I ene Gómez Rod íguez
O me cado de
p odu os de oli ei al
en España: Si uación
ac ual e Pe spec i as
Facul ade de Ciencias Económicas e
Emp esa iais
Xuño 2015
T aballo de Fin de G ao p esen ado na Facul ade de Ciencias Económicas e Emp esa iais da
Uni e sidade de San iago de Compos ela pa a a ob ención do G ao en Adminis ación e Di ección de
Emp esas
T aballo de
in de g ao
2
Resumo
No p esen e aballo lé ase a cabo un es udo de me cado dos p odu os do sec o do
oli ei al en España. O obxe i o p incipal é o de amosa as opo unidades e as
inclinacións des e sec o na ac ualidade, ealizando pa a iso unha análise dende o
pun o de is a da o e a e da demanda e ob endo in o mación de on es secunda ias.
O aballo en unha ex ensión de 9.993 palab as.
En p imei o luga , aise unha análise polo lado da o e a, endo en con a a p odución e
as endas ne as do o al do sec o e das subca ego ías de p odu o, así como a súa
e olución con espec o ás campañas pasadas. Amósanse os da os das p incipais
mac omagni udes, é dici , das hec á eas que se des inan ao oli ei al e das emp esas
que se adican ao di o sec o . Es údase a si uación da Balanza Come cial e dos
p incipais axen es ab ican es e dis ibuido es que in e eñen no p oceso.
En segundo luga , a análise ealízase polo lado da demanda, acendo un es udo do
consumo e do gas o dos españois en e mos o ais e pe cápi a, an o pa a o o al do
sec o como pa a as subca ego ías de p odu o, a ni el nacional e po Comunidades
Au ónomas. Analízase o peso que eñen as subca ego ías de p odu o den o do sec o
e o peso que en o sec o do oli ei al den o do o al da alimen ación. Ademais
analízanse as no as inclinacións na comp a dos consumido es españois e o gas o en e
os dis in os p odu os do sec o olí eo. A con inuación ealízase un es udo pa a
iden i ica aqueles segmen os de me cado po enciais, endo en con a os di e en es
pe ís socioeconómicos españois. Tamén se p esen an as denominacións de o ixe coas
que con a España na ac ualidade, an o en acei e de oli a como en oli as de mesa.
Po úl imo, amósase unha análise DAFO, co que se p ocu a plasma a si uación ac ual
do sec o do oli ei al.
I ene Gómez Rod íguez 3
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Índice
Resumo ............................................................................................................................. 2
Índice ................................................................................................................................ 3
Índice de áboas ............................................................................................................... 5
Índice de g á icos ............................................................................................................. 6
In odución ....................................................................................................................... 7
Plani icación ..................................................................................................................... 9
Desen ol emen o do aballo ....................................................................................... 10
1 Análise da O e a .................................................................................................. 10
1.1 Análise sec o ial............................................................................................ 10
1.1.1 Acei e de oli a.................................................................................................................... 11
1.1.2 Oli a de mesa..................................................................................................................... 13
1.2 P odución e endas ne as ............................................................................ 13
1.3 P incipais mac omagni udes ........................................................................ 16
1.3.1 Emp esas............................................................................................................................. 16
1.3.2 Hec á eas ............................................................................................................................ 17
1.4 Come cio Ex e io ......................................................................................... 17
1.5 P incipais axen es ab ican es e dis ibuido es............................................ 19
2 Análise da demanda ............................................................................................. 22
2.1 Análise cuan i a i a ...................................................................................... 22
2.1.1 Consumo e gas o o al ..................................................................................................... 22
2.1.2 Consumo e gas o pe cápi a ............................................................................................ 24
I ene Gómez Rod íguez 4
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
2.2 Análise cuali a i a......................................................................................... 28
2.2.1 Segmen ación baseada no compo amen o: análise po a iedades ou
subca ego ías de p odu o ........................................................................................................................... 29
2.2.2 Segmen ación socioeconómica: análise en base ao pe il do consumido ............ 31
2.2.3 Segmen ación baseada no bene icio buscado: c i e ios de decisión de comp a .. 34
2.2.4 Denominacións de O ixe.................................................................................................. 38
2.3 Diagnós ico do me cado: Análise DAFO ....................................................... 39
Conclusións e limi acións............................................................................................... 40
Bibliog a ía ..................................................................................................................... 42
5
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Índice de áboas
TÁBOA 1. CRONOGRAMA DO TRABALLO...............................................................................................................................9
TÁBOA 2. CATEGORÍAS DE PRODUTO E SUBPRODUTO ........................................................................................................ 11
TÁBOA 3. PRODUCIÓN SECTOR OLÍVEO (TONELADAS) ........................................................................................................ 14
TÁBOA 4. VENDAS NETAS (MILLÓNS DE EUROS)................................................................................................................. 15
TÁBOA 5. TOTAL DE EMPRESAS: NÚMERO DE ASALARIADOS .............................................................................................. 16
TÁBOA 6. SECTOR OLÍVEO: HECTÁREAS ............................................................................................................................ 17
TÁBOA 7. SECTOR OLIVEIRAL: COMERCIO EXTERIOR (MILES DE TONELADAS/MILES DE EUROS)............................................. 18
TÁBOA 8. PROCEDENCIA DAS IMPORTACIÓNS E DESTINO DAS EXPORTACIÓNS NA CAMPAÑA 2013/2014 (MILES DE
TONELADAS) .......................................................................................................................................................... 19
TÁBOA 9. GRUPOS EMPRESARIAIS ACEITE OLIVA ................................................................................................................ 21
TÁBOA 10. GRUPOS EMPRESARIAIS OLIVAS DE MESA ......................................................................................................... 21
TÁBOA 11. TOTAL ALIMENTACIÓN NOS FOGARES ESPAÑOIS: VOLUME E GASTO TOTAL ........................................................ 22
TÁBOA 12. TOTAL ALIMENTACIÓN NO FOGAR POR SUBSECTORES ECONÓMICOS: VOLUME E GASTO TOTAL ........................... 23
TÁBOA 13. SECTOR OLÍVEO: REPARTO DO CONSUMO E DO GASTO TOTAL (%) .................................................................... 23
TÁBOA 14. ALIMENTACIÓN NOS FOGARES ESPAÑOIS: GASTO E CONSUMO PER CÁPITA........................................................ 24
TÁBOA 15. SUBSECTORES DO OLIVEIRAL: REPARTO DO MERCADO OLÍVEO. ......................................................................... 30
TÁBOA 16. SEGMENTACIÓN SOCIOECONÓMICA: DISTRIBUCIÓN DO MERCADO POTENCIAL (%/MILLÓNS DE EUROS) .............. 33
TÁBOA 17. ELECCIÓN DUN ESTABLECEMENTO: FACTORES DETERMINANTES (%) ................................................................. 35
TÁBOA 18. SECTOR OLÍVEO: GASTO TOTAL EN FUNCIÓN DO CRITERIO DE COMPRA (EUROS) ................................................ 37
TÁBOA 19. DENOMINACIÓNS DE ORIXE PROTEXIDAS EN ESPAÑA........................................................................................ 38
TÁBOA 20. SECTOR OLÍVEO: ANÁLISE DAFO .................................................................................................................... 39
I ene Gómez Rod íguez 6
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Índice de g á icos
GRÁFICO 1. EVOLUCIÓN DA PRODUCIÓN DO ACEITE DE OLIVA E DAS OLIVAS DE MESA (TONELADAS)..................................... 15
GRÁFICO 2. SECTOR GRAXAS E ACEITES: NÚMERO ASALARIADOS ....................................................................................... 16
GRÁFICO 3. HECTÁREAS DE SECAÑO E DE REGADÍO NA CAMPAÑA 2013/2014 .................................................................. 17
GRÁFICO 4. SECTOR OLÍVEO: COMERCIO EXTERIOR (MILES DE TONELADAS) ........................................................................ 19
GRÁFICO 5. SECTOR OLÍVEO: CONSUMO E GASTO PER CÁPITA POR COMUNIDADES AUTÓNOMAS EN ACEITE DE OLIVA.......... 25
GRÁFICO 6. SECTOR OLÍVEO: CONSUMO E GASTO PER CÁPITA POR COMUNIDADES AUTÓNOMAS EN OLIVAS DE MESA.......... 26
GRÁFICO 7. SECTOR OLÍVEO: EVOLUCIÓN DO CONSUMO E DO GASTO PER CÁPITA POR COMUNIDADES AUTÓNOMAS EN ACEITE
DE OLIVA................................................................................................................................................................ 27
GRÁFICO 8. SECTOR OLÍVEO: EVOLUCIÓN DO CONSUMO E GASTO PER CÁPITA POR COMUNIDADES AUTÓNOMAS EN OLIVAS DE
MESA ..................................................................................................................................................................... 28
GRÁFICO 9: PRODUTOS OLÍVEOS: ESTABLECEMENTOS DE COMPRA DE ACEITE DE OLIVA E DE OLIVAS DE MESA ...................... 29
GRÁFICO 10. SECTOR OLÍVEO: COTA DE MERCADO POR SUBSECTORES (%)......................................................................... 30
GRÁFICO 11. PERFIL SOCIOECONÓMICO: CONSUMO PER CÁPITA DE ACEITE DE OLIVA (LITROS POR PERSOA)......................... 32
GRÁFICO 12. PERFIL SOCIOECONÓMICO: CONSUMO PER CÁPITA DE OLIVAS DE MESA (KG POR PERSOA)............................... 32
GRÁFICO 13. CONSUMO DE MARCAS: TENDENCIAS 2014 (%) .......................................................................................... 35
GRÁFICO 14. CAMBIO CRITERIO DE COMPRA COMO CONSECUENCIA DA CRISE ECONÓMICA (%) .......................................... 36
GRÁFICO 15. CONSUMO DE MARCAS DE DISTRIBUIDOR (%)............................................................................................... 37
I ene Gómez Rod íguez 7
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
In odución
Co p esen e aballo pe séguese como obxec i o a ealización dun es udo de me cado
do sec o do oli ei al. T a a ase de da cabida a aspec os de in e ese ales como:
Coñece a impo ancia do sec o den o do o al da alimen ación, ixándose
na p odución nacional e nas endas ne as.
Analiza as p incipais mac omagni udes, ales como o emp ego que xe a
es e sec o , así como as hec á eas que ocupa.
As expo acións e impo acións de acei e de oli a e de oli as de mesa, xun o
coa súa e olución.
Polo lado da demanda, amosa un es udo cuan i a i o do consumo e do
gas o dos españois, an o o al como pe cápi a, a ni el nacional e a ni el
au onómico; así como unha análise máis de allada po subca ego ías de
p odu o.
Coñece que subsec o en un maio peso e cal xe a un maio alo po
unidade de p odu o.
Ve como a c ise económica modi icou os cos umes de comp a dos
consumido es españois, endo en con a os ac o es máis alo ados á ho a de
elixi un de e minado es ablecemen o, a pe cepción das ma cas de
dis ibuido (MDD),…
Analiza que segmen o se ía o máis a ac i o, a a és dun es udo do gas o
na comp a de acei e de oli a e oli as de mesa dos di e en es pe ís
socioeconómicos.
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Pa a a edacción des e T aballo de Fin de G ao, conside á onse as no mas básicas
equi idas na edacción de in o mes de in es igación de me cados, T espalacios,
Vázquez e Bello, 2005, páxina 320 e seguin es, e oi ealizado en base á es u u a dos
es udos de me cado in e nacionais ealizados polo Ins i u o Español de Come cio
Ex e io , e Gallego, 2014.
A inalidade des e es udo de me cado é que poida se i pa a a oma de decisións a
di e en es s akeholde s ou g upos de in e ese elacionados co sec o : emp esas,
asociacións de ab ican es, in es igado es, consumido es, e c
I ene Gómez Rod íguez 9
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Plani icación
Na áboa 1, e líc ense as da as cla e na ealización do aballo, así como unha b e e
desc ición das ac i idades que se desen ol e on.
Táboa 1. C onog ama do aballo
DATA
BREVE DESCRICIÓN DA ACTIVIDADE
15/12/2014
Sesión de p esen ación co i o .
16/12/2014
Plani icación co i o da es u u a do aballo que se ai ealiza .
28/01/2015
Busca de in o mación ele an e.
12/03/2015
Reunión co i o pa a acla a dúbidas.
02/05/2015
En ío do p imei o bo ado .
09/06/2015
Reunión co i o pa a acla a dúbidas.
11/06/2015
En ío do segundo bo ado .
16/06/2015
En ío do aballo inalizado.
18/06/2015
Re isión do i o .
18/06/2015
Inco po ación da úl ima e sión.
19/06/2015
Depósi o do aballo.
Fon e: Elabo ación P opia
I ene Gómez Rod íguez 16
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
1.3 P incipais mac omagni udes
1.3.1 Emp esas
Segundo o INE (2013), o núme o o al de emp esas do sec o da alimen ación pa a o
úl imo ano dispoñible 2013, ascende a 23.784, (Táboa 5), das cales 1.604 o man pa e
do sec o de ab icación de acei es e g axas. Respec o ao ano an e io , o núme o de
emp esas educiuse ao edo dun 1.6%, é dici un o al de 387 emp esas, men es que
no sec o de acei es só se educiu nunha emp esa.
Táboa 5. To al de Emp esas: Núme o de asala iados
To al indus ia alimen ación
Fab icación acei es e g axas
2012
2013
2012
2013
Sen asala iados
6.373
5.959
246
268
De 1 a 2
6.268
6.609
498
425
De 3 a 5
4.015
3.939
393
377
De 6 a 9
2.487
2.434
212
228
De 10 a 19
2.229
2.161
145
173
De 20 a 49
1.824
1.751
77
99
De 50 a 99
527
493
14
14
De 100 a 199
241
225
13
13
De 200 a 499
158
165
5
4
De 500 a 999
34
33
2
3
De 1000 a 4999
15
15
0
0
De 5000 ou máis
0
0
0
0
TOTAL
24.171
23.784
1.605
1.604
Fon e: INE 2013
As emp esas de ab icación de acei es e g axas concén anse p incipalmen e no
in e alo de 1 a 2 asala iados, o que ep esen a un 26% do o al, al e como se e lic e
no G á ico 2.
G á ico 2. Sec o G axas e Acei es: núme o asala iados
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do INE 2013
I ene Gómez Rod íguez 17
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
1.3.2 Hec á eas
A supe icie des inada ao oli ei al en España na campaña do 2013/2014, segundo os
da os do Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e (2014), ascende a
2.584.067 hec á eas de e eo, po én, a edo de 70.000 non es aban en p odución.
Is o débese a que son oli ei ais illados ou si uados en mon añas. Da supe icie o al,
76.947 hec á eas co esponden ao cul i o de oli as e o es an e, 2.437.120 hec á eas,
adicouse á p odución de acei e (Táboa 6).
Táboa 6. Sec o Olí eo: Hec á eas
Fon e: Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
Do mesmo xei o, do o al, case dous millóns de hec á eas e an de secaño, e o es an e
de egadío. (G á ico 3)
G á ico 3. Hec á eas de secaño e de egadío na campaña 2013/2014
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e
1.4 Come cio Ex e io
España é, dende hai anos, a p imei a po encia mundial no come cio ex e io , en can o
á come cialización dos p odu os de oli ei al.
2010/2011
% /
o al
2011/2012
% /
o al
2012/2013
% /
o al
2013/2014
% /
o al
Non p odución
68.000
2,8%
70.000
2,7%
70.000
2,9%
70.000
2,7%
Oli a de mesa
169.372
6,9%
80.951
3,1%
77.734
3,2%
76.947
3,0%
Acei e de Oli a
2.212.456
90,3%
2.429.626
94,2%
2.291.926
93,9%
2.437.120
94,3%
TOTAL
2.449.828
100%
2.580.577
100%
2.439.660
100%
2.584.067
100%
I ene Gómez Rod íguez 18
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Táboa 7. Sec o oli ei al: Come cio Ex e io (miles de oneladas/miles de eu os)
Fon e: Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
Cómp e des aca a impo an e caída das expo acións na campaña 2012/2013 co
conseguin e inc emen o das impo acións (Táboa 7). Es e compo amen o é
consecuencia da mala campaña que se deu en España neses anos. Pola con a, as
expo acións na úl ima campaña 2013/2014 si uá onse en 1.110.800 oneladas, cun
inc emen o do 76% sob e a an e io , cun alo de 2.895.000 eu os. Es a can idade
supón unha ma ca his ó ica, con 235.000 oneladas máis ca no éco d an e io
exis ado, que o a na campaña 2011/2012. Men es, as impo acións si úanse en
58.800 oneladas, un olume in e io á campaña pasada, e cun alo de 145.000 eu os,
ci a amén in e io á do ano an e io . O inc emen o da p odución coincide con es e
descenso signi ica i o das impo acións en compa ación coa media das campañas
an e io es.
O saldo da balanza come cial é posi i o, aumen a nun 55,34% no ano 2014 con
espec o ao ano 2013; aínda que as impo acións diminuí on an o en alo como en
olume, as expo acións í onse o emen e inc emen adas en ambos os dous
aspec os.
No ano 2014, o sec o da alimen ación o al exis ou unhas expo acións de
37.066.000 millóns de eu os e unhas impo acións de 27.183.000 millóns de eu os,
segundo os da os suminis ados po MAGRAMA (2015). Con is o pódese dici que o
sec o do oli ei al supón en 2014 o 7,8% do o al de expo acións de alimen ación en
alo e an só o 0,53% do o al das impo acións de alimen ación en e mos de alo .
Os cinco p odu os máis expo ados po España en 2014, segundo o in o me anual de
come cio ex e io , MAGRAMA (2015), o on: en p imei o luga o acei e de oli a
(2.895.000€), en segundo luga a ca ne de po co e ixe ada (2.547.000€), o iño
(2.518.000€), as manda inas (1.333.000€), e os oma es escos (961.000€). Os
p odu os máis impo ados en 2014 o on: abas de soia (1.384.000€), o es o de
acei es exe ais (1.282.000€), millo (1.166.000€), queixo (920.000€) e igo b ando
(869.000€).
2010/2011
2011/2012
2012/2013
2013/2014
% a iación
2014/2013
Expo acións ( ol.)
827,9
875,5
630
1.110,8
76,32%
Impo acións ( ol.)
43,5
59,8
119,2
58,8
-50,6%
Expo acións ( alo )
1.969
2.019
2.117
2.895
36,75%
Impo acións ( alo )
99
133
347
145
-58,21%
Saldo ( alo )
1.871
1.886
1.771
2.751
55,34%
I ene Gómez Rod íguez 19
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
G á ico 4. Sec o olí eo: Come cio ex e io (miles de oneladas)
F
Fon e: Elabo ación P opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e.
España é o p imei o expo ado mundial de acei e de oli a e oli as de mesa. Es es
p odu os éndense en maio medida a países da UE, p incipalmen e a I alia. Tamén
des acan as endas a países ó a da UE, como po exemplo a EE.UU, Aus alia, Xapón
ou B asil. (Táboa 8)
Po ou o lado, analizando de onde p o eñen as impo acións españolas, emos que a
maio ía amén p oceden da UE, mais en meno medida de I alia.
Táboa 8. P ocedencia das impo acións e des ino das expo acións na campaña 2013/2014 (miles de
oneladas)
Expo acións
Impo acións
UE
847,4
39,8
I alia
471,5
3
Res o países UE
285,9
36,8
Fó a da UE
263,4
19
TOTAL
1.110,8
58,8
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e
1.5 P incipais axen es ab ican es e dis ibuido es
O sec o do acei e de oli a en España p esen a unha g an complexidade en e mos de
es u u a emp esa ial, xa que se a a dunha cadea p odu i a moi comple a. Igual que
nou os subsec o es ou amas ag oalimen a ias, poden dis ingui se es ases ben
di e enciadas na cadea de alo do acei e de oli a: a ase ag a ia ou de cul i o, a ase
indus ial e a ase de dis ibución.
I ene Gómez Rod íguez 20
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Na base da cadea p odu i a a opamos as explo acións de oli ei al e coope a i as de
p odución. A con inuación un elo de ans o mación indus ial, con almaza as ou
muíños de acei e, e inado as, luga es onde ans o man en bagazo de oli a e onde se
en asa. Po úl imo, un segmen o o ien ado á come cialización en des ino, que es á
o mado po luga es de een asado, pla a o mas e in e media ios.
A maio pa e das almaza as (muíños de acei e) son do ipo coope a i as, ao edo do
56% do o al e p oducen case o 70% do o al. Exis en ou o ipo de almaza as, que son
as indus iais. Aínda que algunhas des as almaza as eñen liñas de en asado, en xe al,
an o unhas como ou as enden a maio pa e do acei e a a és de dúas canles: o
au oconsumo dos p opios ag icul o es e a enda a g anel ás indus ias de e inado ou
en asado.
As emp esas que en asan se ían o úl imo elo do p oceso indus ial, e e índose a súa
ac i idade á in odución do acei e en bo es ap os pa a a come cialización ou pa a a
mes u a de acei es de oli a i xes con e inados de bagazo ou oli a co in de ob e as
ca ac e ís icas que se desexan.
Non se pode esquece ou os dous ipos de axen es que in e eñen na indus ia de
ab icación do acei e de oli a: as e inado as e as ex ac o as de bagazo. No p imei o
caso, o p oceso de e inado consis e en co ixi os de ec os que p esen e. Po ou o
lado, a ac i idade das indus ias ex ac o as consis e na ex acción do acei e de bagazo
de oli a c u.
Ao igual que nou as amas do sec o ag oalimen a io, na ase de come cialización e
dis ibución do acei e de oli a e das oli as de mesa, obse á onse cambios
signi ica i os nos úl imos anos, ligados a inno acións ecnolóxicas nas o mas de
comunicación, no má ke ing e amén a equi imen os na demanda; odo is o puido
in luí no p oceso p odu i o do acei e de oli a.
A ase de dis ibución é o úl imo paso da cadea an es de chega ao consumido . O
acei e en asado chega ás cen ais de comp a ou pla a o mas de dis ibución, que
ealizan a xes ión do p odu o en e a e ine ía ou luga es de en asado e os di e en es
pun os de enda.
En 2013, os p incipais g upos emp esa iais que ac úan no sec o do acei e de oli a son
de na u eza nacional. Des acan, en e ou os, Deoleo, Oleícola Hojiblanca, Miguel
Gallego ou So ena España, que come cializan a ias ma cas (Táboa 9). Nos úl imos
anos, es es g upos españois amplia on a súa p esenza nos me cados in e nacionais coa
adquisición de ma cas es anxei as.
I ene Gómez Rod íguez 21
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Táboa 9. G upos emp esa iais acei e oli a
EMPRESA
MILES DE LITROS
Deoleo, S.A.
828,87
Oleícola Hojiblanca, S.A.
553,60
Miguel Gallego, S.A
540,09
So ena España, S.A.
475,00
Acei es del Su -Coosu , S.A. (ACESUR)
432,00
Acei es Bo ges Pon , S.A
260,00
He manos Ayala Sousa, S.L.
204,00
F.Faiges, S.L
190,00
Ag o Se illa Acei unas Soc. Coop.And.-G upo
149,32
U zan e, S.L.
135,00
Fon e: Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
O sec o emp esa ial español de oli as de mesa es á compos o po unha base ampla
de emp esas de amaño mediano i ando a pequeno, p incipalmen e de capi al
español. Na ac ualidade encón anse en ac i idade máis de 410 emp esas adicadas ao
en amado (á en a) e ans o mación da oli a, ademais dou as 270 emp esas
en asado as. Na áboa 10 amósanse algunhas delas con maio p esenza no pano ama
nacional das oli as de mesa.
Táboa 10. G upos emp esa iais oli as de mesa
EMPRESA
MILES DE LITROS
Acei es del Su -Coosu , S.A. (Acesu )
432,00
G upo Ángel Camacho, S.L.
172,00
Ag o Se illa Acei unas Soc. Coop. And. - G upo
149,32
F.J. Sánchez Suceso es, S.A.
135,00
U zan e, S.L
135,00
G upo Yba a Alimen ación, S.L. (GYA)
115,00
Indus ias Alimen a ias de Na a a, S.A.U.
103,61
La Española Alimen a ia Alcoyana, S.A.
82,38
Acei unas Guadalqui i , S.L.
75,00
Acei unas Cazo la, S.L.
75,00
Fon e: Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
O sec o español do oli ei al xe a máis de 8.000 emp egos di ec os, e a edo de seis
millóns de xo nais pola ecollei a e cul i o da oli ei a. Asemade, engádense os c eados
polas emp esas e áb icas auxilia es, como as de id o, la a, ca onaxe, maquina ia ou
anspo es.
I ene Gómez Rod íguez 22
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
2 Análise da demanda
Nes e segundo apa ado do aballo, aise unha análise cuan i a i a e cuali a i a,
de allando as magni udes an o en e mos absolu os como en e mos pe cápi a, así
como a desag egación das di e en es subca ego ías do p odu o. Iden i ícanse os
segmen os de me cado po enciais endo en con a as di e en es subca ego ías, os
c i e ios de decisión de comp a ou o pe il socioeconómico. Pa indo des a
in o mación, es e epíg a e da demanda ema a cunha análise DAFO.
2.1 Análise cuan i a i a
Na análise cuan i a i a, ponse de mani es o o consumo e o gas o dos consumido es no
sec o do oli ei al. En p imei o luga p esén anse os da os de o ma ag egada, e
despois desag egados en e mos pe cápi a, an o a ni el nacional como po
comunidades au ónomas e po subca ego ías de p odu os.
2.1.1 Consumo e gas o o al
No ano 2014, segundo o Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
(MAGRAMA, 2014), o gas o o al en alimen ación oi de 98.052 millóns de eu os, un
3,2% menos ca no ano an e io . Cómp e des aca que o gas o de alimen ación pa a o
consumo no oga oi o que expe imen ou un maio descenso (-3,5%) cunha ci a de
66.443.456 millóns de eu os, al e como se amosa na áboa 11.
Táboa 11. To al alimen ación nos oga es españois: Volume e gas o o al
ANO
VOLUME (MILES DE Kg)
VARIACIÓN (%)
GASTO (millóns de €)
VARIACIÓN (%)
2013
30.405.537,74
0,80%
68.875.747,71
2,40%
2014
29.686.477,71
-2,36%
66.443.456,09
-3,50%
Fon e: Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
Do gas o o al da alimen ación no oga en 2014, o sec o do oli ei al ep esen a o
2,5% (que oi de 1.673.708,75 eu os) e o 2,4% do olume (708.758,28 kg). Es as dúas
can idades o on in e io es ás exis adas o ano pasado, un (-8,81%) in e io en gas o,
e un (-1,73%) in e io en olume. (Táboa 12)
I ene Gómez Rod íguez 23
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Táboa 12. To al alimen ación no oga po subsec o es económicos: Volume e gas o o al
Fon e: Panel de Consumo alimen a io. Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e
Medio Ambien e
Desag egando o peso do gas o que en o sec o do oli ei al, o acei e de oli a supón o
78% e as oli as de mesa supoñen o 22% do olume o al, po cen axes case
equi alen es en e mos de gas o; o 77% ep esen a o peso do acei e de oli a sob e o
o al, e o 23% o peso das oli as de mesa sob e o o al do sec o olí eo. (Táboa 13)
Táboa 13. Sec o olí eo: Repa o do consumo e do gas o o al (%)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do Panel de consumo alimen a io do
Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
Volume (millóns kg/l)
% sob e o
o al
Gas o (millóns de €)
% sob e o
o al
PRODUTO
2013
2014
2014
2013
2014
2014
To al Ca ne
2.389.383,98
2.287.161,78
7,70%
15.179.940,37
14.572.979,35
21,90%
To al Pesca
1.232.802,78
1.183.578,29
4,00%
9.198.674,09
8.943.342,95
13,50%
To al Lei e e de i ados
5.159.425,59
5.048.417,71
17,00%
8.420.642,54
8.339.627,69
12,60%
Pan
1.689.917,71
1.608.738,83
5,40%
3.939.229,96
3.812.082,19
5,70%
To al F oi as F escas
4.713.985,27
4.593.416,50
15,50%
6.470.523,45
5.912.531,27
8,90%
To al Legumes e Pa acas escas
1.429.057,72
1.506.019,08
5,10%
1.355.131,12
1.237.837,97
1,90%
Acei e de oli a e oli as de mesa
721.218,72
708.758,28
2,40%
1.835.316,52
1.673.708,75
2,50%
To al o os
390.414,20
379.523,51
1,30%
888.630,39
826.018,72
1,20%
To al iños e espumosos
418.204,51
400.425,73
1,30%
1.048.626,68
1.027.852,49
1,50%
Auga de bebida en asada
2.358.589,67
2.357.021,14
7,90%
488.999,03
483.257,42
0,70%
Re ixe ios e gasosas
2.086.289,52
2.045.638,90
6,90%
1.622.236,69
1.584.562,53
2,40%
Res o alimen ación
7.816.248,07
7.567.777,96
25,50%
18.427.796,87
18.029.654,76
27,10%
TOTAL INDUSTRIA ALIMENTARIA
30.405.537,74
29.686.477,71
100%
68.875.747,71
66.443.456,09
100%
Volume (millóns kg/l)
% sob e o o al
Gas o (millóns de €)
% sob e o o al
PRODUTO
2013
2014
2014
2013
2014
2014
Acei e de oli a
422.041,09
412.741,45
78%
1.258.469,12
1.125.891,47
77%
Oli as de mesa
114.251,11
114.525,38
22%
330.329,08
327.231,37
23%
To al sec o olí eo
536.292,20
527.266,83
100%
1.588.798,20
1.453.122,84
100%
I ene Gómez Rod íguez 24
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
2.1.2 Consumo e gas o pe cápi a
2.1.2.1 Nacional
O consumo pe cápi a nacional no sec o da alimen ación no ano 2014 oi de 662,28
kg, o que supón unha diminución do -1,3% espec o do ano an e io , e o gas o pe
cápi a oi de 1.482,28 eu os, -2,4% po debaixo do gas o pe cápi a do ano pasado,
segundo MAGRAMA (2014) (Táboa 14).
Táboa 14. Alimen ación nos oga es españois: Gas o e consumo pe cápi a
Consumo pe cápi a
Va iación
Gas o pe cápi a
Va iación
(kg/pe soa/ano)
%
(€/pe soa/ano)
%
2013
670,76
2,2%
1.519,37
3,8%
2014
662,28
-1,3%
1.482,28
-2,4%
Fon e: Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
2.1.2.2 Po Comunidades Au ónomas
O Consumo pe cápi a da media española e e ido ao acei e de oli a no ano 2014,
si úase nos 9,21 kg po pe soa (g á ico 5). Es e olume oi supe ado polo 65% das
Comunidades Au ónomas, é dici , po 11 comunidades das 17 exis adas, en e as que
des aca As u ias cun olume moi supe io á media (12,14 kg). Po debaixo da media
española, e en úl imo luga , a ópase Mu cia cuns 6,16 kg po pe soa.
O ni el de consumo po pe soa ga da bas an e elación simé ica co gas o, con algunha
excepción, como po exemplo o caso de Cana ias, xa que se encon a po iba da
media no consumo de acei e de oli a, e pola con a si úase po debaixo da media
española en can o ao gas o.
I ene Gómez Rod íguez 25
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
G á ico 5. Sec o olí eo: Consumo e gas o pe cápi a po Comunidades Au ónomas en acei e de oli a
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e.
O consumo pe cápi a da media española en can o ás oli as de mesa si úase nos 2,56
kg po pe soa (g á ico 6). Es e olume oi supe ado polo 23,5% das Comunidades
Au ónomas, é dici , an só po 4 comunidades, en e as que se a opa A agón en
p imei o pos o, cun olume de 4,73 kg. Po debaixo da media española, en úl imo
luga , encón ase Galicia con 1,48 kg po pe soa.
No caso das oli as de mesa, o ni el de consumo po pe soa ga da elación simé ica co
gas o, sob e odo nas comunidades con maio consumo po pe soa, con algunha
excepción, como o caso de Andalucía, xa que en consumo se a opa po debaixo da
media, men es en gas o supe a á di a media española.
I ene Gómez Rod íguez 32
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
G á ico 11. Pe il socioeconómico: Consumo pe cápi a de acei e de oli a (li os po pe soa)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i do In o me de Alimen ación en España 2014.
Me casa
G á ico 12. Pe il socioeconómico: Consumo pe cápi a de oli as de mesa (kg po pe soa)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i do In o me de Alimen ación en España 2014.
11,1
9,2
8,8
8,7
11,7
4,6
6,5
7,1
11,1
16,7
12,4
8,3
7,0
6,0
8,1
8,3
8,8
10,5
10,4
16,9
13,9
13,8
7,5
10,1
4,6
6,2
9,4
4,5
6,4
10,8
15,8
0,0
2,0
4,0
6,0
8,0
10,0
12,0
14,0
16,0
18,0
Al a/Media al a
Media
Media/Baixa
Baixa
Sen nenos
Meno es de 6 anos
De 6 a 15 anos
Poboación ac i a
Poboación non ac i a
Unha pe soa
Dúas pe soas
T es pe soas
Ca o pe soas
Cinco ou máis pe soas
Menos de 2000 habi an es
2000 a 10.000 habi an es
10.001 a 100.000 habi an es
100.001 a 500.000 habi an es
Máis de 500.000
Re i ados
Adul os independen es
Pa ellas adul as sen illos
Foga es monopa en ais
Pa ellas con illos maio es
Pa ellas con illos meno es
Pa ellas no as sen illos
Mozos independen es
Menos 35 anos
35 a 49 anos
50 a 64 anos
Máis de 65 anos
Consumo medio nacional de acei e de oli a: 9,3 li os po pe soa
2,9
2,9
2,3
2,4
3,2
1,5
1,8
2,1
3,0
3,9
3,3
2,9
1,8
1,5
4,2
2,1
2,3
2,6
3,0
4,5
4,4
3,5
1,9
2,4
1,5
2,4
3,2
1,7
1,9
2,8
4,1
0,0
0,5
1,0
1,5
2,0
2,5
3,0
3,5
4,0
4,5
5,0
Al a/Media al a
Media
Media/Baixa
Baixa
Sen nenos
Meno es de 6 anos
De 6 a 15 anos
Poboación ac i a
Poboación non ac i a
Unha pe soa
Dúas pe soas
T es pe soas
Ca o pe soas
Cinco ou máis pe soas
Menos de 2000 habi an es
2000 a 10.000 habi an es
10.001 a 100.000 habi an es
100.001 a 500.000 habi an es
Máis de 500.000
Re i ados
Adul os independen es
Pa ellas adul as sen illos
Foga es monopa en ais
Pa ellas con illos maio es
Pa ellas con illos meno es
Pa ellas no as sen illos
Mozos independen es
Menos 35 anos
35 a 49 anos
50 a 64 anos
Máis de 65 anos
Consumo medio nacional de oli as de mesa: 2,6 kg po pe soa
I ene Gómez Rod íguez 33
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Táboa 16. Segmen ación socioeconómica: dis ibución do me cado po encial (%/millóns de eu os)
Gas o po segmen o de poboación
Tamaño
%
Acei e de
%
Oli as de
%
da poboación
Oli a
mesa
Al a/Media al a
7.898.889
17,0%
261.311.046,23
20,3%
67.633.447,26
18,9%
Media
14.636.176
31,5%
401.189.312,15
31,1%
123.855.718,05
34,7%
Media/Baixa
12.080.653
26,0%
318.714.224,15
24,7%
81.300.383,81
22,8%
Baixa
11.848.333
25,5%
306.985.582,04
23,8%
84.389.755,46
23,6%
STATUS SOCIOECONÓMICO
46.464.053
100%
1.288.200.164,58
100%
357.179.304,57
100%
Sen nenos
22.163.353
47,7%
774.489.515,06
65,4%
207.690.567,26
63,0%
Meno es de 6 anos
10.686.732
23,0%
147.060.121,67
12,4%
48.467.536,50
14,7%
De 6 a 15 anos
13.613.968
29,3%
262.656.998,33
22,2%
73.274.457,43
22,2%
PRESENZA DE NENOS
46.464.053
100%
1.184.206.635,06
100%
329.432.561,19
100%
Poboación ac i a
22.899.400
49,3%
488.911.349,76
38,5%
144.057.835,46
40,8%
Poboación non ac i a
23.564.653
50,7%
781.531.142,61
61,5%
208.665.002,32
59,2%
SITUACIÓN LABORAL
46.464.053
100%
1.270.442.492,37
100%
352.722.837,78
100%
Unha pe soa
3.484.804
7,5%
174.379.590,91
14,2%
40.517.815,82
12,1%
Dúas pe soas
8.595.850
18,5%
318.778.809,19
26,0%
83.992.627,20
25,1%
T es pe soas
10.826.124
23,3%
269.364.799,93
21,9%
93.031.051,76
27,8%
Ca o pe soas
9.339.275
20,1%
298.026.346,17
24,3%
77.291.892,79
23,1%
Cinco ou máis pe soas
4.878.726
10,5%
167.202.901,97
13,6%
40.127.127,47
12,0%
TAMAÑO DO FOGAR
46.464.053
100%
1.227.752.448,16
100%
334.960.515,03
100%
Menos de 2000 habi an es
3.902.980
8,4%
94.071.976,64
7,3%
48.745.884,06
13,6%
2000 a 10.000 habi an es
8.177.673
17,6%
203.923.368,71
15,8%
49.681.818,77
13,9%
10.001 a 100.000 habi an es
16.819.987
36,2%
444.683.457,23
34,4%
116.951.052,90
32,7%
100.001 a 500.000 habi an es
10.175.628
21,9%
317.959.870,96
24,6%
76.941.990,59
21,5%
Máis de 500.000
7.387.784
15,9%
230.436.816,73
17,8%
64.906.857,64
18,2%
HÁBITAT DE RESIDENCIA
46.464.053
100%
1.291.075.490,27
100%
357.227.603,96
100%
Re i ados
6.040.327
13%
304.776.773,89
27,0%
80.835.278,64
25,2%
Adul os independen es
1.022.209
2,2%
42.427.200,32
3,8%
13.286.265,86
4,1%
Pa ellas adul as sen illos
3.206.020
6,9%
132.621.491,54
11,8%
33.499.378,79
10,4%
Foga es monopa en ais
2.601.987
5,6%
58.374.536,83
5,2%
14.866.192,34
4,6%
Pa ellas con illos maio es
6.458.503
13,9%
195.526.022,63
17,3%
46.547.725,47
14,5%
Pa ellas con illos meno es
24.207.772
52,1%
333.123.145,17
29,5%
109.789.506,60
34,2%
Pa ellas no as sen illos
2.230.275
4,8%
41.355.088,76
3,7%
15.833.611,10
4,9%
Mozos independen es
696.961
1,5%
19.685.518,26
1,7%
6.504.316,92
2,0%
COMPOSICIÓN DO FOGAR
46.464.053
100%
1.127.889.777,40
100%
321.162.275,72
100%
Menos 35 anos
9.199.882
19,8%
125.065.042,60
10,2%
46.399.607,36
13,6%
35 a 49 anos
17.377.556
37,4%
332.370.083,67
27,1%
99.284.927,43
29,0%
50 a 64 anos
11.476.621
24,7%
371.693.327,27
30,3%
94.025.661,27
27,5%
Máis de 65 anos
8.409.994
18,1%
396.287.308,10
32,3%
102.121.711,20
29,9%
IDADE AMA DE CASA
46.464.053
100%
1.225.415.761,64
100%
341.831.907,27
100%
Fon e: Elabo ación p opia a pa i do In o me de Alimen ación en España 2014,
Me casa xun o cos da os do Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio
Ambien e
I ene Gómez Rod íguez 34
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Na áboa 16 ecóllese unha es imación do me cado po encial desag egado no
subsec o do acei e de oli a e no subsec o das oli as de mesa. A a és des a áboa
ese o amaño e o a ac i o dos segmen os segundo os di e en es pe ís.
Pa a a elabo ación des a análise ecóllense os da os de consumo e gas o pe cápi a
nacional en España no ano 2014 e asúmese unha elación lineal en e o consumo pe
cápi a e o gas o pe cápi a, mais es e, na ealidade, non é exac o dado o impac o que
poden e as di e enzas de p ezos das a iedades ou ma cas que poden comp a os
di e en es segmen os; pe o coa in o mación dispoñible, é o máis de allado que se
pode ex ae . Ademais, éñense en con a as po cen axes da dis ibución da poboación
ecollidas na me odoloxía do Panel de Consumo Alimen a io (MAGRAMA 2015). Todo
is o calcúlase omando como base me ododolóxica o uni e so da poboación o al
ac ual, 46.464.053 pe soas.
Analizando o s a us económico, os oga es, cun ni el socioeconómico medio, execu an
a edo dun e zo do gas o; aqueles oga es, onde non hai p esenza de nenos,
supoñen máis da me ade do gas o; as zonas en e 10.001 e 100.000 habi an es xe an
algo máis dun e zo do gas o; os oga es que es án compos os po pa ellas con illos
meno es cons i úen a edo do e zo do gas o, pe o amén supoñen un al o
po cen axe da poboación. Malia is o, hai que e en con a que os e i ados, que an só
supoñen o 13% da poboación, gas an un cua o do o al. Os oga es con dúas pe soas
son os que amosan máis gas o en acei e de oli a, men es que os oga es con es
pe soas son os que execu an maio gas o en oli as de mesa. E po úl imo, se se ai
e e encia á idade da ama de casa, as maio es de 65 anos, que eñen meno peso na
poboación, e ec úan un gas o maio .
2.2.3 Segmen ación baseada no bene icio buscado: c i e ios de
decisión de comp a
A a és dos da os suminis ados polo Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio
Ambien e no seu In o me de Consumo de Alimen ación pa a 2014, podemos ex ae
cales son os ac o es que máis epe cu en na elección dun es ablecemen o
de e minado pa a ealiza a comp a de p odu os de alimen ación (Táboa 17).
Na ac ualidade, os consumido es elixen a calidade dos p odu os como ac o
de e minan e (aínda que pe deu impo ancia con espec o ao 2013), seguida da
p oximidade, ac o que inc emen ou a súa impo ancia no úl imo ano.
A p oximidade, a a iedade de p odu os e a apidez na comp a son os ac o es que
máis inc emen a on a súa impo ancia en compa ación co ano an e io ; aumen a on
un 14%, un 11,9% e un 20,7%, espec i amen e. Po ou o lado, os consumido es xa
non se ixan an o no ho a io do es ablecemen o nin na ma ca p opia, xa que ambos
ac o es son os que pe den máis impo ancia con espec o ao ano p eceden e,
a ia on -20,5% e -34,8% espec i amen e.
I ene Gómez Rod íguez 35
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Táboa 17. Elección dun es ablecemen o: Fac o es de e minan es (%)
Fon e: In o me do consumo de alimen ación 2014. Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e.
No g á ico 13, pa a o o al do 2014, o 71% da mos a admi e que semp e me ca as
mesmas ma cas, un 20,5% busca a máis ba a a den o dunhas de e minadas e o 8,5%
ecoñece que comp a p odu os máis ba a os aínda que a ma ca non sexa coñecida. Se
acemos a análise ixándonos no sexo, as mulle es eñen maio p e e encia á ho a de
adqui i semp e as mesmas ma cas. Po idades, os adul os de máis de 55 anos, son os
que ecoñecen comp a semp e a mesma ma ca de p odu o (73,9%), men es que os
no os de 20 a 35 anos aumen an a súa p e e encia na comp a de p odu os máis
ba a os aínda que a ma ca non sexa coñecida (un 24%).
G á ico 13. Consumo de ma cas: Tendencias 2014 (%)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e
% a iación
2013/2014
67,2 66,7 51,9 64,1 59,9 -6,60%
45,1 40,4 50,9 47,8 54,5 14,00%
58,3 59,3 62,7 55,3 52,9 -4,30%
24,5 25,3 34,9 25,1 25,7 2,40%
28,7 28 21,9 19,4 21,7 11,90%
20,2 14,6 17,5 13,7 14,5 5,80%
13,4 11,5 11,7 8,1 8,9 9,90%
4 4,3 4,3 2,9 3,5 20,70%
Ho a io 2,8 2,8 7,7 3,9 3,1 -20,50%
3,2 5,1 6,9 3 3,1 3,30%
2,3 3 1,6 2,3 1,5 -34,80%
Ou as 6,7 11,3 13,4 15,6 10,8 -30,80%
Va iedade de ma cas
Rapidez na comp a
Es acionamen o
Ma ca P opia
Calidade dos p odu os
P oximidade
Bos p ezos, á pa e de o e as
A ención ao clien e
Va iedade de p odu os
Boas o e as
Fac o es que de e minan a elección
2010
2011
2012
2013
2014
dun es ablecemen o (%)
I ene Gómez Rod íguez 36
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
A me ca a a és de In e ne de p odu os de alimen ación aumen ou un 7,8% dende o
ano 2004, no que se exis aba unha po cen axe do 2,7% de p odu os de alimen ación
ou bebida me cados de manei a online. Na ac ualidade, a po cen axe de comp a a
a és de In e ne é do 10,5%. Po idades, a adquisición de alimen os po es e mé odo
diminúe a medida que aumen a a idade.
O 59% dos enquisados a i ma que i o que modi ica a súa o ma de me ca pa a
pode ap o ei a de mello o ma os p odu os e pode a o a máis, debido á c ise
económica do país. A po cen axe aumen a no segmen o de idade de 20 a 55 anos e
diminúe, en meno medida, no in e alo de máis de 55 anos. Se mi amos a e olución,
no pe íodo de 2011 a 2013 ese inc emen ada a po cen axe de pe soas que cambia on
a súa o ma de comp a ou cociña a aíz da c ise, mais na ac ualidade comeza a
diminuí . (G á ico 14)
G á ico 14. Cambio c i e io de comp a como consecuencia da c ise económica (%)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e
As ma cas de dis ibuido (MDD) seguen endo un g an peso na ces a da comp a dos
consumido es, case un 90% adqui e algunha ma ca de dis ibuido nalgún p odu o. Po
idades, o consumo des as ma cas aumen a en e os máis no os e diminúe en e os
máis maio es. (G á ico 15)
I ene Gómez Rod íguez 37
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
G á ico 15. Consumo de ma cas de dis ibuido (%)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e
Se se le a a cabo unha segmen ación baseada nos c i e ios de decisión de comp a dos
consumido es españois á ho a de elixi un de e minado es ablecemen o, áboa 18, o
gas o en acei e de oli a, a endendo á calidade dos p odu os, se ía de 674.4028,99
eu os, e en oli as de mesa se ía de 196.011,59 eu os, xa que es e é o ac o máis
alo ado polos ac uais consumido es. Se se a ende á p oximidade, o gas o en acei e de
oli a é de 613.610,85 eu os e en oli as de mesa de 178.341,10 eu os. Se po ou o
lado, se eñen en con a os bos p ezos, á pa e das o e as, o gas o en acei e de oli a
se ía de 595.596,59 eu os e en oli as de mesa se ía de 173.105,39 eu os. Analizando o
es o dos segmen os ese como se ai educindo o gas o en cada p odu o, xa que os
demais ac o es son menos alo ados polos consumido es.
Táboa 18. Sec o olí eo: Gas o o al en unción do c i e io de comp a (eu os)
Fon e: Elabo ación p opia a pa i dos da os do In o me do consumo de
alimen ación 2014. Minis e io de Ag icul u a, Alimen ación e Medio Ambien e
Gas o en Gas o en Gas o
acei e de oli a oli as de mesa o al sec o
59,90% 674.408,99 196.011,59 870.420,58
54,50% 613.610,85 178.341,10 791.951,95
52,90% 595.596,59 173.105,39 768.701,98
25,70% 289.354,11 84.098,46 373.452,57
21,70% 244.318,45 71.009,21 315.327,66
14,50% 163.254,26 47.448,55 210.702,81
8,90% 100.204,34 29.123,59 129.327,93
3,50% 39.406,20 11.453,10 50.859,30
Ho a io 3,10% 34.902,64 10.144,17 45.046,81
3,10% 34.902,64 10.144,17 45.046,81
1,50% 16.888,37 4.908,47 21.796,84
Ou as 10,80% 121.596,28 35.340,99 156.937,27
Rapidez na comp a
Es acionamen o
Ma ca P opia
P oximidade
Bos p ezos, á pa e de o e as
A ención ao clien e
Va iedade de p odu os
Boas o e as
Va iedade de ma cas
Fac o es que de e minan a elección
2014
dun es ablecemen o (%)
Calidade dos p odu os
I ene Gómez Rod íguez 38
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
2.2.4 Denominacións de O ixe
As Denominacións de O ixe P o exidas a an de designa e p o exe os p odu os
ag a ios de luga es xeog á icos especí icos. Os a ibu os pa icula es des es p odu os
incúlanse coa calidade, cos cos umes, coas adicións e as lendas; a ibu os,
xe almen e in anxibles, que de e minan a di e enciación compe i i a des es.
A desc ición do p odu o, as súas ca ac e ís icas ísicas, químicas, o ganolép icas, a
delimi ación da zona xeog á ica, os elemen os que p oben que o p odu o é da zona ou
as no mas especí icas de e ique ado son algúns dos ac o es que de e minan a
concesión das denominacións de o ixe
As denominacións de o ixe exe cen un pode compensado espec o ás ma cas de
dis ibuido . T á ase de bens de con ianza con no o iedade consolidada e ce i icada.
Es a o aleza de epu ación pe mi e ob e unha no able di e enciación que lles
pe mi e domina moi os me cados.
Débese menciona que os alimen os de calidade di e enciada son aqueles p odu os
que es án p o exidos po unha no ma i a da UE que ga an iza o cump imen o duns
equisi os supe io es aos esixidos pa a o es o de p odu os. Na áboa 19 mós anse as
denominacións de o ixe que exis en en España na ac ualidade, an o en acei es de
oli a como en oli as de mesa.
Táboa 19. Denominacións de o ixe p o exidas en España
ACEITE DE OLIVA
OLIVAS DE MESA
Andalucía
An eque a, Baena, Es epa, Lucena,
Mon es de G anada, Mon o o-Adamuz
Ponien e de G anada, P iego de
Có doba, Sie a de Cádiz, Sie a de
Cazo la, Sie a de Segu a, Sie a
Mágina.
Acei una Alo eña de Málaga
A agón
Acei e del Bajo A agón, Acei e Sie a del
Moncay
Balea es
Oli de Mallo ca
Oli a de Mallo ca
Cas ela a Mancha
Acei e Campo de Cala a a, Acei e
Campo de Mon iel, Acei e de la Alca ia,
Mon es de Toledo
Ca aluña
Les Ga igues, Siu ana, Oli de Te a
Al a, Oli del Baix Eb e-Mon siá, Oli de
L´Empo dá
Valencia
Acei e de la Comuni a Valenciana
Ex emadu a
Mon e ubio, Ga a-Hu des
A Rioxa
Acei e de Oli a de La Rioja
Na a a
Acei e de Na a a
Fon e: Elabo ación P opia a pa i dos da os do Minis e io de Ag icul u a,
Alimen ación e Medio Ambien e
I ene Gómez Rod íguez 39
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
2.3 Diagnós ico do me cado: Análise DAFO
A a és des a análise DAFO, amósase cal é a si uación ac ual do sec o do oli ei al,
sinalando ás súas Debilidades, Ameazas, Fo alezas e Opo unidades e ex aendo
in o mación do expos o p e iamen e. Táboa 20.
Táboa 20. Sec o olí eo: Análise DAFO
DEBILIDADES
AMEAZAS
-Explo acións de baixo endemen o e con
di icul ades pa a a mecanización.
- Escasas accións p omocionais.
- Dependencia das sub encións da UE.
-Dependencia dos ac o es
me eo olóxicos.
- Exis encia de p odu os subs i u i os de
meno calidade, pe o de p ezo máis
educido.
- Apa ición e desen ol emen o de acei es
que posúen ca ac e ís icas nu icionais
semellan es aos acei es de oli a, pe o
máis ba a os.
- Reco e de axudas pa a o cul i o do
oli ei al.
FORTALEZAS
OPORTUNIDADES
- Excepcionais ca ac e ís icas dos acei es
de oli a e das oli as de mesa.
- Inc emen o do oli ei al cul i ado con
écnicas espec uosas co medio
ambien e.
- Inc emen o da p odución do acei e de
oli a i xe ecolóxico.
- Sec o ecnoloxicamen e a anzado no
cul i o do oli ei al e na elabo ación dos
acei es de oli a.
- Lide ado mundial na p odución de
acei es de oli a.
- Mello a da calidade das p oducións nos
úl imos anos debido ás mello as nas
ins alacións.
- Calidade e ecoñecemen o do acei e de
oli a i xe ex a español.
-Exis encia de moi as denominacións de
o ixe compa ado co es o de países.
- Tendencias a un maio consumo de
p odu os na u ais, saudables e de
calidade.
- Maio consumo de p odu os ob idos
espec ando o medio ambien e.
- Ampla acep ación da die a
medi e ánea.
- Tendencia a consumi acei es de oli a
con denominacións de o ixe.
- Inc emen o do consumo de p odu os de
oli ei al a ni el mundial.
- Man emen o da idelidade dos
consumido es ao acei e de oli a.
- Apa ición de no as indus ias de i adas
do ap o ei amen o dos e ugallos e
subp odu os do oli ei al.
Fon e: Elabo ación p opia
I ene Gómez Rod íguez 40
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
Conclusións e limi acións
Do o al da p odución do sec o olí eo, na campaña 2013/2014, o acei e de oli a
acapa a o 75,6%, men es que as oli as de mesa o 24,4% es an e. No que espec a ás
endas ne as, es e sec o acumula o 9,4% do o al do sec o alimen a io, po cen axe
que aumen a espec o ao ano an e io (9,3%).
O sec o do oli ei al ca ac e ízase po es a o mado po pequenas emp esas, xa que
es án compos as, na súa g an maio ía (84%), po menos de 10 aballado es. A
supe icie que se des ina ao oli ei al é de 2.584.067 hec á eas, can idade que supe ou
á da campaña an e io ; des as hec á eas, ap oximadamen e 70.000 non se des ina on
á p odución, e das que si se des ina on á p odución, o 77% e an de secaño e o es an e
de egadío.
Es e sec o p esen a un ele ado supe á i come cial que se én mani es ando dende
hai empo. Na ac ualidade a axa de cobe u a é do 1.889,12%, da o que ep esen a a
po cen axe de impo acións de p odu os de oli ei al que poden paga se coas
expo acións dos mesmos p odu os ealizadas no mesmo pe íodo de empo. Es a ci a
é ealmen e maiúscula, pe o explícase, xa que España é a p imei a po encia mundial
p odu o a e expo ado a. O des ino p incipal das expo acións españolas é I alia, pe o
as emp esas i alianas non adqui en o acei e en asado e lis o pa a a come cialización,
senón que a o adqui en a g anel, coa idea de que o alo engadido do p odu o se
quede no seu e i o io.
Os españois des inan o 2,4% do consumo e o 2,5% do gas o do seu p esupos o en
alimen ación pa a a comp a de acei e de oli a e oli as de mesa. Po pe soa
consómense 662,28 kg de p odu os olí eos ao ano, ci a que diminuíu un -1,3% con
I ene Gómez Rod íguez 41
O me cado de P odu os de Oli ei al: Si uación ac ual e Pe spec i as
espec o ao ano an e io e gás anse 1482,28 eu os po pe soa ao ano, ci a que amén
se iu diminuída nun -2,4%.
As Comunidades Au ónomas que máis consomen e gas an en acei e de oli a, en
e mos pe cápi a, son as zonas do no e do país: As u ias, Can ab ia, País Vasco e
Galicia. No e e en e ás oli as de mesa, as Comunidades Au ónomas que máis
consomen e gas an nes e p odu o son as máis p óximas ao Ma Medi e áneo: A agón,
Ca aluña, Balea es e Valencia.
Os consumido es españois adqui en os p odu os alimen a ios endo en con a
p incipalmen e a súa calidade, a p oximidade ao es ablecemen o e os bos p ezos, á
pa e das o e as. Ademais, e e en e ao consumo de MDD, ás pe soas maio es de 36
anos cús alles máis da o paso pa a comp alas, men es que as pe soas máis no as, de
en e 20 e 35 anos, son as que máis as consomen debido aos seus baixos p ezos. A
comp a, a a és de In e ne , de p odu os de alimen ación diminúe a medida que
aumen a a idade do consumido .
Máis do 50% do acei e de oli a e das oli as de mesa son adqui idas a a és de
supe me cados, seguido en ambos os casos polos hipe me cados.
Po segmen os de me cado, aqueles cun ni el socioeconómico medio: os oga es sen
nenos, os oga es con dúas pe soas, os habi an es das zonas en e 10.001 e 100.000
habi an es, as pa ellas con illos meno es, e os oga es nos que a ama de casa en máis
de 65 anos e ec úan un maio gas o en acei e de oli a. No caso das oli as de mesa, os
segmen os de me cado que máis gas an nes e p odu o son equipa ables aos
mencionados an e io men e pa a o acei e de oli a, a excepción dos oga es con es
pe soas, que nes e caso son os que máis gas an en oli as de mesa.
Á ho a de ealiza es e es udo de me cado, p esen á onse di e sas limi acións, como
po exemplo, o lími e de ex ensión que es á es ablecido nas no mas de elabo ación do
aballo de in de g ao, xa que pa a es udos des e ipo, endo en con a que se
manexan unha ele ada can idade de da os e de g á icos, é bas an e educido.
Ademais, e e ido ao ipo de da os emp egados, se ía de g ande in e ese eco e a
in o mación secunda ia de pago, ou incluso a in o mación p ima ia que puide a
ob e se a pa i de enquisas, pa a así ob e unha análise máis de allada.