Sociolingvistinis tarminių kodų taisyklingumo tyrimas
Full text
D. ALIŪKAIT, E. MERKYT. Socioling is inis
es udo egulamen o dos códigos a mís icos 259
DAIVA ALIŪKAITĖ
Vilniaus uni e si e o Kauno humani a inis akul e as
ERIKA MERKYTĖ
Vilniaus uni e si e o Kauno humani a inis akul e as
SOCIOLINGVISTINIS TARMINI COD
TAISCLINGUMO TYRIMAS
INTADINS NOTABOS
A noção de egula idade da língua p incipalmen e elaciona-se com uma
língua comum. Calbo y oje al disposição é de e minada um dos ele an ines
comunhinhas linguagem a ibu os codi icação (mais sob e ele an inius e
i e an inius comunhinhas linguagem a ibu os e . Pupkis 2005: 1619).
De e-se no a que o c i é io de egula idade na eo ia da língua comum
li uana não es á a é o im esba ado alguns pesquisado es en endem es e
c i é io como con o midade de eg as de dėsnių ou codi ikuo os (plg.
Gi denis, Pupkis 2000 [1978]: 109; Kniūkš a 2001 [1979]: 65); ou os o mulam a
de inição de egula idade p ecisando seu au á ankiškomo, po exemplo,
Jonas Šukys dis ingue duas p incipais pa es do c i é io de egula idade
pu eza e sis emingumo (ž . Šukys 2003: 19). Nes e a igo le an ada ques ão
ais e isões eó icas não são mui o impo an es, po que de uma o ma ou
ou a a pa i egulamen amen o de inições é cla o, que es e concei o a ual
só alando sob e codi ikuo o kodą1, po que só codi ikação ab ange a possibilidade de e os.
Ta més são s ichiškos sis emas. Elas es emunham a incessan e e olução da linguagem, e elam peculia idades a osens, e c.2 Apesa de que na a mę pode ing essilie i 1 Como
a i ma Ronaldas Wa dhaughas, código, ao con á io negu dialek as, es ilos, s anda inė kalba (=bend inė kalba), pidžinas ou k eolinė kalba, é emociškai neu alus e mas (ž .
Wa dhaugh 2006: 88). Como só po isso o e mo códo mui as ezes aposselhá el e nes e a igosny-Kaip só po isso o e mo códo mui as ezes aposselhá el e nes e a igosny-es e
a igo. Siekian ex o consis ência ou s ilis iniais sume imais, bend inês línguas e sus códo e a mės ( a minio kalbėjimo) e sus códo e minai são u ilizados p amaišiui. 2
De e-se dize que em pa e e comun inha linguagem se ia possí el assim conside a , po ém alando de comun inha linguagem não de e se esquecida da in encional in luência à
língua e s ichiškos linguagem de desen ol imen o (ž . ilus a y ų Ri os Miliūnai ės pa ilhlį, ep esen ando comun inė kalbos
260 KALBOS KULTŪRA | 82 es anhos idiomas sis emá icos coisas, os úl imos não az a mės
ne aisyklingos3. Hence, guiando-se a ci adas de inições escla ecedo as egula idade, pode-se
alega que al a aliação c i é io de egula idade a mês não aplica ex p incipio. No en an o,
como es emunha a expe iência de pesquisado es de ou os países, p incipalmen e aqui ha imi
omenyje pe cep y iosios dialek ologijos4 es udos a alia codis lingüís icos de aco do com
(ne)co eklidade c i é ios é comum5. Beijo pe cada es udo, no qual se seguem as disposições
da pe cep y iosa dialec ologia, en e os in es igados linguínios comuni a is memb os
ap esen adas a e as de a aliação do alamen o inclui-se e ques ões sob e a egula idade dos
códigos in es iga i os. Tal mé odo a alia e classi ica kodus6 é jus i icado. Mesmo alguns
chamados mi os da língua e elam as pessoas polinkį a ian es de ala dis ibuídos po
deg aus de aco do com á ios sinais. No li o Os mi os de Línguas (Baue , T udgill 1998)
linguis as cien í icos a gumen os en am e u a e oneas c enças em isoladas comunidades
linguís icas ou mesmo uni e salius, di undidas en e di e en es ep esen an es das línguas,
po causa de a ian es de linguagem ou de ca ac e ís icas das línguas e seu alo 7. No
en an o, não é du idosa que o discu so cien í ico, su gindo como espos a a, nomei emos,
senso de linguagem lingu is iką, a ua apenas em ce as camadas da sociedade (žinoma,
p incipalmen e en e ilologów), e disposições de consumido es de linguagem simples
encon asi, sklinda e kin a não obedecendo nem g ama icas dêsnias, nem apenas lingu o ei.
uncionamen o na sociedade schemą Miliūnai ė 2009: 17); ou seja, não se pode não alo iza o que
que em alguns casos a expe iência da linguagem é um pouco a i icialmen e c iada, e sob e
a mes isso dize não.
3 Como apon a R. Miliūnai ė, apie e os são sen idos ala só bend inês línguas, e não a mių
(dialek ų) ou sociolek ų a osenoje, embo a e nos úl imos possam api aiky i pa a eles não
nebūdingų eiškinių (Miliūnai ė 2008: 155).
4 Sob e as disposições da pe cep y iosios dialec ology (angl. pe cep ual dialec ology) e 1988:
P es on 373395; 1989; 1999: xxiiixl; ambém Aliūkai ė 2006a: 8889; 2006b: 567583;
2007: 52–61.
5 Ti i: ame ikie iškasis anglų kalbos a ian e (P es on 1989: 5170); Diale os alemães
(Dailey-O‘Cain 1999: 229231); Diale os anceses (Kuipe 1999: 243262); Diale os da Tu quia
(Demi ci, Kleine 1999: 263282); ancūzų linguagem a ian es K ebeke (Kanadoje) (E ans
2002: 8386); línguas inglesas a ian es no Canadá (McKinnie, Dailey-OCain 2002:
282284) e k .
6 Não necessa iamen e de aco do c i é ios de egula idade. 7 No li o Os mi os de Línguas
Rayius Ha lowius demigia mi o, que algumas línguas não são boas o su icien e; Edwa das
Ca neyius que a di ação inglesa é ca as ó ica; La s Gunna Ande ssonas que algumas línguas
são mais complexas do que ou as; Howa das Giles e Nancy Niedzielskis que i alų língua é bonzi, e
okiečių bjau i e . . (ž . Baue , T udgill 1998: Es e a igo em como obje o egulingumas dos
9–14; 32–40; 50–57; 85–93).
D. ALIŪKAIT, E. MERKYT. Socioling is ís ico es udo dos códigos de adução 261
Pode-se alega que as disposições memb os da comunidade lingubinês a uam
di e sos es e eó ipos, em pa e isso pode e in luência e conhecos escola es
(mais ou menos obje i os). Conside a-se que o mando-se a di e en e
abo dagem a di e en es códigos a ua e linguino segu ança (ou nesaugumo)
a o , que neabejo inai sie ino com socialiniu comunidade memb os segu ança
e sa i e e. Às ezes, como es emunha a expe iência dos in es igado es, a
pa i das disposições pesquisas pode explica -se, que na comunidade i a e
dialec o ne isa e iškumo complexo8 que pode se ligado e com lingubinadas
p e e enças, e com lingubinadas disposições. Paminė inas Meilu ės Ramonienės
e ec uado Joniškėlio in es igação sob e linguinas disposições. Ty ėjos
insz algos pe mi e undadamen e supo , que dialec o ne isa e iškumo
complexo exis e e en e ou os a mių ep esen an esų. P esan ando dados
do es udo pesquisado a obse a que Joniškėlyje esponden es a mę a aliam
e como ne aisyklingą kalbinį a ian ą (mokykloje eikia eguliškai šnekė , ne
a miškai, mūsų a mė ai ypa ingai y a ne aisyklinga (daugiau. Ramonienė 2006:
144)). Neabejo ina, que, po exemplo, kalbinė apa ybė a ua não só kalbinę
elgseną, mas e disposições (plg. Aliūkai ė 2005: 101 108). Tendo em con a isso,
escla ece-se que a ques ão egula idade do código in e minio é pelo menos
o muluo ina. Se a impo ância egula idade pama uo ina isso já ou a
p oblema.
códigos a mís icos. É impo an e en a iza que, com base em dados de es udo de pe cepção, a
egula idade dos códigos in e mínicos p e ende unsaká-lo não y ėjo, mas do pon o de is a do
usuá io da língua, . y. pe cepėjo ( alin ojo). Visando cien i icamen e undamen a o concei o
de egula idade dos códigos a mís icos, de e ia dis ingui aspec os de de e minação
egula idade. Embo a, como apon a A. Gi denis e A. Pupkis, mui as ezes cada sepa adamen e
omadaõs a ms no ma seja a é igo enha, neguengend ines idiomas (Gi denis, Pupkis 2000
[1978]: 98), ele an inis ca ac e is nekodi icação ais conside ações azem nep ensingus.
Pode-se apenas conside a , que šiokio al undamen ação pode ia e das ca ac e ís icas dos
in e mediá ios dis inguí eis dislaida em de e minada in e miná el aiško, mas isso não se ia
equisi os de egula idade do alamen o in e minio. Po an o, é p eciso econhece que o
cien í ico linguagem acų
e inimas i pap as ų kalbinės bend uomenės na ių nuos a os y a ski ingi
dalykai.
8 Po causa Takesi Siba os dialec o ne isa e iškumo concepção mais c . Inoue (1999: 148).
262 LINGUES
CULTÚRA | 82
NUOSTATŲ TYRIMAS: TARMINIO KALBĖJIMO
(NE)TAISYKLINGUMAS
As apensu ações apensu adas sob e o concei o de egula idade o mulam-se
com base em ou ub o de 2008 e dezemb o de 2008. Kauno e Šakių dis i os
ealizado de pe cepção e a aliação do alamen o in e minio. In es imas
ex os-s imulos eks ynėlis e anke a p epa ados man endo pe cep y iosios
dialec ology equisi os eó icos.
De e-se dize que ge almen e as pesquisas de pe cep y iosios dialec ology
icam baseadas disposições, como eações a um de e minado s imuli lingubinį,
análise (plg. Şen, Baykal 2004). Neabejo ina, que melho men e o consumido
( alin ojo) elação com conc e o a ian e a escluija ou in ha a ian o
exempį. A im de escla ece as disposições da comunidade linguís ica dos
memb os po causa dos códigos a mís icos egula idade, oi c iado 6
ex os-s imulos eks ynėlis. Pa a es e eks ynėli do LKTCH (2004) e LT
segunda pa e, selecionadas cinco ex ac os de ex os de ap oximadamen e
po e meia minu és de du ação: A eks as9 no es e zemaiços elšiškių Ti kšlių
punk o (2005) (LKTCH 2004: 251); ex o B sulos akš aičių Va ėnos punk o (LKTCH
2004: 9192); D ex o y ų aukš aičių ilniškių (LT 2005); ex o E do pon o de
Ka klėnų (LKTCH 2004: 266267) dos k e ingiškių Ka klaičių (LKTCH 2004: 266267); F
ex o y ų aukš aičių anykš ėnų Ve ksnionių punk o (LKTCH 2004: 147).
Suge indo eks ų-s imulų eks ynėlį conside ada oi não só em pe cep y iosios dialec ology
equisi os. Em pa e baseado no p incípio do chamado kaukės es o10 c iado po Wallaceo
Lambe o e seus colegas (ž . Swann 2003: 149), en e a minių eks ų į e pin as e bend inės
kalbos eks as (C). Tendo em con a o ac o de que o ex o-s imulo da língua comunha C enha
sido i ado da publicação das línguas li uanias bend inė a is (2004: 65), edigida po An ano
Pake io e Aldono Pupkio, des inada a ensina uma eg a, os in es igado es em pa e o am
enganados como um ex ual suge ido pa a a alia um não- e minal, mas, em segundo luga , aos
in es igado es oi p opos a uma epo agem de eg a (que podiam ap o ei a ou não!). Mas,
endo em men e, que a ia e de odos os ex os na a i as, 9 Ty imui escolhe ex osi o am
codi icados. In es iėjai compo a -se a iamen e, umais casos ex ais imulai coduojami,
ou os i iamieji sabe, quais das egions de ex os ou osi. Abe u a ou seg edo da pesquisa
es á elacionada com conc e os obje i os dos pesquisado es: digamos, a in odução de
localidade em a e a pode de e mina a possibilidade de socialinių es e eo ipų a aliando de
ce a localidade ex os-s imulus, os a aliado es se ão de uma o ma ou ou a endencingi.
Pode-se alega , que o conhecimen o da localidade diminui não só ou ido ex o em e čius, mas e
ep esen an es da egião em e čius. Teks ų-s imulų egional anonimiškumas, many ina,
ga an e possibilidade de ixa in es iga i os dialec o compe encia.
10 Angl. ma ched-guise echnique.
D. ALIŪKAIT, E. MERKYT. Socioling is ís ico es udo de egula idade de códigos
a mís icos 263 e in o man ai11, W. Lambe o kaukės es o idėja
me odológico do es udo ala i o soluçãoção oi só a aminė. Išklausy us
ex us-s imulus es udados i e am que a alia segundo a di e ença da
bend inês linguagem, (ne)co egibilidade e (ne)pa auklumo c i é io12 e em
á ias pala as desc e e sua escolha. Nes e a igo é discu ida sob e a
egula idade do alamen o in e minio, de modo que ou os dados em análise
são incluídos apenas como a gumen a ou įž algų onos13. Ao ealiza o
inqué i o pe cep i ų, é impo an e escolhe a ap op iada manei a de
ap esen ação das a e as do ques ioná io. In es igados oi p opos a aos
inqui idos ípica se ynių balų14 escala de a aliação di e encial semân ico15.
Sua opinião eles inham de exp essa ma cando núme o de 7 (não di e e de bk;
comple amen e egula ; mui o bonzi ala) a é 1 (nada pa ecido não em com bk;
comple amen e ne aisyklingas; mui o neg aži ala) (ž . 1 igu a).
1 PAV. Seman inio di e encialo escala de a aliação 11 Isso não a ende kaukės es o equisi os. 12
Es es são ipiški pe cep y iosios c i é ios aplicados em es udos de dialec ologia (ž . P es on
1999: xxxi xxx ).
13 Além disso, os inqui idos inham de ano a e ma ca no mapa da Li uânia (užduo yje mapėlapis
ap esen ado com ma cados os limi es dos municípdios e cen ais) luga es, de onde, seus
en endidos, são kalbo ai. No inal do ques ioná io esponden es oi pedido em suas p óp ias
pala as desc e e um alan e in e micialmen e, po ém men al mapeio e in e micio
concep ualizamen o a e as da as discussim se á dedicado ou o a igo. 14 Nos es udos podem
se usadas e ou as, po exemplo, 5, 6, 9 escalas de balos (ž . Al-Hindawe
1996: [1–9]).
15 Mais sob e o uso da escala di e encial seman ino e . kalbininkų es udos (W ay, T o ,
Bloome , Reay, Bu le 2005: 174176).
7654321
mui o bonzi língua mui o neg azi
7654321
língua não di e e de bk nada
pa ecido não em com bk
7654321
comple amen e egula izado
comple amen e ne aisyklido
LINGBOS
CULTÚRA | 264 82
Ve inimai pa odo esponden ų eakciją į gi dimą eks ą. Tokia e ini-
mo skalė neleidžia kil i jokioms i iamųjų spėlionėms, kad, pa yzdžiui,
y ėjas pageidauja kuo aukš esnio į e čio. Reikia p idu i, kad Cha leso
E. Osgoodo 1957 m. pasiūly a seman inio di e encialo echnika (Al-Hin-
dawe 1996: [19]) é uma das equen es disposições linguís icas pesquisas,
po ém ep esen an es da pe cep y iosa dialec ologia mui as ezes al
p incípio combina com abe as ques ões e nes e es udo in es igá eis pedida
explica seus pa enkamus a e čius.
Teks ų-s imulų a e as de e iam cons i ui in es iga i os am į de modo
que osse possí el a alia , se lingubinė esponden ų aplinka a ua do
in e minio discu so, i. e. eks ų-s imulų, a aliação. Fo am cons i uídos dois
quo as de inqué i os de dimensão ap oximadamen e idên ica:
1) a p imei a a a ibui KauMi16 g upo in es igam eis (do o al 46); é os
habi an es do didmiescio, cujos albinė aplinka ( ikė ina) mais p óxima à
comunine língua. 2) a segunda a a ibui LukG in es igamieji (do o al 40); é
habi an es da p o íncia, cujos albiné ambien e ( ikė ina) em yškesnių
aka ų aukš aičių kauniškių a mės b uožų.
Aiškin asi 1418 anos jo ens ( . y. 912 klasių mokinių) disposições. Ti iamieji são um g upo idade
ep esen an es. Tai u u o ka a sua consequ-Tai u u os ka a suas disposições sob e o codigo a minio
egula idade (e em ge al odas a inqui iem exp essškėjusios disposições) alidas como umõs ka õs
indicado es de conscien idade linguís ica e cul u al.
Sendo Su eadas quo as de inqui idos conside ada oi e mais a um c i é io. Conside a que
o gêne o ambém pode e in luência nas disposições de ala in e minio dos
esponden es. Como assinama nos abalhos de pe cep y iosios dialec ology, ly is
de e mina não só alação, mas e disposições po ou as a iões (ž . Demi ci 2002: 41 50).
Assim, es o ça-se pa a que an o esponden es como esponden es enham amos as
semelhan es: KauMi 41,3 po cen o. esponden es e 58,7 po cen o. esponden es; LukG
50 po cen o dos esponden es e 50 po cen o dos esponden es. Apibend in ai pode-se
alega que os g upos de inqué i os cons i uídos com base a ês p essupos os
disposições e compe ência dialec o podem de e mina inqui idos 16 S aipsnyje
u ilizados i iamųjų g upių umpiniai: KauMi Kauno Milikonių ida inės mokyklos mokiniai
(padėjo moky ojos A. Babajan i R. S en kauskienė), LukG iniai Luk Vinco G ybošių
ida inės mokyklos mokiniai (padėjo moky oja A. U bai ienė).
D. ALIŪKAIT, E. MERKYT. Socioling is ais es udo de egula idade dos códigos
ansmínicos 265 lingbinė aplinka, in es igá eis amžius e in es igá eis
gy is17. Necessi a ac escen a , que o alo dis inguamôi do idade melho
emi iškė ų só em es udos compa a ôsios, i. i. u in á ios ezes dados, aigi
nes e caso é possí el só o mula insz algas po causa alamosios ge ação
polinkių. Em ge al, endo em men e pequena amos a de indi íduos
es udados, é necessá io no a que os esul ados do es udo de em se
conside ados como p essupos os de u u as pesquisas18.
An es da análise dos dados do es udo em discussão é p eciso des aca , que
empi icamen e ou pelo menos eo icamen e a a aliação egula idade
es uda am nos abalhos de cien is as exp esscõe p o isão es a a aliação
eia com ou os in e minio códo į e čiais. Em p imei o luga egulingum do
a ian o liga-se com socialine cul u ine cono ação do a ian o (plg.
Dailey-OCain 1999: 227242; Benson 2003: 307330). In es igado es en a iza-se que,
na a aliação egula idade do código, a ua ambém o chamado a o kalbinės
gim inės19, i. e. inclinaçao de sua egião ou seu código a conside a
egulamen eze (plg. Die cks 2002: 517020.70) Além disso, es udos da língua mos am que a o a elmen e são a aliadas em comum a língua semelhan e a ian es (Aliūkai ė 2007:
152).
A lik o alo do es udo ex os-s imulos egula idade calculada sumėjus inqui í eis ex os
es ima i os e obu ą sumą di idius do alo dos a aliado es. A im de ap esen a com p ecisão
os dados ecebidos, calcula as ge ais KauMi e LukG g upos de ex os-s imulos egula idade
em e ças. De modo a ilus a em a in luência do sexo em medições de egula idade do código
in e minio, calcula sepa adamen e cada g upo de esponden es e esponden as em e ezas
(ž . Fig. 2 e 3). 17 Suda an oma , ais p essupos os obse am-se e em ou os na Li uânia
ealizados es udos de pe cep y iosios dialek ologijos (plg. Aliūkai ė 2007: 143146).
18 Po ou o lado, aos abalhos de dialec ologia pe cep í ia ca ac e iza-se o p incípio
inducionis a: após e ec ua in es igação, os a ibu os da pa e (i. i. i as memb os da
comunidade) ans e em-se isumai (i. i. oda a comunidade), de modo que alo es de a ian es
desc i os como endencingos, e le indo odas as disposições da comunidade (plg. P es on 1989:
2524; Dailey-O Cain 1999: 227242; Kuipe 1999: 243262; Demi ci 2002: 4150). No en an o, é necessá io
no a que os pesquisado es apibend inimos o mulam como polinkius, e não como umai eikšmes
conclusados, po an o man ém-se pobūdis de p essupos os. Assim se az e nes e a igo.
19 Angl. linguis ic homeland.
20 Sem dú ida, não podem se esquecidos a o es de linguino insegu ança ou dialec o
ne isa e iškumo.
266 LINGUAS
CULTÚRA | 82
2 PAV. KauMi pa e do ques ioná io M67 (co ec i idade į e čiai)
D. ALIŪKAIT, E. MERKYT. Socioling is inis es udo de
eg as de códigos a mís icos 267 3 PAV. LukG pa e
do ques ioná io V32 (co ec i idade in odução)
274 KALBOS KULTŪRA | 82 e ion o g amma ical well- o medness is in p inciple
unsui able o dialec s. Howe e , he expe ience o esea che s om o he
coun ies has shown ha e alua ing dialec al codes in e ms o g amma ical
well- o medness in he amewo k o pe cep i e dialec ology is usual p ac ice.
The p esen in es iga ion ocuses on he g amma ical well- o medness o dialec al
codes. Conside ing he da a o pe cep i e esea ch, he pape aims a de ining he
well- o medness o dialec al codes om he use s/ ecei e s (e alua o s) poin o
iew a he han he esea che s. As obse ações conclusi as on he
well o medness o dialec al codes a e based on a esea ch conduc ed in
Oc obe -Decembe o 2008 in he dis ic s o Kaunas and Šakiai and oca ing on he
pe cep ion and e alua ion o dialec al speech by seconda y schools uden s in hei
9-12 yea a school (aged 14-18). The esea ch ma e ials co e ed a co pus o 6
ex s imuli and a ques ionnai e; bo h we e p epa ed in acco dance wi h he
equi emen s o pe cep i e dialec ology.
To conclude, young esponden s adhe e o a ce ain p o o ype o a well- o med
exp ession. Fo hem, well- o medness is p ima ily conce ned wi h s anda d language.
Howe e , in his con ex a na u al ques ion could a ise: is well- o medness ela ed wi h
he school s uden s ac ual expe ience o con ined o he knowledge ecei ed a school
ha language is a well- o med sys em and ha i se es (o can se e) as a e e ence o
e alua ano he exp ession? Since dialec s a e usually discussed in he amewo k o
gene al equi emen s applicable o s anda d language, hey a e usually ea ed as
ung amma ical a he han g amma ical. A majo ac o de e mining he
well- o medness o a dialec al code is i s a ini y o s anda d language: he mo e simila
he dialec al code is o s anda d language, he mo e g amma ical i is. Young esponden s
conside he well- o medness as a majo ac o o communica i e success: i he ex is
di icul o unde s and, i is also mo e o less ung amma ical.
Di e ing e alua ion o he dialec al codes o Highlande s (aukš aičių) and
Lowlande s (žemaičių) p o ides basis o u he esea ch ha dialec al codes
o Highlande s a e ea ed as mo e g amma ical han Lowlande s.
DAIVA ALIŪKAITĖ
Vilniaus uni e si e o Kauno humani a inis akul e as
Al andegas g. 8, LT-44280 Kaunas
[email p o ec ed]
ERIKA MERKYTĖ
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