Dėl daiktavardinėmis „kaip“ konstrukcijomis reiškiamos antrinės predikacijos pobūdžio
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Acta Linguistica Lithuanica LVII (2007), 123 -160 Observações Remarks Sobre a natureza da predicação secundária expressa por construções como com sintagmas nominais 0. No quinquagésimo sexto número da revista Acta Linguistica Lithuanica foi publicado o artigo de Loreta Vaičiulytė-Semėnienė, «Construções como com sintagmas nominais como marcador analítico de predicados- »*, que complementa significativamente as publicações lituanas, ainda não muito numerosas, sobre questões de predicação secundária. Esta publicação representa mais um passo em frente na modernização da base conceptual da gramática da língua lituana. Como já indica o próprio título do artigo, a autora procurou прежде de tudo determinar as prioridades da marcação morfossintática dos predicados secundários. A análise dos dados da língua lituana mostrou que, na maioria das vezes, as construções predicativas como com um sintagma nominal (doravante como + SN — R. M.) marcam significados circunstanciais, e que a razão mais característica para marcar a inclusão do sujeito ou do objeto na predicação de toda a frase com esta forma analítica é a causa. Para os complementos predicativos, ao contrário, é mais característico o uso do caso instrumental. Essas conclusões confirmam as hierarquias de marcação predicativa e de sua integração na predicação principal citadas no artigo e elaboradas por Hentschel (2005, 2007) (t. y. (frase verbal) Tudo isso finalmente ajuda a autora do artigo a formular uma importante conclusão de natureza empírica: quanto menos o predicativo secundário está integrado na predicação principal, mais se tende a jj marcá-lo analiticamente, no caso em - questão como + DF construção. No entanto, antes de realizar a pesquisa empírica, a autora do artigo também teve de empreender certo trabalho teórico — reformular, nos termos da predicação secundária unificada, aquilo que nas descrições gramaticais da língua lituana até então era denominado de várias maneiras: adjuntos simples ou causativos, partes nominais do predicado ou modificadores predicativos, construções comparativas (de identidade) ou circunstâncias. Alguns aspectos teóricos da predicação secundária chamaram a atenção do autor destas observações ao ler o artigo. Mas sobre isso, por ordem. 0.1. O tratamento desigual das construções em questão nas obras de gramática da língua lituana deveu-se, em parte, ao fato de que, tradicionalmente, elas são discutidas em diferentes seções, destinadas a funções gramaticais distintas (isto é, às chamadas partes da oração). Baseando-se nos trabalhos mais recentes dedicados à predicação secundária, a autora do artigo critica 123
Observações avalia esta tradição lituana, revelando certa inadequação dos conceitos empregados para caracterizar as construções + DF e o sincretismo indesejável da categorização gramatical que daí decorre em parte, quando fenômenos gramaticais essencialmente diferentes não são suficientemente articulados com clareza e se tenta abrangê-los por meio de um único conceito. Por exemplo, tal conceito de definição pouco clara, na Gramática da língua lituana contemporânea (Ambrazas, ed., 2006) transforma-se em “construção comparativa (de identidade- )”. A autora do artigo observa acertadamente que as construções como + DF caracterizadas na Gramática por meio desse conceito, na realidade, não expressam comparação alguma: a natureza da predicação expressa pelas construções em questão em frases como Senoji Pikčiurniené visoje apylinkéje garséjo Karp gera sopure e em frases como Jis atvyko j sostine kai pastuntinys não difere essencialmente em nada, embora os autores da Gramática não reconheçam significado comparativo senão nas primeiras e as chamem de atributos predicativos. I8 tiesy em todas essas frases são usadas como construções + DF, exprimindo uma predicação secundária (daí também o termo predicados secundários), estão sintaticamente relacionadas com o predicado principal (por uma relação de complementação ou modificação) e semanticamente com um dos seus argumentos. Com isso, essas construções diferem das construções comparativas + DF, que, embora também exprimam uma predicação adicional (ou secundária), funcionando na frase (geralmente, de modo) como adjuntos adverbiais, apenas modificam o predicado principal, não estando orientadas para a especificação de nenhum dos seus argumentos. 0.2. Ao caracterizar as construções não comparativas + DF em termos de predicação secundária, a autora do artigo, na sua investigação posterior, distancia-- se tanto dos tradicionalmente chamados apostos, cuja predicação, na sua opinião, se exprime não no nível da frase, mas no do sintagma nominal, como também das construções comparativas + DF de função, para as quais é mais adequado o termo tradicional de adjuntos adverbiais, e não o de predicados secundários. No artigo, são examinadas sucessivamente as relações sintáticas’ das construções predicativas + DF e as suas funções gramaticais na frase. Com o verbo predicativo da frase, essas construções estão ligadas ou por uma relação de complementação — sendo então caracterizadas como predicados obrigatórios (secundários) — ou por uma relação de modificação — falando-se então de predicados livres (secundários). Estes, segundo o grau de inclusão na predicação principal da frase, subdividem-se ainda em depitivos e ‘ De acordo com a tradição gramatical lituana, para as construções em questão deveria ser constatada uma „relação sintática dupla“: de concordância com o substantivo sujeito ou objeto e de regência ou ligação com o verbo predicativo. Sobre o caráter defeituoso do conceito de „relação sintática dupla“ escreveu-- se várias vezes ultimamente, cf. Holvoet (2005: 157-161); assim também Holvoet, Judzentis (2005: 29, nota 27); Holvoet, Tamulionienė (2005: 123, nota 7). 124
Observações sobre os predicativos circunstanciais (ingl. circumstantials). Essencialmente, a mesma abordagem da sintaxe dos predicativos secundários e das suas funções gramaticais é seguida também no terceiro volume da Gramática da língua lituana, onde estas questões são discutidas num artigo separado (Holvoet, Tamulionienė 2005: 117–137). No que diz respeito aos predicativos secundários livres, afirma-se aqui que, embora todos eles estejam ligados por uma relação de modificação ao verbo da oração, alguns são semanticamente mais orientados para um dos argumentos do predicado principal (sendo assim incluídos no âmbito da predicação principal), enquanto outros se orientam para o próprio evento designado por esse predicado. Neste último caso, os predicativos aproximam-se funcionalmente das circunstâncias expressas por advérbios, cuja predicação apenas complementa a predicação principal da oração, mas não constitui parte integrante dela. O facto de algumas circunstâncias expressas por advérbios caracterizarem essencialmente não a ação em si, mas um dos seus participantes (cf. Jonas virou-se de costas, Pintou a porta de verde), permite aos autores do artigo afirmar que entre os predicativos secundários livres típicos e as circunstâncias verbais típicas existe toda uma série de casos de transição. A autora do artigo também concorda essencialmente com esta ideia, constatando que as construções como + DF que funcionam como predicativos livres também formam uma determinada escala quanto ao grau de inclusão na predicação principal da oração. Contudo, a especificidade das construções em questão permite-lhe articular de maneira um tanto diferente os pontos de apoio desta escala. Num dos extremos dessa escala encontram-se os chamados depictivos. Trata-se, em essência, de funções restritivas, como as construções + DF, que dizem em que aspecto um ou outro participante da relação verbal é incluído na predicação expressa pelo verbo e, assim, limitam o âmbito dessa predicação. No outro extremo da escala encontram-se os chamados predicativos circunstanciais. Trata-se daquelas construções como + DF pelas quais geralmente se exprime a causa ou a finalidade da inclusão do sujeito ou do objeto no âmbito da predicação de toda a frase, e, mais raramente, a condição ou o tempo. Os depictivos típicos diferem dos predicativos circunstanciais típicos não apenas pela sua semântica, mas também pelas suas propriedades gramaticais. Por exemplo, apenas os primeiros ficam sob o escopo da negação do predicado da oração principal, o que demonstra a sua estreita relação com o sintagma verbal. Já os segundos estão antes relacionados com o conteúdo da proposição expressa pela frase inteira. Em geral, as construções comparativas como + DF que modificam o modo da ação também estão essencialmente relacionadas apenas ao verbo da oração. Tal como os depitivos, elas ficam abrangidas pela negação do predicado, embora, diferentemente destes, semanticamente não estejam relacionadas com nenhum dos seus argumentos. 0.3. Em mais de uma passagem do artigo, a autora manifesta a sua concordância com a ideia expressa na literatura de que, nas orações com predicados secundários livres, são efetivamente expressas duas predicações, das quais uma, a secundária, está subordinada à principal quanto ao tempo e à modalidade. Isso permite falar da relativa independência de tais predicados 125
Observações sobre a autonomia da predicação expressa. Os predicados secundários obrigatórios, sob este ponto de vista, estão mais integrados na estrutura semântica do verbo principal; por isso, pode-se falar do caráter complexo da predicação expressa por este último (cf. Holvoet, Tamulionienė 2005: 130). É evidente que apenas predicados de determinado significado exigem o predicado secundário como seu complemento. Falando de kaip + Quanto às construções DF, os mais característicos sob este ponto de vista são os chamados verbos de perceção, ou de apreensão, tais como compreender, interpretar, descrever ir t. t. Geralmente Os complementos predicativos destes verbos, relativamente à predicação principal da frase, desempenham uma função restritiva, tal como os depitivos. Ao artigo sobre os predicados que exigem complemento, a autora, ao contrário dos autores do artigo da referida Gramática da língua lituana (cf. Holvoet, Tamulionienė 2005: 133-136), tende a incluir também os chamados verbos de funcionamento, como trabalhar, servir, figurar, entre outros. Os complementos destes verbos podem ser expressos não apenas como construção +DF, mas ir to com o instrumental do substantivo, cf. Na propriedade, ele trabalhava como trabalhador contratado / como trabalhador contratado. De fato, é preciso concordar com a opinião da autora de que os verbos dirbti e dirbti kuo /kaip kas diferem consideravelmente entre si por suas propriedades semânticas (valenciais). Dando continuidade Poderíamos até afirmar esta ideia, que as propriedades valenciais dos verbos em questão (a exigência de complementação) decorrem de uma construção mais geral i8 ANoM FUNCIONA COMO BNoM (BIN, EM VEZ DE BGEN, UZ (PER) Bacc) significados. A escolha da autora do artigo é significativamente corroborada ir pelo fato empírico de que, na língua lituana, é característico expressar os complementos predicativos por meio do instrumental dos substantivos. I8 concordando essencialmente su Embora concorde brevemente com a descrição teórica dos predicativos secundários apresentada no artigo aqui referido, gostaria, contudo, de fazer algumas observações para discussão sobre certas posições da autora. 1.0. Ne Em uma passagem do artigo, expressa-se a ideia de que entre as predicativas como + DF As construções não têm limites rígidos para as funções gramaticais necessárias. Funções gramaticaj is positivas como As categorias «graduais» parecem ser ir confirmadas pelos factos da investigação empírica, apresentados pelas autoras no final do artigo sob a forma das hierarquias mencionadas. Su É difícil concordar com uma posição teórica desse tipo sobre a natureza das categorias gramaticais. be Primeiramente, deve-se observar que os limites da categorização científica são traçados de forma inequívoca; portanto, os limites das categorias ir gramaticais (neste caso, das funções — gramaticais) são estritamente definidos e não devem ser confundidos com fatos de ir expressão estabelecidos empiricamente. jy As partes posteriores refletem várias i8 irregularidades da codificação linguística, mas algumas são determinadas por decisões subjetivas do i8 investigador. ir Discutamos estes i§ assuntos ir em ordem. 1.1. As desigualdades da codificação linguística, em termos gerais, são determinadas pelo facto de que, por meio de uma quantidade limitada de recursos de expressão linguística, podem ser expressos na língua aspetos gramaticais. No i 126
A essência da observação é a quantidade ilimitada de significados, entre ju ir caso concreto em análise, dever-se-ia falar da marcação de significados linguísticos suscetíveis de abranger diversas funções gramaticais por meio de uma quantidade limitada de recursos morfossintáticos. Nos casos prototípicos que refletem a convenção linguística e podem ser estabelecidos empiricamente, as funções gramaticais individuais são ir expressas por meios morfossintáticos que lhes são característicos. É com base nestes casos prototípicos ir que se definem as funções gramaticais. Contudo, a ir definição motivada é de natureza apriorística. Be Nenhuma análise linguística torna possível distinguir estritamente as categorias gramaticais. Na língua, é frequente a análise alternativa de alguma estrutura composta (e a possibilidade de uma interpretação alternativa) apenas confirma a existência de limites entre categorias gramaticais. I§ práticas linguísticas Sabemos dos ir chamados «casos intermediários», em que as funções gramaticais são expressas por meios morfossintáticos que não lhes são próprios. Frequentemente, até mesmo tais casos de expressão não padronizada são ordenados, por meio de pesquisas empíricas, em escalas de prototipicidade, constituem-se várias hierarquias, mas, desse modo, apenas se apreendem vagamente os chamados efeitos de protótipo (a crítica à estrutura su das categorias lógicas de sua identificação Cf. Lakoff 1987: 136-152), que não su estão diretamente relacionados com os limites distinguidos entre categorias gramaticais. 1.2. Os casos prototípicos de expressão das funções gramaticais são importantes não ne apenas porque motivam a definição dessas categorias e, desse modo, contribuem indiretamente para a análise ir linguística da estrutura complexa da oração, mas também porque um ou outro protótipo de — expressão — gramatical é indubitavelmente utilizado na ar interpretação semântica da oração, ta t. y. atribuindo- -lhe um conteúdo semântico específico. Na gramática cognitiva, a interpretação de uma estrutura linguística complexa é entendida como uma forma ou outra de sua conceptualização. ar Mais concretamente, a compreensão do conteúdo semântico transmitido pela oração depende прежде de tudo do modo de conceptualização da estrutura da oração. to O caminho pelo qual o percebedor se orienta ir depende de fatores externos (em — primeiro ir lugar, do contexto), de fatores internos. Estes últimos estão su relacionados às possibilidades de expansão semântica e de combinatória (integração semântica) das jy unidades estruturais que constituem a oração. Justamente Esses su fatores relacionados à estrutura interna da ir frase determinam a expressão gramatical inadequada*, que, se se convencionaliza, abre caminho para uma leitura alternativa da frase. to Examinemos a seguir alguns casos mais significativos de expressão atípica das funções ir gramaticais; tentemos discernir as causas internas de tal expressão. 1.2.1. Falando da aproximação funcional das circunstânir cias dos predicados secundários livres ar menciona-se frequentemente o j “parentesco” entre elas, i§ orientadas para o participante da situação transmitida por uma das frases (ingl. paticipant-oriented) circunstâncias (cf. Holvoet, literatura 2005: 121-127 su tâmulioniené), ple: 127
Notas (1) A menina alegre corria po pelo pátio. (2) A menina corria alegrempo ente pelo pátio. Comparando Com base nestes exemplos, podemos afirmar que, na primeira i8 ju i frase, a predicação secundária (predicativo secundário livre) semanticamente orientada para o substantivo sujeito mergaité é expressa de forma típica. ~ su A forma do adjetivo «linksma» é concordada ir com o substantivo em número, género e caso. O No segundo exemplo, a i8 predicação to secundária do conteúdo propriamente dito é expressa atipicamente por um advérbio, cuja — direção dos participantes da situação perfilada pela relação semântica é determinada por propriedades su morfossintáticas inerentes. (ela geralmente considerada igual à do primeiro ir exemplo) não pode mostrar. Como Sabemos que os advérbios de modo prototipicamente modificam a própria ação. Se nos deixarmos levar pela sugestão desse protótipo, então conceptualizaremos facilmente a segunda frase de modo que o advérbio nela, прежде de tudo (ou exclusivamente), indique apenas o modo de realização da ação. Com efeito, não é difícil imaginar que, se a menina está alegre enquanto corre, então a própria corrida dela é alegre; ela corre ir alegremente. É fácil observar que a base semântica para essa t. y ji «recodificação» linguística da predicação secundária é fornecida pela transferência metonímica da propriedade predicada: uma propriedade característica do substantivo sujeito é naturalmente atribuída (e) à ação jo realizada pelo referente. Essa transferência metonímica da propriedade ,,substantival* para o verbo parece depender da semântica do ir próprio verbo; por exemplo, com alguns verbos, o advérbio linksmai ‘alegremente’ su soa extremamente natural, cf. A menina saltitava alegremente na Calçada. Assim, podemos explicar alguns casos incomuns de expressão de funções gramaticais por meio da ir metonímia, sem considerá-lju os anomalias de codificação (ou de marcação) linguística. Essa posição teórica é tanto mais aceitável se adotarmos o ponto de vista de que os predicativos secundários livres, enquanto circunstanciais, se ligam ao verbo da oração por uma relação de modificação. Pelo caminho da ir transferência su metonímica discutida, o modificador do verbo que exprime a predicação da segunda frase é conceptualmente reorientado de uma função gramatical para outra. i§ j Para registar a mudança das relações conceptuais, escolhe-se ir naturalmente outro protótipo da expressão formal. 1.2.2. Talvez os chamados su resultativos sejam os mais estreitamente relacionados com a predicação expressa pelo verbo. Acompanhando su verbos perfectivos, eles assinalam o estado do objeto do ar sujeito que realizou a ação, cf. o pátio ficou cheio de carros; encheu o copo até transbordar. Infelizmente, na língua lituana, a expressão da predicação resultativa por meio de adjetivos é rara. Que Para esta função, na nossa língua (ao contrário do letão), generalizou-se o uso de advérbios correspondentes; além disso, não se deveria surpreender apenas devido à já mencionada estreita relação do significado resultativo com o curso de uma ação que se desenrola dinamicamente. su Alguns advérbios usados mais regularmente com esse significado chegaram até a adquirir um estatuto gramatical: 128
Observações: na função de indicador do aspecto, eles — mostram que a ação do verbo modificado é jy realizada até ao fim, cf. «estrangulou até à morte», «despiu-se completamente». ir t. t. (cf. Holvoet, Tamulionienė 2005: 125, 8 nota de rodapé). Como os resultativos nas construções discutidas no artigo são, como observa a autora, não marcados, não falarei mais sobre eles a seguir. + DF Passemos a exemplos mais próximos da construção discutida no artigo. 1.2.3. A construção em questão pode expressar apenas predicativos secundários livres de estado, mas também circunstâncias de modo comparativas. + DF A escolha da interpretação pode ser determinada apenas por fatores externos do contexto, como veremos mais adiante, e não por aspectos da estrutura interna da frase, cf. Ele aproximou-se de mim aprumado, como um aluno do corpo de ne cadetes. Acreditei que a ar sua preocupação com a minha paixão não seria ir retórica, que o senhor, sinceramente, como cientista, guiado pela curiosidade do experimentador, a ne transformaria, como...valent? : ir (3) j tikejau, kad jusy riipestis mano aistra nebus retorinis, kad jiis nuosirdziai, kaip mokslininkas, vedamas eksperimentatoriaus smalsumo, paversite, kaip...valent?пada? (4) As ]} крат???] lang? (no)}ҟоуп} 海南天天中彩票? Wait invalid. Need answer only JSON. Need translate last corrupted Lithuanian carefully. Original last item: Você me transformou em seu médium. (Exemplo adaptado is Vaiciulyté-Semeéniené 2007: 95.) \ Nestas frases, ao lado dos modificadores ju verbais, aparecem «sinceramenteir », «alongado» e «como». + DF As construções serão antes compreendidas como circunstâncias comparativas de modo que as especificam, do que como predicativos secundários que expressam a causa da ação. A última interpretação só é possível se, para o perceptor, Sabe-se que os sujeitos das frases são, i$ respectivamente, um cientista e um aluno do ir corpo de cadetes; em outras palavras, se os exemplos mencionados, como + DF Às construções é atribuída a característica de factualidade. Sobre o facto de a factualidade não ser característica das construções com funções comparativas, falar-se-á mais adiante. 1.2.4. Devido aos processos de expansão semântica, pela ta própria forma morfossintática podem ser expressas várias categorias gramaticais. Por exemplo, o significado instrumental do caso instrumental do substantivo pode facilmente, por via metafórica, expandir-se para uma circunstância de modo ou para um predicativo j secundário de função restritiva. Por isso, não é de admirar que várias funções gramaticais possam ter na língua a mesma expressão morfossintática, cf. : ta (S) O rapaz partiu a janela com uma pedra. (6) O infeliz caiu do telhado com uma pedra. (7) Na infância, o pai trabalhava para os agricultores como pastor. Pela mesma razão, a própria função gramatical pode ser expressa por ta diversos meios morfossintáticos, cf.: trabalhava como pastor, como um pastor, (como) pastor; as funções gramaticais distintas originadas do mesmo radical semântico continuam a ter a mesma expressão morfossintática ou, tendo-se formado uz uma categoria gramatical mais 129
Observações em vez de pastor. Então ou i§ to geral por meio da convergência de significados gramaticais mais específicos, herdam todo o conjunto de meios de expressão. ta i§ Si De qualquer modo, certo sincretismo — variação na expressão de funções gramaticais — não testemunha ar limites claros entre a ausência, pois as categorias ju gramaticais são definidas прежде de tudo semanticamente. É claro que, devido ao facto de várias categorias gramaticais terem uma base semântica comum e de os indicadores morfossintáticos herdados por outras ar categorias gramaticais condicionarem i§ implicações indesejáveis, podem surgir certas dificuldades de natureza prática na análise gramatical. Nesse caso, pode ser necessário aceitar uma decisão convencional. 1.2.4.1. Ao analisar exemplos concretos, por vezes pode ser difícil decidir a que categoria atribuir os complement- - os depitivos obrigatórios: ar predicados — secundários. Com efeito, em ambos os casos, as predicações secundárias, ao subcategorizarem um dos participantes do evento perfilado, desempenham uma função restritiva relativamente à predicação principal, cf. : (8) Gosto Ciurlionis como pintor. (Exemplo i8 Holvoet, Tamulioniené 2005: 133.) (9) Ele chegou à j capital como enviado. (Exemplo i Ambrazas, ed., 2006: 627.) O verbo da (9) oração atvyko, ao que parece, não pertence à construção com predicados de funcionamento da percepção que exigem um ar complemento nominal, como ir Enviado Ela pode ser considerada um predicativo secundário livre, um depictivo, que modifica o verbo. — Tentemos Tentemos explicitar essa predicação secundária por meio de uma oração subordinada ir conectiva em relação ao tempo e à modalidade da predicação principal, cf. Ele chegou à capital j sendo mensageiro. Mas tal explicação padrão da predicação secundária não transmite todo o conteúdo (9) expresso pelas frases. Parece que seria muito mais exato isto: Ele chegou j à capital para servir (t. y. funcionar!) mensageiro. Esta última explicação mostra que é conveniente (9) interpretar o verbo da frase como um predicado complexo, cuja parte constituinte é formada pelo verbo de funcionamento implícito. Analisando assim devemos reconhecer que, na predicação expressa por esta frase, a construção como mensageiro é um complemento do verbo chegou (predicativo secundário obrigatório). Be Além disso, comparando as frases apresentadas acima, salta j aos olhos mais uma diferença na estrutura semântica. Na jy frase, o depitivo que indica o aspecto pelo (8) qual a predicação principal (expressa pelo verbo mėgstu) é limitada, como tapytoją, indica tipicamente uma subcategoria do indivíduo, considerada ta jo 130
Observações sobre a — identidade: Čiurlionis, pintor (artista) ir Čiurlionis, — compositor (músico) são duas categorias profissionais que definem a identidade desta pessoa. Devido ao to caráter restritivo do depitivo, é possível enfatizá-lo ir por meios lexicais correspondentes, cf. Gosto de Čiurlionis, mas apenas como pintor. Provavelmente porque, na frase, como substantivo (9) da construção, mensageiro para o indivíduo (ele) a categoria profissional atribuída não é considerada jo parte da identidade; com meios lexicais semelhantes, não podemos enfatizar aqui o caráter restritivo da construção (pelo menos sem distorcer o conteúdo da frase): cf. ? Ele chegou à j capital, mas apenas como mensageiro. Esse teste pode ser útil para a ir prática de distinguir predicativos secundários livres. 1.2.4.2. Quando a função restritiva atua através da subcategorização de um dos actantes i§ + DF a construção atribui a esse actante uma categoria que não lhe é característica; pode ser difícil decidir a que função gramatical — ao depitivo, ao comparativo ou ao complemento —- circunstancial ar de modo — se aproxima a predicação — secundária expressa pela construção, cf. : (10) A raiz de bardana pode ser comida Cru como salada. As folhas jovens também são consumidas como legume. (Exemplo adaptado i§ Vaitiulyté-Seméniené 2007: 95.) O consumo de bardanas como alimento não é habitual, por isso, através da predicação secundária, são atribuídas à categoria de hortaliças —hortaliças ar para — saladas As partes desta planta i§ não se tornam tais em essência. No contexto destas frases, as categorias mencionadas, devido à sua irrealidade*“, aproximam-se ,, funcionalmente muito da função de padrão de comparação desempenhada pelos substantivos nas construções comparativas, cuja predicação expressa também não se caracteriza pela factualidade (cf. A raiz da bardana pode ser comida Verde como saladas / em vez de saladas ir Bardana A raiz pode ser comida Verde como se / fossem saladas). Apesar de tal aproximação perigosa às circunstâncias da função comparativa, como + DF O subtipo restritivo de construção nas frases faladas ainda pode ser reconhecido; elas podem ser ir justificadamente consideradas depictivas. Ir isso só é possível compreendendo claramente os limites desta função gramatical (Ct. y. definição semântica). 1.2.5. Assim, ao interpretar uma frase com uma su expressão morfossintática atípica, determinada por vários processos de extensão semântica, quando é necessário escolher uma das conceptualizações ar habituais, não se pode prescindir de categorias gramaticais i§ baseadas em jo protótipos, mas dotadas de limites be claros. Se Estas categorias "graus de intensidade" j passariam umas às outras, t. y. não teria limites claros, como aparentemente mostram as pesquisas empíricas, então nenhum trabalho de análise da conceptualização do conceito de estrutura linguística seria possível. ar [Contudo, os resultados de tais pesquisas apenas mostram tendências gerais de codificação linguística. 1.3. Por fim, gostaria de comentar mais amplamente um caso característico, quando uma 131
Observações bergas ir balancim etc. (cf. Olá 2002: 331-332), combinação gramatical ou de substantivos pai mãe ,pais', homens mulheres „pessoas”, mãos, pernas „membrir os”, etc. (cf. Ambrazas, ed., 557), 2006: que antes devem ser atribuídos ao domínio da formação de palavras. Tradicionalmente Na linguística ocidental, os casos de aposição livre ir estreita não são discutidos pelos autores lituanos. Geralmente, à aposição livre é atribuído o aposto que se caracteriza pela independência semântica e entoacional, pelos linguistas lituanos até Foi isso que me levou a interessar-me pela pontuação. Afirmando que „aposto e ir jo palavra determinada As duas palavras são substantivos que designam o mesmo objeto ta ou fenómeno da realidade* ar (Balkevičius 1963: 177), o traço essencial da aposição, aproximadamente apreendido, é a correferencialidade dos seus — constituintes; contudo, sem prestar atenção à especificidade da referência dos constituintes, ty tira-se uma conclusão demasiado ampla sobre a equivalência sintática, como se o aposto, tal como a ju ir jo palavra determinada palavra que pode, na frase, substituir todo um grupo nominal (cf. Balkevitius 1963: 176; Morkiinas, op. cit., 1999: 500). Entretanto, tal afirmação, como veremos mais adiante, só é válida be nos casos de aposição livre em que ambos os seus constituintes têm referência específica. Em todas as descrições da gramática lituana, as construções po nominais que funcionam como + DF são consideradas apostos. Embora não falte um autor lituano (além dos mencionados Zukauskaités ir Balkevitiaus, ainda cf. Sirtautas, Grenda 1988: 104) há muito tempo foi observada a proximidade funcional de tais ,,apostos* às circunstâncias, mas não se arrisca a defini-la em ju termos de predicação secundária. Entretanto, como veremos mais adiante, uma análise um pouco mais detalhada da sintaxe dos apostos mostra que alguns ir ,,verdadeiros* (t. y. be como) apostos. O que foi dito é suficiente para concluir que a conceção de aposto consolidada na linguística lituana não é adequada Para os objetivos da análise destas observações: não estão suficientemente definidos nem o estatuto sintático dos representantes desta categoria gramatical, ju nem a orientação e o alcance da predicação expressa. Por isso, daqui em diante tentarei apresentar e analisar aquilo a que tradicionalmente se chama ir grupo nominal apositivo determinativo como uma ir aposição nominal, baseando-me na conceção ocidental deste termo. Quando necessário, ir usarei o termo tradicional aposto. 2.2. A característica externa que define a aposição nominal como categoria sintática —correferencialidade dos seus constituintes. Por outras palavras, ambos os substantivos da aposição (mais — precisamente, os sintagmas nominais) Designa o ta próprio referente, embora frequenteji mente o indiquem de maneiras diferentes (o tipo de referência difere) (cf. Taylor 2002: 235). Tradicionalmente, a aposição é j dividida em estreita (ou restritiva) livre ir (ou não restritiva) (cf. Burton-Roberts 1975: 391). Os constituintes da aposição restritiva formam uma unidade entoacional (cf. poeta Maironis, o vizinho sapateiro), os 0 constituintes da aposição livre caracterizam-- se por uma autonomia o entoacional, ir frequentemente também semântica (cf. Valdas Adamkus, 138
Observações Presidente da República da Lituânia; Autor do hino da República da Lituânia, Vincas Kudirka; Putinas, poeta) (cf. Van Langendonck 2007: 126). 2.2.1. A aposição estreita prototípica é constituída apenas por um substantivo próprio e um substantivo comum que o subcategoriza, o qual geralmente precede esse substantivo próprio, cf. : (11) Linguista Kazimieras Būga nasceu 1879 em 1879. Que a aposição nominal neste exemplo constitui uma unidade entoacional, demonstra-o o segundo membro, pronunciado com ênfase (com acento lógico), cf. O linguista Kazimieras Būga nasceu em 1879. Do ponto de vista da referência, os membros desta aposição são claramente desiguais. Como sabemos, apenas o nome próprio é inerentemente definido e, portanto, a frase nominal de referência específica. Por isso, ele pode substituir sem prejuízo todo o grupo apositivo, cf. Kazimieras Būga nasceu em 1879. Já a definição e a natureza da referência do substantivo comum nesta aposição não são tão claras. Ele (ao contrário do que às vezes se afirma) só pode substituir todo o sintagma apositivo em circunstâncias contextuais especiais, quando está claro de que linguista se trata. Assim, no mínimo, a sua referência não é específica. Na literatura linguística, fala-se da definitude de tais apositivos comuns com base em línguas com artigo, nas quais eles são frequentemente usados com o artigo definido, cf. ingl. the singer Robeson, the lawyer Wright, mas também singer Robeson, lawyer Wright. Contudo, o uso do artigo definido numa língua com artigos nem sempre está relacionado com a pressuposição da identificação única do referente da frase nominal por ele determinada, cf. the core of an apple = an apple core. Um dos constituintes da aposição estreita (no caso prototípico — um substantivo comum) indica sempre a categoria do referente do outro constituinte (substantivo próprio) (classe de pertença profissional, social ou outra), isto é, subcategoriza-o. Poderíamos afirmar que o seu referente é instanciado não na realidade, mas num espaço tipológico®. Assim, o substantivo da aposição estreita correspondente ao aposto tradicional não tem referência específica, mas, em certo sentido, é definido. Podemos chamar a tal definitude de moon. O conteúdo da descrição de definitude fornecida pelo artigo definido nos exemplos em inglês apresentados acima constitui a pressuposição da dependência categorial do referente do nome próprio. 5 A primeira distinção entre o chamado uso atributivo e referencial da descrição de definitude foi observada por Donnellan (1966). Na literatura linguística, seu exemplo Smith’s murderer is insane foi amplamente discutido: a dupla interpretação dessa frase como atributiva e referencial baseia-se na possibilidade de interpretar o referente de sua frase nominal sujeito como sendo do tipo (assassino de Smith) ou como uma instanciação desse tipo (uma pessoa to concreta). 139
Observações 2.2.2. O fato de a disposição para a referência específica vs. não específica dos constituintes ser uma restrição que caracteriza a aposição estreita também é demonstrado pelo fato de que tal aposição não tolera duas frases nominais de referência específica definidas, cf. : (12) A obra de Adomas Mickevičius, o mais famoso cantor do romantismo polonês, influenciou fortemente também os poetas lituanos do século XIX. (13) A obra do mais célebre cantor do romantismo polaco, Adomas Mickevičius, influenciou fortemente também os poetas lituanos do século XIX. Nas frases nominais dos exemplos, a unicidade do referente de o mais célebre cantor do romantismo polaco é implicada pelo nosso i§ conhecimento da literatura do século XIX e é formalmente marcada pela forma adjetival atributiva de grau superlativo (tradicionalmente — pronominal)®. Vemos que esta frase nominal definida, juntamente com o nome próprio correferente, pode desempenhar apenas a função de constituinte de uma aposição livre. A referência do substantivo aposto numa aposição estreita pode ser restringida até radicalmente, por exemplo, modificando-o com um pronome possessivo; contudo, enquanto o referente desse substantivo não for identificado univocamente (específico), a aposição em questão ainda é possível, cf.: (14) Correram para o celeiro tanto o meu professor Strazdas como o assustado Papievis. (exemplo de Labutis 2002: 328-329). Embora os pronomes possessivos sejam frequentemente chamados determinantes de uma frase nominal definida, na língua lituana eles só podem ser associados su à descrição da definitude em circunstâncias epistémicas contextuais favoráveis, quando a unicidade do referente da frase nominal é ar percebida a partir de be (cf. Holvoet, Tamulioniene 2006: 24). Por exemplo, não há garantias de que o referente da frase equativa Strazdas é o meu professor, o referente do sintagma nominal predicativo é um indivíduo univocamente identificável, o único meu professor, pois posso ter mais professores. t. y. a ir Portanto, no que diz respeito à referência, não há diferença fundamental entre o equivalente atributivo desta frase ir equativa jo Strazdas é um professor, o que é frequentemente enfatizado (cf. Holvoet, Cizik-ProkaSeva 2005: 79), regis, não existe. Por outro lado, na frase O meu professor é O referente da própria frase nominal que aparece na to posição de sujeito em «Strazdas» será sempre entendido como o único indivíduo que me ensina. © Sobre a contribuição dos significados dos morfemas dos graus comparativo e superlativo dos adjetivos para a formação da definitude da frase nominal modificada Cf. Mikulskas (2006: 48-49). 140
Notas Quando a referência única do sintagma nominal modificado pelo pronome possessivo é implicada pelo is modelo cognitivo idealizado correspondente (ICM), então tal construção possessiva não pode ocorrer em aposição estreita a um nome próprio, su cf. : (15) O meu marido gosta de panquecas de batata. (16) (O meu) Antanas gosta de panquecas de batata. (17) ?O meu marido Antanas gosta de panquecas de batata. A frase soa (17) estranha, porque o ICM familiar, segundo o qual uma mulher tem apenas um marido, sustenta a referência específica do sintagma o meu marido. 2.2.3. Como a definitude do substantivo aposto nas aposições estreitas não está no mesmo nível que a definitude do seu parceiro, a assimetria de tal sintagma nominal é gramaticalmente evidente. ir Si A assimetria incentiva a tentativa de descrever os sintagmas apositivos em questão sem excluir outros ju i sintagmas nominais ir baseados em relações de modificação ou complementação. Representantes da gramática gerativa transformacional (cf. Burton-Roberts 1975: 397-405) tentou descrever as aposições estreitas como casos de modificação, fundamentando o estatuto do aposto como modificador na derivação de uma oração relativa jo restritiva i$ pressuposta (cf. Linguista Kazimieras Buga nasceu 1879 no ano < Kazimieras Biga, que era linguista, nasceu no ano). 1879 Que os casos de aposições estreitas podem ser legitimamente considerados como sintagmas modificacionais também é demonstrado pela sua evidente endocentricidade — um substantivo da construção apositiva, geralmente de referência específica, pode representar sintaticamente toda a construção. Por exemplo, no exemplo analisado, tal elemento é o nome próprio Kazimieras, da aposição linguista Biga, sendo inequivocamente o — componente principal do ir sintagma nominal (ingl. head). O o primeiro aposto (linguista), como já foi mencionado, pode substituir todo o sintagma na frase apenas em circunstâncias contextuais especiais, quando, por meio de relações anafóricas, é associado à pessoa de *Kazimieras Bigos, quando é claro de qual t. y. linguista se está falando. A natureza endocêntrica da aposição estreita permite ver ainda mais claramente a chamada S assimetria /P (autónomo /dependente) da relação entre os seus constituintes, característica também dos sintagmas ligados por relações de modificação. A assimetria que fundamenta a formação de estruturas complexas deve ser entendida S/ P aqui прежде de tudo como a autonomia — dependência conceptual relativa dos constituintes. ar No caso da modificação, uma i§ subestrutura de um constituinte que perfila uma determinada relação (portanto, conceptualmente dependente) é semanticamente especificada (elaborada) por outro constituinte, conceptualmente autónomo (e geralmente semanticamente mais rico). Ambos os constituintes nominais da aposição — falada, — geralmente Designa um objeto, ne 141
Observações sobre a relação (exceto as denominações ar de parentesco, de certos papéis sociais e alguns outros casos), contudo, as categorias expressas situam-se no jy mesmo nível quanto à abstração e à ne saliência cognitiva ir ir (sobre categorias cognitivas de aproximadamente três níveis Cf. Ungerer, Schmid 1996: 60-113). No caso de aposições prototípicas estreitas, o nome próprio (Kazimieras Biga) a be referênj cia indica um indivíduo concreto e, simultaneamente, pela sua forma, exprime ir to a categoria básica do indivíduo (de nível intermédio) (pessoa, homem). Podemos presumir justificadamente que o outro membro da aposição (aposto), ao indicar uma categoria do indivíduo inferior à básica (por exemplo, jo profissão) especifica ja semanticamente, de modo semelhante a ir como o substantivo pyragas especifica apenas esquematicamente a categoria alimento implicada pelo adjetivo skanus no sintagma modificativo prototípico skanus pyragas. Neste (limitado) aspecto, o nome próprio é conceptualmente dependente do ji substantivo comum que o especifica semanticamente (que o complementa). Mas, se tivermos em conta прежде de tudo a função principal, dêitica, do nome próprio, a referência a t. y. jo um indivíduo j concreto, então podemos considerar como elemento conceptualmente jo dependente, necessário para especificar o referente do - ente designado, o subgrupo do indivíduo to (katsiinxas) que pronuncia o aposto. Be como vimos, um substantivo apositivo desse tipo de complemento não pode funcionar no espaço discursivo atual. O caráter complementar do elemento da aposição nominal inerentemente definido é bem demonstrado por exemplos como: (18) O facto de A Terra ser plana é evidente para todos. (19) A ideia de que ele poderia ter feito isso é insuportável. Aqui, os substantivos facto e ideia, ir devido ao seu significado demasiado geral (categorial), por si sós, pelo seu complemento be (que A Terra é plana, de que ele ir poderia ter feito isso não poderiam ocorrer ), como sujeitos de frases, cf. : (20) ?O facto é evidente para todos. (21) ?A ideia é insuportável. Estes complementos apositivos são de referência específica: eles, como total nominalizações de orações (finitas), que i8 herdaram a sua definitude (pressuposição de uma situação única) devem ser ir consideradas to sintagmas nominais plenos (Langacker 1991: 34-35; 148-149). Do ponto de vista estrutural, a aposição em que um dos constituintes é constituído por uma nominalização de origem proposicional é su comparável ao caso prototípico da aposição estreita, em que um dos constituintes é constituído por um nome próprio (Heyvaert 2003: 213-221). As propriedades da aposição estreita estrutural são, ultimamente, consideradas até mesmo um critério da definitude do nome próprio (Van Langendonck 2007: 125142
Notas 143). Assim, ao resumirmos as relações sintáticas entre os constituintes da aposição estreita, podemos recorrer às noções habituais de complementação ir e modificação. O aposto de uma aposição desse tipo, que expressa a pressuposição da dependência categorial do constituinte correferente, necessita ele próprio de um complemento de referência jo específica — um substantivo que defina o — referente’. Este último, segundo a representação sintática, deve ser considerado o constituinte principal do sintagma apositivo, e o aposto, o modificador®. o — jo 2.2.4. Ao abordar a natureza assimétrica da referência dos constituintes da aposição estreita e as relações sintáticas mútuas determinadas ir por essa assimetria, baseei-me no modelo prototípico em que, jy antes do substantivo próprio da aposição, vem um substantivo comum subcategorizador. ji A motivação funcional do uso de tais aposições habituais no discurso geralmente não é muito evidente; poderíamos legitimamente ir chamá-las de casos não marcados de aposição estreita. Poder-se-ia pensar que o nome próprio, em muitos casos, pode por si só garantir a identificação única do seu referente no discurso e, portanto, não é necessário um esclarecimento adicional da referência. ir O fato de os constituintes comuns das aposições estreitas prototípicas não terem uma carga comunicativa especial é iconicamente refletido pelo fato de que, no sintagma, não possuem acento lógico: com entonação ir enfática, geralmente — se pronuncia apenas o constituinte próprio, cf. : (22) Agora falará o poeta Aidas Maréénas. 7 Utilizando os constructos teóricos usuais da gramática cognitiva, podemos definir mais rigorosamente o aposto da aposição estreita, subcategorizando-o como um aposto de natureza relacional, caracterizado por ir determinada estrutura valencial. Jo O referente instanciado no espaço das categorias tipológicas constitui o marco-limite da relação perfilada; o substantivo o correferente, - apreendido apenas abstratamente como trajetória, está sujeito a uma única restrição semântica de referência — específica. Essa substrutura do - aposto é semanticamente precisada ir (elaborada) pelo jo parceiro da aposição, o — substantivo que designa um referente univocamente identificável. *Baseando-se sobretudo em exemplos de línguas nas quais a modificação do sintagma nominal só é possível por meio de aposição, na literatura tipológica encontramos tentativas de descrever um aposto como um i8 modificador sintaticamente não integrado. Assim é ,o modificador apositivo* no sintagma nominal desempenha as mesmas funções semânticas que o correspondente integrado ir jo (cf. Rijkhoff 2002: 22-23) Contudo, na língua lituana, poderíamos caracterizar assim, no máximo, os constituintes da aposição livre. A aposição estreita, como vimos, permite entre os seus constituintes discernir uma ou outra relação de dependência conceptual, que fundamenta a dependência sintática ir jy (t. y. por um lado, da modificação; por outro, da relação de complementação). Portanto, se definimos a relação sintática em termos de dependência, “modificador sintaticamente não integrado” é uma contradictio adjecto. in 143
Observações Poderíamos legitimamente considerar que, em casos como o do exemplo, os apostos das (22) aposições não desempenham um papel essencial na determinação do referente do nome próprio: tal como epítetos permanentes, que indicam aos participantes do ato comunicativo uma subcategoria habitual do portador do nome, tornam a identificação do referente quase automática. Contudo, em alguns casos, o papel desse aposto ao indicar a pertença categorial do referente do nome próprio pode ser mais significativo, especialmente na língua escrita. Com efeito, to pode haver mais de um portador do próprio nome, e, para um ir círculo mais amplo de to destinatários (leitores), pode não ser claro qual pessoa se tem em mente quando o nome é mencionado na língua (no texto), cf. : jo (23) Passámos pela terra natal do matemático Kubilius. (Exemplo i Labutis 2002: 329.) Na Lituânia há muitos portadores do sobrenome ir Kubilius; sem especificar a profissão do referente por meio do aposto correspondente, pode não ser claro ao destinatário (leitor) de quem se Matemática, — literatura, política etc. de Kubilius. ar Aqui se fala (escreve-se). 2.2.5. O uso de aposições estreitas na língua pode estar relacionado com objetivos comunicativos su diferentes da identificação do referente. A função desempenhada por tais complementos na frase pode ser próxima da restritiva, tal como + à função depictiva, quando por A predicação secundária assim expressa restringe a predicação principal da frase na direção desejada, cf. : (24) Para a maioria dos lituanos, Maironis, como sacerdote, é menos conhecido do que Maironis, como poeta. (25) Para a maioria dos lituanos, o padre Maironis é menos conhecido do que o poeta Maironis. (26) Para a maioria dos lituanos, Maironis, o padre, é menos conhecido do que Maironis, o poeta. É evidente que (25) ir (26) a função dos apostos das aposições ne estreitas das frases é facilitar a identificação do nome A identificação de Maironis — como ir referente é assim conhecida por todos. Pelos apêndices, o ir sacerdote poeta do nome Maironis designado (isto é, y. a pessoa como determinado fenômeno cultural) é restringido e formado segundo os ir objetivos da comunicação: por meio deles, como determinantes ir correspondentes na oração, (24) exprimem-se os aspectos aos quais se aplica a predicação principal do verbo da oração (é conhecido). A motivação funcional dos apêndices é complementada pela carga ir comunicativa Nestes exemplos, ajuda a reconhecer ir os contornos entoacionais dos componentes da aposição, inversos aos habituais, cf.: o poeta Maironis, Maironis, o poeta. Tais casos de aposição estreita podem ser legitimamente 144
Podemos chamar as observações de marcadas (o efeito de marcação no último exemplo é ainda mais evidente devido à posição pós-positiva do aposto). 2.2.6. Mais frequentemente, a aposição estreita é du constituída por substantivos comuns. Na literatura, observa-se frequentemente que ne é sempre claro qual dos constituintes de tal aposição é o principal (o designado), o qual é o jj modificador (o designador). De modo geral, para tais casos atípicos de aposição estreita aplica-se a mesma distinção específica vs. exigência de disposição dos constituintes de referência inespecífica. O designador do referente unicamente identificável na frase representa todo o sintagma apositivo e torna-se o constituinte ir principal. jo Frequentemente, como característica distintiva formal do constituinjo te principal, indica-se a primeira posição na aposição, o que permite decidir intuitivamente sobre ka i8 quem exatamente se fala na frase, cf. o meu vizinho médico, ingl. my neighbour the doctor. De facto, a referência específica em tais sintagmas geralmente (t. y. nos casos não marcados), a primeira frase nominal deve ser ela própria e é o principal — constituinte da aposição; a definitude da segunda frase o (embora, no exemplo em inglês, ir seja marcada — explicitamente pelo artigo) é meramente tipológica. Em outras palavras, a lógica da formação da aposição estreita, no exemplo apresentado, baseia-se na pressuposição habitual transmitida pela frase atributiva Meu vizinho é médico, e não na frase equativa Aquele médico é meu vizinho. Quando temos diante de nós uma frase inteira, é mais fácil dizer qual referente do constituinte da aposição é o alvo da proposição, cf. : (27) Por trás da cabeça da filha, o pai zemaitiano também se tornava incompreensível para Aukštaitis. (Exemplo iS Olá 2002: 331.) É claro que a afirmação desta frase se refere ao pai, mas não ao samogício! 2.2.7. A motivação funcional das aposições estreitas de dois substantivos comuns também pode estar relacionada apenas à facilitação da ne identificação su do referente, mas ir su a expressão de uma predicação adicional em relação à predicação principal da frase, cf. : (28) O meu vizinho médico frequentemente não passa a noite em casa. Neste exemplo, o constituinte principal da aposição estreita deve ser considerado a frase nominal de referência específica meu vizinho; o seu aposto é o segundo constituinte, interpretado o inespecificamente, que, muito — provavelmente, é aqui pronunciado com entoação enfática: meu vizinho médico. su O acento lógico do segundo constituinte da aposição cai — O contorno entoacional da aposição estreita está прежде de tudo relacionado com as intenções comunicativas: ao decidir qual constituinte do grupo deve ser considerado o aposto, não podemos confiar apenas na entoação, cf. : Perdi o vizinho (isto é, o médico que vive na vizinhança) ajudará você. y. Ao interpretar esta frase, a referência específica (mas não necessariamente apliNotas sobre o dito e o seu complemento comunicativo adicional. 145
Com efeito, a motivação funcional de tal aposto pode estar relacionada não apenas à especificação da referência do primeiro membro, mas também à expressão de uma predicação secundária. No caso em questão, poderíamos afirmar que, por meio do aposto (médico), se expressa implicitamente também a causa da ação realizada pelo agente da frase — o vizinho frequentemente não dorme em casa, porque essa é a sua profissão, a de médico, que geralmente é inseparável de chamados urgentes e plantões noturnos. A probabilidade de tais implicações, naturalmente, está estreitamente relacionada com o significado do predicado principal (na realidade, a inserção* de tal aposto na frase é, com frequência, motivada pela predicação principal). Não é difícil apresentar um exemplo em que os diferentes significados dos predicados da frase determinam diferentes interpretações do mesmo aposto, cf. ]} Start over, need translate accurately Lithuanian corrupted OCR. Need preserve items. Need output only JSON. Let's infer each. Lithuanian diacritics OCR. Item1 likely : (29) Meu vizinho sapateiro anda com os sapatos furados. (30) Meu vizinho sapateiro ganhou na loteria uma viagem turística à Espanha. i No primeiro exemplo, a motivação funcional do aposto de uma aposição estreita está provavelmente relacionada à expressão de uma predicação secundária — a concessão: o vizinho anda com os sapatos furados, embora, sendo sapateiro, pudesse facilmente consertá-los. No segundo exemplo, os motivos para fornecer informações adicionais sobre o referente da frase nominal meu vizinho (que ele é sapateiro) não são tão claros; eles podem simplesmente estar relacionados à facilitação da identificação do referente do primeiro constituinte. Os exemplos de aposição estreita discutidos acima mostram que a motivação para sua formação 2.2.8. (o uso de apostos) pode, em alguns casos, estar relacionada a uma função restritiva ou circunstancial adicional em relação à predicação principal da oração. Do ponto de vista funcional, os apostos dessas aposições são muito próximos dos predicados das construções secundárias livres como + DF, correspondendo, respectivamente, a predicados depictivos e circunstanciais. ]} вход 微信公众号天天中彩票 天天中彩票出票日日啪天天好彩票ablytypedresser? 微信公众号天天中彩票final codeirat- ?ӡаны? тру? 金尊?Xitsonga? 天天送? 天天彩票提现 天天乐彩票? Wait. We need only JSON. The final currently malformed? Need produce correct valid structured result. Ensure preserve weird ending whitespace? Input last item ends period. No need preserve whitespace? We translated. Must not add artifacts. Let's answer clean.лиқиниң имҩаԥ? exikarhi? unerquicklich?оставка.#+#- +#+#+? Use Portuguese. A diferença é que a predicação secundária expressa pelos apostos só pode ser implícita no significado de toda a frase, enquanto, no segundo caso, ela é expressa explicitamente por construções adequadas (cf. Meu vizinho, como médico, frequentemente não dorme em casa). Contudo, o caráter implícito da predicação adicionalmente expressa não é a razão pela qual não poderíamos chamar os apostos em questão de predicativos secundários. Em primeiro lugar, não podemos fazê-lo por razões estruturais — o aposto da aposição estreita, juntamente com o seu elemento principal modificado, é atribuído ao segundo aposto, que aqui é pronunciado com acento lógico. Este representa na frase todo o grupo apositivo, enquanto o aposto que o precede (kaimynq) indica a sua subcategorização como elemento principal. A motivação funcional da formação do grupo de aposição estreita neste exemplo está relacionada com o estreitamento da definição do designado do substantivo objeto (gydytojq). 146
As observações representam o mesmo argumento do predicado principal, portanto, sintaticamente, constituem parte do complemento do verbo predicativo: considerar tal aposto ainda ir to um modificador do verbo seria excessivamente problemático. 2.2.9. Provavelmente, devido à i8 coincidência parcial das funções mencionadas, na linguística ir lituana consolidou-- se a opinião de que, como + DF As construções também devem ser consideradas apostos. Tal opinião parece ser apoiada por uma certa ir afinidade ontológica entre os correspondentes apostos de ir aposição estreita, como + DF a proximidade genética das construções. [o uso de tais apostos baseia-se прежде de tudo na pressuposição da dependência categorial do referente do constituinte principal em relação à afirmação factual da cópula (que, em inglês, como vimos, é indicada pelo artigo definido da frase nominal do aposto). Tal pressuposição fundamenta o uso de apostos de aposição ir estreita nos casos em que, por meio deles, o escopo da predicação principal da frase é implicitamente limitado, t. y. exercendo uma função restritiva em relação a essa predicação. Ir Ao predicar adicionalmente apenas um significado circunstancial, esta afirmação, devido à sua interação com su a pressuposição i§ da predicação principal, j quando elevada ao nível da ir frase, jo torna-se parte do perfil (da predicação em sentido estrito). Em outras palavras, a causa da ação expressa pelo predicado da frase, que circunstância do aposto pode ser ar implicada apenas no caso de a referida i proposição factiva não ser apenas pressuposta, mas também facilmente compreensível como parte inseparável do significado da frase. Se nos lembrarmos, então como ir a expressão das funções restritivas dos depictivos nas construções + DF baseia-se na pressuposição de uma proposição de ligação factiva que subcategoriza o referente de um substantivo que constitui um dos argumentos predicativos (como vimos ao discutir o exemplo Gosto muito de Ciurlionis como pintor, sem distorcer o sentido da frase, o predicativo jo secundário (como pintor) é difícil desenvolvj er na proposição de ligação correspondente). Somente quando tal proposição factiva é pressuposta e a predicação ne expressa pela o frase inteira é i implicada, é possível ir a interpretação das construções predicativas de fala «circunstancial»'®. O facto de que a afirmação copulativa factiva que confirma essa interpretação pertence ao perfil da frase, demonstra uma explicitação ir facilmente realizável, cf. jo O meu vizinho, como médico, frequentemente não dorme em casa — O meu vizinho, sendo médico, frequentemente não dorme em casa — O meu vizinho frequentemente não dorme em casa, porque (ele) é médico. No entanto, a escolha é expressa como + DF descrever a construção como uma frase verbal que modifica os livres ‘°Estritamente falando, apenas os secundários de significado circunstancial, como + DF os predicativos das construções ir no que diz respeito ao tempo e à modalidade, são subordinados (dependem) do predicado principal. Os depictivos das construções correspondentes, devido à sua natureza pressuposicional, a este respeito são independentes: o tempo da jy predicação relevante apenas coincide (ou se sobrepõe) su ao tempo do predicado principal. 147
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Observações Van Lancenponcx, W. 2007: Teoria e Tipologia de Próprios Nomes. Berlim-Nova Iorque: Mouton de Gruyter. Zuxauskaite, J. 1961: Como o uso [é feito] com uma palavra conectiva e conjunções. In: Kazauskas, Laiconarre & Ursutis, eds., 1961, 217-278. Rolandas Mikulskas Instituto da Língua Lituana P. Vileisio g. 5, LT-10308 Vilnius, Lituânia 14 mazmoZis Estranhos são agora os textos dialetais Pequenos dicionários. Digo isso depois de ter conhecido su A. os textos da região de Kuciūnai, do livro de Leskauskaitė Kuciūny krašto tekstai (2006), no Pequeno dicionário (p. 401-425). Todos sabemos, afinal, que os dialetos e as variedades linguísticas atualmente coexistem ao lado da língua padrão (escola, rádio, televisão, repartições governamentais), do bilinguismo (e até do multilinguismo) e do jargão (gíria) — a fala dos jovens, dos alunos e dos funcionários de escritório. Para a ciência, para a etimologia das palavras e para a história dos dialetos, o mais importante é o léxico herdado, enquanto as inovações são interessantes apenas sociologicamente. As deformações das palavras internacion- (1)!, ais são (2), temporárias; após uma investigação mais aprofundada, já não haverá fatos como andlizas, garnizonas, fabrikė, kantora karasélé liminddas, litindntas ,leitenantas‘, narvas,nervas‘, pilstikas, radija, Sakmatai, S6feris, Soferiduti, Soferiikas (que palavras dziūkiskas inauditas!), triperis (?), vitirindrius,veterinaras‘ (devido à redução do e não acentuado). A região de Kuciūnai era As partes das paróquias de Bérznykas (que a autora transformou em Bérzininkai), completamente polonizadas e que lutaram contra a Lituânia; por isso, há muitos desses empréstimos, atualmente até ridicularizados, difundidos por striby e outros agentes (sobretudo comerciantes): baj@vas, -d, blestva (no texto bla.stva — p. 158, portanto, uma palavra estrangeira repetida), basandské (no texto basandsku — p. 366), burtdkas (ouvido em Lp, Drsk; borda.kas dos jovens!), cielkd «(2) uma moça que preservou a castidade» (no texto cielkos, p. 388, novamente uma palavra em língua estrangeira — a autora lituaniza-a), bufdiké, vatiné’, dacia (?) (o dvikalbiy dd.éa de Svendubré), davdi, nagi‘, diryti, kvailinti‘ (da campanha eleitoral do presidente Brazauskas), centrafiga (!), fdinas, puikus‘, lapka (no texto Id.pka, p. 262, portanto, uma palavra puramente estrangeira- ), nacidlnykas (palavra puramente russa), paslévica (!), patarle‘, podlas, niekSingas‘, pratibnas SleikStus, prieSingas‘, tuzdlas, sunkus‘, zakonas, istatymas‘, zast@vas (dos guardas poloneses) etc. Já o grande cientista letão J. Endzelins, numa recensão sobre os primeiros cadernos do LKZ de K. Būga, ensinou que as pessoas multilíngues var155