EVPHROSYNE
REVISTA DE FILOLOGIA CLÁSSICA
CENTRO DE ESTUDOS CLÁSSICOS
FACULDADE DE LETRAS DE LISBOA
M M X V I
NOVA SÉRIE
VOLUME XLIV
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ESTE VOLUME DE EVPHROSYNE TEM O APOIO DE:
NOVA SÉRIE
VOL. XLIV
M M X V I
EVPHROSYNE
ORIENTAÇÕES PARA PREPARAÇÃO DE ORIGINAIS
01. Euph osyne — Re is a de Filologia Clássica, ó gão do Cen o de Es udos Clássicos da Uni e sidade de Lisboa, es á
abe a à colabo ação da comunidade cien í ica na á ea da ilologia clássica, en endendo es a em sen ido la go
da diac onia da adição, das á eas cien í icas especí icas e espec i as disciplinas.
2. Os a igos pode ão se en iados po co eio elec ónico pa a [email p o ec ed] ou pa a a mo ada do
Cen o de Es udos Clássicos.
3. Os o iginais en iados pa a publicação de em se inédi os e não es a subme idos a ou a en idade edi o ial; se ão
eme idos à Di ecção de Euph osyne em o ma de ini i a e ap esen ados segundo as no mas da e is a. Os o iginais
não se ão de ol idos, assumindo-se que os au o es conse am cópia dos mesmos. Os abalhos conside ados a publi-
cação são sujei os a a bi agem cien í ica.
4. Se ão acei es a é 31 de Dezemb o abalhos pa a publicação no olume do ano seguin e; se á dada in o mação sob e
a acei ação da publicação a é 30 de Ab il do ano da publicação do olume.
5. O o iginal se á semp e ap esen ado elec onicamen e e em o ma dupla: em documen o de ex o (Wo d/.doc(x) –
p e .) e em PDF.
6. O a igo se á encabeçado po : a) í ulo (b e e e explíci o); b) nome e apelidos do au o ; c) ins i uição académica
ou cien í ica a que es á ads i o; d) ende eço elec ónico; e) esumo (não supe io a 10 linhas) em língua inglesa;
) indicação de ês pala as-cha e em língua inglesa.
7. A ex ensão ecomendada pa a os a igos é de 10 páginas, não de endo ul apassa 20 páginas de A4, a co po 12
e duplo espaço.
8. Sis ema de no as: im de a igo (endno es); nume ação au omá ica seguida. Na publicação, as no as de a igo sai ão
em undo de página ( oo no es).
9. Sis ema de e e ências:
a) Não é pe mi ida emissão pa a páginas do in e io do a igo.
b) Re e ências (em no a):
Monog a ias: J.
de
R
omilly
, La c ain e e l’angoisse dans le héâ e d’Eschyle, Pa is, 1959, pp. 120-130 (casa edi o a
mencionada apenas pa a edições an igas). Ou em 2.ª e .: J.
de
R
omilly
, op. ci ., p. 78.
Re is as: R. S. C
aldwell
, “The Misogyny o E eocles”, A e husa, 6, 1973, 193-231 ( ol., ano, pp.). Ou em 2.ª e .:
R. S. C
aldwell
, loc. ci .
Ob as colec i as: G. C
a allo
, “La ci colazione dei es i g eci nell’Eu opa dell’Al o Medioe o” in J. Hamesse (ed.),
Rencon es de cul u es dans la Philosophie Médié ale – T aduc ions e aduc eu s de l’An iqui é a di e au XIVe
siècle, Lou ain-la-Neu e, 1990, pp. 47-64.
c) Ab e ia u as: Segui -se-ão as ab e ia u as con encionadas po ThLL, pa a au o es la inos; Liddel-Sco -Jones,
pa a au o es g egos; Année Philologique, pa a í ulos de e is as; pa a as ab e ia u as mais comuns: p. / pp.;
ed. / edd.; c .; s.u.; sup a; op. ci .; loc. ci .; uid.; a.C. / d.C. (em edondo).
d) Ci ações: De em se colocadas en e comas “…” (não as de ex os g egos); os i álicos se ão u ilizados apenas pa a
sublinha pala as ou pequenas ases; as ci ações em la im ou em g ego se ão b e es.
10. E en uais igu as ou imagens se ão de qualidade g á ica (de p e e ência no o ma o TIF, com a esolução mínima de
200 p.p.), o necidas em supo e elec ónico (como os o iginais) e com a indicação p ecisa da e e ência no ex o e na
o dem assim como do í ulo (de em se acau elados os di ei os de ep odução po pa e do au o do a igo).
11. Aos au o es não se á o necido mais do que um jogo de p o as; es as de e ão se de ol idas num p azo máximo de
7 dias. Em p incípio, não se ão pe mi idas al e ações ao o iginal.
12. Aos au o es se á o necido um exempla do olume e a e são elec ónica do espec i o a igo.
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Cen o de Es udos Clássicos - Faculdade de Le as
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diReC oRa
maRia CRiS ina CaS Ro-maia de SouSa Pimen el
ComiSSão de RedaCção
abel do naSCimen o Pena, ana maRia SanChez aRRío, aRnaldo mon eiRo do eSPíRi o San o, JoSé
PedRo Sil a San oS SeRRa, manuel JoSé de SouSa baRboSa, Paulo FaRmhouSe albeR o, anda maRia
Cou inho GaRRido anaS áCio
ConSelho Cien íFiCo
aiReS auGuS o do naSCimen o (U. Lisboa), CaRloS San ini (U. Pe ugia), CaRmen CodoñeR meRino
(U. Salamanca), emilio SuáRez de la oRRe (U. Pompeu Fab a), Joël homaS (U. Pe pignan), JoSé manuel
díaz de buS aman e (U. San iago de Compos ela), manuel alexandRe JúnioR (U. Lisboa), maRC mayeR
y oli é (U. Ba celona), Paolo Fedeli (U. Ba i), homaS eaRle (U. Ox o d)
ConSelho de aRbi RaGem Cien íFiCa
albeR o beRnabé PaJaReS (U. Complu ense de Mad id), ánGel uRbán FeRnández (U. Có doba), auRelio PéRez
Jiménez (U. Málaga), maRía adelaida andReS (U. Salamanca), CaRloS moRaiS (U. A ei o), CaRmen moRenilla
alenS (U. Valencia), CRiS obal maCíaS illaloboS (U. Málaga), maRía eliSa laGe Co oS (U. San iago de
Compos ela), euS aquio SánChez SaloR (U. Ex emadu a), Fabio S ok (U. Roma II – To Ve ga a), FedeRiCo
RuSSo (U. Kons anz), GRan a. nelSeS uen (U. Wiscounsin), GRaziana bReSCia (U. Foggia), GReGoRio
RodRíGuez heRReRa (U. Las Palmas de G an Cana ia), iñiGo Ruiz aRzalluz (U. País Vasco), JoSé maRía
maeS Re maeS Re (U. Cádiz), JeSúS-maRía nie o ibáñez (U. León), Joaquim PinheiRo (U. Madei a), manuel
loPez muñoz (U. Alme ía), nuno SimõeS RodRiGueS (U. Lisboa), RamiRo González delGado (U. Ex emadu a),
RiChaRd maRShall (U. Ox o d), RoSalba dimundo (U. Ba i), RoSSana GuGlielme i (U. Milano), San iaGo
loPez moReda (U. Ex emadu a), SebaS ião a aReS de Pinho (U. Coimb a), Sil ana RoCCa (U. Geno a)
Ti agem 500 exempla es
Depósi o legal 178089/02
ISSN 0870-0133
PubliCação anual SuJei a a aRbi RaGem Cien íFiCa
ReFeRenCiada em
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REVISTA DE FILOLOGIA CLÁSSICA
MMXVI
NOVA SÉRIE – VOLUME XLIV
368
LIBRI RECENSITI
YVAN NADEAU, Dog Bi es Caesa ! A Reading o Ju enal’s Sa i e 5 (wi h Ho ace’s
Sa i es I, 5; II, 5; II, 6; Epis les I, 1; I, 16; I, 17), B uxelles, La omus,
2013. 100 pp. ISBN 9782-87031-289-X
Y. Nadeau é nome equen e nos ca álogos da econhecida colecção La omus, onde
o seu in e esse cien ífico po Ho ácio, Ve gílio, os poe as elegíacos e Ju enal se em e e-
lado à comunidade cien ífica em a iados es udos. Após o comen á io à Sá i a VI de
Ju enal, publicado em 2011, o A. ap esen a ago a uma ob a, pequena em ex ensão (82 pp.
de ex o), mas ica em suges ões de lei u a in e ex ual en e a Sá i a V (com análise de
po meno dos . 1-11; 20-23; 132-145 e 156-173) e algumas Epís olas e Sá i as de Ho ácio
(mais conc e amen e Ep. I, 1; I, 16; I, 17; e Sa . I, 5; II, 5; II, 6), bem como ce as odes (de
ca iz e ó ico). Essas não são, oda ia, as únicas on es da li e a u a clássica que o A. chama
à lei u a in e ex ual pa a undamen a a sua a gumen ação, cujo objec i o esume logo
na p. 7 (“ he we o Ju enal’s Sa i e 5 conceals a sub e si e iew o he amici ia displayed
in he ci cle o Augus us Caesa ”). De ac o, Ve gílio e a Eneida (VII), Ma cial (II, 51, 72, 83;
III, 89; IV, 24; IX, 41, 63; XI, 43), Eu ípides (Bacan es, . 451-459), a Odisseia (XIII), Sue-
ónio (a Vida de Augus o e a Vida de Ho ácio), sem que sejamos exaus i os nes a lis a, são
chamados à colação pa a uma lei u a, segundo es a no a pe spec i a, do ex o de Ju enal
(e, necessa iamen e, de Ho ácio).
Podemos nem semp e es a de aco do com as linhas de lei u a que Y. Nadeau nos
ap esen a, ou, pelo menos, aqui e além abo da emos os seus caminhos in e p e a i os
com alguma desconfiança. É o que acon ece, po exemplo, na pe spec i a de in e ex ua-
lidade com o ci ado conjun o de epig amas de Ma cial que, nas pp. 50-54, são chamados
a ilumina as humilhações a que o T ébio da sá i a de Ju enal é sujei o enquan o espelho
dos abusos sexuais e da e ec i a desconside ação social que pau a am as elações pa onus
– cliens no cí culo de Augus o e Mecenas e a que, não demasiado a con agos o, Ho ácio
se subme ia ou acei a a, pac uando com a di ulgação de um ideal mas apa en e a o
equânime en e os di e en es g aus da hie a quia social (p. 84: “The p oclaimed equali y
is in ac a kind o fla e y”; p. 88: “ he pic u e o comi as, o equali y, o du ies wi hin
he p ope bounds o amici ia is fic ion”, ficção que in e essa a à p opaganda augus ana).
A mesma ese a susci a o pa alelo en e as elações Dioniso / Pen eu, no ex o eu i-
pidiano, e as es abelecidas en e Ho ácio e Augus o, ma é ia de in e p e ação nas pp. 64 ss.
e de sín ese na p. 68 (“By abusi e imi a ion, Augus us, Ho ace’s Pen heus, so o speak,
would ega d Ho ace, his Bacchus, as an e emina e and so ea him sexually – he e o e
expec him o pe e e pa ique indignum, which he, Ju enal, glosses as omnia pa i, endu e
e e y sexual humilia ion - wha is implied is anal and o al pene a ion”).
Ou as ezes, fica-nos a sensação de que, sem afi ma inequi ocamen e uma ese,
se ac edi a nela (c . p. 89), ainda que se en e no domínio de uma ex apolação que não
ap esen a – nem possi elmen e em – undamen o e ec i o no ex o. Assim nos pa ece
acon ece quando, a pa do p essupos o de que Augus o e Ho ácio são os p incipais al os
do sa casmo e c í ica de Ju enal, o A. não deixa, ainda, de pô à conside ação do lei o a
suges ão de que, po ás da censu a isando apenas quem já mo eu, p incípio p og a-
má ico assumido pelo sa i is a, se insinua ambém a c í ica aos impe ado es sob quem
ele esc e e, T ajano ou Ad iano: em nossa opinião, a ança-se pa a um pa ama que ul a-
passa o da simples lei u a de uma ama ga c í ica às elações de amici ia adul e adas e
iníquas que se ha iam ins alado com o co e dos empos.
Ainda assim, é inegá el que, quando chega ao fim es a cen ena de páginas, exem-
pla es na cla eza e no aciocínio lógico que p og ide em pe gun as, espos as, conclusões
pa ciais, o lei o az um balanço mui o posi i o: a p oximidade com os ex os é no á el,
al como o é a a enção à es u u a dos poemas ou a discussão da bibliog afia; os co ejos
explici ados põem em ele o a mes ia es ilís ica e e ó ica de Ju enal; a análise dos passos
de Ho ácio susci a uma ( e)lei u a a en a e in e pelan e segundo a ese de que, na sá i a 5,
quem ala é uma oz an i-cesa iana, um Júnio cínico que é, afinal, o ‘cão que mo de’ do
LIBRI RECENSITI
369
í ulo, e se di ige a um T ébio, seguido de A is ipo, alguém cujo sup emo objec i o é le a
a a e de pa asi a à pe eição, e que, li e a iamen e, busca o seu modelo em Ho ácio (ou
na sua pe sona, Quin o), enquan o Vi ão, ex, po sua ez é o pa onus desenhado com os
aços do p inceps augus ano e dos que o odea am.
MARIA CRISTINA PIMENTEL
Cen o de Es udos Clássicos da
Faculdade de Le as da Uni e sidade de Lisboa
[email p o ec ed]
ANDREA LAI, Alle nozze dello Sposo. G ego io Magno commen a o e del ‘Can ico
dei can ici’ e le sue on i, Roma, Ci à Nuo a, 2014 (Fundamen is no is.
S udi di le e a u a c is iana an ica, mediola ina e bizan ina; 3). 252 pp.
ISBN 978-88-311-6403-0
Pa es em que se di ide a ob a: “P e ácio”, da au o ia de Luigi G. G. Ricci; “In o-
dução”, pelo p óp io Au o ; “Tabela de Siglas e de Ab e ia u as”; Ad e ência quan o ao
sis ema de ab e ia u as adop ado pa a ci a os ex os la inos e o Thesau us linguae La inae;
Qua o g andes capí ulos de desen ol imen o emá ico: 1. “A ob a”; 2. “O mé odo de
in es igação”; 3. “Es udo das on es li e á ias e dos pa alelos g ego ianos; 4. “Quad o de
conjun o e conclusão”; Bibliog afia, di idida em: 1. Fon es; 1.1. Fon es documen ais; 1.2.
Au o es e ex os; 2. Ob as de consul a; 3. Es udos; Qua o Índices: 1. Índice de au o es,
de ex os anónimos e dos pe sonagens an igos e medie ais; 2. Índice de es udiosos e de
pe sonagens mode nos e con empo âneos; 3. Índice de luga es; 4. Índice de manusc i os.
T a a-se de uma ob a de g ande especialização emá ica e cien ífica, de g ande igo
de pesquisa e de exposição, que p ocu a e consegue um a amen o exaus i amen e po me-
no izado da ques ão abalhada. De lei u a necessa iamen e a en a, exigen e em e mos de
e udição, é, no en an o, cla a e p ocu a semp e jus ifica c i icamen e as afi mações ei as.
E i a o mais possí el a especulação. É álida sob e udo como es udo c í ico, de g ande
ac ibia, de ex os e on es, mais do que como peça he menêu ica. Toda ia, o igo com
que é elabo ada pe mi e uma base sólida pa a lei u as de ipologia he menêu ica mais
incada, mais dedicadas à explo ação in elec ual dos significados passí eis de encon a .
Na “In odução”, expõe-se o objec o da ob a, nas pala as do Au o : “O objec i o
p incipal […] é o de u iliza o es udo das on es da Exposi io como ins umen o pa a a
e ificação da au en icidade do ex o […]” (p. 8). T a a-se ambém da me odologia u ili-
zada. No Capí ulo I, “A ob a”, são explo adas a génese e da ação do ex o, as dú idas
sob e a sua au o ia, a adução do manusc i o na elação com a pa e nidade do ex o e os
seus con eúdos, com de alhe exaus i o, em que se deba em ques ões ela i as ao í ulo, ao
p ólogo, ao p ocedimen o exegé ico, lemas, seu comen á io sis emá ico, uso da Sag ada
Esc i u a. No Capí ulo II, “O mé odo de in es igação”, após se em discu idas as po en-
ciais on es li e á ias possi elmen e disponí eis, ap esen am-se os ins umen os pa a
o es udo da li e a u a pa ís ica sob e o Cân ico dos Cân icos e en ualmen e acessí el a
G egó io Magno, os ins umen os necessá ios pa a a iden ificação das on es, o mé odo
elabo ado p oposi adamen e pa a es e abalho. São ap esen ados quad os sis ema iza-
do es cla os e comple os. No Capí ulo III, “Es udo das on es li e á ias e dos pa alelos
g ego ianos”, são le an adas e a aliadas odas as possí eis oco ências de u ilização de
on es li e á ias an e io es, de i adas que dos ex os sag ados que da adição exegé-
ica. Nes e âmbi o, embo a lou ando o denodado es o ço de e udição e de cla ificação,
c i icamos o ac o de ha e uma ce a endência pa a dilui a especificidade p óp ia do
labo de G egó io num ma de influências. T adição não é con usão e num abalho de
cla ificação não de e se dada a imp essão de que se cla ifica pa a de no o con undi .
I
COMMENTATIONES
An ígona: luzes e somb as – ANA PAULA PINTO ................................................................. 9
Qui son les o ae dans les Res Rus icae (II, 1, 5) de Va on? – MARCEL MEULDER ........ 31
A hènes his o ique, A hènes é e nelle. Le ega d de Plu a que su la ille e ses
monumen s – FRANÇOISE FRAZIER ............................................................................ 65
La mi ada de Plu a co: significados y unciones de su es imonio isual en las Vidas
Pa alelas – CARLOS ALCALDE-MARTÍN ........................................................................ 83
T a Cos an inopoli e Vi a ium: on i g eche e on i la ine nel Commen o ai Salmi di
Cassiodo o – PATRIZIA STOPPACCI .............................................................................. 103
Los p ogymnasma a de A onio publicados po Palmi eno en 1552: es udio de un
ejempla localizado en la Biblio eca Nacional de Po ugal – M.A VIOLETA PÉREZ
CUSTODIO ................................................................................................................... 127
En la es ela de Ho acio: una epís ola la ina inédi a de Giacin o F angipane
– EDUARDO DEL PINO GONZÁLEZ ............................................................................... 153
Los p ogymnasma a en los P aecep ionum he o ica um lib i V e exe ci a ionum
lib i II de Geo g Henisch: uen es y ma e iales – GREGORIO RODRÍGUEZ HERRERA 173
En e a fidelidade às o igens e o con ex o in e p e a i o: duas adap ações po u-
guesas con empo âneas da agicidade ambígua de An ígona – MARIA JOSÉ
FERREIRA LOPES ....................................................................................................... 189
II
STVDIA BREVIORA
El análisis de los da os sob e la eligión p ehelénica: una cues ión me odológica –
MARCELLO TOZZA ....................................................................................................... 211
Sob e la p udencia de un Cice ón demasiado hábil: De in en ione 1, 49, 91 a p opó-
si o de Co nelia, mad e de los G acos – MARC MAYER Y OLIVÉ .............................. 223
Vi gil’s Smoo h-Talking Pygmalion and Je ome’s Commen a ies on Mo diloquen
Mino P ophe s – NEIL ADKIN .................................................................................. 235
La eacción c is iana an e el ȀĮIJȋȡȚıIJȚĮȞȞ de Po fi io de Ti o – INMACULADA
RODRÍGUEZ MORENO .................................................................................................. 239
El iaje de T ezenzonio a la isla de Solis ición. Re acción de ma e ial y dis in os
ni eles de sen ido – JOEL VARELA RODRÍGUEZ .......................................................... 253
426
RERVM INDEX
La Aus iaca siue naumachia de F ancisco de Ped osa y la p opaganda al se icio del
pode – JUAN CARLOS JIMÉNEZ DEL CASTILLO ............................................................ 265
La apología de la Biblia Regia esc i a po Beni o A ias Mon ano: un documen o en
pa ade o desconocido – ANTONIO DÁVILA PÉREZ ..................................................... 279
El descenso al infie no del O idio de Vin ila Ho ia en la no ela Dios ha nacido en
el Exilio. Dia io de O idio en Tomis – ALEJANDRO MARTÍNEZ SOBRINO .................... 291
III
VARIA NOSCENDA
Isc izioni omane di adizione manosc i a: il codice epig afico di Aquiles Es aço
– ALEJANDRA GUZMÁN ALMAGRO ................................................................................ 307
IV
LIBRI RECENSITI
a) Edições de ex o. Comen á ios. T aduções. Es udos Linguís icos
ESQUILO, T agedias IV: Coé o os. Euménides, in oducciones y ex o po F ancisco
Rod íguez Ad ados, aducciones y no as po Es eban Calde ón Do da – RUI
MIGUEL DUARTE ........................................................................................................ 323
SÓFOCLES, Icneu as, os sá i os as eado es: agmen os de um d ama sa í ico
econs i uído pa a a con empo aneidade com base nos apa a os de S e an Rad e
Hugh Lloyd-Jones. Te eza Vi gínia Ribei o Ba bosa (o g.) – SOFIA FRADE ........... 324
MARÍA TERESA GALLEGO PÉREZ, Vida y mue e en el Co pus Hippoc a icum – MARIA
JOSÉ MENDES E SOUSA .............................................................................................. 325
POLYBIUS, The His o ies, ol. VI: books 28-39, ansla ed by W. R. Pa on, e ised by
F ank W. Walbank and Ch is ian Habich ; Una ibu ed agmen s, edi ed and
ansla ed by S. Douglas Olson – RUI MIGUEL DUARTE .......................................... 326
MARCO TERÊNCIO VARRÃO, Das coisas do campo. T adução, in odução e no as de
Ma heus T e izam – MANUEL JOSÉ DE SOUSA BARBOSA ........................................... 327
VIRGÍLIO, Geó gicas I. O g. Ma heus T e izam, aduções de An ónio Feliciano de
Cas ilho e Ma heus T e izam – ANA FILIPA GOMES FERREIRA ................................. 329
TIBULO, Poemas (Can os de Amo es). T adução, in odução e no as de Ca los Ascenso
And é – LUÍS CERQUEIRA ........................................................................................... 330
FRANCESCO CITTI, Cu a sui. S udi sul lessico filosofico di Seneca – ANA FILIPA SILVA ....... 331
SANDRINE DUBEL (ed.), JACKIE PIGEAUD (pos ac.), Lucien de Samosa e. Po ai du
Sophis e en Ama eu d’A – NUNO SIMÕES RODRIGUES ........................................... 332
RERVM INDEX
427
JUAN ANTONIO LÓPEZ FÉREZ (ed.), Galeno. Lengua, composición li e a ia, léxico, es ilo
– INMACULADA RODRÍGUEZ MORENO .......................................................................... 334
S. DOUGLAS OLSON (ed.), A henaeus: The Lea ned Banque e s. Volume VII: Books
13, 594b-14 – FOTINI HADJITTOFI .............................................................................. 336
CALCIDIO, T aducción y Comen a io del Timeo de Pla ón. In oducción, aducción y
no as de C is óbal Macías Villalobos – INÊS BOLINHAS .......................................... 337
NONNUS OF PANOPOLIS, Pa aph asis o he Gospel o John XI. Edi ed by Kons an inos
Spanoudakis – FOTINI HADJITTOFI ............................................................................ 339
ENARA SAN JUAN MANSO, El Commen um Monacense a Te encio – EFTYCHIA
BATHRELLOU .............................................................................................................. 340
Na iga io sanc i B endani, Alla scope a dei seg e i me a iglosi del mondo, edizione
c i ica a cu a di Gio anni O landi e Rossana E. Guglielme i, in oduzione di
Rossana E. Guglielme i, aduzione i aliana e commen o di Gio anni O landi
– ARNALDO DO ESPÍRITO SANTO .................................................................................. 342
D. JERÓNIMO OSÓRIO, Ope a Omnia. Tomo II: Epis olog afia. Es abelecimen o do ex o
la ino po Sebas ião Pinho e An ónio Guima ães Pin o. In odução, adução,
no as e comen á ios de An ónio Guima ães Pin o – MARIA LUÍSA RESENDE ......... 343
D. JERÓNIMO OSÓRIO, Ope a Omnia. Tomo III: Comen á ios aos P o é bios de Salomão.
Es abelecimen o do ex o la ino po Sebas ião Pinho e An ónio Guima ães
Pin o. In odução, adução, no as e comen á ios de An ónio Guima ães Pin o
– MARIA LUÍSA RESENDE ............................................................................................ 344
b) Li e a u a. Cul u a. His ó ia
ANTÓNIO JOSÉ GONÇALVES DE FREITAS, Os Deuses e a O igem do Mundo – MARIA JOÃO
CORREIA SANTOS ........................................................................................................ 345
FRANCO MONTANARI, STEPHANOS MATTHAIOS, ANTONIOS RENGAKOS, B ill’s Companion o
Ancien G eek Schola ship, ol. 1: His o y. Disciplina y p ofiles; ol. 2: Be ween
heo y and p ac ice – NEREIDA VILLAGRA ................................................................ 346
RICHARD BOUCHON, P. BRILLET-DUBOIS, NADINE LE MEUR-WEISSMAN (eds.), Hymnes de
la G èce An ique. App oches li é ai es e his o iques. Ac es du Colloque in e na-
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