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The development of Latvian terminology under the impact of translation

Valentīna Skujiņa; Ilze Irēna Ilziņa

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4Te minologia | 2011 | 18 The De elopmen o La ian Te minology sob o impac o da adução VALENTĪNA SKUJIŅA Ins i u o de Língua Le ã da LU I L Z E I R E N A I L Z I Ņ A Ins i u o de Ma emá ica e Ciência da Compu ação da LU Pala as-cha e: língua de con ac o, conhecimen os e compe ências do adu o , mé odo de ag upamen o, conjun o de e mos elacionados com o concei o, co espondência en e e mos, desen ol imen o de e minologia, c iação de no as pala as, c iação de no os e mos, adução co e a INTRODUÇÃO O desen ol imen o da língua e da e minologia le ãs em di e en es pe íodos de empo es e e in imamen e ligado a á ias línguas, po exemplo, com o alemão po á ios séculos, com o usso po algumas décadas. Desde o inal do século XX, a e minologia inglesa em in adido a língua le ã. An es da adesão da Le ónia à União Eu opeia, izemos um in en á io dos ecu sos e minológicos. Mais de 60 dicioná ios em di e en es campos da e minologia o am publicados nos dez anos subsequen es (Skujiņa 2010, 2008/1). O a igo a a do desen ol imen o da e minologia le ã, conside ando o impac o do inglês como a p incipal língua de con ac o pa a o desen ol imen o da e minologia le ã. É dada uma b e e ep esen ação dos conhecimen os e compe ências necessá ios do adu o . Pa a e i a sinônimos in undados, é conside ado o mé odo de ag upamen o pa a conjun os de e mos concei ualmen e elacionados. Discu em-se as an agens da u ilização de no mas de e minologia ISO na c iação de e mos em di e en es domínios. O campo das Tecnologias da In o mação e da Comunicação (TIC) é escolhido pa a ilus a a cunhagem e minológica (Ilziņa 2010). CONHECIMENTO E HABILIDADES Na Le ónia, bem como em ou os Es ados-Memb os da União Eu opeia, os documen os e ex os em inglês que con êm mui os e mos especí icos são 4 V. Skujiņa, I. I. Ilziņa | O desen ol imen o da e minologia le ã é mui as ezes | unde  heImpac o T ansla ion a on e de in o mação. Após a adesão à União Eu opeia, o p ocesso de comunicação em inglês oi ampliado. Os o necedo es de se iços linguís icos o e ece am uma eno me quan idade de dicioná ios e minológicos e bases de dados na In e ne (Bo zo s, Ilziņa, Skujiņa, Vasiļje s 2006). Quase odos os e mos êm com um conjun o de explicações, cada uma delas exp essando algumas ca ac e ís icas do concei o que co espondem a um uso pa icula do e mo. O adu o em de escolhe a ce a pa a usa . Pa a alcança a comp eensão mú ua e i a conclusões, o adu o , bem como ou os u ilizado es de e mos, em de es a no mesmo ní el de in e p e ação do p oblema. A p incipal e amen a pa a a ealização bem-sucedida des a a e a é uma e minologia bem desen ol ida do campo especí ico. Um bom conhecimen o de uma língua es angei a não é udo o que o adu o p ecisa possui . Ele ou ela ambém de e se um especialis a no campo especí ico pa a pode escolhe o e mo mais ap op iado pa a o concei o e aplicá-lo ao con ex o. O conjun o de e mos de cada campo em de se desen ol ido e ape eiçoado de ido ao desen ol imen o con ínuo e in ensi o de no os domínios cien í icos. A necessidade de encon a con o midade com concei os e e mos de di e en es campos exp essos em di e en es línguas é ago a uma ob igação. Di e en es línguas ca egam mui as pala as polissemân icas (Skujiņa 2008/2). É uma ca ac e ís ica na u al do léxico da linguagem, mas em um impac o nega i o no p ocesso de adução e pode in oduzi mal-en endido nocional e pô em pe igo a p ecisão e a ele ância do ex o- on e. Pa a e i á-lo, a pesquisa ajuda a combina a semân ica dos e mos de duas línguas usados p incipalmen e em aduções. Além disso, podemos menciona que, na segunda me ade do século XX, a e minologia le ã oi desen ol ida endo em con a os modelos sis êmicos de e mos e obse ando os p incípios e equisi os cien í icos pa a a c iação de no os e mos (Skujiņa, 2002). Os modelos de o mação de e mos da e minologia le ã a é hoje desempenham um papel impo an e na adução e na c iação de no os e mos le ões. De ido à necessidade u gen e de adução no inal do século XX e no início do século XXI, é o con ex o que, na maio ia dos casos, di a quais e mos de em se usados. Mé odo de ag upamen o aplicado pa a a c iação de co espondências "TERM-TO-TERM" A ualmen e, o mé odo de ag upamen o é aplicado quando se a a de a alia e mos especí icos de domínio. Pa a se con o ma a es e mé odo de ag upamen o, um conjun o de 5Te minologija | 2011 | 18 e mos elacionados com concei os são selecionados nas duas línguas de con ac o mais p óximas (p incipalmen e em inglês e le ão) e, endo em con a as ca ac e ís icas subs anciais de cada concei o e eliminando os sinônimos desnecessá ios do e mo, en amos passo a passo encon a co espondências " e mo a e mo", em p imei o luga em pelo menos duas línguas de con ac o. Foi desen ol ido um conjun o de 12 e mos Righ now he ocus in La ia is on he quali y o scien i ic esea ch. le ões e, alinhando-os com os e mos ingleses co esponden es, o am ambém desen ol idos os e mos básicos de c i é ios ge ais de igo cien í ico. Exis em ês g upos des es e mos, cada g upo cons i uído po qua o e mos em inglês e em inglês. Le ão: • e mos de c i é ios ge ais: e dade- alo […] pa iesums aplicabilidade […] lie ojamība consis ência […] konsek en ums neu alidade […] nei ālums • e mos de c i é ios quan i a i os de es a égia: iabilidade […] no u idade; segu ança alidade in e na in e nal pama o ība alidade ex e na ex e na pama o ība obje i idade obje ī ums • e mos de c i é ios de es a égia quali a i a: c edibilidade […] icamība ans e ibilidade […] pā nesamība con iabilidade […] uz icamība con i mabili y […] aps ip ināmība. Pa a iden i ica a con o midade a ní el do e mo c i é io, emos de começa com uma análise dos concei os co esponden es, uma selecção de ca ac e ís icas subs anciais e o seu egis o na de inição. Du an e es e p ocesso, con igu ações de linguagem con as an es podem se ú eis. Pa a apoia is o, podemos examina o conjun o de e mos de c i é ios ingleses e le ões con as an es acima mencionados. Is o só pode se conseguido se os e mos e en idades especí icas co esponden es o em co e amen e co espondidos e se o es abelecida a co espondência en e os e mos em di e en es línguas. A segui es ão exemplos de ais e mos em inglês e em le ão: 4 V. Skujiņa, I. I. Ilziņa | O desen ol imen o da e minologia le ã o ma e | unde  heImpac o T ansla ion • in e na ionalisms, which in English and in La ian ha e a simila são usados pa a exp essa o mesmo concei o, po exemplo: neu alidade […] nei ali ā e, obje i idade […] objek i i ā e; • pala as em inglês e pala as cunhadas em le ão que ep esen am pala as ge almen e usadas de o igem le ã e exp essam o mesmo concei o, po exemplo: aplicabilidade […] lie ojamība, con i mabilidade […] aps ip āmība, c edibilidade […] c edibilidade, ans e ibilidade […] pā nesamība. Vamos olha pa a duas igu as que demons am as manei as de p ocu a a igualdade de anúncios e e i a sinônimos de e mos ingleses e le ões. Figu a 1 Te mo em inglês de iabilidade Le ão icamība uz icamība no u īgums d ošums sinônimos Equi alen es de c edibilidade e con iabilidade em inglês Figu a 2 Valididade do e mo em inglês Le ão icamība pama o ība alidi ā e sinônimos Equi alen e de c edibilidade em inglês Nas igu as acima, os e mos básicos em inglês são (esc i os em neg i o): iabilidade ( igu a 1) e alidade ( igu a 2). Cada um dos e mos básicos em inglês em equi alen es em le ão (esc i os em i álico): eliabil- 4Te minologija | 2011 | 18 i y em qua o sinônimos: icamība, uz icamība, no u īgums, d ošums, e alidi y em ês sinônimos: icamība, pama o ība, alidi ā e. A pa i desses núme os, podemos conclui que exis em ou os dois e mos ingleses e le ões que possuem um g au de equi alência: c edibilidade […] icamība e con iabilidade […] uz icamība. No en an o, em le ão, o e mo pama o ība é o equi alen e mais con enien e do e mo inglês alidi y (em le ão, não é ecomendado usa o emp és imo inglês alidi ā e). Com exceção do e mo iabilidade (que em le ão em dois sinônimos pa ciais), os ou os casos não são sinônimos. Todos os e mos indicados em neg i o ( an o em inglês como em le ão) são u ilizados no conjun o dos 12 e mos-c i é io acima mencionados. A Uso das No mas ISO A e minologia como um dos meios de ga an i a adução co e a Uma das melho es manei as de ga an i aduções co e as em di e en es campos da ecnologia, da economia, das ciências sociais, e c., é a u ilização de no mas in e nacionais de e minologia. As No mas podem se acessadas não apenas po e minólogos, mas po odos os que u ilizam a e minologia no seu abalho de adução. O p incipal objec i o das No mas In e nacionais é o nece uma desc ição sis emá ica de concei os num domínio especí ico e escla ece a u ilização de e mos nes e domínio. O p incipal objec i o das No mas In e nacionais é abs ai os obje os em concei os, que, numa linguagem especial, são ep esen ados po designações e desc i os po de inições. O conjun o de designações pe encen es a uma língua especial cons i ui a e minologia de um campo emá ico especí ico. Como exemplo, conside emos a implemen ação da e minologia ISO na adução de documen os de TIC, uma ez que, ao cunha e mos de TIC, i emos de supe a nume osos desa ios (Bo zo s, Ilziņa, 2003). Es as no mas são desen ol idas pa a e um pon o de is a uni icado sob e os e mos de TIC, e o p incipal objec i o da sua adução é do a os adu o es de uma e amen a pa a encon a equi alen es le ões pa a os e mos ingleses co esponden es. No os disposi i os e no as ecnologias são lançados quase odos os dias, e desc e e -os e encon a a designação le ã adequada é às ezes bas an e di ícil. Ao cunha um no o e mo, p ocu amos segui as p incipais abo dagens pa a o desen ol imen o da e minologia inco po adas no abalho de e minologia da ISO 1087-1. : 4 V. Skujiņa, I. I. Ilziņa | O desen ol imen o da e minologia le ã • o uso do | unde  heImpac o T ansla ion conjun o de pala as exis en e e no as moedas; • a cunhagem de • he coining o e ms h ough abb e ia ion; e mos a a és da ans e ência de signi icado de ou o concei o; • a cunhagem de e mos a a és de emp és imos in e nacionais a p azo. Uma boa on e de e mos de TIC é o conjun o de no mas ISO 2382 p epa adas pelo TC 4 Tecnologia da In o mação, que ep esen a os e mos não apenas de o ganização, ep esen ação, p epa ação e p ocessamen o de dados, mas ambém de p og amação de compu ado es, linguagens de p og amação, bancos de dados e p ocessamen o de dados dis ibuídos. Todo es e p ocesso de p ocessamen o in eg ado de dados é e ec uado u ilizando os meios e e amen as especiais es abelecidos nas no mas de segu ança, a im de ga an i a p o ecção, a in eg idade, a con idencialidade e a au en icação dos dados e a manu enção de um ní el de segu ança. Es as no mas não só es abelecem e mos de TIC, mas cada e mo é complemen ado po uma de inição, de modo que a a e a do adu o é e i ica se o e mo escolhido co esponde ao ex o em que é u ilizado. Du an e os úl imos cinco anos, os e minólogos le ões c ia am ap oximadamen e 2.500 e mos le ões de TIC, equi alen es aos e mos pad ão ISO 2382. Além das bases de dados de e mos de TIC já in en adas, a base de dados des es e mos é de g ande alo pa a os e minólogos e adu o es de TIC da Le ónia (Ilziņa 2010). No en an o, mesmo os e mos do pad ão ISO não cob em odas as si uações que podem apa ece na adução de ex o, e às ezes incluem e mos que e le em alguma me á o a ou gí ia ambém (Reizniece, Sīlis, Ilziņa, Bo zo s 2005). Na e minologia le ã, eles não são bem- indos, pois os e minólogos le ões gos a iam de e uma comp eensão adequada da semân ica do e mo, mas uma me á o a ep esen a alguma semelhança en e os dois obje os. Recen emen e, a in o mação expandiu-se de pesquisa e comunicação pa a um p odu o cien í ico, es imulando a necessidade gene alizada de desen ol e e amen as pa a p o ege a in o mação con a c imes cibe né icos ha e been coined in his a ea, including some me apho s, like i us,T o- engenhosos. Mui os no os e mos jan ca alo, en ada de piggyback, pa a limpa . Vi us (em le ão ī uss) é um p og ama não solici ado que se liga a ou os p og amas de compu ado e, à medida que são acessados, execu a di e en es ações indesejadas, po exemplo, dani ica a qui os, ca álogos, esul ados de compu ação e apaga a memó ia. 4Te minologia | 2011 | 18 Ca alo de T óia (em le ão T ojas zi gs) é um p og ama que inge se ino ensi o, mas le a à compilação, dis o ção e des uição de dados não sancionados. Piggyback en y (em le ão pikpauniska piekļu e) é o acesso não au o izado a um sis ema de p ocessamen o de dados usando a conexão legí ima de um usuá io au o izado. Esca a (em le ão nesankcionē i akņā ies) é caça ilegalmen e in o mações sensí eis no es o dos dados. Um g ande desa io pa a a e minologia le ã de TIC é ep esen ado pela gí ia inglesa, uma ez que, mui as ezes, o seu signi icado não é comp eensí el. No en an o, como a gí ia às ezes pode exp essa um signi icado ele an e e comum, emos que cunha um e mo le ão co esponden e. Como exemplo, podemos menciona duas pala as inglesas, que não pe encem à língua inglesa na u al, ou seja, olling e phishing. T olling signi ica en ia uma mensagem alsa ou ola pa a uma sala de ba e-papo p o ocando ou os usuá ios na sala de ba e-papo a esponde e azendo com que eles pa eçam c édulos e es úpidos. O equi alen e le ão pa a es e e mo é liekas diskusijas p o ocēšana ou āzēšana. O e mo phishing signi ica a ai usuá ios pa a a web dis a çados de si es de o ganizações eais com o obje i o de cap u a ilegalmen e seus dados pessoais. O e mo la ino co esponden e é pe sonas da u izmānīšana ou pikšķe ēšana. Conclusões O conjun o de e mos de cada campo em de se desen ol ido, uma ez que no os campos cien í icos con inuam a se desen ol e o empo odo. A ualmen e, é necessá io encon a con o midade com os concei os e e mos exp essos em di e en es línguas. De ido à g ande in e - elação in e nacional, exis e a opinião de que odos os e mos ecém-c iados são p edominan emen e emp es ados. No en an o, a a és da análise semân ica es u u al dos e mos co esponden es em inglês e le ão, descob imos que, no que diz espei o ao uncionamen o, dominam os e mos bem conhecidos de o igem le ã. Quando uma pala a é aplicada como um e mo, é impo an e que a semân ica da pala a não con adiga o concei o que ela ai exp essa . Nas aduções, um ce o g au de p e e ência é dado aos in e nacionalismos de o igem la ina ou g ega, de modo que a sua semân ica pe maneça a mesma em odas as línguas. Uma das melho es manei as de ga an i aduções co e as pa a di e en es campos é a u ilização das no mas in e nacionais de e minologia. 5 0 V. Skujiņa, I. I. Ilziņa | O desen ol imen o da e minologia le ã | unde  heImpac o T ansla ion A p incipal a e a de cunha a e minologia le ã de TIC é a alia a necessidade de in oduzi á ios ipos de emp és imos em inglês, o que signi ica encon a um equilíb io en e os e mos c iados com base em pala as le ãs e emp és imos em inglês. eFe ences Bo zo s J., Ilziņa I. 2003: Abou he Challenges o coining ICT Te ms. – Te minologya  heBeginningo  he Thi dMillennium, Vilnius: Ins i u e o he Li huanian Language, 14–20. Bo zo s J., Ilziņa I., Skujiņa V., Vasiļje s A. 2006: Te minology S anda ds in he Aspec o Ha moniza ion o In e na ional Te m da abase. – Te minologija 13,17–32. Ilziņa I. 2010: ISO s anda i un In o mācijas un komunikācijas ehnoloģijas e minoloģijas izs ādes pie e- dze. – Linguis icaLe ica19, 74–81. 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Ve TIMo ĮTAKA LATVI Te MInoLoGIJos AIdAI S aipsnyje ap a iamos p oblemos, ku ios pas a aisiais dešim mečiais iškyla la ių e minologijai, susidu iančiai su didžiuliu į ai ių s ičių naujų e minų s au u, a einančiu iš anglų kalbos i bandančiu įsi i in i la ių kalboje. Te minologai i e ėjai u i susipažin i su naujomis žinių s i imis, ku i la iškų a i ikmenų suda ymo būdus i aisykles bei s eng is išlaiky i pusiaus y ą a p la iškų e minų i iš anglų kalbos pe imamų skolinių. Te minologams i e ėjams labai padeda į ai ių s ičių la iškos e minijos duomenų bazės, ku ios nuola papildomos naujais la iškais e minais. Gau a 2011-11-28 Valen īna Skujiņa Ins i u o de Língua Le ã da LU Academia do campo. 1, Riga, LV-1050, Le ónia E-mail [e-mail p o egido] Ilze I ēna Ilziņa Ins i u o de Ma emá ica e Ciência da Compu ação da LU Raiņa bul . (em inglês) 29, Riga, LV-1459, Le ónia E-mail [e-mail p o egido]