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Christian Galinski; Blanca Stella Giraldo Pérez

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6Ch is ian Galinski, In e ope abilidade de con eúdos como p é- equisi o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  pa a a In e ope abilidade de con eúdos como p é- equisi o pa a a eu ilização e eap o ei amen o de i ens de con eúdo es u u ado como obje os de ap endizagem em eLea ning […] Vis o sob uma pe spec i a de pad onização CHRISTIAN GALINSKI, BLANCA STELLA GIRALDO PÉREZ (PPE). - (DE) Senho P esiden e, lemb o que a Comissão já inha ap esen ado uma p opos a de di ec i a sob e a p o ecção dos abalhado es em caso de aciden es de iação. In o e m PALAVAS-CHAPELAS: con eúdo es u u ado e con eúdo não es u u ado, ep esen ações e bais e não e bais, denominações, mo ologia e mo emas, aseologia e aseomas, colocações e e mos de á ias pala as, obje os de ap endizagem de al a complexidade (HC-LO) e obje os de ap endizagem de baixa complexidade (LC-LO), linguagem pa a ins ge ais (LGP) e linguagem pa a ins especiais (LSP), pessoas com de iciência (PwD) e ecnologias de assis ência, no mas e no malização, ce i icação, modelos de dados e modelagem de dados. 1.Con eúdo es u u ado O "con eúdo" aqui é is o como con eúdo es u u ado no ní el da semân ica léxica que comp eende ep esen ações linguís icas e não linguís icas de concei os (en endidos na eo ia da ciência como um ipo de "obje os ima e iais"). Essas ep esen ações podem se designa i as (como designações em e minologia: comp eendendo e mos, símbolos e denominações) ou desc i i as (como á ios ipos de de inições, explicações ou ep esen ações não e bais) ou híb idas. A é ago a, as designações e ep esen ações não e bais de concei os, bem como as denominações (ou seja, nomes p óp ios que ep esen am concei os indi iduais) êm sido sub ep esen ados na eo ia e me odologia da e minologia. Mas podem se mui o impo an es pa a a concepção de obje os de ap endizagem (LO) em ce os domínios ou campos de aplicação - pa a não menciona a ap endizagem de línguas e a adução. Igualmen e impo an es pa a a concepção de LO mul ilíngues, mul imodais e mul iuso são: a) semelhanças en e as en adas LGP e LSP: - A ep esen ação designa i a da en ada (lemma LGP ou e mo LSP) pode se uma pala a, uma pala a compos a ou uma en idade de á ias pala as; - A ep esen ação designa i a e bal pode se complemen ada po uma ep esen ação designa i a não e bal (p. ex., ges o, imi ação, Blisd) componen es de en idades de con eúdo es u u ado, ais como os mo emas de ep esen ações designa i as e bais ou elemen os de uma de inição, explicação, con ex o, e c. De em se ma cados pa a acili a a e e ência c uzada ou a eu ilização como ou a LO (po exemplo, p e ixos e e e ências c uzadas aos elemen os ele an es da en idade espec i a). Nes e caso, cem símbolos básicos ep esen am um concei o, que podem se compos os jun os pa a ge a no os símbolos que ep esen am no os concei os. Os blissymbols não 7Te minologija | 2012 | 19 symbolics1 e c.), ou […] se necessá io […] a é mesmo se subs i uído po ele (p. ex., g á ico- ical o o he non- e bal symbol); - Each en y ep esen ing one concep has a unique en y iden i ie (que pode, po exemplo, apon a pa a oco ências em co po a de ex o); Em en adas LSP, cada ep esen ação designa i a de e e seu p óp io iden i icado de i em, o que, en e ou os, o na ia possí el as ea a mudança concei ual ao longo do empo; em en adas LGP, cada signi icado de uma ep esen ação designa i a de e e seu p óp io iden i icado de i em, o que o na mul ilíngue se aplica a LSP e LGP, bem como a en ies possible, ° In analogy o e mau onomy in e minology, ep esen a ionau onomy ep esen ações não e bais; ep esen ações LGP desc i i as (incluindo explicações, con ex os, e c.) podem se a adas de o ma es i a em analogia com as de LSP (explicações, con ex os, e c.), mas excluem de inições no sen ido do concei o; pode ha e campos adicionais pa a no as, exemplos, e c. b) p onúncias de elemen os e bais de en idades de con eúdo es u u ado, que de em se p e is as em qualque en ada, pelo menos po encialmen e. c) ep esen ações designa i as não e bais e ep esen ações desc i i as não e bais, que de em se p e is as em qualque en ada, pelo menos po encialmen e, po que podem se […] dependendo do domínio ou do campo de aplicação […] igualmen e impo an es pa a as ep esen ações e bais e, po ezes, a é mesmo p e e idas. co espondem de modo algum aos sons de qualque língua alada. su ixes in medical nomencla u e). e) la ge en i ies o s uc u ed con en , such as idioms, LGP colloca- ions o LSP ph asemes, as well as me apho s, which can be o mally ea ed simila o e bal designa i e ep esen a ions in LGP (wi h p ope 1 Blissymbolics is an ideog aphic w i ing sys em o cogni i ely impai ed pe sons. Each o he se e al 8Ch is ian Galinski, In e ope abilidade de con eúdo como p é- equisi o pa a o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  ní el, a di e enciação mais e inada do acima é necessá ia na linguís ica de co pus, mas p o a elmen e não pa a LO. Também pode se de meno impo ância, independen emen e de o signi icado se não-composi i o ou composi i o. Exis em e amen as na linguís ica de co pus pa a iden i ica e ex ai ambém ais en idades maio es de con eúdo es u u ado. ) o o necimen o de campos de ese a de luga ou links pa a as espec i as ep esen ações designa i as pa a PwD, como em B aille, linguagem de sinais ou Blissymbolics. Os ecu sos de con eúdo es u u ados ao ní el da semân ica léxica a é ago a o am is os como comp eendendo p incipalmen e dados lexicog á icos, dados e minológicos e ou os ipos de ep esen ações de concei os, incluindo alguns não e bais, como símbolos isuais (po exemplo, símbolos públicos). Mas pode ha e ambém símbolos acús icos audí eis, símbolos ác iles háp icos e ou os, que, na ges ão da e minologia, podem oco e como designações ou a é mesmo desc ições de concei os (como ep esen ações não e bais (ISO 10241-1:2011). Podem se necessá ias in o mações adicionais […] e as espec i as ca ego ias de dados […] pa a uma abo dagem sis emá ica na ges ão do con eúdo es u u ado em ge al. À luz do acima mencionado, podemos di e encia os ipos de con eúdo es u u ado no ní el da semân ica léxica da seguin e o ma: - dados lexicog á icos, ais como: […] en idades de pala as (incluindo compos os, e c.), […] mo emas (mo ologia), […] colocações, me á o as; - Te minologias e ipos semelhan es de ecu sos linguís icos e ou os ecu sos de con eúdo, ais como: […] nomencla u as, axonomias, ipologias, glossá ios, ocabulá ios, e c., […] mo emas e minológicos (mo ologia), […] ases e minológicas ( aseologia), […] nomes p óp ios de odos os ipos u ilizados, po exemplo, como i ens em di e en es kinds o di ec o ies, ° g aphical symbols and o he non- e bal designa ions, ° (p oduc ) p ope ies, cha ac e is ics, a ibu es e c.; - Thesau i, classi ica ion schemes (ISO/DIS 22274:2011), keywo ds and o he kinds o documen a ion languages (o con olled ocabu- la ies); - En adas enciclopédicas (de conhecimen o), que ab angem, en e ou os: ° knowledge-en iched e minological en ies, 9Te minologija | 2012 | 19 Nomes p óp ios (explicados) e ou os ipos de dados es ei amen e elacionados com nomes p óp ios; - On ologias, mapas emá icos e ou os ipos de sis emas de es u u ação do conhecimen o. Tal como na e minologia, qualque um dos ou os ipos de con eúdo es u u ado lis ados acima pode e - (uma ou mais) ep esen ações oné icas, ep esen ações da linguagem de sinais, e c. ; - ep esen ações designa i as g á icas e ou as não e bais, bem como ep esen ações desc i i as não e bais (algumas além de uma ep esen ação e bal, ou as c iadas como ep esen ações não e bais independen es das e bais). Os ipos não e bais de con eúdo es u u ado são pa icula men e signi ica i os em aplicações como o eLea ning e de impo ância i al na comunicação: - com e en e PwD (di e amen e ou a a és de disposi i os de TIC que uncionam como ecnologias de assis ência), - en e PwD e os disposi i os que usam, e - en e es es disposi i os. Os p oje is as de sinais de ânsi o es ão chamando os elemen os dos sinais de ânsi o de "mo ologia" (em analogia com os mo emas na linguís ica). O mesmo pode ia se aplicado a ou as ep esen ações designa i as não e bais. Já o am desen ol idos mé odos de busca pa a p ocu a ep esen ações g á icas de imagens in ei as po meio de elemen os indi iduais con idos nelas. A igu a a segui mos a um exemplo da "mo ologia" de símbolos g á icos (nes e caso, um sinal de ânsi o): (de Schmi z[…] P esen a ion a TSTT 20062; e Schmi z 2006) 2 3a Con e ência In e nacional de Te minologia, Pad onização e T ans e ência de Tecnologia (TSTT 2006), Beijing, China, 25-26 Augus 2006 10 Ch is ian Galinski, Con en in e ope abili yasap e equisi e o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  Em ce os domínios (po exemplo, em nomencla u as biológicas) exis em a é mesmo exemplos de ep esen ações desc i i as não e bais que subs i uem longas de inições ou ou as desc ições de concei os, que pode iam se ú eis ambém pa a ins de eLea ning: (de Gonnissen e Mo nie 1983, a e no 50) Só p ecisa de uma legenda compa a i amen e cu a com explicações pa a os símbolos (em á ias línguas) e a ep esen ação g á ica é acilmen e comp eendida po especialis as, es udan es ou o ni ólogos amado es. Todos os ipos de con eúdo es u u ado acima mencionados es ão se o nando cada ez mais acessí eis digi almen e hoje (como o eCon en […] cada ez mais ambém a a és de disposi i os mó eis) e podem - oco em em ex os digi ais (como na documen ação écnica, na esc i a cien í ico- écnica, e c.), - de em se combinados uns com os ou os ou inco po ados uns nos ou os, - de em e elemen os linguís icos semelhan es (le as, sons, mo emas, e c.) ou di e en es (como ep esen ações não e bais), - de em o ma elemen os de con eúdo complexos, - de em se in eg ados ou in e ope á eis com ou os em ce as aplicações. A ualmen e, no en an o, a maio ia dos eposi ó ios exis en es de con eúdo es u u ado não é consis en e den o de um eposi ó io e, às ezes, a é mesmo con adi ó ia en e di e en es eposi ó ios. Na sua maio ia, não se baseiam em me adados e mé odos de modelagem de dados adequados e, po an o, não são in eg á eis, não são iá eis e es ão cheias de de iciências. Is o é inacei á el, po exemplo, em aplicações que supo am PwD, pa icula men e nas nossas sociedades em en elhecimen o, 11Te minologija | 2012 | 19 whe e mo e and mo e people ha e – some imes mul iple – impai men s. I u he does no allow hei e icien use o eLea ning pu poses – which no amen e es á des an ajando PwD. Em con as e com o con eúdo es u u ado, um co pus pode se desc i o como con eúdo não es u u ado, ou seja, "um co po de linguagem que oco e na u almen e" (McEne y, Xiao, Tono 2006), dis inguindo assim um co pus de lis as de pala as, dicioná ios, bancos de dados. Da mesma o ma, um co pus de ala (ou co pus alado) é um eposi ó io de a qui os de áudio de ala (e ansc ições de ex o). Es as de inições são insu icien es no que diz espei o a elemen os não linguís icos em ex os (como na documen ação écnica) e no que diz espei o a elemen os de comunicação não e bal (como ges os, imi ações, e c.) que necessa iamen e acompanham os dados alados na ida eal. Se olha mos pa a onde os i ens de con eúdo es u u ado podem se encon ados, econhecemos que a maio ia deles não são desen ol idos como um obje i o em si mesmo, mas são elemen os necessá ios de con eúdo não es u u ado, como co po a de ex o, co po a de ala, e c. Po conseguin e, a elação en e o con eúdo es u u ado e os co po a - especialmen e com is a a o na o con eúdo es u u ado que oco e no con eúdo não es u u ado p odu i o, po exemplo, pa a o eLea ning na o ma de LO - de e se in es igada mais a undo. Hoje, o maio co pus do mundo é a In e ne . No en an o, na maio ia dos casos, p ecisa de ex os de qualidade assegu ada pa a ex ai LO […], o que é um desa io pa a classi ica e classi ica a qualidade dos ex os e ma cá-los de o ma ap op iada. 2. Re e ências a ques ões de no malização Con eúdo es u u ado Os documen os no ma i os de hoje não comp eendem apenas no mas écnicas no sen ido adicional, mas ambém no mas pa a e minologia, ensaios, p odu os, p ocessos, se iços, in e aces, dados, e c. Algumas são no mas básicas que êm uma ampla cobe u a ou con êm disposições ge ais pa a um domínio pa icula , ou as são no mas me odológicas. A e minologia pad onizada de um de e minado campo pode se conside ada como pad ão básico. As no mas me odológicas ela i as aos p incípios e mé odos de abalho e minológico e de no malização e minológica são, consequen emen e, básicas pa a odo o abalho e minológico e pa a a no malização e minológica. Além disso, os ipos de no mas acima mencionados e e em-se apenas a alguns ipos comuns e não são mu uamen e exclusi os; Po exemplo, uma de e minada no ma de p odu o pode ambém se 12 Ch is ian Galinski, In e ope abilidade do con eúdo como p é- equisi o pa a se Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  conside ada como uma no ma de ensaio se o nece mé odos de ensaio pa a as ca ac e ís icas do p odu o em ques ão. Como o con eúdo hoje é necessá io pa a quase udo na ciência e na ecnologia, os pad ões elacionados ao con eúdo podem se enquad a em qualque um dos ipos de pad ões acima mencionados. De aco do com o Guia ISO/IEC 2:2001, a no malização é uma a i idade pa a es abelece , no que diz espei o a p oblemas eais ou po enciais, p ocessos de o mulação, emissão e o commonand epea eduse, aimed a he achie emen o  heop imum deg eeo o de inagi encon ex . In pa icula , he ac i i y consis s o he implemen ação de no mas. Os bene ícios impo an es da no malização são a melho ia da adequação de p odu os, p ocessos e se iços aos seus p opósi os, a p e enção de ba ei as ao comé cio e a acili ação da coope ação ecnológica. A elabo ação de no mas baseia-se no consenso, que é um aco do ge al, ca ac e izado pela ausência de oposição sus en ada a ques ões subs anciais po qualque pa e impo an e dos in e esses em causa e po um p ocesso que en ol e a en a i a de e em con a os pon os de is a de odas as pa es in e essadas (a sabe , a indús ia, a in es igação, a adminis ação pública, os consumido es) e de concilia quaisque a gumen os con li an es. Os es o ços de no malização são egidos po abo dagens al amen e sis émicas. Em pa icula , as no mas me odológicas isam soluções gené icas, que ambém são adequadas em di e en es aplicações. Is o aplica-se igualmen e às no mas me odológicas ela i as ao con eúdo es u u ado, ais como as no mas pa a a ansc ição e a ansli e ação, os modelos de dados, os o ma os de in e câmbio, os iden i icado es de on e (ISO 12615:2004), pa a não menciona a ges ão de p ojec os. Também se aplica a alguns ipos de con eúdo es u u ado pad onizado, como códigos de idiomas (sé ie ISO 639), códigos de sc ip (ISO 15924:2004) e códigos de país (sé ie ISO 3166). Nos úl imos anos, aspec os de i y o s uc u ed con en ha e become a majo issue in many ields. The e- o e, s anda ds conce ning da a quali y, da a adminis a ion, con en man- agemen and wo k lows a e inc easingly becoming impe a i e. The e a e se e al echnical commi ees dealing wi h a ious – mo e o gené icos não in e ope á eis […] aspec os de in e ope abilidade de con eúdos, - ISO/TC 37 Te minologyando he languageandcon en  esou ces po exemplo: - ISO/IEC-JTC 1/SC 32 Ges ão e in e câmbio de dados (especialmen e o seu WG 2 Me aDa a); - ISO/IEC-JTC 1/SC 36 Tecnologia da in o mação pa a a ap endizagem, a educação and aining; 13Te minologija | 2012 | 19 - ISO/TC 184 Sis emas de au oma ização e in eg ação (especialmen e o seu SC 4 Dados indus iais); - ISO/TC 46 In o mações e documen ação. As no mas desen ol idas po es es comi és ainda não êm em con a os equisi os especí icos do eLea ning no que diz espei o à in e ope abilidade de con eúdos de en idades de con eúdos es u u ados a ní el da semân ica léxica. O ISOTC 37 oi o p imei o comi é a e plenamen e em con a o mul ilinguismo (de ac o, como um dos p incípios básicos de odos os seus es o ços de no malização, que é o ien ado pa a o concei o, ou seja, independen e da língua = mul ilíngue desde o início) […] ou os comi és écnicos segui am o exemplo, mas mui as ezes não espei am su icien emen e es e p incípio na p á ica. Hoje, mesmo a lexicog a ia omou uma i ada em di eção à o ien ação concei ual (= mul ilingualidade), como pode se is o a pa i dos p odu os de á ios edi o es de dicioná ios e dicioná ios on-line em g ande escala acessí eis na In e ne . Is o ambém de e aplica -se aos obje os de ap endizagem (LO) ao ní el da semân ica léxica. Tendo em con a o ac o de a in e ope abilidade dos con eúdos só pode se alcançada com base em eg as ge almen e acei es, ou seja, no mas in e nacionais, é necessá ia a coope ação e a coo denação das ac i idades de no malização mais impo an es no que diz espei o à in e ope abilidade dos con eúdos. No as ac i idades de no malização pa a á ios aspec os da in e ope abilidade de con eúdos - são impulsionadas po desen ol imen os écnicos na di ecção da c iação de con eúdos coope a i os pa icipa i os baseados na web a a és das TIC (na o ma de edes sociais, pla a o mas de coope ação, comunicação mó el, e c.) po um lado; - e á um g ande impac o nos á ios ipos de ges ão de con eúdos e conhecimen os (especialmen e em aplicações ele ónicas, como eLea ning, eAccessibili y&eInclusion, eHeal h, ges ão mul ilingue de dados de p odu os em negócios ele ónicos, e c.). So a he s anda diza ion e o s in ISO/TC 37 Te minologyando he  languageandcon en  esou ces wi h espec o s uc u ed con en ocused on me hodology s anda ds ela ed o - Da a ca ego ies (no qui e iden ical wi h me ada a) used in he concep ual design o he en ies o s uc u ed con en ; - Da a models and da a modelling me hods; 14 Ch is ian Galinski, In e ope abilidade de con eúdos como p é- equisi o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  pa a - Me amodelos pa a o na os modelos de dados conco en es in e ope á eis; - Aplicações do acima mencionado; e, a é ce o pon o, na pad onização dos ipos de con eúdos que são ele an es pa a o TC. Se as on ologias no sen ido da ep esen ação do conhecimen o o em incluídas, os me amodelos acima mencionados p ecisam se es endidos pa a me aon ologias e a é mesmo pa a uma linguagem de me aon ologia (ISO 17347:2012), a im de o nece a possibilidade de o na as on ologias in e ope á eis. Nes e con ex o, uma on ologia é is a como uma "especi icação o mal e explíci a de uma concei ualização compa ilhada" (G ube , junho de 1993), que ep esen a um ocabulá io e uma axonomia compa ilhados que modelam um domínio, ou seja, a de inição de concei os e ou os obje os de in o mação, bem como suas p op iedades e elações. Uma linguagem de on ologia […] di e en e da me a ep esen ação de conhecimen o […] o nece um me amodelo pa a ais especi icações o mais e explíci as de uma concei ualização compa ilhada. Quase odos os TCs da ISO e da IEC pad onizam os e mos e de inições mais impo an es do seu espec i o domínio ou assun o. Alguns ambém pad onizam ou os ipos de ecu sos de linguagem e con eúdo. 3. VÓLUMES DE CONTENTO Es u u ado: Te minologia De aco do com a ELRA (Associação Eu opeia de Recu sos Linguís icos), os ecu sos linguís icos são: - co po a de ex o, - co po a de ala, - (dados lexicog á icos e) e minologias. Em um a igo ecen e (Galinski, Reineke 2011), oi ei a uma en a i a de quan i ica os olumes de en adas lexicog á icas e e minológicas em um o al de 150 milhões. Só o núme o de subs âncias químicas iden i icá eis ul apassou a ma ca de 60 milhões em 2011. À luz inc easing numbe o domains o subjec s. The lexis o LGP in he highly de eloped languages may comp ise up o 500,000 lexemes (including a conside able sha e o e minology). Howe e , he o al numbe o scien i ic- echnical concep s ac oss all domains o subjec s may well comp ise ~100– des es núme os, a in e ope abilidade dos con eúdos é um p é- equisi o pa a e i a uma eno me duplicação de es o ços; - A abo dagem ISO/TC 37 es á a o na -se cada ez mais essencial; l6 定休日 21Te minologia | 2012 | 19 Na igu a acima, o onyomi kyû (como L1 pa a K1 休) pode e qualque signi icado das lei u as kunyomi, mas kyû só pode se usado pa a o kanji, se ele oco e em combinações de kanji (ou , que é uma exceção se o kanji ica sozinho como uma ab e iação). Kyû como LO só a ia sen ido, se um ap endiz quise ap ende odos os kanji com o onyomi kyû po alguma azão ou ou a. Exis em mui os kanji, onde o onyomi ep esen a um ou mais concei os e, po an o, cada kanji+onyomi pode se omado como um LO. L2 […]休む yasumu, L3 […]休まる yasuma u, L4 […]休める yasume u, L5 […]休み yasumi ep esen am di e en es […] embo a seman icamen e elacionadas […] lei u as japonesas kunyomi do kanji em ques ão, que além de sua na u eza de i ada êm um signi icado idiomá ico quali icando cada um deles como LC-LO indi idual p óp io. No en an o, se um LO des e ipo i e mais de um signi icado, qualque um deles ep esen a, em p incípio, um LC-LO. 休 em lei u as de kunyomi só signi ica o caule yasu. No en an o, exis em ou os s ems lidos yasu com um signi icado di e en e esc i o po di e en es kanji, como 安 em yasui 安い, o que pode ia le a o ap endiz a ou os kanji LO com a lei u a japonesa yasu. eikyûbi, L7 一休みする hi oyasumi su u e L8 休日 kyûji su ep esen am o signi icado de compos os de kanji (binomos, inomos, e c. com ou sem e minações) com onyomi, kunyomi ou lei u a mis a. Assim, o elemen o cen al do HC-LO K1 (休 kyû) des e lashca d kanji pode se combinado com dois ou mais ou os kanji pa a o ma LO lexicog á ico, como L6 eikyûbi, L7 hi oyasumi su u e L8 kyûji su. Se qualque um deles i e mais de um signi icado, de e á se conside ado como duas ou mais LO; - apon a pa a ou os kanji HC-O, como K2 一, K3 定, K4 日; - es a ligado a kanji semelhan es, como K5 体 e K6 伏 ou ou os kanji de ele ância his ó ica ou de ou a na u eza. Qualque um dos ipos de LO acima mencionados de e ia e p e is o um espaço ese ado pa a: - p onúncia (ou p onúncias, po que podem ha e duas ou mais; se hou e homó onos, os pon ei os de em le a ao espec i o LO); - linguagem de sinais e ou os ipos de meios de comunicação al e na i a e aumen ada. A linguagem e a esc i a japonesas al amen e complicadas o am escolhidas pa a ilus a o mé odo de composição e decomposição do LO no ní el da semân ica léxica. Toma japonês, uma língua complicada com um com- 22 Ch is ian Galinski, In e ope abilidade de con eúdo como p é- equisi o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  pa a o sc ip plicado, como base pa a a concepção dos modelos de dados de LO pa a um eposi ó io de LO ao ní el da semân ica léxica em an agens. Pode o na mais ácil lida com enômenos no mundo dos símbolos não linguís icos, como na igu a abaixo. Em alguns países exis em a é a ian es do mesmo sinal de ânsi o, dependendo de onde ele é usado em e mos de posição na es ada ou se como um sinal de ânsi o adicional ou em um sinal de mensagem a iá el (VMS) (Galinski 2011). A maio ia dos kanji japoneses oco e […] mui as ezes com lei u as i egula es […] em denominações, ou seja, nomes p óp ios de pessoas, luga es, o ganizações, edi ícios e ou os obje os. Especialmen e em línguas com sis emas de esc i a não-la inos, a esc i a e a lei u a co e as de nomes p óp ios mui as ezes ap esen am g andes di iculdades ao ap endiz. Sem menciona a classi icação co e a dos nomes em ais sis emas de esc i a. Voando sob e a Sibé ia pa a a China, pode-se le no moni o de oo o nome chinês pa a No osibi sk começando com 新xin, que signi ica "no o", aduzindo o elemen o nome no o pa a o chinês. O es o do nome sibi sk=Sibé ia é ansc i o po ca ac e es chineses. Assim, os nomes p óp ios podem e que se ansc i os ou (pa cialmen e ou o almen e) " aduzidos". Em qualque caso, os nomes p óp ios - an o pa a en idades e minológicas como lexicog á icas - podem se LO impo an es e podem se a ados com a mesma abo dagem desc i a acima. A abo dagem da ISO/TC 37 pode se i de modelo pa a odos os ipos de con eúdo es u u ado. No en an o, como já mencionado acima, o Regis o de Ca ego ias de Dados pa a Recu sos Linguís icos (DCR) (ISO 12620:2009) da ISO/TC 37 de e e, de ac o, pode se ala gado a ou os ipos de con eúdo es u u ado, pa a além dos dados lexicog á icos e e minológicos, bem como a no as necessidades de aplicações ele ónicas, como pa a ins de ap endizagem e acessibilidade ele ónica. Pa a aqueles que es ão assus ados com a complexidade, pode ha e uma […] não ão no a, mas na ealidade a amen e aplicada […] saída: ede ação de ecu sos 23Te minologia | 2012 | 19 de con eúdo es u u ado. Aplicando a iloso ia do Dublin Co e, um ce o es a o de ca ego ias de dados (sendo o mesmo pa a di e en es ipos de con eúdo es u u ado) de e se pad onizado e implemen ado em qualque ecu so, ga an indo assim a in e ope abilidade do con eúdo. O g au comple o de complexidade não é implemen ado em um supe - ecu so, mas dis ibuído em á ios ecu sos de di e en es ipos de con eúdo es u u ado. Es a o ma de ga an i a in e ope abilidade dos con eúdos, endo em con a a eu ilização de en idades de con en in mind s ill needs u he in es iga ion. 6. FUTURE STANDARDIZATION NEEDS Tendo em con a o que p ecede, a ISO/DCR pode p ecisa de ca ego ias de dados adicionais. A ISO/DCR con ém hoje as ca ego ias de dados básicas e mui as ca ego ias de dados es endidas pa a dados e minológicos e lexicog á icos. O modelo de dados e minológicos, bem como o modelo de dados lexicog á icos, baseiam-se neles. A u ilização de ca ego ias de dados (não exa amen e a mesma que os me adados ou os elemen os de dados) pa ece se al amen e adequada LO a he le el o lexical seman ics in pa icula . Besides, da a ca ego ies can be dis inguished in o p ima y da a ca ego- pa a o con eúdo es u u ado em ge al e pa a as ca ego ias de dados secundá ios (ISO 10241-1:2011) (ou mesmo ca ego ias de dados e ciá ios). As ca ego ias de dados p imá ios e e em-se a dados básicos, ais como e mos, de inições, e c. As ca ego ias de dados secundá ios e e em-se, en e ou os, a a ibu os, ais como p e e idos, admi idos ou descon inuados ( e mo). As ca ego ias de dados e ciá ios e e em-se a in o mações adicionais (se não o em conside adas ca ego ias de dados secundá ios), ais como as que se e e em aos elemen os da e e ência de o igem dos dados e minológicos (aplicá eis ambém a ou os ipos de con eúdo es u u ado), al como desc i o na ISO 12615:2004 Re e ências bibliog á icas e iden i icado es de o igem pa a abalhos e minológicos. As ca ego ias de dados p imá ios de aco do com a ISO 10241-1 adap adas ao LO são (em compa ação com o quad o 1 do anexo 1): - núme o de en ada […] único pa a a en ada da base de dados do LO; - (ca ego ia de me adados:) ep esen ação designa i a de con eúdo es u u ado → ou seja, e mos, ab angendo ambém sinônimos, homônimos, e c., a se em es endidos a qualque ipo de ep esen ação designa i a de con eúdo es u u ado, cada um dos quais de e e seu p óp io ID de en idade, es endendo assim a au onomia de e mos pa a a au onomia de ep esen ação; - (ca ego ia de me adados:) ep esen ação desc i i a de con eúdo es u u ado → ou seja, de inições, explicações, con ex os, 24 Ch is ian Galinski, Con en in e ope abili yasap e equisi e o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  owa ds any kind o desc ip i e ep esen a ion o s uc u ed con en e c. a se em es endidos, incluindo ep esen ações desc i i as não - (me ada a ca ego y:) example → i necessa y o be spli up in o di - e bais; ipos de exemplos; - (ca ego ia de me adados:) no a →, se necessá io, a di idi em di e en es ipos de no a; - (me ada a ca ego y:) sou ce → i necessa y o be spli up in o di - e en ypes o sou ce and hei espec i e condi ions o use. Se a en idade de ep esen ação designa i a do con eúdo es u u ado o e bal, aplica-se a epe ibilidade po língua, bem como a epe ibilidade den o da língua no caso de sinônimos (cada um dos quais ambém de e ob e o seu p óp io ID de en idade). Se a en idade de ep esen ação designa i a do con eúdo es u u ado o não- e bal, aplica-se a epe ibilidade po campo de u ilização. Pode ha e ambém um ipo de epe ibilidade den o do campo de aplicação de uso (como sinais de elocidade limi ada dependendo de sua localização ao longo da es ada ou no meio de uma odo ia em alguns países, ou sinais de es ada do mesmo signi icado que di e em em á ios es ados dos EUA). Exis em a iações da linguagem de sinais den o da mesma linguagem de sinais, bem como dos Blissymbols. O acima mos a que a epe ibilidade de e se de aco do com a "comunidade de uso" (ou seja, local na localização) e não de aco do com a linguagem. Na u almen e, a comunidade de uso ambém pode se uma comunidade linguís ica, mas a epe ibilidade po e den o de locais o nece mais lexibilidade pa a cob i odos os enômenos encon ados no con eúdo es u u ado. 7. Conclusões Nos úl imos 10 anos, as limi ações da in e ope abilidade semân ica sob uma pe spec i a de ciência da compu ação o na am-se ób ias. Além da in e ope abilidade écnica (ou seja, elacionada com o ha dwa e e o so wa e) e o ganizacional, a in e ope abilidade semân ica de e inclui a in e ope abilidade sin á ica, concei ual e p agmá ica. A in e ope abilidade de con eúdos o nece uma abo dagem ainda mais ampla e gené ica no que diz espei o às ep esen ações comunica i as de in o mações e conhecimen os - ambém le a em con a a eu ilização e a eu ilização de en idades de di e en es ipos de con eúdo es u u ado (Galinski, Van Isacke 2010). A eu ilização pode inclui , po exemplo, a adap ação de en adas e minológicas exis en es 25Te minologia | 2012 | 19 - como obje os de ap endizagem (LO) em eLea ning ou - pa a se em usados po pessoas com de iciência (PwD) pa a comunicações ge ais munica ion and o cou se also o lea ning pu poses. In e na ional S anda ds o con en in e ope abili y a e he p e equi- si e o : - a oiding a huge duplica ion o e o s, - de eloping me hods (incl. ce i ica ion) and de ices o assu e con- en quali y, - in odução ex ensi a da in e ope abilidade de con eúdos nos schemes, - enabling many eApplica ions o e-use and e-pu pose exis ing con eúdos es u u ados de educação e o mação. Cada ez mais, odos os ipos de con eúdo es u u ado de em se eu ilizá eis e eu ilizá eis em odas as pla a o mas do sis ema. Além disso, de em se implemen ados cada ez mais mé odos coope a i os e dis ibuídos baseados na web pa a o desen ol imen o de con eúdos, em coope ação com campos in e elacionados, no âmbi o de uma abo dagem in eg ado a. A es e espei o, a u ilização in ensi a de ecnologias mó eis e á um impac o eno me: o eCon en es á a o na -se mCon en (con eúdo mó el). No decu so des es desen ol imen os, ale ia a pena desen ol e elações me odológicas e de concepção de sis emas mais o es en e a ges ão de ecu sos de con eúdos e a linguís ica de co pus, a im de aze melho uso dos ecu sos linguís icos exis en es. - co po a exis en es e u u os com ca ac e ís icas melho adas, po exemplo, pa a a ex ação de elemen os indi iduais de con eúdo es u u ado de o ma sis emá ica ( ambém endo em con a as equências de oco ência em unção do domínio, do egis o de ní el e da aplicação, de modo a melho a a ex ação de obje os de ap endizagem em con ex o); - i ens de con eúdo es u u ado em eposi ó ios exis en es e u u os, a im de melho a o p ocessamen o de co po a pa a no os ins adicionais, como a didá ica; - mé odos exis en es e eme gen es, bem como e amen as em domínios que, a é ago a, ap esen am um baixo g au de in e elação e in eg ação me odológica, em nome de bene ícios mú uos; - c iação e manu enção sis emá ica (e po es o ços pa icipa i os) de obje os de ap endizagem, em pa icula pa a o CLIL (ap endizagem in eg ada de con eúdos e línguas). 26 Ch is ian Galinski, In e ope abilidade de con eúdos como p é- equisi o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  E o s in s anda diza ion (and coope a ion in s anda diza ion) should be s epped up. The p ope in eg a ion o AAC equi emen s in he da a pa a a modelagem de con eúdos es u u ados bene icia ia não apenas aqueles da sociedade que p ecisam dela mais u gen emen e, mas, em úl ima análise, odos. Is o exige uma maio ên ase nas ecnologias de assis ência pe inen es na educação e o mação elacionadas com as TIC o mais cedo possí el. Os pa icipan es na Con e ência ICCHP 20103 con i ma am que a o mação e os es udos o mais exis en es não são su icien es - mesmo se ce i icados de aco do com de e minados sis emas de ce i icação e a es ação - no que diz espei o às compe ências e quali icações necessá ias pa a se amilia iza com as ques ões en ol idas na in e ope abilidade global de con eúdos e, em pa icula , na acessibilidade e inclusão ele ónica. A "Recomendação sob e os p incípios de desen ol imen o de so wa e e con eúdos 2010" ( e anexo 2) oi o mulada num seminá io especial no ICCHP 2010 e pos e io men e endossada po á ios comi ês écnicos no domínio da no malização e, em 2012, pelo G upo de Ges ão (MoU/MG) do Memo ando de En endimen o ITU-ISO-IEC-UNECE ela i o à no malização do comé cio ele ónico. REFERENCES Galinski Ch. 2011: A sign equals housand wo ds. Consis ency o a ic / oad signs and e bal messages. – In as uc u eandsa e yinacollabo a i ewo ld.Road a icsa e y. E angelos Bekia is, Ma ion Wie ho , E angelia Gai anidou eds., Heidelbe g, Do d ech , London, New Yo k: Sp inge , 263–284. Galinski Ch., Reineke D. 2011: Vo uns die Te minologie lu . – eDITion 2/2011, 8–12. 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Tokių pla o mų skaičius augs i oliau, nes is daugiau iš eklių ku iama i naudojama aikan nepakankamai eiksmingus me odus. Kad bū ų už ik in a u inio kokybė, o pi miausiai pa ikimumas, eikalingas į ai ių p iemonių de inimas (s anda ai, in o macinės i komunikacinės echnologijos, se i ika imas i k .). Elek oniniam mokymuisi s a bus ski umas a p bend osios kalbos (angl. LGP) e specialiosios kalbos (angl. LSP). Tam, kad bū ų galima suku i daugiakalbius, daugiamodalinius, daugelio paski čių mokymosi objek ų duomenų modelius, leksinės seman ikos lygmeniu bū ina obulin i ibo as daba inių duomenų bazių galimybes. Reikė ų daugiau dėmesio ski i: a) dados ap esen ados nas bases das línguas de e e ência e dos egis os de línguas especiais; b) dados bazių į ašų žodinių elemen ų a imo nuo odoms; c) pa eikimui nežodinių žymenų i a aizdų, ku ie, a siž elgian į aikymo s i į, gali bū i okie pa s a būs kaip žodiniai žymenys i ne labiau už juos pageidau ini; ases de línguas especiais; ) pa a as comunicações não habili adas. d) leksinių iene ų dėmenims, pa yzdžiui, mo ologiniams elemen ams; e) didesniems leksiniams iene ams, pa yzdžiui, bend osios kalbos kolokacijoms a S aipsnyje pa eikiami a gumen ai dėl žemiau iš a dy ų dalykų bū inumo: - no mas, em que se ap esen em equisi os de ga an ia e de o ien ação pa a o u ismo in e nacional, incluindo equisi os ele ônicos de mokymuisi keliamus; 28 Ch is ian Galinski, In e ope abilidade de con eúdos como p é- equisi o pa a - Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  coo denação de es a égias, ska inanças de ais pad ões de aplicação (pa ykly, pasi elkian se i ika imą); - ins umen os de ga an ia dos pad ões de laikymąsi sis emas de desen ol imen o. Es es pad ões e ins umen os pode iam ajuda a su aldy i já ago a mais a menos chao išką u inio plė ą (sukeliančią didžiulį eiklos dublia imą) a ben jau leis ų aiškiai išski i pa ikimo u inio saugyklas. Gau a 20 de ma ço de 2012 Ch is ian Galinski (em inglês) Cen o In e nacional de In o mação em Te minologia (In o e m) Gymnasiums asse 50, 1190 Viena, Áus ia E-mail cgalinski@in o e m.o g S ella Blanca Gi aldo Pé ez (em inglês) Cen o In e nacional de In o mação em Te minologia (In o e m) Gymnasiums asse 50, 1190 Viena, Áus ia E-mail [e-mail p o egido] 29Te minologia | 2012 | 19 Anexo I, quad o 1 - Resumo das ca ego ias de dados de uma en ada e minológica no malizada de aco do com a ISO 10241-1 P ima y da a ca ego iesaSeconda y da a ca ego iesb (includ- ing adminis a i e da a and usage Name Manda o y/op ional; núme o de en ada epe í el ou não epe í el ... Obliga ó io; não-[…] pon os al os […][…][…][…] ou ou o espaço de aco do com o signo do epea able i ula , ...) na o dem das eg as do e mo (s) e mc (o s ing o i e hal - p e e ido (s), o ganismo de no malização exemplo, gêne o, núme o, ob iga ó io; código da língua alada ou do código da esc i a, admi ido: e mo (s), e mo (s) obsole o (s), po In o mação g ama ical epe í el pa e do ou ambos o uso geog á ico (po exemplo, código de país) p onúncia símbolo de le a de s a us no ma i o ... Opcional (a menos que o código ou seja um código de esc i a pad onizados); u ilização símbolo da língua da le a in e nacional, ou ambos geog á ica epe í el (po exemplo, código de país) símbolo g á ico de es a u o no ma i o ... Opcional (a menos geog á ico seja exemplo, código de país) pad onizado a ní el nacional); que o símbolo g á ico de uso in e nacionalmen e (po de inição de es a u o no ma i o epe í el ... não-domínio ou assun o, se a necessá ia, seja u ilizado po con enção den o do espec i o domínio ou assun o); Obliga ó io (a menos que um ep esen ação e bal o 30 Ch is ian Galinski, In e ope abilidade de con eúdos como p é- equisi o Blanca S ella Gi aldo Pé ez e-usingand e-pu posingi emso s uc u ed con en aslea ningobjec sineLea ning  P ima y da a ca ego iesaSeconda y da a ca ego iesb (includ- ing adminis a i e da a and usage pa a a in o mação) Name Manda o y/op ional; epea able/non- ep esen ação não e bal não epe í el epe í el ... complemen ando uma de inição ou u ilizada em ez de uma de inição po con enção den o do espec i o domínio ou assun o); Exemplo não epe í el ... Opcional; epe í el […] no a de Obliga ó ia (se exis i […] en ada (incluindo a no a opcional); epe í el […] a um símbolo g á ico, uma de inição, um con ex o, uma ep esen ação não e bal, po exemplo, uma de e minada secção linguís ica de uma en ada e minológica mul ilingue ou a en ada e minológica in ei a) ... e mo, um símbolo de le a, um on e da e minologia in ei a Opcional (a menos que a en ada de in o mações adicionais (incluindo a en ada ep esen ação mul ilíngue, um con ex o, um núme o de cláusulas, uma en ada e minológica não e bal) ou ca ego ias de dados p imá ios de em se complemen adas po um código pa a nomes de línguas de aco do especi icado na abela 1, embo a ou as designações e bais, ais como quaisque e mos sinônimos e minológica de o igem ou elacionada com a on e, de um e mo, um símbolo de le a, uma seção qualque seção linguís ica ex e na au o izada de uma on e múl ipla); Todas as ca ego ias de dados com a ISO 639, se necessá io em combinação com códigos pa a nomes de países de aco do com a ISO 3166 ou exis en es, a ian es, o mas comple as, o mas ab e iadas, homóg a os, an ônimos. linguís ica de um e mo, al como o núme o de página, um símbolo g á ico, uma de inição, uma p imá ios, com excepção da ca ego ia de dados "núme o de en ada", são epe í eis po língua e as códigos pa a nomes de esc i u as de aco do com a ISO 15924 c. Po simplicidade, apenas " e mo" é he e o e, apply o mul ilingual s anda ds. Addi ional ules o e minological en ies in a mul ilingual e minology s anda d a e gi en in Clause 7. b All seconda y da a ca ego ies a e op ional excep whe e hey a e c ucial o disambigua ion (…) and in cases whe e mul ilingual in o ma ion is included in one e minological en y, in which case he