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Investigação Clínica em Pediatria: desafios e oportunidades

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Investigação Clínica em Pediatria: desafios e oportunidades

Author: Mariana Assunção Maia Marques
Year: 2019
DOI: 10.34626/ewtq-js15
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/120658/2/337296.pdf
2018/2019
opo unidades / Clinical Resea ch in Paedia ics:
challenges and oppo uni ies
Mes ado In eg ado em Medicina
Tipologia: Monog a ia
Dou o a Ma ia do Bom Sucesso dos San os Ca doso
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Re is a B asilei a de Medicina - Pedia ia Mode na
em Pedia ia: desa ios e
opo unidades / Clinical Resea ch in Paedia ics:
challenges and oppo uni ies
Aos meus pais, pelo apoio incondicional,
po e despe ado em mim pela Pedia ia

1
opo unidades
Clinical Resea ch in Paedia ics: challenges and oppo uni ies
Ma ques, MS-6
Ma ia do Bom Sucesso dos San os Ca doso, MD
Cen o
4200 319 Po o, Po ugal
2
Resumo
empos. As en idades go e namen ais, ind
p io idades na , ocadas essencialmen e nas necessidades dos
adul os. Es es e ou os a o es conduzi am a que e
. Apesa da
e apesa de ce ca de 27% da
, con inuamos, ainda hoje, a e i ica que os
ensaios
A ualmen e, ce ca de
nessas idades.
Assim, os pedia as s
.
condiciona a
.
, que passam po
es u u ais e o ganizacionais. Nomeadamen e, pa a as
, menos apela i o meno que o do
adul o.
Ao longo dos anos, o am c iadas opo unidades pa a es es desa ios, incluindo
os in e nacionais. Adicionalmen e, nes e abalho, e -se-
cuidado de analisa , especi icamen e,
Po ugal.
Pala as-cha e: , , ,
ec u amen o, consen imen o.
Abs ac
Clinical esea ch in Pedia ics has aced se e al challenges o e ime. Go e nmen
agencies, indus y, and clinicians ha e been esponsible o esea ch p io i ies, which
ha e ocused p ima ily on he needs o adul s. These and o he ac o s led o he
e aim o his
e iew is o demons a e o he wise, ocusing on he ac ual need o clinical in es iga ion
in pedia ic popula ions. Apa om he a en ion b ough o his issue in pas decades,
3
clinical andomized ials in
his speci ic popula ion a e s ill a mino i y o all ials conduc ed.
Nowadays, abou 60% o all d ugs p esc ibed o child en ha e no been app o ed
o pedia ic use, as hey ha e ne e been es ed in clinical ials o his age g oup.
The e o e, pedia icians a e o ced o p esc ibe hese d ugs, only depending on e idence
p o ided by adul ials o do so. This un o una e conund um leads o pha macological
exposu e, wi hou any e idence o sa e y and e iciency in his con ex .
Mul iple limi a ions ha e been imposed o clinical ials in child en, om e hical,
economical, s uc u al and o ganiza ional ques ions. Speci ically, o he pha maceu ical
companies, he pedia ic popula ion is no as inancially appealing has he adul one.
Th oughou his o y, oppo uni ies ha e su ged o ba le hese challenges,
including s a egies o sui able pedia ic ials, egula ion implemen a ion, and he
c ea ion o in e na ional ne wo ks o pedia ic ials. Fo emos , in his e iew, we
analyzed his pa icula si ua ion in Po ugal, ocusing on he s a us and e olu ion o
Keywo ds: clinical esea ch, paedia ic clinical ials, child en, e hics, ec ui men ,
consen .
Foi ealizada uma pesquisa
os aqueles que se e ela am
clinical esea ch paedia ic clinical ials ,
e
a pla a o ma Eu opean Union Clinical T ials Regis e (EUCTR) e a base de dados Eu opean
Clinical T ials Da abase (Eud aCT).
A
de di e en es pe spe i as ao longo dos empos, moldando-
-se- cei os, abo dados
no deco e des e abalho.
4
-se ao
(3).
undamen al e,
(3). Impo a
indi idual, in o mada e escla ecida, num impo an e obje i o social e humanis a que pode
(4).
A
quais se des acam os es udos obse acionais e os es udos expe imen ais. Os
obse acionais ca ac e izam-se po um papel passi o do sujei o de es udo, sendo que es e
(3). Nes es es udos, pode se u ilizada uma
abo dagem p ospe i a ou e ospe i a (3). O
(3).
Nes e abalho, u iliza -se-
sendo que es e ep
)
(5).
(3).
O desen ol imen o de no os medicamen os
uma Fase P - , que pode demo a 3 a 6 anos, e
co esponde sua ap o la
En idade Compe en e e (6). A
o al, sendo di idida em 4 ases. A Fase I co esponde ao es e inicial
do medicamen o es ado em
(6). A Fase II
e descob i
maio es (en e 100 a 600) (6). A Fase III o no o
u ilizado, en ol endo 1000 a 5000 doen es (6). Nes a
11
(23). Passou-se, assim,
(22). A ualmen e, u iliza- que
co e
(22).
(22).
Con udo, a Ame ican Associa ion o Pedia ics conside ou que a capacidade de
consen imen o in o mado depende exclusi amen e da esponsabilidade dos pais (22).
capacid
(22). En e es es,
des aca-
(22).
(5). De ac o, a
ealizado em meno es quando, cumula i amen e: a) Fo ob ido o consen imen o
in o mado do meno com idade igual ou supe io a 16 anos e do seu ep esen an e legal
consen imen o se e ogado a
meno que seja capaz
(5)
possa se ealizado em meno es e compo
(5). A Lei po uguesa diz ainda que
(5).
(22). Caso haja
sob epo -se ao consen imen o in o mado pa en al (22)

12
(22).
, es u u ais e o ganizacionais
de ensaios
(24). Es a -
pe -
(25).
Alguns dos desa ios p
(9). A
de sangue mui o pequenos (9). A
(9).
-se com ou as
di iculdades elacionadas com o sis ema in es igacional, como po exemplo, ba ei as na
(2), a al a
(26) e, ainda, o po encial isco
(26).
Um en a e especialmen e de e minan e dos
.
ncia, assim
nicos na
Um
p o issionais e al a de es u u as o ganizacionais e ope acionais de apoio.
13
ensino e
(27).
Um exemplo des e in es imen o nsaios s s ou ensaios de
inicia i a do in es igado (IDCT, in es iga o d i en clinical ial), que consis em em
ensaios, no malmen e, desenhados po s, sem in e esses come ciais (28). A base
des e ipo iden i ica na
e na sua
(28).
de G upos Coope a i os In e nacionais, se indo de
e acesso a edes
colabo a i as in e nacionais de conhecimen o, possibili a am
nos a amen os e nas .
egis o dos doen es nos P o ocolos de G upos Coope a i os In e nacionais
.
Es es ,
pode (28). Em dezemb o de 2012,
-comme cial"
(29).
e eque em um eno me des es pa a anga ia em inanciamen o (28). Um acili ado
os essencial
(28).
e a despe a,
cons (28).
Desa ios no ec u amen o
sendo que, em 2002, es a oi de 42% (7).
ec u a pa icipan es su icien es (7).
bas an e desa ian e, sendo que, segundo um es udo ame icano, a maio ia dos pedia as
14
di iculdades no ec u amen o (26).
de a (26).
P
so am dessa d
(2). Ou o
pa icipan e, ob e - (2).
sub
(26). O en ol imen o
(26).
e os iscos minimizados (30)
con a o com o in es igado pa a ob e em mais de alhes (30).
Um es udo, Pe cei ed ba ie s o pedia ician and amily
p ac i ione pa icipa ion in pedia ic clinical ials: Findings om he Clinical T ials
T ans o ma ion Ini ia i e (26)
ncia em os seus
(26). encia
o inham ei o (26). Dos 62% que
nunca inham e e enciado doen es, quase nenhum
, pa a onde pudesse e e encia (92%) (26).
Dos pedia as inqui idos, quase odos conside a am que os a o es mais
de e minan es pa a e e
(88%) e os po enciais iscos (92%) (26)
15
es igado ; o po encial cus o do ensaio pa a o pacien e; e o empo
(26).
conduzi em
(26). Assim, a pe c
(26).
Adicionalmen e, ou as di iculdades conside adas limi a i as o am: ob e inanciamen o
(26).
Com o obje i o de ca i a p o issionais
Clinical T ials T ans o ma ion Ini ia i e -p i ada
co undada pela Duke Uni e si y e pela U.S. Food and D ug Adminis a ion (FDA) (31),
(32). En e es as, des aca-se o nece
apoio aos p o issionais
de pacien es seus a es es ensaios (32). De ac o, a
dos mesmos (26). es da CCTI incluem
os pedia as assegu ando-
pa a os pedia as que desejam o na -se in es igado es (32).
(2).
(2). Es a esponsabilidade em sido con iada aos ep esen an es legais da
con o me o melho in e esse dos seus ilhos (2).
A
(31)
(8).
16
cl nico (2). U
(2). De ac o, os
i
(8).
(31).
(31).
(8)
placebo, assus a mui o os pais (2).
p io idade (8).
(26), o que acon ece em
mui os casos.
Ou os aspe os que
o con ac o inicial
(31).
(2). Is o az com que os pais con iem
p ocu a
(2). dis o, a
(2).
Um es udo ealizado pela Clinical T ials T ans o ma ion Ini ia i e, em 2017 nos
Pa en s' pe cei ed obs acles o pedia ic clinical ial pa icipa ion: Findings
om he clinical ials ans o ma ion ini ia i e (31),
com o
(31).
Os pais inqui idos no es udo e e ido (31)
inicial po pa e da equipa do (31).
opo unidade e empa ia (31).

17
que
(32). Um ou o es udo, ealizado em neona ologia, sob e
(8). E 50% dizem que
(8).
impo an e que quem abo da inicialmen e os pais enha um conhecimen o p o undo sob e
(32). O sen ido de opo unidade na abo dagem aos pais
(32). Po
-
imedia amen e s se em in o mados (31). Is o
(32). Ou o
empa ia da equipa do
com espei o pela sua indi idualidade (31). A
sob e os b (31). As pa es mais ele an es da
, e que de em se ansmi idas cla amen e pela
-
quem conduz o es udo e como o seu ilho ai bene icia di e amen e do es udo (31). Os
(31).
e p e endem sabe exa amen e quais os e ei os ad e sos que podem su gi e sabe como
de em agi , nesse caso (31) a
da equipa do es udo
(31).
pais, os in es igado es de em e especial cuidado com a escolha das pala as, u iliza
(31).
(2).
18
(31). Segundo ele
assus ado es e dolo osos como , ecolhas de sangue e R s s
(31). N
ou as a i idades deles, (31). Assim, os pais suge em que,
(31).
s;
adolescen es (31).
in es igado es pa a acili a a pe mi
(8);
a e
os pais (8)
p ocesso (32); luindo
(31); a isi a de
uma en e mei a do e
(31); e o
(31).
salien ados
pel En e es es,
des aca- pa a o seu ilho doen e
(8).
Segundo a , de 2014, A igo
19
(5).
De ac o, ensaios de neona ologia e canc o in an il ap esen am axas de
(8). Nou a pe spe i a, alguns pais
(8).
pode ia passa po p o e
mui o
(33).
(2),
(8). A ualmen e, o
eembolso (8). Pode se um
(2),
eais (8).
es udo es a comple o (2), pa a ag adece o en ol imen o do pa icipan e (8). Es as
(2).
(2). De ac o, o pagamen o pode a ai
e dis o ce o julgamen o dos pais sob e os iscos do ensaio cl nico (8). Po ou o lado, o
(8).
Exis e, assim, a neces
de eembolso pelos gas os despendidos (8).
20
(34).
Em Po ugal, segundo a , de 2014, no
A igo -
o em concedidos quaisque incen i os ou
(5).
qu
(2)
inde ida (2).
, de 2014, no
in es igado , do in es igado p incipal e dos memb os da sua equipa, nos e mos do
(5).
P
-nascidos.
(2).
-nascidos (35) os -nascidos podem
(2). Po es es mo i os, mesmo os esul ados de ensaios
-nascidos (2).
(2). A ansiedade pa en al
27
(5).
Ou o assun o mui o egis o dos e en os ad e sos, que de e se
(32). Em Po ugal, a
Po uguesa, de 2014, sob e
(5)
os dados impo an e
Es ados memb (5)
(5)
ad e sas g a es ou acon ecimen os ad e sos g a es oco idos du an e
(5).
emplo, em 2014, o U.S. NIH (U.S.
(41). No en an o, apesa de in es imen os como es e e em
ica global, es es p og amas pe manecem
(41).
s
in aes u u as e ecu sos possam se expo ados ans e salmen e ao espec o de
in (41). Con inua a
se
(38). Is o implica uma
(38).
O di e o do , D Woodcock,
e icaz se ia um

28
(38)
abo dagem agmen ada e insula (38)
(7).
(41).
in e ope abilidade (38) -ins i ucionais
(37)
(41). Adicionalmen e, es as edes pe mi em
o es en (38).
V
Pedia ic T ial Ne wo k (PTN), que oi
es abelecida pelo US Na ional Ins i u e o Child Heal h and Human De elopmen
(NICHD)
(45). Es a ede
da BPCA (8).
(41).
O NICHD, que em ido um papel de acili ado de no as ideias e pa ce ias,
En e p ise Vocabula y Se ices o he
Na ional Cance Ins i u e -es u u a de e minologia
a (41). De ac o, basea a ede em s anda ds comuns, eduz on es ex e nas de
a iabil (38). A S anda ds o Resea ch in (S aR) Child Heal h
in es igacionais in e nacionalmen e desen ol idos (46).
Impo a, ainda, des aca a inicia i a da Wo ld Heal h O ganiza ion (WHO) de
Paedia ic medicin que en ol e a
Na ional Medicines Regula o y Au ho i ies (NMRAs), e isa ha moniza a
(47).
Clinical Da a In e change S anda ds Conso ium
a desen ol e s anda ds (38).
2011, a Eu opean Medicines
Agency (EMA) c iou a Eu opean Ne wo k o Paedia ic Resea ch a he Eu opean
Medicines Agency (Enp -EMA), uma inicia i a go e namen al (48). A Enp -EMA
(41).
29
(8), p omo e
(41)
(8).
Na ional Ins i u e o Heal h Resea ch (NIHR) Medicines o Child en Resea ch Ne wo k
(MCRN), (49).
O Pedia ic De ice Conso ium (PDC), -
de (41)
pla (41).
adicionais (8). Pa a abo da es as di iculdades
(8) e pa ce ias
(41). Alguns exemplos
incluem: , Sociedade In e nacional de Oncologia
, Paedia ic Rheuma ology In e na ional T ials O ganiza ion
(PRINTO), Paedia ic Eu opean Ne wo k o he T ea men o AIDS (PENTA) (8). Das
enunciadas, des acam-se a PENTA e a COG (41).
-se o In e na ional Ra e Diseases Resea ch Conso ium
(IRDiRC), uma inicia i a colabo a i a en e a Eu opean Commission e o U.S. Na ional
Ins i u es o Heal h (NIH) (41).
Na ional Pedia ic Resea ch Ne wo k, c iada pela FDA em 2013 (37),
Pedia ic Eme gency Ca e Applied Resea ch Ne wo k (50), a Pedia ic Resea ch in
Inpa ien Se ings (51) e a Aus alian Paedia ic Resea ch Ne wo k (52).
Uma das in aes u u as in e nacionais mais ecen emen e c iadas, pa iu da
inicia i a da Ame ican Academy o Pedia ics (AAP), em No emb o de 2014, de con oca
o Pedia ic Clinical T ials S akeholde Fo um (38). Pedia ic
Clinical T ials Ne wo k (PCTN), uma ede independen e e global, que acili a o
(38). Es a ede a ua
ope acionais (38). Adicionalmen e, es a
(38).
30
l nes as
in aes u u as (41).
(38).
Elec onic Heal h Reco ds, e aco dos de pa ilha
Elec onic Da a Cap u e (38). Rela i amen e ao
inanciamen o da in aes u u a, es (38).
Em Po ugal, segundo a , de 2014, A igo
(5).
nacional (5).
De ac o, epo a os esul a
(32).
(8).
Em Po ugal, segundo o A igo
(5).
-se u
a EMA eu opeia (32).
icas e de pa ilha de
(38).
31
-se a pla a o ma Eu opean Union
Clinical T ials Regis e (EUCTR) (53). Es a pla a o ma, c iada em Maio de 2004,
(53). A
Eu opean Clinical T ials Da abase (Eud aCT),
compe en es dos Es ados Memb os (53).
Os dados u ilizados nes e abalho, na sua maio ia, o am ecolhidos no dia 10 de
EUCTR
com menos de 18 anos de idade (53).
Maio
Tabela 1
e (53).
Daqui, dep eende-
-se
uma di e e
ealizados em Po ugal e os 14,2% eu opeus.
Tabela 1
Po ugal
Idades
ensaios
Pe cen agem
ensaios
Pe cen agem
Adul os 1 061 93,8% 17 666 90,4%
Meno es de 18 anos 147 13,0% 2 778 14,2%
-nascidos 23 2,0% 337 1,7%
- - e mo 14 1,2% 198 1,0%
2 meses 4 anos 44 3,8% 906 4,6%
4 12 anos 73 6,4% 1 706 8,7%
12 18 anos 123 10,9% 2 106 10,8%
To al 1 131 100% 19 538 100%
32
Na Tabela 2
(53).
076 na UE) (53).
-
se o g Figu a 1 Tabela 3 (53).
Po ugal
Idades
ensaios
Pe cen agem
ensaios
Pe cen agem
Adul os 131 87,3% 1 868 90,0%
Meno es de 18 anos 44 29,3% 392 18,9%
-nascidos 4 2,6% 44 2,1%
- - e mo 3 2,0% 24 1,2%
2 meses 4 anos 11 7,3% 128 6,2%
4 12 anos 20 13,3% 235 11,3%
12 18 anos 39 26,0% 322 15,5%
To al 150 100% 2 076 100%
Tabela 2
Po ugal
Anos
To al
To al
2006 16 168 9,5% 222 1 799 12,3%
2008 29 189 15,3% 265 2 018 13,1%
2010 13 183 7,1% 262 1 854 14,1%
2012 27 143 18,9% 342 1 768 19,3%
2014 24 164 14,6% 290 1 606 18,1%
2016 25 181 13,8% 364 1 906 19,1%
2018 44 150 29,3% 392 2 076 18,9%
Tabela 3 2018

33
Figu a 1
PFigu a 1, conclui-
Des acam-
(7,1% e 14,1%, espe i amen e), o que pode e ido o igem na c ise inancei a de
ealizados em 2018 em Po ugal e sido in e io ao de 2016 e 2014 (150 pa a 181 e 164,
2018 e sido, ealmen e, maio que em 2016 e 2014 (44 pa a 25 e 24, espe i amen e).
ano de 2018.
0%
5%
10%
15%
20%
25%
30%
35%
2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018
Ensaios Clínicos Pediá icos (%)
Anos
Po ugal
34
o -label, nos dias de hoje, oi das
-
sociedade.
Apesa do p og esso e sido len o,
empenho de edes de
(8).
e a sob e os p ocessos a uais de
ica no ge al, de educa em e
-
encia em os seus
pacien es.
Assim, des aca-
au o idades egulamen a es, g upos da Sociedade Ci il, C
media
(2).
(8). Assim, o in es imen o em melho es a amen os baseados
35
pa a odos (8).
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