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Apie iškalbos ydą – tuštumą (pagal Antaną Baranauską ir Kazimierą Jaunių)

Regina Koženiauskienė

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R. KoženiausKienė. sob e p onunciamen o ydą aš umą (pagal an aną Ba anauską e Kazimie ą REGINA KOŽENIAUSKIENĖ Vilniaus uni e si e as Jaunių) 283 aPie iŠKaLBos YD TuŠTuM (pagal an aną Ba anauską e Kazimie ą Jaunių) La inniškas Š en ojo Raš o posakis ani as ani a um e omnia ani as ( uš ybių uš ybė i s e uš ybė) se e a odas as ci cuns âncias da ida: e zemeniškojo, e espi i ual da ida po e dadems, ne ik ybėms unsaki i. Tuš ybė, ou aš umas, inka e do con eúdo in e no da linguagem s okai, sua nep asmingumui, uščia idu ei, plepiai kalbai ( oks uščiakalbis, mala niekus) desc e e , aš umu chamado humano pasipū imas, didžia amis, desejo pasipuo i seu p onunciba. De e dize -se que sob e o ácuo como p onombos ydą quase não éžmencionada nos a uais li os de es ilis ica e e ó ica, e dade, isso não signi ica, que sob e isso não ali ada anks esniais empos. Po an o, ale lemb a -se sob e isso esc iusius an aną Ba anauską e Kazimie ą Jaunių, que nos são mais conhecidos po ou as á eas de a i idade, e não como p onobos eó ikai e p ac ika. Jês pensos1 sob e os equisi os de es ilo de p onouncibo e maio es ydas, baseadas clássine mundiie ine adição, são a uais, não desa ualizadas e em izliekamąia alê à cul u a da língua em sen ido amploja. Es e leis olha pa a es es a igo au o um olha de no o. Inicialmen e um pouco de his ó ia. Du an e o pe íodo de p oibição da imp ensa Lie u iška Kauno no seminá io de sace do es p ohibi us lecciona eskalbą polkų kalba, bispo Mo iejus Valančius pa edė lecciona es e ensino lie u ių ou žemaičių kalba i 1 Is o es abelecida nos seus konspek uos, que is Issidos sepa id lib i. isu ci a-se a pa i des es a igos edi ó ios: D asiškoji izkalba, su ašy oji iz Kun. D- o K. Jauniaus išguldinėjimų. seinai, Laukaičio e B ės imp us u ėje, 1909. (na linha indica KJ e após as ab e ia u as indica a página do li o.); a. Ba anauskas. Homile ika, ou Mokslas san a das p onuncibos. Raš ai iV, Vilnius: Li u ians li e a u a e ins i u o de nau osaco, 2005. (s aipsnyje ma cada aB e indicado a página do li o.) Ne e-se eco da que K. Jauniaus konspek ai o am publicados p imei o do que seu mes e a. Ba anausko seu li ogelė apa eceu 1909 m., o a. Ba anausko 2005 m., aigi só po 96-e os anos. 284 KaLBos KuLTūRa | 81 a língua ensina auklė inius dize se moslus2 anykščių šilelio au o aiu a. Ba anauskui (18351902) ele nes a semina ijoje dės ė 18661884 anos. Seu ap endiz K. Jaunius (18481908), moléssise Kauno seminá io de sace do es e joíhe ou êsse a. Ba anausko mo alinês eologias, li uãos idiomas e Homile ikos, ou Mokslo š en osios iškalbos paskai ų, aqueles mesmos emas ele mesmo lec ou mais a de. Ma após es udos Du anais ka alikų akademijoje sank Pe e bu ge K. Jaunius įžo em Kauno sace do es seminá ia e nela em 18801892 anos lecs ė (p o eso ius a pa i 1885 anos). K. Jaunius ęsė seu mes e a. Ba anausko, desde 1885 anos já designado pa yskupiu da yskupias Telšių, e desde 1897 anos seinos yskupu, iskalbos mokymo da bą (mas nekopija o, pa engė comple amen e no osus iskalbos konspek us). Como e amosis p edecesso , K. Jaunius ape eiçoou u u os pamokslininkų línguas li uãs. Sem conhecimen os g ama icais da língua li uânica não oi possí el ensina e exalbos, po an o comp eende-se po que esses kunigas inicialmen e pu amen e p a ins p á icos, e mais a de de e dadei o ocaukimo e ak a umo o am pasinė ę na ciência lingüo y os li uanos e, en e ou os nuopelnas, são conhecidos como cien is as. Eles a é hoje su p eendem os lu inis as la čia linguine e udição, lakia cien í ica an azia, bomu magėjimu da na i os língua, sua iqueza, lu uidade e cla eza, e mių conhecimen os3. ambos au o esí, como kalbininkų, ob as in es igadas Li uânia e es angei os cien is as, po ém comple amen e pouco conhecidos de aquela ling is ís ica á ea de a i idades, que a. Ba anausko chama š en ąja, e K. Jauniaus d asiškąja iskalba. Esses c iado es de eo ias e p á icas de p onunciados li uanos são nusipelnę e como iniciado es do es udo de es ilos da língua li uânica. a. Ba anausko konspek ai ge okai mais amplos, nelas mais eo ias emas, po ém longos esgulhou neišspausdin i (2005 m. exp asdin o ex o é 297 p.). K. Jauniaus knygelė (40 p.) embo a não g ande, za a imp essa bem an es (ano após sua mo e). sis ema icamen e layou ado cu so de p á ica4 da p onounce, sucin a e cla amen e su o mulado equisi os pa a um bom alado a si K. Jauniaus edaši i kompendium. Pela p imei a ez Li u iškais e minis ( uš umas ambém seu e mis), sem papunkčiui me odiškai su ašy ų ge o iškalbos s i2 Lie u ių li e a ū os i au osakos ins i u e es á a mazenado es e documen o i in impo an e de apoio e p omoção li eu ybės yskupo M. Valančiaus aš as a. Ba anauskui, da ado 31 de dezemb o de 1870 (F.1176). Assim, desde 1871 m. (como só naqueles anos em Kauno kunigų semina iją ing essou K. Jaunius) iskalba im a lecs y i lie u iškai. 3 sob e isso mais po . D o i nas V., G ina ecki s V. Kalbininkas Kazimie as Jaunius, Vilnius: Min is, 1970. 4 O p óp io K. Jaunius em seu konspek ų início explica, po que ele oma o p á ico dou o ado de p onuncia: Bu mui o mais áceis e, e dadei amen e alando, mais necessá ios são p ak ikiniai leis, sem os quais o e bo de Deus ansme en e não pode cump i seu minis é io e ocação (KJ 3). R. KoženiausKienė. sob e p onomos ydą ácuo (pagal an aną Ba anauską e Kazimie ą Jaunių) 285 liaus ca ac e ís icas (sob e elas nes e a igo não alemos), indica de ei os es ílicos, como ele chama, jeibės (la . de ec us): linguagem não-e idiskidade (obscu i as), mui o g ande puošnumas ( ucus a i icia), linguagem p as uma, ou baixa ( ili as), e linguagem ácuo ( ani as). Vus umo, como e emos, inclui e não-ca iškumą, e pe didelį kalbos puošnumą, e ainda mui aybę isokių alado io pe sonalidade e inių ūkumų. Es e p onunciamen o es ilaus ydą, como za i š ą, mas já ak ualią nos nossos dias, e panag ina emos nes e a igo. Remsimés ambos au o es em abalhos, po que seus pensamen os nãoike a, nep ieš a auja, mas e nãoika aja, mas só pa emia, apildo, desen ol euja uma ou a. Assim de aco do a a. Ba anauską e K. Jaunių linguagem ácuo desc e e íamos assim: isso é plu ia oodis, pe dê ai puošnus, al o soando, mas neaiškus, a si ūku ap auk as, nea gumen uo o, neišmin ingas con e sação do mesmo po odas as mesmas ou as pala as, nada conc e ous semakando. a. Ba anauskas uščiakalbį e múl iiakalbį chama gy ūnu. Tokio alan e nãoilés ensino éąs xauksmingo e plepes ingo (aB 144). Juk e nós aquela plup i como desde s a aus mon anha iais5 (aB 184). mesmo se o alan e escolhesse uma boa coisa (i. i. ap op iado pa į u ime gal oje, kai sakome: uš i puodai ga siai skamba. au o ius mano, kad „š en iems žodžiams eikia ekė i kaip didi yki upė negi gal ą uk i emá), uš ybė não lhe da á ele ê-lo bem a dize , po que on ade de se p esumi , e uš ybė semp e al oiaus s a o blizgėjimą po eiškumą [...]. P idėjus ainda àquele aš ybės pa ėdnias: pe dimen o da linguagem in aisyme6, p isi ankiojimą pa didį eskalbos pa oços, kalbėjimą do al o, pe dimen o suk u imų i iz a mės7, não há co dy y iesi, que p egóslo gy ų kaznodėjų8 isgaiš a odo o calo š umo, k epėjimas, a pa a ai e oda nauda (aB 105). K. Jaunius, semelhan emen e como e a. Ba anauskas, uščia kalba chamada al, da qual ou in es não ecebe nenhuma u ilidade. Assim acon ece, quando alado mazgioja és ios e sem sen ido pala as e ases, mala ližu iu, mui o e ilgai ala, mas ainda o mesmo po o mesmo. Os ou in es de al o ado gauna nemaja de odos os ipos de neáškios imp essões, mui as coisas ou e e sua aidin u ê analisa, mas do odo di o nada ap endem e não en endem nėjokio pasike imen o (KJ 5). Assim al ischkalba é be gždžia i be aisė (KJ 7). 5 Ci ando a ualine esc i a eesc i i alguns a. Ba anausko sa i ai g a a os sons. 6 Ins anção de linguagem chama-se es ilo. 7 Suk u imai e iz a mė é ges ai e oz, onas, in onação, a sena. K. Jaunius isso chama de mos aga imais e odo apsielgimu (KJ 6) dizendo pamokslą. 8 Kaznodėjas (lenk.) pamokslininkas, kai onde aB konspek uose bylasakis. K. Jaunius pomokslininką chama da pala a de Deus apsakinė oju. 286 KaLBos KuLTūRa | 81 Palyginando ambos au o esí dos p onobos li os, causa do azio da linguagem sucus ai se ia possí el assen a assim: 1. O o ado não es á p epa ado e seplane ês seu discu so. 2. O o ado é sa imyla, o gulha-se de si mesmo e que ag ada aos ou in es qualque que seja o cus o. 3. O o bė oio ão pemexa a poošmen da linguagem, que esquece o con eúdo. As azões des a acuidade da linguagem discu i emos mais amplamen e. a. Ba anauskas, baseando-se s . Be na du, aço: In unde u e undas (lo .) eikia p imei o isso p ipilh i , de o que in inem exp il i. Se indas imp ipily as (nepasi eng a), ala uščia, mui os pala as, maža mokslo, mislys neaiškios, daik ai abelni9, da adai10 só ai sob e pažiū os, mui as nãoik i (aB 121). ambos au o es en a izam da bs umo (labo ) impo ância se iamen e p epa a -se pa a se mões, cole a ma e ialá, lei a on es, esc e e , pe m pensa , co igi , eesc i i , p epa eng i ala e adequadamen e dize . Ou a ez é di ícil alcança , que o se mão osse di o segundo as boas eg as de p onounce e osse, como esc eço K. Jaunius, sem jeibias, i. y. sem de iciências. au o es men i e olimesnį (Š en ých Ci quežų Tė ų, pasauliečių klasikų aš ų skai ymą, Š en ojo Raš o s udija imą, į ai iapusį la inimąsi) p epa ação, e a imesnį engimąsi sakomam pamokslui seu susiplanação, a gumen ų pa inkimą e išdės ymą, linguagem kompona imą, de odas as suas pa es e lexão. Da bš umo, bom p epa amen o p ecisa não só p egokslininkui: i d asiško, i ned asiško da bininko ingėjimas gimdo ne u ą (KJ 11), diz K. Jaunius e exo a a en a da bš umo exemplo de meis os de e o ica mundãos. Kus ele amos e amamos, não os in nome com aščias ou neišmen as pala as, esc e eu a. Ba anauskas sob e a bem p epa ação mos ada de espei o aos ou in es (aB 146). Necessi a en a iza -se que ambos os au o es mos a am g ande espei o aos mes es da e ó ica clássica seculeços, ele ou seu labo š umo, se i à p epa ação ala , mui os deles pensados paci a o o iginal lingua, adap ada seus ou in es do seminá io quase em cada página pode-se encon a gal oças de Pla ônio, Demos eno, A is ono, Cice o, Ho acio, senecos, Quin iliano e ou os sábios homens de conside ações, conselhos, sen enças. C. Jaunius ašo: Demos enes, ansiosos de adqui i isclabo, a olinda a-se da companhia das pessoas, se e ezes ansesc i ê sua mão Tucidido his ó ias e mui os anos a go e mankš- 9 Abelni comuns, abs ak ūs. 10 Da adai (lenk.) a gumen ai, conclusões. R. KoženiausKienė. sob e izcalbos ydą aš umą (pagal an aną Ba anauską e Kazimie ą Jaunių) 287 inos sem paluubo. não meno e a da bum e Cice ono, pois ele mesmo diz: ace imo s udio eneba . e hoje a odos, que anxis a adqui i a san ie iškąją esckalbą, nenugąs auja nėjokio abalho, nėjokio issimankš inimo. Po an o ago a é p eciso aqui pe gun a , se de meno ob ação chei a enda a di ado espi i ual, que mul iplica a gló ia de Deus e conduz os homens à e e na sal ação? (KJ 11). sob e a segunda aidade causa sa imeilê a. Ba anauskas diz que laipio kozelnyčion11 ku s omam aš s a ou amo de si mesmo é isso con ainação às imagens de C is o Senho e após olão, desne ožyjimas de Deus, sindação ao p óximo, pažeida a si mesmo... (aB 101102). au o conside a, que seu p óp io apsakinamen o, a si mesmo a busca de hon a é não de Deus e p óximo amo , mas aš edade oz. Também eikia se gė iesi de se o gulha de sabedo ia e e slu: egul ge iaus žiū i do que o que odos o en end as ų não como que o ensiny u chamassem (aB 137). Bū ų ing abinga, se p egoclis a p ocu asse pa a si aščias gló ias e mais p eocupin ų-se de si mesmo, e não da espi i ual de seus ou in es edempção. K. Jaunius o denaxmiai en a iza que alado as saugo ųsi biau aus sa ymeilės a kaklumo (KJ 17), sa imeilę conside ando um g ande nedo ybingumu. Knígos capí ulo […]apie a bondade e san idade da ida a. Ba anauskas paci a o gosųjį Ka ono Vy esniojo o a o iaus de inição Vi bonus dicendi pe i us Do as homem, endoindos escu bos expe iência. É necessá io en a iza que es a de inição do o a o iaus, no qual do umas le an ado acimaščiau e po a p óp ia escu a, longus amžius i ia nas escolas dos es ados eu opos como pos ula as. Kalbė ojo do umą, seu minčių e elgsenos san idade e a. Ba anauskas, e K. Jaunius ambém exkelha em p imei a luga . a. Ba anauskas, desen ol idojęs e apėmęs Ca o Vy esnious pala as Vi ilious posmais, pakomen ou eles e concluiu e o ica pe gun a: Jeigu gi okiam p ecisa am se bylasakiu pagonų, isso kokiam bebū i kaznodėjai mokiančiam san umo, emplyn žmones edančiam? (aB 106). Te cei a causa de aidade ao o ado ne eikia as umi apa ece y e seško exal os mui o mui o expoos as (aB 68). a. Ba anauskas assim albanços compa a com á o es, olhas bežaliuojančiais, mas aisiaus nãou inčiais (aB 71). o au o é amplamen e colocado seu pon o de is a em mui o expuoš á linguagem, que neišeina ge uoju, e só le a em nieką. Suas a gumen i são es as: e dade de em se al a, men is gili, e as pala as simples e cla as, po que assim alėjęs e dadous al exemplo de alamen o C is o e odos os san es. Blizgučių ieškojimas não indica bom es iliaus anei pa lė ojo gos o. Suas pala as, pe dimen o, como isu , assim e pa11 Kozelnyčia (lenk.) sakykla. K. Jaunius já usa a lie u išką e miną. 288LBos KuLTūRa | 81 nauskas dão exemplo um omėnų ekklbos moko o K in iliano, ba usio po g ažbylys ė ad ogus, que de endendo o bem humano moksle, g ei a sip iklyja“. Š ai mūsų pamokslininkas iškalbingasis P. ska ga12 neieškojęs g ažių žodžių, nes ai p ieš a au ų išmin ingam p o ui. a. Ba a- ou mesmo ida às ezes p ocu am não an o jus iėjus con ence e pe kalbė i, quan o pasiga -se que sabe g ažiai ala (aB 69). Pode ia se ac escen ado, que embo a K. Jaunius clai não seguiu seu mes e a. Ba anausku13, mas e a mui o a idus e gabus pupinys, pe ėmęs isso, o que de a o alo osa e a ouėjęs a. Ba anausko nas leções e o que p ecisa sabe um bom alado . Assim K. Jaunius ambém liga o azio do idioma com mundie inas p onuncibas gud ybes e menais (a i icia), cujos g iebiasi kalbė ojas, que endo suspindė i, apa ece i, como diz K. Jaunius, pasi aidin i. Pa i c is ãoikoja e dade esan i ão boni a e pode osa, que lhe p ecisa de a i iciais puošmenos, bas a ela cla amen e ansmi i , al ela ag adica aos ou in es e emocionan e seus co ações. No en an o não a exalba beleza é p eciso eme , mas sal o-se, que á ias g ožidades nãožgož am a impo ância do con eúdo. As belezanhas das pala as não de em se só po causa das p óp ias belezanhas, mas se i pa a que os ou in es melho en endam a ma é ia e que a e dade įei ų p o undamen e em men e e co ação (KJ 8), e i não há ou o caminho pa a o co ação de homem, como jus amen e a a és de sua men e (KJ 18). iVaŠDos O ácuo da linguagem, como um dos maio es es ílios de icien es, de e ia se discu ido nos abalhos de hoje dias e ó ica e es ilis ica. Bū ų p a a u com es a yda ep ezen a i a não só sace do es, mas e p o esso es, pupinos, es udan es uni e si as. mesmo au o es de li os de p epa ação de homokslos, esc e endo sob e es ilos de homokslos, nes es empos não mencionam es iliaus ús umo g andes da linguagem glus uma, cla idade e coniningumo ydos. Aqui ecen emen e apa eciusas Pamokslas de p epa ação e e ó ica li o14 capí ulo Pamoksla imo s iliaus algimas (p. 54 62) es iliaus požada ky išdės y i acco ding au ho us ci a ojamas šių laikų pa12 Pe as ska ga p imei o ec o da Uni e sidade de Vilniaus, puikus pamokslininkas, ga sėjęs izkalba. 13 no s Jaunius meu pupinys, mes eju clai não c ê, esc e eu a. Ba anauskas laiške H. Vėbe iui (ž . Mo kūnas K. Kazimie as Jaunius. Kalbos kul ū a 14, 1968, 92). 14 z . Vaiči ūnas V. s. O ganização de Palokslos e e ó ica, Kaunas: Vy au o Maggio Uni e si y Publishing, 2007. R. KoženiausKienė. sob e p onunciabos ydą uš umą (pagal an aną Ba anauską e Kazimie ą Jaunių) 289 sauliečius s ilis us. Li e a ū as są aše não menciona nem a. Ba anauskas, nem K. Jaunius. e já a. Ba anauskas p imei o pôs os alice ces da e ó ica dos se mões li u iços (no s i konspek ų hand aščiais), K. Jaunius p imei o Li u išku imp uddin u žodžiu es abeleceu equisi os de es ilo dos se mões (e di e amen e os aplica a a se mão-lis os, embo a eles se encaixem a odos os alê ojos). Também C. Jaunius p imei o susis emino e desc e eu es ílios de iciências, en e eles e odos a maio língua ácuo. Falando sob e es ilius glus um ydas, des es empos e ó ica e es ilis ica li os15, au o es de li os escola es de língua li uanas encaminha sob e uščiažodžia imą, mas ele en ende bem mais es ei o ge almen e só no ní el leksical de semân ica e g amá ica (mo ologia e sin aksė) como pleonazmos, au ologia, pe a as, uso de pala as pa asi á ias e inse p á ias exceden es, nemąbidos de nomes, de pala as, de açõesmažodi į daik a a dis ou de se iços de ca ica u a. Como imos, a a. Ba anausko e K. Jauniaus menção de es iliaus aš umas di e e do assim pe cebido uščiažodžia anje. Vus uma mui o mais amplé concep ê, ab angendo odos os ní eis de p onombo, en e eles e assun os de é ica do alado . Pe igoso é que o azio […] es a a g asi de á ias p o issões alado es de es ilo liga espalha como epidemia. não só alguns de nossos empos sace do es (não le a emos aqui a a alia seu alamen o), mas e mundiečiai polí icos, pessoas de au o idade, ap esen ado es de p og amas de ele isão, c iado es de ex os publici á ios e ou os, gos osos de ala abs akčiai, manipula 16 belas pala as, mas sem a, mui o e boni amen e plepė i e a é se pasipuquo a em com al plepėjim, pode iam dos p imei os li uanos de alo es da ciência das pala as se ap ende em e pasisem i. Recebida 2008 08 25 15 s . : Pik č iling is J. Kalbos glaus umas. Daba inė lie u ių kalba (s aipsnių inkinys), 1961, 23105; Pikčilin g is J. Glaus umas. Lie u ių kalbos s ilis ika 1, 1971, 120150; Pikči l ing i s J. pala as, pelos quais uščiažodžiaujame. Ūkininkas, 1990, n . 2, 2223; župe ka K. Kalbos glaus umas. S ilis ika, 2001, 104105; ish pe ka K. s iliaus kul ū a [De iciências da glus u a da Linguba]. S ilis ikos p a ybos, 2005, 29; Koženiauskienė R. p incipio de economia. Re o ica: iskalbos s ilis ika, 1999, 105; Koženiauskienė R. Glaus umas. Re o ica: iskalbos s ilis ika, 1999, 191192; Vaičiūn as V. s. s iliaus glaus umas [Tuščiažodžia imas]. P eokslų p epa ação e e ó ica, Kaunas: Vy au o Maggio Uni e si y Publishing, 2007, 5860. 16 Joule Robe -Vincen , Beau ois Jean-Leon. Manipuliação guia pa a decen es cidadãos, Vilnius: alma li e a, 2005. 290 KaLBos KuLTūRa | 81 on VaniTY, a ViCe oF eLoQuenCe (a e a. Ba anauskas and K. Jaunius) Summa y The au ho s o p esen -day ex books in he o ic and s ylis ics o en discuss ices o b e i y; hey also men ion i ele an e biage, which is o en ea ed much na owe , o en a he le el o lexical seman ics and g amma , and includes pleonasms, au ologies, bywo ds, an excessi e use o he so-called pa asi ic wo ds and pa en he ical ph ases, p onouns, de e bal nouns and pa icipial a ibu es. a. Ba anauskas and K. Jaunius in hei wo ks men ion he ani y o s yle; howe e , i is di e en om i ele an e biage. The ani y o s yle is a b oade concep including all le els o language cul u e, and he e hics is no he leas impo an among hem. Poli icians, people in high- anking posi ions, TV p esen e s, ad e ise s, who o en use abs ac bu meaningless wo ds, manipula e he language, should lea n om he i s Li huanian he o icians. ReGina KoženiausKienė Vilniaus uni e si e as uni e si á io g. 5, LT-01513 Vilnius [email p o ec ed]