scieee AI-readable full text Open interactive document viewer

Semantiniai vertiniai ir motyvacijos pamokos

Jonas Klimavičius

Full text

P DA CIÊNCIA DA LÍNGUA DA CULTURA IR DA TERMINOLOGIA isto a iz PROBLEMAS frig i LITUANA DA LINGUÍSTICA QUESTÕES, XXIV dança (1985) A es ppd Seus 4, Jogos G RR LAI a T Bal sara T a i LJ 31 Sle NR rs aE ie Nt ead. ya diol 1 24 aha Xe ee ae ERE as a hy 11 gi” kai ais 0 - i JONAS KLIMAVICIUS ha Sl Lid SEMÂNTICOS AVALIAÇÕES IR MOTIVAÇÃO AULAS 2 ro rh A distinção ir rigorosa entre decalques e empréstimos baseia-se numa abordagem onomasiológica re i do léxico: os processos de ir decalque e de empréstimo são bastante diferentes, e o os resultados são completamente dessemelhantes. Contudo, numa perspectiva semasiológica, a causa de ambos os fenómenos é a mesma: o ir conteúdo de ambos os grupos de neologismos — pA mė dos ta decalques — ir — (em geral) não é de origem indígena. O empréstimo de sememas de origem estrangeira juntamente com os lexemas de origem estrangeira que lhes correspondem é denominado empréstimo de palavras, ou empréstimo lexical; os resultados desse processo são palavras emprestadas, ou empréstimos lexicais (do dicionário). Mas os sememas de origem ai estrangeira su podem ser designados por meio de... o — + | ]} ndar? Sorry. cot? Need exact JSON. Ea (renomeados) ir por decalques com lexemas — indígenas: fa decalques derivacionais (lexicais, neologismos do dicionário) ou semânticos (de significado) (semânticos, neologismos de significado). Assim, semema emprestada—lexla ema emprestada, — 1) semema emprestada—*- 2) nt ia a causa do início da — lexema ir indígena é comum: empréstimo semântico (de significado). ri Chamemos o primeiro processo de empréstimo material. O segundo processo não é homogêneo; os resultados são variados. Por isso, talvez a concepção ir de indução semântica seja a que o jj descreve com maior precisão: a semântica de outra língua induz (desencadeia) na semântica da língua nativa o — 1) surgimento de um novo significado da palavra correspondente já existente (decalque semântico) ar 2) e a denominação de seu significado de origem estrangeira como neologismo (decalque derivacional). frig No segundo caso, a indução semântica é acompanhada pela indução derivacional. Os termos indução m "a semântica e indutos são usados há algum tempo por vários po linguistas, embora raramente, sendo pouco explicitados e sem que se levantasse especialmente ir a questão da terminologia, nem se cuidasse do sistema a terminológico. Assim, enquanto não tiverem alcançado univocidade e definição conceptuais, muito m menos a trivialidade própria de um manual, prinia : cípio „eu chamo“, ao que parece, não poderia ser considerado uma violação da disciplina terminológica Se nem uma ar pretensão de rejeitar outras concepções. Continua a ser um acordo Ni arbitrário para procurar uma resposta mais ne adequada ao ed už fenômeno, pelo menos um princípio inferior ao „eu concordo“, como se obrigasse a dar uma resposta vinculativa segundo a hy autoridade escolhida sabe-se lá como (a autorização de autoridades). A. Kaulakienė, | para o seu propósito, recorre apenas ao conceito restrito de Saat dos indutos, ou equivalentes relativos, designando a camada ja intermédia de neologismos ir autóctones dos equivalentes ar aj verdadeiros (semânticos lexicais) — ne calques exatos, verdadeiroo s, certos anasala logus: os indutos semânticos, no seu entendimento, são do tipo fauras „apoio da ponte“ ( + 6bik; embora ObIK: touro, o auroque: Typ), o derivados do — tipo entre-medidai Quando US Aa SLE re SR SE tra BTL ( < or wyn, segundo a analogia do modelo «eoanomep» de bangomatis, neologismo Ari = (ou de novo significado), embora tenda a chamar indutos também a casos que 3 Be liudyty apresentam uma conceção muito mais ampla deles: galvutė (+—e0108Ka e: galva), vinia BRAS: as retire-se ( < 2603000ép ir :e603000ép)'. O autor não tem o objetivo de criticar diferentes concepções, elaboradas para diversos objetivos — conceituais mais amplos ou classificatórios descritivos mais específicos, ir — ir Fe ve mentuoti vieną: „O significado do termo depende da conceção geral, portanto, i Lt he de todo o sistema. Com a mudança de ar perspetiva, o ir termo mudará mais ou menos O significado de ADE“ (J. Girdzijauskas)2 Uma conceção pode fazer ir com que os termos SF prevaleçam inequivocamente apenas quando o objeto tiver sido investigado de forma abrangente no = ST contexto mais amplo dos fenómenos, quando se formar uma ar escola ou pelo menos um grupo. Por enquanto „é importante definir ne inequivocamente o termo, incentivar a o própria pessoa a pensar sti i (J. Girdzijauskas)3. LY a Em geral, o objetivo do artigo — ne construções teóricas, embora não se jy possa m ma ignorar. Mas contentar-se com a teoria, especialmente com aquela que apenas descobre, descreve Gp) duh classifica o fenômeno, mas não indica as causas, não explica o ir lugar, a ES, a jo relação com są outros semelhantesu s, especialmente na organização da terminologia e na cultura t da língua, Brock interromper essa relação da su teoria com a prática viva significaria, de certo modo, trair n t 2 a prática, mas a ir própria ciência. Aqui se escolhe a concepção mais ampla i Si DT de dedução semântica, abrangendo ne tą o resíduo que para outros į não cabe na avaliação Ba UN o o conceito, todo o processo de avaliação, pois antes de tudo se ne deseja levar em conta tanto fo 2 © resultados um pouco diferentes em detalhe, quanto da mesma causa. jy „<... a assim, é muito mais fácil descobrir a verdade do que determinar o lugar que lhe corresponde fd — (F. de Sosiiiras)*. Procurando ir o lugar da indução semântica pelo método das semelhanças e diferenças g: ia colocaríamos primeiro, como já foi dito, lado a lado o ją empréstimo si. i O empréstimo material é mais simples, mais claro, dificuldades (Zino pigs ‘ma, de modo ne algum insignificantes!) permite apenas a separação dos empréstimos ae (geralmente antigos) das palavras de uma só — origem que constituem o vocabulário comum das línguas aparentadas (cognatos RET Calques são — certos empréstimos imateriais; indução semântica, influência da — t t; i forma interna, dos modelos e das categorias. Além do empréstiir mo, também existe indução. aE ção, existe a interferência — uma influência material ou — imaterial de uma língua sobre outra. ir a I ss. 2 = A abordagem semasiológica, į a associação ir de ju empréstimos traduzidos, aliás, era A TNE não é novidade para ne a lexicologia especial, nem o para a geral (e para a linguística geral, não kr Sr ar constitui propriamente uma novidade, já mesmo na linguística lituana. Há quase meio século, num artigo a «Empréstir imos significativos traduzidos» P. Skardžius escreveu: «Contudo ar Ši As palavras estrangeiras não são iguais entre si: umas i$ jy é emprestado conjuntamente linguísti om ir conteúdo, o apenas outro conteúdo. As primeiras são geralmente chamadas rd 'Kayaaxkeune A. IO. Kaibku B COBPEMEHHO/ JAHTOBCKOM TeXHH4YECKOIk TEPMHHO TEE ios Jorn: AsToped. aucc. ... Kana. Ono, nayk.— Buabmioc, 1983, ¢. 7—8. jų a kt ? Fundamento das pesquisas literárias,.— 1983, Pergalė, n.º 7, p. 162. „litas erat 3 No mesmo lugar, p. 163. Sle ig A Kofi + Sinal do ir pensamento.— V., 1983, p. 130 (tradução B. Savukyno). a a i Le SET AE AS A oF alee SEALY San Ng Tai empréstimos, os da segunda — empréstimos traduzidos- “*. Ao falar sobre i ki aa or gn Eh WARE. i DE, A ta Sat Ph A A ER Ls empréstimo os traduzidos, ele observa que todos He eles são traduzidos da mesma maneira, por exemplo, gr. ne 321 diâmetro — ne *diâmetro transversal ar *hiaurmatis, o diâmetro. Ly “Os equivalentes desta iš espécie são, na ne realidade, empréstimos traduzidos, mas apenas substitutos peculiares ou decalques semânticos.” Por exemplo, aumuo, gaminys, imlus, Mia įstaiga, nesąmonė ir etc. são traduções ne literais de intelektas, iš produkalt (<.. >), tas, receptyvus, sugestija, absurdas, mas tomadas da língua viva ou iš recém-formadas para uma finalidade espeTrak. cial, com base em exemplos dessa língua.” *. Aliás, ao descrever o fenômeno de AL maneira bastante adequada, P. Skardžius não evitou os termos empréstimos SA mo — semanticamente diferentes ir (no título) e decalques semânticos (no texto). iy i (no texto). Apenas ar isto é uma verdadeira deficiência quando, por dois termos diferentes, se an expressam du abordageį ta ns do próprio fenômeno, mas sob outro aspecto: nomeamos, afinal, saPER o envelope, o ne o objeto — por meio de dois conceitos de um mesmo ir objeto, portanto, há dois termos. TLS Emprést- — imos secretos traduzidos (R. Budagov). Por isso, é preciso concordar tanto com a su opinião de que é má, inaceitável, a língua literária, contaminada por elementos oA cuja estrangeiridade todos veem facilmente (eis por isso que iš os dois empréstimos em si ix tų a língua escolhe o secreto, invisível, por exemplo, a 0 ne cebola, o cibulį, a cereja, Er o ne cereja, coelho, o ne coelho, armário, o ne šėpą, ketų, o ne semelhair nte a espinhos ), 5 “A tanto a su opinião de que os decalques — morfologicamente defeituosos e — semanticamente inadequados, nos quais sobressaem modelos de uma ne língua estrangeira, são uma menor estranhk ; mais do que os empréstimos materiais. Assim, seria possível pensar que, se os calques são empréstimos ba secretos, mais perfeitos e aceitáveis são aqueles que são mais secretos. RR Mas apenas uma abordagem formal desse tipo į não basta para o caráter secreto. it Formalmente, os mais secretos são os calques semânticos, pois nem sequer são quaisquer neologismos a materiais (como o são os calques derivacionais). A compreensão da motivação da fonte (da il forma interna) é muito importante no calque, e na tradução o semântica é simplesmente decisiva. 4 A sua incompreensão e o seu desrespeito, como uma corrosão interna, prejudicam a semântica da língua materna e distorcem o sentido do significado do neologismo. Um calque ar semântico literal é o mais — secreto (mas já no sentido negativo desta palavra) empréstimo, ir pois o caráter jo secreto é invisível aos usuários da língua (na situação de contacto Eh linguístico): ele está no corpo da ne língua, no seu ne vestuário, no seu o espírito. Portanto Na organização das traduções, é preciso ne considerar apenas o significado da fonte, ir mas também a sua motivação, até mesmo seguir a motivação que existiu, mas que já ar se desvaneceu e desapareceu completamente. t Só assim é possível determinar a sua adequação ou inadequação à motivação da ar tradução e, no segundo caso, encontrar hy uma analogia entre os — modelos de motivação da — língua materna Rg (ou tendências). J le Tais considerações teóricas provavelmente bastam ir para realizar ou compreender uma análise detalhada de um campo de indução semântica. ir Ne todos os to lugares do campo são igualmente abrangidos pela indução. Mas é precisamente necessária uma análise is sistemática: a indução semântica geralmenne te ocorre o de modo individual ou em grupos; embora iii RE 5 Língua nativa, 1938, p. 145. Intestino 6 No mesmo lugar, p. 147. Sobre a relação entre os termos empréstimo, decalque e induto, ver também Kaulakiei nė A. Decalques semânticos na terminologia politécnica lituana.— Lituana RSS Ciênlų Trabalhos da Academia. A série, 1981, t. 4(77), p. RE Si HN HEA eis, ei Aria arų een o modelo RT de uma AR «dentro do grupo frequentemente também há algumas tendências, orientações 19 um tanto diferentes e, portanto, resultados não semelhantes, mas o processo de indução de todo o grupo tem um curso © ra comum — iš língua para o modelo į de outra língua. "ia Ra Parece evidente que rus. sasod em lituano é fábrica. No ir entanto, cega “aka vê que nruuud 3a800 não pode ser uma fábrica de aves. Iš em essência, ne nada mu: a muda o ir facto de não se saber porquê Isigaléjusi nruyegabpuka (embora ao lado esteja. BREE KOHHbuE 30600!) sugere uma fábrica de aves: só pensando superficialmente se pode ga afirmar que, se fábrica é sinónimo de unidade fabril, mas o primeiro, em oposição ao segundo, é desmotivado, então fábrica de aves não fere o ouvido. — Fábrica a ma desmotivado, mas a combinação fábrica de aves assim „motivado“ Eiro keip leite de ave (cisne, grou)... Hi Semântica rus. 34600 a motivação é completamente diferente da lit. fábriccl Eh (: fabricar). 3ae0d é sasecru iš instalar-- — 3. se, estabelecer [cf. instituição. ay K.], estabelecer-se, inventar [cf. indústria (respectivamente rus. npomMbuuAe, mų oer ir npomoicea „negócio; empresa”.— J. K.)— como empresa: j(si)man Lap 3asecru xosadcreo — estabelecer, fundar uma exploração — agrícola, sasecru cad jsiveisti sodą BT "k aanecry nuéa — adquirir, arranjar abelhas BZ 1, cf. o6sasecru psn.— ap in [cf. letão indústria „indústria- “, ripnica „empresa; fábrica“. WE jy K.], instalar, adquirir, estabelecer- — 1. -se, comprar, prover-se Sc Alo adinenglų: 063aeecruco xosatcreom — prover-se de bens, adquirir necessidades i domésticas, 063asecruco ckorom — adquirir animais, 2. criar, prover-se: 06. r i 5! ‘3asecruce cembėti — criar, constituir uma família, o6aasectucs 3HAKOMCTEOM į meg pažintis BZ II. Portanto 3a600 é apenas ne 1. «npomsimaentoe npej f = MmpWaTKe C MexaHHYeckoii O6paGoTKON chipba> (Meraarypeuweckud 30600 ee TaKXe KpymHOe MNpPOMBILIEHHOe TNPEANnpHATHE» (Macaobodneui 3a800 n= om ne tik 1. gamykla, fabrikas (caxapnoiū fábrica — de açúcar 3a800 be I, mas ir 2. «npeanpusiTHe ANS pa3BeAEHHS KHBOTHBIX» (KoxcKui ry "ou kounoul sasod, pelbosodnoui sasod) CPS, veis 2. lynas:kon nol saeod—=zirgynas wR BZ I, cf. kowesod — Cavaleiro, tratador de cavalos r i que, criador de cavalos, Konno3sasoduux criador de — cavalos, equestre proprietário de CE haras, criador, kKonosodcTe0 etc. kKoRe600cCTB0 ir KOHHO: oe re 800cT80—criação de cavalos, criação, hipismo, criação de cavalos Sata) 3a800ckas aowado—cavalo de raça BZ 1, nruyesod — ave 4 gr criador, avicultor, nruyesodcreo — avicultura, de aves a pn BZ II. Cf. : criar naodurs, — paseodurs, criação passedenue, — vei 5 ~~ sinys biol. — passodka (de bactérias), — criador scu80TH0600, (sody) cado Fly 600 LZ. Mais distante rus. 800 —B npocropeuxH «nojixojiSinHe YC/I0BH i ia an npe6biBaHHs, pasMHOKeHuA» (JoagcHo Gobiro, TYT Capacm 60d) CCPJISl Sani) Rus. -600, -60dcrao ir liet. -ininkas, -ininkystė podem ter vários moti EN ‘vacijos ir equivalentes de base derivacional desigual. Por exemplo. : — poi6oeod pisciculi= | tor BZ II, LZ (po60800creo — piscicultura, criação de peixes BZ II), o Zu = tor 1. „pescador, pescador“, 2. „vendedor de peixes“ DZ, — pbi60.a0s a ong II, LŽ; bot 2. (curandeiro) ps:60600, peibonpomvuuaennus. 3. LZ, žu „atima oh! vinicultura „criação de peixes, jy piscicultura“ DZ; — 1. poiGoaoscreo, 2. pos60800poL6ONPOMBLUAC- ¢180, 3. HHOCTD, PpoLOHbLL npoMbLCer LZ (piscicultura —,Zuvy i k criação, piscicultura” DZ,). al p Esses componentes podem ne estar apenas junto a animais, ir mas junto a plantas, ir jų nomes dos locais al de cultivo: ar pacrenuesodcreo produção vegetal, šitai aecosodcreo silvicultura e — noaesodcreo | agricultura ir extensiva. — — Quando da planta if (ou jų grupos) ir jo os nomes dos locais de crescimento têm a mesma raiz, RSH por exemplo, ir vegetal horta, diferem ir jų derivados: horticultor ,cultivador vendedor de hortaliças“ ar DZ, — osowesod LZ, horticultura Sh 1. „horta de hortaliças, 2. Negócio“, „ciência sobre o cultivo de hortaliças“ DZ; iais — osouwesodcreo i horticultor LZ ir 1. „quem cuida da horta ar dedica-se ao cultivo ge de hortaliças“ DZ; — 020podnux LZ, horticultura „ocupação do horticultor ar 30d ciência da horticultura“ DZ, — ozopodruuecrso LZ. No entanto, esta distinção de #008 my denominações é difícil, às vezes recorre-se aqui à polissemia: 060w4erei 600 — horticultor, produtor de hortaliças, — osomesodcr80 horticultura, darZovininkystė. fg io Na língua russa, menos (verificado de acordo com OC) do que em lituano -ininkas, -inintars kystė derivados su -600, -6odcreo de iš nomes de produção ar animal e partes de plantas, por exemplo: n1000800 CP51, CCPJIS IX — fruticultor „produtor de frutas: vendedor delas“ ar DZ2, naodosodcreo CPS, CCPJIS1 fruticultura IX — iš „cultivo de frutas; jų exploração agrícola“ DZ, cemenosodcréo CPS, CCPJISI XIII produção —= de sementes „ramo da agricultura de ir obtenção de sementes para o cultivo de plantas seminais“ Se DZ, (produtor de sementes —,cultivador de sementes; melhorista“ DZ,). Na língua lituana, o prefixo šį designa algo que aproximadamente pode ser descrito como „negócio“ (não „ofício“, "t ra o em geral no sentido de „ocupação, trabalho“), é mais habitual expressar com o modelo sintético mais comum para nós modelo do tipo criação de cavalos, avicultura: produção leiteira Ha „exploração leiteira; ciência do processamento do leite“ DZ, — M04104KOE XOsatcrMe eo BZ 1, moaounoe deao LZ (Nainys J. Higiene do ir leite na produção Sa leiteira, 1950 — Moaounoe 0eao wu ruruena Moaoka), horticultura „cultivo de cereais HLA, cultivo de cereais, exploração cerealífera“ DZ, avicultura de postura „fazenda de ovos“ LKZ V (rš). os as Não importa que, ao lado destas denominações ir sintéticas, sejam usadas formas analíticas ias (produção leiteira, bovinocultura leiteira e de corte, leiteira de corte Sv 1976 18 25, ir Aya pecuária de corte T 1975 291 6, leiteira, ir bovinocultura de corte leiteira LTE Th III, cf. ainda a avicultura de corte não tem T 1974 23 3, o outras formas sintéticas \. nė (suinocultura de bacon T 1975 291 6, Sv 1976 18 i 25, Sv 1976 20 9, criação de ovelhas para peles 20Z, criação de ovelhas para lã Acie 202, criação de ovelhas de lã fina ZOZ, nem mesmo a ovinocultura de lã T 1977 on 221 4), fina, de modo que palavras semelhantes be „de criação, de obtenção do negócio“ frequentemente têm A „do ar comércio da ir indústria do negócio“ ainda outros significados (produtor de leite „especialista em processamento de leite; rececionista de leite numa fábrica de ar laticínios vendedor“ LKG I [oF 407, talhante „quem trabalha na indústria e no comércio ar de carne“ DZ, „quem 1. se ocupa i de carne, comercialija za-a“ ||fig. „predador“, 2. „quem gosta de carne“ (SD TS 3 75 também „loja de carne, talho“) LKZ VIII, indústria de peles „indústrFd ia de processamento de peles“ DZ, LKZ V), de que toda a série foi ne realizada (não há palavras Ei | im Be rr *criação de lã, *criação de penugem, *criação de cerdas ar *produção de o estrume, o al comerciante de penas é apenas 1. „quem se dedica ao comércio de penas“, „escrevinhador“||,,escrivão“ 2. 2 bt LKŽ X). É importante que este seja um modelo característico. O autor do primeiro dicionário da língua =" lituana já soube utilizá-lo com êxito K. Sirvydas: SD'121 pol. piekarz, A £43 lat. pistor — duoninykas, SD247 pol. piekarz, lat. pistor, pinsor — duoninykm as, pol. panificação, lat. furnaria, panificium — duoninykysté „pão i He cozedura (negócio)* LKZ II. Que isto é pelo menos algo sintomático, esporádico, o ne talvez = indique o facto de que o padeiro ir 2. „padeiro de pão“ LKZ varII 3 a também usado por dois outros autores da literatura antiga — J. Bretkūnas ir S. Vaišnoras, mas portanto ir iš nos textos de outra be área, isto é: Ir duoninyks (padeiro, padeiro de = bolos) pecou diante do senhor BBIMoz40, 1. Eles seguram um pedaço de pão, assado ~~ pelo <...> padeiro, por algum tempo MTP 29. O modelo antigo está vivo: regularmente, ao lado da produção = leiteira surge a produção de carne: complexos de ir produção de carne e leite SE T 1976 283 2; antigos significados da produção de carne — 1. LTITI272(Bs) „mėMaja sininkavimas“, 2. KI444, prš „matadour- — o“ não impede isso de modo algum. oe Na língua russa, em vez de -e00cre0 aqui é um xosadcreo bastante comum: sepHosoe x0t br satcre0 — exploração cerealífera BZ 1, Z0Z, EKZ, moa04noe xossicréo exploraç- — ão leiteira sz BZ I, ZUZ, EkŽ, xwacxoe xo0saicreo exploração — pecuária de corte EKZ. É necessário as deter-se aqui um pouco mais sobre o significado de exploração agrícola. Dicionários bilingues — ir gerais (BZ 11, LZ), ir as termos (20Z, EkZ, Pol2) não fornece significados: xosadcre0 — exploração agrícola. DZ, distingue — 5 os significados de exploração agrícola: 1. „unidade agrícola, área de terra cultivada su jo Ti com dependências“: exploração agrícola coletiva (kolūkis), 2. „forma social da produção, — totalidade das relações de produção de uma formação social“: economia agrícola socialista (CCPJIS1 XVII distingue, para este significado, xoaaexrusnoe xo3ailcT60, ir mas isso é ap „agricultura coletiva“, o ne „kolūkis“), 3. „produção, Reape economia“: economia nacional, agricultura, „instalaçõe4. s, inventário, edifícios e outros ir equipamentos“: economia fabril, economia hospitalar, 5. „trabalhos de aprovisionamento e de circulação“: economia doméstica. CP§l distingue os significados da palavra xosadcreo quase exatamente assim i Se! mesmo, apenas numa ordem um pouco diferente (xosadcreo 5.—economia 1.); há ainda um VI significado. Bs Mas não é fácil dispor todo o conjunto de combina5 ções de acordo com esses significados. II ir V = Desta vez não nos importa. IV é preciso assinalar apenas a expansão, o aumento dos compostos — frota de vagões, parque de locomotivas PolZ, instalações portuárias, armazéns (depósitos), parque habitacional i: EkZ, até mesmo o setor financeiro EkZ, o setor de ferramentas EkZ, o setor de mazute da central elétrica T 1983 ; va 254 2, setor de banhos Bt 1983 7 17, setor de antenas KV 1981 27 6 —e abordar a distinção dos nomes específicos da aceção III relacionada com Ain IV: nem sempre aqui pode 1 ajudar ir CCPJISI XVII, que apresenta uma 8 distribuição ir minuciosa de uma ės multiplicidade de su aceções, com uma abundante ilustração de compostos. Por exemplo, à IV aceção é atribuído — nyresoe xosaticreo setor (: viário EkZ) ir xoaadcreo 20poda, a o (mar III (CCPJISI Numeração XVII 1. «<...>» [[«oTpacib npoH3BojicTBa sKO una HOMHKH>) —KOMMYHAAbHOe xo31iŪcT80 e a economia urbana, bem como a economia rural, a economia florestal e a economia de turfa. Mas a maior parte das dificuldades é causada pela atribuição das designações de espécies à economia I (CCPJISI XVII xosadcreo 3.) e III ie] (CCPJIA Valores da proprieda1.) de do século XVII. Por exemplo, a fazenda de Sepnoso está associada a ambos — ao «otkrasl’ selskokhoziáistvennogo proizvods- * i ati aE Pág. Sanal JL a. SR a Ta I ka as tva», e ao ir <PRODUÇÃO (unidade de produção agrícola) L a Cc FERRAMENTAS H CPEJCTBAMH NPOH3BOACTBAY. ints Significado em lituano «orpacap» CCPJISI XVII —, produção, economia“ DZ, ūtų grūdų 0% ūkis, tai yra gridininkysté, reikšme «npoH3BOACTBEHHAT e/lHers mua» CCPJISI XVII —, „unidade agrícola“ DZ, exploração — hortícola. kalio ačiau ŽŪŽ ir EkZ sepnosoe xosaticréo — apenas exploração cerealífera. Por acaso não existem as explorações cerealíferas especiais e nė separadas? Mas talvez simplesmente não se tenha to conseguido fazer a T distinção? Vejamos į outros compostos: 1ecxo0e xo3aitlcrT60 — exploração florestal ZŪZ, fe: EkZ, potbroe xosaticréo — criação de peixes ZUZ, EKZ, nytunoe xo3aiicteo criação de — animais de ha pequeno porte 20Z,xusoTnosodueckoe ir ckoTogodueckoe x03alWood creo — exploração pecuária ZŪZ, EkZ, osyesodueckoe xозailcreo avių ūkis — it 202, nuenr0800xoe xoaaticreo — bičių ūkis ZUZ, cadosodueckoe xosaiicreo sodų — # ūkis tik oeopodoosownoe 202, xosaticr80 daržininkystės ūkis — Ek,“ 74 naemennoe xosntcreo0 — veislininkystės ūkis 20Z. Išeitų, kad pirmieji yra wi 3 šakos, antrieji — vienetų pavadinimai. Bet ar tikrai? Na prática existe ir i exploração florestal T 1974 155 4, exploração de criação de animais selvagens T 1974 155 4, capriniculis ! exploração soviética P 1974 3 102, ir exploração de animais selvagens T 1981 77 1, explorações de flores ay" KB 1976 4 44, exploração de plantas medicinais T 1974 186 4, fazenda estatal de chá S 1974 Eh 101 3, fazenda de trutas MG 1975 8 11, ir de ambas as formas — fazenda de piscicultura ai de Aukštadvaris ir fazenda de peixes de Aukštadvaris M ir G 1976 9 20, também de apicultura fera Je mas MG 1975 9 15, complexo de piscicultura MG 1976 8 30 ir de peixes complexo ie T 1981 163 2, leiteiro de “fazenda” LTE IV 120, complexos de ir produção de va carne e leite complexo T 1976 283 2 ir leiteiro T 1978 245 2, complexo de Fu carne e leite complexos T 1978 164 1, pecuários intersetoriais ir de avicultura fi i complexo pecuário T 1977 28 2, T 1974 274 i Bes. 2 ir complexo de gado de engorda T 1974 274 2, complexo de vacas leiteiras ik T 1974 274 2, complexo de novilhas reprodutoT 1974 274 2, ras complexo de engorda de bovinos jovens LTE 111 596, complexo de suinicultura T 1974 274 saras 2 iv complexo intercoletivo de suínos de Širvintos T 1978 115 4. "quando Deixando de lado combinações raras e não consolidadas, por exemplo: economia marítima poi MG 1975 3 25, artel de pesca P 1975 7 144, complexo de peixes Sv 1974 17 12, Gryby ~~ Jermos MG 1977 10 19, fazendas de sapos M ir G 1977 2 45, complexo de cultivo de cogumelos, etc.; ainda T 1983 31 1 ir seria necessário falar sobre as explorações de ir criação e os estabelecimentos de seleção. HA DZ, a combinação «exploração de seleção» apresenta junto do significado ME 3. «produção, economia». Semanticamente, isso está correto, mas na prática Ber) no sentido de «ramo da exploração», é usual simplesmente criação seletiva: Criação — seletiva é ia — raça um conjunto de medidas para o melhoramento da raça (do rebanho) Gado 145. „Ūkinio vieOs nomes usados no sentido de DIN neto“: du explorações de criação seletiva e explorações de animais de raça Hal explorações Sv 1975 21 6, explorações de criação seletiva, explorações de animais de raça Sv 1977 2 5. perto O próprio jų uso lado a lado leva a supor que estas unidades são semelhantes, mas não se sabe em que RO diferem quantitati- — va e ar qualitativamente. Eis o que ka dizem os especialistas: TalvezA tarefa das explorações de seleção de bovinos e das ir fazendas de seleção SITS é criar e — aperfeiçoar bovinos da raça 0 correspondente e distribuir animais de elevado valor ir zootécnico i; Bov 148. Jų a diferença é quantitativa: Explorações de seleção de bovinos — ir 1 ins og ra lieto ER Fo SRT ao T ER a arse 203:*5.:: + explorações que possuem fazendas de seleção Galy 149. Por isso, raciocina corretamente i S. Keinys: „A exploração pecuária de criação demonstra que nessa exploração há animais e aves criados para reprodução, = talvez com melhoramento ar das raças. ir jų Assim, com esse significado, "08 uma fazenda de criação não pode substituir uma fazenda reprodutora, do mesmo modo que uma exploração de ir apicultura, horticultura com denominações homónimas não poderia ser substituída por uma exploração de jardins de gi abelhas. ar Aliás, no lugar de fazenda de criação, ar poderia muito bem servir, naturalmente, a palavra m «criatório», registada nos dicionários, para esta ir ", De modo semelhansu te a xoasdcreo é ir su rus. dezo (: denaro) — 6. psn. imō- = ja — nė, firma; empresária, mulher de negócios, negócio [LZ negócio —(comercial) Oeno), BT comércio, negócio comercial BZ 1 [os calques jornalísticos são equivalente de Beirute (=empresarial) ir atividade (= empresarial, mundo dos VN 1983 275 7], negócios — (de empresários), mais estritamente profissão, área PolZ, 4. profissão, Ėt; ofício, profissão Com as 1 correspondências lituanas das denominações A de espécies de — LmZ: produção leiteira moaounoe deno LZ, criação de animais de — raça naemennoe deao, duAah goTHOB0OCTB0 LŽ, ferramentas 0eao — jrankininkysté, xpacuabuoe i: a deao — dažininkystė, aureiinoe deao liejininkystė, — meavnudnoe (Myko rit Moavroe) Oeno — malinininkysté, Toppanoe Oeno — durpininkysté PolZ NE panašiai ir Kysweunoe Oeao— kalvystė, caecaproe 0eao — Saltkalvysté AE naotnuunoe Oeno — dailidziy darbai, dailidysté PolZ; noxaproe deao pe ugniagesyba, crpoureavnoe deao statyba — PolZ, monerroe deao — mone ty; he mineração EkZ, zoproe deao mineração, — eoennoe demo karo assuntos — militares A BZ 1; Tkaykoe Tecelag- — em de Oeno, torneam- — ento de Tokaproe PolZ T Assim, parece que poderíamos aqui constatar com bastante segurança a primeira divisão parcial de. es ao líder: iš correspondentes modelos de duas — línguas, em lituano -(inink)ysté/-yba/-imas| ki exploração agrícola: em russo xo3atūcreo|denoj||-6e00cre0 — elementos do modelo sintético muito característicos da língua lituana i — -(inink)ysté/-yba/-imas, na língua russa são bastante característicos — também os analíticos — xosaticreo|deno. Fo ji 4 Agora voltemos novamente ao russo. sasod. 3asod (: 3aeecru) tem derivação va NÃO, ‘1ianta sasedenue — 2. psn. «TOProBoe MPEANPHATHE, TPAKTHP H T. I.» (i se yseceauteavnoe 3asedenue), 4. psn. «<oTneJibHuas! setor da economia grande sobre a economia» CCPJISI IV, mil. 2. empresa (:rus. empresa, latv. carregar k Gis para nós.— I. K.), verslové BZ 1, cf. verslamoné — canção npednpusrue, r.p yti o S Morumtaennoe sagedenue LŽ. Agora, na sessão, há 1. «yupexjenun akies Re npenMynecTBy yueOHoe H BocnuTaTeJibHuoe» CCPJIS IV, I. instituição (y4e6 Ep Hoe sasedenue — instituição de ensino, escola) BZ 1. Aqui também deve ser lembrado i EAE — 7 Keinys S. fazenda de criação ou ar fazenda de criação de animais reprodutores? — Cultura da língua, 1979, conexão com a economia 87, p. 44—45. Ao elaborar a enciclopédia agrícola e o dicionário de termos, estas denominações, bem como a estação estatal de criação de animais reprodutores el O gado 147 volta a ser considerado (ver : Maçarico J, Gaive arr. han is K. Granja de criação, o possivelmente criadouro.— Agricultura, n.º 1983, 12, p. 27. Então bu surge a — oportunidade de encontrar neste grupo um lugar, esclarecer ir o significado e a forma de denominações semelhantes: Ruda „r fa le "minos granja avícola reprodutora de criação 20 1976 11 13, Zaporožės veislinės paukstinin gue i Exploração agrícola soviética de criação-reprodutorT 1977 261 3, a, bloco reprodutor interagrícola T 197 a ELES 78s uma 2, seleção de várias ir reproduções de criação de patos de maior ir porte [fazenda. i THOME. ir G 1981 6 18, Empresa intermunicipal de criação de Vilnius TAS. Ms ET ag bs HEE CIEE O aaa gn ak 2 Ss Fn OF niai aod Ly Rat tdi »63asedenue 2. šnek. «to, uem 063aBOJįsiTCS; BelllH, HeOOXOJIHMBbIE JŲIA XH3- {hi 1H, X035CTBa, NPOMBICAA H T. II.» CCPJI VIII, 2. coloquial „instalação, manCR a, mobiliário, objetos, instalações“ BZ II. a Assim, o significado primário, mais geral rus. 346800 é muito mais amplo do que „fábrica—“, of os „empresas de ji produção- “, mais próximo do rus. npednpusarue 1. empresa; do significado de yt BZ II empreendimento. Em relação a fábrica e ir indústria, empresa é sinónimo, ne hiperónimo; © aE fábrica e indústria, ir em relação a empresa, são — hipónimos. De modo um pouco diferente Na linguagem de Fey: 348600 ir ¢abpuxa são hipônimos em relação a npednpustue, mas também rą 3a600, no significado primário, é sinônimo de npednpuarue. Por isso, a fábrica “ia é sasod, mas 34600 — ne apenas fábrica, mas ir empresa, o na maioria dos casos — ir A] nem fábrica, nem empresa, mas de outra maneira. jo Konckuii 3a600 haras traduzido ainda 1926 m. Em “Zootecnia veterinária”, imediatamente — 1929 m.— o haras entrou į A. Solco ir J. Talmanto “Votą Ji “Dicionário alemão-lituano” como alem. Equivalente de Gestit (dados iš LKZ K). ot O haras é DZ; uma — exploração de criação de cavalos”, DZ, “um lugar onde — os cavalos são mantidos, uma exploração de cavalos”, ele é apresentado em dicionários gerais bilíngues de termos ir Nos hg dicionários: haras — KOHHbL 3a800; KOHHO3AB0CTE0, KOHHO3AB0OCKOE XOpL * satcreo LZ, coudelar30600 — ia korubui BZ I, kounbui 30600 ir KoHesoO4eJ ckoe xosaticréo— coudelaria ZUZ, KOHHO3a800CKOE xoaaiicTéo — coudelaria | EZ, 3a600 poicucrbix aowadei ristūnų — žirgynas EKZ. i k Paukštyno, jo prigydymo rus. nrugega6pura reikšme istorija ilga ir Reiss | 75-7 ta. LKZ rodo IX esant gerokai jj senesnį nruyegabpuka. „Paukščių zoouž Ti f com o significado de “jardim da lógica”, o aviário foi usado já 1906 m. S. Mečiaus na “descrição da terra de Trumwink pame”, iš traduzida para o russo J. T. (=J. Tūbelio) ir Zi) R. J. (= Rygiškių Jono): Eles esperavam vender as águias jovens a algum 7 ar aviário ou zoológico (V., p. 42); ele foi criado provavelmente J. Jablonskis *. Aproximadamente Por volta da mesma idade ir Zoológico: ao lado da forma popular žvėrinčius ir ~1875m. pele A. híbrido do dicionário de línguas letão—lituano—polaco de Juška, žvėrinyčia (zveriu-darz, eh zwierzyniec), Zvérynas é usado provavelmente desde m.: zwier1912 LL i bs zyniec — zoológico ir no livro publicado em Sejny — A Zoologia é dedicada xi aos camponeses, escreveu J. Gerutis segundo Brehm: entrou viva į de Londres Zvéryng a (abreviatura de termo.) 1, p. 68). 7); Significado |. “local para criação de aves domésticas; granja avícola” LKZ IX a paukštynas já era usado J. nas traduções de Balčikonis H. K. Nos contos de Andersen. HE X Os IX exemplos do LKZ foram iš 1923 m. provavelmente retirados da edição; aqui apresento aks 1966 m. as frases da edição: No galinheiro vivia um grupo considerájų vel de galinhas; entre elas Yen era um galo grande, ele avançava muito ir iš grandiosamente 67. Kvar! kvar! sigam-me, crianças, = mostrar-- vos-ei o aš vasto mundo, levar-vos-- ei ao aviário hss į ji 999. O LKZ IX apresenta ainda uma frase com este significado: Aviários e juncais oT (=viveiros O LKZ K) cerca com uma vedação de arame. Ele é do semanário iš „Zemaičių iy prietelius“ (Telšiai, 1939, n.º 15, p. 6). No LKZ K também consta: o aviário reuniu iš galinhas de boas raças (O Jovem Agricult1937, or, n.º 21). Agricultor i Ars Aksu i 0 4%) wiles, Freier ie. 2 Od 8 Jablonskio rastai— ai K., 1933, t. 2, p. 144. fan ry Lh Jak aa Rea A he rai 0 tr £50 ong = DIRE ES LL E k ia ati BBL DL Sn SR ai kais LTE VII 422, no final de 1940 eles foram renomeados como complexos de carne — no mesmo lugar 423. Nelas existem linhas mecanizadas de produção de carne picada (= de moagem de carne = —moagem), que produzem carne picada (= moem carne) M e C is = —1973 7 1. As empresas da indústria da carne ou empresas de transformação de carne LTE VI am também tiveram os nomes simples de matadouros, oficinas de enchidos, oficinas de enchidos LTE Eh Esi VII 422, mas, das alturas da nossa indústria, parecem primitivas: de. LTE VII 422, por isso também as suas designações não se popularizaram. Compreende-se que as empresas de carne i 1 7 e de leite não apenas processam (cada uma $iy empresa da indústria da carne Ga Aa pode processar, por dia, em média, 400—500 porcos para bacon LTE VI t ss doy; industrialmente, são processados ~ 95% de todos os animais e aves ar i Fa LTE VII 422), mas também produzem: a indústria da carne —<...>. Abrange o abate de animais e aves, a produção de carne, enchidos, conservas de carne, produtos semielaborados e outros produtos culinários. Além disso, as empresas da indústria da carne produzem também rações secas, med. oi pi preparatus (insuliną, heparing, lipokaing), kli už Tm jus, želatiną, plunksnų ir pūkų dirbinius LTE VII 422. Laticínio — empresa na qual o leite é processado (separado, pasteurizado, resfriado e transformado (produzem-- se manteiga, queijo, kefir, coalhada, creme de leite, conservas de leite) LTE VIII. Deixando para outro tema os pormenores desta vez menos significativos — a produção de kefir, manteiga e semelhantes, bem como a produção de penas e artigos de penugem, sem considerar quanto melhor seria aqui a fabricação, não negando este elemento de produção na indústria da carne e do leite, ainda assim inclinamo-nos a pensar que o processamento é mais fabricação, > — o ne produção. São, de ro fato, dados do próprio uso — ao lado de fábrica de leite em pó desnatado etsy 1974 11 6, S ir A 1975 2 2, há também a transformação do leite: O leite é transformado em leite em pó, leite condensado (leite reconstituído) LTE VIII 598 Xi leite reconstituído a partir de leite em pó seco pram. é transformado da seguinte maneira: <... LTE X 55. E a indústria também pode transformar, não apenas produzir! pti 8 Além da produção agroindustrial e industrial de leite e carne, cuja denominação em lituano é gavyba, sendo necessário discutir se a primeira deve ser chamada de indústria ou de produção (industrial- ), ainda é preciso abordar duas produções de leite e carne — substituta — sintética e orgânica, natural. O primeiro aspecto é geralmente chamado de produção: Em alguns países, (por exemplo, no Japão e nos EUA), produz-se a partir de plantas um substituto do leite. Sua composição é semelhante à do leite natural = į LTE VIII 598. Muito valioso ne não apenas o ced ET ry a madeira <...>, mas também as sementes — pinhões, que contêm 56—79% © de gordura, proteínas, carboidratos, sais e vitaminas. A partir destes 4 pinhões são produzidos leite ir de cedro, natas e manteiga M ir G 1973 11 22. No nosso país 4 7. o primeiro produto alimentício sintético — o caviar artificial. O Instituto de Compost- + os Orgânicos Elementares da Academia de Ciências da URSS começou a desenvolvê-los 196 1 atais e já terminou. Foi construído um equipamento semindustrial para a produção de caviar em Ga Li M e T 1975 8 29. Quinze anos depois, nos EUA, voltaram a interessar-se pela soja. sak — mas de modo mais sensato — começaram a produzir carne a partir dela, mais precisamente — um substituto da carne Ard lus. = Ne não apenas em publicações publicitárias, mas também em ir revistas científicas autorizadas são frequentemente publicados artigos sobre a «carne de soja», a «soja vis PO TREES EE Th NET čiukus“ ir t. t. Os ir químicos tecnológicos tentam eliminar o sabor e o odor específicos das proteínas de soja, conferir-lhes uma estrutura fibrosa e o sabor e aroma naturais da carne. Mi, cifinį skonį bei kvapą, suteikti jiems skaidulinę struktūrą natūralics mėoil sos ir skonį bei aromatą. Já há dez anos, seis empresas dos EUA produziam substitutiš os de carne a partir de grumos de soja. Agora, o número é duas vezes maior. a jų produção de carne de soja atingiu mil.ş‌تر. ]}ાવો?` } 1970 m. ]]} 20 toneladas M ir G 1977 5 10. As imitações de carne ii são produzidas de várias maneiras no mesmo local. Mas não é impossível obter esse tipo de alimento, cf. : šv 7 50 a partir da soja produzem-se três tipos de produtos proteicos: concentrados, isolados.-2 estes são produtos ir estruturados que imitam a carne. Os concentrados são obtidos por meio de, removendo as substâncias não proteicas da farinha desengordurada no mesmo local. ai O o organismo produz leite naturalmente: Grupo de cientistas americanos, i liderados pelo professor Pirio, durante vinte anos, pesquisou o processo de produção de leite a partir de vários animais. Eles conseguiram criar uma «máquina de leite». Este Kk aparelho processa plantas verdes e ir extrai proteína. Depois acrescema nta 30 várias substâncias: açúcar, aminoácidos, gorduras uo x vegetais, ir hormônios e outras. Em termos ir de valor nutritivo e sabor, o leite sintético quase não difere Ars, do t natural. Vários Sv 1974 21 31. investigadores encaram a questão de į maneiras diferentes. Para uns, segundo Schiller, ela é uma — divindade, sagrada e «r intocável; para — pe outros, uma boa vaquinha que produz manteiga... M ir G 1973 10 4. i Naturalmente, não se deveria pensar — que a produção é a única denominação dessas coisasį: mo possibilidade. Há outras ir alternativas, por exemplo, produção de carne, produção de leite ia (cf. hematopoiese). ip les Particularmente importante é a indústria microbiológica, — um ramo da indústria cujos procesTe sos de produção se baseiam na síntese microbiológica de produtos economicamente valiosos iš a0, matérias-primas não alimentares (de ir hidrocarbonetos de gases de petróleo, de hidrolida madeira ed i zaty), bem como beterrabiš as sacarinas, milho e plantas ir oleaginosas e cerealíferas Ee) resíduos do processamento industrial LTE VII. Há indústrias de leveduras Cl i forrageiras, antibióticos, enzimas e lisina, bem como empresas de leveduras forrageiras hidrolíticas no mesmo local. Esta A síntese microbiológica natural e espontânea ocorre nas células dos organismos: {A partir de compostos simples formam-- se compostos complexos no mesmo local. Biossíntese é — a formação de A substâncias orgânicas em organismos vivos ou em um meio artificial a partir de compostos simples, sobre iš os quais atuam enzimas LTE 11. No ar entanto, aA síntese microbiológica produz, se assim for, então apenas o produz? ar tait a Antes de mais nada, deve-se ir dizer que a biossínte- — se natural da natureza, dos organismos my ir A produção de várias substâncias pelos órgãos é expressa ne apenas pela palavra criar (que é adequado isoladamir ente é necessário, caso contrári- — o, em significado „creare“: São on enzimas criadas pela própria natureza viva, presentes nas células vivas Pie | M ir G 1983 10 5), mas ir também produzir, dar e receber, ir e até acumular-se: Bio~ é a intensidade da acumulação de matéria — orgânica (biomassa) na natureza. iq Indica quanta biomassa o (<...>) ecossistema, ou a biocenose ar enquanto sua parte, é capaz de produzir por unidade de tempo. A produção primária é fornecida pelas plantas <...>. <...> a matéria orgânica acumulada EY nas plantas é utilizada através de várias cadeias alimentares para criar nova HE produção — de biomassa animal LTE II 156. A paisagem é alterada muito Ex rapidamente, ty trabalho Bint irr a Daa AR 2 er GE utis Ur as ia a ki is RRS ER Sm a ar Ss aaa AE A ela Lia Somente quando CALE ina RGR Gas LORE Pa Ch ta tc bis Se Tat Jak ED Quanto mais abundante e diversificada for a vegetação — mais energia solar é utilizada e maior biomassa é produzida. Assim, na nova paisagem do país, devem ser criadas melhores condições do que as naturais para utilizar a energia solar e obter uma biomassa maior. A biomassa é produzida não apenas pelas plantas <...> MG 1974 6 7. Metafóricos, mas naturais, são tais epítetos: A Natureza — a fábrica mais antiga, mas mais perfeita: trabalha sem resíduos N EH 1977 9 59. As zonas naturais — são fábricas de matéria orgânica de produtividade desigual LK 12. Portanto, também a indústria da microbiologia produz: o princípio da biossíntese é utilizado na produção de vitaminas, hormônios, aminoácidos, antibióticos e outros compostos biologicamente ativos LTE II 157. [Indústria microbiológica] 3 que Produz preparados proteicos e concentrados de vitaminas, aminoácidos, vitaa minus, preparados enzimáticos, bem como produtos do processamento complexo de matérias-primas vegetais (furfurolg, xilito) LTE VII 483. A única produção aqui é tal que o ser humano obriga a natureza a produzir aquilo de que necessita: Num futuro próximo, será vantajoso obrigar os microrganismos a produzir produtos puramente químicos — vários álcoois, acetona, óxido de propileno, etc. Até agora, a matéria-- prima para a produção dessas gs substâncias é o petróleo, em menor medida — o carvão e — o gás natural M ir G 1983 10 4. Por isso, para produzir ferde origem animal e vegetal, S Pes mentos, para a produção de alguns aminoácidos, também são utilizados diversos microrganismos M ir G 1975 2 7. A essência é que a própria célula microbiana produz = | todo um complexo de várias substâncias M ir T 1975 2 7. As empresas da indústria microbiológica ath são chamadas fábricas: na Lituânia, em 1970, começaram a funcionar a fábrica bioquímica de Kėdainiai e a fábrica de preparados enzimáticos de Vilnius LTE oh VII 483. Ainda assim, a fábrica bioquímica difere pelo menos um pouco da fábrica química He. Poderia também ter surgido uma usina bioquímica — aqui também é usado o termo obter: <...> a microbiologia técnica, ou industrial, [estuda] a importância dos microrganismos para a fermentação, seu uso para obter aminoácidos, vitaminas e antibióticos RoE <...> LTE VII 482. Há obtenção de proteínas M ir T 1974 = Aa: 10 18, obtenção de proteínas para ração M ir T 1974 10 18. É verdade que obtenção pode também diferir da produção industrial, cf. Para a fábrica de preparações enzimáticas de Vilnius, o Instituto Sindical de Enzimologia Aplicada (em Vilnius) está preparando a tecnologia laboratorial, semiprodutiva e produtiva de obtenção de enzimas puras e técnicas LTE VII 483. A microbiologia (ou a própria indústria dela), ao que parece, também pode criar,creare“: A indústria microbiológica adquiriu um método extremamente poderoso de criar cepas de organismos muito produtivas, com as quais é possível aumentar consideravelmente o rendimento da produção 48 M ir G 1983 10 5. 0 3 Paralelamente à produção, às vezes também se usa aqui o termo cultivo: As leveduras começaram a ser cultivadas industrialmente em 1914. <...> Na União Soviética, a primeira oficina 3 = que produzia leveduras para ração foi construída em 1935 na fábrica experimental de Verkhne-- Dnieprovsk. O substrato nutritivo para o cultivo de leveduras era preparado a partir de hidrolisado de palha Mir G 1978 2 8. BO Outro método de utilização industrial da natureza viva é a síntese de substâncias biologicamente ativas (enzimas, vitaminas, hormônios) LTE II kaži Fe lt Mh, cafe ie pa LE Soe aaa io ia Vriak is r Er Re o iai criação industrial de certos organismos, por exemplo, 149, algas, tricogramas, insetos, em determinadas instalações de criação: no o Japão começou a funcionar a primeira empresa industrial que produzirá chlorelg. A Esta alga pouco exigente é <! > cultivada, sendo = iluminada por um «sol artificial» <...> T 1976 27 3. Na Crimeia foi instalada uma biofábrica, onde se criará em grandes quantidades o bichado-da-maçã KV 1983 vii 4 48 14. Soviéticos Na União existem várias fábricas que produzem insetos MG 1976 9 7. Fábricas de tal ir produção (que o ir bio-1) é um verdadeiro disparate. A La A segunda conclusão parcial seria a seguinte: rus. npouseodcreo ir 34800 uma indução ta forte e ampla em língua lituana encontrou tendo numerosas possibilidades de expressão adequada- {rh mo possibilidades (não é objetivo deste artigo ir ne está além das forças do autor resolver definitivamente todos os casos de jų escolha ótima), mas todas foram devidamente ne aproveitadas, algumas no ~~ início foram o completamente negligenciadas, interierencijos Ofuscadas por Uin. Tui A indução Rus. 3a800 afetou negativamente o destino e o funcionamento da granja avícola cuja história ng descrevemos anteriormente. A granja ir avícola é formada pelo sufixo proaed su duktivo 7 -ynas, cf. be o já mencionado bitynas (rus. nuenbnurx), formigueigr ro (rus. mypaseirur) ir etc. A característica de tais formações é bem demonstrada pela livraria (não uma loja de livros!), o manuscrito (rus. pyKobri nucnbii K orden), o livro de nomes (rus. umennoi ykasareav), o cascalhal (rus. kapoep 2pasus), šiukšlynas (rus. copras kyua), sąšlavynas (rus. mycopHaa Kya), xis liaudies X. kalbos skudurynas Plv, Jrb „ponto de compra de trapos; ~~ posto de compra de matérias-primas secundárias“ LKZ XII. Voltando novamente aos animais e ir às aves, 1 convém salientar algumas coisas. Primeiro, na língua popular há vários raros termos aa semelhantes: varlynas DZ, lapynas LKZ VII, pombal LKZ VIII. Muitos ju at Ž não registrados nos dicionários (katynas, šunynas, vaikynas). Muitos ocasionalismos semelhantes al Ti aparecem em textos: balandynas LKZ I, karvelynas dicionárV, io de formas | dialetais do LKZ LKZ VI, criação de perus dicionário V, de formas dialetais do LKZ: criação de texugos dicionárI, io de formas dialetais do LKZ: criação de cães Sv 197570 77 24 27, P 19829 187, Lir M 1983 24 16. O ocasionalismo da língua popular pode it t por vezes, ser cunhado uma segunda vez numa oficina individual, mesmo sem o saber. aa Canções de zombaria de casamento, pocilga O escritor V voltou a carimbar o LKZ V. Mi- (akis sevičius (Sv 1975 21 4). Às vezes é difícil distinguir de quem é o trabalho deles. Em segundo lugar, ro palavras semelhantes frequentemente podem ar ter o estatuto de termo ar científico popular: stumbrynas al fazanynas (não MG 1971 2 5, registado nos dicionários), de criação $unynas N 1975 5 48; lapynas Plv „exploração de animais“ (não registado e | nos dicionários). Terceiro, substituem bastante bem palavras internacionais: žolynas herbar(ium)as, rožynas Mt — LKZ XI (SD320) — rozariumas, roplynas ra KV 1980 24 13 — terariumas, gyvatynas LKZ III serpentário, — vabzort dynas 2 DZ; insetário. — Estas são ir palavras vivas peculiares da língua lituana. pe Outro aspecto relacionado à maior precisão do significado da denominação. Atualmente 2 g as explorações avícolas e os ir novos aviários especializam-se principalmente na criação de galinhas ol M ir G 1981 6 18. Então, por que são ne vistynai? Vistynas okazioFERRE naliai surgiram nos anos entre guerras (Šalčius M. Em visita aos 40 compatriI otas.— K., 1935, t. 2, p. 225 Ru fazenda V. Através da Europa ir países da África.— VR K., 1933, p. 159). Agora ele está registrado na lexicografia: ir višfynas — Kypuper el BES ER Ti Sb e ER Ll a ur Has ¢epma, ntuyepabpuka; nruwud deop LZ. O galinheiro já está DZ,. Estranho Para ler: aviário com 700 milhares de galinhas (=galinheiro) T 1979 81 4. = vs Granja avícola de frangos de corte Niandomos (=granja de frangos de corte) VN 1983 237 3 i it Se os complexos avícolas especializados da Lituânia criassem patos em regime total rą 7 quando não segura M ir G 1981 6 18, então por que eles são granjas ne avícolas soviéticas? ira Por que apenas o galinheiro é chamado de aviário? Usado na imprensa periódica ; Wh. ir granja de patos: Por ano, a granja de patos dá 200 000 rb lucro T 1976 171 2. MeteLily lių antynas MG 1977 10 15. Antros produtivas T 1983 268 1. Antynas não é e uma denominação oficial separada, apenas uma unidade: as aves aquáticas são criadas por explorações piscícolas M ir G 1981 6 18, por exemplo, da exploração piscícola de Tr Kintai Muižės ir as explorações de patos das aldeias de Ventė M ir G 1976 6 22. Na imprensa ocorre o complexo ir pty: do distrito de Alytus Na exploração piscícola de Daugai, os trabalhadoraa es da construção entregaram (=entregaram) para exploração um dos maiores EA complexos de criação de patos da república. Em sete jo oficinas foram instaladas incubadoras modernas e Or linhas mecanizadas de alimentação de aves; foram instalados reguladores automáticos da Ką iluminação do ir microclima T 1978 7 1 (o título da notícia é ah característico —A criação de aves alinhou-se). O LKZ K regista lak? de iš antynas da linguagem popular: Ao viajarmos, vimos perto da estrada um grande antynas Prn (provavelmente ij Išlaužo.— J. K.). É mais conveniente para as pessoas, mais curto —antynas. Ir mais a evidente — que os peixes não são visíveis. Aliás, existe ir Zuvynas MG 1975 8 31, BZ fs II (pei6kowi npyd). <...> há apenas uma fazenda de gansos do distrito de Kapsukas BukCARRY na exploração avícola estatal M ir G 1981 6 18. Žąsynu, LKZ K — segundo os dados, conhecido iš J ir Skr (J. A anotação de Balčikonis), aqui também, infelizmente, eis que não foi aproveitada. "ia p Como o aviário corresponir de a um nruuud mais antigo O60p, algumas palavras rei- — O que dizer ir sobre outros russos. equivalentes de “deop” na língua lituana. Embora d80p (sem - palácio e propriedade senhorial) — 1. pátio, terreiro ir 2. exploração agrícola (e xosadcreo), pátio A BZ I, mas com estas palavras toda a rus. a semântica deop não é transmitida: 2ocrunsui i — 080p — fileiras de lojas, pátio comercial (com lojas separadas) casas $s BZ I, comerciais EkZ, casa comercial [pavilhão], quarteirão comercial, fileiras de lojas Wares (num edifício especial) LmZ I, ro8apnbiūi O80p — estação de fs mercadorias, pátio BZ 1, nocrosasii 080p casas de — paragem BZ 1, paragem- ~~ Pátio de inspeção EZ, mecnoti deop — depósito de árvores e lenha, BZ 1, área de 2 armazenamento de — armaduras apmarypuoui dsop BZ 1, ruretinvit deop — fundição BZ Fo I, morernvii deop casa — da moeda BZ 1, casa da moeda (palácio) EKZ, limite CKOTHbUL O80p pátio — cercado, curral diurno, curral para BZ 1, o gado, 5 curral fechado, diendarzis Z0Z, estábulo, estábulos LmZ I, ckOTOnpu2OHHbiūė O80p — recinto, WZ diendarzis ZUZ, ebteyronowi daop — diendarsis 202, LmZ I, curral we fechado ZUMZ (LTE VI — curral, pátio). Embora os equivalentes lituanos sejam ne be variantes, mas rus. deop sob a perspectiva da indução semântica dauį a čia aiškių, negadinamy pavadinimų. Iš Entre os mais importantes, deve-se mencionar roeapSg Indução de Hold deop, interferência, ir por exemplo. : Pátio de cargas da estação de Paneriai — VN 1983 177 I, pátios de carga das ir estações, áreas abertas VN 1983 250 1. 5 x O mais relevante é a indução de sawunnoi deop na língua lituana. Z0Z, LmZ I Sant Kot aria Oo Re i estacionamento am NA pi La cet ai de máquinas aaa, pátio — de equipamentos ZOMZ. Os especialistas também chamam ši isso de pátio de equipamentos: É ir impossível explorar adequadamente o parque de Ė A máquinas e tratores sem dispor de um local ar apropriado e de instalações adequadas <...>. Ši lugar nele su ow. com esses edifícios é chamado pátio de maquinaria agrícola Expl 309. Pátio de maquinaria , To = ra áreas para guardar máquinas agrícolas, garagens, oficinas de reparação. 9 armazéns, lavadouro, reservatórios de produtos petrolíferos, posto de combate a incêndios, tenda uel Iš to é claro que chamar parque de máquinas a algo cuja única parte constitutiva são as áreas, não é exato nem a praticamente conveniente. A segunda variante, pátio de maquinaria, é atualmente — NE a mais utilizada — (20 1974 2 20, 1975 8 5, a 1973 285 1). O pátio aqui também é duvidoso: no pátio, edifícios — da praça! ir Ča O uso da palavra técnica agora se expande de modo impossível, metaforiza-- oy se, multiplica-se. Por isso, ir ao parque de máquinas T 1973 271 4, ZU 1974 2 13 não daríamos o nosso apoio. "ARS Nenhum dos dois é exato: nem parque de mecanismos T 1973 295 3, nem quantidade de mecaniTeer zação S ir A 1973 9 5. Assim ir 3 títulos, até mesmo os po do livro mencionado (ano de ah publicaç- (1972 ão (Ekspl)) tendo competido com o pátio de máquinas, não aconteceu. Aqui tampouco serviria uma economia = polissêmica que se espalha de modo desumano. A estação, por sua vez, associar-se-ia o BA indesejavelmensu te às estações de máquinas e tratores ainda ir lembradas, bem como a uma infinidade Leh de outras estações. Mas o próprio título do livro — De máquinas-tratores (=Ma- = = A exploração ir do parque de máquinas-tratores (=Ma- — siny traktorių) por si só suscita a pergunta mais fo simples: por que não se recorreu aqui à designação mais natural: parque de máquinas-trair -* tores? a Afinal, parque é — apenas ne 4. „um conjunto de meios de transporte3 “, mas ir 3. „um local de estacionam- (<...>) ento e ir reparação de meios de transporte“ DZ,! ] is Mas entrou em ação a indução uamwunnbwi dsop, ir ficámos confusos. . . 1 Rus. 3as0d ir no ar sentido de «empresas de be produção, extração e fabricação», em lituano correspondem muitos outros nomes darykla ov 0 fábrica de cerveja — (3a800, t ne macrepckas LZ): cervejaria (nueosapnoiū 3a800), cf. cervejeiro (nusopa by sap—sPivoras), cervejaria; vinícola sunodenbueckuil, ( Bunmbll 3aunosag600, od), cf. vinicultor, vinificação, destilador; hidromelaria į; 25 a ( wédodeavueckuii 30600), plg. midudaris; fábrica de levedura (Opoxcacesoil 3aa 2 800); fábrica de manteiga (macr0denonoii 30800, macaosasod); fábrica de queijos ad (coipodenarenbnbiū, cbiposapennbiiū 3a600); fábrica de sabão (motr08apenknow Pa 3a600), cf. Muldaris (<muildaris); destilaria (2. nepeconxbiii 30600 LZ): Ne destilaria de aguardente (sunoxypennbtii refinaria de 30800); petróleo de Za600 (ned)- pd Tenepezonnbii 3a600); fogão (2. 3a600 042 6apku weeo-a. LZ): fábrica de sabão Se (moLaosapennoli 3a600); fundição (naasuasubiii 30800): fundição de aço A (crasenaasuavuoli 30600); fundição de ferro (Auredno:wū 3600): fundição de aço (crawenuredba inbui 30600); fundição de ferro-gusa (4yeyroaurednoll 8a600); lingoteira de * minério (eopnbuūi 30600); forno de calcinação: forno de calcinação de cal (ussecrxosviil 3a800); pieSON niné (moaounvli 3a600, macrosaeod); urinária (coipodeaarervrolil, cbipo6apennoui So tijolo 30800); (Kupnuunoul 3a600); gasosa (casoevul 30800); calcária (uasectkoevui 3asod); secção transversal (aeconuabroll aagod). Ir rusy > A na língua também há designações sintéticas. Eles são usados ao lado de, 34600, por exemplo. : r Oti CHLPOBAPHA, nAuGuAbRA, AUTEUHASR, aeconuasuas, ou existem apenas isoladamente, i of Eo eo mee Fi Ss Se Forma a CHÁ Fi ag SR fs > Ee eg ae Hy ris ae el a SA Vermelho TR rn RE St ET SA TL RG So CRE Si si 1 IA iš „Uk pvz. : macaoboins aliejau rrr — a fi sa x fábrica, I ia imprensa, oleaginosa, eockxo6oitna — de cera I 1 fornalha, de fornalha de coque, evaporador, cmoao MELHOR Tenk erapna — de alcatrão, fábrica de alcatrão Met aa Ba L su língua, vemos talvez ainda maior sintéticos apenas um breve olhar futuro sta nina, nusosapennid Ų 3asod — cervejaca ria, IERIE, kounbt Sas TERRA, MeMehtT Kot 3a600 — fábricas de , cimento caxapnbtū 3a600 — fábricas de açúcar pr Sram wnia, 2 HegreouucTuTenvHbll Žr. Hed RET j 8 netdrenepezonnbiū 34800 — : i ji Tenepep ai a ¢abpura — brykietownia, Tpuroraske 00 = safineria 10py, < Gpuxerna = opis Has gabpuxa — papelaria, fábrica e p OJ oficina de — tecelagem, 6yma © Embora existam muitos lituanos | Tecnologia de baixo nível. CHE Bey ugybé lietuvisk ; sa. * 3%, funciona de modo SE nivelador, indução semântica de correspondentes! 4 wad gi x ! 2 ação quase vi então y ba 05051 as recomendações são ignoradas, ter. dos ir especialistas em sentimento linguístico k. Eh 959 m. PolZ methrenepezonnbui 30800 išvės I al não se ouve. Embora dz aš i ninkas K. J. Ambrasas-Sasnava é uma fábrica de ’ rer natfos, embora ė fale IIE ae 12, ela não conseguiu manter-se Mais ki Hania Marios salghi Tina 1974 7 empresa BIMO . Ainda resistiu por algum tempo LAE empresa TASER imo T 1973 164 2, 181 3, a resistiu transferência de petróleo mais humana Sg he Sv 1973 19 11, Mir T 1974 5 18, petróleo v 257.20.200 9.271 8. 2%; 9 7% RT yi , refinaria de petróleo : ti są S08 Mako ipod alia Adib iy HG £) 1975 3 42, 45, MG 1973 a in GMT 1014 63 NG IR petróleo tų bi mais cruelmente, mais desumanamente pi . er on LL: nt» refinarias SH de produtos T 1973 973 22 5, marginam TA luo Sv19757 24,10 3 204 2), nafto st „LŪ 1975 10 31 ftos valymo gamyk tiesiog naft v 9, naftos destiliavimo gamy AREAL oF af. os gamykla T 1973 131 1, perdas de petróleo ui LO 19752 6 fie pė i p il s refino i i =a 190 3, 205 2 » 3, complexo de refino de petróleo VN pp rh Er! poh, fábrica de limão on 4, 1980 202 1, P 1981 2 10. Há até Kd i T19732903, du Arete mond) By 1874.2 14, duly A gambt si Hien sto Fábrica de o liquefação LŪ 1975 4 bois aa na não inventamos Plytinė eit: fábrica de limpeza de sementes ZOMZ, armazém de sementes (ry J ii . A fábrica de tijolos está a jų ser substituída pela fábrica de tijolos i Fábrica de ; tijolos NEAL, S : a. Ta 239 3 fábrica de cerâmica phn: Palemonas a ir Tae QUANTIDADE 8 117, Mir T 1974 5 18 a fábrica de Nikos T 19 eh T 1973 273 2, Sv 1974 8 14, 16 também está aberta 6 14. Tubos de drenagem 5 “V cerâmi , , 16 também é traduziy da cerâm . fábrica icos fábrica micos ay ic até mesmo cerâmica T 197: T 1973 285 1, Sv 1974 8 14, 11 7 Trin Taurag pg x dinimas Re rs He 2) a fábrica torna-se pouco claro concreto p i É difícil convencer isso ao Vip rs rE Mar 1074 5.21 857 p lėmėjį 4 us usuários da língua (e até oficial ou. 1 ig) pe: 6.1 ad m em lituano — = tonos ne Jos gsl lv sen art a Kia 20PT 13 (isso u O manual da escola de Stosios não pode evitar gn Mir T 19 sė 123), o também durante esse período a produção de farinha no mesmo local 99 Ay ROMS: ganyho oy 3), os escritos continuam a produzir d 4 ų produção lá pa a 47 VN 1983 274 1 ai ; uona ou assa pão ir P a . Como isso se parece nos tų produtos de bolo de pão. 7 Xt0l0au40d deve ser simplesmeRE nte estar pensando cal Kenas ora tają p Vá jr. Te ge inga pensar, Mad padeiros 88 Sai Açúcares I Ča SE isto é, auxílio da ok NAC ži ri At R anti Cr O necessário ANE la — apenas (xae60)nexapus, o x1e603a600 — padaria mecanizada ZUZ. Título Hx redundante: padaria de ir pão LP 1978 7 4. Do mesmo modo, são desnecessEi ários os modificadores para uma fábrica de ir curtumes, uma fábrica de secagem, uma fábrica de fermentação, etc. Somente em último caso tą é necessário um modificador especificativo: (de tecelagem) tear, (de fiação) roca. "aga Juntamente com su isto, são niveladas e transformadas ir as denominações ir dos ofícios e dos especialistas correspondentes. O padeiro é transformado em produtos de pão e pastelaria ir SI. padeiro T 1973 159 4 (quem sabe como será inventado o cozinheiro no futuro?). Reteane jant sarinei T 1973 66 2 ir na fábrica de Sv 1978 9 30, queijos, o ir produtor de queijo está a desaparecer jd i „trabalhador de queijos, especialista“ LKG I 407 e a produção de queijo no mesmo lugar 310. Plytinink7 as „trabalhador de tijolos“ LKG I 407 traduzido por ceramistas T 1973 285 1. = Retéjant vélyklai, randasi nebe vélyba, o net véliniy gamyba (8ararbHoe it a npoussodcre0) ZUZ, não dispondo de fogões para açúcar, caxaposapenue — apenas cukag. produção de gordura ZUZ. Ay ji Contudo, palavras como darykla, varykla, virykla ir etc. agora renasce um pouco, ativa-se e 5 sustenta ligeiramente a ir expansão das fábricas. Eles são apoiados por outros ir derivados do sufixo -ykla, que funcionam de modo mais firme: skalbykla, valykSala la, valgykla, embora algumas — siuvykla, mezgykla, — audykla, verpykla — necessitem elas próprias de apoio e preservação, sobretudo no ir uso oficial, em adPins) designações administrativas. O agora é mais a indústria que faz isso, mas a ne etnografia e Eo a história da técnica: no museu já existem moinhos de vento, uma fábrica de acabamento de tecidos de lã, uma prensa de óleo, uma cardadeira de lã, etc. ir Contudo, muitos outros objetos ia técnicos ainda aguardam ser transferidos į para os museus. São fábricas de tijolos, e fornos de cal, instalaçir ões de destilação de alcatrão e diversos outros equipamentos e máquinas. KB 1983 3 48. dy Hoje é difícil dizer com precisão ir quem construiu a própria primeira „garei Taa myklą“ em Kaunas. Talvez tenha sido uma oficina de fundição de cera, recentemente escavada na Praça da Câmara Municipal? Talvez algum mestre astuto“ tenha instalado na periferia in uma olaria e uma ar forja de espadas N 1973 8 6. Apenas nas salinas BE No século XVII, aqui trabalhavam 1500 pessoas <...> KB 1983 3 68. O cultivo de beterraba sacarina era uma novidade naquela ne época. No livro de Zigmanto Psyremblio d „Dzieje cukrownictwa na Litwie“ („História da indústria açucareira na x Lituânia“), na lista das fábricas de açúcar domésticas, encontram-se as localidades de Plungėnai, Vaitkuškiai Eo M ir G 1983 11 30. Paliepio, Macevitiy ir nas aldeias de Pertako funcionavam padarias M ir G 1977 9 13. Há anos: 100 Os jornais do i Império Russo „Novoje vremia“ („Novo tempo“) ir „Novosti“ („Notícias“) publicou integralmente as queixas dos habitantes de Vilnius, nas quais escrevem que, além das be numerosas ra destilarias de vodka existentes na cidade, por causa das quais as famílias sofrem, surgiram ainda mais algumas ae VN 1983 275 6. O mais importante é que, no povo ainda não se embotou o 4 sentido da língua viva. Por exemplo, Kazlų Rūdos A fábrica experimental de ni at produtos de madeira ir nas proximidades da cidade é (: amplamente chamada de plokstyn (plokštė). iE Um caso mais peculiar é a fábrica de reparações peMOHTHbIA (-+— 3a6800) T TR a 1973 198 2, T 1974 185 2: fábrica de reparação de T 1973 296 2, automóveis augd = fábrica de reparação T 1973 49 2, 198 2, S 1974 68 4, M ir T 1974 6 26, 27, TE LR de automóveis fábrica mecânica de reparação T 1973 64 1, 86 1, 180 4, fábrica de reparação de navios gaWar mykla T 1973 205 2, S ir A 19739 12, 13. Não altera a essência da questão que nelas a LE ST Se SR AS CN Sid ER Tah cal Js a r uni usi, Enid Aygo om, SE edit a Ti ra he A RE Venda E também são fabricados alguns detalhes: prevê-se produzir tais arados no futuro Hl RAT mente Na fábrica mecânica de reparação de Kuršėnai T 1973 202 2. Em lituano, Šaka significa empresa de reparação. A oficina de reparação (-— pemoxrmaxm macrepckas) tur Ark tem o Ak defeito de discordância semântica: (: macrepckas macrep, cf. ainda macrepuro Isso é motivado de outra forma que a oficina: trabalhar). (: Macrepckas — oficina, be js — + pemMoxTHasa macrepckas em lituano é melhor oficina de reparos. Agora há muitas tai Aa ia syklų, talvez a geração jovem nem saiba que elas surgiram apenas há algumas décadas du As, čius a * pedido do po linguista V. Grinaveckio '3, Agora pode até parecer estranho que ie tenha existido a palavra taisyti (embora ir impulsionada a reparar internacion- ‘ TE almente) não havia uma fábrica; por que o modelo produtivo (-fábrica : -ti) não funcionou, porque era — tolerável o disparate do sentido da oficina de reparação. Ar ne tempo esperanEL ça angio? É difícil prever, mas é preciso ir cultivar a língua. Se existe ma — Uma pequena empresa de forma Zybiné, uma pequena fábrica, uma pequena oficina, não deveria causar surpresa se, ao considerar "ais pasty a pequena ir regra, a o oficina adquirisse significado „grande empresa de reparação“. A palavra — necessária, o neologismo adequado, ne surge sempre no momento certo, a embora muitas vezes se atrase um pouco. Ar Desta vez não somos nós que estamos atrasados? Segundo os K dados do LKZ, a © palavra taisykla foi tentada usar com um 50 significado semelhante há anos: Taisykla Em Alexandria, į 0 4 onde levei o meu carro para ser verificado, pertencia a um europeu (Sal bl ad ius M. Visitando a 40 nacionalidade.— K., 1935, t. 2, p. 4). Oficina de aa motores também, t. 1, p. 169). Novo A palavra — é um acontecimento na história do pensamento (V. Zukóvski- ~~ ). Infelizmenne te, sempre na história do assunto ir no presente. Atéjo internacional — os tempos do (auto)serviço, onde resistirá ta alguma regra lituana... sia A terceira conclusão parcial é semelhanį te à iš primeira: dos correspondentes de duas línguas Modelos — Taa em — lituano -ynas/-ykla/-inė|/Jūkis/kiemas: russo 3a800/d080p||-(ap)kur r o apjna são — incomparavelmente mais característicos da língua lituana os elementos sintéticos do moad is — delo — -ynas/-ykla/-inė, na língua russa predominam os analíticos— ie For = A análise minuciosa de numerosos exemplos ir de modelos e a generalizam ção das conclusões parciais permitem tirar as seguintes conclusões gerais: ata I. No decorrer do russo amplo. npouseodcreo, 3a600, assim como xossaiicreo, deno, sia deop para a indução (baseada na interferência), muito mais analítico no calModelo de bos Talo (compostos ir coordenativos) é por vezes transferido de modo i ba į bastante mecânico para o lituano, para o qual aqui é muito mais característico o modelo sintético (derivadro os sufixais). Assim, a nomeação da realidade de outra língua cruza-se com a categorização su da realidade existente com aE base na própria língua. wy > 2. O encontro da forma externa da ir outra língua com a forma interna da própria língua, Cat, não tendo aprendido as be tristes lições, em termos diretos, dos — grandes erros de decalque, confirma aqui a necessidade de um conhecimento profundo e subtil tanto da língua-fonte como da língua materTao 4 Grinaveckis V. Oficina ir de reparação.— Cultura da língua, 1965. relação. 8, p. 35—36. FL Em outro significado, faisyklg ainda 1937 m. é siiles P. Skardžius: encadernação (seria melhor Zea encadernação de livros; mas ir esta palavra não é a melhor: geralmente ne encadernamos livros, mas também os reparamos e revestimos; portanto, seria ainda melhor: oficina de reparação de livros, oficina de fabricação (Língua materna, 1937, p. 159). ; Yi A expressão oficina ją de reparação de livros não vingou; tentaram usar apenas S. Dabušis (Faradiejus Mykolas. Be Química popular.— K., 1939, p. 8.) Ad Soa By : Bey eT ed he le El ER LR RN eT ii ais Para a compreensão da sua semântica, o conhecimento da motivação das denominações induzidasAlém disso, a importância do sentido de ambas as línguas. br patis 3. Ao abordar seriamente a organização dos ir nomes afetados pela interferência indutiva (e a jų supervisão do seu funcionamento), é necessário partir do conceito, da ;*7:771 forma interna, para o termo; do 0 ne termo de língua estrangeira, jo da forma externa, para o lituano. 104 A dimensão do perigo deste último caminho pode ser demonstrada pelo exemplo do nome „lapuočių mis. a o“ em russo, esse — 4«epH0142Cbe, em lituano baltmisAqui: respire. Uma tradução <i>palavra por palavra</i> seria uma profanação: lit. ar i iškis iš tikrui iuoči AAO Cadi AE fl SS el Ea juodmi$kis iš tikrųjų yra „floresta de '*. coníferas“ vat TD a dor ! IE o ai KES ABREVIAÇÕES an aa BC3, XXI— Bozburas Coserckas JHUHKIONCANS. 3:e Ha.— M., 1975, 7. 21. 0 LF i 8 m Bt — Vida cotidiana. ik RIE BZ I ir II — Dicionário das línguas russa e lituana / Preparado por V. Baronas, V. Galinis.— V. Pan EER 1967, t. 1 ir 2. | ia DZ, — Dicionário da língua lituana contemporânea Zodynas.—V., 1954. Lis AL D2, — Dicionário da língua lituana contemporânea:— V., sti 1972. ~~ Ekspl — Astrauskas J. ir etc. Exploração do parque de máquinas e tratores.— V. 1972. EA EE EkZ — Dicionário russo-lituano de termos económicos.— V., REAR 1966. ge ~~ Galv—Sleiva J, Savukynas A. Pecuária.— V, 1970." 5 A Mie dots Rude ARLE ES i | Para G — Fileiras da juventude. HR SC Eos FEES © KB — Domínios da cultura. ES aS tes: eta Vainiai triuk Hi Lo id Capea FOS Ad) Bh OS ED Sl rs, A hy ORY Língua Vilnius. outro Yas i BOG a 17414 JLir M — Literatura ir arte. oii iš ee poy of SA a ALY LK —Basalykas A. Lituânia paisagem da RSS da Lituânia“ Va 1977. 4% ia: J Ors J Fa LKG I — Gramática da língua lituana.— V., 1965, t. I. a PRG LKZ — Dicionário da língua lituana.— V., 1941—1981, t. 1—12 (e jo abreviaturas). EA ot i igi KEK — Lituano kalbos Fichário do dicionário. oi SEY Lm2 1 — Dicionário russo-lituano / Organizado por Ch. Lemchenas—V., 1982 oe ct; r sa LP — Pioneiro da Lituânia. aras šia GR LTE — Enciclopédia Soviética Lituana. — V., 1976—1983, t. 1—10,2* 7 a x LO LZ—Lyberis A. Das línguas lituana—russa Dicionário.—- 1971. V., gn: ssita ar kra MG — Nossa natureza. Sh Tetis arte ina Um „an : PAA AAT a EAE [veg Le a; senta-te, M ir G — Ciência, ir vida. Até stan Gia iio iS CA Paz T—Ciência ir e técnica. Fo El pe NG Fp Fg es TE © MLTE II — Pequena enciclopédia soviética lituana.—V., t::2.7 1968, 1 BA RAR at Lei. N — Nemunas. og a va in Fa OC— OGparinil ciopaph pycckoro sanka.— M., 1974. a ato aaa Ša taj P — Vitória. ver Rato he ~ PolZz —Dicionário politécnico das línguas russo-lituana.— V., 195927 Li Arial iii aiti i A EMRE Ane rai S — Esporte. Tenet di : S ir A — Construção e ir arquitetura. Re V NR Tecnologia lenta — Grande dicionário técnico russo-polonês.— Varsóvia—Mocksa, isamaa rag 1973. a i Fed 4 Po da comunicação lida sobre este tema 1983 m. no seminário teórico-metodii. a co regional de Vilnius (no simpósio), iš dos colegas (V. Vitkausko ir et al.) tive a oportunidade de constatar que o professor, que costumava operar com exemplos deste oof J. Balčikonis (eu jo próprio, infelizmente, não assisti às aulas). UL Vainiai Bo TS A er ay construíram 1 Duis ee SIT RRC, LS Ri Ar a oe EE A Ter Lape pat ay saliai Jean ELA 221 Vg em RAE Ce I Gh Se pe kia ša Ea RE RE LV HR The, nt J SERN Se eR Sf NE a Res Etre, eh, EE ga CR aaa Se ARAN SR CE CH HE a