Genomika, atmintis, kalba, tikras ir dirbtinis intelektas. Kaip viskas susiję?
Full text
S aipsniai / A icles 279
LINAS KONTRIMAS
Vilniaus uni e si e as
GENOMICA, ATMINTIS,
LELBA, TIKRAS IR DIRBTINIS
INTELEKTAS. KAIP VISKAS
SUSIJ?
Genomics, Memo y, Language, Human and
A i icial In elligence. How is E e y hing
In e connec ed?
ANOTACIA
Nós acumulamos in o mação não só com os cinco sen idos. O DNR Humano ans e e
impossi elmen e g ande quan idade a in o mação. Os cien is as acabam de con a o gêne o
humano. Ago a, quando emba camos cons ui in eligência a i icial, ale pe gun a pe gun as
sob e como é g a ada in o mação sob e os genes humanos, se al in o mação pode se
decodi icada usando, po exemplo, combinados mé odos lingüo y os e ou as ciências, quan os
pe cen os dos nossos pasącons a chi es cons i uem in o mação con ida DNA, se ela subme e
e baliniam codi icação e decodi icação? Respos as a es as pe gun as sechkojamen o conduz
de in e discipliniidade pa a, onde gene icos, linguis as, cien is as do domínio ecnológico
pudessem expandi o homem de si p óp io conhecimen o on ei as. ESMINIAI VOZŽIAI: genomica, memó ia, in o mação acumulimas e codi ica , conhecimen o.
ANNOTATION
We do no only collec in o ma ion by he i e senses. The human DNA ca ies as amoun s o
in o ma ion. Scien is s a e abou o calcula e human genes. Na luz do p esen -day endea ou
pa a c ia in eligência a i icial, é digno de pe gun a how in o ma ion abou a human being is
eco ded in genes, can such in o ma ion be decoded by applying, o ins ance, combined
me hods o linguis ics and o he sciences, wha pe cen age o ou subconscious a chi es is
made o he in o ma ion s o ed in he DNA and whe he i yields i sel o e bal coding and
decoding. The sea ch o he answe s o hese ques ions would lead us owa ds
c oss-disciplina i y, whe e gene icis s, linguis ics and echnological scien is s could expand
he limi s o human sel -knowledge. KEYWORDS: genomics, memo y, accumula ion and encoding
o in o ma ion, cogni ion.
LINAS KONTRIMAS
280 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX
KLAUSIM PRADŽIA Os conhecimen os libe ição e acessibilidade c ia pa adoxalmen e
d ejopą si uação: isu besisk ebian e conhecimen o pe mi e acumula ac os,
po ém sua gausa eduz capaz ou que inças aqueles ac os sie i e apibend in i
núme o de pessoas. P o essionalumo, especialização o na-se pe igosingi, pois pode
u na homem de es eu os a edos conhecedo , ao qual e á galyna se com
memó ia compu ado io. E pe moê-la. Tal cená io é pe igoso ainda po que é humano e
ina o cu iosu-
mas, no as pažin i, išsiaiškin i, sup as i nebė a s a bus pe se, o ik ada, kai isa
ai eda p ie echnologinio p i aikomumo.
Assim sabedo ia pode o na só pala a em pala a, po que ela, em si mesma,
daik iškame, c i é ios de u ilidade desc e iam no mundo é desnecessá ia, pelo
que, que ela só se áena, e não ecnológico b eakžis.
E oda ia.
Cu su, sem im in e essan e se ia descob i , que con inho, b aki aizdžiai
poe inio, nossos an epassados encodia am em ce os sakiniuose, pa a lėse,
pada imen os. Assim, os gene icos a uais pode iam in e p e a comple amen e
de ou a o ma os di ados i mãos de sangue, ligação de sangue.
E o que signi ica ansmi i mensagens pelo sangue, de ge ação em ge ação?
Depoisgi, os gene icos cla amen e dissessem: oda in o mação humana é DNR,
en ão posakis como e não causa nenhuma complicação...
E oda ia.
Cu ussu se ia descob i se é possí el comple amen e di e en e le le
esc ip u ada genom humano. E o que se o jun o com os gene icos leissem os
mode nos linguis as, his o iado es?
A ciência semp e é pa e de um mis é io. Só já o a o de que cien is a, sens us e
alkanas olhlgsnis le a p o undyn em esmių conhecimen o, az-o a imą mís icos.
Os úl imos ambém são cu iosos des a e anos dos lados do mundo columbai. An ai
os mís icos da Índia em algumas á eas do conhecimen o espi i ual são bemokai
p alenkę oca ie iško conhecimen o empo. Eles já amžių amžius puoselėja
sis ema, na qual impo an e, mas não mais impo an e o luga ocupa a im is.
Segundo os mís icos indianos, oji memó ia não é só o que es amos acos umadas
a chama de memó ia capacidade ce eb al de lemb a assun os elacionados com
a nossa expe iência. Os mís icos indianos, iogas, a i mam que nossa memó ia é
a min is, ku i kaupia isą in o maciją nuo pa pasaulio sukū imo.
Skamba keis ai, be i ėl: okiame pasakyme a i os ši dies mokslininkas jau
ma e ial e do co po espi i ual eçi adas e is o aquilo mais, e p ecisamen e que,
po exemplo, o meu DNR pode le a a as aízes da á o e das ezes.
Pode, mas ou ouxe? Não necessa iamen e, po que a p ecisão da ciência,
igo idade, a é secuma mui as ezes obs ui caminho a junções de á ias idéias.
Genomika, a min is, kalba, ik as i di b inis in elek as.
Kaip iskas susiję?
Įž algos Insigh s 281 /
Po ou o lado, pela sua na u eza sendo sa ea de c iação, ciência semp e
pe manece á luga , na qual asis luga e no os, ainda nãoaax explo ados
assun os, e jun o e de mei minčių, de início, pa ece ão, niekaip nede an es ecip ocamen e.
HIPOZS IŠKLIMAS Homem é um complexo sis ema. Kūno e espi i ual mundis de
junção e con ap ieša oi e ainda longgi pe manece a is as, cien is as e
como assim smalsias pessoas il ies e nusi ylimų pasaulis.
Kažku iuo momen o o homem pe cebeu, que suas expe iências e descobe as
necessá io ixa , acumula e ansmi i a ou as ge ações. Sincllas, símbolos,
his ó ias, aš as, imagens, música odas as medidas peima po gabalėlį isí eis e
in isí eis ealidades, sus ingdo ela a si ca ac e ís icas manei as e a iduda aos
ou os, a iduoda ao u u o. Codi ica na espe ança de que ou os possam
decodi ica . O in elec o de hom nos embo a e di icilmen e, embo a e não udo, mas
sagua decodi ica i ados seu ku a sis emas de ansmissão de conhecimen os:
an ai XIX secžiuje pe scai y i ano is Egípci hie ogli ai, Mesopo amijoje usado
dan i aš is... XX secžius leido a e s i ou a, ge okai sudė ing genų knygą.
Gené ica, ago a e genomica apidamen e b aunasi pe chemines nossas ó mulas
de in o mação em a p óp ia essência da biologia humana.
Acabam-se con a os genes humanos, suas combinações. Humãos genes mapélapis
pe mi e dėlia e ou a, não só geog a ia homo sapiens iagem. Igualmen e e isso, que
pa a es a iagem é le ado: genes codi icada in o mação ca ac e ís ica da espécie,
ansmi ida de ge ação em ge ação. He dimumo, e ei os ambien ais udo ing essam
em genes. Eles são esponsá eis não só po in o mação, mas ambém po sua
adap ação, unções. Po exemplo, o gene humano FOX2P, esponsá el pelas unções
da linguagem. Assim a gené ica nos pe mi e de no o conhece mos os p óp ios si
mesmos. E as ecnologias de hoje em dia, especialmen e a cons ução de in eligência
a i icial, o çam-nos a ol a de no o pa a a nossa na u eza e aze (ka o i)
es as pe gun as em busca de espos as: Como nós acumulamos in o mações sob e
si mesmos a ní el genês? como essa in o mação é codi icada? como nós a
decodi icamos? como ela é ing essodinama? ou oda in o mação ní el genes é
sunkioji sob e ma e iją, ou al ez lá ambém es eja o conhecimen o sob e
espi i ual gene ia homo sapiens? como in o mações de genes êm a caminho em
memó ia acessí el pa a o uso? a língua (no sen ido mais amplo) pa icipa na
codi icação dessa in o mação, ou só a a mazena e ansmi i ? se exis em códigos
de pala as, que possam ajuda bloquea e anca in o mações gênicas? como
língua de odo elacionado com os blocos de in o mação genų? é possí el, e se sim, é
como se ia possí el a a és do código da linguagem p og ama in o mação de ní el gené ico? se podemos de p incípio ala não só sob e o co po, mas ambém sob e ima e iailią, digamos, a alma gene icą (plg. g eikų psyche e oda
LINAS KONTRIMAS
282 Ac a Linguis ica Li huanica LXXIX g . neu on mundo)? se alando, po
exemplo, sob e li ú io, gêmecio, cinema, e c. genom, podemos ala não só sob e
in o mação biológica e como essa in o mação pode se codi icada e he dada?
Todas es as ques ões não pa ece ão es anhas, se apenas po um ins an e
pensássemos sob e a nossa p óp ia na u eza e sua sec e i idade. Suku i nós ou
esul ado da e oliução? Quem e quando em nós ins alou o p og ama conscizine?
En ão se á possí el ap azi ape cebimen o in e disciplina inho de no o le
in o mações de genes (genomo) e p ocu a nela códigos, que sujelus em não só
biocheminiam, mas ambém e baliniam code ão ou decode ão? Mui os ainda
assun os, cuja p esença a ida shiapus az in e essan es e signi ican e. Po an o
minha le an ada hipó ese soa assim: O genoma Humano exis e in o mação
codi icada, que é elacionada não só com as ca ac e ís icas ísicas, suas
memó ias e ansmissão, mas ambém com as ca ac e ís icas espi i uais do
homem, suas memó ias e ansmissão, e o enômeno da linguagem de e ia ece
es as duas so as e pe mi i codi ica e decodi ica acumulada in o mação,
ans e i-la da memó ia gené ica pa a psicológica e e bal, ambém pode ia se um caminho e ocesso.
SUNKUM IŠŠŪKIAI
Já na mesma hipó ese jazem alguns di íceis po emias. Pa a mim essas
di iculdades não sinalizam sob e a p óp ia hipó ese impossomilidade.
Con a iamen e isso é só b iskús i i icles, pe mi indo jun a di e en es
pa es em odo. Um das di iculdades é elacionado com a de inição de qualidades.
P op iedades ísicas do homem nós mais ou menos podemos enume a e
desc e e , po ém espi i uais a al ação ão acilmen e não sucumbem. Aqui
mui o impo an e o na-se sa ea de opiniões, de a i ude. Signi ica isso que al
de inição de qualidades espi i uais não é admissí el? Não acho. Jão exis a im
abejoja unidadese ai, e esamo assun o a língua é pajêgi de ini .
Ou a di iculdade memó ia. A memó ia gené ica a um pouco sup esimin ai se ia
possí el compa a com uma biblio eca, na qual acúmulasse conhecimen os
sob e nós, homo sapiens. Tos conhecos num ce o emédio químico g a ada
in o mação. Neu omokslinikai, es udan es cé eb o humano, į a dija s i is, que
são esponsá eis po memó ia, po exemplo, lobus empo alis. Exis e a i mada,
que nós lembin į kaupiamos pe jusles. Mas ou só ai? Pode a nossa memó ia
complemen a in o mação da camada gené ica? Mano in uição diz pode e encha.
Po an o, é bas an e lógico pe gun a como? Pois nos p ocessos em andamen o
em nós em a possibilidade o na -se comp eendidos, po an o, aduzidos em
pala as.
Genomika, a min is, kalba, ik as i di b inis in elek as.
Kaip iskas susiję?
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En ão se exis e in o mação, se exis e luga es em que ela é excludí el, onde ela é
pa ijamasi, de e exis i e modos de e oma es e caminho, ou al ez e epe i .
TIMIBS PRELAIDOS
A si iko como e a cada no mal humani á io: embo a p ecisões ciências e seguiu,
mas po á ias azões na escola de eles a as ada, po ém espei o a es a á ea
de conhecimen o icou e cada ez aumen ou.
Ainda mais a o alece a iloso inė disposição, que o homem não é dalomas, seu
conhecimen o de e se como possí el mais unido. Não alo sob e speci ic ines
á eas de pesquisa. Falo de jun ainha odas conhecimen os sabedo ia, e ela c ia
qualque qual p o undo conhecimen o cien í ico. Ku ia, mas necessa iamen e
sabe desc e e , nupasaco i, aze comp eendama didumai.
eu mesmo me pe gun ei mui as ezes, se possí el esponde a ques ões que
su gem no ex o des a hipó ese de ap esen ação, api elku cien is as da
linguagem, genomics, neu omokslų, psicólogos e compu ado es asus. Mas en em
a i a a cu iosidade, imaginaçãoe ê debaixo des e seção:
A Gené ica pode suplemendi ou os o igem pesquisando ciências conhecidos.
In o mação, ansmi ida genesis, ag upada, susie a gijomas e compa ada com ou as
populações gene ine in o mação, pe mi e aze conclusões sob e o igmę da
população. O DNR Humano, ansmi idamoje po ge ação, glūdi in o mação sob e a
nossa an eê ios his ó ia. Po an o, os es udos con empo âneos de di e sidade
gené ica de populações ajudam a e ela a é aqueles aspec os da his ó ia da
humanidade, sob e os quais ė a mui o pouco de dados an opológicos e a queológicos ou disponí eis apenas hipó eses, aço
Vaidu is Kučinskas.
Mé odo de con agem de genes k uopšus g upamen o e es udo de in o mação
quan i a i a. En ão eadamos e ou a in o mação: sob e he edi amen o, doença,
embo a a base pe manece o mesmo in o mação genomo deci a ão. 2003 m. balandį
oi anunciado, que e minado o genoma humano scanning. Diz-se que emos po ce ca
de 35000 genes. Mas: hoje já sabe-se que só pequena pa e do genoma cons i ui
uncionalmen e do pon o de is a impo an es unidades genus. Ou a pa e DNR é
chamada de nekoduojançadaja. Con udo, é p o á el que es a a i mação seja
apenas pa cialmen e co e a.
Que in o mação é ansmi ida po ou as pa es? Jã pode se es udada
biocheminiais mé odos. E o que, se pa a o conhecimen o codi icado em DNR
olhássemos ou as aku sais, do e i ó io de ou as ciências, e ainda da á ea
p á ica, po exemplo, de ecnologias de in o mação, de busca de in eligência
a i icial? Se á que uma abo dagem mul idisciplina ab i ia ou a DNR decodi icando?
Min ys pe skaičius V. Kučinsko Genomo į ai o ė: li au iais na Eu opa, 2004
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V. Kučinskas, i damas genomą, pasi elkė ieną iš humani a inių mokslų –
his ó ia. Seus es udos ab em uma no a espaço aos li uanos à explicação de
o igem. Pa a a e i ó io da his ó ia cien is a eio consis en emen e pêssendo
suas pesquisas gené icas. Seu kel as ques ão Qual é o li u io genoma? deu
imp essionan es esul ados de. Mokslininkas ėjo de conhecido campo (genomas)
em miglo ą (e nogenezė). Ma y , įmanomas e a i kščias caminho.
Nós sabemos que o homem nasce com endo a capacidade ina a de ap ende
linguagem. Conc e amen e lingubinês ambien e uma pessoa pe meia e conc e a
linguagem g ama ica, adqui e senso de linguagem. Já sabemos que há desc i o o
gene, esponsá el pela linguagem. Nós sabemos que o homem em e ou as
qualidades ina as: apegoçume, sen imen os, a anda alo es (ela acei a ou ejei a
aqui ou a coisa, impo an e que é dado o código pa a en endê-los, ag upa ,
a chy uo i). E se essa in o mação, igu a i amen e alando, ambém o ansmi ida po sangue?
Tokias pe gun as kêlimas mui o complicado. Ta si en a-se en olêpe
incom êpiam, ece não- elacionado... Mas o p essen imen o diz que o empo de
aze isso é p ecisamen e ago a, quando emos an o conhecimen o sob e o
ambien e e nós mesmos. E aquele conhecimen o cada ez abundê, embo a humanas da na u eza pesquisas semp e gi amês oda.
E ainda:
Embo a cada um de nós sejamos único, po ém, as a aliações cole i as
es emunham que no ní el do DNR as di e enças en e as pessoas
cons i uem, em média, apenas 0,1 po cen o. Po an o 99,9 po cen o. DNR sequos são apaças.
Genomá pode se compa ado com um li o, pois ele ambém é le as A, T, G e C ( .
y. nucleo idos) aibė inkinys. Cada li o do genoma humano di e umai, em
compa ação com ou o genoma, mui o in im, a i ma V. Kučinskas. Liguamen e
ambém cons i uem pessoas dos mesmos, só um pouco di e en emen e
sumaišy ų ins inc os, pala as, sen imen os, po y ių inkinių. Todos d ėb i do
mesmo molio... Só uma desconhecida pa ely ė nos pai ačia únicosis (įs
imaginai ai pe ei o a ins alação, mas sem on e de ene gia. Quem e onde é
aquela pa ícula, aquela on e, que ligaça e az inkapu á el a es a ins alação?)
A capacidade de pensa ambém é dada a odos. Mąs ymo chaininė é aiški: deno a
y imas – ikižodinė būsenų s adija – įžodinimas ( aiška) – pa y imas... Man a -
que aqui há p aga. Nós pensando ope amos não só com as cinco sen idos ecebemos
in o mação. Nós ambém ap imos à in o mação que es á no co po, digamos,
gene icamen e codi icada e ansmi ida de ge ação em ge ação.
Como? Onde?
Exisis ia e ce os ce os his ó icas memó ias, sabedo ia códigos e seus
sis emas. Pode se que eles sejam ansmi idos a ge ações u u as de o ma
semelhan e a como é ansmi ida in o mação genesis. Pode se , que códigos de
his ó icas pa i ies (b . sen ido) ambém g a a em genes. Delį aquela
Genomika, a min is, kalba, ik as i di b inis in elek as.
Kaip iskas susiję?
in o mação, pa e daqueles códigos pessoas he damdi pe na u eza, Įž algos
Insigh s 285 sakome su okia in ui y iai, be seu indi idualios pa i ies. / Dalį
decodi ica ap ende oda ida. A e olução do Homem econs ui necessá ias e
his ó icas, e es a ís icas pesquisas. Pa a que comp eok amos a e olução
humana, não menos impo an es isinė e socialinė an opologia, a cheologija,
demog a ija e lingu is ika, a i ma V. Kučinskas.
KELIO PRADŽIA
2017 m. sua hipó ese pasidaleenho com dois ex emamen e hono iais cien is as
academicais p o . G asilda Blažiene, conhecida p ūsis e bei kalbos y ėja, e
p o . Vaidučiu Kučinsku, ga siu gene iku, mais ampla à sociedade conhecido e
como pesquisado do genomo li u io.
Esu g a o aos acadêmicos po isso que escus ê minha conside a ymus ambos
disse am, que idėjos são ales k uopščių e deilių pesquisas. Hipo ezê, skylan i
não em um obje o de pesquisa, exigem su ila maio co po de uma equipe
in e disciplininês. G ande aleg ia, que ambos acadêmicos decidi am con ibui
pa a es e es udo e lide a as espec i as equipes de cien is as. Hoje oco e
opo unidades de implemen ação do p oje o sai e sea ch, inanciamen o sai e
sea ch. Lêšos, compa ado com possí eis esul ados e an agem pa a mui as
ciências e p á ico mundo, não são g andes, mas ex emamen e necessá ias.
Sem ecu sos in elec uais, p ecisa e de labo a ó ios, ma e iais gené icos pa a
pesquisas. Há k eip asi. Espe amos.
Po an o caminho, embo a e endo sob os pés uma sólida base, endo ao lado
mui o expe ii usius e honbius D augus, oda ia y o i š ame i o ūke.
Į eik a 2018 m. no emb o 22 d.
LINAS KONTRIMAS
Vilniaus uni e si e as
Saulė ekio 9, LT-10222 Vilnius
l.kon imas@p se ice.l