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[Recensão a] YVAN NADEAU, Dog Bites Caesar! A Reading of Juvenal’s Satire 5 (with Horace’s Satires I, 5; II, 5; II, 6; Epistles I, 1; I, 16; I, 17), Bruxelles, Latomus, 2013.

Pimentel, Maria Cristina, 1954-

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EVPHROSYNE REVISTA DE FILOLOGIA CLÁSSICA CENTRO DE ESTUDOS CLÁSSICOS FACULDADE DE LETRAS DE LISBOA M M X V I NOVA SÉRIE VOLUME XLIV h p://www.le as.ulisboa.p ESTE VOLUME DE EVPHROSYNE TEM O APOIO DE: NOVA SÉRIE VOL. XLIV M M X V I EVPHROSYNE ORIENTAÇÕES PARA PREPARAÇÃO DE ORIGINAIS 01. Euph osyne — Re is a de Filologia Clássica, ó gão do Cen o de Es udos Clássicos da Uni e sidade de Lisboa, es á abe a à colabo ação da comunidade cien í ica na á ea da ilologia clássica, en endendo es a em sen ido la go da diac onia da adição, das á eas cien í icas especí icas e espec i as disciplinas. 2. Os a igos pode ão se en iados po co eio elec ónico pa a [email p o ec ed] ou pa a a mo ada do Cen o de Es udos Clássicos. 3. Os o iginais en iados pa a publicação de em se inédi os e não es a subme idos a ou a en idade edi o ial; se ão eme idos à Di ecção de Euph osyne em o ma de ini i a e ap esen ados segundo as no mas da e is a. Os o iginais não se ão de ol idos, assumindo-se que os au o es conse am cópia dos mesmos. Os abalhos conside ados a publi- cação são sujei os a a bi agem cien í ica. 4. Se ão acei es a é 31 de Dezemb o abalhos pa a publicação no olume do ano seguin e; se á dada in o mação sob e a acei ação da publicação a é 30 de Ab il do ano da publicação do olume. 5. O o iginal se á semp e ap esen ado elec onicamen e e em o ma dupla: em documen o de ex o (Wo d/.doc(x) – p e .) e em PDF. 6. O a igo se á encabeçado po : a) í ulo (b e e e explíci o); b) nome e apelidos do au o ; c) ins i uição académica ou cien í ica a que es á ads i o; d) ende eço elec ónico; e) esumo (não supe io a 10 linhas) em língua inglesa; ) indicação de ês pala as-cha e em língua inglesa. 7. A ex ensão ecomendada pa a os a igos é de 10 páginas, não de endo ul apassa 20 páginas de A4, a co po 12 e duplo espaço. 8. Sis ema de no as: im de a igo (endno es); nume ação au omá ica seguida. Na publicação, as no as de a igo sai ão em undo de página ( oo no es). 9. Sis ema de e e ências: a) Não é pe mi ida emissão pa a páginas do in e io do a igo. b) Re e ências (em no a): Monog a ias: J. de R omilly , La c ain e e l’angoisse dans le héâ e d’Eschyle, Pa is, 1959, pp. 120-130 (casa edi o a mencionada apenas pa a edições an igas). Ou em 2.ª e .: J. de R omilly , op. ci ., p. 78. Re is as: R. S. C aldwell , “The Misogyny o E eocles”, A e husa, 6, 1973, 193-231 ( ol., ano, pp.). Ou em 2.ª e .: R. S. C aldwell , loc. ci . Ob as colec i as: G. C a allo , “La ci colazione dei es i g eci nell’Eu opa dell’Al o Medioe o” in J. Hamesse (ed.), Rencon es de cul u es dans la Philosophie Médié ale – T aduc ions e aduc eu s de l’An iqui é a di e au XIVe siècle, Lou ain-la-Neu e, 1990, pp. 47-64. c) Ab e ia u as: Segui -se-ão as ab e ia u as con encionadas po ThLL, pa a au o es la inos; Liddel-Sco -Jones, pa a au o es g egos; Année Philologique, pa a í ulos de e is as; pa a as ab e ia u as mais comuns: p. / pp.; ed. / edd.; c .; s.u.; sup a; op. ci .; loc. ci .; uid.; a.C. / d.C. (em edondo). d) Ci ações: De em se colocadas en e comas “…” (não as de ex os g egos); os i álicos se ão u ilizados apenas pa a sublinha pala as ou pequenas ases; as ci ações em la im ou em g ego se ão b e es. 10. E en uais igu as ou imagens se ão de qualidade g á ica (de p e e ência no o ma o TIF, com a esolução mínima de 200 p.p.), o necidas em supo e elec ónico (como os o iginais) e com a indicação p ecisa da e e ência no ex o e na o dem assim como do í ulo (de em se acau elados os di ei os de ep odução po pa e do au o do a igo). 11. Aos au o es não se á o necido mais do que um jogo de p o as; es as de e ão se de ol idas num p azo máximo de 7 dias. Em p incípio, não se ão pe mi idas al e ações ao o iginal. 12. Aos au o es se á o necido um exempla do olume e a e são elec ónica do espec i o a igo. EVPHROSYNE REVISTA DE FILOLOGIA CLÁSSICA Cen o de Es udos Clássicos - Faculdade de Le as PT - 1600-214 LISBOA [email p o ec ed] EVPHROSYNE REVISTA DE FILOLOGIA CLÁSSICA * CENTRO DE ESTUDOS CLÁSSICOS FACULDADE DE LETRAS DE LISBOA PT - 1600-214 LISBOA PORTUGAL e-mail: [email p o ec ed] sí io elec ónico: h p://www. mp.le as.ulisboa.p /cec diReC oRa maRia CRiS ina CaS Ro-maia de SouSa Pimen el ComiSSão de RedaCção abel do naSCimen o Pena, ana maRia SanChez aRRío, aRnaldo mon eiRo do eSPíRi o San o, JoSé PedRo Sil a San oS SeRRa, manuel JoSé de SouSa baRboSa, Paulo FaRmhouSe albeR o, anda maRia Cou inho GaRRido anaS áCio ConSelho Cien íFiCo aiReS auGuS o do naSCimen o (U. Lisboa), CaRloS San ini (U. Pe ugia), CaRmen CodoñeR meRino (U. Salamanca), emilio SuáRez de la oRRe (U. Pompeu Fab a), Joël homaS (U. Pe pignan), JoSé manuel díaz de buS aman e (U. San iago de Compos ela), manuel alexandRe JúnioR (U. Lisboa), maRC mayeR y oli é (U. Ba celona), Paolo Fedeli (U. Ba i), homaS eaRle (U. Ox o d) ConSelho de aRbi RaGem Cien íFiCa albeR o beRnabé PaJaReS (U. Complu ense de Mad id), ánGel uRbán FeRnández (U. Có doba), auRelio PéRez Jiménez (U. Málaga), maRía adelaida andReS (U. Salamanca), CaRloS moRaiS (U. A ei o), CaRmen moRenilla alenS (U. Valencia), CRiS obal maCíaS illaloboS (U. Málaga), maRía eliSa laGe Co oS (U. San iago de Compos ela), euS aquio SánChez SaloR (U. Ex emadu a), Fabio S ok (U. Roma II – To Ve ga a), FedeRiCo RuSSo (U. Kons anz), GRan a. nelSeS uen (U. Wiscounsin), GRaziana bReSCia (U. Foggia), GReGoRio RodRíGuez heRReRa (U. Las Palmas de G an Cana ia), iñiGo Ruiz aRzalluz (U. País Vasco), JoSé maRía maeS Re maeS Re (U. Cádiz), JeSúS-maRía nie o ibáñez (U. León), Joaquim PinheiRo (U. Madei a), manuel loPez muñoz (U. Alme ía), nuno SimõeS RodRiGueS (U. Lisboa), RamiRo González delGado (U. Ex emadu a), RiChaRd maRShall (U. Ox o d), RoSalba dimundo (U. Ba i), RoSSana GuGlielme i (U. Milano), San iaGo loPez moReda (U. Ex emadu a), SebaS ião a aReS de Pinho (U. Coimb a), Sil ana RoCCa (U. Geno a) Ti agem 500 exempla es Depósi o legal 178089/02 ISSN 0870-0133 PubliCação anual SuJei a a aRbi RaGem Cien íFiCa ReFeRenCiada em l’année PhiloloGique | aR S and humani ieS Ci a ion index | biblioGRaPhie in eRna ionale de l’humaniSme e de la RemaniSSanCe | CSa linGuiS iCS and lanGuaGe beha ioR abS RaC S | dialne | ebSCo | eRih PluS | la index | medioe o la ino | SCoPuS CENTRO DE ESTUDOS CLÁSSICOS FACULDADE DE LETRAS DE LISBOA EVPHROSYNE REVISTA DE FILOLOGIA CLÁSSICA MMXVI NOVA SÉRIE – VOLUME XLIV 368 LIBRI RECENSITI YVAN NADEAU, Dog Bi es Caesa ! A Reading o Ju enal’s Sa i e 5 (wi h Ho ace’s Sa i es I, 5; II, 5; II, 6; Epis les I, 1; I, 16; I, 17), B uxelles, La omus, 2013. 100 pp. ISBN 9782-87031-289-X Y. Nadeau é nome equen e nos ca álogos da econhecida colecção La omus, onde o seu in e esse cien ífico po Ho ácio, Ve gílio, os poe as elegíacos e Ju enal se em e e- lado à comunidade cien ífica em a iados es udos. Após o comen á io à Sá i a VI de Ju enal, publicado em 2011, o A. ap esen a ago a uma ob a, pequena em ex ensão (82 pp. de ex o), mas ica em suges ões de lei u a in e ex ual en e a Sá i a V (com análise de po meno dos . 1-11; 20-23; 132-145 e 156-173) e algumas Epís olas e Sá i as de Ho ácio (mais conc e amen e Ep. I, 1; I, 16; I, 17; e Sa . I, 5; II, 5; II, 6), bem como ce as odes (de ca iz e ó ico). Essas não são, oda ia, as únicas on es da li e a u a clássica que o A. chama à lei u a in e ex ual pa a undamen a a sua a gumen ação, cujo objec i o esume logo na p. 7 (“ he we o Ju enal’s Sa i e 5 conceals a sub e si e iew o he amici ia displayed in he ci cle o Augus us Caesa ”). De ac o, Ve gílio e a Eneida (VII), Ma cial (II, 51, 72, 83; III, 89; IV, 24; IX, 41, 63; XI, 43), Eu ípides (Bacan es, . 451-459), a Odisseia (XIII), Sue- ónio (a Vida de Augus o e a Vida de Ho ácio), sem que sejamos exaus i os nes a lis a, são chamados à colação pa a uma lei u a, segundo es a no a pe spec i a, do ex o de Ju enal (e, necessa iamen e, de Ho ácio). Podemos nem semp e es a de aco do com as linhas de lei u a que Y. Nadeau nos ap esen a, ou, pelo menos, aqui e além abo da emos os seus caminhos in e p e a i os com alguma desconfiança. É o que acon ece, po exemplo, na pe spec i a de in e ex ua- lidade com o ci ado conjun o de epig amas de Ma cial que, nas pp. 50-54, são chamados a ilumina as humilhações a que o T ébio da sá i a de Ju enal é sujei o enquan o espelho dos abusos sexuais e da e ec i a desconside ação social que pau a am as elações pa onus – cliens no cí culo de Augus o e Mecenas e a que, não demasiado a con agos o, Ho ácio se subme ia ou acei a a, pac uando com a di ulgação de um ideal mas apa en e a o equânime en e os di e en es g aus da hie a quia social (p. 84: “The p oclaimed equali y is in ac a kind o fla e y”; p. 88: “ he pic u e o comi as, o equali y, o du ies wi hin he p ope bounds o amici ia is fic ion”, ficção que in e essa a à p opaganda augus ana). A mesma ese a susci a o pa alelo en e as elações Dioniso / Pen eu, no ex o eu i- pidiano, e as es abelecidas en e Ho ácio e Augus o, ma é ia de in e p e ação nas pp. 64 ss. e de sín ese na p. 68 (“By abusi e imi a ion, Augus us, Ho ace’s Pen heus, so o speak, would ega d Ho ace, his Bacchus, as an e emina e and so ea him sexually – he e o e expec him o pe e e pa ique indignum, which he, Ju enal, glosses as omnia pa i, endu e e e y sexual humilia ion - wha is implied is anal and o al pene a ion”). Ou as ezes, fica-nos a sensação de que, sem afi ma inequi ocamen e uma ese, se ac edi a nela (c . p. 89), ainda que se en e no domínio de uma ex apolação que não ap esen a – nem possi elmen e em – undamen o e ec i o no ex o. Assim nos pa ece acon ece quando, a pa do p essupos o de que Augus o e Ho ácio são os p incipais al os do sa casmo e c í ica de Ju enal, o A. não deixa, ainda, de pô à conside ação do lei o a suges ão de que, po ás da censu a isando apenas quem já mo eu, p incípio p og a- má ico assumido pelo sa i is a, se insinua ambém a c í ica aos impe ado es sob quem ele esc e e, T ajano ou Ad iano: em nossa opinião, a ança-se pa a um pa ama que ul a- passa o da simples lei u a de uma ama ga c í ica às elações de amici ia adul e adas e iníquas que se ha iam ins alado com o co e dos empos. Ainda assim, é inegá el que, quando chega ao fim es a cen ena de páginas, exem- pla es na cla eza e no aciocínio lógico que p og ide em pe gun as, espos as, conclusões pa ciais, o lei o az um balanço mui o posi i o: a p oximidade com os ex os é no á el, al como o é a a enção à es u u a dos poemas ou a discussão da bibliog afia; os co ejos explici ados põem em ele o a mes ia es ilís ica e e ó ica de Ju enal; a análise dos passos de Ho ácio susci a uma ( e)lei u a a en a e in e pelan e segundo a ese de que, na sá i a 5, quem ala é uma oz an i-cesa iana, um Júnio cínico que é, afinal, o ‘cão que mo de’ do LIBRI RECENSITI 369 í ulo, e se di ige a um T ébio, seguido de A is ipo, alguém cujo sup emo objec i o é le a a a e de pa asi a à pe eição, e que, li e a iamen e, busca o seu modelo em Ho ácio (ou na sua pe sona, Quin o), enquan o Vi ão, ex, po sua ez é o pa onus desenhado com os aços do p inceps augus ano e dos que o odea am. MARIA CRISTINA PIMENTEL Cen o de Es udos Clássicos da Faculdade de Le as da Uni e sidade de Lisboa [email p o ec ed] ANDREA LAI, Alle nozze dello Sposo. G ego io Magno commen a o e del ‘Can ico dei can ici’ e le sue on i, Roma, Ci à Nuo a, 2014 (Fundamen is no is. S udi di le e a u a c is iana an ica, mediola ina e bizan ina; 3). 252 pp. ISBN 978-88-311-6403-0 Pa es em que se di ide a ob a: “P e ácio”, da au o ia de Luigi G. G. Ricci; “In o- dução”, pelo p óp io Au o ; “Tabela de Siglas e de Ab e ia u as”; Ad e ência quan o ao sis ema de ab e ia u as adop ado pa a ci a os ex os la inos e o Thesau us linguae La inae; Qua o g andes capí ulos de desen ol imen o emá ico: 1. “A ob a”; 2. “O mé odo de in es igação”; 3. “Es udo das on es li e á ias e dos pa alelos g ego ianos; 4. “Quad o de conjun o e conclusão”; Bibliog afia, di idida em: 1. Fon es; 1.1. Fon es documen ais; 1.2. Au o es e ex os; 2. Ob as de consul a; 3. Es udos; Qua o Índices: 1. Índice de au o es, de ex os anónimos e dos pe sonagens an igos e medie ais; 2. Índice de es udiosos e de pe sonagens mode nos e con empo âneos; 3. Índice de luga es; 4. Índice de manusc i os. T a a-se de uma ob a de g ande especialização emá ica e cien ífica, de g ande igo de pesquisa e de exposição, que p ocu a e consegue um a amen o exaus i amen e po me- no izado da ques ão abalhada. De lei u a necessa iamen e a en a, exigen e em e mos de e udição, é, no en an o, cla a e p ocu a semp e jus ifica c i icamen e as afi mações ei as. E i a o mais possí el a especulação. É álida sob e udo como es udo c í ico, de g ande ac ibia, de ex os e on es, mais do que como peça he menêu ica. Toda ia, o igo com que é elabo ada pe mi e uma base sólida pa a lei u as de ipologia he menêu ica mais incada, mais dedicadas à explo ação in elec ual dos significados passí eis de encon a . Na “In odução”, expõe-se o objec o da ob a, nas pala as do Au o : “O objec i o p incipal […] é o de u iliza o es udo das on es da Exposi io como ins umen o pa a a e ificação da au en icidade do ex o […]” (p. 8). T a a-se ambém da me odologia u ili- zada. No Capí ulo I, “A ob a”, são explo adas a génese e da ação do ex o, as dú idas sob e a sua au o ia, a adução do manusc i o na elação com a pa e nidade do ex o e os seus con eúdos, com de alhe exaus i o, em que se deba em ques ões ela i as ao í ulo, ao p ólogo, ao p ocedimen o exegé ico, lemas, seu comen á io sis emá ico, uso da Sag ada Esc i u a. No Capí ulo II, “O mé odo de in es igação”, após se em discu idas as po en- ciais on es li e á ias possi elmen e disponí eis, ap esen am-se os ins umen os pa a o es udo da li e a u a pa ís ica sob e o Cân ico dos Cân icos e en ualmen e acessí el a G egó io Magno, os ins umen os necessá ios pa a a iden ificação das on es, o mé odo elabo ado p oposi adamen e pa a es e abalho. São ap esen ados quad os sis ema iza- do es cla os e comple os. No Capí ulo III, “Es udo das on es li e á ias e dos pa alelos g ego ianos”, são le an adas e a aliadas odas as possí eis oco ências de u ilização de on es li e á ias an e io es, de i adas que dos ex os sag ados que da adição exegé- ica. Nes e âmbi o, embo a lou ando o denodado es o ço de e udição e de cla ificação, c i icamos o ac o de ha e uma ce a endência pa a dilui a especificidade p óp ia do labo de G egó io num ma de influências. T adição não é con usão e num abalho de cla ificação não de e se dada a imp essão de que se cla ifica pa a de no o con undi . I COMMENTATIONES An ígona: luzes e somb as – ANA PAULA PINTO ................................................................. 9 Qui son les o ae dans les Res Rus icae (II, 1, 5) de Va on? – MARCEL MEULDER ........ 31 A hènes his o ique, A hènes é e nelle. Le ega d de Plu a que su la ille e ses monumen s – FRANÇOISE FRAZIER ............................................................................ 65 La mi ada de Plu a co: significados y unciones de su es imonio isual en las Vidas Pa alelas – CARLOS ALCALDE-MARTÍN ........................................................................ 83 T a Cos an inopoli e Vi a ium: on i g eche e on i la ine nel Commen o ai Salmi di Cassiodo o – PATRIZIA STOPPACCI .............................................................................. 103 Los p ogymnasma a de A onio publicados po Palmi eno en 1552: es udio de un ejempla localizado en la Biblio eca Nacional de Po ugal – M.A VIOLETA PÉREZ CUSTODIO ................................................................................................................... 127 En la es ela de Ho acio: una epís ola la ina inédi a de Giacin o F angipane – EDUARDO DEL PINO GONZÁLEZ ............................................................................... 153 Los p ogymnasma a en los P aecep ionum he o ica um lib i V e exe ci a ionum lib i II de Geo g Henisch: uen es y ma e iales – GREGORIO RODRÍGUEZ HERRERA 173 En e a fidelidade às o igens e o con ex o in e p e a i o: duas adap ações po u- guesas con empo âneas da agicidade ambígua de An ígona – MARIA JOSÉ FERREIRA LOPES ....................................................................................................... 189 II STVDIA BREVIORA El análisis de los da os sob e la eligión p ehelénica: una cues ión me odológica – MARCELLO TOZZA ....................................................................................................... 211 Sob e la p udencia de un Cice ón demasiado hábil: De in en ione 1, 49, 91 a p opó- si o de Co nelia, mad e de los G acos – MARC MAYER Y OLIVÉ .............................. 223 Vi gil’s Smoo h-Talking Pygmalion and Je ome’s Commen a ies on Mo diloquen Mino P ophe s – NEIL ADKIN .................................................................................. 235 La eacción c is iana an e el ȀĮIJȋȡȚıIJȚĮȞ૵Ȟ de Po fi io de Ti o – INMACULADA RODRÍGUEZ MORENO .................................................................................................. 239 El iaje de T ezenzonio a la isla de Solis ición. Re acción de ma e ial y dis in os ni eles de sen ido – JOEL VARELA RODRÍGUEZ .......................................................... 253 426 RERVM INDEX La Aus iaca siue naumachia de F ancisco de Ped osa y la p opaganda al se icio del pode – JUAN CARLOS JIMÉNEZ DEL CASTILLO ............................................................ 265 La apología de la Biblia Regia esc i a po Beni o A ias Mon ano: un documen o en pa ade o desconocido – ANTONIO DÁVILA PÉREZ ..................................................... 279 El descenso al infie no del O idio de Vin ila Ho ia en la no ela Dios ha nacido en el Exilio. Dia io de O idio en Tomis – ALEJANDRO MARTÍNEZ SOBRINO .................... 291 III VARIA NOSCENDA Isc izioni omane di adizione manosc i a: il codice epig afico di Aquiles Es aço – ALEJANDRA GUZMÁN ALMAGRO ................................................................................ 307 IV LIBRI RECENSITI a) Edições de ex o. Comen á ios. T aduções. Es udos Linguís icos ESQUILO, T agedias IV: Coé o os. Euménides, in oducciones y ex o po F ancisco Rod íguez Ad ados, aducciones y no as po Es eban Calde ón Do da – RUI MIGUEL DUARTE ........................................................................................................ 323 SÓFOCLES, Icneu as, os sá i os as eado es: agmen os de um d ama sa í ico econs i uído pa a a con empo aneidade com base nos apa a os de S e an Rad e Hugh Lloyd-Jones. Te eza Vi gínia Ribei o Ba bosa (o g.) – SOFIA FRADE ........... 324 MARÍA TERESA GALLEGO PÉREZ, Vida y mue e en el Co pus Hippoc a icum – MARIA JOSÉ MENDES E SOUSA .............................................................................................. 325 POLYBIUS, The His o ies, ol. VI: books 28-39, ansla ed by W. R. Pa on, e ised by F ank W. Walbank and Ch is ian Habich ; Una ibu ed agmen s, edi ed and ansla ed by S. Douglas Olson – RUI MIGUEL DUARTE .......................................... 326 MARCO TERÊNCIO VARRÃO, Das coisas do campo. T adução, in odução e no as de Ma heus T e izam – MANUEL JOSÉ DE SOUSA BARBOSA ........................................... 327 VIRGÍLIO, Geó gicas I. O g. Ma heus T e izam, aduções de An ónio Feliciano de Cas ilho e Ma heus T e izam – ANA FILIPA GOMES FERREIRA ................................. 329 TIBULO, Poemas (Can os de Amo es). T adução, in odução e no as de Ca los Ascenso And é – LUÍS CERQUEIRA ........................................................................................... 330 FRANCESCO CITTI, Cu a sui. S udi sul lessico filosofico di Seneca – ANA FILIPA SILVA ....... 331 SANDRINE DUBEL (ed.), JACKIE PIGEAUD (pos ac.), Lucien de Samosa e. Po ai du Sophis e en Ama eu d’A – NUNO SIMÕES RODRIGUES ........................................... 332 RERVM INDEX 427 JUAN ANTONIO LÓPEZ FÉREZ (ed.), Galeno. Lengua, composición li e a ia, léxico, es ilo – INMACULADA RODRÍGUEZ MORENO .......................................................................... 334 S. DOUGLAS OLSON (ed.), A henaeus: The Lea ned Banque e s. Volume VII: Books 13, 594b-14 – FOTINI HADJITTOFI .............................................................................. 336 CALCIDIO, T aducción y Comen a io del Timeo de Pla ón. In oducción, aducción y no as de C is óbal Macías Villalobos – INÊS BOLINHAS .......................................... 337 NONNUS OF PANOPOLIS, Pa aph asis o he Gospel o John XI. Edi ed by Kons an inos Spanoudakis – FOTINI HADJITTOFI ............................................................................ 339 ENARA SAN JUAN MANSO, El Commen um Monacense a Te encio – EFTYCHIA BATHRELLOU .............................................................................................................. 340 Na iga io sanc i B endani, Alla scope a dei seg e i me a iglosi del mondo, edizione c i ica a cu a di Gio anni O landi e Rossana E. Guglielme i, in oduzione di Rossana E. Guglielme i, aduzione i aliana e commen o di Gio anni O landi – ARNALDO DO ESPÍRITO SANTO .................................................................................. 342 D. JERÓNIMO OSÓRIO, Ope a Omnia. Tomo II: Epis olog afia. Es abelecimen o do ex o la ino po Sebas ião Pinho e An ónio Guima ães Pin o. In odução, adução, no as e comen á ios de An ónio Guima ães Pin o – MARIA LUÍSA RESENDE ......... 343 D. JERÓNIMO OSÓRIO, Ope a Omnia. Tomo III: Comen á ios aos P o é bios de Salomão. Es abelecimen o do ex o la ino po Sebas ião Pinho e An ónio Guima ães Pin o. In odução, adução, no as e comen á ios de An ónio Guima ães Pin o – MARIA LUÍSA RESENDE ............................................................................................ 344 b) Li e a u a. Cul u a. His ó ia ANTÓNIO JOSÉ GONÇALVES DE FREITAS, Os Deuses e a O igem do Mundo – MARIA JOÃO CORREIA SANTOS ........................................................................................................ 345 FRANCO MONTANARI, STEPHANOS MATTHAIOS, ANTONIOS RENGAKOS, B ill’s Companion o Ancien G eek Schola ship, ol. 1: His o y. Disciplina y p ofiles; ol. 2: Be ween heo y and p ac ice – NEREIDA VILLAGRA ................................................................ 346 RICHARD BOUCHON, P. BRILLET-DUBOIS, NADINE LE MEUR-WEISSMAN (eds.), Hymnes de la G èce An ique. App oches li é ai es e his o iques. Ac es du Colloque in e na- ional de Lyon, 19-21 juin 2008 – ABEL N. PENA ..................................................... 351 ANDRÉ LAKS, ROSSELLA SAETTA COTTONE (di .), Comédie e philosophie. Soc a es e les ‘P ésoc a iques’ dans les Nuées d’A is ophane – RUI MIGUEL DUARTE .................... 353 VICTORIA WOHL, Eu ipides and he Poli ics o Fo m – SOFIA FRADE ................................. 354 JUAN ANTONIO LÓPEZ FÉREZ, Mi os en las ob as conse adas de Eu ípides. Guía pa a la lec u a del ágico – JOSÉ VELA TEJADA ................................................................. 356 JOSIAH OBER, The Rise and Fall o Classical G eece – SOFIA FRADE .................................. 357