scieee Open visual document viewer

„Kaštai“ – vengtina svetimybė ar ekonomikos teorijos neišvengiamybė?

Ramunė Vaskelaitė

Full text

R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 265 RAMUN VASKELAIT banco li uano KAŠTAI VeNG iNa sVe iMYBė ARONOMICAS TEORIJAS NeiŠVeNGiaMYBė? ESMINIAI VOODŽIAI: skolinys, eng ina s e imybė, pala a de signi icado, no ma, a osena, e minas, są oka. ĮVaDas ci cuns âncias, pelas quais emca unciona a línguas li uanas úl imos pa décadas, é a azão, que a a enção dos no mmin ojos da língua p incipalmen e di ige-se em uma loanin inės leksikos sluoksnį, nomeadamen e no os s e imžodžius. aquelas ci cuns âncias pe ei amen e conhecidas e comp eendidas: espalhe as elações poli icas, econômicas, cul u ais e quase de odas ou as es e as do país que usa a língua, seu apoio p incipalmen e angliška, na ys ė g upo países, onde ambém p edomina inglês língua, ainda mais aquele s a us da língua su eikšminan es in eg ações, con e gências, globalizações p ocessos e k . Majo idade da a enção ocando em no os s e imzodžius e seus p incípios de no minamen o, quan o nuocalho pe manece mais an igamen e em língua li uânica pa ekę ou p e enda ę en a pala as. Na u almen e, sua p oblema iskidade em elação à no ma é meno . Essas pala as são longokai e i ica a a osena, e aqueles que ela apa eceu imp escindí eis, ge almen e į eisinados como no ma. in e samen e, a osenai neak ualūs, seus p óp ios co espondmenimis nãodu iai subičiados s e imkilmiai ge almen e deixados o a codi ikuo osios no ma limi es. Diach oninis a ualidade a osenai c i é io, decidiam in e alo de empo, o mando-se en e es anho pala a de en ada em língua e p esen e ies, akosky ą en e elhei os s e imžodžių no mas e neno mos ge okai supe simpliina. Jus o dele con iadamen e baseia-se não só no minamuosios, mas e leksicologia abalhos. Nos úl imos p ecoceis in e psniais pa a os li uanos passem a pala a são subdi ididos em gene ininha alboje adqui alėjusius de onios e a osenai neak ualius pala as (Jakai ienė 2010: 233). Em no miminuais ou em publicações elacionadas com a no mimagem p imos endem a chama -se skoliniais ou ik aisiais skoliniais, an uosius, en a izando seus ne eik inumą kalBos kul ūRa | 86 comum à língua, s e imybėmis (ne eik inomis, eng inomis), indicando ainda a di e ença do a ual pe íodo elhos s e imybėmis de pala as não pe encen es à língua (kPP1 1976; kPP2 1985; Gi čienė 2004; kP4 2005, 2013; Vaicekauskienė 266 2007). Mais equen emen e neak ualús a osenai são aqueles skoliniai, que êm ap op iados, es anho pala a signi icado comple amen e pe eikiančių lie u iškų pakai ų. Diach oninis c i é io de ac ualidade a osenai igual e de e p e e aboliução a osens e no mas ha ną, mas se á semp e ela kons a uo ina? Pelo menos já de um es animosios lexicico g upo a ibuído do i ik a a dhio kaš as a osenos e no ma elações ais ha nos não mos a. 1976 m. saída na Kalbos p ak ikos pa a imų leidime ( oliau kPP1) es a pala a in oduzida como ne eik ina s e imybė (kPP1 1976: 122), a a ual no ma de skolinių eikiančioje Kalbos pa a imų ( oliau kP4) knygelėje i gi alo izado es ic amen e como a oid ina a o i s e imybė (kP41 2005: 64), o mesmo g au de a aliação deixado e que acabou de saída na no a edição 2013 knygelės (kP42: 37), oje em uma impo an e eo ia da economia como kaš ai gana. Sem des a pala a e oda o g upo com ele cons i uídos e mos de e minos nãošsi e ciama quase em nenhuma economia manualêly, incluindo e mokyk linius, eles incluídos e em e mos de dicioná ios. isso de imedia o pe mi e le an a p essupos ão, que o uso des a pala a não aciden al iolação da no ma codi ikuo ó ia, e a ce os a gumen is baseada a osenos con a. que po causa cus os economis as e lingüis as nesu a ia, é chamou a a enção Zo ija Babickienė (2012), mas mais amplas no mas e a osenos a o ūkio ela nãoag inėjo. Kaš ų como e mo de economia oi uma ques ão le an ada em 2013 m. 7 de junho d. o um de e minologia de ins i uições e es abelecimen os da eu opa união e li uana su eng oje e cei a con e ência1, po ém de alhe a análise do enómeno a ealiza uma popiecio discussia pe umpas empo. P ecisamen e aquela discussão e incen i ou au o a do a igo es e exclusi o caso de no ma e a osens nãou ap ia panag ina mais de alhado. Reiškinys iš ies enomenalus a pala a, om o aisi i quase há qua en a anos, de a osenos nesi aukia, adiasi, pode se s a ių jį lemiančių eiksnių. analisando a á ea econômica a osená, e p e ende escla eça li eles, pelo menos začiuop i an o, quan o pe mi e a compe ência do lingüis a. Juk decj amasi pesquisa uma complexa á ea eo ia econômica, ciência. Seus sub ilezas pe p as i kalbininkai, inacabados aqueles 1 sob e con e ência e cas os ques ãoim oco idos discussões esc e e no si e do ó um, acesso po in e ne <h p://ec.eu opa.eu/ ansla ion/li huanian/l /index_l .h m>. R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 267 á ea de es udos, não em possibilidades an o, quan o delas êm eó icos da economia, decêdi, de alguns a o es podem ica -se e nãožčiuop a. ou a e en e, ep esen an es da ciência da economia, ge almen e não es udija em linguagem da ciência, não êm possibilidades pe g adi de odos os sis ema da linguagem, sua uncionamen o, no mas sub ilidades. esse músuis al a de possibilidades p o a elmen e e é azão, que kaš ų p ob lemos linguinos aspec os de a é šiol nãoi yž a examina , a uma análise mais de alhė ausência sua ez u e podia se azão, que susse ė codi ikuo osios no ma e a osenos a o ūkis, pelo menos nusis o ėjo keblus elaçãois. quan o con á ia codi icuo ajai no ma jus i icada, de al na u eza ex os como manualhelhos e diccionai explicin is mui o pa anku. Juk nelas os e mos não só são usados, mas e ambém escla ecidos, de iníamam-se eles signi icados concei os, demanhai, e ela am odos os aspec os seman iniai da pala a cuidado. uma ez ap esen ada e minos o alidade, ainda e explica-se e minos elação. Mas o mais impo an e, manuales e diccioná ios isso não é uma comun inês língua zá ibis ou pa ibys. Eles exclusi as impo ância de uma á ea de uso de língua comum, com um eno me impac o em oda aquela á ea, e não apenas dela, a osenha2. esaMos RaŠY iNės NoRMos sklaiDa iR NeaiŠkuMai Daik a a džio kaš as p incipalmen e busca de a aliação no mą lexicikos eikiančiuose leidiniuose. exis em desses ês, com ce as condições […] qua o. isso a ual das li uãs linguagem diccioná io ( oliau DŽ), kP41 e kP42, e Lie u ių kalbos diccioná io ( oliau lkŽ) a es e g upo a ibuídinos só com ese as, pois da língua no minização não seu p incipal obje i o. nos ele ónicos DŽe e lkŽe disponibilizados na in e ne a a aliação da pala a kaš as é a mesma que nos imp en din os3. Em odas as publicações a a aliação do i ik a ó cio em discussão di e e. lk kŽš ui não é aplicado nenhum g au de a aliação nega i a, só indicado da pala a 2 quando es e a igo já oi en egue à imp ensa, p oblemą im asi esol e p a icamen e o e mo conside ado Vlkk e, decidêpos es a gumen os de economia e con abilidade especialis as, decês ese o e ece -o u iliza em ce os signi icados como economia e ges ão e minos das á eas de con abilidade. aigi, a a u aguis en e no ma e a osenos eduzido, po ém, como is o de į eisin ų apib ėžčių (ž . h p://www. lkk.l /10li 4940), neišsp ęs ų ques ões icou. Es e a igo pode ia con ibui pa a a con inuação da edução do a opamen o. 3 con inua a se usado na In e ne ap esen amais lkŽe e DŽe, po an o a página não indúspomas. Se en e o online e o imp ensdin ino publicação há quaisque de di e enças, menciona-se imp usdin inis publinys. 268 kalBos kul ūRa | 86 on e de o igem lenkų kalbos daik a a dis kosz e suminimas localidades, onde skolinys зафиксирован. Só elas e elam a la gada geog a ia, ab angendo odas as egiões da Li uânia: léipalingis, sei jai, sinas, liškia à, Rozalmas, Dùse os, Jonišklis, Pas alỹs, skisnemunė, Viekšnia, Mažekiai, Plùngė. Va osenos exemplos de ap esen ada de au ãgnų, Daukši, Bagó osios (Bagó šilio), aly aũs, Geis ã ų (Did yži), Vei žėnų, alsdžių, Rie ã o, kùk iš kių. que kaš os usado e esc i o na língua, con i ma lkŽe indica-se 1747 m. Pilypo Ruigio Lie u ių okiečių i okiečiųlie u lie u ių kalbų žodynas (jam ma e ial cole ada e de lie u iškų knygų) e seu Li huanian kalbos y inėjimas, quan o mais a de saėję Ju gio Pa b ė žos11849) aš ai, Mykolo Žiškas Lie u iškai išla kailen ki š u si žoška nas (1774) e u Lie i g a g aška ma i ka (1886) e exemplos de jūjia ju juano iška (Juška žody no1922) (1887). Rašy inės a osenos exemplos de incluída e de simono Daukan o (17931864) aš daqu, bu . Ry daqu P ū si suas e klai pė dos k aš o ma jiau ži no mų ašy inių šal inių. Embo a lkŽe e ela amplos a eal da pala a e a elha a oseną, isso ainda não se ia um a gumen o azê-lo na a ual comun ininha alboa. lkŽe a es u u a indica que luga es, onde a pala a o ixada, sumine ação an es é seu a minio a spal io p essupos o, e em elhos esc i os neiš inga a es animosios leksikos. po ou o lado, no minização não é o p incipal lkŽe obje i o. Es e diccioná io é p incipalmen e escškinamasis, cien í ico. No en an o no miná eis aspec os de esama: es animidades em pala a pažymimas sinallu ×, skoliniai imedia amen e após i aš ino pala a em skliaus os duodan a i ikmenį daquela língua, de qual a pala a é pa ekęs. P esso kaš o dá-se lenkiškas co espondência, mas sinalho × não há, ou seja, lkŽe ele é a aliado apenas como skolinys. es ilis inas ma cos psn. (pasenęs), nes e diccioná io aplicadas a amen e conse ojados pala as pa a ma ca , ambém não exis e. e dade, sinal × adicionado a alguns kaš šaknies pala as (kaš aunas, kaš aunus, kaš aunai, kaš aunumas e e c.), mas ob iamen e, que eles pažymimi po causa da língua li uânica não acei as das peculia idades da da yba. Veiksmajodis kaš uo i, como e basei a, lkŽ deixando-se sem s e imybės s a usą žyminčio ženklo, só indicando lenkišką kilmę (iš kosz ować). desse sinal não há nem pa a edinos kaš a imas, kaš y is (i įsikaš y i, išsikaš y i), kaš uodin is (įsikaš uodin i, išsikaš uodin i), e es e sinal e indicada aisyk linga o ma kaš uo i pa a o ad e bo kaš a o i mos a iam, que al pala a inap op iada de ido a nelie u iška p eceiga. Kaš ą alo iza ak ualidade a osenai elação ine i a elmen e cabe DŽ, pois seu in odu ade indica-se, que isso e no minamasis diccioná io. Desde a segunda R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 269 pe missão, saído em 1972, a é o úl imo4 an o kaš as, quan o kaš uo i ma cimi e e ência ž . (=žiū ėk). A signi icância des a e e ência não é comple amen e cla a. A edição de 1972 a i ma que ela o ien a o lei o de uma linguagem e ada não-licomo pala a em equen es, habi uais pala a (DŽ 1972: iii), e em edições mais ecen es que ela nuk eipiami mais es ei amen e usadas, a minia, passinê, emp in e ou as pala as semelhan es ou a ian es de doiba em comum calças mais amplamen e usouas (DŽ 2000: Xii). Hen ise, es a e e ência pode se ma cada não só e ότερη a osena, mas e pala a que em s a us do de ín. se enu odomas úl imo, sai que kaš as DŽ ne aisomas, juolab que in oduzida esc i a, que no ocínio adicionados aqueles elhos emp és imos, que adqui alėję em comun inėje alboje ou não êm p igijusių lie u iškų a i ikmenų (DŽ 2000: Vii). e dade, à DŽ adicionada e não des iná eis à língua comum s e imybių, po ém es animybės s a usą deno o ab e iação n k. e equidade sinal (ne eik i na=). que e po qual azão kaš se ia ma cado e e ência e . po causa es eu esnês a osena, a miškumo, possuído de inio s a usus ou po á ias azões, na a ual comun inhe alboa amplamen e di undida pala a ele p o a elmen e não conside o. decisão kaš ą encaminha em mais amplamen e us ojamus pala as se ia possí el maiky i a osenai o necida possibilidade p čiai decidi , quan o ela es a pala a é necessá ia. po ém al libe dade de escolha é bem limi ada ou o publicação p es ado a de no mas skolinių mencionada kP4 knygelė. Aqui kaš ai (pedeiciama não unicaskai os, e múl iiskai os o ma) in oduzi ijami como eng ina s e imybė: s e . ng . (kP41 2005: 64). Veng inais aqui são conside ados ais a aliados enóškinhos, que não são ins i uísi como gene inês no ma da linguagem: eles já neno minamen e e nebe u pe spec i asin ys ou ainda neno minamen e, insu icien emen e exage ados e e c. (kP41 2005: 11). ób io, que kaš ai são conside ados já neno miniu e nãoe u incim pala a de pe spec i a, mas al solução base não é cla a. da publicação p a o io esc e e que incluindo os de edo es na lis a é conside ada a duasjopus on es: anks esneios ou ac uais egulamen os esc i os (1976 e 1985 kPP edi ions, Vlkk ap o ada Didžiųjų kalbos klaidų są ašą, P ano ska džiaus e Juozo Vaišnio publicb os egulamen os, online bases de consul as de linguagem e c.) e à pública šnekosenamosios kalbos a ą (kP41 2005: 56). que baseiasi ul a ąja, abejo i p omin ų e e ência in., indicando que a con o midade cus oos é o necida aos ex os inancei os. Didžiųjų kalbos 4 DŽ publicações: i 1954 m., ii 1972, iii 1993, iV 2000, V 2003, Vi 2006, Vii 2012. In e ne ap esen a-se 2006 m. edição. 270 kalBos kul ūRa | 86 e os lis ashe (lkk 1998: 127177) nem daik a a džio kaš ai, nem eiksmažodžio kaš uo i não. Essas pala as co igi só em 1976 m. kPP1 edição, p o a elmen e e pasi em a nele, pois em segundo o edição kPP2, saído o 1985 m., a pala a kaš ai não incluído. DŽe p a a mês não menção, mas se osse basea -se nele, não se ia ap esen ada uma a aliação ela i amen e igo osa da pala a. Além disso, kP41 é o necido e di e en e do que DŽ subs i u o cus os. é que eng ina s e imybe conside ado mul idiskai a pa a o as daik a a dis e ele co eomas como e mo da á ea inancei a, leis ų aze p elaidą, que a pala a é in e p e ado como leksikaliza ęsis, . y. e minijoje adqui ijęs ou o signi icado. po ém ais p essupos os eduzem a iabilidade kP42. Aqui ap esen ada no léxico dí idos lis axe kaš ai ambém a aliados como eng ina inanças s i es s e imybė (kP42 2013: 37), mas subs i ui ų dada ês, e dois deles despesas, lėšos coincide com indicisiais p incipalmen e da gene alizada a osenos pag indu suda y uose DŽe e lkŽe. isso le an a a ques ão se a a aliação do e mo espei a su icien emen e as di e enças de domínios a osenos. o nece is subs i ui os ambém mais ca ac e ís ico comumja a osenha, e não de e minijos es e a. Pa a a sinonimía dos e mos exis e pe spec i as di e sas, mas ge almen e ela é conside ada um sinal de o mação do e mo o iginal (Zemle ičiū ė 2001; umb asas 2004; s unžinas 2005; Rimku ė 2007). Se ês pala as são ap esen adas como di e en es subs i uições, isso ambém mos a ia a a aliação (ou alida i o enomeno) p oblemiškumu p o a elmen e co imojo pala a signi icação adequadamen e nãope me ida. codi ikuo osios no ma e is ão mos a ia, que essa no ma ge okai no olygi e neaiški: lkŽe pala a conside ado skoliniu, p o a elmen e e a mybe, mas ne aisomas, kP41 e kP4 s e imybe e aisomas. quan o kaš as conside ado DŽe, da ci ada e e ência s . de e mina é di ícil, po ém é ób io, que s a us de es animidade não des ininas lhe não é concedido. ou a con adição da no ma é o que kP41 e kP42 eng ina s e imybe conside ado e mo, e nenhum em um dos diccionos de conhecimen os, indicando daik a a džio kaš as o e mo u imą s a us, não. uma ez que nelas a acei abilidade da pala a à uni e sal comuni á ia lingua a osenai é essencialmen e inegá el, pouco é p o á el que um possí el pala a possa se conside ada como um e mo de uso em uma especial eng inu á ea. No en an o, o a o de que o e mo s a us a indicam ma cação nos diccioná ios não, ainda não signi ica, que kaš as neles não conside o um e mo. isso se á en ado escla ece mais adian e, mas se e ela -se que en e daik a a džio e e mo neda oma dis inção, a con adicção da no ma ainda assim pe manece kP41 e kP42 aquele e mo é in e p e ado ku kas g iežčiau. R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 271 con o midadeMeNYs iR ReikŠMės BeNDRosios PaskiR ies JODYNOS lkŽ e DŽ não há e minos są adai, po ém especiais das á eas pala as nelas não e i ada. e ai lkŽ como p incipal undo lexico in oduzidas a mės, mas ou a impo an e on e conside am-se esc i os on es desde a p imei a lie u iška li o a é es es dias. lkŽe indica-se que a leksica diccioná io oi ecolha não só de signi ica i os ex os de g ožinha, publicis ina li e a u a e de ou as á eas, mas e de li e a u a cien í ica, além disso, u iliza odos os mais impo an es dicioná ios imp usdi i ou manusc i os. DŽ como uma das on es do léxico indicam os e mos de ciência, ape an es ciência popula a inamojoje li e a u a, na imp ensa, ge al ojo la inimo escolas manualêlios (DŽ 2000: Vii). Especialmen e na ciência e miniją de e ia se conside ada DŽe, po que aqui iek ace cando em diccioná io dedamus pala as, an o eles explicando, ap o eo asi odosis lie u iškais aiškinamaisiais XX a. e XXi a. começo edi ais de diccionais e lie u iškomis enciklopedijomis. Pala as paieškoms e sel ankai impo an es on es o am lie u iški e minų, ambém alguns e čiamieji gene ieji žodynai. Rendo diccioná io, baseiase abalhos de ciência da língua li uãs, publicações de p á ica da língua <...>. alguns aos e mos e ou as pala as explica em em casos necessá ios pasi ilk a de ou os idiomas exchina ó ios de diccioná ios e enciklopedías. al desc ição de pala as selecionkas, cla o, não pe mi e de e mina , com ge alja a osena ou e minija eme e-se a diccioná ios incluindo daik a a dį kaš as, mas isso pode escla eci do ap esen ados en iyds, segundo a explicação de signi icmen os, mais de diccioná ios. é que lkŽe à pala a kaš as minimi Li uu os cidadeselhai e kaimai, mos a iam, que o p incipal on e […] eloji liaudies kalba, e nela a pala a não podia se u ilizado como especialis s i ies e mos. que nem hou e, mos assem exemplos: Sem caes o isso nada não poda ysi ( au agnai); Jo kaš u aiuos (Daukšiai); Ele inha mui o caes o (Bago oji); Aquele abalho alha um al o cus o (aly us); Não enho kaš o de ko a ássi (Geis a ai); Kaš a lhe mo eu, só sumą ecebeu (Geis a ai); Dėjau o maio kaš ą, ka só įsi aisyčio ka ę (Vei i žėnai); Vien kaš a e kaš a (alsėdžiai); Sem cas o não ha e ie a as; Eu quan o in eu kaš o ajėjau (kuk iškės). Anašią em šnekamosios kalbos a oseną e elaja e aš o kalba exemplo de s. Daukan o aš ų (Kaš as oi didis), de bu . Ry desses P ū si suas e klai pė dos k aš o ma jiau ži no mos aš ijos (Jie explei do seu kaš ais ês li oseles). como já discu ida, lkŽe kaš as nega i amen e em elação à no ma não é a aliado, apenas indicam-se co espondências, que podem se conside adas e explicação de signi icância. 272 kalBos kul ūRa | 86 Kaš explicado como despesas, undos, e a di e ença en e despesas e undos noskomas lėšas de inindo como mone a inius iš eklius, pinigus, k edus, išlaidas como expedeiamuosius pinigus, lėšas. al elação das pala as en e si de e mina-se e DŽ. As pala as despesas e undos DŽ de inem-se ambém e, como mencionada, desde 1972 m. kaš as enc epiado a eles. uma ez nes a edição a e e ência ž . é a íssimo, sinal de pala a menos comum, saiu-se, que 1972 m. decide-se, jog daik a a dis kaš as de a osenos aukiasi e ele pode a s oo despesas com lėšami. Nea likus pesquisas de o igem, sozinho desses ocynas se ia possí el aze p essupos ą, que ambos co espondemens su gi am ou pelo menos p oli i o mais a de po kaš ą. lkŽe daik a a dį lėšos ilus oujaiančių pa yzdžių pa eikiama só começando Jono Jablonskio esc i os (Jo lėšos iek neišneša; Ele lėšose i e mui o de udo em). Da indica DŽe (P agy enimo lėšos; Apy a os lėšos), e ao sen inio Liaudies au o idade ali ia didžiules lėšas abalho pessoas saudá ela i p o ege , lhes espies i, kul ū ai ys i i pa eik os ab e iação (so .) sp., indicando, que es a so ie ines ealijas e lidindo pala a da imp udos, leis ų acha , que ele e a populia us pe íodo so ié ico. liaudies e linguagemap ezen ado exemplo de ukme gs . pe enusancio lno (Ne seus lėšom sūnus išmoky ), mas ele ambém pode se de ėlesnės a osenos. I expidas ilus ado sen ença O c escimen o dos luc os da indús ia Lalies pe mi i á aumen a os gas os à cons ução de capi al (sp.), como e os exemplos DŽe dados e a indicação que a signi icação da pala a é opos a às ecei as (Na cidade mui o despesas i e; a econciliação de I expidas com as ecei as), incen i asse a pensa que os cus os ambém depopula ização mais a de do que kaš 5. ais exemplos onde que mais do que ilus uojan ys kaš ą ep esen a ep esen am o icialme emá ico es ilo, e junginiai p agy eni mo lėšos, u oas lėšos são e mininai. uma ez que DŽ kaš as encaminha-se em ais ases ilus á eis pala as, e lkŽ kaš explicado po eles, pode aze p essupos o, que nos diccioná ios en e kaš o como gene alizada a osenos da pala a e kaš ų como e mo dis inção neda oma. Embo a kaš em diccioná ios se elacione apenas com despesidos, lėšimi, po ém lkŽe ap esen ados exemplos ais signi ica i os su ap ies não indicam. em ge al a pa i deles signi icado de e mina di ícil, juolab que sakiniuose quase não a ajudanças escla eixin i pala as. Pa yzimos Tas iens kaš bū ų, Ele inha mui o kaš o, Vien kaš a e kaš a, Kaš as oi g ande pa a o ą daik a a dį pode ei i an o com despesas, an o com um ce o dano, necessa iamen e mone iginiu. Tal ez quan o e iden 5 Na u almen e, mais con iimes conclusões sob e pala as despesas e lėšos oco ência e adquilamen o se ia possí el ob e só is y us anότερη a osená, po ém ela não é o obje o des e a igo. R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 273 desnė in e essaia com expediam-se undos só sakiniuose Ti is inha didį kaš ą em ja d os ( eselijos) suas duk e s, Eles expulso seus kaš es ejas knygeles. Com kaš u da ybiniu yšiu elacionado eiksmazodis kaš uo i de a o mos y ų, que sąsajas com monigais pode e nebū i. lkŽe ap esen ados exemplos em Quan o um i belis kaš uoja dinhei o (Žemai ė), Ši a kepu ė du ubliu kaš uoja (J. Jablonskis), Daug penigo kaš uoja eseilia a kel (leipalingis), Toks pa ėds ale e kaš uoja auksinių ūks an į (Ju kšai is) ela aki aizdi, mas isso ma ymi não eiksmažodis, e pe enomieji objek i ní nebo okolybinės eikšmės wo ds: kaoja dinhei o, daug penigo kaš uoja, du ubliu kaš uoja, kaš uoja auksinių ūks an į. o exemplos Tos adelas e balnas lhe bom ca lio kaš a usios (a. Vienuolis), Isso me mui o piningos, mui o abalho kaš o (ku šai is) pe enomieji dėmenys (a klio kaš a usios, mui o abalho kaš a o) mos a que as in e ligações com pinigine aiška não. quando dependomaisiais es imenimis isso não econheymima, um eiksmazoodis suas não mos a, exemplo. : Oi, mengele lelijêle, o que caš uoja le end ėlė? (Rudamina); E o que cus a a zals co onikėlis? (V. kal aičio cole adas P ūsijas li uãs canções). sai i ų, que eiksmažodžiu peculia idade moniginiu pag indo neapibūdinama. isso con i mados e ap esen á eis as co espondências quinua e a siei i. co espondência cainua com moedas sie inas, lkŽe ambém indica-se que a p incipal sua signi icação u ė i e ę monigais. po ém ou a co espondência a siei i com o dinhei o pode se e nãoiejá el. sakiniuose B angius d abužius pi k i pigiau a sieina, quando pigius (esque iai), Asilo man inimen o a sieina oda nãob angiai (J. Bal očiusGe u is) al in e saja pode insegui -se, po ém ela ambém pa odo dependomieji dėmenys. e sakinyje Nemaža lhe saúde a siejo (k. Bo u a) al dėmuo mos o, que sąsajos não exis e. aigi, açõesmaodiais kainua e a siei i signi icâncias podem se a ibuídas undamen o mone á io, po ém a pala ai kaš as oodynai ais possibilidades nãouma o seu signi icado elaciona-se apenas com despesidas, lėšami, em ou a pala a, moedas. po ém olότερη análise de daibá ios ligações em ge al enco aja suabe-se, se as pala as kaš as e kaš uo i ligando daibinis ligação adek ačiai ansmi ido signi ica i os aiškinimu. Juk um ap esen ado kaš uo i a i ikmenį kainuo i ele elaciona com kaina, en e essas pala as de e ia se e seman inių laços. e de a o em ambos os dicioná ios cainua nusp ome como u ė i e ę penigais, e kaina como e ė penigais. Se caš uo i co esponden e é cainuo i, isso e kaš as de e ia se elacionado com a p eço, e uma ez que o p eço é alo em moedas, isso mais p o a elmen e e com alo . Uma das lkŽe indicados alo es signi ica i os kiekis ko, com que uma coisaik as é mudada pa a ou a signi ica ia, que i ik a o dzii p eço e alo , 280Bos kul ū a | 86 indica al e minologia: e mens que possuem dėmenį cos , co espondem p incipalmen e com o e mo kaš ai, e o inglês co esponden e aos gas os mu p incipalmen e são expenses (adminis a acinės i. o ice e., de cob s o sios i. p epaid e., kana inės i. o ice e., a elling e. e. e c.), ainda pasi aiko minus cha ges (g įž am i. back c., pe emi i. ance i. e c.), spending ( isumines i. agg ega e i. s.), expendi u es i. e. e. e c. e mos, em que a composição inclui os cus os, indica apenas qua o: de p é-pagė osios s. (p epaid ex penses), capi al s. (capi al expendi u es), empo s. ( ime cos s) e s. cobe u as (cos eco e y), a p óp ia pala a cus o es á ligado a inpu e expendi u e(s). naqueles mesmos anos edi ado no Economikos e minų žodyno pi majame e ime ( oliau e Ž1) sąnaudų de odo não há, po ém es e é o p imei o diccioná io, no qual comple amen e não há e kaš ų. Beija odos os e mos angliški, em cujo compos o en a cos , aqui ansla em e minis Li u iškais, con endoços co espondmení cus os. Assim bend ieji k. ( o al c.) i s a bend osiomis i., ibiniai k. (ma ginal c.) ibinėmis i., de p odução k. (p oduc ion c., ac o c.) de p odução i., kaš ai (cos s) išlaidomis, apa ece i. unção (c. unc ion), de cus os e luc o analė (c.bene i analysis), i. diminu.inação (c. minimiza ion), sando ių i. ( ansac ion c.), isuo meninas i (social c.), sando iu i ( ansac ion c.), economicas i (economic c.) e e c. Re ka čiais cos in e p e a-se como p eço (c. o capi al capi al k.), ab icação (c. p ice g. kaina, a e age c. p ice средняя g. kaina) e k . uma ez que de 1991 e 1994 m. isėjusių žodynų jokių e mino kaš ai ak ualumo diminuição polinkių nema i i, ao con á io, eles indicam que o e mo pli o, isso e Ž1 decisão kaš ų enuncia e mo neak ualumu não pode ia se explicados. Jê pode ia explica a menos p ocu a li eu i ia de inho ou homodin i os concei os a ii uojanças kaš ai e despesas. quan o undamen ada a segunda p essupos a, é di ícil de e mina , mas as in enções de e asão de e mos in e nacionais e anglybių de a o inse am-se (e Ž1 1994: 5). No en an o, a pala a kaš ai anglybe não pôde se sus en ada e naquele empo kažin ou podia se conside ada pala a in e nacional. Não pôde p igi a não exa slia aduzi lie u iški eikiniai. Po exemplo, oppo uni y cos (economic cos ) a osenoje não pôde espalha como ap op iamos as despesas. e Ž1 p opos ação em odos os casos cos e i como despesas ambém oi ejei ada bas an e g ei depois de ês anos (1997 m.) dicínio pe leidindo. Na no a edição e Ž2 isu luga de gas os su gi am cus os: gene ais s., ibinês s., de p odução s., al e na i iosios s., sociais s., s. unção, s. e ek y umas, s. maksimiza imas, sando ių s., implici inės (ne iesioginės) s., eks plici inės ( iesioginės) s., p idė inės s. e k . esol endo apenas a pa i da aida dos e mos, R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 281 con o midade o cus o pode ia se conside ado saídai imi da economia e minícia, as a dela decidi us expulsa cás us. e Ž2 ao e mo kaš ai neg įž a. Ma y , e e e ei o co eção da pala a 1995 m. Gim ojoje kalboje e, kilus menė am con aš a a imui, po lei o ojo laišku espalhado p opos a da edacção nesilaiky i įsikibus kaš ų, se já ecusa a kaš uo i. po ém olότερη pala aynas aida mos a ia, que os cus os não e a su icien e cus a subs i u a. 1997 m. isėjusio an ano Bu ačo Bankininkys ės i kome cijos e minų žodyno ( oliau Bk ) e minus i gi pe žiū ėjo k. Gai enis. suda y ojas como undamen o do diccioná io mini es angei os mul idiakalbius diccioná ios, classi ika ó io e in e nacionais compu ado ines bases de dados (Bk 1997: VVii), ou seja, nemažą e ei o Bk e minams inha aze zasieninė e minija. Tal ez ela lemb ou, que kaš ai no amen e incluídos, só e e ência s . elacionados com despesas. No en an o Bk suda y ojui não pôde se desconhecido e Ž1, onde suge idas despesas, e e Ž2, onde despesas ixadas em cus os. Tinha de se paisoma e daquele empo a osenes. de ido a es as acções, ao lado do e mo coš ai, indicada e po sinónimo: despesas (apêos po os kiniai i. , acon ecic iniai kiniai i. , ci kulacijos k i. , ak iniai k i. , izo iniai kejiiai i. , kin amieji k k osios i. , sand. k i. e k .), despesas (a idėi k k. s. , ie ieji k osiosos s. , ixo i k suos s. , g ynieji k osios i. s. s., no ma i in k ojai k s. s. , ibininiai k i. s. , e c.) ou mesmo dois sinónimos (ne i di ec os k ios i. s. Quase odos os co esponden es ingleses p incipal dėmen o cos s. de odo sinonímicos e mos de com a pala a kaš ai ap esen ada 53. al sinonimija e di e sidade não ajuda a decidi , qual e mão usa , po ém es e diccioná io não é nem pad onizá el, nem no mminado. Ele ão a e lexo a osena e indica que ela só gas os nãož o, mas nãož o e consumodos. Va o i e kaš ai. Uma das possí eis causas de insu iciência dos cus os e ela Bk indicada no concei o kaš ai signi icados: (1) cus os; 2) a aliação mone á ia dos cus os (Bk 1997: 165166). cás ai não é só um cus o é uma a aliação mone á ia dos cus os. Bk mencionada a segunda signi icação de cus os pode ia se dada e à pala a cus os, se já há mui o empo, começando em 1991 em ou lais u Še , cus os não ossem de inidos como ecu sos usados no p ocesso de p odução: sąnaudos (inpu ) ecu sos econômicos usados no p ocesso de p odução ( o ças de abalho, ma e iais e ma é ias-p imas, ins alações, capi al, e c.). (Še 1991: 190). Po ou o lado, al de inição coincide com a o necida nos dicioná ios de língua li uana, de modo que, nes a ques ão, a ulosenos ge al 282 kalBos kul ūRa | 86 e specialieji dicodynai su a ia. como ecu sos, que emp esas de negócios usam pa a p oduzi me cado ias ou se iços o nece , os cus os são de inidos e no dicioná io em 1999 edi ada e mos e concei os Econômicos (e s 1999: 148), e a emp esa pa a a p odução de p odução consumi ia a soma de ecu sos mone á ia encaixada (e s 1999: 77). Os cus os apenas como usados ecu sos de inem-se e no Aiškinamajame emp esa de ges ão de e mos de dicioná io (h p: www.aĮV). Nem a pala a que ansmi e ou a signi icância de consumos, nem a pala a que a possa ansmi i kaš ai não exis e nes e ocabulá io (aĮV 2000: 157). No en an o es e ocabulá io não da economia, mas da ges ão de emp esas. Kaš ų como eo ia iais concei os aqui nep e equia, u bū po an o p oblema do e mo neiškyla. Ela eme ge em um dos mais ecen es abalhos de lexicog a ia da á ea econômica 2005 m. expos os Rū os Vainienės Ekonomikos e minų žodyne. Nele p ob lemá en a-se esol e o necendo con o midade aco domenis. P ie kaš ų (cos ) указаžius n k. (=ne eik ina), co espondmenys ap esen ados despesas, cus os, kaina, a sa ikainos co espondmen o anglisco indica, que ele ambém é cos . Es e ocabulá io ap esen a ais e mos da eo ia da economia como análzė de cus os e bene ícios (cos bene i analysis), in lação p o ocada po cus os (cos push in la ion), al e na i os cus os (oppo uni y cos s), a iamosios cus os ( a iable cos s), e a noção de cus os de ine-se como exp essão de alo dos ecu sos económicos consumidos na p odução de me cado ias, p es ação de se iços (Vainienė 2005: 242). aigi, a pala a é dada signi icado, sie ina com alo de ecu sos. Pe ys ecu sos de inição são in oduzidos numa manei a desc icomuio, e como e mo sepa adamen e ap esen ado ecu sos de p odução. e dade, ele e e ência c. edi ige-se a a o es de p odução, e os úl imos são de inidos como economia (limi a) ecu sos, usados no p ocesso de p odução (Vainienė 2005: 95). aigi u bū anoma, que o e mo cus ou unção a in oduzi p oduybai usados ecu sos pode ealiza d ižodis junginys ac o s de p odução. quan o al possibilidade eal, de e ia explica -se de concei os ope ogan es ex os dicodyne o nep e equia. e a pa i da economia e minos dicynas e , que o e mo kaš ai em si de a osenos nesi aukė. esol endo sozinho deles, menos do que despesas usado pe íodo so ié ico, no e mo do pe íodo de economia pe einá el, no eikiame con a o com aka ie iška eo ia da economia, ele pli o e ak ualėjo. Nuosqulus ocamen o e mo em despesas em um dos dicynas e miniai não pôde ik i de ido insu icien e signi icâncias con o midade, e dicynas (ou a osenoje) om a p ocu a ou os co espondmenos. G eičiausiai como ais pai echos esul ado ao in és kaš ų adosi cus onaudos, mas mais a denė pala aynų aida indica, que só des e pala a kaš ų signi icadomei ansmi ik i não basakako. R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 283 2006 m. expulso Da ido W. Pea ceo Aiškinamojo ekonomikos anglųlie u ių kalbų žodyno ( oliau ae Ž) lie u iškas e imas om šios s i ies žodynų išsiski ia pelo a o de que o p epa ou g upo economis as, alkinama cen o de e minologia de especialis as de lie u ių kalbos ins i u o. E iden emen e, comum abalho, ou al ez a osenos a enciluma lemb ou, que ao e mo kaš ai, apsukus ge oką a ą, sug įž a p ecisamen e ele escolhido como angliškojo cos co espondência. No en an o, diccioná io indica e de ou os co esponden es […] cos aduzido como kaš ai/sąnaudos/caina/išlaidos (ae Ž 2006: 131132). Na mesma ae Ž cos aduz-se apenas como cás ai: c.bene i analysis k. e u ilos análise, c.e ec i eness analysis k. e e icácia análise, c.push in la ion (c. in la ion) k. es imulama in lação, c. minimiza ion k. minimização, c. o capi al capi al k., ma ginal c. ibiniai k., a iable c. can amieji k., ixed c. pa s oiniai k., implici c. neiš eikš iniai k., oppo uni y c. y e na c. c. c. c. c., ansac ions c. Nos e mos des e g upo, os cus os não são ob igados, e os cus os elacionam-se apenas com expendi u e (agg ega e e. ge ais i., e. swi ching policies i. pe a kos poli ika, e. ax i. mokes is, e. a ia ion con ols i. pokyčių kon olė) ou expence (e. p e e ence i. p imei oumas). ae Ž ap esen ada umpas desc ição do e mo cos e ela essencialmen e an o al escolha, quan o, co melho , con o midades abundá azão. é o signi icado que os concei os caš ai o necem economis as. como indicado, eles cás us ge almen e iden i icam com os cus os subs i u os (oppo uni y cos s)8 e es es de inem-se como alo de odo o que ek ų enuncia , o que se ia pe dido ou o que ek ų da em ecebimen o algo mais (ae Ž 2006: 131). Es a de inição con i ma iam abe indo diccioná ios da língua li uânica da y ą p essupos a, que a pala a kaš ai, pelo menos como e mo da eo ia da economia, sie inas não com despesidos, e an es com alo ou kaina, demos ei, despesas seu subs i ui não. ae Ž e di e amen e indicada di e ença de cus os e despesas: os cus os en endidos em sen ido econômico podem coincidi , po ém não semp e coincidem com os pagamen os em dinhei o, que o con ado con abiliza ia como despesas (ae Ž 2006: 132). da desc ição do concei o e e ou o e lexal is da signi icação isso, o que ek ų pe de ganhando algo ou a. A pala a gas os dele ambém não pe e e iam. concep oka subs i ui iniai kaš ai é espécieinė, ou seja, mesmo se economis ai concei o su apa ina, de e ia exis e a e kinininė. o e mo kaš isso nes e diccioná io assim e inde inėžiamas, po ém de alguns po ele signi icados são8 Nes e diccioná io o necidos oppo uni y cos s lie u iški subs i ui ai subs i ui iniai kaš ai, p iski iniai kaš ai em abalhos de eo ia da economia não ojamos, como e mo já nusis o ėjęs al e na y ieji kaš ai (handlings an e io es do pe íodo e usa al e na i iai kaš ai). 284 kalBos kul ūRa | 86 okos signi icado das a spal ios e ela os cus os e o bene ício analisés (cos bene i analysis) o explicim. de inida como sis ema de a aliação de p oje os de in es imen o no se o público, es a análise explica-se como se di e enciando da a aliação inancei a di e a em que oma em con a odas as ecei as (nudão) e pe das (cas os) independen emen e de a quem elas co espondam e a ajuda explica-se como aumen o da u ilidade, e os cás ei como sua diminuição, de inidos como cus os de subs i uição do p oje o em ques ão. ainda acen ua-se que em mui os casos os bene ícios não são calculados em dinhei o, e os cus os são de e minados como cus os ac uais mone á ios do p oje o (ae Ž 2006: 132). aigi, kaš ai aqui iden i icados com pe da, a aliadoamo em dinhei o. an o a pa i des a explicação, como da subs i ui á ias kaš ų de inição ê-se, que o concei o kaš ai com o uso ou consujoim não se elacionausi, ais a pala a cus onaudos pelo menos nesse signi icado nãoik ų. e de a o os li os de economia e elam que o e mo kaš ai eo ia econômica cus onaudos nãos oja, embo a a úl ima pala a e é consumida. sVok sis eMa VaDoVėliuose de economia guió ias pa a escolas supe io es quase não exis em ais, nos quais se ia deseni e ciada sem kaš ų. ce o, aqueles manuais não são uni o mes. Já há mui o se dis inguem duas pa es da ciência da economia mic oeconomia e mak oeconomia. Dės an eo ia mac oeconomicas, o ien ada em economia como em odo o, kaš ai sepa adamen e neap a iam, nelas p incipalmen e o ien a-se em ais emas p incipais como desemp ego, in lação, c escimen o econômico. po ém, o que que a concep oka neap a iama, ainda não signi ica, que ela não ojama. analisando di e sos dêsnios e p ocessos econômicos, ela é usada como au o en endida e ap esen ada de ais e minos compos os como dí inimosi kaš ai, cus os de a mazenamen o de dinhei o, cus os al e na i os de consumo, cus os de abalho, neda bo kaš ai, cus os al e na i os de pe da de abalho, menu kaš ai, socialiniai kaš ai, in lações kaš ai, p e is os in lações kaš ai, kaš ų in lacija, cus os de c escimen o da economia, cus os ex e nos, e c. (Wonnaco , Wonnaco 1994; D ilingas e al. 1997; k . skuly ė 2005; 2005; k . a noção de cus os es á di e amen e elacionada com a p odução, e a p odução não é concebí el sem emp esas um dos p incipais obje os da mic oeconomia, po isso é de alhadamen e discu ida em odos os manuais de mic oeconomia (Wonnaco , Wonnaco 1997; Va ian 1999; snieška e k . 2000; skominas 2000; Ras enienė 2005; klimašauskienė 2006; Pano as 2011). R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 285 Abo dá el a noção suac ualiza manualhas, nos quais ab êmiam e mik oeconomicas, e mac oeconomicas emas. são eo ia da economia, li os didá icos dos undamen os da economia ou ins umen os didamícios, des inados a escolas supe io es. O gêne o lemb a nemają ex os ep ojimąsi, e e guiões exama de mui os laidos, po an o analisando nelas ensinadoma kaš ų samp a á e sua suponuojama e minų g up, não se á p e endido ab êpe de odos azenkami ipiniai. eles abaixo desc end in ai chamam-se manual de economia, quando necessá io indicando a espécie. Al e na i ões kaš ai e kaš ai capí ulos sob e kaš us são uma essencial pa e da ge al economia guiėlių. Ele ge almen e é ap esen ado discu indo mecanismo de me cado e eo ia da lexibilidade, mas uma concep ão explica-se já no início do manual. concei os al e na i os kaš ai esmė si ua-se discu indo a p incipal p oblemá economia, isu nosakomą uni o memen e como con as adação en e be ibias necessidades e limi ados ecu sos (ke em, Rand ee 1998: 1617; skominas 2000: 3699; Ma inkus, Žilinskas 2001: 9516; Jaku is e al. 2003: 1415; lukoše ičius, s anke ičius 2003: 42; Bu aška e al. 2005: 24; Ras enien 2005: 1316; снеčnik 2005: 26; Jaku is 2006: 1516; Da ulis 2009: 1922). As necessidades do homem são be ibiais, e os ecu sos necessá ios, pa a sa is azê-los, limi ados, po an o cada sociedadeê con on a com o p oblema de escigiaus de ecu sos. Es e p oblema incen i a a escolhe , como os u iliza e e i amen e. di e en es sis emas econômicos es as a e as esol em de manei a desigual, po exemplo, sob a cen alizada economia planinha (comandine) a ais ques ões esponde a ins i uições de planeamen o, nas condições de economia de me cado a mesma ma ca; ge almen e mínima e economia mis a (ke em, Rand ee 1998: 20; Ma inkus, Žilinskas 2001: 16; lukoše ičius, s anke ičius 2003: 4247; Ras enienė k : 20; snieška 2005 e 2009. 2005: 25; Da ulis: 3539). e a p óp ia economia mui as ezes desc i a como ciência sob e o como se escolhekamas um dos possí eis a ian es de uso de ecu sos limi ados des inados ab ica p odu os (Jaku is e k . 2003: 14; Jaku is 2006: 16; Paunksnienė, liuč ai ienė 2009: 7). o p oblema de escolha con inua a liga -se à p odução social, pois a maio pa e da ac i idade económica des ina-se à p odução de me cado ias e se iços. aos ecu sos sob limi ados, cada deles, u ilizado de uma manei a, já não pode se u ilizado pa a ou os p odu os ab ica em. Se a sociedade decidi aumen a a p odução de um p odu o, ela em menos ecu sos pa a p oduzi ou o (Ma - 286 kalBos kul ūRa | 86 inkus, Žilinskas 2001: 9699; Jaku is e k . 2003: 1516; lukoše ičius, s anke ičius 2003: 4247; Ras enienė 2005: 1317). aigi, escolha al e na i asus: escolhus uma, pe dendo ou a. Vado ėlios indicam p ancūziški discu iamo eiškinį į a dijan ys a i ikmenys: al e na (lukoše ičius, s anke ičius 2003: 42), al e na i e (Ma inkus, Žilinskas 2001: 19). com a escolha al e na i a elacionados câs os e chamados al e ni iaisiais kaš ais, só es e e mo, como ê-se ambém de abu os e mos de economia, já é ligado com anglišku a i ikmeniu, . y. oppo uni y cos s (Ma inkus, Žilinskas 2001: 20, 213). O úl imo conjugio leis ų aduzi como opo unidades ou al e na y os kaš ai, mas como e mo quase sem exceção é usado conjuninys com o a ibu i o dėmens į a džiuo ine o ma, e ka čiais pa a ojama neį a džiuo inė (Jaku is e k . 2003; Jaku is 2006). associadas à p odução de me cado ias, os cus os al e na i os en endem-se como me cado ias pe didas que pode iam se p oduzidas a pa i de ecu sos consumidos na sua p odução: Os eais bens cujos cus os al e na i os de p odução podem se de inidos como aquelas me cado ias al e na i as que pode iam se p oduzidas a pa i de ecu sos consumidos a es e bem. (Ma inkus, Žilinskas 2001: 206). Mais conc e amen e eles são adian ados como quan idade de bens ou se iços aquele de que há que enuncia pa a ob e uma ce a quan idade de ou os bens ou se iços (Ma inkus, Žilinskas 2001: 97), e abs akčiai como a al e na i a de u ilização de ecu sos, que enunciamos p oduzindo um de e minado p odu o (Mikučionis 2000: 46; Ras enienė 2005: 14). po ém o p oblema de escolha manualêlios liga-se não só com soomene, sis ema econômine, mas e com cada ummeniu, negócio emp esa: Todos con on a com bū inumu escolhe bem al e na i ių kaš ų p oblems médico e ad ogado, emp eslininkas e mes ejas, adminis dininkas e consumido . Jo ens médicos êm de ape cebe -se, se oma uma p á ica ge al, ou ainda pe mi i dinhei o e es uda mais, o na -se especialis a de um es eu o campo. Os emp eslis as em que escolhe uma das possí eis espécies de p odução e epa i seu dinhei o ins alações, ma e iais e uncioná ios de modo que os cus os ec am a maio ecei a. Os consumido es êm de decidi , como gas a seu dinhei o, pa a alcança os melho es esul ados (naudos): comp a peixes ou mêsão, pão ou bul es, no o d abužį ou no o záuolaidas, no o li o ou bilhão pa a conce o, e quan o comp a daquelas me cado ias, das quais de em pe iodicamen e adqui i . (Ma inkus, Žilinskas 2001: 20). ão amplamen e comp eendidos os al e na i os kaš ai mui as ezes denominados simplesmen e uma opo unidade pe dida (Wonnaco , Wonnaco 1994: 32; Ma inkus, Žilinskas 2001: 20; Da ulis 2009: 20) ou a melho al e na i a abandonada em aze pass- R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 287 eleição (Ma inkus, Žilinskas 2001: 20). da explicação do concei o apa en emen e ê-se que a pala a gas os des a signi icância nãope ece ia. Juk a maio ia dos casos nada não é lançada simplesmen e escolhendo uma pe do ama ou a. Guo êlios ap esen ados explicação do concei o de al e na i os de kaus os p imei o leis ų isí el signi icância uniões com diccioná ios de unção ge al indicada indi e ine p eço signi icado, i. i. nuos olio alo , nuos olis, ne ek is co algum buscando, juolab que aqueles kaš ai e kaina nomeados. Numa manualêly es e signi icado in oduzidajama di e amen e: is eklios al e na i as de uso o çam en ende a simples e dade, que nada não ganhamos em ão. po isso su ge concepção p eço de escolha ou p eço pe dos as opo unidades. Moksliškai isso į a dijama como uma al e na i aioji e ė ou al e na i ieji kaš ai. Denominação não mude essencialmen e, po que se ala sob e o a o de que cada escolha em seu p eço. isso é uni e sal e dade, mas mais se des aca na economia. (Mikučionis 2000: 43). união com p eço pe kel ine signi icado mos a iam al e na i os cus os denominação pe das a dinhei o: P a as a dinhei o, compa us escolh ó ia al e na i a de u ilização de ecu sos com a mes ąja, e cons i ui al e na i iu ou possí eis cás us (Ma inkus, Žilinskas 2001: 213); em ge al omados, os cus os al e na i os é a ecompensa da melho u ilização de ecu sos al e na i a, da qual oi enunciada. (skominas 2000: 41). nou o esc e e-se que os cus os al e na i os são p imas pe didas da melho al e na i a da a i idade escolhida, po ém imidão mesmo e i ica-se que p ác ica análise, os cus os al e na i os são ge almen e exp essiškiami monigais (ke em, Rand ee 1998: 35), o que es e e mo leis ų sie i e com um signi icado di e o. e de a o pe de -se em alguns luga es ligado com o dinhei o, po exemplo, cen o de música al e na i o cás ei são pa ecidos ao p eço de no o compu ado (Ma inkus, Žilinskas 2001: 20). Ao o nece o e mo al e na i os kaš ai de inição, essa pe de as is ge almen e in oduzida como alo : <...> al e na i os kaš ai são enunciados ou ejei ados a melho al e na i a alo . (ke em, Rand ee 1998: 16); os cus os al e na i os são o alo dou os bens, que pode iam se p oduzidos, caso os ecu sos i essem sido u ilizados nou os (Ras enienė 2005: 14). o concei o kaš ai ambém é de inido como alo : kaš ai alo dos ecu sos consumidos p odução da emp esa (Ras enienė 2005: 72). Ela ambém pode se inculada com a monigine aiška: kaš ai é de odos os consumidos na p odução alo das ações de p odução, i. i. cus o dos cus os em p eços e e i os. (skominas 2000: 142). kaiš ai são de inidos como alo (suna o os de ecu sos), e os al e na i os kaš ai como alo al e na i os, como e pa ece íamos, que as pe das, não ob idas bene ícios 288 kalBos kul ūRa | 86 signi icado a e mini d ižodžiam o necem pe enomasis dėmuo, e o p incipal sie inas su alo e ou kaina. No en an o, concei os de kaš ai e al e na i as kaš ai elação não é ão unap asmis e cla o. Uma po um lado, es as noções, como já mencionado abe indo ae Ž, podem se iden i icadas. isso é indicado e nos economêlios: ekonomis as odos kaš us a am como pe dida opo unidades, po an o as pala as kaš ai e al e na i ieji kaš ai signi icam o mesmo. po ém, que endo lemb a que op ando es ão sendo sac i icadas ealmen e exis en es opo unidades, economis as ac escen am a pala a al e na y ieji. (Ma inkus, Žilinskas 2001: 20). Paisan desse iden i icamen o, pode-se acha que kaš us e eikia de ini como pe das ą opo unidade (naudą), p a as ies alo ê ou p eço, e p ecisinimo al e na i ieji não eike iam. No en an o, dependomasse dėmeno indica espéciesino ca ác e , decídiase, de e ia se e neal e na y iųjų kaš ų ou ou ookias kaš ų samp a os. Ela empenha-se abo dando ao ní el mic oeconomicas, mais p ecisamen e, a emp esas que ealizam o p ocesso de p odução. a noção se á analisada pos e io men e, e a pa i dos manualêlios de economia o necido al e na i o dos cus os explicação pode aze conclusão, que o concei o é usado e abs ak esne signi icado, i. e. como um ce o pe das is, e conc e čiau como pe das is, a aliada me cadia, se iços quan iquio ou moigais. P a asčiai in oduzi em língua li uãs esama pala as de: nuos olis, ne ek is, p a adimas, pe dekimas, nus ojimas, zala. po ém o concei o de al e na i os kaš os mos a ia, que em discussão eiškinys não šiaip nuos olis, ma e ialinė danos. é pe dima, nãogaunama ecompensa colkando ou ecebendo quê ou a, e alam signi icado somb a iu ansmi i da pala a li e iško al a. Em gene ojoje a oseno essa seman ina sp agą pode ia enche pe kel ine signi icado usada a kaina (p z., ida kaina, paix kaina), mas eo ia econômica aquela pala a usado no signi icado li e al e como e mno. Cásseis e despesas Embo a, como ê, kaš ai economêlios associemos com qualque escolha, ainda assim p incipalmen e com p odução. Mui as ezes em seção sepa ada e são discu idos p ecisamen e os cus os de p odução (ke em, Rand ee 1991: 3540; Ma inkus, Žilinskas 2001: 191222; Žu au ienė 2007: 4346; Da ulis 2009: 4971). como e al e na i os, eles ambém apelidados simplesmen e kaš ais, ambém de iníam-se como e ė ou kaina, po ém pelo menos de in yse com pe das imi nãoiejami. m. em 1933 os undamen os Econômicos de Pe o Šalčiaus emi idos de inem a kaš ams usado o concei o de gė ybės kaš ai de inem-se como gė ybei adqui i i uma ez que p oduybai ecu sos são u ilizados, além disso, eles c iam R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 289 expos os de ou os p odu os e bens consumidos (Šalčius 1991: 60), po ém nos úl imos dois décadas economêleos cus os de p odução endem a de ini usando o concei o de ecu sos usados em p odução. ais wedd lias ge almen e são discu idos no início dos manuais e p esc e em como udo aquilo que é usado pa a me cado ias e se iços, i. e. bebidas, ab ica (skominas 2000: 37; lukoše ičius, s anke ičius 2003: 37). ecu sos são conside ados e a, abalho e capi al, sepa adamen e menção comé cio, in o mação (Ma inkus, Žilinskas 2001: 14; lukoše ičius, s anke ičius 2003: 3738; Ras enienė 2005: 1112). Embo a mui as ezes os e mos ecu sos ( ecu sos econômicos) e a o es de p odução pau ajam-se sinonimamen e (p.x.: iš ekliai udo aquilo que é usado na p odução de bens e se iços, po isso os ecu sos eqüen emen e são chamados de a o es de p odução (lukoše ičius, s anke ičius 2003: 37), em alguns luga es dis ingue-se uma e minologia: ecu sos econômicos é aquilo que em a po encialidade de pa icipa no p ocesso de p odução de bens e se iços, que são limi ados, e cujo olume de a i idade aumen a posi i amen e. De ido a essas p op iedades eles adqui em alo izamen o econômico, i. i. em p eço. Os a o es de p odução são apenas aquela pa e dos ecu sos econômicos que é usada no p ocesso de p odução. (skominas 2000: 235). Os cus os de p odução de inem-se como o alo dos ecu sos consumidos em p odução. assim de inida noção do pô do olha não em aquele signi icado a spal io, que em yškėjo abe indo al e na i ių kaš ų no oką. No en an o semelhança de signi icado pode não indica só de inições. a p odução nesses mesmos manuais é in e p e ada como uma a i idade especí ica, pela qual se p e ende sa is aze as necessidades humanas, p oduzi as bens que as sa is azem, po exemplo: Gamuba é a c iação de bens e se iços pa a sa is aze as necessidades humanas usando ecu sos econômicos. (Ras enienė 2005: 13). assim se ia possí el islumb a seman ical semelhança: pala a com kaš ai nes e caso ambém a si į a dijama aquilo, que em pe do ama ki a ecebendo, i. i. pagaminando gė ybę, a aliando emp esa de negócios, a qual ca ac e izan e é conside ado c i é io na eo ia da economia p ocu a de luc o, ecebendo luc o. po ém di e amen e es e concei o de p odução kaš ai do signi icado a spal is manualėlios nãob ėžiamas. u ili umas9, po an o in oduzi lhes ik ų a pala a consnaudos. 1962 m. P. ska džiaus 9 Plg.: ki aip dizendo, a p odução é al p ocesso, no qual bene ícios econômicos da sociedade são usados pa a cons ui , não impo a, quais o mas esse u ili á io en a ia. po an o, a p odução, a endendo às nossas necessidades, c ia ambém u ilidade. (Ma inkus, Žilinskas 2001: 162). 296 kalBos kul ūRa | 86 cys mesmo de inidos como cus os, po exemplo, os pas o ieji kaš ai desc ibem como ius igaos que não mudam, a iando (incėjando ou diminuindo) a p odução (se iços) p oduzida, e os a amieji kaš ai como ius igaos que a iam dependendo da p odução (se iços) p oduzida (Ma inkus, Žilinskas 2001: 190). No manual escola de economia as de inições ha monizam, po exemplo, os cus os de p odução de inem e como o alo de odos os a o es de p odução consumidos na p odução, e como cus os, necessá ios pa a odos os a o es de p odução paga (Maku ėnas, Maku ėnienė 2004: 94), cus os ge ais como soma dos cus os ixos e a iá eis ao longo de um de e minado pe íodo e como odas as despesas mone á ias des inadas à p odução de p odu os ou se iços (Maku ėnas, Maku ėnienė 2004: 95). Gedimino Da ulio Na eo ia Econômica, ao usa o e mo cus os de p odução skliaus os ge almen e indicam despesas (Da ulis 2009: 56). po ém como e mo e classi icá el concei o em economê manualêlios, di e en e do que na maio ia dos abalhos de con abilidade de con ole, opciona-se kaš ai. são a ibuídas à emp esa cus os de cu o p azo e cus os de longo p azo, cus os ixos e a iamiais, cus os ge ais, cus os médios, ibinhos (ke em, Rand ee 1998: 3840; Va ian 1999: 34736; Bhaska 2003: 122135; skominas 2000: 149156; Ma inkus, Žilinskas 2001: 193208; Jaku is e k : 4452; lukoše ičius, s anke ičius 2003: 76: 78; V Duulis 2003: 2005: 80; 2009: 149). 4955; Pano as 2013: 123129). e de inição de ipos de kaš os da emp esa ainda assim p e ende o mula o pon o de saída man endo o concei o a kaš ai. Os cus os ixos de inem-se como os cus os que não mudam pa a a emp esa com a mudança do olume de p odução, os a iá eis como os cus os que mudam pa a a emp esa com a mudança do olume de p odução, os cus os o ais denominam-se a soma dos cus os ixos e a iá eis, a média n os cus os o ais, di ididos da quan idade de p odu o p oduzido (ke em, Rand ee 1998: 38; lukoše ičius, s anke ičius 2003: 7677; skomin 2000: 149150; Da ulis 2009: 51). Polinkio eo ia econômica escolhe não cus os, e kaš us azões p incipalmen e u bū sea cho ina nos ap esen ados de inições de cus os de p odução. Gamy bos kaš ai, embo a e in e p e iam como despesas da emp esa, na eo ia econômica, que não in equen emen e de ine-se como ciência sob e o uso de ecu sos limi ados, elacionamos com o uso de ecu sos e de inem-se como p odução consumida po iš ek lias alo ou cus o de consumidos, cus o da exp essi ine monigine. aigi, a pala a kaš ai en endido nou o signi icado do que ischleis os lėšos. Ele sie inas não com as despesas, e an es com o p eço, e aquela p eço é sąnaudów, i. i. do que que consome-se buscando bene ício, ikslo. Os cus os de p odução da emp esa Emp esa coincidem subs ancialmen e com a sua de- R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 297 emissas de undos. aigi, di e enças e miniais u bū lemb a o enómeno da a aliação de di e en e pe spec i a. Kaš ai economikai cuida não como c onologiniai egis os sob e expleis as lėšas, e como eo inė są oka. isso mos a iam e odo g upo de ais de i ados concei os como unção de kaš ų, umppo pe íodo kaš aqueles unção, longo pe íodo kaš ų unção, kaš ų minimiza imas, kaš ų k ei ė, kaš ų in lacija e k . Menėdas unções, ansmi ikianças econômicos conjun os, ambém con i ma iam, que o e mo despesas não pa ankus conjun os de idamen e ansmi ido: padauginus consumo de quan idade de p eço, gau ą dydį ao a i i gas osidomis kebloka. no en an o u bū amen e mais polinkį e cus os de p odução, p á icas de a i idades das emp esas su ampanças com os gas os, in oduzi o e mo kaš ai lemia economė manualê os yškėjan is p ocu a incluí-los em ge al kaš ų klasi ikacijos schemą. A classi icação ge al de cus os e elações de concei os a pa i das de inições ap esen adas manualêlios de economia a iscleis as não comple amen e unida pala a kaš ai signi icado: combinação os cus os al e na i os ele in ou nia-se p ejuízo, so e-se o quê ou a opcionando, não ganama ecompensa ou opo unidade p eço, e combinação cus os de p odução alo dos ecu sos u ilizados, ge almen e mone iginė, mais p ecisamen e cus o dos cus os. Se aquela pala a ansmi idas di e en es signi icados ou pelo menos suas nuances, saídai ų, que o concei o ge al kaš ai nem pode se de inido. de a o ela de ini e em economênêlios, e e mos em diccioná ios é e i ada, e se ela e de inida, é como p odução cš ų sho inys. No en an o, em uma manualêli, des inada a uma escola secundá ia, al de inição é ap esen ada, e sua base é omada os concei os al e na i os kaš ai e cus os de p odução egalin i ee i signi icado, ee ina com pe da, expe imen ado o que adqui indo: kaš ai isso que pe damos decidindo algo aze ou adqui i . (Maku ėnas, Maku ėnienė 2004: 192). is o como e osse in e ligação en e compoções al e na i as kaš ai e p odução kaš ai, jun o da pala a kaš ai signi icado explicação e a gumen o, po quê na eo ia da economia gajus skolinys al signi icado me ansmi ida li e iško pala a al a. u ilização do concei o em mac oeconomica manuais con i ma iam, que a pala a a ibui um signi icado semelhan e. po exemplo, os cus os pessoais do c escimen o econômico em ensões, emoções, s esses, con li os e aumen ado ince eza po causa do u u o p a u ado ida são desc i os como cas ai, ku iuos em de cobe i e amília, adqui indo o c escimen o econômico (Bu ačas e k . 2005: 255), o que indica que e qualque signi icado o necido ao kaš ai, de de inições que 298 kalBos kul ūRa | 86 que kaš ais nomeado um ce o pe dai o ecebendo, mais p ecisamen e ma e ialena bem- i ência kaina. ou o nãou bo cus ei e di e amen e in oduzidos como p eço, es a pala a sendo usada pe kel ine sen ido: Neda bas em nãoážus cás us econômicos (economic cos s). A p incipal moeda econômica do neda bo é a não ecebida (nepagamp a) p odução. (Čiegis 2012: 125). po ém algumas o mulações mos a iam, que a pala a kaš ai signi icado comple amen e se ap oxima às pala as pe dos, consequência, consequência signi ica i os. Po exemplo, na posky ie Neda bo kaš ai nomeiam-se edução do olume de p odução ou do p odu o in e no b u o, pe da de enda pessoal, quali icação e e c. (ke em, Rand ee 1998: 104), o que pode ia se nomeado e nega i am pelas desigualdades do abalho. caç ais da in lação conside ado pa imônio pe ski s imen o, meno um país konku encingumu no me cado de expo a (ke em, Rand ee 1998: 105106) pode chama -se in lação pada iniais. cus os sociais do c escimen o da economia, ais como indús ia desen ol imen o acompanin i u banização, spa us explo ação da na u eza, pessoas modo de ida undamen al mudan im (Bu ačas e k . 2005: 255), ik ų chamada pe doliais, pa i iamais de ido ao c escimen o da economia, ou consequa iniais do c escimen o da economia. No en an o es es enómenos podem se en endidos e como po causa do não-emp ego, in lação ou c escimen o da economia o p eço a e pa a paga . uma ez que seman inė iba não é yški, nou u discu indo esses enômenos é usado deca inys, pasekmė, nuos olis (snieška e k . 2005: 403406; 448454) ou es as pala as e kaš ai são usados como sinônimos (ke em, Rand ee 1998: заsimo e i a jus i skolinio, 104, 106107; Čiegis 2012: 128). combinem o kaš ai se ia mais sie inas com o ou o, expe imen ado po escolha, . y. com o signi icado de p eço, e o p odu oy kaš ai com os cus os, i. e. isso mos a ia, que a comum cus os como pa ininês concei os de classi icação base a de e ia se di ícil encon a . e de a o quase em odos os manualêlios pa a escolas supe io es à kaš ų classi icação e suas espécies de inições aiama kinininesa concei o unde inėžus. A maio ia das a ibuídas unidades de classi icação são mencionadas emp esas de cus os de p odução ipos, mas no ge al schemą incluem-se e quan o ou o undamen o dis ingui os caš ai al e na i os, buhal e iniai e econominiai caš ai, implici iniai e eksplici iniai caš ai. alguns onde ainda minimi indi iduais e socie á ios kaš ai (Jaku is 2006: 58; Da ulis 2009: 56). susie i concei os os cus os al e na i os e os cus os de p odução en oma an o uma, quan o ou a de inindo como alo em, po ém e ė não é o undamen o, que es as concei os leis ų di e encia po di e en es dependomaisiais pala as. Va- R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 299 do ėlios ap esen ada a dis ibuição de kaš ų indica que os al e na i os kaš ai não são uma espécie de kaš ų de p odução, como dis inguem ou as espécies deles ( a iamieji, pas o ieji, medianiniai kaš ai, e c.). Tendo em is a, odo o concei o di e encia numa base impossí el. ou a e en e, os cus os al e na i os e os cus os de p odução não são concei os desligiusios. como já se explicou, os cus os al e na i os manualêlios podem se conside ados um ce o me o de a aliação de cus os de p odução. em ou as pala as, cus os de p odução podem se a aliados luc o, não ecebido de ido à escolha: alando sob e a p odução da sociedade pe dida luc o ecu sos usando uma manei a, não consumidos bens ou se iços assim usando ecu sos ou e c., alando sob e o uso de ecu sos p óp ios numa emp esa de negócios ecebidos ecei as. só al ligação de concei os e sus en a iam o uso do ad e bio dėmens. o concei o, discu ido no início de li os de economia e aplicado a qualque escolha, mais p op iamen e in oduzida al e na i a kaš ais, i. i. kaš ais po al e na i a, ou, como p escome nos li os, al e na i a kaina, al e na i a e ė, kaina posibilybe, pe duda possibilybe ou pan. B oadly en endidas al e na i as cás us e cás us como concei o mic oeconomico a di e encia undamen a pala a p e e i a bene únicaeliame economia manualėly aqui usam-se os concei os al e na i os cás as e cus os de p odução (Maldeikienė 2003). quando po ém ou osokios kaš os não menciona, su ge ques ão, de quem a al e na i a são conside ados os al e na i os kaš ai. po ou o lado, como esul ou da análise ealizada, subs i u os de cus o de p odução não pe pe ua adequadamen e o concei o de cus os de p odução. alado manual é des inado 910 classes, nele nem de p odução, nem kaš ų unção não subme ida, des inados com a p odução elacionados quan idade e alo es de dimensões nep e equia, po an o e mo p oblema neiškyla. Fo nece-se explicação do concei o cus o ambém pode se su icien e só alunos: aigi, pe seguindo obje i o, p odu o o çado e gas os. ais despesas cos umam se chamadas de despesas. ad cus os em p imei o luga despesas mone á ias da emp esa. (Maldeikienė 2003: 58). Mais en a i as di e encia concei os di e en e no p incipal dėmeniu não aiko. di e en es subs i ui ões pauzos u bū ão e o a o de que inglês ala ku iamoje eo ia econômica an o com a escolha al e na i a associado pe da de bene ício, an o emp esa cus o de p odução monigine exp ess aška in oduzian e a pala a é cos . Se decidi -se e adi a dí ida, em odos os casos ambém se escolhe uma co espondência: cus os (Jaku is e k . 2007) ou cus os (Paunksnienė, liuč ai ienė 2009). subs i ui ų concepções al ez e osse possí el p ocu a di e en es, po ém su ge a ques ão de se as p ocu a p ecisa . Juk pala a 300 kalBos kul ūRa | 86 kaš ai economia e minijoje já em longa a adição de consumo su icien ekamą, que osse ins igado como e minas e ak ualus a osenai senasis skolinys. pe íodo so ié ico p e a usiai economia sanklodos e miniei essa pala a e a al ez um pouco menos ak ualus, po ém economia de me cado kaina, moniginė iš aiška excepcional impo ância das coisas. e cus os de p odução, como is o, e ligamos com cus o dos consumidos. ou a e us, signi icado ai, que pe do ama ou a adqui indo pe eikiancio lie u iško pala a, inkančio como economia s i ies e mas, não. u bū es es seman iniai a o es p incipalmen e e demen a, que é u ilizado skolinys kaš ai. NoRMos iR VaR oseNos a o Rūkio PRieŽas Ys analisada daik a a džio kaš ai no ma e seu uso economêlios e ela que o mado a o úkio causas exa a não uma e bas an e keblių. po ém bene mais impo an es, como icou cla o da ealizada análise, é insu icien e a aliação da pala a semân ica e sua es e a de consumo especí ica. Daik a a dį kaš as diccioná ios da língua li uânica de inindo só como išlaidas, lėšas, ea skleidžiamas um pala a de signi icado a spal is. como e mo da eo ia da economia es a pala a p ecisamen e e associado com diccioná ios não denudi as kaš o signi icamem, i. y. caina, e ė. simul aneamen e na eo ia da economia skolinys é u ilizado no signi icado, à qual ansmi i i lie u iško pala a al a. é pe de is o que colcando, ecebendo, adqui indo. Ela não é sóp dano, po an o as pala as dano, p ejuízo, ne ek is, pe dekimas, pe dimas signi icância de amai nãope e ia. aquela signi icação na comum a osenoje mui omaj pe eik ų pe kel ine signi icado usado a pala a kaina, po ém na á ea econômica ele kel ų mul idia eikšmiškumo p oblemas. po ém codi ikuo oji no ma como subs i ui ų p eços, alo es nė nesiūlo. No minamuosios abalhos de léxico e signi icamos aiškinanciios diccioná ios da língua li a ians indicam skolinio kaš ai pakai ai išlaidos, lėšos e sąnaudos. A análise da ealização, baseada em ex os de eo ia da economia, e ela que daqueles subi os consumi não links ama, e nos ex os ap esen ados de inições de concei os indicam que eles nem pode iam se consumidos. Pagi as cus os, como suge ido em uma ou a dicção, na mesma á ea é usado em ou o signi icado como ab icação consomem-se ecu sos ou sua quan idade in oduzindo e mo. Ip odidos na eo ia da economia nep igyja ambém e e i amen e po causa seman inos R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? žasčių: eiškinys nes a á ea pe cebe-se como alo dos ecu sos consumidos, 301 kaina, e não como emp esas esbanjadas undos aqueles ecu sos adqui ijando. Pago de undos em manuais de economia nem nem en in a aplica , pois seu signi icado aos enomenios em ques ão ao in és de ap op ia . Pacai ai cus os e despesas comple amen e nãoskleis as concei os al e na i os kaš ai subs ância, po que ela elacionada com um ce o pe dão se escolhendo al e na i a, e economia manualêlios, p incipalmen e ansmi ikiancios inglês língua c iada eo ia da economia, concei os al e na i os kaš ai e cus os de p odução incls ama sie i escolkando o mesmo p incipal dėmení. in luência da língua inglesa comple amen e ejei a não pode, pois e na Li uânia, e em ou os países da eu opos união p e alece eo ia da economia, c ia-ama língua inglesa, ensinando ela lie u iškai, conce okos sis ema paisoma. al e ei o ê e de e mos de economia dicyns: da economia mokslui pak ypus Occiden es pa a, e minos com a pala a kaš ai juose ge okai padaugėjo. su giu mui o concei o de ní el eó ico, incluían es a pala a cos , com es a pala a im a inclui e compos os e mos, cujo p incipal dėmen o an e io es dicioná ios e a a pala a despesas. ou a ez, a pala a kaš ai no minamen o não é consis eclus. codi ikuo oji no ma ne ien isa nem sinch oninė, nem diach oninė. Mesmo e hoje em dia a pala a é conside ada e mais es i amen e em comun inha ala usada po um pala a ou simplesmen e skoliniu (DŽ), e a minį a spal į u inčiu skoliniu (lkŽ), e eng ina s e imybe (kP4). como eng ina es animidade e mo kaš ai a aliado só passados mais de 30 anos desde a p imei a a aliação nega i a (n k.), ap esen ado kPP1 (1976 m.). a é ol p azo a osena já es a a spėjusi adqui alė i. é que em 1985 m. emi idos kPP2 kaš ai não incluídos, ambém mos a iam no mas s y a imus. Juas mos a e a aliação da pala a na pe iódica imp ensa. 1962 m. P. ska džiui p opos as subs i ui os cus os, lėšos, oi a aído a enção, que eles alem só em alguns casos. 1995 m. ambém no ado, que publicis ikoje a pala a kaš ai pa o ojamo e como p eço, e ę eiškian is pala a, po ém como subs i u as suge i lėšos, sąnaudos, išlaidos (Pupkis 1995: 14). Além disso, alando sob e a pala a kaš ai não a aliado mais um ou o a spal is da signi icação, nomeadamen e sąsaja com ne ek imi, expe imen ada quê ou o ecebendo, com alo de pe da. aisomas daik a a dis sie as com eiksmažodžiu kaš uo i e em asi do úl imojo aukimusi de a osenos. isanaliza ex os da economia indicam que ago a eiksmazodis kaš uo i comple amen e não ojam, mas daik a a dis eo ia da economia ak ualus como e minos. acessanglų língua, que p e alece ao c ia economia a eo ia, não só incen i a a obse a concei os de con o midade, mas e indica angliškojo cos e lie u iško kaš ai o- kalBos kul ūRa | 302 86 ne inio sąskambį. como já mencionada, semelhan e e okiško Kos en one inė sanda a. Hojeinis con a o e com ou as línguas do mundo e ela que a mesma aiz da pala a é usada e em mui as ou as línguas: espanų k. cos o (cos e), i alių k. cos o, po ugalų k. cus o, nyde landų k. kos en, p ancūzų k. co , no egų k. kos nad, bal a usių кошт, danų k. omkos ning, suomių kannus e k kus . Z. Babickienės a igo con i mam-se P. ska džiaus insž algas e imologicas: e mo kaš ai é indoeu opie iškas. ano au o ês do a igo, ele em med iniá ia língua inglesa pa ekê do anosios acūzų kalbos: coc e , o cos lo . cōns ā e, o be ixed, cons (Babickienė 2012: 57). al o igem da pala a dele, como es animidades, s a usą keičia e é mais um ou o consumo apoian e eiksnys. Mas que e qual que osse a o igem, es a pala a comple amen e adap adoessis one icamen e, mo ologicamen e e não di e e de ais es animidades nãoikomas pala as como paš as, aš as e e c. como is o, a pala a kaš ai economia e minijoje apoian es a o es o es, e p oblema mul idiasluoksnė, mul idiašakė, ab angendo não uma á ea. Mais a o es de não coincidência a osena e no ma explica iam mais amplo esnag inando ou as so as de consumo, p incipalmen e a á ea de con abilidade buhal e ína. P esen ada análise é bem complemen ada e de uma análise de di usão da pala a em uma ampla a osena, especialmen e economia ou con abilidade em a igos cien í icos, ambém mais de alhe aidos de e mo. aigi, di ecções de es udo ainda são mui as, e es e a igo mais p op iamen e é inicial inicia i a panag inė i a osenos e codi ikuo osios no ma elação e seu neda nos eiksnius. iVaŠDos 1. Nos mais ecen es abalhos da no ma codi ikuo ó ia (kP41 e kP42) a pala a kaš ai em elação à no ma alo izada nega i amen e, i. i. conside ado eng ina s e imybe, po ém nos ex os da eo ia da economia, nomeadamen e nos economėlios pa a escolas supe io es, ele amplamen e u ilizado. al elação pode se a aliada como a no ma e a osenos a o ūkį. 2. Uma das a o úkio causas é a p óp ia no ma he e odoxidade an o eximas, quan o an e io es. lkŽe a pala a kaš as elaikomas a mėse papli usiu skoliniu (ish lenkų kalbos), DŽe ap esen ada e e ência ž . é só p opos a pala a a keis i eqünesnės a osenos, lie u iškos kilmės pala as išlaidos, lėšos, a kP4 es e pala a conside ado eng ina inance s i ies s e imybe. G iež ai kaš isso a aliado kkP1 como nãoik ina es animidade, po ém em kkP2 ele não auk- R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 303 esse, aigi, desde 1976 m. a é 2005 m. linguagem do no mina i o do abalho susida é ilgokas espaço de empo. 3. aisan daik a a dį publicações da p á ica da língua, ge almen e baseamasi edinio kaš uo i sa aiminiu aukimusi de a osenos. Es e edinys não ojado nos ex os da eo ia da economia, po ém daik a a dis kaš ai adqui alėjęs como e minas. Va osenos análise e ela que na eo ia da economia es e emp ésinys ansmi e uma signi icação especial […]ne ek is algo adqui indo[…], à qual in oduzi a pala a Li u iško al a. As pala as pe dolis, ne ek is, p a adimas, danos ela insu icien emen e ansmi ida. Com ojoje a oseneia aquela signi icação mui omaž a skleis ų pe kel inės signi icação kaina, po ém eo ia da economia es a pala a não cabe po causa mul idia eikšmiškumo. como cus os de p odução e sua espécie ma can e e mo a pala a kaš ai ge almen e ligado com monigine alo es aiška kaina, aigi, mais com di ec aine p eço signi icado. 4. nas publicações no ma i osias da língua suge i subs i u a cus os, despesas, cus os concei os signi ica i os não pe pe ua su icien emen e, além disso, eles na mesma á ea são usados po ou os signi icados. o e mo despesas ainda e dis ingue eo ias econômicas e buhal e inas con abili os s á eas. 5. Um da pala a kaš ai na eo ia da economia sus en ando a o es p ocu a o nece ge al kaš ų klasi ikacijos schemą, e al obje i o em in luência inglês a eo ia da economia que é c iada e a disposição dos concei os inglês. isso con i ma de inglês aduziam ou endo em con a a anglišką ekonomikos s i ies e miniją cons i uem economia e minų glodynai. 6. e mo kaš ai a osena na á ea da economia bas an e an iga. Ele usado e do pe íodo so ié ico da economia e minos dicioná io (1966 m.), e dicioná ios, p epa ados passando pa a a economia de me cado e seus p incípios o mulojanço da economia ciência, indicam que o e mo ainda mais suac ualėjo. 7. o e mo na e minologia econômica sus en a e semelhança oné ica em ou as línguas us oimus analogiškus e minus. Es a pala a não lenkiškos, mas indoeu opie iškos de o igem, além disso, em línguas li uãs adap a ęsis one iquemen e mo ologicamen e. 8. Cas us como economia e mą supo an es a o es bas an e impo an es, e a é šiol suge i subs i u as neadequa ūs signi icmei ansmi idos. aigi, olesnė a osena de especialidade de e ia decidi , se p ocu a no os subi ões, ou, man endo o p incípio da cons ância, con inua a usa e mą kaš ai. Tudo desse, endo em con a o que na eo ia da economia a pala a kaš ai signi ica de nuancas di e en e pelo qual in oduzidajama e pe dão po necessidade escolhe i alo (p eço), e cus o dos alo es (p eço), pas a s y ina, ou economia e minijai nepainoka, que em ambos os casos é usado uma pala a. 304 kalBos kul ūRa | 86 ŠALTINIAI aĮV 2000: Ma inkus B., Ne e auskas B., sakalas a., Venskus R., Žilinskas V. Aiškinamasis emp esas de ge enciamen o e minos diccioná io, kaunas: echnology. BBB 1994: Bu ačas a., s ece ičius B. Biznio, bankų, bi žos e minų žodynas, Vilnius: Žodynas. B h a s k a J. D. 2000: Vadybinė ekonomika, kaunas: echnologija. Bk 1997: Bu ačas a. Bankininkys ės i kome cijos e minų žodynas. pa e I: Bankininkys ės i kome cijos e minų aiškinamasis žodynas, Vilnius, kaunas: Vilniaus uni e si e as, kauno humani a inis akul e as. Bu ačas a., Jaku is a., Pe aške ičius V., s epano as a., Šečku ė l., Zaice V. s. 2003: Teo ía Económicos. 5 edição, Vilnius: eug imas. Č i e g i s . 2012: Mac oeconomia. Manual da Uni e sidade de Vilniaus, Vilnius: Edi o a da Uni e sidade de Vilniaus. D a u l i s G. 2009: Economikos eo ija. Vado ėlis pa a es udan es das escolas supe io es. segunda apildy a e pa isy a laida, Vilnius: Mykolo Rome io uni e sas. D ilingas B., Čibu ienė J., snieška V. 1997: Mac oekonomikos pa g indai, kaunas: echologija. 1999: Economikos e s e mininai e concep os. Mokomasis žodynas, Vilnius: Vilniaus pedagoginis uni e si e as. e Ž1: Pass Ch., lowes B., Da ies l. 1994: Economikos e minų žodynas. Redak o ius a. Pupkis, economia e minijos edi o ius konsul an s . Vai ke ičius, Vilnius: Bal ijas biznis. e Ž2: Pass Ch., lowes B., Da ies l. 1997: Economikos e minų žodynas. Segundaas complemen ada e amended au ho ização. de inglês k. adu Z. Ba eiky ė, l. B. Žemai y ė, k. F ancūze ičienė. Edaga o e p ecisou a. V. Ru kauskas, s . Vai ke ičius, Vilnius: Bal ijas biznis. Jaku is a. 2006: Fundamen os da eo ia Econômica. Li o Docen eji. 6a edição emendada e complemen ada, Vilnius: Vilniaus Gediminous uni e si os echnikos. Jaku is a., Pe aške ičius V., s epano as a., Šečku ė l., Zaic e as s. 2003: Fundamen os da eo ia Econômica. qua o pô em co eção pe missão, kaunas: smal ija. Jaku is a., Pe aške ičius V., s epano as a., Šečku ė l., Zaic e s. 2007: Teo ía Ekonomikos. Šeš as pediu uma pe missão, kaunas: eug imas. k a l č i n s k a s G. 2007: Buhal e inės apskai os undamen os. Šeš oji laida, Vilnius: Pačiolis. kalčinskas G., Če nius G. 1997: Finansinė i menedžmen o apskai a 1: Basos con abili os das Emp esas, Vilnius: Pačiolis. R. Vaskelai ė. Kaš ai eng ina es animidade ou eo ias econômicas ine i amidade? 305 ke e m k., R a n d e e M. 1998: Economikos undamen os. S udijų Bal ijos als ybėse į adas, Vilnius: uaB Jonas e pa ne siai. klimašauskienė Z. 2006: Mik oekonominė analizė. Documen oji li o, Šiauliai: VŠĮ Šiaulių uni e si e o publikla. lakis V., Macke ičius J., Gaižauskas l. 2010: Go e nymo con abili os eo ia e p á ica. Vado ėlis, Vilnius: Vilniaus uni e si á ia publicação. l u ko š e i č i u s V., s a n k e i č i u s P. 2003: Teo inė ekonomika. Me odís ica ins umen o de ensino. i pa e, Vilnius: Vilniaus pedagoginis uni e si as. M a c k e i č i u s J. 2003: Valdymo apskai a: koncepcija, me odika, poli ika, Vilnius: eV. Macke ičius J., Poškai ė D. 2003: Finansinė analizė, Vilnius: ka alikų pasaulis. Maku ėnas V. Maku ėnienė D. 2004: Economika. Vado ėlis XiXii classei. P imei oji li o, kaunas: Š iesa. M a l d e i k i e n ė a. 2003: Economika. Vado ėlis 910 classes, Vilnius: y o alba. M a i n k u s B., Ž i l i n s k a s V. 2001: Economicos undamen os. segundoas emendada e complemen ada pe missão, kaunas: echnology. Mikučionis P. 2000: P incípios da eo ia Econômica. Docomoji li o, Vilnius: Vilniaus uni e si as. Pa l i u l y ė R. 2005: Mac oeconomika: paskai ų ciklas, Vilnius: Vilniaus adybos aukš oji mokykla. Pa n o as i. 2013: Mik oekonomika: ado ėlis, Vilnius: Mykolo Rome io uni e sas. Pa u n k s i e n ė J., l i u č a i i e n ė a. 2009: Mik oekonomika: mokomoji kny ga, Vilnius: echnika. R a s e n i e n ė a. 2005: Mik oekonomika. Passeios ciclas. an as suplemen ado e pô em co eção edição, Vilnius: Vilniaus adybos akademija. RlŽ 1966: Rusiškai lie u iškas ekonomikos e minų žodynas. Redakcinė kolegija: k. Meškauskas (a s. ed.), a. Po iliūnas, V. Pu onas, a. skupeika, Vilnius: Min is. s ko m i n a s V. (a s. ed.) 2000: Mik oekonomika, Vilnius: enciklopedija. s ko m i n a s V. (sud.) 2006: Mak oekonomika, Vilnius: Vilniaus uni e si . s s i e š k a V., a m b a s i e n ė i., B e n a o n y ė D., D a p k u s M. e k . 2000: Mik oekonomika. segundoas emendada e complemen ada pe missão, kaunas: echnology. s s i n e š k a V., B a u m i l i e n ė V., B e n a o ny ė D. e k . 2005: Mak oeko nomika. Vado ėlis. e cei o amendido e complemen ado pe missão, kaunas: echnology.