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Eight Issues in the Pragmatic Theory of Properhood

Richard Coates

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119s aipsniai / a icles icha d coa es uni e si y o he Wes o england, b is ol ields o esea ch: his o ical linguis ics, e ymology, philology o línguas da Eu opa Ociden al e do No e, onologia eó ica, his ó ia da dialec ologia, aspec os cul u ais da his ó ia do inglês e his ó ia local. oi o ques ões no Teo ia p agmá ica da P ope idade Es e a igo desen ol e uma abo dagem pa a a comp eensão de nomes p óp ios chamada Teo ia P agmá ica da P ope idade ( P P), que é aš uonios p agma inės ik inių žodžių eo ijos p oblemos anno a ion cons uída em duas idéias cen ais: (1) Os nomes p óp ios não êm sen ido (2) a essência de se um nome p óp io de e se encon ada na e e ência, não na deno ação. Ele desc e e os elemen os de P P, suas p emissas e consequências, e p ossegue a examina uma seleção de oi o das ques ões que pe manecem, ou que pa ecem pe manece . Há alguns anos que enho p opondo uma abo dagem pa a a comp eensão dos nomes p óp ios chamada Teo ia P agmá ica da P op iedade ( P P). Os di e en es aspec os o am ap esen ados numa sé ie de a igos (Coa es 2000, 2005a, 2005b, 2006a, 2006b, 2009, 2011a, 2011b, 2012). O objec i o do p esen e a igo é delinea os elemen os da eo ia, as suas p emissas e consequências, e examina alguns dos p oblemas que pe manecem, ou que pa ecem pe manece . Po conseguin e, é em g ande pa e exposi i a e não a gumen a i a, e a lis a de e e ências é co esponden emen e pequena. A his ó ia in elec ual da eo ia não se á a ada aqui, uma ez que isso oi cobe o comple amen e em coa es (2006a e 2009), mas é bom lemb a que minhas maio es dí idas são a john s ua mill (1843), u h ba can pala as-cha e: eo ia do nome, p op iedade, eo ia da e ique a de nomes p óp ios, e e ência, semân ica, p agmá ica. 120 ac a icha d coa es Linguis ica Li huanica LXVI Ma cus (1961), e ou os na mesma adição, pa a o pon o (1), essencialmen e o que ago a é chamado de […] ag[…] eo ia dos nomes p óp ios,1 e pa a Pe e ede ick s awson (1950) […] a é ce o pon o […] pa a o pon o (2). Pa a a his ó ia comple a, coa es (2006a) e a sua lis a mui o subs ancial de e e ências de em se consul adas. O P P é cons uído em o no des as duas ideias: (3) Os nomes p óp ios não êm sen ido (4) a essência de se um nome p óp io de e se encon ada na e e ência, não na deno ação. Algumas consequências des es dois são: (5) P ope names do no o m a de e mina e se (6) Os nomes p óp ios não se enquad am em ca ego ias logicamen e segu as (7) Os nomes p óp ios não podem se aduzidos (8) eo iza a in e ace en e exp essões ap op iadas e não ap op iadas em implicações neu o isiológicas (e psicolinguís icas). Embo a os seguin es não sejam es i amen e consequências das duas ideias-cha e, elas as apoiam e ampli icam: (9) Embo a os nomes p óp ios não enham sen ido, não são sem sen ido (10) os signi icados dos nomes p óp ios que podem se acessados são auxilia es e de em se dis inguidos do sen ido (11) Os nomes p óp ios de pe sonagens em ob as li e á ias podem se um caso especial. Há um osso de con o é sia que con inua a essu gi em ob as de onomá ica eó ica, a sabe , que os nomes são ou maximamen e signi ica i os ou minimamen e signi ica i os. Eu sugi o que não é uma ques ão de al e na i as, mas que: (12) Os nomes p óp ios são an o o máximo quan o o mínimo signi ica i os e que o de alhe da isão que se de e oma é de e minado exa amen e pelo que se que dize po signi icado. Em ou as pala as: o supos o p oblema é um não-p oblema. Nenhuma das duas ideias-cha e (1) e (2) é no a em si mesma, mas eu a i mo que o a do P P nenhuma delas oi seguida igo osamen e, e que sua in e ação não oi de idamen e comp eendida. eunindo-os num slogan, podemos dize que a p op iedade (en endida como "o es ado de se um nome p óp io") é uma e e ência sem sen ido. Isso é impo an e, po que mui as abo dagens pa a a eo ia do nome de endem a isão de que a p op iedade é uma deno ação sem sen ido, uma isão que a eo ia da "e ique a" é ge almen e is a como sendo em oposição à eo ia da "desc ição" de Be and Russell e à eo ia do "aglome ado" de John R. Sea le. Uma ez que a eo ia da "e ique a" é amplamen e acei a, embo a não uni e salmen e acei a, não ou en a em de alhes desse deba e em pa icula nes e a igo. Minha posição es ende a eo ia da "e ique a" a exp essões linguis icamen e bem o madas que são ambíguas no que diz espei o a se em nomes. eigh issues in he P agma ic heo y o P ope hood 121s aipsniai a igos conside am incoe en es e demons adamen e alsos. O signi icado cen al de um nome p óp io é seu e e en e no con ex o de sua exp essão; 2 nomes, uma ez es abelecidos, são designado es ígidos (K ipke 1980: 48). Ou os ipos de signi icado, que podem se is os da pe spec i a do o ado ou dos des ina á ios, podem se acessados no a o de e e ência. mas es es pe manecem auxilia es ao ac o básico. incluem, po exemplo, a e imologia de uma exp essão, a ca ego ização p obabilís ica, as cono ações e a de inição enciclopédica. Mas como nenhum deles p ecisa se acessado pa a se execu ado, isso não signi ica que eles não e e ence success ully, hey do no o m pa o he de ini ion o p ope hood. ha sejam impo an es, mas sua elação com as noções-cha e p ecisa se en endida com p ecisão, e a gen e as in es iga á abaixo. A pa i de ago a, em p imei o luga , os on, he simple e m name will be used ins ead o he ulle p ope name . p incipais e mos semân icos em (1) e (2) p ecisam se de inidos. a exis ência de di e en es adições e minológicas na iloso ia e na linguís ica o na is o necessá io. Re e ência é o a o de escolhe um e e en e indi idual em um con ex o de p onunciação; indi íduo signi ica um single on, ou seja, uma única ins ância de qualque ipo ou ca ego ia, não apenas uma pessoa indi idual A deno ação é a gama de e e en es po enciais de uma pala a ou ou a exp essão (sua ex ensão), ou seja, é uma abs ação da e e ência e não de e se con undida com ela, e é uma noção que se aplica o a de qualque con ex o especí ico; essa gama de e e en es po enciais pode ou não compa ilha qualque ca ac e ís ica ou ca ac e ís icas de inido as (in enção) [a deno ação de um nome é inicialmen e es abelecida a a és de a os de e e ência (en e os quais, pa a os p esen es p opósi os, i inclui a concessão de nome; sob e es a noção, e mais adian e), mas é uma consequência p á ica de ais a os de e e ência e não uma condição p é ia pa a o sucesso de ais a os. A e e ência é, po an o, p imá ia e a deno ação de um nome epi enomenal após e e ência bem-sucedida epe ida alcançada a a és da sua p onunciação. Obse e que eu não a i mo que os nomes não êm deno ação, como alguns pensa am. O sen ido é a ede de elações semân icas nas quais pa icipam pala as lexicais e exp essões mais complexas, como sinonimia, hiponimia, an onimia, me onimia, con e sidade e assim po dian e. [O sen ido é dis in o da in enção. Os nomes não podem e sen ido pela de inição acima, enquan o odos e apenas os e e en es que compa ilham algum nome podem, con ingen emen e, compa ilha uma in enção, po exemplo, apenas no caso de odos os indi íduos chamados Ba ack se em se es humanos do sexo masculino.] O meu uso des es e mos é essencialmen e o de Lyons (1977). Es a isão é pa icula men e cla amen e de endida pelo ilóso o Bu ge (1973: 438-439). Ago a amos in oduzi e desen ol e um exemplo simples, i ado alea o iamen e icha d coa es do si e da BBC em 22 de dezemb o de 2011. Howa d A che [um economis a, RC] disse que sen ia que mais ação do Banco da Ingla e a e a p o á el no no o ano. O nome compos o pelas duas p imei as pala as e e e-se (mais p ecisamen e, o p onunciado das duas p imei as pala as se e e e ao p onunciá-las) a um indi íduo chamado Howa d A che , que, no con ex o da p onunciação, é p o á el que seja unicamen e iden i icá el, seja como pa e do e eno comum, ou já endo sido e e en , o because he is wea ing a lapel badge.3 o cou se, i is always possible in oduzido como um discu so, que alguns des ina á ios podem conhece mais de uma pessoa com esse nome, e esse é um isco ine i á el que pode esul a em alha de comunicação. O con ex o ge almen e se á su icien e pa a decidi a qual pessoa es á sendo e e ida, e de a o pa a decidi que uma pessoa es á sendo e e ida em ez de algo mais que pode e um nome, como um cão, um lago ou um clube espo i o, mas a e e ência bem-sucedida nunca pode se ga an ida: apenas aspi ada e en ada. Descon ex ualizado, o nome Howa d A che deno a qualque indi íduo que enha esse nome; As consequências disso se ão a aliadas no pon o 3. esses indi íduos não êm necessa iamen e nada em comum, exce o o seu nome; qualque coisa não alea ó ia que possam e em comum pode ia se de ido a a o es gené icos, e en ão apenas se o sob enome i esse uma única o igem, o que pa ece imp o á el nes e caso. O nome pode, po an o, se de inido ex ensi amen e, mas não in encionalmen e. Além disso, o Howa d A che não em sen ido. con ém uma pala a que sabemos que é usada como um sob enome inglês, mas não ca ega o sen ido dessa pala a, "soldado a mado com um a co e lechas". a sua e imologia não é impo an e ou não ajuda a iden i ica um indi íduo num con ex o de exp essão; O S . A che é um economis a, não um soldado. A che , usado como um nome, não é um sinônimo de a co-í is, nem um co-hipônimo, com, po exemplo, padei o, d apei o, e ei o, de comé cio ou ocupação. Cla o, ambém não é um sinônimo de ou o sob enome, Bowman, nem é um co-hipônimo com, po exemplo, Bake , D ape , Smi h, de comé cio ou ocupação. Assim, se A che é usado pa a se e e i com sucesso a um indi íduo, ele o az sem eco e ao sen ido e apenas i ialmen e com o ecu so à deno ação: ele se baseia no conhecimen o p é io dos ende eçados de que A che pode deno a uma a iedade de indi íduos que ca egam esse nome e que o indi íduo iden i icado p o iso iamen e (mais especi icado pelo nome dado Howa d) é um deles. Apa en emen e não há nada de no o lá. Mas se a p op iedade o baseada na e e ência e não na deno ação, algumas coisas in e essan es se seguem. Eu ecebo pon os. (3[…]6) ei o an e io men e, po sua ez. 3 a página web em ques ão, h p: www.bbc.co.uk/news/business-16300104, explica exa amen e quem ele é. 4 em sido demons ado que mui os sob enomes, pelo menos na Ingla e a, podem se as eados a é um único po ado o iginal (Redmonds 2002), mas, é cla o, isso não é e dade pa a odos eles. eigh issues in he P agma ic heo y o P ope hood A igos 123s aipsniai (3) P ope Mes não o M um conjun o de e mina e pode ha e exp essões cuja p op iedade pode se con es ada. É imp o á el que alguém con es e Nep uno, Isabella, Camboja, Vilnius, e c.: con eúdo léxico, ou seja, sem sen ido.5 Mas o que dize de exp essões complexas que ce amen e são candida as a se em conside adas como nomes, especialmen e exp essões geog á icas como Os Es ados Unidos, a Cisjo dânia, hese a e p o o ypical p ope names in ha by common consen hey ha e no o Ma do No e, o Oceano An á ico, ing um único deno a o, como O Papa?6 É uma ques ão mui o in e essan e decidi se os usuá ios dessas exp essões em con ex os pa icula es iden i icam seus e e en es usando o signi icado léxico (senso) das pala as en ol idas. Deixa emos de lado o apa en e The Rocky Moun ains, and Huang He ‘ he yellow i e ’, and exp essions deno - e mo gené ico ill (4[…]); Mas no que diz espei o aos po meno es, podemos e a ce eza de que não usam os seus sen idos apa en es. Não p ecisamos de eco e a especulações psicolinguís icas sob e o p ocessamen o pa a chega a uma conclusão. Podemos simplesmen e aze pe gun as linguis icamen e ocadas, como: a ase As Mon anhas Rochosas não são ( ealmen e) ochosas, ou O Rio Ama elo não é ( ealmen e) ama elo, uma con adição? Sugi o que não sejam con adi ó ias. Eles podem se imp ecisos, mas uma alsidade não é o mesmo que uma con adição.7 Quan o ao segundo, huang he é assim chamado pelo lodo lexi que ca ega em seu cu so in e io , mas diz-se que e a conhecido como (O) Rio Neg o em mongol an igo (Pa ke 1917: 11, […][ ]he mongols s yle i he black i e […]), de sua apa ência em seu cu so supe io , udo o que demons a pelo menos que não há elação simples en e nomes e seu apa en e con eúdo léxico. se es as ases não são con adi ó ias, en ão as exp essões em ques ão de em se nomes. Se são nomes, podemos e imedia amen e que alguns nomes e algumas exp essões que não são nomes são homônimos (The Rocky Moun ains e sus he Rocky Moun ains, com o nome dis inguido con encionalmen e na esc i a po maiúsculas). Se isso é e dade, en ão não há olo5 eles podem ganha um sen ido po opos ( igu as e ó icas), como em Nós odos espe amos que nunca haja ou o Camboja (aludindo me onimicamen e aos massac es lá nos anos 1970), mas isso é i ele an e aqui. 6 Es ou me e e indo ao líde da Ig eja Ca ólica Romana, embo a saiba que ou as denominações, ais como os c is ãos cop as, ambém êm um papa. o pon o impo an e aqui é que cada uma das denominações ele an es em apenas uma pessoa deno ada po es a exp essão. Se os lei o es acha em que es a dualidade ou plu alidade minam o meu a gumen o, podem subs i uí-lo po The Dea Leade , en endido como deno ando o alecido Kim Jong-il sozinho; Tan o o pai como o ilho ecebe am di e en es "es ilos". 7 As acas ge almen e i em mais do que os ag icul o es é ac ualmen e also, mas não é con adi ó io. Deus é ês e Deus é um é uma con adição, mas pelo menos algumas pessoas eligiosas decla a ão que é e dade. 124 icha d coa es ac a Linguis ica Li huanica LXVI p oo way o deciding whe he an exp ession, as a linguis ic en i y, is a name o no ; he ques ion can only be add essed in ela ion o a con ex . in some con ex , a exp essão em ques ão é u ilizada pa a e e i -se seman icamen e (u ilizando o con eúdo do léxico que con ém) ou onimicamen e (não u ilizando o con eúdo do léxico que con ém). P op iedade é, po an o, como ilus ado po esses exemplos, um modo de e e ência, e não uma ca ego ia de exp essões, e essa comp eensão da noção pode se aplicada a é mesmo àquelas exp essões que são nomes incon es á eis (po exemplo, Nep uno, Vilnius): são simplesmen e exp essões que nunca são usadas pa a se e e i seman ically, excep in opes (c . oo no e 3). an impo an issue which is in he backg ound he e, bu which i ha e no spel ou so a , is ha exp essions may become names, i.e. hey may e ol e in o names a a és de uso epe ido de al manei a que os usuá ios não acessem seu con eúdo léxico pa a alcança uma e e ência bem sucedida. Isso de e se e dade, senão a onomás ica his ó ica no mal, que p ocu a explica nomes obscu os elacionando-os com sua on e léxica e imológica, se ia impossí el e impensá el. As exp essões como as mencionadas no úl imo pa ág a o podem se nomes pa a alguns usuá ios (aqueles que não acessam seu con eúdo léxico), possi elmen e não nomes pa a ou os (aqueles que acessam seu con eúdo léxico) e, a iadamen e, nomes pa a ou os (aqueles que às ezes acessam seu con eúdo léxico). ais exp essões podem es a a caminho de se o na em nomes, se já não são nomes. Mas não é ealmen e uma ques ão de ou ou. Eu a gumen ei em ou o luga (po exemplo, Coa es 2005b) que, uma ez que um usuá io usou uma exp essão como um nome (ou seja, usou-a pa a se e e i onimicamen e), é imp o á el que, em ci cuns âncias no mais, esse usuá io a use seman icamen e no amen e (pe mi indo al ez um b e e pe íodo de ansição). Is o oco e po que a e e ência semân ica é mediada po um signi icado léxico e g ama ical e, po an o, os seus cus os de p ocessamen o são mais ele ados. A Lei de zip (ou um análogo dela; zip 1949) exige que ac edi emos que os sis emas de p ocessamen o de usuá ios de linguagem aplica ão o meno es o ço necessá io pa a alcança seu obje i o e e encial. há uma consequência neu o isiológica hipo é ica: se a e e ência onímica en ol e a omissão do signi icado léxico, de e ha e uma o a neu al ísica que seja menos dispendiosa. Is o é names may he e o e e ol e om non-onymic exp essions in he manne in es igado em (6[…]) abaixo. desc i o de o ma mais comple a nou o luga (po exemplo, Coa es 2012). Eles ambém podem se cunhados di e amen e a pa i de ma e ial léxico e aplicados a um indi íduo, como quando a designação da Ex-República Iugosla a da Macedônia oi aco dada pa a ce os p opósi os em 1993 pa a o no o es ado eu opeu. Os nomes ambém podem se eaplicados a no os indi íduos. O nome Richa d já exis ia quando oi aplicado a mim. Es as conside ações indicam que os nomes como e mos que deno am indi íduos podem su gi po e olução ou po ou o ga. o a o c ucial em ambos os casos é que o p ocesso anula ou o na inapplicá el qualque sen ido que a exp essão inha an e io men e, ou eigh issues in he P agma ic heo y o P ope hood 125s aipsniai a igos g adualmen e ou ins an aneamen e.8 é impo an e no a que isso não signi ica que o sen ido nunca pode se ecupe ado du an e o p ocessamen o, e ol amos a es e assun o abaixo em (7[…]) e (8[…]). (4) As medidas adequadas não se enquad am no Ca ego ias logicamen e segu as e o nando a gené icos dos ipos nos exemplos in oduzidos em (3[…]), podemos aze um ipo semelhan e de pe gun a. os nomes que con êm um gené ico anspa en e se ão equen emen e os nomes do que o gené ico deno a. O Banco da Ingla e a, na minha ase de exemplo an e io , é um exemplo disso. Mas conside e que o E ening S a não é uma es ela e o Wes Bank não é um banco. A p imei a delas é e dadei a, como no malmen e en endida, po que a exp essão-cha e é ge almen e usada pa a se e e i a Vênus, que é um plane a, não uma es ela. A segunda é e dadei a po que a exp essão como nome é ge almen e usada pa a se e e i a uma en idade geopolí ica na Pales ina (embo a, é cla o, possa e ou os e e en es ambém), e lá é me onímica em o igem, omando seu nome da ma gem do io Jo dão. Es as mos am que exp essões que pode iam se conside adas nomes podem pa ece con e um gené ico que não classi ica adequadamen e o indi íduo. esul a que o sen ido desse gené ico é inaplicá el ou ausen e no p ocessamen o de ais denominações. Um exemplo a o i o meu diz espei o a um obje o na minha cidade na al, onde cos uma a ha e uma pon e e o iá ia pe ei amen e comum chamada Peak's Tunnel. O únel de Peak não é um únel, po an o, e iden emen e não é con adi ó io. Não há nenhuma conexão necessá ia en e um nome que inclui Tunnel e uma coisa que é um únel. mesmo que haja uma o e expec a i a de que al elação se mos e álida, não em segu ança lógica. Os nomes que con êm gené icos anspa en es dão, po an o, o igem a expec a i as go e nadas po expe iências do mundo eal, mas nada mais. Um desen ol imen o mais adical des a ideia é possí el: nenhum nome ca ega consigo o que mui os linguis as e lógicos (po exemplo, ecen emen e Van Langendonck, 2007: 71 . e capí ulo 3, com e e ências ali) quise am ac edi a . Nadežda […]espe ança[…], que o con eúdo deixa de se aplicá el em qualque a o de e e ência à c iança, po exemplo […]nadežda es á b incando com seus b inquedos.[…] isso é au o-e iden e. 9 usando a e minologia de Van Langendonck: não en ailmen o a p esupposi ion abou he ca ego y o he indi idual bea ing i , as há p essupos os ca egó icos. Cla o que há expec a i as de ipo es a ís ico. As I inas são p o a elmen e se es humanos do sexo eminino; Segue-se que I ina, is a como um ipo de nome ou lemma p óp io, não p essupõe que o po ado seja eminino. Van Langenwa e igh um, como eu ou con inua a demons a . donck is igh o claim ha p op ial lemma a yield possible deno a a, bu he link is no a logically 126 ac a Linguis ica Li huanica LXVI e não pode en ende po que alguém con inua a icha d coa es ac edi a o con á io. ocê pode que e ca ego iza I ina como um nome eminino, ou Egi o como um nome geopolí ico, ou Vaiciulenas como um sob enome. Po que é que ac edi as nes as coisas? Você em expe iências de i adas de encon os (ou ou as manei as de adqui i conhecimen o) que pelo menos um po ado indi idual pode se ca ego izado des a o ma, ou seja, que uma de e minada êmea, X, em o nome de I ina, e assim po dian e. mas não se segue que uma I ina de e se uma mulhe humana (a menos que a aplicabilidade dos nomes p óp ios seja egulada po lei, como é em alguns es ados […] não é uma ques ão de linguís ica ou lógica). A pa i de al pe spec i a, Shi ley e a um nome masculino ( a o) no mundo de língua inglesa a é que Cha lo e B on ë o usou como o nome da he oína de seu omance com esse í ulo; Foi e o çado como um nome eminino pela ama da es ela de cinema in an il ame icana Shi ley Temple, que desencadeou uma moda pa a aplicá-lo a êmeas na década de 1930. Es e nome mudou de ca ego ia de masculino pa a eminino? A que conclusão de emos chega ? Em um ní el, é simplesmen e senso comum que I ina e Shi ley são nomes de menina e Vaiciulenas um sob enome. Es as classi icações são o u o de obse ações epe idas. dependem dessas obse ações, apoiadas po um ipo de in e ência exempli icada po Se um memb o da ca ego ia X é chamado de i ina, en ão i ina é um nome aplicado UNICAMENTE aos memb os dessa ca ego ia. Es a in e ência é alaz: é uma ins ância de indução gene alizando a pa i de casos obse ados, ou seja, a gumen ando do pa icula pa a o ge al, e é alsa da mesma o ma que Todas as amílias êm ele iso es ou Todos os cães êm qua o pe nas. ambém é aplicado no ma i amen e: se um memb o da ca ego ia X é chamado de i ina, en ão i ina é um nome que DEVERIA se aplicado apenas aos memb os dessa ca ego ia. Es a é uma no ma social e cul u al,10 não uma eg a linguís ica ou lógica. Não podemos escapa da conclusão de que não há nada linguís ico sob e I ina que o o ne um nome eminino. P ecisamos de dis ingui en e duas alegações: I ina é um nome aplicado (só) a indi íduos que se enquad am na ca ego ia de emales humanos e I ina é um memb o da ca ego ia linguís ica nome pessoal eminino o p imei o é e dadei o, mas se há um implíci o ou explíci o só pode se alsi icado po um con a-exemplo (como no caso do nome masculino Shi ley). Sem o único, pode se en endido como uma expec a i a ou uma no ma cul u al em ez de uma necessidade. É sob e okens do nome I ina, em ez de seu ipo. o segundo signi ica essencialmen e o mesmo que o p imei o com o (implíci o ou explíci o) apenas. 10 em qualque dos sen idos do e mo no ma, es a ís ico ou coe ci i o. eigh issues in he P agma ic heo y o P ope hood 127s aipsniai a igos azem uma a i mação sob e I ina como um ipo. Podemos conclui que os nomes como okens podem se ca ego izados indi idualmen e e classi icados com base na expec a i a, po exemplo, hid onímicos, eônimos, nomes emininos e assim po dian e. nomes como ipos não podem se classi icados assim. A consequência disso, no que diz espei o à c iação de in e ências ou signi icados ansmi idos, é a seguin e: I ina uma dez ciga os po dia, alguma pessoa eminina uma dez ciga os po dia, é uma in e ência p obabilís ica azoá el baseada nas expe iências de ida do o ado ou do des ina á io, o que é menos p o á el de se e dade no caso de ha e uma I ina que é homem, ou um esquilo, ou um ca o. não em a o ça lógica de uma implicação. Os nomes não se enquad am em ca ego ias linguís icas no sen ido es i o, ou seja, um po ado do ipo de nome I ina não é ob igado a se uma êmea humana, mesmo se eles caí em no que pode íamos chama de ca ego ias de expec a i a, onde um po ado p o o ípico ou ípico do símbolo de nome I ina é de a o uma êmea humana. As ca ego izações de nomes que os onomas icos usam não são, po an o, ca ego ias linguís icas (ca ego ias en ol endo ipos), mas cul u ais (ca ego ias en ol endo okens) e não linguís icas. Caso algum lei o não es eja con encido pelo a gumen o do pa ág a o an e io , conside e o seguin e. É ób io que os nomes podem se duplicados en e os memb os da ca ego ia à qual pe ence um po ado : Robe em sido aplicado a humanos do sexo masculino e p esumi elmen e con inua á a se aplicado assim. Mas pode se aplicado a qualque ou a coisa. Podia chama não só o meu ilho, mas ambém o meu ga o, o meu ca o, o meu compu ado , o meu ca ão de c édi o, ou absolu amen e qualque ou a coisa, Robe . se um nome pe mi e a aplicação a qualque coisa que seja cul u almen e capaz de e um nome. Isso, é cla o, é uma consequência sa is a ó ia da nossa noção undamen al de que os nomes não êm sen ido. se ocê a gumen asse que em odos esses casos hipo é icos eu aplica ia o "nome masculino Robe " aos obje os mencionados, e que ainda pe manece ia um nome masculino undamen almen e, eu, cla o, conco da ia que ainda cai naquela ca ego ia de expec a i a. Ago a conside e a nym o ho se-name (p o isionally conside ing hipponym o be a alid ype-ca ego y, possibilidade de um ca alo de co ida chamado Lucina. Lucina é um hipopó amo exempli icado na página e minológica do si e icos11)? eu não sabia an e io men e que Lucina ambém e a o nome de uma deusa omana iden i icada com Juno, e associada ao pa o, ou seja, um eônimo. his o icamen e, po an o, Lucina é um eônimo, e pode-se e a opinião de que o nome do ca alo é uma aplicação do eônimo. Mas suponha que eu o no hing in my onomas icon, and Lucina’s only place would be in he p o i- nunca i esse encon ado a deusa. A his ó ia con a ia com uma ca ego ia de expec a i as hiponímicas. não se ia um eônimo, exce o 11 www.icosweb.ne /index.php/ e minology.h ml, acessado com equência. 134 ac a Linguis ica Li huanica LXVI b ilhan e de uma o ma ú il pa a a indús ia icha d coa es u ís ica. Es as ca ac e ís icas podem não se igo osamen e dis inguí eis eo icamen e umas das ou as; O meu p opósi o aqui é simplesmen e ilus a o ipo de bagagem de signi icado que os nomes podem aze com eles, e que pode (não de e) se acessado du an e a os de e e ência e que pode (não de e) acili a a in enção de e e ência bem sucedida no con ex o da exp essão, um pon o que se aplica igualmen e ao ma e ial léxico. O signi icado in e no dos nomes não é nada, se udo o que que emos dize com isso é que eles não êm sen ido. O co olá io é que os signi icados que eles possuem são odos ex e nos a si mesmos: sua deno ação (as coisas que eles pode iam, em p incípio, se usados pa a se e e i ) e suas cono ações (comp eensões da na u eza dos indi íduos, po exemplo, luga es que eles deno am, que dependem da pe cepção do usuá io, incluindo o conhecimen o comum), bem como os indi íduos que eles são ealmen e usados pa a se e e i em ocasiões pa icula es. (8[…]) os signi icados de naMes podem se acessados Vamos escla ece plenamen e um pon o le an ado du an e a discussão em (5). Eu ejei ei a noção de que os nomes êm sen ido, mas posso e pa ecido ein oduzi-lo pela po a asei a ao pe mi i que a e imologia de um nome pudesse se acessada pa a ce os p opósi os, incluindo adução. Os concei os são comple amen e dis in os. Quando uma exp essão es á sendo usada como uma exp essão de e e ência onímica, ou seja, em sua unção de escolhe um e e en e em um con ex o de uso sem a mediação do con eúdo léxico (sen ido), en ão, po de inição, o sen ido não é acessado. mas ou os aspec os do signi icado (aqueles em (7[…])), ansmi idos, mas não a i mados, podem (não de em […] esse é o c i é io impo an e) es a em jogo de manei as pa icula es. na escolha de uma pessoa po nome, podem en a em jogo ca ego ias de expec a i as (4). Se alguém me disse pa a da algo a Jane, é p o á el que eu p ocu e um se humano êmea (mas, é cla o, eu não posso con ia 100% na in e ência en ol ida: Jane pode plausi elmen e se um ga o). T abalhemos pa a dissipa qualque imp essão pe sis en e de que os nomes podem e sen ido, ou que a e imologia e o sen ido equi alem à mesma coisa, po que pode íamos se en ados a a gumen a que há uma clina ou g adien e de sen ido. ninguém con es a que exis em nomes sinc onicamen e opacos e que es es não êm sen ido, po exemplo, os nomes de luga es ingleses Yo k, Auckland, Ogbou ne, Congle on. qualque imp essão de capacidade senso ial depende de uma p op iedade mui o não linguís ica: a so is icação e imológica do usuá io da linguagem. um u ilizado indi idual des es nomes pode adqui i , a a és da educação, o conhecimen o ilológico de que o an epassado de bou ne signi ica a ou o a "co ien e", que o de - on signi ica a ou o a " azenda, aldeia" e que a e a ainda exis e com um sen ido eigh issues in he P agma ic heo y o P ope hood 135s aipsniai / a icles pa ly compa able wi h i s o iginal old english one. ha knowledge may be each- e ous, because he -land in Auckland o iginally had no hing wha e e o do wi h e a (Wa s 2002: 9[…]10), e se ia di ícil a i ma que e a signi ica sinc onicamen e […] e a[…] nes e nome. O nome do luga Chelms o d pa ece mais ou menos anspa en emen e se "passagem a a és do ( io) chelme ", e de aco do com uma possí el comp eensão que é o que é, mas essa comp eensão su giu a a és da in e enção de um opóg a o do século XVI, seja e ada ou delibe ada, e essa comp eensão não e le e o "senso" dos elemen os a pa i dos quais a alsa name was o iginally cons uc ed because he i e -name has been ca ed ou o he place-name by back o ma ion. any a gumen ha e ymological anspa ency is a su oga e o some aspec s o sense ounde s on examples like hese, and i is simp- anspa ência e imológica é a mesma que o sen ido. E os nomes com uma e imologia inega elmen e anspa en e? Pode-se nega que nomes de luga es como Longb idge, B oads ai s, New own e Redhill, ou os sob enomes Bu che e Jackson, ou os nomes emininos de Ap il e Viole , enham sen ido? De a o, pode, mesmo aqui, onde as o mas anspa en es são e imologicamen e con iá eis. Vamos abalha com um desses exemplos: como um nome de luga uncional, Longb idge não implica (ou seja, logicamen e eque ) nada, nem seque a exis ência de uma pon e. Dado um conjun o de suposições usuais sob e nomes, de e implica a exis ência de uma pon e longa no momen o his ó ico da nomeação, mas não depois disso (ou seja, a o dP se aplicou (c . 6 […]). Mas a exis ência con ínua da pon e ou o seu desapa ecimen o não êm nenhuma ele ância linguís ica. Isso não signi ica que um nome como Longb idge seja incapaz de ansmi i qualque signi icado. Dado p essupos os no mais sob e como os luga es ecebem seus nomes, ele ansmi e in o mações sob e o passado: que ha ia uma pon e lá e que al ez ainda haja, mas essa in e ência não equi ale a um conhecimen o sinc ônico linguis icamen e baseado do luga . I a Longb idge não lhe pe mi e c e , com a segu ança lógica o e ecida pelos sen idos das pala as apa en emen e en ol idas, que ocê encon a á uma pon e lá. algum ipo de expec a i a é admissí el, mas pode se abandonada sem um desas e lógico em ace de e idências que a minam: a al a de uma pon e. em nomes não é ealmen e sen ido, mas (co e o ou inco e o) in he ace o his kind o e idence, we can conclude ha any appa en sense en endimen o e imológico, e eles não são o mesmo. são man idos sepa ados pela segu ança ou insegu ança lógica das in e ências que pe mi em. A ou a pon e longa é o que é pe cebido pelos sen idos, enquan o a Longb idge não e ela necessa iamen e nada compa á el. nos nomes, uma e imologia anspa en e equi ale, em e mos linguís icos, a um signi icado ansmi ido 18 Há, ob iamen e, ago a ou as manei as a bi á ias de os luga es ob e em nomes, exempli icadas po uma boa pa e da p á ica obse ada na Amé ica. 136 ac a Linguis ica Li huanica LXVI ing, não um a i mado: ou seja, um signi icado icha d coa es sem s a us lógico segu o, ou um que é apenas suge ido. Com base em exemplos como es e, de emos conclui que "O que signi ica um nome?" é uma pe gun a enganosa, se se p e ende se en endida sinc onicamen e. "Como um nome signi ica?" é um nome melho , e essa é a única ques ão de impo ância linguís ica sinc ônica. de e se en endido como "como um nome iden i ica um e e en e em um con ex o de uso?" a espos a é "a a és do conhecimen o compa ilhado de uma associação a bi á ia, mas es á el e ígida de uma o ma linguís ica com um indi íduo". a pe gun a diac ônica co esponden e é: […]O que signi ica a um nome?[…] (ou seja, […]Qual o sen ido que inha?[…]) […] no e que, c ucialmen e, o e bo es á no passado, e econhece o desapa ecimen o do sen ido na ansição pa a se um nome. Mês em Ob as Li e á ias (9) Pode se um caso especial que há mui o de in e esse que pode se di o sob e nomes em ob as de a e em ge al, e especialmen e ca ac ônimos "c a ílicos" na li e a u a (ba on 1990). Es es são nomes cuja o ma pa ece e algum signi icado den o da ob a em ques ão. Mui os ca ac ônimos ilus am o que pode íamos chama de The E ymological Onomas ic Tu n. Tais nomes podem se en endidos com seu alo e imológico e, po an o, seman ico, pe manecendo disponí eis semp e que o em usados pa a se e e i ao seu e e en e (ou al ez, mais ealis icamen e, pelo menos na p imei a ocasião). Tomemos, po exemplo, os nomes amosos na li e a u a inglesa an iga Pis ol, boneca Tea shee , S a. Malap op, S . Bumble, Becky Sha p, Gab iel Oak, Ti us G oan, e assim po dian e. o objec i o de nomes des e ipo é p ecisamen e suspende ou sub e e a sepa ação ge al de um nome do sen ido das suas pa es cons i uin es; É nisso que consis e, na e dade, qualque nomeamen o li e á io semân ico: a epo enciação ou eseman ização da e imologia. Pa a en ende mos is o plenamen e, p ecisamos de e em con a o con ex o da concessão de nomes. A li e a u a é a e, e é legí imo supo que esse a o anula a suposição no mal sob e a doação, ou seja, que o a o em si anula o sen ido de quaisque pala as que apa ecem na exp essão escolhida como nome ( e 3 […] acima). A a ibuição de nomes li e á ios, po ou o lado, con ida o público ou 19 pa ece-me que i cha ac onyms ade on anspa ency o some kind, i ollows om ha ha exis em amplamen e ês ipos de nomeação li e á ia: a bi á ia (não é ealmen e um ipo especial), cul u al (que negocia em signi icados ansmi idos) e semân ica (que negocia em signi icados linguís icos). O e mo c a ílico pode ab ange aspec os dos dois úl imos ipos. eigh issues in he P agma ic heo y o P ope hood 137s aipsniai a igos lei o p ecisamen e pa a não suspende a conexão en e o uso e e ymolname e seu signi icado […] em alguns casos a é mesmo os sen idos p é-doação das ogy, bu o pe o m he complex balancing-ac o main aining bo h he o m o a pala as que o cons i uem […] a i o pa a a du ação do e en o li e á io, seja assis indo a uma peça ou p og ama de TV, lendo um omance, ou o que o . po essa azão, em desa io ao a gumen o acima em (5), a adução ca ac e ís ica é possí el (po exemplo, Dö chen Laken eisse , em alemão, li e almen e e e imologicamen e "hypoco is ic-do o hee shee ippe " pa a o a Doll Tea shee em Hen y IV, pa e ii de Shakespea e), e al " adução" pode se idiomá ica e suges i a em ez de pu amen e léxica, assim como odas as ou as aduções. Di o isso, ainda pode-se a gumen a que o a o de aduzi ca ac e onímicos é exa amen e como ou a " adução" onímica e que, po an o, acessa a e imologia do nome em ques ão em ez de qualque sen ido que possa se de ec á el em sua o ma linguís ica. A inal de con as, não se in es iga (ou não se em que in es iga ) um ca ac ônimo pa a o signi icado em sua men e cada ez que é usado, como se az pa a os signi icados léxicos de pala as comuns e ou as exp essões no ex o, embo a a possibilidade não seja excluída. Po im, passamos a uma ques ão que em sido abo dada de ez em quando na li e a u a de onomás ica, a sabe : (10[…]) São os MaXiMaLLy ou os MiniMaLLy signi ica i os? Es a ques ão eapa eceu epe idamen e, po exemplo, como ela ado em Van Langendonck (2006). É essencialmen e sob e se os nomes, po i ude de se em disposi i os pa a se e e i a indi íduos, ca egam uma g ande quan idade de in o mações que acili am a e e ência indi idual, po que os nomes se ap oximam do es ado de deno a unicamen e um indi íduo (o que é uma suposição mani es amen e alsa, embo a as eá el desde a an iguidade clássica), ou se eles são seman icamen e azios, ou seja, não êm sen ido e não êm uma aixa o almen e de e minada de deno ações. a pe gun a não é ge almen e o mulada de o ma adequada; Inco po a uma alsa dico omia, e não pode se espondida al como es á. um nome iden i ica um po ado indi idual que pode es a sujei o às limi ações do conhecimen o do o may no be unique. i ha bea e is unique, use o he name ca ies wi h i (bu u ilizado ) odas as in o mações enciclopédicas disponí eis sob e esse indi íduo. se o po ado não o único, o nome em mais de um deno a o ou e e en e po encial, e p onunciá-lo é, po an o, ela i amen e pouco in o ma i o sem a ajuda do con ex o de uso. Os nomes não êm sen ido, mas, como imos, podem e uma e imologia anspa en e ou de ou a o ma ap endí el, e, assim, suge i (não implica ou p essupo ) a pe ença à ca ego ia po e um po ado salien e nessa ca ego ia ou pela o ça absolu a do núme o de po ado es.Es e a igo o neceu um guia pa a os undamen os e algumas consequências da 138 ac a Linguis ica Li huanica LXVI nessa ca ego ia. Os nomes ambém podem, é cla o, icha d coa es con e uma g ande quan idade de in o mações enciclopédicas e podem cono a uma g ande quan idade. na medida em que p omo em de o ma e icien e a e e ência bem sucedida no con ex o, são maximamen e in o ma i os. mas essa in o mação es á disponí el a a és de p ocessos de eco dação auxilia es em ez de se codi icada no p óp io nome, e, po an o, não é necessa iamen e acessada no momen o da p onunciação. na medida em que não conseguem signi ica a a és da posse de elações léxicas sis emá icas (senses), não são in o ma i os. a espos a à pe gun a, al como o mulada, é, po an o: "ambos", mas não é ealmen e impo an e. * * * eo ia p agmá ica da p op iedade e mos a como algumas ques ões que o am conside adas impo an es na onomas ica eó ica podem se abo dadas. To on o: Uni e sidade de To on o Imp ensa. b on ë cha lo e 1849: Shi ley. (em inglês) Edição ad libi um. Bu ge Tyle 1973: e e ência e nomes p óp ios. […] Jou nal o Philosophy 70.14, coa es icha d 2000: exp essões de inidas singula es com um deno a o único e os limi es da p op iedade. […] Linguís ica 38,670 da sé ie con ínua, 1161[…]1174. Coa es Richa d 2005a: uma no a eo ia da p op iedade. […] P oceedings o he 21s In e na ional Cong ess o Onomas ic Sciences, Uppsala, 19-24 de 425–439. agos o de 2002, ol. 1, edi ado po e a b ylla, Ma s Wahlbe g. Em cima: So i, 125 […] 137. coa es icha d 2005b: um modelo psicolinguís ico especula i o de onimização. […] Quade ni In e nazionali di Ri is a I aliana di Onomas ica 1 (Nomeando o mundo: dos subs an i os comuns aos nomes p óp ios), ed. po dunja b ozo ić- onče ić, enzo ca a elli, 3[…]13. [P oceedings o he con e ence […]naming he Wo ld: om common nouns o P ope names[…], Zada , C oácia, 1 a 4 de Se emb o de 2004] Coa es Richa d 2006a: P op iedade. […] Língua 82.2, coa es icha d 2006b [2011]: some consequences and c i iques o he P agma ic 356[…]382. Teo ia da P op iedade. […] Onoma 41, 27 […] 44. […] Onoma 41, 27 […] 44. […] Onoma 41, 27 […] 44. […] Onoma 41, 27 […] 44. coa es icha d 2009: uma abo dagem es i amen e miliana pa a a de inição do nome p óp io. – Men e e Linguagem 24.4, 433[…]444. 20 Sou ex emamen e g a o pelos comen á ios comple os e cons u i os sob e es e a igo po dois á bi os anónimos. eigh issues in he P agma ic heo y o P ope hood 139s aipsniai a igos coa es icha d 2011a: Onde es ão os limi es do nome? algumas ques ões emanescen es com a eo ia p agmá ica da p op iedade. Papel en egue no Icos-24. Ba celona, Espanha; coa es icha d 2011b: Es amos ce cados po onymies: o hcoming in he P oceedings . elações en e nomes, ipos de nomes e ca ego ias e minológicas. Papel en egue no Icos-24. Ba celona, Espanha; P óximo no p ocesso. Coa es Richa d em 2012: Pa a þæ e ulan lóde. Ó þæ e ulan lode: em se o na um nome em Eas on e Winches e , Hampshi e. 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Ji pa em a d iem esminėmis idėjomis: 1) pala as de e i icação que não ap esen em signi icados; 2) ik inių žodžių esmė į a dijimas, o ne deno acija. umpai ap ašy i p agma inės s aipsnyje ik inių žodžių eo ijos pag indai, p ielaidos bei pasekmės i nag inėjamos aš uonios likusios a a iamai likusios p oblemos. Į eik a 2012 m. sausio 6 d. icha d coa es Cen o de Linguís ica de B is ol Uni e sidade do Oes e da Ingla e a BS16 1QY, B is ol, Reino Unido [E-mail p o egido]