2012/2013
Ana Isabel Mo ei a Fe ão
Aplicação de a o es de c escimen o
no a amen o de lesões
musculo endinosas: Solução ou
Ilusão?
ma ço, 2013
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Ana Isabel Mo ei a Fe ão
Mes ado In eg ado em Medicina
Á ea: O opedia e T auma ologia
T abalho e e uado sob a O ien ação de:
P o esso Dou o Manuel Gu ie es
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Aplicação de a o es de c escimen o
no a amen o de lesões
musculo endinosas: Solução ou
Ilusão?
T abalho o ganizado de aco do com as no mas da e is a:
Ac a Médica Po uguesa
ma ço, 2013
1
TÍTULO:
Aplicação de a o es de c escimen o no a amen o de lesões musculo endinosas: Solução ou Ilusão?
TITLE:
Applica ion o g ow h ac o s in he ea men o musculo endinous inju ies: Solu ion o Illusion?
TÍTULO CURTO:
Fa o es de c escimen o no a amen o de lesões musculo endinosas
AUTORIA:
Ana Fe ão
1
, P o esso Dou o Manuel Gu ie es
2
AFILIAÇÃO:
1
Mes ado In eg ado em Medicina - Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o
2
P o . Auxilia de O opedia
Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o - Se iço de O opedia, Cen o Hospi ala de São
João
AUTOR PARA CORRESPONDÊNCIA:
Ana Fe ão
Faculdade de Medicina da Uni e sidade do Po o
Al. P o . He nâni Mon ei o
4200 - 319 Po o
[email p o ec ed]
2
TÍTULO:
Aplicação de a o es de c escimen o no a amen o de lesões musculo endinosas: Solução ou Ilusão?
TITLE:
Applica ion o g ow h ac o s in he ea men o musculo endinous inju ies: Solu ion o Illusion?
RESUMO
In odução: As lesões endinosas e muscula es são mui o equen es em despo is as, exis indo
uma in ensa in es igação pa a encon a no as o mas de a amen o que pe mi am uma
ecupe ação mais p ecoce. Jus i ica-se assim o in e esse pelas e apias com a o es de c escimen o,
com o obje i o de acele a a cica ização ecidula . O plasma ico em plaque as (ou plasma ico em
a o es de c escimen o) é uma ação do sangue au ólogo ob ida po cen i ugação, com uma
concen ação plaque á ia supe io à isiológica. O obje i o des a e isão é a alia a epe cussão
clínica e/ou imagiológica des a e apia no a amen o das endinopa ias mais equen es ( o ulianas,
aquilianas, do co o elo e da coi a dos o ado es) e nas lesões muscula es. P e endemos ambém
analisa e en uais e ei os ad e sos e a possí el in luência de a o es ex e nos.
Ma e iais e Mé odos: Fo am incluídos 62 a igos, en e 2004 e 2012 sob e plasma ico em
plaque as ou a sua aplicação nas lesões muscula es e/ou endinosas.
Resul ados: O plasma ico em plaque as é e icaz no a amen o das epicondiloses e endinopa ias
o ulianas, o mesmo não sucedendo nas endinopa ias c ónicas do Aquiles. Também ao ní el da
coi a dos o ado es, es a aplicação não pa ece se mui o bené ica, apenas endo algum impac o na
diminuição da do e na p e enção das ecidi as pós-ope a ó ias. Nas lesões muscula es, os poucos
es udos encon ados pa ecem con i ma um e ei o posi i o des a e apia.
Discussão e Conclusão: É possí el que os di e en es esul ados obse ados se de am à não
uni o mização dos p o ocolos de p epa ação e aplicação do plasma ico em plaque as. Em es udos
u u os é necessá io pad oniza es es pa âme os de modo a maximiza o e ei o e apêu ico.
3
ABSTRACT
Backg ound: Muscle and endon inju ies a e e y common in a hle es and he e is an in ensi e
esea ch o ind new ea men s ha allow an ea lie eco e y. This jus i ies he in e es in he apies
wi h g ow h ac o s, wi h he aim o accele a e he issue healing. The pla ele - ich plasma (o
plasma ich in g ow h ac o s) is a ac ion o au ologous blood ob ained by cen i uga ion, wi h a
pla ele concen a ion highe han he physiological. The aim o his e iew is o e alua e he
clinical and/o imaging ou comes o his he apy in he ea men o he mos equen
endinopa hies (pa ella , Achilles, o a o cu and elbow endinopa hies) and in muscle inju ies. We
also in end o analyze he po en ial side e ec s and he possible in luence o ex e nal ac o s.
Ma e ial and Me hods: We included 62 a icles be ween 2004 and 2012 on pla ele - ich plasma o
on i s applica ion in muscle and/o endon inju ies.
Resul s: Pla ele - ich plasma is e ec i e in ea ing epicondylosis and pa ella endinopa hies, bu
he same doesn’ happen in ch onic Achilles endinopa hies. In he o a o cu , his applica ion also
does no seem o be e y bene icial, jus ha ing some impac in educing he pain and in he
p e en ion o pos ope a i e ecu ence. In muscle inju ies, he ew s udies ound seem o con i m a
posi i e e ec o his he apy.
Discussion and Conclusion: I ’s possible ha he di e en ou comes obse ed a e due o he non-
s anda diza ion o pla ele - ich plasma p epa a ion and applica ion p o ocols. In u u e s udies hese
pa ame e s need o be s anda dized in o de o maximize he he apeu ic e ec .
4
INTRODUÇÃO
As lesões endinosas são equen es em adul os jo ens e de meia-idade
(1)
. Segundo a li e a u a,
endinopa ia é o e mo usado pa a designa a íade de do , edema e dis unção
(2-4)
, incluindo:
endini es, endinoses e u u as
(5)
. As endinoses são mui o equen es nos despo is as ec ea i os
(6,
7)
; já as u u as são comuns na al a compe ição, oco endo po auma ismo agudo ou em endões
c onicamen e lesados
(5, 8)
. A hipo ascula ização dos endões condiciona a sua len a cica ização
(3, 7,
9, 10)
, di icul ando o a amen o conse ado .
As lesões muscula es ambém são comuns em a le as
(11, 12)
, podendo se causadas po con usão,
es i amen o ou lace ação
(5, 13)
, sendo as duas p imei as as mais equen es
(12, 13)
. A maio ia é a ada
conse ado amen e
(14)
e eco endo a an i-in lama ó ios não es e oides após a ase aguda, embo a
es es á macos possam p ejudica a cica ização muscula
(5, 13)
.
Da p ocu a de no as opções de a amen o, que pe mi am um e o no p ecoce à a i idade com
meno es axas de ecidi a, su giu o in e esse pela aplicação das e apias com a o es de
c escimen o
(2, 4)
. O Plasma Rico em Plaque as (PRP) de ine-se como “uma ação do sangue
au ólogo, que possui uma concen ação de plaque as acima do alo no mal”
(4)
. A maio ia dos
au o es admi e um alo de 1,000,000 plaque as/µL como de inição, co espondendo a uma
concen ação 2,5 a 8 ezes supe io à isiológica
(6, 10, 12)
.
As p imei as desc ições des a e apia emon am aos anos 90
(4, 9, 15)
, sendo aplicada na Medicina
Despo i a desde 2003
(16)
.
Nas ases iniciais, a in odução de a o es de c escimen o pode es imula a cica ização isiológica
(9)
. É bem conhecido o papel das plaque as, a a és da libe ação de g ânulos al a que con êm
a o es de c escimen o
(17, 18)
.
Es as p epa ações são an ajosas po con e em moléculas com
di e en es ações e em concen ações isiológicas, mime izando ao máximo a sec eção no mal
(18-20)
.
As p incipais moléculas p esen es no PRP e en ol idas na cica ização são e e idas na abela 1.
Tabela 1 inse ida no inal do ex o p incipal.
A écnica de p epa ação do PRP implica a aspi ação de sangue pe i é ico, seguida de
cen i ugação
(4, 9, 21)
. Es ão desc i os di e sos p o ocolos com di e enças na concen ação de
plaque as
(22)
, ipo de an icoagulan es
(19)
, pe cen agem de leucóci os
(9)
e modo de a i ação (com
ombina, cálcio ou colagénio solú el)
(4, 19)
. Após p epa ação, o PRP pode se aplicado nas 8 ho as
seguin es
(19)
. A dose
(19, 23)
, a du ação da aplicação
(19)
e a idade
(24, 25)
podem in luencia o e ei o
e apêu ico.
5
Na li e a u a su gem di e en es designações consoan e o p o ocolo usado, con udo o p odu o inal
encaixa-se ge almen e em um des es ipos: plasma ico em plaque as, pu o ou com leucóci os;
ib ina ica em plaque as, pu a ou com leucóci os
(12, 26, 27)
. As ma izes de ib ina o mam-se po
polime ização do PRP, pe mi indo a libe ação g adual dos a o es de c escimen o
(4, 7, 28)
e a
anco agem de células
(4)
.
O PRP pode se aplicado po injeção ou como adju an e à ci u gia
(4, 21)
. De aco do com as
Guidelines da Associação Ame icana de Ci u giões O opédicos
(29)
, de e e i a -se o uso de an i-
in lama ó ios não es e oides 1-2 semanas an es e a é 2 semanas após o a amen o
(12, 21, 29)
; e es ão
con aindicados os co icos e oides nas 2-3 semanas e os an icoagulan es nos 5 dias que p ecedem a
injeção
(29)
.
A maio ia dos au o es aconselha a injeção guiada po ecog a ia
(4, 21, 29)
, na egião in a ou
pe i-lesional
(4)
.
Após a in e enção, ecomenda-se epouso, gelo, comp essão e ele ação, po 48
ho as
(4)
; com início p ecoce de isio e apia
(12)
. Caso exis am sinais de in lamação local, his ó ia de
neoplasias, al e ações hema ológicas, sep icémia ou eb e, o PRP es á con aindicado
(12, 21, 29)
.
Es ão desc i os os e ei os angiogénicos
(4)
, mi ogénicos
(4)
, analgésicos
(9)
, an i-in lama ó ios,
an ibac e ianos
(4, 9, 20)
e hemos á icos
(9)
do PRP. Também é econhecido o seu papel na cica ização
de e idas
(9)
. Alguns dados suge em ambém um e ei o p o e o sob e cond óci os
(9, 25)
e
enóci os
(30)
. Na O opedia é usado no a amen o de á ias lesões musculosquelé icas
(4, 20)
.
É consensual que o PRP é uma e apia segu a, nunca endo sido desc i os e ei os sis émicos
(4, 18, 31,
32)
. En e os e ei os ad e sos po enciais incluem-se ib ose, in eção e ca cinogénese
(4, 18)
. A
hemo agia, lesão dos ecidos e do são complicações equen es
(12)
.
O es udo da aplicação clínica do PRP nas lesões muscula es é ainda mui o pouco desen ol ido. Nas
lesões endinosas a li e a u a é as a em es udos animais e cien í icos, sendo ques ioná el a sua
ex apolação pa a os humanos
(4, 18)
. As lesões mais es udadas nes e con ex o são as endinopa ias
o ulianas, aquilianas, da coi a dos o ado es e do co o elo.
O obje i o des a e isão é a alia a epe cussão clínica e/ou imagiológica da aplicação de
p epa ações icas em a o es de c escimen o no a amen o das endinopa ias mais es udadas nes a
á ea, abo dando ambém a sua aplicação nas lesões muscula es. Adicionalmen e p e endemos
analisa os e ei os ad e sos e a in luência de a o es ex e nos, de modo a pode in e i sob e a
e icácia des e mé odo.
12
Tabela 1- P incipais a o es de c escimen o com ele ância na cica ização dos ecidos
E ei o
PDGF
**
P oli e ação do ecido conjun i o
(
3
,
4
,
17
,
18
,
20
)
; Angiogénese
(
4
,
14
)
;
Es imulação da sín ese de ou os a o es
(18)
TGF-β1
**
Sín ese de colagénio/ma iz ex acelula e inibição da sua
deg adação
(3, 4, 17)
;
Sup essão da p oli e ação celula ; imunossup essão
(17)
EGF
**
P oli e ação/di e enciação das células mesenquima osas e
epi eliais
(4, 18)
;
Po enciação de ou os a o es de c escimen o
(18)
;
Quimio axia, sín ese de colagénio
(17)
VEGF
**
Angiogénese
(
3
,
4
,
17
,
18
,
20
)
HGF
†
Angiogénese; an i- ib ose.
(
3
,
17
,
18
,
20
,
55
)
IGF-1
††
Quimio axia
(
18
,
20
)
;
C escimen o/ egene ação muscula
(18, 20)
;
Os eogénese
(4, 17)
;
Sín ese p o eica
(4)
FGF
**
P oli e ação de ib oblas os, mioblas os, que a inóci os,
cond óci os
(17, 18)
;
Angiogénese
(17, 18)
Tabela 1 – PDGF - Fa o de C escimen o de i ado das Plaque as; TGF-β1- Fa o de c escimen o ans o mado be a
um; EGF- Fa o de c escimen o epidé mico; VEGF- Fa o de c escimen o endo elial ascula ; HGF- Fa o de
c escimen o hepá ico; IGF-1: Fa o de c escimen o insulínico ipo um; FGF- Fa o de c escimen o ib oblás ico;
** -
on e: plaque as;
†
- on e: plasma;
††
- on e: plasma/ ígado
13
Tabela 2 – Tendinopa ias do co o elo
Re e ência Tipo de
es udo Pa ologia G upo de
In e enção
G upo de
Con olo A aliação
Seguimen o
(meses)
Resul ados: g upo
de in e enção
(média)
Resul ados: g upo
de con olo
(média)
Mish a e
al
(35)
Coo e Epicondilose
1 Injeção
PRP
(n=15)
1 Injeção
bupi acaína
(n=5)
EVA
¶¶
de
do
Índice de
pe o mance
da Mayo
Clinic
25,6
Às 8 semanas:
Do : edução de
60%
Índice Mayo:
melho ia de
52%
Final do
seguimen o:
Do : edução de
93%
Às 8semanas
§
:
Do : edução de
16%
Índice Mayo:
melho ia de 14%
Pee boom
s e al
(36)
ECR Epicondilose
la e al
1 Injeção
PRP
(n=51)
1 Injeção
co icos e oide
(n=49)
EVA de do
Índice de
Incapacidade
DASH
‡
12
Do : edução de
63,9%
DASH: edução
de 66%
Do : edução de
24%
DASH: edução de
17,4%
Gosens e
al
(37)
ECR Epicondilose
la e al
1 Injeção
PRP
(n=51)
1 Injeção
co icos e oide
(n=49)
EVA de do
Índice de
Incapacidade
DASH
‡
26
EVA: edução
pa a 21.3
Índice DASH:
edução pa a
17.6
EVA
¶
: edução
pa a 42.4
Índice DASH
¶
:
edução pa a 36.5
14
C eaney e
al
(38)
ECR Tendinose do
co o elo
2 Injeções
PRP
(n=80)
2 Injeções
sangue
au ólogo
(n=70)
Ques ioná io
PRTEE
₴
6
PRTEE:
melho ia de 35.8
pon os
**
PRTEE: melho ia
de 46.8 pon os
**
Thanasas
e al
(40)
ECR Epicondilose
la e al
1injeção
PRP (n=14)
1 Injeção de
sangue
au ólogo
(n=14)
EVA de do
LES
₴
6
Do : edução de
70.8%
‡‡
LES: melho ia de
33.3%
Do : edução de
57.8%
‡‡
LES- melho ia de
26.9%
Tabela 2 - ECR- Ensaio Clínico Randomizado; PRP- Plasma ico em plaque as;
¶¶
EVA- Escalas isuais analógicas;
‡
Índice DASH - Índice de Incapacidade
do b aço, omb o e mão;
₴
PRTEE-Pa ien - ela ed ennis elbow e alua ion;
₴
LES- Li e pool Elbow sco e;
§
- às oi o semanas, 60% do g upo con olo abandonou o es udo;
**
- a di e ença en e g upos oi de 11, sendo que a di e ença mínima pa a que haja
signi icado clínico oi de inida como 10, nes e caso a o ecendo o g upo subme ido a injeções de sangue au ólogo ( esul ados ques ioná eis pois uma maio
pe cen agem de pacien e des e g upo eco eu a ci u gia, sendo excluídos da análise);
¶
- compa a i amen e à a aliação inicial não se encon a am di e enças
signi ica i as (p=0.438);
††
- en e o 1º e o 6º mês, obse ou-se uma melho ia signi ica i a da mo ologia do endão, aos 6 meses essa di e ença deixou de se
obse a ;
‡‡
- às seis semanas obse ou-se uma di e ença signi ica i a na edução da do , a o ecendo o g upo subme ido a PRP, essa di e ença desapa eceu
aos 6 meses.
A neg i o os alo es de p que aduzem di e enças es a is icamen e signi ica i as (p<0.05).
15
Tabela 3 – Tendinopa ias da coi a dos o ado es
Re e ência Tipo de
es udo Pa ologia G upo de
In e enção
G upo de
Con olo A aliação
Seguim
en o
(meses)
Resul ados: g upo
de in e enção
(média)
Resul ados: g upo
de con olo
(média)
Cas icini
e al
(41)
ECR
Ro u a c ónica
da coi a dos
o ado es
Repa ação
a oscópica
+
PRFM
(n=43)
Repa ação
a oscópica
(n=45)
Índice de
Cons an
In eg idade
do endão
(po RM)
20.2
Cons an :
melho ia pa a 89
pon os
Melho ia da
es u u a do
endão
Cons an :
melho ia pa a
89.2 pon os
Melho ia da
es u u a do
endão
Rha e
al
(42)
ECR Tendinose do
sup aespinhoso
2 Injeções
PRP (n=20)
Mic o eno omia
pe cu ânea
(n=19)
Índice
SPADI
‡
Ampli ude de
mo imen os
6
SPADI: 17.7
Ampli ude de
mo imen os
††
RI: 6.3°
FL: 8.4°
RE: 6.9 °
Ab: 9 °
SPADI: 29.5
Ampli ude de
mo imen os
††
RI: 3.9°
FL: 4.3°
RE: 4.6°
Ab:5.4°
16
Jo e al
(43)
Coo e
Ro u a
comple a do
endão dos
o ado es da
coi a
Repa ação
a oscópica
+ PRP
(n=19)
Repa ação
a oscópica
(n=23)
EVA de do
Ampli ude de
mo imen os
Sa is ação
global
Ressonância
Magné ica
Fo ça
Índices
uncionais
(Sis ema de
pon uação da
ASES
₴,
,
Cons an ,
Sis ema de
pon uação da
UCLA,
DASH
‡‡
,
SST
₴₴
,
SPADI)
19.7
Do : diminuição
g adual
Melho ia da
ampli ude de
mo imen os,
exce o na RE
Sa is ação:89%
Taxa de ecidi a
da o u a: 26.7%
Aumen o global
da o ça, exce o
no in aespinhoso
ASES: 87.61
Cons an : 79.12
UCLA: 31.78
DASH: 13.19
SST: 9.83
SPADI: 12.03
Do : diminuição
g adual
Melho ia da
Abdução e da
lexão an e io ;
sem melho ias na
RE e RI
Sa is ação:91%
Taxa de ecidi a
da o u a: 41.2%
Aumen o global
da o ça, exce o
no in aespinhoso
ASES: 89.92
Cons an : 82
UCLA:30.83
DASH: 8.48
SST: 10.57
SPADI:10.08
Randelli e
al
(44)
Pilo o
p ospe i o
Ro u a
comple a da
coi a dos
o ado es
Repa ação
a oscópica
+PRP
(n=14)
EVA de do
Índice de
Cons an
Sis ema de
pon uação da
UCLA
24
Do : edução de
5.31 pa a 1.00
**
Cons an :
melho ia de 54.62
pa a 85.23
**
UCLA: melho ia
de 16.54 pa a
32.92
**
Ba be e
al
(45)
Casos e
con olos
Ro u a
comple a de 1
Repa ação
a oscópica
Repa ação
a oscópica
Ressonância
Magné ica 31 Pe sis ência da
u u a: 30%
Pe sis ência da
u u a: 60%
17
ou 2 endões da
coi a dos
o ado es
+ su u a de 2
PRFM
(n=20)
(n=20) Índice de
Rowe
Sis ema de
Pon uação da
ASES
SANE
¥
SST
Índice de
Cons an
Rowe: 94.9
ASES: 95.7
SANE: 94.5
SST: 11.3
Cons an : 88.1
Rowe: 84.8
ASES: 94.7
SANE: 93.7
SST: 11.4
Cons an : 84.7
Randelli e
al
(46)
ECR Ro u a
comple a do
endão da coi a
dos o ado es
Repa ação
a oscópica
+ PRP
(n=26)
Repa ação
a oscópica
(n=27)
EVA de do
Índice de
Cons an
Sis ema de
pon uação da
UCLA
SST
Fo ça
Ressonância
Magné ica
24 Do : edução de
4.8 pa a 1.1
Cons an :
melho ia pa a
82.4
UCLA: melho ia
pa a 33.3
SST: melho ia
pa a 11.3
Fo ça: melho ia
pa a 4.3Kg
Recidi a da
o u a: 40%
Do : edução de
6.4 pa a 2.4
Cons an :
melho ia pa a
78.7
UCLA: melho ia
pa a 31.3
SST: melho ia
pa a 10.9
Fo ça: melho ia
pa a 4Kg
Recidi a da
o u a: 52%
Tabela 3 – ECR- Ensaio Clínico Randomizado; PRP- Plasma ico em plaque as; RM- Ressonância Magné ica; PRFM- Ma iz de ib ina ica em
plaque as; EVA- Escala Visual Analógica;
‡‡
Índice DASH - Índice de Incapacidade do b aço, omb o e mão;
‡
SPADI - Índice de Do e Incapacidade no
Omb o;
₴
Sis ema de pon uação da Sociedade Ame icana de Ci u gia do Omb o e Co o elo (ASES); UCLA – Uni e si y o Cali o nia Los
Angeles;
₴₴
SST- Tes e simples do omb o;
¥
SANE - A aliação numé ica única; Ampli ude de mo imen os: RE – Ro ação ex e na; RI- Ro ação in e na;
¶
-PRP mos ou-se supe io à mic o enomia a pa i das 6 semanas e a é ao inal do seguimen o (p<0.05);
††
- melho ias em g aus.
**
- Di e enças
es a is icamen e signi ica i as: p≤0.001. A neg i o os alo es de p que aduzem di e enças es a is icamen e signi ica i as (p<0.05).
18
Tabela 4 – Tendinopa ias Aquilianas
Re e ência Tipo de
es udo Pa ologia G upo de
In e enção
G upo de
Con olo A aliação
Seguimen o
(meses)
Resul ados: g upo de
in e enção (média)
Resul ados: g upo de
con olo (média)
Sánchez e
al
(49)
Casos e
con olos
Ro u a
comple a
do Aquiles
Ci u gia +
PRP (n=6)
Ci u gia
(n=6)
Tempo a é
ecupe ação
o al
(ampli ude
o al de
mo imen os,
co ida e
eino)
Ecog a ia
32 (50 pa a
os con olos)
Ampli ude o al de
mo imen os:
7 semanas
Co ida:
11 semanas
T eino:
14 semanas
Á ea seccional
ans e sa: aumen o
de 298%
Ampli ude o al de
mo imen os:
11 semanas
Co ida:
18 semanas
T eino:
21 semanas
Á ea seccional
ans e sa: aumen o
de 499%
de Vos e
al
(50)
ECR Tendinose
aquiliana
1 Injeção
PRP (n=27)
1 Injeção
salina
(n=27)
Ques ioná io
VISA-A
‡
Sa is ação
Re o no ao
despo o
6
VISA-A: melho ia de
21.7 pon os
Sa is ação: 56%
Re o no ao despo o:
78%
VISA-A: melho ia de
20.5 pon os
Sa is ação: 63%
Re o no ao despo o:
67%
de Vos e
al
(51)
ECR Tendinose
aquiliana
1 Injeção
PRP (n=27)
1 Injeção
salina
(n=27)
Ecog a ia 6
Melho ia da es u u a
endinosa
Neo ascula ização:
Sem di e enças
ela i amen e ao basal
Melho ia da es u u a
endinosa
Neo ascula ização:
Sem di e enças
ela i amen e ao basal
de Jonge
e al
(52)
ECR Tendinose
aquiliana
1 Injeção
PRP (n=27)
1 Injeção
salina
(n=27)
Ques ioná io
VISA-A
Sa is ação
Re o no ao
despo o
12
VISA-A: melho ia de
31.6 pon os
Sa is ação: 59.3%
Re o no ao despo o:
56.5%
VISA-A: melho ia de
25 pon os
Sa is ação: 59.3%
Re o no ao despo o:
41.7%
19
Ecog a ia
Melho ia da es u u a
endinosa:7.2%
Melho ia da es u u a
endinosa: 8.4%
Schepull
e al
(53)
ECR
Ru u a
aguda do
Aquiles
Ci u gia+
injeção PRP
(n=16)
Ci u gia
(n=14)
Elas icidade
Índice de
ele ação do
calcanha
Ques ioná io
ATRS
¥
Ampli ude
de
mo imen os
12
Elas icidade:239
Índice de ele ação do
calcanha :69
ATRS
: 78
†
FP: 8°
FD:3°
Elas icidade:237
Índice de ele ação do
calcanha :67
ATRS: 89
†
FP:3.5°
FD:2.5°
López-
Ga i o e
al
(54)
P ospe i o
analí ico
Tendinose
aquiliana
e/ou
ascii e
plan a
c ónica
1 Injeção
PRP
(n=12)
EVA de do
Escala
AOFAS
₴
4
Do : melho ia de 9
pa a 2 pon os
Escala AOFAS:
melho ia de 39 pa a
97 pon os
Tabela 4 – ECR- Ensaio Clínico Randomizado; PRP- Plasma ico em plaque as; PRFM - Ma iz de ib ina ica em plaque as;
‡
VISA-A- Vic o ian
Ins i u e o Spo s Assesmen -Achilles;
¥
ATRS- Achilles endon To al Rup u e Sco e;
₴
AOFAS - Ame ican O hopaedic Foo and Ankle Socie y;
†
-
ATRS in e io equi ale a uma unção signi ica i amen e in e io no g upo a ado com PRP; Ampli ude de mo imen os: FP- Flexão plan a ; FD- lexão
do sal.
A neg i o os alo es de p que aduzem di e enças es a is icamen e signi ica i as.
20
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h p://www.aaos.o g/news/aaosnow/sep10/clinical3.asp.
Legendas de em se au o-explica i as (sem necessidade de eco e ao ex o) – é uma decla ação
desc i i a.
Legenda/Tí ulo das Tabelas: Colocada po cima do co po da abela e jus i icada à esque da. Tabelas
são lidas de cima pa a baixo. Na pa e in e io se ão colocadas odas as no as in o ma i as – no as
de odapé (ab e ia u as, signi icado es a ís ico, e c.) As no as de odapé pa a con eúdo que não
caiba no í ulo ou nas células de dados de em con e es es símbolos *, †, ‡, §, ||, ¶, **, ††, ‡‡, §§,
||||, ¶¶,
Figu as
Os ichei os « igu a» podem se an os quan as imagens i e o a igo. Cada um des es elemen os
de e á se subme ido em ichei o sepa ado, ob iga o iamen e em e são elec ónica, p on o pa a
publicação. As igu as ( o og a ias, desenhos e g á icos) não são acei es em ichei os wo d.
Em o ma o TIF, JPG, AI, BMP, EMF, EPS, PDF e PSD com 300 dpis de esolução, pelo menos
1200 pixeis de la gu a e al u a p opo cional.
As legendas êm que se colocadas no ichei o de ex o do manusc i o.
Caso a igu a es eja sujei a a di ei os de au o , é esponsabilidade dos au o es do a igo adqui i
esses di ei os an es do en io do ichei o à Ac a Med Po .
Legenda das Figu as: Colocada po baixo da igu a, g á ico e jus i icada à esque da. G á icos e
ou as igu as são habi ualmen e lidos de baixo pa a cima.
Só são acei es imagens de doen es quando necessá ias pa a a comp eensão do a igo. Se o usada
uma igu a em que o doen e seja iden i icá el de e se ob ida e eme ida à Ac a Med Po a de ida
au o ização. Se a o og a ia pe mi i de o ma ób ia a iden i icação do doen e, es a pode á não se
acei e. Em caso de dú ida, a decisão inal se á do Edi o -Che e.
Fo og a ias
Em o ma o TIF, JPG, BMP, PDF E PSD com 300 dpis de esolução, pelo menos 1200 pixeis de
la gu a e al u a p opo cional.
Desenhos e g á icos
Os desenhos e g á icos de em se en iados em o ma o ec o ial (AI, EPS) ou em ichei o bi map
com uma esolução mínima de 600 dpi. A on e a u iliza em desenhos e g á icos se á
ob iga o iamen e A ial.
As imagens de em se ap esen adas em ichei os sepa ados subme idos como documen os
suplemen a es, em condições de ep odução, de aco do com a o dem em que são discu idas no
ex o. As imagens de em se o necidas independen emen e do ex o.
Ag adecimen os ( acul a i o):
De em i após o ex o, endo como objec i o ag adece a odos os que con ibuí am pa a o es udo
mas não êm peso de au o ia. Nes a secção é possí el ag adece a odas as on es de apoio, que
inancei o, que ecnológico ou de consul o ia, assim como con ibuições indi iduais. Cada pessoa
ci ada nes a secção de ag adecimen os de e en ia uma ca a au o izando a inclusão do seu nome.
Re e ências:
Os au o es são esponsá eis pela exac idão e igo das suas e e ências e pela sua co ec a ci ação
no ex o.
As e e ências bibliog á icas de em se ci adas nume icamen e (alga ismos á abes o ma ados
sob esc i os) po o dem de en ada no ex o e se iden i icadas no ex o com alga ismos á abes.
Exemplo: “Dime hyl uma a e has also been a sys emic he apeu ic op ion in mode a e o se e e
pso iasis since 199413 and in mul iple scle osis14.”
Se o em ci ados mais de duas e e ências em sequência, apenas a p imei a e a úl ima de em se
indicadas, sendo sepa adas po aço 5-9.
Em caso de ci ação al e nada, odas as e e ências de em se digi adas, sepa adas po í gula 12,15,18.
As e e ências são alinhadas à esque da.
Não de e ão se incluídos na lis a de e e ências quaisque a igos ainda em p epa ação ou
obse ações não publicadas, comunicações pessoais, e c. Tais inclusões só são pe mi idas no co po
do manusc i o (ex: P. And ade, comunicação pessoal).
As ab e ia u as usadas na nomeação das e is as de em se as u ilizadas pelo Na ional Lib a o
Medicine (NLM) Ti le Jou nals Abb e ia ions h p://www.ncbi.nlm.nih.go /nlmca alog/jou nals
No as:
Não indica mês da publicação.
Nas e e ências com 6 ou menos Au o es de em se nomeados odos. Nas e e ências com 7 ou
mais au o es de em se nomeados os 6 p imei os seguidos de “e al”.
Seguem-se alguns exemplos de como de em cons a os á ios ipos de e e ências.
A igo:
Apelido Iniciais do(s) Au o (es). Ti ulo do a igo. Ti ulo da e is as [ab e iado]. Ano de
publicação;Volume: páginas.
1.Com menos de 6 au o es
Miguel C, Media illa MJ.Abo dagem ac ual da go a.Ac a Med Po . 2011;24:791-8.
2. Com mais de 6 au o es
No e A, San os C, Gamboa F, Fe ei a AJ, Ma ques A, Lei e C, e al. Pneumonia Nec o izan e:
uma complicação a a. Ac a Med Po . 2012;25:51-5.