scieee Open visual document viewer

Desenvolvimento e validação de um instrumento para avaliar as perceções das crianças sobre os Médicos Dentistas

João Rafael Ferreira Tavares

Full text

Desen ol imen o e alidação de um ins umen o pa a a alia as pe ceções das c ianças sob e os Médicos Den is as João Fe ei a Ta a es M 2015 MESTRADO INTEGRADO MeDicinA Den á iA João Fe ei a Ta a es. Desen ol imen o e alidação de um ins umen o pa a a alia as c enças das c ianças sob e os Médicos Den is as as c enças das c ianças sob e os Médicos Den is as Desen ol imen o e alidação de um ins umen o pa a a alia João Fe ei a Ta a es M. MDUP 2015 Faculdade de Medicina den á ia Uni e sidade do Po o Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o Rua D . Manuel Pe ei a da Sil a, 4200-393 Po o, Po ugal Desen ol imen o e alidação de um ins umen o pa a a alia a pe ceção das c ianças sob e o médico den is a Monog a ia de In es igação Médico Den á ia ap esen ada na Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o pa a ob enção do g au de Mes e em Medicina Den á ia João Ra ael Fe ei a Ta a es a a es.j @gmail.com O ien ado : D . Ví o Teixei a Coo ien ado a: D .ª Ma ia Lu des Pe ei a Po o, Maio de 2015 II Ag adecimen os Aos meus pais, i mãos, cunhadas e sob inha, pelo apoio incon es á el ao longo des es longos 5 anos, mesmo quando, à pa ida, não e a o meu obje i o de ida, ajudando-me a ganha gos o po uma p o issão que nunca pensei ou almejei p a ica . À minha namo ada, Cá ia Mané, pelo companhei ismo cons an e, amo e ca inho in e miná el, po a u a os meus des a ios nos dias de maio ne osismo e po e lu ado con a a minha dep essão desde o início des a jo nada. És e dadei amen e o meu amo . Às minhas colegas de se o , pelos momen os de descon ação no “galinhei o” e nas “ euniões do condomínio” e po a u a em as minhas pa oíces e b incadei as, especialmen e a minha binómia – Ana Bo ges – po e segu ado a box du an e as euniões de 10 minu os com o meu o ien ado e a i mãzi a – Raquel Macedo – po e i ado 2 ho as do seu empo de descanso pa a me ajuda a ecolhe e o dena inqué i os. Aos meus amigos da cidade na al, pelos ca és no u nos a discu i polí ica, jogos e ou os assun os de impo ância discu í el que me ajuda am a “ iaja ” um pouco quando a men e só pensa a em Medicina Den á ia. Ao meu o ien ado – D . Ví o Teixei a – po me e ajudado a in es iga um aspe o médico-den á io de in e esse pessoal (po ele despole ado nas aulas de Psicologia) com an o a inco, pelas explicações de es a ís ica, pela pe da de empo pessoal a ajuda com as ecolhas de dados e, acima de udo, pela disponibilidade com que me p esen eou, mesmo endo em con a a enchen e de colegas que p ocu a am o seu auxílio. À minha coo ien ado a – D .ª Ma ia de Lu des Pe ei a – pela disponibilidade pa a in e ompe a sua ho a de almoço pa a ecolhe inqué i os e ansc e e dados, pela au o ização pa a in eg a o p og ama Pa anhos So iden e e pela ajuda p eciosa que disponibilizou ao longo do desen ol imen o des a monog a ia. A odas as c ianças que pa icipa am no p og ama Pa anhos So iden es (e aos pais, p o esso es e esponsá eis da Jun a de F eguesia de Pa anhos que o na am o p og ama possí el) não só pela sua pa icipação, mas pelos momen os p eciosos de aleg ia que só as c ianças sabem c ia . A odos eles de o os meus mais p o undos e since os ag adecimen os po es a in es igação e po 5 anos de abalho á duo mas emendamen e ecompensado . III “Encon amo-nos no p ecipício da mudança. O mundo eme a ine i á el queda no abismo. Es á a en o a esse momen o… e quando ele chega , não hesi es em sal a . Apenas quando caí es descob i ás se consegues oa ” Fleme h IV Índice Ag adecimen os ....................................................................................................................... II Índice .......................................................................................................................................... IV Índice de Tabelas ..................................................................................................................... V Índice de Figu as ...................................................................................................................... V Índice de G á icos .................................................................................................................... V Resumo ....................................................................................................................................... 1 Abs ac ....................................................................................................................................... 2 In odução .................................................................................................................................. 3 Ma e iais e Mé odo ................................................................................................................... 6 Me odologia ............................................................................................................................. 6 Pa icipan es ............................................................................................................................ 6 Ins umen os ......................................................................................................................... 8 Ques ioná ios do Pa anhos So iden e ........................................................................... 8 Ques ioná io de Acei abilidade de Técnicas de Ges ão de Compo amen o ........... 8 A aliação da Pe ceção das C ianças sob e os Médicos Den is as............................ 8 P ocedimen o ...................................................................................................................... 10 Os p epa a i os ................................................................................................................. 10 O p imei o momen o (na FMDUP) ................................................................................. 11 O segundo momen o (na escola) ................................................................................... 11 P ocedimen o de análise de dados ............................................................................... 12 Resul ados ............................................................................................................................... 13 Pa e 1 – O que as c ianças pensam sob e a u ilização dos di e sos p ocedimen os den á ios pelo médico den is a? ........................................................................................ 13 Pa e 2 – Quais as ep esen ações que as c ianças êm sob e o médico den is a? . 18 Discussão ................................................................................................................................. 24 Conclusão ................................................................................................................................ 26 Re e ências .............................................................................................................................. 27 Anexos V Índice de Tabelas Tabela I - Ca ac e ização dos Pa icipan es do 1º Ano…..………...................................7 Tabela II - Ca ac e ização dos Pa icipan es do 4º Ano,,,,………………………………...7 Tabela III - Exemplo da Cons ução das Ques ões do Ins umen o………….…………...9 Tabela IV - F equência de Respos a ao QATGC……………………………..……………13 Tabela V - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função do Sexo da C iança…………………………………………………………………………………………15 Tabela VI - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função da Expe iência P é ia com a Medicina Den á ia……………………………………………………………………..15 Tabela VII - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função de e ido ou não Consul a po Do ………………………………………………………………………………16 Tabela VIII - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função da Necessidade de T a amen o……………………………………………………….........................................17 Tabela IX - Di e enças nas Respos as ao Ques ioná io em Função da Escola idade da Mãe……………………………………………………………………………………………..18 Tabela X - F equência das Respos as ao APCMD…………...……………………………19 Tabela XI - Média das Respos as a cada ques ão do APCMD…………………………..20 Tabela XII - Di e enças nas Respos as ao APCMD em Função do Sexo………………..22 Tabela XIII - Análise Fa o ial Explo a ó io do APCMD…………………………………….23 Índice de Figu as Figu a 1 - Ap esen ação da Escala de Respos as do APCMD .................................... 10 Índice de G á icos G á ico 1 - Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o – F equência.13 G á ico 2 - Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o – Médias……14 G á ico 3 - A aliação das Pe ceções das C inças sob e os Médicos Den is as - Médias ................................................................................................................................... 20 1 Resumo In odução: Em Medicina Den á ia as c enças que um indi íduo es abelece sob e a á ea são a o es impo an es na modulação do seu compo amen o an es, du an e e depois da consul a ou a o clínico. Es as c enças, es udadas ex ensi amen e no pacien e adul o, são es abelecidas ainda na in ância, sendo igualmen e impo an es na ges ão do pacien e pediá ico e de e minan es pa a o compo amen o da c iança em ambien e clínico no seu u u o. Obje i os: Desen ol e um ins umen o de a aliação das pe ceções das c ianças sob e os Médicos Den is as que pe mi a ajus a o compo amen o clínico e comuni á io dos Médicos Den is as às necessidades dos pacien es pediá icos. Me odologia: Foi ealizado uma in es igação jun o de 299 c ianças (189 do 1º ano do Ensino Básico e 110 do 4º ano pa icipan es no p og ama Pa anhos So iden e) em que se ecolhe am as suas espos as ao Ques ioná io de Acei abilidade das Técnicas de Ges ão do Compo amen o e ao no o ins umen o A aliação das Pe ceções das C ianças sob e os Médicos Den is as, ambos compos os pela ap esen ação de di e sos cená ios clínicos aos quais as c ianças espondem de aco do com a sua conco dância numa escala de Like com aces. Resul ados: Ve i ica-se uma endência das c ianças em p es a a enção pa icula ao compo amen o e comunicação do Médico Den is a com o pacien e. A u ilização da écnica de ges ão do compo amen o de Con olo po Voz é indesejada pelos pacien es pediá icos. Conclusões: Não endo sido possí el alida o ins umen o nes a ase, demons ou-se o seu po encial clínico e comuni á io e desc e e am-se ecomendações de e o mulação do mesmo pa a que possa se alidado e u ilizado nou as in es igações, como a simpli icação da linguagem u ilizada nas pe gun as, a subs i uição da escala de Like com aces po uma que p i ilegie a conco dância e não a emoção e ainda a ap esen ação dos cená ios clínicos po ou os meios. Pala as-Cha e C enças; Pe ceções; C iança; Médicos Den is as; Compo amen o; Pacien e Pediá ico. 2 Abs ac Backg ound: In Den is y, a pa ien ’s belie s on he subjec a e impo an ac o s in modula ing his o he s beha iou be o e, du ing and a e an appoin men o clinical ac . These belie s, ex ensi ely s udied in he adul pa ien , a e es ablished while in in ancy s age, being equally impo an in managing he paedia ic pa ien e de e mine he child’s beha iou in a clinical se ing h oughou his o he s li e. Aim: To de elop an ins umen o he e alua ion o child en’s pe cep ion on den al p ac i ione s which enables hem o adap hei clinical and communi a ian beha iou o he paedia ic pa ien ’s needs. Me hods: A o al o 299 child en (189 1s g ade s and 110 4 h g ade s om he Pa anhos So iden e p og am) answe ed he ques ionnai e Accep abili y o Beha iou al Managemen Techniques and he newly de eloped E alua ion o Child en’s Pe cep ions on Den al P ac i ione s, bo h ques ionnai es p esen ing clinical si ua ions on which child en commen on hei ag eemen wi h he si ua ion h ough a Like scale wi h aces. Resul s: A endency was e i ied o child en o ake special no ice o he den al p ac i ione ’s beha iou and pa ien -doc o communica ion. As o beha iou managemen echniques, Voice Con ol is unwan ed by paedia ic pa ien s. Conclusion: Tough alidi y o he newly de eloped ins umen is, a his poin , null, i ’s clinical and communi a ian po en ial is demons a ed and hus a e p esen ed mul iple ecommenda ions o he edesign o he ins umen , so i can be alida ed and used in u u e in es iga ions. These changes include he use o simple language in he ques ionnai e, he use o a scale ha p i ileges ag eemen o e emo ion and he p esen a ion o he clinical si ua ions h ough o he communica ion me hods. Keywo ds Belie s; Pe cep ions; Child; Den al P ac i ione s; Beha iou ; Paedia ic Pa ien . 3 In odução Na Medicina Den á ia, a Odon opedia ia assume-se como uma das mais as as á eas em e mos de undamen os e p ocedimen os. Baseada em conhecimen os de á ios domínios odon ológicos, médicos e compo amen ais aplicados à c iança em desen ol imen o e ao jo em, a á ea p ocu a inclui odo e qualque aspe o da saúde o al da aixa e á ia que lhe se e como obje o(1). É, po ém, undamen al que odos os Médicos Den is as enham em conside ação que as c ianças não são adul os pequenos, mas sim se es humanos com di ei os p óp ios e uma necessidade de cuidado e p o eção especiais. Pa a acili a um es ado de bem- es a comple o ísico, men al e social, é esponsabilidade do Médico Den is a assegu a a ó ima condição e uncionamen o das es u u as den á ias e o ais e a ausência de medo ou ansiedade den á ia (1, 2). O Médico Den is a de e comp eende que a c iança se encon a numa ase de c escimen o e desen ol imen o ísico, psicológico e social em que, embo a sob o cuidado dos pais ou u o es, nem semp e conseguem p e e as consequências das suas decisões e compo amen os. Um dos enómenos mais de e minan es a conside a no a amen o pediá ico é a capacidade das a i udes e compo amen os em elação à Medicina Den á ia du an e a in ância modula em, jun amen e com ou os a o es, os seus homólogos na ida adul a (3). De emos conside a que es es a o es psicossociais podem não só con ibui pa a a modi icação posi i a do compo amen o de um indi íduo em elação à saúde o al, mas ambém a ua como obs uções a qualque modi icação compo amen al no âmbi o da saúde pessoal (4). Na ob enção e manu enção de uma saúde o al adequada e do sucesso dos a amen os den á ios, pa a além da compe ência écnica do p o issional, a o es psicossociais como as a i udes e c enças dos indi íduos assumem um papel ulc al. Doshi de ine “a i ude” como uma espos a consis en e en e os sen imen os de um indi íduo e um compo amen o especí ico e “c ença” como uma ideia do que é conside ado e dadei o, independen emen e de, na ealidade, o se ou não (4). Nes e domínio, pode emos inclui um ou o a o psicossocial, explo ado po Dwo kin, denominado “pe ceção”, um p ocesso cogni i o complexo de inido como uma conjugação de es ímulos ex e nos e in e nos e o seu p ocessamen o, compos o po ês ases: Iden i icação – a eceção e p ocessamen o de es ímulos ex e nos que a ua como base pa a a iden i icação e ca ego ização de um ce o obje o; In e p e ação – p odução de um conjun o de juízos de alo sob e os es an es a ibu os do obje o; Ex apolação – c iação de expec a i as sob e o compo amen o de um de e minado obje o com base nos p ocessos an e io es (5). Conjugando os conhecimen os desc i os, podemos ex apola um modelo simples pa a a eação do se humano a um de e minado enómeno ou obje o, em que quando es e nos é ap esen ado p ocedemos à “pe ceção”, c iando “c enças” que se aduzem em “a i udes”. To na-se, en ão, e iden e que as pe ceções de um indi íduo sob e um ce o obje o, como a Medicina Den á ia, podem modula o seu compo amen o em elação a esse obje o, desen ol endo pad ões ípicos de eação a de e minados es ímulos (5). Na base des es pad ões compo amen ais pode es a a Ansiedade Den á ia, de inida como “um sen imen o de ap eensão em elação ao a amen o den á io e não necessa iamen e ligada a um es ímulo especí ico” (6), o nando o e i a do a amen o den á io e um dé ice da saúde o al enómenos ca ac e ís icos do pad ão compo amen al (7). 10 “posi i as” e “nega i as” e de uma ques ão ge al conside ada “neu a” que o neça uma opinião mais cla a da c iança. Pa a o egis o das espos as das c ianças en e is as op ou-se pela u ilização de um escala de Like associada a uma escala de aces, à semelhança do ins umen o desen ol ido po Da ies e Buchanan e da Modi ied Child Den al Anxie y Scale Faces (MCDAS ) (23, 28), em que o alo 1 co esponde à espos a “Penso que sim”, o alo 5 à espos a “Penso que não” e o alo 3 à espos a neu a “Às ezes sim, às ezes não”. A ap esen ação da escala oi in eg ada na olha de os o do inqué i o e explicada e balmen e, jun amen e com a me odologia de espos a, a cada c iança en e is ada. Figu a 1 - Ap esen ação da Escala de Respos as do APCMD P ocedimen o Os p epa a i os P e iamen e à ecolha dos dados psicossociais necessá ios pa a o p esen e es udo, p ocedeu-se à p epa ação das en e is as com os di e sos colegas associados ao p og ama PS, nomeadamen e os docen es da FMDUP esponsá eis pelo p og ama, os colegas do 4º ano do MIMD da FMDUP que ealiza am os as eios e as en e is as nas escolas e as colegas da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Uni e sidade do Po o (FPCEUP) que coo dena am as c ianças e ealiza am as en e is as du an e os as eios na C-FMDUP. Todos os en e is ado es o am ins uídos a ealiza a ap esen ação e explicação dos ques ioná ios e espe i as escalas e a p omo e a espon aneidade e indi idualidade das espos as, p e enindo as espos as em g upo e as espos as in luenciadas pela opinião dos colegas. A ecolha de dados ele an es pa a o p esen e es udo oi ealizada em dois momen os dis in os, ambos in eg ados nas ações comuni á ias do p og ama PS, ealizado pela FMDUP em colabo ação com a Jun a de F eguesia de Pa anhos (JFP). An e io men e a qualque con ac o com os pa icipan es do es udo, o am en egues ao con ac o na JFP os seguin es documen os: uma explicação do p og ama PS; um documen o de equisição de au o ização de pa icipação das c ianças no es udo e da ecolha de dados psicossociais sob e as mesmas e os espe i os núcleos amilia es; um inqué i o sob e o his o ial médico e médico-den á io da c iança pa icipan e e de di e sos aspe os sociodemog á icos do núcleo amilia ; uma e são aduzida do inqué i o Child en’s Beha io Ques ionnai e (CBQ) desen ol ido po Ro hba , e al (36, 37). Os documen os e e idos o am en egues pelos esponsá eis da JFP aos p o esso es de cada uma das 11 u mas que pa icipa am no p og ama, sendo que es es os dis ibuí am pelos pais de cada c iança. O p imei o momen o (na FMDUP) O p imei o momen o de ecolha de dados oco eu du an e os as eios clínicos ealizados na C-FMDUP. De aco do com o calendá io es abelecido en e os docen es da aculdade esponsá eis pelo p og ama, os co esponden es da JFP e os p o esso es do 1º e 4º anos do Ensino P imá io de cada escola pa icipan e, oi equisi ado um au oca o esponsá el po le a as c ianças e os espe i os p o esso es desde a sua escola a é à aculdade. As c ianças e os seus p o esso es o am di igidos pa a a sala de espe a da Clínica da Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o (C-FMDUP), onde o am en egues às c ianças do 1º ano os “Andan es” ( e anexo nº5) – um documen o que in eg a uma mensagem de boas- indas, uma lis a das a i idades em que as c ianças pa icipam e espaços pa a que as c ianças possam desenha algo ela i o aos emas “Medicina Den á ia” e “So iso”. Ainda na sala de espe a, as c ianças o am di ididas em g upos e dis ibuídas pelas di e en es a i idades: as eio na Clínica e e uado pelos alunos do 4º ano do MIMD-FMDUP; desenhos na sala de espe a; inqué i os psicossociais numa sala p óp ia. Nes e p imei o momen o de ecolha de dados o am dis ibuídas, como pa e dos inqué i os psicossociais, e sões aduzidas do ques ioná io desen ol ido po Da ies & Buchanan, in i ulado “Ques ioná io de Pe ceção das Técnicas da Ges ão de Compo amen o” (23). As c ianças esponde am indi idualmen e ao ques ioná io, acompanhadas po en e is ado es p e iamen e einados, que assegu a am a espon aneidade e p i acidade das espos as. Com o deco e das a i idades, os á ios g upos o mados al e na am en e as di e en es a i idades. Tendo odos os pa icipan es in eg ado odos os di e en es e en os, eg essa am à espe i a escola no au oca o cedido pela JFP. O segundo momen o (na escola) O segundo momen o de ecolha de dados oi ealizado du an e as isi as dos alunos do 4º ano do MIMD-FMDUP às escolas pa icipan es no p og ama PS, onde ealiza am no os as eios e desen ol e am ações de p omoção de saúde o al a a és da ins ução de higiene o al, dis ibuição de esco as e pas as den á ia e ap esen ação de pales as e/ou a i idades educa i as. Du an e as isi as às escolas, os colegas dis ibuí am cópias do ins umen o desen ol ido – “A aliação da Pe ceção das C ianças sob e os Médicos Den is as” – pelos alunos do 1º e 4º ano de cada escola, di idindo-os em pequenos g upos e ealizando en e is as indi iduais em que explica am o con eúdo do inqué i o, o seu obje i o e a me odologia de espos a. Os inqué i os o am en ão en egues aos in es igado es pa a se ei a co espondência com os dados ecolhidos no 1º momen o e egis ados odos os dados. Simul aneamen e, oi solici ada jun o dos colegas esponsá eis pela ecolha de dados - incluindo a docen e da FPCEUP que acompanhou os alunos da FMDUP no 12 desen ol imen o de um es udo p óp io e auxiliou na ecolha de dados ela i os ao ins umen o em desen ol imen o - e dos p o esso es esponsá eis pelo p og ama Pa anhos So iden e as espe i as opiniões sob e o ins umen o. P ocedimen o de análise de dados Fo am analisadas di e sas hipó eses, ele an es pa a a emá ica em ques ão, no deco e da in es igação, eco endo ao so wa e SPSS S a is ics (IBM Co p. Released 2013. IBM SPSS S a is ics o Windows, Ve sion 22.0. A monk, NY: IBM Co p). A hipó ese de que as espos as ao QATGC di e em de aco do com o Sexo oi a aliada pelo es e não-pa amé ico de Mann-Whi ney de amos as independen es. As hipó eses de que as espos as ao QATGC di e em de aco do com a his ó ia de isi as ao Médico Den is a (Idas ao Médico Den is a) e do como mo i o de consul a (Consul a po Do ) o am a aliadas pelo es e T-s uden pa a igualdade de médias de amos as independen es. As hipó eses de que as espos as ao QATGC di e em de aco do com o ní el socioeconómico amilia , ep esen ado pela Escola idade da Mãe, e necessidade de a amen o de inida no as eio na C-FMDUP (Necessidade de T a amen o) o am a aliadas po uma análise de a iância simples, ANOVA. A hipó ese de que as espos as ao ins umen o APCMD di e em de aco do com o sexo da c iança en e is ada oi a aliada pelo es e não pa amé ico de Mann-Whi ney de amos as independen es. Foi ealizada uma Análise Fa o ial Explo a ó ia (38, 39) das a iá eis que in eg am o ins umen o em desen ol imen o pa a ex ação do núme o de a o es associados às mesmas. 13 Resul ados Pa e 1 – O que as c ianças pensam sob e a u ilização dos di e sos p ocedimen os den á ios pelo médico den is a? A aplicação do QATGC pe mi iu ecolhe dados sob e a opinião das c ianças pa icipan es no es udo em elação às écnicas de ges ão do compo amen o mais habi ualmen e desc i as na li e a u a. O g á ico 1 demons a a equência de espos as em elação aos di e sos i ens do ques ioná io desen ol ido po Da ies e Buchanan. G á ico 1 Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o - F equências Ve i icou-se uma endência ge al pa a a acei abilidade o al (“Sen ia-me bem”) ou pa cial (“Sen ia-me bem, mas não mui o”) na g ande maio ia dos cená ios p opos os, à exceção da Ques ão Nº2 (“Imagina que es ás a mexe - e mui o na cadei a, como é no mal aze mos quando es amos ne osos. Se o eu den is a alasse al o e e mandasse es a quie o, como e sen i ias em elação a ele aze isso?”) em que a espos a neu a (“Não me azia di e ença”) e as espos as nega i as (“Não gos a a, mas não mui o” e “Não gos a a nada”) o am mais equen emen e selecionadas do que a espos a de acei abilidade pa cial, po ém mui o menos equen es do que a espos a de acei abilidade o al. Na abela IV encon am-se disc iminadas as equências de espos a pa a cada i em do ques ioná io. 0 50 100 150 200 250 To al Sen ia-me Bem Sen ia-me bem mas não mui o Não me azia di e ença Não gos a a, mas não mui o Não gos a a nada 14 Tabela IV - F equência de Respos a do QATGC Escala Numé ica de Respos a 1 2 3 4 5 To al Nº 1 - Mos a P eocupação 157 20 10 4 4 196 Nº 2 – Con olo po Voz 19 23 59 43 52 196 Nº 3 – Recompensa 171 18 3 1 2 195 Nº 4 – Tell-Show-Do 98 43 45 7 3 196 Nº 5 – Explicação 121 36 24 11 4 196 Nº 6 - S op 115 41 30 6 4 196 Nº 7 – Dis ação 154 22 7 7 6 196 Nº 8 – Sedação 117 43 24 5 7 196 1 – “Sen ia-me bem”; 2 – “Sen ia-me bem, mas não mui o”; 3 – “Não me azia di e ença”; 4 – “Não gos a a, mas não mui o”; 5 – “Não gos a a nada” No g á ico 2, que ep esen a as médias das espos as das c ianças pa icipan es de aco do com o seu sexo, podemos e i ica não só a endência à acei abilidade dos di e sos cená ios p opos os ( alo es in e io es a 2 co espondem a um maio núme o de espos a 1 – “Sen ia-me bem” – e 2 – “Sen ia-me bem, mas não mui o”) na g ande maio ia das ques ões, com exceção da Ques ão Nº2 co esponden e ao “Con olo po Voz”, mas ambém a uni o midade de opiniões en e c ianças do sexo masculino e do sexo eminino. G á ico 2 Acei abilidade das Técnicas de Ges ão de Compo amen o - Médias Na Tabela V es ão desc i as as médias das espos as às di e en es ques ões do ins umen o de aco do com o sexo das c ianças. 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 To al Rapazes Rapa igas 15 Tabela V - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção do sexo da c iança Masculino (N=84) Feminino (N=112) U M dp M dp Nº 1 - Mos a P eocupação 1.21 0.762 1.44 0.888 0.007** Nº 2 – Con olo po Voz 3.50 1.237 3.39 1.290 0.508 ns Nº 3 – Recompensa 1.13 0.375 1.21 0.690 0.855 ns Nº 4 – Tell-Show-Do 1.74 0.920 1.93 1.046 0.222 ns Nº 5 – Explicação 1.73 1.155 1.64 0.919 0.872 ns Nº 6 – S op 1.68 1.008 1.70 0.957 0.730 ns Nº 7 – Dis ação 1.38 0.863 1.44 1.011 0.936 ns Nº 8 – Sedação 1.62 1.005 1.73 1.040 0.367 ns ** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o Ve i ica-se que as apa igas ap esen am esul ados mais ele ados que os apazes na Ques ão Nº1 e que as di e enças obse adas o am es a is icamen e signi ica i as (p = 0.007). Nas es an es ques ões do QPTGC não se e i ica am di e enças signi ica i as en e as espos as das apa igas e dos apazes. A Tabela VI desc e e as di e enças en e as espos as das c ianças com his ó ia de consul a de Medicina Den á ia e sem a mesma his ó ia. Tabela VI - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção da expe iência p é ia com a MD Já oi pelo menos uma ez (N=107) Nunca oi (N=25) U M dp M dp Nº 1 - Mos a P eocupação 1.33 0.786 1.48 1.122 0.424 ns Nº 2 – Con olo po Voz 3.50 1.313 3.16 1.313 0.239 ns Nº 3 – Recompensa 1.05 0.212 1.16 0.473 0.070 ns Nº 4 – Tell-Show-Do 1.77 0.977 1.60 0.707 0.424 ns Nº 5 – Explicação 1.58 0.922 1.44 0.768 0.485 ns Nº 6 – S op 1.66 0.951 1.84 1.028 0.412 ns Nº 7 – Dis ação 1.36 0.894 1.48 0.872 0.560 ns Nº 8 – Sedação 1.77 1.095 1.64 0.952 0.596 ns ** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o Não se e i ica am di e enças es a is icamen e signi ica i as nas espos as de um e de ou o g upo. A en ando na Tabela VII podemos e i ica as di e enças nas espos as en e as c ianças que isi a am o Médico Den is a po mo i o de do e as c ianças que o ize am po ou o mo i o que não do . 16 Tabela VII - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção de e ido ou não consul a po do Consul a po Do (N=13) Consul a po ou o mo i o (N=82) U M dp M dp Nº 1 - Mos a P eocupação 1.54 0.967 1.27 0.668 0.208 ns Nº 2 – Con olo po Voz 3.62 1.502 3.48 1.279 0.722 ns Nº 3 – Recompensa 1.00 0.000 1.07 0.262 0.319 ns Nº 4 – Tell-Show-Do 2.00 1.225 1.80 0.949 0.510 ns Nº 5 – Explicação 1.46 0.660 1.66 0.997 0.493 ns Nº 6 – S op 1.85 1.144 1.62 0.911 0.429 ns Nº 7 – Dis ação 1.46 1.127 1.34 0.849 0.652 ns Nº 8 – Sedação 1.85 1.068 1.80 1.094 0.899 ns ** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o Não se e i ica am di e enças es a is icamen e signi ica i as en e as espos as das c ianças que isi am o Médico Den is a po do e das c ianças que o ize am po ou o mo i o. A Tabela VIII desc e e as di e enças das espos as ao ques ioná io de aco do com a necessidade de a amen o a ibuída du an e o as eio na C-FMDUP. Tabela VIII - Di e enças nas espos as ao ques ioná io em unção da necessidade de a amen o Consul a de Man. (N=24) T a amen o (N=79) T a amen o u gen e (N=26) Z M dp M dp M dp Nº 1 - Mos a P eocupação 1.13 0.338 1.38 0.938 1.46 0.948 1.081 Nº 2 – Con olo po Voz 3.25 1.29 3.34 1.31 4.08 1.05 3.75* Nº 3 – Recompensa 1.13 0.338 1.10 0.411 1.15 0.543 0.153 Nº 4 – Tell-Show-Do 1.58 0.929 1.70 0.837 1.92 1.093 0.945 Nº 5 – Explicação 1.67 1.049 1.52 0.890 1.69 0.928 0.465 Nº 6 – S op 1.67 0.963 1.72 1.061 1.73 0.919 0.032 Nº 7 – Dis ação 1.17 0.381 1.48 0.959 1.68 1.320 1.859 Nº 8 – Sedação 2.08 1.442 1.58 0.810 1.77 1.243 2.162 ** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o 17 Os esul ados mos am que as c ianças com necessidade de a amen o u gen e a aliam a Ques ão Nº2 de o ma mais g a e (M=4.08, dp=.1.05) do que as c ianças que apenas necessi am de consul a de manu enção (M=3.25, dp=1.29) e do que as que necessi am de um a amen o não u gen e (M=3,34, dp=1.31; z(126)=3.75, p=.026). Em elação às es an es ques ões não se e i ica am di e enças signi ica i as nas espos as em unção da necessidade de a amen o das c ianças. A Tabela IX desc e e as di e enças das espos as ao ques ioná io de aco do com a Escola idade da Mãe, o de e minan e socioeconómico u ilizado nes e es udo. Tabela IX - Di e enças das epos as ao ques ioná io em unção da escola idade ma e na Ensino Básico (N=43) Ensino Secundá io (N=38) Ensino Supe io (N=53) Z M dp M dp M dp Nº 1 - Mos a P eocupação 1.35 0.870 1.37 0.913 1.38 0.837 0.013 Nº 2 – Con olo po Voz 3.44 1.419 3.50 1.371 3.42 1.184 0.047 Nº 3 – Recompensa 1.09 0.366 1.13 0.414 1.11 0.467 0.085 Nº 4 – Tell-Show-Do 1.74 0.954 1.74 0.950 1.75 0.918 0.004 Nº 5 – Explicação 1.74 1.049 1.50 0.893 1.55 0.822 0.840 Nº 6 - S op 1.63 0.846 1.61 0.974 1.77 1.050 0.424 Nº 7 – Dis ação 1.53 1.032 1.29 0.654 1.36 0.901 0.852 Nº 8 – Sedação 1.70 1.013 1.84 1.151 1.72 1.063 0.215 ** p<.01; * p<.05; ns – não signi ica i o Não se e i ica am di e enças signi ica i as nas espos as em elação à escola idade da mãe da c iança. 18 Pa e 2 – Quais as ep esen ações que as c ianças êm sob e o médico den is a? Na Tabela X es ão desc i as as equências das espos as aos di e en es i ens do APCMD, aplicado em c ianças do 4º do Ensino Básico. Tabela X - F equência das espos as ao APCMD Escala Numé ica de Respos a 1 2 3 4 5 To al Ques ão Nº1 75 3 0 0 0 78 Ques ão Nº 2 64 7 6 1 0 78 Ques ão Nº 3 10 1 12 15 39 77 Ques ão Nº 4 33 9 12 9 14 77 Ques ão Nº 5 59 4 4 4 7 78 Ques ão Nº 6 44 6 21 1 6 78 Ques ão Nº 7 22 11 21 9 15 78 Ques ão Nº 8 61 7 3 2 3 76 Ques ão Nº 9 39 2 16 7 14 78 Ques ão Nº 10 71 1 3 1 2 78 Ques ão Nº 11 41 8 12 4 12 77 Ques ão Nº 12 74 2 0 0 2 78 Ques ão Nº 13 68 2 5 2 0 77 Ques ão Nº 14 31 10 14 4 18 77 Ques ão Nº 15 73 4 0 0 1 78 Ques ão Nº 16 67 5 5 0 0 77 Ques ão Nº 17 78 0 0 0 0 78 Ques ão Nº 18 71 6 0 0 1 78 Ques ão Nº 19 71 4 1 0 2 78 Ques ão Nº 20 38 10 12 3 15 78 É impo an e no a que, pelo seu ca ác e nega i o desc i o an e io men e, as ques ões nº 3, 4, 5, 7, 9, 14, 16 e 20 o a sujei as a uma in e são da co ação das espos as du an e a análise es a ís ica. Es a in e são de alo es de espos a pe mi e compensa a cono ação nega i a da ques ão, assegu ando que alo es mais baixos co espondem a uma pe ceção mais posi i a do cená io p opos o e ice- e sa. Há uma endência cla a em conside a os cená ios posi i os (Ques ões Nº 1, 2, 6, 10, 11, 12, 15 e 19) e neu os (Ques ões Nº 8, 13, 17 e 18) desc i os no ins umen o como si uações ag adá eis, em que a c iança não sen e descon o o ele an e. 19 A Ques ão Nº7 (“O Médico Den is a diz que não me ai doe , mas depois acaba po doe ”) ap esen a a dis ibuição mais equi alen e pelas di e en es espos as. Já a Ques ão Nº17 (“Os Médicos Den is as azem os a amen os com mui a a enção e bem ei os”) ap esen a uma a iação de espos a nula ( odas as c ianças esponde am “1 – Sen ia-me bem com isso”), não sendo uma a iá el aplicá el nes e ipo de es udo. A Ques ão Nº3 (“Os Médicos Den is as en am esconde algumas coisas (agulhas, anes esia, e c.) pa a pode em aze os a amen os que que em”), que aduz um cená io nega i o, ap esen ou o maio núme o de espos as nega i as (N=39). A Tabela XI desc e e a média das espos as das c ianças no ins umen o em desen ol imen o. Tabela XI - Média das espos as a cada ques ão do APCMD N M dp Ques ão Nº1 78 1.04 0.194 Ques ão Nº 2 78 1.28 0.662 Ques ão Nº 3 77 3.94 1.380 Ques ão Nº 4 77 2.51 1.570 Ques ão Nº 5 78 1.67 1.316 Ques ão Nº 6 78 196 1.263 Ques ão Nº 7 78 2.79 1.463 Ques ão Nº 8 76 1.41 0.982 Ques ão Nº 9 78 2.42 1.592 Ques ão Nº 10 78 1.23 0.805 Ques ão Nº 11 77 2.19 1.513 Ques ão Nº 12 78 1.13 0.652 Ques ão Nº 13 77 1.23 0.686 Ques ão Nº 14 77 2.58 1.609 Ques ão Nº 15 78 1.10 0.499 Ques ão Nº 16 77 1.19 0.539 Ques ão Nº 17 78 1.00 0.000 Ques ão Nº 18 78 1.13 0.519 Ques ão Nº 19 78 1.18 0.698 Ques ão Nº 20 78 2.32 1.567 Reco de-se que alo es de média mais baixos se aduzem em pe ceções posi i as do Médico Den is a, sendo que alo es mais ele ados es ão associados a pe ceções nega i as. Assim sendo, e i ica-se a endência das c ianças em conside a em a si uação desc i a na Ques ão Nº3 como uma expe iência nega i a, enquan o a si uação desc i a na Ques ão Nº17 se e ela uma pe ceção unanimemen e posi i a. 26 “adolescen e”), de e á esul a numa melho adap ação do mesmo às necessidades da c iança e, po conseguin e, numa mais iel ep odução das suas c enças. Conclusão A ciência assume-se como um p ocesso de descobe a e de cons an e e o mulações, lidando adequadamen e com as con a iedades. Nes a men alidade cien í ica, o desen ol imen o de monog a ias de in es igação e ou as me odologias de in es igação cien í ica são p ocessos al amen e indu o es da on ade de descob i e melho a . Na Medicina Den á ia, a in es igação assume um papel ulc al, sendo ambém um de e das ins i uições de ensino p omo e a o mação de p o issionais capazes não só de ealiza boas in es igações mas ambém p ocu a no as o mas de p es a se iço à comunidade, que di e a ou indi e amen e. O p og ama PS encaixa nes a iloso ia académica, pois pe mi e o ma p o issionais com um la go espe o de ação, pois além de ob iga ao con ac o clínico e comuni á io com di e en es c ianças com di e en es necessidades, é do ado de um epe ó io as o e di e si icado de pa icipan es com os quais qualque in es igação pode se en iquecida, que enha uma índole psicológica ou ísica. A p esen e in es igação, u o de uma colabo ação as a en e di e en es ins i uições e p o issionais, ainda que não esul ando num ins umen o álido e sólido, des aca não só a necessidade clínica e comuni á ia de a alia as c enças das c ianças sob e os Médicos Den is as, como o nece uma base impo an e pa a o desen ol imen o de um ou mais ins umen os com as e e idas ca ac e ís icas. Da e o mulação, e olução e análise do ins umen o aqui desc i o, pode á se c iada uma e amen a ulc al pa a melho a o cuidado ao pacien e em Medicina Den á ia. 27 Re e ências 1. Koch G, Poulsen S. Pedia ic Den is y: A Clinical App oach. 2 ed: Wiley- Blackwell; 2009. 360 p. 2. WHO, edi o P eamble o he Cons i u ion o he Wo ld Heal h O ganiza ion as adop ed by he In e na ional Heal h Con e ence, New Yo k, 19-22 June, 1946. In e na ional Heal h Con e ence; 1946 19-22 June, 1946; New Yo k: O icial Reco ds o he Wo ld Heal h O ganiza ion. 3. Coolidge T, Heima M, Coldwell S, Weins ein P, Milg om P. Psychome ic p ope ies o he Re ised Den al Belie s Su ey. Communi y Den O al Epidemiol. 2005;33:289-97. 4. Doshi D, Reddy B, Kulka ni S, Ka unaka P. Sel - epo ed A i udes and Belie s Towa ds Den al Ca e Among a Sou h Indian Popula ion. O al Heal h P e Den . 2014;2:125-31. 5. Dwo kin S, Fe ence T, Giddon D. Beha io al Science And Den al P ac ice. 1 ed. Sain Louis: Mosby; 1978. 291 p. 6. Gup a A, Ma ya C, Bha ia H, Dahiya V. Beha iou managemen o an anxious child. S oma ologija, Bal ic Den al and Maxillo acial Jou nal. 2014;16:3-6. 7. S eneb and A, Boman W, Hakebe g M. Gene al ea ulness, a i udes o den al ca e, and den al anxie y in adolescen s. Eu opean Jou nal o O al Sciences. 2013;121. 8. E ciyas K, Hamamci Z, Buyukoz u k S, E ciyas A. Re ised den al belie s su ey: eliabili y and alidi y o a 22-i em modi ied Tu kish e sion. Jou nal o O al Rehabili a ion. 2009;36:831-9. 9. Ab ahamsson K, Hakebe g M, S enman J, Öh n K. Den al belie s: e alua ion o heSwedish e sion o he e ised Den al Belie s Su ey in di e en pa ien g oups and in a non-clinical s uden sample. Eu J O al Sci. 2006;114:209-15. 10. Kulich K, Be gg en U, Hakebe g M, Gus a sson J. Fac o s uc u e o he Den al Belie s Su ey in a den al phobic popula ion. Eu J O al Sci. 2001;109:235-40. 11. Ab ahamsson K, Be gg en U, Hakebe g M, Ca lsson S. The impo ance o den al belie s o he ou come o den al- ea ea men . Eu J O al Sci. 2003;111:99-105. 12. K ale G, Milg om P, Ge z T, Weins ein P, Johnsen TB. Belie s abou p o essional e hics, den is -pa ien communica ion, con ol and us among ea ul den al pa ien s: he ac o s uc u e o he e ised den al belie s su ey. Ac a Odon ol Scand. 2004;62:21- 9. 13. Öh n K, Hakebe g M, Ab ahamsson K. Den al belie s, pa ien s' speci ic a i udes owa ds den is s and den al hygienis s: a compa a i e s udy. In J Den Hygiene. 2008;6:205-13. 14. Acha ya S. Fac o s a ec ing den al anxie y and belie s in an Indian popula ion. Jou nal o O al Rehabili a ion. 2008;35:259-67. 15. Chhab a N, Chhab a A. Pa en al knowledge, a i udes and cul u al belie s ega ding o al heal h and den al ca e o p eschool child en in an Indian popula ion: a quan i a i e s udy. Eu opean A chi es o Paedia ic Den is y. 2012;13(2):76-82. 16. Panda A, Ga g I, Anamaya PB. Child en's pe spec i e on he den is 's a i e. In e na ional Jou nal o Paedia ic Den is y. 2014;24(1):98-103. 17. Gill P, S ewa K, Che cu i D, Ches nu I. Child en's unde s anding o and mo i a ions o oo hb ushing: a quali a i e s udy. In e na ional Jou nal o Den al Hygiene. 2011;9(1):79-86. 18. Smi h P, F eeman R. Remembe ing and epea ing childhood den al ea men expe iences: pa en s, hei child en, and ba ie s o den al ca e. In e na ional Jou nal o Paedia ic Den is y. 2010;20:50-8. 19. Vujicic M, Nasseh K. A Decade in Den al Ca e U iliza ion among Adul s and Child en (2001-2010). Heal h Se ices Resea ch. 2014;49(2). 20. P ins P, Vee kamp J, Ho s G , Jong Ad, Tan L. Beha iou o den is s and child pa ien s du ing ea men . Communi y Den O al Epidemiol. 1987;15(1):253-7. 28 21. Pinkham J, Casamassimo P, McTigue D, Fields H, Nowak A. Pedia ic Den is y: In ancy Th ough Adolescence. 4 ed: Mosby; 2005. 750 p. 22. Mos o sky D, Fo gione A, Giddon D. Beha io al Den is y. 1 ed: Wiley-Blackwell; 2006. 23. Da ies EB, Buchanan H. An explo a o y s udy in es iga ing child en's pe cep ions o den al beha iou al managemen echniques. In e na ional Jou nal o Paedia ic Den is y. 2013;23(1):297-309. 24. Mi al R, Sha ma M. Assessmen o psychological e ec s o den al ea men on child en. Con empo a y Clinical Den is y. 2012;3(5):2-7. 25. Chia-shu L. Pain ca as ophizing in den al pa ien s: implica ions o ea men managemen . JADA. 2013;144(11):1244-51. 26. Liddell A, Rabinowi z FM, Pe e son C. Rela ionship Be ween Age Changes in Child en's Den al Anxie y and Pe cep ion o Den al Expe iences. Cogni i e The apy and Resea ch. 1997;21(6):619-31. 27. Ab ahamsson K, Be gg en U, Hallbe g L, Ca lsson S. Den al phobic pa ien s' iew o den al anxie y and expe iences in den al ca e: a quali a i e s udy. Scand J Ca ing Sci. 2002;16:188-96. 28. Howa d K, F eeman R. Reliabili y and alidi y o a aces e sion o he Modi ied Child Den al Anxie y Scale. In e na ional Jou nal o Paedia ic Den is y. 2007;17:281-8. 29. Ma sac M, Funk J. Rela ionships among psychological unc ioning, den al anxie y, pain pe cep ion and coping in child en and adolescen s. J Den Child. 2008;75:243-51. 30. Coolidge T, Hills ead MB, Fa jo N, Weins ein P, Coldwell S. Addi ional psychome ic da a o he Spanish Modi ied Den al Anxie y Scale, and psychome ic da a o a Spanish e sion o he Re ised Den al Belie s Su ey. BMC O al Heal h. 2010;10:12. 31. Zhou Y, Came on E, Fo bes G, Humph is G. Sys ema ic e iew o he e ec o den al s a beha iou on child den al pa ien anxie y and beha iou . Pa ien Educa ion and Counseling. 2011;85. 32. Goe ems M, A denghi T, Dema co F, Romano A, To iani D. Child en's use o den al se ices: in luence o ma e nal den al anxie y, a endance pa e n, and pe cep ion o child en's quali y o li e. Communi y Den O al Epidemiol. 2012;40(1):451-8. 33. Réka G, Melinda S, K isz ina M. Epidemiological Su ey o Den al Fea and Anxie y in Child en Li ing in T ansyl ania. Ac a Medica Ma isiensis. 2014;60(4). 34. Ab ahamsson K, Öh n K, Hakebe g M. Den al belie s: ac o s uc u e o he e ised den al belie s su ey in a g oup o egula den al pa ien s. Eu J O al Sci. 2009;117:720-7. 35. Welly A, Lang H, Welly D, K opp P. Impac o den al a mosphe e and beha iou o he den is on child en's coope a ion. Appl Psychophysiol Bio eedback. 2012;37(1):195-204. 36. Pu nam S, Ro hba M. De elopmen o Sho and Ve y Sho Fo ms o The Child en's Beha io Ques ionnai e. Jou nal o Pe sonali y Assessmen . 2006;87(1):103- 13. 37. Ro hba M, Ahadi S, He shey K, Fishe P. In es iga ions o Tempe amen a Th ee o Se en Yea s: The Child en's Beha io Ques ionnai e. Child De elopmen . 2001;72(5):1394-408. 38. La os J. O Uso da Análise Fa o ial: Algumas Di e izes pa a Pesquisado es. In: LabPam, edi o . Análise Fa o ial pa a Pesquisado es. 1. B asília: LabPam; 2005. p. 141- 60. 39. Pe al a J, Sánchez M, T ianes M, Fuen e J. Es udio de la alidez in e na y ex e na de un cues iona io sob e conduc as p oblemá icas pa a la con i encia según el p o eso . Psicologia, Saúde & Doenças. 2003;4(1):83-96. 40. Mi za B, Syed A, Izha F, Khan A. O al heal h a i udes, knowledge, and beha io amongs high and low socioeconomic school going child en in Laho e, Pakis an. Pakis an O al & Den al Jou nal. 2011;31(2):369-401. 29 41. Nakai Y, Hi akawa T, Milg om P, Coolidge T, Heima M, Mo i Y, e al. The Child en's Fea Su ey Schedule-Den al Subscale in Japan. Communi y Den O al Epidemiol. 2005;33:196-204. 42. A apos a his K, Coolidge T, Emmanouil D, Ko sanos N. Reliabili y and alidi y o he G eek e sion o he Child en's Fea Su ey Schedule-Den al Subscale. In J Paedia Den . 2008;18:374-9. ANEXOS Anexo Nº1 - Ques ioná ios de Recolha de Dados e de Consen imen o In o mado pa a o P og ama Pa anhos So iden e Núme o de Adesão: ________ Ca o Enca egado de Educação Es e ques ioná io encon a-se in eg ado no p ojec o pa anhoSo iden e, no qual a sua c iança é pa icipan e e des ina-se a conhece melho alguns dos ac o es que, de algum modo, podem in luencia a saúde o al das c ianças. Assinale com um X a opção co ec a nos espaços co esponden es. Nome C iança: ___________________________________________________ Da a Nascimen o: _____ /____________ / ____ 5.1 | Re ige an es gasei icados [Colas, Sp i e, Fan a …] Não Consome Ra amen e (dias de es a) 1 ez po dia: 2 ou mais ezes po dia: 1 a 2 ezes po semana: Du an e as e eições Du an e as e eições Du an e as e eições In e alo das e eições In e alo das e eições In e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições 5.2 | Re ige an es não gasei icados [Ice Tea …] Não Consome Ra amen e (dias de es a) 1 ez po dia: 2 ou mais ezes po dia: 1 a 2 ezes po semana: Du an e as e eições Du an e as e eições Du an e as e eições In e alo das e eições In e alo das e eições In e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições 5.3 | Sumos de u os [Na u al ou néc a …] Não Consome Ra amen e (dias de es a) 1 ez po dia: 2 ou mais ezes po dia: 1 a 2 ezes po semana: Du an e as e eições Du an e as e eições Du an e as e eições In e alo das e eições In e alo das e eições In e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Secundá io Ensino Supe io 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º Bacha ela o Licencia u a Pós-g aduação 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Secundá io Ensino Supe io 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º Bacha ela o Licencia u a Pós-g aduação 3 | Visi as da c iança ao den is a 1 ez po ano Mais que uma ez po ano Menos que uma ez po ano Nunca oi ao den is a 4 | Mo i o da consul a Ro ina Do Apa elho de co ecção den á ia Ou os [P ó ese; _____________ ] DADOS PESSOAIS 1 | ESCOLARIDADE DA MÃE [assinale com uma c uz o ul imo ano de escola idade que concluiu] 2 | ESCOLARIDADE DO PAI [assinale com uma c uz o ul imo ano de escola idade que concluiu] 5 | HÁBITOS ALIMENTARES 5.4 | Alimen os açuca ados [bolos ou bolachas …] Não Consome Ra amen e (dias de es a) 1 ez po dia: 2 ou mais ezes po dia: 1 a 2 ezes po semana: Du an e as e eições Du an e as e eições Du an e as e eições In e alo das e eições In e alo das e eições In e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições Re eições e in e alo das e eições 5.5 | Guloseimas [Gomas, ca amelos, ebuçados] Não consome Ra amen e (dias de es a) 1 a 2 ezes po semana Mais de 2 ezes po semana Todos os dias 5.6 | Chocola e Não consome Ra amen e (dias de es a) 1 a 2 ezes po semana Mais de 2 ezes po semana Todos os dias 6.1 | Quan as ezes o seu ilho (a) esco a os den es po dia? Não esco a dia iamen e 1 ez po dia 2 ezes po dia mais 2 ezes po dia 6.2 | Quando e ec ua a esco agem? Ao pequeno almoço Ao almoço Ao jan a An es de do mi 6.3 | Ajuda o seu ilho (a) a esco a os den es? Nunca, ele esco a sozinho Semp e que esco a Ajuda às ezes 1 ez ao dia 6.4. | Com que idade o seu ilho (a) começou a esco a os den es? Anos: Meses: 6.5 | Com que idade o seu ilho (a) começou a usa pas a dos den es? Indique a idade: _________ 6.6 | Qual a pas a de den es que u iliza? [Ve na embalagem] Ma ca Idade indicada na embalagem 6.7 | Qual a quan idade de pas a que coloca na esco a? Su icien e pa a cob i oda a esco a Quan idade semelhan e ao amanho de uma e ilha (+/- 1 cm) Quan idade igual ao amanho da unha do dedo mindinho 6 | HÁBITOS SAÚDE ORAL pa anhoSo iden e Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o www. md.up.p 01 HÁBITOS DE HIGIENE ORAL Tipo de esco a 0 Nenhuma 1 Manual 2 Eléc ica de co en e 3 Eléc ica a pilhas 4 Ou a  9 N/R Nº de esco agens/dia 0 Nenhuma 1 1 ez 2 2 ezes 3 3 ezes 4 4 ou + ezes 5 Não sabe 9 N/R Meios auxilia es de higiene o al 0 Nenhum 1 Colu ó io 2 Fio/esco ilhão 3 Ou o  4 Não sabe 9 N/R Local onde e ec ua higiene o al 0 Nenhum 1 Casa 2 Escola 3 Não sabe 9 N/R HÁBITOS BUCAIS 0 Ausen es 1 Chupe a 2 Sucção labial 3 Sucção língual 4 Sucção do polega 5 Ou os dedos 6 Mo de o lábio 7 Rói as unhas 8 In e posição da língua 9 In e posição da bochecha 10 Ou os... 11 N/R A aliação da ace EXAME CLÍNICO EXTRA - ORAL Assime ia acial Pigmen ação/manchas na ace A as amen o dos olhos Fosse as labiais Fenda labial Fosse as au icula es Pedículos de ca ilagem Hipe que a ose Sindac ilia (dedos undidos) Polidac ilia (dedo sup anume á io) P ega palma ans e sal (uni/bila e al) Unhas displásicas A aliação das mãos A aliação dos olhos A aliação dos lábios A aliação das o elhas NÃO Co :....... Local.......... SIM 0 Não 1 Apa elho emo í el 2 Apa elho ixo 3 Ou o 9 Não egis ado Fo og a ias in a-o ais F on al La e al di ei a La e al esque da Oclusal maxila Oclusal mandibula Fo og a ias aciais F on al F on al em so iso Pe il di ei o SÉRIE FOTOGRÁFICA Já e ec uou a amen o o odôn ico? DADOS PESSOAIS Núme o de Adesão : ______________ Da a de Adesão: _____ /_____ / ______ Nome: ____________________________________________________________________________ Da a de nascimen o : _____ /_____ / ______ Sexo: M F Mo ada : ___________________________________________________________________________________________ Tele one : ________________________ Telemó el: ________________________ B.I. : _______________________ NIF: _______________________ Nº U en e : ______________________ SNS: ___________________________ Bene iciá io : _______________ En idade: _________________ Escola: __________________________________________________________ Nome do P o esso /a: __________________________________ Peso : ______________ Al u a: _______________ Inse ção do eio labial 0 No mal 1 Al a 2 Baixa 9 N/R Respi ação 0 Nasal 1 Bucal 9 N/R Inse ção do eio lingual 0 No mal 1 Al a 2 Baixa 9 N/R EXAME CLÍNICO INTRA - ORAL Sup. In . Fenda pala ina 0 Não 1 Sim 9 N/R Ú ula bí ida 0 Não 1 Sim 9 N/R Pala o pa anhoSo iden e Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o REGISTO DE CÁRIE 47 46 45 44 43 42 41 31 32 33 34 35 36 37 85 84 83 82 81 71 72 73 74 75 55 54 53 52 51 17 16 15 14 13 12 11 61 62 63 64 65 21 22 23 24 25 26 27 Den ição decídua: Exis em den es 'in a-oclusão' ou anquilosados? Não? Sim ? Quais?________________________________________________ Den ição pe manen e: Exis em den es com e upção e ida ou inclusão? Não? Sim ? Quais?________________________________________________ Algum amilia possui p oblemas de saúde al e ações semelhan es às do pacien e? I mãos ? Pai ? Mãe ? Quais?____________________________________________________________________________ MEDICINA ORAL Pa ologia 3 = Mucocelo 5 = Candidose 8 = Condyloma acumina um 0 = Sem lesões 1 = Úlce a (a osa, he pé ica, aumá ica) 2 = Abcesso den á io 4 = Língua geog á ica 6 = Hipe plasia epi elial ocal 9 = Anquiloglossia Localização 5 = Gengi a 2 = Comissu a labial 3 = Mucosa labial 8 = Língua 0 = Sem lesões 1 = Lábios 6 = Pala o du o e mole 9 = Não egis ado INFLAMAÇÃO GENGIVAL [assinala com c uz (X) locais com hemo agia a é 15 segundos após sondagem do sulco gengi al com sonda pe iodon al] 55 54 53 52 51 18 17 16 15 14 13 12 11 61 62 63 64 65 21 22 23 24 25 26 27 28 M V D P 85 84 83 82 81 48 47 46 45 44 43 42 41 71 72 73 74 75 31 32 33 34 35 36 37 38 M V D L Al e ação do núme o de den es 0 Não 1 Hipodon ia 2 Hipe don ia [Mesiodens ] 3 Hipe don ia [Ou os] 9 N/R DENTES Al e ação o ma den es 0 Não 1 Sim 9 N/R E upção den á ia 0 No mal 1 Acele ada 2 A asada 9 N/R Al e ação amanho den es 0 Não 1 Sim 9 N/R 7 = Gengi o-es oma i e he pé ica p imá ia 4 = Mucosa jugal 7 = Pa imen o da boca 10 = Cis o de e upção 11 = Ou a pa ologia ______________________ 12 = Não egis ado www. md.up.p 02 0 A São 1 B Ca iado 2 C Ob u ado, com cá ie 3 D Ob u ado, sem cá ie 4 E Pe dido, po cá ie 5 - Pe dido, po ou o mo i o 6 F Selan e de issu a 7 G P ó ese ixa/co oa especial ou implan e 8 - Den e não e upcionado T - T auma [ a u a] 9 - Não egis ado DP DD CÓDIGOS Sem in lamação gengi al Não egis ado Vi o Teixei a EBDa ies Buchanan Accep abili y Measu e.docx 45K J. Ta a es < a a es.j @gmail.com> 15 de ou ub o de 2014 às 15:27 Pa a: ms eixei a < ms eixei a@mail. md.up.p > Segue em anexo a espos a: Dea E. Be han Da ies, hank you o p o iding us a copy o he measu e you used and o he in o ma ion ega ding possible limi a ion o i s use. Since we will ha e o ansla e you measu e o use i wi h Po uguese child en, you indica ions a e e y help ull. We also hank you o you a ailabil y o answe u he ques ions, i any we e o a ise. Wi hou any hing mo e o add, we'd like o cong a ula e you o he in es iga ion de eloped by you and you colleague in his a ea. Bes ega ds, João Ta a es (Mas e 's s uden ) and P o . Ví o Teixei a (supe iso ). [Ci ação ocul ada] -- Com os meus melho es cump imen os, João Ta a es Gmail - Fwd: RE: Reques o he in e iew o he assessmen o child ... h ps://mail.google.com/mail/u/0/?ui=2&ik=bc472bce42& iew=p &q... 2 de 2 26/05/2015 11:03 Anexo Nº4 – Ques ioná io de A aliação das Pe ceções das C ianças sob e os Médicos Den is as A aliação da Pe ceção das C ianças sob e os Médicos Den is as (APCMD) - João Ta a esa e Ví o Teixei ab a – Aluno do Mes ado In eg ado em Medicina Den á ia na Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o. b – Dou o ado em Psicologia; P o esso Auxilia Con idado na Faculdade de Medicina Den á ia da Uni e sidade do Po o. – A p eenche pelo en e is ado – In o mações sob e a c iança Nº Adesão Escola Sexo Feminino Masculino Es e ques ioná io em como obje i o a alia as c enças das c ianças sob e os Médicos Den is as, nomeadamen e no que diz espei o às Compe ência de Comunicação, Valo es, Capacidade Técnica e Aplicação das Técnicas de Ges ão de Compo amen o. – A p eenche pela c iança – Lê com a enção as pe gun as que se seguem sob e os Médicos Den is as e esponde iscando a “ca inha” co esponden e à ua espos a. Es as pe gun as se em pa a e mos uma ideia daquilo que pensas sob e os Médicos Den is as e o abalho que eles azem. Mesmo se nunca os e ao Médico Den is a, esponde de aco do com aquilo que achas que eles a iam ou não. 1 Os Médicos Den is as explicam bem os a amen os e os ma e iais que u ilizam 2 Os Médicos Den is as azem abalhos boni os e que du am mui o empo 3 Os Médicos Den is as en am esconde algumas coisas (agulhas, anes esia, e c.) pa a pode em aze os a amen os que que em 4 O Médico Den is a diz que eu aço demasiadas pe gun as 5 Os Médicos Den is as azem as coisas com p essa, sem se p eocupa em em aze o melho que conseguem 6 Os Médicos Den is as dão-nos a opo unidade de in e ompe a consul a quando p ecisamos 7 O Médico Den is a diz que não me ai doe , mas depois acaba po doe 8 Os Médicos Den is as p ocu am que os pacien es os ajudem pa a aze em os melho es a amen os que conseguem 9 Os Médicos Den is as às ezes começam a abalha sem eu pe cebe o que ão aze 10 Os Médicos Den is as a am as pessoas com espei o e p eocupam-se em conhece os pacien es 11 O Médico Den is a nunca az mais do que aquilo que me disse que ia aze 12 Os Médicos Den is as p eocupam-se em não nos magoa 13 Os Médicos Den is as alam com as pessoas e que em que elas se sin am à on ade 14 Os Médicos Den is as explicam os meus p oblemas e os a amen os que p eciso aos meus pais, mas não a mim 15 Os Médicos Den is as sabem como a a dos p oblemas dos pacien es 16 Os Médicos Den is as g i am com as pessoas quando não es ão a ajuda com os a amen os 17 Os Médicos Den is as azem os a amen os com mui a a enção e bem ei os 18 Os Médicos Den is as p eocupam-se com aquilo que é melho pa a os pacien es 19 Os Médicos Den is as explicam-me que a amen os enho de aze e po que que os enho de aze 20 Os Médicos Den is as não se p eocupam em epe i um a amen o que não gos emos Anexo Nº5 – “Andan e” Em pa ce ia com a Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Uni e sidade do Po o (Núme o de Adesão) (Nome) (Desenho so iso) (Desenho “den is as”) Olá, Bem indo à Fa- culdade de Medi- cina Den á ia da Uni e sidade do Po o. Du an e es- a isi a ais aze á ias a i idades. Es e “andan e” se e pa a que as pesso- as com quem es i e es ão ma cando o que já izes e. Quando chega es a cada pos o en ega à pessoa que e ecebe . En e an o, ai ha e alguns momen os de espe a. Suge imos que nesses mo- men os aças um desenho sob e os den- is as pa a deco a a capa do eu “andan e”. Se ainda i e es empo, a ás, podes desenha um so iso. Pedimos que não ales al o, nem co as, icando semp e jun o do eu g upo. Se i e es alguma dú ida, ala com o eu p o esso ou com alguém que ejas com uma ba a. E não e esqueças… So i! Ras eio O al CPM Ques ioná io Desenho Anexo Nº6 – Decla ação de Au o ia Decla ação Monog a ia de In es igação/Rela ó io de A i idade Clínica Decla o que o p esen e abalho, no âmbi o da Monog a ia de In es igação/Rela ó io de A i idade Clínica, in eg ado no MIMD, da FMDUP, é da minha au o ia e odas as on es o am de idamen e e e enciadas. __/__/_____ O in es igado __________________________________ (João Ra ael Fe ei a Ta a es)