[ESCREVA O NOME DA EMPRESA]
Rela ó io Final
Mes ado In eg ado em Medicina
Ve a C is ina Ba iga Nunes
Aluno Nº 2011367
Ano Le i o 2016 / 2017
Lisboa, Junho de 2017
No a Medical School|
Faculdade de Ciências Médicas
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Índice
1. In odução -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 2
2. Sín ese das A i idades Desen ol idas ------------------------------------------------------------------------- 2
2.1. Pedia ia -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 3
2.2. Ginecologia e Obs e ícia ---------------------------------------------------------------------------------------- 3
2.3. Saúde Men al ------------------------------------------------------------------------------------------------------- 4
2.4. Medicina Ge al e Familia --------------------------------------------------------------------------------------- 4
2.5. Medicina In e na --------------------------------------------------------------------------------------------------- 5
2.6. Ci u gia Ge al ------------------------------------------------------------------------------------------------------- 6
2.7. Es ágio Opcional – Ne ologia ---------------------------------------------------------------------------------- 6
3. Análise C í ica --------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7
4. Anexos ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 10
4.1. iMed Con e ence 8.0 – 2016 -------------------------------------------------------------------------- 10
4.2. iMed Con e ence 8.0 – 2016 , Wo kshop : A aliação To ácica ------------------------------ 11
4.3. 15º Con énio As o – 24º Jo nadas da Unidade Do , Hospi al Ga cia de Ho a --------- 12
4.4. Cu so TEAM (T auma E alua ion and Managemen ) ------------------------------------------ 13
4.5. Cong esso “Leaping Fo wa d Oncology”------------------------------------------------------------ 14
4.6. “Symposium on Minimally In asi e App oach o Re al Cance ”------------------------------- 15
4.7. Ce i icado Tuna Médica de Lisboa ------------------------------------------------------------------ 16
4.8. Ce i icado Comissão O ganizado a Vin e Anos Tuna Médica de Lisboa ----------------- 17
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1. In odução
O p esen e ela ó io em como objec i o a análise e desc ição sumá ia do ano p o issionalizan e
(6º ano) do Mes ado In eg ado em Medicina da No a Medical School | Faculdade de Ciências
Médicas da NOVA. I ei ap esen a os objec i os ge ais delineados pa a es e ano e desc e e de
modo sucin o as a i idades desen ol idas em cada es ágio pa cela . Fa ei ainda uma análise
c í ica sob e o meu desempenho du an e es e ano e sob e alguns pon os-cha e do Mes ado
In eg ado em Medicina. Em anexo se ão ap esen ados os elemen os que conside o e em sido
ele an es na minha o mação des e ano.
T a ando-se do úl imo ano do Mes ado In eg ado em Medicina, que cons i ui a ansição en e os
es ágios pu amen e obse acionais exis en es a é ao 5º ano e a p á ica mais independen e da
Medicina, que oco e á enquan o médica, es abeleci obje i os que conside ei impo an es pa a
es a ase. En e eles des aco (1) Obse ação e ap imo ação da capacidade de adap ação aos
di e en es mé odos e o inas de abalho ca ac e ís icos de cada Se iço (dado que o abalho em
equipa a á semp e pa e da minha ida p o issional; e ambém com is a à possí el escolha de
especialidade e espe i o Se iço); (2) Desen ol imen o de au onomia na abo dagem de doen es,
nomeadamen e ao ní el da condução da en e is a clínica e de es abelecimen o de elação
médico-doen e; (3) Consolidação de conhecimen os eó icos adqui idos e, sob e udo, aplicação
dos mesmos à p á ica clínica; (4) Comp eensão do doen e como um odo, endo em con a
aspec os ísicos, psicológicos, sociais e cul u ais; (5) T eino de écnicas, p ocedimen os, e
consolidação das suas aplicações; e, po im (6) Conciliação en e os es ágios e o es udo pa a a
P o a Nacional de Se iação, não descu ando nenhum dos dois.
2. Sín ese das A i idades Desen ol idas
Fazem pa e do úl imo ano le i o do Mes ado In eg ado em Medicina, o Es ágio
P o issionalizan e, o Es ágio Opcional (com du ação de duas semanas, que no meu caso oi
ealizado em Ne ologia), e a Unidade Cu icula semes al denominada P epa ação pa a a
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P á ica Clínica. Do Es ágio P o issionalizan e ize am pa e, na minha o ação, a seguin e o dem
de Es ágios Pa cela es: qua o semanas de Pedia ia, de Ginecologia e Obs e ícia, de Saúde
Men al, e de Medicina Ge al e Familia ; e oi o semanas de Medicina In e na e de Ci u gia Ge al.
2.1. Pedia ia (12/09/2016 a 07/10/2016)
O meu es ágio pa cela de Pedia ia e e luga no Hospi al CUF – Descobe as, sob u ela da D .ª
Cláudia C is ó ão, onde es abeleci como obje i os especí icos (1) desen ol e compe ências na
abo dagem diagnós ica e e apêu ica das pa ologias mais equen es em idade pediá ica e (2)
adqui i écnicas de comunicação com a c iança, adolescen e e suas amílias, com as
pa icula idades ine en es a es as aixas e á ias. Du an e es e es ágio ealizei 8 pe íodos de
in e namen o e 7 no Se iço de U gência - dos quais des aco a consolidação de écnicas de
semiologia e de abo dagem e apêu ica; assis i a consul as de pedia ia ge al, o opedia
pediá ica, ci u gia pediá ica e imunoale gologia pediá ica. Ti e ainda a opo unidade de isi a o
Se iço de Cuidados In ensi os Neona ais, bem como de assis i a uma aula de Ca diologia
pediá ica, lecionada pelo D An ónio Macedo. Nas quin as- ei as ealiza am-se sessões clínicas e
o Jou nal Club na biblio eca do Hospi al, às quais assis i, endo ambém ap esen ado um abalho
de g upo in i ulado de “B onquioli es”.
2.2. Ginecologia e Obs e ícia (10/10/2016 a 4/11/2016)
Es e es ágio e e luga no Hospi al dos Lusíadas, sob u ela do D Ped o Ma ins. Aqui es abeleci
como obje i os p io i á ios (1) con ac a com as pa ologias mais equen es na á ea da saúde da
mulhe ; (2) comp eende como é ealizado o acompanhamen o da g á ida com di e en es ní eis
de isco; e (3) adqui i algumas écnicas de comunicação sob e emas mais ín imos da mulhe .
Du an e o es ágio assis i a consul as ex e nas de ginecologia e obs e ícia, de onde des aco a
possibilidade de ealização de ci ologias e ecog a ias endo aginais; consul as de in e ilidade e as
écnicas de in e enção e de labo a ó io co esponden es; bem como consul as de pa ologia do
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colo e as écnicas e apêu icas/diagnós icas a elas associadas. P esenciei a ealização de 18
his e oscopias, 2 his e osalpingog a ias e 29 ecog a ias obs é icas. Assis i a 11 ci u gias - endo
pa icipado em 2 como p imei o ajudan e; e a 10 pa os eu ócicos, dis ócicos e po cesa iana, com
opo unidade de pa icipação em 4 cesa ianas como segundo ajudan e. Du an e os empos de
u gência que ealizei, con ac ei com di e sas pa ologias que de índole ginecológica que
obs é ica. Nas úl imas euniões de se iço o am ap esen ados os abalhos eó icos pelos
alunos, endo ap esen ado um abalho indi idual com o ema “ Diagnós ico P é-Na al de
Ca diopa ias Congéni as”.
2.3. Saúde Men al (07/11/2016 a 02/12/2016)
Es e es ágio pa cela e e luga no Cen o Hospi ala Psiquiá ico de Lisboa; no Se iço de
Psicoge ia ia, sob u ela do D João Reis, onde acei como obje i os (1) con ac a com as
pa ologias psiquiá icas mais equen es em idade ge iá ica; (2) ap ende as écnicas de
es abelecimen o de elação médico-doen e nes a aixa e á ia, conside ando as suas
pa icula idades e di iculdades; (3) desen ol e a capacidade de iden i ica dé ices uncionais e
cogni i os; e, po im (4) comp eende a impo ância do con ex o social, labo al e amilia como
a o es de isco.
Ao longo das 4 semanas de es ágio p esenciei di e sas euniões de Se iço, an o em con ex o
de in e namen o como de cen o de dia; acompanhei as a i idades de quo idiano no in e namen o;
e assis i a consul as ex e nas de psiquia ia ge al e de alcoologia. Realizei ambém 4 pe íodos de
u gência ex e na, que deco e am no Hospi al de São José; e assis i a di e sas o mações
eó icas complemen a es di igidas a in e nos de especialidade e aos alunos de 6º ano do MIM.
2.4. Medicina Ge al e Familia (05/12/2016 a 13/01/2017)
Es e es ágio e e luga na Unidade de Saúde Familia das Conchas, sob u ela da D a Ana
Cebolais. Es abeleci como p incipais obje i os (1) comp eende melho o papel do médico de
amília na saúde ísica e men al da comunidade, iden i icando si uações com indicação de
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e e enciação a ou a especialidade; (2) pe cebe a impo ância de um mesmo médico pa a o
ag egado amilia ; e (3) assis i à cons ução de elação médico-doen e e ao seu e ei o
e apêu ico. Du an e as 4 semanas pude assis i a di e sas consul as de saúde in an il, saúde do
adul o, saúde ma e na, consul a de planeamen o amilia , bem como consul a abe a, ab angendo
assim odas as aixas e á ias, e uma ampla gama de pa ologias. Nes a úl ima ca ego ia de
consul as i e opo unidade de adqui i au onomia p og essi a, desde a colhei a de his ó ia clínica
à ealização de exame obje i o e à discussão com a u o a sob e a abo dagem mais adequada.
Foi-me ainda possí el assis i a 2 pe íodos de consul as no domicílio.
2.5. Medicina In e na (23/01/2017 a 17/03/2017)
Realizei es e es ágio no Hospi al de São José, na Unidade Funcional de Medicina 1.2., sob u ela
da D a Isabel Ba is a, endo es abelecido como obje i os (1) adqui i au onomia na a aliação
diá ia e p esc ição e apêu ica u elada de doen es in e nados; (2) desen ol e a capacidade de
a aliação de doen es em con ex o de u gência; e, inalizando (3) hie a quiza as si uações clínicas
de maio g a idade e a necessidade de ans e ência pa a ou as á eas de especialidade.
Du an e o es ágio a minha a i idade ealizou-se maio i a iamen e em con ex o de en e ma ia,
onde i e a possibilidade de adqui i a esponsabilidade de obse ação de doen es, pedido de
exames complemen a es de diagnós ico e elabo ação do plano e apêu ico, semp e com
discussão dos mesmos com memb os da equipa na qual ui in eg ada. Assis i a consul as
ex e nas e ealizei 6 pe íodos de u gência ex e na, que no Se iço de Obse ação e Reanimação
que nos balcões – onde pude ealiza anamnese comple a, com au onomia pa cial, e discussão
da abo dagem com o D Hugo Ma ins. Sendo que o se iço onde ui in eg ada ap esen a a uma
componen e o ma i a mui o impo an e, assis i às euniões de se iço diá ias, a á ias sessões
o ma i as e a euniões de discussão clínica com ou as especialidades. Realizei e ap esen ei um
abalho de g upo sob e “Mioca di es”.
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2.6. Ci u gia Ge al (20/03/2017 a 19/ 05/2017)
Realizei es e es ágio no Hospi al das Fo ças A madas, sob u ela do D Ped o Mau ício, endo
de inido como p incipais obje i os: 1) se capaz de iden i ica e encaminha adequadamen e as
pa ologias ci ú gicas mais equen es; (2) obse a e p a ica os p ocedimen os básicos de
ci u gia, nomeadamen e ao ní el da pequena ci u gia e desin ecção ci ú gica; e (3) desen ol e
écnicas básicas de semiologia como oque e al.
Du an e o es ágio assis i a aulas eó icas e eó ico-p á icas na p imei a semana; acompanhei a
equipa do meu u o nas a i idades de in e namen o - onde iquei esponsá el pela obse ação e
abo dagem e apêu ica de alguns doen es, de o ma pa cialmen e au ónoma; no bloco ope a ó io
de ci u gia ge al – endo-me sido possí el desin e a em 6 ci u gias, pa icipando como segundo
ajudan e; no bloco ambula ó io – onde pa icipei como p imei a ajudan e em ês pequenas
ci u gias; e em consul a ex e na – onde ealizei his ó ia clínica e exame obje i o comple o dos
doen es, com au onomia pa cial, e discu i a abo dagem mais adequada. Foi-me ambém possí el
acompanha a e olução de alguns doen es, nomeadamen e os que necessi a am de in e namen o
em cuidados in ensi os. Pude ainda pa icipa como p imei a ajudan e em 4 ci u gias de o opedia
ge al, sob u ela do D Baleia. Assis i a consul as de decisão e apêu ica; a sessões clínicas do
Hospi al, e isi ei o Cen o de Ae onáu ica e o Cen o de Medicina Hipe bá ica. Pa icipei no Mini-
Cong esso de ci u gia ge al, onde ap esen ei um abalho de g upo in i ulado de “Canc o da
Mama:The Beau y o he B( )eas ?”.
2.7. Es ágio Opcional – Ne ologia (22/05/2017 a 02/06/2017)
O in e esse pela componen e eó ica des a especialidade - aquando do es udo pa a o exame da
Unidade Cu icula de EMC3, bem como po cuidados palia i os, aguçou a minha cu iosidade
pa a a Ne ologia. Po isso decidi conhece melho a componen e p á ica des a especialidade, e
e con ac o com o seu quo idiano, endo ealizado es ágio no Hospi al de San a Ma ia. A
di e sidade de aixas e á ias e do p ognós ico das á ias pa ologias az com que seja uma
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especialidade ab angen e, ha endo luga pa a uma componen e palia i a sem que es e seja o
único ipo de cuidados a o e ece ao doen e.
3. Análise C í ica
Te minado es e ano p o issionalizan e, conside o que cump i a maio pa e dos objec i os a que
me p opus. Conside o que o ácio u o : aluno de 1:1, exis en e na maio ia dos es ágios, oi c ucial
pa a que isso osse possí el, p incipalmen e num ano que se que p o issionalizan e, e no qual o
aluno de e desen ol e au onomia pa cial.
Numa b e e análise c í ica, conside o que os es ágios em que mais desen ol i compe ências
o am o de Medicina In e na e o de Medicina Ge al e Familia . No p imei o, pela as a gama de
como bilidades ap esen adas pelos doen es, o que, jun amen e com a ausência de supo e social
em mui os casos, lhes con e e ma cada agilidade. Assim, a lis a de p oblemas abo dada pelo
médico o na-se bas an e complexa, aumen ando ainda mais a esponsabilidade po pa e dos
p o issionais de saúde. Nes e es ágio ap endi a lida com essa esponsabilidade, ape cebendo-
me da esiliência necessá ia po pa e do médico e dos ou os p o issionais de saúde; desen ol i
compe ências de abalha sob s ess e em equipa; e iquei mais despe a pa a alguns aspe os da
medicina de ensi a, no que espei a po exemplo aos egis os clínicos. No que à Medicina Ge al e
Familia diz espei o, o am desa ian es p incipalmen e as Consul as Abe as, onde o doen e se
ap esen a a com de e minado p oblema agudo e eu e a con on ada com a necessidade de, po
um lado, lida com a sua inquie ude e p eocupação, e po ou o lado consegui conduzi a
en e is a clínica ao mesmo empo que elabo o o aciocínio clínico das hipó eses de diagnós ico e
de diagnós ico di e encial. Po im, o ac o de e mudado de u o a du an e o es ágio, signi icou
nes e caso o conhece duas populações de doen es mui o di e en es, no que diz espei o às
condições socioeconómicas e às consequências que isso aca e a, sublinhando-se assim a
impo ância da isão holís ica do doen e. Sendo que ambém me in e esso po Pedia ia, oi
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impo an e o con ac o com o quo idiano do pedia a, ape cebendo-me das suas o inas, e das
ca ac e ís icas ão di e en es en e a abo dagem em con ex o de u gência e de consul a,
nomeadamen e no que espei a às ca ac e ís icas da elação médico-doen e. Deno o no en an o
que o ac o de e es agiado num hospi al p i ado condicionou um pouco a noção das pa ologias
mais equen es nes a aixa e á ia, des acando que, du an e o pe íodo de 4 semanas em que
es agiei, con ac ei apenas com 5-6 casos em en e ma ia sendo quase nula a a luência às
u gências na p imei a quinzena da minha o ação. No que espei a à Ginecologia e Obs e ícia,
conside o que o ac o de o es ágio e deco ido num hospi al p i ado, apesa de ap esen a
igualmen e alguns iéis ine en es, e e ambém bas an es an agens, nomeadamen e no que
espei a às écnicas disponí eis, às especi icidades de consul as (po exemplo de pa ologia do
colo e de his e ec omia), e na sa is ação das doen es. Rela i amen e ao es ágio de Saúde Men al,
conside o e sido en iquecedo o con ac o com uma especialidade em que a elação médico-
doen e adqui e um papel alice çal, que nos elemb a da impo ância da c ença do doen e, não só
em Psiquia ia como em qualque especialidade. Conside o apenas como pon o nega i o o ac o
de e icado num se iço de in e namen o bas an e es i o – psiquia ia ge iá ica- sem que enha
ha ido opo unidade de, po exemplo, ha e o ação pelos di e sos se iços, a im de con ac a
com a ealidade de in e namen o de ou as aixas e á ias. Es a limi ação oi, con udo, con o nada
em pa e pela possibilidade de assis i a consul as ex e nas de psiquia ia ge al e de alcoologia, e
à abo dagem em con ex o de Se iço de U gência. Do es ágio de Ci u gia Ge al, conside o
bas an e posi i a a opo unidade de eina écnicas de su u as que em modelos que no
ence amen o de algumas ci u gias; o e -me podido desin e a pa a di e sas ci u gias - po que
mesmo não sendo uma especialidade que ponde e, julgo que as eg as básicas de assepsia são
c uciais pa a qualque especialidade; e o e ealizado di e sos oques e ais – écnica ulc al na
semiologia, diagnós ico e o p ognós ico do doen e, e que a é en ão nunca inha ealizado, o que
conside a a uma lacuna g a e. No en an o, a ando-se de um hospi al com uma população
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4.6. “Symposium on Minimally In asi e App oach o Re al Cance ”
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4.7. Ce i icado Tuna Médica de Lisboa
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4.8. Ce i icado Comissão O ganizado a Vin e Anos Tuna Médica de Lisboa