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Baltische Bestattungsrituale im Spiegel ihrer Bezeichnungen: litauisch „šermenys“ und „šarvójimas“, altpreußisch „sirmen“

Bernd Gliwa

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ACTA LINGUISTICA LITHUANICA LIII (C2005), 9-21 Bálticos Rituais funerários im Espelho de suas designações: lituano Sermenys e Sarvojimas, antigo prussiano sirmen BERND GLIWA Sargeliai A etimologia comum of Lituano Setmenys e Prussiano antigo sirmen ‘rito funerário, banquete funerário’ relaciona-os to 8érti ‘alimentar’. Esta interpretação is é rejeitada aqui. Lituano. Sérti usado is para alimentar animais e apenas metaforicamente para crianças, pessoas idosas e doentes; seu uso or in a o contexto is ritual não é atestado e parece improvável. Dar um banquete aos is convidados não é a essência of do funeral e de outro costume. Aí is no as to evidências mostram que Setmenys era restrito to ao banquete funerário. Novas conexões etimológicas são sugeridas aqui: com (1) Lituano. Sermuonélis, alem. arminho ‘arminho’, lituano Sirvas, Sirmas ‘branco, esbranquiçado’, sArmas, prussiano antigo sirmes ‘lixívia de lavagem feita de of cinzas’, de acordo com a cor que foi associada à morte, (2) com lat. cremare, IE *kremH- ‘queimar, cremar’ e, talvez, gr. ktpay.os, 3.) com IE *kerH,- ‘irromper’ > ‘decomposição’ e gr. «ip ‘morte; deusa of morte’. Lituano Sarvojimas relacionaof do a ‘dispor os is mortos’ to Sarvai, Sarvas ‘(1a) corrimento (após o parto), (1b) menstruação, (1c) corrimento (da boca dos mortos), (2a) of armamento, (2b) traje de soldado, armas e munição, (2c) carapaça, (3a) dote, (3b) objeto funerário’, OPr. sarwis ‘arma’. A significado anterior *‘sinal físico e equipamento ritual de rito de in a passagem’ of sugerido. is 1. OBSERVAÇÕES PRELIMINARES O A morte e a A questão sobre o ,,Depois* move a humanidade desde sempre. Concepções do além e cerimônia fúnebre estão estreitamente interligadas, o sepultamento é o Ritual que assegura a transição ideal A in transição para o próximo estágio da existência ou não existência. Nesse processo, tanto os interesses do falecido (por exemplo, B. rico vida im Além ou rápida reencarnação) como também dos sobreviventes (nenhum retorno do falecidos como espírito, nenhuma perturbação dos ou sequer vingança an vivos) im estar em primeiro plano. Um nosso compreensão dos históricos Concepções do além dos lituanos e de seus ancestrzu ais são ampliadas ,,do ponto de vista da ciência da religião, até mesmo as designações das festas familiares (batismo, casamento, enterro) e diversas_translation_batchырҭа ихьӡerson] }ҭар. 天天中彩票中奖国际彩票 Sop 早餐加盟 . Wait invalid JSON due artifact. Need correct. We must output only JSON. Ensure each item translate, preserve. with German comma weird. Termos de parentesco esclarecedores* (Vélius 1996: 92). Por outro lado, isso pode Estudo de Léxico não sem a Conhecimento delas Conteúdos ocorrereda m, os correspondentes Terminologia com os Ações e coisas que elas 10 | Bernd GLiwa designam, correspondem, na medida em que propriedades essenciais ou partes marcantes dão ensejo à nomeação de um objeto. Uma exceção constituem aqui apenas os empréstimos linguísticos, nos quais a relação entre o signo e o designado é obscurecida pelo contexto cultural. Com a importação de um objeto, de uma planta ou de uma tecnologia, muito frequentemente é adotado também o conceito correspondente. Isso, porém, não encerra a origem da palavra, mas apenas a desloca para a língua doadora, na qual se deve buscar a motivação. Idealmente, portanto, ao lado do estudo do léxico, deveria estar também o estudo daquilo que é designado por ele. Com Lévi-Strauss (1997: 60), lamenta-se não poder ser simultaneamente também etnólogo, mineralogista, botânico, zoólogo e Ser zu astrônoda mo. E a língua todos os campos da vida in história e presente abrange, esta lista poderia ser complementada indefinidamente. Pois somente um conhecimento profundo do assunto impede que não seja vago Representaçzu ões a Conceito in o A etimologia do mesmo influir. 2. LIT. Sefmenys ,BANQUETE FÚNEBRE, VIGÍLIA FÚNEBRE‘ Ao lado de SeFmenys (Gen. Sermenit{ / Sermeni{) são as Formas Sermenés, Serminés, SeFminys, entre outras. (LKZ,.,, 657f.) atestadas. As O significado varia de 1. ‘vigília fúnebre com canções religiosas (giesmés) e lamentações (raudos)’ 2. ,enterro‘, 3. ,banquete fúnebre‘ até zu 4. ,pagã Necessário, o que diz respeito ao ‘Referente ao sepultamento (LEZ, 657). Szyrwid lista stypd / Parentalia orum. epulii funebre, sermenis (SD* 427). O anônimo Léxico Lithuanicum (LEX 13a, nennt 58) szermenys — Funeral e szermenys — Exigência fúnebre. Embora LKZ,,,, 657 indique Sefmenys como Plurale tantum, encontra-se a zu singular de básico Forma Sermué (declinação consonantal, tema em n) os in Significados 1. „vigília fúnebre“ e 2. „banquete fúnebre“ (LKZ,.,,, O 660). homófono Sermu6, pertencente como variante fonética a Selmué „cumeeira“, não interessa aqui além disso. A terceira Significado Sermué e Sermuonélis ,arminho, Mustela erminea‘ ou vilpisys ,; gato-bravo, Felis silvestris‘ estão as formas com vogal temática -e: Sermuonélis, Sermonis, Sermonys, Sermonélis, Sermunelis, Sermuonis (LKZ,,, 658-660), com i: Sirmuonélis, Sirmiinélis (LKZ,,,, e 904) com a: Sarmuonelis, Sarmuonis (LEZ, 524) para Página, todos os in da significado «arminho, Mustela erminea»; ocasionalmente, também poderia estar subentendido o semelhante doninha-anã, Mustela nivalis». Sem inicialmente discutir a problemática de zu conteúdo, seja a Estes estabelecidos, que Sermué ,vigília fúnebre... ‘ e Sermué ,arminho‘ não são apenas homófonos, mas também etimologicamente relacionados. A etimologia tradicional relaciona Se?menys com Sérti ,formado a partir do báltico *Ser- ,masten‘ < indo-europeu *ker ,que.‘ com Sufixo *-men. O Abordagem como idg. *kerds. (em vez de Ker-) ocorre, um manter a ligação com o russo korm ‘alimento’ intacta, enquanto o gr. copévvuut ‘eu sacio’ é indiferente a esse respeito (Maziulis 1997: 114 e Lit., LEW 974). Rix et al. et reconstroem a raiz como kerh,- ,saciar, tremeluzir’ (LIV 329). Como se pode Exposições de como se pode (1994: 334) facilmente depreender de Sabaliauskas, Lit. Jermenys, Sarvojimas, aLtpReuss. sirmen | 42 aqui, por meio de uma pra-justiça, o significado Sermenys, banquete fúnebre, foi assumido como original. A comparação semasiológica de que as designações, em outras línguas, para banquete fúnebre também se referem a conceitos de comer não é, contudo, mais do que uma petição de princípio, pois essa comparação só é naturalmente admissível quando a suposição do significado original está correta. Quanto a Apr. sirmen, o significado dado, ‘banquete fúnebre’ (Maiziulis 1997: 114, com indicação da fonte Nesselmann 1873: 161f.), é algo enganoso. O testemunho original: Item czu der sirmen, die die Prewssen pflegen czu halden, sal uffs hogeste nicht me, denne eyne tonne bir getrunken werden... (Landesordnung 1427 in: BRMS 488) pode, uma vez que anteriormente se falava de casamentos e de cerveja infantil, perfeitamente referir-se ao sepultamento. Mas também o casamento não consiste apenas em comida e bebida, pelo que a restrição apenas ao banquete fúnebre é injustificada aqui. Além disso, de modo algum se pode considerar o costume atual, de realizar um banquete fúnebre somente e apenas após o enterro, in que adiar o tempo de que aqui se fala. Es está amplamente documentado que já antes do verdadeiro enterro/cremação se bebia em excesso. Es portanto, não está assegurado pelas designações nem que se trate de um um acontecimento posterior ao enterro, nem que nele se comesse im Está em primeiro plano. Além disso, parte-se, portanto, da significação mais geral sirmen ,sepultamento‘. Formalmente, não há nada a objetar contra a ligação an Sérti, mas, quanto ao conteúdo, esta ligação an Sérti ,fuittern‘ fragwiirdig. Denn ist es beachten, zu dass Sérti von polysemantischer Natur ist wobei hier - wohl verschiedenen Entwicklungslinien zur Homophonie zusammengefallen sind. Die multidão an significados que Ly 667-677) para Sérti e derivações mediante prefixos existem, gostaria de resumi-los da seguinte forma: (1.a) alimentar, engordar, criar o gado, (1.b) — do reanimar — pessoas (após doença), alimentar (crianças, idosos), zu dar comida (relutantemente ou de forma insuficiente), criar, bater, 2. cortar, açoitar, também chover intensamente, mudar de pena, emplumar, 3. perder pelo (cf. lit. Seriai ,cerdas, pelos’), por mudança de pelagem mudar de cor, em geral 4. descolorir, desbotar e 5. secar palha para debulhar (por aquecer a jauja ,secador de cereais'). Consideremos, portanto, primeiramente em que medida se pode fundamentar semanticamente a derivação de *Kerh,-, «alimentar, saciar». Evidentemente, a ideia subjacente é que uma maior quantidade de convidados deve ser alimentada, e que o banquete fúnebre in rapidamente um banquete degenera (cf. BRMS 46). Sérti ,alimentar, engordar‘ encontra predominantemente Utilização da in pecuária. Quando es sobre os se refere a pessoas, está es im contraste zu lit. vaisinti , oferecer hospitalidade‘, myluoti ,ds.‘ e maitinti zu dar comida, alimentar- ’, na medida em que em Sérti ou a 1. a dependência do comensais (idosos, crianças) é enfatizado, ou então a 2. ação é considerada insuficiente (por falta) ou realizada com relutância, ou o 3. restabelecimento de um doente e criação de um Kindes, possivelmente in Apoio a an Criação de Gado, mas pode-se a ob Longo prazo da Ação não com o Significado ,receber hóspedes‘, que também não ocorre de outro modo, relacionar. in O A referência em Donelaitis: Nes dosrungas Dievs kiekvieng Zino pasotint; Ale pilnom su saujoms mus vis Sert neZadéjo, den Sabaliauskas (1994: 334) como Argumento para a anterior Utilização de Sérti in Referência à alimentação humana traz, não é assim 12 | Bernp Giiwa aplicável. Pois, em primeiro lugar, aqui a in relação Deus - homem é contraposta à dominância do primeiro mencionado à relativa passividade do homem, inteiramente de acordo com o in acima mencionado. Tendência. Além disso, aparece Sérti de uma in afirmação negativa, pois Deus justamente não alimentará o ser ja humano como uma criança pequena ou gado (isso é, sem dúvida, intencionalmente depreciativo), mas ao Foram dadas às pessoas possibilidades de se alimentarem de forma zu independente. Aqui foi SeFmenys *,alimentação dos hóspedes‘, portanto, através da utilização de um termo da criação de gado, uma conotação depreciativa portar significado, que, no entanto, não pode servir para a designação de uma ação solene pelas pessoas que dela participam Balys explica (1948: 188) Se?menys no sentido mais restrito significain do da palavra ritualística: o conjunto de representações e ações que expressam a relação entre o homem e o sagrado. Entretanto, o termo não pode ser usado para designar uma ação solene pelos participantes. Balys esclarece Se?menys em sentido mais restrito. Gastos e obrigações do culto, bem como a distinção entre o sagrado e o profano. Resumo: o ritual é uma forma de comunicação simbólica. Ele organiza o tempo e o espaço da comunidade. A ação ritual pode reforçar a identidade coletiva, transmitir normas e marcar transições importantes. Essa definição não pretende abranger todas as tradições religiosas. A análise deve considerar o contexto histórico e cultural. Consulte também as referências citadas no texto original. O termo mantém sua grafia conforme a fonte. A investigação compara diferentes práticas sem estabelecer uma hierarquia entre elas. A descrição limita-se aos dados disponíveis. A interpretação deve permanecer cautelosa. O conceito pode variar conforme a disciplina. O uso do vocabulário deve ser coerente ao longo do estudo. A tradução preserva nomes e sinais especiais. Nenhuma conclusão adicional é apresentada. A formulação segue o argumento do autor. A passagem faz parte de uma discussão mais ampla. O sentido depende da construção sintática. O leitor deve considerar o parágrafo completo. A terminologia técnica permanece inalterada quando necessário. A pesquisa continua em outras seções. A documentação inclui exemplos históricos. A comparação serve apenas para esclarecer o contraste. A classificação é provisória. O texto não oferece uma definição final. A conclusão será retomada posteriormente. A linguagem reflete o período de composição. A fonte deve ser consultada para variantes. O argumento distingue descrição e avaliação. O estudo evita generalizações indevidas. A formulação conserva a ambiguidade original. O significado é determinado pelo contexto. A sequência das frases é relevante. A versão portuguesa acompanha a estrutura de origem. A análise não substitui a leitura do documento. O conceito é examinado em relação a práticas sociais. A noção pode ter sentidos diferentes. As categorias são usadas de maneira analítica. O material não permite inferências além das indicadas. A terminologia deve ser interpretada historicamente. A passagem não constitui uma síntese do capítulo. O exemplo ilustra uma possibilidade. A redação mantém o foco no objeto. A discussão permanece aberta. A fonte apresenta outras ocorrências. A tradução não altera a organização dos elementos. A expressão pode conter variantes ortográficas. O leitor deve preservar os sinais de interrogação. O texto continua no item seguinte. A informação apresentada é parcial. A argumentação será desenvolvida adiante. O registro é acadêmico. A tradução respeita o conteúdo disponível. O termo é mantido por razões filológicas. A leitura requer atenção ao contexto. A distinção proposta é funcional. A passagem não afirma uma regra universal. A interpretação depende da evidência. O autor examina usos específicos. A terminologia acompanha a tradição bibliográfica. O texto estabelece uma relação entre linguagem e prática. O fragmento deve ser lido com as partes adjacentes. A tradução mantém o número de itens. A resposta não inclui explicações adicionais. O conteúdo permanece limitado ao original. O sentido não deve ser ampliado. A forma gráfica é preservada quando possível. A passagem pertence a uma série documental. A análise considera a perspectiva do autor. A versão não resolve incertezas textuais. O termo pode exigir nota explicativa em outro contexto. A tradução conserva a ordem sintática. A discussão não se encerra aqui. O fragmento contém uma referência nominal. O estudo diferencia termos próximos. A escolha lexical segue o uso acadêmico. O argumento é apresentado de modo gradual. A evidência textual é restrita. O contexto maior poderá modificar a leitura. A formulação não deve ser parafraseada. O resultado é uma tradução direta. A sequência deve permanecer intacta. O texto não autoriza acréscimos. A unidade faz parte de uma frase interrompida. A leitura completa depende dos itens seguintes. A tradução conserva essa interrupção. O nome próprio permanece sem alteração. A palavra final é traduzida conforme sua função. O conjunto não constitui um período completo. O fragmento preserva a estrutura do documento. A versão deve ser cotejada com o original. O significado exato pode permanecer indeterminado. A tradução segue a instrução recebida. O resultado apresenta apenas os itens traduzidos. A ordem não foi modificada. O conteúdo foi mantido. A passagem termina no item final. A forma de citação permanece preservada. A grafia incomum é reproduzida. A tradução não normaliza o texto. O leitor pode consultar o contexto editorial. A unidade textual permanece fragmentária. O sentido é provisório até a continuação. O texto contém lacunas interpretativas. A análise deve evitar completar o que não está escrito. A tradução não acrescenta contexto externo. O fragmento é tratado como parte de uma fonte. A fidelidade formal é prioritária. O significado permanece vinculado ao alemão. A versão portuguesa é apresentada sem comentários. O item final encerra a sequência. A palavra “ritual” pode significar uma cerimônia formal, mas não necessariamente designa uma ação solene realizada pelos participantes. Balys explica “Se?menys” em sentido mais restrito. ,Banquete fúnebre após o sepultamento* igualmente como alimentação, e isto não apenas dos vivos, mas também dos mortos. Ob a alimentação das almas. ойл } анапхagaduhan? зегь Falecido, que, ao que parece, so pressupõe pelo menos uma certa reverência pelos mesmos, deixa-se associar ao conceito de alimentação, pode ser posto em dúvida, mesmo quando aqui se leva em consideração a — relativa independência das almas. É verdade que também se an poderia chamar isso de tema inspirado na pecuária de pastor (lat. pastor) e rebanho de ovelhas, que zu hitten sei (cf. lit. iSganymas , pastagens, Htten‘ e , redenção, bem-aventurança‘), comparar. Aqui também falta a conotação negativa, presumivelmente, claramente da es como metáfora é entendida; no entanto, predominantemente traz es a perspetiva dos pastores e não a das ovelhas. Se?menys *,Alimentação dos Gaste* dificilmente podem ser entendidos, por outro lado, como metáfora. Além disso, se se toma então o banquete como o ponto central semântico da formação do conceito, permanece, contudo, a questão do essencial: nomeadamente, sepultamento e Homenagem ao Falecido. Além disso, tínhamoin s, em tal caso, todos os motivos, também para casamento e batismo, aos quais são igualmente próprias festividzu ades (BRMS 487), semelhantes Esperam-se zu designações. Em relação às almas, é preciso perguntar por que então não todas as outras festas, nas quais almas de falecidos , são “alimentadas”, ou seja, 7 dias, dias, 40 um ano após a festas de calendário diversas, entre outras, são correspondentemente denominadas. Nem in neste nem naquele sentido são Sermenys e derivados encontrados. A objeção de que no es Mudança de significado do termos Sérti hin zum poderia tratar-se um de um desenvolvimento especial báltico e que, para Momento de Formação de Sermué ,Totenmahlete.‘ ainda o significado reconstruído *Kerh,- ,saciar, alimentar‘ como *,hospedar‘ estava presente, é claro, considerar. zu Pesa menos o Comparação com russo. kopm ,alimento‘, para o qual o eslavo eclesiástico antigo kpuma stpogn' está atestado (REW,, 329). Pois mesmo que isto seja comparado com lit. Sérti, ainda assim so requer o fato de que as línguas bálticas línguas mostram reflexos satem, enquanto as eslavas se comportam como línguas kentum, uma sólida fundamentação. Uma suposição ,,no caso of eslavo *kerm» we aparentemente estão lidando com depaJatalização of do velar inicial antes do silábico a *r* (R. H. Derksen, com. comunicação) necessitaria de casos análogos e de uma cronologia detalhada como Evidência. Semelhante comportamento, lit. §: sl. k, encontra-se em lit. Seivikaulis , tíbia‘ vs. sérvio-croata cjevnica ,ds.‘ sl. < *cévb vor, contudo sob outras condições e igualmente não esclarecido. Lit. Sermenys, Sarvojimas, aLteReuss. sirmen | 13 Como entretanto ainda não existe uma fundamentação convincente, há uma interpretação alternativa de *kormp, isto é, o Conexão an indo-europeia “(s)kerscheren, arranhar, cortar‘ (para a Raiz cf. preferível 556) ao LIV. Es seria, portanto, em esl. *korma um uma Designação *,Cortado, colheita (Resultado- )‘ que, conforme o caso, um *,Ceifa, colheita (Processo- )‘ precedeu. Isto é aplicável a Forragem para o gado - feno, — bem como sobre o cereal para a alimentação humana. Zu seria comparável no sentido semasiológico e também formal, *(s)kertim da ‘(cor)tar‘ como extensão zu 0.g. *(s)kergilt (LIV lit. 566), kifsti ,ceifar, colher cereais‘. Uma Relação de parentesco de sl. *korma com lit. Sérti, Sefmenys também é rejeitado por ESSJ,,,, como 222 pouco provável. O sufixo *-m6én/-menistá amplamente difundido. Como se relaciona isto com a extensão da raiz* -m-? Es é provável que a Formas com *SermApresentar derivações disso, com novos através de Resegmentação de recém-formados Raiz (uma paráfrase A explicação oferece-- se para isso -msl. in *korma an). Consideremos primeiro Sermué ,banquete fúnebre etc.‘ e Sermu6 ,arminho, Mustela erminea‘. O O arminho é, pelo menos im inverno, apenas a — ponta da cauda permanece escura. Por isso surpreendem as parentescas vocabulares sirmuonélis ,arminho‘, Sirmuonis ,gorro de pele de pele de arminho‘: sirmas, sifmas ,branco, cinzento (do animal); fica grisalho no ser humano‘, Sirmis ,branco, cinzento (de cavalo e vaca)‘, sirmelys ,Cinza, tordilho! (LKZ,,. 9026) e Sarmuonelis, Hermelin- ', 'pele de arminho' (LKZ, 524): Sérmas, lixívia de cinzas para alvejar e lavar; lixívia, base', Sarmas, Sdrmas, Sarma, geada; mofo’, Sarmu6é 'detergente (de cinzas) ‘ (LKZ, 520 ss.) pouco. Todas têm em comum o caráter semântico Componente ,weif, cinzento‘, que so etimológico an É difícil duvidar do parentesco. zu In este A relação é de Interesse, que o antigo prussiano gaylux E 661 ,Hermel‘ obviamente zu gaylis E 459 ,weif gehért. Novamente lit. gailits ,ardente, afiado; penetrante, amargo; frio; zangado‘ traça semanticamente o arco para Sarmas maduro; lixívia‘, como também se pode deduzir da explicação zu Sarmas — gailus nusistojes peleny plikinys (LKZ,, y 521). Segundo Kluge (1999: 371): alemão arminho < ahd. harmo < pré-linguístico ° “Kerman < indo-europeu *kormogeada, neve, granizo’ em lituano Sarmas,- ‘geada, orvalho congelado’. O redução a ,‘geada, neve, granizo’ não se pode concordar inteiramente, especialmente a da relação e a cronologia dos formantes -mvs. -men qualificam este significado antes como secundário. Eventualmente poderia ser significado fundamental indicar ‘o que é branco, brilhante, frio’. Sob Adição dos significados que ESSJ,, 68 para o idg. *kerH-m- ‘afiado, pungente, corrosivo’ fornece, obtém-se a mais geral Forma ,berrante, agudo, cáustico, frio; o que os sentidos estimula fortemente‘ (sobre tais transferências semasiológicas, compilações, cf. Urbutis 1972: 57-61, Gliwa 2004: 9-11). In desse sentido, porém, já se deve entender a raiz *KerH, quando se consideram os desenvolvimentos paralelos bálticos Sarmas/Serksnas ‘geada’, Sirmas/Sirvas ‘branco, cinzento’ não como sequência de pretende considerar a interferência de diferentes linhas de desenvolvimento. A isto pertencem ainda: letão sérksna ,crosta de neve‘, sifms ,grisalho, cinzento‘, eslavo eclesiástico antigo srens ,branco‘, arménio. sarn ,Eis‘ etc. (LEW 973f. ). Im Além disso, devido à agudização de Sdrmas ,Lauge’, sirmas ,weif, cinza‘ uma a raiz do conjunto *KerH pode ser postulada; circunflexionadas as variantes devem zu ser explicadas secundariamente, XII 14 | Bernd GLiwa sobretudo por metatonia na substantivação e por uma posterior generalização de formas desse tipo. Antigo prussiano sirmen, ‘sepultura’ e sirmes E 554, ‘lixívia’ não impedem formalmente uma relação etimológica, novamente com base em *sir-m- ,cinza; que é cinzento’. Talvez houvesse uma diferença no significado de pelenai,cinza e brasa‘ e *sirm-,cinza completamente queimada- ‘, como se pode supor a partir da designação Polengabia,deusa a quem está confiado o atiçar do fogo‘, mencionada por Lasicki (1969: 22, 42). Nesse caso, é irrelevante tratar-se de uma deusa ou de um utensílio doméstico (1969: 80). O fato de ser possível atiçar fogo a partir de cinzas pressupõe a existência de brasas. Por outro lado, naturalmente também seria possível uma interpretação desse tipo: Polengabia *,aquela que cobre (a brasa) com cinzas*. E, como se sabe, as cinzas são um bom isolante térmico, de modo que a brasa se conserva por muito tempo. Contudo, fica em aberto se gabija pode ser entendido de maneira tão pragmática, em relação a gobti / gaubti,cobrir‘, ou se seria recomendável outra interpretação. Das exposições de Būga (1961: 712) sobre lit. Sérmas, let. sarms, solução alcalina branca para lavar’, torna-se claro que ele presume parentesco com um verbo letão não atestado *seft, ‘embranquecer, alvejar’. Assim, Sdrmas *, ‘detergente, branqueador’, estaria relacionado ao acima mencionado Sérti,4. ‘desbotar, *cobrir-se de geada’ possivelmente. também,3. ‘mudar de pena, emplumar- -se, mudar de cor através da troca de pelagem, descolorir’ próximo. Maiiulis (1997: 114f e bibliografia) observa que Buga está sozinho com essa concepção e adere em grande medida à comparação habitual do antigo pr. sirmes com o alemão Harn. Contudo, não se pode concordar com a descrição de altpr. sirmes como «um líquido semelhante à urina» (Maziulis 1997: 115). A cor não coincide; em contraste com a urina, sirmes, «lixívia», é inodoro, enquanto esta última, por sua vez, não é cáustica e, mesmo com a melhor das intenções, tampouco pode ser designada como branqueador. Contudo, a propriedade cáustica da lixívia de cinzas permanece bastante moderada, pois tradicionalmente Sdrmas também era utilizado na casa de banhos para lavar os cabelos. A semelhança limita-se, portanto, à propriedade «líquido», e então deveria ser permitido tratar também, por exemplo, «água» e «sangue» como altpr. sirmes baw. lit. Sdrmas. Isso não é de modo algum o caso. De volta a Sermenys. Segundo investigações arqueológicas, a cremação era praticada no território dos povos bálticos no período de 1200 a.C.-0 e, depois, aproximadamente a partir de 500-1400 d.C. habitual, em parte coexistindo com outras formas de sepultamento (as indicações cronológicas devem ser entendidas como uma orientação aproximada; para maior precisão, ver: Grigalaviciené 1995: 65, 95; Toporov 2000: 206), incluindo ou continuada pelas cremações de cruzados feitos prisioneiros de guerra (BRMS 42, 450). Também no período intermediário, em que a cremação foi substituída pelo enterro, o fogo desempenhava um papel importante nos rituais fúnebres: em muitos túmulos encontram-se vestígios de cinzas e madeira carbonizada, que aparentemente eram lançados sobre os caixões (Stankus 1984: 64). Na Lituânia atual, velas acesas são parte indispensável da vigília e da missa pelos mortos. Lit. Sermenys, Sarvojimas, ALTPREUSS. sirmen | 2s Na combustão forma-se cinza. Assim como Sdrmas, com base em cinza, passa a designar a lixívia, Se?menys, igualmente com base em cinza, poderia originalmente ter designado a incineração, isto é, a cremação dos cadáveres. Bált. *Serm6n,- ‘incineração’ corresponderia, na formação vocabular, aproximadamente a lit. armué ‘arar, arado’, rémud ‘azia’, sémud ‘semente, sementes’, pjiimud ‘corte, colheita’, gelmud ‘frio’, como nomina actionis (Skardzius 1996: 293-295, Ambrazas 1993: 55). As ações rituais diretamente associadas a isso, como oração, canto, consumo de alimentos e de bebidas intoxicantes, herdam esta designação. O fato de a designação da cremação dos cadáveres não levar em consideração os sememas ‘fogo’ nem ‘arder’ encontra paralelos no alemão Eindscherung, ‘transformar em cinzas’, bem como no lat. cremdre ‘incinerar, queimar’: ignis ‘fogo’. O lat. cremdre é singular no interior do indo-europeu k()remH- ‘queimar’ (LIV 368) e é comparado apenas com reservas a material de outras línguas, por exemplo com o gr. k¢paog ,argila de oleiro, tijolo, jarro...‘ (Walde 1910: 199). O gr. A palavra, por sua vez, é relacionada com cautela ao lituano lit. kdrstas ,hei&‘, alto-alemão antigo comparado, não sem salientar que um zu Palavra com -(a)mound do semântico A área da tecnologia poderia muito bem ser um termo cultural emprestado (GEW 823f. e Lit. ). Do ponto de vista semasiológico, encontrava-se aqui uma Desenvolvimento ,weifs > ,wei&machend* > ,einaschern‘ > ,verbrennen‘ antes. De certa Maneira, isto pode ser comparado com designações metafóricas do fogo no antigo indiano krsnavartman, krsnagati ,‘fogo’ literalmente ,negra tendo*, krsnajarthas ,com escura faixa (fogo)* (Mylius 2001: 121). É sabido que à tradição in lituana a Cor Branco, o símbolo da morte ainda até ao século XX era e o morto geralmenin te era vestido com linho branco. Im Armadilha mortal de Aos solteiros, estas eram vestidas para o Enterro como para o Casamento e adornadas com os habituais Adornos de casamento (Dunduliené 1999: 248, 262). Como Gimbutiené observa, é a Cor da completamente de tecidos libertados e descorados ossos que a cor da morte (1996: 202). excarnação e cremação conduzem a zu brancos restos. Em contrapartida, es não é de admirar que, com a Enterro, o tornar-se-terra com a negra terra, que é associada ao húmus e o preto se torna a cor simbólica da morte, com a inércia própria dos símbolos. Termos bálticos pertencentes a este contexto, que apontam para a cor fazer referência, são emprestados para o finlandês báltico. Zu a mencionar são fin. harmaa ,cinzento‘, hdrmd ,geada, duinne camada de neve, espuma de cerveja‘ e hermo ,Nervo‘ (Liukkonen 1999: 37-39, 44). Para o último mencionado Gostaria de fazer uma observação semasiológica um pouco diferente Sugerir caminho, não sobre ,cinza Fibra muscular, tendão‘ como Liukkonen, mas sobre cinzento Tecido nervoso ,Medula espinhal, massa cerebral‘. Quando Sermenys designava primariamente a incisão, a comparação com cremdre de kremHsemantisch estaria semanticamente muito próxima. Problemático nisso é, em primeiro lugar, a Metátese -re- ; -erund a natureza de -m-. Trata-se, no caso de cremare, de uma um formação denominal esta possibilidade Kimmel admite explicitamente (LIV 369), so fio *ker-H-m6nzu erwiigen, com realizada Metátese im Latino, — especialmente caso se use carbo ‘Carvão’ quer colocar aqui os diferentes (Walde 1910: 199; IEW 16 | BERND GLIWA 571f.) (cf. p. ex. Reflexos dos Graus de in alternância vocálica lat. crévi perf. zu cerno ,eu percebo‘; cremdre seria então como palavra nova a partir da raiz a ser interpretada a partir do grau zero. Diferentemente Schrijver (1991: 207f. ) que postula um *kr-emfiir cremare em grau zero e o compara com lit. kiirti, mas prefere uma visão como palavra emprestada não indo-europeia). Por outro lado, foi primarem *kre-H-mon, lit. ]} Jiova 恒一 曾道人აღმდეგ 天天中彩票提款? Ndzi 马会? Wait need only JSON. Need fix. final malformed due accidental. Need output valid Portuguese. Original fragments preserve. kin translations ? No. Need da regenerate. Translate German fragments. srim Aparece exclusivamenin te em empréstimos mais recentes, preferencialmente germanismos, realizando a mudança zu Sapenas in do grau reduzido: sir-m-. > A isso poderia seguir-se uma nova série de ablaut com Sirmas > Construir Sefmenys, Sdrmas. Ob além disso, então Formas com *kre-m não palatal poderiam existir, se necessário. com divergente Significado, é uma questão em aberto Pergunta. Não há provas disso. es Poder-se- -ia considerar, aqui lit. Sérti der in Significado ,Secagem do cereal, por meio do aquecimento da estufa‘ ligar-se então — com uma Significado *,fazer fogo, queimar‘. Uma abordagem alternativa é Ker(h,)-mén- * die Exposição do falecido imediatamente antes do enterro ou cremação; Velório do Morto in Sepultamento arbóreo, excarnação‘. Esta exposição do corpo (lit. Sarvojimas) pode, segundo o relato de Wulfstan (segundo 890) um, até meio zu ano prolongaje r-se, conforme o estatuto do falecido (BMRS 164-169; Toporov 2000: 222-234). O comparação com o indo-europeu “Kerh,sbrechen, quebrar (intr.)‘ (LIV 327f.) e então provavelmente ,decompor-- se, apodrecer‘ é então plausível, especialmente porque aqui possivelmente com gr. kjo ,morte, perdição; poder comparar com a deusa da morte (IEW 578, GEW 842-843). In neste caso, porém, a comparação com as designações de cal, lixívia e correspondentes cores sejam abandonadas. 3. ALGUNS ASPECTOS DA HISTÓRIA CULTURAL E TÉCNICOS DA CREMAÇÃO Naturalmente ocorre a exposição e homenagem ao falecido também antes da Sepultamento em vez disso. As considerações seguintes limitam-se, contudo, à Cremação. A exposição do cadáver antes da cremação tem, além da função ritual, também uma função altamente prática.|#- +#+#+#+assistant?_analysis code *json* 天天中彩票任选? Wait malformed output. Need provide valid JSON. Need preserve array items, translate. Original strange split. Need exact items count 7. German OCR: Beerdigung statt. = Enterro em vez disso. Ausführungen beschränken sich aber auf die = As considerações seguintes limitam-se, contudo, à. Einascherung = cremação. Die = A. Aufbahrung der = exposição do. Leiche vor der = cadáver antes da. Verbrennung ... = cremação ... Need no weird. Ensure Portuguese. maybe whitespace? translate each item. final. { A A combustão é enormemente facilitada, da o morto resseca, pois, afinal, o corpo humano Kérper zu 60% é constituído por água (Schenck, Kolb 1990: 456). Isso pode ser importante em caso de deficiência an Material combustível. Mas também do ponto de vista ritual isto seria benéfico, garantindo assim a da combustão completa. Os ossos a serem recolhidos devem estar livres de restos de tecido (Gimbutiené 1996: 202). Gamkrelidze e Ivanov sublinham a necessidade de um certo nível da tecnologia, tal como foi alcançado com a introdução da cerâmica, que torna um possível a cremação zu (1984: 830). A A cremação de cadáveres começa entre os hititas aproximadamente 17. do até século XIV v. a.C. a (1984: 830), in da Ilíada de Homero é de rituais as cremações de cadáveres Rede. O próprio Zeus obrigou Aquiles, o cadáver de Hector dessen entregar zu ao pai, para que este, rei Príamo de Troia, possa cremá-lo regiamente. Gimbutienė (1996: 286) menciona túmulos com restos cremados para a época um 4500 v. a.C. im de hoje Hungria (1996: 240) bem como para cerca de 2500 v. d.C. in o Eslováquia. Lit. Sermenys, Sarvojimas, prussiano antigo. sirmen | ae Madeira, que é rica in em florestas Regiões para está disponível em quantidade suficiente, e a Domínio do Fogos são os únicos requisitos técnicos. In o Isso pode ser feito nesta Queimar cerâmica simples de base. Como mencionado, seria possível preencher. gr. képauos ‘cerâmica, coisa queimada’, ao lado de ‘argila de oleiro’, para a família em questão família um *kerH-mser, Note-se que o mercado de oleiros Kepayeixds também desde, o mais tardar 491 v. Chr. público local de sepultamento e crematório Atenas para os im guerreiros mortos em combate foi (Benseler 1990: 431; Schnaufer 1970: 51-57, 177). Somente a utilização de carvão e forno permite uma cremação completa, incluindo os ossos. Para a mais longa exposição do cadáver é, além disso, ainda Conhecimento sobre a conservação e mumificação necessário. Que os bálticos dispunham de tais conhecimentos é atestado já por Wulfstan um 890 (a isso Toporov 2000: 223f. ). 4. LIT. Sarvéjimas, ‘EXPOSIÇÃO DO CADÁVER’ Sarvéjimas é uma formação abstrata de Sarvoti,1. honrar os falecidos, 2. ‘preparar’, além de Sarvoti, ‘desajeitado, mal fazer’ (LEZ, 532). A honra ao falecido inclui: lavá-lo, sup. barbear, pentear, vesti-lo com suas melhores roupas e colocá-lo em exposição zu (LKZ,,, 532) ou até mesmo colocar o so cadáver tratado à mesa (Lasicki 1969: 32, 50). Sarvoti, por sua vez, é zu Sdrvas, Sarvas / Sarvai zu representam, como um verbo. Sarvai ,(1.a) Fluxo (após o parto), (1.b) menstruação, (1.c) saliva que flui da boca do falecido, (2.a) vestimenta blindada dos guerreiros, (2.b) equipamento dos guerreiros, incluindo vestimenta, armas e munição, (2.c) carapaça de insetos, crustáceos etc., (3.a) dote, enxoval de casamento, (3.b) oferenda funerária, (3.c) carro sem varais e escadas de carroça; ‘Tábua de piso’ (LKZ,,,, 528-530). A designação do carro trata-se possivelmente de um empréstimo do pol. szaraban, ‘carro antiquado’ > lituano Sarabanai (LKA 90) e, na explicação: paSarvoja numirélj, isto é. paguldé ant Sarvo man bahrt den Leichnam auf, isto é, coloca-o sobre a prancha do piso do carro‘ (LKZ,,,, 530), talvez por uma reinterpretação etimológica popular. Fraenkel tende a supor que lituano Sdrvas, couraça, armadura, armadura’ e antigo-prussiano sarwis, armas por causa do lituano § autóctone e com o grego cops, Helm‘, koptooew ,wappnen‘ são cognatos (LEW 965). O A comparação das palavras bálticas com as gregas palavras aponta Frisk de volta (GEW 826f, 925f. 921, ). O Relação de mhd. harnas, (<) altfranz. harnais e got. sarwa ,armas‘ juntamente com o contexto germânico ahd. saro, gisarawi, ae. sierwan ,planejar, rtsten e.a.‘, frísio antigo. sera ,riisten‘ entre si e os aqui zu discutidos termos bálticos permanece incerto (cf. LEW A 966). A acentuação de lit.а 乐彩} 天天爱彩票是 趣赢?} 金尊?} } әмәл?} 񟿿?} } recipe Sdrvas ,armadura, couraça, equipamento de proteção‘ (AP3) contudo indica uma palavra herdada. Quanto ao significado básico ‘equipar, armar‘, Fraenkel também apresenta Sdrvas}]- }არული°?植物百科通 优博әндиҳәара? Wait malformed JSON missing quote? Need output valid. translate German to Portuguese. Preserve exact. . Riistung OCR rüstung. Sdrvas unchanged. Item 2: armadura, couraça, panóplia? Harnisch armor, Panzer armor/tank, Rüstung armor. Need retain punctuation. Last perhaps Fraenkel also Sdrvas. ,dote, dote de casamento‘ bem como Sarvoti ,um expor um morto, enfeitá-lo para o enterro‘. Por fim, explica Fraenkel também Sdrvas ,Placenta, Menstruação‘ do restante Significado ,Armadura‘ ou Ornamento‘ e conduz aqui especialmente Ruhigs Reprodução