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Relatório de estágio na Chiado Editora

Abstract

Relatório de estágio curricular no âmbito do Mestrado de Texto na Chiado Editora, com uma descrição do processo editorial e do trabalho desenvolvido durante o estágio, focado no departamento de comunicação.

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Relatório de estágio na Chiado Editora

Author: Silva, Raquel Correia da
Year: 2017
Source: https://run.unl.pt/bitstream/10362/21808/1/Relat%c3%b3rio%20Raquel%20Silva.pdf
Rela ó io de Es ágio Cu icula na Chiado Edi o a
Raquel Co eia da Sil a
Ma ço 2017
Mes ado em Edição de Tex o
O ien ado : P o esso Rui Zink
1
Resumo
Rela ó io de es ágio cu icula no âmbi o do Mes ado de
Tex o na Chiado Edi o a, com uma desc ição do p ocesso
edi o ial e do abalho desen ol ido du an e o es ágio,
ocado no depa amen o de comunicação.
Pala as-cha e: Rela ó io Edição; Comunicação;
Ma ke ing; Rede Social; In e ne
Ab ac
In e nship epo included in he Mas e s Deg ee on
Publishing in Chiado Edi o a, wi h a b ie desc ip ion o he
publishing p ocess and he wo k de eloped du ing he
in e nship, ocused on he communica ions depa men .
Key Wo ds: In e ship epo ; Communica ion; Ma ke ing;
Social Ne wo k; In e ne
2
Ag adecimen os
Ag adeço, p imei amen e, ao meu o ien ado de es ágio po pa e da aculdade,
o P o esso Rui Zink, po me e acei e como o ien anda, e po oda a disponibilidade
que demons ou em me auxilia quando mais p ecisa a.
Ag adeço, ambém, à Chiado Edi o a, não só em e -me o e ecido a g ande
opo unidade de ealiza o meu es ágio cu icula , mas ambém pelo calo oso e aleg e
ambien e ao qual ui bem- inda.
Ao longo des a g ande e apa da minha ida, as pessoas que mais me de am
mais o ça e apoia am o am a minha amília, nomeadamen e a minha mãe, pai e i mã,
aos quais ag adeço o pila que cons i uí am pa a que pudesse conc e iza mais es e
obs áculo.
Ag adeço p o undamen e aos meus amigos mais p óximos, pois sei que me
ou i am ala incessan emen e sob e assun os dos quais não são p op iamen e leigos,
mas que os conselhos e apoio que me ansmi i am o am dos mais imp escindí eis.
3
Índice
1. In odução ……………………………………………………………………………………………………..…. 4
2. Chiado Edi o a …………………………………………………………………………..……………………….. 5
3. Depa amen o Edi o ial ………………………………………………………………………………….………. 7
3.1. Re isão de ex o ...……………………………………………………………………..…………… 8
3.1.1 En e o Sono e o Sonho – An ologia de Poesia Con empo ânea – Vol. VII .…….. 8
3.2. E-book …………………………………………………………………………………..…………… 9
4. Depa amen o de Comunicação ……………………………………………………….……………………… 10
4.1. Sessão de Lançamen o ……………………………………………………..…………………….. 10
4.1.1. Rep esen an es da Edi o a …………………………………………………………… 11
4.1.2. Ma e iais P omocionais …………………………………………...………………..… 13
4.2. Sessão de ap esen ação ………………………………………………………………..………… 13
4.3. Sessão de Au óg a os ……………………………………………………………..………………. 14
4.4. Sessão de Des aque …………………………………………………………………..…………... 14
4.5. Meios de Comunicação ……………………………………………………………….…………... 14
4.5.1 Base de dados de Imp ensa ……………………………………………………..…… 14
4.5.2 Blogues ………………………………………………………………………………….. 15
4.5.3 Facebook ………………………………………………………….……………………. 16
4.6. Planos P omocionais, No as de Imp ensa e P ess Releases ………………………………… 17
4.7. Chiado News ………………………………………………………………..……………………… 18
4.7.1. Chiado News Spo s …………………………………………….……………………. 18
5. Depa amen o Come cial e de Dis ibuição ………………………………………..………………………... 19
5.1 Dis ibuição …………………………………………………………………..……………………… 19
5.2 Á ea de Au o ………………………………………………………………..……………………… 19
6. Depa amen o Financei o …………………………………………………………….………………………... 20
7. Depa amen o de BackO ice ...………………………………………………… ……………………….…… 21
8. Re lexões inais …………………………………………………………………………………….…………... 22
Bibliog a ia ………………………………………………………………………………………………................ 25
Anexos ………………………………………………………………….………….……………………………….. 26
4
1. In odução
O documen o seguin e sin e iza o meu es ágio cu icula ealizado na emp esa
Chiado Edi o a, no âmbi o da componen e não lec i a do Mes ado em Edição de
Tex o da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Uni e sidade No a de Lisboa.
O es ágio ealizado oi desen ol ido ao longo de ês meses, inco po ando 400
ho as de abalho, iniciado a 12 de Se emb o de 2016 e inalizado a 18 de No emb o.
Nes e abalho, i e como o ien ado , po pa e da Faculdade o P o esso Rui Zink e,
po pa e da Edi o a, o colega Césa Adão, esponsá el do depa amen o de
comunicação da edi o a.
O meu es ágio oi ealizado no depa amen o de comunicação da edi o a, onde
p es ei um se iço de apoio. O p esen e documen o ap esen a uma desc ição
po meno izada do p ocesso edi o ial da Chiado Edi o a, de odos os abalhos po mim
ealizados e, po im, uma e lexão c í ica e incisi a sob e es e abalho.
O ela ó io encon a-se o ganizado como uma iagem do p incípio a é ao im do
p ocesso edi o ial, passando pela o ganização e unção de cada depa amen o da
edi o a, in e calado com o abalho po mim desen ol ido. Assim, inicia ei o ela ó io
com uma b e e con ex ualização e his o ial do nascimen o da Chiado Edi o a,
passando pos e io men e à desc ição do depa amen o edi o ial onde começa odo o
p ocesso. Passo en ão à desc ição do depa amen o de comunicação onde desen ol i
o meu abalho mais a incadamen e. Po im, desc e o suma iamen e as unções do
depa amen o come cial e de dis ibuição e do depa amen o inancei o. Como
conclusão, ap esen o as minhas e lexões inais onde ealizo uma c i ica pessoal ao
mé odo de publicação da Chiado Edi o a.

5
2. Chiado Edi o a
A Chiado Edi o a da a a sua c iação no ano de 2008 po Gonçalo Nuno Ma ins
e inha po objec i o a o mação de uma edi o a onde a publicação não e a exclusi a a
au o es de enome, man endo as po as abe as a odos os no os e desconhecidos
au o es que não e iam opo unidade de publica nou as edi o as de uma maio
no o iedade. Assim, nasceu o modelo edi o ial da Chiado que ainda se aplica hoje:
acei a sem p econcei os ob as de odos os géne os li e á ios de au o es que ainda
não inga am no mundo li e á io.
Com es a o igem, a Chiado é especializada na publicação de au o es
po ugueses e b asilei os con empo âneos endo, apenas com os seus 8 anos de ida,
ingado já no amo edi o ial ao demons a o maio , mais sólido e ambém mais ápido
c escimen o do sec o em Po ugal, e sendo ambém uma das edi o as em maio
c escimen o no B asil.
A edi o a c esce de um pequeno esc i ó io em Al ama pa a maio espaço ago a
na A enida da Libe dade, no Palácio Lambe ini, N.º 166. Em 2015 decide ambém
in es i na c iação da sua p óp ia li a ia em Lisboa, a Chiado Ca é Li e á io ambém
na A enida da Libe dade, e ou a li a ia no Po o, com o mesmo nome, localizada na
A enida da Boa is a.
A Chiado demons a um ele ado ní el de abalho ap esen ado, edi ando ce ca
de mil no os í ulos po ano e, com o sucesso alcançado em Po ugal e no B asil,
decidiu expandi as suas ac i idades pa a di e sos ou os países, publicando na
Alemanha, Angola, Bélgica, Cabo Ve de, Espanha, Es ados Unidos da Amé ica,
F ança, Luxembu go, I landa e Reino Unido.
Vis o a ele ada publicação, a edi o a apos ou em e os seus p óp ios meios de
p odução g á icos, endo cons uído a sua g á ica si uada na Po ela de Saca ém.
Es a opção esul ou numa maio agilidade do p ocesso de publicação, podendo assim
a Chiado abalha po con a p óp ia, endo um maio con olo de odo o p ocesso
edi o ial e podendo esponde ao ele ado i mo de abalho. Is o assegu ou ambém a
dis ibuição do seu ca álogo, endo como clien es os maio es g upos li ei os a ní el
nacional como a FNAC, a Be and e a No e! E, a ní el in e nacional, as li a ias
Sa ai a e Cul u a, ambas no B asil. Com is o, a Chiado ga an e a o al disponibilidade
dos seus í ulos pa a odos os lei o es.
Semp e a ixada ao p esen e e com umo pos o no u u o, a Chiado encon a-se
cla amen e isí el nas edes sociais. A página do Facebook da edi o a
1
, que con a
com mais de 2.700.000 seguido es, unciona como um ínculo de ligação en e a
edi o a e o seu público, c iando um ín imo laço e uma amilia idade en e es es. A
1
Ve anexo 1.
6
Chiado c iou em 2014 a Chiado Magazine que passou, em 2016, a se a Chiado
News
2
, um si e de no ícias e li es yle onde a página do seu Facebook con a já com
59.000 seguido es. Uma pa e da Chiado News é ambém a Chiado News Spo s
3
,
com no ícias especí icas ligadas à á ea despo i a, com 18.000 seguido es.
2
Ve anexo 2.
3
Ve anexo 3.
7
3. Depa amen o Edi o ial
É nes e depa amen o que udo começa. As po as da edi o a es ão semp e
abe as à chegada de no os manusc i os, que chegam acima dos dez po dia, sendo a
o ma de en io mais adop ada o en io po e-mail, mas ambém com a opção de
co eio adicional, sendo os o iginais en iados pa a os esc i ó ios da Edi o a. Po
polí ica in e na da emp esa, os o iginais de em se acompanhados de uma pequena
biog a ia do au o e po um con ac o ele ónico de o ma a agiliza o con ac o inicial.
Os o iginais são, en ão, encaminhados pa a o conselho edi o ial que a ança
com um p ocesso de a alização cuidadosa onde é conside ado odos os di e en es
ipos de ac o es como a qualidade ex ual e li e á ia e a iabilidade da ob a no
me cado, endo como pon os ulc ais o in e esse do público, mesmo se o apenas
pa a um pequeno núme o de lei o es, e a en abilidade da ob a pa a a emp esa.
O pe íodo de a aliação de cada o iginal é de um máximo dez dias, ao im do
qual o edi o esponsá el pela a aliação en a em con ac o com o au o an o pa a da
uma espos a posi i a e a ança com uma p opos a edi o ial como pa a da uma
espos a nega i a, sendo a pe cen agem de ob as ecusadas de ce ca de 75%. No
caso da edição da ob a não a ança , o o iginal ecebido pela edi o a é
consecu i amen e apagado da base de dados da emp esa, se es e i e sido en iado
a a és de e-mail. Se, po ou o a, i e sido ecebido a a és de co eio adicional, o
o iginal se á p epa ado pa a se le an ado pelo au o .
Se o p ocesso edi o ial a ança , o edi o es abelece o con ac o com o au o
ap esen ando, já, uma p opos a edi o ial. Cada p opos a é uma negociação e um caso
especí ico, sendo que os con a os di e gem en e si em á ios aspec os como o
olume da ob a, a encade nação desejada do au o , a in odução de o og a ias e/ou
ilus ações, en e ou os. Quando ambas as pa es es ão sa is ei as, o con a o de
edição é assinado.
A pa i daqui começa o p ocesso edi o ial em si, onde o edi o em um g ande
abalho mediá ico en e o au o , o paginado e o designe . O edi o , a pa i da ob a de
que se encon a enca egue, escolhe o paginado e designe que melho a
acompanham. Enquan o es as duas pa es começam a abalha a ob a, cabe ao
edi o a a de odos os aspec os ju ídicos como a aquisição do ISBN e Núme o de
Depósi o Legal.
Habi ualmen e, o empo de espos a dos paginado es e designe s pa a o en io
de uma p imei a e são da ob a ege-se en e os dois a qua o dias após es es a
e em ecebido. O empo que es e p ocesso oma depende de á ios ac o es
indi iduais de cada í ulo. Po exemplo, uma ob a de 100 páginas é mais apidamen e
paginada do que uma de 500, o mesmo acon ecendo se uma ob a possui mais
ilus ações ou o og a ias eque endo um maio abalho po pa e do paginado .
Com os designe s, a si uação mos a-se a mesma. Como p imei o con ac o, o
edi o passa as ideias pa a a capa que au o possui que, mui as ezes, elabo a já um
pequeno esboço da capa que p e ende, ou a é uma o og a ia que pense adequada.
8
No caso de o au o deixa es a ques ão em abe o, o edi o discu e com o designe o
ema da ob a e dá-lhe um pequeno esumo pa a que a capa se adeqúe e in e ligue
pe ei amen e com a ob a. O designe passa, en ão, à cons ução da capa que em
semp e de in eg a os seguin es elemen os: o nome da ob a, o nome do au o e o
logó ipo da Chiado Edi o a, pois a biog a ia do au o e a sinopse da ob a encon am-se
na con acapa e badana do ob a
4
.
O abalho do designe pode se conside ado um dos mais impo an es. Es e
em de ealiza um abalho de uma ele ada minuciosidade onde não podem ha e
quaisque e os o og á icos ou es ilís icos. O di ado popula “não julgues um li o pela
capa” pode se aplicado no dia-a-dia em in e acções sociais, mas quem abalha na
indús ia edi o ial sabe pe ei amen e que nem semp e é assim. A capa é uma janela
pa a o li o e é o p imei o passo no ma ke ing do mesmo. Além de apela i a, de e
mos a -se o almen e legí el e bem elabo ada passando, ao mesmo empo, a imagem
co ec a da ob a.
Quando odo es e abalho é inalizado e não ha endo qualque con ac o
di ec o en e odas es as pa es, o edi o assume uma posição de mediação com o
p opósi o de sal agua da odos os indi íduos p esen es nes e p ocesso. Assim, é
uma ques ão de en io dos abalhos pa a o au o que exp essa a sua acei ação ou as
suas suges ões pa a quaisque al e ações que sejam necessá ias. Es e p ocesso
es ende-se a é que odas as pa es se encon em sa is ei as com o p odu o inal,
demo ando, em média, en e duas a oi o semanas, dependendo das al e ações que
sejam necessá ias.
3.1. Re isão de ex o
Podemos cons a a que a e isão de ex o não en a no p ocesso edi o ial da
Chiado. A e isão ex ual é um aspec o que se encon a o almen e à esponsabilidade
do au o , que es á cien e da mesma ao assina o con a o de edição.
Se o au o deseja e um se iço de e isão, o mesmo é assegu ado pela
edi o a. O edi o esponsá el en a em con ac o com um e iso que assume a e isão
do ex o num cu o espaço de empo. Como não se encon a incluído no con a o de
edição, es e se iço é adicional e enca ga uma adicional quan ia de cus os que o au o
e á de se enca ega .
3.1.1 En e o Sono e o Sonho – An ologia de Poesia
Con empo ânea – Vol. VII
No dia 23 de Ou ub o de 2016 oi lançado um no o olume da An ologia de
Poesia Con empo ânea, inicia i a já associada i memen e à Chiado Edi o a. Pa a es e
sé imo olume do que é uma ob a que isa aglome a a melho poesia po uguesa
con empo ânea, an o de au o es consag ados como de no as ca as do mundo
4
Ve anexo 4.
15
p og amas ele isi os, en e ou os, como ambém as mo adas das emp esas pa a
que se possa ealiza en ios p omocionais.
Um dos meus p imei os abalhos enquan o es agiá ia do depa amen o de
comunicação oi a ac ualização des a base de dados, que se demons ou um p ocesso
aga oso. O p imei o passo oi p ocu a na in e ne a e is a, jo nal, p og ama de
ele isão, ádio ou si e, e i ica se o si e possuía uma lis a de con ac os pa a pode
ealiza qualque ac ualização, se es a se demons asse necessá ia.
Um dos p oblemas com que me depa ei oi o ence amen o de alguns des es
ó gãos de comunicação. No en an o, se a emp esa ainda se encon asse em
uncionamen o, e a habi ual consegui encon a o seu con ac o ge al, sendo o mais
complicado encon a os con ac os dos colabo ado es. Alguns des es são encon ados
nas ichas écnicas das emp esas, mas mui as des as não possuem os e-mails dos
colabo ado es, ou não possuem os colabo ado es que a Chiado con inha na sua base.
Nes a si uação, passa a a en a em con ac o a a és de e-mail com odos os
colabo ado es que não consegui encon a o con ac o no si e. Den o das
possibilidades, o a o e-mail e a en iado e ica a en ão a agua da uma espos a, ou a
caixa de e-mail es a a cheia e o e-mail não e a ecebido, o que me indica a logo de
que o colabo ado ainda se encon a a a abalha na emp esa, ou o e-mail não se ia
en egue de ido ao ence amen o do con ac o que a Chiado possuía. Nes e ul imo
caso, i ia en ão à base de dados e apaga ia o con ac o.
Foi de e as um abalho á duo e um pouco monó ono, mas que de udo me
se iu pa a p oduzi uma melho e ampla pe spec i a da quan idade e di e sidade dos
media exis en es em Po ugal.
4.5.2 Blogues
Um bloco impo an e aqui é a pla a o ma da blogos e a. Foi aqui que a maio
pa e do meu abalho enquan o es agiá ia se encon a inse ido. A minha p incipal
unção oi esponsabiliza -me pelo e-mail ela i o às pa ce ias edi o iais com os blogs.
Es as pa ce ias uncionam da seguin e manei a: uma pa ce ia é pedida pela pa e do
blogue , que ansmi e a in o mação da quan idade de isi as que o blogue ap esen a
e ambém a quan idade de seguido es que possui. Após, oi a minha unção de
e i ica a qualidade do blogue, que em como c i é ios a qualidade ex ual, a
pe iodicidade das publicações e, ambém, o design do blogue. Se o blogue i e odos
os equisi os necessá ios, o ma-se uma pa ce ia onde é eque ido ao blogue a
in odução do logó ipo da Chiado Edi o a no blogue, como ambém o link que e e e á
pa a a página da edi o a. Po mês, o blogue em di ei o a p opo o en io de uma ob a,
como ambém a possibilidade de ealiza passa empos. Após a p opos a e sido
acei e pelo blogue , es e em de en ia os seus dados: link do blogue, nome do
mesmo, nome do blogue , o seu e-mail e mo ada pa a o en io das ob as. Quando
es as in o mações são en iadas, in oduzia-as no ichei o Excel da edi o a que con ém
os dados de odas as pa ce ias com blogues.

16
Quando os blogue s acabam de ealiza a sua esenha da ob a, o link des a é
en iado pa a o meu e-mail pa a que seja pa ilhada na página do Facebook da
Chiado. Quase odos os dias con am com pelo menos duas pa ilhas de c í icas ei as
às ob as.
As c í icas elabo adas pelos blogues são uma o ma de desen ol e a
p omoção da ob a “boca-a-boca”, c iando uma p eciosa audiência que, po sua ez,
pode á aumen a o conhecimen o e a comp a das ob as, como a seguin e ci ação
explici a: “Al hough many e aile s ocus on selling p oduc s, an audience can also
p o ide alue h ough sponso ships, subsc ip ions, and li e e en s. A ela ionship wi h
an audience also p o ides cos -e ec i e oppo uni ies o sell ela ed p oduc s.”
(O‟Lea y, 2016)
Es e con ínuo abalho de di ulgação ajuda as endas da ob a pois a pa ilha
das esenhas nas edes sociais mais p óximas dos lei o es de hoje deixam as ob as
algo co en e e in eg an e nas idas dos lei o es.
4.5.3 Facebook
O Facebook da Chiado Edi o a é um dos meios mais u ilizados pa a a
di ulgação cons an e não só de odo o ipo de sessões, mas ambém de ob as e de
au o es. A ca ac e ís ica de um es ilo de ida cada ez mais global e in o má ico do
lei o é algo que ninguém, nos dias que co em, pode nega . Assim, a indús ia
edi o ial, em mais oco a sua á ea de ma ke ing e comunicação, em de se adap a a
um no o ipo de lei o que sem encon a cada ez mais ligado ao mundo a a és da
in e ne .
A c iação de uma página de Facebook da edi o a pode ia e sido o su icien e,
mas a Chiado pe cebeu a mais- alia de o na es e espaço i ual uma e dadei a
linha que unisse os lei o es ao mundo li e á io, o nando o seu Facebook uma página
em cons an e di ulgação de e en os e ob as.
On he web, a ac ing an audience o po en ial buye s is done by o e ing con en ha
can be disco e ed h ough sea ch (aided by sea ch engine op imiza ion) and p omo ed
on social media. When con en is men ioned, discussed, and p omo ed on di e en
social pla o ms and websi es, i gene a es e e al a ic. (O‟Lea y, 2016)
Bem p esen e es a impo ância das edes sociais na di ulgação de ob as, O
Facebook oi uma e amen a que u ilizei egula men e no meu es ágio. Como e e i
an e io men e, pa ilhei cen enas de esenhas de ob as p o enien es de blogues. Fiz
ambém di e sos agendamen os de pa ilhas de páginas de au o es e de ob as,
no malmen e a pedido des es. Pa ilhei ainda en e is as aos au o es e álbuns de
o og a ias p o enien es de sessões de lançamen o e ap esen ação. Nes a ede social
pa ilha-se, ambém, á ios con i es digi ais das sessões que deco em e book aile s
de di e sas ob as.
É ambém nes a pla a o ma que são ealizados passa empos onde uma ob a é
o e ecida aos lei o es. Realizei um passa empo com a ob a “O Jogo da Gló ia” da
au o a Paula Luiz, que oi c iado com o in ui o de ea i a o in e esse pela ob a, endo
17
a edi o a concedido qua o exempla es pa a o e a aos lei o es que en iassem a
espos a co ec a a uma ques ão sob e a ob a.
4.6. Planos P omocionais, No as de Imp ensa e P ess Releases
As no as de imp ensa e as p ess eleases são c iadas pelo depa amen o
come cial e nu em o objec i o de acompanha as ob as en iadas den o de planos
p omocionais. A c iação des es ês ipos de documen os oi ambém uma das minhas
unções enquan o es agiá ia.
Os planos p omocionais consis em numa compilação dos meios de
comunicação aos quais se i á en ia exempla es de um de e minada ob a pa a que
es a seja di ulgada ou na o ma de uma c í ica ou apenas a di ulgação de uma sessão
de lançamen o. Aqui, o ep esen an e em de conhece bem a ob a, o seu alo
li e á io e o ema abo dado, pa a consegui selecciona os media mais ap op iados
pa a cada uma das ob as. Uma ob a de um meno alo li e á io não se á en iada
pa a o Jo nal de Le as, como uma ob a de uma emá ica ju ídica não pode á se
en iada pa a uma e is a ju enil, po exemplo.
Os en ios ela i os a planos p omocionais azem-se semp e acompanha po
uma no a de imp ensa ou po uma p ess elease. Uma no a de imp ensa
7
é um
documen o onde é incluído os dados da ob a e do au o que é en iado jun amen e
com a ob a pa a a con ex ualiza . Nes e documen o inclui-se a capa da ob a, o í ulo
da mesma, o nome do au o , uma b e e biog a ia do au o , uma sinopse e o con ac o
do elemen o esponsá el pela comunicação dessa ob a especí ica.
Uma p ess elease é um documen o que é bas an e simila a uma no a de
imp ensa, sendo a única di e ença que es e documen o é um con i e pa a uma sessão
de lançamen o/ap esen ação da ob a. Assim, pa a além de oda a in o mação que
uma no a de imp ensa con ém, uma p ess elease em de possui a da a, ho a e local
da sessão.
A c iação des es documen os é ela i amen e simples. Todos os dados
eque idos encon am-se den o da ede in e na da edi o a, sendo o abalho de
c iação de no as de imp ensa e p ess eleases mais assemelhado a uma colocação de
odos os elemen os nos sí ios co ec os e sem nenhum ipo de e o, pois es es
documen os ap esen a ão a ob a pe an e os meios de comunicação.
No en an o, no que oca a planos p omocionais, a si uação é já di e en e. As
p imei as ezes que me oi pedido que compilasse um plano p omocional pa a uma
ob a não o am as mais áceis e oi o abalho que me demo a a mais empo a
conc e iza . Is o pois não inha ainda o disce nimen o pa a a alia que ob as se iam de
qualidade li e á ia su icien e pa a en ia pa a jo nais e e is as mais impo an es em
e mos li e á ios e in o ma i os. Como não es a a ainda amilia izada com a base de
dados dos meios de comunicação possuídos pela edi o a, oma a-me mais empo a
a aliação des a no in ui o de localiza os meios mais adequados pa a o ema de cada
7
Ve anexo 7.
18
ob a. No en an o, com o empo e após e sido enca egue de ac ualiza a base de
dados dos ó gãos de comunicação da edi o a o que me ajudou a amilia iza com
odos os seus elemen os, odo es e p ocesso se o nou cada ez mais ácil,
conseguindo ago a agiliza es a a e a mui o mais apidamen e.
4.7. Chiado News
A Chiado News oi um p ojec o iniciado p imei amen e com o nome de Chiado
Magazine, em 2014, que depois oi eno ado em 2016, com o nome que possui ainda
hoje. Es e si e unciona como um ó gão de in o mação e opinião especializado em
polí ica, negócios, despo o, ecnologia e indús ias cul u ais, onde são edigidos
a igos que ab angem odo es e ipo de emas.
Os a igos edigidos e publicados nes e si e são, depois, pa ilhados no
Facebook p óp io da Chiado News, que con a já com 59.000 seguido es, e pa ilhados
mais uma ez na página da Chiado Edi o a. O agendamen o da pa ilha des es a igos
oi ealizado ambém po mim, no deco e do meu es ágio, sendo apenas após o
é mino do es ágio cu icula que comecei a edigi ambém á ios a igos. Es as
pa ilhas e am agendadas, no início, de duas em duas ho as po dia, sendo depois
agendadas de uma em uma ho a. Além dos a igos, são pa ilhados ambém ês
no os pequenos ídeos de di e sos ipos de emas po dia.
4.7.1. Chiado News Spo s
Após a c iação da Chiado News, a Chiado Edi o a decidiu c ia uma no a
página de Facebook in i ulada Chiado News Spo s que ab ange somen e o ema do
despo o. Ainda um p ojec o em e apa de iniciação, es a a página de Facebook con a
já com 18.000 seguido es.
A sua c iação de eu-se ao ele ado g au de in e esse do público po uguês, e
não só, pelo despo o, me ecendo es e uma página p óp ia, onde é pa ilhado não
an os a igos em si, mas sim á ios ídeos. Es es são de uma maio du abilidade do
que os da Chiado News e demons am á ios despo os, jogos, e habilidades,
no malmen e u ebolís icas.
O núme o de ídeos publicados aqui é, ambém, maio do que os pa ilhados
na Chiado News. Sendo ambém uma pa e do meu abalho de es ágio, publiquei
doze ídeos po dia na página do Facebook da Chiado News Spo s, pa ilhando
alguns ídeos na página da Chiado Edi o a.
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5. Depa amen o Come cial e de Dis ibuição
Es e depa amen o inco po a ês elemen os e é esponsá el pela assegu ação
do s ock das ob as publicadas e a sua dis ibuição. Es e depa amen o en a em
ac i idade a pa i do momen o em que uma ob a em ma cada a sua sessão de
lançamen o, man endo, assim, uma elação bas an e p óxima com o Depa amen o de
Comunicação. Quando uma sessão de qualque ipo é agendada, o depa amen o
ga an e a exis ência de exempla es pa a enda.
5.1 Dis ibuição
Es e depa amen o é ambém esponsá el po qualque ipo de encomenda,
an o de pedidos de li a ias ísicas como de li a ias online e de encomendas do
p óp io si e da Chiado. Com uma ede de dis ibuição semp e em c escimen o, os
en ios pela página da Chiado Edi o a podem se expedidos num p azo de 48 ho as
pa a Po ugal Con inen al, de ês dias pa a a Eu opa e de cinco dias pa a qualque
ou a pa e do mundo. É es e depa amen o que se assegu a do con ínuo
elacionamen o de dis ibuição com os maio es g upos li ei os con ando, em Po ugal,
com a FNAC, a B e and e o El Co e Inglês, e no B asil com a Li a ia Cul u a e a
Li a ia Sa ai a.
5.2 Á ea de Au o
Com is a a man e um elacionamen o con ínuo com o au o e o man e
ac ualizado da si uação da sua ob a, a Chiado c iou a Á ea de Au o , que é egida pelo
Depa amen o Come cial.
Es a á ea é uma pla a o ma online acessí el ao au o como uma o ma de
agiliza o p ocesso de ac ualização do es ado de si uação da ob a. Aqui, o au o em
acesso a oda a in o mação pe inen e e ac ualizada sob e as endas do seu li o, e
ambém sob e a sua dis ibuição, podendo e i ica em que li a ias a sua ob a se
encon a à enda. Além dis o, pode e i ica ambém a quan ia e e en e aos di ei os
de au o .
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6. Depa amen o Financei o
O depa amen o inancei o é compos o po dois elemen os, e em como
p incipal unção ege odo o ipo de aspec os inancei os e iscais den o da emp esa,
bem como a edição dos con a os de abalho. Assim, o abalho aqui passa po
a alia p opos as e p ojec os, assegu a -se de que cada um des es es á den o dos
pa âme os legais e ealis as, e que es es es ão ocados no bem-es a inancei o e o
u u o da edi o a.

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7. Depa amen o de BackO ice
O depa amen o de BackO ice possui um elemen o e unciona como um
abalho de sec e a ia e de en io de ob as inse idas nos en ios p omocionais e
ambém os en ios e e en es às pa ce ias es abelecidas com blogues. Es es en ios
são ealizados a a és de um en ega nos Co eios CTT, duas ezes po semana,
endo a colega de se ausen a do seu pos o na sec e a ia. Du an e es a ausência, é
necessá io a sua subs i uição, le ada a cabo po um dos elemen os do depa amen o
de comunicação.
Enquan o apoian e ao depa amen o de comunicação, es a a e a oi-me
incumbida. Após uma b e e o mação, iquei enca egue de ocupa o luga na
sec e a ia. Aqui i e de ecebe os au o es que inham euni com elemen os da
edi o a, sendo a maio pa e das euniões le adas a cabo pelos edi o es pa a a
o malização de con a os de edição. Além dis o, inha ambém a unção de a ende as
chamadas que chega am pa a o ele one da edi o a.
Assumi ambém es e ca go a empo in ei o quando a colega se ausen ou em
é ias, icando nes a posição du an e ês dias. Ti e, po an o, o de e de ab i o
esc i ó io. Ao a ende os mais a iados ele onemas, pe cebi um pouco mais sob e as
unções de cada depa amen o, e como es es ope am den o da Chiado Edi o a. Po
exemplo, e a mui o mais usual ans e i chamadas pa a o depa amen o de
comunicação, is o es e e uma ligação mais p esen e e con inua com os au o es, do
que ans e i chamadas pa a o depa amen o de edição pois, com á ias euniões e
ob as a se em analisadas odos os dias, o mé odo de comunicação p e e encial dos
edi o es é a a és de e-mail, e não de chamadas.
Fiquei ambém com alguma noção da nossa ede de dis ibuição, ecebendo
á ios ele onemas das li a ias nossas pa cei as, al como noções básicas e e en es
a en ios de ob as pa a es es pon os de enda.
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8. Re lexões inais
No deco e do meu es ágio na Edi o a Chiado, pude consolida á ios dos
conhecimen os que ap endi du an e a pa e lec i a do Mes ado em Edição de Tex o.
Du an e odo o meu empo em es ágio cu icula na emp esa pude islumb a um
mundo do qual não inha um conhecimen o p é io. Foi um pe íodo de um c escimen o
pessoal mui o g ande, onde ce as idealizações do abalho de edição o am ompidas
po uma isão bem mais eal do p ocesso edi o ial.
Com uma equipa que em udo se mos ou ecep i a a esponde a udo o que
eu p ecisasse, oi-me mais ácil en ol e -me no ambien e de abalho e sen i -me em
casa, o que ainda mais acili ou o meu abalho.
Enquan o ealiza a o es ágio, ape cebi-me de um ce o p econcei o, ou pon o
de is a menos posi i o, po pa e de pessoas pe encen es ao amo edi o ial como
lei o es e c í icos, pa a com a Chiado Edi o a. Nomeadamen e, pelos dois pon os
undamen ais do modus ope andi des a edi o a: o ob iga ó io in es imen o inicial po
pa e do au o ; e a al a de e isão ex ual.
Com uma g ande a iedade de abalhos ealizados e com di e en es
me odologias edi o iais c eio exis i , en ão, luga no mundo edi o ial pa a o modelo
emp egue pela Chiado. A meu e , a o ma de publicação da Chiado eio p eenche
uma lacuna e iden e no me cado edi o ial onde é bas an e di ícil começa como um
au o desconhecido. Num me cado cada ez mais compe i i o, da uma opo unidade
a uma en idade desconhecida é semp e um isco que nem odas as edi o as omam.
Ac edi o se de lou a a o mação de uma edi o a que p e ende o na -se numa
emp esa mais abe a a ní el de ecepção de o iginais e de opo unidades de
publicação a quem semp e sonhou com o ensejo de lança a sua p óp ia ob a. No
en an o, pe cebo ambém que é impossí el uma edi o a que p e ende es e ipo de
publicação in es i po con a p óp ia em odas as ob as ecebidas e ap o adas. Assim,
um in es imen o po pa e do au o e á semp e de su gi . Es e ca ac e iza-se pela
aquisição de um ce o núme o de exempla es da p óp ia ob a, a um p eço mais baixo
do que o p eço de enda ao público e, exis indo semp e a opção da enda des es nas
sessões ealizadas pela edi o a, o au o acaba po e ea ido es e in es imen o ao
pode ende , a pa i do início, os seus p óp ios exempla es, ganhado depois ambém
os di ei os de au o .
Es o ço, dedicação e sac i ício semp e es i e am p esen es nas idas dos
a is as, não sendo inédi o um c iado in es i na sua ob a. Te a con iança e é
necessá ia pa a lança uma ob a no mundo é algo que eque g ande o ça de espí i o
e on ade. A impo ância da exis ência de uma pla a o ma como a da Chiado, que não
é apenas um „local de imp essão‟, mas que ajuda es es no os au o es, alguns
o almen e inexpe ien es nes e me cado, em odo o p ocesso edi o ial es ando
p esen e em odas as e apas des e á duo caminho, é eno me.
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Pe cebo ambém que, po ou o lado, nem odas as ob as p oduzidas pela
edi o a são de uma qualidade li e á ia conside a i a. Toda ia, mui as das ob as aqui
publicadas b ilham com a sua p óp ia luz e lançam no os au o es no me cado que
de e as possuem uma g ande qualidade e que, de ou a manei a, i iam con inua na
somb a de au o es de enome, sem nunca e em es a opo unidade.
Além dis o, a Chiado ab e po as à publicação de ob as que são apenas
in e essan es pa a uma pequena quan idade de lei o es, como é o caso da publicação
de ob as académicas, endo a Chiado publicado á ias ob as que i e am a sua
génese em eses de mes ados e dou o amen os numa ampli ude as a de géne os
como his ó ia, economia e ad ocacia.
Ou o dos aspec os ambém mais c i icados da Chiado é, po ezes, a cla a
al a de e isão ex ual das ob as. Con esso que, p imei amen e, es e oi um aspec o
que me causou alguma es anheza, pensando que e a um aspec o ulc al na edição de
uma ob a. No en an o, após e e lec ido sob e o assun o, pe cebo que é necessá io
aze ce as concessões pa a que se consiga e o i mo de publicação da Chiado. O
aspec o que pa a mim é o mais impo an e é o au o se de idamen e in o mado des a
si uação, cien e de que a e isão da sua ob a encon a-se o almen e à sua
esponsabilidade.
A e isão de um ex o é um p ocesso len o e á duo, que i ia em mui o a asa o
i mo de publicação da edi o a. Ainda mais, com um modelo de publicação que já pa e
de um in es imen o po pa e do au o , inclui nes e alo a e isão do ex o i ia
enca ece demasiado a p opos a de edição, excluindo, en ão, di e sos au o es que
nem semp e são p o enien es de uma g ande quan ia mone á ia.
Pa a além des e pon o, ac edi o que um sis ema apoiado na con iança da boa
esc i a de um au o não é comple amen e desp oposi ado. Um au o é, sem dú ida,
alguém que apesa de possui uma excelen e capacidade de esc i a, em de se
ambém mui o lido. A en ega de uma ce a con iança no au o , es ando es e bas an e
cien e de que a publicação da sua ob a não i á usu ui de uma e isão que não a de si
p óp io, oi um dos meios adop ados pa a se consegui aumen a o núme o de ob as
que são lançadas pa a o me cado.
A ac edi ação à edi o a do concei o de „apenas uma g á ica‟ c eio que é
comple amen e injus o a odo o abalho e es o ço ealizado na edi o a. A Chiado não
se limi a a ap o a ob a e a imp imi-las. Todo o p ocesso de edição é um abalho
c ia i o á duo que, após e ge ado o g ande objec o que é um li o, não acaba.
Cons an emen e, é ei o um g ande es o ço pa a man e as ob as publicadas
ele an es e no olha público. Todo o apoio p es ado aos au o es não e mina após o
p ocesso de acabamen o do li o ísico, es ando semp e p esen e no agendamen o
dos mais a iados ipos de sessões e di ulgações pe inen es.
Conclui, no inal do meu es ágio, que a Chiado Edi o a não de e ia se omada
como alguma espécie de ameaça ao p ocesso adicional de edição e publicação, mas
sim como um no o e di e en e mé odo de ealiza uma ac i idade. C eio que no
me cado edi o ial exis e espaço pa a á ios modelos de abalho, que possuem
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esul ados, cla o es á, ambém di e en es. C eio que o e dadei o pon o o e da
chiado edi o a é a sua con iança que deposi a nos seus au o es, e a sua
disponibilidade em ab i po as a mui os no os esc i o es, que de ou a manei a não
consegui iam inga num me cado que pa ece es a cada ez mais ocado na
quan idade de endas e de ama que ce a ob a ou au o lhe possam concede .
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6. Ma e iais P omocionais da ob a Os meus esc i os… Já esc i os do au o
Ca alho Ma ques
Con i e
Ca az

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7. No a de Imp ensa da ob a Animais Execionais da au o a Filipa Cos a
33
8. P ess Release da ob a Lu ada de A F esco dos au o es And é Amo im e
Rica do Dan as Co eia