i
Mé odo de Análise dos Fa o es In luenciado es
da P odu i idade Indi idual em Po ugal
Inês Ma ins Ba bosa
Disse ação ap esen ada como equisi o pa cial pa a
ob enção do g au de Mes e em Ges ão de In o mação
ii
NOVA In o ma ion Managemen School
Ins i u o Supe io de Es a ís ica e Ges ão de In o mação
Uni e sidade No a de Lisboa
Mé odo de Análise dos Fa o es In luenciado es da P odu i idade
Indi idual em Po ugal
po
Inês Ma ins Ba bosa
Disse ação ap esen ada como equisi o pa cial pa a a ob enção do g au de Mes e em Ges ão de
In o mação, Especialização em Ges ão dos Sis emas e Tecnologias de In o mação.
O ien ado : P o esso Dou o Vi o Dua e dos San os
Ab il de 2021
iii
ABSTRACT
The assessmen o indi idual p oduc i i y is a opic ha is s ill unde de eloped oday. This
s udy is o en con used wi h he assessmen o indi idual pe o mance ha does no ha e he
same meaning, which is cla i ied h oughou his s udy.
The main objec i e o his p ojec is o unde s and which a e he main ac o s ha a ec
indi idual p oduc i i y in Po ugal and, acco ding o hese ac o s, o c ea e a me hod ha
allows o e alua e he indi idual p oduc i i y o an employee o a company and o include
him in a speci ic g oup wi h ce ain cha ac e is ics. Fo each g oup and, acco ding o he
cha ac e is ics o each one, he e will be an indi idual plan ha aims o inc ease indi idual
p oduc i i y.
PALAVRAS-CHAVE
P odu i idade Indi idual; Fa o es In luenciado es; Po ugal; Mé odo
i
ÍNDICE
1. In odução ..................................................................................................................... 1
1.1 Enquad amen o ...................................................................................................... 1
1.2 Obje i os ................................................................................................................. 2
2. Re isão da Li e a u a ..................................................................................................... 3
2.1 P odu i idade Indi idual – Concei o ...................................................................... 3
2.2 Desempenho s P odu i idade ............................................................................... 3
2.3 Fa o es que In luenciam a P odu i idade Indi idual ............................................. 4
2.4 Medição da P odu i idade Indi idual..................................................................... 7
2.5 Con ex o da P odu i idade Indi idual em Po ugal ............................................... 8
2.6 E olução da p odu i idade em Po ugal ace aos ou os países eu opeus ........... 9
3. Me odologia ................................................................................................................ 11
3.1 Design Science Resea ch (DSR) ............................................................................. 11
3.2 Es a égia de In es igação .................................................................................... 13
4. Mé odo pa a a cons ução de planos indi iduais pa a o aumen o da p odu i idade 14
4.1 P essupos os ......................................................................................................... 14
4.2 Fundamen ação dos pa âme os ......................................................................... 14
4.3 Desc ição do Mé odo P opos o ............................................................................ 20
4.4 Mé odo ................................................................................................................. 21
4.5 De inição do Resul ado ......................................................................................... 22
4.6 Planos Indi iduais ................................................................................................. 23
5. A aliação e Discussão de Resul ados .......................................................................... 26
6. Conclusões ................................................................................................................... 31
6.1 Limi ações do abalho ......................................................................................... 31
6.2 Recomendações pa a T abalhos Fu u os ............................................................. 32
ÍNDICE DE FIGURAS
Figu a 1 – Modelo T iple-P (adap ado de Tangen, 2005). ......................................................... 7
Figu a 2 – P odu i idade apa en e do abalho em Po ugal (adap ado de Po da a). ............. 8
Figu a 3 – P odu i idade do abalho po ho a (adap ado de Po da a). ................................... 9
Figu a 4 – A i idades do mé odo de in es igação DSR (adap ado de Pe e s e al., 2006). ... 11
Figu a 5 – Es a égia de in es igação. ...................................................................................... 13
Figu a 6 – Mé odo pa a medi a p odu i idade indi idual. ..................................................... 20
Figu a 7 – En e is ados po Géne o. ...................................................................................... 26
Figu a 8 – En e is ados po Idade. ......................................................................................... 27
Figu a 9 – Resul ados do Ques ioná io. ................................................................................... 28
Figu a 10 – Comen á ios ao Resul ado do Mé odo. ................................................................ 29
ÍNDICE DE TABELAS
Tabela 1 – Fa o es que in luenciam a p odu i idade indi idual................................................ 6
Tabela 2 – Fundamen ação dos pa âme os. .......................................................................... 19
Tabela 3 - De inição do esul ado. ........................................................................................... 22
Tabela 4 – Planos pa a aumen a a p odu i idade indi idual. ................................................ 25
i
LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS
Nes a disse ação são u ilizados alguns ac ónimos, ap esen ados de seguida:
APERGO
Associação Po uguesa de E gonomia
DSR
Design Science Resea ch
PI
P odu i idade Indi idual
PIB
P odu o In e no B u o
UE27
União Eu opeia 27
ii
“70 pe cen o employees a e disengaged a wo k. This means 7 ou o 10 employees ha e
low p oduc i i y and e en ion.”
(Linkedin)
1
1. INTRODUÇÃO
1.1 ENQUADRAMENTO
A ualmen e, depa amo-nos com um no o pa adigma em elação ao me cado de abalho.
Du an e mui o empo, g ande pa e das o ganizações egeu-se pelas eg as p opos as po
F ede ick Taylo , em 1911, quando esc e eu o li o Os P incípios da Adminis ação Cien í ica.
Conside ado "o pai" da adminis ação cien í ica, basea a a sua eo ia em eg as ígidas, em
que odas as a e as e am con oladas, de modo a e i a o despe dício de empo
ope acional, os salá ios es a am di e amen e elacionados com a quan idade do alo
p oduzido, as ins uções e am di adas pela lide ança e os uncioná ios de base apenas
cump iam as suas unções sem as ques iona em.
Com a mudança de men alidade a que emos indo a assis i , em elação aos mais a iados
emas, começa a e idencia -se a posição da camada mais jo em do me cado de abalho.
Cada ez mais, exis em p o issionais quali icados que p ocu am um emp ego em que seja
possí el concilia a ida p o issional com a ida pessoal, sem que pa a isso enham de
abdica de uma das duas, enquan o p ocu am sen i -se alo izados, desa iados e mo i ados.
As pessoas são, ge almen e, os a i os mais aliosos das o ganizações e, po isso, é
impo an e ou i e conside a a opinião de cada um, o que mui as ezes não acon ece. Hoje,
as pessoas êm o mação, quali icação e conhecimen o. Os “emp egados” passa am a se
chamados colabo ado es, o que demons a um a anço na men alidade das o ganizações,
sendo que, em algumas, ainda é um concei o di ícil de aplica .
Um colabo ado que seja is o apenas como um núme o no meio de an os ou os, pouco
alo izado e desmo i ado, não pode á se um colabo ado que e i e o máximo das suas
capacidades.
Vi emos na e a da globalização, da ecnologia e da in o mação e, po isso, hoje não
podemos mais in oca a desculpa da “ al a de in o mação” ou “ al a de meios”. É impo an e
analisa os dados, c ia mé odos, es a égias, no as abo dagens, pa a que, no inal de
con as, seja possí el e i a o maio pa ido dos nossos colabo ado es, das nossas emp esas
e, consequen emen e, da nossa economia.
Des a o ma, oi iden i icado como uma opo unidade de in es igação a p opos a de um
mé odo que pe mi a a alia quais os a o es que êm maio peso no que oca à
p odu i idade indi idual de um colabo ado e, de aco do com as ca ac e ís icas indi iduais
2
de cada um, a suges ão de um plano que possa se aplicado, de o ma a que es e se sin a
mais alo izado, mo i ado e consiga demons a e aplica o máximo das suas capacidades.
De ini o concei o de p odu i idade indi idual é ainda uma a e a di ícil, mas i emos começa
po elaciona a p odu i idade indi idual com os a i os que cada um é capaz de p oduzi
pa a a sua emp esa. Assim, es e es udo em como obje i o pe cebe quais os a o es que
in luenciam o compo amen o humano e que pode ão explica po que é que em Po ugal
não es á a se possí el p oduzi mais e melho .
1.2 OBJETIVOS
O p incipal obje i o des e es udo é cons ui um mé odo pa a concebe planos singula es
que pe mi am o aumen o da p odu i idade indi idual.
Obje i os In e médios
• Pe cebe quais os a o es que in luenciam a p odu i idade indi idual em Po ugal.
• P opô um mé odo quali a i o/ quan i a i o de a aliação da p odu i idade
indi idual.
• Face à a aliação do pe il do colabo ado e da a aliação dos a o es que êm maio
in luência sob e a sua p odu i idade, p opo um plano indi idual pa a o aumen o da
sua p odu i idade.
9
Nes e g á ico, podemos obse a um c escimen o cons an e da p odu i idade apa en e do
abalho, en e 1995 e 2006, al u a em que começamos a assis i a pequenas oscilações, a é
ao ano de 2017. En e 1995 e 2006, o alo da p odu i idade, ep esen ado sob alo
mone á io, passou de 18 176,10 eu os pa a 29 724,40 eu os. En e 2006 e 2007, assis imos
ao pe íodo de maio c escimen o, um aumen o de ce ca 1811,40 eu os. Po sua ez, en e os
anos 2013 e 2014, não só não exis iu um c escimen o da p odu i idade apa en e do abalho
como assis imos ainda à sua diminuição, em ce ca de -258,90 eu os.
2.6 EVOLUÇÃO DA PRODUTIVIDADE EM PORTUGAL FACE AOS OUTROS PAÍSES
EUROPEUS
Es e g á ico ap esen a a p odu i idade eal do abalho, en e os anos de 1995 e 2019, que
se aduz sob a ó mula: PIB em eu os dos p eços co en es no ano ci il/ Núme o de ho as
abalhadas no ano ci il.
Que países c iam mais e menos iqueza po ho a de abalho?
Segundo os dados da Po da a, ela i o aos anos de 1995 a 2019, pode emos conclui que
Po ugal, embo a ap esen e um mo imen o c escen e ao longo des es anos, se encon a
signi ica i amen e abaixo da média da União Eu opeia 27 que, po sua ez, ap esen a
igualmen e um mo imen o c escen e no mesmo pe íodo.
Figu a 3 – P odu i idade do abalho po ho a (adap ado de Po da a).
10
Em 1995, Po ugal ap esen a a um alo de ce ca de 10,60€ po ho a abalhada, enquan o
a média da União Eu opeia 27 se posiciona a po ol a dos 20,50€/ ho a. Nes e momen o,
encon amos uma di e ença de p a icamen e me ade do alo pa a Po ugal, quando
compa ado com a UE27. Mais a de, e apesa do cons an e c escimen o dos dois g upos aqui
analisados, e i icamos que Po ugal se consegue posiciona um pouco acima desse alo ,
ap esen ando alo es supe io es à me ade do alo médio da UE27, de o ma mais
acen uada, a pa i do ano de 2003. No ano de 2019, os alo es de p odu i idade po ho a
abalhada encon am-se nos 41,10€/ ho a na média da UE27 e nos 23,00€/ ho a em
Po ugal. Concluímos assim que, en e os anos de 1995 e 2019, a média da UE27 aumen ou
ce ca de 20,60€/ ho a, p a icamen e, duplicando, enquan o em Po ugal assis imos a um
aumen o de ce ca de 12,40€/ ho a no mesmo pe íodo.
11
3. METODOLOGIA
3.1 DESIGN SCIENCE RESEARCH (DSR)
A me odologia Design Science Resea ch (DSR), u ilizada no âmbi o da in es igação em
sis emas e ecnologias de in o mação, sus en ou o desen ol imen o da me odologia
u ilizada nes e abalho. A DSR ep esen a um ipo de pesquisa compo amen al e social
que, jun amen e com ou as abo dagens cien í icas, em como obje i o comp eende um
de e minado enómeno (Nieha es e al., 2012).
O mé odo da DSR é uma sequência de a i idades sin é icas e analí icas que p oduzem um
p odu o ou a e ac o ino ado ou ap imo ado. É um pa adigma de solução de p oblemas
que en a ge a um a e ac o ou uma solução inal, p oje ado pa a um p oblema especí ico.
Basicamen e, a missão da DSR é desen ol e um conhecimen o cien í ico pa a apoia a
conceção de soluções ou a e ac os pelos p o issionais e en a iza a sua o ien ação pa a o
conhecimen o.
Pe e s e al. (2006) iden i ica os seguin es pon os como as e apas de desen ol imen o de
uma in es igação que u iliza o mé odo DSR:
Figu a 4 – A i idades do mé odo de in es igação DSR (adap ado de Pe e s e al., 2006).
1. Iden i icação do p oblema e da mo i ação – Nes a e apa, de ine-se o p oblema
especí ico pa a a in es igação e jus i ica-se o seu undamen o. É necessá io pe cebe
qual o es ado em que se encon a a in es igação sob e o ema em es udo. A
de inição do p oblema se á u ilizada pa a o desen ol imen o de a e ac os que
podem ajuda a chega à solução p e endida.
2. De inição dos obje i os – Após se comp eende como se encon a o es ado da a e
em elação ao ópico da in es igação, se á necessá io de ini os obje i os pa a a
12
solução. Os obje i os de inidos pode ão se quan i a i os ou quali a i os. Os
obje i os de e ão se in e idos acionalmen e a pa i da especi icação do p oblema.
Os ecu sos necessá ios pa a al, incluem o conhecimen o do es ado dos p oblemas
e as soluções a uais, se exis i em, assim como a sua e icácia.
3. Conceção e implemen ação – Nes a e apa, de e á(ão) desen ol e -se o a e ac o
ou os a e ac os suge idos(s) como solução, de e minando qual a uncionalidade
desejada, pa a, em seguida, se c ia o a e ac o eal. Concep ualmen e, um a e ac o
pode á se qualque obje o concebido, pa a cujo desen ol imen o con ibua a
in es igação.
4. Demons ação – Demons a a e icácia do a e ac o pa a a esolução do p oblema
suge ido, é o obje i o des e pon o. Os ecu sos necessá ios pa a es a demons ação
incluem o conhecimen o e e i o de como u iliza o a e ac o pa a esol e o
p oblema.
5. A aliação – Es a a i idade em como obje i o a alia se o a e ac o ealmen e apoia
a solução pa a o p oblema em es udo. Nes a ase, se á necessá io conhece as
écnicas de análise e as mé icas ele an es. No inal des a a i idade, o in es igado
pode á decidi se p e ende ol a à e apa 3 – Conceção e implemen ação, pa a
en a melho a a e icácia do a e ac o u ilizado, ou se p e ende con inua pa a a
ase 6 – Comunicação, deixando as melho ias possí eis pa a um p oje o u u o.
6. Comunicação – Po im, se á necessá io comunica os esul ados do es udo
ealizado, endo em a enção o público a que se des ina, de o ma a que a
ap esen ação dos esul ados seja o mais e icaz possí el e en endida da melho
o ma.
As a i idades do p ocesso pode ão se execu adas de o ma sequencial, ou seja, pela o dem
ap esen ada (1 a 6) ou pode ão segui uma o dem di e en e, em que, em ce os casos,
algumas das a i idades pode ão, inclusi amen e, se execu adas á ias ezes. Em
con apa ida, exis em casos em que nem odas as a i idades se ão necessá ias ou a ão
sen ido pa a o es udo. Nesses casos, exis i á a possibilidade de começa a in es igação em
qualque ou o pon o e p ossegui-la, da melho o ma que se aplique ao es udo, epe indo
a i idades, in e endo a sua o dem ou eliminando e apas.
13
3.2 ESTRATÉGIA DE INVESTIGAÇÃO
De aco do com o enquad amen o da me odologia DSR, an e io men e ap esen ado, a igu a
seguin e mos a de que modo oi ealizada cada e apa da es a égia de in es igação que
apoia es e es udo:
Figu a 5 – Es a égia de in es igação.
• Consciencialização do p oblema – A e isão da li e a u a ace ca do concei o de
p odu i idade indi idual e dos a o es que êm in luência sob e es e ópico, pe mi iu
euni in o mação sob e os p incipais a o es abo dados pela li e a u a a é aos dias
de hoje. O p incipal obje i o da e isão da li e a u a é e i a o máximo de
in o mação já conhecida sob e o ema em es udo e, a pa i daí, apoia odo o
es an e es udo nos conhecimen os adqui idos ao longo des e capí ulo.
• Desen ol imen o – Com base no con eúdo e i ado da e isão da li e a u a, oi
cons uído um modelo que pe mi e ca ac e iza um indi íduo e inse i-lo num g upo
de ou os elemen os com ca ac e ís icas semelhan es.
• A aliação – Nes a ase, oi cons uído um ques ioná io apoiado na e isão da
li e a u a que pe mi e a alia os indi íduos quan o aos a o es que êm maio
in luência no desen ol imen o da sua p odu i idade indi idual.
• Suges ão e e lexão – No inal do ques ioná io, a me odologia desen ol ida i á
classi ica as pessoas nos pe is (A, B, C, D, E…) de PI, os quais êm assignados planos
indi iduais pa a o aumen o da p odu i idade.
Consciencialização
do p oblema
Re isão da Li e a u a
Desen ol imen o
A aliação
Ques ioná io
Suges ão e
Re lexão
Planos Indi iduais
14
4. MÉTODO PARA A CONSTRUÇÃO DE PLANOS INDIVIDUAIS PARA O
AUMENTO DA PRODUTIVIDADE
4.1 PRESSUPOSTOS
Pa a es e es udo o am conside ados odos os ópicos abo dados ao longo da e isão da
li e a u a. No deco e des e capí ulo, depa amo-nos com uma quan idade de signi icados e
opiniões dis in as, no que oca aos a o es in luenciado es da p odu i idade indi idual. As
di e sas opiniões eme em-nos pa a a o es como: emoções (He sey, 1932), comp omisso
com o abalho (Ma kos & S ide i, 2010), e enção de uncioná ios (Oseland, 1999),
eedback posi i o (Cô é, 1999), unções desempenhadas (He zbe g, 1981), bem-es a
indi idual (Bluyssen, 2009), en e ou os já ap esen ados. A compilação des as di e en es
opiniões esul ou na cons ução de um mé odo, ep esen ado sob a o ma de luxog ama e
que se aduz num ques ioná io que pe mi e a alia os a o es que mais in luenciam a
p odu i idade indi idual de um colabo ado em Po ugal.
Pa a es e es udo, o am conside ados os colabo ado es de emp esas que ope am em
Po ugal e cujo abalho é de ca iz p esencial.
4.2 FUNDAMENTAÇÃO DOS PARÂMETROS
De o ma a se possí el a alia quais os a o es que mais in luenciam a PI de um colabo ado
e, segundo a in o mação ecolhida ao longo da e isão da li e a u a, o am conside ados um
conjun o de a o es. Com o obje i o de c ia pad ões en e as mais a iadas pe sonalidades
e, de o ma a pode aplica o mé odo de análise dos a o es in luenciado es da PI em
Po ugal a qualque colabo ado , di idi am-se os a o es em a aliação em qua o g upos
dis in os. O G upo A – Fa o es cul u ais, engloba a o es como: a cul u a da o ganização, o
d ess code, o ambien e en e colabo ado es, o eedback de e cei os, o ca go ou as unções
desempenhadas, a possibilidade de ele abalho, a lexibilidade de ho á io e o salá io. O
G upo B – Fa o es psicológicos, a alia a o es como: o equilib o en e a ida pessoal e
p o issional, o núme o de ho as labo ais, as pausas pa a descanso, as ci cuns âncias da ida
pessoal, o ambien e amilia , a es abilidade emocional, a elação com a equipa de abalho
ou ní el de p essão e s ess. O g upo C – Fa o es cogni i os, engloba a o es como a
o mação académica, a o mação p o issional, a expe iência p o issional, as compe ências
ecnológicas, o conhecimen o do negócio, as a i idades pa a desen ol e o aciocínio, a
15
ginás ica labo al ou a disponibilidade de pla a o mas online, com cu sos sob e di e sos
assun os. Po im, o G upo D – Fa o es logís icos, onde são a aliados a o es como: a
iluminação e o uído, o con o o e a e gonomia, as condições do ma e ial ( a o, compu ado ,
ec ã…), o ambien e é mico, a dis ância e o empo a é ao abalho (kms), as janelas e a is a
do local de abalho, as plan as e os animais de es imação ou a co das pa edes.
O p incipal obje i o des a epa ição dos a o es po qua o g upos dis in os pe mi e, logo à
pa ida, oca a análise no que podemos chama “o pon o aco” de cada colabo ado . Ou
seja, um colabo ado que se deixa in luencia pelo ambien e amilia em que i e, pelas
ci cuns âncias da ida pessoal ou pela elação com a equipa de abalho demons a uma
agilidade, mesmo que ligei a, no que oca ao con olo das suas emoções e do seu es ado
psicológico (G upo B). Nes es casos, o mé odo a aplica e á de se di e en e do caso de um
ou o colabo ado que, a é pode demos a um con olo o al das suas emoções e dos
a o es psicológicos, mas, po sua ez, se ê bas an e in luenciado po a o es como a
empe a u a da sala onde abalha, a iluminação que incide sob e o seu local de abalho, o
con o o da sua cadei a, ou seja, os ais a o es logís icos (G upo D). Numa e cei a hipó ese,
podemos encon a um colabo ado que e e i amen e se deixa a e a an o pelos a o es
psicológicos comen ados an e io men e, como pelos a o es logís icos e, po es e mo i o, o
mé odo ap esen ado esul a quase semp e na junção das duas pe sonalidades que mais se
e idenciam, de o ma a que es e mé odo seja aplicá el ao maio núme o de casos dis in os
exis en es. Assim, es e colabo ado pode á se a aliado de o ma mais p ecisa, pois, o plano
pa a o aumen o da sua p odu i idade indi idual inclui á não só as inicia i as pa a o apoio a
ní el dos a o es psicológicos como as inicia i as pa a o apoio a ní el dos a o es logís icos.
A cada um des es g upos é associado um ipo de pe sonalidade/ pe il dis in o. Ou seja, os
colabo ado es que demons em uma maio p edisposição pa a se em in luenciados pelos
a o es do g upo A se ão incluídos no pe il A – Comunica i o. Os colabo ado es que
a ibuam uma maio pon uação aos a o es do g upo B, associa -se-ão ao pe il B – Emo i o.
Os do g upo C, ao pe il C – Diligen e. Os do g upo D, ao pe il D – P agmá ico.
No caso dos colabo ado es que não demons em uma p edisposição pa a nenhum dos
g upos de inidos, se ão colocados pelo mé odo no pe il denominado E – Neu o. Nes es
casos, con inua a exis i um plano a aplica . No en an o, a a-se de uma junção de
inicia i as das di e en es pe sonalidades exis en es, sem o oco em nenhuma agilidade em
especí ico.
16
Es a ca ac e ização do indi iduo po pe il em como obje i o ag upa pe sonalidades, de
o ma a se possí el cons ui e ap esen a um plano indi idual especí ico pa a cada ipo de
pe sonalidade encon ada na ase an e io .
A cada um des es pe is de abalhado es á associado um plano indi idual, com di e en es
inicia i as, pa a que seja possí el aumen a a p odu i idade indi idual de um abalhado em
Po ugal.
De no a que os planos indi iduais ap esen ados como esul ado des e mé odo
ep esen am uma suges ão pa a o colabo ado , o que az com que es e de a e a libe dade
de aplica o al ou pa cialmen e as inicia i as suge idas.
O quad o seguin e ap esen a os a o es em es udo, os limi es de pon uação disponí eis e
uma desc ição do que cada um signi ica.
G upo A – Fa o es Cul u ais
Limi es
Obse ações
Cul u a da o ganização
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se os p incípios mo ais, os alo es
e as p io idades.
D ess code
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a o ma como se de e es i no
con ex o p o issional.
Ambien e en e colabo ado es/
elação com os ou os
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se as elações en e os
colabo ado es, o s a , as equipas, as
che ias. A p oximidade.
Feedback de e cei os
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a eceção com egula idade do
eedback das pessoas que o odeiam.
Ca go/ unções que desempenha/
ealização da ca ei a
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se se as unções desempenhadas
es ão de aco do com a denominação do
ca go que ocupa e a abe u a e as
opo unidades pa a a ingi me as pessoais e
p o issionais.
Possibilidade de ele abalho
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a acilidade em abalha a pa i
de qualque luga .
Flexibilidade de ho á io
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a opo unidade de ge i o p óp io
ho á io da o ma mais con enien e.
17
Salá io
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o alo mone á io, de aco do com
as unções que desempenha.
G upo B – Fa o es Psicológicos
Limi es
Obse ações
Equilíb io en e a ida pessoal e
p o issional
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a lexibilidade pa a concilia os
momen os pessoais e p o issionais.
Núme o de ho as labo ais
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o núme o de ho as que de e
dedica ao con ex o p o issional.
Pausas pa a descanso
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se os momen os b e es em que se
abs ém do que es á a aze .
Ci cuns âncias da ida pessoal
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se ase da ida em que se encon a
( abalhado -es udan e, p óximo do
casamen o, nascimen o de um ilho, e c.).
Ambien e amilia
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o con ex o em que i e o a do
ho á io de abalho.
Es abilidade emocional
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a in eligência emocional, o modo
como sabe lida com os sen imen os.
Relação com a equipa de abalho
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o ipo de elação diá ia com a
equipa de abalho mais p óxima.
Ní el de p essão e s ess
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a p essão que supo a
no malmen e e o ní el de s ess que esul a
desse a o .
G upo C – Fa o es Cogni i os
Limi es
Obse ações
Fo mação académica
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se as habili ações adqui idas em
con ex o escola / uni e si á io.
Fo mação p o issional
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se as habili ações adqui idas em
con ex o p o issional, a a és de cu sos,
ações de o mação ou wo kshops.
Expe iência p o issional
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a exis ência de expe iência
p o issional p é ia, no mesmo con ex o ou
em con ex os dis in os.
18
Compe ências ecnológicas
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se os conhecimen os écnicos, a
pa da ade ência às no as ecnologias.
Conhecimen o do negócio
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se os conhecimen os ace ca do
se o em que es á inse ido.
A i idades pa a desen ol e o
aciocínio
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se as a i idades suplemen a es ao
abalho habi ual, pa a desen ol e no as
capacidades de aciocínio (despo o, lei u a
ou wo kshops).
Ginás ica labo al
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De inem-se as a i idades p og amadas pa a
um momen o de pausa, de o ma a elaxa
men almen e e isicamen e.
Disponibilidade de pla a o mas
online, com cu sos ace ca de
di e sos assun os
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a exis ência de uma pla a o ma
online, com cu sos ace ca de di e sos
emas, pa a que exis a a possibilidade de
aumen a o conhecimen o de o ma
olun á ia.
G upo D – Fa o es Logís icos
Limi es
Obse ações
Iluminação e uído
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o ní el de iluminação do espaço
onde abalha e o ní el de uído no espaço
onde abalha.
Con o o e e gonomia
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o ní el de con o o do local de
abalho e a u ilização de ma e ial
con o á el e adequado ao ipo de abalho.
Condições do ma e ial ( a o,
compu ado , ec ã…)
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o es ado do ma e ial que u iliza
pa a abalha .
Ambien e é mico
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a empe a u a do a do local onde
es á a abalha .
Dis ância e empo a é ao abalho
(kms)
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se o empo que demo a a chega ao
local de abalho e a dis ância em km
pe co ida dia iamen e.
Janelas e is a do local de abalho
1 – Pouca In luência
5 – Mui a In luência
De ine-se a exis ência de janelas no local
onde abalha e o que consegue obse a , a
pa i do seu luga , no local de abalho.
25
E – Neu o
Pa a es e pe il, de e ão se aplicadas medidas como:
1. C iação de um p og ama de eedback 360 º pa a que enha a
opo unidade de da e ecebe eedback com maio pe iodicidade.
2. Acesso a consul as de psicologia ou coaching mo i acional
semanalmen e.
3. Acesso a wo kshops, cu sos, ações de o mação ou ou as a i idades de
desen ol imen o de compe ências.
4. C iação de apoios suplemen a es, de aco do com a dis ância/ o empo
a é ao esc i ó io, como ales de descon o em combus í el, passes de
anspo es públicos, con abilização das ho as de deslocação como
ho as disponibilizadas à en idade emp egado a.
5. Possibilidade de ele abalho ou egime de escalas com ou os
colabo ado es.
6. Isenção e lexibilidade de ho á io semp e que a si uação o pe mi a.
Sen ido de libe dade esponsá el.
Tabela 4 – Planos pa a aumen a a p odu i idade indi idual.
26
5. AVALIAÇÃO E DISCUSSÃO DE RESULTADOS
Foi escolhido como ins umen o de alidação do p esen e es udo, um ques ioná io de
espos as echadas, a im de exibi uma amos a maio e mais di e sa em e mos
o ganizacionais e uncionais.
O ques ioná io é um ins umen o de medida que aduz os obje i os de um es udo com
a iá eis mensu á eis que ajuda a o ganiza , no maliza e con ola os dados pa a que as
in o mações p ocu adas possam se ecolhidas de o ma igo osa (Fo in, 2009).
Pa a Fo in (2009), a população-al o de ine-se como um “(...) conjun o de pessoas que
sa is azem os c i é ios de seleção de inidos p e iamen e e que pe mi am aze
gene alizações” e, po esse mo i o, pa a es e es udo, o am conside ados como população-
al o, colabo ado es de emp esas que ope am em Po ugal e cujo abalho é de ca iz
p esencial.
O ques ioná io concebido pa a es e es udo oi p opos o a um conjun o de 100 pessoas que
se iu como amos a pa a a a aliação e discussão dos esul ados. Es a amos a de 100
pessoas inclui colabo ado es de di e sas á eas, como os se iços inancei os, a indús ia, os
ecu sos humanos, a adminis ação pública, en e ou os.
Figu a 7 – En e is ados po Géne o.
Das 100 pessoas selecionadas pa a esponde ao ques ioná io p opos o, 42% co espondem
a en e is ados do sexo masculino e 58% do sexo eminino.
27
Figu a 8 – En e is ados po Idade.
As idades dos en e is ados pa a es e es udo encon am-se di ididas em qua o g upos
dis in os. O p imei o g upo, en e os 18 e os 25 anos, o segundo, en e os 26 e 35 anos, o
e cei o, en e os 36 e 55 anos e, po im, o qua o, com mais de 55 anos.
Na amos a u ilizada, es ão maio i a iamen e ep esen adas as camadas mais jo ens,
nomeadamen e, en e os 18 e os 25 anos e os 26 e os 35 anos, mas, ao mesmo empo, oi
ambém possí el a alia alguns dados de pessoas dos g upos de idade supe io que
colabo a am pa a e i a algumas conclusões ao longo des e es udo.
Pa a a alia es es esul ados, con ámos com a pa icipação de 29 pessoas en e os 18 e os
25 anos, 63 pessoas en e os 26 e os 35 anos, qua o pessoas en e os 36 e os 55 anos e
qua o pessoas com idade supe io a 55 anos.
28
Figu a 9 – Resul ados do Ques ioná io.
As espos as dadas ao ques ioná io p opos o esul am na ca ac e ização do indi iduo em
es udo, em dois dos g upos ap esen ados an e io men e, no pon o 4.5 De inição do
Resul ado. Tal como oi explicado, a cada um des es g upos encon a-se associado um plano
indi idual, ou seja, um conjun o de medidas que pode ão se aplicadas, de o ma a
aumen a a p odu i idade indi idual de um abalhado .
Assim, a pa i da amos a, esul ou a seleção de 50 pessoas, cujos esul ados se enquad am
nos g upos A e B, 25 pessoas no g upo E, no e pessoas nos g upos B e C, oi o pessoas nos
g upos B e D, qua o pessoas nos g upos A e C e, po im, qua o pessoas nos g upos A e D.
Concluímos, cla amen e, ha e uma maio p opensão pa a os g upos A e B, a que
co esponde me ade da amos a selecionada. O G upo E ep esen a ambém uma
pe cen agem signi ica i a de inqui idos, ce ca de 25%.
29
Figu a 10 – Comen á ios ao Resul ado do Mé odo.
Como o ma de a alia e alida o mé odo p opos o, no inal do ques ioná io e da
ap esen ação dos esul ados, oi pedido ao g upo de inqui idos que se p onunciasse ace ca
do esul ado ob ido. Numa p imei a ase, os en e is ados esponde am às ques ões
p opos as e, depois, de aco do com as espos as dadas, oi-lhes a ibuído um plano que, se
aplicado, de e ia esul a num aumen o da sua p odu i idade indi idual. Os en e is ados
i e am en ão a opo unidade de esponde se: conco da am o almen e, conco da am
pa cialmen e ou disco da am e, com base na a aliação dos esul ados deco en e da
alidação da amos a u ilizada, podemos conclui que 84% dos inqui idos conco da
o almen e com o esul ado ob ido quan o ao seu plano indi idual.
Po ou o lado, 8% dos inqui idos espondeu que apenas conco da com pa e do esul ado
ob ido e hou e ainda mais 8% da população inqui ida que disco dou do esul ado, alegando
que a aplicação do plano indi idual suge ido não i ia e qualque ipo de in luência sob e a
sua p odu i idade indi idual.
Da análise dos esul ados, pode emos e i a algumas conclusões, ais como: Os 8% da
amos a que disco da am o almen e do esul ado, co espondem a indi íduos do sexo
eminino, o que pode á não se indica i o de nenhuma conclusão, endo em con a a amos a
eduzida. No en an o, se al o comp o ado numa amos a maio , pode á indica que o sexo
eminino em maio p edisposição à o ganização e ao oco, pois, alegam, a sua
p odu i idade man ém-se inal e ada, independen emen e de odos os a o es ex ínsecos e
in ínsecos a aliados nes e es udo. Concluímos ambém que dos 8% que disco da
30
o almen e, 6% co esponde ao g upo dos 18-25 anos e 2% ao g upo dos 26-35 anos, o que
ambém pode á indica que as camadas mais jo ens são menos ece i as ao mé odo de
aumen o da p odu i idade indi idual suge ido.
Po úl imo, os 8% que conco dam pa cialmen e, encon am-se odos no g upo e á io dos 18-
25 anos, o que suge e que os mais jo ens êm uma maio p edisposição pa a apon a alhas
ao mé odo, numa en a i a de o melho a , pa a que a sua aplicação se o ne mais e icaz.
No en an o, odas es as conclusões são e i adas da amos a u ilizada pa a es e es udo, o
que pode á al e a -se com uma maio amos agem.
31
6. CONCLUSÕES
O obje i o do es udo, “cons ui um mé odo pa a concebe planos singula es que pe mi am
o aumen o da p odu i idade indi idual”, oi a ingido.
Pa a al, oi desen ol ido um mé odo, ep esen ado sob a o ma de um luxog ama, que se
aduz num ques ioná io. Depois de con on ados com á ios a o es ex ínsecos e
in ínsecos, selecionados com base na e isão da li e a u a, o inqui ido é classi icado
segundo as pe cen agens e os pesos que a ibuiu a cada a o e pode á encon a na abela
de planos indi iduais, ambém c iada pa a es e es udo, o plano que melho se adeque à sua
si uação.
Como o ma de alidação des e mé odo, oi ealizado um ques ioná io a uma amos a de
100 pessoas que se p onuncia am ace ca dos esul ados ob idos.
Concluo com es e abalho que o ema da p odu i idade indi idual é um ema sensí el à
gene alidade da população a i a, que se iden i ica com a p oblemá ica da pouca
p odu i idade em de e minada ase da ca ei a e, po isso, sen i um g ande en usiasmo e
adesão po pa e da amos a selecionada em esponde , pa icipa e ajuda a melho a o
mé odo p opos o nes e abalho.
6.1 LIMITAÇÕES DO TRABALHO
In elizmen e, é impo an e menciona que o abalho desen ol ido nes e documen o
ap esen a algumas limi ações, como, po exemplo:
• Pa a se possí el aze uma análise po meno izada à e icácia do mé odo p opos o,
es e de e ia e sido aplicado em con ex o eal e, mais a de, os esul ados de e iam
se a aliados. No en an o, no con ex o des e abalho, não oi possí el a ingi a
janela empo al necessá ia.
• Pa a esul ados mais idedignos e p óximos da ealidade, o ques ioná io pode ia e
sido ei o a mais e mais di e sas pessoas, no en an o, es e abalho ep esen a
apenas um pon o de pa ida, podendo se ex ensí el a um es udo mais p o undo.
• O ac o de exis i um núme o limi ado de pe is onde o inqui ido se possa inse i , az
com que no seu plano indi idual possam exis i suges ões com as quais es e
indi íduo especi ico não se iden i ique. No en an o, oi inse ido no pe il que mais se
32
adequa a às suas escolhas e, a pa i daí, concluimos que exis e uma limi ação e
di iculdade na c iação de pe is gene alis as.
6.2 RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS
Como ecomendação pa a abalhos u u os, penso que se ia in e essan e ap o unda
melho es e ema, en ando aplica es e mé odo a um con ex o eal. No inal, e de aco do
com os esul ados ob idos, no que oca ao aumen o ou à diminuição da p odu i idade
indi idual, de e ão ape eiçoa -se os a o es em es udo, assim como os planos indi iduais,
azendo com que es a suges ão que aqui ap esen o so a mu ações, a é se o na num
mé odo cada ez mais e icaz e que consiga, e e i amen e, melho a e aumen a a
p odu i idade indi idual dos abalhado es em Po ugal.
33
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