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Seven Good Reasons for a Better Account of Fine-grained Polysemy in Terminological Resources

Marie-Claude L’Homme

Abstract

A quick look at terminological resources can give the wrong impression that polysemy is something that occurs only occasionally in specialized domains. These kinds of resources seldom account for the different meanings a linguistic unit or expression can carry in the same domain and, even when they do, the distinction between closely related meanings is not explained in ways that would allow unfamiliar users to grasp them correctly. This can be explained partly by the fact that polysemy is considered to be reduced or non-existent in specialized subject fields. It can also be explained by the theoretical assumption still relayed in some textbooks that the “ideal” term is typically monosemic. However, multiple meanings do co-exist in given specialized domains and corpora and many reasons would justify a more adequate treatment of polysemy in resources. We examine seven reasons in this article: subject field boundaries are not enough; imprecise definitions; general language dictionaries are not enough; different meanings affect combinatorics; lexical relations are linked to distinct meanings; different government patterns; different equivalence relations.

Full text

Ma ie-Claude L'Homme 6 Se e boas azões pa a uma melho con a de doi de g ãos Polysemy in Te minological Resou ces inos.o g/10.35321/ e m31-01 Se e boas azões pa a uma melho explicação da polisemia de g ãos inos em ecu sos e minológicos Sep ynios s a ios p iežas ys e minijos iš ekliuose labiau a siž elg i į smulkiąją polisemiją MARIE-CLAUDE L’HOMME Obse a oi e de linguis ique Sens-Tex e, OLST Uni e si é de Mon éal A B S T R A C T Um olha ápido pa a os ecu sos e minológicos pode da a imp essão e ada de que a polisemia é algo que oco e apenas ocasionalmen e em domínios especializados. Esses ipos de ecu sos a amen e explicam os di e en es signi icados que uma unidade linguís ica ou exp essão pode e no mesmo domínio e, mesmo quando o azem, a dis inção en e signi icados in imamen e elacionados não é explicada de manei a que pe mi a que usuá ios desconhecidos as comp eendam co e amen e. Isso pode se explicado em pa e pelo a o de que a polisemia é conside ada eduzida ou inexis en e em campos de assun os especializados. Também pode se explicado pela suposição eó ica ainda ansmi ida em alguns li os didá icos de que o e mo "ideal" é ipicamen e monosêmico. No en an o, múl iplos signi icados coexis em em de e minados domínios e co po a especializados e mui as azões jus i ica iam um a amen o mais adequado da polissemia em ecu sos. Examinamos se e azões nes e a igo: os limi es do campo do assun o não são su icien es; de inições imp ecisas; os dicioná ios ge ais de línguas não são su icien es; di e en es signi icados a e am a combina ó ia; as KEYWORDS: polysemy, e minological esou ce, egula polysemy, al e na ion, elações léxicas es ão ligadas a signi icados dis in os; di e en es pad ões go e namen ais; di e en es elações de equi alência. O mic osensí el. ANOTACIJA (em inglês) Paž elgus į e minijos iš eklius gali susida y i klaidingas įspūdis, kad polisemija ik e ka čiais pasi aiko dalykinėse s i yse. Tokie iš ekliai e ai a spindi ski ingas eikšmes, ku ias kalbinis iene as a posakis gali oje s i yje u ė i pačioje, i , ne jei a spindi, a imų eikšmių ski umas nė a paaiškinamas aip, kad nežinan ys 7Te minologija | 2024 | 31 consumido es pode iam en ende a sua pe cepção. Tai iš dalies galima paaiškin i uo, kad poliTai aip pa galima paaiškin i eo ine p ielaida, semija specializuo ose dalykinėse s i yse laikoma su aldy a a ba neegzis uojančia. ku ios is da laikomasi kai ku iuose ado ėliuose, kad idealus e minas pap as ai y a iena eikšmis. Mas am ik ose campos i specializuo uose eks ynuose egzis uoja kelios eikšmės, i y a daug p iežasčių, ku ios pa eisin ų inkamesnį polisemijos ak a imą e minijos iš ekliuose. Šiame s aipsnyje nag inėjame sep ynias p iežas ys: dalykinių s ičių ibų nepakankamumą; de inição do ne ikslumą; A pala a-cha e do e igo é o elacionamen o. neuž ek inumą; ski ingų eikšmių po eikį kombina o ikai; leksinių san ykių sąsają su ski ingomis eikšmėmis; ski ingus aldymo modelius; ski ingus lygia- ESMINIAI ŽODŽIAI: polisemija, e minijos iš eklius, egulia ioji polisemija, kai a, mik op asmė. 1. INTRODUÇÃO1 Um olha ápido pa a os ecu sos e minológicos pode da a imp essão de que a polisemia é um enômeno a o em domínios especializados. Conside a unidades linguís icas den o de campos emá icos especí icos mui as ezes impede que os e minólogos abo dem a polisemia (Dela igne 2022), ainda mais quando os domínios são delimi ados com mui a p ecisão. Em bancos de e mos e ou os ecu sos especí icos de domínio, os concei os são associados a campos emá icos e seus signi icados são ap eendidos sob e essa base. A g a ação de subs an i os de á ias pala as em ez de e mos de uma única pala a é um a o adicional que con ibui pa a da a imp essão de que a polisemia é incomum em domínios especializados (L[…]Homme 2024b). De a o, as unidades polissêmicas são equen emen e desambiguadas quando conside adas den o de exp essões mais longas. Conside e e de em ecnologia e de ou á ea e de: e de é um adje i o polissêmico, mas em ecnologia e de, signi ica "que é menos p ejudicial pa a o meio ambien e"; No espaço e de, pode se de inido da seguin e o ma: "com ege ação". Os ecu sos e minológicos podem egis a ecnologia e de e espaço e de, mas poucos egis am e de como um e mo de uma única pala a e os dois signi icados acabados de menciona . Um e cei o a o que pode explica a polisemia eduzida ou inexis en e em ecu sos especializados é a al a de a enção dada aos e mos e bais e adje i os (po exemplo, o adje i o e de acabado de menciona ), que exibem o mas de polisemia que não a e am os subs an i os que deno am en idades. 1 Es e a igo oi adap ado de uma ap esen ação ei a na 5a Con e ência In e nacional de Te minologia, Dimensões Cien í icas, Adminis a i as e Educacionais da Te minologia o ganizada pelo Ins i u o da Língua Li uana em Vilnius, Li uânia, em ou ub o de 2023. Ma ie-Claude L’Homme 8Se en Good Reasons o a Be e Accoun o Fine-g ained Polysemy in Te minological Resou ces We could go on and lis o he ac o s, bu hey canno hide he ac que a polisemia oco e em domínios e co pos especializados, como es e a igo mos a á. Conside amos que ambém de e se melho ep esen ada em ecu sos e minológicos e explicada de o ma ú il pa a os u ilizado es. Nes e a igo, ap esen amos se e azões álidas pa a con abiliza a polisemia, e mais especi icamen e a polisemia de g ãos inos, e pa a aze dis inções de signi icado explíci as em ecu sos especializados. Exemplos são e i ados de dois ecu sos que são compilados na Uni e sidade de Mon eal, o DiCoEn i o (2024) e o DiCoEn i o emoldu ado (2024). 2. Polisemia em Domínios Especializados? Em con as e com uma p á ica comum nos dicioná ios de linguagem ge al, em que os signi icados associados a lexemas polissêmicos são ag upados e o ganizados hie a quicamen e, os ecu sos e minológicos, e especialmen e os bancos de e mos, desc e em concei os em en adas sepa adas di e enciadas das ou as.2 As di e enças en e es as duas abo dagens são equen emen e en a izadas na li e a u a e minológica. Alguns au o es a é se e e em à monosemia como uma p op iedade ideal que di e encia o signi icado do e mo do signi icado da pala a.4 No en an o, múl iplos signi icados coexis em em domínios e co po a especializados, e os e minólogos ge almen e de em aze dis inções de signi icado que podem en ol e dois ou mais signi icados especí icos de domínio ou signi icados especí icos de domínio e ou os. A li e a u a em e minologia em, ocasionalmen e, abo dado 2 […]<...> na p á ica, po que a es u u a do campo de assun o dos dados sepa a homônimos pe encen es a di e en es campos de assun o. Des a o ma, os dicioná ios e minológicos e i am o p oblema de es abelece sen idos sepa ados de pala as e nume á-las e o dená-las em uma única en ada. (Sage , 1990: 56). A Comissão conside a que a Comissão não em compe ência pa a de e mina a compa ibilidade de uma medida de auxílio com o me cado in e no. 3 - A monosemia de concei os- e mos en ol e o p incípio de um único concei o, de aco do com o qual o e minólogo de e lida com um concei o de cada ez, seja num egis o e minológico monolingüe ou mul ilingüe ou numa en ada de ocabulá io especializado. Is o é exa amen e o opos o do p incípio da polisemia que é aplicado nos dicioná ios de linguagem ge al, nos quais a en ada lexicog á ica comp eende uma sé ie de sen idos, cada um e le indo um concei o di e en e […] (Pa el, Nole 2001: 22). […][…] os dicioná ios lexicog á icos e ecu sos elacionados se concen am em pala as e suas de inições po encialmen e múl iplas, ou seja, pala as e seu um ou mais signi icados. Em con as e, as en adas em ecu sos e minológicos a am concei os indi iduais em en adas únicas, designadas po um ou mais e mos e po enciais equi alen es em ou a língua <...>[…] (W igh 2022: 91). 4Se compa a mos o ocabulá io da linguagem ge al e a e minologia a es e espei o, emos que os dois sis emas di e em signi ica i amen e. A maio ia das pala as no léxico da linguagem ge al em múl iplos signi icados. Cada o ma linguís ica es á associada a inúme os signi icados (alguns dos quais es ão cla amen e elacionados en e si […]...>. Teo icamen e, os e mos de em se inequí ocos e e um signi icado e apenas uma designação co esponding o one o m. <…> A e m in he sys em o a subjec ield should iden i y only one concep […]...>[…] (Cab é 1999: 40). 9Te minologija | 2024 | 31 a ques ão da polisemia di e amen e, ge almen e pa a dis ingui signi icados especializados de não-especializados ou pa a decla a que adiciona um signi icado a um i em léxico exis en e é um mé odo comum de c iação de e mos (Aldes ein, Cab é 2002; Kocou ek 1991). A polisemia ou o signi icado do e mo ambém é equen emen e conside ado a pa i de ou as pe spec i as, como ambiguidade (S e ne 2022), inde e minação (Ande sen 2007), a iação (especialmen e a iação diac ônica, Temme man 2000), pon os de is a (Condamines, Rebey olles 1996), di e enças de ca ego ização (Bowke 2022; Diki-Kidi i 2022; A aúz León, Reime ink 2010). Poucos li os didá icos de e minologia abo dam a polisemia di e amen e. Foi demons ado que a polisemia não é apenas um enômeno eco en e em domínios como a compu ação e o ambien e, mas que pode assumi di e en es o mas que o am es udadas na semân ica léxica (L[…]Homme 2020a, 2024b), como: Polisemia egula (Ap esjan 1974), al como a polisemia do esul ado da ac i idade com a cap u a em (1) ou a polisemia do ins umen o da ac i idade com o anspo e em (2). (1) Plano de Acção In e nacional da FAO pa a a edução das cap u as aciden ais de a es ma inhas na pesca com palang e (IPOA-Seabi ds da FAO). (b) A Comissão conclui que as medidas em causa não cons i uem auxílios es a ais. Uma g ande pe cen agem das cap u as pa a consumo humano é des inada aos me cados in e nacionais. (2) a. Enco aja o uso de eículos elé icos pa a anspo e pessoal. (b) A Comissão conclui que as medidas em causa não cons i uem auxílios es a ais. Mais de 90 po cen o de odos os anspo es mo o izados são alimen ados po p odu os do pe óleo […] Fo mas de al e nância que podem conduzi à polisemia, como a al e nância do ins umen o do agen e com o con aminado em (3). (3) a. Em algumas á eas, as águas sub e âneas podem se con aminadas po enenos mine ais, como a mine ação a senic - see A senic con amina ion o g oundwa e . des egulada, que p o a elmen e es á lançando me cú io no a , no solo e na água, con aminando a egião e colocando em pe igo sua população. […] Mic osenses (C use 1995; C o , C use 2004), como a su il di e ença que se ê en e plan a em (4), uma a i idade que diz espei o a á o es, e plan a em (5), uma a i idade ag ícola. (4) A coní e a oi plan ada no sul das Mon anhas Apalaches po alguns memb os dos Gua diões To eya po que o habi a no panhandle da Fló ida não mais supo a uma população iá el (5) os ag icul o es locais no malmen e emo em odas as á o es de um pedaço de lo es a an es de plan a em as suas cul u as alimen a es ou come ciais na pa cela ecém-desma ada <...> Ma ie-Claude L'Homme 10 Se e boas azões pa a uma melho con a de g ãos inos Polysemy in Te minological Resou ces Além dessas mani es ações de polisemia, ou as ambém podem se encon adas em domínios especializados ( e , po exemplo, Du án-Muñoz, Jiménez-Na a o 2023 sob e mo imen o e signi icados ic ícios de e bos no domínio do u ismo). Nos ecu sos e minológicos, es es di e en es signi icados são a amen e egis ados5 e, mesmo quando o são, as dis inções en e eles não são desc i as de o ma a pe mi i que os u ilizado es os comp eendam acilmen e. Nes e a igo, damos se e azões pelas quais ac edi amos que es a si uação de e muda . 3. Limi es do campo do assun o Não são su icien es. Como mencionado acima, na e minologia, mas ambém em ou as á eas elacionadas, o signi icado do e mo é ge almen e conside ado a pa i da pe spec i a de domínios p e iamen e delimi ados. Em alguns ecu sos que isam ep esen a a o ganização do conhecimen o ( esau os, on ologias e bases de conhecimen o e minológico), o domínio ambém o nece a base con a a qual os concei os (em ez de signi icados) são de inidos, si uados den o da es u u a de conhecimen o do campo, ligados a ou os concei os e cla amen e di e enciados desses ou os concei os. Mais conc e amen e, os ecu sos especializados e, especialmen e, os bancos de p azos associam cada egis o de p azos a um de e minado campo emá ico. Os domínios podem se especí icos (po exemplo, economia ci cula ou p og amação) ou mui o mais amplos (po exemplo, meio ambien e ou ciência da compu ação). Es a abo dagem em a consequência ine i á el de co a as possí eis elações senso iais que pode iam se explicadas se se omasse uma pe spec i a mais ampla. Di o is o, mesmo quando os campos de assun o são delimi ados pa a um de e minado p oje o de e minologia, o ó ulo de domínio em si é mui as ezes insu icien e pa a classi ica signi icados dis in os em ecu sos. Po exemplo, a es a égia se ia ú il pa a dis ingui a plan a em (4) da plan a em (5) associando a p imei a ao domínio do desma amen o e a segunda à ag icul u a. No en an o, nenhum mé odo de delimi ação de domínio nos pe mi i ia dis ingui a polisemia egula em (1) e (2) ou al e nâncias como a ilus ada em (3), uma ez que esses signi icados são mais p opensos a oco e no mesmo domínio ou co pus especí ico do assun o. 5 L[…]Homme (2024a) analisou uma amos a de 45 i ens polissêmicos no campo do ambien e. Es es 45 i ens léxicos o am e i ados do DiCoEn i o (2024) e co esponde am a 96 signi icados di e en es (as dis inções o am es abelecidas com base em c i é ios léxico-semân icos). Cada i em léxico da amos a oi pesquisado em qua o ecu sos di e en es que se concen am no ambien e. A análise ambém le ou em conside ação signi icados adicionais (sen idos que não o am egis ados no DiCoEn i o). A p opo ção de polisemia nes es ecu sos a ia de 1,06 a 1,64 (con a o ácio de 2,23 do DiCoEn i o). 11Te minologia | 2024 | 31 Fu he mo e, domain labels can e en lead o some con usion o use s de ecu sos e minológicos que aplicam es a es a égia de e ique a de domínio. Signi icados idên icos podem se conside ados di e en es se es i e em associados a domínios dis in os. Po exemplo, no banco de e mos Te mium Plus, a ede é desc i a em 22 egis os. Pa e des es egis os de ine a ede como uma ep esen ação esen a ion o a g aph o ela ions; o he s de ine ne wo k as an o ganized con igu a ion o compu e s. E en i he domain label changes, we can ha dly deduce om his high numbe o e m eco ds ha ne wo k has 22 di e en meanings o ha he domain alone igge s a need o c ea ing a new en y. 4. De inições imp ecisas Pa ece bas an e ób io que delimi ações inadequadas de signi icados ou dis inções en e dois sen idos le a ão ine i a elmen e a de inições imp ecisas. No en an o, isso ge almen e oco e em ecu sos e minológicos que não conseguem dis ingui enômenos de polisemia egula es ou signi icados di e en es que esul am de al e nâncias. Conside e a seguin e de inição dada pa a con amina em Pa k e Allaby (2017), um dicioná io sob e o meio ambien e e a conse ação: Con amina : polui ou o na impu o ou impu o, seja po con a o ou po mis u a. A de inição não dis ingue os dois signi icados de con amina ins anciados em (3). Exemplo (3) a. con ém uma oco ência de con amina que em dois a gumen os e (3) b. uma ins anciação de con amina com ês a gumen os. Con aminado 1: X (uma subs ância noci a) ~ Y (uma á ea) (3) a. Em algumas á eas, as águas sub e âneas podem se con aminadas po enenos mine ais, como Con aminado 2: X a senic - see A senic con amina ion o g oundwa e . (um agen e, uma a i idade) ~ Y (uma á ea) com Z (uma subs ância noci a) (3) b. a mine ação não egulamen ada p o a elmen e es á lançando me cú io no a , no solo e na água, con aminando a egião e colocando em pe igo sua população. Con aminado 1 e e e-se a uma si uação em que uma subs ância noci a se in il a numa en idade na u al (um lago, um solo, um io), al e a a sua composição e con ibui pa a a deg adação. Con amina 2 designa uma si uação em que um Ma ie-Claude L'Homme 12 Se e boas azões pa a uma melho con abilização de um agen e de g ãos inos ou uma a i idade ealizada po um agen e az com Polysemy in Te minological Resou ces que a subs ância noci a se o ne pa e da composição de uma en idade na u al e a deg ade. A de inição egis ada no dicioná io de Pa k e Allaby (2017) não pe mi e que os usuá ios dis inguam um signi icado que en ol e um agen e ou uma causa (3) b. de ou o e en o que não en ol e uma causa ex e na (3) a. Em ou os casos, os ecu sos e minológicos podem egis a apenas um signi icado son[…]. A de inição ab ange o signi icado da en idade de o a polysemous uni . Fo ins ance, he GEMET Thesau us (2024) de ines ha es as ollows: “The amoun o measu e o he c op ga he ed in a sea- colhei a no pon o 6.b, mas não o signi icado da a i idade no pon o 6.a. (a) em 6. A p o eção de habi a s c í icos de ida sel agem no Á ico es á sendo econhecida po aqueles que i em den o e o a do Á ico como essencial an o pa a a conse ação da ida sel agem do Á ico quan o pa a sua colhei a sus en á el po mo ado es do Á ico. b) A quan idade e o momen o da colhei a, incluindo o a inamen o p é-come cial e come cial, a selecção e a colhei a cla a, a e a ão a qualidade e a quan idade de madei a p oduzida, com implicações pa a o a mazenamen o de ca bono e a biodi e sidade. 5. Signi icado de dis inções em ge al Se as unidades não o em egis adas em bancos de e mos ou dicioná ios especializados ou se al a um signi icado especí ico, os u ilizado es dos ecu sos podem p ocu á-los em dicioná ios de línguas ge ais. No en an o, mesmo que esses úl imos eposi ó ios con abilizem mui os signi icados especí icos de domínio, eles podem não cap u a dis inções que são impo an es da pe spec i a de domínios especializados. Conside e o e bo in oduzi em exemplos (7). (7) a. […] in oduzi al e ações di e amen e no ex o. b. […] esis ência polí ica à in odução de uma espécie ameaçada de ex inção num habi a desocupado. Embo a em ambas as in oduções (7) a. e (7) b. possa se pa a aseado como "alguém coloca algo em algum luga ", um e minólogo que abalha no ópico de espécies ameaçadas de ex inção pode pe cebe uma modulação semân ica en e as duas ins âncias do e bo. Isso pode se con i mado olhando pa a as elações que cada oco ência de in odução compa ilha com ou as unidades: em (7) a. ele compa ilha elações com inse i , exclui e edi a ; Enquan o o in oduzi em (7) b. apa ece no mesmo pa adigma léxico que ein oduzi , in oduzi , coloniza e habi a . 13Te minologija | 2024 | 31 As shown in Table 1, he Me iam-Webs e (online dic iona y) makes i e meaning dis inc ions o he ansi i e e b, some o which a e b oken pa a dois ou cinco sub-sen idos. O Dicioná io de Inglês de Ox o d az oi o dis inções de signi icado que ambém são di ididas em sub-senses. Ambos os dicioná ios de inem o signi icado ge al de coloca algo em algum luga (sen ido 5 no Me iam-Webs e e sen ido 1b no Ox o d English Dic iona y), mas nenhuma dis inção ou exemplo pe mi i ia que um usuá io que lida com in odução em um co pus sob e espécies ameaçadas de ex inção comp eenda as especi icidades do e bo quando ligado a es e ópico. Quad o 1. In oduzi ( ansi i o) no Me iam-Webs e (2024) e no Ox o d English Dic iona y (2024) Me iam-Webs e 1: le a a ou o na conhecido po um a o, anúncio ou ecomendação: como b: aze obse ações p elimina es o mal a: aze com que se conheça um explica i as ou elogiosas sob e c: aze (alguém, como um a o ou can o ) pe an e o público pela p imei a ez d: ap esen a ou anuncia o malmen e ou o icialmen e ou po uma lei u a o icial de legislação e: ap esen a o malmen e na co e ou na sociedade 2 pa a lide a ou aze especialmen e pela p imei a ez 3a: in oduzi em jogo b: in oduzi em p á ica ou u iliza 4 pa a aze a um conhecimen o de algo 5PLACE, INSERIR Dicioná io Inglês de Ox o d 1a: Le a ou aze pa a um luga , ou pa a o in e io ou meio de algo b: Coloca ou coloca de o a, inse i . c: In oduzi ou aze (uma pessoa) pa a uma sociedade ou ó gão; ambém, † em um es ado ou condição (obsole o). Ma ie-Claude L'Homme 14 Se e Boas Razões pa a uma Melho Con a de G ãos Polysemy in Te minological Resou ces Finos 2 Pa a aze (uma coisa) em alguma es e a de ação ou pensamen o; in oduzi no decu so de alguma acção ou numa composição li e á ia ou a ís ica; adiciona ou inse i como uma ca ac e ís ica ou elemen o. 3 Pa a pô em uso ou p á ica; in oduzi na moda ou na moda; ins i ui (uma lei, um cos ume, e c.). 4 […] Pa a aze , aze , da o igem a, ocasião, induzi . É obsole o. 5 Pa a in oduzi (um empo, ação, ma é ia, e c.); ap esen a ma é ias p elimina es ou p epa a ó ias; começa , ab i , começa . 6† Pa a aze (uma pessoa) ao conhecimen o de algo; inicia ; ensina , ins ui . É obsole o. 7 Pa a se amilia iza pessoalmen e; a: especialmen e em um da a conhece a da a conhece pessoalmen e, uma pessoa ou a um cí culo. o ma o mal, com o anúncio do nome, í ulo ou ou a iden i icação. b) Conduzi o malmen e à p esença de uma pessoa; ap esen a o malmen e, como na co e, ou em uma assembléia, como a Câma a dos Lo des ou dos Comuns, uma sociedade, e c. c: T aze pa a a sociedade; especi icamen e, no uso mode no, pa a aze (uma jo em) […] o a. d: Pa a aze ao conhecimen o de, ou make acquain ed wi h, a hing, by ac u- al con a o, po expe iência, desc ição, ep esen ação, e c. 8† Pa a ap esen a (um ende eço ou semelhan e) o malmen e. É obsole o. Pa a aze ao conhecimen o ou conhecimen o de uma pessoa, e c. ; ap esen a um p ojec o de lei ou uma medida ao Pa lamen o, e c. 21Te minologia | 2024 | 31 é incompa í el com a análise baseada em co pus, que ine i a elmen e le a à obse ação de que di e en es signi icados especializados coexis em e in e agem em co po a. In ou opinion, he examples p esen ed in his a icle a e compelling e idências pa a jus i ica um ela o p eciso de signi icados dis in os em ecu sos especializados, ainda mais po que os ecu sos de linguagem ge al podem não cap u a dis inções impo an es em de e minados campos emá icos. Os usuá ios que p ocu am ecu sos pa a encon a in o mações sob e a combina ó ia de e mos, elações pa adigmá icas e sin agmá icas e opções de equi alência p ecisas p ecisam de desc ições que ão além de si ua concei os em es u u as de conhecimen o. A omada em con a da polisemia nos ecu sos e minológicos de o ma a o na as dis inções de signi icado explíci as pa a os u ilizado es eque uma e isão comple a da sua es u u a e dos seus mé odos de compilação a uais. Suge imos (L[…]Homme 2020a) es a égias al e na i as que pode iam se desen ol idas pa a ep esen a a polisemia: lis a e ep esen a elações e minológicas, si ua signi icados especí icos em quad os semân icos maio es, e c. Essas es a égias (e ou as) o am implemen adas em ecu sos que egis am e minologia de compu ação e ambien e. No en an o, o ecu so a es es no os mé odos exige que os e minólogos se amilia izem com no os p incípios e écnicas pa a ajudá-los a alida as dis inções de signi icado e a ep esen a signi icados em ecu sos. REFERENCES Aldes ein Ad iana, Cab é Ma ia Te esa 2002: The speci ici y o uni s wi h specialized meaning: Polysemy as an explana o y ac o . – D.E.L.T.A. 18, 1-25. Ande sen Øi in 2007: Inde e minacy, Con ex , Economy and Well- o medness in Specialis Communica ion. – Inde e minacy in Te minology and LSP, ed. Bassey An ia, Ams e dam/Philadelphia: John Benjamins, 3-14. Ap esjan Ju i 1974: Regula polysemy. – Linguis ics 142, 5-32. Bowke . Lynne 2022: Mul idimensionali y. – Theo e ical Pe spec i es on Te minology: Explaining Te ms, Concep s and Specialized Knowledge, ed. Pamela Fabe , Ma ie-Claude L’Homme, Ams e dam/ Philadelphia: John Benjamins, 127-147. 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Pamela Fabe , Ma ie-Claude L’Homme, Ams e dam/ John Benjamins, 87 a 110. 23Te minologia | 2024 | 31 SEPTYNIOS SVARIOS PRIEŽASTYS TERMINIJOS IŠTEKLIUOSE LABIAU ATSIŽVELGTI Į SMULKIĄJĄ POLISEMIJĄ San auka Te minologia polisemija equen emen e nepas ebima a ba s a s oma iš ki ų pe spek y ų (d ip asmiškumas, a ian iškumas, homonimija i k .). Apib ėžian są okas konk ečiose dalykinėse s i yse e minologams ne eikia u ė i eikalų su daugybe eikšmių i a spindė i eikšminių ski okiumos iš ekliuose kaip e minų bankai i specializuo i žodynai. Iš ekliuose, ku iais siekiama pe eik i konk ečių dalykinių s ičių žinių s uk ū ą ( ezau ai, on ologijos i e minologinės žinių bazės), s i is suda o pag indą, ku iuo emian is išdės są okos (o ne eikšmės) apib ėžiamos,omos žinių s uk ū oje, susiejamos su ki omis są okomis i aiškiai nuo jų a ski iamos. Šiame s aipsnyje, naudodamiesi aplinkos s i ies pa yzdžiais, pa odome, kad polisemija y a labiau papli usi specializuo ose dalykinėse s i yse nei pap as ai manoma. Na u almen e, su elkus dėmesį į eikšmes anksčiau ap ibo ose s i yse, sumažėja polisemijos ikimybė. No en an o, o código polisemija nedažna e minijos iš ekliuose, paaiškina okie eiksniai kaip sudė inių e minų į aukimas, nepakankamas dėmesys eiksmažodžiams i būd a džiams, ku iems būdingos ki okios polisemijos o mos nei daik a a džiams, žymin iems iene us. Pa eik i pa yzdžiai y a pag įs i pa i imi, įgy a ku ian du specializuo us aplinkos s i ies e minų iš eklius, . y. DiCoEn i o i F amed DiCoEn i o, i naudojan is specializuo ais eks ynais, suda y ais ku ian šiuos iš eklius. Dauguma nossos limi es eikšminių ski umų nė a už iksuo i ki uose su aplinka susijusiuose iš ekliuose. Pasisakome už adek a esnį polisemijos ak a imą e minijos iš ekliuose i pa eikiame sep ynias p iežas is, kodėl eikšminiai ski umai u ė ų bū i aiškiai a spindė i i paaiškin i: 1) dalykinių s ičių ibų nepakankamumas; 2) de inição dos ne ikslumas; 3) bend osios kalbos žodynų neuž ek inumas; 4) e ei os di e en es de combinação; 5) leksinių san ykių sąsaja su ski ingomis eikšmėmis; 6) modelos de con olo de ski ingi; 7) ski ingi lygia e iškumo san ykiai. Gau a em 2024-04-27 Ma ie-Claude L’Homme Obse a oi e de linguis ique Sens-Tex e, OLST Uni e si é de Mon éal E-mail mc.lhomme@umon eal.ca