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Social determinants of primary prevention in juvenile population: A population-based cross-sectional study

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Social determinants of primary prevention in juvenile population: A population-based cross-sectional study

Author: Patrícia Casanova Carvalho
Year: 2019
DOI: 10.34626/1p47-7x68
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/120760/2/338406.pdf
2018/2019
Pa ícia Casano a Ca alho
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion:
A Popula ion-based C oss-sec ional S udy
De e minan es Sociais da P e enção P imo dial na População Ju enil:
Es udo T ans e sal de Base Populacional
ma ço, 2019
Mes ado In eg ado em Medicina
Á ea: Ciências Médicas e da Saúde –Medicina Clínica
Tipologia: Disse ação
T abalho e e uado sob a O ien ação de:
P o esso Dou o Paulo Alexand e de Aze edo Pe ei a dos San os
E sob a Coo ien ação de:
D . Ca los F anclim Mo ei a da Sil a
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Ac a Médica Po uguesa
Pa ícia Casano a Ca alho
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion:
A Popula ion-based C oss-sec ional S udy
De e minan es Socias da P e enção P imo dial na População Ju enil:
Es udo T ans e sal de Base Populacional
ma ço, 2019
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion:
A Popula ion-based C oss-sec ional S udy
De e minan es Sociais da P e enção P imá ia na População Ju enil:
Es udo T ans e sal de Base Populacional
Au ho s: Pa ícia Ca alho1, Ca los F anclim Sil a2, Paulo San os3
1. Depa men o Communi y Medicine, In o ma ion and Heal h Decision Sciences
(MEDCIDS), Facul y o Medicine, Uni e si y o Po o, Po o, Po ugal.
2. Cen e o Resea ch in Heal h Technologies and In o ma ion Sys ems (CINTESIS),
Uni e si y o Po o, Po o, Po ugal.
3. Cen e o Resea ch in Heal h Technologies and In o ma ion Sys ems (CINTESIS),
Uni e si y o Po o, Po o, Po ugal.
Co espondence
Pa ícia Casano a Ca alho
E-mail: [email protected]
Sho i le: Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion

Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 2
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion:
A Popula ion-based C oss-sec ional S udy
Abs ac
In oduc ion: Noncommunicable diseases (NCDs) a e cu en ly he leading cause o
dea h wo ldwide, he e o e p ima y p e en ion is c ucial. The e a e se e al isk ac o s
con ibu ing o he eme gence o NCDs which can be in luenced by social de e minan s.
Ou s udy aims o analyze he p e alence o he main heal h isk beha io s by s udying
hei ela ion wi h social de e minan s.
Me hods: We conduc a c oss-sec ional s udy in a popula ion based sample o 14-24
yea s om Pa edes. We applied a sel - epo ques ionna ie. Ou ou come a iables
we e ea ing e o s, physical inac i i y and obacco and alcohol consump ion.
Resul s: The o al sample included 726 pa icipan s. In ou sample, 43.6% had a leas
wo e o s in hei die , 51.3% no o p ac ice physical ac i i y egula ly, 14.7%
consumed obacco egula ly and 13.4% consumed alcohol egula ly. Being a s uden ,
being an unemployed and ha ing labou as main household income sou ce we e ac o s
associa ed wi h mo e ea ing e o s as opposed o had be e pe cep ion abou heal h.
Pa icipan s who conside ed he exis ence o a God and who we e a ending o had
a ended highe educa ion had lowe consump ion o obacco. Being sinlge and had a
nega i e pe cep ion abou physical appea ance was associa ed wi h lowe consump ion
o obacco.
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 3
Discussion: This s udy shows ha he e is a high p e alence o ac o s ela ed o p ima y
p e en ion among young people. Also iden i ied some social de e minan s ha a e
signi ican ly ela ed o hese ou comes.
Conclusion: I ´s ex emely impo an o p opose p ima y p e en ion measu es di ec ed
o he mos suscep ible popula ions.
Keywo ds: Noncommunicable diseases, P ima y p e en ion, Social de e minan s, Risk
beha io s, Ju enile popula ion.
Resumo
In odução: As doenças não ansmissí eis são a p incipal causa de mo e mundial,
sendo a p e enção p imo dial c ucial na sua edução. Exis em di e sos a o es de isco
que con ibuem pa a a sua eme gência, podendo se in luenciados pelos de e minan es
sociais. O nosso obje i o é analiza a p e alência dos p incipais compo amen os de
isco pa a a saúde, a aliando a sua elação com os de e minan es sociais.
Mé odos: Realizámos um es udo ans e sal de base populacional numa amos a de
jo ens en e os 14 e 24 anos de Pa edes. Aplicámos um ques ioná io de
au op eenchimen o. As nossas a iá eis dependen es e am os e os alimen a es, a
ina i idade ísica e o consumo de álcool e abaco.
Resul ados: A amos a incluiu 726 pa icipan es. Na nossa amos a, 43.6% inha pelo
menos 2 e os na sua alimen ação, 51.3% não p a ica a exe cício ísico egula men e,
14.7% consumia abaco egula men e and 13.4% consumia álcool egula men e. Se
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 4
es udan e, desemp egado e e o emp ego como on e de endimen o amilia são
a o es associados à p esença de mais e os alimen a es, ao con á io de e uma boa
pe ceção da sua saúde. Pa icipan es que conside am a exis ência de um Deus e que
equen am ou já equen a am o ensino supe io ap esen am meno consumo de
abaco. Se sol ei o e e uma má pe ceção da sua imagem co po al es á associado a
meno consumo de álcool.
Discussão: Es e es udo demons ou que a p e alência dos a o es elacionados com a
p e enção p imodial é ele ada en e a população jo em. Iden i icou ambém alguns
de e minan es sociais signi ica i amen e elacionados com es es a o es.
Conclusão: Re ela-se impo an e p opo medidas de p e encão p imo dial di igidas
pa a as populações susce í eis.
Pala as-cha e: Doenças não ansmissí eis, P e enção p imo dial, De e minan es
sociais, Compo amen os de isco, População ju enil.
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 5
In oduc ion
P e en i e medicine ocuses on he an icipa ion o a p oblem in ending o
in e ene o change he na u al his o y o he diseases.1 The p ima y p e en ion aims
o lowe he isk o disease and i s incidence, ac ing in isk ac o s o he disease.1 The
ypical example is he immuniza ion p og ams in in ec ious diseases.1 In
noncommunicable diseases (NCD), al hough he causali y is less clea since he
mul i ac o ial cha ac e is ic, p ima y p e en ion is c ucial o educe i s bu den, including
policies and p og ams aiming o p omo e heal hy li es yles.1
The NCDs a e cu en ly he leading cause o dea h wo ldwide.2 In 2016 NCDs
accoun ed o abou 71% (41 million) o he 57 million global dea hs.2 Wi hin he NCDs,
ca dio ascula diseases a e he main cause o hese dea hs (17.9 million dea hs: 44% o
NCD dea hs and 31% o all dea hs), ollowed by cance (9 million dea hs: 22% o dea hs
om NCD and 16% o all dea hs), ch onic espi a o y diseases (3.8 million dea hs: 9% o
dea hs om NCDs and 7% o all dea hs), and diabe es (1.6 million dea hs: 4% o dea hs
om NCDs and 3% o all dea hs). 2
The e a e se e al isk ac o s con ibu ing o he eme gence o NCDs.3 The main
isk ac o s o ca dio ascula diseases a e high blood p essu e, obacco, hype glycemia,
abno mal blood lipids, physical inac i i y, alcohol abuse, o e weigh and obesi y.3
Howe e , hese isk ac o s a e also esponsible o o he NCDs such as diabe es, cance
and ch onic espi a o y diseases.3 They can be modeled h ough he adop ion o
a i udes and beha io s, such as an heal hy die , egula physical ac i i y, mode a e
alcohol consump ion and smoking abs inence, bu he decision emains on he
indi idual and i s capaci y o make he app op ia e daily op ions abou li es yles.3
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 12
Being a s uden (odds a io (OR) =1.74; 95% CI: 1.10-2.76; p=0.019), being an
unemployed (OR=1.87; 95% CI: 1.19-2.96; p=0.007) and ha ing labou as main
household income sou ce (OR=1.93; 95% CI: 1.05-3.54; p=0.035) we e ac o s associa ed
wi h mo e ea ing e o s. On he o he hand, a be e pe cep ion o heal h s a us was
associa ed wi h he p esence o less die a y e o s (OR=0.77; 95% CI: 0.61-0.98; p=0.030)
(Figu e 1A).
Physical inac i i y
Abou hal o pa icipan s said no o p ac ice physical ac i i y egula ly (51.3%;
95% CI: 47.6-54.9%), wi h 13.5% claiming ha a ely o ne e engage in physical ac i i y.
Analyzing by gende , 43.3% o male pa icipan s and 57.9% o emale pa icipan s had a
seden a y li es yle (p<0.001) (Table 2). We ound no di e ences in physical inac i i y
conce ning he social de e minan s ha we examined (Figu e 1B).
Tobacco consump ion
Tobacco consump ion wi h egula i y (a leas once a week) has been epo ed
in young people 14.7% (95% CI: 12.2-17.3%), mo e in male (21.8%) han in emale (8.9%),
p<0.001 (Table 2). O all pa icipan s, 386 pa icipan s esponded ha had al eady
expe ienced obacco (55.5%). Mos pa icipan s admi ed ha expe ienced obacco o
he i s ime be o e age 18 (86.4%).
In ou s udy, we obse ed lowe obacco consump ion among pa icipan s who
we e a ending o had a ended highe educa ion (OR=0.52; 95% CI: 0.28-0.97; p=0.040)
and hose who conside ed he exis ence o a God (OR=0.42; 95% CI: 0.27-0.66; p<0.001)
(Figu e 1C).

Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 13
Alcohol consump ion
Regula consump ion o alcohol (a leas once a week) was p esen in 13.4% o
he pa icipan s (95% CI: 10.9-15.8%), mo e in he male g oup (22.1%) han in emales
(6.1%), p<0.001 (Table 2). Mos pa icipan s had al eady expe ienced alcoholic
be e ages (82.9%), wi h 463 pa icipan s admi ing ha expe ienced o he i s ime
alcohol be o e age 18 (88.9%).
I was no ed lowe alcohol consump ion among single (OR=0.34; 95% CI: 0.12-
0.91; p=0.031) o hose ha had a mo e nega i e pe cep ion o hei physical
appea ance (OR=0.34; 95% CI: 0.14-0.82; p=0.017) (Figu e 1D).
Table 2 F equency o p ima y p e en ion ac o s p imá ia by sex.
To al (N)
Sex (N)
P*
Male (331)
Female (395)
Ea ing e o s
43.6%
(311)
43.7%
(143)
43.5%
(168)
0.956
Physical
inac i i y
51.3%
(368)
43.3%
(142)
57.9%
(226)
<0.001
Tobacco
consump ion
14.7%
(107)
21.8%
(72)
8.9%
(35)
<0.001
Alcohol
consump ion
13.4%
(97)
22.1%
(73)
6.1%
(24)
<0.001
*Tes Chi-squa e
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 14
0,159
0,019
0,007
0,035
0,217
0,068
0,403
0,030
0,535
0,486
0,892
0.010 1.000 100.000
Single
Being s uden
Unemploymen
Family income´s sou ce (labou )
A end highe educa ion
Spi i uali y
Pe cep ion o bad physical appea ance
Global pe cep ion o own heal h
Talk abou heal h wi h you doc o
Talk abou heal h wi h you pa en es
Talk abou heal h wi h you eache
A - Ea ing e o s
0,860
0,790
0,293
0,932
0,835
0,992
0,141
0,106
0,184
0,285
0,808
0.01 1 100
Single
Being s uden
Unemploymen
Family income´s sou ce (labou )
A end highe educa ion
Spi i uali y
Pe cep ion o bad physical appea ance
Global pe cep ion o own heal h
Talk abou heal h wi h you doc o
Talk abou heal h wi h you pa en es
Talk abou heal h wi h you eache
B - Physical inac i i y
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 15
Figu e 1 – Social de e minan s o p ima y p e en ion (ea ing e o s, physical inac i i y,
obacco conssump ion and alcohol consump ion).
0,227
0,250
0,051
0,809
0,040
<0,001
0,357
0,618
0,938
0,533
0,640
0.010 1.000 100.000
Single
Being s uden
Unemploymen
Family income´s sou ce (labou )
A end highe educa ion
Spi i uali y
Pe cep ion o bad physical appea ance
Global pe cep ion o own heal h
Talk abou heal h wi h you doc o
Talk abou heal h wi h you pa en es
Talk abou heal h wi h you eache
C - Tobacco consump ion
0,031
0,514
0,641
0,178
0,933
0,072
0,017
0,446
0,835
0,335
0,057
0.010 1.000 100.000
Single
Being s uden
Unemploymen
Family income´s sou ce (labou )
A end highe educa ion
Spi i uali y
Pe cep ion o bad physical appea ance
Global pe cep ion o own heal h
Talk abou heal h wi h you doc o
Talk abou heal h wi h you pa en es
Talk abou heal h wi h you eache
D - Alcohol consump ion
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 16
Discussion
The es ima ed p e alence o he p esence o a leas 2 ood e o s in ou sample
was 43.6%. The p esence o die a y e o s was simila in bo h sex, wi h no s a is ically
signi ican di e ences. Hal o pa icipan s in ou sample did no p ac ice physical
exe cise egula ly (a leas h ee imes a week). Physical inac i i y was signi ican ly mo e
equen in emale. In ou s udy, 14.7% o pa icipan s consumed obacco egula ly, and
smoking habi s we e mo e equen among male pa icipan s. Mo e han hal o
pa icipan s had al eady ied o use obacco, mos o hem be o e 18 yea s old. The
es ima ed p e alence o alcohol consump ion was 13.4%, signi ican ly highe in males.
The majo i y o pa icipan s admi ed ha had aken alcohol be e ages be o e age 18.
In ou s udy we ound ha he die a y e o s we e mo e common when young
people we e s uden s, unemployed and when main household income sou ce came
om labou . On he o he hand, ewe ea ing e o s we e p esen in young people who
had be e pe cep ion abou hei heal h. We did no ind any ela ionship be ween he
social de e minan s and he p esence o physical inac i i y among pa icipan s o ou
s udy. We obse ed a lowe consump ion o obacco among pa icipan s who
conside ed he exis ence o a God and hose who we e a ending o had a ended highe
educa ion. Finally, i was no ed a lowe consump ion o alcohol among young singles
and hose who had a nega i e pe cep ion abou hei physical appea ance.
The s udy ERICA7 ound ha app oxima ely hal o he 74,589 B azilian
adolescen s included had heal hy ea ing habi s (such as aking b eak as , d inking i e
o mo e glasses o wa e and sha e meals in a amily en i onmen ). Also he s udy HBSC,
o Eu opean egion, conduc ed by WHO, 8 showed ha only a hi d o eens consumed
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 17
ui and ege ables daily, and one qua e o adolescen s consumed so d inks and
swee s daily.
Bibiloni e al.9 conduc ed a s udy en i led "Associa ion be ween seden a y
beha io and socioeconomic ac o s, die and li es yle among adolescen s he Balea ic
Islands", in a popula ion aged be ween 12 and 17, which es ima ed he p e alence o
seden a y beha io in 37.1%. This s udy demons a ed mo e seden a y beha io s in gi ls
han boys (50.8% s. 22.0%).9
The s udy "Tobacco use by you h: a su eillance epo om he Global You h
Tobacco Su ey p ojec "10 compa ed he obacco consump ion in s uden s om 13-15
yea s om 12 coun ies. In his s udy, p e alence o smoking in di e en coun ies
a ied be ween 10 and 33% wi h a median o 8.7%.10 This s udy also no ed ha in mos
coun ies he boys we e mo e likely o smoking han gi ls.10 In ano he s udy,
"De e mina ion o D inking and Smoking and P e en i e Measu es in Adolescen s"11,
p e alence o smoking among s uden s was 14.2%. In he s udy "Smoking among
adolescen s is associa ed wi h hei own cha ac e is ics and wi h pa en al smoking:
c oss-sec ional s udy"12, which analyzed a sample o 1231 adolescen s be ween 14-17
yea s o Lond ina ci y in B azil, p e alence o smoking was 3.4%.
Ma ins-Oli ei a e al.13 conduc ed a s udy in Belo Ho izon e, B azil, including
adolescen s be ween 15 and 19 yea s and ound ha p e alence o egula alcohol use
( wo o mo e imes pe week) was 9.0%. Mo eo e , a s udy by Mal a e al.14 es ima ed
p e alence o alcohol consump ion in a sample o adolescen s in 27.3%. In u n, he
in e na ional epo "Heal h and heal h beha io among young people - in e na ional

Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 18
epo "15 indica ed ha p e alence o weekly d inke s was 9% in emales and 29% in
males among adolescen s o 15 yea s.
Ou esul s on he ela ionship be ween he p ima y p e en ion ac o s and
social de e minan s a e conco dan wi h li e a u e.16-22 Baue e al.16 ound a ela ion
be ween ea ing habi s and he ull ime employed mo he s, especially i hey we e he
main sou ce o household income. They spen less ime p epa ing hei meals and
encou aging heal hy ea ing in hei child en, which had ewe amily meals pe week,
highe consump ion o as ood as a amily meal, and ea smalle amoun s o ui s and
ege ables pe day. The same occu ing in highe s ess le els a wo k, whe e hey
no iced also a lowe equency o aking b eak as .16 Pea son e al.17 had simila esul s,
sugges ing ha adolescen s whose mo he s we e no employed ull ime consumed
smalle amoun s o as ood and snacks. This is conco dan wi h ou esul s whe e
labou as main sou ce o amily income appea ed o inc ease he isk o e o s in he
die .
Abou in luence o unemploymen on he young people´s die , he e a e ew
s udies ha ela e hese wo pa ame e s in young people wi h he same ages o ou
s udy. Howe e , in ou s udy, some young people we e s uden s and wo ke s, while
o he s we e jus s uden s. Da ling e al.23 demons a ed ha he e was a ela ionship
be ween inc eased consump ion o as ood and he ac ha young s uden s ha e a
job pa - ime, because hei g ea e inancial capaci y.
As o he ac ha s uden s ha e highe isk o commi die a y mis akes, Polla d
e al.18 ound in hei s udy ha young people who we e s uden s a e less b ead, had
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 19
lowe sco es in heal hy ood index, a e mo e cakes and chips and had highe sco es on
unheal hy oods index han non-s uden s.
We didn’ ind in he li e a u e he ela ion we desc ibe be ween be e
pe cep ion o hei heal h s a us and less e o s in he die . Yan e al.19 e alua ed mo e
speci ically he pe cep ion o young people in ela ion o i s weigh and i s associa ion
wi h he p esence o ea ing e o s, wi h an inco ec pe cep ion being associa ed o he
p esence o ha m ul ea ing beha iou s in young people who o e es ima ed hei weigh
o unde es ima ed i .19 Compa ed wi h hose who had a co ec pe cep ion o hei
weigh , young people who o e es ima ed hei weigh epo ed lowe equency o
aking b eak as and amily meals, while hose who unde es ima ed hei weigh we e
mo e likely o ea ing la e a nigh .19
Conce ning o obacco consump ion, he s udy "Heal h-Rela ed Quali y o Li e
and Risky Beha iou s o Heal h among Adul s Aged 18-24 Yea s in Seconda y o Highe
Educa ion"20 e alua ed a g oup o young people aged be ween 18-24 and compa ed
some isk beha iou s. This s udy ound ha obacco consump ion was mos equen
among adolescen s a ending seconda y school (23.8%) han in young people a ending
highe educa ion (6.1%).20 I also de e mined ha he pe cen age o young people who
had ne e smoked was highe in hose who a ended highe educa ion.20
In wha ega ds he in luence o spi i uali y on obacco consump ion, Malinako a
e al.21 e alua ed he ela ionship be ween hese wo ac o s on a ep esen a i e sample
o adolescen s wi h 11, 13 and 15 yea s. This s udy ound a s a is ically signi ican
ela ionship be ween he spi i uali y and lowe consump ion o obacco.21 Also he
s udy "The Role o S ess and Spi i uali y in Adolescen Subs ance Use"22, ca ied ou on
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 20
a sample o adolescen s uden s, ound ha smalle spi i ual belie s we e ela ed o
highe consump ion o subs ances such as obacco. On he o he hand, Chen e al.24
s udied a sample o s uden s be ween 15-24 yea s in Swi ze land and ound no e idence
ha spi i ual belie s could p o ec young people om obacco consump ion.
In ou s udy was ound ha he ac o being single and ha ing a nega i e sel -
pe cep ion abou physical appea ance cons i u e p o ec i e ac o s in ela ion o alcohol
consump ion among young people, and none o he s udied ac o s was p esen ed as
isk ac o . Howe e , a s udy by Ga es e al.25 obse ed jus he opposi e wi h ega d o
ma i al s a us. I was ound ha pa icipan s who we e ma ied d ank smalle amoun s
o alcohol han hose who we e no in a ela ionship.25 Also Go ham e al.26 showed in
hei s udy, which ook place o e se en yea s, ha ma iage was signi ican ly
associa ed wi h lowe occu ence o diso de s associa ed wi h alcohol in ake.
Also wi h ega d o he in luence o body pe cep ion in alcohol consump ion,
o he s udies showed ha , unlike ou s udy, his consump ion was mo e common
among young people who had a nega i e pe cep ion abou hei physical appea ance.27,
28 Holzhaue e al.27, in a s udy o men and women whose ages we e be ween 18-33
yea s and a e age age was 19.3 yea s, ound ha women wi h poo body image had
signi ican ly g ea e amoun o a e age weekly alcohol consump ion, while in men i was
no obse ed any kind o in e ac ion. Also Nelson e al.28, in a s udy o an uni e si y
popula ion wi h an a e age age o 24.2 yea s, showed ha compulsi e consump ion o
alcohol was associa ed wi h body image dissa is ac ion.
This s udy shows ha he e is a high p e alence o ac o s ela ed o p ima y
p e en ion (e o s in die , lack o physical ac i i y and ha m ul habi s) among hese
Social De e minan s o P ima y P e en ion in Ju enile Popula ion 21
young people. I also iden i ied some social de e minan s ha a e signi ican ly ela ed
o hese ou comes and o which special a en ion will be needed, ei he in medical
consul a ion, because hey a e isk condi ione s o heal h, ei he in social and
communi y in e en ion.
Conclusion
The p e alence o he majo isk beha iou s o NCDs is high among young
people. Taking in o accoun he se e e consequences ha hese isk ac o s lead o
people's heal h, i is ex emely impo an o p opose p ima y p e en ion measu es. Ou
s udy indica es ha some social de e minan s a e mo e associa ed wi h he adop ion o
isk beha iou s. Thus, p ima y p e en ion measu es should be di ec ed o he mos
suscep ible popula ions in o de o be mo e e ec i e.
Re is a Cien í i ca da O dem dos Mé dico s www.ac a m edic a po ugue s a.co m
1
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa
Ac a Médica Po uguesa’s Publishing Guidelines
Conselho Edi o ial ACTA MÉDICA PORTUGUESA
Ac a Med Po 2016, 30 dezemb o 2016
NORMAS PUBLICAÇÃO
1. MISSÃO
Publica abalhos cien í icos o iginais e de e isão na
á ea biomédica da mais ele ada qualidade, ab angendo
á ias á eas do conhecimen o médico, e ajuda os médicos
a oma melho es decisões.
Pa a a ingi es es objec i os a Ac a Médica Po uguesa
publica a igos o iginais, a igos de e isão, casos clínicos,
edi o iais, en e ou os, comen ando sob e os ac o es clí-
nicos, cien í icos, sociais, polí icos e económicos que a ec-
am a saúde. A Ac a Médica Po uguesa pode conside a
a igos pa a publicação de au o es de qualque país.
2. VALORES
P omo e a qualidade cien í ica.
P omo e o conhecimen o e ac ualidade cien í ica.
Independência e impa cialidade edi o ial.
É ica e espei o pela dignidade humana.
Responsabilidade social.
3. VISÃO
Se econhecida como uma e is a médica po uguesa
de g ande impac o in e nacional.
P omo e a publicação cien í ica da mais ele ada quali-
dade p i ilegiando o abalho o iginal de in es igação (clíni-
co, epidemiológico, mul icên ico, ciência básica).
Cons i ui o ó um de publicação de no mas de o ien a-
ção.
Amplia a di ulgação in e nacional.
Lema: “P imum non noce e, p imei o a Ac a Médica
Po uguesa”
4. INFORMAÇÃO GERAL
A Ac a Médica Po uguesa é a e is a cien í ica com
e isão pelos pa es (pee - e iew) da O dem dos Médicos.
É publicada con inuamen e desde 1979, es ando indexa-
da na PubMed / Medline desde o p imei o núme o. Desde
2010 em Fac o de Impac o a ibuído pelo Jou nal Ci a ion
Repo s - Thomson Reu e s.
A Ac a Médica Po uguesa segue a polí ica do li e
acesso. Todos os seus a igos es ão disponí eis de o -
ma in eg al, abe a e g a ui a desde 1999 no seu si e
www.ac amedicapo uguesa.com e a a és da Medline
com in e ace PubMed.
A Ac a Médica Po uguesa não cob a quaisque axas
ela i amen e ao p ocessamen o ou à submissão de a i-
gos.
A axa de acei ação da Ac a Médica Po uguesa, em
2014, oi de ap oximadamen e de 20% dos mais de 700
manusc i os ecebidos anualmen e.
Os manusc i os de em se subme idos online ia
“Submissões Online” h p://www.ac amedicapo uguesa.com
/ e is a/index.php/amp/abou /submissions#online
Submissions.
A Ac a Médica Po uguesa ege-se de aco do com as
boas no mas de edição biomédica do In e na ional Com-
mi ee o Medical Jou nal Edi o s (ICMJE), do Commi ee
on Publica ion E hics (COPE), e do EQUATOR Ne wo k
Resou ce Cen e Guidance on Good Resea ch Repo (de-
senho de es udos).
A polí ica edi o ial da Re is a inco po a no p ocesso de
e isão e publicação as Recomendações de Polí ica Edi-
o ial (Edi o ial Policy S a emen s) emi idas pelo Conselho
de Edi o es Cien í icos (Council o Science Edi o s), dispo-
ní eis em h p://www.councilscienceedi o s.o g/i4a/pages/
index.c m?pageid=3331, que cob e esponsabilidades e
di ei os dos edi o es das e is as com a bi agem cien í ica.
Os a igos p opos os não podem e sido objec o de qual-
que ou o ipo de publicação. As opiniões exp essas são
da in ei a esponsabilidade dos au o es. Os a igos publica-
dos ica ão p op iedade conjun a da Ac a Médica Po ugue-
sa e dos au o es.
A Ac a Médica Po uguesa ese a-se o di ei o de co-
me cialização do a igo enquan o pa e in eg an e da e is-
a (na elabo ação de sepa a as, po exemplo). O au o de-
e á acompanha a ca a de submissão com a decla ação
de cedência de di ei os de au o pa a ins come ciais.
Rela i amen e à u ilização po e cei os a Ac a Médica
Po uguesa ege-se pelos e mos da licença C ea i e Com-
mons ‘A ibuição – Uso Não-Come cial – P oibição de Rea-
lização de Ob as De i adas (by-nc-nd)’.
Após publicação na Ac a Médica Po uguesa, os au o-
es icam au o izados a disponibiliza os seus a igos em
eposi ó ios das suas ins i uições de o igem, desde que
mencionem semp e onde o am publicados.
5. CRITÉRIO DE AUTORIA
A e is a segue os c i é ios de au o ia do “In e na ional

2
Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
Commi ee o Medical Jou nal Edi o s” (ICMJE).
Todos designados como au o es de em e pa icipado
signi ica i amen e no abalho pa a oma esponsabilidade
pública sob e o con eúdo e o c édi o da au o ia.
Au o es são odos que:
1. Têm uma con ibuição in elec ual subs ancial, di ec a, no
desenho e elabo ação do a igo
2. Pa icipam na análise e in e p e ação dos dados
3. Pa icipam na esc i a do manusc i o, e endo os ascu-
nhos; ou na e isão c í ica do con eúdo; ou na ap o ação
da e são inal
4. Conco dam que são esponsá eis pela exac idão e in e-
g idade de odo o abalho
As condições 1, 2, 3 e 4 êm de se eunidas.
Au o ia eque uma con ibuição subs ancial pa a o ma-
nusc i o, sendo pois necessá io especi ica em ca a de
ap esen ação o con ibu o de cada au o pa a o abalho.
Se lis ado como au o , quando não cump e os c i é ios
de elegibilidade, é conside ado aude.
Todos os que con ibuí am pa a o a igo, mas que não
encaixam nos c i é ios de au o ia, de em se lis ados nos
ag adecimen os.
Todos os au o es, (is o é, o au o co esponden e e cada
um dos au o es) e ão de p eenche e assina o “Fo mulá-
io de Au o ia” com a esponsabilidade da au o ia, c i é ios
e con ibuições; con li os de in e esse e inanciamen o e
ans e ência de di ei os au o ais / copy igh (modelo dispo-
ní el em h p://www.ac amedicapo uguesa.com/in o/AMP_
empla e-Decla acao-Responsabilidade-Au o al.doc).
O au o Co esponden e de e se o in e mediá io em
nome de odos os co-au o es em odos os con ac os com a
Ac a Médica Po uguesa, du an e odo o p ocesso de sub-
missão e de e isão. O au o co esponden e é esponsá el
po ga an i que odos os po enciais con li os de in e esse
mencionados são co ec os. O au o co esponden e de e
a es a , ainda, em nome de odos os co-au o es, a o igi-
nalidade do abalho e ob e a pe missão esc i a de cada
pessoa mencionada na secção “Ag adecimen os”.
6. COPYRIGHT / DIREITOS AUTORAIS
Quando o a igo é acei e pa a publicação é manda ó io
o ca egamen o na pla a o ma elec ónica de documen o
digi alizado, assinado po odos os Au o es, com a pa ilha
dos di ei os de au o en e au o es e a Ac a Médica Po u-
guesa.
O(s) Au o (es) de e(m) assina uma cópia de pa ilha
dos di ei os de au o en e au o es e a Ac a Médica Po u-
guesa quando subme em o manusc i o, con o me minu a
publicada em anexo:
No a: Es e documen o assinado só de e á se en iado
quando o manusc i o o acei e pa a publicação.
Edi o da Ac a Médica Po uguesa
O(s) Au o (es) ce i ica(m) que o manusc i o in i ulado: __
__________________________________________ ( e .
AMP________) é o iginal, que odas as a i mações ap e-
sen adas como ac os são baseados na in es igação do(s)
Au o (es), que o manusc i o, que em pa e que no odo,
não in inge nenhum copy igh e não iola nenhum di ei-
o da p i acidade, que não oi publicado em pa e ou no
odo e que não oi subme ido pa a publicação, no odo ou
em pa e, nou a e is a, e que os Au o es êm o di ei o ao
copy igh .
Todos os Au o es decla am ainda que pa icipa am no
abalho, se esponsabilizam po ele e que não exis e, da
pa e de qualque dos Au o es con li o de in e esses nas
a i mações p o e idas no abalho.
Os Au o es, ao subme e em o abalho pa a publicação,
pa ilham com a Ac a Médica Po uguesa odos os di ei os
a in e esses do copy igh do a igo.
Todos os Au o es de em assina
Da a:__________________________________________
Nome (maiúsculas):______________________________
Assina u a:_____________________________________
7. CONFLITOS DE INTERESSE
O igo e a exac idão dos con eúdos, assim como as
opiniões exp essas são da exclusi a esponsabilidade dos
Au o es. Os Au o es de em decla a po enciais con li os
de in e esse. Os au o es são ob igados a di ulga odas
as elações inancei as e pessoais que possam en iesa o
abalho.
Pa a p e eni ambiguidade, os au o es êm que explici-
amen e menciona se exis e ou não con li os de in e esse.
Essa in o mação não in luencia á a decisão edi o ial
mas an es da submissão do manusc i o, os au o es êm
que assegu a odas as au o izações necessá ias pa a a
publicação do ma e ial subme ido.
Se os au o es êm dú idas sob e o que cons i ui um e-
le an e in e esse inancei o ou pessoal, de em con ac a o
edi o .
8. CONSENTIMENTO INFORMADO e APROVAÇÃO
ÉTICA
Todos os doen es (ou seus ep esen an es legais) que
possam se iden i icados nas desc ições esc i as, o og a-
ias e ídeos de e ão assina um o mulá io de consen i-
men o in o mado pa a desc ição de doen es, o og a ia e
ídeos. Es es o mulá ios de em se subme idos com o
manusc i o (modelo disponí el em h p://www.ac amedica-
po uguesa.com/in o/consen imen o_in o mado_do_doen-
e.doc).
A Ac a Médica Po uguesa conside a acei á el a omis-
são de dados ou a ap esen ação de dados menos especí i-
cos pa a iden i icação dos doen es. Con udo, não acei a e-
mos a al e ação de quaisque dados.
Os au o es de em in o ma se o abalho oi ap o ado
pela Comissão de É ica da ins i uição de aco do com a de-
cla ação de Helsínquia.
9. LÍNGUA
Os a igos de em se edigidos em po uguês ou em
inglês. Os í ulos e os esumos êm de se semp e em po -
uguês e em inglês.
NORMAS PUBLICAÇÃO
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3
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
NORMAS PUBLICAÇÃO
10. PROCESSO EDITORIAL
O au o co esponden e ecebe á no i icação da ecep-
ção do manusc i o e decisões edi o iais po email.
Todos os manusc i os subme idos são inicialmen e e-
is os pelo edi o da Ac a Médica Po uguesa. Os manus-
c i os são a aliados de aco do com os seguin es c i é ios:
o iginalidade, ac ualidade, cla eza de esc i a, mé odo de
es udo ap op iado, dados álidos, conclusões adequadas
e apoiadas pelos dados, impo ância, com signi icância e
con ibuição cien í ica pa a o conhecimen o da á ea, e não
enham sido publicados, na ín eg a ou em pa e, nem sub-
me idos pa a publicação nou os locais.
A Ac a Médica Po uguesa segue um igo oso p ocesso
cego (single-blind) de e isão po pa es (pee - e iew, ex e -
nos à e is a). Os manusc i os ecebidos se ão en iados a
pe i os das di e sas á eas, os quais de e ão aze os seus
comen á ios, incluindo a suges ão de acei ação, acei ação
condicionada a pequenas ou g andes modi icações ou e-
jeição. Na a aliação, os a igos pode ão se :
a) acei es sem al e ações;
b) acei es após modi icações p opos as pelos consul o-
es cien í icos;
c) ecusados.
Es ipula-se pa a esse p ocesso o seguin e plano em-
po al:
 •Após a ecepção do a igo, o Edi o -Che e, ou um dos
Edi o es Associados, en ia á o manusc i o a, no mínimo,
dois e iso es, caso es eja de aco do com as no mas de
publicação e se enquad e na polí ica edi o ial. Pode á se
ecusado nes a ase, sem en io a e iso es.
 •Quando ecebe em a comunicação de acei ação, os
Au o es de em eme e de imedia o, po co eio elec óni-
co, o o mulá io de pa ilha de di ei os que se encon a no
si e da Ac a Médica Po uguesa, de idamen e p eenchido e
assinado po odos os Au o es.
 • No p azo máximo de qua o semanas, o e iso de-
e á esponde ao edi o indicando os seus comen á ios
ela i os ao manusc i o sujei o a e isão, e a sua suges ão
de quan o à acei ação ou ejeição do abalho. O Conselho
Edi o ial oma á, num p azo de 15 dias, uma p imei a deci-
são que pode á inclui a acei ação do a igo sem modi ica-
ções, o en io dos comen á ios dos e iso es pa a que os
Au o es p ocedam de aco do com o indicado, ou a ejeição
do a igo.
Os Au o es dispõem de 20 dias pa a subme e a no a
e são e is a do manusc i o, con emplando as modi ica-
ções ecomendadas pelos pe i os e pelo Conselho Edi o ial.
Quando são p opos as al e ações, o au o de e á no p azo
máximo de in e dias, ca ega na pla a o ma elec ónica
da Ac a Médica Po uguesa uma e são e is a do a igo,
com as al e ações inse idas des acadas com co di e en e,
bem como um no o Documen o Suplemen a espondendo
a odas as ques ões colocadas.
 •O Edi o -Che e dispõe de 15 dias pa a oma a deci-
são sob e a no a e são: ejei a ou acei a o a igo na no a
e são, ou subme ê-lo a um ou mais e iso es ex e nos
cujo pa ece pode á, ou não, coincidi com os esul an es
da p imei a e isão.
 •Caso o manusc i o seja een iado pa a e isão ex e -
na, os pe i os dispõem de qua o semanas pa a o en io dos
seus comen á ios e da sua suges ão quan o à acei ação ou
ecusa pa a publicação do mesmo.
 •A endendo às suges ões dos e iso es, o Edi o -Che e
pode á acei a o a igo nes a no a e são, ejei á-lo ou ol-
a a solici a modi icações. Nes e úl imo caso, os Au o es
dispõem de um mês pa a subme e uma e são e is a, a
qual pode á, caso o Edi o -Che e assim o de e mine, ol a
a passa po um p ocesso de e isão po pe i os ex e nos.
 •No caso da acei ação, em qualque das ases an e-
io es, a mesma se á comunicada ao Au o p incipal. Num
p azo in e io a um mês, o Conselho Edi o ial en ia á o a -
igo pa a e isão dos Au o es já com a o ma ação inal,
mas sem a nume ação de ini i a. Os Au o es dispõem de
cinco dias pa a a e isão do ex o e comunicação de quais-
que e os ipog á icos. Nes a ase, os Au o es não podem
aze qualque modi icação de undo ao a igo, pa a além
das co ecções de e os ipog á icos e/ou o og á icos de
pequenos e os. Não são pe mi idas, nomeadamen e, al e-
ações a dados de abelas ou g á icos, al e ações de undo
do ex o, e c.
 •Após a espos a dos Au o es, ou na ausência de es-
pos a, após o decu so dos cinco dias, o a igo conside a-se
concluído.
 •Na ase de e isão de p o as ipog á icas, al e ações
de undo aos a igos não se ão acei es e pode ão implica
a sua ejeição pos e io po decisão do Edi o -Che e.
Chama-se a a enção que a ansc ição de imagens,
quad os ou g á icos de ou as publicações de e á e a p é-
ia au o ização dos espec i os au o es pa a da cump i-
men os às no mas que egem os di ei os de au o .
11. PUBLICAÇÃO FAST-TRACK
A Ac a Médica Po uguesa dispõe do sis ema de publi-
cação Fas -T ack pa a manusc i os u gen es e impo an es
desde que cump am os equisi os da Ac a Médica Po u-
guesa pa a o Fas -T ack.
a) Os au o es pa a eque e em a publicação as - ack
de em subme e o seu manusc i o em h p://www.ac ame-
dicapo uguesa.com/ “subme e a igo” indicando cla a-
men e po que conside am que o manusc i o é adequado
pa a a publicação ápida. O Conselho Edi o ial oma á a
decisão sob e se o manusc i o é adequado pa a uma ia
ápida ( as - ack) ou pa a submissão egula ;
b) Ve i ique se o manusc i o cump e as no mas aos au-
o es da Ac a Médica Po uguesa e que con ém as in o ma-
ções necessá ias em odos os manusc i os da Ac a Médica
Po uguesa.
c) O Gabine e Edi o ial i á comunica , den o de 48 ho-
as, se o manusc i o é ap op iado pa a a aliação as - ack.
Se o Edi o -Che e decidi não acei a a a aliação as - ack,
o manusc i o pode se conside ado pa a o p ocesso de e-
isão no mal. Os au o es ambém e ão a opo unidade de
e i a a sua submissão.
d) Pa a manusc i os que são acei es pa a a aliação
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Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
NORMAS PUBLICAÇÃO
as - ack, a decisão Edi o ial se á ei a no p azo de 5 dias
ú eis.
e) Se o manusc i o o acei e pa a publicação, o objec i-
o se á publicá-lo, online, no p azo máximo de 3 semanas
após a acei ação.
12. REGRAS DE OURO ACTA MÉDICA PORTUGUESA
a) O edi o é esponsá el po ga an i a qualidade da
e is a e que o que publica é é ico, ac ual e ele an e pa a
os lei o es.
b) A ges ão de eclamações passa ob iga o iamen e
pelo edi o -che e e não pelo bas oná io.
c) O pee e iew de e en ol e a a aliação de e iso es
ex e nos.
d) A submissão do manusc i o e odos os de alhes asso-
ciados são man idos con idenciais pelo co po edi o ial e po
odas as pessoas en ol idas no p ocesso de pee - e iew.
e) A iden idade dos e iso es é con idencial.
) Os e iso es aconselham e azem ecomendações; o
edi o oma decisões.
g) O edi o -che e em o al independência edi o ial.
h) A O dem dos Médicos não in e e e di ec amen e na
a aliação, selecção e edição de a igos especí icos, nem
di ec amen e nem po in luência indi ec a nas decisões edi-
o iais.
i) As decisões edi o iais são baseadas no mé i o de a-
balho subme ido e adequação à e is a.
j) As decisões do edi o -che e não são in luenciadas
pela o igem do manusc i o nem de e minadas po agen es
ex e io es.
k) As azões pa a ejeição imedia a sem pee e iew ex-
e no são: al a de o iginalidade; in e esse limi ado pa a os
lei o es da Ac a Médica Po uguesa; con e g a es alhas
cien í icas ou me odológicas; o ópico não é cobe o com a
p o undidade necessá ia; é p elimina de mais e/ou espe-
cula i o; in o mação desac ualizada.
l) Todos os elemen os en ol idos no p ocesso de pee
e iew de em ac ua de aco do com os mais ele ados pa-
d ões é icos.
m) Todas as pa es en ol idas no p ocesso de pee e-
iew de em decla a qualque po encial con li o de in e es-
ses e solici a escusa de e e manusc i os que sin am que
não consegui ão e e objec i amen e.
13. NORMAS GERAIS
ESTILO
Todos os manusc i os de em se p epa ados de aco do
com o “AMA Manual o S yle”, 10 h ed. e/ou “Uni o m Requi-
emen s o Manusc ip s Submi ed o Biomedical Jou nals”.
Esc e a num es ilo cla o, di ec o e ac i o. Ge almen e,
esc e a usando a p imei a pessoa, oz ac i a, po exemplo,
“Analisámos dados”, e não “Os dados o am analisados”.
Os ag adecimen os são as excepções a essa di ec iz, e
de e se esc i o na e cei a pessoa, oz ac i a; “Os au o-
es gos a iam de ag adece ”. Pala as em la im ou nou a
língua que não seja a do ex o de e ão se colocadas em
i álico.
Os componen es do manusc i o são: Página de Tí ulo,
Resumo, Tex o, Re e ências, e se ap op iado, legendas
de igu as. Inicie cada uma dessas secções em uma no a
página, nume adas consecu i amen e, começando com a
página de í ulo.
Os o ma os de a qui o dos manusc i os au o izados in-
cluem o Wo d e o Wo dPe ec . Não subme a o manusc i o
em o ma o PDF.
SUBMISSÃO
Os manusc i os de em se subme idos online, ia “Sub-
missão Online” da Ac a Médica Po uguesa h p://www.
ac amedicapo uguesa.com/ e is a/index.php/amp/abou /
submissions#onlineSubmissions.
Todos os campos solici ados no sis ema de submissão
online e ão de se espondidos.
Após submissão do manusc i o o au o ecebe á a con-
i mação de ecepção e um núme o pa a o manusc i o.
Na p imei a página/ página de í ulo:
a) Tí ulo em po uguês e inglês, conciso e desc i i o
b) Na linha da au o ia, lis e o Nome de odos os Au o es
(p imei o e úl imo nome) com os í ulos académicos e/ou
p o issionais e espec i a a iliação (depa amen o, ins i ui-
ção, cidade, país)
c) Subsídio(s) ou bolsa(s) que con ibuí am pa a a ea-
lização do abalho
d) Mo ada e e-mail do Au o esponsá el pela co es-
pondência ela i a ao manusc i o
e) Tí ulo b e e pa a cabeçalho
Na segunda página
a) Tí ulo (sem au o es)
b) Resumo em po uguês e inglês. Nenhuma in o ma-
ção que não cons e no manusc i o pode se mencionada no
esumo. Os esumos não podem eme e pa a o ex o, não
podendo con e ci ações nem e e encias a igu as.
c) Pala as-cha e (Keywo ds). Um máximo de 5
Keywo ds em inglês u ilizando a e minologia que cons a
no Medical Subjec Headings (MeSH), h p://www.nlm.nih.
go /mesh/MB owse .h ml, de em segui -se ao esumo.
Na e cei a página e seguin es:
Edi o iais:
Os Edi o iais se ão apenas subme idos po con i e do
Edi o . Se ão comen á ios sob e ópicos ac uais. Não de-
em excede as 1.200 pala as nem con e abelas/ igu as
e e ão um máximo de 5 e e ências bibliog á icas. Não p e-
cisam de esumo.
Pe spec i a:
A igos elabo ados apenas po con i e do Conselho
Edi o ial. Podem cob i g ande di e sidade de emas com
in e esse nos cuidados de saúde: p oblemas ac uais ou
eme gen es, ges ão e polí ica de saúde, his ó ia da medici-
na, ligação à sociedade, epidemiologia, e c.
Um Au o que deseje p opo um a igo des a ca ego ia
Re is a Cien í i ca da O dem dos Mé dico s www.ac a m edic a po ugue s a.co m
5
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
NORMAS PUBLICAÇÃO
de e á eme e p e iamen e ao Edi o -Che e o espec i o
esumo, indicação dos au o es e í ulo do a igo pa a a a-
liação.
De e con e no máximo 1200 pala as (excluindo as e-
e ências e as legendas) e a é 10 e e ências bibliog á icas.
Só pode con e uma abela ou uma igu a. Não p ecisa de
esumo.
A igos O iginais:
O ex o de e se ap esen ado com as seguin es sec-
ções: In odução (incluindo Objec i os), Ma e ial e Mé o-
dos, Resul ados, Discussão, Conclusão, Ag adecimen os
(se aplicá el), Re e ências, Tabelas e Figu as.
Os A igos O iginais não de e ão excede as 4.000 pa-
la as, excluindo e e ências e ilus ações. De e se acom-
panhado de ilus ações, com um máximo de 6 igu as/ abe-
las e 60 e e ências bibliog á icas.
O esumo dos a igos o iginais não de e excede as
250 pala as e se ão es u u ados (com cabeçalhos: In o-
dução, Ma e iais e Mé odos, Resul ados, Discussão e Con-
clusão).
A Ac a Médica Po uguesa, como memb o do ICMJE,
exige como condição pa a publicação, o egis o de odos os
ensaios num egis o público de ensaios acei e pelo ICMJE
(ou seja, p op iedade de uma ins i uição sem ins luc a i os
e publicamen e acessí el, po ex. clinical ials.go ). Todos
os manusc i os epo ando ensaios clínicos êm de segui o
CONSORT S a emen h p://www.conso -s a emen .o g/.
Numa e isão sis emá ica ou me a-análise siga as
PRISMA guidelines.
Numa me a-análise de es udos obse acionais, siga as
MOOSE guidelines e ap esen e como um ichei o comple-
men a o p o ocolo do es udo, se hou e um.
Num es udo de p ecisão de diagnós ico, siga as STARD
guidelines.
Num es udo obse acional, siga as STROBE guideli-
nes.
Num Guideline clínico incen i amos os au o es a segui
a GRADE guidance pa a classi ica a e idência.
A igos de Re isão:
Des inam-se a abo da de o ma ap o undada, o es ado
ac ual do conhecimen o e e en e a emas de impo ância.
Es es a igos se ão elabo ados a con i e da equipa edi o-
ial, con udo, a í ulo excepcional, se á possí el a submis-
são, po au o es não con idados (com ampla expe iência
no ema) de p ojec os de a igo de e isão que, julgados
ele an es e ap o ados pelo edi o , pode ão se desen ol-
idos e subme idos às no mas de publicação.
Comp imen o máximo: 3500 pala as de ex o (não in-
cluindo esumo, legendas e e e ências). Não pode e mais
do que um o al de 4 abelas e / ou igu as, e não mais de
50-75 e e ências.
O esumo dos a igos de e isão não de e excede as
250 pala as e se ão es u u ados (com cabeçalhos: In o-
dução, Ma e iais e Mé odos, Resul ados, Discussão, Con-
clusão.
Caso Clínico:
O ela o de um caso clínico com jus i icada azão de pu-
blicação ( a idade, aspec os inusi ados, e oluções a ípicas,
ino ações e apêu icas e de diagnós ico, en e ou as). As
secções se ão: In odução, Caso Clínico, Discussão, Re e-
ências.
A linha de au o ia des e ipo de a igos não de e á ex-
cede qua o au o es. Ou os con ibu os pode ão se eco-
nhecidos no inal do ex o, sob o pa ág a o “Ag adecimen-
os”.
O ex o não de e excede as 1.000 pala as e 15 e e-
ências bibliog á icas. De e se acompanhado de igu as
ilus a i as. O núme o de abelas/ igu as não de e se su-
pe io a 5.
Inclua um esumo não es u u ado que não exceda 150
pala as, que suma ie o objec i o, pon os p incipais e con-
clusões do a igo.
Imagens em Medicina (Imagem Médica):
A Imagem em Medicina é um con ibu o impo an e da
ap endizagem e da p á ica médica. Pode ão se acei es
imagens clínicas, de imagiologia, his opa ologia, ci u gia,
e c. Podem se en iadas a é duas imagens po caso.
De e inclui um í ulo com um máximo de oi o pala as
e um ex o com um máximo de 150 pala as onde se dê
in o mação clínica ele an e, incluindo um b e e esumo do
his o ial do doen e, dados labo a o iais, e apêu ica e con-
dição ac ual. Não pode e mais do que ês au o es e cinco
e e ências bibliog á icas. Não p ecisa de esumo.
Só são acei es o og a ias o iginais, de al a qualidade,
que não enham sido subme idas a p é ia publicação. Pa a
in o mação sob e o en io de imagens digi ais, consul e as
«No mas écnicas pa a a submissão de igu as, abelas ou
o og a ias».
Guidelines / No mas de o ien ação:
As sociedades médicas, os colégios das especialida-
des, as en idades o iciais e / ou g upos de médicos que
desejem publica na Ac a Médica Po uguesa ecomenda-
ções de p á ica clínica, de e ão con ac a p e iamen e o
Conselho Edi o ial e subme e o ex o comple o e a e são
pa a se publicada. O Edi o -Che e pode á coloca como
exigência a publicação exclusi a das ecomendações na
Ac a Médica Po uguesa.
Pode á se aco dada a publicação de uma e são esu-
mida na edição imp essa cumula i amen e à publicação da
e são comple a no si e da Ac a Médica Po uguesa.
Ca as ao Edi o :
De em cons i ui um comen á io a um a igo da Ac a
Med Po ou uma pequena no a sob e um ema ou caso
clínico. Não de em excede as 400 pala as, nem con e
mais de uma ilus ação e e um máximo de 5 e e ências
bibliog á icas. Não p ecisam de esumo.
De e segui a seguin e es u u a ge al: Iden i ica o a i-
go ( o na-se a e e ência 1); Dize po que es á a esc e e ;
o nece e idência (a pa i da li e a u a ou a pa i de uma
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No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
NORMAS PUBLICAÇÃO
expe iência pessoal) o nece uma súmula; ci a e e ên-
cias.
A(s) espos a(s) do(s) Au o (es) de em obse a as
mesmas ca ac e ís icas.
Uma Ca a ao edi o discu indo um a igo ecen e da Ac a
Med Po e á maio p obabilidade de acei ação se o sub-
me ida qua o semanas após a publicação do a igo.
Ab e ia u as: Não use ab e ia u as ou ac ónimos no
í ulo nem no esumo, e limi e o seu uso no ex o. O uso de
ac ónimos de e se e i ado, assim como o uso excessi o
e desnecessá io de ab e ia u as. Se o imp escindí el e-
co e a ab e ia u as não consag adas, de em se de ini-
das na p imei a u ilização, po ex enso, logo seguido pela
ab e ia u a en e pa en eses. Não coloque pon os inais
nas ab e ia u as.
Unidades de Medida: As medidas de comp imen o, al-
u a, peso e olume de em se exp essas em unidades do
sis ema mé ico (me o, quilog ama ou li o) ou seus múl i-
plos decimais.
As empe a u as de em se dadas em g aus Celsius
(ºC) e a p essão a e ial em milíme os de me cú io (mm
Hg).
Pa a mais in o mação consul e a abela de con e são
“Uni s o Measu e” no websi e da AMA Manual S yle.
Nomes de Medicamen os, Disposi i os ou ou os
P odu os: Use o nome não come cial de medicamen os,
disposi i os ou de ou os p odu os, a menos que o nome
come cial seja essencial pa a a discussão.
IMAGENS
Nume e odas as imagens ( igu as, g á icos, abelas,
o og a ias, ilus ações) pela o dem de ci ação no ex o.
Inclua um í ulo/legenda pa a cada imagem (uma ase
b e e, de p e e ência com não mais do que 10 a 15 pala-
as).
A publicação de imagens a co es é g a ui a.
No manusc i o, são acei á eis os seguin es o ma os:
BMP, EPS, JPG, PDF e TIF, com 300 dpis de esolução,
pelo menos 1200 pixeis de la gu a e al u a p opo cional.
As Tabelas/Figu as de em se nume adas na o dem
em que são ci adas no ex o e assinaladas em nume ação
á abe e com iden i icação, igu a/ abela. Tabelas e igu as
de em e nume ação á abe e legenda. Cada Figu a e Ta-
bela incluídas no abalho êm de se e e idas no ex o, da
o ma que passamos a exempli ica :
Es es são alguns exemplos de como uma espos a
imuni á ia ano mal pode es a na o igem dos sin omas da
doença de Behçe (Fig. 4).
Es a associa-se a ou as duas lesões cu âneas (Tabela 1).
Figu a: Quando e e ida no ex o é ab e iada pa a Fig.,
enquan o a pala a Tabela não é ab e iada. Nas legendas
ambas as pala as são esc i as po ex enso.
Figu as e abelas se ão nume adas com nume ação
á abe independen emen e e na sequência em que são e-
e idas no ex o.
Exemplo: Fig. 1, Fig. 2, Tabela 1
Legendas: Após as e e ências bibliog á icas, ainda
no ichei o de ex o do manusc i o, de e á se en iada le-
genda de alhada (sem ab e ia u as) pa a cada imagem. A
imagem em que se e e enciada no ex o e indicada a sua
localização ap oximada com o comen á io “Inse i Figu a nº
1… aqui”.
Tabelas: É ob iga ó io o en io das abelas a p e o e
b anco no inal do ichei o. As abelas de em se elabo a-
das e subme idas em documen o wo d, em o ma o de a-
bela simples (simple g id), sem u ilização de abulado es,
nem modi icações ipog á icas. Todas as abelas de em se
mencionadas no ex o do a igo e nume adas pela o dem
que su gem no ex o. Indique a sua localização ap oximada
no co po do ex o com o comen á io “Inse i Tabela nº 1…
aqui”. Nes e caso os au o es au o izam uma eo ganização
das abelas caso seja necessá io.
Quaisque abelas subme idas que sejam mais longas/
la gas do que duas páginas A4 se ão publicadas como
Apêndice ao a igo.
As abelas de em se acompanhadas da espec i a le-
genda/ í ulo, elabo ada de o ma sucin a e cla a.
Legendas de em se au o-explica i as (sem necessida-
de de eco e ao ex o) – é uma decla ação desc i i a.
Legenda/Tí ulo das Tabelas: Colocada po cima do co -
po da abela e jus i icada à esque da. Tabelas são lidas de
cima pa a baixo. Na pa e in e io se ão colocadas odas as
no as in o ma i as – no as de odapé (ab e ia u as, signi-
icado es a ís ico, e c.) As no as de odapé pa a con eúdo
que não caiba no í ulo ou nas células de dados de em
con e es es símbolos *, †, ‡, §, ||, ¶, **, ††, ‡‡, §§, ||||, ¶¶,
Figu as: Os ichei os « igu a» podem se an os quan-
as imagens i e o a igo. Cada um des es elemen os de-
e á se subme ido em ichei o sepa ado, ob iga o iamen e
em e são elec ónica, p on o pa a publicação. As igu as
( o og a ias, desenhos e g á icos) não são acei es em i-
chei os wo d.
Em o ma o TIF, JPG, BMP, EPS e PDF com 300 dpis
de esolução, pelo menos 1200 pixeis de la gu a e al u a
p opo cional.
As legendas êm que se colocadas no ichei o de ex o
do manusc i o.
Caso a igu a es eja sujei a a di ei os de au o , é es-
ponsabilidade dos au o es do a igo adqui i esses di ei os
an es do en io do ichei o à Ac a Médica Po uguesa.
Legenda das Figu as: Colocada po baixo da igu a,
g á ico e jus i icada à esque da. G á icos e ou as igu as
são habi ualmen e lidos de baixo pa a cima.
Só são acei es imagens de doen es quando necessá-
ias pa a a comp eensão do a igo. Se o usada uma igu a
em que o doen e seja iden i icá el de e se ob ida e eme-
ida à Ac a Médica Po uguesa a de ida au o ização. Se a
o og a ia pe mi i de o ma ób ia a iden i icação do doen e,
es a pode á não se acei e. Em caso de dú ida, a decisão
inal se á do Edi o -Che e.

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No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
NORMAS PUBLICAÇÃO
• Fo og a ias: Em o ma o TIF, JPG, BMP e PDF com
300 dpis de esolução, pelo menos 1200 pixeis de la gu a e
al u a p opo cional.
• Desenhos e g á icos: Os desenhos e g á icos de em
se en iados em o ma o ec o ial (AI, EPS) ou em ichei o
bi map com uma esolução mínima de 600 dpi. A on e a
u iliza em desenhos e g á icos se á ob iga o iamen e A ial.
As imagens de em se ap esen adas em ichei os se-
pa ados subme idos como documen os suplemen a es, em
condições de ep odução, de aco do com a o dem em que
são discu idas no ex o. As imagens de em se o necidas
independen emen e do ex o.
AGRADECIMENTOS ( acul a i o)
De em i após o ex o, endo como objec i o ag ade-
ce a odos os que con ibuí am pa a o es udo mas não
êm peso de au o ia. Nes a secção é possí el ag adece a
odas as on es de apoio, que inancei o, que ecnológico
ou de consul o ia, assim como con ibuições indi iduais.
Cada pessoa ci ada nes a secção de ag adecimen os de e
en ia uma ca a au o izando a inclusão do seu nome.
REFERÊNCIAS
Os au o es são esponsá eis pela exac idão e igo das
suas e e ências e pela sua co ec a ci ação no ex o.
As e e ências bibliog á icas de em se ci adas nume-
icamen e (alga ismos á abes o ma ados sob esc i os) po
o dem de en ada no ex o e se iden i icadas no ex o com
alga ismos á abes. Exemplo: “Dime hyl uma a e has also
been a sys emic he apeu ic op ion in mode a e o se e e
pso iasis since 199413 and in mul iple scle osis.14”
Se o em ci ados mais de duas e e ências em sequên-
cia, apenas a p imei a e a úl ima de em se indicadas, sen-
do sepa adas po aço.5-9
Em caso de ci ação al e nada, odas as e e ências de-
em se digi adas, sepa adas po í gula.12,15,18
As e e ências são alinhadas à esque da.
Não de e ão se incluídos na lis a de e e ências quais-
que a igos ainda em p epa ação ou obse ações não
publicadas, comunicações pessoais, e c. Tais inclusões só
são pe mi idas no co po do manusc i o (ex: P. And ade, co-
municação pessoal).
As ab e ia u as usadas na nomeação das e is as
de em se as u ilizadas pelo Na ional Lib a y o Medicine
(NLM) Ti le Jou nals Abb e ia ions h p://www.ncbi.nlm.nih.
go /nlmca alog/jou nals
No as: Não indica mês da publicação.
Nas e e ências com 6 ou menos Au o es de em se
nomeados odos. Nas e e ências com 7 ou mais au o es
de em se nomeados os 6 p imei os seguidos de “e al”.
Seguem-se alguns exemplos de como de em cons a
os á ios ipos de e e ências.
A igo:
Apelido Iniciais do(s) Au o (es). Tí ulo do a igo. Tí ulo
das e is as [ab e iado]. Ano de publicação;Volume: pági-
nas.
1. Com menos de 6 au o es
Miguel C, Media illa MJ. Abo dagem ac ual da go a. Ac a
Med Po . 2011;24:791-8.
2. Com mais de 6 au o es
No e A, San os C, Gamboa F, Fe ei a AJ, Ma ques A, Lei-
e C, e al. Pneumonia Nec o izan e: uma complicação a a.
Ac a Med Po . 2012;25:51-5.
Monog a ia:
Au o /Edi o AA. Tí ulo: comple o. Edição (se não o a
p imei a). Vol.(se o abalho em á ios olumes). Local de
publicação: Edi o come cial; ano.
1. Com Au o es:
Moo e, K. Essen ial Clinical Ana omy. 4 h ed. Philadelphia:
Wol e s Kluwe Lippinco Williams & Wilkins; 2011.
2. Com edi o :
Gils ap LC 3 d, Cunningham FG, VanDo s en JP, edi o s.
Ope a i e obs e ics. 2nd ed. New Yo k: McG aw-Hill; 2002.
Capí ulo de monog a ia:
Mel ze PS, Kallioniemi A, T en JM. Ch omosome al e a-
ions in human solid umo s. In: Vogels ein B, Kinzle KW,
edi o s. The gene ic basis o human cance . New Yo k: Mc-
G aw-Hill; 2002. p. 93-113.
Rela ó io Cien í ico/Técnico:
Lugg DJ. Physiological adap a ion and heal h o an ex-
pedi ion in An a c ica: wi h commen on beha iou al adap-
a ion. Canbe a: A.G.P.S.; 1977. Aus alian Go e nmen
Depa men o Science, An a c ic Di ision. ANARE scien i ic
epo s. Se ies B(4), Medical science No. 0126
Documen o elec ónico:
1.CD-ROM
Ande son SC, Poulsen KB. Ande son’s elec onic a las o
hema ology [CD-ROM]. Philadelphia: Lippinco Williams &
Wilkins; 2002.
2. Monog a ia da In e ne
Van Belle G, Fishe LD, Heage y PJ, Lumley TS. Bios a-
is ics: a me hodology o he heal h sciences [e-book]. 2nd
ed. Some se : Wiley In e Science; 2003 [consul ado 2005
Jun 30]. Disponí el em: Wiley In e Science elec onic col-
lec ion
3. Homepage/Websi e
Cance -Pain.o g [homepage na In e ne ]. New Yo k: Asso-
cia ion o Cance Online Resou ces, Inc.; c2000-01; [consul-
ado 2002 Jul 9].Disponí el em: h p://www.cance -pain.o g/.
PROVAS TIPOGRÁFICAS
Se ão da esponsabilidade do Conselho Edi o ial, se os
Au o es não indica em o con á io. Nes e caso elas de e-
ão se ei as no p azo de e minado pelo Conselho Edi o-
ial, em unção das necessidades edi o iais da Re is a. Os
au o es ecebe ão as p o as pa a publicação em o ma o
PDF pa a co ecção e de e ão de ol ê-las num p azo de
48 ho as.
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Re is a Cien í ica da O dem dos Médicos www.ac amedicapo uguesa.com
No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2016
ERRATA E RETRACÇÕES
A Ac a Médica Po uguesa publica al e ações, emendas
ou e acções a um a igo an e io men e publicado. Al e a-
ções pos e io es à publicação assumi ão a o ma de e a a.
NOTA FINAL
Pa a um mais comple o escla ecimen o sob e es e as-
sun o aconselha-se a lei u a do Uni o m Requi emen s o
Manusc ip s Submi ed o Biomedical Jou nals do In e na-
ional Commi ee o Medical Jou nal Edi o s), disponí el em
h p://www.ICMJE.o g.
NORMAS PUBLICAÇÃO