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Ivar Aasen and the Genesis of the New Norwegian Written Language

Stephen J. Walton

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Kalbos Kul ū a | 132 83 (em inglês) STEPHEN J. WALTON Ins i u o I a Aasen, Faculdade Uni e si á ia de Volda IVAR AASEN e os gêne os da NOVA NORVEGA Língua esc i a Pe mi am-me que comece po ag adece aos o ganizado es des a con e ência po me e em con idado aqui e po me e em pe mi ido pa icipa nas ossas celeb ações do 150o ani e sá io do nascimen o de Jonas Jablonskis. Em algum momen o du an e o dia 30 de dezemb o, le an a ei o meu copo e deseja ei-lhe mui os e elizes eg essos. Espe o que mui os de ocês não enham ou ido ala do undado da No a Língua No ueguesa esc i a, I a Aasen, assim como, enho medo de dize , Jonas Jablonskis é qualque coisa menos um nome amilia na No uega, mesmo en e os linguis as his ó icos. Tenho e gonha de admi i que eu ambém es a a igno an e da con ibuição de Jablonski pa a a pad onização do li uano a é que, po azões ób ias, eu o pesquisei ecen emen e. Ce amen e não es ou quali icado pa a da -lhe uma compa ação de alhada do abalho de I a Aasen e Jonas Jablonskis, mas pa ece-me, mesmo a pa i de um conhecimen o mui o supe icial da con ibuição de Jablonski, que exis em semelhanças e di e enças in e essan es en e es es dois homens. Na minha ap esen ação de Aasen, que o concen a -me em alguns dos opoi mais ge ais que se ap esen am quando olhamos pa a o abalho do que em sido amoso como os " udges isioná ios" que e i e am ou c ia am as línguas pad ão da Eu opa nos séculos XVIII e XIX. Vou en a não a ogá-lo numa longa lis a de ob as de que nunca ou iu ala , numa língua que não ala, ou nas minúcias de uma his ó ia polí ica sem impo ância pa a si. Con agem his ó ica No en an o, pode se ú il começa com um b e e esumo do con ex o his ó ico em que a c iação da no a língua esc i a no ueguesa oco eu. Como enho a ce eza que sabe, a esc i a única ge mânica do no e S. J. Wal oN. I a Aasen e a Gênese do No o No ueguês A língua esc i a 133 oi subs i uída após a c is ianização pela esc i a na esc i a la ina, e uma lo escen e cul u a esc i a se desen ol eu no an igo nó dico, an o na No uega quan o na Islândia. Es a adição esc i a e a baseada an o na Ig eja quan o em cen os de pode secula . Após 1319, no en an o, o Es ado no ueguês oi en aquecido e a No uega en ou em uma sé ie de uniões com a Dinama ca, a Suécia ou ambas, nas quais o cen o do pode secula se mudou pa a o a do país. A Pes e Neg a en aqueceu a almen e a base a is oc á ica da sociedade no ueguesa medie al, bem como o sace dócio. À medida que mais e mais esc i os secula es oco e am em dinama quês, o no ueguês pe maneceu em uso na ig eja ca ólica, pelo menos a é que o úl imo a cebispo nascido na No uega mo eu em 1510, a Re o ma, com sua Bíblia e nácula e maio al abe ização, oi aplicada na No uega pela co oa dinama quesa e po meio do dinama quês. Cada ez mais o sace dócio, bem como a adminis ação secula do Es ado, passou a se ec u ado da Dinama ca, enquan o o comé cio es a a nas mãos dos come cian es hanseá icos. Enquan o emanescen es espalhados de esc i a popula em diale os no uegueses podem se encon ados do século XVI ao século XIX, o no ueguês, pa a odos os p opósi os, so eu p a icamen e a pe da o al de domínio como língua esc i a. A No uega é, no en an o, um país mui o g ande com uma opog a ia di ícil, sem um cen o na u al e com um al o g au de isolamen o. Os camponeses no uegueses con inua am du an e odo o pe íodo a ala diale os locais, enquan o liam e esc e iam em dinama quês. A pa i de 1739, a con i mação ob iga ó ia na ig eja lu e ana es a al oi in oduzida, o que e e como consequência que odos, pelo menos, i e am que se capazes de le o ca ecismo, e a pa i daquele ano se desen ol eu uma al abe ização udimen a uni e sal. Su giu uma eli e adminis a i a, me can il e cle ical que ala a uma o ma de dinama quês que g adualmen e adqui iu ca ac e ís icas onológicas no ueguesas, man endo a mo ologia, o léxico e a sin axe dinama queses, mais no a elmen e na e enção do sis ema de dois gêne os dinama quês em oposição ao sis ema de ês gêne os no ueguês. aasEN[…]s coN Ex Den o des e con ex o ge al, hou e um g ande g au de a iação local, an o no desen ol imen o da ala dialec al quan o no desen ol imen o das cul u as locais al abe izadas. I a Aasen nasceu em 5 de agos o de 1813 em uma amília de camponeses em Ø s a, na egião de Sunnmø e, que comp eende a á ea mais ao sul do condado de Mø e og Romsdal, 320 km ao no e de Be gen, 560 km Kalbos Kul ū a | 134 a no oes e de Oslo. É uma egião di idida em uma aixa cos ei a com ilhas o sho e, onde a pesca o ma a a base da economia, e uma á ea mon anhosa, de a o alpina, in e io de ales p o undos onde o sol não pene a po meses no in e no, e onde o clima, embo a ameno, é ex ao dina iamen e úmido. O p incipal p oblema nessa á ea, que e a p edominan emen e ag ícola, e a como emo e as g andes quan idades de água que caíam do céu, caíam em casca a pelas encos as das mon anhas ou inunda am o en es ápidas. As melho es soluções pa a p oblemas des e ipo ie am no século XVIII pa a se em encon adas em li os. Não su p eende, en ão, que a comunidade camponesa mais ib an e e dinâmica da No uega se encon asse no inal do século XVIII em Sunnmø e, au o-su icien e na ag icul u a e a meio caminho en e o cen o come cial de Be gen e o cen o cul u al e eclesiás ico de T ondheim. Embo a nos úl imos anos enham su gido e idências cla as de uma al abe ização mui o mais di undida do que se pensa a an e io men e, mesmo no século XVII (c . Fe 1995, 2003), a exis ência de uma o e cul u a camponesa al abe izada no sul de Sunnmø e no inal do século XVIII pode se ligada a á ios emp eendedo es cul u ais iden i icá eis. Um é um pad e, Hans S øm, ou o um dos seus pa oquianos, a igu a ex ao diná ia de Si e Aa lo . Aa lo usou a ap endizagem de li os pa a adqui i conhecimen os e habilidades em écnicas de d enagem e cul i o, o que lhe pe mi iu p imei o melho a sua azenda domés ica pa a que se o nasse um modelo pa a ou os ag icul o es da á ea e, em seguida, es abelece -se em uma das melho es e mais ensola adas azendas da á ea. Aa lo en ão começou um p og ama de escla ecimen o popula a a és da al abe ização que le ou, na i ada do século XIX, à c iação de uma biblio eca de emp és imo de 2000 olumes, a p imei a imp ensa e, de 1810 a 1816, o p imei o jo nal na No uega u al. Es as são as ped as angula es da cul u a esc i a em que Aasen nasceu em 1813. Ao con á io de Jablonskis, Aasen nunca es udou o malmen e e nunca oi educado em uma uni e sidade, apesa de e a opo unidade de equen a um seminá io de p o esso es, o que o e ia colocado no caminho pa a ins i uições acadêmicas. Ele c esceu, o mais no o de se e ilhos, em uma pequena azenda alugada, seus pais mo os quando ele inha doze anos. Ele ecebeu a educação supe icial no mal de p o esso es pe ipa é icos que as c ianças na No uega u al ecebiam, no o al ce ca de dez dias de ins ução po ano, mas ele oi ensinado po uma i mã a le e le a idamen e. Aos dezoi o anos, ele se o nou p o esso pe ipa é ico po dois anos e encon ou em p imei a mão as di iculdades que as c ianças inham pa a ap ende não só a le e esc e e , mas ambém a azê-lo em uma língua es angei a. I a aasen e a gênese da no a língua esc i a no ueguesa 135 dinama quês. Aos in e anos de idade, Aasen passou dois anos ecebendo ins ução na casa do ei o u al na ilha izinha de He øy, onde espe a a adqui i conhecimen o su icien e pa a pode assis i ao seminá io. Ele não o ez, mas passou se e anos como u o dos ilhos de um capi ão do exé ci o, mais ao no e, mas ainda na mesma egião. Quando adolescen e, Aasen usa a a biblio eca da azenda Aa lo s em Ekse , e as casas do ei o e do capi ão con inham coleções bem abas ecidas de li os, bem como jo nais e pe iódicos da capi al e do ex e io . no ano seguin e ao nascimen o de Aasen, a independência da No uega oi es au ada e a sua independência p oclamada pela assembleia de no á eis em Eids oll, um dos quais e a Si e Aa lo . Embo a o país enha caído imedia amen e em uma união com a Suécia, que du ou a é 1905, ele o ez como uma en idade polí ica enascida com seu p óp io pa lamen o e com sua p óp ia cons i uição ela i amen e democ á ica baseada nos p incípios das e oluções ancesa e ame icana. Na década de 1830, os p oblemas imedia os pós-independência de alência e es abelecimen o de uma adminis ação es a al uncional inham dado luga a no as p eocupações, inspi adas no oman ismo alemão e dinama quês: quais e am as peculia idades da nação no ueguesa e, especialmen e, da língua nacional no ueguesa? De a o, exis ia uma língua nacional no ueguesa? Na ques ão da língua não ha ia aco do, nem en e os polí icos nem en e os es udiosos. O g ande Jacob G imm a é imaginou, em 1840, que os camponeses no uegueses ica iam alando uma a iedade de o mada de sueco após a pa ida do que ele chamou de "die K a de Sp ache" pa a a Islândia. es e pon o de is a ambém e a comum na classe dominan e no ueguesa; Uma amosa legi imação pa a a con inuação da união linguís ica com a Dinama ca sob a no a união polí ica com a Suécia, p ocedeu da imagem o ganicis a da língua no ueguesa como uma á o e u í e a mo ibunda que exigia o enxe o de no o es oque dinama quês pa a man ê-la i a. Es a isão oi con adi a pelo p olí ico poe a Hen ik We geland, que a gumen ou que a paisagem no ueguesa e a his ó ia da No uega e am ão dis in as das da Dinama ca que uma língua esc i a no ueguesa nacional de e ia inclui ex ensos emp és imos léxicos dos diale os camponeses que supos amen e p ese a am an o do an igo nó dico. uma e cei a isão ambém su giu b e emen e na sequência da publicação de uma coleção de baladas an igas em um dos diale os de mon anha mais conse ado es; uma no a língua esc i a de e ia p ocede de um desses diale os. O no ueguês de e ia começa de no o, como disse o au o des a opinião, a pa i do pon o em que pa ou quinhen os anos an es. Em suma, po Kalbos Kul ū a | 136 e 83 A ques ão da língua no ueguesa su giu, uma ques ão que, na medida em que ainda emos duas o mas esc i as de no ueguês, sabemos que Aasen seguiu de pe o so a ha e s ubbo nly e used o coalesce, is s ill wi h us. o deba e da língua na década de 1830, do seu pon o de is a em sua cul u a esc i a camponesa incomum e bem in o mada, e ele colocou sua p imei a con ibuição pa a ela em 1835, aos in e e dois anos de idade. O que e a necessá io, esc e eu ele, e a uma no a linguagem esc i a que e le isse os ideais democ á icos da no a cons i uição pós-independência e osse e dadei amen e no ueguesa no sen ido de que odos os habi an es do país pudessem des u a de uma pa icipação nela; que a cons i uição chamada de dinama quesa esc i a na No uega […]no ueguesa[…] não azia de si mesma o dinama quês no ueguês. Além disso, a a e a de cons ui a no a no ma nacional não pode ia se ealizada po memb os bem-in encionados da classe dominan e danesa. Es a a e a de e ecai sob e alguém c iado, como ele disse, numa cabana de camponês. O ex o cu o e anali icamen e b ilhan e de Aasen, esc i o como eu disse em 1835, não oi publicado a é 1909, eze anos após a mo e de Aasen em 1896. Foi simplesmen e deixado de lado, mas ci culou na comunidade de camponeses que leu e esc e ia, na qual Aasen c esceu. Também con ém o plano pa a o que ago a chama íamos de e i alização da língua que Aasen passou o es o de sua ida a ealiza . T abalho da aasEN Cansado de se e anos a ensina c ianças... e quem pode culpá-lo? No início da década de 1840, Aasen es a a desespe adamen e en ando encon a uma manei a de sai , melho a -se e es abelece -se como bo ânico ou como e i ido de línguas. Com a ajuda do bispo de Be gen, que encaminhou Aasen pa a o di e o da Academia No ueguesa de Ciências em T ondheim, Aasen ecebeu uma bolsa pa a es uda os diale os da pa e ociden al da No uega. Uma ez que ninguém an es de Aasen inha ealmen e es udado os diale os da No uega, o que eles con inham po meio de esou os léxicos e mo ológicos escondidos do passado e que elação eles inham uns com os ou os, ainda e a, se não in ei amen e desconhecido, en ão pelo menos o obje o de adi inhação e conjec u a. Em se emb o de 1842, Aasen pa iu em sua longa ma cha, sua caminhada isioná ia ao longo das odo ias e caminhos secundá ios da No uega u al. Sua hipó ese de abalho - ago a es ou pa a aseando-o - e a que os diale os da No uega e am epi enômenos de um diasis ema subjacen e. a ideia de s. J. Wal oN. (em inglês) I a Aasen e a Gênese da No a Língua Esc i a No ueguesa 137 Aasen inha mui o poucas ideias o iginais, seu sucesso es a a na aplicação he unde lying uni y o he dialec s o No way was no aasen’s; in ac , b ilhan e das ideias de ou as pessoas. Sua in enção e a euni e idências su icien es dos diale os pa a c ia uma o ma pad onizada de no ueguês que o na ia mani es o o diasis ema subjacen e e, assim, em si mesmo, cons i ui ia uma língua esc i a e dadei amen e democ á ica que a maio ia das pessoas comuns acha ia ácil de usa . A agenda da Academia em da -lhe a sua bolsa inicial oi di e en e. Es a am in e essados em desen e a elíquias de uma língua que imagina am es a a mo e apidamen e. A an asia de que as o mas popula es de no ueguês es ão em suas úl imas pe nas é ainda indulgen e po p opagandis as linguís icos conse ado es a é hoje. Aasen começou en ão a dob a a concessão que ecebeu pa a seu p óp io p opósi o di e en e e mais ambicioso. En e 1842 e 1847 Aasen iajou pouco mais de 4000 km, em g ande pa e a pé, pa a cole a ma e ial linguís ico empí ico. Du an e o pe íodo mais inicial, ele desen ol eu mé odos ex emamen e e icazes de cole a que, embo a queb assem quase odas as eg as da pesquisa sociolingüís ica pos e io , an o em e mos de ep esen a i idade de in o man es, ob enção de in o mações po meio de pe gun as di e as, e c., no en an o, pe mi i am a Aasen sis ema iza seu as o ma e ial empí ico à medida que a ança a. Na minha biog a ia de Aasen, chamo-lhe o "mé odo cumula i o" de Aasen (Wal on 1996: 335-342). Em poucas pala as, a sua écnica consis ia em es abelece , em p imei o luga , os limi es de uma á ea dialec al. Ele en ão c ia ia uma coleção sis emá ica de ma e ial léxico e mo ológico no ní el mais baixo possí el, o da […]bygd[…], ou aldeia es endida. Quando ele passa a pa a uma no a comunidade, ele epe ia o p ocesso, e quando a a essa a isoglosses signi ica i os e se encon a a em uma egião com um diale o signi ica i amen e di e en e do que ele inha acabado de deixa , ele c ia a um dicioná io egional e g amá ica pa a a á ea an e io . O esul ado oi uma es u u a pi amidal com coleções de aldeias na pa e in e io , dois ou ês ní eis acima delas, e o ní el nacional no opo. Assim como as coleções de aldeias o am sis ema izadas a ní el de á ea, as coleções de á ea a ní el egional, o ní el egional oi sis ema izado a ní el nacional. Ago a, uma consequência do mé odo de abalho de Aasen oi que ele lhe pe mi iu comple a seu p oje o em um empo su p eenden emen e cu o. Ele começou a pa i do ze o em 1842, mas em 1847 ele inha concluído o manusc i o de sua G amá ica da Língua Popula No ueguesa, e oi publicado no ano seguin e. Lemb e-se ambém de que, du an e a maio pa e des e empo, ele es e e na es ada. Es a é uma conquis a ex ao diná ia. 138 Kalbos Kul ū a | 83 (em inglês) Uma segunda consequência do mé odo cumula i o oi que, uma ez que o diasis ema subjacen e se mani es a a em odos os á ios epi enômenos, seguiu-se que, uma ez que os p imei os epi enômenos ha iam sido sis ema izados, assim, po pad ão, ha ia o diasis ema. Em ou as pala as, o ma e ial que Aasen euniu em p imei o luga eio em i ude de seu luga no p ocesso de cole a e sis ema ização pa a desempenha um papel undamen al na apa ência de sua no ma inal. Isso em sido in ini amen e mal en endido pos e io men e como uma p edileção i acional ou ideológica pa a diale os a caicos da No uega Ociden al, mas es e não é o caso. Foi, no en an o, o caso de Aasen usa as o mas esc i as do nó dico an igo pa a a bi a em casos de di iculdade em decidi como econs ui uma o ma diasis êmica onde al o ma não exis ia em nenhum diale o i o (e se alguém se impo a em me pedi um exemplo, eu lhe da ei um). Ao con á io de Jablonskis, Aasen c esceu em uma simples casa de camponês e nunca e e uma educação acadêmica o mal. Além disso, ao con á io de Jablonskis, ele nunca oi banido. Na e dade, ele nunca a a essou as on ei as da No uega, nem seque pa a a Suécia. Ele nunca so eu ep essão, mas oi ecompensado com um gene oso inanciamen o es a al de, p imei o, a academia, em seguida, o Pa lamen o, que só e minou com sua mo e. Além disso, ao con á io de Jablonskis, ele não inha nenhum abalho an e io pa a guiá-lo, não ha ia o no ueguês Juška pa a apon a o caminho. E, no amen e, ao con á io de Jablonskis, Aasen acabou não só c iando a no a linguagem esc i a, mas ambém oi seu p imei o g ande au o , an o de poesia, d ama e p osa ensaiís ica. Só o omance lhe escapou. Po ou o lado, o abalho mais impo an e de Aasen oi seu dicioná io, assim como Jablonskis. A p imei a edição desc i i a apa eceu em 1850 sem o mas econs uídas, enquan o uma segunda edição no ma i a saiu em pa celas de 1873 a 1871.Nes a época, Aasen já ha ia publicado uma g amá ica no ma i a, aduções, a p imei a peça em No o no ueguês, uma coleção de p o é bios e uma coleção de e sos mais endida, e es a a a caminho de p oduzi um esau o, uma b e e enciclopédia pa a jo ens u ais e um dicioná io dinama quês-no ueguês. Assim como Jonas Jablonskis de endeu a causa do que eu ap endi de Zigmas Zinke ičius […] mui o ú il His ó ia da Língua Li uana é chamada […]žmonių kalba[…], Aasen en ou c ia uma língua e dadei amen e popula , apesa do a o de que os e o mado es de linguagem pos e io es i am boas azões pa a desca a algumas das econs uções mais e imologizadas de Aasens. Como Jablonskis e odos os seus colegas e i alizado es, Aasen usou suas p óp ias ob as li e á ias pa a c ia neologismos. A o ça da adição esc i a dinama quesa na No uega, a pene ação de mui os diale os no uegueses pelo dinama quês esc i o e a disseminação e polêmica es. J. Wal oN. (em inglês) I a Aasen e a Gênese da No a Língua Esc i a No ueguesa 139 assis ência ao que oi pe cebido como o mas his ó icas cômicas, udo le ou Aasen na di eção do que é eqüen emen e e co e amen e chamado de pu ismo "mode ado". O No o No ueguês de aasen não em nada a e com o ex emismo léxico pu is a do islandês, po exemplo. NoWaDays In e p e o es a con e ência como p o a de um in e esse du adou o na Li uânia no abalho de Jablonskis, mas emo não sabe nada sob e como ele é conside ado nes e país hoje; Tenho a ce eza que ap ende ei mui o sob e is o enquan o es i e aqui. No que diz espei o a Aasen, posso dize -lhe que hou e uma pausa no in e esse po ele após a sua mo e e, du an e mui os anos, pouco in e esse académico pelo seu abalho. Suas ca as e diá ios cole ados - mas expu gados - o am publicados no inal da década de 1950. Es anhamen e, apenas duas disse ações de dou o ado o am esc i as sob e Aasen, ambas na Uni e sidade de Camb idge, e uma e cei a es á em andamen o na Uni e sidade de Edimbu go, mas nenhuma a é ago a na No uega. No inal da década de 1990, no en an o, um eno ado in e esse publici á io em Aasen o nou-se isí el com o ano de Aasen em 1996 (quando não menos de ês biog a ias apa ece am), o es abelecimen o do Ins i u o Aasen em 1995, que começou a ensina p og amas de mes ado em 2002, e a abe u a do cen o nacional pa a a No a Cul u a Esc i a No ueguesa no local de nascimen o de Aasen em 2000 (www.aasen une .no). Re e ências a a s e n I. 1848: De No ske Folkesp ogs G amma ik, Ch a. a s e n I. 1850: O dbog sob e o no ueguês Folkesp og, Ch a. a s e n I. 1864: No sk G amma ik, Ch a. a s e n I. 1873: No sk O dbog, Ch a. F e J. 1995: Lesande bønde . Li e æ kul u i no ske allmugesam unn ø 1840, oslo: uni e si e s o lage . F e J. 2003: Sk i ande bønde . Sk i kul u på No d-Ves lande 16001850, oslo: De No ske samlage . Zinke ičius Z. 1998: A His ó ia da Língua Li uana, Vilnius: Mokslo i enciklopedijų leidybos ins i u as. Wa l o n s. J. 1996: I a Aasens k opp, oslo: De No ske samlage . Gau a em 2010 11 17 140 Kalbos Kul ū a | 83 (em inglês) IV aasENas I a as NauJosIos No VEGų ašy INės Kalbos KIlMė San auka No egas I a as aasenas (osen, 1813[…]1896) oi de ais cul u as eikėjų, ku ie xVIII[…]xIx a. Eu opoje domėjosi als iečių a mėmis i jų pag indu siūlė naujas ku i a gai in i au ines kalbas. I. aaseno in elek inę b andą lėmė ai, kad jis augo nuošalioje kaimo bend uomenėje, ku i jau nuo xVIII a. pabaigos puoselėjo i in in ensy ią li e a ū inę eiklą, o gana šios daug bend uomenės na ių p iklausė ilgesnes negu šim o me ų aš ingumo adicijas u inčioms šeimoms. aigi jau anks y asis mokymas s ip ino jo įsi ikinimą, kad no egų als iečių a mės ė a pa i šius, po ku iuo slypi bend a sis ema, . y. nekodi ikuo a au inė kalba. Iš p adžių I. aasenas siekė su ienodin i y aujančią aš o kul ū ą, be ėliau jis sumaniai p i aikė sa o ikslams pag indinių au inio oman izmo skelbėjų idėjas, gy a usias xIx a. idu yje. sa o galu inį siekį naujos i isuo inai p iim inos ašy inės kalbos sukū imą jis de ino su uome inių kul ū os eikėjų no ais a gai in i senąją als iečių kalbą. Jo sumanymas sulaukė i inansinės, i mo alinės pa amos, ad naujųjų laikų Eu opoje I. aasenas apo ienu pi mųjų als ybės išlaikomų in elek uų. Viešumoje I. aasenas p isiėmė als iečio-in elek ualo aidmenį, o ai, no s i skamba pa adoksaliai, leido jam daly au i pla esnėse kul u s e ose. apsk i ai, I. aaseno nuopelnai siejami ne ik su p ak inės i ašy inės kalbos no mos kū imu jis y a pi masis li e a ū inę i es e inę e ę u inčių a kalba suku ų eks ų au o ius. Didusio pasisekimo sulaukė poesia e músicas, no s jam neblogai sekėsi ašy i e esė. Daugelį me ų I. aaseno da bai i nuopelnai bu o nepag įs ai pami š i, i ik pas a aisiais me ais susidomėjimas jo eikla ge okai išaugo. 1996-ųjų, paskelb ų I a o aaseno me ais, pa eng os ben ys išsamios kalbininko biog a ijos. P aėjus da ke e iems me ams jo gim inėje a ida y as muziejus, o susidomėjimas I a o aaseno eikla i oliau nemažėja. Joi da ba daba y a poli ikos i kalbos iloso ijos objek as, o a ėjan 2013-iesiems, kai bus minima I a o aaseno 200 me ų gimimo sukak is, dėmesys, ikė ina, ik s ip ės. publicação ši é Jono Jablonskiojoje con e ência (2010) au o iaus skai y as p anešimas. Ve melho. Pas aba, po a o . s EPHEN J. Wal oN Ins i u o I a Aasen Faculdade Uni e si á ia de Volda No uega [E-mail p o egido]