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Daži vērojumi Latvijas PSR dienvidrietumu daļas toponīmikā

V. Dambė

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t 5 ra 3 sk ng Val 2 = 8 kir ya au RA karā Sk liru jei cr. ika 7 VĒ a k M ki F vali Ši k = Hess NET J i es er eri} bu) A O BI. ial t og gh ae i AA sk Ādi 1 X ra 1) ķi ri had nd LE TIL LSE. La d a. 1 cm" Ē | + J k. ts 3 - ad Hl Re KERS U VEGA K CA LIB OT-YRS K ETA U S$ TT Maa 4: VI gh | DA T I TI I K ss SI fa, LIT x ESTE OCS. TES RM OK'S LY AKMADE MIF AY A V FRA VRRIRI les Sli ah Sn aR RR eR Hoo me ir or i -Tay rk m ru ē AS i «di p. "np saaa F £ 7 DB m "Na "dl 4s ji "ala, San ae SP P17 1s Toli TE ii Ry 47g SEATS Jr. Ca C PRET A al a SER i i VIESI Tp a IE Pris of RT SNE < Pažinti dita Vey 2+ oh £8. tera taka 451 vakstai ng kokioi“ 5 "1 ASE a a YY ri PARRY Atia Kati SKS asi sa a) ve B7 tat drosi iu Sh af . . Tl Wa Ae ny Wath Lok fī Sr 23 hl Sh Tila J CAPAZ RAL £5 Wy Sta he 3 (reti ae a EE rā vas id Vē SR aks Sia rija pe fī ši ras Sri ksi paris ai el FF MMT, ud Dy Ja eko! its elt ti senu ak Hukas Eika tis Ey 30h aio ievos ss at SY rai gr, AIM som di DAŽI VĒROJUMI LATVIJAS PSR DIENVIDRIETUMU DAĻAS o (jā A Am 2 kt URINATE IRR x Re ~ 2 (tk alk Re a au i kr F. a a FRE fo Ka er if ta į. 1110, e*Tf Mar JE Pori ae V. DAMBE Ce S SK. ni ki: ki a tr. Nikė PK" i syidiv Ū m Pija. Whi + KES A área em análise foi selecionada desde a costa do mar Báltico — Rucava — a oeste Had Fo F até o rio Mūsa, respetivamente. A leste de Ceraukste, aproximadamente até Liepāja, Skrunda, Saldus, le Dobele, Jelgava ao norte, nossa república vizinha — a RSS — A FR da Lituânia ao sul. no Especificando mais precisamente o contato com a Lituânia, deve-se dizer que o território em análise se estende aqui do distrito de Kretinga até o distrito de Pasvalys (pēc 1956. g. kartes). — Na parte ocidental do referido território, durante o período 13. a.C., isto é, t. antes da Ordem Alemã Antes da ĀM entrada, viviam os curônios; na parte oriental, os — semigalianos. Após as pesadas e un malsucediU das lutas pela liberdade 13. do século. Os semigálios dispersarun am-se, foram dispersados. Com base nos ph į testemunhos linguísticos, pode-se concluir que uma parte também se estabeleceu na faixa meridional do antigo território dos curônios — ao longo da atual fronteira da Lituânia, excetuando alguns distritos, por exemplo, Rucava, STAR Duniku, Nigrandu. Tal ideia já havia sido expressa, em seu tempo, por J. Endzelīns FBR V AR ss = - N ble pd’. 3 isle no artigo 9, “Notas sobre o vocabulário e o dialeto zemgaliano**. Essa ideia também foi confirmada pelos materiais de toponímia ma-ER X. Naturalmente, como já foi outrora um território curônio, ao lado das particularidades zemgalianas encontra-se também uma ou outra particularidade curônia, por . an - T . - . . = = - jj + nl J) te exemplo, um ou outro topônimo ir Si ir ar conjuntos de sons tautossilábicos puramente cursivos alongamento -irial diante de uma consoante ou uma transformação posterior dessa vogal, -birze kā x (não -birze) me em Priekulė U IV 95, Ziērņu degšna (não Zirnu-) me Sātiņos U IV ie - = = hs ' TE AK? aks aig > | Mus 156. Por outro lado, no centro da antiga Zemgale, em torno da atual Dobele, no final do século XIII, afluíram —VI * latgálios, isto é, letões, depois que os zemgálios derrotados haviam no sido expulsos dali ou BE: fugido. Nesta região, alguma particularidade característica dos zemgálios pode ter desaparecido IE. un manifestar-se uma ou outra particularidade letã. „4 | da Letónia Na toponímia da parte sudoeste da RSS da Letónia, que inclui também a hidronímia, refletem-se K particularidad1) es curónicas nas áreas puramente curónicas; particularidad2) es semigalianas nas áreas — semigalianas, especialmente ao longo da un 3) influência da língua lituana it gigante 14 da Lituânia TVET pee ai TRS ti is ah a „it rh TA VE Ly +: i a M Th | ai « kit: gali et r No = dad Dica ot "Sal ld al Tr = "a JÚRI mn si de Set Raha Th KG AK SIT et g zi não 8 ar iz eua SS“ Mes "asas Rr ATER EE Compartimentos i ar sara ati atk e Ira rifi, ko bita? Taip ai Eiti ķi au Te PT 54 Aaa, taurių Boat tv lu ti a; 61 = Rh Z i Ku Ahn, "aa roe TI Seja kr Sa rets 247 5a setā - Ča F; Ta Aa ar Fr mentiu Diga isto, it Bos BS is A) i (PERGUNTE IZ 22s iš = m, 3 Pehl Sn {45 . = ši nea R ta A Crianças FNL Kā hi ath lag Te TER Tala 1 Ci Po Ļē a ji po T] pē F te: SH ay nen) iii Pc pie: op I Age? T lie tu =; LF tur Lies ra at Yt AAA HS Ee 3% ALVA, ak 7 Fn Rs Oooh Sp i ta FA 2 si. sitai r Ta Lu NAT Sh ina EET big URE ERA S PIRMS at i < ER a LE na cela dē ai dad Vs LSE CH, TA e AS I. PARTICULARIDADES CURÔNIAS E ZEMGALIANAS —— ana o I. O comprimento das vogais diante de r tautossilábico e anaptixe ki. R —Uma das particularidades mais características da língua curônia é o alongamento dos antigos breves diante de r tautossilábico e da consoante seguinte. Isso já foi reconhecido há muito tempo por J. Endzelīns (ver La. gr. 2. $ 5, 64. $, 65. $). Se, na língua literária letã, ia, ar e er, com entoação estirada e descendente, transformam-se em ar e ér, mas a entoação quebrada AX não produz comprimento vocálico, então, nos dialetos curônios, pronunciam-se longamente, com entoação estirada e descendente, os ar, er de entoação, assim como os de entoação quebrada; além disso, no sudoeste da Curlândia alongam-- se também ra, i e u diante de r tautossilábico e da consoante seguinte, independentemente da entonaçãgt PR ção. Além disso, este īr e ūr transforma-se, em alguns lugares, em ier e uor. Assim, por exemplo, onde o conjunto sonoro ar é pronunciado: Bārta (u E II 16l, antigo distrito E II 38; cf. lituano Bartuva Bid u Luk 159; nos dialetos zemgalianos: Barta, Baftava), Vārnupis u em Rucava U IV m pt 99 (lituano Varnupfs no antigo distrito de Birži Lki; nos dialetos zemgalianos: Var'nupe- ), Sārte* ni em Aizvīki U IV 18 k (lituano Saftē u no antigo distrito de Ģirkalnis Lki; nos dialetos zemgalianos seria: Sar’te) etc. 20 Com o conjunto sonoro er, por exemplo, Bērzniēki* z em Ciecere U IV 113 (em zemgaliano seria: Berznieki), Cērps z em Asīte U IV 13 (em zemgaliano: Cer'ps), Pērkuēns? z em Asīte U IV 18, em Rucava U IV 97 k (em zemgaliano: Per'kuēns), Zebērkši* z em Ciecere U IV 113 recolhido (para os zemgalianos: Zeberksi- ). ; com o conjunto sonoro ir: Ģirkales 3 K š; Ar (na língua literária: Dzirkales-) vala Rucavā é U IV 99 (cf. lituano Girupis u Luk 167), Malkirte di Rucavā U IV 99 (na língua literária: Malkcirte ou Malcirte- ), Zvīrbulis z Rucavā U IV 97 (na língua literária: | Bw Zvirbulis; cf. lituano Zvirblis DIZ). ; a Com o conjunto de sons wr: Kūrša māja z Rucavā U TV 96, Kuērši (ou Kurši) ia z Ciecerē U IV 113 (na língua literária e nos dialetos zemgálicos: Kurši), Pūrvs Z Nīgrandā U IV 47 (na língua literária Purvs), Jūrgu muiža Nīgrandā U IV 47 TZS (na língua literária: Jufgu-). IG No território curônio, apenas em casos isolados, nas proximidades dos dialetos zemgálicos e da fronteira da Lituânia, preservou-se a brevidade das vogais, por exemplo, em Rucavā Bāfbina iz māja U IV 97 (no esperado lugar de Bārbinavietā), Stērvēns? * z Asītē U IV 13 (em lugar de Stērvēns) ie u. c. „tų Pelo contrário, a característica mais marcante da língua zemgálica deve ser considerada a brevidade primordial da vogal Ki em combinações tautossilábicas com a consoante r à frente, respectivamente a preservação da brevidade de sēno. Especialmente antigamente, essa brevidade primordial das vogais estava associada à anaptixe, isto é, à inserção de um som vocálico breve depois de -r. Agora, na linguagem cotidiana de conversação je 2, a anaptixe frequentemente desapareceu ou está desaparecendo; as brevidades primordiais também se adaptam à pronúncia da língua literária 3d, pois, com a rápida elevação do nível cultural, sob a influência da língua literária ouvida nas transmissões de rádio e televisão e aprendida nas escolas, as peculiaridades dos dialetos desaparecem rapidamente. Também os recém-chegados de outros lugares contribuem para o desaparecimento das peculiaridades dos dialetos. ap) Somente na linguagem dos habitantes mais idosos e das crianças em idade pré-escolar, bem como ved) nos topônimos e sobrenomes, ainda se observa a tendência de conservar as brevidades primordiais e 7 K _amaptiksi. Anaptiksi como uma possível característica do antigo dialeto zemgálico foi indicada por J. Endzelīns, re da p. ex., La. gr. 2. $ d e 66. $), Nos sons e nas formas da língua letã! 2. $d e Missa tailandesa gs Dvi SRE SR RRS aa Tr 208 en M VK Xe CEs a U Fa ki cs PG TE Te RTA BSR: SEC LETS its Iti g dr T RIM, 20 Ea P{W ara Ted Sadi ae ās et ati, EE. Lis ean Mu J ak Ee Pi ie TS Sl k t 64. $. Ir vietas gan kādreizējā zemgaļu teritorijā, piem., jau iepriekš kā sacīts, AAS diezgan plašā lokā ap Dobeli, kur šādu parādību nepazīst. Presumivelmente, ka aqui Art terão imigrado, os latgálios ou letões dos territórios da Latgália no e da Vidzeme posteriores. Rds Em contrapartida, nas antigas Na parte meridional das terras dos curônios, a anaptixe é conhecida, onde, segundo se diz, kā os vivos zemgálios ter-se-ão estabelecido no século XIII. uz "Como Nos topônimos das regiões zemgálicas, as breves primitivas são encontradas nos registros mais antigos, 8 A ; por exemplo, 1811. g. Em Džūkstē está escrito o nome da casa „„Kareckle**, mas 1835. g. tā no lugar já — 1 J „Karkle“ U V 403= Kārkli, 1811. g. em Eleja z „Tscheresi**, mais tarde Čefsi U V 406, — 1811. un 1835. g. em Jaunpils resp. Smukās ou Remtē „Turake** U V 485— vēlāk EE Turki (?), 19. gs. beigās pļ Blīdenē „Barabala“ B U V 470, mais tarde Baf'balas. — Nos anos trinta, os sons primários no território zemgaliano foram designados por J. Plāķis na sua coletânea de topônimos publicada pela universidade. A vogal de anaptixe também então frequentemente da Aa era tão curta, ka tā a qualidade não foi constatada. Agora a anaptixe é ainda mais difícil de — perceber, jo tendo ir frequentemente desaparecido completamente ou deixado apenas vestígios insignificantes. Pela to autora fr | tendo-se 1961. g. convencido no verão, após oito anos, ao percorrer novamente a típica — área do dialeto de Zemgale — Blīdene da antiga no oeste de Zemgale. Apenas uma velha si senhora enviou alguém à sua amiga, disse para ir até un Stemberegenes, pi j ko todos os outros chamam de Stember’geni ou Stembērgeni. É preciso ka observar que, nos anos vinte Pe. todos os habitantes dali falavam te de modo bastante claro, un segundo a anaptixe regular. Ainda ha 34 1953. a anaptixe era frequentemente ouvida no ano. . Nos textos escritos dos anos trinta, a qualidade das vogais epentéticas foi mais bem percebida no t es território zemgálico, situado na antiga terra dos curônios, por exemplo, em Ezere, BL Kursīši e Ruba u. c. Tā: Var*nas z Ezerē U IV 115 „Varnas“, Bertzi z Kursīšos U IV pāli 129 | Bérzi“, Versa lieknis Ezerē U IV 116 „Vērša-*, Ver'mji z Kursīšos U IV ~~ 129 „Vērmji**, -bir'’ze me Rubā U IV 150 „-birze“, Zvir*buļi z Ezerē U IV 115 RE. „Zvirbuļi'*, Jur*gu muiža Ezerē U IV 115 „Jurgu-“, -purévs pļ Barta U IV 69 F „rpurvs- **. a ks ; No território da antiga Zemgale, 30. já há anos, a vogal da anaptixe é percebida de forma a menos clara. Ir lugares onde foi tā possível perceber a qualidade, por exemplo, em Annenieki ti i jā Ponte de Atsper*tene U V 456 „Atspertenes**, Lielplatonē z Star*ki U V 426 „Stārki”*, r o me -pur*vs U V 427 „-purvs**, Zaļeniekos z Ker*kšļi U V 451 „Kerkšļi jeb — ia Kērkšļi", di Var*žu dīķis U V 451 „Varžu-“ u. c. Nos demais lugares, a 3 ~ anaptixe é indicada ou nu ar pelo pequeno e, invertido, que indica um som curto e impreciso, por exemplo, i ia em Biksti u Ber’ze U V 468 „Bėrze“, em Blīdene Star*ka dīķis U V 469 „Stārka-- *, e em Lestene z Spir'gas U V 486 „Spirgas**, em Vilce z Zir*ni U V. 443 „Zirni““* etc., u. ou é indicada ak apenas a brevidade do som tautossilábico correspondente, por exemplo, em Biksti pļ -kāfkli AK A U V 468 „-karkli“, Vecaucē di Ģēfvis U V 463 „Gėrvis“ u. c. a Pēc piecdesmito gadu Latvijas PSR Zinātņu akadēmijas Valodas un literaLa 1 tūras institūta ekspedīciju materiāliem precizējas novadi, kur vēl anaptikse mazāk sg SA é mais ouvida onde un desapartā eceu, deixando lugar para a pronúncia da língua literária. ie A anaptixe, usada de modo mais ou menos claro, com maior ou menor frequência, foi ouvida também em vários 7 lugares sobre os quais até então não havia informações, por exemplo, em Īle, Penkule, Snikere, Ukri, < Vadakste, Vilce— no antigo território de Zemgale — un raramente região de Saldus “na parte sudeste da antiga — território de Kursa. Nas expedições já não foi possível encontrar mais ak. ouvir anaptixe em Aizviki, Barta, Bunkā, no sul de Embūte, em Gramzda, Sātiņi, i į, i DERE i Mi RE Ei dos arr alta as is vēdās HN ae S to A anaptixe Sa Se Tee SI RE UE EER EE SS Ma IR PL R ST Ss S Sai SE SH foi registrada em Vaiņode — no território da antiga Curlândia — e em Platone — no território da antiga Semigália, onde a anaptixe provavelmente já era conhecida. Não é possível determinar com segurança se o som da anaptixe era igual em toda parte. J. Endzelīns ĒKĀ La. gr. 66. Diz-se que em alguns lugares, por exemplo, em Ezere, Nīca e Virga, ela teria sido um som de a reduzido, mas em outros, na maioria das vezes depois de er — um e completamente curto; depois de ar, ir, ur — curto, mais raramente a, curtíssimo e. Raramente foi ouvido um curto anaptítico, i, por exemplo, em Lielplatone. Em alguns lugares, por exemplo, em Strutele e Vecauce, a coloração da vogal da anaptixe não pôde ser determinada. std Após estudos minuciosos em Blīdene, concluiu-se que depois do r tautossilábico, que segue ES depois de a, insere-se um a curto, por exemplo, Baf*bala pl p „Bārbala**, depois de i — um a curto, às vezes e, a K Bir*ži z p „Birži, Stif*nu ou Stif*nu pļavele pl p „Stirnu-**, depois de e, que sob a influência da anaptixe é sempre aberto — um e aberto curto — Bef*ze u p „Bērze*', depois de u — rss curto, por exemplo, Vēbuf*ga a, me p „Vēburga*. 2] Em outros lugares do território zemgálico, quando se percebe a coloração da vogal da anaptixe, observam-- se, com algumas variações, manifestações semelhantes. Depois de uma tautossilábica, geralmente insere-se um a curto; apenas raramente, por exemplo, em Kursīši, ouve-se paralelamente um e curto, por exemplo, Kar*kliņi z U IV 129 „Kārkliņi*. Depois de er insere-se tanto a, por exemplo, Ker*kšļi z Za- #3 leniekos U V 451 „Kerkšļi ou Kērkšļi'*, quanto o e fechado, por exemplo, Ver*mji z Kursīšos į X U IV 129 „Vėrmji“, quanto o e aberto, por exemplo, Bertzi z Kursišos U IV 129 „Bērzi*. ZI Depois de ir observa-se tanto o a inserido, por exemplo, Sirsniņas z Ezerē U IV 115 „Sirsni2 nas“, quanto e, por exemplo, Bir‘zniéki* z Rubā U IV 149 | Birzenieki*, quanto o e aberto, Kits por exemplo, Ģirtti mz Nīcā U IV 86 „Ģirti*, quanto i, por exemplo, o sobrenome Spirigis em Nīca tālie U IV 87 „Spirgis**. Depois de ur geralmente se a, ouve, por exemplo, Bur*bas z Nīcā U IV 86 „Burbas**, mas às vezes também, ali e, mesmo, por exemplo, Nīcā Urbēni? * U IV 86 „Urbēni*, AE e aberto, por exemplo, -purfvs em Kursīši U IV 130,,-purvs*. ri Em Blīdene, a tonalidade da vogal epentética curta a ouve-se mais claramente depois de wr. Gap Uma particularidade dos dialetos zemgálicos de Blīdene e de muitos outros, sobretudo no território da antiga Zemgale e nas suas proximidades, por exemplo, em Auros, Biksti, Īle, Jaunpils, Lielauce, Rubā, 2 Vadakste, etc., é ainda o fato de que, na pronúncia do r tautossilábico, também se ouve a entonação,. nela, se a sílaba correspondente for originalmente (também na língua literária) pronunciada com entonação i alongada ou quebrada, mas a entonação não é perceptível se a sílaba tiver entonação descendente, por exemplo, Kaf*tavu kalns A ka, -saf gs mžs, mas Dar'za dīķis di Blīdene p. Frequentemente, os tautossilábicos ar e er, quando pronunciados com entonação alongada e descendente, adquirem o comprimento das vogais da língua literária. Aqui e ali, 3 em tais casos, às vezes ainda se conservaram também vestígios da anaptixe, embora a vogal 2 4 tenha se tornado longa, por exemplo, em Penkule, Zaļenieki, etc. ba: V ga okt 1 są | 2. O mia 7 tautossilábico C S + + vl Como já observou J. Endzelīns na Gramática da língua letã 2. $ c, 83. $, se os curônios preservaram em sua língua o m tautossilábico, que no latgálio, isto é, na língua letã LK) desapareceu. Nos topônimos m isso encontra pleno eco. Naturalmente, tā kā em cada região ocorreu um movimento incessante da população, com alguns partindo e outros chegando, e pessoas de outras regiões também se integraram às famílias; por isso, os topônimos, de modo consequente e em todos os casos, não refletem nem a particularidade recém-mencionada nem outras, mas a antiga tendência curônia ainda pode ser percebida. Isso não é indicado pelos topônimos que têm como base empréstimos dos germânicos e dos livônios, nos quais o n tautossilábico costuma conservar-se também na língua letã com rdē (isto é, de toda a nação letã), por exemplo, Elandes butka mz Nīgrandā U IV ak 47 <v. Elend, Lindas* mz em Nīca U IV 86, Liidas „casas z em U IV 91, Pērkone es Ji aL CRI | SR LP li i TR Ral kids is Son ar Nt adj eT Dans TK al A už 25050 1 S = ielās pikti Lh ae fed heh Aan i A a a LR KM Pe, Shad šiose SNE ae CE TTR ny Ee aan is a Ka ee A an A asti LS niais antai 4 Tn Ei a = F kis a, až IT p ae X eT a Le di en LER ar J i ter cage "Uin žiai S ro S en eel APR VIL ak vo TE ie VER TAMBÉM AS JLP Le kā A im Ba Lindene? pl Skrundā U IV 159, Liīdenes pļ Lutriņos U IV 134 <v. Linde: sal. i também ig. Lindi c.* Sabe-se que o » tautossilábico não apenas no curônio, mas em toda a língua letã [Eran] também se conservou em empréstimos da língua lituana, como, por exemplo, Laikutis LS, U IV 73 ou Lafīikuči E II 38 z em Dunikā, Laūīkutis z em Rucava E II 44, Laūkuti — mz em Nīca U IV 86; cf. lit. Lankučiy kaimas c no distrito de Klaipėda Lats 779, cf. lit. pv Lankutis un pr. pv Lankut Trautm 51 s. v. Lankut. Contudo, houve. No território dos curdos há tantos topônimos com o m tautossilábico preservado que não podemos considerar todos eles empréstimos do IDR. Aqui encontramos, por exemplo, a palavra banda — o monte Bandas, em Aizpute E II 5, o bairro de Barīdene em Briņķi E II 11, pĮ em Embūte U IV 32, Baiūdenieku 3 sr sudmalas Pērkonē U IV 91 u. c.: baiida 1 1 „das dem Knechte vom Wirte als — “Campo de estacas atribuído ou a semeadura nele”, ME, como está escrito. | banda 1 DIZ, vv Banda vs bij. Smalvu pag. Apg pr. 539, vv Bandayn un Bandun wl, Apr 16 u. c. Isso corresponde ao território latgaliano, resp. no território letão *buoda. A palavra lanka = 2 ocorre, por si só, em derivados e em combinações de palavras, em topônimos encontrados em cerca de 60 lugares no ambiente cursivo da SA*, por exemplo, Laika pļ (e nãoap) Laza U IV 45, E II 18, em Nīgranda ah r c., Laikas dārzs U IV 48 u. la Rucavā p, Laiiksėži? z Durbē E II 39; sal. = I liet. lankė DIZ, Lanka bij. la Panemunes pag., bij. pl Paróquia de vs Balninku, aldeia. ra Paróquia de Imbrada, pl aldeia de Laika. Paróquia de Panemuņa, aldeia de c Laiīkakiemis. Paróquia de Kruoņa, R jā Aldeia de u Laūikupis. Paróquia de Seda. u. c. Lki, Lankos Aldeia de Lauko c No distrito de Plunges — Lats 779, pr. vv Lankaym Apr. 82. Sal. ari baznīcslavu /gnka „Meerbusen, Fe Vale, prado, kr. ayka ,Curva, curvatura, prado ou terras florestais de uma a M Curvatura do rio, vala, vale“, po. fgka „„Prado** LeW 339. Em letão, te corresponderia à palavra rit luoka. Flui o grande rio Vęrita E II 158=lit. Ventā Lki, Rucavā ir māja pk Meiica E II 44, Gaikos Meiicu pļava U IV 121 k, Vecpilī Meiīču purvs U IV Kari 105 e outras formações semelhantes. Em letão genuíno seria —*mieca, *miece; cf. lit. i mēnkē DIZ, LeW 436. Também ocorre aqui e ali No Curónico encontra-- se em topónimos a palavra linga, por exemplo, Fier Liga ez Nogalē E II 118, Lingas dikis Zantē U IV 239 k, „„Linge- ** z 1858. g. Tt Grobiņā U IV 8! un Pērkonē U IV 93. Ao nome inga pode corresponder, para nós, "a ferramenta de arremesso conhecida como tal /inga, que provavelmente é < líb. ling ou līnga LW 195, 198 LR i respectivamente ig. ling „,mpauņa (arremessável, funda)“ J. Tamm, 285, mas a šā raiz da palavra pode be 2. ser também a mesma que na palavra lituana liaginti, linguoti DIZ, isto é, o letão,ligot, Pei līgoties**, ou lingė 1 „curvado** DIZ; cf. arī LeW 331 s. v. Idigyti. Ir nossa cidade 2 Skrunda, que em letão seria exatamente *Skrūda. Aqui são mencionados apenas alguns exemplos: Tal ir R i: i muitos, un eles sustentam J. a opinião de Endzelīns sobre a preservação x do "X tautossilabismo na língua dos curônios e de seus descendentes. “ili Pouco foi escrito sobre as peculiaridades da língua dos antigos zemgálios. Te mencionados jj anteriormente J. as opiniões de Endzelīns sobre a brevidade da vogal em combinações tautossilábicas diante de uma consoante, as Xi Li ar r menções de Šmits sobre P. K, g a X, g manifessr tação na forma do artigo „Sobre a etnicidade un dos zemgálios e dos sélonianos** FBR I 48 skk un K. Notas finais i junto a ši P. Artigo de Šmits — Língua ir Antiguidade I 85. Depois de uma única variedade típica dos zemgálios Aa al lugares do dialeto — Determinaç- — ão da distribuição un to da análise dos topônimos de Blīdene iz V = ? Lvv I 2, 308. lpp. s. v. liūdas?. Parte desses topônimos também pode ter como base o lituano. palavras Sie lįsti sakne, kas sastopama, piem., liet. nos derivados lindYnē, lindynē „Recanto, esconRE į derijo, esconderijo" LeW s.v. 377 lįsti. Sal. arī liet. vv Lifidyné pu bij. Varnu pag. Aldeia, distrito — de me Lindynė. Distrito de Viduklė. Aldeia, distrito pu de Lifidynė. Distrito de Varnai. Aldeia u. c. x di vi 3 skat. Lv I 2, 256—258. A ats R SAE CY BS tē ES RE He ie Re AES hn ARG SE GENIC ERIN BT oe TEN ge ST SE ei hd Ei Te conhecimentos SDIS RAS ela 1 2 1 K: ALU teke, Rimi es ka LI Bad RMA V. IES ra is Es EF al vi PRR Cu Das url COR a RE TER i, ki EV S VRS Salia ARA PAI a Ae PIP tų Užas DE yg J ey al TERRE gem ih Viel, NR SR gi ko i di ah RE 3. S ES ARA ir T + M gl LE si! pats S SRL nā Ni ai ati ga Seas IE K ave AT TAG iar x em todo o território da RPS da Letônia, na coletânea comemorativa de artigos dedicada ao acadêmico J. Endzelīns S kg 1959. g. expressou a ideia de ka que talvez ir seja possível considerar isso uma particularidade da língua zemgala, a «preservação» do n tautossilábico, tal como nas línguas lituana, prussiana antiga e curoniana, em oposição à língua latgálica, respectivamente à língua letã. Há, naturalmente, entre os topônimos daqui também alguns em que o n tautossilábico desapareceu ou nos quais ocorrem paralelamente ambas as formas — com e sem o tautossilábico, por exemplo, Ludkene i 3) ou Liocene pl p, mas Lankas me p, Laikas pl p (cf. lituano lanka etc.; ver ra [ts acima), Rinka(s) strauts str ou Rika strauts str e pl p (cf. lituano Rinkai +mu kais, antigo distrito de Merkinė Lki, Rinkų vienkiemis, distrito de Nemenčinė Lats 907) etc. Há também empréstimos em que o n tautossilábico permaneceu regularmente, por exemplo, empréstimos de línguas germânicas, como Braiidavinene pl p <lv. brandewīn, Grēnču —kruogus <v. Grenze, Ruiidale pl < vlv. rundēl “o que foi feito em forma circular”, MnW ik) III 531. Alguns empréstimos são da língua livônica —Ijiņi+z p, Ifinu ezers p < lív. AREJA i'nnd “adormecer” LW 73, u's “sono” LW 452, XKaigaru kalns p <līb. | 38S kāngar “elevação do terreno em forma de onda (na floresta)* LW 112. Como lituanismo deve ser considerado o nome de lugar Brifiki E II 143 e p: lit. brinkti DIZ, LeW 53 (s. v. brangūs), Lz I 863 ou brinkis Lz I 861, LIZ 126. Re: | i Para alguns substantivos básicos de topônimos de Blīdene com n tautossilábico, encontram-se paralelos ię na língua lituana, por exemplo, a já mencionada banda, lanka, também Bandzene —pl p<barīga ME (cf. lit. banga DIZ, LZ), Buiici z E II 143 e p (encontra-- se, segundo as informações disponíveis até o momento, em 7 lugares no território curônico e em 7 no território semigaliano; cf. lit.: 4 cāļi bufikis ou burīkis Lz 1 953, 954). Aqui também devem ser mencionados os topônimos: Eficene pl p: lit. Mi enkiūoti Llz, éngti Dlž; Ginterenes pl p: lit. gintaras DIZ (letão dzintars, respectivamente 'dzītars ME); Casa de Iūšdžu +z p: letão. ifigsti LeW 10 s. v. angus, irīgzti DIZ, ingti DIZ, ingis DIZ; Colina de Veitteru p: letão. vénteris DIZ e outros. Para os 9 topônimos de Blīdene com n tautossilábico não há paralelos diretos no ij. na língua lituana, por exemplo, Dupki z E II 143 k: letão. duokis ME ou duocis „recipiente de sal“ (?), colina de lita p: pv Inte s. v. Indrikis no dicionário de Ulmanis, 351, Jurīgainis pl p: letão. Jūgaiņi (como z Penkulē E II 81): letão. jūgs ME (lit. jūngas DIZ), Klefices RG z E II 143 k: la. kliedis “a parte inferior de um pão, quando é escorregadia, viscosa” ME, kliekis | “uma massa escorregadia e viscosa, solo argiloso pesado**, 2 “pão malcozido, escorregadio e viscoso” ME, sakliekéties “tornar-se escorregadio, viscoso” ME (?); Pluiici z E II 132 e p: la. plicis, diz-se de uma pessoa que está completamente ensopada (molhada pela chuva)“ EH (cf. também o lit. p/unkti 4 DIZ); Puskas 0 pl p, Rinkaspļ, str (ver acima) etc. * Muitas destas palavras encontradas em Blīdene também ocorrem em topônimos de outros territórios zemgálicos. Além disso, em outros lugares, no ambiente zemgálico, também ocorrem muitas palavras com x tautossilábico, das quais uma grande parte não pode ser considerada empréstimos. Mencionaremos apenas algumas. Assim, em Vecauce há Ajīges (a z E II 129, o pântano Ajigu Ile U V 480, Afigi em Bērze E II 72, Afigenes em Bērze U V 388 e outras). Pode-se pensar que aqui corresponde a liet. angis DIZ, la. uédze ME, kan pr. angis, latīņu anguis LeW 10 s. v. angis. Esta palavra também ocorre em algumas = A localidades do norte de Vidzeme (por exemplo, Afigis pu Sēļos p, z Geros E I 92, Ajīgi z Terneja = tāli E I 107, Ajīga kalns la Sēļos p, Afigene Burtnieku ezera kakts e Ajigītis + ez, x 4 la., pu e+z Sēļos p, Afigitis z Rencēnos E I 101 etc. Lvv I 1 s. v. afiges), ier 4 Mais próximo desses vocábulos, V. Dambe, no artigo „Blīdienes vietvārdi kā pagātnes liecinieal id ki”, acadêm. Na coletânea de textos dedicada a J. Endzelīns, Riga, 1959, 436—438. ša S onde pode ser comparado com o ig. «a BN is as ERI BE SE T fin BE V = SA GM A 5.3 CE le UE TE NR ST (La ee fe SL Se EI 3 I 00 V ar pendurar „cyrpo6** J. Não é 85, impossível; também ali viveram K? outrora ka semigalianos, cujos vestígios linguísticos permaneceram nos topônimos. t . XS A favor disso depõe também parte de outros topônimos, alguns dos quais ainda no são mencionados mais adiante neste Tt artigo, bem un como alguns outros testemunhos linguísticos, que não serão aqui examinados mais de perto. Salientarei isso. „apenas o uz não resolvido dialeto médio da língua letã, resp. o problema da origem da área da língua escrita. No tk dialeto central, as variedades dialetais atravessam o território da República Socialista Soviética da Letônia de nordeste a sudoeste, no abrangendo uz a região central de Vidzeme "a região de Bāle e de Zemgale. Geralmente pensamos que, desde o século XIII, em Latgale e Vidzeme = (com exceção do território lívico no oeste) viveram latgálios ou letões”, que no século XIII R. após a derrota dos ir zemgálios, também afluíram Na região central un de Zemgale, a sua língua teria servido A rt de base para os falares do dialeto central. Contudo, surge a questão de saber se, na formação deste dialeto central, não teria sido justamente aos zemgálios, que no seu tempo teriam vivido também em Vidzeme. Em ir Zemgale há apenas um dialeto, mas os descendentes dos latgálios, isto é, dos letões, têm dois: a faixa do dialeto central, bastante semelhante aos falares de Zemgale, e o dialeto dos habitantes das terras altas, fortemente diferente. Alguns fenômenos da — — língua dos habitantes das terras altas podem ser explicados por influências posteriores, mas outros un não. — Por isso, há certa razão para pensar, pos.]} у>? 大发时时彩计划 六合彩? тәшкилати? тәш?ҟам?ырхar а? 彩神争霸大发 ⟩ ir WF ka A influência dos zemgálios ir na Vidzeme foi outrora significativa. Não há un informações seguras BL sobre quantos eles teriam chegado ali, se fugindo durante — séculos 13. após a derrota nas lutas pela jū liberdade ou expulsos pela ordem, ou se chegaram ali muito antes. —— Ž. de Lanua (Gillebert de Lannoy) 15. gs. no início, em sua descrição da viagem? Hp min zemgaļus arī ceļā no Rīgas līdz Narvai. Nas últimas duas décadas, os arqueólogos não estudaram o problema dos semigálios na Vidzeme. Nos anos trinta, dos semigalianos "Os cemitérios de Pū̃t Uzkalniņš foram descobertos na Vidzeme, em Lielstraupe, Vecpiebalga, Krape, Krimulda, Kis, Ķeipene, Līgatne e Nītaure- ”, isto é, no território a „sudoeste do território de localização dos "AE anteriormente mencionados Aņgi. Essas conclusões não foram un contestadas, na Letônia SSR Os arqueólogE. un R. os da ir expedição ka da SSR da Letônia ir estão convencidkā os de que são realmente cemitérios semigalianos, disse na consulta a arqueóloga a | Šnore, do Instituto de História da E. Academia de Ciências da SSR da Letônia. r: Kā no ambiente tā curoniano e semigaliano un Na it Vidzeme, especialmente ao longo da = ir costa, a palavra reņge ocorre em nomes de lugares. Ja Em un Vidzeme, também recentemente aqui e ali Na parte setentrional da região de Kurzeme, isso pode estar ar relacionado ao — arenque-do-mar „clupea harengus L“ isd ME, que é usado. strimala, strimulé, strimelé „mellota vulgaris“ LeW 923 (onde "EM é considerado um possível empréstimo do alemão) e ao qual corresponde lib. reng®, m, tad As un demais de Zemgale Arenque do Kursas ar to não pode, de forma alguma, ser jo associada, própria vi i O te pequeno peixe geralmente é chamado kā de strimala, assim como em lituano, — ou em alguns lugares de silkana! Alguns exemplos de topônimos daqui: Refige +mu Zebrenē E II 139, "A 5 Ver. O mapa do território da Letônia na história da RSS da Letônia I, entre as páginas 68 e 69. lpp., Ed Riga, 1953. "= 6 Publicado por F. G. Bunge. Arquivo para a história da Livônia, da Estônia e da Curlândia, V, Dor—pat, 1847, 171. VER 7 Notícias segundo „Latvijas vēsture”, I, 1, Rīgā, 1938, 106. "224 8 Por exemplo, Strazdė ZA no ficheiro de topónimos do Instituto de Língua e Literatura, em Dzirciems * ra i EH, em Kandava, Laidze segundo os colaboradores científicos do Instituto de Língua e Literatura da ZA. Segundo as observações de M. Graudiņa. S 9 Como indicado em ME, s.v. reīīķe, pode ser um empréstimo da língua letã, resp.< do v. Hering através de kuršy. Sal, também LW 333. ii a 19 Como, por exemplo, em Ventspils, EH Popē s.v. maduro; corrigido segundo M. as observações de Graudiņa. | tākā via oN ae CL HEE ape BY Ea aE pati la AEF tik rio "kio KS a «ķā protas ia of A Sal CEI RR ah =. pg Rr de, VILE led yn SA PIENA ERR NĒ he at AF <. "bet a aid ZR RE ee PCI aa das 7 = ii Ee chifre Ca SRE dol TR rae urā a Sa EC peru ap BETS set. 5a u > Tērvetē E II 158 k, kādreiz pagasta daļa Ezerē U IV 116, Refiges muiža + mu Rubā U IV 149, Rejiges plava(s) Bukaišos U V 392, Mežmuižā U V 418 u. d. c. Nesses lugares, a palavra refige tem um significado completamente diferente. Em alguns lugares, aqui chamam de Hp refigi uma ravina, por exemplo, em Nīca. Em alguns lugares, o significado ainda não foi esclarecido. Cf. liet. diga Reiīgē u bij. Žagares pag. Lki un reiīgti LeW 719. k: ķi + Dažus citus piemērus ar tautosillabisko n skat. tālāk k, g apskatā. ———— Bo TR artistu Any oh spami =. 3 į) aps Sig Ag K, ģ>c, dz un k 5 hee S Par kursisku īpatnību J. Endzelīns La. gr. 2. $ c un 87. $ considerou c Ši jā e dz K, no lugar de g". Nos topônimos, isso é amplamente "confirmado. Aqui encontramos Cerikuoni hl pgd e Ceiikučņas* c Pērkonē Lvv I 1: liet. keiīkti Dlž! *, Ceiītuļus z Ēdolē E IE: II 148: liet. kentulys LZ V 572. Bij. pag. un +mu, cp p ir Cirava E II 11, IA kam varbūt atbilst liet. kyris LZ V 874; tāpat Nica? jeb Nice? E II 41 (senāk: = „Nīcava- ** Latviešu Avīzēs 1826,9 sludinājumā) un u Nica* (resp. Bārtas lejasgals) ry E II 161, kam rada liet. Nykti u bij. PaeZeréla pag. Lki, Nykis u bij. Paróquia de Ars, Survilišķa Lki (Nyka > Nemunā, Nykis > Ļaudē, Nevežī, Nemuna, Nykūtė > Nemunā rs Luk 185 k). Encontramo-nos em Rucavu. pag., +mu E II 44, 45, cp p: liet. Rūkiava. ra Atrodam Dzerūbes* z Cīravā E II 11: liet. Gerūbinė u Lki, aldeia de Gembašalis e arredores. No distrito de Lazdijai, na aldeia de Gembiskiy, no distrito de Jonava, Lats 698. Era uma garça. Pág. un mu E II 13, lagoa Dzērves em Purmsāti U IV 53, Dzērvēni z Dunikā (pt E II 38, Nica E II 41: litu. gérvé Dlž, aldeia de Gerviy c un -vienkiemis no distrito de Jonavas *, aldeia de Gervény c de Alītus, Ukmerges, Lazdiju, distrito de Vilkijas Lats 700 jas (cf. também Lvv I 1 s. v. dzērve); Dzifītare ir +mu Aprikos E II 7, Dziftari Z Priekulē E II 42, Dzirītarciems c Dzērvē U IV 29, Dziītarnieki z Pērkonē i EN 42 etc.: lituano gintaras Dlž, Gintaras u Luk 167 k, aldeia de Gintarai e arredores nos distritos de Kretinga e Linkuva Lats 702. Dzifkalis ir di un ez Vērgalos E II 23 e 47, Dzifkaļu? * ciems ir Nīcā p (Lvv I 1): liet. Girkaliai c Klaipēdas HERE LN: Sedas rajona Lats 704. Kr: K U arkas. Há muitos exemplos semelhantes para a demonstração. pl: < 3 oF ai Como é no ambiente zemgálico? Há aqui uma quantidade considerável de topônimos com kuršos e K: per it īpaši latviešiem neparastu k, g, que nem todos podem ser explicados como empréstimos comuns, tei kur tie būtu normāli. Isso leva a pensar que aqui se conservou alguma característica muito antiga da língua zemgálica = K:, pela qual eles eram mais próximos dos lituanos e dos antigos prussianos do que dos kuršos, rtu que, na posição determinada, transformaram o K, g báltico em c, dz, assim como os latgálios ou letões. es J. Endzelīns, Gramática da língua letã, 89. § d afirma que a maior parte das formas t com k, g irregulares foi provavelmente tomada da língua lituana ou de algum outro dialeto báltico (hoje extinto). Poder-se- -á julgar com maior certeza quando for conhecida a distribuição geográfica dessas formas Bes geografiskais izplatijums un visi Topônimos da Letônia. P. Šmits, no artigo aa mencionado anteriormente, cita vários nomes que foneticamente não são nem propriamente letões, nem curônios, nem lituanos, além disso constata que o dialeto extinto desconhecido deveria ser procurado precisamente em HS 11 Também no lugar de k, g, que se encontra diante de vogais palatais. encontra TE ae a zanken. . is k 2 12 Ja ne no v. 2 ; | imine 8 3 Lae i Ra oe TR SET ae Ta Ea i pity ret EAE) 143 pe | SE Ara a Se ACIDENTE He EE sentou-se ās et também conhecido como Tas. sk di ku ARA] ERA EAI saiką ri pt A et ers MS EKS também conhecido como o BB S R S K BRET sai BREE lg ii ap Zemgali, onde foram preservados topônimos: Iekava ou Iecava (v. Ekau), lago A1 Kerkliņu! *, Ragene (crônicas Racken), Aņgi u. c. K. Būga Língua ir No I 85 pH contexto da antiguidade ar P. Contesta a opinião de Šmita Considera possível o nome de Ragenes HE No nome de Iecava k un expresska a-se, lago Kerkli un mencionado anteriormente Os ingleses poderiam — bs expressar palatalizados k, g. No entanto, devido à falta de material sobre os dialetos BE zemgálios, o problema permanece, por enquanto, sem solução. 4 como Após a análise dos topônimos do território zemgaliano, surge certa base para concluir que — vi ka uma das no peculiaridades da antiga língua ir zemgaliana provavelmeK, nte era g>k, g un īm ka šī A kā peculiaridade, uma tendência típica dos dialetos ir zemgalianos, ainda está viva atualmente, “dā, embora já ¢ no século. 13. documentos ir também ocorrem formas em que se espera A, g em vez de - dk radies dz, c, por exemplo, „Stagnum Autzil*!%, ja a palavra não é um composto, un alguns outros. FRE Na análise dos topônimos de ka Blīdene!” revela-se, em algumas palavras (sobre 2%) ar k, g ir vi origem líbica —prado Pukene p<líb. puk'k' vai put't' „puķe** LW 319 sk, talvez — z Béki E 11 132<līb. bdkkā „blėt“ LW 35. je is Ap 2994 no a origem ar k, g de vārdiem deve ser procurada un no baixo-alemão médio, no baixo-alemão médio A ja idioma, por exemplo, Kragenes di, pļ: kragis I „de ferro tripé para Assento, suporte, Alā um colocar e pôr algo zu sobre isso ME < vlv. oblíquo „suporte (de dois pares de EE pernas cruzadas), z. B. um Sāgebock, suporte para u. barril ou similar. * MnW IV 132 I ou kragis II „Égua de carga, velho homem*' <v. dial. kragge ME; Lago Kives RA; p<vlv. pl kif „Discussão, conflito, guerra“ MnW II 467; Strēki la p<vlv. streke IRE | „Traço, linea“ MnW IV 429, 2 „Trança, cordão, cordel“ MnW IV 430 u. c. Au Algumas palavras são diretamear nte comparáveis às línguas lituanas, por exemplo, Brifiki z E II 143 un (R p<liet. brinkti Dlž, Lž I 863 ou brinkis Lž I 861, Ģiēzenes pl p<liet. giēžti (?) aa Lž III 294. SRE Ap 299, formas correspondentes às palavras são encontradkā as em lituano, letão e também em outras ii = em línguas indo-europeias, p. ex., Buki z E II 143 poderia ser: la. bucis I ME = buks 4 ko „Bock“ ME < vlv. Buck „Bock“ MnW I 443, bet Blīdenē bukis ari kā ME s. vw. — „Recipiente, em que sal é triturado e mantido*- *; fonētiski te atbilst bucis II - „de Cesto de plantio trançado de varas de salgueiro** ME un liet. būkis ,,gestricktes FischerT ķi netz“ LeW 68; Ģerdes strauts str kam p, fonētiski atbilst la. Dzērdupīte i xT (>Gauja p) Lvv I 1, lit. Gerda pl abelha. Tveru pág. Lki, aldeia de Gerdžių, no distrito de bi Saku Lats 699; Lugene' pl p: luga II „guebbige Morastmasse an pa zuwachsenden Visto“ ME vai Juga „gelatinoso Massa, deve“ ME, lituano. /iūgas, Ąą End liūgynas, liūgšnē DIZ, liūg(n)as LeW 379, eslavo ayoca® „poça, charco*, ucraniano tūža, russo antigo u luZa, Jloca > Veļikajā, esloveno liža, tcheco /ouže, tcheco antigo lužē K: H lēcava (lēcave ou lēcuve) u>Lielupē (no curso superior também: lekava, lekava ou lekave) i E II 157, lēcava (Ozolniekos) U V 441, lēcuve (Garozė) U V 409, lekava un Iekevs“ (Dau5 Se dzesē) U V 321, [@keve jeb lēkevs (Sērenē) U V 362, lēkeve (Taurkalnē) U V 374, Iecava 3 ba i (jeb Iekive Kurmenė) U V 339, sc p, +mu pag. un E II 30 k. aR |5 Keīkliņi+mu Zvārdē E II 107, Kefkliņu? lago ali mesmo p. PN 16 Liv-, Esthund Curlāndisches Livro de documentos juntamente com regestos. Editado por : jā a Dr. Fr. G. de Bunge, I volume, Reval, 1853, 545 págs. 432. no artigo (1272. g. 7.X). NR |7 Skat. citado anteriormente V. Dambe, “Blīdienes vietvārdi kā pagātnes liecinieki” 427 skk. ag 18 Sal. também Lugi z em Kalnciema E II 79, Lugenieki z Bēnē E II 130, Lugītis pl Valgundē i., no U ju V 450, t. ambiente zemgaliano. M ;: * H. M. Ilauckui, B. B. Hsanos, llanckasn, T. B. Kparknit srumonoruueckni = an cJI0Bapb pycckoro s3bika, MockBa, 1961, 187. > = sut Sh ak sraao Ta SM MDL VE i ap i gi 255 at a NE S S S ii RE EE CE NS a AC le AY, a AT AM tend (Try Tp TRAE ra aE ne ai J. Tamm —J. Tamm, Eesli-vene sOnaraamat, Tallinn, 1955. T: k —[OCJIE KAKOTO-- JIHGO TOMOHHMHYECKOTO HA3BaHH 0603Ha 5 nay i JeHHyto (popmy (nonpapky). aki ai : eee ey "Atā pe VA T Mi "zeta RE +kr —izbijis krogs (GbiBaa kopuma). i At Za Ma kr. — russo :(pyceKnfi).. = fd is žie 2 od pf ki 53 oe a a Le TE ET ji ei SE Fl Beato IRN SE la. —letão (Jtarbīnucknit). «i is La.gr. —J. Endzelīns, Gramática da língua letã, LVI, Riga, 1951. JE 5 K Lats — Divisão administrativo-territorial da RSS da Lituânia, Vilnius, 1959, | re T aaa LeW —E. 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VE ut iy 350 os a sal, ur. — salīdzini (cpasnu). oe A PES ily As: Pakas" es "58 sc — aldeia operária (paGounit rioceJ1oK). Ārts" is tā Bie. ver —ver (CMorpn). | iai pa alkų Se CIARA skk —nas páginas seguintes, nos anos seguintes (H Ha CAEAYIONĻHX CTPAHHIAX, B CAetars Nu Kyionīme roms). = SRS SV NEI 5 RA A x a S att LR RA g. er —sub voce. EE | hat i My „ta r pa Ai ils ti (eon) Um A enguia come bo Trautm — R. Trautmann, Os antigos nomes prussianos Nomes pessoais, Gotinga, 1925. Te J u —upļītje (Peka, peuka). CLR U IV — Letônia Universidades Escritos (série da un Faculdade de Filologia e Filosofia), vol. IV volume, n.º 1: J. Plāķis, nomes de lugares da un Letônia em letão, Sia JĀ a Ap Āri nomes, Ī parte nomes da Curlândia, Riga, 1936. of dors du RE i 3 zai K Ea 5 RCH kar i | sans). 208 Ji cv RM S E eT po i (TOR Li Re 2 gt eT a ee CLE a SR ER 3 rā iu V —Escritos da Universidade da Letônia (série da Faculdade de Filologia e Filosofia- ), volume V, n.º a a 5: J. 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(Lo ra j viki x Li JĀ; > = —MpeBpaTHAOCH B (MOCJe HAsBaHHst KāaKol-JIHGO peKH —Bnajaer B). ai 2 ma —MPH NpepbIBHCTO HHTOHHPOBAHHbIX (*) TOMOHHMH4eCKHX Ha3BaHHAX" YKA3bIBAET, Ši i iai 4TO B MPOHS3HOINEHHH He PA3/IHYAIOTC A MPepbīBHcTaa H HHCXOJĻauĻaA HHTOHAILHM. KĪRA J Em a ris SE i ESE KS TR = | d ka js, sti js Bre -- ; ']:; zZfLZLL-AI6L:-F. L; L,k\|odxrAX!SLA a Getą! aed ai [Piso aa i I lā "až it Eras Mie SS wha gd 5 2 ika nešt aido ARES, 3 išsi ati T Large sasas šadi g gti Bei | Ng SE Re Wd a aga Rh mo et Le ne ak | YKkasareab rosopos (HM rTOp010B) paccmarpuBaemoi a M rėpparopuu Tri ter eu) 4 F, «4 x kā 5 Liepāja 61 Kalēti Mooi 20 Jelgava (pilséta) ratā Rats" Mt Medes <. I. 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Sniķere dāvā hod iE TART as ms Šā Pa Te META Annenieki 162 Ukri g foe pal os "rakt Aaa. fa 56 Gramzda “1. em 136 Dobele. w163 Bukaiši = hn apr Hy 24 4 al id J = Ned : wa , th, ra el A 57 Aizvīķi ih 19 Dobele (cidade) 164 Augstkalne V radi VĒ A) 59 Rucava —23 38 Bērze Xa 166 Lielplatone as ežio ce, “ 60 Dunika «0 139 Līvbērze 167 Eleja lā Le "kaltais ir Aaa kas PU o And Mai cis le ay Uu mp IE bu RF St rai SE i Li E EK TA SR ēru "ar 4. ra J,: gar pr akys i = EH į RAGE ale šo kų a: Fabia) NEE EG LE ER. =k L | ji ka k ir ŪM FURR kai“ II » Vs "at, ju, i LX. STR fee NE Ta holes ay oh taeu + pat “3 NE. I =. sa? Pi 4 za ki :. Frī iar ER F it pi (g MB TERE K, sā x Kass. 28 Tik S Sai rankai gna ESS] Aaaa siais i, ate Ld 47 Ore Aas US fil ie te a kāri 0 Ryu RE J ae kāri ys ao - res aidu. 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Iš int Silas E a K 3 iE HEKOTOPBIE HABJIIOJIEHHA HALL TOMOHHMHKOH ————— © IOTO-3ATIAIHOW YACTH JJATBHACKOM CCP są a g SB IAMBĖ g, kv obtenha três i II EE RS — S Ad Lon ao PE BY Si x., Pesos GO Fi rl AERO tia Lr 3 pea: 0 O território de Pacemarpusaemas estende-- se desde a costa ocidental da baía de Baatniickis até ao mar Báltico, ao longo do rio Mūse, aproximadamente até Liepāja; abrange Naujā, Skrunda, Saldus, Dobele, Bauska ao norte, e a RSS da Lituânia ao sul (ver o mapa anexo). 4 Na parte ocidental do território indicado, no período até ao século XIII, viviam os curônios; na parte oriental — os zemgálios. Após a conquista pelos cavaleiros alemães durante a luta de libertação, no final do século XIII, os zemgálios dispersaram-se por toda parte; sozinhos ou foram assimilados. Os dados linguísticos testemunham que uma parte dos zemgálios permaneceu nos seus lugares, enquanto outra parte se estabeleceu também aqui. Na parte meridional do antigo território curônio, e no centro da antiga Zemgale, nas proximidades de Dobele, encontram-se latgalianos, ou latgálios. No território em análise observam- -se particularidades linguísticas tanto da antiga população local como dos recém-chegados. E no topônimo da parte sudoeste da RSS da Lituânia, com a fronteira correspondente, refletem-- se: 1) particularidades curônias em localidades genuinamente curônias, 2) particularidades zemgalianas em localidades zemgalianas e 3) a influência da língua lituana, especialmente próxima da fronteira lituana. e uma das características do caráter específico da língua Onnoi Hs HaunGojiee é ——— o ALONGAMENTO DAS ANTIGAS BREVIDADES diante de tabtochjiJIAGHYUEeCKHM r € NOCJīe-= AYIOULHM CorjtacHbīM: af, (ar), af>ār, (ar), ar (por exemplo, Bārta, Sārte* etc.), = er, (ēr), ef>ēr, (ēr), ér (por exemplo, Cērps, Pērkuēns? etc.), ir>ir ou ier, Eko (por exemplo, Ģirkales- *-, Zvirbulis, Ziērņuu etc.), ur>ūr ou uor (por exemplo, Kūr-"RAJ Ąą ša-, Pūrvs, Kuērši etc.). nad ed A característica do dialeto zemgaliano é a brevidade original das vogais diante de F C seguido de uma consoante, "+ além disso, a brevidade especialmente antiga e primordial das vogais Oba — está relacionada com o anáptixe, isto é, à inserção de vogais breves após r, por exemplo, RE Não. ar MK LE Us An hE el hy TR as A tasai až S aR S ultrai I ans SAS SR SS 5 EE ily CG is saddens ās S4 laši Ri S RES LE - 8 Var*nas CT eGR eG „Varnas- “, Ver*ša-„- Vērša-**, -pur®vs „-purys- ““ wu np. Ilocjie TaBRē TOCHJIJ1AGH4ECKOTO ar OGBIYHO Pa3BHBaeTCA KpaTKoe G, MOCJIe er —a HIM mā Y3K0€e HJIH NIHPOKOE e, MOCJIE ir —a HJIH Y3KO€ HJIH IUHPOKOE €, HJIH i, MOCLE ne ur — a. Kk KypiucKoii OCOGEHHOCTBWO ABJIAETCA TaKžKe COXpaHeHHe TABTOCHJIJ1AGMSy YECKOro ft, yTPayeHHOro B JIATTAJIbCKOM, HJIH JIATBIINCKOM, A3bIKE, Hamp., tā Bandas-(no- -J1aTBIICKH GBIJtīo Ovi: *buodas), Lanika: nar. luoks, Menca: nā nar. *mieca, Skrunda (no-J1aTBIICKH GBIJ1O Gui: *Skrūda), Venta (no-naTH TBILICKH GBIJIO Oki: *Vieta) u np. iy ĀHaJ1H3 MECTHbIX Ha3BaHHii 3EMTaJlbCKOH TEPPHTOPHH [MO3BOJIAET Mper Šiai MOJOXKHTb, YTO OCOGEHHOCTbIO S3klka 3eMTAJIOB GbkiJIO COXpāHeHHe TABTOoy CHJJ1aGHYeCKOro n Tak Xe, Kak B JIHTOBCKOM, JPEBHENPYCCKOM H KypLICKOM Ne) si3blKe, B TIPOTHBO[- OJIO2KHOCTB JIATraJbCKOMY, HJIH JIATbILICKOMŲ, Tak Kak a CpenņH 3JLELIHHX TONOHHMHUECKHX Ha3BaHHH MHOTO CJIOB C TABTOCHJIJIAGHEri 4UECKOM N, KOTOpble HHauUe HēeJīb3A OGbHCHHTb, Hanp., Duņķki:nar. duocis, 1 Jufigainis: Jūgaiņi, Rinkas-: nar. Rika (s) u ap. A particular characteristic of the Curonian language is the alternation of k, g, dz, for example, in Šai Cenkuone, Rucava, Dzērve, Dzifkalis, etc.; at the same time, in the Zemgale part of the territory, numerous local names with unusual— for Curonian and Latvian—k, ģ, some of which cannot be considered borrowings, occur alongside regular k, ģ, for example, Dugis: nar. dudzis, Gęr'bums: nar. Dzērbene, Mar'ķene: nar. Marcene, Plūoķis: nar. pluocis nm, etc. Also in the Zemgalian environment, toponyms with c, where dz occurs instead of r, g, and with the loss of the tautosyllabic l, are encountered; however, this is explained by the influence of the language of the Livonians and the literary language. The occasionally occurring parallel forms are also explained by this influence—- for example, Laika, Lūoķene and Lūocene, Iecava and Ieķava, Rinkas and Rikau, etc. In addition, in one and the same word, the tautosyllabic l may disappear, while r and g are preserved, or conversely: k, ģ>c, dz, while the tautosyllabic l is lost, for example, Plufici, etc. Also in the territory of ancient Semigallia and Courland, variants of toponyms with te = k, g and with the tautosyllabic l are sometimes encountered, for example, in the vicinity of Kenigskala near Ogre, ait} HenojaJjieky OT BIA JIEHHA ee JļayraBy, H ap. Pode-se supor que, em alguns lugares dessas regiões, tenham habitado zemgalianos. Embora em alguns lugares existam dados arqueológicos mais ou menos confiáveis que confirmam essa suposição, ainda assim é plenamente legítima a questão relativa ao papel essencial desempenhado precisamente pelos zemgalianos na formação do dialeto setentrional — a base da língua literária letã. Merece atenção especial a influência diversificada da língua lituana no vocabulário da parte meridional do território indicado. Em primeiro lugar, no léxico encontram-se alguns desses mesmos topônimos — nomes de rios ou palavras que, tanto na RSS da Lituânia, como correspondentemente adaptadas às regularidades fonéticas da língua letã, não se encontram no léxico letão, por exemplo, Bendra-, Būtiņgu-, Ģeišupis, Ģīvuļu-, -peļķe Kā «Gonoro», Vadaksts, u etc. ou seja 2 ou a SER REAR ETT EL SRE S a k= 2 są «kri FUE dg iek ey pas: setas sigh ES i 4 S ka TE AD SIL skt g 4 Sati O RAD ar 2 Lk sm te F linų ey 5 Roa HEA VIRS A ij Sh ss os Šiu ras etl ošia tapakTepH ses. rat) gei sc i at seis! xap pce, K estes E ro ss Ke HA GBIJIO TO C, ge conjunto OHETH MOXKHO BMeC Ata = V. S = Bo-BTOpHlx, B ę He Te, KOTODEbIe is, Girupi np., wn BMecTe pa peu "ios Ia H y ervis, aio i ET ti a, X ų an] arti a or np., g BM = Palaūkis itene, Ma OBCKOTO ati ~~ "'Hanp., Maļķirte, Palaiil Šaltēni, Svitene, He JIHT ARA: T Uikiai : altēni, BJIHAH B Ip ietis tr Kekķīlas, Hamp. aloTCs o poga le TM K ’ S HZ HAOJIIOJĮ *XCKOT KAK ra) a MOTO THH My on “iy — noaarae TbHX, B MOp(oJio EUKH HMEIOT JODY. KEHCKOMY Pp i. "ĒKA 0%, di B-Tpe ONĀ, HH p ro ss TAHABJI las. VIE peK e TBILICKO TO YC RY 74 NE -— OPBI a na Uac cpe (fp id HEKOT MY IJ iS H AP. Ca HH "Pa 17 A Hanp., OGBIYHOMY Vārnupis eyaroT 6; st = LU XHOCTb k 7 daksts, a ie HE B 8 Harp., = it ~~ BOMNOJO 3 5, Va ii, KOTOPB BaHMH, tt, S EK s, Lig tpiekc UeCKHX OueHb "dāt Aiznāķis, HKCbI C OIIOHHMH Sines? H np. "AM cydd oo bCKHX T g Ošines 5 „iškis Harīp., vadītājā i. KHe MraJ Pu x -iškis, 2a ~~ JIHTOBC eH 3€ ine, Pupine, -iškē, RE sp (, HH Cp rabine, BCKHM eyarOTC Dardo y gs Kypuic aK Hamnp., BETCTBYE išk H AP. Gs 5 M iat iy -ene, K iškis, UTO COOT npuriske OJIHKH TI za WET "ISĶE, -154 isterišķe, | HTOPpH t ET OTC: ise, 4 -2 Mei Ā Tepp ls oo NOABJIA iķišķes-?, JIbHO i . at As Dišdeniškos-, ās pl.), uro cērijs Ha Narvaiši u 2D CCP orpaxaer „iz ādā xe -aitis, -aiši (n. Lankaitis, Bu ; H JlaTBHHCKOH ii — kypuieli 4 pi er BN BYeT, Hanp., anajiuoh 4acT ej HeHHH — | LHe C TH OTCYTCT MHKa I0ro-3ar JIeMeHHbIX 06D bika. Haigenb o V + 3 ii NOHH (HUX [I : ro A3 * eJIHer Tk Mer =: Hrak, To OB Mpex JIHTOBCKO CKOTO cp rk. M”, H SA3BIK e/lHero TATBILI Hee LS NA = * 1HOCT COC HHH J; HO3A 2 2708 Aura F o6er HAHHE XOXKJle TH, a pr © Kak 0C H BJI NPOHC ki OAHOCTH, yr nr — TāK ble O Ip OH Hap Spa fiat, T Tg | = 3eMra UECKH IKa Jīa ern Gh gl ERE < Facilidade os a TETH iA A3B kājā T T» Ee =<, pa) i + eit ERIS ble rHno XOXKJIEHI oy itis Salą iE EY ha BL 5s E KOTOP MpoHC ta oa oy FT EE retos SN Lg dā "ta JM V - r .e. 0 4 A3BīKaā. A] grt 72 NSE tajā Tg ARE, 5 idade Seta AHAJIEKTa, T JTaTBILICKOTO ER Eis ciganos i hs iz. {ner m < MALĀ ST rā ive raut To ti: gr ta ke | = = aaa Mais gás r ISS A R OST RG I Noor Ty saks Et 4 I ir al ši € esfria ti ki "a 1 ak Tk" || V IJ š LJ a | TT V he "| i faça tt Cu Soni APIE LA ARDŽIUS ša a SK i fe GE ia a ead a + x i, (PIETVAKAR i, ji itkā a a arti a xa 7 sen ry GEES © V. DAMBE | jo Vai a VAR i su Ai BB a 4 mu N pes ua ortas rs Ted ARE ys ra artas aaa a Ya tk CRE Bh dt Arta T Ale] Papas ir Tara 4 74 Tija „X EA oe = R ezlu : SC1O sita 1 dre rae m < + um FRIES : akra BR MENTIROSO TI sa 4 Sue ki jūros vakarinio p belēs, Tiu —— arti "PP nai ūros < ; Dois ae 204 am DA i de Báltico Skrimdos, Saldaus, R cs Akra; <3 siasi i Skru f ie < Bi Diga sim! itorija iki tę Liepojos, sa jo as Aaw. Tiria tuose mažda g SR eles viviam ao sul do muro, 5 onde 5 Kovita SAL no 2s leste, M 6.1 até no XIII a. AS A o rio Mūsa está localizado ir Lietuvo até ie nos libertarmos do estrangeiro — < : I . i . S =“. „rt = A šiaurėje i inėje dalyj iuškinti išsiv ikyti. Línguas M = Āā Jelgavos šia iš karinėj : triuski išvaikyti. a sta i) e g D os va dino su b VO 1SV . ss i HN los teritorij iečiy iko or arba bu Ste, dalis apsigy Ra Rota, Šios liai. Voki iskriko krašte, da A A AER — žiemg "Šī aliai liko p sa S alos 1 Vē aL mg iu pasili 25 Žiemg EĻ A nēje ale, žie žiemgalių ovės p ijoje paste- —— Ski i II a. g dalis žiemg ietuose. Sen itorijoje p I uek S i voje kad X da 4 iios pietu joje teri i tris 4 Sa. rodo, šių teritorij iai. Tiriamoj atybiu. sis rati REX moins A rsiu tviai. lbos yp į Tr dao ės kuršių ial. arba iviu 1a ka : sā S kstesn 3 liai, ar ; ir ateiv ų iriant van ir sae tāda veno žėmė — latga an entojų, iškirian aL Sid užē lę gyv į žiuose, lote; ne — — sobre as Du localidades da área i curonia3 Vo Ea ; t | na das i terras baixas. S no início, ir na parte sudoeste do território, a influência da língua, especialmente Ns XLT ijos Gg as peculiaridades curonianas do sudoeste da RSS da Lituânia da língua lituana FAN tata PAA Laivij atsispindi: 1) lių plote; 3) ik Fhe gail Eig RR denvardziy, atybēs žiemgalių ta dt PR verdes Ranės 265 BEL 2) žiemga vos“ TSR: sence kis us iu. at "kās viki i) 3 4! at O Tiki r mr «| at ia PhO = 1 - ay jūr T ea Th | Ea ta = Ait „čiau Lietu Rao Ne R” Cn el as pe as M. salā Boh (sti, maska VE Sk JC ZE KS A. oe ARE AY iy Us 7 r isp. Aqui had re ją: : CR = i eek: kis, Tā. ui NSD ap at RET AA Se tal RSE rā REE AY al ae eB Si hn 7 Uma das características mais marcantes do curônio é o alongamento das antigas vogais breves Sept antes de r tautossilábico, quando depois dele vem uma consoante: af, (ar), af > ar, (dr), A ar (por exemplo, Bārta, Sārte* etc.), ef, (ēr), ef > ēr, (ēr), ēr (por exemplo, Cērps, Pérkudns® ķi A etc.), ir > ir ou ier, ur > ūr ou wor (por exemplo, Kūrša-, Pūrvs, Kuērši etc.). A peculiaridade mais característica da Semigália é a brevidade antiga das vogais diante de um r tautossilábico, quando depois dele vem uma consoante; além disso, sobretudo anteriormente, essa antiga brevidade das vogais estava associada à anaptixe, isto é, à inserção de vogais breves depois de r, por exemplo : Varnas „Varnas- “, Ver*ša-„- Verša“, -pur*vs „,-purvs* iy ir kt. Depois de um r tautossilábico normalmente aparece um a breve; depois de er — a ou um e estreito ou aberto; depois de ir — a, um e estreito ou aberto, ou i; depois de ur — a. Esta peculiaridade curoniana também é a conservação, na língua latgália, ou letã, do n tautossilábico que desapareceu, por exemplo :: Bandas-(- em letão seria: *buodas), Lafir ka:lat. luoks, Menca: lat. *mieca, Skrunda (em letão seria: *Skrūda), e Venta (em letão seria: * Vieta) etc. Isa. A análise dos topônimos do território dos semigalianos permite supor que, na língua semigaliana, ao contrário da língua latgálica ou lituana, o n tautossilábico era preservado, tal como nas línguas lituana, prussiana antiga e curoniana, pois nos topônimos deste território há muitas palavras com n tautossilábico, que não podem ser explicadas de outro modo, por exemplo. : Duņķi:lat. duocis, Jufigainis: lat. JūMā gaiņi, Rinkas-: lat. Rika(s) etc. 6 Deve considerar-se uma particularidade dos curonianos a transformação de R, $ em c, dz, por exemplo. : Cenkuone, Rucava, Dzērve, Dzifkalis etc., enquanto no território dos semigalianos há . numerosos topônimos com R, £, incomuns entre curonianos e letões, nem todos os quais podem ser considerados empréstimos com R, ģ regulares, por exemplo. : Dugis: lat. dudzis, Ey i ķi Ģerbums: lat. Dzērbene, Markene: lat. Mārcene, Plitokis: lat. pluocis ir kt. Também na área dos semigalianos encontram-se topônimos com c, dz em vez de R, $ e com o n tautossilábico já desaparecido, mas isso se explica pela influência literária de imigrantes is n, ir ~ influência da língua. eš As formas paralelas também são explicadas por influência estrangeira, por exemplo. : Lafikaq, KR Lūoķene e Lūocene, Iecava e Ieķava, Rinkas e Rikair etc.; além disso, na mesma palavra o n tautossilábico pode desaparecer, n o R, $ permanecer ou vice-versa, por exemplo, Plufici e outros. Também no território do antigo Curso e da Vidzeme encontram-se por vezes topónimos com k, $ e com n tautossilábico, por exemplo: sa k piliakalnis Kenteskalns junto de Uogrė, perto da sua confluência com o Daugava, entre outros. —Pode-se supor que outrora nestes lugares viveram os semigalianos. De alguns lugares existem dados arqueo-lógicos mais ou menos fiáveis que confirmam esta suposição. Por isso, com toda a justificação, pode levantar- -se a questão de saber se, de facto, no processo de formação do dialeto central letão — a base da língua literária letã — os semigalianos desempenharam o papel principal. mio Merece especial atenção a influência multifacetada da língua lituana nos topónimos da parte meridional do território indicado. Primeiro, no léxico encontra-se uma parte de topónimos ou palavras iguais aos da RSS da Lituânia, ou adaptados à fonética da língua letã, mas inexistentes no léxico letão, por exemplo. : Befid- ¥ ra-Batingu-?, Ģeīšupis, Givuju-, -peļķe „pântano“, Vadaksts e outros. Segundo, na fonética encontramos por vezes sons característicos da língua lituana, mas não aqueles que seria possível esperar no Curso, por exemplo, g em vez de dz: Gelži, Ģegužs, Gervis, cd kia SS pART SjA REI, ny TE AURA TE Ea a ee eh a Se mt DRE pe A STR) RT Cs aay i = MY de ARE Se i SAP O Karp ER TE gi pet pār) gia a comprar ay a ji va U a re ENCONTRAR t dm — Eh apa? T a" AT) EE pr La * “os vata iais a Saias i A ES V IRR, HEP es HT he eas = tė 2 ee . Ja ie ri SR r Hudas arr Erotika ABA a ot também conhecido como ča ag Mara Aaaa ai a A Ne is A eS eR AA IES RAST Girupi kt., ir vietoje k pvz., c, Keķilas, Maļķīrte, Palaūķis kt. ir Taip pāti; em vez Ši dos esperads ir z os, são encontrados š ir ž, por exemplo : Šaltėni, Švitene, Mažais, ey Aa Žvārde ir etc. Terceiro, também na morfologia se observa a influência da língua lituana, por exemplo, — alguns nomes de rios e ribeiros têm formas do ir género masculino, embora na língua letã seja característico o género feminino, por exemplo, Aiznaķis, Ligupis, Vadaksts, ji. —— Varnupis ir etc. É frequentemente constatada a terminação do ir sufixo lituano, "ēka, que não é encontrada nem nos topônimos curônios nem nos zemgálios, por exemplo, -ine & U em vez de -ene, como, por exemplo, Pagrabine, Pupine, Pučšines? ir etc. Muito frequentemente ar _sufixos pasitaiko -išķe, -išķis, correspondentes ao lituano -iškē, -iškis, por exemplo: sn Diėdeniškęs-, KāķišķesMeisteriške, Pampuriške ir etc. Sutinkama taip ys, » » $ rā também os sufixos -aitis, -aiši (dgs. vard. ), kuriy kitur respublikoje beveik nēra, kkā vz. : Lankaitis, Bukaiši, Narvaiši ir kt. Li i P i Desse modo, o sudoeste da Letônia Os topônimos da RSS da Lituânia ir refletem as Ea característ- — icas das ir línguas das — antigas tribos ir curônias e zemgálias, da vizinha língua lituana. a influência linguística. Foram encontrados dados que ajudam a esclarecer a origem do 1618) o dialeto letão ir central e, ao mesmo tempo, da língua nacional letã. 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