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é lyčius ([Istorija žemaitiška], p. 116). No manuscrito utilizado para a publicação, sem dúvida, deveria constar a palavra įžastis. É muito provável que įžaistim tenha sido introduzida conscientemente ou inconscientemente pelos editores, se isso não for simplesmente um erro de revisão. Portanto, deveríamos considerar com reserva a palavra įžaistis incluída no LKŽ. Ainda assim, dever-se- -ia basear não nos escritos de S. Daukantas publicados e de uma ou outra forma editados, mas numa fonte autêntica mais fiável (e não apenas numa), que dê preferência à forma com a —įžastis. A palavra įžastis, tal como priežastis, está provavelmente etimologicamente relacionada com os verbos žasti, Zosti (Lyberis, 1984, p. 74 ss.). Quanto à formação, cf. as palavras įžadas «compromisso, promessa» e priežadas «1. promessa, compromisso; 2. promessa, introdução...“. i 2 lh EM Bh Tl SEER SE BAS Br Ae FAIRS Tų Red ap a atras ec ahs Biruté Vanagiené PE ay Ow 8 RY IRE ERS a AE ray mi ka Cee ATS Rr GL Miki“ ien Sie Bra LirĖRATŪR "rr Uni Mis Gar wl a e BT ALLS BRT Si RSE tai A SU ne gen SE Istoryje Zemaytyszka [manuscrito] //Biblioteca do Instituto de Língua e Literatura Lituanas da Academia de Ciências da RSS da Lituânia. F. 1(SD)2. [História samogiciana] [manuscrito] //Arquivo de Manuscritos da Biblioteca Central da Academia de Ciências da RSS da Lituânia, F. 29-1056. Lyberis A. Zadas, palavra ir jų parentes // Cultura da língua. 1984, N.º 48. História da nū Lituânia desde os tempos mais antigos até escrita D. L. K. para Gediminas 1850 m. de Simanas Daukantas, Plymouth, 1893. T. I. Miilenbachas K. Dicionário da língua letã. Riga, 1925—1927, TI edição. Rubinatio Peluzęs Giwenimas iszgėlditas isz Teutonū katbos i Žamaijtiū (manuscrito) //Biblioteca do Instituto de Literatura e Língua ir Lituana da Academia de Ciências da RSS da Lituânia. F. 1(SD)24, Rudzite M. Dialetologia letã. Riga, 1964, wl Žilevičius L. Os caminhos do manuscrito «Istorijos žemaitiškos» || Literatūra ir menas, 1983, Lapk. 19. gn Ami ey Mais algumas palavras sobre A série de denominações de Te Ardea cinerea a i ps PE Ee T O nome dialetal da garça /Ardea cinerea/, uma ave dos pântanos atualmente em vias de extinção, é apresentado da seguinte forma nas obras linguísticas publicadas recentemente: lit. gén¥é, gene „gęžė, gęšė, uma ave dos pântanos desse tipo“ (Vanagas, 1981, p. 112), gėšė, gėnšė (ant. gemšė? ); gėžė, genžė (Urbutis, 1981, p. 20). Que tipo de variantes são estes? Em que sistemas linguísticos funcionam estes factos e qual deveria ser a norma ir da língua comum? jų Iš Das citações apresentadas agora, vê-se que os autores parecem considerá-- los todos equivalentes, como se fossem usados alternadamente em vários lugares. Como mostra o verbete da palavra gėnžė LKŽ III, era 239, usado pelos dūnininkai K. Jauiaus (Kvėdarna), A. Juškos (Kaltinėnai), K. nos escritos de Macius, a forma g'ė.n'dž'ę foi 1958—1976 m. ouvida sendo pronunciada pelos representantes mais antigos dos falares de Pavandenė, Pajūris, Kvėdarna, Ryškiai e Rietdvas; — g'č.n'dž'i foi escutada Em Kurščnuose, Saukénuose (aldeia de Varputėnai), em Kūrtuvėnai (aldeia de Ūžkalniai). Estas são as falas que entram į na chamada a zona de preservação das vogais ir nasais junto às palavras | rgn'ž'i't'eis | ron'ž'i"t'i"s rūn'dž'i-- ‘i's ~ rąžyties, b'r'ė.n'e't'e |b'r'ė.n'c't'i ~ brėsti, r'ė.n'č't'čis | r'ė.n'č"'t'i's ~réities, gr'ė.n'č't'ę | gr'eii.čti ~ gręžti turinčios g'ė.n'dž'ę | g'ė.n'dž'i como algo entendido por si mesmo. (Os jovens agora já não to conhecem a palavra, a menos que digam a comparação 2167;r--Dra a EE Taa aa A i ES en REE elniais Sianio TPL LGR oer TL SA LR A | Ef, sia lū'ksta 5 Cy To Vila Eon A
kab g'é.n'd? 'i, embora não compreendam bem o significado de gėžės, pois, quando i. lhes pedem que ta digam o | que g'f.n'dž'ę g'ė.n'dž'į, ir apenas sorriem e encolhem os ombros.) A forma dialetal ¥ de outros žemaitianos g'fiž'ę (Akmčnė, Papilė) confirma precisamente que a forma da língua padrão é ri a gėžė (assim ji apresentada ir Nos enunciados de DūnŽ92, ao escrever a transcrição fonética, £3 formas autênticas dos dialetos). sim. Tą A variação sobre como transpor já se tornou evidente ir LKŽ no volume III. A ara g'ė.n'ž'e de Kvėdarna foi transposta como gėžė (LKŽ III 281), o A palavra análoga de Jaunius no iš mesmo local génzé Fo (LKZ III 239). K. Uma frase de Macius é apresentada em dois at 3 lugares diferentes: Magro como genžė | LKZ III 239 | ir Magro como uma gęžė (LKZ III 281). V. es Urbutis escreve assim: „A palavra em desaparecimento é gėžė, que ir anteriormente ocorria talvez ainda sobreviva até hoje?) i to (o nos mesmos Žemaičiai: K. Būga (ao que parece, iš K. Ag Jauniaus) jį dá iš Kvėdarnos ir Perto de ...; Rietdvo, ao que parece, houve uma forma viva kv pe sėnžė, gens? ...“ (Urbutis, 1981, p. 20). Nos locais samogícios mencionados — Em Kvédarna (ver LKA II 44 žem.) ir Rietavé ę tinha ir apenas um equivalente en (Kuršėsaris nuose en), portanto, naquela época não podiam existir formas tão variadas como agora; ped gėžė é apenas uma forma transposta ir g'ė.n'ž'ę. — iš Assim, a forma generalizante, adequada à língua comum, Fs é gé%é (geZé J), que nos dialetos é pronunciada g'č.n'dž"i, g'ė.n'ž'ę, g'éi'e a : S: : (não se ouviu esta palavra nos lugares onde ¢ ~ ę, mas Gargždai, Vėžaičiai g'ė*š'e nl P. — gėšė também confirmaria). tą Em vários artigos e dicionários, tais formas dialetais forJuga mas deveríamos ir qualificá-las e o ne apresentá-las como equivalentes (afinal, žąsis, žansis; grėsti, i i grėnsti; hrėsti, brėnšti não vemos serem apresentados em lado algum). var A floresta dos arredores de Kuršėnai, a ir aldeia upeliukstis be g'č.n'dž'g'ir'į, sem dúvida, está +d relacionada su pela forma g'ė.n'dž'į, mas propõe-se jį transpor G¢Zgiré simplesmente não teve coragem, pois o topónimo se tornaria quase irreconhecível. Quando, em tom de brincadeira, foi dito a ae um silvicultor GéZgiré, a pessoa não entendeu absolutamente nada. Assim, o topónimo ¥ ts transposto perdeu completamente o seu poder comunicativo. Os topónimos transpostos que não têm qualquer semelhança į com uma palavra existente ir simultaneamente na língua padrão e no ge dialeto falado são dificilmente aceites pelos habitantes locais e ir evitados no uso; portanto, talvez seja ir bom que, neste caso, a pronúncia dialetal da raiz "seja recomendada ir para a língua padrão. Et. De modo semelhante, surgiram as ir variantes das palavras mencionadas gėšė, gėnšė, embora nas e Ą falas atuais só tenha tido ocasião de ouvir g'ė'š'e (<gėnšč). Orientais Nos escritos lituanos da Prússia, ao que Ea parece, manteve-se por mais tempo o chamado uso de marcação das nasais, por isso isto Aqui, ali (em vários Dicionários, “IB ver. LKZ III a forma 237) šmėkščioja gensé, mais tarde transmitida sem transposição para os escritos į da língua comum deste século. 22 Foram publicadas muitas explicações diversas sobre a variante da palavra gėršė. Como a ši forma é principalmente conhecida iš nos dicionários e nos escritos gramaticir ais da Prússia Oriental (Urbutis, = Metais p. 21, 22), isso ji significa ir que existia nesses falares lituanos. O r surgimento da consoante aqui pode estar su elegantemente relacionado ao surgimento ar do mesmo som nesses dialetos próximos: držuolas i „ąžuolas“, grfps „vąšas“ (Vitkauskas, 1978, p. 62), saršlavos „sąšlavos“ (Kudirkos Naiimiestis, Tauragė) — LKZ XII 167. Polarização, quando estes falares simplesmente procuravam maneiras de evitar combinações de sons difíceis de pronunciar -nš-, -nž-, não ar poderá ir ter tido aqui certo significado, substituindo o sonante por outro som m — r, por isso génsé mudou | para gėršę ainda antes de en>e. ela
k E estas ral. Sr oh ie ahh Taa aed ak ah, LITERATURA Cg, rhe 5 0 Bi T Bo m a PIT sairá Sasna Džao aa Saias abs LE Urbutis V. Estudos etimológicos bálticos. V., 1981, Vanagas A. Dicionário etimológico dos hidrônimos lituanos. V., 1981. Vitkauskas V. Denominações de carne nos dialetos žemaitianos // Baltística. 1978. T. 14, abreviatura 1. P. 61—65. Se i Língua ir cortesia js Vaka SRSA gs a ox pila Ero aarti es 1% i Kučinskaitė A. Etiqueta da língua lituana V.: Ciência; 1985. — 112 i r Às vezes se diz que a cortesia embeleza a pessoa. É difícil concordar que isso seja apenas um adorno da pessoa, uma característica necessária, o ne jo uma parte inseparável da essência. O, como escreve com toda a razão a linguista Antanė Kučinskaitė, no seu livro recentemente publicado „Etiqueta da língua lituana“, a cultura do comportamento de uma pessoa é julgada прежде de tudo pela iš linguagem. Assim como geralmente se forma uma imagem iš a partir da língua, o ser humano, em geral, é culto e instruído. ar A «Etiqueta da língua lituana» é a primeira publicação lituana mais abrangente desse tipo, — um livro há muito esperado e necessário para todos. ir Não dá vontade de censurar a editora pela tiragem demasiado pequena: no final do — livrinho está escrito que foram publicados milhares de exemplares, 20 várias vezes mais do que os de outras publicações da mesma série «A língua ir das pessoas». No entanto, desapareceram tão subitamente das prateleiras das livrarias que muitos nem nė chegaram a vê-los. Só podemos alegrar-nos pelo facto de o nosso povo se interessar muito por questões linguísticas, preocupar-- se com a vo fala e ir querer ser ainda mais cortês. Tais desejos ir e preocupações enobrecem a pessoa; é ir preciso apoiá-los e incentivá-los. Assim, parece que valeria a ir pena a autora e ir a editora pensarem numa nova edição deste livro, talvez até mais abrangente. Como seria bonito se cada família, cada pessoa que quisesse, pudesse ter uma publicação assim! A. Sem dúvida, o livrinho de Kučinskaitė be não dececionou os leitores. Nele são abrangidos muitos casos diversos da vida e da comunicação entre as pessoas, nos iš quais, como na palma da mão, se veem a beleza interior, a simplicidade, a nobreza ou a formalidade, a aspereza e a rudeza dos interlocutores. A pessoa encontra-se constantemente num determinado ambiente e em determinadas circunstâncias: ora numa casa acolhedora e ir fresca, ora — num coletivo de trabalho amigável e ar oficial, ora trata dos seus próprios assuntos em ar diversos estabelecimentos. Talvez muitos dos nossos contemporânar eos nem se lembrem de quando lhes aconteceu, pela última vez, permanecerem algum tempo sozinhos, nė concentrarem-se e refletirem. ir Talvez por isso to ne uma pessoa, envolvida no į turbilhão da vida fervilhante, sem se aperceber, ir esfria e se torna mais formal. Numa sala completamente cheia, são entregues ar diplomas de conclusão do ensino superior ou de outro tipo de ensino, o certificados e talvez prémios. Um após po outro, numa fila, ne sobem ao estrado į jovens trabalhadores exemplares e ar veteranos, vestidos elegantemente. Um breve aperto de mão, «Parabéns ... Parabéns ... Parabéns ... Boa sorte ... Boa sorte ... Boa sorte». Cinquenta, cem, talvez ainda o mais vezes: ir „Parabéns ... Boa sorte ...“ Durante meia hora, provavelmente uma hora o inteira, ir talvez ainda mais „Parabéns ... Parabéns ... Boa sorte ...“ Iš no início, aplausos calorosos e sinceros vão gradualmente se reduzindo a palmas dispersas. Está ficando entediante... Mas ką fazer? Como manter o espírito elevado da festa? Como encontrar essas palavras mais variadas, destinadas a cada pessoa individualmente, ir breves, mas calorosas e sinceras? A. O livrinho de Kučinskaitė incita a procurar palavras tão calorosas e sinceras. O pois já se sabe desde antigamente: quem procura, encontra. Assim, o livrinho > Akai: Davis K Esi te ana kos