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O canto no currículo da Educação Infantil da Região Autónoma da Galiza

Abstract

Até há um par de anos na Região Autónoma da Galiza para ser professor/a do ensino infantil ou básico era preciso estudar o correspondente curso. Com a nova implantação dos Graus em Professor/a, a formação é prolongada um ano. Este facto põe de manifesto que a formação do professorado nestas etapas é crucial (Hernández, 2010a). A realidade que é consequência da nova implantação dos planos de estudo de nível universitário para as/os futuras/os professoras/es faz com que desapareçam as especialidades entendidas como tal nas faculdades de Ciências da Educação. Não obstante, as/os futuras/os professoras/es do ensino básico poderão, segundo as optativas que escolherem, obter o título de Grau em Professor/a do Ensino Básico com uma menção, por exemplo, em Educação Musical. Por sua vez, as políticas educativas em Espanha não deixam de apontar para a relegação das artes no currículo. Entre os três e os seis anos de uma criança é especialmente chave o desenvolvimento das destrezas da fala e do canto (Hernández, 2010b), mas as professoras e professores do nível do ensino básico, ainda conhecendo a importância da música e do canto neste período, carecem de uma formação adequada (Hernández & Martín, 2010). Examinaremos e analisaremos neste texto a presença do canto no currículo de infantil, o qual nos levará a visibilizar o peso que por parte da Administração lhe é dado à atividade de voz cantada em dito currículo, indagando nas possíveis justificações. É surpreendente que o canto, que é um recurso muito rico para tais fins e um meio que serve para aprender, socializar, expressar..., não tenha um destaque no currículo oficial da Galiza. Para concluír, contrastar-se-á este fraco peso com as razões que indicam por quê é importante cantarmos quando crianças, convidando à reflexão de uma possível e necessária mudança deste texto oficial

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O canto no currículo da Educação Infantil da Região Autónoma da Galiza

Author: Casal de la Fuente, Lucía
Publisher: Universidade do Minho
Year: 2014
Source: https://minerva.usc.es/bitstreams/c57d6ad3-a922-4eb2-b441-452837261550/download
XI Colóquio sob e Ques ões Cu icula es
VII Colóquio Luso-B asilei o &
I Colóquio Luso-A o-B asilei o de Ques ões Cu icula es
CURRÍCULO NA CONTEMPORANEIDADE: INTERNACIONALIZAÇÃO E CONTEXTOS LOCAIS
1
O CANTO NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REGIÃO
AUTÓNOMA DA GALIZA
Casal de la Fuen e, L.1
1Uni e sidade de San iago de Compos ela, Galiza
Email: [email protected]
Resumo
A é há um pa de anos na Região Au ónoma da Galiza pa a se p o esso /a do ensino in an il ou
básico e a p eciso es uda o co esponden e cu so. Com a no a implan ação dos G aus em
P o esso /a, a o mação é p olongada um ano. Es e ac o põe de mani es o que a o mação do
p o esso ado nes as e apas é c ucial (He nández, 2010a). A ealidade que é consequência da no a
implan ação dos planos de es udo de ní el uni e si á io pa a as/os u u as/os p o esso as/es az
com que desapa eçam as especialidades en endidas como al nas aculdades de Ciências da
Educação. Não obs an e, as/os u u as/os p o esso as/es do ensino básico pode ão, segundo as
op a i as que escolhe em, ob e o í ulo de G au em P o esso /a do Ensino Básico com uma
menção, po exemplo, em Educação Musical. Po sua ez, as polí icas educa i as em Espanha não
deixam de apon a pa a a elegação das a es no cu ículo.
En e os ês e os seis anos de uma c iança é especialmen e cha e o desen ol imen o das des ezas
da ala e do can o (He nández, 2010b), mas as p o esso as e p o esso es do ní el do ensino básico,
ainda conhecendo a impo ância da música e do can o nes e pe íodo, ca ecem de uma o mação
adequada (He nández & Ma ín, 2010).
Examina emos e analisa emos nes e ex o a p esença do can o no cu ículo de in an il, o qual nos
le a á a isibiliza o peso que po pa e da Adminis ação lhe é dado à a i idade de oz can ada em
di o cu ículo, indagando nas possí eis jus i icações. É su p eenden e que o can o, que é um ecu so
mui o ico pa a ais ins e um meio que se e pa a ap ende , socializa , exp essa ..., não enha um
des aque no cu ículo o icial da Galiza. Pa a concluí , con as a -se-á es e aco peso com as azões
que indicam po quê é impo an e can a mos quando c ianças, con idando à e lexão de uma
possí el e necessá ia mudança des e ex o o icial.
Pala as-cha e: Educação In an il; can o; cu ículo escola ; Galiza.
1 In odução
O CANTO NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REGIÃO AUTÓNOMA DA GALIZA
Casal de la Fuen e, L.
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TEMA 14
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E ARTIGOS
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I Colóquio Luso-A o-B asilei o de Ques ões Cu icula es
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O can o é um meio de exp essão excepcional que achega nume osos bene ícios. “Fisicamen e, eco e ao ôlego, à
espi ação, ao om co po al e à agudeza audi i a. Con ibui pa a desen ol e o ó gão da audição, o ou ido, essencial
pa a a ap endizagem da linguagem” (Vaillancou , 2009, p. 24).
Ao can a mos, as pessoas con e emo-nos em e dadei os ins umen os musicais sen indo como ib a o co po odo.
Es as ib ações/oscilações in e nas (de Fonzo, 2010) ajudam a eduzi as ensões, an o ísicas como men ais, po que
o can o exige en ol imen o de ambos: co po e men e à ez. Se soma mos o mo imen o, a emos a i a o plano mo o
e o in ele ual, azendo assim abalha a memó ia (Vaillancou , 2009). E se ao mesmo empo can amos em g upo,
a o ecemos o desen ol imen o mo o , a capacidade linguís ica, o pensamen o conce ual abs a o, as habilidades
sociais e a c ia i idade (Pascual, 2006).
Pa a g ande pa e do p o esso ado especialis a em música o can o na escola é uma das a i idades mais impo an es
do cu ículo de música (Wol e, 2002; em Cáma a Izagui e, 2008). Con udo, mui as/os docen es o ganizam a i idades
ocais com o alunado pa a comba e o desin e ese des e pelas a i idades de can o como um excelen e ecu so pa a
mo i a nas aulas de música da escola e pa a impulsiona a p á ica de can a . A c ença de que o can o é um dos
alice ces da aula de música e lec e-se na omada des e ipo de inicia i as.
Vis os pa e dos bene ícios que a p á ica do can o o e ece ao se humano e a conside ação que o p o esso ado a ibui
a es a, é ele an e in es iga o alo que se ou o ga ao can o na Educação In an il desde a Adminis ação galega
a a és do cu ículo o icial, dando a enção ao igen e cu ículo de Educação In an il na Galiza (Dec e o 330/2009; em
Xun a de Galicia, 2009); e ao de ogado (Dec e o 426/1991). Os obje i os que nos p opomos são:
P ocu a , iden i ica e ag upa as e e ências ao can o que cons am nes es dois cu ículos.
Analisa o alo que o can o oma nes es ex os e es abelece uma compa ação en e ambos, pa a cons ui
um discu so sob e a impo ância e necessidade das a i idades de can o na Educação In an il.
2Pe gun a de in es igação e me odologia
De aco do com a pa e in odu o ia, pe gun amo-nos:
Qual é a p esença di e a, e po an o a impo ância indi e a, que se ou o ga ao can o nos cu ículos da
Educação In an il na Galiza?
Exis em di e enças en e o cu ículo de 1991 e o de 2009?
O mé odo de análise documen á io e do discu so, p óp io da me odologia quali a i a, pa eceu-nos o mais ap op iado
pa a analisa o con eúdo cu icula . A écnica quali a i a indi e a u ilizada baseou-se nos p incípios e écnicas da
g amá ica, da sin axe e da semân ica pa a a análise ex ual.
3Re e ências ao can o na no ma i a de 1991 e de 2009: compa ação
Em ha monia com o Dec e o 426/1991 (de ogado cu ículo de Educação In an il da Galiza), o can o é en endido
como:
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Modo de pa icipação, en ando que o alunado se en ol a em a i idades de can o em g upo.
Canal de in e p e ação, achegando-se à sua cul u a a a és da in e p e ação de can os olcló icos,
p ocedimen o a des aca na á ea de exp essão í mico-musical.
Via de comunicação, a a és da pala a e do can o.
Valo educa i o e a i udinal, mos ando gos o e in e esse pelas a i idades pa ilhadas, como pode se o can o
g upal.
Na linha dos ex os não no ma i os1 que acompanham o Dec e o 330/2009 (cu ículo igen e de Educação In an il na
Galiza), o can o é uma/um:
Recu so pa a a o ece o espei o en e as pessoas, já que nas o ien ações me odológicas pa a o 2º ciclo da
Educação In an il comp eende-se o can o como meio pa a aze exp essa às c ianças os seus aços,
in e esses e pe sonalidades, de modo que se conheçam en e si e ap endam a espei a e pe cebe a
di e sidade e a singula idade das pessoas.
Es a égia pa a desen ol e o sen ido de pe ença ao g upo, o qual ambém ajuda a e o ça as elações
in e pessoais.
Exp essão de emoções, sensações ou sen imen os. Nes e caso em conc e o só se az uma única e e ência a
isso na á ea de Religião Ca ólica, como indicado especí ico de a aliação. Menciona-se des e modo o can o de
ilancicos como o ma de exp imi a aleg ia e a emoção pelo Na al.
Uma ez compiladas e ca ego izadas as e e ências2 ao can o no ex o cu icula de 1991 e nos documen os que se
anexam ao cu ículo de 2009 (pos o que no p óp io cu ículo não se encon a am e e ências ao can o p op iamen e
di as), desenhou-se o quad o que se ap esen a a segui , em que se eune a p esença do can o com espei o à
ca ego ias que esumem as ideias sob e es e, e a isão que de di os ex os ob emos dele.
Tabela 1: Compa ação da no ma i a de 1991 e de 2009 com espei o à conside ação/p esença do can o
CONCEITO
CURRÍCULO DE 1991 DOCUMENTOS ANEXOS AO CURRÍCULO DE 2009
Fa o ece a pa icipação
√ 
Impo an e pa a
abalha a
in e p e ação musical
√

Meio de
comunicação/exp essão
de emoções
√ √
1 Fo am idos só em con a as e e ências ao can o incluídas nos documen os anexos (não no ma i os) ao cu ículo de 2009 que igu am na
publicação Xun a de Galicia (2009), assim como a “O dem de 25 de junho de 2009 po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação
do segundo ciclo da educação in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza” (DOG de 10 de julho de 2009, em Xun a de Galicia, 2009), pos o que no
p óp io Cu ículo da Educação In an il de Galiza de 2009 a pala a “can o” es á ausen e.
2 Ve anexo.
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Valo educa i o e
a i udinal
√
√
Ajuda a desen ol e a
acei ação das
di e enças en e as
pessoas
 √
Fa o ece a coesão
g upal
√
√
√: ideia ecolhida / : ideia não ecolhida
Fon e: Elabo ação p óp ia
Ap eciamos que o can o es á p esen e como ecu so socializado no cu ículo de 1991, mas ausen a-se po comple o
no cu ículo de 2009, mesmo que sim se e i am a ele os documen os não no ma i os que o acompanham, como a ma
a o ecedo a do espei o ca a as di e enças indi iduais en e as pessoas e como es a égia de o alecemen o do
sen ido de pe ença a um g upo.
4 Discussão e conclusões
Em esumo, com espei o ao can o, são 6 as ideias em que se podem cong ega as e e ências compiladas dos
documen os de 2009 e de 1991:
1. Fa o ece a pa icipação.
2. É impo an e pa a abalha a in e p e ação musical.
3. Meio de comunicação/exp essão de emoções.
4. Valo educa i o e a i udinal.
5. Ajuda a desen ol e a acei ação das di e enças en e as pessoas.
6. Fa o ece a coesão g upal.
No cu ículo de 1991 es ão ecolhidas 5 ca ego ias de um o al de 6, igu ando nos ex os de 2009 uma menos, que
dize , 4 de 6. Em 1991 a que não se eúne é a quin a; enquan o que em 2009 as que não apa ecem são a p imei a e a
segunda. Tendo em con a que nem no Dec e o 330/2009 nem na “O dem de 25 de junho de 2009 po que se egula a
implan ação, o desen ol imen o e a a aliação do segundo ciclo da educação in an il na Comunidade Au ónoma da
Galiza” não há nenhuma e e ência ao can o, é de espe a que se conclua que ao can o não se dá impo ância nem
como con eúdo nem como c i é io de a aliação. Mas su p eende que não se aça e e ência ao can o em g upo, po
exemplo, como a o a o ecedo da pa icipação, ainda que possa es a ligado ao aspe o que sim se ecolhe sob e o
sen ido de pe ença ao g upo. Não obs an e, quiséssemos des aca que o ac o de que uma c iança se sin a pa e de
um g upo não em po quê supo que o ní el de pa icipação seja al o, mesmo que no malmen e sim á ligado.
Começa emos a análise documen á ia isando a ideia de que é cu ioso que no Dec e o 330/2009, po que se publica
o cu ículo igen e da Educação In an il na Galiza, a pala a “can o” es eja ausen e. Consequen emen e, na “O dem
de 25 de junho de 2009 po que se egula a implan ação, o desen ol imen o e a a aliação do segundo ciclo da
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educação in an il na Comunidade Au ónoma da Galiza”, é de espe a que ambém não se aça e e ência ao can o de
o ma pa icula . Também não achamos es a pala a no documen o “Achega da e apa da educação in an il à aquisição
de compe ências básicas”. Es as mani es ações não são senão indícios da pouca conside ação ou conhecimen o do
alo do abalho do can o na in ância e udo o que isso signi ica.
Mas ainda esul a mais es anho que, não igu ando na o dem p e iamen e desc i a, pela qual se egula, en e ou os
aspe os, a a aliação, sim se aça e e ência especí ica ao can o no documen o não no ma i o “A aliação: indicado es
obse á eis especí icos”. Pe gun amos-nos como pode se que o can o não seja incluído como con eúdo no p óp io
cu ículo se depois p e endemos a aliá-lo. In e p e amos que, no caso conc e o da eligião ca ólica, po se uma á ea
não ob iga ó ia no ensino público, pode pe cebe -se que o can o não seja conside ado um con eúdo, como im em si
mesmo, mas sim como ecu so com anscendência simbólica, a a és do qual pode emos pe cebe se uma c iança
ansmi e aleg ia can ando can os de Na al (po exemplo), mani es ação da qual pode íamos aduzi se com e ei o
exp essa algum alo da eligião em ques ão.
Ainda sendo mais an igo, o cu ículo já de ogado (Dec e o 426/1991), sim az e e ência explíci a ao can o. Resul a
espan oso que há 20 anos se inha dado impo ância ao can o em aspe os de desen ol imen o pessoal e social, sem
incula à eligião, enquan o que em 2009 sim se elaciona o can o à eligião. Dá nas is as po dois mo i os:
Ainda que bem é ce o que as polí icas educa i as em Espanha apon em pa a o con inamen o das ma é ias de
ca á e a ís ico ( eja-se a LOMCE), mui as são as publicações e in es igações que chegam do es angei o
(Tomlinson, 2012; Da ow, 2011; Cheng, Ockel o d & Welch, 2009; Ta u i, 2005), e ambém de ca á e
nacional (Gillande s, 2010; Cáma a, 2008; López de la Calle, 2007; Pascual, 2006), que insis em na
impo ância da Educação Musical na in ância, po con ibui pa a o desen ol imen o de ce as capacidades
que sem dú ida são necessá ias e complemen am o sucesso em ma é ias de ca á e mais ins umen al ou
adicional, e inclusi e a ní el de o mação da pe sonalidade ou desen ol imen o da emocionalidade, básicas
pa a o c escimen o dos indi íduos.
Já desde inais do século passado as c ianças (ainda que maio i a iamen e o azem as amílias po elas) nos
cen os públicos e em alguns p i ados e conce ados podem escolhe es uda eligião (ca ólica ou ou a que
o e ece o cen o), ou no seu de ei o, uma a i idade le i a pa alela, como pode se a já caduca “Al e na i a”
ou a exis en e “A enção educa i a”. Também cada ez mais se abalha ans e salmen e o espei o às
di e en es cul u as e ole ância às di e sas eligiões que num cen o educa i o de uma mesma comunidade
podem con i e , in e p e ando e i endo a mul icul u alidade como um ac éscimo de en iquecimen o à
con i ência escola . Seguindo es a lógica, pe gun amo-nos como é possí el que, pe an e es e ac o, no
documen o Xun a de Galicia (2009) só o can o igu e como al ligado à eligião ca ólica e não es eja ligado à
eligião no de ogado cu ículo da década de 90, quando naqueles anos não ha ia an as possibilidades na
escola, como po exemplo, a de escolhe cu sa ma é ias inculadas a eligiões di e en es à ca ólica ou
al e na i as à eligião. Po ou a pa e, ainda que “o can o e a a melho o ma de exp essa os sen imen os
eligiosos [na Idade Média]” (Pascual, 2006, p. 7), os discu sos mode nos de c ença de hoje em dia alam mais
da impo ância da é em si mesma que do ac o de mos á-la publicamen e, a a és do can o, da o ação, ou
de ou a ia mais exp essa.
Con udo, em ambos ex os de 2009 e de 1991, des aca-se o alo do can o como e o ço das elações humanas e
po enciado da sociabilidade. Ap eciamos pa icula men e o alo que se ac escen a sob e o can o nas o ien ações
me odológicas pa a o 2º ciclo (Xun a de Galicia, 2009), como canal de exp essão de ideias, in e esses e ca a e ís icas
pessoais pa a omen a o espei o das di e enças e igualdades que exis em en e as pessoas. Tem um ca á e
ans e sal que conside amos undamen al e alo izamos especialmen e como modo de abalha a ansigência e a
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acei ação das di e enças en e os iguais de uma o ma a aen e, pa a inculca alo es de ole ância, ão necessá ios na
nossa sociedade. To na-se uma o ma o iginal, que bem modelada na p á ica, pode ia se um bom alice ce pa a
ap o unda , ambém, em aspe os da coeducação.
Re e ências
Cáma a, A. (2008). Ac i idades de can o en la Escuela P ima ia: posicionamien o del alumnado de e ce ciclo y del
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Dec e o 426/1991, de 12 de decemb o, polo que se es ablece o cu ículo da Educación In an il na Comunidade
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h p://cen os.edu.xun a.es/cp donbosco/ iles/CURRICULO%20DE%20LA%20EDUCACION%20INFANTIL%20N
%20LA%20COMUNIDAD%20AUTONOMA%20DE%20GALICIA.(D.O.G.%208‐92%20DE%2014%20DE%20ENER.d
oc
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Gillande s, C.J. (2011). Los medios en la p ác ica docen e del especialis a en educación musical en Galicia. Tese de
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He nández, M.D.M. (2010a). El can o en las escuelas in an iles de la Comunidad de Mad id: un ecu so poco u ilizado
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He nández, M.D.M. (2010b). Desa ollo del can o en el niño. II Cong ès In e nacional de Didàc iques, 1-6.
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López de la Calle Samped o, M.Á. (2007). La música en cen os de educación in an il 3‐6 años de Galicia e Ingla e a,
un es udio de su p esencia y de las p ác icas educa i as. Tese de dou o amen o, Uni e sidade de San iago de
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Pascual, P. (2006). Didác ica de la música. Mad id: Pea son Educación.
Ta u i, J. (2005). Lo s iluppo musicale nel bambino. Quade ni acp, 12 (3), 96‐98.
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Vaillacou , G. (2009). Música y musico e apia: su impo ancia en el desa ollo in an il. Mad id: Na cea.
Xun a de Galicia (2009). Lexislación da Educación In an il en Galicia. Galicia: Conselle ía da Educación e O denación
Uni e si a ia, Tó culo Edicións.
Anexos
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A segui mos amos as e e ências3 ao can o que igu am na no ma i a sob e Educação In an il na Galiza, obje o da
nossa análise.
Tabela 2: Re e ências ao can o no de ogado Cu ículo de Educação In an il (Dec e o 426/1991)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Anexo. O cu ículo de educação in an il
3. Á ea de Comunicação e ep esen ação
3.2. Blocos de con eúdos
3.2.5. EXPRESSÃO RÍTMICO-MUSICAL
Fac os e concei os
A oz como meio de comunicação (pala a/can o) (p. 40).
P ocedimen os
In e p e ação de imas e can os de olclo e popula .
Pa icipação do can o em g upo (pp. 40-41).
A i udes, alo es e no mas
Gos o pela comunicação g upal em a i idades pa ilhadas de can o, baile ou
mo imen os e sons a pa i do es abelecimen o de um empo comum pa a odas as
c ianças (p. 41).
Fon e: Elabo ação p óp ia
Tabela 3: Re e ências ao can o no documen o não no ma i o “A aliação: indicado es obse á eis especí icos” (Xun a de Galicia,
2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
A aliação: indicado es obse á eis
especí icos das di e en es á eas
Ensino de eligião
Religião ca ólica
C i é io de a aliação: Sabe obse a os e e en es eligiosos do seu a edo .
Indicado especí ico: Pa icipa no can o de ilancicos pa a exp essa a aleg ia e a
emoção do Na al (p. 151).
Fon e: Elabo ação p óp ia
Tabela 4: Re e ências ao can o no documen o não no ma i o “O ien ações me odológicas pa a o segundo ciclo da Educação
In an il” (Xun a de Galicia, 2009)
EPÍGRAFE
REFERÊNCIA
Á ea de conhecimen o de si mesmo
e au onomia pessoal
Pa a a o ece que as c ianças descub am e espei em an o as suas ca a e ís icas e
in e esses pessoais como as ca a e ís icas e in e esses das demais pessoas, é
necessá io que exp essem, em si uações a iadas e a a és de di e en es o mas de
comunicação
e linguagens, o conhecimen o que ão adqui indo das suas
ca a e ís icas ísicas, gos os, emas que lhes in e essam e das pessoas que lhes são
signi ica i as. Pa a a o ece es a exp essão, emp ega -se-ão jogos, mímicas, can os
e ep esen ações o mais icas possí eis (p. 161).
Á ea de conhecimen o da en ol ência
A o ganização de p oje os, consensuados, negociados e le ados a cabo
cole i amen e pelo g upo, a ealização de assembleias pa a comen a
acon ecimen os -o nascimen o de uma c ia u a humana ou animal, as p imei as
lo es, a en ada na u ma de uma no a ou no o aluno, sob e udo quando es e
pe ence a ou a cul u a di e en e, e c.- ou discu i e decidi de e minados aspe os
da a i idade diá ia, di isão de a e as, planeamen o de uma saída…, as euniões em
3 Se den o da cela “epíg a e” não igu am odas as epíg a es supe io es da hie a quia do ex o, pe cebe -se-á que se ão os mesmos que os da cela
imedia amen e supe io , e idenciando só as epíg a es in e io es em que di i am.
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TEMA 14
CURRÍCULO, CONHECIMENTO E DISCIPLINAS ESCOLARES
ÍNDICE DE TEMAS
E ARTIGOS
XI Colóquio sob e Ques ões Cu icula es
VII Colóquio Luso-B asilei o &
I Colóquio Luso-A o-B asilei o de Ques ões Cu icula es
CURRÍCULO NA CONTEMPORANEIDADE: INTERNACIONALIZAÇÃO E CONTEXTOS LOCAIS
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g upo pa a con a um con o ou can a uma canção, e c. cons i uem aliosas
es a égias que a pessoa docen e u iliza á po que são al amen e mo i ado as e
a o ecem o desen ol imen o das elações in e pessoais, o es abelecimen o de
ínculos a e i os, assim
como que a c iança se sin a memb o do g upo pa icipando
a i amen e nele (p. 167).
Fon e: Elabo ação p óp ia
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