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Bemerkungen zur Problematik der baltischen Ortsnamen westlich der Weichsel

Darius Ivoška

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208 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV DARIUS IVOŠKA Lie u ių kalbos ins i u as Cien í icas Fo schungs ich ungen: Onomas ik, Bal isch-deu sche Sp achkon ak e. NOTICAS ZUR PROBLEMATIK DER BALTICHEN PORTSNAMENTA WESTLICH DER WEICHSEL Kele as pas ebėjimų dėl bal iškų ie o a džių į aka us nuo Vyslos p oblema ikos ANNOTATION A ques ão das on ei as do habi a eal dos Bal es é ainda ainda um ema, que os especialis as de á ias ciências, especialmen e his o iado es, linguis as e a queólogos pa a discussão uni ica. As en a i as de uma exa a iden i icação do exa o an igo siedlgebie dos po os bál icos, undam apenas na e udição dos modes os sp achdenkmäle , dos a chaeologischen unde e em uma cons an e e isão e eueins imulação das nume osas em conside ação indas ob as cien í icas. O es o ço do con ibu o consis e em ap esen a no os onomas icos ac os espec i amen e no os oikonymes e unconhecidas a ian es dos já bookados o snamen, que aliosa in o mações pa a ou as in es igações no campo da e bo ização do habi a dos po os bál icos a oes e do Weichsel o nece . SCÜSSELWÖRTER: Onomas ic, O sname, Pe sonenname, Flu name, E ymologia. ANNOTATION The ques ion o he bounda ies o he a ea inhabi ed by he Bal s emains he opic which b ings he specialis s o di e en a eas, especially his o ians, linguis s and a chaeologis s, in o a discussion. The a emp s o iden i y he exac bo de s o he non-exis ing Bal ic ibes a e only based on modes language es imonials o he na ion and a chaeological indings by in e p e ing and e alua ing he abundance o scien i ic wo ks ela ed o hem. The a icle aims a p esen ing o iginal ac s o onomas ics, in o he wo ds, new oikonyms as S aipsniai A icles 209 / Beme kungen zu P oblema ik de bal ischen O snamen wes lich de Weichsel well as new a ian s o he al eady discussed oponyms which can p o ide new in o ma ion o he esea ch ela ed o he a ea inhabi ed by he Bal ic na ions wes - wa ds om he Vis ula i e . KEYWORDS: onomas ics, place name, pe sonal name, ield name, e ymology. INTREITURANDO Com a impo ância da ON na de e minação das assen amen osge ais de Völke n em-se já ela i amen e equen emen e auseinande gesse , é, ão longe conhecido, nenhuma dú ida disso pa a exp essão sido azido. As seden ungsgebie e dos po os são desde mui o empo um oco de pesquisa de his o iicens, a queólogos, geog aphen e lingu is as. Como pelo au o do con ibu o já oi mencionado1, são as mais con iá eis e mais impo an es Quel- le des O snamenbes andes de e s o benen Sp achen die handsch i lichen U kundensammlungen. Die Au me ksamkei wi d wiede au den OF 105 gelenk . Das Ziel des o - liegenden Bei ags is nich , die be ei s meh mals behandel en Gewässe - und Siedlungsnamen a indica , mas no os ac os a subme e , que espe ançosamen e na ixação da on ei a ociden al dos po os bál icos pode iam se auxilia . O OF 105 con ém ex ensi o e impo an e ma e ial a p óp ios nomes, que no os dados sob e os de P ussen habi ados e i ó ios e suas on ei as o necem, o que ainda ainda o obje o pa a discussões en e linguis as, opônimos, his o iado es e a queólogos é. 1. DIE WESLICHE FRONTEE DES BALTEN IN DEN RESURSAGEN DES 20. JH. S T adicionalmen e, conside a a a in ei a á ea en e o Obe lau e o Zu luss do Weichsel como on ei a ociden al da balizamen o bál ico. Im 4. 1 OF 105 con ém nume osos ON e PN e pe ence às mais impo an es on es pa a a e udição dos p óp ios nomes bál icos. 1925 em Reinhold T au mann em seu abalho Die al p eußischen Pe sonennamen (S. 3) no ado, que é mui o complicado, le os pe gamen os do OF 105. Tal ez sejam po isso mui os ON de Geo g Ge ullis excluídos e não são em seu amoso li o Die al p eußischen O snamen incluído (I oška 2015). DARIUS IVOŠKA 210 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV Década do passado século começou-se a ala sob e os Bal en a oes e do Weichsel. Pa a discussão se jun a am linguis as e a queólogos. O linguis a F ied ich Lo en z2 colocou 1933 em seu a igo P euβen in Pomme ellen a lis a da ON a oes e do Weichsel, que, segundo sua opinião, pode iam se de he ança p eußische . Suas alegações undamen ou o au o com a suposição de que ha ia nas á eas que di e amen e limi a am ao e i ó io po oado pela P ússia, ambém pode iam e dado indi iduais ilialidades de P ússia (Lo en z 1933: 5358). 1939 le ou o a queólogo Lo ha Kilian3 8 ON os lussnamen Pe san e, a Oikonyme Saulin, Labehn e Labuhn, Powalken, S aduhn, Ru zau, Ka wen 2 F ied ich Lo en z (nascido no 28 de dezemb o 1870 em Güs ow, Mecklenbu g, mo o no 27 de ab il 1937 em Zoppo , F eie S ad Danzig) oi um alemão p i a geleh e e Slawis . Ele es udou Indoge manís ica e Sla ís ica na Uni e sidade de Leipzig, 1894 ele p omo ia com a disse ação Sob e o aco P ä e i um do Ge mânico e elacionados o ma ions das schwes e sp achen. Um de seus p o esso es inha sido Edua d Sie e s. Depois que ele uma Zei lang em Wisma inha i ido, ele mudou pa a Ka haus, em uma á ea com um al o kaschubico p opo ção de população e de o ou-se p incipalmen e à e udição da kaschubica língua. A Pe e sbu ge Akademie de Wissenscha en, que o alo de suas in es igações ha ia econhecido, p omo eu a imp essão de seus abalhos. Com suas ob as ele sal ou uma do AusSein G oses Kaschubisches Wö e buch com 2747 páginas es ei amen e desc i as pe maneceu incomple o e chega apenas a é o inal do le a […]P[…]. s e ben bed oh e Munda zumindes ü die Wissenscha . Übe die E o schung on O s- namen wuchs sein In e esse an de Geschich e und de Volkskunde de be e enden Lände . Lo en z oi desde 1927 ambém a uan e colabo ado no Os land-Ins i u em Danzig e co esponden e memb o da Russen Akademie de Ciências a Lening ad. En e as mais signi ica i as ob as Lo en z con a-se: G ande Kaschubisches Wö e buch, Slo inzische G amam ik e Slo inzisches Wö e buch, Kaschubische G amma ik, alemães e poloneses nomes dos p incipais o scha en Wes p eußens esque da do Weichsel e nume osas con ibuições, que a e bo schung de Volksgeschich e und -kul u des pomme schen Gebie es gewidme sind (h ps://dewiki.wikipedia.o g/F ied ich_Lo en z). 3 Lo ha Kilian (19222000) oi nascido em Nidden, no damaligen Memelland. 1939 em ele sua disse ação sob e a Schnu ke amik na Königsbe g Uni e sidade de endido. Pouco depois ele oi em o se iço de gue a in ocado, du an e do 2. Wel k ieges caiu em p isionei o de gue a e é só 1949 libe ado. 19511954 em Kilian como assis en e na Uni e sidade Bonn e as esca ações no an igo Lübeck emp eendidos. Desde 1957 ele abalhou como Kus os no Landesmuseum a T ie . Depois Kilian Ren ne o nou-se, ele mudou pa a Swis al em Bonn. Kilian esc e eu mui o sob e o ema S einzei . Ele se ocupou mui o com a Indoeu opäís ica, as monog a ias Zum U sp ung de Indoge manen e Zum U sp ung de Ge manen esc i o. À sua á ea de in e esse pe encem ambém a o igem dos Bal es e seus linguis ica elik e nas línguas wes eu opeias. A es e ema em Kilian ce ca de 70 con ibuições publicadas. Pa icula men e impo an es são as monog a ias Ha küs enkul u und U sp ung de Bal en (1955) e Zu He kun und Sp ache de P ußen (1980) bem como po , e i ulou o a igo cau elosamen e Bal ische O snamen wes lich übe zwanzig Bei äge, die de bal ischen A chäologie gewidme sind. Kilian en a izou que a du ação de ida de uma cul u a e sua ans o mação não é c i é io S aipsniai A icles 211 / Beme kungen zu P oblema ik de bal ischen O snamen wes lich de Weichsel pa a sua exis ência. Também uma cul u a mui o e íme a, que nem em empo, de se ans o ma , pe manece po isso uma cul u a. É, po an o, não p omo ó io, o concei o Daue und Wandlungs na de inição de uma cul u a ou cul u ap o inc inclui . [...] Mas a quan idade sozinha em nenhum pode de p o a: um und yp não p ecisa es a em sua á ea de o igem mais eqüen e. Re e en e em que a pe manece em um es i o dis ibuição. Ao azê-lo, p ecisa-se o núme o dos und ypes em uma p o íncia ABB. 1.Figu a a pa i do a igo Zum Aussagewe on Fundund Kul u p o inzen (Kilian 1960: 47) DARIUS IVOŠKA 212 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV do Weichsel? com um sinal de pe gun a (Kilian 1939: 6768). Subsequen emen e, indicou no ano 1943 o amoso linguis a e au o do e mo Al eu opa, Hans K ahe, na disseminação do bal ische ON no con o e so e i ó io em seu a igo Bal ische O snamen wes lich de Weichsel. K ahe en a izou que o lussname Pe san e poln. Pe sę a pe ence à an iga classe eu opeia e econs uiu sua u o ma *Pe san a (K ahe 1943: 4344). No ano 1966 deu Vladimi Topo o em seu a igo K op osu o oponimičeskich soo e s ijach na bal ijskich e i o iach i k zapadu o Vis ly duas alegações conhecidas: 1) as ON a oes e do Weichsel podem só se g in e p e adas de ido a a os linguís icos bál icos; 2) as da á ea en e o Weichsel e o Elbe p o enien es ON podem mi hil e bál icos e sla icos sp achgu es se g in e p e adas (Topo o 1966: 103104). 1980 apa eceu o nome pesquisado polonês Hube Gó nowicz, que se em sua monog a ia Toponimia Powiśla Gdańskiego ambém com es e schwe punk inha ocupado, e mais a de le ou suas alegações no p imei o olume de nomes de águas no i e sgebie do in e io Weichsel da sé ie Hyd onymia Eu opea an. O au o a i ma que os nos documen os do Alemão O dem a é ao 13. Jh. buquei p óp ios nomes no undo do odo polonês oponymiesys em são a caico, o que não se pode dize sob e os p óp ios nomes p ussianos no undo dos ou os á eas bál icas. Daí são 8 pa onímicas ON como belege indicadas: Go owicy, Miedzicy, Mi owicy, Pi zchlicy, Połkowicy, Rucicy, S zeszewicy, Wadkowicy, que a é ao 13. Jh. booked o am, e 6 ou as Bolewice, Czekanice, P ei e owice, Raszewice, Wojsławice e Wojszewice, que depois do ano 1300 booked o am. No p eußischen Eigennamengu encon ou o au o apenas a che ypische Gewässe namen, que com a hyd onymie e oponymie de odos os po os bál icos es ão conec ados: *Audūnē, *Balawō, *Bald apē, *D audwajō, *Gil(ū)wē, *Sa ijē, *Tūjā, *U kuž, *Zi gūns e a Cho omyme *Algems, *Pēijā, *Rezamed. As em os a os do O dem Alemão buque eados p eußischen ON êm segundo Gó nowiczs opinião uma mui o junge es u u a. De e se no ado que em no e de ca o ze casos dos acima mencionados ON (Go owicy, Pi zchlicy, Połkowicy, Rucicy, S zeszewicy, Wadkowicy, Bolewice, P ei e owice, Wojszewice) o au o de endeu sua eo ia sob e sua o igem polonesa e a an e io in e p e ação al e na i a pa a uma P ei icação/Ve p eußung man e e (pln. p u enizacja) (Gó nowicz 1980: 1112). não com a ou a cob i , e ela ai isso no ge al ambém não aze (Kilian 1960: 45–47). S aipsniai / A icles 213 Beme kungen zu P oblema ik de bal ischen O snamen wes lich de Weichsel O Ka hause p ies e Wilchelm Reinhold B aue 4 publicou 1983 seu Büchlein P eußische Siedlungen wes lich de Weichsel. Ten a i a de uma deu onomia e imológica de lu names heima icos e colocou sua obse ação po causa da e gados aiz nos lussnomes Pe san e, Pe esna e o oponym Pi sna, cuja base as qua o consonan es PRSN o ma am. O au o assume que eles odos pode iam se de o igem bál ica. Um especial acen o legnem al an e indicação (missing link) de e ia se , o que pode ia e e au den scheinba p eußisch-bal ischen Namen agenden We de Pi sna (poln. Py caw), de dann zu eine B ücke zwischen Os und Wes , bzw. zu ei- acili a a comp eensão da in ei a ex ensão o iginal da ölke und língua bal ica amília (B aue 1983: 22-24). 1988 apa eceu seu ou o Büchlein Bal isch-P eußische Siedlungen wes lich de Weichsel, no qual (P. 21) o au o suas alegações mais uma ez epe iu. Suas ob as exci a am o in e esse de Topo o e Jü gen Udolph, que se desen ol eu mais pa a uma iolen a discussão e semp e mais pa icipan es a aiu. O alemão Slawis , Kaschubologe e Bal is F iedhelm Hinze em B aue s Büchlein Opusculum chamado e mui o acen uado c i icado. Hinze a i ou B aue al a de conhecimen o da e minologia namenkundá ia e onomas ischen mé odo, indi e gência no e ymologizando e ausência de Folge ich igkei an es (Hinze 1989: 129). Independen emen e disso, o abalho é po causa do ap esen ado ma e ial empí ico signi ica i o. Como um dos exemplos, conside a-se a deu onomia da o igem do lussnamen Pe san e (poln. Pa sę a), sob e o qual não se pôde chega a aco do, embo a mui o mui o enha sido discu ido. Al eu opeia o igem do i e snomem en a am K ahe e Udolph a p o a , ao econs uí am as u o mes *Pe san a e *Pe san ā. Udolph pa iu do p essupos o de que a e imologia do lussnamen 4 O eólogo e pad e Wilhelm Reinhold B aue (19021988) oi nascido em Ka haus em Wes p eußen. Como pad e ele a uou em Posen (19281933) e Obo nik (19331945). Após schen pesquisa e o nou-se a um dos mais a i os memb os da Cope nicus-Ve einigung nie ung. Anquipando a dem Zwei en Wel k ieg u. a. on 1956 bis 1960 als Lei e de Be line S ad mission und on 1961 bis 1970 als P a e zu S . Lo enz in Lübeck. Im Ruhes and widme e e sich de his o i- conhecimen os dos 30-os anos do passado século oi B aue po a p o a de que os p ussianos em zu P lege de Heima kunde und Geschich e Wes p eußens. Ausgehend on Fo schungen zu seinem Heima do widme e e sich dann de F ühgeschich e de P eußen und ih e Missio- a é ago a não ado ado o ça ambém a oes e do Weichsel siedelam. Suas in es igações linguís icas his ó icas chegam a é em uma época de ol a, que elas não mais só os p ussianos, mas sim ge almen e línguas e po os bál icos pa a o obje o êm. Suas ob as mais impo an es e aliosas são dois Büchlein P ußische Siedlungen wes lich de Weichsel (1983) e Bal isch-p eußische Siedlungen wes lich de Weichsel (1988). (h p://ub-goobi-p 2.ub.uni-g ei swald.de/ iewe / ull ex / PPN559838239_NF_75/151/) Não é possí el DARIUS IVOŠKA 214 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV ans luuium pa sandi a é às o mas öllig on de E klä ung de Schwankungen in dessen Übe lie e ung abhängig is . Bei de Buchung des Flussnamens, ange angen mi de äl es en Fo m 1159 pos e io es do 14. Jh.s (1333) ans pe san am, podem-se duo eias schwankungen no a : Vokalismus na aízelsilbe a a e e e consonan isme no su ix -ndzu -n -. K ahe em ambos pa a pu amen e g a icas wechsel älle man ido e indicou ao azê-lo em idên icas mudanças em os nome es p ussianos. Udolph du idou mas a co e ude das mais an igas, dos papis ales u quidenes ex aídos sob elieg as do i e snamen e obse ou que como con ianças só desse dos alemães downsch iebenen a ian es a pa i do 13. Jh. podem aplica (Udolph 1990: 234–237). Wol gang P. Schmid a i mou, que o lussname Pe san e segu amen e nem ge mânico nem sla ico osse, di e mas pa a bal ico se em man idos. O au o salien ou as pa elelas en e os aqua enomes Pe esu a em P ipje -Gebie e Pē se em Le land e en e os nomes de paisagem Pi sna em Pome ânia e Pe esna em Dnep -Gebie , que e en ualmen e pa a Bal en em Pome ânia ala am. Ele en a izou que a nomeação o iginal não designação, mas uma denúncia inha sido e po isso pode po ás de um nome ans e ências em con a pode iam se colocadas (Schmid 1994: 274, Es as men auch nach einem Appella i um gesuch we den. So ließen Pe san e und Pe esu a au keine lei Wande bewegungen schließen, die nu im Fall de Na- alegações en ou o linguis a polonês Zbygniew Babik con a e no ano 2001 ele 276–277). obse ou em sua disse a ion Najs a sza wa s wa nazewnicza na ziemiach polskich, que a econs uída po Udolph * Pe san ā e a absu da. O au o c i icou a a i ude Udolphs quan o à sob eleidu a qualidade da Onyme nos páps icos, pelos i alianos esc i os e nos dos alemães e as e u cunden. Tais conclusões le am, assim Babik, em a e a e ecusam as em páps lichen u cunden booked ea lies lussnamen a ian en na econs uição da u o m ab, pelo que a de Udolph econs uída *Pe san ā não con incen e age (Babik 2001: 217). A ques ão da on ei a ociden al dos de Bal en colonizados e i ó ios oi ambém á ias ezes em con e ências de G asilda Blažiene a ada. No ano 2006 êm Ki s in Casemi e Jü gen Udolph o papel do bal ico e sla ico na deu endação da niede sächsischen ON acen uado. Os au o es dis inguem eie lei classes do ON em Niede sachsen, na cuja con iá el deu ação de o igem o ma e ial das línguas bál icas de e se i ado em conside ação. Ao p imei o g upo pe encem as ON baseadas em aquesse names, que a da hid onimie al eu opeia ou de uma dela p oximes eenden e namenschich pe encem. Aqui as elações S aipsniai 215 A icles / Beme kungen zu P oblema ik de bal ischen O snamen wes lich de Weichsel bal isch-ge manicas consis em no que, co esponden emen e o mados nomes an o no Bal ikum como em Niede sachsen êm a oco e . O segundo g upo azem ON o a, cujas bases ou elemen os não são explicá eis a pa i do Ge mânico, exibem mas p ecisos pa alelos ao Bal ico em. Um e cei o g upo de nomes inalmen e con ém bases, cujos pa en es embo a no ge mânico sejam e i icá eis, mas, no en an o, pa a chega a uma con incen e deu onia, do bal ico necessi am (Casemi , Udolph: 2006). 2. NEU ENSIGHTE ZUR QUASGE DER ONY ME WESTLICH DER WEICHSEL No p esen e con ibu o são dois ON da Weichselgebie indicados e examinados, que no OF 105 es ão ocupados. 2.1. ON Pipingisse Po causa do am 4. Mai 1352 pelo Hochmeis e do O dens Alemães Win ich on Knip ode assinado de a es ado oi a aldeia Pippingisse pe encen e ao Tho ne Hospi al de Li aue eisen e os com ela ligados cus osbei äges libe ados. Na a es ação é o ON Pippingisse bucado sido: 1352 Eximimus illam Pippingisse pe inen em ad hospi a em in Tho un a aciendis Reysis Ly howiensibus (OF 105, 236 ), e nos PUB são ambém seus a ian es Popingisehe e Pipingsee mencionados (PUB V 27). A libe ação do Tho ne Hospi als dos Li aue eisen5 mencionada no a o men o é uma das a os das a i udungs e ande ungen do Alemão 5 „Li aue eisen“ wu den gu geplan e, ku z is ige und heim ückische Ang i e des Deu schen O dens con a o Li uuiche G ande P incipado chamado. O início dessas iagens de gue a é ao inal do 13. Jh.s a ibui . Li auques his o iado es ac edi am que após os acassados a aques a Soule (li . Šiaulai) e a Kuwe lan (li . Du bė) as Ri e des Deu schen O dens as comb ác icas dos exé ci os li auischen bem es o çadas e se dispensa am nas long is igen Züge possam e . A a és cu o is ige ajes e epen inos a aques con a as na on ei a com o O dens aa liegen es li auischen cas les e aldeias que ia o Deu sche O den o pode dos Li aue allmählich b echen e ela subsequen emen e annexione en. As li aue eises o am equen emen e a pa i inal do 13. a é inal do 14. Jh.s especialmen e du an e o egimen o do Hochmeis e s des Deu schen O dens Win ich on Knip ode 13511382 emp eendidos (LKSK 1964: 189190). As al e ações na gue ege ische á ica desc e e ambém An anas Kučinskas in seinem Buch Kęs u is und als Beispiel dazu üh e die misslungene Planung eines DARIUS IVOŠKA 216 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIV O dens, que maio i a iamen e de dois essenciais acon ecimen os o am in luenciados: 1) os consequências da pes pandemia, que ca. seis anos du ou e 2) os g andes pe das, que du an e os a aques con a o pagânico Li auen no ano 1352 o am so idos. Assim, a O dem Alemã pe deu a espe ança, o li auische G uß ü s en um a de o a e a ba iza . O his o iado alemão Johannes Voig en a iza em seu abalho his ó ia da P ússia dos mais an igos empos a é ao im do domínio da O dem Alemã, que a haup so ge do Hochmeis e Win ich on Knip ode não só o o alecimen o do pode mili a da O dem Alemã e concessão da o dem em O densbu gen inha sido, mas ambém a eedi icação e o desen ol imen o do o emen e de as ado O denss aa es. Após a g ande pandemia eu opeia de pes e 13471353, os ce ca de 25 milhões de í imas mo ais apidens pene ens no o li auische g ande p incipado no ano 1345 a, que oi uinado po um aude. Os acon ecimen os do janei o 1345 são po Kučinskas e po Augus inas Janulai is em sua Monog a ia Lie u os Didysis Kunigaikš is Kęs u is desc i os. Kučinskas obse a que o O den Alemão em sua ápida i ó ia ac edi ou. G andes ex e io es exé ci os são con idados. Ao Zug êm-se eunido as pode osas o ças da Eu opa: o chechês ei Johann com seu ilho Ka l, o húnga o ei Ludwig com seus Acome e n, o holandês conde Wilhelm IV, o conde Gun e de Schwa zbu g e mui os ou os, o al ca. 200 di e en es p íncipes. Quando o a aque es a a planejado e logo de e ia se emp eendido, ecebeu o Hochmeis e uma no ícia sob e o in enção dos li uanos com uma g ande a mada Samland logo a assal a . O Hochmeis e do Ge mans O den Ludol König on Wa zau é en ão com odos p íncipes à conclusão indo, em pe manece em P ußen, pa a de ende o Samland. Ao mesmo empo pene a am os exé ci os li auischen em Li land, cujo o dem se inha ocupado com o en aquecimen o da esis ência dos es enios na ilha Ösel. A li ländische O den sen iu-se comple amen e gebo gen e segu o, que lhe nenhuma pe igo do oes e ameaça a, po que isso do Deu schen O den ha ia sido p ome ido. Os li uanos queima am p imei o o cas elo Dobeln, en ão ma cha am eles di eção Riga. En ajando eles queima am odos moinhos, aldeias, subsequen emen e a aca am eles Neue mühlen (No um Molendinum), p i a am odas as aldeias em caminho, oma am mui os homens e mulhe es em ca i ei o e e o na am. A O dem Alemã e a o almen e ho o izada, quando ele alcançou o Samland, e nenhuma inimigos lá inha encon ado (Kučinskas 1988: 4043). Janulai is desc e e os acon ecimen os de 1345 com ce os de ails. Ele a i ma que o Hochmeis e do Alemão O dens em caminho pa a Li aue n po uma mulhe inha sido benach ichi ado, que o li auische König se p epa a a pa a o Zug ins Samland. O Hochmeis e e ia ecebido medo e odos con idados, pa a ol a em pa a P ussen, pa a se aconselha , o que con a isso pode ia se emp eendido. (Janulai is 1998: 6869). Após o in o únio do O dem Alemão 1345 o am as iagens pa a a Li uânia pelo menos duas ezes no ano o ganizadas uma ez a Lich mess (2 e e ei o) e uma ez a Ma iä Himmel ah (15. agos o) (Kučinskas 1988: 46). S aipsniai 223 A icles / Beme kungen zu P oblema ik de bal ischen O snamen wes lich de Weichsel in o mações como ambém as comple amen e no as, a é ago a não encon adas e não a adas p o as a en ende , cuja exaus i a análise pa a a de e minação da on ei a ociden al dos Bal es pode ia le a , se isso mesmo é possí el. O au o do p esen e con ibu o não se em po obje i o, algo essencial e indiscu í el pa a a e udição do namengu o bál ico ou da e nogenese bál ica da a o e ece . O ap esen ando do no o ma e ial é mais um en a i a, a a enção dos pesquisado es sob e isso pa a di igi que há ainda mui as impo an es e aliosas, mas ocul as in o mações que exis em, que encon adas, des eladas e explo adas p ecisam se , a im de impo an es hipó eses a beijas ou, a e nea . QUELLEN UND LITERATUR VERZEICHNIS Babik Zbigniew 2001: Najs a sza wa s wa nazewnicza na ziemiach polskich. K aków: Uni e si as. Blažienė G asilda 2000: As Bal ischen O snamen im Samland (Hyd onymia Eu opea. Sonde band 2). 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Vilnius: Lie u ių kalbos Kele as pas ebėjimų dėl bal iškų ie o a džių į aka us nuo Vyslos p oblema ikos SANTRAUKA Tau ų gy enamojo a ealo p oblema ika plačiai analizuojama mokslininkų, o dėl jos y imų eikšmės nekyla abejonių. Bal ų gy en ų e i o ijų ibų paieškos is da y a is o ikų, a cheologų, geog a ų i kalbininkų y imų objek as. Kaip jau anksčiau au o iaus užsimin a, pa ikimiausi i s a biausi mi usiųjų kalbų ie o a džių šal iniai y a ank aš iniai dokumen ai. Au o iaus dėmesys ėl k yps a į Vokiečių o dino olian ą N . 105 (OF 105). obje i o Šio ne pa eik i naujus anden a džius i ie o a džius, o ap a i naujus is o inius da us, susijusius su anksčiau už iksuo ais i ne ka ą analizuo ais hid onimais i oikonimais, galbū iksiančiais e pa e in o ma, eikalingos aipingos bal ų gy en o au ų a ealo aka inei ibai nus a y i. 105 OF gausu bal ų a dynui labai eikšmingos medžiagos, liudijančios apie p ūsų gy en as e i o ijas i jų ibas, ebekeliančias daugijų diskus i plačiai ebeanalizuojamas kalbininkų, is o ikų i a cheologų. S aipsnyje ap a iami s a biausi XX a. is o inio bal ų a ealo y imai i pa eikiami du oikonimai iš OF 105 dokumen ų, iksa usių XIV a. į ykius aka iniame bal ų gy en ų e i o ijų pa ibyje. Į eik a 2016 m. maio 21 d. DARIUS IVOŠKA Lie u ių kalbos ins i u as Pe o Vileišio g. 5, LT-2055 Vilnius, Lie u a dda ius.i [email protected]