Probleminiai tarties klausimai „Latvių kalbos gramatikoje“
Full text
BENDRINĖ KALBA | 87 (2014) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
DZINTRA ŠULCE
Uni e sidade de Liepojos, La
PROBLEMINIAI TARTIES QUASIMAI
LATVI LABORO GRAMATICANTE
ESMINIAI VOODŽIAI: o oepijos concei o e no ma, pala a de ki čio no minamen o, balsių e
p iebalsių a ies no mos, a ies p oblemos.
Impo an e qualque língua cons i uedamoi pa e o oepija, ab angendo odos a ies
sis emas. O oepija, ou ai sy kl in g a a i s, é sis ema de eg as s s ícies;
con o midade p á ica dessas eg as (VPSV 2007: 284). De o ma semelhan e es e e mo
de ine-se e La ians language g ama ikoje (LVG 2013: 123).
Ta ia no mas homodinidade ajuda alan e e ou in e a en ende um ou o, es a mais impo an e
condição do p ocesso de comunica i os. Ta ia não- espe a a no ma, e oneamen e p onunciadas
pala as não enslamen e apon a a a enção do ou in e e po isso mais di ícil pe cebe o con eúdo
do alamen o. Obje i o do a igo discu i p oblemas mode naikinės a ies em 2013 m. i alei La ių
kalbos g ama ikoje ( oliau LVG) e nou os mais ecen es abalhos linguo y os. LVG au o es mais
uma ez en a iza am que o con eúdo da no a g amá ica baseio p incipalmen e ac os da língua
bend inesa. A i ma-se que, ao conside a o con eúdo da g amá ica, os au o es de em conco da
sob e o modelo de a anjo eó ico da g amá ica, me odís icos e écnicos seus p incípios de
p epa ação, [...] sem pe de a indi idualidade de di e en es pe spec i as, em busca de
comp omissos e aco dos o na em comum abalho de in es igação da g amá ica da língua la ia
pa icipan es (Koncepcija 2008 10). No en an o esnag inėjus g ama ica pode-se no a , que os
au o es não consegui am comple amen e implemen a o sumanymo inicial, po an o nãošsp ęs ų
ques ões eikale es ou, aigi e con inua á a se discu ida, o que conside ay ina no ma de linguagem bend inês.
Nojojoje g ama icane exama de á ias escolas linguo y as, pe spec i as e concepções di e sidade,
ap esen ada de di e en es idiomas enomínio in e p e ações. Ainda não encon a-se espos as
conc e as a mui as das essenciais não só o oepia, mas e de ou os galo y os saakų ques ões
(di ícul a alia , se isso é an agem, ou de iciência). Mui os p oblemas p á icos a osenos ainda
pe manecem não esol idos. Na No a g ama ikoje ques ões de a ia egula inga são abo dadas no
capí ulo Pag indinas la ias de língua egula ingas, ou o oepijos, p oblemos (la. Gal enās la iešu
alodas pa eiz unas jeb o oepijas p oblēmas) (LVG 2013: 1237). A igo a a nes e as ques ões imai
elacionadas com a imi: (1) da pala a ki čio no minamen o; 2) no mas de a ia o sias; 3)
p iebalsias a ie no mas. Em p imei o luga gos a ia-se de esumi p oblemá icos skiemens
in onação (p iegaidės) casos de alimo. Essas ques ões são examinadas no capí ulo Kalbos
sup asegmen iniai, ou p ozodiniai, iene ai (la Valodas sup asegmen ālās jeb p osodiskās ienības)
(LVG 2013: 104106), Va ian es de Pala as, que di e enciam di e en es qualidade de ozes, ge almen e
BENDRINĖ KALBA | 87 (2014) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
DZINTRA ŠULCE. P obleminiai a ies ques ões La ių kalbos g ama ikoje | 2 po ém aqui não é
ap esen ada nada no o, elacionado com a imi. Ap a ian skiemens in onação (p iegaidę)
discu iu-se sob e ês ( esp. ęs inė, k in ančioji ou lauž inė) e dois ( esp. ęs inė e ne ęs inė)
p iegaidžių sis emas consumo la ių kalboje. Tem que admi i que, desg aça, os au o es não
consegui am chega a aco do sob e ž o d ž i o k i č i o luga na g ama ica, e a mesma eo ia bem
como os mesmos exemplos epe idos nos capí ulos Vá dio ki is (la. Vā da uzs a s) (LVG 2013:LV
120122) e Vā dio ki ius no minimas (Vā da uzs a a no mēšana) (G 2013: 123125):
1. // De ido ao uso de a ian es g e u íneas, po exemplo: // semp e um·mē 1 isada, al ez a ·bū
galbū , diemžēl diem·žēl deja, paš·laik pašlaik šiuo me u, pal·dies paldies ačiū (plg. LVG 2013: 120; 123). 2.
Po causa de ou a signi icação da pala a, que é de e minada ki is, po exemplo: nebū (paixbinis
pala a) ne·bū (dalely ė), pa iesi eisingai pa· iesi iš ik ųjų, ienādi ienodai ie·nādi isuome (plg.
LVG 2013: 120; 123). 3. Po causa ki cio kai os em a inėje kalboje (plg. LVG 2013: 121; 124). LVG, como e
an e io es nas publicações de língua la ias, lis am-se odas as exceções, a i e-se a a enção em
pala as in e nacionais e apolin os ik inių pala as a į, po ém pasiges a de mais no o pon o de
is a. Palygin i mui a a enção é dada ao ki chi la e al (LVG 2013: 121122), embo a dia iamen e na
a oseno ele não enha signi icados esmines. In es igando b a ls ių e d ib a l s ių consumo (LVG
2013: 126133), dis inguem-se dois ipos de des iações das no mas de comun inês linguagem a ia: 1)
quan i a i os ( umpųjų e långųjų alsių a pa ilha); 2) kokybiniai (ski ingų balsių i d ibalsių
con undojão). Qualybinais des iações da no mas obse imi an o em pala as de o igem la ias,
quan o em skoliniuose. Bend ininha la ias alboje s e imžodžių adap a imo, o og a ia e a ia
no mas mais ez ou o, po an o su giu quan i a i os consumo nenuoseklumų. Tokių s y a imų
pe du a á e no u u o (LVG nada especial nes e caso nepasiūloma).
elacionadas com o consumo de balsio es ei o e amplo e e ē e umpo e ilgo o con iniogim com d ibalsiu
[uo]. As ezes, com o obje i o de acili a a a ima, muda-se a composição sono a da pala a: qualque
oz é omi ida, inse ida ou ans e ida, ex: comandan e komendan as (pos o a e oneamen e
p onunciada oz e), azeologia azeologija (pos o e e oneamen e p onunciada oz i), álcool
alkoholis (pos o o e oneamen e p onunciado balsis a), enažie is eni uoklis (pos o a
e oneamen e p onunciado balsis e), o ginal o ginal (plaça o ginal). Šių žodžių a į i ašybą galima
pasi ik in i La ių kalbos ašybos i a ies žodyne (la. La iešu alodas pa eiz aks ības un
pa eiz unas ā dnīca) (LVPPV 1995) e mais ecen e dicioná io in e nacionalinių žodžių S eš ā du
ā dnīcā (2008).
Tal ez p epa ando LVG necessi ou ap o unda mais conside a e ecomenda je u inos de ais
pala as an o com o es eu uio, quan o com o amploio e ou ē a ies a ian es, nos quais já há mui o
empo nebesobolikoma no mas es abelecidas, exemplo. : Ven spils Ven spilis, bebgale Žiemgala, beb s
beb as, medūza medūza, mopēds mopedas, bem como as p imei as e bas de ação do empo p esen e e
do empo p esen e em kamien pada y ose o mas de ação, quando seu conjuga i o baigge i - , ex:
dze u ge iu, be u be iu, g ibiu, ss e sbe , jādze e ge i, jā e u ebe , jās e e s e i, dze o
an , splo , sbe be be be be (G 2013 LV: 126128).
1 Tškas an es skiemenį ma ca que es e é c uciado.
BENDRINĖ KALBA | 87 (2014) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
DZINTRA ŠULCE. P oblemá icos a ies ques ões la ias de linguagem g ama icale | 3 Com base em
pesquisas an e io men e ei as, e LVG en a iza-se que onemų [o], [ō] e [uo] di iculdanças de uso
su gem, po que menėdas ozes e bibólis g a icamen e ma cimiuna idóide, ej.: ola [] kiaušinis;
[ōpe a] ope a ope a; op ika [op ika] op ika; ou ub o [ok ōb is] spalis, além disso, esama polinkio
nela iškos kilmės balsį [o] esp. [ō] keis i la ių kalbos d ibalsiu [uo], например.: spo as [spō as]
is e iamas ne aisyklingai [spuo as] spo os, po as [pō as] [puo as] po os, no emb is [no emb is]
[nuo emb is] lapk i is Pa icula a enção a ibuída aos nomes pessoais e aos nomes de luga , no
u u o eles de e iam se adicionalmen e in es igados. Ap a ian p i eb al si ų a ies no mas
(LVG 2013: 133135) a a enção p incipalmen e é a ibuída ao p incipal p iebalsio a ies a ian e,
cujo essenciais sonsiniai a ibu os melho são e elados em isoliuo o posição. Sem p incipal
a ian e p iebalsas podem e secundá ias a ian es, que oco em em ce a posição e
gene ininha alboje são ob iga ó ias como e secundá ias a ian es a ies. P incipalmen e
p iebalsias e suas a ian es, de ou osokias do que gene ininha alboje, p onuncia sepa os
a minos ep esen an es. Às ezes de ou a o ma p onunciam-se e usam-se p ibalsias
explicin ini e ou as línguas in luência (especialmen e nos úl imos empos).
Po causa pozicinais p iebalsias mudas p oblemas essenciais a ia não su ge, e his ó icas balsias
mudim mui as ezes lemb a des iamen os da no ma, po exemplo, eiksmažodžių liepiamosios
nuosakos plu ali os em o mas do segundo pessoa: nāk a ei i nācie ! (nākie !) a eiki e,
comp as ies nuspu ch i iepē cie ies! (iepē kie ies!) nusup imi e, c es aug i audzie ! (augie !)
auki e, mas sēdē sėdė i sēdie ! (sēžie !) sedei em, cel le i celie ! (ceļie !) le an e, pacies ies
paken ė i pacie ie ies! (paciešie ies!) paken ėki e. Rendendo LVG, mais a enção de e ia se
dedicada à segunda aleg niuo ės d iskiemeniam nomes pessoais masculinos, cuja aiz e mina-se
p iebalsias - a ba -d-, exemplo. : Uldis, Valdis, Rūdis, Ga is, A is, Rai is. Uma ez, os au o es da
g amá ica econhecem que pas a aisiais anos aumen ou o uso de [kilmininko] o mas de A ša
(A is), Gasha (Ga is), Raiša (Rai is), Rūža (Rūdis), Ulža (Uldis), Valža (Valdis) [...] g e u inas o mas
leis inos (LVG 2013: 137), ou ous, ab icando uma segunda e são mais esque da daik a a džius, a
au o a do depa amen o de g amá ica o nece sua isão nega i a de 35 o mas de balsiões e
menciona que nebalsiões nem cau inhos an es de dúnus, quando, al ez - ai a é a Valdis, Valdis, Rūda,
Rū a, Ga a (A . LVG 2013: 359). Tokie em um g ama ikoje apaziguan es nenuoseklumai nãoajudam
adequadamen e ap ende em gene inês no mas da língua.
Nada de no o que seja elacionado com a imi não ap esen a e a segunda mais ecen e
publicação la ių kalba (LV 2013). O oepijai designado a seção aqui em ge al não. sepa i as
ques ões a ie só é suges i a em discussão com pozicine e his o ine balsių kai a elacionadas ques ões oné icas Sob e (LV
2013: 22–32).
Conside ando, como quan o mais bem sucedido ap ende no mas a ia, á ias ezes exp essada
opinião de que eg as de esc i a de e ia e sykiais e examina , pa a explica , se esc i a nep adeda
de di e i essencialmen e do a imo. Pa a es e obje i o implemen a é p eciso pesquisas e
enques as me iculosamen e ealizadas. Isso aplica-se e p oblemá ico de á ios sons de ma cação uma
aide (e, ē e o). Kol na sociedade ainda é discu ida e e i ada anuncia esminada e o ma de esc i a, po
causa de ce os casos p oblemá icos a ies se ia possí el a is em sessões da comissão de
especialis as da língua Le ians, po exemplo, o alecendo g e u inius a ian es, se ais ealiojoje
a oseneja já exis ia. An e io men e, ais ques ões e am conside adas na Rašybos comissão e
publicadas em núme os de ques ões cul u ais da língua la ia (la. La iešu alodas kul ū as
jau ājumi), po exemplo, Rašybos komisijos a zinumi pa aidės o skai ymo (la. Pa eiz aks ības
komisijas a zinumi pa bu a o lasījumu) (19.1604) ou Rašybos komisijos a zinumi pa a ia (la.
Pa eiz aks ības komisijas a zinumi pa pa eiz unu) (19670:17).
BENDRINĖ KALBA | 87 (2014) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
DZINTRA ŠULCE. P obleminiai a ies klausimai la ių kalbos g ama ikoje | 4 Ansakymų į
p obleminius, com a imi elacionadas ques ões iškoma i La ių kalbos agen ū oje apibend in i
jie pa eik i inkinyje Kalbos p ak ika: pas ebėjimai i ekomendacijos (la. Valodas p akse:
ē ojumi un ie eikumi) sky iuje Kalbos konsul acijos (la. odas konsul ācijas) (20092013).
P a e gos a ia e quan o possí el mais de alhe a pesquisa de usuá ios da língua, elacionada com
p oblemá icos a ies e o og a ia ques ões, po que a úl ima ez al oi ealizada só 1960 m. (Laua
1997: 127), po an o ela obje i amen e nãoa le a con empo aniesa linguagem a osens.
Ilanaliza endo as mencionadas ques ões p oblemá icas, pode aze -se conclusão de que o
a amen o da o oepía LVG não di e e de pesquisas an e io es a ia, em que conspec i amen e
epe e in o mações já conhecidas (plg. Laua 1997; S ašanu iņa, Šulce 2004; S au iņa, Šulce 2009;
Šulce 2005; Guļe ska, Miķelsone, Po ī e 2002). A p incipal on e no ma i a do a e da língua la ia
ainda pe manece o diccioná io de o og a ia e a e da língua la ia (LVPPV 1995). In es igação
His ó icas LVG é ap esen ada minimamen e, na qual só em poucos casos sinc onis a abo dagem
complemen ada diach onicas in uj algas (LVG 2013: 19), po ém p ecisamen e his o iniai dados,
in es igando isoladas ques ões, ajuda iam melho a pe cebe p ocessos da con empo ânea
la ians língua. No u u o de e ia pensa -se, como LVG abo dadas ques ões ha moniza com em
escolas supe io es p og amas de es udos de bacha elado incluídos a ies assun os de
ap endizagem, pa a não su gia em di e en e de in e p e amen o casos. Pa engus LVG e o ça-se
e mode na linguo y os e minologia. Didelės apim ies y imas é lyg a spi ies aškas, do qual
a spi iama, quando mąs oma sob e a língua e ainda in es iga a la ių kalbos sis ema.
LITERATŪRA
G u ļ e s k a D., M i ķ e l s o n e A., P o ī e T. 2002: Pa eiz aks ības un pa eiz unas okasg ā-
ma a. La iešu aloda, Rīga: A o s.
Koncepcija 2008: La iešu alodas g ama ika: koncepcija, p ospek s, a se išķu nodaļu pi m a ian i, disku-
sijas ma e iāli, Rīga: LU La iešu alodas ins i ū s.
LV 2013: La iešu aloda, And eja Veisbe ga edakcijā. Rīga: LU Akadēmiskais apgāds.
LVG 2013: La iešu alodas g ama ika, Rīga: LU La iešu alodas ins i ū s.
LVPPV 1995: La iešu alodas pa eiz aks ības un pa eiz unas ā dnīca, Rīga: A o s.
L a u a A. 1997: La iešu li e ā ās alodas onē ika, Rīga: Z aigzne ABC.
Pa eiz aks ības komisijas a zinumi pa bu a o lasījumu 1985: – La iešu alodas kul ū as jau ājumi 21,
116–120.
Pa eiz aks ības komisijas a zinumi pa pa eiz unu 1970: – La iešu alodas kul ū as jau ājumi 6, 169–
174.
S a u i ņ a V., Š u l c e Dz. 2009: La iešu alodas pa eiz una un pa eiz aks ība, Rīga: RaKa.
S a u i ņ a V., Š u l c e Dz. 2004: La iešu li e ā ās alodas onē ika, o oepija un o og ā ija, Liepāja:
LiePA.
Š u l c e Dz. 2005: Daži ak uāli pa eiz unas jau ājumi. – Valodas p akse: ē ojumi un ie eikumi 1,
101–106.
VPSV 2007: Valodniecības pama e minu skaid ojošā ā dnīca, Rīga: La iešu alodas ins i ū s.
S eš ā du ā dnīca, 2008, Rīga: A o s.
Valodas konsul ācijas 2009–2013: – Valodas p akse: ē ojumi un ie eikumi, Rīga: La iešu alodas ins i-
ū s.
Gau a 2014 11 04
BENDRINĖ KALBA | 87 (2014) www.bend inekalba.l ISSN 2351-7204
DZINTRA ŠULCE. P obleminiai a ies klausimai La ių kalbos g ama ikoje | 5
ORTHOEPY AND ITS PROBLEMATIC ISSUES IN THE LATVIAN
GRAMMAR
Summa y
A signi ican componen o any language is o hoepy, which deno es a co ec p onuncia ion sys-
em as a whole. I is a sys em o con en ional p onuncia ion no ms and compliance wi h hem in
p ac ice. The explana ion o his e m wi hin his meaning can be ound in he Dic iona y o Key Te ms
in Linguis ics (2007) and in he ecen ly published La ian G amma (2013). Uni o mi y o p onunci-
a ion no ms p omo es he speake ’s and he lis ene ’s mu ual unde s anding, which is a desi able con-
di ion in he communica ion p ocess.
The au ho s o he g amma book ha e epea edly s essed ha he new g amma con en is mainly
based on li e a y language ac s; howe e , language is no en i ely li e al (and he e o e no ma i e). Thus,
he p oblema ic issues emain and discussions he eo a e likely o con inue. In he new g amma book,
se e al schools o linguis ics a e in oduced; hus, a di e si y o iews and concep s, di e en
in e p e a ions o language phenomena can be obse ed. Howe e , he e a e s ill no de ini e answe s o
se e al essen ial language issues no only in o hoepy bu also in o he ields o linguis ics. The p oblema ic
issues in p ac ical language use la gely emain unsol ed. In he new g amma book, co ec p onuncia ion
issues a e discussed in he chap e O hoepy: he Main P oblems o Co ec P onuncia ion in he La ian
Language; i includes he ollowing opics on co ec p onuncia ion: 1. Wo d accen s anda disa ion. 2.
P onuncia ion no ms in ocalisa ion (in owel and diph hong use). 3. P onuncia ion no ms in consonan ism (in
consonan use). The con en o he chap e on o hoepy in he La ian G amma does no di e om he
p e ious s udies on co ec p onuncia ion, bu i gi es only a sho summa y o he al eady known
in o ma ion. The e o e, he p oblem pe sis s when hinking abou po en ial solu ions o success ul
lea ning o co ec p onuncia ion ules. É possí el admi i a iew que co ec p onuncia ion and he
ela ed ules should be e iewed om ime o ime o see whe he any signi ican di e ences be ween
spelling and p onuncia ion ha e appea ed. This equi es ca e ul esea ches and su eys. While he socie y
is s ill discussing and a oids making adical e o ms in spelling, ce ain p oblema ic p onuncia ion cases
could be discussed a he mee ings o he La ian Language Expe Commission, o example, accep ing
pa allel e sions in case hey al eady exis in he language p ac ice. A c ea ion o he La ian g amma has
conside ably s eng hened he e minology o mode n linguis ics as he s a ing poin o hinking abou
he language and u he explo a ion o he La ian language sys em.
KEYWORDS: he concep o o hoepy and no ms he eo , wo d accen s anda disa ion,
p onuncia ion no ms in ocalisa ion and consonan ism, p oblema ic issues in co ec
p onuncia ion.
DZINTRA ŠULCE
Uni e sidade Liepājas
Kū mājas p ospek s 13, LV-3401 Liepāja
[email p o ec ed]