scieee AI-readable full text Open interactive document viewer

Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung

Jürgen Udolph

Full text

Straipsniai / Articles 173 JÜRGEN UDOLPH Zentrum für Namenforschung – Leipzig Academia das Ciências a Göttingen Científicas Forschungsrichtungen: Historische Linguistik, Gewässernamen, Ortsnamen, Familiennamen. HEIMAT AND AUBRAITÃO INGERMANISCHERDO STÄMME IM LICHTE DER NAMENRESCHANG Indoeuropiečių genčių tėvynė ir paplitimas vardyno estudo šviesoje ANNOTATION Se se quiser descrever a casa e espalhamento dos Indogermanen, é aStämme a nächst notwendig, die ursprünglichen Siedlungsgebiete der einzelnen indogermanischen determinar. Por causa dos águasserund ortsnamens e também devido aos bons e erráticos solos, que uma contínua Besiedlung permitem, podem-se os Eslavos no Nordhang dos Carpates localizar, os Germans nórdico do HarBerechações ao Baltikum e às zes und die Kelten am Westrand der Alpen. Gewässernamen, die der Alteuropäischen Hydronymie zuzurechnen sind, zeigen weiter, dass von fast allen Siedlungsgebieten aus alte línguas bálticas são detetáveis. O Baltikum é assim o centro dos nomes indogermanicos e ele fala nada contra, ou no Caucasus é excluído. es als Ausgangsbereich und Heimat der indogermanischen Expansionen anzusehen. Eine Heimat außerhalb der Alteuropäischen Hydronymie, sei es in Südrußland, in Kleinasien SCHLÜSSELWÖRTER: Indogermanen, Gewässernamen, Slaven, Germanen, Kelten, Balten, Alteuropäische Hydronymie, Urheimat. ANNOTATION If one wishes to characterize the home and expansion of the Indo-European people, it is first and foremost essential to identify the original areas of settlement of the specific Indo-European tribes. On the basis of river and place names and also because of good and JÜRGEN UDOLPH 174 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI fertile soils which enabled a continuous settlement, one can localize Slavic settlement on tries and the Baltic languages can be attested. Thus, the northern slope of the Carpathian Mountains, Germanic settlement north of the Harz and Celtic settlement on the western edge of the Alps. In addition, river names which can be attributed to the Old European hydronymy show that old relations to the Baltic counthe Baltic countries are the center of Indo-European names and not much opposes the idea of this area as the exit area and home of Indo-European expansion. A home outside of the Old European hydronymy, be it in Southern Russia, in Asiea Minor or in the Caucasus Mountains, can be ruled out. KEYWORDS: Indo-Europeans, Hydronyms, Slavs, Germanic peoples, Celts, Balts, Old European Hydronymy, Original homelands. EINLEITUNG Pergunta-se por lar e espalhamento indogermanicas tribos, assim pergunta-se em cada caso por Siedlung, por Besiedlung e por movimentos migratórios. Ambos, Siedlung e Wanderung, acontece no chão, na Terra. Uma assentamento é, segundo definição geral, um lugar, onde pessoas, zume em edifícios ou edifícios-semelhantes a instituições para o propósito do viver e trabalharem juntos. Quando pessoas em correspondentes instituições vivem juntos, obriga a necessidade, se que as origens da Propria são mais antigas do que a da língua. De in der Umwelt zu orientieren, danach, diese zu benennen. Das Benennen erfüllt einen funktionellen Aspekt und es gibt bemerkenswerte Studien wie etwa die von Horst M. Müller und Marta Kutas (1997), die zu dem Schluss kommen, outro ângulo de vista têm este já cedo também Gottfried Wilhelm Leibniz e Jacob Grimm reconhecido. De um mais geral ponto de vista diz-se em J. Grimm:,,Há um vividíssimo testemunho sobre as povos, do que ten cada fonte da língua alemã versiegt ser, sim os mais antigos testemunhos, schichte dos nossos Knochen, Waffen und Gräber, und das sind ihre Sprachen“ (1848: 5) und an anderer Stelle: „Ohne die Eigennamen würde in ganzen frühen Jahrhunderantepassados8: 13), e concretamente para os águessernames pourquoy ils die wir überhaupt für diese aufzuweisen haben, beruhen gerade in ihnen […]. Eben deshalb verbreitet ihre Ergründung Licht über die Sprache, Sitte und Gemeriteroient une recherche particulaire (188: 264). Quando se pede por origem e äußert G.W. Leibniz „Et je dis en passant que les noms de rivieres, estant ordinairement venus de la plux mieux le vieux langage et les anciens habitans, c’est desgliederamento das línguas indogermanicas, assim é, na minha opinião, a consideração dos nomes geográficos indispensável. É sobretudo os seguintes pontos, que a especial importância dos nomes para as questões antes assentamentos e migrações compõem: Straipsniai / Articles 175 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung 1) Ortsnamen surgem só por mais longa siedlung. No geral conduzir nomes, mas uma nicht momentanes Geschehen oder ein besonderes Ereignis zur Festlegung des allmählich wachsende, stillschweigend se desenvolvendo e se só lentamente herausbildende Übereinkunft entre os falantes de um dialetos (e nomeadamente daquele, que no lugar ao tempo da origem do nome vivo tem sido). Isso tem várias consequências. 2) Curta duração conquista e ocupação de um país não levam à formação de topônimos da língua dos conquistadores e ocupantes. Erobernde ou nomadenhaft vivendo völkerschaften como Hunnen e mongoles deixam apenas muito raramente nomes, tão bom como nunca aquessernames. Cöln e Koblenz (Confluentes) serem declarados, mas latinische aquecernenames encontra-se 3) Das gilt sogar für die römische Besatzung und Besiedlung Südund Westdeutschlands. Aus dem Lateinischen können zwar etliche Ortsnamen wie dificilmente. 4) Águernames são longevig e zäh1. Sobretudo em eles observa-se uma aparência, que para a questão, quais povos antes uma vez habitaram em um determinado território, é de suprema importância: em uma mudança de população eles em regra não desaparecem, mas são pela língua dos novos colonos alterados e ao novo idiom adaptados. Eles se preservam muitas vezes com extraordinária zêvidez, sendo significativo que é zumeita os agricultores siedelnden pessoas, que os nomes tradieren. 5) Pela sua longevidade, nomes geográficos contêm muitas vezes Appellativa, que das línguas viventes já há muito tempo desapareceram. Isso é embora uma aparência, que da história de sãs línguas é conhecida, mas em comparação com os apellativos oferece a prova em os nomes decisiWortes ser substancialmente mais exatamente determinado. 6) É de se presumir, que também dende Vorteile, denn dadurch kann das ursprüngliche Verbreitungsgebiet eines ao tempo da nascimento do indogerindogermanês individuaislingues uma linguisticamente historicamente possível convincente reconstrução de uma manischen und in der Zeit der Entfaltung und der Expansion Gewässernamen entstanden sind. Diese aufzuspüren ist eine Aufgabe der Indogermanistik. Eine weitere Aufgabe der Indogermanistik ist bekanntlich der Versuch, durch den Vergleich einander entsprechender Wörter, Formen und Syntagmen indogermanische base a determinar. Um vai e isso não é mesmo diferente possível das indogermanicas individualspeaks a partir. 1 Sempre mais enfatizado por Hans Krahe e Wolfgang P. Schmid. JÜRGEN UDOLPH 176 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Genau diesen Weg muss man dann aber auch gehen, wenn man sich auf a busca por os presuntamente mais antigos assentamentos de tribos indogermanischer fazer quer: partindo de um olhar em as águessernamenschichten indogermanischer einzelsprachen deve ser tentado, de lá a partir o caminho em as anteriores namenschichten a encontrar. Uma vez que nomes geográficos também como indícios para caminhadas podem ser avaliados (Udolph 2008), promete este procedimento duramente, a levar a progressos. Eu começo no eslavisco e vou então um olhar sobre o germânico, Baltische und Keltische werfen. VERBREITANDO INDOGERMANISCHER EINZELSPRACHEN IM LICHTE DER NAMEN 1. DAS SLAVISCHE Os esforços, com ajuda dos nomes geográficos Näheres sobre as ênfases mais antigas dos Eslavos a ganhar, baseiam-se no essencial ainda no Ausschlussmethode de Max Vasmer. Ele conseguiu-se, o originalmente slavische território através disso encostar, ao separar todos os territórios, nos quais se em ortsnamen um ugrisches, iranisches ou baltisches substrat pode encontrar (Vasmer 1971: 101202, 203249, 251534), mais tarde complementado por Vladimir N. Toporov, Oleg N. Trubačev (1962) e O N. Trubačev (1968). Assim, pôde M. Vasmer com este até hoje válido método de exclusão mostrar, que o eslavische provavelmente se teve que formar fora no espaço sul do Pripjet e oeste do Dnjepr. O decisivo progresso, que vai além deste método M. Vasmer, devemos aos pesquisas H. Krahes, embora este se tenha apenas ocupado com slavisco material de nome. Mas ele reconheceu, em qual os princípios básicos da nomeação de águas estão e esta descoberta diz respeito não só às de H. Krahe preferencialmente tratadas voreinzelheißt de denúncias para ‘(flußendes) Wasser, ‘Quelle, ‘Bach, ‘Fluß (bzw. ‘fließen), ‘(Water-)Losen (bzw. ‘laufen) u. dgl., com inúll finest e finest sprachlichen Namen, sondern die Gewässernamen ganz allgemein und in allen Sprachen: „Hinsichtlich der Semasiologie und Etymologie geht die urtümliche und zweifellos älteste Namenschicht von sog. ‘Wasserwörtern’ aus, das Reichsschattierungen, como elas ao homem primitivo em sua observação da natureza em exata medida a significam [...] (1964: 34). E complementando a isso Straipsniai Articles 177 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung diz-se em H. Krahe à questão, como se podem determinar as antigas residências de um povo mais perto: Denn onde ortsnamen de uma determinada língua em maior número se encontrar, lá deve também a língua em questão mesmo ter sido falada, lá devem anfitriões do esse língua falante povo ter vivido (19491950: 25) MAPTE 1. Rußland nos últimos séculos antes Chr. (M. Vasmer2) Coloca-se estes pensamentos para a questão por lar e Expansion das tribos slaviscas, assim vem-se a esclarecer e de minha opinião 2 Vasmer 1971: 9697. JÜRGEN UDOLPH 178 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI eindeutigen Antworten. Die folgenden Ausführungen habe ich schon an mehrfachen Stellen publiziert3, eu ofereço no seguinte portanto apenas uma seleção de extensivas coleções e carttierungen. Zuvos ainda uma observação sobre a questão, se se pode do ponto de vista arqueológico algo a casa e espalhamento dos Eslavos ganhar. Este problema está junto com uma outra questão, nomeadamente o, in quanto se pode falar para o tempo em torno de Cristo nascimento e disso já de stämmen eslavos. De que se pode ela reconhecer ou seja, como se define Slaven, slavisch para este tempo? Se eu a investigação de Sebastian Brather (2004) entendido corretamente, então é de ponto de vista arqueológico extremamente difícil, se não até impossível, um völkerstamm, uma ethnie com ajuda da cultura material a captar respectivamente suas residências e Wanderunmust se considerar, que é realmente impossível descrever, onde slavische tribos antes da gen zu finden oder zu beschreiben. Und auch aus Sicht der Sprachwissenschaft mudança de tempos têm assentado. Isso reside em que não havia antes do nascimento de Cristo ainda nenhuma língua, que nós como slavisch bezeichindoeuropäischen) dialektgebiet herausbildete, teve primeiro surgir. Isso nen könnten. Das „Slavische“, d.h. die gemeinsamen sprachlichen Züge einer Sprachgemeinschaft, die sich aus einem vermutlich indogermanischen (oder foi um processo que com certeza alguns séculos durou. Eu vejo portanto determinar a poder, que se ultimamente só com ajuda da linguagem definir mit großer Skepsis auf Versuche, aus archäologischer Sicht, mit Hilfe der Genforschung, der Volkskunde oder der Geschichtswissenschaft etwas für ein Volk sichtigung linguísticos, linguísticos e acima de tudo nomenkundários argumentos kann. Kurz gesagt: aus meiner Sichtweise heraus kann man sich ertragreich der Frage nach Heimat und Expansion slavischer Stämme nur unter Berückaproximar. Outra expressa: a patria slaviscas tribos é lá a procurar, onde se em um dialectàmbit indogermanischer speakers em um séculos longa durante processo linguísticas coincidências com uma antiga auffção de M. Vasmer que disso convencido era, que die slavische urheimatfrage in erster Linie [...] durch entwickelt haben, die nur diesem Dialektgebiet eigen waren. Und ich folge dagründliche Lehnwörterund Ortsnamenforschungen und möglichst vollständige Berücksichtigung aller alten historischen und geographischen Quellen [gefördert werden kann]“ (1971: 71 [Nachdruck von 1930!]). De volta aos Waterwörter H. Krahes de visão slavisca. Como pode isso o ponto de man denn aus dem ehemaligen und heutigen slavischen Siedlungsgebiet, das ein großes Territorium umfasste bzw. umfasst, dasjenige Gebiet herausarbeiten, 3 Zuletzt Udolph 2016, 2016a. Straipsniai / Articles 179 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung partida da expansão eslava, cuja magnitude já os historiadores bizantinos surpreenderam, ser poderia? As por especialistas e por contemporâneos observadas grande disseminação dos Eslavos (segundo uma fonte bizantina devem no ano 577 100.000 Eslavos em Trakien e Illyrien terem invadido) deve já em algum lugar terem tomado sua saída. Isso pode só nórdico dos Carpates ter acontecido, então em um âmbito, que as antigas fontes não sem mais nada conhecido tenha sido. Território sul dos Carpatos e Beskides segundo Eine zusammenfassende Kartierung von vier Dutzend slavischen Wasserwörtern und deren Vorkommen in Gewässer-, Ortsund Flurnamen (Karte 2) macht deutlich, dass sich das Gebiet doch recht gut eingrenzen lässt: da das uconcordante opinião excede4, são as acumulações na Ucrânia e na Polónia de particular de Importância. 4 À thesis de O.N. Trubačev, wonach também Pannonien em questão vem, compariche Udolph 1988. KARTE 2. Synoptische Zusammenfassung von 37 Verbreitungskarten slavischer Wasser wörter (segundo Udolph 1979: 322, Karte 40) podem se, como nos JÜRGEN UDOLPH 180 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Existe amplamente a opinião, que a slavische hydronymie uma certa Einförmigkeit zeigt. Da sich Bau und Bildung der slavischen Gewässernamen nach denselben Kriterien wie im Wortschatz entwickelt haben, ist das durchaus comprehensível, pois em essas línguas reine a deriação em alta medida de diante, então a formação com sufixos. Nos aquessernames são os seguintes elentes amplamente difundidos (aos detalhes s. Udolph 1979: 539599): Formações com *-(j)-ač-, ampliado com ajuda de -ovoder -in-, vgl. Vod-ač, Hydronymie é -ica, frequentemente Il-ača, Gnjil-ov-ača, Il-in-jača; *-(j)ak, auch als -ьn-ak-, -in-aku.a., liegt z.B. vor in Solotvin-ak, Gnil-jak, Bagn-iak, Glin-iak, Vod-n-jak; -at-, oft erweitert als -ov-at-, z.B. in Il-ov-at, Sychl-ov-at, Hlin-ov-ata; typisch für die slavische também ampliado como -av-ica, -ov-ica, -in-ica, -sk-ica, numerosas são formações com -(ь)n-ica, vgl. Bar-ica, Glin-ica, Kal-ica, Vod-ica, Vir-ica, Topolovica, Blat-n-ica, Dubr-ov-n-ica, Lis-n-ica, Izvor-st-ica; relativ ik, Brus-n-ik, Glin-ik, Il-n-ik, Jam-n-ik, häufig ist auch -ik-, z.T. erweitert als -(ь)n-ik-, -ov-ik-, z.B. in Brn-ik, Bah-nLip-n-ik, Il-ov-ik; zumeit adjectivischer Herkunft sind Bildungen mit -in-, -ina-, -ino-, etwa in Berlin, Schwerin, Genthin, die z.B. auch in Gewässernamen begegnen: Ozer-in, Bolot-in, Vod-in-a, Bar-n-in, Bab-in-a, Dobr-in, Radot-in-a, Slatina, mit -evund overweitert in Bobr-ov-a, Buk-ov-a, Dub-ov-a, Kalin-ov-a, Lip-ov-a, Vugr-in-ov-o, ua. Aguassernames com -isk encontram-se quase exclusivamente no Westslavische: Wodz-isk-a, Bagn-isk-a, Zdro-isk-o, outra reinsta *-iskio antes, ostslavisch como -išč-, outra também como -išterscheinenend: Ples-iszcze, Zleb-išče, Rič-išče, Gnój-išča, Bar-ište, Lokverweitert com -in-, -ov-, -avund outros elementos, vgl. išta; -ev-/-ovbegegnet gelegentlich auch als toponymisches Bildungsmittel, z.B. in Duna-ev, Il-ów, Borl-ov, Sopot-ov-i, Bagn-iew-o u.a. sehr häufig ist *-ьc-, z.T. Izvor-ec, Strumien-iec, Jezer-ca, Blat-ce, Bar-in-ec, Mor-in-cy, Il-ov-in-ce, Hlin-ov-ec, Strug-ov-ec, Brnj-av-ac; semelhante vale para -ък-/-ьk-, vgl. Potocz-ek, Vir-ok, Dunaj-ek, Ozer-ko, Bagien-ko, Bolot-ki, Vod-n-ev-ka, Il-av-ka, Ozer-ov-ka, Bar-ov-ka, Sigl-in-ka, Zvor-yn-ky, Hnoj-en-ki, Klucz-ew-at-ka, Gnil-ič-koe, Kal-n-ic-ki, Reč-ul-ka; também adjectivische formações com *-ьn-, -na, -no são frequentemente: Bar-na, Brez-na, Les-na, Sol-na, Sopot-na, Svib-no, Slatin-ny, Rzecz-ny, Hnój-ny, Il-na, Glin-na, Kal-ne, Zdroj-no. Busca-se no slavisco aquaticnamebestand por formações com estes elementos, assim reconhece-se também já nos com isso formados e frequentemente e geralmente conhecidos águawordens das línguas slaviscas diferentes propagações, porém formam-se também centes, que da Interpretação necessitam. Aqui alguns exemplos: gostrados cartões de propagação de Um aus der Fülle slavischer Gewässernamen ältere Typen herauszufiltern, últimos anos pôde ser reconhecido (Udolph 1997, Straipsniai Articles 181 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung 1998), mehrere Kriterien ermitteln, die für alte und ältere Bildungen charakteristisch sind. 1) Eles contêm oldtümliche suffixes, que hoje não são mais produtivos. 2) Eles possuem então maior idade, se eles de hoje unproductiven appeallatives são derivados. 3) Eles vão em diferentes ablauterscheinamentos de volta, cujas areale se mas z.T. überschneiden. 4) Sie sind mit slavischen Suffixen von vorslavischen, d.h. alteuropäischen Hydronymen abgeleitet. Ausgehend von der heutigen Verbreitung slavischer Sprachen und den oben águernames slaviscos (cartas 24) são aqui sobretudo partes da Rússia e Bielorrussland, a Ucrânia, a Slovakei e Polônia interessante. MAPTE 3. Distribuição de topônimos, que slavisch reka ‘Fluss contêm. Negro preenchidos círculos imediatos formações; brancas círculos suffigierte formações; na dimensão dos símbolos etapavelado por águasser-, Ortsund flurname (segundo Udolph 1979: 257, Karte 26). JÜRGEN UDOLPH 188 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Westukraine (in Böhmen, Mähren, der Slovakei und in Slovenien findet sich nur eine Variante) – die Heimat und der Ausgangsbereich der slavischen Expansion gesucht werden muss. 3) Altertümliches slavische aquecernamens pode-se continuar a determinar, através de se seguir os traços do ablaut. Ablauterscheinamentos há em quase todas línguas indogermanicas, eu nomeio aqui só singen sang gesungen, bieten bot geboten; inglês sing sang sung; litauisch žalias ‘grün žolė ‘Gras; grego lego logos; slavisch tek- ‘fließen tok ‘Strom (also in potok, s. acima). No entanto, são traços do ablaut no eslavisco em oposição aproximadamente ao germânico só ainda em ligeira medida atestar, de modo que também na hidronímie só com poucos relíquias a contar é. Estas, no entanto, são então de muito especial valor e, portanto, deveria sua ocorrência e sua disseminação em especial medida ser notada. * Aufbrŭn- > brn-, *brūn- > brynbin eu acima já entrado. Aqui seguem outros casos importantes. Para o urslavisco pode uma palavra *jьz-vorъ aproximadamente com o significado ‘Quelle, Niederung, Bachtal, Born, Strudel ser estabelecido, o que entre outras em altrussisch izvorъ ‘Quelle, ukrainish izvir ‘kleiner Gebirgsbach, serbish, 1979: 163170, vgl. kroa tisch izvor ‘Quelle, Born, Strudel’ fortlebt. Dieses Wort enthält eine altertümliche Komposition, denn das Slavische kennt zwar das Verbum vъrěti ‘sprudeln’, aber kein selbständiges *vor- (zum Wortund Namenmaterial s. Udolph também Schmid 1994: 260f. ). Portanto é a dispersão dos nomes (Carta 10) de particular importância. A suposição, pode-se no o Vocômen no Carpatenund BesAblauts. As no Dnjestrund kidengebiet um Ausläufer einer jüngeren, südslavischen Namengebung handeln, verbietet sich angesichts des aus der indogermanischen Vorstufe ererbten San-Gebiet liegente nomes originam muito mais de uma linguagemstufe, que o subjazente apellativum ainda conhecia. Isso pode apenas uma precursora das eslavisca individuais linguas ter sido, d.e. com outras palavras, uma comuneslavisca ou urslavisca sprachschicht. Este mapa mostra além em comparação com a dispersão dos Bagno-nomes (Mapa 7), que os posteriores suleslavos não só em um caminho ao longo do carpatenbogen utilizaram (vgl. Mapa 8), mas também em vários caminhos sobre o hoje em dia Romênia para além os balcãs meridionais alcançaram. Ähnlich como com *brъn-/*brynsind nomes difundidos, que claramente reconhecíveis traços de um antigo ablaut em si carregam. Trata-se de branco-russish krynića ‘pequeno lago; Wasserlauf, que da terra penetra, Quelle, ucraniano krynica ‘Quelle, polonês krynica, krenica ‘Quelle, Brunnen, que uma forma fundamental *krūnica continuam (aos detalhes s. Udolph 1994: 367374). Há uma chamada Dehnstufe presente, que em ucraniano (dialektal) kyrnýcja, kernýca ‘Quelle, Straipsniai / Articles 189 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung altpolnisch krnicza ‘rivus, slovenish krnica ‘diefe Stelle im Wasser, Wasserwirbel, Flußtiefe sua kurzvokalische correspondência *krŭnbesitzt. Considere-se o vórtice dos krynica-nomes, que abrangem um amplo território, e confronta esse com a dispersão da kurzvokalischen ablautvariante (Carta 11), assim torna-se uma área claramente, no qual ambas variantes ao lado um do outro ocorrem. O se tornando assim foracristallisierende território é com certeza como antigo slavische assentamentoterritório a considerar. CARTE 10. Distribuição de topônimos, que slavisch *jьz-vorъ ‘Quelle, Brunnen contêm; círculos e triângulos simbolizam a diferente desenvolvimento nas línguas slavas (izvor resp. zvor), na tamanho estafado por águasser-, ortsund flurname (segundo Udolph 1994: 169, Mapa 13). JÜRGEN UDOLPH 190 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Tentativas, a etnogenese do eslavisco em o Oka-Gebiet (Gołąb 1992), para Ásia (Kunstmann 1996) ou nos Balcãs (Trubačev 1983, contra isso, semelhantes irrupções Udolph 1988, 1999) zu verlegen, müssen an diesen Verbreitungen scheitern. Es wäre nötig, sich intensiver mit diesen Fakten auseinander zu setzen, zumal sich também para a questão por Germanenheimat e -expansion demonstrarem (dazu s. abaixo). Gente semelhante encontra o próximo caso. nem, Sumpf, Schmutz, Neben dem bekannten russischen Appellativum grjaz’ ‘Schmutz, Kot, Schlamm’, das unter anderem in weißrussisch hrjaz’ ‘aufgeweichte Stelle auf eiucraniano hrjaz ‘Sumpf, Pfütze, Schlamm e por exemplo em ucraniano hruz ‘Sumpf, slovenisch grêz ‘Moor, Schlamm’ Entsprechungen besitzt, und einen urslavischen Ansatz *gręzvoraussetzt, kennt das Slavische auch die Abtönung *grǫz-, Moor, Morast, branco-russish hruzála, hruzalo ‘schmutziger Ort, sumpfige Stelle, polonês grąz, -gręzu ‘morastiger Sumpf (desenvolvida discussão em Udolph 1994: 142152). Ao mesmo tempo é já a ser observado, que o sul-slavisco a abtoniamento *grznicht conhece, então a KARTE 11. Distribuição de topônimos, a slavisch *krŭn > dieser urslavischen Ablautvariante keinen Anteil hat. krъnbzw. *krūn > kryn (ablautentes formas) ‘Quelle, Brunnen, Bach contêm; escuro preenchidos Kreise = unmittelbare Bildungen; weiße Kreise = suffigierte Bildungen; in der Größe der Symbole gestaffelt nach Gewässer-, Orts-, Flurnamen. Die Schraffierung kennzeichnet den Bereich, in dem nur die kurzvokalische *krŭn-/krъn-Variante begegnet (nach Udolph 1994: 169, Karte 13) Straipsniai / Articles 191 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Dem entspricht die Verbreitung in den Namen durchaus (Karte 12): die Namen sind weit gestreut, eine besondere Produktivität ist im Ostslavischen zu beobachten, das Südslavische hat nur mit der *gręz-Variante Anteil. Uma casa do eslavisco no Balcão exclude-se com isso umpadamente fora (é questão aqui de urslavisca ablautvariantes, cuja produtividade e efeito muito antes do penetrar nos Balcãs é a considerar). O eslavische pode se em razão desses fatos só nórdico dos Carpatos ter desdobrado. Daí falam resumindo dito não só o acabado tratado par de palavras grjaz/hruz, mas sustentadamente também os anteriormente tratados grupos um izvor/vьrěti, krynica e sobretudo também brъn-/bryn-, que por os nomes de águas na Europa (daí é indiferente, se se trata do sichere Verbindung mit einem germanischen Farbwort im urslavischen Wortbestand zusätzlich verankert ist. 4) Die Entdeckung, dass sich unter einer einzelsprachlichen Schicht von germânico, celtische, slavisco ou baltische) uma rede de antigos = voreinzelschlichen = indogermanischen nomes encontra, rende novo MAPTE 12. Distribuição de topônimos, a slavisch *gręz-/*grz- (ablautende forfiamento caracteriza o domínio, no qual apenas a *grz-variante encontra (nach zemyśl; Sanoka, hoje não mais men) ‘Schlamm, Morast, Sumpf’ enthalten; Vierecke = *gręz-; Dreiecke = *grǫz-; in der Größe der Symbole gestaffelt nach Gewässer-, Ortsund Flurnamen; die Schrafconhecido nome aquático, 1448 per fluvium Szanoka, no local Sanoka e com um Udolph 1997: 59, Karte 9). JÜRGEN UDOLPH 192 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Möglichkeiten für die Bestimmung desjenigen Bereichs, in dem sich eine indogermanische Sprache entwickelt hat. No território eslavisco pode-se isso reconhecer sobretudo a poucos, mas importantes casos: se trata de oldtümliche slavische suffixe, que a vorslavische, indogermanische raízes, nomes ou bases se encentraram. Importante e decisivo é então, onde são tals nomes situados. ge, que nos ocupa Der größte Fluss Polens, die Wisła, deutsch Weichsel, trägt einen eindeutig vorslavischen Namen, gleichgültig, wie man ihn auch erklären mag (dazu zuletzt Udolph 1990: 303–311; Babik 2001: 311–315; Bijak 2013: 34). Für die Fraaqui e agora, são o afluente do San Wisłok, ca. 220 km longo, e o ca. 165 km longo afluente do Weichsel, a Wisłoka, de considerável importância. Mit demselben Suffix sind gebildet Sanok, Ort am San südwestlich von Prdiminutivsuffix a -ok-, o influxo do Sanok, que Sanoczek chama (para os detalhes s. Rymutt, Majtán 1998: 222; Udolph 1990: 264270). Também no San é-se certo, que se trata de um nome vorslavisco. Disso ändert também a diferente concepção da etimologia nada (daquele ultimo brevemente resumindo B. Czopek-Kopciuch 2016: 48, in: Nazwy miejscowe Polski 13, Kraków). Com a suffixvariante -očь pertencem aquiho também Liwocz e Liwoczka, Flussnamen bei Krakau; auch ein Gebirgszug der Beskiden wird bei Długosz als Lywocz erwähnt. Todos os nomes estão no sul respectivamente. Sudeste da Polônia, exatamente na área, que se por as até agora já tratadas palavras e nomes slaviscos claramente como uma parte do urslavisco assentamentoabertéia afeccionou. Segundo o julgamento do Słownik Prasłowiański (1974: 92) representa o suffix -okeinen urslavischen archaismo. Encontra appellativisch por exemplo em sъvědokъ, snubokъ, vidokъ, edok, igrok, inok u.a., sua altertümlichkeit mostra-se mas entre outras também no que ele a archaische athematische stämme antritt. Um deve claramente referir-se a isso, que como antes muito vezes assumido a existência de vorslaviscos, nome paleuropêicos no presumivelmente antigo ou mais antigo assentamento de tribos eslavas fala não contra a suposição de que este se lá tenha encontrado, mas a necessária consequência do fato é que as indogermanicas singelsangues não se desenvolveram a partir de um espaço aéreo, mas se tiveram de formar numa ampla indogermadarf. nischen Basis aus einer Schicht alteuropäischer Namen herausbildeten, ja man Uma vez que se trata agora em -okum um suffix arcaico, podem a aqui alta genannten Namen einer älteren Stufe zugewiesen werden. Sie sind daher mit Straipsniai / Articles 193 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung probabilidade como vinceglieder entre alteuropêischer e slavischer hydronymie a ansear. Resümee Heimat slavischer Stämme Meu Resümee da investigação de aquaticennamen para a questão após os mais antigos assentamentosgebieten slavische stamme caiba como segue: a para a reich erfüllt: it is the Frage, aus sprachlicher, sprachwissenschaftlicher und namenkundlicher Sicht geforderten Prämissen werden von den alle untersuchten Ortsund Gewässernamen im Hinblick auf ein mögliches Areal in einem ganz bestimmten BeVorkarpatengebiet. Em uma simples carttificação eu tenho os resultados da difusão de nome de eslavas palavras de água e aquecernomes resumidos (Mapa 13). Kern da Expansion é um território a norte dos Carpates, aproximadamente entre Cracovia e a Bukovina. Ao mesmo tempo, mas deve com toda deuteilidade ser dito, que as fronteiras não tão claras MAPTE 13. Expansão eslaviscas tribos na luz dos nomes geográficos (Desenhado) JÜRGEN UDOLPH 194 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI und deutlich angegeben können, wie es die Karte zu erwecken scheint. Es ist o tentativa, o núcleo dos carttieramentos em forma simples representarem. Cada carttiamento de um ortsoder aquessernamentyps varia, há dificilmente dois mapas, que se cobrem em seus centrais ou peripherias. Mas, no entanto, considero esta mapeamento para sensato. Este porque, porque há um outro aspecto, que eu até agora além arqueologia, genforschung, linguística e nomeologia bem como historiossciência ainda não abordei: eu quero dizer a soilologia. Bodenkunde, Bodenqualität und die Verbreitung geographischer Namen Eu tinha ao início deste artigo enfatizado, em primeira linha de linguística e namenkundlicher Sicht einen Beitrag zu leisten. Nos últimos anos, tem-se mas não só na coleção e interpretação dos nomes slaviscos nada a ver com nomes geográficos, que mas immer deutlicher gezeigt, dass es einen weiteren Aspekt gibt, der anscheinend para cedo assentamentos do meu conhecimento por é de decisiva importância: a qualidade do solo. Já nos vinteziger e trintaiger anos do passado século tem dado blikationen, que se dedicaram a esta temática. Eu dispenso aqui em uma listagem man versucht, bestimmte Ortsnamen mit der unterschiedlichen Qualität des Bodens in Verbindung zu bringen. Eigentlich hat es seitdem immer wieder Puda pertinente literatura e menciono apenas a trabalho qualitat e determinados slavische ortsnamenttypes como assegurados considerados pudemos constatar, von Otto Schlüter (1952–1958). In jüngster Zeit bin ich wieder auf Äußerungen gestoßen, die deutlich machen, dass ein Zusammenhang zwischen der Bodenque estes quatro [ortsnamen]types só nas centralen Lössgebieten com os werden muss. Ich habe darauf in Besprechung nachhaltig hingewiesen (Udolph 2015) und zitiere hier einige Sätze von Walter Wenzel: „In der Oberlausitz frutabarsten Böden ocorram, onde os imigrantes se haviam estabelecido primeiro [...]. O curso da Besiedlung depende em medida decisiva [também de] [...] da qualidade do solo, que na Niederlausitz derer Stelle ainda mais evidente: Este permite-se com concretos números de valor do solo do Atlas para a história e Landeskunde de auch auf kürzere Entfernungen recht unterschiedlich sein können“. Und an anSaxens confirmar [...]. Verte está me a e é impressionante para ver, como se do são por fruchtlabor. Coincidentes são aqui excluídos. Tentamos estas de modo gleicht man die Verbreitung dieses Namentyps […] mit der Bodenwertkarte von W. Stams [(1998)], so ist der ursächliche Zusammenhang zwischen Bodenqualität und Namentyp nicht zu über sehen“ (Wenzel 2014). Die angesprochene Karnenhum novos conhecimentos para os solos da Polônia e da Ucrânia para bareren Boden abhebende Landstrich von Kamenz über Bautzen bis Görlitz mit Kartierungen alter slavischer Ortsnamen in Deckung bringen lässt. Dabei spielt Straipsniai / Articles 195 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung auch eine wichtige Rolle, ob die betreffenden Böden leicht oder schwer zu betransferir. Como particularmente útil revela-se aqui um no ano 2007 publicido Löss-Atlas (Haase et al. 2007), do qual eu aqui um Ausschnitt biete. Faz nenhum esforço, a disseminação do lösses no Vorkarpatengebiet com a neste contributo conjunturados antigos slavischen aquässernalandforschung men in Kongruenz zu setzen. Dabei muss man natürlich noch einbeziehen, dass Lössböden nicht immer leicht zu bearbeiten sind. Mein vorsichtiger Versuch, Erkenntnisse der Altpara esta questão incluir, me trouxe a alguns estudos, dos quais eu só algumas poucas passagens sairgrepar. Como laie na área da pesquisa de solo recomenda-se, aqui muito cauteloso ser. Mas as seguintes observações sustentam já no essencial meus GeKARTE 14. Lössverpregação em Ostpolen e do danken. So heißt es bei Fritz Scheffer (1978: 16–117): „Seit dem Neolithikum hat in Mitteleuropa eine erhebliche Einengung der damals für Siedlungszwecke Ukraine. Mi. = Minsk, Ki. = Kiew, dunkelgrau = Löss über 5 m Stärke (nach Haase u. a. 2007). JÜRGEN UDOLPH 196 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI schaften, do Marshchen e do bevorzugten Schwarzerde-Areale […] stattgefunden […]. Bis zur Gegenwart wurden die schweren Böden der Lößgebiete, der jungen Grundmoränen-LandMittelgebirgs-Raumes como locortgünstiger para a produção agrícola considerados do que as leves tipos de solo, já que elas mais elevadas Vorräte a plantas-nutrícios possuem [...]. E poucas páginas mais adiante meenta Brunk Meyer (1978: 119), que schwere K[alium]-reiche Böden ken äußern, o que eu um com trotz schwerer Belastbarkeit in den mittelalterlichen Rodungsperioden bevorzugt wurden. Dennoch möchte ich hier noch einen damit zusammenhängenden GedanKirstin Casemir (Göttingen/Münster) conduzidas discussão um Lössböden e idade dos ortsnamen atnehme. Pode-se em contemplação mais detalhada da ortsnameverbreitung (z.B. no östlichen NiederSchluss) vir, que se os mais antigos sachsen, dazu aus namenkundlicher Sicht einschlägig: Casemir 2003) zu dem germanischen ortsnamen, então aproximadamente as suffixbildungen, nicht in den Kerngebieten der Lößmulden, den fraglos ältesten Siedlungsräumen, [...] sondern an deren Rändern liegen (Casemir 2003: 410 nach Müller 1952 144). Em direção semelhante vai uma opinião de Gerhard Overbeck (citado após Casemir 1997: 49, anm. 212), wonach a preferência qualitativamente piores solos em assentamentos mais altos de idade com as ‘técnicas possibilidades dos assentadores na laboração do solo conexas. Os frutbares, mas simultaneamente pesados solos, como elas em utilizadas e só a um posterior momento colonizadas den meisten -büttel-Orten zu finden sind, könnten erst mit verbessertem Gerät bearbeitet werden. Aus diesem Grund seien die besseren Böden zunächst kaum sido. Se nós isso para a Lössverbreitung na ocidental Ucrânia e do sudeste da Polônia transferirem, assim cai já muito em vista que o centro dos nomes altslaviscos na área encontra, no qual a Lössverbreitung allmählich ausfranst (Abb. 14), d.h. aproximadamente no território a oeste de Kiev entre Krakau no oeste e Winnycja e Moldavien no leste. Para fazê-lo curto: a disseminação dos bons solos cobre-se com a dos oldtümlichen nomes eslavos. Se isso é correto, podemos no Vorkarpatenland de uma germcelle melhor bem: de uma kernlandschaft slavischer siedlung partir. A existência de vorslaviscos, mas indogermanicos nomes e de aquessernames, cuja estrutura remete para isso, que eles de uma indogermanica base surgiram fora, então mas também slavische peculiaridades desenvolveram, pode agora como acima já contínuo processo de um indogermanico dialetgebiet fora aquele grupo de linguagem fora formou, que nós hoje chamam slavisch. gesagt – nur so verstanden werden, dass sich hier in einem Jahrhundertelang Straipsniai / Articles 197 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Da offenbar der gute Boden dabei eine Rolle gespielt haben können, möchte eu a seguinte consideração para o debate colocar: bons solos levam a melhores colheitas, minimizam a mortalidade geral e a mortalidade infantil e levam a um superpressão populacional, que só por uma allmânea expansião da siedlungatividade pode ser minimizada. Igual pode-se constatar na questão por lar e Expansion de tribos germânicas, a niches dialecto fora (a alteuropeia der ich gleich kommen werde. Die intensive Untersuchung der geographischen Namen Ostund Mitteleuropas führt zu der Erkenntnis, dass sich das Slavische aus einem indogermahidronímia e baltisch-germanisch-slavische coincidências desempenham aí um papel) em um relativamente limitado espaço entre uperer Weichsel e Bukovina deve ter desfoldado, uma balto-slavische intermedio não pode ter passado, é chegado a primeiros, apenas abriçantes contatos com baltisches e germanic tribos, e por uma forte expansão os posteriores residens sede, leste, oeste e sulslavischer povos foram alcançados. Gente semelhante ausbreilerdings foram estas da eslavisca Expansion. tungen sind bei keltischen und germanischen Stämmen beobachtet worden, al2. HEIMAT UND EXPANSION GERMANI SCHER SIEDLER NACH AUSWEIS DER NAMEN A evolução do idioma germânico a partir de uma indogermanica pré-estágio deve provavelmente ser temporalmente mais cedo do que no caso do eslavischo. Um 500 n. Chr. podem-se dentro do germânico já claras diferenças nas estruturas linguísticas, por exemplo entre Ostgermanisch (Gotisch), Nordgermanisch (Runen, Urnordisch) e Westgermanisch reconhecer. Segundo a concepção da maioria dos linguistas, pode-se o desdobramento do germânico como autônomo ramo, a observar u.a. no efeito da primeira (germanicas) Lautverschiebung, aproximadamente na época em 500 a. Chr. assetzen. Esta tem em seus efeitos contrariamente, por exemplo, aos resultados da segunda (alto-deutsche) Lautverschiebung aparentemente muito homogeneamente e sem grandes diferenças todos os ramos linguísticos germânicos registrados. Eu represento a concepção de que este processo se deve ter afilhado em um relativamente pequeno território geográfico, porque de outra forma teriam certamente maiores diferenças nos reflexos da Lautverschiebung surgidos. Obviamente isso não é o caso. Pergunta-se se se a tese, que a germanice verley Brook, 693 (cópia 11. JÜRGEN UDOLPH 204 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI England besitzt zahlreiche und zum Teil sehr alte Namen wie Abberd; BeJh.) beferiði; Blackrith; 972 (cópia 1050) Bordriðig; Chaureth, 1086 Ceauride; Childrey; Coldrey, 973/74 (cópia 12. Jh.) (to) colriðe; Coleready; Cropredy; Cottered, 1086 Chodrei; 1228 Ealdimererithi; Eelrithe, 680 ad Aelrithe; Efferiddy; Erith; Fingrith; 693 Gewässername Fugelriðie; Fulready; Fulrithe; Gooserye; Hendred, 984 Henna rið; 774 Hweolriðig; Landrith; Shottery, 699– 709 (K. 11. Jh.) Scottarið u.v.a.m. A carttieração (s. Karte 18) mostra, que esses nomes sobretudo em Norddeutschland, nos Países Baixos, Bélgica e em Inglaterra encontram. Aparentemente são os Siedler sobre o canal para Inglaterra immigrado. e) Uma antiga palavra, que principalmente Norddeutschland e Inglaterra conecta, é alemão Hude. Um falante alemão conhece este apenas ainda de topônimos, sobretudo de Buxtehude, Fischerhude, Harvestehude e o Steinhuder Meer. A importância desta palavra permanece a um atual falante mas desconhecida. Hude encontra-se em Nortedeutschland sobretudo em siedlungsnamen, que ficam a águas, no Mittelniederdeutschen é ainda testemunhado como hûde ‘Holzlagerplatz, Stapelplatz em uma Wasserverbindung, Fährstelle. Também no inglês de hoje é desconhecido, mas no altenglês é ainda testemunhado: hyð ‘Platz, que o navio na aterrissagem adota, um adequante baixa margem, um pequeno porto. Interessante é a dispersão dos ortsnomes. Da Alemanha eu tenho u.a. coletado: Altenhude; Aschenhude; Billerhude; Dockenhuden, 1184 Dockenhuthe; Dodenhuden; 1346 Eckhude; Fischerhude, 1124 Widagheshude; Flemhude; Frauenhude; Grönhude; Hamhude; Harwestehude; Heemhude; Huden em Meppen, 1037 -huthun no beleg Hlareshuthun; Hodenhagen, 1168 (cópia 18. Jh.) de Hode u.ö. ; Hude (frequentemente), também com Umlaut Hüde; Huden, em 920 Huthun; Hudau; Hudemühlen; Kayhude; Neddernhude, Obernhude; Pahlhude; Ritterhude; Stapelhude, 1258 in loco qui dicitur Stapelhuthe; Steinhude am Steinhuder Meer, 2.H. 14. Jh. To do Stenhude; Tesperhude; Winterhude. Também os Países Baixos conhecem ortsnamen: Coude Hide in Seeland; Coxyde, 1270 de Coxhyde; Coxyde (coksijde); Hude, 1405 Hude; Hude driesch; Huderstrate; 1359 le Hyde, em Dünkirchen; Nieuwe Yde em Nieuwpoort/Oostduinkerke, 1277 Nova Hida; Raversijde, 1401 Wilravens hyde; Lombartsijde, 1408 Lombaerds yde; Yde, 1331 em a Hide. Importante e antigo são os topônimos in England: Aldreth, 11691172 Alreheð(a), -huða; Bablock Hythe; Bleadney, 712 (K. 14. Jh.) ad portam quae dicitur Bledenithe; Bolney, 1086 Bollehede; Bulverhythe; Chelsea, 785 Cealchyþ, Celchyð, 801 Caelichyth; 1275 Chol leshethe; Clayhithe, 1268 Clayheth; Covehithe; Creeksea, 1086 Criccheseia; Downham Hythe, 1251 Dunham hythe; Earith, 1244 Herheth; Erith, 695 Earhyð; Fishhythe; Frecinghyte; Glanty, 675 (K. 13. Jh.) Glenthuþe; Straipsniai / Articles 205 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Greenhithe; (Heath múltiplo); Hidden, 984 (K. um 1240) (innan) Hydene; Hithe Bridge; Hive, 959 (K. um 1200) Hyðe; Hive, 1306 atte hethe; Horsith, 1249 Horsyth(e); Hyde, 1333 atte Hithe; Horseway, 1238 Hors(e)hythe; Hullasey, 1086 Hunlafesed; Huyton, 1086 Hitune; Hythe (Surrey), 675 (K. 13. Jh.) huþe; Hythe (Cambridge), 1221 Hethelod; Hythe (Kent), 1052 (on) Hyþe; Hythe (Hampshire), 1248 (la) Huthe; Knaith, 1086 Cheneide, < cnêoӯþ; Lakenheath, um 945 æt Lacingahið; Lambeth, 1041 Lambhyð; Maidenhead, 1202 Maideheg; Prattshide, em 1250 Pratteshithe; Rackheath, 1086 Racheitha; Rotherhithe, em 1105 Rederheia; Sawtry, 974 Saltreiam; Small Hythe, 13. Jh. Smalide; Stepney, em 1000 Stybbanhyþe; Swavesey em 1080 Suauesheda; Welshithe, supostamente 675 Weales húðe.9 A disseminação dos nomes (s. Carte 19) mostra claramente, que nada para isso men são. Em vez disso, devem os spricht, dass Siedler aus Schleswig-Holstein oder Jütland nach England gekomnomes de lugares em Flandres ser notados, que aparentemente formam a ponte entre os nomes alemães e ingleses. Já há cem anos tinha Hermann Jellinghaus reconhecido que a -hu9 Segundo Udolph 1994: 472, Karte 44. de-Namen „ein starkes Zeugnis für die Herkunft des Stammes der südenglischen Bevölkerung aus der niederdeutschen Ebene“ sind10. 10 In: Anglia 20 (1898) 290. KARTE 19. dt. hude, engl. hyð usw. in Ortsnamen9 JÜRGEN UDOLPH 206 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Die Verbreitungskarten innerhalb der Germania zeigen, wie ich oben schon bemerkte, auch deutliche Beziehungen nach Norden. Diese sind früher fast immore como expansões de tribos germânicas de seu nordeuropäischen lar em direção ao sul interpretado sido. Deixa-se mas claramente mostrar, que muito mais antes de uma origem original no continentalgermânico sair-se é (daquele em detalhe Udolph 1994: 830918). Beilage) devemos nós conhecimento mais preciso sobre KARTE 20. Verbreitung von haugain geographischen Namen (aus Bischoff 1975, a disseminação do palavra *haugaz no Straipsniai Articles 207 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung a) Einer Studie von Karl Bischoff (1975; vgl. auch Udolph 1994: 859–863) Germanischen, das u.a. bezeugt ist in anord. haugr ‘Hügel, Grabhügel’, man beachte ferner in ähnlichen Bedeutungen isl. haugur, fär. heyggjur, heygur, norw. haug, schwed. hög, altdän. høgh, dän. høi. Es findet sich aber auch in Ortsnamen Deutschlands, eine Verbreitungskarte bietet Bischoff (1975: Beilage).11 b) Ganz ähnlich gestreut ist klint, ein Wort, das als Appellativum vor allem im Norden bezeugt ist: Dän. klint ‘steiles meeresufer, schwed. klint ‘Gipfel de um hügels, assimiliada secundária em schwed. dial. klett, norw. dial. klett ‘Bergkuppe, íngreme Meeresufer, já anord. klettr ‘freestehende klippe, Ablautform in norw. dial. klant ‘Klippenrand, Berggipfel e dän. klunt ‘Klotz, klumpen, klotzige person. Mas no nomebestand, o Friedhof dos Wörter, encontra-se também em não pequena medida no continentegermânico âmbito, como mapa 21 mostra. Ao mesmo tempo, a dispersão se assemelha em alta medida à de hauga-. 11 Nach Udolph 1994: 868–881, mit Karte 68. KARTE 21. Verbreitung von klint in geographischen Namen11 JÜRGEN UDOLPH 208 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Aqui pertence também o muitas vezes tratado e muito citado fundamento -leben, nordgerman. -lev, que em ca. 200 ortsnamen testemunhado é, z.B. in Uhrsleben, Erxleben, Eilsleben, Eimersleben; Aschersleben, Oschersleben, Eisleben, Barleben, Roßleben, und in Dänemark und Südschweden als Bindslev, Jerslev, Roslev, Falslev, Tinglev u.a.12 Zugrunde fica got. laiba ‘Überbleibsel, Rest, ahd. leiba, asä. lêva ‘Rest, herde, Nachlaß’, afries. lâva ‘Hinterlassenschaft, Erbe, Erbrecht’, altengl. lâf ‘Hinterlassenschaft, Erbe’, altnord. leif ‘Überrest’, adän. kununglef ‘Krongut’. Im 1. Teil está sempre um nome de pessoa no Genitivo Singular13. 12 Nach Udolph 1994: 503, Karte 47. 13 Dazu zuletzt Winkler 2009. MAPTE 22. Difusão de -/-lebenlev em geográficas Nome12 Straipsniai Articles 209 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Die ungewöhnliche Streuung der Namen (vgl. Karte 22) ist oft diskutiert sido, sendo mas o grande e abrangente livro a esses nomes quase nenhuma consideração encontrou (Bathe). Inclui-se esse um, fala mais para uma sul-nord-wanderbewegung do que a inversa direção, vgl. Udolph 1994: 497–513).14 E um último exemplo para as ligações de nome entre o continente e o escandinavisco norte: em norddeutschen ortsnamen presume-se mittelniederdeutsch wedel, altsächs. widil ‘Furt, o parente é com ano. vadhell, vadhall, vadhill ‘seichte Stelle im Fjord zum Hinüberwaten, norweg. val, vaul ‘seichte Fjordstelle, em ortsnamen também Voil, Veel, dän. vedel, vejl 16. Jh., 14 Depois Udolph 1994: 892906, com carta 71. MAPTE 23. Distribuição de -wedel-/*wadilin nomes geográficos 14 JÜRGEN UDOLPH 210 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Ortsnamen Veile, Veilby, Veielgaard, Veilö, Faareveile, die Bedeutung in Dänemark é sobretudo ‘Doutongo por mooriges relände. As aqui brevemente esboçadas ligações com o escandinavisco norte são também em uma especialidade a encontrar, que nele reside, que exclusivamente no Nordico testemunhadas Appellativa também em nome do continentegermanico área a encontrar (exaustivamente tratado e interpretado em Udolph (2000, 2004, 2011). Nós em meio tempo conhecemos mais de três dezenas de tals casos, a isso pertencem u.a. os nomes Braunlage, Dorstadt/Dorestad, Kösen Coesfeld15, Ohrum, Oerie, Rhön16, Scheuen, Scheie. Eles podem só de um antigo-, gemeinoder urgermanischen período originam e mostrar, que as subjazentes appellativa desta antiga camada pertenceram devem ter. Kartiert man diese Ortsnamen (s. Karte 24), so zeigt sich, dass es ein Zenteste rum só com ajuda de palavras escandinaviscas explicaveis topônimos existe: é o leste Niedersachsen com as adjacentes áreas em Sachsen-Anhalt, Thüringen e Nordhessen. Uma imagem muito semelhante resulta-se, 15 In: Korsmeier 2016: 90–94. 16 In: Ascher 2015: 203f. MAPTE 24. Escandinaviwenn one Appellativa, que só em Escandinavien e no sche Wörter in deutschen Ortsnamen Straipsniai Articles 211 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung alemannische âmbito para encontrar17, em ortsnamen do continente busca18. Suffixformungen É conhecido que na da língua germânica a história na formação lem komposita ser der Substantiva ein wichtiger Wandel stattgefunden hat: während heute vor alutilizado, vgl. alemão hand-tuch, auto-reifen, casa-wand, angl. main door, forrest path, car tyre, norwegisch hoved dør, skov vej, bildæk, bilwichtig. Estas são para a dete man in frühgermanischer Zeit neue Wörter vor allem mit Suffixen, also als Ableitung: *gab-lo- ‘Gabel’, *ham-iþja- ‘Hemd’. Bei der Suche nach altertümlichen germanischen Ortsnamen sind daher die Suffixbildungen besonders determinação das mais antigas assentamentosgerais germanialten s-stämmen scher Stämme von entscheidender Bedeutung. Aus Platzgründen wähle ich hier nur wenige Beispiele aus. a) -s-Bildungen. Das Germanische hat in alter Zeit -s-Bildungen in seinem appellativischen Bestand z.T. ererbt, z.T. aber auch noch neu gebildet. Erinnert sei etwa an alte Erbwörter wie got. aiz, bariz-eins, rimis sowie z.T. Neubildungen (die auch auf poder basear-se) como got. aqizi, jukuzi, ahd. chuburra. Para o Germânico são ainda caracteristicando Avanços do sufixo -sa/-sō-, assim formações com Mittelvokal como ahd. bilisa, elira, felis(a). Hans Krahe e Wolfgang Meid (1967: 137) dão também uma breve compilação de Altgerm. Nomes com s-Suffix. Nele são além nomes de pessoa como Gabso, Hariso, Aliso, Thoriso também flußnomes como Ems e Effze mencionados, que com direito em uma relação a material foraergermânico colocados werlichen aquessernames da antigaeuropeia hydronymie encontram (curta den. Entsprechende Bildungen im Namenbestand haben R. Möller (2000) und J. Udolph (1994: 199–218) untersucht und zusammengestellt. Dabei übergehe ich hier die Tatsache, dass -s-Bildungen auch schon unter den voreinzelsprachabordado em Udolph 1994: 199201). Entre outras pertencem aqui: Wüstung Blekisi, 826876 em Blekisi, Wüstung Degese, 1196 Degese, Devese, Gebesee em Erfurt, 802815 Gebise; Heerse < HeriFlurN. 1692 im Letse, ON. si, Hünxe, 1092 Hungese, WgN. Ilse bei Boffzen, 1031 Ilisa, Ilvese, 1096 Hil-vise, Klings bei Bad Salzungen, 869 Clingison, Leisa an der Eder, 8. Jh. Lehesi, Lihesi, Linse em Bodenwerder, 1.H. 9. Jh. Linesi, Meensen 18 Vgl. Udolph 2004a; Carttiamento dos bei Göttingen, 990 Manisi, Resse bei Recklinghausen, 10. Jh. Redese, Reese bei 17 Zum Thema s. Kolb 1957 und Alemannien und der Norden 2004. correspondentes e complementados nomes em Udolph 2010b: 153. JÜRGEN UDOLPH 212 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Stolzenau, 11. Jh. Raedese, Schlipps em Freising, entre 851 e 1130 Slipfes, Slipphes, Sliphes, Schlipfs, Seelze em Hannover, 1160 Selessen, 1187 Selesse, FlurN. Sötz, Sumpfwald em Goslar, alt Sotisse, Vielshof em Salzkotten, Vita liche Meinwerci Vilisi.19 Die Kartierung (Karte 25) zeigt ein Bild, das wir jetzt auch schon aus anderen Verbreitungskarten kennen: Kernbereich sind Südniedersachsen, das westSachsen-Anhalt, Nordund Westthüringen, Nordhessen e Westfalen. b) -st-fildungen Sobretudo no Baltikum há numerosas formações com um -st-sufixo, do restante mir sind u.a. bekannt geworden: in Lettland Llaste, Ļubasts, Ļubeşta, Mrmasta, Baltikum Ab-ist, Akn-yst, Arv-stasỹ, Avin-úostas, Debr-estis, Grab-uost, Iẽž-esta, Lam-stas, Lauk-yst, Lok-yst, Malk-ėsta, Pekl-ysta, Sav-ìstas, Taur-ósta, Uol-ast, Varn-úasta, Ýmostas, *A, da Áustria A, Bigiste <Agist(a), da França Palaisse < *t< *Alt<st>, de Dalmatica, Trieste, Este, Trieste, Segeste, Ateste, Peneste, Ateste, Veneste. 19 Depois Udolph 1994: 199218, com carta 25. MAPTE 25. -s-Suffixe em nomes geográficos Mitteleuropas19 Straipsniai 213 Articles / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Além dos dois centros, que se aqui abrescentam, nomeadamente o Baltikum e as áreas em torno do Adria, há ainda, porém, um outro domínio, o considerável participação no sufixo no nomeexistente tem: Mittelund Nordeuropa. Uma distribuição mais precisa mostra mapa 26, na qual u.a. foram incluídos: 866 Alesta, ON b. Charleroi, Alst, 12. Jh. Alest, Aalst, ON. in Flandern, 866 Alost, Aalst, ON. b. Hasselt, 1107 Alost, Alste; Aalst em Gelderland, em 850 Halo-sta, Alst b. Leer, 12. Jh. Alst; FlN. Apfelstädt, também ON., 775 Aplast; Arzbach b. Gotha, 1049 Arestbach; Beverst b. Tongern, 1314 Beverst; Vitawerci: Bilisti; FlN. Burdist, 755 Burdist (z. Rhein); *Agistevtl. em Eekst b. Assen; Ehrsten b. Kassel, alt Heristi, Herste; Elst b. Nimwegen, 726 Helistê; Ennest b. Olpe, 1175 En-nest; Ergste b. Schwerte, 1096 Argeste; Evelste b. Pattensen, 1246 em Evelste; Exten b. Rinteln, 896 Achriste; ON. Forst b. Holzminden, *Farista; Haste ten od. Itesten b. Emden; b. Osnabrück, 1146 Harst; Harste b. Göttingen 1141 Herste, Harste; FlurN. IdesInnerste, alt Indrista; WgN. 1106 Lammeste b. Hannover; ON. Landas b. Lille, alt Landast; Leveste b. Hannover, 1229 de Leueste; ON. PreZu esta coleção do ano 1994 titz b. Zingst, 9. Jh. Bridasti; ON. Ranst b. Antwerpen, 1140 Ramst, 1148 Ranst; Riemst b. Tongern, 1066 Reijmost; Rumst b. Antwerpen, 1157 Rumeste; Selsten b. Geilenkirchen, *Salist; Thüste b. Hameln, 1022 (F.) Tiuguste, Thiuguste; Villigst b. Ergste, 1170 Vilgeste; Zingst bei Nebra, 1203 Cindest. são entretanto, sobretudo através da abrangente investigação dos topônimos Niedersachsens e Westfalens, numerosos outros paralelos adicionados. Ao mesmo tempo, vale a considerar, que os ortsnamen com st-Suffix em seu präsuffixalen element mostram as diferencidas variantes. Com alguns segurHar-ista, Lev-ista, Ram-ista, Sal-ist-, Far-ist, Felg-ist. A variedade do sufixo concorda perfeitamente heit läßt sich -estnachweisen in Al-est, Ar-est, Id-est-, Lameste, Tind-est-; -asterscheint offenbar in Ap-l-ast, Har-ast-, Landast und Bredh-asti; sehr häufig ist -ist-: Bil-ist, Burd-ist, El-ist-, Am-ist-, An(d?)-ist-, Arg-ist-, Agr-ist-, Far-ist-ina, com as observações no appellativischen patrimônio. Sobretudo no Germânico e Baltiço lembra-se correspondente facilmente comprovar. Para a maioria dos topónimos compilados serão ao fazê-lo as relações germânicas poderem ser comparadas, isso vale e.g. para as seguintes topónimos, as quais bastante convincentemente com ajuda de germanischem material de palavra podem ser explicadas: Awist, te, Villigst, Zingst. Beverst, Eext, Ehrsten, Idesten/Itzstedt, Landast, Riemst, Selsten/Zelst/Zeelst, ThüsWährend sich Namen mit -st-Suffix auch im nichtgermanischen Siedlungsraum finden lassen, ist das bei dem folgenden Bildungselement anders. JÜRGEN UDOLPH 220 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI os erudagsmessacheres do país mostram os melhores solos aparecem em escuros färbungen (Mapa 3022.) Na fonte, da qual esta mapeamento provém, diz-se ainda elucidando: Só na coasta e ao sul do Mittellandkanal predominam bons solos. No Sandmeer de Geest e Heide nadam um par ‘fettaugen com bons, argilosos solos, como poucos fettaugen em uma kargen soppe (Uelzen; Lüchow; Weser-, Leine-, Allertal; Artland; Hoya-Syke-Goldenstedt)23. A correspondência entre qualidade do solo e oldtümlichen ortsnamen faz a seguinte comparativa carttierung, que tanto a disseminação dos -ithi-ortsnamen em Niedersachsen como os etragsmesszahlen dos Böden Niedersachsens mostra, particularmente evidente (Martes 31, 32). Podemos, portanto, as mesmas conclusões como já na discussão à volta da slavische patria: é claramente reconhecível, que se a propagação dos melhores Böden Mittelund Norddeutschlands com os altgermage Schwarzer Böden possuem, que pertencem aos melhores Böden Deutschlands. Todo agricultor sabe, o que significa, quando de 80 e mais pontos de solo 22 Retomem de: http://www.nls.niedersachsen.de/Tabellen/Landwirtschaftinternetseinischen Gewässerund Ortsnamen übereinstimmt. Es ist bekannt, dass die Börden (Soester Börde, Calenberger Lössbörde, Hildesheimer Börde, Magdeburger Börde) im norddeutschen Altmoränengebeit am Rande der Mittelgebirte2002/hochschulen.pdf. 23 S. Anm. 27. CARTEN 31, 32. Difusão dos -ithi-ortsnomes e dos ertragsmessacheren dos Böden em Niedersachsen Straipsniai / Articles 221 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung é falado. Como eu acima na discussão ao slavische já acionei, leva um bom solo em geral a boas e melhores colheitas do que chores piores. A consequência é uma menor mortalidade infantil e uma maior expectativa de vida. A população aumenta, o que novamente leva a uma certa superpopulação, abwagração e disseminação da língua dos falantes desta região. Aufsehenerregende achados como a na Lichtensteinhöhle em Osterode e a reconhecimento, que a lá antes 3.000 anos viventes pessoas ainda hoje descendentes em este espaço têm (provados por análises DNA; levantados e de onomastischer ponto de vista tratados e complementado por Udolph 2009), mostram que de uma assentamentoskontinuidade no perímetro do Harzes com certeza saíram werden kann. 3. DAS CELTISCHE A partir de resumos sobre o estado da ortsnomologia céltica pode-se extrair, que se se sobre isso está de acordo, que o insulkeltische wässername são as durch Übersiedlung vom Kontinent entstanden ist24. Die Ursprünge sind also im mittleren oder westlichen Europa zu suchen. Für die festlandkeltischen Geinvestigações de Pierre-Henry Billy (1993), Xavier Delamarre (2007), Alexander Falileyev (2006), Ranko Matasović (2009) e também os assuntos da linguística. ideias Patrick Sims-Williams (2006) von besonderem Wert. Die folgende Karte basiert vor allem auf archäologischen Forschungen, entspricht aber in hohem Maße apenas primeiros pontos de abordagem de um maior projeto são. Ele enfatiza com Den entscheidenden Schritt aber machte – das ist meine Überzeugung – Peter Busse (2007) in einem kleinen Beitrag einer Keltologen-Tagung, wobei diese razão, que a processamento da hidronyme obrigatoriamente necessário é, uma vez que esta em vista à questão de Besiedlung de língua céltica até agora não foi eingelöst (Busse 2007: 89), porque em oposição a investigações indogerso bom como nenhum estudos sobre este campo empreendidos. Quase todos pesquisadores manischer, slavischer und germanischer Gewässernamen wurden im Keltischen segundo sua concepção, este tema para contornar. 24 Para o seguinte vgl. exaustivamente Udolph 2009/2011. Mit Recht fragt P. Busse danach, ob bei der Frage nach einer „Keltizität“ von Siedlern archäologische Argumente eine Rolle spielen können oder sollen. Als Hauptvertreter eines „Keltoskeptizismus“ nennt er Simon James (1999) JÜRGEN UDOLPH 222 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI und John Collis (2003), „wobei letzterer ernstzunehmende Einwände gegen die Identifikation von archäologischer Evidenz und ethnischer Zuordnung liefert“. Dieses deckt sich in hohem Maße mit der modernen Forschung in Deutschland, wobei vor allem auf S. Brather (2004) zu verweisen ist.25 P. Busse tira disso a única conclusão razoável: Se se procura por celtas de ponto de vista linguístico, então pode este só com argumentos linguísticos acontecer. Mas quando se faz isso, então tem-se e isso é absolutamente obrigatório os nomes geográficos não só incluírem, mas lhes um muito alto posto de valor zubilligin. Entre estes vem aos águessernames especial importância a. Para a pergunta após os êntimos residências de falantes celtischer é após 25 Aus: http://www.timediver.de/Keltenwelt_am_Glauberg.html (acessão: 9.6.2017). MARTE 33. seiner Ansicht nach etwas wichtig geworden, das anhand des Slavischen und Germanischen schon versucht worden ist: da die Entfaltung einer indogermanischen Sprachfamilie aus einem indogermanisch-voreinzelsprachlichen Wanderungen, landnahmen and influence of the Celts until into the 1. prechristliche Jahrhundert25 leus de uma celtische Expansion, então como urheimat pode considerar? Straipsniai 223 Articles / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Dialektgebiet um longo processo sido é um tem com certeza com Jahrhunderten rechnen – so sind in diesem Gebiet nicht nur Gewässernamen einer Einzelsprache, etwa Keltisch, Baltisch, Germanisch, sondern auch indogermanisch-voreinzelsprachliche relikte a esperar. A desenvolução deve ser sich in den Hydronymen widerspiegeln, oder, anders gesagt, ein Gebiet, in dem es nur einzelsprachliche, etwa nur keltische Namen gibt, kann nicht das Gebiet do celtico urheimat. Busses projeto, que ele só em fundamentos oferece, beintenciona, sob utilização e bündelamento dos resultados de anteriores investigações e projetos sobre o tema ‘Keltizidade [...] uma resposta à pergunta de encontrar, inwiefer men, a quem die Hydronymie ein aussagekräftiges Bild über die frühe Besiedlungsgeschichte keltischsprachiger Bevölkerungsgruppen zulässt“ (Busse 2007: 91f.). Dabei geht es, H. Krahe folgend und völlig richtig, in erster Linie um Gewässernapalavras para água, fluss, fließen etc. zugrunde estar. Sob consideração de estudos do domínio germânico, báltico e eslavisco ele desenvolve seguintes questões fundamentais: • Ist ein Gebiet einer „keltischen Hydronymie“ identifizierbar, das als Nuk- • Invernos em que se cobre este nukleus com a extensão da Hallstattbzw. La Tène-Kultur? Para sobre isso encontrar respostas, ele trata por um lado águas nomes, que estão em território céltico, mas vorkeltischer origem são, por outro nomes celtas. Incorporados são u.a. Ainos, Aenus, Dubis./flDoubs, Douglas e Verwandtes, Devy/Devon, Devoke Water, altirisch dobur com nfrz. Douvre (1128 Dobra), Douvres (ca. 380 Dubris), Verdouble a. 79 Verno-dubrum Dreck; borm-/borw-/borbusw.; span. Dobra u.a.m., dt. Tauber, engl. Dover; die Sippe um Glanis, Glanum, Glanon, Glan, Glene, Glane; bava < *gweh3w- ‘Fango’, vgl. kymr. baw ‘Schmutz, <*bher- ‘aufwallen, wallen, gären, kochen in Borbro (Bourbre), Borvo(n) ‘Quellgott, Formio, em França Bormane (Ain), Bourbonne (Aube), La Bourbre (Isere) u.v.a. ; brig- < *bhghzu *bheregh- ‘hoch, erhaben, talvez no significado ‘Oberlauf in Brigia (Braye = Loir), Brigulos (Saône → Rhône) u.v.a.m. ; esk-isk- <*peisk-, mittelir. esc ‘Wasser com Esca/Escia/ Hisca (Isch → Saar) u.a. ; fruta- <*s(w)rutu-, cf. kymrisch fjF-wd, irish sruth ‘Sturzbach, in Frudis, Fluss in Belgica u.a.m. Na conclusão, os resultados são sob inclusão de uma difusãoskarta juntos gefundados: Als primeiro resultado preliminar pode-se sob inclusão do material do mapa o seguinte fixar: A celtica hydronymie distribui-se em um espaço, que se no nórdico alpensaum ao longo do Donau, do superior e mittelaufes do Rheine e do Rhône erstrect, sob inclusão dos afluentes. O ponto de partida da JÜRGEN UDOLPH 224 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Hallstattkultur não é com este território deckingsgleich, porém são as notáveis wichtigsten Westhallstattund frühen La Tène-Funde in diesem Gebiet zu finden“ (Busse 2007: 97). Nur am Rand vermerke ich hier, dass bereits der polnische Indogermanist Jan Rozwadowski (z.T. abgedruckt in Rozwadowski 1948) in seinen Forschungen, die bis in die ersten Jahre des 20. Jhs. zurück gehen, coincidências entre os águernames do Baltikum e do Rhône-gobiet como por exemplo Visentia, Saane, Brenne, Divonne, Isara, Drome, Ivarus u.a. constatou. Este tem-se entretanto ainda mais consolidado deixar. Assim são importantes nomeparalleles na França (W.P. Schmid 2004) e no território da Mosel mittelt worden (W.P. Schmid 1988), und eindeutige Übereinstimmungen zwischen alteuropäischen Gewässernamen im Polen bzw. dem Baltikum und den Britischen Inseln, Nordund Südfrankreich haben gezeigt (Udolph 1990, zuersammenfassend 332ff. ), que quase o inteiro céltico assentungsraum (menos seguro: a Iberische Halbinsel) um substrat voreinzelsprachlicher indogermanischer gewässernamen contém. Tenta-se, as anteriores investigações aos águensnames da Europa e o tentativa de P. Busse ao Celtês contrapostos a aferir, assim podem-se, na minha opinião, os seguintes pontos comuns trabalhar fora: • Die Gewässernamen sind die ältesten Zeugen menschlicher Sprache in Europa. Sua investigação é para questões da Urund História Primitiva unerlässlich. • Im Bereich der ehemals keltischen Besiedlung auf dem Festland (vor allem in Norditalien, Frankreich und Teilen der Schweiz) fehlt es an umfasenviar investigações da hidronimia. • Resultados arqueológicos podem infeliz só condicionalmente para a questão após a etnia ramificação do início Europa ser abordados (Brather 2004). • Uma vez que os águernames em essencial a partir chamadas aguasserwörter são obtidos, é uma investigação abrangente da terminologia geográfica de todas línguas celtas um urgente desiderat (isso vale, aliás, também para o domínio das línguas germânicas, enquanto há no eslavo estudos exemplares, até mesmo às referências de águas existem). P. Busse tem em uma carttificação aqueles águessernames einzutrager, que para uma determinação das ônibus mais antigas de tribos celtas de sua opinião por são de importância. Baseando-se na investigação de P. Busse e em aneleamento a correspondentes pesquisas no domínio do germânico e do eslavisco pode-se dizer:26Es fala muito Straipsniai / Articles 225 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung muito a favor de que a Herausbildung do Celtês lá acontecido é, onde nós uma certa Verdickung, uma elevada concentração de águens nomes paleuropeios podemos observar. Von entscheisen tem. Assim, aplica-se também para a questão após os dender Bedeutung ist dabei die Existenz von Parallelen im Baltikum und den dort angrenzenden Regionen, auf die bereits J. Rozwadowski (1948) hingewieurkelticos residências uma palavra, que já para questões após o lar das tribos germânicas uma papel tem jogado: Ex oriente lux27. Este incluído fala já agora muito e se pode P. Busse no essencial seguir para o espaço a oeste dos Alpes. A pesquisa em os ex-mals de Celtes assentados países faria bem nele, se mais intensivo do que até agora os aquessernames paravirar. 26 De Busse 2007: 97. 27 Udolph 1981; Udolph 1985. MARTE 34. Cartariamento alteuropeiques e celticos nomes26 JÜRGEN UDOLPH 226 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI 4. DAS BALTISCHE AUS NEMKUNDLICHER SICHT De linguistas e nomeforçadores é sempre novamente a continuidade na besiedlungsgeschichte do baltico enfatizado. Maiores movimentos migratórios se deixam dificilmente reconhecer, contra porém um processo, que uma considerável redução do ex-ex-baltico assentamento área deixa perceber (um nas publicações de M. Gimbutas baseado, no individual a corrigir-se mapa oferece W.P. Schmid (Mapa 35). MARTE 35. Distribuição de águens balticos28 Em essencia são tribos eslavas, que o baltico de leste, sul e sudoeste assimiliaram de, claramente reconhecível em partes nordwestrusslands, em bißrussland e em nordostpolen. De hydronymidie segundo opinião de J. Rozwadowski (1948) como slavisch designados são 28 Schmid 1976: 15 após Gimbutas 1963: 30f. scher Sicht ist dabei eine Verbreitungskarte von Gewässernamen interessant, Straipsniai Articles 227 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung podem (Mapa 36). Trata-se aqui mas não de jeito nenhum de slavische, mas de voreinzelspachliche, indogermanische gewässernamen. O fazem e l - claramente, a schon die Überschriften einzelner Abschnitte seiner Studien deutlich, so etwa „dreu- (Drwęca, Drawa [...])“, „Isa“, „Isana“, „Isara“, „Oła i jej grupa: pierwiastek z.T. quase idêntico com as muito posteriores investigações de Ähnliches mostra em H. Krahe sind und in großen Teilen mit Krahes Untersuchungen und Ergebnissen übereinstimmen. In Westeuropa blieben sie vollkommen unbeachtet. abordagens também uma mapa de uma publicação mais recente (Mapa 37), pois em este é uma clara zumaahme de vasernames vorslaviscos em os à ex-ex-báltica assentamento em nordeste da Polônia territórios adjacentes claramente a reconhecer, que se sem dúvida nos anIn the meantime tem-se mostrado continuar grenzenden baltischen Siedlungsgebieten fortsetzt. que os por J. Rozwadowski mantidos para vasernames slavisco devem ser interpretados de outra forma: a um geringen Teil gehören sie zum baltischen Substrat in Russland, Weißrussland, KARTE 36. Von J. Rozwadowski (1948) behandelte „slavische Gewässernamen“ JÜRGEN UDOLPH Acta Linguistica Lituanica 228 LXXVI schen aquatic names in Europa possui o der nördlichen Ukraine und in Nordpostpolen, zum weitaus größeren Teil aber zu dem Bestand der seit H. Krahe so bezeichneten Alteuropäischen Hydronymie, einem Netz von Gewässernamen, das voreinzelsprachlicher, indogermanischer Herkunft ist (Krahe 1949–1965, 1964; Schmid 1994; Udolph 1990).29 Und noch eine weitere, wichtige neue Erkenntnis konnte gewonnen werden: Innerhalb der alteuropäischen, voreinzelsprachlichen, indogermaniBaltische uma Sonderstellung, que W.P. Schmid (1994: 175192, 226247) trabalhou fora. A hidronímie no ex-als e caducos balticos assentamentosterritório caracteriza-se por um lado por uma grande densidade voreinzelsprachlicher nomes, por outro é 29 Babik 2001: 92. MARTE 37. Éldestes vasernames em Polônia após Z. Babik29 ester Straipsniai Articles 229 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung eine Stetigkeit und Kontinuität in der Bildung der Gewässernamen von frühindogermanischer Zeit até na einzelsprachliche baltische Periode reconhecível e finalmente existe dentro da Alteuropäischen Hydronymie apenas no Baltikum vasernames, os correspondências em muitas regiões europeias têm. Exemplos são aproximadamente Atesỹs, Ates, águessernames em Litauen: Eu tenho Etsch/Adige (in der Antike überliefert als Atesis, Athesis), Eisa : Aisė, Limena : Limenė in Litauen u.a.m., Kartierung s. Karte 38.30 Ähnliches também na investigação dos nomes vorslaviscos entre Polônia e in Polen feststellen können (Udolph 1990, zusammenfassend: 331ff.). Auf dieser Studie, speziell auf den Zusammenstellungen der Namenentsprechungen diferentes regiões em Europa (z.B. Ilhas Britânicas, Westeuropa, Norditalien usw., S. 332–338) basiert eine Kartierung, die ich hier vorlege (Karte 39). Isso tudo não são coincidências. O namenschatz báltico mostra, como mais velhos e também mais jovens estudos fizeram claramente, correspondências em um kranz 30 Depois Schmid 1994: 184f. MARTE 38. Baltisches Zentrum in der Hydronymie30 nem Netz JÜRGEN UDOLPH 236 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Aus diesen Überlegungen heraus ergibt sich, dass an einer Schicht oder eivoreinzelsprachlicher, indogermanischer Gewässernamen in Europa não pode ser Zweifelt. A sempre novamente aufflammente crítica inflama-se zumeita a individual nome, danifica mas o facto como tal ren ou até mesmo rejeitar quer in keiner Weise. Wer das Konzept der Alteuropäischen Hydronymie attackie- (a que em último tempo aparecidasen numerosas contribuições de Harald Bichlmeier com sua violenta crítica mudar nada aos acima mencionados princípios), deve porém convencer em um ponto: ele deve conhecer o material, que a base para as considerações de H. Krahe, W.P. Schmid e de me forma Isso é em nenhum único do Crítico do caso. Isso vale para quase todos até agora apresentados argumentos e também para alguns mais recentes, que eu aqui em toda a brevidade nomeo. • In letzter Zeit beginnt bei der Zuweisung eines Gewässernamens in Deutschland das Keltische unmerklich wieder an Boden zu gewinnen, so por exemplo também no livro abrangente aos aquassernames Mitteleuropas de Albrecht Greule (2014)32. Em consideração do fato de que osteuropeico material de comparação em pouca extensão foi e é abordado, é Zurückhaltung na zuweisung ao Celtischen ordenado. • Vorindogermanisches não pode-se em longas áreas encontrar. Isso vale também para as tentativas de Theo Vennemann, Baskisches respectivamente. Vaskonisches como vorindogermanisches Stratum atestar (daquele ultimo a Contribuições in Udolph 2013). • De muito outra visão vota Zbigniew Babik (2001) contra Alteuropäisches em Osteuropa, especialmente em Polônia. Ele acredita, que a Alteuropäische hydronymie uma toda Europa abrangente, uniforme camada fosse, a o que os nomes de águas poloneses não caberiam. Há haver decisivas diferenças fonéticas, morfológicas e flexivicas. Sobre europäisch (stare i europejskie). die alten Gewässernamen lasse sich in Polen nur sagen, sie seien „alt und Aqui é uma noção representada, a que representantes da Alteuropa-These já há muito tempo superaram: nós wissen, dass sich verschiedene Suffixe, unterschiedliche Ablautstufen und morphologische Besonderheiten in der Hydronymie beobachten lassen, dass es eine „Einheitlichkeit“ im Sinne eines monolithischen Blocks gar nicht gibt. Para a casa dos indogermanen encontrar, é obrigatoriamente mandado, inicialmente uma vez as ãldestunsgebiete dos individuais indogermanischen 32 Man compareche a isso minha exaustive rezension in Beiträge zur Namenforschung, Neue Folge 52 (2017), S. 81105. Straipsniai / Articles 237 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Linguas famílias a determinar. É minha clara opinião, que a busca por antigos sentes de tribos indogermaníes como na (re-)construção indogermanísticos fundamentos dos encilos é a partir. Eu atrevo-me a resumir as anteriores executações a os hemates das germânicas, eslaviscas, bálticas e celtas tribos em uma cartitificação (Mapa 41). O que podemos dizer ao período, no qual se desenvolveram os individuais grupos linguísticos indogermanicos de uma indogermanica pré-estágio? O eslavische se tem em um tempo a partir ca. 500 v. Chr. no Nordhang dos Carpates desenvolvido. Mais antigos aquecernames apontam a estreite conexãohänEses ge mit dem Germanischen und Baltischen, z.T. auch nur auf das Baltische hin. nomes devem consequentemente ser datados em uma época anterior, cerca de 1.000 500 v. Chr. O Germânico permite-se a base dos nomes a um território nórdico, östlich und auch zu geringem Teil südlich des Harzes zuweisen. Aufgrund der 1. Lautverschiebung und weiterer Prozesse darf seine Entstehung aus einem MARTE 41. Älteste siedlungsgebiete (Slavisch, Germanisch, Keltisch, Baltisch) após A informação dos nomes JÜRGEN UDOLPH 238 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI indogermanischen Dialektgebiet aproximadamente em o tempo em 500 v. Chr. datado quemden. Vorgermanische Namen müssen ein höheres Alter besitzen und sind in eine Zeit von ca. 1.000–500 v. Chr. zu setzen. A desenvolução do Céltico a partir de um dialeto indogermanico fora deverá ter ocorrido no Westalpengebiet, primeiras abordagens podem eu sei, quão polêmico estas datierungsvolutions são para o tempo em 1.000 v. Chr. serem aceitos. Das Baltische hat die geringsten geographischen Verschiebungen durchgepoder, porém, encolheu o original assentamentoterritório por slavische expansões consideravelmente. Através da comparação com águensnomen em é ganz Europa können wir aber annehmen, dass wir für für die Datierung der vorbaltischen Relikte mindestens bis 500–1.000 v. Chr. zurückgehen müssen. Fassen wir diese Ergebnisse zusammen, so kommen wir – ich denke, das nenhuma surpresa em uma indogermanische geprägte gewässernamendie schicht, die in die Zeit um 1.000 v. Chr. in Mitteleuropa nachgewiesen werden kann und die mit einiger Sicherheit den Osten Frankreichs, Mittelund Norddeutschland und das östliche Mitteleuropa geprägt hat. Es scheint aber möglich, noch einen Schritt weiter zurückzugehen. Wir kennen in Europa Namen, die nur unter Zuhilfenahme ostindogermanischer Appellativa (Indisch, Iranisch, Tocharisch) erklärt werden können und provarem, que a alteuropäische hydronymie nenhum westindogermanischen Zwischenstufe pertence (assim zeitlebens representado por H. Krahe e muitas vezes também ainda hoje assim percepcionado). W.P. Schmid (1994: 129ff.) tinha reconhecido este e analoga de paralleles como sindhu-/*sindhn , Shin, Shannon, induIndura, Indus (Baltikum), vr(i)-, vr-, vairiVara, Vaire, Verma, Warme, Warmenau, Wörnitz < * Varantia u.a.m., au.δ Adda, Oder, Attersee, -gau, dunu, D.a. Donm. com direito gefolgado: Os de a alteuropeusca hidronimie ischen línguas faltam, tem de vorausgesetzte einheitliche Gemeinsprache ist nichts anderes als das Indogermanische selbst“ (Schmid 1994: 129). Da die zugrunde liegenden Appellativa u.a. dem Altindischen und Altiranischen bekannt sind, diese aber den europäser assumido, que o verbschatz, a partir do qual os nomes aquáticos europeus foram criados, aos criadores dos nomes indogermanicos ainda conhecidos tenham sido. Com isso chegamos em alguns desses nomes com certeza no 2o século pré-cristão. re da produtividade abandonaram. Seja mais uma vez lembrado, que Unsicherheitsfaktor liegt darin, dass wir nicht wissen, wann die einmal lebendigen Wörter und Wurzeln aus den damaligen indogermanischen Dialekten iheste Verhältnis zwischen ostindogermanischen Wörtern und europäischen Namen seine Parallelen in nordgermanischen Appellativa in kontinentalgermanischen Straipsniai Articles 239 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Nomes e em palavras sulslaviscas, que em nomes nórdicos dos Carpates são a encontrar, tem. Tudo zusammengefasst pode daí ser folgado, que grandes partes West-, Mittelund Osteuropas de um Netz indogermanischer Gewässernamen beindogermanischer deckt sind, an denen auch durch die appellativischen Entsprechungen die außerund südeuropäischen indogermanischen Sprachen Anteil haben. Nicht übersehen darf man dabei, dass die Existenz eines Gewässernamens, der aus Zeit stammt, die ununterbrochene Besiedlung an den Ufern des Gewässers voraussetzt. Assentamento interrupções levam a perda de nome e a rupturas, como nós ela no sul da Rússia e no sudeste da Ucrânia Djnestr, Sullicher Bug, Don e beobachten können, wo sogar die größten Ströme dieses Gebietes wie Dnjepr, Volga seus nome mudaram sobretudo no Unterlauf, então no território da estepe e semifsteppe. A questão após as margens da Alteuropäischen hydronymie permanece aberta, porém pode uma avaliação dos indogermanicos aquarenames da Europa não ser procedida a partir de sua peripheria (in esta direction go considerations of Untermann 2009). A peripheria pode só então ser determinada, quando as relações no centro são atravésschaubar. Para a questão por antigas áreas de assentamento de tribos indogermanicas gibt sich daraus vor allem, dass diese nur innerhalb des Verbreitungsgebietes der Alteuropäischen Hydronymie gesucht werden kann. Aus der einzelspracherlichen tempo, que nós hidronímicamente e toponimicamente melhor avaliar podemos, conhecemos nenhum exemplo, que se uma língua indogermanica grupo teria desfoldado, sem que esse processo não deixasse traços na paisagem de nome. Isso significa para theses, que de uma indogermanica natal por exemplo em sulrussland e da Ucrânia (Gimbutas; Kurgan-Cultura) ou no Caucasus saírem, que traços de uma de lá saindo migração do indogermanico kernvolke para Europa ou Kleinasien traços na nomenclatura geográfica teriam deixado. Como todo mundo sabe, isso não é o caso. Antes, aponto novamente à prova segura de ostindogermanenses apellativos e raízes nos aquessernames da Europa: uma clara prova para isso, que as raízes dos em Europa e Ásia domiciliados indogermanenses tribos em Europa são a procurar. Eu repeti: a nomenclatura da Europa fala a favor de que a disseminação indogermaniUm estas a partir de nomes geográficos obtidas theses mais seguras fazer e a por mim por provavelmente scher Stämme von diesem Kontinent ausgegangen ist. mantida para lar do germânico, Keltischen und Slavischen auch aus anderer Richtung zu bestätigen, bietet sich eine Disziplin an, die in der gesamten Diskussion um die indogermanische Heimat bisher nicht die geringste Rolle gespielt hat: ich meine die Bodenforschung. JÜRGEN UDOLPH 240 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Eu tinha os conhecimentos da Bodenkunde já acima na comparação entre os germânicos -ithi-nomes e os etragsmessacheren Niedersachsens (cartas 2932) haranguzado. Uma há dez anos publicitada carta de propagação dos Lössböden em Ásia e Europa (Haase et al. 2007), que eu no território, no qual eu os antigos moradias germânicas, slaviscas e celticas tribos presumo, difundo?33 Daí eu utilizo uma oben bei der Frage der Heimat slavischer Stämme schon erwähnt hatte, lässt erkennen, dass sich ein breiter Lössbodengürtel von China bis hin nach Frankreich quer durch Asien und Europa zieht. Wie ist dieser nun in Europa, speziell carta mais antiga dos Lössgebiete em Europa, que mas no resultado com a mais recente de 2007 coincide. Em estas eu tenho as, segundo minha opinião, por ônibus mais antigos dos germânicos, celticos e eslaviscos falantes inscritos (Mapa 42). 33: httpwww.geographie.uni-stuttgart.de/seminare://lehrpfad/Pleistozaen/Loessseite.htm. KARTE 42. Lössverbreitung in Mitteleuropa33 Straipsniai Articles 241 / Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Deutlich erkennbar sind die Löss-Bereiche des Leipziger Tieflands, der Magdeburger, Hildesheimer e Soester Börder bem como o Goldenen Aue ao sul do Harzes. É exatamente o daquele domínio, que se em uma detalhada investigação ortsand aquessernames altgermanischer (Udolph 1994) como o continuituitätszentrum germanischer Namengebung herauskristallisiert tem. As achadas na Lichtensteinhöhle correspondem com isso. Semelhante mostra o mapa também para a fronteiraareia da Polônia e da Ucrânia. Também aqui, no Nordhang dos Carpates, cobrem-se Löss e mais antigas slavische assentungsgebiete em notavel maneira. A pesquisa de solo apoia assim os resultados namenkundários. Menos inequivocamente é o achado no Westalpenraum, onde nós celticas altsiedellandships presumimos, mas no presunto suposto lar slavischer como germanischer stämme é a cobertura com bons sòden evident. Daí resultam também pensamentos à questão, como realmente as enormes expansões nesta sequência temporal de celtas, germânicos e eslavos são para explicar e entender. Como nós mais antigas geográficas nen pessoas a melhores colheitas, minimizam a Namen mit guten und besten Böden in Verbindung bringen können, spricht vieles für die folgende These: gute Böden führen bei den vor 2.000–3.000 Jahren lebenden und auf Ackerbau, Viehzucht, Fischfang und Jagd angewiesemortalidade geral e a mortalidade infantil e levam a um sobrepressão populacional, que só por uma allmânea expansão da assentamentoatividade ser minimizada mesmo, fala, esta língua é pela maior população sobre adjacentes kann. Durch die sich ausweitende Bevölkerung, die eine bestimmte Sprache, z.B. Urslavisch, Urgermanisch, Urkeltisch bzw. entsprechende Dialekte deráreas com seus habitantes transferida. Correspondentes processos são por meio da comparação com conhecidas expansões e sobreposições de línguas em outras facilmente a entender, se pensar na alemã Ostsiedlung com sobreposição de tribos westslaviscas e suas línguas, da slavização de finnougriscas tribos em Rußland e da América Besiedlung por colonos europeus com suas línguas. A partir daqui eu ouso isso novamente, a importância onomasticas investigações para a questão após os mais antigos assentamentos áreas a sublinhar e acho, que a este ramo da linguística essencialmente mais atenção deveria merecer do que até agora acontecido. Resultados da investigação 1) Há aquecernames, que em o tempo da origem e desenvolução das línguas indogermanicas podem ser datados. Eles estão em Europa. JÜRGEN UDOLPH 242 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI 2) Die entscheidenden Prozesse der Entfaltung und Ausbreitung der indolínguas germânicas têm-se em essencial no domínio da Alteuropäischen hydronymie abrogado. Daí falam u.a. ostindogermanische Appellativa em europeus aquässernamen. Correspondentes parellenes no Eslavischo e Germânico são existentes. 3) Uma camada pré-indogermanice é no nome Mitteleuropas não atestar. Isso é surpreendente, já têm certamente já pessoas lá gentidadas, que nenhuma língua indogermanice falaram. Se este com a sesshaftigkeit indogermanischer tribos, por exemplo em oposição ao nomadenoder semifnomadentum da população anterior junto depende, eu não ouso a julgar. 4) As assentamentos também indogermanischer tribos em os últimos JahrtauDieses cobre-se e isso é de considerável importância com a senden vor Christus stehen in Verbindung mit guten und besten Böden. Streuung dos antigos nomes. 5) A reconstrução indogermanicas fundformes baseia-se na Kenntnis der bekannten indogermanischen Einzelsprachen. Indogermanische Gewässernamen sind aber auch in den „Lücken“ zwischen den indogermanicas individualsangues testemunhado. É, portanto, esperar que há entre as formas básicas dos nomes e as formas básicas no Baltikum e der indogermanischen Rekonstruktion Differenzen gibt. 6) Die alteuropäischen Gewässernamen besitzen ein eindeutiges Zentrum nas línguas bálticas. Ele fala muito a favor, 7) A casa dos tribos darin nicht nur ein Kontinuitätszentrum (W.P. Schmid), sondern auch ein Ausstrahlungszentrum zu sehen. germânicos fica dentro do alemão assentamentoárea, a casa dos eslavos dentro do slavischen assentamentoárea, a casa dos celtas dentro do historicamente testemunhado celtic assentamentoárea. Fala tudo a favor de que este também está no tomar. Daí segue: Fall der mutmaßlichen Heimat der indogermanischen Stämme anzu8) A abordagem de uma urheimat das línguas indogermanicas em land, Kleinasien oder im Kaukasus ist aus namenkundlicher Sicht entschieden abzulehnen. Die Heimat kann nur innerhalb der Alteuropäischen Hydronymie gesucht werden. Diese ist klar auf Europa begrenzt. SüdrussAlles tomadas juntos fala tudo para o Bálticum como lar und Ausgangsbereich der indogermanischen Expansion. Straipsniai / Articles 243 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung LITERATUR Alemannien und der Norden 2004: Alemannien und der Norden. Internationales Simposium in Zürich, hrsg. v. Hans-Peter Naumann (= Reallexikon der Germanischen Altertumskunde, ergänzungsband 43). Berlin: De Gruyter. Atlas para história e Landeskunde de Sachsen 1998: Atlas para história e Landeskunde de Sachsen. F: Economia (Agricultura, mineração, Gewerbe, Verkehr). IV: Mais recente tempo. Leipzig: Verlag da Sächsische Akademie der Wissenschaften. Ascher Diana 2015: A siedlungsgeschichte der Rhön a partir namenkundlicher Sicht. A Rhön história de uma paisagem. Petersberg, 201215. Babik Zbigniew 2001: Najstarsza warstwa nazewnicza na ziemiach polskich. Kraków: Universitas. Bijak Urszula 2013: Nazwy wodne dorzecza Wisły. Potamonimy odapelatywne. Kraków: Wydawnictwo FALL. Billy Pierre-Henry 1993: Thesaurus linguae Gallicae. Hildesheim: Olms. Bischoff Karl 1975: Germ. *gazhau ‘Hügel, Grabhügel no alemão. Uma flurnamestudie. Mainz: Academia das Ciências e da Literatura. Busse Peter 2007: Hydronymie and Urheimat: Um novo enfoque ao Brather Sebastian 2004: Ethnische Interpretationen in der frühgeschichtlichen Archäologe. Geschichte, Grundlagen und Alternativen. Berlin: de Gruyter. localisielag da Academia Austríaca das Ciências, 8998. Salzgitter. Bielefeld: Verlag para rung der Urheimat der Kelten? – Kelten-Einfälle an der Donau. Akten des 4. Symposiums Deutschsprachiger Keltologinnen und Keltologen vom 17.–21. Juli 2005 in Linz. Wien: VerHistória Regional. Casemir Kirstin, Udolph Jürgen 2006: A importância do Baltische para a Casemir Kirstin 1997: Die Ortsnamen auf -büttel. Leipzig: Leipziger Universitätsverlag. Casemir Kirstin 2003: Die Ortsnamen des Landkreises Wolfenbüttel und der Stadt niedersächsische Ortsnamenforschung. Baltų onomastikos tyrimai. Aleksandrui Vanagui atminti, sud. Laimutis Bilkis, Alma Ragauskaitė, Daiva Sinkevičiūtė. Vilnius: Lietdu vieeux-celtique continental. 2. éd. Paris: Éd. Errance. Dini Pietro U. 2005: Slavisch-baltische Sprachbeziehungen. Reallexikon da Germanischen Altertumskunde 29. Berlin New York, uvių kalbos institutas, 114–136. Collis John 2003: The Celts: Origins, Myths and Inventions. London: Tempus Pub Ltd. Delamarre Xavier 2003: Dictionnaire de la langue gauloise: une approche linguistique 7378. JÜRGEN UDOLPH 244 Acta Linguistica Lithuanica LXXVI Falileyev Alexander 2006/7Cont: Dictionary of Continental Celtic Place-Names, Aberystwyth = http://cadair.aber.ac.uk/dspace/bitstream/2160/282/5CelticPNDictionary.pdf; Introdução: http://cadair.aber.ac.uk/dspace/bitstream60/282/6/ IntroAndElements.pdf; Selecçãobibliografia: http://cadair.aber.ac.uk/dspace/ bitstream/21/28602/4/FalileyevBibl.pdf; Mapa: http://cadair.aber.ac.uk/dspace/ bitstream60/2287/FalileyevMap.pdf. Förstemann Ernst 1863: As alemãs ortsnamen. Nordhausen: Ferd. Förstemann ́s Verlag. Gimbutas Marija 1963: The Balts. London: Thames and Hudson. Gołąb Zbigniew 1992: The Origins of the Slavs. A Linguists View. Columbus (Ohio): Slavica Publ. Greule Albrecht 2014: Deutsches Gewässernamenbuch. Etymologia dos aquässernames e do daí pertencentes geibets-, siedlungsund flurnnamen. Berlin/Boston: De Gruyter. Grimm Jacob 1826: Deutsche Grammatik. Segunda parte. Göttingen: Dieterich. Grimm Jacob 1848: História da língua alemã. Leipzig: Hirzel. Haase Dagmar, D. Haase, J. Fink, G. Haase, R. Ruske, M. Pécsi, H. Richter, M. Altermann, K.-D. Jäger 2007: Vornamen Loess in Europe its spatial distribution based on a European Loess Map, scale 1:2,500,000. Quaternary Scienc Reviews 26(910), 13011312. James Simon 1999: The Atlantic Celts. Ancient people or modern invention. Madison Wis.: University of Wisconsin Press. Kettner Bernd-Ulrich 1972: Flußnamen im Stromgebiet der oberen und mittleren Leine. Rinteln: Verlag C. Bösendahl. Kolb Eduard 1957: Alemannisch-nordgermanisches Wortgut. Huber: Frauenfeld. dungslehre. Berlin: Krahe Hans 1949–1950: Alteuropäische Flußnamen. – Beiträge zur Namenforschung, 24–51. Krahe Hans 1964: Unsere ältesten Flußnamen. Wiesbaden: Otto Harrassowitz. Krahe Hans, Meid Wolfgang 1967: Germanische Sprachwissenschaft 3: WortbilWalter de Gruyter Kunstmann Heinrich 1996: Die Slaven. Seu nome, sua migração para Europa e os inícios da história russa em histórico-onomastischer visão. Stuttgart: Steiner. Leibnitz Gottfried Wilhelm 1882: As philosophischen Schriften, hrsg. v. C.I. Gerhard, Bd. 5. Berlin: Weidmann. Straipsniai / Articles 245 Heimat und Ausbreitung indogermanischer Stämme im Lichte der Namenforschung Matasović Ranko 2009: Etymological dictionary of proto-Celtic. Leiden: Brill. Meyer Brunk 1978: Bodenkunde und Siedlungsforschung. Reallexikon da Germanischen Altertumskunde 3. Berlin New York: Walter de Gruyter, 117120. Möller Reinhold 1992: Dentalsuffixe in niedersächsischen siedlungsund flurnamen in Zeugnissen vor dem Jahre 1200. Heidelberg: Carl Winter Universitätsverlag. Möller Reinhold 2000: Niedersächsische siedlungsnamen und Flurnamen mit k-Suffix und s-Suffix in Zeugnissen vor dem Jahr 1200. Heidelberg: Carl Winter Universitätsverlag. Gattungsbezeichnungen. Uma estudo eletrofisiológico. Estudos Müller Horst M., Kutas Marta 1997: Die Verarbeitung von Eigennamen und às Clinicas Linguistik: Modelle, Methoden, Interventionen, hrsg. v. Gert Rickheit. Opladen: Springer, 147–169. Rozwadowski Jan 1948: Studia nad nazwami wód słowiańskich. Kraków: Nakładem Polskiej Akademii Umiejtności. Rymut Kazimierz, Majtán Milan 1998: Aguassernames no flußgebiet des Dunajec. Stuttgart: Steiner. Scheffer Fritz 1978: Boden in Mitteleuropa. Reallexikon da Germanischen Altertumskunde 3. Berlin New York: Walter de Gruyter, 108117. Schlüter Otto 1958: As siedlungsräume Mitteleuropas in frühgeschichtlicher Zeit 2: Das mittlere und nordöstliche Mitteleuropa. Remagen: Selbstverlag da Bundesanstalt für Landeskunde. Wolfgang Schmid P. 1976: Baltische Sprachen und Völker. Reallexikon da Germanischen Altertumskunde 2. Berlin New York: Walter de Gruyter, 1420. Wolfgang Schmid P. 1988: A alguns celtisch-baltischen Namenentsprechungen. Studia Indogermanica et Slavica. Festgabe para Werner Thomas. Munique: Sagner, Schmid Wolfgang P. 1994: Linguisticae 49–56. Scientiae Collectanea. Escolhidas schriften. Berlin New York: de Gruyter. Schmid Wolfgang P. 2004: Versuch über den Namen der Loire. – Sprache, Sprechen, Sprichwörter. Festschrift für D. Stellmacher zum 65. Geburtstag. Stuttgart: Steiner, 291–295. Sims-Williams Patrick 2006: Ancient Celtic Place-Names in Europe and Asia Minor. Oxford: Blackwell. Słownik Prasłowiański 1974: Słownik Prasłowiański 1. Varsóvia: Zakład Narodowy im. Ossolińskich.