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Relatório estágio profissional

Abstract

Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano

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Relatório estágio profissional

Author: Soares, Diogo da Conceição Galamba
Year: 2023
Source: https://run.unl.pt/bitstream/10362/157181/1/DIOGO%20DA%20CONCEI%c3%87%c3%83O%20GALAMBA%20SOARES_CATARINA%20SALVADO.pdf
MESTRADO INTEGRADO EM MEDICINA
Diogo da Conceição Galamba Soa es | Nº 2017251
Unidade Cu icula : Es ágio P o issionalizan e
Regen e da Unidade Cu icula : P o esso Dou o Rui Maio
O ien ado a: P o esso a Dou o a Ca a ina Sal ado
Ano Le i o 2022-2023 | 6º Ano – 2017/2023
NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas da
Uni e sidade NOVA de Lisboa
RELATÓRIO
FINAL DE
ESTÁGIO
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Diogo Soa es | 2017251 Rela ó io Final de Es ágio
ÍNDICE
AGRADECIMENTOS …………………………………………………………………………………………………………………………………………… 3
SIGLAS E ACRÓNIMOS ……………………………………………………………………………………………………………………………………….. 4
INTRODUÇÃO ……………………………………………………………………………………………………................................................. 5
ESTÁGIOS PARCELARES ..……………………………………………………………………………………………………………………………………. 5
Medicina Ge al e Familia (05/09/22 – 30/09/22) …………………………………………………………………………………….. 5
Pedia ia (03/10/22 – 28/10/22) …………..…………………………………………………………………………………………………… 6
Ginecologia e Obs e ícia (31/10/22 – 25/11/22) ..……………….…………………………………………………………………… 7
Saúde Men al (28/11/22 – 06/01/23) ……………………………………………………………………………………………………….. 7
Medicina In e na (16/01/23 – 10/03/23) …………………………..……………………………………………………………………… 8
Ci u gia Ge al (13/03/23 – 12/05/23) ..…………………………………..……..…….………............................................... 9
ATIVIDADES EXTRACURRICULARES ………………………………………………………………………………………………………………….. 10
REFLEXÃO CRÍTICA …………………………………………………………………………………………………………………………………………… 10
ANEXOS ………………………………………………………………………………………………………….................................................. 13
Anexo I – C onog ama de A i idades Desen ol idas ao Longo do Ano Le i o ………………………………………….. 13
Anexo II – Temas/T abalhos Abo dados/Realizados ao Longo dos Es ágios …………………………………………….. 14
Anexo III – Ce i icado de Pa icipação no Cu so T auma E alua ion And Managemen (TEAM) (16 e 17 de
ma ço de 2023) ………………………………………………………………………………………………………………………………………. 16
Anexo IV – Ce i icado de Pa icipação nas Aulas de Simulação de P ocedimen os de Ci u gia Ge al no
Hospi al da Luz de Lisboa (28 de ma ço de 2023) …………………………………………………………………………………... 17
Anexo V – Wo kshop de Medicina In e na “Decisões de Fim de Vida” (1 de e e ei o de 2023) …………….. 18
Anexo VI – Wo kshop de Medicina In e na “Al e ações do Equilíb io Ácido-Base” (15 de e e ei o de
2023) ……………………………………………………………………………………………………………………………………………………… 19
Anexo VII – Ce i icado de Pa icipação na Pales a “VIH - de Onde Viemos, Onde Es amos e pa a Onde
Caminhamos” (29 de ma ço de 2023) ………………..…………………………………………………………………………………… 20
Anexo VIII – Ce i icado de Pa icipação na Ação de Fo mação Sob e “Ele oca diog a ia em Eme gência – o
Básico, o Essencial e o Mo í e o!” (13 de ab il de 2023) ………………………………………………………………………… 21
Anexo IX – Ce i icado de Pa icipação na Pales a “Sou Médico! E Ago a?” (15 de maio de 2023) ………… 22
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Diogo Soa es | 2017251 Rela ó io Final de Es ágio
AGRADECIMENTOS
Gos a ia de começa po di igi o mais sen ido ag adecimen o à minha a ó, cujo sonho des e cu so é an o meu
quan o dela, ao meu pai, pelo exemplo que con igu a enquan o Homem, e a oda a amília, p esença e supo e
indispensá el ao longo des e pe cu so. Po ou o lado, à minha g ande amiga e colega de cu so, Ca a ina Compa ada,
com quem subi pa alelamen e a escada ia des a aculdade desde o p imei o dia, num espí i o de cumplicidade que
pe manece á pa a a ida, aos meus melho es amigos, Diogo Dias e Ped o Pacheco, companhei os de odas as ho as
e a en u as, o ças mo izes do meu c escimen o e amadu ecimen o, pon os de equilíb io essenciais à conclusão
des a e apa, e às minhas amigas de in ância, Ana Cla a San os, B una B anco e B una Soa es, que sabem de onde
enho, onde es ou e pa a onde ou, apoiando-me incondicionalmen e em odas as decisões. É po mim mas ambém
po odos eles que, dia iamen e, me es o ço pa a se a melho e são de mim p óp io. Finalmen e, a odos os
P o esso es, Assis en es, Auxilia es, En e mei os, Te apeu as e Sec e á ios que, de um modo ou de ou o, ize am
pa e das á ias á duas e apas que compuse am os úl imos 6 anos, con ibuindo pa a a minha ap endizagem,
o mação, c escimen o académico e pessoal.
Ci ando Con úcio, “a melho manei a de se eliz é con ibuindo pa a a elicidade dos ou os”. Es e oi um dos
ensinamen os que es a jo nada me ouxe e, assim, escolho con inua a aça um caminho em que me seja possí el,
dia iamen e, ma ca pela di e ença, lado a lado com os meus obje i os, alo es e máximas da A e Médica.
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Diogo Soa es | 2017251 Rela ó io Final de Es ágio
SIGLAS E ACRÓNIMOS
ACES – Ag upamen o de Cen os de Saúde
ATLS – Ad anced T auma Li e Suppo
ARFID – A oidan Res ic i e Food In ake Diso de
BO – Bloco Ope a ó io
CE – Consul a Ex e na
CG – Ci u gia Ge al
CHPL – Cen o Hospi ala Psiquiá ico de Lisboa
CHULC – Cen o Hospi ala e Uni e si á io de Lisboa Cen al
CTG – Ca io ocog ama
EO – Exame Obje i o
GO – Ginecologia e Obs e ícia
HCD – Hospi al CUF Descobe as
HDE – Hospi al Dona Es e ânia
HFAR – Hospi al das Fo ças A madas
HSAC – Hospi al de San o An ónio dos Capuchos
HSJ – Hospi al de São José
MGF – Medicina Ge al e Familia
MI – Medicina In e na
MIM – Mes ado In eg ado em Medicina
NMS | FCM – UNL – NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas da Uni e sidade NOVA de Lisboa
SAP – Se iço de A endimen o Pe manen e
SU – Se iço de U gência
TEAM – T auma E alua ion And Managemen
UC – Unidade Cu icula
USF – Unidade de Saúde Familia
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Diogo Soa es | 2017251 Rela ó io Final de Es ágio
INTRODUÇÃO
A Unidade Cu icula (UC) “Es ágio P o issionalizan e” inse e-se no âmbi o do plano de es udos do 6º ano do
Mes ado In eg ado em Medicina da NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas da Uni e sidade NOVA
de Lisboa (NMS | FCM – UNL), sendo coo denada pelo egen e da UC, P o esso Dou o Rui Maio, e compos a po 6
es ágio pa cela es, que uncionam em sis ema o a i o po di e en es á eas clínicas (Anexo I), num modelo de ensino
u elado.
Chegado que é o é mino do Mes ado In eg ado em Medicina (MIM), no qual se abo da am di e sos con eúdos e
se lança am bases que eó icas, que p á icas pa a o exe cício da clínica, no 6º ano, o es ágio e es e-se de ca á e
p o issionalizan e, com os obje i os de, po um lado, omen a a e isão, consolidação e in eg ação de
conhecimen os com os quais o aluno con ac ou an e io men e e, po ou o, ins a a aquisição e eino, de o ma
p og essi a, da au onomia, esponsabilidade, sen ido c í ico e expe iência necessá ios ao exe cício da Medicina.
O p esen e ela ó io, obje o de discussão pública, isa elenca os obje i os de inidos pa a cada um dos es ágios
pa cela es, coligi as a i idades desen ol idas e p opo ciona uma e lexão c í ica ace ca do abalho desempenhado
du an e o ano le i o. Assim, encon a-se es u u ado em: In odução, na qual se enunciam os p essupos os do
ela ó io e o ganização do mesmo; Es ágios Pa cela es, em que se enume am os obje i os e se desc e em as
a i idades desen ol idas no âmbi o de cada es ágio; A i idades Ex acu icula es, secção dedicada a ou os
elemen os alo a i os do pe cu so académico; e Re lexão C í ica inal, espaço pa a analisa e ospe i amen e o
cump imen o dos obje i os o ma i os gizados, das a e as execu adas e a gene alidade do MIM.
ESTÁGIOS PARCELARES
Medicina Ge al e Familia (05/09/22 – 30/09/22)
Local de Es ágio: Unidade de Saúde Familia (USF) do Da undo | Tu o as: D a. Ana So ia Bap is a e D a. I one
Gonçal es.
Tendo p esen es a ans e salidade, di e sidade clínica e p oximidade com o doen e da Medicina Ge al e Familia
(MGF), de ini, como obje i os p imo diais pa a es e es ágio, ape eiçoa a colhei a de his ó ia clínica, inco po ando
dados psicossociais, cul u ais e amilia es e incluindo-os no plano de seguimen o do pacien e; eina a ealização
de um exame obje i o (EO) adequado; iden i ica os ecu sos de saúde p esen es na comunidade; p omo e a
con inuidade e a iculação de cuidados p es ados po di e en es p o issionais; iden i ica g upos de pessoas
ulne á eis e a o es de isco pa a os p oblemas de saúde mais comuns, sabendo aplica medidas de p e enção e
diminuição de isco; ap imo a es a égias comunicacionais, u ilizando o mé odo clínico cen ado no pacien e, e a
cons ução da elação médico-doen e; melho a conhecimen os ela i os a p esc ição e apêu ica; desen ol e
au onomia no exe cício de múl iplas a i idades clínicas.
No desen ola das 4 semanas de es ágio, assis i a um o al de 75 Consul as de Saúde de Adul os, 37 de Saúde In an il
e Ju enil, 8 de Saúde Ma e na, 8 de Planeamen o Familia e 15 de Doença Aguda/In e subs i uição.
Adicionalmen e, ealizei, de o ma au ónoma mas supe isionada, 5 Consul as de Saúde de Adul os e 27 de Doença

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Diogo Soa es | 2017251 Rela ó io Final de Es ágio
Aguda/In e subs i uição, que conside o e em sido a componen e mais en á ica, desa ian e, es imulan e e
g a i ican e des e es ágio pa cela . A hipe ensão não complicada e a diabe es não insulinodependen e cons i uí am
os p incipais p oblemas obse ados em consul a. Rele a ambém a pa icipação em 3 domicílios, pelo con ac o
dis in o es abelecido com o doen e e o seu ambien e.
Des aco ainda o as o núme o de ges os do EO execu ados e de p ocedimen os diagnós icos/ e apêu icos, como
colhei as pa a colpoci ologia e colocação de implan es subcu âneos, en e ou os, opo unidade essencial ao ganho
de compe ências p á icas e omen o do in e esse. Po im, elabo ei ambém o Diá io de Exe cício O ien ado,
inco po ando a ap esen ação de um Caso Clínico e a cons ução de um genog ama, pos e io men e discu ido com
assis en es alocados à UC (Anexo II).
PEDIATRIA (03/10/22 – 28/10/22)
Local de Es ágio: Hospi al Dona Es e ânia (HDE) | Tu o a: D a. Ana Casimi o.
A Pedia ia é uma especialidade médica imbuída de á ias pa icula idades, desde logo po se ex emamen e
dinâmica, uma ez que acompanha o doen e ao longo das suas e apas de c escimen o, do ecém-nascido ao
adolescen e, e pela necessidade de e semp e p esen e a díade doen e/ amília (ou cuidado ). A endendo a es es
a o es, es ipulei os seguin es obje i os: conhece as p incipais pa ologias da c iança e adolescen e e sabe os
p incípios ge ais de a uação nes e âmbi o; adap a a en e is a clínica e exame obje i o às di e en es idades
pediá icas; es abelece uma comunicação e icaz com a c iança/adolescen e e espe i a amília; pe cebe e alo iza
adequadamen e a impo ância do eixo amilia na abo dagem ao doen e pediá ico.
Na la ga maio ia do pe íodo de es ágio, acompanhei a a i idade assis encial da minha u o a, que consis iu
essencialmen e em Consul a Ex e na (CE) de Pneumologia, o alizando 40 consul as. Des a a i idade, salien a o
seu con ibu o pa a a melho ia da écnica de auscul ação pulmona , bem como a opo unidade de con ac o com
pa ologias a as que condicionam necessidade de supo e en ila ó io c ónico e que pode ei não ol a a obse a
no u u o. Também com a minha u o a, isi ei o Se iço de In e namen o do HDE, nomeadamen e, o Se iço de
Pedia ia Médica 5.1. e a Unidade de Adolescen es, no âmbi o do apoio clínico p es ado pela Pneumologia aos
doen es in e nados, obse ando um o al de 2 doen es. F equen ei ademais o Se iço de U gência (SU), pe azendo
24 h, onde obse ei 35 doen es, sendo as in eções espi a ó ias o p incipal diagnós ico egis ado.
Assis i ainda a uma manhã de CE de Endoc inologia e ou a de CE de Imunoale gologia, obse ando 5 e 7 consul as,
espe i amen e. Es i e, igualmen e, p esen e, du an e uma manhã, na Unidade de Cuidados Especiais Respi a ó ios
e Nu icionais (UCERN), onde pude ealiza o EO do ecém-nascido au onomamen e. Conside o que es as a i idades
i e am um papel essencial na di e si icação do es ágio e ob enção de uma isão mais ab angen e da especialidade.
Simul aneamen e, pa icipei, dia iamen e, nas Reuniões do Depa amen o de Pedia ia Médica, semanalmen e,
nas Reuniões Clínicas e na Aula Teó ica de Imunoale gologia Pediá ica. Colhi e edigi a His ó ia Clínica de um
doen e com diagnós ico de pneumo ó ax espon âneo p imá io e ealizei um Seminá io, jun amen e com 3 colegas,
in i ulado “Pe u bações do Compo amen o Alimen a – Um Caso Clínico de ARFID”, endo sido ap esen ados
ou os emas pelos es an es colegas (Anexo II).
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GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (31/10/22 – 25/11/22)
Local de Es ágio: Hospi al CUF Descobe as (HCD) | Tu o a: D a. Ma alda Ma inho Simões.
Es a especialidade médico-ci ú gica o bi a em o no da saúde da mulhe nas suas múl iplas e en es. Man endo
is o p esen e, es abeleci, como obje i os majo , desen ol e capacidades indi iduais de abo dagem di e encial das
pa ologias mais equen es na á ea da saúde ep odu i a e da mulhe ; iden i ica e sabe aplica os p incipais
as eios ginecológicos, omen ando a medicina p e en i a e o diagnós ico p ecoce; pe cebe como se p ocessa a
igilância da g a idez de baixo isco, nomeadamen e em e mos de as eios analí icos e ecog á icos de cada
imes e, sabendo in e p e á-los adequadamen e; econhece c i é ios de g a idez de al o isco; iden i ica sinais e
sin omas de abalho de pa o.
Desen ol endo-se em 4 semanas, o es ágio de Ginecologia e Obs e ícia (GO) oi dos mais di e si icados e
comple os, passando as a i idades pela CE de GO, onde assis i a 32 consul as, 19 de Ginecologia e 13 de Obs e ícia,
em que os p incipais mo i os de consul a o am a consul a de o ina e o seguimen o da g a idez de baixo isco,
espe i amen e; CE de Apoio à Fe ilidade, num o al de 6, cujo p incipal mo i o oi o seguimen o de casais em
es udo de in e ilidade; CE de Senologia, pe azendo 8; Ecog a ia Obs é ica, em que obse ei 2 de cada imes e,
odas sem anomalias; Ecog a ia Ginecológica, endo es ado p esen e em 10, a maio ia e e uada em con ex o de
o ina; Meios Complemen a es de Diagnós ico e Te apêu ica, onde obse ei 8 colposcopias, 5 biópsias do colo, 3
colhei as pa a ci ologia do colo/co es e HPV, 3 conizações com lase CO2 e 1 apo ização; Bloco Ope a ó io (BO),
no qual assis i a 7 ci u gias, obse ando 5 e pa icipando em 2; Se iço de A endimen o Pe manen e (SAP),
o alizando 36 h, em que o p incipal mo i o de obse ação oi a hemo agia u e ina anómala e a do pél ica em
g á idas; Bloco de Pa os, in eg ado no SAP, p esenciando 9 cesa ianas (pa icipei em 6) e 2 pa os aginais
eu ócicos e onde iden i iquei mulhe es em abalho de pa o a i o, in e p e ei ca dio ocog amas (CTGs) e me
amilia izei com as modalidades de analgesia disponí eis e á macos u ilizados na indução do abalho de pa o.
Adicionalmen e, equen ei as Reuniões Clínicas do Se iço de Ginecologia e Obs e ícia, numa das quais ap esen ei
um Jou nal Club e sando o “Reconhecimen o, Diagnós ico e Abo dagem das De ma oses da G a idez” (Anexo II);
uma manhã de Reunião Mul idisciplina de Pa ologia Mamá ia e ainda o Wo kshop “The Woman”, momen os
es es ambém de en iquecimen o o ma i o.
SAÚDE MENTAL (28/11/22 – 06/01/23)
Local de Es ágio: Hospi al Júlio de Ma os (HJM) – Se iço de In e namen o de Psiquia ia Ge al – Clínica 5 (Pa ilhão
21RC) – Cen o Hospi ala Psiquiá ico de Lisboa (CHPL) e SU do Hospi al de São José (HSJ) | Tu o a: D a. Bá ba a
Fe ei a.
A Psiquia ia dis ingue-se das demais especialidades da Medicina po e , como obje o de es udo e in e enção, a
saúde e pe u bações do o o men al, o que, po conseguin e, se aduz numa dis in a o ma de abalho. Como al,
designei, como obje i os pa a es e es ágio: iden i ica sin omas de pe u bação psiquiá ica e di e enciá-los do
uncionamen o psicológico no mal do indi íduo; si ua o doen e no seu con ex o social, labo al e amilia ,
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conside ando a elação des es com a saúde men al; eina a écnica de colhei a e edação da his ó ia clínica
psiquiá ica, a endendo à especi icidade dos dados que de em se ob idos e de alhados em Psiquia ia,
pa icula men e no que conce ne a uma adequada ealização do exame do es ado men al.
Du an e 4 semanas, a maio ia do abalho oi desen ol ida em con ex o de En e ma ia, onde execu ei múl iplas
a i idades: en e is a clínica e exame do es ado men al; p esc ição e apêu ica em in e namen o; elabo ação de
no as de al a e do plano e apêu ico pa a ambula ó io; pa icipei nas euniões da equipa médica com assis en es
sociais; comuniquei in o mação clínica aos doen es e espe i as amílias; e elabo ei pedidos de colabo ação a ou as
especialidades. Os diagnós icos mais p e alen es em En e ma ia de Psiquia ia Ge al o am a pe u bação de abuso
de subs âncias psicoa i as, pe u bação do desen ol imen o in elec ual e episódio dep essi o majo . Es e pe íodo
e elou-se essencial pa a comp eende a necessidade de assegu a um adequado supo e socio amilia , pa en e
a a és da es ei a a iculação com os assis en es sociais, uma ez que es e cons i ui um a o de bom p ognós ico,
aumen a as axas de adesão à e apêu ica e diminui a p obabilidade de ecaída. Também na En e ma ia, es i e em
5 Reuniões de Se iço, nas quais oi p omo ida a discussão mul idisciplina dos doen es em in e namen o.
Assis i igualmen e a 3 dias de CE de Psiquia ia Ge al, num o al de 9 consul as p esenciais e 1 ele ónica, das quais
2 o am p imei as consul as e 8 de seguimen o. Os diagnós icos mais p e alen es o am pe u bação de abuso de
subs âncias psicoa i as e esquizo enia. F equen ei ainda o SU po 2 dias, obse ando 5 doen es, o que me pe mi iu
cons a a qual a abo dagem mais co e a de doen es em ase de descompensação, pe cebe a pe inência da
equisição de exames complemen a es de diagnós ico e a iculação com ou as especialidades pa a a exclusão de
pa ologia o gânica e obse a aspe os bu oc á icos pa a p ocede ao in e namen o compulsi o de doen es.
Adicionalmen e, ealizei a his ó ia clínica de um doen e com esquizo enia em ase c ónica, pa icipei em 2 Aulas
Teó ico-P á icas, ace ca de “Sinais e Sin omas de Doença Psiquiá ica” e “Modelo de His ó ia Clínica Psiquiá ica”, e
assis i a um Seminá io Teó ico-P á ico sob e “U gências em Psiquia ia”, en a izando a impo ância do seu
econhecimen o, independen emen e da especialidade pela qual se enha a en e eda , e “Pe u bações de
Pe sonalidade”, po se um ema pouco abo dado ao longo do MIM (Anexo II).
MEDICINA INTERNA (16/01/23 – 10/03/23)
Local de Es ágio: Hospi al de San o An ónio dos Capuchos (HSAC) e Hospi al de São José (HSJ) – Cen o Hospi ala
Uni e si á io de Lisboa Cen al (CHULC) | Tu o : D . João Oli ei a.
Especialidade basila pela sua as a ab angência em e mos nosológicos, a Medicina In e na e es e-se de um
ca á e in eg ado da saúde do doen e. Pa indo des as p emissas, p opus-me aos seguin es obje i os: adqui i
au onomia e esponsabilidade p og essi as na ealização de a i idades clínicas; desen ol e capacidade de
exposição pública de si uações clínicas complexas; es imula a sensibilidade na abo dagem de doen es em im de
ida; omen a a capacidade de abalho em equipa; desen ol e compe ências de comunicação com doen es,
amilia es/cuidado es, colegas e ou os p o issionais, selecionando e ansmi indo a in o mação ele an e.
No decu so das 8 semanas de es ágio, in eg ei a equipa médica da En e ma ia de mulhe es do Se iço de Medicina
2.3. do HSAC, o que p eencheu a maio pa e do es ágio. Des e modo, iquei, dia iamen e, com 1 a 2 doen es a meu
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ca go, em egime de ganho p og essi o de au onomia e esponsabilidade. Assim, p a iquei a anamnese e ealização
do EO, edigi diá ios clínicos, no as de en ada e no as de al a, e e uei pedidos de exames complemen a es de
diagnós ico e de colabo ação de ou as especialidades, in e agi com a assis en e social do Se iço e a Medicina Física
e Reabili ação e p esc e i á macos/ ealizei ajus es e apêu icos, semp e que necessá io e de idamen e auxiliado.
Também em con ex o de En e ma ia, hou e possibilidade de eina /obse a á ios p ocedimen os, ais como
gasime ias a e iais, punções enosas ou colhei a de za aga oa naso/o o a íngea. No o al, iquei esponsá el po
11 doen es, sendo as in eções do a o u iná io, a doença enal c ónica agudizada e a lesão enal aguda os mo i os
de in e namen o mais equen es. Salien a ainda a pa icipação diá ia nas Reuniões de Ti a, nas quais expunha e
discu ia os casos à minha esponsabilidade, undamen ais ao eino de ap idões comunicacionais.
F equen ei ainda o SU, pe azendo 18 h, onde execu ei, au onomamen e, his ó ia clínica e exame obje i o, a aliação
de sinais i ais, pedido de exames complemen a es de diagnós ico, gasime ias a e iais e p esc ição de e apêu ica.
Obse ei 20 doen es, sendo a p os ação, lipo imia e ce aleias os mo i os mais equen es de ida ao SU.
Acompanhei ambém os abalhos da equipa de en e magem du an e um dia, em que assis i à p es ação de
cuidados de higiene, eposicionamen o do doen e no lei o/ ans e ências, a aliação de úlce as de p essão,
ealização de cuidados de penso, adminis ação de alimen ação pa en é ica e de á macos. Es e dia oi impo an e
pa a pe cebe , de modo p oximal, a complemen a idade de unções com as exe cidas pelo médico e pa a
comp eende a ele ância da comunicação e icaz en e os di e en es g upos de p o issionais de saúde.
Po im, assis i a 4 Sessões Clínicas e 2 Wo kshops, “Decisões de Fim de Vida” e “Al e ações do Equilíb io Ácido-
Base” (Anexos V e VI), e ap esen ei e discu i o almen e um abalho inal, uma e isão sob e amiloidose (Anexo II).
CIRURGIA GERAL (13/03/23 – 12/05/23)
Local de Es ágio: Hospi al das Fo ças A madas (HFAR) – Polo de Lisboa. Tu o es: D a. Ana Ca a ina Pinho e D . Ped o
Campos.
Do ada de uma e en e iminen emen e écnico-ci ú gica, a Ci u gia Ge al (CG) possui ca ac e ís icas mui o
p óp ias. Po es e mo i o, selecionei, como p incipais obje i os a a ingi , conhece e sabe aplica a linguagem e a
e minologia ci ú gicas; conhece as p incipais sínd omes ci ú gicas, a sua e iopa ogenia e semiologia, bem como os
undamen os do seu diagnós ico e a amen o; sabe dis ingui as si uações clínicas com indicação ci ú gica ele i a
e u gen e; sabe execu a as écnicas de pequena ci u gia mais comuns e conhece as écnicas de anes esia e de
assepsia necessá ias pa a o e ei o.
O es ágio compôs-se de 8 semanas, que se dis ibuí am pelo BO, En e ma ia, CE, Pequena Ci u gia, SU e uma
semana dedicada à Ci u gia Vascula . Quan o ao BO, assis i a um o al de 20 ci u gias ele i as, das quais obse ei
18 e pa icipei em 2, e 1 de u gência, mo men e da especialidade de CG, sendo as p incipais indicações ci ú gicas
as hé nias da pa ede abdominal e a li íase esicula sin omá ica e p edominando a abo dagem lapa oscópica. Foi-
me igualmen e dada a possibilidade de con ac a com ou as especialidades no BO, em unção dos meus in e esses
pessoais, nomeadamen e, O almologia, Ci u gia Vascula e Ci u gia Plás ica e Recons u i a, algo que conside ei
bas an e p o ícuo em e mos eó ico-p á icos e o ma i os. Além disso, omen ou-se es ei amen e a in e ação com
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Diogo Soa es | 2017251 Rela ó io Final de Es ágio
Anexo III – Ce i icado de Pa icipação no Cu so T auma E alua ion And Managemen (TEAM)
(16 e 17 de ma ço de 2023)

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Anexo IV – Ce i icado de Pa icipação nas Aulas de Simulação de P ocedimen os de Ci u gia
Ge al no Hospi al da Luz de Lisboa (28 de ma ço de 2023)
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Anexo V – Wo kshop de Medicina In e na “Decisões de Fim de Vida” (1 de e e ei o de 2023)
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Anexo VI – Wo kshop de Medicina In e na “Al e ações do Equilíb io Ácido-Base” (15 de
e e ei o de 2023)
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Anexo VII – Ce i icado de Pa icipação na Pales a “VIH - de Onde Viemos, Onde Es amos e
pa a Onde Caminhamos” (29 de ma ço de 2023)
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Anexo VIII – Ce i icado de Pa icipação na Ação de Fo mação Sob e “Ele oca diog a ia em
Eme gência – o Básico, o Essencial e o Mo í e o!” (13 de ab il de 2023)

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Anexo IX – Ce i icado de Pa icipação na Pales a “Sou Médico! E Ago a?” (15 de maio de 2023)
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