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Term Formation – Is There a State of the Art?

Johan Myking

Abstract

The article discusses theoretical problems of term formation with respect to the tradition as well as to recent developments of terminology theory. Terminology theory has been challenged, discussed and revised during the last three decades. It is asked whether the subfield of term formation has experienced the same sort of theoretical challenging as have other subfields of terminology and whether a clear state of the art of term formation can be identified. Existing models of term formation are discussed and the main positions of some modern approaches are outlined and discussed with respect to the consequences these approaches might have for theoretical and practical terminology work.The article argues that any attempt at developing a theory of term formation must take into account primary as well as secondary term formation. Functional aspects of terms are interesting to practitioners and hence, relevant to theory. The article agrees that the question of a specific theory of term formation perhaps still is open, but suggests that a more modest approach to ‘theorising’ term formation in all its aspects should be encouraged.

Full text

Johan Myking | Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e?6 doi.o g/10.35321/ e m27-01 Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e? JOHAN MYKING Uni e si y o Be gen Resumo das conclusões O a igo discu e p oblemas eó icos de o mação de e mos no que diz espei o à adição, bem como aos ecen es desen ol imen os da eo ia da e minologia. heo y has been challenged, discussed and e ised du ing he las h ee decades. Pe gun a-se se o subcampo de o mação de e mos expe imen ou o mesmo ipo de desa io eó ico que ou os subcampos de e minologia e se um es ado cla o da a e da o mação de e mos pode se iden i icado. Discu em-se os modelos exis en es de o mação de e mos e desc e em-se as p incipais posições de algumas abo dagens mode nas e discu em-se as consequências que es as abo dagens podem e pa a o abalho e minológico eó ico e p á ico. O a igo a gumen a que qualque en a i a de desen ol e uma eo ia da o mação de e mos de e le a em con a a o mação de e mos p imá ios e secundá ios. Os aspec os uncionais dos e mos são in e essan es pa a os p o issionais e, po an o, ele an es pa a a eo ia. O a igo conco da que a ques ão de uma eo ia especí ica da o mação de e mos al ez ainda es eja abe a, mas suge e que uma abo dagem mais modes a de ' heoKEYWORDS: o mação de e mos, ising’ e m o ma ion in all i s aspec s should be encou aged. neologia, eo ia da e minologia, planejamen o da linguagem, mo i ação de e mos ANOTACIJA (em inglês) S aipsnyje ap a iamos eo ijos e minų da ybos p oblemos a siž elgian į adiciją i naujausią e minologijos eo ijos aidą. Pe pasku iniuosius is dešim mečius e minologijos eo ia bu o ne ka ą ginčijama, ap a iama i pe žiū ima. S aipsnyje klausiama, a e minų da ybos s i is apo okių pačių eo inių diskusijų objek u, kaip i ki os e minologijos mokslo s i ys, i a galima nus a y i aiškią pažangą e minų da ybos s i yje. Ap a iami esami e minų da ybos modeliai, išdės omi i ap a iami pag indiniai šiuolaikinių eo inių p ieigų p incipai a siž elgian į pasekmes, ku ias šios p ieigos gali u ė i eo iniam i p ak iniam e minologiniam da bui. 7Te minologia | 2020 | 27 S aipsnyje eigiama, kad be koks bandymas suku i e minų da ybos eo iją u i a siž elg i į pi minę i an inę e minų da ybą. P ak ikus domina unkciniai e minų aspek ai, aigi jie y a s a būs i eo ijai. S aipsnyje p i a iama nuomonei, kad galbū konk ečios e minų da ybos eo ijos klausimas y a is da a i as i siūloma ska in i kuklesnį požiū į į e minų da ybos eo iza imą isais jos aspek ais. ESMINIAI ŽODŽIAI: e minų da yba, neologija, e minologijos eo ija, kalbos plana imas, e minų mo y acija 1. INTRODUÇÃO A e minologia es á no núcleo de qualque desen ol imen o linguís ico. A ques ão da sua base eó ica em sido a ada no âmbi o do planeamen o linguís ico, bem como na e minologia. O concei o do " e mo" é cobe o po qualque li o de ex o e manual de e minologia. Em seu li o de ex o bem conhecido, He ibe Pich e Jenni e D askau (Pich , D askau 1985: 35) apon a am pa a a ques ão da o mação de e mos como um dos subcampos impo an es da e minologia que ainda p ecisa a se es udado. Apa en emen e, no en an o, o s a us da o mação de e mos não a aiu o mesmo g au de a enção dos e minólogos de men alidade eó ica du an e as úl imas décadas como a eo ia dos concei os e ou os subcampos p incipais da e minologia. Quando a e minologia mode na começou a lo esce nas décadas de 1970 e 1980, uma sé ie de inspi ações cien í icas, eo ias e me odologias o am azidas pa a a coexis ência pa a o ma um no o campo mul idisciplina de pesquisa cujo obje i o p incipal e a melho a a comunicação especializada a a és de ba ei as linguís icas. Não há dú ida de que os p incípios eó icos es abelecidos po Eugen Wüs e o am uni e salmen e econhecidos como os p incípios básicos da e minologia, ab angendo a eo ia dos concei os, as de inições e a o mação de e mos, ao mesmo empo em que açam uma cla a linha de dema cação en e e minologia e lexicog a ia. Es e campo mul idisciplina é mui as ezes e e ido como a "Teo ia Ge al da Te minologia" ou simplesmen e GTT. No seu conhecido a igo de 1993, Ch is e Lau én e H. Pich (Lau én, Pich 1993) apon ou pa a a coexis ência de di e en es "escolas" den o da e minologia. Na impo an e abo dagem canadense (Quebec) o concei o de neologia e minológica oi in oduzido po Guy Rondeau ([…]néonymie[…], c . Rondeau 1984). A análise o necida po Ch. Lau én e H. Pich (Lau én, Pich 1993: 527) concluí am que, embo a os p incípios do GTT ossem acei os, a e minologia em Quebec coloca a uma maio ên ase na linguís ica. Johan Myking | Fo mação Exis e um es ado da a e? 8 Humbley, duas p incipais This endency can be gene alised: The e ha e been, acco ding o John abo dagens pa a o desen ol imen o e es udos de e minologia: On peu di ise les app oches héo iques en deux g andes endências: une p emiè e qui place la é lexion e minologique dans l'in e discliplina i é, e une seconde qui éclame un anc age exclusi dans la linguis ique [Pode-se ag upa as abo dagens eó icas em duas endências amplas: uma que si ua a e lexão e minológica na in e disciplina idade, e uma segunda que exige uma anco agem exclusi a na linguís ica] (Humbley 2018a: 46 .) A eo ia do concei o es u u alis a oi subs i uída po abo dagens cogni i as e a dema cação Wüs e iana do " e mo" e sus o "concei o" oi ques ionada. Uma g ande linha de discussão em sido a elação da e minologia com a linguís ica - é uma disciplina linguís ica ou não? […] bem como o do […]p esc ip i ismo[…]: em sido a gumen ado que o p incipal p opósi o da e minologia de e se empí ico, não no ma i o, e que o […] iés[…] p esc i i o de e se supe ado. As duas p incipais abo dagens desc i as acima conco dam que os e mos são o p incipal ipo de ep esen ação de concei os. Os e mos são en idades linguís icas e, consequen emen e, qualque abo dagem ao subcampo da o mação de e mos de e lida com aspec os linguís icos de uma o ma ou de ou a. A e minologia é, consequen emen e, de na u eza linguís ica, independen emen e da sua inspi ação p incipal. Es e a o le a ainda mais à ques ão de se o subcampo da o mação de e mos expe imen ou o mesmo ipo de desa io eó ico e se um es ado cla o da a e da o mação de e mos pode se iden i icado após as úl imas duas décadas de discussão eó ica. Es e é o pon o de pa ida des e a igo. 2.O p oblema do es ado da écnica A ques ão do es ado da a e oi mais ecen emen e discu ida po John Humbley em uma g ande monog a ia e um a igo mais cu o (Humbley 2018a, Humbley 2018b). Depois de e e uma as a gama de es udos, bem como modelos de o mação de e mos, ele pe gun a: […] o núme o de e mos c iados aumen a exponencialmen e a cada ano, c iando um p oblema p á ico de inco po a essas no as o mas em epe ó ios e minológicos, em pa icula bancos de e mos. O p oblema ambém pode se colocado a ní el eó ico: como podem se con abilizados odos es es no os e mos? (Humbley 2018b: 437 ., ên ase em Jm) 9Te minologia | 2020 | 27 E ele con inua: Exis em […]...> uma sé ie de ques ões mui o básicas ela i as à neologia especializada […]... que são ine en es a qualque e lexão sob e a na u eza da e minologia: são no os e mos o mados conscien emen e ou não, ou melho , quais ca ego ias de e mos são o madas conscien emen e e quais não; são os mé odos de o mação de e mos ans e í eis de um campo de assun o pa a ou o, ou de uma língua pa a ou a, são e mos o mados de o ma di e en e dos i ens léxicos comuns. Ou seja, é necessá ia uma eo ia especí ica da o mação de e mos com seus p óp ios c i é ios pa icula es, em ez de uma simples o mação de pala as? (Humbley 2018b: 437 ., ên ase Jm) É al ez um a o i ial e indiscu í el que a o mação de e mos di e e en e domínios, línguas e adições e que os e mos são c iados an o conscien emen e quan o espon aneamen e. As desc ições p ecisas de pad ões e di e enças en e domínios de em se desc i as e explicadas po a o es linguís icos e con ex uais. Além disso, pode íamos pe gun a a é que pon o os escla ecimen os eó icos sob e a ques ão da o mação de e mos são ealmen e uma condição necessá ia pa a o bom desempenho do abalho e minológico. A maio ia das línguas elabo adas ecebeu ex ensas desc ições de sua mo ologia e in en á io léxico, bem como di e izes mais ou menos o iciais pa a o que pode se conside ado como no as pala as "boas" ou "bem o madas". Algum ipo de p á ica aplicada é semp e possí el sem mui a eo ização, e es a é uma explicação dada po J. Humbley (Humbley 2018b: 437) da al a de abalho eó ico sob e a o mação de e mos. A is o pode ia esponde -se que qualque campo de p á ica aplicada p ecisa de uma discussão de p incípios sob e os seus p incípios e mé odos e, po an o, de e se objec o de e lexão eó ica. As decla ações acima ci adas do a igo meno de J. Humbley (Humbley 2018b) de em se comple adas e e indo-se ambém à sua g ande pesquisa de neologia e minológica (Humbley 2018a) que o nece uma as a e idência empí ica do ancês, bem como de ou as línguas e a aliando as conquis as de uma a iedade de abo dagens eó icas den o da e minologia. O p esen e a igo de e-se em g ande pa e a es e abalho. 3.DeFInInG […] Fo mação de Te mo[…] O concei o de " o mação de e mos" me ece alguns comen á ios po que ansmi e signi icados ligei amen e di e en es: […] TF1: A o mação de e mos pode se de inida como o p ocesso de p odução de no os léxemos (ou melho , designações) de LSP po meio de mecanismos lexicológicos. E iden emen e, as Johan Myking […] Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e?1 0 nismos; es a de inição co esponde ao concei o de "neologia" al como é no malmen e comp eendido; […] TF2: A o mação de e mos pode ambém se concebida como um subcampo da e minologia, p eocupado an o com o aspec o c ia i o ( o mação de e mos no sen ido es i o) como com os aspec os no ma i os e uncionais que ga an em a e iciência da comunicação especializada (c . Lau én, Myking, Pich 1998: 212). abo dagens […]linguís icas[…] acima desc i as es ão in imamen e ligadas ao TF1, enquan o o TF2 ob iamen e implica uma abo dagem mul idisciplina . Ao pe mi i duas de inições di e en es, aumen amos a di iculdade de encon a c i é ios de análise coe en es. O concei o de " o mação de e mos" no sen ido do TF2 já não é idên ico ao da "neologia", enquan o o TF1 é a possibilidade de um cisely a de ini ion o neology in he sense o lexical g ow h wi hin special domains. The ad an age o dealing wi h wo de ini ions lies, howe e , in discu so ab angen e e signi ica i o sob e a o mação de e mos na sua o alidade, incluindo aspec os desc i i os e no ma i os, o mação de e mos p imá ios e secundá ios, c iação delibe ada de e mos, e c. 4.A En idade do Te mo em Te minologia S Lexicog a ia Um p oblema pa icula causado pela de inição de TF1 acima é o s a us da abo dagem biná ia do signo linguís ico como encon amos nos esc i os de Fe dinand de Saussu e, bem como na abo dagem Wüs e iana. O concei o de " e mo" é a ado de o ma ligei amen e di e en e na lexicog a ia e na abo dagem Wüs e iana da e minologia: na lexicog a ia, a associação de exp essão e con eúdo é is a como a bi á ia, mas solidá ia, e a lexicog a ia lida, consequen emen e, com lexemas. Em e mos ge ais, a lexicog a ia é semasiológica, enquan o a e minologia é onomasiológica. O objec i o da lexicog a ia é a desc ição da linguagem e, consequen emen e, qualque análise pa e do ní el de exp essão, as "pala as" al como apa ecem na linguagem alada ou esc i a. A e minologia, po ou o lado, p eocupa-se com a elação en e os ês p incipais elemen os obje o, concei o e ep esen ação, al como exp esso pela ISO 704: Es a no ma in e nacional desc e e as ligações en e obje os, concei os e suas ep esen ações e minológicas. (ISO 704 2002: i ên ase Jm) 1Te minologia | 2020 | 27 Os obje os são ca ego izados em classes co esponden es a unidades de conhecimen o chamadas concei os, aos quais são a ibuídas ep esen ações linguís icas. A ap oximação à a bi a iedade saussu iana ypical Wüs e ian app oach mo e adical han in lexicog aphy, because e ms and concep s a e assumed o ha e some so o exis ence indepen- do signo linguís ico es á no en alhe um do ou o, c . po exemplo. : Die Wiene Schule i ü eine kla e T ennung zwischen beg i und benennung ein; ela ala do "Reich de beg i e" e do "Reich de benen e m"; ala do " eino nungen”. [The ienna school ad oca es a clea di ision be ween concep and dos concei os" e do " eino dos e mos". (Lau én, Pich , 1993: 530). Es a posição em sido mui o discu ida nas ilei as da e minologia; não é isen a de nuances e oi o emen e e u ada po ecen es abo dagens cogni i is as e sociolinguís icas ( e secção 6, abaixo). Pa a e ei os des a discussão, a de inição de TF1 oi ei a su icien emen e "lexicog á ica" pa a inclui a lexicog a ia, bem como di e en es abo dagens da e minologia. O elemen o de " e mo" pode se is o como um simples ó ulo den o de um sinal biná io, ou como um léxico ans e ido da linguagem ge al pa a se i como designação de um concei o cien í ico. Em ambos os casos, as ep esen ações de concei os são elemen os linguís icos o mados pelo epe ó io de mecanismos, que o esul ado seja p o ided by he na u al language. Hence: We speak o e m o ma ion lexemas ou me as e ique as linguís icas. Além disso, os e mos (designações) são conside ados na e minologia como as ep esen ações e bais de concei os cien í icos, em con as e com ou os ipos de designações, como nomes p óp ios ou símbolos; Eles são ei os de pala as, e as o mações de e mos podem se di ididas em duas, de aco do com o núme o de aízes lexicais: Um e mo é uma designação compos a po uma ou mais pala as que ep esen am um concei o ge al em uma língua especial em um campo de assun o especí ico. Um e mo simples con ém apenas uma aiz, enquan o um e mo con endo duas ou mais aízes é chamado de e mo complexo (ISO 704 2002: 34) A noção de complexidade ambém c ia á ios p oblemas: • Me a o as de aiz única: são ealmen e "simples"? A elação en e o sen ido li e al e o sen ido ans e ido pode se analisada como uma espécie de complexidade; • Te mos complexos, especialmen e compos os e sus ases: ais di e enças são a bi á ias ou dependen es da ipologia, onde açamos a linha de dema cação en e pala as e sus aseologia? Johan Myking | Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e?1 2 Tais p oblemas de em se a ados não só na e minologia baseada em co pus, mas ambém como pa e de uma eo ia coe en e de o mação de e mos. de ido à sua na u eza linguís ica, os e mos ambém chamam a a enção da lexicog a ia, da lexicologia e da eo ia da o mação de pala as, além da e minologia. Na e minologia, bem como na lexicog a ia, as en idades em ques ão pe encem a um campo (domínio) especial, e ambas as disciplinas se in e essam pelos p ocedimen os pelos quais as ep esen ações de unidades são o madas. Independen emen e da abo dagem p incipal, o es udo de e mos cons i ui uma á ea de in e esse compa ilhada en e e minologia e lexicologia. Pa a esumi es a discussão, pode se apon ado que a e minologia baseada em co pus em po mui o empo conside ado a elação de e mos e sus pala as como uma ques ão de g adiência, exp essa po ca ego ias como " e midade" ou " e midade", mas emos que deixa es a discussão aqui. 5.Ap oximações à o mação de e mos O núme o de abalhos ab angen es sob e a o mação de e mos nas p incipais línguas eu opeias é conside á el. desc e e o in en á io e os p incípios da o mação de e mos oi impo an e pa a E. Wüs e em suas p incipais ob as (Wüs e 1966, 1985). D ozd e Seibicke (1973) desc e e am p incípios de o mação de e mos com ên ase no alemão. O seu abalho comp eendia aspec os eó icos e no ma i os, en a izando ambém os aspec os eó icos. O e mo o mação do inglês oi desc i o em Sage & al. (1980) e mais a de po Sage (1990). O p imei o modelo eó ico de neologia e minológica oi in oduzido po G. Rondeau (Rondeau 1984) e mais a de, Ros isla Kocou ek o neceu uma g ande con ibuição em sua desc ição da língua especial ancesa (Kocou ek 1991). No que diz espei o aos undamen os eó icos, em e mos ge ais, D ozd e Seibicke, bem como R. Kocou ek, abalha am den o da abo dagem es u u alis a de P aga, lidando com g andes ópicos eó icos, como a mo i ação. Nas ob as de Sage há uma inspi ação p agmá ica e ambém uma in odução de impo an es dico omias eó icas, como a o mação de e mos p imá io e sus secundá io. O mais ecen e en e os abalhos ab angen es sob e a o mação de e mos é. T abalho de Humbley sob e neologia e minológica ancesa (Humbley 2018a). Es e abalho é no á el em sua pesquisa analí ica dos esul ados, bem como nas discussões eó icas den o da e minologia du an e as úl imas décadas. Ao e em con a no os domínios de e minologia, bem como descobe as, a ualizou om Non-Eu opean languages his book mus be conside ed he mos o abalho sob e a o mação de e mos e o neceu o pon o de pa ida pa a g ande pa e da discussão que se segue. 1 Te minologia | 2020 | 27 com base nos abalhos mencionados, den o do amplo campo de LSP como pode ia se desc i o a é a i ada do milênio, á ios modelos e ipos de modelos de o mação de e mos o am p opos os, com base em á ias adições da linguís ica. Em e mos ge ais, é possí el delinea a seguin e ipologia de modelos de o mação de e mos: a) modelos de neologia: o mação de e mos p imá ios e sus secundá ios (Rondeau) 1984, Sage 1990); e b) Modelos inc emen ais: os e mos são ei os po o mação léxica (es u u al) aplicada a ins especiais (ob as clássicas como D ozd & Seibicke 1973, Sage 1990, Kocou ek 1991; Kageu a 2002, c . Humbley 2018a, Humbley 2018b); c) modelos in eg a i os baseados na mo i ação (Kocou ek 1991; inc emen al + emp és imo + semân ico + não mo i ação); d) Modelos uncionalis as (baseados no discu so): os e mos são ei os no discu so po me á o a g ama ical (linguís ica uncional sis êmica de Halliday, c . Humbley 2018a, Humbley 2018b); e) Modelos cogni i os, ou seja, me á o a: a o mação de e mos não é apenas uma nomeação, mas um a o de comp eensão (Temme man 2000). De aco do com as duas p incipais abo dagens da e minologia, os g upos a[…]c são bem conhecidos den o da abo dagem mul idisciplina (GTT, Wüs e ), enquan o d e e es ão cla amen e associados às eo ias linguís icas mode nas […] a adição uncional sis êmica ou Halliday só oi ecen emen e in oduzida na e minologia pelos abalhos ci ados de J. Humbley (Humbley 2018a, Humbley 2018b). O ag upamen o de K. Kageu a (Kageu a 2002) jun o com ob as "clássicas" eque uma concepção ampla da ca ego ia de "inc emen al", como se á explicado abaixo. As cinco ca ego ias ep esen am endências ge ais, embo a as on ei as não sejam semp e cla as. A inspi ação de G. Rondeau de inco po a emp és imo e ans e ência semân ica pa ece e sido ge almen e acei a, embo a mais equen emen e exp essa pela dico omia de J. C. Sage (em inglês) de o mação de e mos "p imá io" e sus "secundá io". Es e úl imo oco e quando um e mo pa a um de e minado concei o é subs i uído po e isão den o da mesma língua ou po ans e ência pa a ou a língua, enquan o a o mação de e mos p imá ios oco e quando um de e minado concei o é nomeado pela p imei a ez (o iginalmen e Sage 1990; e e ido po Humbley, po exemplo, 2018 a: 91 ., Humbley 2018b: 442 .). Os aspec os inc emen ais são in eg ados em qualque análise da o mação de e mos, mesmo em p ocedimen os semân icos e ans e ência po emp és imo. Análise do Johan Myking | Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e?1 4 A es u u a mo o-semân ica dos e mos é essencial pa a explo a o po encial de o mação de e mos de uma de e minada língua. Des a o ma, a desc ição ajuda a o nece uma espos a à pe gun a de "como" ope a a o mação de e mos, embo a seja necessá io mais pa a esponde à pe gun a negligenciada de "po que o mas pa icula es são escolhidas em ez de ou as". A pe gun a "como" ecebe uma espos a, mas não a pe gun a "po que" Humbley 2018b: 442). No en an o, as p op iedades inc emen ais nem semp e cons i uem a p incipal azão de se de um de e minado e mo. Pa a chega a uma espos a à pe gun a de "po que" um de e minado p ocedimen o oi aplicado, é u í e o conside a as di e en es mo i ações subjacen es a um e mo: qual mo i ação em em p imei o luga , qual é subo dinada, e c. Uma me á o a, bem como um e mo emp es ado, pode e uma es u u a mo ológica, embo a essa es u u a possa não se a ca ac e ís ica salien e do e mo. Tais insigh s são pa e in eg an e dos es udos clássicos de o mação de e mos (D ozd e Seibicke, Kocou ek), mas p ecisam se man idos em men e, não menos impo an e, nas a i idades no ma i as de o mação de e mos secundá ios, bem como ao abalha nas no as abo dagens. Como já oi a gumen ado, a dis inção en e o mação de e mos p imá ios e secundá ios pa ece e adqui ido acei ação ge al como o modelo ele an e de con abilização de no os e mos ( e ambém ISO 704 2002: […]neo e ms[…]) no mais al o ní el de gene alização, mas não há aco do e minológico sob e o que de e se en a izado como base pa a a cons ução de uma eo ia […] o mação de e mos p imá ios ou secundá ios ou ambos. A p io idade é em pa e decidida pela p óp ia posição eó ica do pesquisado . Além disso, é uma ques ão impo an e a é que pon o e em que sen ido a dis inção en e p imá io e secundá io depende e con e ge com a dico omia en e desc i i o e p esc i i o. Que a o mação de e mos secundá ios oco e em comi ês de pad onização (den o ou en e línguas) e em a i idades de planejamen o de linguagem e minológica é um a o i ial, po an o, conclui-se que a o mação de e mos secundá ios é em g ande pa e delibe ada e conscien e e se conec a a a i idades p esc i i as. A ques ão da c iação conscien e de e mos den o da o mação de e mos p imá ios é ligei amen e mais complexa e não se á discu ida em de alhes (c . Humbley , po a o . 2018: 96a. (a) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. pa a discussão). Exis em mui os conjun os de p incípios p esc i i os e mui as ezes con adi ó ios pa a a c iação delibe ada de e mos no âmbi o do planeamen o linguís ico, da pad onização e da e minologia (p incipalmen e, mas não apenas, secundá ia). As discussões po meno izadas sob e es es conjun os de em se deixadas de lado aqui. As pe gun as básicas a se em 2Te minologia | 2020 | 27 como um meio de ansmi i con eúdo concei ual po meio da manipulação de elemen os de exp essão. Es as duas dimensões não são incompa í eis (c . Lau én, myking, Pich , Sigu ðu 2008: 186 .). en a izando a mo i ação, há um g ande g au de con inuidade com o abalho an e io , c . po exemplo, A ipologia de mo i ações de R. Kocou ek, acima. In sho : I does no seem p oduc i e o exclude ques ions o p esc ip- ion and s anda disa ion om he heo e ical s udy o e m o ma ion i espondidas na c iação de e mos podem, de a o, se eduzidas a ês: o obje i o des e es udo é o nece uma espos a à pe gun a "po que" (Humbley 2018b, acima). As o mas de e mos não se escolhem a si mesmas, e as escolhas de e mos es ão em g ande pa e ligadas aos usuá ios (c iado es e ecep o es de e mos) que abalham em con igu ações p esc i i as. O mesmo se aplica à mo i ação, que não é apenas uma p op iedade de e mo in e no (sinal in e no): as o mas de mo i ação ambém de em se a aliadas em elação aos u ilizado es e às necessidades. As ques ões eó icas acima discu idas susci a am algum in e esse nos anos seguin es a 2000, nomeadamen e no colóquio do IITF de 2001, "Te minologia na enc uzilhada" (TSR 2002) e num li o esc i o po Ch. Lau én, H. Pich , Johan myking e Jónsson (Lau én, myking, Pich , Jónsson 2008), in oduzindo a abo dagem "sem limi es ixos". Duas das eses des a úl ima publicação são as seguin es (Lau én, myking, Pich , Jónsson 2008: 45 ., 68 .): - Não exis em limi es ixos en e a comunicação especializada e ou as o mas de comunicação. - Não exis em, po an o, on ei as ixas en e os e mos e o ocabulá io e a aseologia em ge al. E, além disso, alegando que a ges ão da língua é uma a i idade legí ima: - Tan o a u ilização da língua como o sis ema linguís ico es ão sujei os a ges ão (op. ci ., 140 e seguin es). A es as eses podemos ac escen a uma qua a: - Não exis em limi es ixos en e as implicações desc i i as e p esc i i as de um mesmo p incípio. As medidas p esc i i as e le em, a é ce o pon o, ac os empí icos e s. O p incípio da mo i ação é um exemplo no á el: u ilizado como p incípio básico da o mação de e mos, c . R. Kocou ek 1991 (acima), des ina-se a se um p incípio desc i i o e explica i o. No en an o, não mapeia os Johan Myking | Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e?2 2 p incípio p esc i i o de mo i ação no sen ido de […] anspa ência[…], em alemão: […]Du chsich igkei […]. É p o a elmen e co e o que a mo i ação mo oseman ica é a manei a mais equen e e mais salien e de o ma en e ms, bu e ms mo i a ed o he wise also dese e o be assigned impo ance wi hin e minology, c . he example qua k, abo e. anspa ência.Um exemplo no á el des e "espelho" é o "p incípio analógico" na o mação de e mos secundá ios, al como o mulado po K. Valeon is e E. Man za i: De aco do com a eg a analógica, "quando se o ma um e mo em uma o de o name a new concep ha has been p ima ily named in he sou ce língua de des ino na linguagem, a p imei a escolha do nomeado de e se aplica um mecanismo de o mação de e mos análogo ao mecanismo de o mação de e mos usado pa a o e mo da língua de o igem". ( aleon is, man za i 2006) Cu iosamen e, a ISO 704 ambém indica um p incípio de "con a-analogia": mesmo que o emp és imo de ou as línguas seja uma o ma acei a de o mação de e mos, as exp essões da língua na i a de em ecebe p e e ência sob e os emp és imos di e os. (ISO 704 2002: 41) A Comissão conclui que a Comissão não cump iu as ob igações que lhe incumbem po o ça do a igo 107.o, n.o 1, do TFUE. Os objec i os p esc i i os con li an es não são no idade na ges ão da linguagem. Mais impo an e é, no en an o, o ac o de o p incípio analógico e uma con apa ida desc i i a na o mação espon ânea de aduções de emp és imos ou de ou os ipos de e mos mo i ados de o ma análoga. A The o ma ion, dominance o ailu e o e ms can p obably o a la ge ex ensão pode se explicada po mecanismos cogni i os, ambém nos casos em que nem uma me á o a nem um e mo complexo p e alecem. A con abilização de ais mecanismos é ce amen e uma a e a legí ima pa a a o mação de e mos na concepção TF2 de o mação de e mos. Um exemplo pa icula de o mação de e mos secundá ios pode ia ilus a es e pon o. Há mui as e idências de li os didá icos e anedó icos de que a o mação de e mos secundá ios em línguas como o alemão, o escandina o ou o islandês esul a em e mos de al o mo ologicamen e anspa en es e, como al, "no malizados" e não análogos. No caso no ueguês da e minologia do pe óleo, ais p incípios o am elabo ados. g ande pa e da discussão sob e a qualidade da linguagem e a o mação de e mos "bons" cen ou-se em o no de alguns duplos e iplos de pala as (Ande sen, myking 2018: 542): kelly d i ø d i e + pipe kelly a hole d i ø shylse d i e + pipe + case o ehull mousehole ø koplingshylse pipe + coupling + case musehull 2Te minologia | 2020 | 27 A coluna da di ei a ilus a uma adap ação no ueguesa mínima o mal ou semân ica (mo i ações mis as), ou seja, sub ipos de mo i ação in e linguís ica, enquan o a coluna do meio con ém e mos "o iciales", ou seja, e mos que es ão em ha monia com os c i é ios de qualidade baseados na anspa ência mo ológica na o ma de compos os. Ou as e idências podem se encon adas em ou as línguas, como os equi alen es islandeses pa a o biog a dinama quês […]cinema[…]: biog a k ikmyndahús ([…] as + pic u e + house[…]) bíó Com base nes es exemplos, podem se o mulados os seguin es esul ados p o á eis da o mação de e mos secundá ios, que ambém o am, a é ce o pon o, alidados pela análise de co po a maio es (c . myking 2008: 13 .): […] no malização: os e mos adap am-se aos pad ões ge ais equen es e não ma cados da língua-al o; […] Desme apho ização (como consequência da no malização): pelo menos com o inglês como língua- on e e língua de o mação de e mos p imá ios e sus algum ipo de língua-al o sin é ica e língua de o mação de e mos secundá ios. Os e mos-al o são en ão ag upados em dois g upos, cujas ca ac e ís icas são as seguin es: G upo 1: me a ó ico, analógico, desc i i o (kelly, musehull, o ehull; bíó) G upo 2: mo ológico, na i o, p esc i i o (d i ø , -shylse, ø koplingshylse; k ikmyndahús) Se a e minologia-al o é, de ac o, ealmen e ca ac e izada po um maio g au de mo i ação mo ológica seguido de comp imen o excessi o - uma hipó ese popula , mas ainda não o almen e co obo ada - is o pode se explicado po um desequilíb io cogni i o de ido a uma si uação de comunicação assimé ica. En ão pode íamos es abelece Comunicação simé ica (emisso - ecep o ) > p incípio da analogia > e mos cu os/opacos Comunicação assimé ica (emisso - ecep o ) > p incípio na i o > e mos longos/ anspa en es Des a o ma, chegamos a explica as p op iedades uncionais dos e mos po a o es p agmá icos. Es e ipo de isão es a a p esen e no abalho de Val e Tauli (Tauli 1968). En e os p incípios de . Tauli, os dois seguin es são pa icula men e ele an es: E2 A exp essão de e se a mais cu a possí el; E3 The mo e equen he exp ession he sho e i mus be. Johan Myking | Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e?2 4 Es e é o mesmo ipo de insigh que oi exp esso pela lei de Zip em 1935 e é hoje bem in eg ado na eo ia p agmá ica (o "p incípio coope a i o" de G ice (G ice 1991) , bem como na linguís ica baseada no uso (c . Tomasello 2003, pa a mais elabo ação, myking 2008: 248). Embo a a abo dagem eó ica de . Tauli pa a o planejamen o linguís ico enha sido logo esquecida, ela ansmi e insigh s apoiados po eo ias mode nas que não de em se negligenciadas. Embo a o esul ado da ges ão linguís ica nunca possa se ga an ido, a ges ão linguís ica con inua a se uma a i idade legí ima (Lau én, myking, Pich , Jónsson 2008: 139 ., 197). Aplicado a um "domínio comple o" (c . Kageu a 2002), pode íamos espe a demons a pad ões de o mação de e mos secundá ios explicados pela p agmá ica, ou seja, as suposições ou o conhecimen o de undo do(s) g upo(s) de u ilizado es. De e-se dize , no en an o, que, quando aplicado ao "domínio comple o" da e minologia do pe óleo, a c í ica de K. Kageu a em elação a exemplos anedó icos de li os didá icos pa ece azoá el. As endências acima desc i as o am subs anciadas a é ce o pon o (c . myking 2008), embo a seja necessá ia uma maio in es igação. É ce o que odos es es p incípios, incluindo a ISO 704, pode iam, na u almen e, se ejei ados como pu o senso comum ou ein e p e ações do pu ismo linguís ico. Sendo uma disciplina baseada na linguís ica, a e minologia ambém em que lida com elemen os da "linguís ica popula ", al ez nomeadamen e na o mação (delibe ada) de e mos secundá ios, lidando com as p op iedades "boas" e "más" dos e mos. Tais supos as p op iedades de e mos são mui as ezes explicadas po a i udes pu amen e idiosinc ásicas. No en an o, embo a não de em se in e p e ados como uma lis a ex ensa, os elemen os eó icos ap esen ados acima ep esen am insigh s sob e o c escimen o e minológico; Po conseguin e, ep esen am uma eo ia sob e a o mação de e mos que é ele an e, mas não idên ica, às medidas de no malização e de planeamen o linguís ico. Es es ipos de elemen os me ecem um luga no discu so cien í ico sob e a o mação de e mos p ecisamen e po que são ele an es an o pa a os eó icos como pa a os p o issionais. 8.Te minologia: "linguís ica" ou "a i ismo"? Ao eo iza a e minologia, é impo an e e em con a a sua na u eza mul i ace ada. Um ipo de eo ia, hipó ese ou ques ão de pesquisa não con adiz necessa iamen e ou os ipos. De aco do com a abo dagem "sem on ei as ixas", a e minologia de e se conside ada como linguís ica, al- 2Te minologija | 2020 | 27 embo a em um sen ido "libe al", a e minologia seja uma a i idade cien í ica que lida com a linguagem (Lau én, myking, Pich 1998: 353). Se J. Humbley (Humbley 2018b: 437) es á ce o ao a i ma que a o mação de e mos oi deixada de lado como uma ques ão de deba e eó ico po al a de alo de aplicação p á ica, en ão su ge a ques ão de como ( e) incluí-la no desen ol imen o eó ico da e minologia. A o mação de e mos p imá ios e sus secundá ios a a essa a dis inção de o mação de e mos espon ânea e sus delibe ada. Enquan o algumas no as abo dagens insis em em que a o mação de e mos p imá ios de e se dada p io idade e es udada em uma base linguís ica desc i i a, a posição exp essa nes e a igo ainda é que a o mação de e mos secundá ios "delibe ada" é pa e in eg an e de qualque desen ol imen o e minológico den o de uma de e minada sociedade e, po an o, não pode se excluída de uma eo ia da o mação de e mos, apesa das di iculdades de desen ol e uma eo ia consis en e. A cons ução de eo ias e a o mulação de hipó eses do ipo desc i o na secção 7 são di e amen e ele an es pa a o p o issional e minológico, po que, en e ou as coisas, ais ac i idades pe mi em a alia os seus esul ados p á icos e podem e i a conclusões alsas sob e de iciências indi iduais. Pode-se, no amen e, lemb a V. Tauli, cujos p incípios são um quad o de e e ência ú il e baseado em eo ias pa a o planeamen o linguís ico, embo a não pe mi am p e isões es i as. Is o signi ica de ende a inclusão de abo dagens p esc i i as e desc i i as no âmbi o da e minologia. Um discu so eó ico de o mação de e mos e á de sa is aze um amplo conjun o de p é- equisi os: […] Reconhece que a o mação de e mos eó icos de e inclui a o mação de e mos p imá ios e secundá ios, como já oi a i mado; nenhum deles é menos impo an e; Se capaz de explica pad ões, di e enças e semelhanças en e línguas; Conside a os p oblemas de a iação e diac onia; […] Reconhece que as análises cogni i as (po exemplo, a análise de pad ões me a ó icos, c . Temme man 2000) são iá eis e ambém se aplicam à o mação de e mos secundá ios e, in e samen e, que […] a dinâmica de e mos baseada na complexidade mo ológica p o ou se iá el na o mação de e mos secundá ios (c . Kageu a 2002) mas ambém pode se es endida ao p imá io; Johan Myking | Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da a e?2 6 […] Reconhece que não exis em on ei as ixas en e explicações cogni i as e p agmá icas de pad ões de o mação de e mos e, po an o, que a p agmá ica é ele an e pa a a eo ia da e minologia; […] E, po an o, econhece que não exis em limi es ixos en e os e mos eó icos como al e os e mos eó icos den o de algum ipo de cená io no ma i o. Em espos a à pe gun a de J. Humbley ci ada na in odução des e a igo, "É necessá ia uma eo ia especí ica da o mação de e mos com seus p óp ios c i é ios pa icula es, em ez de uma simples o mação de pala as?" há á ias espos as posi i as. Em espos a ao TF1, uma eo ia da o mação de e mos e á que le a em o heo e ical ques ions ha a e no always accoun ed o wi hin heo ies o “wo d o ma ion” in a s ic sense, such as e.g. ph asal e ms in con as con a os compos os. É, além disso, uma ques ão de de inição e delimi ação se os emp és imos e a me á o a se ão incluídos ou não. Es es são odos enômenos que são acilmen e explicados pela eo ia linguís ica, en ão a esse espei o a ques ão é i ial. Se " o mação de pala as" o de inida como " o mação de designações", odos esses enômenos o nam-se ele an es, como é sinalizado pela mudança de e minologia de "pala a" pa a "designação". A o mação de e mos não pode se es i a a p ocedimen os inc emen ais e discu si os. Da pe spec i a do T2, a espos a ambém é a i ma i a, embo a não seja e iden e que o esul ado seja uma eo ia coe en e. Nes e a igo, oi a gumen ado que a ques ão das p op iedades uncionais dos e mos é não- i ial e impo an e, especialmen e no âmbi o da o mação de e mos secundá ios, que, po sua ez, é o núcleo de odos os ipos de a i idades de e minologia no ma i a. 9. Conclusões O í ulo des e a igo em duas inspi ações: um in e esse du adou o em p oblemas de o mação de e mos no con ex o do planejamen o da linguagem e da eo ia da e minologia, e uma en ada especí ica da lei u a dos abalhos ecen es de J. Humbley (Humbley 2018a, Humbley 2018b), como indicado na in odução na seção 1, acima. Os p incipais a gumen os basea am-se num conjun o de c enças i mes: 1) a maio ia dos e minólogos com o mação linguís ica ap ecia os es o ços eó icos e p e e e e como bases eó icas sólidas pa a 2Te minologia | 2020 | 27 o seu desempenho possí el. A a aliação do abalho p á ico po meio de pad ões, hipó eses ou eo ias sob e como as coisas su gem é ú il e necessá ia. 2) no e minology ac i i y can a oid he emphasis on seconda y e m o ma ion, a leas no ou side o he English-speaking communi ies. Is o é simplesmen e o que cons i ui a p óp ia azão de se do abalho a ual. A eo ização sob e a o mação de e mos secundá ios de e, po an o, se conside ada uma a e a legí ima em e mos iguais aos p imá ios. e m o ma ion. 3) A ní el ge al, de e e -se em con a que algum ipo de quad o de e e ência comum é, de ac o, uma condição pa a consolida uma "comunidade de discu so" e minológica pa a além das on ei as linguís icas, cul u ais, o ganizacionais e cien í icas. Se a e minologia como disciplina é in e nacional, é necessá io um discu so comum pa a ga an i a sua coesão. Em ez de aça uma linha de dema cação en e a aplicação e a e minologia cien í ica, de e se le an ada a ques ão de como desen ol e uma eo ia que possa se ú il pa a a aplicação, bem como o nece no os insigh s pa a a ciência. Tais en a i as de in eg ação êm, de ac o, sido uma ca ac e ís ica da e minologia du an e décadas e de em ambém se omadas em con a no subcampo da e m o ma ion. Na secção 6, a gumen ou-se que as no as abo dagens da e minologia e am "p og amas de in es igação" que a e am odos os aspec os da e minologia, incluindo ambém a o mação de e mos. Pa ece jus o conclui que es a discussão em mui o pouca ele ância eal e não a ai mui o in e esse. O p óp io deba e não deixou pegadas p o undas, mas a e minologia pa ece e se mudado pa a uma espécie de "ciência no mal" kuhniana, como exp esso po uma publicação ecen e: Enquan o a adição Wüs e iana inha sido es i amen e onomasiológica, a abo dagem al e na i a e a semasiológica e, po an o, mais pa ecida com a lexicog a ia adicional a es e espei o. Como e idenciado nos p ocedimen os da maio ia dos p ocedimen os LSP após a mudança do milênio, a e minologia semasiológica depende cada ez mais de co po a ele ônicos, usando es a ís icas e equência de okens. (Simonnæs, Ande sen, Schube ) Não é possí el. 2019: 10) Se é e dade que es e es ado no mal de coisas comp eende es udos empí icos e baseados em co pus e uma ên ase semasiológica aumen ada, ambém Johan Myking | Fo mação de e mos […] Exis e um es ado da écnica?2 8 Pa ece jus o conclui que o su gimen o das abo dagens al e na i as discu idas na secção 6 de e e sido uma das o ças mo izes po ás des a mudança. Em pesquisas u u as, exis e a possibilidade de es a "mudança" se is a como uma expansão do âmbi o da e minologia em ez de a subs i uição de uma abo dagem po ou a. O uso de co po a não o na o desen ol imen o de e minologia (p esc ip i o) edundan e, mas simplesmen e o e ece uma expansão do ki de e amen as da e minologia. A e minologia ealizada como pesquisa linguís ica empí ica ajuda a aumen a a conscien ização da e minologia e não o na, como al, as medidas onomasiológicas edundan es. Ainda é mui o cedo pa a a alia se a e minologia a ançou ou não pa a um es ado de abo dagens e mé odos coexis en es em ez de um pa adigma dominan e. Onde isso deixa a ques ão da o mação de e mos […] há um es ado da a e ou não? A espos a de J. Humbley à sua p óp ia pe gun a, como ci ado na seção 1, diz: "a ques ão de uma eo ia especí ica pa a a o mação de e mos em ez da o mação de pala as pe manece abe a" (Humbley 2018b: 448). Em ez de o e ece uma abo dagem supos amen e no a à o mação de e mos, J. Humbley ez ele mesmo uma g ande con ibuição a aliando odas as me odologias e modelos exis en es baseados em pesquisas empí icas sob e a neologia e minológica ancesa, de modo que, em um aspec o, os dois abalhos de J. Humbley 2018 a e b de a o cons i uem o a ual es ado da a e. Sua solução, de que a ques ão ainda es á abe a, o na-se ainda mais e iden e se a " o mação de e mos" o en endida como um subcampo TF2 e não es i a à neologia no sen ido de TF1. O p esen e a igo não con ibui pa a uma solução des e p oblema, e as conclusões podem pa ece insa is a ó ias. O assun o é mui o amplo pa a se cobe o po um único a igo. Ainda assim, de e-se a i ma que o desen ol imen o da eo ia ajuda a p omo e uma comunidade de discu so comum, que a eo ia é ú il aos p a ican es e, consequen emen e, que qualque espos a de e e em con a que a e minologia consis e em dois aspec os p incipais: é um campo de pesquisa e, no en an o, nunca escapa à unção da p á ica. As con ibuições de di e en es ângulos e abo dagens cons i uem uma combinação ú il; nenhuma eo ia única dá odas as espos as; Nem odas as abo dagens são incompa í eis. Tal ez a modes a ambição de " eo iza " em ez de "cons ui eo ias" pudesse o nece um e eno comum signi ica i o pa a qualque um in e essado em e m o ma ion. 2Te minologia | 2020 | 27 REFERENCES Ande sen Øi in, myking Johan 2018: Te minology wo k o speci ic p oblem a eas and issues: he case o oil e minology, In Humbley John e al., 535–547. 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San auka S aipsnyje klausiama, a pe pas a uosius me us e minų da ybos s i yje į yko okie pa ys eo iniai pokyčiai, kaip i ki ose e minologijos mokslo s i yse, i a galima nu- s a y i aiškią pažangą e minų da yboje. S aipsnio išei ies aškas y a du s a būs klausi- mai, ku iuos užda ė John Humbley (Humbley 2018a, b): „P oblemą galima iškel i i eo iniame lygmenyje: kaip bū ų galima paaiškin i isus šiuos naujus e minus?“. Jis oliau klausia: „A eikia konk ečios e minų da ybos eo ijos su konk ečiais k i e ijais a už ek ų i ienos, ku i bū ų iesiog žodžių da ybos eo ija?“ S aipsnyje apib ėžiamos d i „ e minų da ybos“ koncepcijos: pi ma, naujų pa a dinimų (angl. designa ions) kū imo p ocesas naudojan leksikologinius mechanizmus (TF1); an a, e minologijos mokslo s i is, dėmesį k eipian i į kū ybinį aspek ą i į no minius i unkcinius e minų aspek us (TF2). Ap a iami esami e minų da ybos modeliai (TF1), ypa ingą dėmesį k eipian į R. Kocou ek’o (1991) mo y acinę ipolo- giją i ski ingas mo y acijos są okos implikacijas. Apib ėžiamos i ap a iamos kai ku ios pas a ojo me o eo inės p ieigos, susijusios su e minų da yba. K. Kageu a (2002) i R. Temme man (2000) nusipelno ypa ingo dėmesio i y a laikomi s a biomis „ y imo p og amomis“, pab ėžiančiomis pi minės e minų da ybos y imų s a bą i pasisakančiomis už e minologiją kaip desk ip y inę, empi inę i ling is inę discipliną. S aipsnyje paneigiamas šiuose da buose iš eikš as požiū is, kad p esk ip y inių aspek ų eo iniuose s a s ymuose apie e minologiją ne- u ė ų lik i. Požiū is „Jokių g iež ų ibų“ (Lau én e al. 2008) pab ėžia, kad a p e minų i bend inių žodžių nė a jokių aiškių ibų, aigi nė a i g iež ų ibų a p desk ip y inių i p esk ip y inių eo inių p incipų aspek ų. An inės e minų da ybos y imas kaip s a bi e minologijos dalis u i bū i ęsiamas. Funkciniai e minų aspek ai (TF2) y a įdomūs p ak ikams i odėl y a s a būs eo ijai. Gau a 2020[…]06[…]25 (em inglês) Johan myking uni e si y o Be gen Uni e sidade de Be gen, caixa pos al 7805, 5020 Be gen, No uega [email protected] (em inglês)