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Desenvolvimento e validação de um instrumento para avaliar as perceções das crianças sobre os Médicos Dentistas

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Desenvolvimento e validação de um instrumento para avaliar as perceções das crianças sobre os Médicos Dentistas

Author: João Rafael Ferreira Tavares
Year: 2015
DOI: 10.34626/fv5x-z252
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/79204/2/35285.pdf
Desen ol imen o e alidação de um
ins umen o pa a a alia as pe ceções das
c ianças sob e os Médicos Den is as
João Fe ei a Ta a es
M
2015
MESTRADO INTEGRADO
MeDicinA Den á iA
João Fe ei a Ta a es. Desen ol imen o e alidação de um ins umen o pa a
a alia as c enças das c ianças sob e os Médicos Den is as
as c enças das c ianças sob e os Médicos Den is as
Desen ol imen o e alidação de um ins umen o pa a a alia
João Fe ei a Ta a es
M. MDUP 2015
Faculdade de Medicina den á ia
Uni e sidade do Po o
Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o
Rua D . Manuel Pe ei a da Sil a, 4200-393 Po o, Po ugal
Desen ol imen o e alidação de um ins umen o pa a a alia a
pe ceção das c ianças sob e o médico den is a
Monog a ia de In es igação Médico Den á ia ap esen ada na Faculdade de Medicina
Den á ia da Uni e sidade do Po o pa a ob enção do g au de Mes e em Medicina
Den á ia
João Ra ael Fe ei a Ta a es
a a es.j @gmail.com
O ien ado : D . Ví o Teixei a
Coo ien ado a: D .ª Ma ia Lu des Pe ei a
Po o, Maio de 2015
II
Ag adecimen os
Aos meus pais, i mãos, cunhadas e sob inha, pelo apoio incon es á el ao longo des es
longos 5 anos, mesmo quando, à pa ida, não e a o meu obje i o de ida, ajudando-me
a ganha gos o po uma p o issão que nunca pensei ou almejei p a ica .
À minha namo ada, Cá ia Mané, pelo companhei ismo cons an e, amo e ca inho
in e miná el, po a u a os meus des a ios nos dias de maio ne osismo e po e lu ado
con a a minha dep essão desde o início des a jo nada. És e dadei amen e o meu
amo .
Às minhas colegas de se o , pelos momen os de descon ação no “galinhei o” e nas
“ euniões do condomínio” e po a u a em as minhas pa oíces e b incadei as,
especialmen e a minha binómia – Ana Bo ges – po e segu ado a box du an e as
euniões de 10 minu os com o meu o ien ado e a i mãzi a – Raquel Macedo – po e
i ado 2 ho as do seu empo de descanso pa a me ajuda a ecolhe e o dena inqué i os.
Aos meus amigos da cidade na al, pelos ca és no u nos a discu i polí ica, jogos e ou os
assun os de impo ância discu í el que me ajuda am a “ iaja ” um pouco quando a
men e só pensa a em Medicina Den á ia.
Ao meu o ien ado – D . Ví o Teixei a – po me e ajudado a in es iga um aspe o
médico-den á io de in e esse pessoal (po ele despole ado nas aulas de Psicologia) com
an o a inco, pelas explicações de es a ís ica, pela pe da de empo pessoal a ajuda com
as ecolhas de dados e, acima de udo, pela disponibilidade com que me p esen eou,
mesmo endo em con a a enchen e de colegas que p ocu a am o seu auxílio.
À minha coo ien ado a – D .ª Ma ia de Lu des Pe ei a – pela disponibilidade pa a
in e ompe a sua ho a de almoço pa a ecolhe inqué i os e ansc e e dados, pela
au o ização pa a in eg a o p og ama Pa anhos So iden e e pela ajuda p eciosa que
disponibilizou ao longo do desen ol imen o des a monog a ia.
A odas as c ianças que pa icipa am no p og ama Pa anhos So iden es (e aos pais,
p o esso es e esponsá eis da Jun a de F eguesia de Pa anhos que o na am o
p og ama possí el) não só pela sua pa icipação, mas pelos momen os p eciosos de
aleg ia que só as c ianças sabem c ia .
A odos eles de o os meus mais p o undos e since os ag adecimen os po es a
in es igação e po 5 anos de abalho á duo mas emendamen e ecompensado .
III
“Encon amo-nos no p ecipício da mudança. O mundo eme a ine i á el queda no
abismo. Es á a en o a esse momen o… e quando ele chega , não hesi es em sal a .
Apenas quando caí es descob i ás se consegues oa ”
Fleme h
IV
Índice
Ag adecimen os ....................................................................................................................... II
Índice .......................................................................................................................................... IV
Índice de Tabelas ..................................................................................................................... V
Índice de Figu as ...................................................................................................................... V
Índice de G á icos .................................................................................................................... V
Resumo ....................................................................................................................................... 1
Abs ac ....................................................................................................................................... 2
In odução .................................................................................................................................. 3
Ma e iais e Mé odo ................................................................................................................... 6
Me odologia ............................................................................................................................. 6
Pa icipan es ............................................................................................................................ 6
Ins umen os ......................................................................................................................... 8
Ques ioná ios do Pa anhos So iden e ........................................................................... 8
Ques ioná io de Acei abilidade de Técnicas de Ges ão de Compo amen o ........... 8
A aliação da Pe ceção das C ianças sob e os Médicos Den is as............................ 8
P ocedimen o ...................................................................................................................... 10
Os p epa a i os ................................................................................................................. 10
O p imei o momen o (na FMDUP) ................................................................................. 11
O segundo momen o (na escola) ................................................................................... 11
P ocedimen o de análise de dados ............................................................................... 12
Resul ados ............................................................................................................................... 13
Pa e 1 – O que as c ianças pensam sob e a u ilização dos di e sos p ocedimen os
den á ios pelo médico den is a? ........................................................................................ 13
Pa e 2 – Quais as ep esen ações que as c ianças êm sob e o médico den is a? . 18
Discussão ................................................................................................................................. 24
Conclusão ................................................................................................................................ 26
Re e ências .............................................................................................................................. 27
Anexos

V
Índice de Tabelas
Tabela I - Ca ac e ização dos Pa icipan es do 1º Ano…..………...................................7
Tabela II - Ca ac e ização dos Pa icipan es do 4º Ano,,,,………………………………...7
Tabela III - Exemplo da Cons ução das Ques ões do Ins umen o………….…………...9
Tabela IV - F equência de Respos a ao QATGC……………………………..……………13
Tabela V - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função do Sexo da
C iança…………………………………………………………………………………………15
Tabela VI - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função da Expe iência P é ia
com a Medicina Den á ia……………………………………………………………………..15
Tabela VII - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função de e ido ou não
Consul a po Do ………………………………………………………………………………16
Tabela VIII - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função da Necessidade de
T a amen o……………………………………………………….........................................17
Tabela IX - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função da Escola idade da
Mãe……………………………………………………………………………………………..18
Tabela X - F equência das Respos as ao APCMD…………...……………………………19
Tabela XI - Média das Respos as a cada ques ão do APCMD…………………………..20
Tabela XII - Di e enças nas Respos as ao APCMD em Função do Sexo………………..22
Tabela XIII - Análise Fa o ial Explo a ó io do APCMD…………………………………….23
Índice de Figu as
Figu a 1 - Ap esen ação da Escala de Respos as do APCMD .................................... 10
Índice de G á icos
G á ico 1 - Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o – F equência.13
G á ico 2 - Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o – Médias……14
G á ico 3 - A aliação das Pe ceções das C inças sob e os Médicos Den is as - Médias
................................................................................................................................... 20
1
Resumo
In odução: Em Medicina Den á ia as c enças que um indi íduo es abelece sob e a á ea
são a o es impo an es na modulação do seu compo amen o an es, du an e e depois
da consul a ou a o clínico. Es as c enças, es udadas ex ensi amen e no pacien e adul o,
são es abelecidas ainda na in ância, sendo igualmen e impo an es na ges ão do
pacien e pediá ico e de e minan es pa a o compo amen o da c iança em ambien e
clínico no seu u u o.
Obje i os: Desen ol e um ins umen o de a aliação das pe ceções das c ianças sob e
os Médicos Den is as que pe mi a ajus a o compo amen o clínico e comuni á io dos
Médicos Den is as às necessidades dos pacien es pediá icos.
Me odologia: Foi ealizado uma in es igação jun o de 299 c ianças (189 do 1º ano do
Ensino Básico e 110 do 4º ano pa icipan es no p og ama Pa anhos So iden e) em que
se ecolhe am as suas espos as ao Ques ioná io de Acei abilidade das Técnicas de
Ges ão do Compo amen o e ao no o ins umen o A aliação das Pe ceções das
C ianças sob e os Médicos Den is as, ambos compos os pela ap esen ação de di e sos
cená ios clínicos aos quais as c ianças espondem de aco do com a sua conco dância
numa escala de Like com aces.
Resul ados: Ve i ica-se uma endência das c ianças em p es a a enção pa icula ao
compo amen o e comunicação do Médico Den is a com o pacien e. A u ilização da
écnica de ges ão do compo amen o de Con olo po Voz é indesejada pelos pacien es
pediá icos.
Conclusões: Não endo sido possí el alida o ins umen o nes a ase, demons ou-se
o seu po encial clínico e comuni á io e desc e e am-se ecomendações de e o mulação
do mesmo pa a que possa se alidado e u ilizado nou as in es igações, como a
simpli icação da linguagem u ilizada nas pe gun as, a subs i uição da escala de Like
com aces po uma que p i ilegie a conco dância e não a emoção e ainda a
ap esen ação dos cená ios clínicos po ou os meios.
Pala as-Cha e
C enças; Pe ceções; C iança; Médicos Den is as; Compo amen o; Pacien e Pediá ico.
2
Abs ac
Backg ound: In Den is y, a pa ien ’s belie s on he subjec a e impo an ac o s in
modula ing his o he s beha iou be o e, du ing and a e an appoin men o clinical ac .
These belie s, ex ensi ely s udied in he adul pa ien , a e es ablished while in in ancy
s age, being equally impo an in managing he paedia ic pa ien e de e mine he child’s
beha iou in a clinical se ing h oughou his o he s li e.
Aim: To de elop an ins umen o he e alua ion o child en’s pe cep ion on den al
p ac i ione s which enables hem o adap hei clinical and communi a ian beha iou o
he paedia ic pa ien ’s needs.
Me hods: A o al o 299 child en (189 1s g ade s and 110 4 h g ade s om he Pa anhos
So iden e p og am) answe ed he ques ionnai e Accep abili y o Beha iou al
Managemen Techniques and he newly de eloped E alua ion o Child en’s Pe cep ions
on Den al P ac i ione s, bo h ques ionnai es p esen ing clinical si ua ions on which
child en commen on hei ag eemen wi h he si ua ion h ough a Like scale wi h aces.
Resul s: A endency was e i ied o child en o ake special no ice o he den al
p ac i ione ’s beha iou and pa ien -doc o communica ion. As o beha iou
managemen echniques, Voice Con ol is unwan ed by paedia ic pa ien s.
Conclusion: Tough alidi y o he newly de eloped ins umen is, a his poin , null, i ’s
clinical and communi a ian po en ial is demons a ed and hus a e p esen ed mul iple
ecommenda ions o he edesign o he ins umen , so i can be alida ed and used in
u u e in es iga ions. These changes include he use o simple language in he
ques ionnai e, he use o a scale ha p i ileges ag eemen o e emo ion and he
p esen a ion o he clinical si ua ions h ough o he communica ion me hods.
Keywo ds
Belie s; Pe cep ions; Child; Den al P ac i ione s; Beha iou ; Paedia ic Pa ien .
3
In odução
Na Medicina Den á ia, a Odon opedia ia assume-se como uma das mais as as á eas
em e mos de undamen os e p ocedimen os. Baseada em conhecimen os de á ios
domínios odon ológicos, médicos e compo amen ais aplicados à c iança em
desen ol imen o e ao jo em, a á ea p ocu a inclui odo e qualque aspe o da saúde
o al da aixa e á ia que lhe se e como obje o(1).
É, po ém, undamen al que odos os Médicos Den is as enham em conside ação que
as c ianças não são adul os pequenos, mas sim se es humanos com di ei os p óp ios e
uma necessidade de cuidado e p o eção especiais. Pa a acili a um es ado de bem-
es a comple o ísico, men al e social, é esponsabilidade do Médico Den is a assegu a
a ó ima condição e uncionamen o das es u u as den á ias e o ais e a ausência de
medo ou ansiedade den á ia (1, 2). O Médico Den is a de e comp eende que a c iança
se encon a numa ase de c escimen o e desen ol imen o ísico, psicológico e social
em que, embo a sob o cuidado dos pais ou u o es, nem semp e conseguem p e e as
consequências das suas decisões e compo amen os.
Um dos enómenos mais de e minan es a conside a no a amen o pediá ico é a
capacidade das a i udes e compo amen os em elação à Medicina Den á ia du an e a
in ância modula em, jun amen e com ou os a o es, os seus homólogos na ida adul a
(3). De emos conside a que es es a o es psicossociais podem não só con ibui pa a
a modi icação posi i a do compo amen o de um indi íduo em elação à saúde o al, mas
ambém a ua como obs uções a qualque modi icação compo amen al no âmbi o da
saúde pessoal (4).
Na ob enção e manu enção de uma saúde o al adequada e do sucesso dos a amen os
den á ios, pa a além da compe ência écnica do p o issional, a o es psicossociais como
as a i udes e c enças dos indi íduos assumem um papel ulc al. Doshi de ine “a i ude”
como uma espos a consis en e en e os sen imen os de um indi íduo e um
compo amen o especí ico e “c ença” como uma ideia do que é conside ado e dadei o,
independen emen e de, na ealidade, o se ou não (4). Nes e domínio, pode emos inclui
um ou o a o psicossocial, explo ado po Dwo kin, denominado “pe ceção”, um
p ocesso cogni i o complexo de inido como uma conjugação de es ímulos ex e nos e
in e nos e o seu p ocessamen o, compos o po ês ases: Iden i icação – a eceção e
p ocessamen o de es ímulos ex e nos que a ua como base pa a a iden i icação e
ca ego ização de um ce o obje o; In e p e ação – p odução de um conjun o de juízos
de alo sob e os es an es a ibu os do obje o; Ex apolação – c iação de expec a i as
sob e o compo amen o de um de e minado obje o com base nos p ocessos an e io es
(5). Conjugando os conhecimen os desc i os, podemos ex apola um modelo simples
pa a a eação do se humano a um de e minado enómeno ou obje o, em que quando
es e nos é ap esen ado p ocedemos à “pe ceção”, c iando “c enças” que se aduzem
em “a i udes”.
To na-se, en ão, e iden e que as pe ceções de um indi íduo sob e um ce o obje o,
como a Medicina Den á ia, podem modula o seu compo amen o em elação a esse
obje o, desen ol endo pad ões ípicos de eação a de e minados es ímulos (5). Na base
des es pad ões compo amen ais pode es a a Ansiedade Den á ia, de inida como “um
sen imen o de ap eensão em elação ao a amen o den á io e não necessa iamen e
ligada a um es ímulo especí ico” (6), o nando o e i a do a amen o den á io e um
dé ice da saúde o al enómenos ca ac e ís icos do pad ão compo amen al (7).
10
“posi i as” e “nega i as” e de uma ques ão ge al conside ada “neu a” que o neça uma
opinião mais cla a da c iança.
Pa a o egis o das espos as das c ianças en e is as op ou-se pela u ilização de um
escala de Like associada a uma escala de aces, à semelhança do ins umen o
desen ol ido po Da ies e Buchanan e da Modi ied Child Den al Anxie y Scale Faces
(MCDAS ) (23, 28), em que o alo 1 co esponde à espos a “Penso que sim”, o alo
5 à espos a “Penso que não” e o alo 3 à espos a neu a “Às ezes sim, às ezes
não”. A ap esen ação da escala oi in eg ada na olha de os o do inqué i o e explicada
e balmen e, jun amen e com a me odologia de espos a, a cada c iança en e is ada.
Figu a 1 - Ap esen ação da Escala de Respos as do APCMD
P ocedimen o
Os p epa a i os
P e iamen e à ecolha dos dados psicossociais necessá ios pa a o p esen e es udo,
p ocedeu-se à p epa ação das en e is as com os di e sos colegas associados ao
p og ama PS, nomeadamen e os docen es da FMDUP esponsá eis pelo p og ama, os
colegas do 4º ano do MIMD da FMDUP que ealiza am os as eios e as en e is as nas
escolas e as colegas da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da
Uni e sidade do Po o (FPCEUP) que coo dena am as c ianças e ealiza am as
en e is as du an e os as eios na C-FMDUP. Todos os en e is ado es o am
ins uídos a ealiza a ap esen ação e explicação dos ques ioná ios e espe i as escalas
e a p omo e a espon aneidade e indi idualidade das espos as, p e enindo as
espos as em g upo e as espos as in luenciadas pela opinião dos colegas.
A ecolha de dados ele an es pa a o p esen e es udo oi ealizada em dois momen os
dis in os, ambos in eg ados nas ações comuni á ias do p og ama PS, ealizado pela
FMDUP em colabo ação com a Jun a de F eguesia de Pa anhos (JFP). An e io men e
a qualque con ac o com os pa icipan es do es udo, o am en egues ao con ac o na
JFP os seguin es documen os: uma explicação do p og ama PS; um documen o de
equisição de au o ização de pa icipação das c ianças no es udo e da ecolha de dados
psicossociais sob e as mesmas e os espe i os núcleos amilia es; um inqué i o sob e
o his o ial médico e médico-den á io da c iança pa icipan e e de di e sos aspe os
sociodemog á icos do núcleo amilia ; uma e são aduzida do inqué i o Child en’s
Beha io Ques ionnai e (CBQ) desen ol ido po Ro hba , e al (36, 37). Os documen os
e e idos o am en egues pelos esponsá eis da JFP aos p o esso es de cada uma das

11
u mas que pa icipa am no p og ama, sendo que es es os dis ibuí am pelos pais de
cada c iança.
O p imei o momen o (na FMDUP)
O p imei o momen o de ecolha de dados oco eu du an e os as eios clínicos
ealizados na C-FMDUP. De aco do com o calendá io es abelecido en e os docen es
da aculdade esponsá eis pelo p og ama, os co esponden es da JFP e os p o esso es
do 1º e 4º anos do Ensino P imá io de cada escola pa icipan e, oi equisi ado um
au oca o esponsá el po le a as c ianças e os espe i os p o esso es desde a sua
escola a é à aculdade.
As c ianças e os seus p o esso es o am di igidos pa a a sala de espe a da Clínica da
Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o (C-FMDUP), onde o am
en egues às c ianças do 1º ano os “Andan es” ( e anexo nº5) – um documen o que
in eg a uma mensagem de boas- indas, uma lis a das a i idades em que as c ianças
pa icipam e espaços pa a que as c ianças possam desenha algo ela i o aos emas
“Medicina Den á ia” e “So iso”. Ainda na sala de espe a, as c ianças o am di ididas
em g upos e dis ibuídas pelas di e en es a i idades: as eio na Clínica e e uado pelos
alunos do 4º ano do MIMD-FMDUP; desenhos na sala de espe a; inqué i os
psicossociais numa sala p óp ia.
Nes e p imei o momen o de ecolha de dados o am dis ibuídas, como pa e dos
inqué i os psicossociais, e sões aduzidas do ques ioná io desen ol ido po Da ies &
Buchanan, in i ulado “Ques ioná io de Pe ceção das Técnicas da Ges ão de
Compo amen o” (23). As c ianças esponde am indi idualmen e ao ques ioná io,
acompanhadas po en e is ado es p e iamen e einados, que assegu a am a
espon aneidade e p i acidade das espos as.
Com o deco e das a i idades, os á ios g upos o mados al e na am en e as
di e en es a i idades. Tendo odos os pa icipan es in eg ado odos os di e en es
e en os, eg essa am à espe i a escola no au oca o cedido pela JFP.
O segundo momen o (na escola)
O segundo momen o de ecolha de dados oi ealizado du an e as isi as dos alunos do
4º ano do MIMD-FMDUP às escolas pa icipan es no p og ama PS, onde ealiza am
no os as eios e desen ol e am ações de p omoção de saúde o al a a és da ins ução
de higiene o al, dis ibuição de esco as e pas as den á ia e ap esen ação de pales as
e/ou a i idades educa i as.
Du an e as isi as às escolas, os colegas dis ibuí am cópias do ins umen o
desen ol ido – “A aliação da Pe ceção das C ianças sob e os Médicos Den is as” –
pelos alunos do 1º e 4º ano de cada escola, di idindo-os em pequenos g upos e
ealizando en e is as indi iduais em que explica am o con eúdo do inqué i o, o seu
obje i o e a me odologia de espos a.
Os inqué i os o am en ão en egues aos in es igado es pa a se ei a co espondência
com os dados ecolhidos no 1º momen o e egis ados odos os dados.
Simul aneamen e, oi solici ada jun o dos colegas esponsá eis pela ecolha de dados -
incluindo a docen e da FPCEUP que acompanhou os alunos da FMDUP no
12
desen ol imen o de um es udo p óp io e auxiliou na ecolha de dados ela i os ao
ins umen o em desen ol imen o - e dos p o esso es esponsá eis pelo p og ama
Pa anhos So iden e as espe i as opiniões sob e o ins umen o.
P ocedimen o de análise de dados
Fo am analisadas di e sas hipó eses, ele an es pa a a emá ica em ques ão, no
deco e da in es igação, eco endo ao so wa e SPSS S a is ics (IBM Co p. Released
2013. IBM SPSS S a is ics o Windows, Ve sion 22.0. A monk, NY: IBM Co p).
A hipó ese de que as espos as ao QATGC di e em de aco do com o Sexo oi a aliada
pelo es e não-pa amé ico de Mann-Whi ney de amos as independen es.
As hipó eses de que as espos as ao QATGC di e em de aco do com a his ó ia de isi as
ao Médico Den is a (Idas ao Médico Den is a) e do como mo i o de consul a (Consul a
po Do ) o am a aliadas pelo es e T-s uden pa a igualdade de médias de amos as
independen es.
As hipó eses de que as espos as ao QATGC di e em de aco do com o ní el
socioeconómico amilia , ep esen ado pela Escola idade da Mãe, e necessidade de
a amen o de inida no as eio na C-FMDUP (Necessidade de T a amen o) o am
a aliadas po uma análise de a iância simples, ANOVA.
A hipó ese de que as espos as ao ins umen o APCMD di e em de aco do com o sexo
da c iança en e is ada oi a aliada pelo es e não pa amé ico de Mann-Whi ney de
amos as independen es.
Foi ealizada uma Análise Fa o ial Explo a ó ia (38, 39) das a iá eis que in eg am o
ins umen o em desen ol imen o pa a ex ação do núme o de a o es associados às
mesmas.
13
Resul ados
Pa e 1 – O que as c ianças pensam sob e a u ilização dos di e sos
p ocedimen os den á ios pelo médico den is a?
A aplicação do QATGC pe mi iu ecolhe dados sob e a opinião das c ianças
pa icipan es no es udo em elação às écnicas de ges ão do compo amen o mais
habi ualmen e desc i as na li e a u a.
O g á ico 1 demons a a equência de espos as em elação aos di e sos i ens do
ques ioná io desen ol ido po Da ies e Buchanan.
G á ico 1 Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o - F equências
Ve i icou-se uma endência ge al pa a a acei abilidade o al (“Sen ia-me bem”) ou pa cial
(“Sen ia-me bem, mas não mui o”) na g ande maio ia dos cená ios p opos os, à exceção
da Ques ão Nº2 (“Imagina que es ás a mexe - e mui o na cadei a, como é no mal
aze mos quando es amos ne osos. Se o eu den is a alasse al o e e mandasse es a
quie o, como e sen i ias em elação a ele aze isso?”) em que a espos a neu a (“Não
me azia di e ença”) e as espos as nega i as (“Não gos a a, mas não mui o” e “Não
gos a a nada”) o am mais equen emen e selecionadas do que a espos a de
acei abilidade pa cial, po ém mui o menos equen es do que a espos a de
acei abilidade o al.
Na abela IV encon am-se disc iminadas as equências de espos a pa a cada i em do
ques ioná io.
0
50
100
150
200
250
To al Sen ia-me Bem Sen ia-me bem mas não mui o
Não me azia di e ença Não gos a a, mas não mui o Não gos a a nada
14
Tabela IV - F equência de Respos a do QATGC
Escala Numé ica de Respos a
1
2
3
4
5
To al
Nº 1 - Mos a P eocupação
157
20
10
4
4
196
Nº 2 – Con olo po Voz
19
23
59
43
52
196
Nº 3 – Recompensa
171
18
3
1
2
195
Nº 4 – Tell-Show-Do
98
43
45
7
3
196
Nº 5 – Explicação
121
36
24
11
4
196
Nº 6 - S op
115
41
30
6
4
196
Nº 7 – Dis ação
154
22
7
7
6
196
Nº 8 – Sedação
117
43
24
5
7
196
1 – “Sen ia-me bem”; 2 – “Sen ia-me bem, mas não mui o”; 3 – “Não me azia di e ença”; 4 – “Não gos a a,
mas não mui o”; 5 – “Não gos a a nada”
No g á ico 2, que ep esen a as médias das espos as das c ianças pa icipan es de
aco do com o seu sexo, podemos e i ica não só a endência à acei abilidade dos
di e sos cená ios p opos os ( alo es in e io es a 2 co espondem a um maio núme o
de espos a 1 – “Sen ia-me bem” – e 2 – “Sen ia-me bem, mas não mui o”) na g ande
maio ia das ques ões, com exceção da Ques ão Nº2 co esponden e ao “Con olo po
Voz”, mas ambém a uni o midade de opiniões en e c ianças do sexo masculino e do
sexo eminino.
G á ico 2 Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o - Médias
Na Tabela V es ão desc i as as médias das espos as às di e en es ques ões do
ins umen o de aco do com o sexo das c ianças.
0
0,5
1
1,5
2
2,5
3
3,5
4
To al Rapazes Rapa igas
15
Tabela V - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção do sexo da c iança
Masculino (N=84)
Feminino (N=112)
U
M
dp
M
dp
Nº 1 - Mos a P eocupação
1.21
0.762
1.44
0.888
0.007**
Nº 2 – Con olo po Voz
3.50
1.237
3.39
1.290
0.508 ns
Nº 3 – Recompensa
1.13
0.375
1.21
0.690
0.855 ns
Nº 4 – Tell-Show-Do
1.74
0.920
1.93
1.046
0.222 ns
Nº 5 – Explicação
1.73
1.155
1.64
0.919
0.872 ns
Nº 6 – S op
1.68
1.008
1.70
0.957
0.730 ns
Nº 7 – Dis ação
1.38
0.863
1.44
1.011
0.936 ns
Nº 8 – Sedação
1.62
1.005
1.73
1.040
0.367 ns
** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o
Ve i ica-se que as apa igas ap esen am esul ados mais ele ados que os apazes na
Ques ão Nº1 e que as di e enças obse adas o am es a is icamen e signi ica i as (p =
0.007). Nas es an es ques ões do QPTGC não se e i ica am di e enças signi ica i as
en e as espos as das apa igas e dos apazes.
A Tabela VI desc e e as di e enças en e as espos as das c ianças com his ó ia de
consul a de Medicina Den á ia e sem a mesma his ó ia.
Tabela VI - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção da expe iência p é ia com a MD
Já oi pelo menos
uma ez (N=107)
Nunca oi (N=25)
U
M
dp
M
dp
Nº 1 - Mos a P eocupação
1.33
0.786
1.48
1.122
0.424 ns
Nº 2 – Con olo po Voz
3.50
1.313
3.16
1.313
0.239 ns
Nº 3 – Recompensa
1.05
0.212
1.16
0.473
0.070 ns
Nº 4 – Tell-Show-Do
1.77
0.977
1.60
0.707
0.424 ns
Nº 5 – Explicação
1.58
0.922
1.44
0.768
0.485 ns
Nº 6 – S op
1.66
0.951
1.84
1.028
0.412 ns
Nº 7 – Dis ação
1.36
0.894
1.48
0.872
0.560 ns
Nº 8 – Sedação
1.77
1.095
1.64
0.952
0.596 ns
** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o
Não se e i ica am di e enças es a is icamen e signi ica i as nas espos as de um e de
ou o g upo.
A en ando na Tabela VII podemos e i ica as di e enças nas espos as en e as
c ianças que isi a am o Médico Den is a po mo i o de do e as c ianças que o ize am
po ou o mo i o que não do .

16
Tabela VII - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção de e ido ou não consul a po do
Consul a po Do
(N=13)
Consul a po ou o
mo i o (N=82)
U
M
dp
M
dp
Nº 1 - Mos a P eocupação
1.54
0.967
1.27
0.668
0.208 ns
Nº 2 – Con olo po Voz
3.62
1.502
3.48
1.279
0.722 ns
Nº 3 – Recompensa
1.00
0.000
1.07
0.262
0.319 ns
Nº 4 – Tell-Show-Do
2.00
1.225
1.80
0.949
0.510 ns
Nº 5 – Explicação
1.46
0.660
1.66
0.997
0.493 ns
Nº 6 – S op
1.85
1.144
1.62
0.911
0.429 ns
Nº 7 – Dis ação
1.46
1.127
1.34
0.849
0.652 ns
Nº 8 – Sedação
1.85
1.068
1.80
1.094
0.899 ns
** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o
Não se e i ica am di e enças es a is icamen e signi ica i as en e as espos as das
c ianças que isi am o Médico Den is a po do e das c ianças que o ize am po ou o
mo i o.
A Tabela VIII desc e e as di e enças das espos as ao ques ioná io de aco do com a
necessidade de a amen o a ibuída du an e o as eio na C-FMDUP.
Tabela VIII - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção da necessidade de a amen o
Consul a de
Man. (N=24)
T a amen o
(N=79)
T a amen o
u gen e
(N=26)
Z
M
dp
M
dp
M
dp
Nº 1 - Mos a
P eocupação
1.13
0.338
1.38
0.938
1.46
0.948
1.081
Nº 2 – Con olo po
Voz
3.25
1.29
3.34
1.31
4.08
1.05
3.75*
Nº 3 – Recompensa
1.13
0.338
1.10
0.411
1.15
0.543
0.153
Nº 4 – Tell-Show-Do
1.58
0.929
1.70
0.837
1.92
1.093
0.945
Nº 5 – Explicação
1.67
1.049
1.52
0.890
1.69
0.928
0.465
Nº 6 – S op
1.67
0.963
1.72
1.061
1.73
0.919
0.032
Nº 7 – Dis ação
1.17
0.381
1.48
0.959
1.68
1.320
1.859
Nº 8 – Sedação
2.08
1.442
1.58
0.810
1.77
1.243
2.162
** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o
17
Os esul ados mos am que as c ianças com necessidade de a amen o u gen e
a aliam a Ques ão Nº2 de o ma mais g a e (M=4.08, dp=.1.05) do que as c ianças que
apenas necessi am de consul a de manu enção (M=3.25, dp=1.29) e do que as que
necessi am de um a amen o não u gen e (M=3,34, dp=1.31; z(126)=3.75, p=.026).
Em elação às es an es ques ões não se e i ica am di e enças signi ica i as nas
espos as em unção da necessidade de a amen o das c ianças.
A Tabela IX desc e e as di e enças das espos as ao ques ioná io de aco do com a
Escola idade da Mãe, o de e minan e socioeconómico u ilizado nes e es udo.
Tabela IX - Di e enças das epos as ao ques ioná io em unção da escola idade ma e na
Ensino Básico
(N=43)
Ensino Secundá io
(N=38)
Ensino Supe io
(N=53)
Z
M
dp
M
dp
M
dp
Nº 1 - Mos a
P eocupação
1.35
0.870
1.37
0.913
1.38
0.837
0.013
Nº 2 – Con olo po
Voz
3.44
1.419
3.50
1.371
3.42
1.184
0.047
Nº 3 – Recompensa
1.09
0.366
1.13
0.414
1.11
0.467
0.085
Nº 4 – Tell-Show-Do
1.74
0.954
1.74
0.950
1.75
0.918
0.004
Nº 5 – Explicação
1.74
1.049
1.50
0.893
1.55
0.822
0.840
Nº 6 - S op
1.63
0.846
1.61
0.974
1.77
1.050
0.424
Nº 7 – Dis ação
1.53
1.032
1.29
0.654
1.36
0.901
0.852
Nº 8 – Sedação
1.70
1.013
1.84
1.151
1.72
1.063
0.215
** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o
Não se e i ica am di e enças signi ica i as nas espos as em elação à escola idade da
mãe da c iança.
18
Pa e 2 – Quais as ep esen ações que as c ianças êm sob e o médico
den is a?
Na Tabela X es ão desc i as as equências das espos as aos di e en es i ens do
APCMD, aplicado em c ianças do 4º do Ensino Básico.
Tabela X - F equência das espos as ao APCMD
Escala Numé ica de Respos a
1
2
3
4
5
To al
Ques ão Nº1
75
3
0
0
0
78
Ques ão Nº 2
64
7
6
1
0
78
Ques ão Nº 3
10
1
12
15
39
77
Ques ão Nº 4
33
9
12
9
14
77
Ques ão Nº 5
59
4
4
4
7
78
Ques ão Nº 6
44
6
21
1
6
78
Ques ão Nº 7
22
11
21
9
15
78
Ques ão Nº 8
61
7
3
2
3
76
Ques ão Nº 9
39
2
16
7
14
78
Ques ão Nº 10
71
1
3
1
2
78
Ques ão Nº 11
41
8
12
4
12
77
Ques ão Nº 12
74
2
0
0
2
78
Ques ão Nº 13
68
2
5
2
0
77
Ques ão Nº 14
31
10
14
4
18
77
Ques ão Nº 15
73
4
0
0
1
78
Ques ão Nº 16
67
5
5
0
0
77
Ques ão Nº 17
78
0
0
0
0
78
Ques ão Nº 18
71
6
0
0
1
78
Ques ão Nº 19
71
4
1
0
2
78
Ques ão Nº 20
38
10
12
3
15
78
É impo an e no a que, pelo seu ca ác e nega i o desc i o an e io men e, as ques ões
nº 3, 4, 5, 7, 9, 14, 16 e 20 o a sujei as a uma in e são da co ação das espos as du an e
a análise es a ís ica. Es a in e são de alo es de espos a pe mi e compensa a
cono ação nega i a da ques ão, assegu ando que alo es mais baixos co espondem a
uma pe ceção mais posi i a do cená io p opos o e ice- e sa.
Há uma endência cla a em conside a os cená ios posi i os (Ques ões Nº 1, 2, 6, 10,
11, 12, 15 e 19) e neu os (Ques ões Nº 8, 13, 17 e 18) desc i os no ins umen o como
si uações ag adá eis, em que a c iança não sen e descon o o ele an e.
19
A Ques ão Nº7 (“O Médico Den is a diz que não me ai doe , mas depois acaba po
doe ”) ap esen a a dis ibuição mais equi alen e pelas di e en es espos as. Já a
Ques ão Nº17 (“Os Médicos Den is as azem os a amen os com mui a a enção e bem
ei os”) ap esen a uma a iação de espos a nula ( odas as c ianças esponde am “1 –
Sen ia-me bem com isso”), não sendo uma a iá el aplicá el nes e ipo de es udo. A
Ques ão Nº3 (“Os Médicos Den is as en am esconde algumas coisas (agulhas,
anes esia, e c.) pa a pode em aze os a amen os que que em”), que aduz um cená io
nega i o, ap esen ou o maio núme o de espos as nega i as (N=39).
A Tabela XI desc e e a média das espos as das c ianças no ins umen o em
desen ol imen o.
Tabela XI - Média das espos as a cada ques ão do APCMD
N
M
dp
Ques ão Nº1
78
1.04
0.194
Ques ão Nº 2
78
1.28
0.662
Ques ão Nº 3
77
3.94
1.380
Ques ão Nº 4
77
2.51
1.570
Ques ão Nº 5
78
1.67
1.316
Ques ão Nº 6
78
196
1.263
Ques ão Nº 7
78
2.79
1.463
Ques ão Nº 8
76
1.41
0.982
Ques ão Nº 9
78
2.42
1.592
Ques ão Nº 10
78
1.23
0.805
Ques ão Nº 11
77
2.19
1.513
Ques ão Nº 12
78
1.13
0.652
Ques ão Nº 13
77
1.23
0.686
Ques ão Nº 14
77
2.58
1.609
Ques ão Nº 15
78
1.10
0.499
Ques ão Nº 16
77
1.19
0.539
Ques ão Nº 17
78
1.00
0.000
Ques ão Nº 18
78
1.13
0.519
Ques ão Nº 19
78
1.18
0.698
Ques ão Nº 20
78
2.32
1.567
Reco de-se que alo es de média mais baixos se aduzem em pe ceções posi i as do
Médico Den is a, sendo que alo es mais ele ados es ão associados a pe ceções
nega i as. Assim sendo, e i ica-se a endência das c ianças em conside a em a
si uação desc i a na Ques ão Nº3 como uma expe iência nega i a, enquan o a si uação
desc i a na Ques ão Nº17 se e ela uma pe ceção unanimemen e posi i a.
26
“adolescen e”), de e á esul a numa melho adap ação do mesmo às necessidades da
c iança e, po conseguin e, numa mais iel ep odução das suas c enças.
Conclusão
A ciência assume-se como um p ocesso de descobe a e de cons an e e o mulações,
lidando adequadamen e com as con a iedades. Nes a men alidade cien í ica, o
desen ol imen o de monog a ias de in es igação e ou as me odologias de in es igação
cien í ica são p ocessos al amen e indu o es da on ade de descob i e melho a . Na
Medicina Den á ia, a in es igação assume um papel ulc al, sendo ambém um de e
das ins i uições de ensino p omo e a o mação de p o issionais capazes não só de
ealiza boas in es igações mas ambém p ocu a no as o mas de p es a se iço à
comunidade, que di e a ou indi e amen e. O p og ama PS encaixa nes a iloso ia
académica, pois pe mi e o ma p o issionais com um la go espe o de ação, pois além
de ob iga ao con ac o clínico e comuni á io com di e en es c ianças com di e en es
necessidades, é do ado de um epe ó io as o e di e si icado de pa icipan es com os
quais qualque in es igação pode se en iquecida, que enha uma índole psicológica
ou ísica.
A p esen e in es igação, u o de uma colabo ação as a en e di e en es ins i uições e
p o issionais, ainda que não esul ando num ins umen o álido e sólido, des aca não só
a necessidade clínica e comuni á ia de a alia as c enças das c ianças sob e os
Médicos Den is as, como o nece uma base impo an e pa a o desen ol imen o de um
ou mais ins umen os com as e e idas ca ac e ís icas. Da e o mulação, e olução e
análise do ins umen o aqui desc i o, pode á se c iada uma e amen a ulc al pa a
melho a o cuidado ao pacien e em Medicina Den á ia.

27
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ANEXOS
Anexo Nº1 - Ques ioná ios de Recolha de Dados e de Consen imen o
In o mado pa a o P og ama Pa anhos So iden e

Núme o de Adesão: ________
Ca o Enca egado de Educação
Es e ques ioná io encon a-se in eg ado no p ojec o pa anhoSo iden e, no qual a sua c iança é pa icipan e
e des ina-se a conhece melho alguns dos ac o es que, de algum modo, podem in luencia a saúde o al das c ianças.
Assinale com um X a opção co ec a nos espaços co esponden es.
Nome C iança: ___________________________________________________
Da a Nascimen o: _____ /____________ / ____
5.1 | Re ige an es gasei icados [Colas, Sp i e, Fan a …]
Não Consome
Ra amen e (dias de es a)
1 ez po dia:
2 ou mais ezes po dia:
1 a 2 ezes po semana:
Du an e as e eições
Du an e as e eições
Du an e as e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
5.2 | Re ige an es não gasei icados [Ice Tea …]
Não Consome
Ra amen e (dias de es a)
1 ez po dia:
2 ou mais ezes po dia:
1 a 2 ezes po semana:
Du an e as e eições
Du an e as e eições
Du an e as e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
5.3 | Sumos de u os [Na u al ou néc a …]
Não Consome
Ra amen e (dias de es a)
1 ez po dia:
2 ou mais ezes po dia:
1 a 2 ezes po semana:
Du an e as e eições
Du an e as e eições
Du an e as e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Secundá io
Ensino Supe io
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
10º
11º
12º
Bacha ela o
Licencia u a
Pós-g aduação
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Secundá io
Ensino Supe io
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
10º
11º
12º
Bacha ela o
Licencia u a
Pós-g aduação
3 | Visi as da c iança ao den is a
1 ez po ano
Mais que uma ez po ano
Menos que uma ez po ano
Nunca oi ao den is a
4 | Mo i o da consul a
Ro ina
Do
Apa elho de co ecção den á ia
Ou os [P ó ese; _____________ ]
DADOS PESSOAIS
1 | ESCOLARIDADE DA MÃE [assinale com uma c uz o ul imo ano de escola idade que concluiu]
2 | ESCOLARIDADE DO PAI [assinale com uma c uz o ul imo ano de escola idade que concluiu]
5 | HÁBITOS ALIMENTARES
5.4 | Alimen os açuca ados [bolos ou bolachas …]
Não Consome
Ra amen e (dias de es a)
1 ez po dia:
2 ou mais ezes po dia:
1 a 2 ezes po semana:
Du an e as e eições
Du an e as e eições
Du an e as e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
In e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
Re eições e in e alo das e eições
5.5 | Guloseimas [Gomas, ca amelos, ebuçados]
Não consome
Ra amen e (dias de es a)
1 a 2 ezes po semana
Mais de 2 ezes po semana
Todos os dias
5.6 | Chocola e
Não consome
Ra amen e (dias de es a)
1 a 2 ezes po semana
Mais de 2 ezes po semana
Todos os dias
6.1 | Quan as ezes o seu ilho (a) esco a os den es po dia?
Não esco a dia iamen e
1 ez po dia
2 ezes po dia
mais 2 ezes po dia
6.2 | Quando e ec ua a esco agem?
Ao pequeno almoço
Ao almoço
Ao jan a
An es de do mi
6.3 | Ajuda o seu ilho (a) a esco a os den es?
Nunca, ele esco a sozinho
Semp e que esco a
Ajuda às ezes
1 ez ao dia
6.4. | Com que idade o seu ilho (a) começou a esco a os den es?
Anos:
Meses:
6.5 | Com que idade o seu ilho (a) começou a usa pas a dos den es?
Indique a idade: _________
6.6 | Qual a pas a de den es que u iliza? [Ve na embalagem]
Ma ca
Idade indicada na embalagem
6.7 | Qual a quan idade de pas a que coloca na esco a?
Su icien e pa a cob i oda a esco a
Quan idade semelhan e ao amanho de uma e ilha (+/- 1 cm)
Quan idade igual ao amanho da unha do dedo mindinho
6 | HÁBITOS SAÚDE ORAL
pa anhoSo iden e
Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o
www. md.up.p 01
HÁBITOS DE HIGIENE ORAL
Tipo de esco a
0 Nenhuma
1 Manual
2 Eléc ica de co en e
3 Eléc ica a pilhas
4 Ou a 
9 N/R
Nº de esco agens/dia
0 Nenhuma
1 1 ez
2 2 ezes
3 3 ezes
4 4 ou + ezes
5 Não sabe
9 N/R
Meios auxilia es
de higiene o al
0 Nenhum
1 Colu ó io
2 Fio/esco ilhão
3 Ou o 
4 Não sabe
9 N/R
Local onde e ec ua
higiene o al
0 Nenhum
1 Casa
2 Escola
3 Não sabe
9 N/R
HÁBITOS BUCAIS
0 Ausen es
1 Chupe a
2 Sucção labial
3 Sucção língual
4 Sucção do polega
5 Ou os dedos
6 Mo de o lábio
7 Rói as unhas
8 In e posição da língua
9 In e posição da bochecha
10 Ou os...
11 N/R
A aliação da ace
EXAME CLÍNICO EXTRA - ORAL
Assime ia acial
Pigmen ação/manchas na ace
A as amen o dos olhos
Fosse as labiais
Fenda labial
Fosse as au icula es
Pedículos de ca ilagem
Hipe que a ose
Sindac ilia (dedos undidos)
Polidac ilia (dedo sup anume á io)
P ega palma ans e sal (uni/bila e al)
Unhas displásicas
A aliação das mãos
A aliação dos olhos
A aliação dos lábios
A aliação das o elhas
NÃO
Co :....... Local..........
SIM
0 Não
1 Apa elho emo í el
2 Apa elho ixo
3 Ou o
9 Não egis ado
Fo og a ias in a-o ais
F on al
La e al di ei a
La e al esque da
Oclusal maxila
Oclusal mandibula
Fo og a ias aciais
F on al
F on al em so iso
Pe il di ei o
SÉRIE FOTOGRÁFICA Já e ec uou a amen o o odôn ico?
DADOS PESSOAIS
Núme o de Adesão : ______________ Da a de Adesão: _____ /_____ / ______
Nome: ____________________________________________________________________________ Da a de nascimen o : _____ /_____ / ______
Sexo: M F Mo ada : ___________________________________________________________________________________________
Tele one : ________________________ Telemó el: ________________________ B.I. : _______________________ NIF: _______________________
Nº U en e : ______________________ SNS: ___________________________ Bene iciá io : _______________ En idade: _________________
Escola: __________________________________________________________ Nome do P o esso /a: __________________________________
Peso : ______________ Al u a: _______________
Inse ção do eio labial
0 No mal
1 Al a
2 Baixa
9 N/R
Respi ação
0 Nasal
1 Bucal
9 N/R
Inse ção do eio lingual
0 No mal
1 Al a
2 Baixa
9 N/R
EXAME CLÍNICO INTRA - ORAL
Sup. In . Fenda pala ina
0 Não
1 Sim
9 N/R
Ú ula bí ida
0 Não
1 Sim
9 N/R
Pala o
pa anhoSo iden e
Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o
REGISTO DE CÁRIE
47 46 45 44 43 42 41 31 32 33 34 35 36 37
85 84 83 82 81 71 72 73 74 75
55 54 53 52 51
17 16 15 14 13 12 11
61 62 63 64 65
21 22 23 24 25 26 27
Den ição decídua:
Exis em den es 'in a-oclusão' ou anquilosados? Não? Sim ? Quais?________________________________________________
Den ição pe manen e:
Exis em den es com e upção e ida ou inclusão? Não? Sim ? Quais?________________________________________________
Algum amilia possui p oblemas de saúde al e ações semelhan es às do pacien e?
I mãos ? Pai ? Mãe ? Quais?____________________________________________________________________________
MEDICINA ORAL
Pa ologia
3 = Mucocelo
5 = Candidose
8 = Condyloma acumina um
0 = Sem lesões
1 = Úlce a (a osa, he pé ica, aumá ica)
2 = Abcesso den á io
4 = Língua geog á ica
6 = Hipe plasia epi elial ocal
9 = Anquiloglossia
Localização
5 = Gengi a
2 = Comissu a labial
3 = Mucosa labial
8 = Língua
0 = Sem lesões
1 = Lábios
6 = Pala o du o e mole
9 = Não egis ado
INFLAMAÇÃO GENGIVAL
[assinala com c uz (X) locais com hemo agia a é 15 segundos após sondagem do sulco gengi al com sonda pe iodon al]
55 54 53 52 51
18 17 16 15 14 13 12 11
61 62 63 64 65
21 22 23 24 25 26 27 28
M
V
D
P
85 84 83 82 81
48 47 46 45 44 43 42 41
71 72 73 74 75
31 32 33 34 35 36 37 38
M
V
D
L
Al e ação do núme o de den es
0 Não
1 Hipodon ia
2 Hipe don ia [Mesiodens ]
3 Hipe don ia [Ou os]
9 N/R
DENTES
Al e ação o ma den es
0 Não
1 Sim
9 N/R
E upção den á ia
0 No mal
1 Acele ada
2 A asada
9 N/R
Al e ação amanho den es
0 Não
1 Sim
9 N/R
7 = Gengi o-es oma i e he pé ica p imá ia
4 = Mucosa jugal
7 = Pa imen o da boca
10 = Cis o de e upção
11 = Ou a pa ologia ______________________
12 = Não egis ado
www. md.up.p 02
0 A São
1 B Ca iado
2 C Ob u ado, com cá ie
3 D Ob u ado, sem cá ie
4 E Pe dido, po cá ie
5 - Pe dido, po ou o mo i o
6 F Selan e de issu a
7 G
P ó ese ixa/co oa especial ou implan e
8 - Den e não e upcionado
T - T auma [ a u a]
9 - Não egis ado
DP DD CÓDIGOS
Sem
in lamação
gengi al
Não
egis ado
Vi o Teixei a
EBDa ies Buchanan Accep abili y Measu e.docx
45K
J. Ta a es < a a es.j @gmail.com> 15 de ou ub o de 2014 às 15:27
Pa a: ms eixei a < ms eixei a@mail. md.up.p >
Segue em anexo a espos a:
Dea E. Be han Da ies,
hank you o p o iding us a copy o he measu e you used and o he in o ma ion ega ding possible limi a ion o
i s use. Since we will ha e o ansla e you measu e o use i wi h Po uguese child en, you indica ions a e e y
help ull. We also hank you o you a ailabil y o answe u he ques ions, i any we e o a ise.
Wi hou any hing mo e o add, we'd like o cong a ula e you o he in es iga ion de eloped by you and you
colleague in his a ea.
Bes ega ds,
João Ta a es (Mas e 's s uden ) and P o . Ví o Teixei a (supe iso ).
[Ci ação ocul ada]
--
Com os meus melho es cump imen os,
João Ta a es
Gmail - Fwd: RE: Reques o he in e iew o he assessmen o child ... h ps://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=bc472bce42& iew=p &q...
2 de 2 26/05/2015 11:03

Anexo Nº4 – Ques ioná io de A aliação das Pe ceções das C ianças
sob e os Médicos Den is as
A aliação da Pe ceção das C ianças sob e os Médicos
Den is as (APCMD) - João Ta a esa e Ví o Teixei ab
a – Aluno do Mes ado In eg ado em Medicina Den á ia na Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o.
b – Dou o ado em Psicologia; P o esso Auxilia Con idado na Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o.
– A p eenche pelo en e is ado –
In o mações sob e a c iança
Nº Adesão
Escola
Sexo
Feminino
Masculino
Es e ques ioná io em como obje i o a alia as c enças das c ianças sob e os Médicos
Den is as, nomeadamen e no que diz espei o às Compe ência de Comunicação, Valo es,
Capacidade Técnica e Aplicação das Técnicas de Ges ão de Compo amen o.
– A p eenche pela c iança –
Lê com a enção as pe gun as que se seguem sob e os Médicos Den is as e esponde iscando
a “ca inha” co esponden e à ua espos a. Es as pe gun as se em pa a e mos uma ideia
daquilo que pensas sob e os Médicos Den is as e o abalho que eles azem. Mesmo se nunca
os e ao Médico Den is a, esponde de aco do com aquilo que achas que eles a iam ou não.
1
Os Médicos Den is as explicam bem os
a amen os e os ma e iais que u ilizam
2
Os Médicos Den is as azem abalhos boni os e
que du am mui o empo
3
Os Médicos Den is as en am esconde algumas
coisas (agulhas, anes esia, e c.) pa a pode em
aze os a amen os que que em
4
O Médico Den is a diz que eu aço demasiadas
pe gun as
5
Os Médicos Den is as azem as coisas com p essa,
sem se p eocupa em em aze o melho que
conseguem
6
Os Médicos Den is as dão-nos a opo unidade de
in e ompe a consul a quando p ecisamos
7
O Médico Den is a diz que não me ai doe , mas
depois acaba po doe
8
Os Médicos Den is as p ocu am que os pacien es
os ajudem pa a aze em os melho es a amen os
que conseguem
9
Os Médicos Den is as às ezes começam a
abalha sem eu pe cebe o que ão aze
10
Os Médicos Den is as a am as pessoas com
espei o e p eocupam-se em conhece os
pacien es
11
O Médico Den is a nunca az mais do que aquilo
que me disse que ia aze
12
Os Médicos Den is as p eocupam-se em não nos
magoa
13
Os Médicos Den is as alam com as pessoas e
que em que elas se sin am à on ade
14
Os Médicos Den is as explicam os meus p oblemas
e os a amen os que p eciso aos meus pais, mas
não a mim
15
Os Médicos Den is as sabem como a a dos
p oblemas dos pacien es
16
Os Médicos Den is as g i am com as pessoas
quando não es ão a ajuda com os a amen os
17
Os Médicos Den is as azem os a amen os com
mui a a enção e bem ei os
18
Os Médicos Den is as p eocupam-se com aquilo
que é melho pa a os pacien es
19
Os Médicos Den is as explicam-me que
a amen os enho de aze e po que que os enho
de aze
20
Os Médicos Den is as não se p eocupam em
epe i um a amen o que não gos emos
Anexo Nº5 – “Andan e”

Em pa ce ia com a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Uni e sidade do Po o
(Núme o de Adesão)
(Nome)
(Desenho so iso)
(Desenho “den is as”)
Olá,
Bem indo à Fa-
culdade de Medi-
cina Den á ia da
Uni e sidade do
Po o. Du an e es-
a isi a ais aze á ias a i idades.
Es e “andan e” se e pa a que as pesso-
as com quem es i e es ão ma cando o
que já izes e. Quando chega es a cada
pos o en ega à pessoa que e ecebe .
En e an o, ai ha e alguns momen os
de espe a. Suge imos que nesses mo-
men os aças um desenho sob e os den-
is as pa a deco a a capa do eu
“andan e”. Se ainda i e es empo,
a ás, podes desenha um so iso.
Pedimos que não ales al o, nem co as,
icando semp e jun o do eu g upo. Se
i e es alguma dú ida, ala com o eu
p o esso ou com alguém que ejas
com uma ba a.
E não e esqueças… So i!
Ras eio O al
CPM
Ques ioná io
Desenho
Anexo Nº6 – Decla ação de Au o ia
Decla ação
Monog a ia de In es igação/Rela ó io de A i idade Clínica
Decla o que o p esen e abalho, no âmbi o da Monog a ia de
In es igação/Rela ó io de A i idade Clínica, in eg ado no MIMD, da FMDUP, é da minha
au o ia e odas as on es o am de idamen e e e enciadas.
__/__/_____
O in es igado
__________________________________
(João Ra ael Fe ei a Ta a es)