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Reconstrução do Ligamento Patelofemoral no Síndrome Patelofemoral: conceitos atuais

Abstract

INTRODUÇÃO: Síndrome patelofemoral (SPF) é uma entidade clínica associada a lesão do ligamento patelofemoral medial (LPFM). Muitas possíveis abordagens estão disponíveis para corrigir o SPF. Esta revisão tem como objetivo descrever as indicações mais apropriadas para a realização da reconstrução do ligamento patelofemoral medial (RLPFM). MÉTODOS: Foi realizada uma pesquisa abrangente da literatura mais recente usando combinações das palavras chave LPFM, RLPFM, luxação patelar, e indicações e tratamento do SPF. Foi utilizada a plataforma Pubmed. ANATOMIA: O LPMF é o principal estabilizador medial da rótula nos primeiros 30º de flexão do joelho, originando-se numa área triangular entre o epicôndilo femoral medial, o tubérculo dos adutores e o tubérculo do gastrocnémio e insere-se na face superomedial da rótula. INDICAÇÕES RLPFM: A RLPFM é o tratamento de eleição para instabilidade recorrente, sobretudo na ausência de displasia troclear, distância tuberosidade tibial anterior - sulco troclear (TT-GT) aumentada ou patela alta. Nestas condições, procedimentos alternativos ou em combinação estão recomendados, mas a RLPFM isolada não. TÉCNICAS CIRÚRGICAS: Existem várias fontes para enxerto como grácil, quadricípite, semitendinoso, tendão rotuliano, aloenxerto e tendão artificial. Nenhum deles provou ter melhores resultados. Existem vários métodos de fixação, em osso ou tecidos moles. Tensionamento apropriado do enxerto é um passo crítico na cirurgia. CONCLUSÃO: Dada a eficácia da RLPFM, investigações futuras deverão ter o objetivo de esclarecer critérios mais uniformes de seleção de pacientes para serem submetidos a este procedimento.

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Reconstrução do Ligamento Patelofemoral no Síndrome Patelofemoral: conceitos atuais

Author: Nuno Seabra Rodrigues
Year: 2021
DOI: 10.34626/sy3n-5x72
Source: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/134415/2/479569.pdf
2020/2021
Nuno Seab a Rod igues
Recons ução do Ligamen o Pa elo emo al no Sínd ome Pa elo emo al: concei os a uais
Medial Pa ello emo al Ligamen Recons uc ion in Pa ello emo al Synd ome: cu en concep s
MARÇO, 2021
Mes ado In eg ado em Medicina
Á ea: Ciências Médicas e da Saúde –Medicina Clínica
Tipologia: Monog a ia
T abalho e e uado sob a O ien ação de:
Dou o João Manuel Fe ei a Cos a Fe ei a To es
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Ac a Médica Po uguesa
Nuno Seab a Rod igues
Recons ução do Ligamen o Pa elo emo al no Sínd ome Pa elo emo al: concei os a uais
Medial Pa ello emo al Ligamen Recons uc ion in Pa ello emo al Synd ome: cu en concep s
MARÇO, 2021
UC Disse ação/P oje o (6º Ano) - DECLARAÇÃO DE INTEGRIDADE
Eu, Nuno Seab a Rod igues, abaixo assinado, nº mecanog á ico 201503977, es udan e do 6º ano do
Ciclo de Es udos In eg ado em Medicina, na Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o, decla o
e a uado com absolu a in eg idade na elabo ação des e p oje o de opção.
Nes e sen ido, con i mo que NÃO inco i em plágio (a o pelo qual um indi íduo, mesmo po omissão,
assume a au o ia de um de e minado abalho in elec ual, ou pa es dele). Mais decla o que odas as
ases que e i ei de abalhos an e io es pe encen es a ou os au o es, o am e e enciadas, ou
edigidas com no as pala as, endo colocado, nes e caso, a ci ação da on e bibliog á ica.
Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o, 25/03/2021
Assina u a con o me ca ão de iden i icação:
_____________________________________________
UC Disse ação/P oje o (6º Ano) – DECLARAÇÃO DE REPRODUÇÃO
NOME
Nuno Seab a Rod igues
NÚMERO DE ESTUDANTE E-MAIL
201503977
seab a. od [email protected]
DESIGNAÇÃO DA ÁREA DO PROJECTO
Ciências Médicas e da Saúde – Medicina Clínica
TÍTULO MONOGRAFIA
Recons ução do Ligamen o Pa elo emo al Medial no Sínd ome Pa elo emo al: concei os a uais
ORIENTADOR
João Manuel Cos a Fe ei a To es
COORIENTADOR (se aplicá el)
ASSINALE APENAS UMA DAS OPÇÕES:
É AUTORIZADA A REPRODUÇÃO INTEGRAL DESTE TRABALHO APENAS PARA EFEITOS DE INVESTIGAÇÃO,
MEDIANTE DECLARAÇÃO ESCRITA DO INTERESSADO, QUE A TAL SE COMPROMETE.
É AUTORIZADA A REPRODUÇÃO PARCIAL DESTE TRABALHO (INDICAR, CASO TAL SEJA NECESSÁRIO, Nº
MÁXIMO DE PÁGINAS, ILUSTRAÇÕES, GRÁFICOS, ETC.) APENAS PARA EFEITOS DE INVESTIGAÇÃO, MEDIANTE
DECLARAÇÃO ESCRITA DO INTERESSADO, QUE A TAL SE COMPROMETE.
DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO EM VIGOR, (INDICAR, CASO TAL SEJA NECESSÁRIO, Nº MÁXIMO DE PÁGINAS,
ILUSTRAÇÕES, GRÁFICOS, ETC.) NÃO É PERMITIDA A REPRODUÇÃO DE QUALQUER PARTE DESTE TRABALHO.
Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o, 25/03/2021
Assina u a con o me ca ão de iden i icação: ______________________________________________
“A smoo h sea ne e made a skilled sailo .”
F anklin D. Roose el
A odos aqueles que semp e deseja am e ansia am e -me aqui chega
A odos aqueles que me acompanha am nes e pe cu so académico
A i, que já cá não es ás pa a me e sing a ,
Dedico- e a i “A ô Seab a”!

1
RESUMO
INTRODUÇÃO: Sínd ome pa elo emo al (SPF) é uma en idade clínica associada a
lesão do ligamen o pa elo emo al medial (LPFM). Mui as possí eis abo dagens es ão
disponí eis pa a co igi o SPF. Es a e isão em como obje i o desc e e as indicações
mais ap op iadas pa a a ealização da econs ução do ligamen o pa elo emo al medial
(RLPFM).
MÉTODOS: Foi ealizada uma pesquisa ab angen e da li e a u a mais ecen e usando
combinações das pala as-cha e LPFM, RLPFM, luxação pa ela e indicações e
a amen o do SPF. Foi u ilizada a pla a o ma Pubmed.
ANATOMIA: O LPFM é o p incipal es abilizado medial da ó ula nos p imei os 30º de
lexão do joelho, o iginando-se numa á ea iangula en e o epicôndilo emo al medial,
o ubé culo dos adu o es e o ubé culo do gas ocnémio e inse e-se na ace supe omedial
da ó ula.
INDICAÇÕES RLPFM: A RLPFM é o a amen o de eleição pa a ins abilidade
eco en e, sob e udo na ausência de displasia oclea , dis ância ube osidade ibial
an e io – sulco oclea (TT-GT) aumen ada ou pa ela al a. Nes as condições,
p ocedimen os al e na i os ou em combinação es ão ecomendados, mas a RLPFM
isolada não.
TÉCNICAS CIRÚRGICAS: Exis em á ias on es pa a enxe o como g ácil,
quad icípi e, semi endinoso, endão o uliano, aloenxe o e endão a i icial. Nenhum
deles p o ou e melho es esul ados. Exis em á ios mé odos de ixação, em osso ou
ecidos moles. Tensionamen o ap op iado do enxe o é um passo c í ico na ci u gia.
2
CONCLUSÃO: Dada a e icácia da RLPFM, in es igações u u as de e ão e o obje i o
de escla ece c i é ios mais uni o mes de seleção de pacien es pa a se em subme idos a
es e p ocedimen o.
PALAVRAS-CHAVE: Ligamen o pa elo emo al medial; Sínd ome Pa elo emo al;
Ins abilidade Pa elo emo al; Luxação pa ela ; Recons ução do ligamen o pa elo emo al
medial
3
ABSTRACT
INTRODUCTION: Pa ello emo al Synd ome (PFS) is a clinical en i y associa ed o
medial pa ello emo al ligamen (MPFL) inju y. Many possible app oaches a e a ailable
o ix PFS. This e iew aims o desc ibe he mos p ope indica ions o ca y ou medial
pa ello emo al ligamen econs uc ion (MPFLR).
METHODS: A comp ehensi e sea ch o he mos ecen li e a u e was pe o med using
combina ions o he keywo ds MPFL, MPFLR, pa ella disloca ion and PFS ea men
and indica ions. The Pubmed pla o m was used.
ANATOMY: The MPFL is he main medial s abilize o he pa ella in he i s 30º o
knee lexion, o igina ing in a iangula a ea be ween he medial emo al epicondyle, he
adduc o ube cle and he gas ocnemius ube cle and inse ing on o he supe omedial
ace o he pa ella.
MPFLR INDICATIONS: MPFLR is he ea men o choice o ecu en ins abili y,
especially in he absence o ochlea dysplasia, inc eased ibial ube osi y – ochlea
g oo e (TT-TG) dis ance o pa ella al a. Unde hese condi ions, al e na i e o in
combina ion p ocedu es a e ecommended, bu isola ed MPFLR is no .
SURGICAL TECHNIQUES: The e a e se e al g a sou ces, such as g acilis,
quad iceps, semin endinosus, pa ella endon, allog a and a i icial endon. Nei he o
hem ha e p o ed o ha e be e esul s. The e a e se e al me hods o ixa ion, on bone
o so issue. P ope g a ensioning is a c i ical s ep in su ge y.
CONCLUSION: Gi en he e icacy o MPFLR, u u e esea ch should aim o cla i y
mo e uni o m c i e ia o pa ien selec ion o unde go his p ocedu e.
4
KEY-WORDS: Medial pa ello emo al ligamen ; Pa ello emo al Synd ome,
Pa ello emo al Ins abili y; Pa ella disloca ion; Medial pa ello emo al ligamen
econs uc ion
11
ANATOMIA
A a iculação pa elo emo al é compos a pela supe ície in e io da pa ela e a
supe ície an e io ca ilaginosa do ému dis al, que comp eende o sulco oclea . A
biomecânica adequada da a iculação pa elo emo al eque um sulco oclea in ac o e
ana ómico e o ças cong uen es a uando na ó ula pa a que ela possa desliza sua emen e
a a és do sulco oclea . Qualque dis upção nes e mecanismo le a á a mo imen o da
ó ula pa a o a da óclea [4].
O LPFM em sido uni e salmen e acei e como o p incipal limi ado da luxação
la e al da ó ula. Con udo, há e idência c escen e da exis ência de um complexo de
ligamen os pa elo emo al/ ibial, an o p oximal como dis al que es ingem a anslação
la e al da ó ula em di e en es g aus de lexão. De e e i , a ní el p oximal, o LPFM e o
ligamen o endão-quad icípi e emo al medial (LTQFM) e a ní el dis al o ligamen o
pa elo ibial medial (LPTM) e o ligamen o pa elomeniscal medial (LPMM) [14]. Es e
complexo denomina-se es i o o uliano medial p oximal (RRMP). O LPFM localiza-
-se na segunda camada de um o al de 3 camadas de ecidos moles na ace medial do
joelho.
Embo a enha sido conside ado o p incipal es abilizado medial da ó ula, oi
epo ado que o LPFM in e e e em apenas ap oximadamen e me ade da es ição da
luxação la e al da ó ula [15]. Des e modo, es udos ecen es a alia am os es abilizado es
mediais da ó ula em di e en es g aus de lexão, e i icando que o LPFM é o p incipal
es abilizado medial da ó ula nos p imei os 30º de lexão, enquan o que os
es abilizado es dis ais da ó ula (LPTM e LPMM) êm um papel p eponde an e na
es ição da luxação la e al, il pa ela e o ação da ó ula em g aus de lexão supe io es
[16]. Dos 0º aos 30º de lexão, o LPFM con ibui com 60% da es abilidade. Com lexão

12
con inuada, a ó ula encon a a óclea e o sulco oclea emo al p o idencia esis ência
à anslação la e al.
Embo a Webe e Webe enham desc i o a ana omia do joelho e do LPFM em
1836, con inua a não exis i consenso sob e a sua ana omia e a é sob e a sua exis ência
[17]. A sua p esença oi epo ada em 35-100% dos cada é es. A comp eensão dos pon os
de o igem e inse ção do LPFM é undamen al pa a uma a aliação, epa ação ana ómica
e ci u gia de econs ução e es abilização o uliana, eduzindo o isco de ins abilidade
eco en e, mal acking e os eoa i e [18]. Comp eende as di e enças cha e ana ómicas
en e joelhos no mais e joelhos com ins abilidade e anslação la e al pode o ien a de
o ma mais di ecionada o planeamen o ci ú gico.
Ou o es udo de disseção cada é ica incluindo inspeção de es u u as cola e ais
do joelho e elou a p esença do LPFM em 15 dos 17 casos (88%) [19]. O es udo epo ou
uma la gu a a iá el do LPFM ao longo do seu aje o, com uma média de 27.9 (± 6.4)
mm na sua inse ção pa ela , 20.2 (± 4.7) mm na sua po ção in e média e 17.1 (± 6.0) mm
na sua inse ção emo al [19]. A ma gem supe io do ligamen o encon a as ib as oblíquas
dis ais do as o medial oblíquo e há uma a iação conside á el na angulação e ana omia,
pelo que pode ha e uma subes ima i a da equência da p esença do ligamen o. Ou os
es udos em cadá e es êm demons ado que o ligamen o que pode se mui o ino, mas é
consis en emen e encon ado em disseções [20, 21].
O LPFM o igina-se no côndilo emo al medial e inse e-se na ó ula medial. A
posição ana ómica exa a e e ida na li e a u a a ia. De aco do com A amian e al., o
LPFM em o ma de ampulhe a, di e gindo ao ap oxima -se das duas ex emidades, com
uma po ção mais es ei a no meio [22], con a iando e idências an e io es que desc e iam
um o ma o de ela náu ica.
13
O igina-se numa á ea iangula en e o epicôndilo emo al medial, o ubé culo
dos adu o es e o ubé culo do gas ocnémio e inse e-se na ace supe omedial da ó ula,
com um comp imen o médio de 56 mm [23].
Em e idência ecen e, Wa en e Ma shall ambém ela a am que o LPFM o ma
a pa e in e io de um espaço ana ómico iangula limi ado pelo LPFM, pelo endão do
adu o magno e pelo as o medial oblíquo. A sua o igem emo al si uando-se en e o
côndilo emo al medial e o ubé culo adu o , embo a o LPFM nem semp e seja
iden i icado [24]. Con o me Amis e al., o LPFM em uma o ça ênsil média de 208 N
[21], po ém, como demons ado po Moun ney e al., a sua limi ada capacidade de
alongamen o esul a numa o u a o al nos casos de luxação pa ela comple a [25].
De aco do com S eensen e al., du an e a lexão dos 0º aos 90º, a po ção do LPFM
desde a inse ção in e io pa ela a é à ixação emo al supe io oi p a icamen e
isomé ica, demons ando uma al e ação média de comp imen o de apenas 1.1 mm [26].
Análise es a ís ica demons ou se a po ção emo al a mais de e minan e no comp imen o
isomé ico. Po ou o lado, es udos ecen es a i mam que o LPFM em elações amplas
com ecidos edundan es como o as o medial oblíquo, assumindo-se po an o uma
es u u a an o es á ica como dinâmica [14].
Es udos êm mos ado que econs uções ci ú gicas não ana ómicas podem le a
a o ças de es ição e p essões de con ac o pa elo emo ais abe an es. Foi demons ado
que ixações não ana ómicas induziam signi ica i a pe da de isome ia [27]. Con udo,
au o es in es igando pon os de ixação an o no côndilo emo al medial como no
ubé culo adu o , espe i amen e, não encon a am di e ença signi ica i a nas p essões
de con ac o e is o pode se explicado pela á ea ela i amen e g ande de ixação encon ada
na li e a u a [23].
14
A u ilização de á eas de ixação, em de imen o de pon os especí icos de ixação,
pode á se uma mais idedigna ep esen ação da ana omia no mal, pe mi indo uma janela
de abalho segu a pa a a ixação do enxe o du an e a econs ução do LPFM.
A iden i icação adiológica do pon o de ixação emo al do LPFM em sido
ex ensamen e desc i a na li e a u a [28]. Con udo, es e mé odo adiog á ico não é mui o
exa o, pelo que de e á se apenas usado pa a con i ma achados ana ómicos encon ados
du an e a exposição ci ú gica, como en a izado po Sanchis-Al onso e al. [29] e Ziegle
e al. [30]. Ge almen e, a o igem emo al si ua-se 8.3 mm an e io à linha co ical emo al
pos e io e 4.7 mm p oximal ao ní el do pon o pos e io da linha de Blumensaa em RXs
la e ais [28]. O mé odo mais comumen e u ilizado, pela sua simplicidade e não
necessa iamen e pela sua p ecisão é o desc i o po Schö le e al. [31], que de iniu o pon o
da ixação emo al 1 mm an e io à co ical emo al pos e io , 2.5 mm dis al à o igem do
côndilo emo al medial e p oximal à linha de Blumensaa .
A li e a u a sob e a ana omia do LPFM con inua a e olui com o uso de no os
mé odos de disseção, assim como écnicas digi ais que ajudam nas análises. Es a
in o mação pode guia es udos pos e io es sob e a ana omia exa a do ligamen o, de o ma
a o imiza écnicas e esul ados da econs ução ci ú gica do LPFM [32].
Não ão ele an e nes a e isão, mas ambém a e e i , são ou os a o es
ana ómicos e de alinhamen o ósseo que podem e epe cussões no SPF e no seu
a amen o. As es u u as ósseas da a iculação pa elo emo al p o idenciam es abilidade
à o ula e qualque de ei o ósseo esul a á em ins abilidade. Displasia oclea é uma
doença ca a e izada po um sulco oclea aso, com e iologia congéni a ou po acking
la e al da ó ula, que esul a na pe da da es abilidade óssea ine en e.
15
Com pa ela al a, es a si ua-se numa al u a supe io à óclea e não a icula
co e amen e com es a, a é g aus de lexão supe io es ao no mal, o que p edispõe a
luxação [33].
Alinhamen o do joelho é um a o cha e na es abilidade pa ela . O alinhamen o
no mal da a iculação é 6º de algus. Valgismo aumen ado o ça a ó ula pa a o a da
óclea la e almen e, con ibuindo pa a a ins abilidade [34].
An e e são emo al no mal é de 15-20º. An e e são supe io a 20º aumen a o
isco de luxação la e al, po que p oduz uma o ça di ecionada la e almen e ao longo de
oda a ó ula [35]. Também aumen a o ângulo Q, aumen ando no amen e essa o ça.
To ção ibial ex e na ambém con ibui pa a a ins abilidade. Ro ação de 15º é
no mal na in ância e S aheli e al. ecomendam os eo omia de co eção pa a o ações
supe io es a 30º [36].
A combinação da excessi a an e e são emo al, joelho algo e o ação ex e na
íbias/p onação pés denomina-se “T íade Mise á el”. Todas es as en idades cu sam com
aumen o do ângulo Q e subsequen emen e uma aumen o do isco de IPF [37].
16
INDICAÇÕES RLPFM
Episódios de p imei a luxação o uliana de em, ge almen e, se a ados
conse ado amen e. A p esença de a ulsão os eocond al pode indica a amen o
ci ú gico pa a ixação do agmen o ou emoção do co po li e com desb idamen o
a oscópico, de o ma a e i a o bloqueio do joelho.
Os obje i os do a amen o conse ado são a edução do de ame a icula , alí io
da do e ecupe ação da mobilidade comple a da a iculação. Es e a amen o consis e na
edução da luxação, que eduz espon aneamen e em mui as si uações, an i-in lama ó ios
e isio e apia, com exe cícios de cadeia echada e o alecimen o quad icipi al, embo a o
papel da o ça quad icipi al na p e enção de eco ências seja mui o con o e so [38].
Fo alecimen o da anca e glú eo melho am a o ação da anca, com consequen e o ação
ex e na do ému e diminuição do ângulo Q [4]. Um pe íodo de seis semanas de
eabili ação pe mi e a ecupe ação dos ecidos moles mediais, mas pode ambém p o oca
igidez. Assim, imobilização do joelho não es á aconselhada. Uma o ó ese ou a u ilização
de aping podem se uma boa al e na i a, uma ez que pe mi em man e a ó ula bem
posicionada e pe mi em ao pacien e inicia a ecupe ação da o al mobilidade assim que
possí el.
Con udo, o a amen o conse ado es á associado a uma axa de eco ência a é
35%, o que ealça a impo ância de seleção ap op iada de doen es pa a es a abo dagem.
Pacien es com sínd ome de Ehle s Danlos de e ão se a ados conse ado amen e.
Con udo, de e á se e i ado em pacien es com ano malidades ana ómicas ósseas, como
displasia oclea , pa ela al a e indi íduos jo ens [39].
Alguns au o es de endem a epa ação do LPFM após uma p imei a luxação,
p incipalmen e se es i e p esen e um agmen o ósseo, um il pa ela impo an e e/ou

17
subluxação la e al, mas es a abo dagem ainda não es á bem de inida na li e a u a [40,
41]. Em caso de eco ência, a abo dagem ci ú gica é de ini i amen e aconselhada. A
RLPFM é, a ualmen e, a écnica mais acei e pa a o a amen o da IPF quando o aspe o
p eponde an e são os ecidos moles, e não a mo ologia óssea.
A seleção do p ocedimen o ap op iado é dependen e da pa o isiologia subjacen e
à ins abilidade, que no malmen e é ana ómica. Há uma associação cla a en e luxação
pa ela e lesão nos ecidos moles mediais [42]. Pa a i de encon o às al e ações
pa ológicas, a RLPFM é equen emen e ecomendada [43]. Desde que Elle a e al.
epo a am que a RLPFM é o a amen o de eleição pa a IPF eco en e [44], o
p ocedimen o em sido implan ado em la ga escala an o de o ma isolada como em
combinação pa a co igi desequilíb io nos ecidos moles ou desalinhamen o ósseo [45].
Recen emen e, in es igado es epo a am que a RLPFM isolada pode ob e melho es
esul ados em pacien es sem al e ações ana ómicas signi ican es quando compa ada com
p ocedimen os combinados [46].
T a amen o ci ú gico de sucesso eque uma a aliação clínica e adiológica
p ecisa que iden i ique o a o ana ómico que mais con ibui pa a a ins abilidade. Os
doen es de em se a aliados adiologicamen e, u ilizando uma mis u a de RX e RM. É
impo an e econhece as limi ações das medições adiológicas, mas a ci u gia de e á
en a a ingi a ana omia mais no mal possí el.
O a amen o ci ú gico da IPF en ol e ês p incipais p ocedimen os: RLPFM,
ansposição da ube osidade ibial (TTT) e ocleoplas ia. Alguns pacien es podem e
indicação pa a p ocedimen os combinados e, a amen e, podem eque e os eo omia pa a
co igi algus ou desalinhamen o o acional [47].
18
A libe ação isolada da asa ex e na da ó ula (Ci u gia de Fica ) é um
p ocedimen o ilógico pa a a a pacien es com IPF e não de e se e e uada. Vá ios
es udos ana ómicos demons a am que a libe ação la e al esul a numa edução da o ça
necessá ia pa a subluxa /luxa a ó ula la e almen e, uma ez que acili a o mo imen o
de subida e deslizamen o da ó ula sob e a ma gem la e al da óclea. Doen es que são
subme idos a ocleoplas ia, po ezes, bene iciam de es i amen o do e ináculo la e al,
mas libe ação isolada de e se enca ada como um p ocedimen o his ó ico e em desuso
[48].
A ocleoplas ia é usada pa a co igi displasia oclea , consis indo num
ap o undamen o do sulco, e é o único p ocedimen o que isa as ano malidades
ana ómicas ósseas p esen es na displasia oclea [47]. As ocleoplas ias de Dejou e
Be ei e c iam um sulco cen al na óclea e são hoje em dia as écnicas abe as p e e idas
quando há um acking ano mal da pa ela e um sinal de J associado a displasia [4, 47].
Es ão ambém desc i as abo dagens a oscópicas. F equen emen e, doen es subme idos
a ocleoplas ia ap esen am e ináculos mediais laxos, pelo que é comum combina -se
es a écnica com RLPFM. Pode ambém acompanha -se de TTT pa a co igi pa ela al a
ou ube osidade ibial (TT) excessi amen e la e alizada [47]. Es a écnica em um uso
limi ado de ido à possibilidade de lesão i e e sí el a icula e subcond al.
Quan o à TTT, de e e i a dis alização e a an e omedialização. Dis alização da
TT em sido ealizada há décadas pa a co igi a pa ela al a. An e omedialização da TT
(conhecida como os eo omia de Fulke son) é u ilizada quando há um desalinhamen o com
mal acking pa elo emo al com al e ações degene a i as nas aces la e ais e dis ais da
pa ela e uma dis ância TT-GT supe io a 20 mm. A os eo omia de Fulke son demons ou
esul ados du idosos quando associada a g aus 3 e 4 de Ou e b idge e lesões no cen o ou
ace medial da óclea. His o icamen e, a medialização di e a e a uma p á ica comum,
19
mas como o impac o da pa ela al a na IPF em sido cada ez mais econhecida, á ios
ci u giões op am pela dis alização da TT, o que ambém p oduz um pequeno e ei o de
medialização. Como e e ido, uma TT excessi amen e la e alizada induz maio es
p essões de con a o e uma meno es abilidade pa ela . Medialização p og essi a
demons ou co igi as ano malidades mecânicas, mas es udos clínicos de longo p azo
le an a am cons e nação sob e o desen ol imen o de os eoa i e pa elo emo al medial:
axas de os eoa i e em 30-75% dos pacien es subme idos a medialização da TT o am
epo adas [49]. P ocedimen os en ol endo a TTT podem o igina genu ecu a um. A
dis alização da TT pa a co eção de pa ela al a combinada com RLPFM é o p ocedimen o
combinado mais comum.
RLPFM é uma ci u gia na qual um no o LPFM é “c iado” pa a es abiliza o joelho
e p o ege a a iculação de dano adicional. É um p ocedimen o ela i amen e ecen e,
o e ecendo uma excelen e opção de a amen o pa a doen es que expe iencia am mais que
uma luxação. De ac o, a é ce ca de 2006, mui os indi íduos com lesão no LPFM inham
poucas opções de a amen o além da imobilização e eabili ação.
De aco do com a mais ecen e li e a u a, a indicação mais comum pa a RLPFM é
IPF eco en e [50, 51], enquan o causas equen es que a con aindicam são o
desalinhamen o ósseo, displasia oclea e pa ela al a. No SPF, a RLPFM es á usualmen e
indicada após dois ou mais episódios de luxação o uliana, enquan o que a RLPFM após
um p imei o episódio é apenas conside ada po alguns au o es na p esença de sin omas
con ínuos de ins abilidade, como subluxação, a u a os eocond al ou acasso do
a amen o conse ado .
Inúme os au o es de ini am mui as ou as indicações pa a RLPFM isolada
(Tabela 1), como IPF sin omá ica associada a do , achados posi i os no exame ísico,
20
achados imagiológicos e a le as [51, 52]. O candida o ideal pa a a RLPFM isolada de e
segui o seguin e pe il, endo em conside ação os po enciais a o es de isco pa a luxação
eco en e: mo ologia oclea no mal ou displasia ipo A; ângulo sulco oclea –
ube osidade ibial de 0 a 5 º algus ou uma dis ância TT-GT meno que 20 mm com o
joelho em ex ensão; sem aumen o excessi o no ácio de al u a da pa ela (Ca on-
Deschamps index <1.2 ou Insall-Sal a i index <1.4); il pa ela meno que 20º quando
medido numa imagem axial, usando os côndilos emo ais pos e io es como linha de
e e ência, ou algum il , mas sem ensão la e al no exame ísico com a pa ela eduzida
[53].
Na p esença de causa p edisponen es, a RLPFM isolada não é ecomendada, uma
ez que sem esolução da causa subjacen e, não ha e ia bene ício pa a o pacien e. Nes a
pe spe i a, desalinhamen o ósseo é o mo i o mais comum pa a a não ealização da
RLPFM isolada. Não há g ande conco dância na li e a u a quan o ao alo especí ico de
ângulo Q e, segundo di e en es au o es, alo es de cu -o a iam de 15º [54] a 25º [55].
Na p esença de uma dis ância TT-GT aumen ada não há indicação pa a a ealização de
RLPFM isolada. Mesmo nes e aspe o, não há conco dância na li e a u a pa a uma
dis ância máxima limi e, sendo epo ados á ios cu -o s: 22 mm [56], 20 mm [57] e 15
mm [51].
Ou os desalinhamen os es ão indicados como con aindicações à RLPFM
isolada, nomeadamen e algismo aumen ado, an e e são emo al excessi a e o são ibial
excessi a (Tabela 2). Mesmo nes es não há um limia uní oco, sendo conside ados
alo es de cu -o pa a joelho algus 10º [51], 7º [54] ou 5º [58] e pa a an e e são emo al
35º [51] ou 20º [59]. Pa ela al a é equen emen e conside ada ambém como
con aindicação e, al como nos an e io es, di e en es cu -o s são epo ados: endo em
27
RLPFM com ixação híb ida ( ixação pa ela ígida e ixação emo al a ecidos
moles)
Es as écnicas são equen emen e usadas em idades pediá icas (esquele o
ima u o), de o ma a não dani ica as placas de c escimen o emo al [81]. Es as écnicas,
po ezes, usam os mesmos enxe os que em adul os ( endão g ácil ou semi endinoso),
dependendo das dimensões. A ixação emo al pode se ealizada ci culando o e ço
pos e io do ligamen o cola e al medial, a uando es e como uma polia simples [82]. Ou a
opção é ambém a enodese do adu o magno [81]. O endão da pa a de ganso é colhido
a a és de uma pequena incisão an e omedial na sua inse ção dis al. Ye can e al. [81]
ecomendam um enxe o de, pelo menos, 4 mm diâme o e 20 cm comp imen o. As duas
ex emidades do enxe o são su u adas em conjun o e uma incisão pa apa ela medial é
ealizada pa a expô o bo do medial da ó ula. A ixação pa ela é ealizada após a
passagem do enxe o de duplo eixe po um únel de 4.5 mm. Como nos adul os, o enxe o
é en ão passado en e a segunda e a e cei a camadas do e ináculo medial. A enodese do
adu o magno é ealizada alinhando a ace a la e al da ó ula com o bo do la e al da ó ula
em lexão de 30º.

28
CONCLUSÃO
O SPF é uma en idade clínica mul i a o ial que causa do e episódios de
subluxação e luxação da ó ula. Es á associada a lesão de ecidos moles mediais, como o
LPFM e pode e como a o es p edisponen es p imá ios pa ela al a, displasia oclea ou
dis ância TT-GT aumen ada.
O a amen o ci ú gico da IPF en ol e ês p incipais p ocedimen os: RLPFM,
TTT e ocleoplas ia. A seleção do p ocedimen o ap op iado é dependen e da
pa o isiologia subjacen e à ins abilidade. A RLPFM é o a amen o de eleição pa a IPF
eco en e. Con udo, na p esença de displasia oclea , dis ância TT-GT aumen ada ou
pa ela al a a RLPFM isolada es á con aindicada.
Há á ias écnicas que a iam em e mos de ipo de enxe o e ixação. Um
p ocedimen o igo oso de e á se ealizado pa a e i a complicações pós-ope a ó ias,
sendo a p incipal delas a con a u a em lexão de ido a ensionamen o excessi o.
Reco ência de ins abilidade após ci u gia é a a, demons ando a iabilidade des e
p ocedimen o.
A li e a u a é escassa sob e compa ações de esul ados, po an o é ainda um
desa io decidi qual a écnica mais ap op iada. Ao mesmo empo, os candida os ideais
pa a RLPFM êm de se decididos após uma a aliação comple a e um planeamen o
me iculoso.
Dada a e icácia da RLPFM, in es igações u u as de e ão e o obje i o de
escla ece c i é ios mais uni o mes de seleção de pacien es pa a se em subme idos a es e
p ocedimen o e de ini quais as écnicas mais ap op iadas pa a ealização des e
p ocedimen o.
29
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AGRADECIMENTOS
Ao meu o ien ado , P o esso Dou o João To es, pelo p i ilégio de se seu
u o ando, po me ab i as po as ao meu ascínio pela o opedia e po o na es e p oje o
possí el.
Aos meus Pais, desde semp e, ao Rui e à pequena g ande Filipa, po udo. Po
aze em de mim quem sou, po me aze em chega onde cheguei.
À minha namo ada, pelo apoio incondicional, semp e. Po se es u.
Aos meus amigos, en e bagaçes e amizades a as e a’Os De 1915, pelos
inúme os momen os i idos ao longo des es anos.
A mim, po se iel a mim e aos meus.

ANEXOS
1. Repo ing guidelines
2. No mas de Publicação da Re is a Ac a Médica Po uguesa
1. Repo ing Guidelines
I em 1 - Página 5 e 8: “Es as lesões cons i uem 3% de odas as lesões na a iculação do
joelho”; “Com o empo, es es indi íduos podem desen ol e do debili an e, limi ação
uncional e a i e c ónica”; “Com uma luxação comple a da ó ula, e ambém em
episódios de subluxação, o es abilizado p incipal, o LPFM, so e equen emen e o u a
[11]. Daqui se dep eende o en oque do a amen o do SPF no LPFM.”
I em 2 - Página 9: “O obje i o des e es udo é e e os a uais concei os sob e o SPF e
euni as indicações mais ap op iadas pa a a RLPFM, assim como os p ós e con as da
ealização des e p ocedimen o e as suas écnicas mais comuns, en ando suma iza e
condensa a e idência cien í ica disponí el à da a.”
I em 3 - Página 10: “Foi ealizada uma pesquisa ab angen e da li e a u a mais ecen e
usando combinações das pala as-cha e LPFM, RLPFM, luxação pa ela e indicações e
a amen o do SPF. Foi u ilizada a pla a o ma Pubmed.”
I em 4 – Página 17 e 19: “Desde que Elle a e al. epo a am que a RLPFM é o a amen o
de eleição pa a IPF eco en e [44]”; “Inúme os au o es de ini am mui as ou as
indicações pa a RLPFM isolada (Tabela 1), como IPF sin omá ica associada a do ,
achados posi i os no exame ísico, achados imagiológicos e a le as [51, 52].”
I em 5 – Página 24: “Num es udo p ospe i o ealizado po Howells e al., oi incluída
uma coo e de 209 doen es e a axa de e-luxação oi su p eenden emen e 0% com écnica
de únel pa ela único e o uso de um bo ão suspenso [50].”
I em 6 – Página 20: “Na p esença de uma dis ância TT-GT aumen ada não há indicação
pa a a ealização de RLPFM isolada. Mesmo nes e aspe o, não há conco dância na
li e a u a pa a uma dis ância máxima limi e, sendo epo ados á ios cu -o s: 22 mm
[56], 20 mm [57] e 15 mm [51].”

Re is a Cien í i ca da O dem d os Médicos www. ac amedica po uguesa .com
1
No mas de Publicação
da Ac a Médica Po uguesa
Ac a Médica Po uguesa’s Publishing Guidelines
Conselho Edi o ial AC A MédiCA POR uguEsA
Ac a Med Po 2013, 5 de No emb o de 2013
NORMAS PUBLICAÇÃO
1. MISSÃO
Publica abalhos cien í icos o iginais e de e isão na
á ea biomédica da mais ele ada qualidade, ab angendo
á ias á eas do conhecimen o médico, e ajuda os médicos
a oma melho es decisões.
Pa a a ingi es es objec i os a Ac a Médica Po uguesa
publica a igos o iginais, a igos de e isão, casos clínicos,
edi o iais, en e ou os, comen ando sob e os ac o es clí-
nicos, cien í icos, sociais, polí icos e económicos que a ec-
am a saúde. A Ac a Médica Po uguesa pode conside a
a igos pa a publicação de au o es de qualque país.
2. VALOReS
P omo e a qualidade cien í ica.
P omo e o conhecimen o e ac ualidade cien í ica.
independência e impa cialidade edi o ial.
é ica e espei o pela dignidade humana.
Responsabilidade social.
3. VISÃO
se econhecida como uma e is a médica po uguesa
de g ande impac o in e nacional.
P omo e a publicação cien í ica da mais ele ada quali-
dade p i ilegiando o abalho o iginal de in es igação (clíni-
co, epidemiológico, mul icên ico, ciência básica).
Cons i ui o ó um de publicação de no mas de o ien a-
ção.
Amplia a di ulgação in e nacional.
Lema: “P imum non noce e, p imei o a Ac a Médica
Po uguesa”
4. IN ORMAÇÃO GeRAL
A Ac a Médica Po uguesa é a e is a cien í ica com
e isão pelos pa es (pee - e iew) da O dem dos Médicos.
é publicada con inuamen e desde 1979, es ando indexa-
da na PubMed / Medline desde o p imei o núme o. desde
2010 em Fac o de impac o a ibuído pelo Jou nal Ci a ion
Repo s - homson Reu e s.
A Ac a Médica Po uguesa segue a polí ica do li e
acesso. odos os seus a igos es ão disponí eis de o -
ma in eg al, abe a e g a ui a desde 1999 no seu si e
www.ac amedicapo uguesa.com e a a és da Medline
com in e ace PubMed.
A axa de acei ação da Ac a Médica Po uguesa é ap o-
ximadamen e de 55% dos mais de 300 manusc i os ecebi-
dos anualmen e.
Os manusc i os de em se subme idos online ia
“submissões Online” h p://www.a amedicapo uguesa.com
/ e is a/index.php/amp/abou /submissions#online
submissions.
A Ac a Médica Po uguesa ege-se de aco do com as
boas no mas de edição biomédica do in e na ional Com-
mi ee o Medical Jou nal Edi o s (iCMJE), do Commi ee
on Publica ion E hics (COPE), e do EQuA OR Ne wo k
Resou ce Cen e guidance on good Resea ch Repo (de-
senho de es udos).
A polí ica edi o ial da Re is a inco po a no p ocesso de
e isão e publicação as Recomendações de Polí ica Edi-
o ial (Edi o ial Policy S a emen s) emi idas pelo Conselho
de Edi o es Cien í icos (Council o science Edi o s), dispo-
ní eis em h p://www.councilscienceedi o s.o g/i4a/pages/
index.c m?pageid=3331, que cob e esponsabilidades e
di ei os dos edi o es das e is as com a bi agem cien í ica.
Os a igos p opos os não podem e sido objec o de qual-
que ou o ipo de publicação. As opiniões exp essas são
da in ei a esponsabilidade dos au o es. Os a igos publica-
dos ica ão p op iedade conjun a da Ac a Médica Po ugue-
sa e dos au o es.
A Ac a Médica Po uguesa ese a-se o di ei o de co-
me cialização do a igo enquan o pa e in eg an e da e is-
a (na elabo ação de sepa a as, po exemplo). O au o de-
e á acompanha a ca a de submissão com a decla ação
de cedência de di ei os de au o pa a ins come ciais.
Rela i amen e à u ilização po e cei os a Ac a Médica
Po uguesa ege-se pelos e mos da licença C ea i e Com-
mons ‘A ibuição – uso Não-Come cial – P oibição de Rea-
lização de Ob as de i adas (by-nc-nd)’.
Após publicação na Ac a Médica Po uguesa, os au o-
es icam au o izados a disponibiliza os seus a igos em
eposi ó ios das suas ins i uições de o igem, desde que
mencionem semp e onde o am publicados.
5. CRI éRIO de AU ORIA
A e is a segue os c i é ios de au o ia do “in e na ional
Commi ee o Medical Jou nal Edi o s” (iCMJE).
odos designados como au o es de em e pa icipado
signi ica i amen e no abalho pa a oma esponsabilidade
2
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No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2013
pública sob e o con eúdo e o c édi o da au o ia.
Au o es são odos que:
1. êm uma con ibuição in elec ual subs ancial, di ec a, no
desenho e elabo ação do a igo
2. Pa icipam na análise e in e p e ação dos dados
3. Pa icipam na esc i a do manusc i o, e endo os ascu-
nhos; ou na e isão c í ica do con eúdo; ou na ap o ação
da e são inal
As condições 1, 2 e 3 êm de se eunidas.
Au o ia eque uma con ibuição subs ancial pa a o ma-
nusc i o, sendo pois necessá io especi ica em ca a de
ap esen ação o con ibu o de cada au o pa a o abalho.
se lis ado como au o , quando não cump e os c i é ios
de elegibilidade, é conside ado aude.
odos os que con ibuí am pa a o a igo, mas que não
encaixam nos c i é ios de au o ia, de em se lis ados nos
ag adecimen os.
odos os au o es, (is o é, o au o co esponden e e cada
um dos au o es) e ão de p eenche e assina o “Fo mulá-
io de Au o ia” com a esponsabilidade da au o ia, c i é ios
e con ibuições; con li os de in e esse e inanciamen o e
ans e ência de di ei os au o ais / copy igh .
O au o Co esponden e de e se o in e mediá io em
nome de odos os co-au o es em odos os con ac os com a
Ac a Médica Po uguesa, du an e odo o p ocesso de sub-
missão e de e isão. O au o co esponden e é esponsá el
po ga an i que odos os po enciais con li os de in e esse
mencionados são co ec os. O au o co esponden e de e
a es a , ainda, em nome de odos os co-au o es, a o igi-
nalidade do abalho e ob e a pe missão esc i a de cada
pessoa mencionada na secção “Ag adecimen os”.
6. CoPy iGh / dIReI OS AU ORAIS
Quando o a igo é acei e pa a publicação é manda ó io
o en io ia e-mail de documen o digi alizado, assinado po
odos os Au o es, com a pa ilha dos di ei os de au o en e
au o es e a Ac a Médica Po uguesa.
O(s) Au o (es) de e(m) assina uma cópia de pa ilha
dos di ei os de au o en e au o es e a Ac a Médica Po u-
guesa quando subme em o manusc i o, con o me minu a
publicada em anexo:
No a: Es e documen o assinado só de e á se en iado
quando o manusc i o o acei e pa a publicação.
Edi o da Ac a Médica Po uguesa
O(s) Au o (es) ce i ica(m) que o manusc i o in i ulado: __
__________________________________________ ( e .
AMP________) é o iginal, que odas as a i mações ap e-
sen adas como ac os são baseados na in es igação do(s)
Au o (es), que o manusc i o, que em pa e que no odo,
não in inge nenhum copy igh e não iola nenhum di ei-
o da p i acidade, que não oi publicado em pa e ou no
odo e que não oi subme ido pa a publicação, no odo ou
em pa e, nou a e is a, e que os Au o es êm o di ei o ao
copy igh .
odos os Au o es decla am ainda que pa icipa am no
abalho, se esponsabilizam po ele e que não exis e, da
pa e de qualque dos Au o es con li o de in e esses nas
a i mações p o e idas no abalho.
Os Au o es, ao subme e em o abalho pa a publicação,
pa ilham com a Ac a Médica Po uguesa odos os di ei os
a in e esses do copy igh do a igo.
odos os Au o es de em assina
da a:__________________________________________
Nome (maiúsculas):______________________________
Assina u a:_____________________________________
7. CON LI OS de IN eReSSe
O igo e a exac idão dos con eúdos, assim como as
opiniões exp essas são da exclusi a esponsabilidade dos
Au o es. Os Au o es de em decla a po enciais con li os
de in e esse. Os au o es são ob igados a di ulga odas
as elações inancei as e pessoais que possam en iesa o
abalho.
Pa a p e eni ambiguidade, os au o es êm que explici-
amen e menciona se exis e ou não con li os de in e esse.
Essa in o mação não in luencia á a decisão edi o ial
mas an es da submissão do manusc i o, os au o es êm
que assegu a odas as au o izações necessá ias pa a a
publicação do ma e ial subme ido.
se os au o es êm dú idas sob e o que cons i ui um e-
le an e in e esse inancei o ou pessoal, de em con ac a o
edi o .
8. CONSeN IMeN O IN ORMAdO e APROVAÇÃO
é ICA
odos os doen es (ou seus ep esen an es legais) que
possam se iden i icados nas desc ições esc i as, o og a-
ias e ídeos de e ão assina um o mulá io de consen i-
men o in o mado pa a desc ição de doen es, o og a ia e
ídeos. Es es o mulá ios de em se subme idos com o
manusc i o.
A Ac a Médica Po uguesa conside a acei á el a omis-
são de dados ou a ap esen ação de dados menos especí i-
cos pa a iden i icação dos doen es. Con udo, não acei a e-
mos a al e ação de quaisque dados.
Os au o es de em in o ma se o abalho oi ap o ado
pela Comissão de é ica da ins i uição de aco do com a de-
cla ação de Helsínquia.
9. LíNGUA
Os a igos de em se edigidos em po uguês ou em
inglês. Os í ulos e os esumos êm de se semp e em po -
uguês e em inglês.
10. PROCeSSO edI ORIAL
O au o co esponden e ecebe á no i icação da ecep-
ção do manusc i o e decisões edi o iais po email.
odos os manusc i os subme idos são inicialmen e e-
is os pelo edi o da Ac a Médica Po uguesa. Os manus-
c i os são a aliados de aco do com os seguin es c i é ios:
o iginalidade, ac ualidade, cla eza de esc i a, mé odo de
es udo ap op iado, dados álidos, conclusões adequadas
e apoiadas pelos dados, impo ância, com signi icância e
NORMAS PUBLICAÇÃO
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No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2013
NORMAS PUBLICAÇÃO
con ibuição cien í ica pa a o conhecimen o da á ea, e não
enham sido publicados, na ín eg a ou em pa e, nem sub-
me idos pa a publicação nou os locais.
A Ac a Médica Po uguesa segue um igo oso p ocesso
cego (single-blind) de e isão po pa es (pee - e iew, ex e -
nos à e is a). Os manusc i os ecebidos se ão en iados a
pe i os das di e sas á eas, os quais de e ão aze os seus
comen á ios, incluindo a suges ão de acei ação, acei ação
condicionada a pequenas ou g andes modi icações ou e-
jeição. Na a aliação, os a igos pode ão se :
a) acei es sem al e ações;
b) acei es após modi icações p opos as pelos consul o-
es cien í icos;
c) ecusados.
Es ipula-se pa a esse p ocesso o seguin e plano em-
po al:
 •Após a ecepção do a igo, o Edi o -Che e, ou um dos
Edi o es Associados, en ia á o manusc i o a, no mínimo,
dois e iso es, caso es eja de aco do com as no mas de
publicação e se enquad e na polí ica edi o ial. Pode á se
ecusado nes a ase, sem en io a e iso es.
 •Quando ecebe em a comunicação de acei ação, os
Au o es de em eme e de imedia o, po co eio elec óni-
co, o o mulá io de pa ilha de di ei os que se encon a no
si e da Ac a Médica Po uguesa, de idamen e p eenchido e
assinado po odos os Au o es.
 • No p azo máximo de qua o semanas, o e iso de-
e á esponde ao edi o indicando os seus comen á ios
ela i os ao manusc i o sujei o a e isão, e a sua suges ão
de quan o à acei ação ou ejeição do abalho. O Conselho
Edi o ial oma á, num p azo de 15 dias, uma p imei a deci-
são que pode á inclui a acei ação do a igo sem modi ica-
ções, o en io dos comen á ios dos e iso es pa a que os
Au o es p ocedam de aco do com o indicado, ou a ejeição
do a igo.
Os Au o es dispõem de 20 dias pa a subme e a no a
e são e is a do manusc i o, con emplando as modi ica-
ções ecomendadas pelos pe i os e pelo Conselho Edi o-
ial. Quando são p opos as al e ações, o au o de e á en-
ia , no p azo máximo de in e dias, um e-mail ao edi o
espondendo a odas as ques ões colocadas e anexando
uma e são e is a do a igo com as al e ações inse idas
des acadas com co di e en e.
 •O Edi o -Che e dispõe de 15 dias pa a oma a deci-
são sob e a no a e são: ejei a ou acei a o a igo na no a
e são, ou subme ê-lo a um ou mais e iso es ex e nos
cujo pa ece pode á, ou não, coincidi com os esul an es
da p imei a e isão.
 •Caso o manusc i o seja een iado pa a e isão ex e -
na, os pe i os dispõem de qua o semanas pa a o en io dos
seus comen á ios e da sua suges ão quan o à acei ação ou
ecusa pa a publicação do mesmo.
 •A endendo às suges ões dos e iso es, o Edi o -Che e
pode á acei a o a igo nes a no a e são, ejei á-lo ou ol-
a a solici a modi icações. Nes e úl imo caso, os Au o es
dispõem de um mês pa a subme e uma e são e is a, a
qual pode á, caso o Edi o -Che e assim o de e mine, ol a
a passa po um p ocesso de e isão po pe i os ex e nos.
 •No caso da acei ação, em qualque das ases an e-
io es, a mesma se á comunicada ao Au o p incipal. Num
p azo in e io a um mês, o Conselho Edi o ial en ia á o a -
igo pa a e isão dos Au o es já com a o ma ação inal,
mas sem a nume ação de ini i a. Os Au o es dispõem de
cinco dias pa a a e isão do ex o e comunicação de quais-
que e os ipog á icos. Nes a ase, os Au o es não podem
aze qualque modi icação de undo ao a igo, pa a além
das co ecções de e os ipog á icos e/ou o og á icos de
pequenos e os. Não são pe mi idas, nomeadamen e, al e-
ações a dados de abelas ou g á icos, al e ações de undo
do ex o, e c.
 •Após a espos a dos Au o es, ou na ausência de es-
pos a, após o decu so dos cinco dias, o a igo conside a-se
concluído.
 •Na ase de e isão de p o as ipog á icas, al e ações
de undo aos a igos não se ão acei es e pode ão implica
a sua ejeição pos e io po decisão do Edi o -Che e.
Chama-se a a enção que a ansc ição de imagens,
quad os ou g á icos de ou as publicações de e á e a p é-
ia au o ização dos espec i os au o es pa a da cump i-
men os às no mas que egem os di ei os de au o .
11. PUBLICAÇÃO FAs - ACk
A Ac a Médica Po uguesa dispõe do sis ema de publi-
cação Fas -T ack pa a manusc i os u gen es e impo an es
desde que cump am os equisi os da Ac a Médica Po u-
guesa pa a o Fas -T ack.
a) Os au o es pa a eque e em a publicação as - ack
de em subme e o seu manusc i o em h p://www.ac ame-
dicapo uguesa.com/ “subme e a igo” indicando cla a-
men e po que conside am que o manusc i o é adequado
pa a a publicação ápida. O Conselho Edi o ial oma á a
decisão sob e se o manusc i o é adequado pa a uma ia
ápida ( as - ack) ou pa a submissão egula ;
b) Ve i ique se o manusc i o cump e as no mas aos au-
o es da Ac a Médica Po uguesa e que con ém as in o ma-
ções necessá ias em odos os manusc i os da Ac a Médica
Po uguesa.
c) O gabine e Edi o ial i á comunica , den o de 48 ho-
as, se o manusc i o é ap op iado pa a a aliação as - ack.
se o Edi o -Che e decidi não acei a a a aliação as - ack,
o manusc i o pode se conside ado pa a o p ocesso de e-
isão no mal. Os au o es ambém e ão a opo unidade de
e i a a sua submissão.
d) Pa a manusc i os que são acei es pa a a aliação
as - ack, a decisão Edi o ial se á ei a no p azo de 5 dias
ú eis.
e) se o manusc i o o acei e pa a publicação, o objec i-
o se á publicá-lo, online, no p azo máximo de 3 semanas
após a acei ação.
12. ReGRAS de OURO AC A MédICA POR UGUeSA
a) O edi o é esponsá el po ga an i a qualidade da
e is a e que o que publica é é ico, ac ual e ele an e pa a
os lei o es.
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No mas de Publicação da Ac a Médica Po uguesa, 2013
NORMAS PUBLICAÇÃO
b) A ges ão de eclamações passa ob iga o iamen e
pelo edi o -che e e não pelo bas oná io.
c) O pee e iew de e en ol e a a aliação de e iso es
ex e nos.
d) A submissão do manusc i o e odos os de alhes asso-
ciados são man idos con idenciais pelo co po edi o ial e po
odas as pessoas en ol idas no p ocesso de pee - e iew.
e) A iden idade dos e iso es é con idencial.
) Os e iso es aconselham e azem ecomendações; o
edi o oma decisões.
g) O edi o -che e em o al independência edi o ial.
h) A O dem dos Médicos não in e e e di ec amen e na
a aliação, selecção e edição de a igos especí icos, nem
di ec amen e nem po in luência indi ec a nas decisões edi-
o iais.
i) As decisões edi o iais são baseadas no mé i o de a-
balho subme ido e adequação à e is a.
j) As decisões do edi o -che e não são in luenciadas
pela o igem do manusc i o nem de e minadas po agen es
ex e io es.
k) As azões pa a ejeição imedia a sem pee e iew ex-
e no são: al a de o iginalidade; in e esse limi ado pa a os
lei o es da Ac a Médica Po uguesa; con e g a es alhas
cien í icas ou me odológicas; o ópico não é cobe o com a
p o undidade necessá ia; é p elimina de mais e/ou espe-
cula i o; in o mação desac ualizada.
l) odos os elemen os en ol idos no p ocesso de pee
e iew de em ac ua de aco do com os mais ele ados pa-
d ões é icos.
m) odas as pa es en ol idas no p ocesso de pee e-
iew de em decla a qualque po encial con li o de in e es-
ses e solici a escusa de e e manusc i os que sin am que
não consegui ão e e objec i amen e.
13. NORMAS GeRAIS
eS ILO
odos os manusc i os de em se p epa ados de aco do
com o “AMA Manual o s yle”, 10 h ed. e/ou “uni o m Re-
qui emen s o Manusc ip s submi ed o Biomedical Jou -
nals”.
Esc e a num es ilo cla o, di ec o e ac i o. ge almen e,
esc e a usando a p imei a pessoa, oz ac i a, po exemplo,
“Analisámos dados”, e não “Os dados o am analisados”.
Os ag adecimen os são as excepções a essa di ec iz, e
de e se esc i o na e cei a pessoa, oz ac i a; “Os au o-
es gos a iam de ag adece ”. Pala as em la im ou nou a
língua que não seja a do ex o de e ão se colocadas em
i álico.
Os componen es do manusc i o são: Página de í ulo,
Resumo, ex o, Re e ências, e se ap op iado, legendas
de igu as. inicie cada uma dessas secções em uma no a
página, nume adas consecu i amen e, começando com a
página de í ulo.
Os o ma os de a qui o dos manusc i os au o izados in-
cluem o Wo d e o Wo dPe ec . Não subme a o manusc i o
em o ma o PdF.
SUBMISSÃO
Os manusc i os de em se subme idos online, ia “sub-
missão Online” da Ac a Médica Po uguesa h p://www.
ac amedicapo uguesa.com/ e is a/index.php/amp/abou /
submissions#onlinesubmissions.
odos os campos solici ados no sis ema de submissão
online e ão de se espondidos.
Após submissão do manusc i o o au o ecebe á a con-
i mação de ecepção e um núme o pa a o manusc i o.
Na p imei a página/ página de í ulo:
a) í ulo em po uguês e inglês, conciso e desc i i o
b) Na linha da au o ia, lis e o Nome de odos os Au o es
(p imei o e úl imo nome) com os í ulos académicos e/ou
p o issionais e espec i a a iliação (depa amen o, ins i ui-
ção, cidade, país)
c) subsídio(s) ou bolsa(s) que con ibuí am pa a a ea-
lização do abalho
d) Mo ada e e-mail do Au o esponsá el pela co es-
pondência ela i a ao manusc i o
e) í ulo b e e pa a cabeçalho
Na segunda página
a) í ulo (sem au o es)
b) Resumo em po uguês e inglês. Nenhuma in o ma-
ção que não cons e no manusc i o pode se mencionada no
esumo. Os esumos não podem eme e pa a o ex o, não
podendo con e ci ações nem e e encias a igu as.
c) Pala as-cha e (Keywo ds). um máximo de 5
Keywo ds em inglês u ilizando a e minologia que cons a
no Medical subjec Headings (MesH), h p://www.nlm.nih.
go /mesh/MB owse .h ml, de em segui -se ao esumo.
Na e cei a página e seguin es:
edi o iais:
Os Edi o iais se ão apenas subme idos po con i e do
Edi o . se ão comen á ios sob e ópicos ac uais. Não de-
em excede as 1.200 pala as nem con e abelas/ igu as
e e ão um máximo de 5 e e ências bibliog á icas. Não p e-
cisam de esumo.
Pe spec i a:
A igos elabo ados apenas po con i e do Conselho
Edi o ial. Podem cob i g ande di e sidade de emas com
in e esse nos cuidados de saúde: p oblemas ac uais ou
eme gen es, ges ão e polí ica de saúde, his ó ia da medici-
na, ligação à sociedade, epidemiologia, e c.
um Au o que deseje p opo um a igo des a ca ego ia
de e á eme e p e iamen e ao Edi o -Che e o espec i o
esumo, indicação dos au o es e í ulo do a igo pa a a a-
liação.
de e con e no máximo 1200 pala as (excluindo as e-
e ências e as legendas) e a é 10 e e ências bibliog á icas.
só pode con e uma abela ou uma igu a. Não p ecisa de
esumo.