço um abalho sob e: “Abo dagem Diagnós ica e T a amen o da Fib omialgia”.
3.5 Es ágio Pa cela de Pedia ia Médica:
Es e es ágio deco eu no Hospi al D.Es e ânia in eg ado na subespecialidade de pneumologia
As 4 semanas dis ibuí am-se pelo in e namen o, consul a ex e na e ealização de écnicas,
nomeadamen e b onco ib oscopias. Ti e ainda ocasião de acompanha a minha u o a no se iço
de u gência du an e as 12h de u no semanais.
Dos casos clínicos obse ados, aço e e ência a dois lac en es diagnos icados com A o ia
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Muscula Espinhal ipo 1 que es a am sob a amen o expe imen al com Nusine sen, mas que
acaba am ambos po alece ; e ainda uma adolescen e de 17 anos in e nada com suspei a de
Tube culose Pulmona , com sin omas de eb e e pe da de peso há 1 mês, suo es no u nos e
hemop ises, e que ealizou uma b onco ib oscopia pa a con i mação diagnós ica.
Po im, no a ainda pa a: pa icipação na consul a de imunoale gologia, colhei a de uma his ó ia
clínica de um doen e de 7 meses com in eção do a o u iná io em con ex o de im único, e
ap esen ação de um abalho de g upo sob e: “Hemoglobinú ia Pa oxís ica a F io”.
3.6 Es ágio Pa cela de Ginecologia/Obs e ícia:
Di idido en e Obs e ícia e Ginecologia, es e es ágio na Ma e nidade Al edo da Cos a acabou
po se eduzido a 75% do p e is o de ido a e iados e g e es que deco e am nes e pe íodo. No
en an o, o am 4 semanas di e si icadas en e in e namen o, bloco ope a ó io, ecog a ia e ou as
écnicas (conizações e his e oscopias), bem como di e en es consul as: G a idez de Al o Risco,
Adolescen es, Planeamen o Familia e Ginecologia Ge al.
Semelhan e aos es ágios an e io es, pa icipei no se iço de u gência, onde pude
designadamen e assis i a múl iplos pa os po ia aginal e po cesa ianas. Igualmen e, aço
e e ência à opo unidade que i e em coloca , e ambém em e i a , um disposi i o an iconcecional
(Implanon) no memb o supe io .
No amen e em g upo, ealizei e ap esen ei um abalho, des a ez sob e: “Lúpus e G a idez”.
Dos pacien es que obse ei, ealça ia uma mig an e em si uação i egula , g á ida de 25
semanas, sem acompanhamen o ges acional, que oi in e nada de u gência po uma insinuação de
bolsa na agina associada a co ioamnioni e. Po se na u al do Togo, e eu e es ado p e iamen e
nesse país a p opósi o de um es ágio hospi ala , pude se pa e impo an e na comunicação e
seguimen o da doen e an o nos cuidados in ensi os como no pue pé io.
3.7 Es ágio Opcional: Unidade Cu icula - T auma:
Com a du ação de duas semanas, es e úl imo es ágio es u u ou-se po uma componen e eó ica
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na aculdade e uma componen e p á ica no Hospi al S.José. Rela i amen e a es a úl ima, des aco
os dias passados no se iço de Queimados, no bloco ope a ó io da Neu oci u gia e no dia
des inado à VMER, onde i e a ocasião de acompanha a equipa numa en a i a de essusci ação
de uma pa agem ca dio espi a ó ia sem e iologia iden i icada no C. Come cial Vasco da Gama.
No a impo an e ambém pa a a excelen e opo unidade que es a opcional p opo cionou ao
pe mi i assis i à o alidade do cu so ATLS (Ad anced T auma Li e Suppo ) que se ealizou no im-
de-semana en e as duas semanas de es ágio.
4. Re lexão C í ica:
Segundo o “Licenciado Médico em Po ugal” – ex o elabo ado com o con ibu o de á ios
docen es das aculdades de medicina do país –, “Os médicos ecém- o mados de em se capazes
de lida , sob supe isão, com as condições clínicas mais comuns (…), assim como e em
consciência de si uações ela i amen e a as mas po encialmen e sé ias. (…) O ní el de
conhecimen o e compe ências adequados pa a cada condição clínica de e se de e minado de
modo a o ma , pelas aculdades de medicina, o médico plu ipo encial que é expec á el no inal do
ensino p é-g aduado” (pp.80).
Nes a pe spe i a, o 6º ano do mes ado em medicina de e á, acima de udo, p ocu a euni as
condições basila es à o mação ge al de um médico, não obs an e a sua u u a á ea de
especialização. Um ano que, a pa i do subs a o adqui ido ao longo de 10 semes es an e io es,
pe mi a ans o ma um aluno de medicina num médico bem o mado e p epa ado pa a os
comp omissos e esponsabilidades ine en es à sua p o issão.
Em e mos es u u ais, ácil se á dize que o cu ículo nes a aculdade es á i e oga elmen e
di ecionado nesse sen ido. Pa a além das especialidades ge ais e de maio ab angência
semiológica se em ob iga ó ias nes e úl imo ano, são mui os ou os os a gumen os que se
conjugam pa a que es a o mação possa, de ac o, ans o ma o aluno nesse desejá el médico
poli alen e. Desde o ácio de alunos/ u o es se 3:1, 2:1 e mui as ezes a é 1:1, à p eocupação de
c ia complemen os o ma i os como o cu so TEAM e ATLS, ao eino de p ocedimen os em
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modelos associados a aulas eó ico-p á icas, ou mesmo a es imulação de con ac a com o se iço
de u gência em p a icamen e odas as especialidades, são alguns dos exemplos que demons am
a o mação ab angen e como uma p io idade des es es ágios p o issionalizan es.
Con udo, a ealidade na p á ica nem semp e co esponde da o ma ideal aos obje i os
sin e izados nas ichas das unidades cu icula es.
Em di e en es p opo ções e à sua medida, cada especialidade p opiciou que os obje i os po mim
delineados ossem na sua o alidade a ingidos. Po ém, enho a con icção de que os qua o
p imei os obje i os sup aci ados pode iam e um po encial de ap o ei amen o bas an e maio .
No con ex o do es ágio de Ci u gia Ge al, onde se p ocu ou desen ol e uma abo dagem do
doen e ci ú gico em múl iplas pe spe i as, pode ia e ha ido uma maio p eocupação em ansmi i
e co igi a ealização de um bom exame obje i o. É undamen al que qualque médico saiba aze
uma boa palpação abdominal, e que só a expe iência melho sabe ensina . Na mesma linha,
exis em ou os exemplos de algum des asamen o en e o p og ama p é-de e minado e o
desen ol imen o do es ágio na p á ica. É o caso da epe ição de écnicas em modelos e a
obse ação con ínua das mesmas sem que exis a opo unidade de o ealiza em doen es, como é
o caso da colocação de acessos cen ais.
Po ou o lado, a p óp ia o ganização do se iço mui as ezes ambém não pe mi e que os
assis en es disponham do empo su icien e pa a pode ansmi i o seu sabe . O caso da Medicina
In e na, a pa da Medicina Ge al e Familia , são bons exemplos na medida em que o am os
es ágios que melho esponsabiliza am e en ol e am os alunos no dia-a-dia do médico. Toda ia, a
excessi a ca ga labo al, sob e udo nos assis en es com alunos, não possibili ou que se c iassem,
mui as ezes, os momen os necessá ios pa a a discussão caso a caso dos doen es obse ados e
a aliados.
Simul aneamen e, Pedia ia e Saúde Men al o am o ações endencialmen e mais obse acionais
em que a meno esponsabilização inibiu um maio en ol imen o, e po consequência
ap endizagem, po pa e do aluno. No en an o, aduzi am-se nas duas expe iências es e ano que
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