scieee Open visual document viewer

Įvardžiuotinės formos makroekonomikos terminijoje: vartojimo dėsningumai ir svyravimų priežastys

Ramunė Vaskelaitė

Abstract

    Although while defining the norms of the usage of pronominal forms (here-inafter referred to as PF), there is a tendency to state that the usage of PFs in the terminology is a must, the author of the article has noticed that PFs are used irregularly in the terminology, and this article investigates their usage in the terminology further. Usage patterns and reasons for fluctuations are investigated by using the terminology of macroeconomics, which is a component of economic theory, i. e. textbooks in macroeconomics for higher schools. By comparing the PF usage on the intertextual and textual levels, it is aimed to establish objective factors determining fluctuations in PFs usage in terms, and it is also focused on the factor of a subjective nature – different qualities of textbook preparation in linguistic terms.

Full text

103Te minologia | 2019 | 26 Į a džiuo inės doi.o g/10.35321/ e m26-06 o mos mak oekonomikos e minijoje: consumo dėsningumai e s y a imų p iežas ys RAMUNĖ VASKELAITĖ Lie u ių kalbos ins i u as Ano AcijA Embo a es abelecendo as no mas de consumo de in oduzio á ias o mas ( oliau ĮF) inclina-se a a i ma que na e minologia ĮF consumi é necessá io, es e abalho au o ė é chamada a enção ao a o de que e na e minologia elas são usadas i egula men e, e nes e a igo ĮF uso a e mos ma cados in es igado mais adian e. Nele os dêsningumai de consumo e s y a imų causas são examinados api elkus da eo ia da economia componen e da e minologia mac oeconomica, mais p ecisamen e, pa a as escolas supe io es des inadosus manualêlios mac oeconomicos. Compa ando ĮF uso en e ex o e ní eis de ex o, p e ende es abelece obje y ius a o es, lemiančius e minos ma cação ĮF s y a imus, mas a ai-se a enção e em subjec i a na u eza ac o į ne ienodą leade s p epa amen o do pon o de is a linguís ico. ESMINIAI VOODŽIAI: į a džiuo inės o mas, compos o e mis, secundinis dėmuo. Abs Ac Embo a enquan o de inindo he no ms o he usage o p onominal o ms (he eina e e e ido como PF), há uma endência a decla a que he usage o PFs in he e minology is a mus , he au ho o he a icle has no iced ha PFs a e used i egula ly in he e minology, and his a icle in es iga hei usage in he e minology u he . Usage pa e ns and easons o luc ua ions a e in es iga ed by using he e minology o mac oeconomics, which is a componen o economic heo y, i. e. ex books in mac oeconomics o highe schools. By compa ing he PF usage on he in e ex ual and ex ual le els, i is aimed o es ablish objec i e ac o s de e mining luc ua ions in PFs usage in e ms, and i is also ocused on he ac o o a subjec i e na u e di e en quali ies o ex book p epa a ion in linguis ic e ms. KEYWORDS: p onominal o ms, complex e m, subo dina e cons i uen . 104 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys ĮVADINS PASTABOS. ĮVARDŽIUOTINS FORMOS TERMINOLOGIOJE As o mas de į a džiuo ines ( oliau ĮF) da língua li uânica an o diach oninių, monės, ou *ioį a dis, com o iek sinch oninių kalbos y imų a s o ams iki šiol kelia daug neaiškumų. Š ai kalbos is o ijos y ėjų, egis, aip i nep ieinama p ie bend os nuo- qual elas o am o madas, ex-ana o inis, ou ela i i is, espec i amen e ou in oxico iniai a ibu os a icula em se como meio de de e minação da exp essão e basea am-se na unção de inido a de indoeu opeus, ou ainda assim co espondem po causa do daik o da azė (p. 1975 Valeckienė; 1990; Rosinas; 2009: 237241). Nas g ama icas econhece-se e de iníbeam-se, e en a izam-se signi icado (LKG 1965: 505510; DLKG 1997: 174175), mas azendo pesquisas de ní el g ama ical cada ez mais inclina-se a in e p e a ĮF apenas como ins umen o de de inição (Hol oe , Tamulionienė 2006; Mikulskas 2006; Sp aunienė 2008a, b; gana 2011), e ainda assim é di ícil encon a explicação de po que os idiomas li uanos são ão ne egula es. No en an o, nos abalhos de e minologia ais p oblemas não conside adam, po an o pode acha -se que nes a á ea po ĮF p oblemas não su ge. No en an o al imp essão só supe icial. escolhendo examina a e minologia de uma ou ou a á ea, às ezes a i a-se a enção ao a o de nela, en e ou as coisas, s y uja e ĮF uso (p.ex.: And iuškai ė 2000: 73; Umb asas 2002: 87; 2003: 69; 2004: 109; Kaulakienė 2002: 73; 2006: 93). É e dade, es e ac o é in ocado a amen e, po ém isso cump i ia a codi ikuo ąją no ma, p e endo que os e mos de em se usados apenas ĮF (Pupkis 1980: 136; Pi očkinas 1990: 86; KKP 1998: 123; KP 2002: 26; Šukys 2003: 113; Paulauskienė 2004: 204). No en an o, só o a o é in ocado a amen e, e que seja po qual aspe o osse escolhido examina e mos compos os, ge almen e neapsiejama sem exemplos, dos quais se ê que os e mos ca ac e a diniai ou pa icipian es de ac os são eiškiami e dėsosim o mas (p. exemplo. Kazlauskai ė 2004: 216; Mi ke ičienė 2006: 141; Zemle ičiū ė 2014: 164). Assim, indi e amen e mos a-se que e na e minologia ĮF são usados i egula es, e a polinkis de i egula idade já mais co esponde ia à obse ada em abalhos de ipo in es iga i o e desc i i o ĮF nykimo a mėse (Valeckienė 1957: 301304; LKG 1965: 513; DLKG 1997: 177) ou nykimo em ge al (Paulauskienė, Ta ydai ė 1986: 138; Paulauskienė 1994: 222223) polinkį. 1 In es igações de o igem dos a ibu os in oduzio ídeos, pelas quais apon am pa a uma ou ou a eo ia, uma e isão de alhada é ap esen ada. Adelė Valeckienė (1957) es udou em de alhe o a osen de a ibu os in oduzio ídeos. na e dade, são alocadas signi icados especiais de a ibu os in oduzio ídeos, e ambém na g amá ica da língua Li uânia (www.lkg.o g) disse: Os a ibu os in oduzio ídeos êm signi icados especí icos e a sua a osena di e e dos simples (Lkg.o g.o g 1965: 505). No en an o, não odos os mo ólogos a di e ença essencial de signi icado são enden es a econhece : Se en e simples e in oduziuo ínios A. Valeckienės (1857) no a igo. 105Te minologia | 2019 | 26 Segundo, ques ões não só le an am a egula idade do consumo. En ejuo á ias e não-juo á ias o mas ( oliau NF) s y a imas e minologijoje ge almen e é mencionado como a ian inė aiška (p z.: Umb asas 2004: 109; Kaulakienė 2006: 93) ou a ian ai (p z. : And iuškai ė 2000: 73; Kaulakienė nių e minų būd a dinius ou 2002: 73). Š ai Angelė Kaulakienė i iesiogiai pasako, kad okius sudė i- deli inius ūšinius dėmenis, dos quais uns eiškiami ĮF, ou os NF, podem se chamados a ian es (Kaulakienė 2002: 73). No en an o, mesmo em ês a igos da Te minologia publicada em 2004 ais casos denominam pseudo a ian es (Mi ke ičienė 2004: 136; Umb asas 2004: 109; Zemle ičiū ė 2004: 97). Hanisi, e minologijoje ĮF le an a e ques ão de in odução do enômeno. No en an o dėmen o pseudo eiškia ne ik umą, a iamumą, o que mos y ų, que a ques ão elacionada não só com o enomeno į a dijim, mas ambém com o seu alo im. U ilizando o e mo pseudo a ian es ap esen am umpos comen á ios isso con i ma iam: Į a džiuo inės e simples o mas eo icamen e não podem se conside adas a ian es, po que no sis ema linguís ico isso são di e en es unidades de signi icado (Mi ke ičienė 2004: 136). Como escla ece, ĮF conside a alsas a ian es p omina eó ica ĮF ak uo ė, mais p ecisamen e, inspeciona uma eó ica di e ença de signi icado, con adizen e polinkiu e minologijoje conside a a ian es mais só aiška besici iančius e mos (Mi ke ičienė 2004: 111124; S unžinas 2008: 11212; S anke ičienė 2012: 121 22; Zemle ičiū ė 2012; Si idienė 2015). adje i os osse g ande (essencial) a di e ença de signi icado, isso não se ia uma língua comum de alan es de pessoas, capazes de se exp essa sem in oduziuo ínios adje i os, e ago a aqueles que su gi am de in oduziuo ínios adje i os, e se exp essam em língua comum sem eles, con ibuindo assim ao nykimo dos adje i os in oduziuo ínios em ge al (Paulauskienė 1994: 222). Pa aF a aliando como de inição de uma e amen a de exp ess, a ques ão de di e ença de signi icado no amen e se ia esol ida de ou a o ma. Aqui A ualmen e da língua li uana g ama ica (www DLKG) a i ma-se que e ĮF, e NF ma cam a peculia idade da coisa, só ĮF não só a ma ca, mas e indica que a coisa é conhecida (DLKG 1997: 174). No en an o, eo ine ĮF ak uo e e e i amen e baseia-se e ĮF besis i iančius e minus 106 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys laikando a ian es. Nos manuais de mo ologia JukF é comum conside a a mo ologine ca ego ia de būd a gio e discu i jun o com ou as de suas ca ego ias, po exemplo, genine, núme o (Paulauskienė 1983: 207213; 1994: 198 232)2, o e minai, ku ių giminė a skaičius ski iasi, e minologijoje y a conside adas a ian es (S unžinas 2008; Zemle ičiū ė 2012). Se a desc ição do ní el mo ológico da linguagem a ibui ca ego ia de de inidão, ela ambém é discu ida no capí ulo de a ibúgio, e ambém é a ibuída como ca ego ia de a ibúgio (DLKG 1997: 168177), embo a a a ibuição des a ca ego ia apenas com base do a ibúdio ĮF e NF e seja c i icada3. Em abalho a pa e sob e ca ego ias g ama icais a de inição já é desc i a como mo osin aksinė ka ego ija (Judžen is 2012: 99). Tudo isso mos a ia, que ĮF g ama inė ak uo ė não é mui o aiški, e s y a imas en e e minų a ian es e pseudo a ian es aqueles neaiškumus e e i amen e e le e. No en an o, o úl imo e mo é pa a ojado só naquele um núme o da Te minologia, e es e a o pode mos a e o que o e mo é nulem o de quaisque de subjecy ių ações, po exemplo, elacionados com núme o edaga im, p epa ima p ensa ou pan. Te cei o, em algumas ob as de e minologia, na ques ão do consumo ĮF, é o necida de no as de na u eza no ma i a, e elas ambém indicam ce a an e e minia p ecisa ĮF, embo a em ge al ĮF e minijai são a ą. Š ai Kazimie as Gai enis eigė, kad dažnai neleng a nus a y i, a necessá ias: Į a džiuo inių o mų e minijoje ne eikia ik ada, kadž ūšinis pažyminys u i ješ ě s oje p ie eiksminį pažyminį (Gai enis 1995: 8). No en an o, ou os e minologos indicam que ĮF e minologijoje não em odos os casos necessá ias ou ainda mais indispensá eis (Keinys 2004: 81) ou que na e minologia mode na ĮF às ezes popula es o e dê ai (Umb asas 2002: 87). Išei ų, que ĮF eque ingumas e minijoje desiguodai a aliado mesmo e minologų, e ainda mais con ad a os em yškė ų ais alegações compa us com eiginiais, o mulojamais p e endo ge ações ĮF no mas de consumo. Úl imas, como já assinalado, inclina-se ao a o de que ĮF de e se ma cado cada e mos: Į a džiuo inės o mos y a bū inas sudė inių e minų odiklis (exclusi os aqueles pala as, 2 A. Paulauskienės Lie u ių kalbos mo ologijoje ski iamos ca ego ias de adje i o combininamosios (giminė, skaičius, linksnis) e o mas de adje i o g ama icas (Į a dis, negimininė o ma, laipsnių) (Paulauskienė 1994: 198200). 3 A. Paulauskienė iden i icação da ca ego ia de inde inidão com simples dos a ibu os de in odução oi c i icada pela oposição po causa de que es a con ap ieça ê-se e leksemų, e g ama icas o mas de ní eis (Paulauskienė 1994: 225), e desen ol endo um ou o que à adicional linguís ica li uana ca ac e ís ica da ca ego ia do conjugado daik a a dinio samp a ą a i mou-se que não se a a de a ibu o, mas do daik a a dinio conjugado (Hol oe , Tamulionė 2006: 12). 107Te minology | 2019 | 26que não podem se in oduziuo iniai, po exemplo, p eessagos -inis ad e bios). Mesmo en ão, quando a o ma do adje i o pala a p óp ia indica exclusão, o e mo em sis ibunal e k . (Pupkis 1980: 136); Rūšiai apon a e e mos de conclusão não ap op iam o ma simples (KKP 1998: 123); Po isso é p eciso segui bū i į a džiuo inis. An ai žymė ieji būd a džių laipsniai jau išski ia ypa- ybę iš ki ų, be e minuose u ėsim ik y esnysis inžinie ius, aukščiausia- a eg a: se a ibu o ou qualque ou a pala a pode se in oduziuo inis, isso e minijoje ap op iada só in oduziuo inė o ma sem quaisque exceções (Paulauskienė 2004: 204). E de um de Kalbos kul ū oje publicado a igo explica-se, que al men į, p incipalmen e o ien uodamasi em e mos de diccioná ios, é kėlusi e minologė A. Kaulakienė. Ap a usi as comuns espécies dos a ibu os do uso, em 1973 m. num a igo imp esso ela conside s é, que e minijoje essas peculia idades de e ia ainda mais em yškė i, po an o o mando e mos de diccionos, egis us e k . (onde são ap esen ados quase odos os ipos e minais) isu de e ia usa só os a ibu os do nome. Siūlymas g įs as sis emiškumo siekiu: al uso padė ų susida y i e minų sis emiškumui, que ge almen e e le e co esponden es concei os de sąsają. Po ou o lado, se ia possí el e i a a di e sidade, que não é desejadau ina nos diccioná ios de e mos (Kaulakienė 1973: 3031). Sob e o uso de ĮF išlaus ipos ex os disse-se que as pala as conjuniniai com NF a o ini en ão, quando se que não en a iza da coisas ou enomíní espécie, e dize suas peculia idades, qualidade; quando se quise dize dis in i ia, i. e. e minologinha, signi icação, nos ex os ambém de em se usadas ĮF (Kaulakienė 1973: 31). Como pode julga a pa i do que a igo, baseamasi espécieine signi icadome e, buscando e minos sis emiškumo, a peculia idade da linguagem ĮF ma ca a espécie ends ama o nece como uni e salų e mo ma camen o p incipá. A. Valeckienė, espécie signi icância escu usi como uma ce a signi icância ma cimó ia, mais a de eba idas em de inição a signi icância (Valeckienė 1986; 1998; DLKG 1997: 174175), po ūšį4, sob e ĮF consumimen o e minijoje ė a pasakiusi an o: Kadangi ūšiniai pažyminiai dažniausiai odo koki no s indi idualias, g upei da api4 A. Valeckienės (1997) a igo, onde ap esen a-se a de alhada classi icação de a ibu os ap a do žiuinių, a ibuída p incipalmen e en a izamoji e pažymimoji. As úl imas indicam-se dois po ūshia indicomoji e dis inguiamoji signi icado, e en ão sepa adamen e abo da-se eiškimas dis ingi iamosios signi icação dis inguiamaisiais pažyminiais e sua eiškimas ūšiniais pažyminiais. Semelhan e classi icação ans e e-se e pa a LKG, só a ma cação de signi icância espécie como pažymimosios signi icância po ūšis aqui é dis inguida di e amen e: dis ingue-se daik ų ūšies žymėjimas, daik ų nu odymas e daik ų išsky imas (LKG 1996: 505510). DLKG o sinalamen o signi ica i o ansnomeia em de iníamoja, e o ipo de exp essão no amen e mais se elaciona com a exclusão: como de in i ude exp essão manei a a exce o exclusão, diz-se que in oduziuo iniai adje i os com ce as ma caimaisiais pala as signi ica da coisa espécie (DLKG 1997: 174175). 108 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys comumin o peculia idades, com sinalimuoju pala a eiškiančias aquele nomeamen o do g upo, é com ais į a džiuo iniais a ibu os mui o equen emen e são o mados e mos, zg., e mos de ciência (Valeckienė 1957: Toks eiginys pe kel as i į LKG (1965: 507), ėliau – į DLKG (1997: 174)5. Tiek A. Valeckienės s aipsnyje, iek LKG y a nu ody i i ys daik ų api- 186). b ilhimo espécies com ma cas écnicas: (1) isolamen o de um i em com um maio g au de pa icula idade (kiekiu); 2) supanásio de ca ac e ís icas di e en es, i. e. dis inção de uma coisa de ou a coisa pa ecida de ou a coisa semelhan e po alguma uma ca ac e ís ica, con á ia à peculia idade de ou a coisa; 3) a dis inção de uma coisa po alguma indi idual, especí ica ca ac e ís ica, que não é p óp ia de ou as coisas daquela espécie (Valeckienė 1957: 176183; LKG 1965: 505506). A. Kaulakienė a igo e ela que odos es es modos de ma cação de ipos inspejiam-se e e minijoje e, baseado na ma cação de ipos e dis inção de ma cação de peculia idade ou qualidade, e minus p opos a ma ca em ĮF. No en an o não em odos os abalhos como c i é io en a iza-se p ecisamen e es a di e ença. Aqui K. Gai enis mini con ap iešą da empo a iedade e da pe manência: a casa esidencial em ce o empo pode se inabi á el, mas ele ainda é chamado de habi ação, água po á el ago a ninguém pode não bebe , mas ele ainda se á água po á el, i. i. água de ce a qualidade (Gai enis 1995: 8)6. Embo a já aí, suge indo e minus ma ca em ĮF ou de ido essencialho ma cação paabejojan , c i é ios ge almen e não o mulada. Di e amen e não nenu odoma nenhuma ĮF consumo isimções. Só em conselhos de linguagem in oduzida que dis inguidajai qualidade de daik o eikš i em e mos compos os ĮF ne a o inos jun amen e com os p e ei os -(u )inis, -ė, -(u )inis, -ė (KP 2002: 2627). No en an o, es e a igo au o ė é chamada a a enção pa a a exceção, p e is a indi e amen e ap esen ando signi icações classi icação (Vaskelai ė 2016). Es a classi icação espécie signi icado é p e is a como po ūshis do de inidó io signi icado ou de inição de de inição, e discu indo de inidó io signi icado ou de inição ge almen e mencionam ĮF e NF oposição neu alização casos: que a mėse ĮF nãoinks ama adiciona ao mais al o g au de ca ac e es, que ĮF não em ce os p ecei os, po exemplo, p ecei os - Vediská, p ecei os de ans e ência, que em ge al ĮF e NFp ieša 6 An es de um p ecei o é min e A nold Pi očkinas: Pi ós em caso pode se uma ca ac e ís ica ocasional, ela man ém, e no segundo caso se á pe manen e. Po an o, in oduziu-o inas o mas a o inas o mando e mos, adicionando a seus undindo daik a a džio esminem a peculia idade exp esskeian e sinalinho, como 5 A. Valeckienė y a abiejų g ama ikų būd a džio sky iaus, ku iame i ap a iamos ĮF, engėja. isso emos não yški e nuosekli (LKG 1965: 511512; Valeckienė 1986: 171172; DLKG 1997: 175). Lógicamen e samp o aujando, se já a ma cação ipo é um dos modos de exp essão da de inição ou de inição de signi icado, isso subg upu não de e ia se es animi polinkia do g upo. E um caso de neu alização, pasakyme g ei asis aukinys“ (Pi očkinas 1990: 86). 109Te minologija | 2019 | 26 nomeadamen e polinkis a mėse ĮF ne eikš i mui o speci inės eikšmės išski iamųjų i ūšinių pažymų, galinčių ien sa o leksine eikšme išski i daik us (juodas pūdymas, kanapė a iš a), com ūšine eikšme ligado e di e amen e (Valeckienė 1957: 30 LKG3; 1965: 511; DLKG 1997: 175). A pa i des a esenha escla ece-se que e minologicamen e ĮF ambém c ia p oblemas, e imp essão, que deles aqui não su ge, o ma-se de ido a que ais p oblemas não nag inėjamas. Ao conhecimen o des a au o a des e a igo, não há nenhum único a igo do domínio da e minologia, cujo obje o di e o osse escolhido ĮF uso e minijoje. Nes e abalho es e obje o se á en ado examina . É e dade, ele au o a do a igo já é um pouco a ado, po ém apenas num aspe o no ma i o pa a de e mina o quan o coincide a eal a osena e a no ma codi ican e (Vaskelai ė 2016). Panag inėjus ĮF u ilização em a igos de ciência da economia e bekon exs ėje e mos de consumo ambien e, i. i. e mos de economia e em ac os ju ídicos o necidos em e mos de diccionêlios, ame Bend inėje kalboje publicado a igo e elleis a, que pelo menos já na economia e minijoje ĮF usada i egula men e, ambém inspecionada possí eis i egula idade e codi icação de conexões. Ao mesmo empo ez-se conclusão de que ĮF u ilização p ecisa se in es igada ainda, e como um dos ĮF não ojimą galinças lem i ações mencionada con ex o in ocao. Assim, in es igação con inua-se pasi elkus con ex o à pa eikiança ma e ial, po ém nes e a igo já se á suscen ada não em a osenos e no ma elação, e em ĮF consumo e minijoje dėsningumus e i egula idade causa. Mais p ecisamen e, examinando o consumo dėsningumus se á p ocu ado escla ece , o que pode de e mina ĮF consumo s y a imus e minijoje e ĮF ne a ojimą. TIRIAMOSIOS MEDŽIAGOS YPATUMAI IR METODAS Como e no an e io a igo, in es iga ĮF consumo é colhido pela base da e minologia da ciência da economia, po ém s á ea se á ab angida es eu esnė só e mos mac oeconomicos, e só de um gêne o ex osi, i. i. pa a escolas supe io es des inados li os didá icos de mac oeconomica. Dizima li os de mac oeconomia, e dade, quan o condicional. Embo a o cu so de mac oeconomia em escolas de ensino supe io ge almen e seja ensinado sepa adamen e, mac oeconomia e mic oeconomia são eo ias de economia complexas 110 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys dalys, po an o ambos os cu sos podem se expos os e em ge al uma eo ia econômica manualėly. Escolhendo como on es e ais manualícios, su gimen ada aquela pa e deles, na qual ensinada mac oeconomica. Con eniência e conclusão sume imais se á usado desc end inamasse dizendo manualėliai, neben se ia ak ualu en a iza domínio de consumo do e mo. Escolhidos oi o manualê ios ( odos eles indica em lis as de on es), seis deles são p epa ados de di e en es au o es. Mais dois manuais, p epa ados dos mesmos au o es, passi k i com o obje i o e i ica au o ê le an ada hipó ese, que in luência ĮF a ojimui pode e e ní el de edação de linguagem ou ex o p epa ação. Todos os manuais publicados ela i amen e ecen emen e úl ima década ou in e anos, o mais an igo deles 1997 m. Mac oeconomiką os au o es dos manuais desc e em como pa e da eo ia da economia, à qual cuida ūkis (economia, sis ema econômico) como odo, e po es e undamen o a dis ingue da mic oeconomia, analisêjanças isolados sujei os económicos e mecanismo de me cado. Manualêlios de Mac oeconomia abo dados po p incipais medidas mac oeconomicas conside am-se ge al as nacional p odu o bem como g ossos p odu o in e no e ais emas mac oeconomicos como ge al pá a-equilib o, desemp ego, in lação, dinhei o (mone a inė) e izdo ( iskalinė) polí ica, moedas e bancos, in e nacional comé cio, axas de moedas. Es a comunidade de emas e pe mi e a alia in e ex uais ĮF coincidências de consumo ou s y a imas. Em cales guiêlios dada e po capí ulos, no qual e is e-se a aida das eo ias econômicas, po ém al capí ulo não ípico pa a odos guiêlios, po an o seu e minija não se á incluída. Rišlaus ca ac e escolha de ex os é de e minada p incipalmen e p ocu a a alia e mos unciona imen o no ex o. Guo ėlis é uni e salus ex o: nele os concei os não só de inem-se, mas e de alhadamen e explic explicam, e assim exp essckėja an o concei os į a dijančių e minų escolhimen o, an o e seus consumo ex o polinkiai. Uma ez que se op am á ios manuais, en ende-se que o uso ĮF se á in es igado não só ex o, mas ambém in e ex o ní el. Mais conc e amen e, do úl imo ní el pag indo escla eškinus, cujos e minos secundá ios dėmenis manualêlios ends ema ap esen a apenas ĮF ou NF, e cujos di e en emen e, ais casos se ão a ados ní el ex omeniu. No en an o ealizadas análises não de e iam se conside adas habi ual de a ian idade in es igação, po que, mas ikslas. Fak as, kad ĮF a ojimas a p eks iniu lygmeniu ge okai p imei a, não al ja kelias y uoja, au o es já é a skleis as, e nes e a igo se á susci ada não em s y a imų cálculos, e em suas causa. Em segundo, e ec uando um es udo de a ian idade, ao objec o em es udo in oduzi -se já de an emão 111Te minologija | 2019 | 26 de e ia escolhe -se en e e mos de a ian es e pseudo a ian es. Au o ê acha, esol endo a ques ão de in odu ição de e ia basea -se não eó ico, e ealí a di e ença de signi icado, po ém quan o essa di e ença exa a, pode explica -se só azendo análise. VARTOJIMAS TARPTEKSTINIU LYGMENIU Nag inėjando a ma cação de e mos ou nãoymização ĮF en e exs iniu ní elem, se á o ien ojamasi em p incipais concei os mac oeconomicos in o a dijanços e mos. Que eles sejam ais, mui as ezes mos a não só o mulação da de inição, mas ambém o indicado o mal al e mo na guiaêly é pa yškinado ou isolado po le a passi a: Li e comé cio (F ee T ade) in e nacional comé cio sem quaisque al ândega impos os e cons angimen os 163 D il; Emp egados esiden es (L Employmen ) é is o abalhado es em emp esas, ins i uições e o ganizações de odas as o mas de p op iedade, incluindo di banços de ag icul o es, e que ealizam o se iço mili a ou es ão em es abelecimen os de p isão D il 33. No en an o, de o al coincidência en e a ma cação do e mo o maliu indicílio e apisiogia, e nesse caso b ėž ies o mula imo nė a. Apib ėž is gali bū i su o muluojama i ne ie- o e mo não éyškinado, po exemplo, indi e amen e o mulando o e mo g ynieji mokesčiai de ini y į: Es e chamado es abilidade au omá ico su ge po que ealmen e o nosso sis ema de impos os ne os (ne os impos os sys em) (g ynieji mokesčiai são iguais aos impos os T, sub aídos deles ans e ências de ecei as e sub enções) é al, que os impos os ne os mudam di e amen e com o BNP ou o Čieg 189. Po ou o lado, o e mo pode se pa yškino, mas sua de inição não é o mulada: No p ocesso de P odução desempenha um papel impo an e do capi al inancei o, que se di ide em p incipal e nominalųjį ( e ybiniai papie iai) capi al Da 12. P io idade se á concedida a e mos de iní eis, aigi nepa yškin i, mas de iní eis e mos se ão analisados, e pa yškin i, mas não de inêjí eis não se ão incluídos. É e dade, os e mos nos manuais podem se não an o de inidos, quan o explicados: O o çamen o de o al emp ego ( ull-employmen budge ) indica o que se ia o exceden e ou dé ici do o çamen o, se a economia uncionasse sob a condição de pleno emp ego Sn2 191. Aiškinamieji, como e de inejiamieji, e mos se ão incluídos. Assim, análise de consumo de e mos a ní el in e ex oio essencialmen e de e ia expliqui a ma cação de e mos ĮF explicando concei os e o mulando de inições polinkius. Ao ealiza a análise ao ní el in e ex ual do consumo ĮF, a página da on e se á indicada aquela em que é o mulada de inição ou ap esen ada explicação do concei o. Oco em casos em que a de inição é o mulada duas ezes nesse caso se ão indicadas ambas as páginas. Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: Sn2 a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys ų: e mino isiškas užim umas D il 27, 37, Da 271, Jak1 217, Jak2 230, 399, Čieg 121 secundá io dėmuo ado ėliuose, išsky us ieną, pa eikiamas NF, como e e minų isiško užim ys a e Da 283, Čieg 193, Sn2 191, sa ano iškas neda bas Sn2 388, 403, besąlygiškas slenkamumas Čieg 327, konsumjiška paklausa, Lukšiška po ošaji k edi as Sn2 117, ak iškai in es icijos Jak 171, Jak 182, Jak 180, ak ički empimo as a, ak ični snu ni sn 450, Sn2 361, ak ični snu inji no ma palūkanų, p i kojima jdejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejej- ejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejejeje Em um manualê, ap esen a-se o e mo emp in ojs no pio caso Sn2 co esponde ia ou o caso de oposição neu ização: àwa džiuo inis o man as nep idámo ao mais al o g au de a ibuição, pois ais a ibúdios, como se explica menin es e caso de neu ização (DLKG 1997: 175), êm em seu signi icado maio signi icmi aos a ibúdios a i a džiuo inais que dis inguem as coisas 261o g au de ca ac e ís ica. Em ês manualêlios ap esen ado o e mo úl imo emp in oja Da 394, Sn1 292, Čieg 236 já a ende iam não só caso de neu ização, mas e no mos codi ikuo osios numa omą isim į p eesagas -u inis edinys é neį a džiuo inis. Guo êlios ends ama ne eikš i ĮF e de ce os pa icipan es deemená, só aqueles pa icipan es medidas e adequamidade signi icações ou ou os specializados signi icações não. Como já mencionado, ĮF nãoymimi e mos disponí eis ecei as, ixado axa de câmbio, lu ujan e axa de câmbio, s y ujan e axa de câmbio. Pa icula men e ca ac e ís ico NF ap esen a o pa icipado subbalancado: subbalancado c escimen o Čieg 391, subbalancado aje ó ia de c escimen o Čieg 394, subbalancado o çamen o Da 282, Jak2 197, desbalancado o çamen o Da 282, subbalancado o çamen o mul iplika ó io Čieg 168, subbalancado desen ol imen o Sn 3426. Pa aF nãoiškiami e minos écnicos usados ga an ido i mo de c escimen o Čieg 391 ou ga an i (užec ina ) i mo de c escimen o Sn2 561, nãogeidau inų a sa gų kaupimas Jak1 171, Jak2 180, nepageidau inas a sa gų sumažėjimas Jak1 171, nepageidau ina pá ais y a D il 27, ha monizado índice de p eços ao consumido Da 392, causel as (p i e ) ocupação Čieg 99, p e is a ealia axa de ju os Sn2 449, Sn2 351, conhecidos Sn Sn Sn Snil 33, 39, 39, 39, 34, Luk 2, Luk 3, Luk 103, e c. Oco en es ac ia iais pa icipan es ĮF juolab não ojami, mesmo e de inindo e minos: nusi ylę uncioná ios Jak1 216, Jak2 228, ajudan es memb os da amília Luk 105, lu uan es axa de ju os Sn2 597, aumen ado da e iciência dinhei o D il 183. É e dade, ais e mos são de inidos apenas em pa ilhões manuais. 119Te minologia | 2019 | 26 No s e minas subalansuo as biudže as ado ėliuose be eik neapib ėžia- mas, o con ex o de sua menção e ela que se a a de um dos ipos de o çamen o, como o é um o çamen o de ici á io ou um o çamen o exceden á io Da 282. No en an o, mesmo e a in odução do ipo não incen i a escolhe ĮF. a ūšis, i gi pasi enkama NF: planuo os in es icijos Jak1 171, pageidau inos in es icijos Jak1 171, Jak2 180, indukuo os in es icijos Sn2 123, nenuma y os Indicando o ipo de in es imen os in es imen o Sn1 131. Tal como os adje i os, os pa icipan es I F mui as ezes não são necessá ios nos casos em que os e mos são compos os de duas ca ac e ís icas de modo con aposição: c iados a i os e não c iados a i os Luk 63, ma e ial não c iados a i os e in angí eis c iados a i os Luk 63, índice de p eços da p odução expo ada e índice de p eços da p odução impo ada Čieg 64, Sn1 72, Sn2 77, subbalancada in lação e não subbalancada in lação Luk 129. Raiškos s y a imai Ce os e mos já são ca ac e ís icos de maio es swy a imai do consumo ĮF. Acon ecem ais casos, quando um dos e mos de pa de memb os eiškias ĮF, ou o NF. Assim, a é em dois manuaisêlios as polí icas de dinhei o são mencionadas como polí icas de dinhei o incen i ado as (pigias) e polí icas de dinhei o es i i as (b angias) D il 114, Luk 159. Na ou a manualêla, os pa icipandos das duas e minas deni iam ĮF, i. e. cigių pinigų poli ika ou es imulan e mone a inė poli ika e ca angių pinigų poli ika ou a andočioji mone a inė poli ika Čieg 258 po ém, explicando esses e mos na ou a manualê, já é usado capí ulo es imulan e (ekspansinė) iskalinė poli ika Čieg 182 e es ikcinė ( es ikcinė) iskalinė poli ika Čieg 183. Apa i a in lação manualêlios ambém dis inguem duas espécies: šliaužian i in lacija e šuoliuojan i in lacija Luk 125, 126, Da 273, Jak1 220, Jak2 232, Čieg 313. No en an o, em dois manuais, es as espécies e e em-se como liauzian e a in lação e šuoliuojan a in lação Sn1 462, Sn2 421. En eF o consumo s y u a e a in lação di idiu de ou o pon o de is a: p e is a in lação Sn2 449 e inespe ada in lação Sn2 452, de aul in lação Sn1 438 e não espe e ada in lação Sn1 452, de aul (espe ado) in lação e não espe e ada in lação Jak2 313, Čieg 313, espe ada e nela expec ada in lação Luk128. Numa manualêly e pa a as espécies de demanda e o e a de dinhei o apon a em escolhem-se e mos aiškos di e en es: ealoji o e a de dinhei o e nominali pinigų pasiūla D il 42, ealioji pinigų paklausa i nominali pinigų paklausa D il 43. No en an o, os ipos de p odu o nacional b u o já se denominam idên icos: ealusis BNP e nominalusis BNP D il 15. In oducindo do comum Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: nų a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys nacionalinio p oduk o a ba bend ojo idaus p oduk o ūšis, abiejų e mi- būd a diniai dėmenys ĮF eiškiami i ki ų ado ėli: nominalis b u o nacional p odu o e ealis b u o nacional p odu o 66, 67, 238, Da usis BNP e ealusis Čieg nominalis (a ba mone inis) e ealusis Jak1 148, BNP Jak2 154, nominalis BNP 120 BVP e ealusis Sn1 70, Sn2 70. Fama e indicação do ipo de axa de moeda u ilizada: axa de moeda eal Jak1 257, Jak2 275, Sn1 536, Sn2 473 e axa de moeda nominal Jak1 257, Jak2 275, Sn1 528, Sn2 465. No en an o, na p es ação de ou os e mos, é usado ambém ealusis ( ealidade eal Sn1 253, Sn2 225, eal p eço do capi al Sn1 106, Sn2 105, ealusis eo ia do salá io Sn1 104, Sn2 105, p e is a ealidade da axa de ju os Sn2 449, ealidade do e ei o de saldo Sn2 572, ealidade da cu ê da demanda o al Sn3), Sn2 50 e ealus ( ealidade da axa de ju os Čieg 318, ealidade do ciclo económico Sn2 499, Jak Jak eal de ecu sos na u ais Sn1 278, Jak 2 300). Apib izando os e mos com būd a džiu nominalus, -i, ĮF consumo ambém a ia: nominali ob igação alo D il 105, nominali palūkanų no ma Čieg 318 e nominalusis kapi alas Da 12, nominali palūkanų no ma Sn2 119. No en an o, não odos com esses adje i os compos os e mos são de inidos. Su u a ĮF uso e naqueles casos, quando pa es de e mos secundá ios es imenim ai a ibu zii de o igem li a iška abe os, -a e echados, -a. Eles passi ciam economicas sis ema ski umams in oduzi , embo a em alguns manualêlios pa a ojamo só pala as combininys a i a e dinė ekonomijos Luk ė 99 ou de inezida só a i a economia D il 198. Ao o nece dois e mos, ap esen a-se sis ema econômico abe o e echada sis ema econômica Jak2 157, sis ema de economia abe a e sis ema de economia mis a echada Čieg 29, mas uma o ien ação emi ida em 2008 de ine-se o e mo sis ema de economia abe a Sn2 58, mac oeconomia de economia abe a Sn2 465, mas sis ema de economia mis a echada, economia echada Sn2 284. Es e úl imo manual oi elabo ado pelo cole i o em 2005 no manual de laidos, que de ine os concei os como sis ema de economia abe a e sis ema de economia mis a echada Sn1 po ém es e manual se dis ingue em ge al pela egula idade do consumo de ĮF, e isso se á discu ido mais a de 65, Apenas em ês manuais um dos ins umen os de polí ica mone á ia in oduzida designa-se como ope ações de me cado abe o Jak2 217, Sn1 285, Čieg 255, e nos ou os opciona-se NF ope ações de me cado abe o D il 105, Luk 159, Da 309, Jak1 205, Sn2 255. Aki aizdžios oponinamá ias po os nes a e minijoje não inço do a ibu o po encialus juolab nãoinks ama consumi ĮF. No en an o, nos ês 121Te minologija | 2019 | 26 manuaisêlios su o mulada e mo po encialusis PIB Da 240, po encialusis (po enciais) g ossis in e no (nacionalinis) p odu o Sn1 142, Sn2 142 de inição is, e neles es e e mo signi icado ĮF. Ki o al a ibu dinho dėmení con endo e mo po encialús ecu sos na u ais Jak1 216, Jak2 300 subu inis dėmen o ĮF nãoiškiamas. desemp ego na u al Čieg 121, ní el na u al de desemp ego D il 37, Jak1 218, Jak2 230, como e nos pa âme os manuais ap esen ados dos e mos na u al de c escimen o Čieg 392,19, Čieg 38, axas de c escimen o na u ais (não necessini) Sn1 3 399,362, 361, monopólios na u ais Čieg 39, Te minF não é links ama, po ém nos ês manuais a o mulação Não é de inida e o concei o Da é chamado de ní el na u al Snbo 441,271,353, Sn1,2 319. Analisa nos selecionados manuaisêles pouco epezen a a e mos de, cons i uídos com ad e bio mis us, -i, po ém dados i ambém mos a iam ĮF consumo s y a imen o: mix ios emp és imos Luk 176, mix ios endimen os Luk 72,19, Da 2 mix i sis ema economia Čieg 34, mas mix io economia 40, Da mix ieji bankai Luk 157, Sn1 255, Da mix iosios gė ybės 219. Va ia mui o a ia o e mo pelo qual se denominam os bancos ob igados a man e ese as ou a axa dessas ese as, um subdeme, e ambém o p incipal demem é ap esen ado desigual: ob iga ó ias ese as Čieg 253, ob iga ó ias ese as Jak2 216, essenciais ese as D il 94, ob iga ó ias ese as no ma D il 95, 102, essenciales ese as no ma ou essenciais ese as no ma Luk 160, ob iga ó ias exigí eis ese as no ma Sn1 259, 292, snalom (g ega) ob iga ó ias (obliga ó ias) ese as no ma Čieg 242. Como is o, es e e mão ma ca ė i ĮF inclins ama, po ém há manualėlių, nos quais de ine-se o concei o į a dijama como ese a ob iga ó ia Da 303, Jak1 206. Não em odos os manuais de inem-se com o pa icipan e con a ados os e mos de conclusão, mas eles ambém e elam NF e ĮF s y a imą: con a ados abalhado es Luk 104, con a ados abalhado es Da 271, salá ios pa a con a ados abalhado es Da 69, abalho con a ado Da 12. Dėsningumai Análise do in e ex o ní el ainda uma ez con i ma a au o ė já num a igo an e io cons a ada ac a, que ĮF uso e minijoje não co esponde a ce as kodi ikuo osios no mos. Iš mak oekonomikos ado ėlių ma y i, kad am no ma numa omų išimčių paisoma, po exemplo, pouco epasi aiko casos de uso ĮF pa icipan e con endo pala as dependen es, ĮF ne eiškiamas 122 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys e mo úl imo emp in oj secundá io dėmuo, po ém do p incípio undamen al ĮF kiek ieną žymė i e miną nesilaikoma. No en an o, bekon exs ė e mos ambien e de consumo p incipalmen e ė a pajêgi e ela mo ologicos, léxicos ou sin aksicos a o es, galinços de e in luência ao e mo žymėjimui ou nežymėjimui ĮF, e jais ĮF de consumo ou não ojimo não como explicados. Po exemplo, o a o de e minan e não é pa e da linguagem. mui as ezes Gana não es ão necessá ios aos pa icipan es (subalansuados, ga an idos, disponí eis, ixos, lu uan e, s y uojan e, desejadau inos ou não desejadau inos, planejados, não p e is os), po ém Gana não es ão necessá ios e a ibu os ( lx us, obulas, ne obulas, p i a us, absoliu us, pas o us, s ableus, s aciona us). Po ou o lado, ĮF são usados e adje i os (bend asis, g ynasis, ilgasis, umpasis, pla usis, es eu asis, li es oji), e pa icipan es (pe kamoji, einamoji, (pa)ligaminamasis, ekamasis, mul iplicinamasis, ko eguojamosios, e ku iamosios). En e os e mos em um manuais ĮF eiškiamų, em ou os ĮF ūšinių dėmenų i gi a sidu ia iek būd a džiai ( ealus i ealusis, nominalus ne eiškiamų e nominalus, abe o e abe o, echado e echado, po encialus e po encialus, na u al e na u alus, mis u o e mis u ois), an o e os pa icipan es (šliaužan ia e šliaužan ia, šuoliuojan ia e šuoliuojan ia, s imulan ia e omen an ia, p e is a e p e is a, inespe ada e não espe ada, samdomi e samdomi). quan o mais nes a e minologia, a ĮF não necessi a de pala as de o igem não-e u iška (p i a us, absoliu us, s ableus, s aciona us, ixsuo as, subalansuo as, ga an uo as, disponuojamas), e usadas são pala as de aiz li e iška (g asis, negasis, negasis, ilgasis, umpasis, pla usis, pla u asis, libe ais, sia oji, einamoji, (pa) pe klyginamasis, ekamasis, mul iplicinasis, galinamoji), enquan o que algumas pala as de o igem li e iška e pa ii amen e (galanx us, galus, ne ob, a i a, ko da a, nepageidau inos) não são u ilizadas. Sin aksinis eiksnys, nomeadamen e e mo dėmenas núme o ou dėmen posição, julgando a pa i manualêlios ap esen ados e mos, signi icanças ambém não em. Se àF usa inclins ama, isso es a o ma é usada an o de dois, quan o de mais pala as cons i uídos em e mos, p esen e di e en emen e de o dem de dėmenos. E ice- e sa, se de algum subdi isão, po exemplo, p i a us, ĮF e e ís ese não lex a, en ão ele ĮF não seiškia em e mos de qualque o dem sin ác ica (sec o p i ado, p i adas ansmissô ias p es ações, g ossos cus os de in es imen o p i ado in e no, g ossos in es imen os p i ados in e nos, ne os in es imen os p i ados in e nos). 123Te minologija | 2019 | 26 Kai ku ie mak oekonomikos e minų pa eikimo ado ėliuose polinkiai mos a iam que o uso ĮF co esponde mais não codi ikuo ąją no ma, e excepção, que em discussão de iníciam a signi icância ou de inição são mencionadas como ĮF e NF casos de neu alização da oposição. ÀF quase não ob igam-se e mos, cons a com ad e bios absolu o, ac iço, olun o iško, consumido jiško, po ém al neu alização se ia mais di ícil explica explica egula es e mo žmogiškasis kapi alas la e al dėmens eiškimą ĮF. Como caso de neu alização mencionado polinkis ĮF não o i do mais al o g au de a ibu ados (LKG 1965: 511; Valeckienė 1986: 171; DLKG 1997: 175) e minologia pode a lo a como e asão ĮF eikš i aqueles e mos dėmenis, pelos quais ão o mais al o g au de peculia idade ca ac e ís icos ( obulas, absoliu us, op imalus). Ryškėjan į polinkį ĮF ne a o i só de ce os a ib a džių ou pa icipan es lyg e se ia possí el ei i com neu alização caso, di e amen e elacionadou com ūšine signi icado. Tan o no de alhado a igo de A. Valeckienė, como nas g amá icas discu indo a ma cação de ipos indica-se que em algumas a mês ĮF nãoinks ama usa especi icidades de ma cas exclusi as ou de espécies, capazes unicamen e de dis ingui em seu signi icado leksine ais coisas (Valeckienė 1957: 30 LKG 1965: 511; DLKG 1997: 1753), adicionando ambém o a o de que nenuoseclusão casos pode iam e e con ibui pa a o mas de adje i os e o mas simples de subs i uição de nykimo (Valeckienė 1957: 30 […] 3). No en an o, al neu alização se ia di ícil de explica manualêlios yškėjančius a ibu os li es, -a e abe os, -a de consumo ĮF di e umus, juolab di e en e com a ibu os abe os, -a e echados, -a, ealus, -i e e minus, -i cons i uídos nominal de espécies de es imenos aišką, especialmen e ame mesmo manualêly. No en an o, ĮF uso manualêlios não co esponde in ei amen e não só ipo de ma cação ĮF isim ão, mas e indicamus dėsningumus. An ai A. Valeckienės a igo como um dos ca ac e es ca ac e ís icos de de inição de coisas menciona sup essão de di e en es peculia idades, po ém discu idas polinhas e elam que mesmo e con ainan as peculia idades e mos de a ibu os ou š a dniai es idos ĮF não ojam ( obula conco ência e nonobula conco ência, economia abe a e economia echada, lexí eis cambial e ixos cambial, absolu as an agem e compa á el p edes inado, sec o p i a us e sec o (público) p o egido, in liação e šuolian i. É e dade, an o A. Valeckienės a igo, quan o LKG discu em apenas a ibu os, e e al con ainação mencionado apenas como um dos ipos de ma cação espécies ce i icados, e não como essencial p incípio. Como 124 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: o a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys mais equen e dos ês ipos de ma cação į a džiuo iniais a ib žiais būdų é mencionado a exclusão daic o de aco do indi idualią, speci inę peculia idade, e discuss ieji a ib ijos g ynasis, - - , bend as, - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - ų, ačiau daly ių, i gi išski iančių daik ą pagal indi idualią, speci inę ypa ybę, ĮF nelinks ama eikš i, išsky us ne eikiamuosius specialesnių - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Panag inėjus úl imos explica iam, que pa a o-os NF sus e ían conjuninys de pala as, segundo o signi icado bem bem se di e enciando do e mo (pe kama galia, co ama con a, ekamas não abalas, pe einama economia, mul iplicado mul iplika o ius, co eguojamas ope ações). Reikšmė mui o di e encia -se-ia se NF osse pa a o i e ĮF em odos os manualêlios designações de e mos ca ac e a diniai dėmenys (p odu o nacional líquido, expo ação líquida, líquidos impos os, in es imen os líquidos, p odu o nacional líquido, o e a o al, equilíb io o al). Po ou o lado, pa a aqueles e mos cujos subdi isões não seiškiam ou de ido ao seu signi icado SeF oscila a, SeF não ap esen a iam uma di e ença de ão g ande signi icado ( axa lexí el e axa lexí el, axa ixa e axa ixa, sec o p i ado e sec o es p i ados, an agem absolu a e an agem absolu a, pe ei a conco ência e pe ei a conco ência, na u al não- abalho e na u al não- abalho, ocupação o al e ocupação o al, axa nominal de ju os e nominal de ju os, pageidau ina e pageidausi a). Em ou as pala as, ĮF não ojimo causas podem se elacionadas com o a o de signi icância. A u do in e ex o ní el análise se á is o, que mui o ao ĮF ends amų ma ca em e minos manualêlios ends amo e de ini , e ĮF nãoymimų ou ma camen os só em alguns manualêlios e minos de inições o mulados ečiau. No en an o, an o o a o de signi icado, quan o a possí el in e ligação com a o mulação da de inição pode iam mais e ela só con ex o mais amplo. USAJIMAS TECSTO LYGMENIU Os Te mos nos guiêlios não só de inem-se, mas ambém são usados, e seu uso no ex o e ela as uniões com e mos de consumo in e ex iniu ní eleniu análise. Aqueles e mos, que a ní el in e ex oiniuni ma cimi ĮF, nes e odiĮF não imamimi, nes e indicikli não imamimi e ex o. kliu žymimi i e miną a ojan eks uose. Te minai, ku ie nus a y i kaip Mos almen e a ma cação ĮF ex o s y uoa daqueles e mos, cuja aiška de e minada como in e ex iniu igual menu s y uojan i. 125Te minologija | 2019 | 26 Raiškos nuoseklumo a ejai Te mos, que ĮF ma cimi in e ex iniu ní el, ai concei o explicando ou o mulando de inições, nesse indicikliu ma cimi e e minus consumindo ex os. An ai e mos b u o p odu o nacional b u o, p odu o in e no b u o, expo ação b u o, impos os ne os, endimen os ne os, ne os ju os, in es imen os de ju os, capi al b u o, ne os economia p ospe ê, sis ema de impos os ne os, g ossos p odu o nacional b u o, g ossos p odu o in e no, compa a i a demanda, compa a i a o e a, g ossos demanda k ei ê, e c. casos de pa a ojamen o NF são comple amen e não oco em nos managemos, como ambém casos que nos ex os F não mencionam e minais pode de comp a, pa idade de pode de comp a, con a co en e, não abalho, compa á el ou equipa á el economia. Búnus é comum, -a nos manualêlios po uá-lo, mas aqueles casos de po uá-lo são e iden es casos de nomeação de peculia idade: No úl imo caso em-se em men e em comum de odos os me cados, como de um ge al odo, pisuis i a, i. e. Da ji pisuis i a 243; Da ji pisuis i a é a demanda de demandas inais às me cado ias Sn2 125. Tão e mos de que in e ex iniu ní el em ĮF nežymimi, ex o ma ca ė i ĮF ambém nãoinks ama. Só nos ex os NF são usados e mos de axa de câmbio lexí el e axa de câmbio ixada secundá ios ĮF galin ys e dėmenys: Panag inėsime d i k aš u ines alu as sis emas ku s: elks ų i iksuo ą alu as ku sus D il 171; Esan lanksčiam ku sui IS k ei ė papel é passi us D ilu os; Da bus lanks alu as alu as šalininkų a gumen as lais ė Jak 255; Lanks alu as alu as ku sų sis ema al e na i a é iksos alu os ku sų sis ema Jak2 273; 363. Em alguns manuaisêis usado o e mo lu uan e axa de câmbio ambém não omi e ĮF: Aqui se esumi emos a dois casos ex emos ixado e lu uan eço de moeda Sn1 468; No en an o lu uandojan es axas de câmbio não man em o pa i e o de pode de comp a umpu ao pe íodo Jak2 279. Tokie e mos são de inidos não em odos os manuais, po ém mesmo se o o mulada a de inição, o e mo ĮF não éimido: Floa an ( loa ing/ lexible exchange a e egime) um mé odo de egulação da axa de câmbio, quando a axa de câmbio a ia dependendo da demanda ou da o e a de câmbio, i. e. quando o go e no não in e e e no me cado de câmbio Sn2 469; Fixsu ou ixado Exchange Ra e Sys em (Fixed Exchange Ra e Sys em) um mé odo de egulação da axa de câmbio, quando o go e no se comp ome e a man i e uma ce a axa de câmbio. 126 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mac oeconomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys Būd a dis p i a us, -i ado ėliuose em ge al é usado apenas NF, mesmo quando o con ex o indica que po ele deno ica ce a espécie e ca ac e ís icas são con a Lukinamos: Vyks a a iações de emp ego nos sec o es p i ado e público 107; Šiuola Lukikinė economia não pode mais unciona baseado apenas em p i adas (C, I). Ela indispensá eis e despesas do go e no (G), necessá ias à cons ução de es adas, ae opo os e escolas, educação, p o eção de saúde, segu o social, e . . Iždo polí ica pode se di ecionada con a p i a ų (C, I) ou go e no sek o ių (G) D il 86; Assim, como um caso sepa ado aqui exclusi os bens públicos (public goods). Eles, ao con á io dos bens p i ados, podem se consumidos de uma pessoa indi idual sem diminui a possibilidade de eles se em ao mesmo empo e ou as pessoas Čieg. No en an o, d ižodžiai e mos se o p i adois, despesas p i adas, in es imen os p i adas, bens p i adas guiêlios não de inêziam. Bene, na única manualê, de ine o e mo p i ada boa-bê, e seu adje i o dėm é usado ĮF: Pynosios bens públicos e de bens p i ados são os casos ex emos de bens econômicos Da 219; Miš ioji gė ybė pode se p oximότερη ou a p i ada, ou a bem público Da 219. Os ex os NF ap esen am apenas os e mos usados pe eula conco ência e impe ula conco ência subelemen os: Tobulos modelo de conco ência oi o emen e c i icado K. Ma ksas Čieg 33; Sob condições de me cado de Tobulos conco ência os p eços mo em pa a um meio-equilib io, à qual as quan idades de o e a e demanda coincidem2 Jak 44; Luk ope am num me cado de impe ulos conco ência, os p eços dos seus p odu os endidos são con olados 94. Es es e mos, como mencionado, nos manuais de mac oeconomia não são de inê eis, e no capí ulo de mic oeconomia seus concei os exp essados mais endem a explica de alhadamen e, po ém e explicando ou mesmo de inindo o e mo a ibu o é sen ido de NF: Tobulos compe i i idade model, como a sua egulia de duas leis baseadas a um sis ema econômico, começou a c ia A. Da i as, embo a em 1776 enha esc i o o seu nome de Tau os u o, sem ais concei os e nem 1; 72; Tobula conco ência é a conco ência, quando no me cado há mui os comp ado es e endedo es, e um único comp ado ou endedo não em nenhuma in luência ao p eço do me cado. Inpe ei o a e a o p eço de me cado Da 73. konku encija – ai konku encija, kai a ski as pi kėjas a ba pa da ėjas gali Em alguns manuaisêlos mais é explicado do que de inido o e mo plena ocupação, po ém an o o explicando ou de inindo, quan o o e minão usando no ex o, 127Te minologija | 2019 | 26 secundá io dėmen o ĮF não omimas: A segui discu imos oda a ocupaim umá ( ull employmen ). Assim, pleno emp ego não signi ica ze o de desemp ego Čieg 121; Po an o, na eo ia econômica o concei o pleno emp ego não signi ica que o ní el de desemp ego é 0 p oc. Emp ego pleno é o emp ego que co esponde ao ní el na u al de desemp ego e não conduz a um acei á el aumen o da in lação Da 271; Es e es ado de equilíb io co esponde á ao emp ego pleno e a maio axa de moeda nacional Da 381. A an agem absolu a em alguns manuais é de inida, po ém o e mo usado no ex o é uma an agem secundá ia, de ou a o ma do que ao lado do e mo usado (pa)ligamamos a an agem secundá ia no EUA, ĮF nãoiškiamas: Diz-se que cada país, p oduzindo o p odu o co esponden e, em an agem absolu a 329; é En ão o sen ido pa a cada país especializa -se naquele p odu o, que p oduzindo ela em an agem absolu a, y que ela pode p oduzi com cus os meno es do que a sua Da ie 329; Vadinasi, Big pa ne y, e B i annia. No en an o, a an agem absolu a desempenha um papel u i absoliu ų p anašumą kompiu e ių, au omobilių, ele izo ių i eks ilės indi e o na análise Sn2 522. Pa icipa ia dos e mos dos quais, de inindo ou in e p e ando os e mos, não se inclina o almen e a e e i a ĮF, os e mos usados nos ex os de ĮF ambém não se indicam: A única di e ença mais signi ica i a en e Solow e RamseyausCassoKoopman as aje ó ias de c escimen o subbalancado do p odu o é o a o de que o RamseyausCassoKoopman não pode subbalanca a aje ó ia de c escimen o com ese as de capi al, acima do ní el do PIB de 27 GW; o denominado subbalanced Kai mul iplika o i (balanced budge ), que é igual a 168 p.p. 399; as possibilidades de dis ibuição de p.p., p.p., p.p., p.p., p.p., p.p.p., e c. Excepções oco em só pai ais, po exemplo, em dois dos mesmos au o es p epa ados em ado ėliuse pa a ojama disponuojamosios endas Jak1 156, Jak2 163, 164. 134 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mak oekonomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys ciclo eo ia 499, lu uan es axas de ju os no ma 597 ĮF galimi eikš i dėmenys. ĮF nãoymimi e e mos dos d essings, pelos quais ai p ecei os -iškas, -a ediniai: pleno emp ego 399, o çamen o de pleno emp ego 191, ac iškos kainos 70, ac iški empai as a 361, ac iška ealioji kama ų no ma 450. Co esponden emen e di e e e ĮF uso no ex o. 2005 m. Mando de p og amação odos os e mos e ex o lis ados são usados ĮF: No en an o FRS não con ola a diskon o poli ica da mesma o ma que ela con ola as ope ações de me cado abe o, e a diskon o poli ica muda é mui o mais di ícil do que ealiza as ope ações de me cado abe o Sn1 292; Cada país especializa-se em o nece aquele p odu o cuja an agem de p odução absolu a ela em Sn1 564; igu a 4.2 os in es imen os imp e is os são mos ados com a cos ixos Sn1; 145; Como o sis ema de moeda ixada não pôde lida com as de o mações nominais e eais da economia mundial, ela oi subs i uída pelo sis ema de moeda s yojancí el Sn1 60 Ob iamen e, no sis ema de moeda ixada nominal es a a segunda manei a, e o Sn546 s yojancí el Sn1 Sn54, quando se p ocu a a um c i é io pa a a alia a undamen ação da polí ica iscal do go e no, oi c iado o concei o de emp ego o al Sn1 203. No Manual de Ope ações de 2008, po ém, o FRS não con ola a polí ica de descon o em ge al, como ela con ola mui as ope ações de me cado abe o, e a mudança de polí ica de descon o é mui o mais di ícil do que a de ope ações de me cado abe o2 196; 203 Cada país se especializa em o nece aquele p odu o em cuja p odução ela em uma an agem absolu a 331 517 e e c. No Manual de Ope ações de 2005 o SnF u iliza e mos e aqueles e mos cujas de inições não são ap esen ados: Subalance é um mul iplicado pa a o sec o nacional; po an o, o subalance é uma on e de in es imen o; 5.17 igu a 198. 2008 m. manuais de escalada em odos es es casos usado NF: Subalansuo o mul iplika ó io do o çamen o é igual a unidade 183 e . . 2005 m. manuais de escalada mesmo e em discussão de odas as a iá eis da di isão em eais e nominais opção opcional pa a consumi škF: Da XVIII a. D. Hiumas, amoso ilóso o mone á io, a i mou que a quan idade de dinhei o num país não em e ei o sob e a sua iqueza eal, e, endo acei ado a eo ia quan i a i a, 135Te minologija | 2019 | 26 sius a iamuosius, magni udes, de e minados em lymą isus ekonominius kin amuosius suski s y i į d i g upes: nominaliuo- alo ine exp essioška; eaisuosius a iamuosius, amanhos, es abelecidos ísicos, na ū iniais unidades. Po exemplo, o p eço de oma es ou maçãs é uma a iá el nominal, pois a aliado no Manual de Laidos de 2008 op a-se nem li ais a ba ki ais piniginiais iene ais, uo a pu da žo ių a aisių de liaus dydis – ealusis kin amasis, nes nus a omas onomis a ba cen ne iais 505. em casos de neu alização, nem po exceções ou po ou as deessunções p e is as na no ma codi ico ó ia não se pode explica a saída dos ĮF u iliza apenas o a ibu o ealusis ( ealusis in amasis, ealūsie in amieji), e o nominal NF (nominalus in amieji) Sn2 499500. Di e e o uso de ĮF e em dois ou os au o es […] em dois ou os au o es […] manualêlios p epa ados […] em 2000 m. emi ido A. Jakučio, V. Pe aške ičiaus, A. S epano o, L. Šečku ės e S. Zaice o Teo ía da eo ia da Economia e em 2007 m. emi ida no sex ajame pa ais e complemen ado da edição do manual da Economia p epa ado pelos mesmos au o es. 2007 m. isleissido manualélis é p eeni o ou p ecisin o edição, po ém nele no ada e da linguagem aisymų, embo a edi o ê da linguagem indicada e 2000 m. isėjusiame manualêly. Po exemplo, em ez de p azo de es abelecimen o de in es imen os Jak1 152 já ap esen ados do pon o de is a no mas linguís icas dize inesnis de eno ação de in es imen os Jak2 159, em ez de i es a omieji ecu sos Jak1 233 i ecu iamieji ecu sos Jak2 247. Em ez de in e enien es (ap imojan e iskalinė poli ika Jak1 193, o ien iojančios sekos Jak1 185) nos e mos pa ados e mo mais acei á eis não in e eniamieji pa icipan es (ap imojamoji iskalinė poli ika Jak2 203, o ien iojamosios sekos Jak2 194). P ie eiksmį ou links mais ligados dos pa icipan es inco po ados oi subs i uída po NF, de modo que os e mos eguladamen e luc uan es e axas de moeda Jak1 260, indi e amen e ligadas axas de moeda Jak1 261, indi e amen e ligadas axas de moeda Jak1 262 já são o necidos como eguladamen e luc uan es axas de moeda Jak2 280, indi e amen e ligadas axas de moeda Jak2 281. As aisymai de línguas ab angem e ĮF consumo. E. G. 2000 m. guiêlye ĮF nãoymė i e mininai ope ações de me cado abe o Jak1 206, ese a ob iga ó ia Jak1 206, a žan i ( es ikcinė) mone a inė poli ika Jak1 219 já ap esen ados como ope ações de me cado a žančioji ( es ikcinė) mone a inė poli ika Jak2 219. Teks e e minai i gi abe o Jak2 217, ese a ob iga ó ia Jak2 216, usados um pouco consis en emen e. Aqui 2000 m. na pe missão de inidous e mą ealusis BNP aqui mesmo us o a NF: Realaus do p odu o nacional b u o aumen o ao longo de um ce o pe íodo é chamado de c escimen o econômico Jak1 136 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mak oekonomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys 148. Na edição de 2007 nes e caso já é usado ĮF: O aumen o do eal do p odu o nacional b u o ao longo de um ce o pe íodo é chamado de c escimen o econômico Jak2 148. No en an o, mui os dos e mos de inidos, explicados e usados e no 2007 m. Manual de Apas o, di e en e do discu ido JáF consumido com egula idade des acando ou os au o es no p epa ado jáF Manual de Apas o 2005m, JáF não nomei: sis ema econômico abe o e sis ema econômico echado Jak2 157, Jak2 152, Jak2 152, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 232, Jak2 233, Jak2 233, Jak2 233, Jak2 233, Jak2 233, Jak2 233, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 234, Jak2 24 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 Jak2 O que isso mos a ia não só di e en e de p epa ação manualinha do pon o de is a linguís ico ní el, mas ambém o a o de que ele pode mui o de e mina olότερη ĮF na e minologia de consumo e olução. IŠVADOS A ap esen ação e consumo de e mos mac oeconomicos em manuaisêlios pa a escolas supe io es des inados e ela nãoážus des i a imos de exp essão la e al de dėmens ĮF e simul aneamen e indica que o essencialio de sinalamen o de e mo ĮF p incípio, que p e a o codi ikuo oji no ma, nãoinks ama segui . ĮF consis en emen e incls ama ma ca -se apenas aqueles e mos, que dos daik o qualidade ou peculia idade eiškian es pala as de conjunções se dis ingue e iden e di e ença de signi icância e minológica. Em ou os casos al aiškaus e yškaus dis inção não há, e ĮF u ilização s y uo i incen i a an o sua ausência, an o neaiškus pala as conjun os como s a usas e mo. No en an o mais cla os casos do nusis o amen o do s a us indicam que s y a imo en e į a džiuo inės e simplesosios o ma baig is nebū emen e acon ece e mo eiškimas ĮF. Ce os e mos de adquili e NF, e deles não ejam nem mo ologinių, nem leksinių ou sin aksinių peculia idades comuns. Assim, e minijoje azem-se ĮF excepções de consumo ne egulia ios. Dãos conclusões de que ĮF e minijoje nyks a, como ends ama a i ma sob e ĮF consumoim em ge al, não pe mi manualês de mac oeconomia, nos quais ĮF são usados consis en emen e ou pelo menos azem-se egula a esnês exceções. Assim, pos e io des ino ĮF e minijoje pode mui o depende não só de a o es obje i os, mas e de do sujei i o ação ex os de p epa ação do pon o de is a linguís ico ní el. 137Te minologia | 2019 | 26 Čieg Čiegis R. 2012: Mac oeconomia. Vilniaus uni e si e o ado ėlis, Vilnius: ŠALTINIAI Vilniaus uni e si e o leidykla. Da Da ulis G. 2009: Economikos eo ija. Segunda apildy a e pa aisy a laida, Vilnius: Mykolo Rome io uni e sas. D il D ilingas B., Čibu ienė J., Snieška V. 1997: Fundamen os Mac oeconomicos, Kaunas: Tecnologia. Jak1 Jaku is A., Pe aške ičius V., S epano as A., Šečku ė L., Zaice S. 2000: Fundamen os da eo ia Econômica. Vado ėlis al os das escolas de es udan es, Kaunas: Smal ijos publicação. Jak2 Jaku is A., Pe aške ičius V., S epano as A., Šečku ė L., Zaice S. 2007: Teo ia Econômicos. Vado ėlis. Sex a emenda e complemen ado edição, Vilnius: Eug imas. Lukoše ičius V., S anke ičius P. Luk 2002: Teo inė ekonomika 2. Me odinė mokymo p iemonė, Vilnius: Vilniaus uni e si á io pedagógico. Sn1 Snieška V., Baumilienė V., Be na ony ė D., Čibu ienė J., Juozapa ičienė A. e k . 2005: Mac oeconomia. Vado ėlis de especialidades econômicas es udan es, Kaunas: Tecnologia. Sn2 Snieška V., Baumilienė V., Be na ony ė D., Čibu ienė J., Juozapa ičienė A. e k . 2008: Mac oeconomia. Vado ėlis, Kaunas: Tecnologia. LITERATŪRA And iuškai ė R. 2000: J. Balčikonio kalbo y os e minų sanda a i sa i umas. – Te minologija 7, 59–75. DLKG 1997: Daba inės lie u ių kalbos g ama ika. Red. V. Amb azas, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidy- bos ins i u as. Gai enis K. 1995: Kele as minčių apie e minų s anda izaciją. – Te minologija 2, 6–10. Hol oe A., Tamulionienė A. 2006: Apib ėž umo ka ego ija. – Daik a a dinio junginio y imai. Red. A. Hol- oe , R. Mikulskas, Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 11–32. Judžen is A. 2012: Lie u ių kalbos g ama inės ka ego ijos, Vilnius: Vilniaus uni e si e o leidykla. Kaulakienė A. 1973: Į a džiuo inių būd a džių a ojimas sudė iniuose e minuose. – Kalbos kul ū a 25, 27–31. Kaulakienė A. 2002: Kons an ino Šakenio „Fizikos“ ado ėlio e minija. – Te minologija 9, 66–77. Kaulakienė A. 2006: Pi mojo lie u iško aukš osios mokyklos izikos ado ėlio e minija. – Te minologija 13, 76–96. Kazlauskai ė G. 2004: Fone ikos e minų an onimijos b uožai. – Te minologijos is o ijos i daba ies p oble- mos, Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 212–217. Keinys S . 2004: Te minologijos aida, būklė, aidmuo i užda iniai į XXI amžių įžengus. – Lie u ių e mi- nologijos aida, Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u o leidykla, 74–88. KKP 1998: Kancelia inės kalbos pa a imai. Pa engė P. Kniūkš a, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as. KP 2002: Kalbos pa a imai. Kn. 1: G ama inės o mos i jų a ojimas. Suda ė R. Miliūnai ė, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as. LKG 1965: Lie u ių kalbos g ama ika 1. A sak. ed. K. Ul ydas, Vilnius: Min is. Mikulskas R. 2006: Apib ėžiamųjų būd a džių ap ašo pe spek y a. – Daik a a dinio junginio y imai. Red. A. Hol oe , R. Mikulskas, Vilnius: Lie u ių kalbos ins i u as, 33–66. Mi ke ičienė A. 2004: V. Dubo isuo inės li e a ū os ado ėlio e minų a ian ai. – Te minologija 11, 119–144. Mi ke ičienė A. 2006: Li e a ū os mokslo e minų an onimija 1922–1942 m. – Te minologija 13, 134–148. Paulauskienė A. 1983: Lie u ių kalbos mo ologijos apyb aiža, Kaunas: Š iesa. Paulauskienė A. 1994: Lie u ių kalbos mo ologija: paskai os li uanis ams, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidykla. Paulauskienė A. 2004: Lie u ių kalbos kul ū a, Kaunas: Technologija. Paulauskienė A., Ta ydai ė D. 1986: G ama ikos no mos i daba inė a osena, Kaunas: Š iesa. Pi očkinas J. 1990: Adminis acinės kalbos kul ū a, Vilnius: Min is. Pupkis A. 1980: Kalbos kul ū os pag indai, Vilnius: Mokslas. Rosinas A. 1975: A bal ų *i-, *i o- esp. *ī-, iā- kamienai bu o elia y iniai. – Bal is ica 11(2), 163–170. 138 Ramunė Vaskelai ė Į a džiuo inės o mos mak oekonomikos e minijoje: a ojimo dėsningumai i s y a imų p iežas ys Rosinas A. 2009: Bal ų kalbų į a džių seman inė i mo ologinė s uk ū a: sinch onija i diach onija, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų ins i u as. Si idienė S. 2015: Jū ei ys ės e minijos leksiniai a ian ai. – Kalbos p ak ikos p oblemos 14, 45–55. Sp aunienė B. 2008a: Apib ėž umo ka ego ija i jos y imai lie u ių kalbo y oje. – Lie u ių kalba 2. Sp aunienė B. 2008b: Pap as ųjų i į a džiuo inių būd a džių opozicija lie u ių kalboje kaip apib ėž umo sis ema. – Ac a Linguis ica Li huanica 59, 109–139. Sp aunienė B. 2011: Apib ėž umo žymėjimas lie u ių kalboje lyginan su danų i ki omis a ikelinėmis kalbomis. Dak a o dise acija, Vilnius. S anke ičienė S. 2012: Va ian inė i sinoniminė lie u ių i okiečių kalbų elek os a ikos e minų aiška. – Kalbų s udijos / S udies abou languages, 21–27. S unžinas R. 2008: Va ian iniai s a ybos liaudies e minai Lie u ių kalbos žodyne. –Te minologija 15, 111–131. Šukys J. 2003: Kalbos kul ū a isiems, Kaunas: Š iesa. Umb asas A. 2002: Lie u os Respublikoje (1918–1940) eikusio Baudžiamojo s a u o e imų eisės e mini- jos ski ybės. – Te minologija 9, 78–94. Umb asas A. 2003: Teisės e minijos kai a 1918–1940 m. Lie u oje eikusio ci ilinio kodekso e imuose. – Te minologija 10, 56–83. Umb asas A. 2004: Bend ašakniai d ižodžių eisės e minų sinonimai i a ian ai 1918–1940 m. Lie u os kodeksuose. – Te minologija 11, 100–118. Valeckienė A. 1957: Daba inės lie u ių kalbos į a džiuo inių būd a džių a ojimas. – Li e a ū a i kalba 2, 161–328. Valeckienė A. 1986: Apib ėž umo / neapib ėž umo ka ego ija i pi minė į a džiuo inių būd a džių eikš- mė. – Lie u ių kalbo y os klausimai 25, 168–189. Valeckienė A. 1990: Į a džiuo inių būd a džių kilmė. – Bal is ica 26(1), 23–28. Valeckienė A. 1998: Funkcinė lie u ių kalbos g ama ika, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as. Vaskelai ė A. 2016: Į a džiuo inių o mų ne a ojimas e minijoje i jo keliamas iššūkis no mai. – Bend inė kalba 89, 1–58. Zemle ičiū ė P. 2004: Ligų pa adinimai Lie u os ūkininko p iede S eika a (1909–1928). – Te minologija 11, 70–99. Zemle ičiū ė P. 2012: Mo ologiniai ana omijos e minų a ian ai XVI–XVIII a. lie u ių leksikog a ijoje. – Te minologija 19, 105–104. Zemle ičiū ė P. 2014: Pi mojo lie u iško medicinos mokslo žu nalo d ižodžiai i ižodžiai sudė iniai e mi- nai. – Te minologija 21, 160–175. PRONOMINAL FORMS IN THE TERMINOLOGY OF MACROECONOMICS: P onominal Fo ms IN THE TERMINOLOGY OF MACROECONOMICS: P onominal Fo ms IN THE TERMINOLOGY OF MACROECONOMICS: P onominal Fo ms IN THE TERMINOLOGY OF MACROECONOMICS: P onominal Fo ms IN THE TERMINOLOGY OF MACROECONOMICAS: P onominal Fo ms IN MACROECONOMICAL: P onominal Fo ms IN MACROECONOMICALONICAS: P onominal Fo ms em que são u ilizadas nas línguas espanholas, mas ambém nas línguas espanholas USAgE PATTERNS AND REASONS FOR FLUCTUATIONS (Usagem de pad ões e azões pa a luc uações) Summa y The a icle in es iga es he usage o p onominal o ms (he eina e e e ed o as PF) in e minology on he basis o he e minology o mac oeconomics, which is a componen o economic heo y. I is aimed a es ablishing usage pa e ns and easons o luc ua ions by selec ing a wide con ex ma e ial, i.e. mac oeconomics ex books o highe schools. A e es ablishing how PFs end o be used on he in e ex ual le el, he PF usage is in es iga ed on he ex ual le el. A ce ain compliance is de e mined: hose e ms, which ha e a endency o be de ined by using only a p onominal o nonp onominal o m in he subo dina e componen in all ex books, a e acco dingly used wi hin he ex , i.e. he subo dina e componen o he e m is egula ly exp essed by using a p onominal o nonp onominal o m, while hose e ms, which ha e a endency o be de ined in he ex books by using a PF in he seconda y componen in a luc uan manne , a e PF exp essed wi hin he ex by i egula usage. 139Te minologia | 2019 | 26 Quando es udando ais cases o i egula usage, é es abelecido que he bounda y be ween deno ing a speci ic meaning and deno ing a peculia i y is o en insigni ican and unclea ; consequen ly, a nonp onominal o m is selec ed as a uni e sal one, and he unce ain y o his bounda y is hus e lec ed. In hese cases, PFs do no pe o m as ob ious dis inc i e unc ion as hey do in he cases o egula usage. These migh be he ac o s de e mining luc ua ions o he PF usage in he e minology. No en an o, a compa ação de di e en es edições de he ex books p epa ed by he same au ho s allows a conclusion ha egula i y o i egula i y o PFs usage is signi ican ly in luenced by he quali y o ex p epa a ion in linguis ic e ms. Consequen emen e, he u he des iny o PFs usage in he e minology will mos ly depend no only on objec i e ac o s, bu also on he le el o ex book p epa a ion in linguis ic e ms. Recebida 20191014 Ramunė Vaskelai ė Lie u ių kalbos ins i u as P. Vileišio g. 5, LT10308 Vilnius E-mail amune. [email p o ec ed]