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Žemaičių kalbos dvasia Romualdo Granausko kūryboje

Juozas Pabrėža

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S aipsniai / A icles 357 JUOZAS PABRĖŽA Vilniaus uni e si e o Šiaulių akademija O ien ações de pesquisas docslíneas: oné ica dos li uãos, dialec ologia, zemaičių kalba, suas a mės, pa a mės, šnek os. DOI: doi.o g/10.35321/all84-19 ŽEMAIČI KALBOS DVASIA ROMUALDO GRANAUSKO KŪRYBOJE 0. INŽANGA Sob e o alen oso esc i o žemaicio Romualdo G anausko c iação p i aši a ealmen e não poucas. E p o a elmen e udo en ende-se, que pa a mim, zemaichi, os p óp ios acei á eis, comp eensamíssimos e mais que idos abalhos sob e meu esc i o a o i o são esc e e zemaiços, ais como Ma celijus Ma inai is, Elena Bukelienė, Vik o ija Daujo y ė, Liud ikas Gadeikis. Bene a mais comple a e mais ecen e es udo sob e R. Ga anausko ida e c iação G anas: į ūks an i ik o ė 2017 m. é pa ašiusi e expulsa Vik o ija Daujo y ė. By he way, odos mencionados žemaičiai puikiai conheciam e são mui o soci a em com o esc i o , pa icula men e E. Bukelienė e V. Daujo y ė. mui o ap ecio e o gulho-me, que um poucoi ão de elicidade pabende u i com Romualdu G anausku é ekę e pa a mim. Isso, cla o, p ima iamen e é nu icê po meu Didįjį moky oją kalbininką p o esso ių Aleksą Gi denį. A. Gi denis e R. G anauskas e am mui o ín imos p ie elhas, o iginadas do mesmo Mažeikių k aš o e mui o con a em i endo em Vilniú. Aquele p imei o nosso encon o oco eu em 1975 m. e a ą. Eu, an aku sis da Uni e sidade de Vilniaus, e nosso lei o A. Gi denis e o namos de dialek ologικής expedição em Žaga ėje e s op elámos Mažeikiuose. De lá me necessi ou con inua a iaja em na i á io Skuodą, e Gi deniu já aqui mesmo mão a acessados Dauba iai, onde mo a a sua mama e sise s šeimyna. Já na es ação de au oca os dois zemaičiai que íamos despedi -nos, mas inespe adamen e a is amos o e cei o zemaii į esc i o a Romualdą G anauską. Tããos ão dia de e ão ele comple amen e bas, a é ago a não en endo po quê, esmi inėjo po Mažeikių au obusų s o į e, cla o, dois amčiuliai mažeikiškiai com nenusakamu en uziazmu puolė um ou oam em glėbį. Esc ip o jo ui ap esen ado e eu. Qual que acabou de cho amen e e saído a amosa R. G anausko li o Doonos algy ojai. R. G anauskas sob e isso mui o subilmen e ela ou, mas logo de imedia o JUOZAS PABRĖŽA 358 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV já quan o ūdniau paapgailes a o, que nãoe u įs nė uma li o, que quisessem ano a e pa a nós. Mas G anauskas se ia não G anauskas, se uč uojau não i esse coope ado saídai ies. De súbi o nos conduziu a Mažeikias publicação biblio eca e o denmamen e paliepê biblio ekininkei da dois já biblio eca suan empulados li os. E aquela na sé io décima página an eiduada li o Duonos algy ojai com o esc i o Mais a de á ias ezes emos į ašu i au og a u y a man ypa ingai miela i b angi. sido encon ada em Vilniú, uma ez Šiauliuose. Bu au um daqueles zemaiços, ao qual Romualdas G anauskas, pa icula men e úl imosniisiais anos de sua ida, não ez ligou ele one do seu apa amen o em Vilniu e em Šiaulius. Essas chambuças e a ge almen e mui o a dly i e, cla o, mais p incipalmen e alêda amos sob e Žemai iją, zemaičių kalbą, žemai išką aš ą, ou os impo an esus emas de iden idade zemaičių. O um gilią noi e em ambos ele one puxámos Romualdo p e e ida mais a zemai išką canção I paauga zali lėipa. E mais um da nossa zemaiços ijulês inespe ada coincidência. Adeusei com Romualdo G anausku 2014 m. dia 30 de ou ub o, quando Ele p epa ado pa a a úl ima iagem lujou Vilniaus Uni e sidade Š . Jonų ig eja. Ligualmen e o mesmo dia oda g e a, Vilniaus Uni e sidade da aculdade de ilologia Donelaičio skai ykloje, oco eu in e nacional cien í ica con e ência R. G anausko compan ažygiu ao p o esso Aleksu Gi deniu comemo a . Pe skai ę ela ó ios com p o esso Danguole Mikulėniene a iámos algu es Pilies s ee lo es e íamos em Š . Jonų ig eja se despedi com esc i o . E ca s e Romualdas G anauskas me pa eceu como o mais kiečiaus e e e namen e pe manecendo imó el co po de Žemai ija. Esc e endo li o sob e zemaiços linguagem e esc i a não ez s opp elda au is a si mesmo pe gun ando, onde gi essa R. G anausko ob as o ça, da qual ão na u almen e saem e e dadei a, nãoaka ojamoji g anauskiškoji zemaiços espí i o de linguagem. Mui os ašiusių sob e R. G anausko c iação no am e expelem seu exclusi o zemai iškumą. Rašy oją bem conhecendo e seu li e á ioí legado minuciosamen e es udada Elena Bukelienė obse a, que R. G anausko kū ybą como alguma au a gaubia especial zeme iškumas. Tal ez ele não seja semp e e iden e, po que o cons i ui não só supe icialmen e egional colo i o, um ou o pala aço com in onação, e mui o p o undos, não acilmen e desp omiam as coisas e his ó icas, e espi i uais (Bukelienė 1999: 136). R. G anausko à c iação se de o ada oją kaip „Žemai ijos i žemai iškumo kū ėją“, labai iksliai i aikliai apiben- Vik o ija Daujo y ė exkelha escyd indama: Jei não G anauskas, menkiau pe cok ume žemaičius, sua na u eza, sua gen ies ju imă (Daujo y ė Daug 2017: 18). Do Mosėdžio k aš o, no qual longo empo a i eu e cujo ão calo amen e, ik o iškai, com liebe desc e eu R. G anauskas, su ęs ou o zemai is esc i o Liud ikas Gadeikis ão abe amen ei e since š džiai p isipažįs a: Ki pik umo man a ima Romualdo G anausko kū yba. Rodos, kiau ai conhecida e asaiços e a, e eu assim sin o, o mesmo eiu e comp eokiu. Só dize assim com p ecisão e Žemaičių kalbos d asia Romualdo G anausko kū yboje cla amen e não consigo. alen ingai, Įž algos Taip Insigh s 359 que cada pala a apa ece único, não subs i uído. Tão sensa o e eloqüen e ( al ez só baixosaiços?), que não inino a pe gun a : po que não assim di o, e o que anas signi ica? P ecisa só le (Gadeikis 1989: 138). Não um único R. G anausko ob a in es igado ajos no a e b ilhan es esc i o de gim oišsamesnių es udos, a igos sob e R. G anausko sios šiau ės žemaičių a mės, apsk i ai žemaičių kalbos a spindį kū yboje. Tačiau ob as de linguagem, especialmen e aquela linguagem b ilhan es zemai iškumą, não há mui o. P ob ėkšminių užuominų apie R. G anausko kū inių kalbos išski inumą, žemai ybes es á já mencionados e ou os au o es em abalhos. Elena Bukelienė islumb a que os ex os li e á ios do esc i o são sa o iški amas de zemaičių į bend inę kalbą man idas zemaičių šnekos in onacijos, siai liga com suge a o pama iniai žodžiai, sakinio sanda a“ (Bukelienė 2000: 25). Ma celijus Ma inai is s ip iąją ašy ojo R. G anausko au o ys ę pi miau- k aš o kalba, ilgaamže pa i imi, san idade pasiilgimu (Ma inai is 2002: 207). O kalbinis a Jonas Palionis, desc e endo o esc i o como uma es ela li e á ia zemaiços, obse a que nos esc i os de R. G anausko žė ė e žė i seus na i os a mės pe liukai, aiškūs e igu ados pala as e pala as conjuniniai, podem p a u in iin i nossos comuns language (Palionis 2014: 86). Asepi ai menė ini G ažinas Akelai ienės, Dainos Žiliū ės-Ba ašienės, Inos Pošku ienės abalhos sob e R. G anausko c ibos leksines a mybes (Akelai ienė, Ba ašienė 2011: 515; Pošku ienė 2013: 211). Xi o an o sob e R. G anausko žemai ybes, sua na i a a mia signi icado à c iação é esc ęs Juozas Pab ėža (2017: 164166; 2018a: 133135). Assim aquele exclusi o R. G anausko c iação zemai iškumas, na ó io esc i o k aš ą e lindin i kalba é não um no ado e a aliado. No en an o me há mui o não da a anquilidade ques ão, po que só lendo G anauską oco e al milag e: nejučiom su oki, pagauni si mesmo, que pasąmonėje odo leom G anausko ex oas eka zemaičių kalba. Não de um baixaiço enho ou ido expe imen ando pa ecido sen imen o. O juk có inos esc i os em língua comum dos li uanos. Vadiasi, naquela pá u na bend inês linguagem one ikoje, esc eyboje onde cas mais p o undos slypi e mui o s ip i, pa icula men e i ybinga baixosaičių linguagem espi i ua. Como ace adamen e é obse ada V. Daujo y ė, G anausko não em uma o ma cons an e, a cada composição ela de no o se compõe de expe iência lingubai [...] en ando em comun inê, mas não coislejando (Daujo y ė 2017: 285286). Pen emos ab i uma ou a R. G anausko c iação de klodó da língua žemai iškosios. Nes e a igo se á baseado em exemplos dos seguin es li os de Romualdo G anausko: Duonos algy ojai, 1975 (DV), Bal as ainikas juodam ga ežiui, 1987 (BV), Vaka as, paskui y as, 1995 (VR), Gy ulėlių daina imas, 1998 (GD), Šunysuje, 2005 (ŠD), Rūkas i š slėnių, 2007 (RS), Raudonas an bal o, 2010 (RB), T ysa ė, 2012 (TV), Iš ieji, JUOZAS PABRĖŽA 360 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV 2013 (I), T ečias gy enimas, 2014 (TG), Š en ųjų gy enimai, 2014 (ŠG). Úl imos anos de Juozo Pab ėžos abalhos en a-se jus i ica , que o mais impo an e e exclusi o mais sinal de iden idade žemaičių é a žemaičių kalba, que em odos os mais impo an es de cada língua bū inos ní eis, cons i uedamussias da187195; lis: one iką, mo ologiją, sin aksę i leksiką (ž . Pab ėža 2017: 43–113; 2018: 2019: 141152; 2020: 273280). De odos aqueles ní eis de yškių a spindžių andame e R. G anausko kū yboje. 1. FONETINS ZEMAITYBS De p imei a olhada pa ece ían di ícil possibilomas e espe ė inas coisa encon a num ex o li e á io a mei ca ac e ís icos one á ios peculia idades. Pois no malmen e odos os ja minhos sons são anspone em suno min us bend inês linguagem sons. No en an o e nes a á ea R. G anauskas sagua exp imi zemai iškumo. 1.1. F equen emen e zemai icamen e ab e iadas galúnias, ex: y ‘y a, bė ‘bė a, ė ‘ ė a, ebė ‘ ebė a, nė ‘nė a, nebė ‘nebė a, pondie s ‘pondie as, šūds ‘šūdas, žyds ‘žydas, nieks ‘niekas, elpaki‘s ‘ elnias, pakiš s ‘šš as, gy s ebė gy as ebė aikia, ‘ku eže, užein ‘uinuina, meluo ‘meluja, ‘ne ne nešššja! ‘nešja! 1.2. Expulsa-se umpasis ozes e p édėlios, ex: eb u i ‘ ebe u i, neb u iu ‘nebe u iu, nebgaliu ‘nebegaliu, nebišeina ‘nebeišeina, neb eikia ‘nebe eikia, neb aisau ‘nebe aisau, nebde a ‘nebede a, nebno ėjo ‘nebeno ėjo, nebkišk ‘nebekišk. Adicionando ou inse indo p íbalsas j, , n, po exemplo: jema ‘ima (Eisiu, pedi ysiuos aldžios, lai jema1, lai eža į kokius senelių namus a ku . 1.3.23 23 jem ‘ima (Šal is VR jemakančiai, a s. 238), jemi ‘imi, apsi obuluoja ‘apsiobuliuoja (Moja papie inė ( . y. obelis) na cidade. I 29), kninga ‘knyga, piningų ‘penigos, piningus ‘penigus, sodnas ‘sodas. 1.4. Inse e-se ozes i, e, exemplo. lopišy ‘lopšyje, pali ą ‘pal ą, li e ius ‘li us (T is li e ius sme onos bu au susi aisiusi. TV 94). 1.5. Com as mudadas ozes da aiz esc e em ais pala as ípicas dos baixaiços: ly ai ‘lie ūs, ly auslie aus, ly o os ‘lie ingos (Ji mui o nemėgo ly o ų dienų. I 31), šilima ‘šiluma (Eu enho mui o šilimos ne eik. I 82), naujynos ‘naujienos, pagelba ‘pagalba, agūlės ‘kadulės, kamį ‘kamuolį (Tu só o simesk i us com os seus cen íme os, ži kles, kamį lin s wi h p ibady ami lip... Šši 15), Pa yzdu a são dis inguidos, i. e. j. juodin, do au o . Žemaičių kalbos d asia Romualdo G anausko kū yboje Įž algos Insigh s 361 / ‘liep as (Čia ela não sabe de odo, po an o po ela pe mes as lip as d i isilgai pe pjau o ąs o pusės. ŠD 158). 1.6. Às ezes a é são subs i uídos aos elhos baixaiços es anhos os no os p oebalsiais , h, ch e esc e em: pigū a ‘ igū a, pu monas ‘ ežikas, po ig apčikas ‘ o og a as, po ig apuo i ‘ o og a uo i, pijalkos ‘žibu ės,Johimana ‘Fena, bugalilom ‘buhal e is, jek a ėlius ‘hek a ėlis, Jogana ‘ana, ka ak e is ‘cha ak e ėlis is’, zo e nikas ‘zoo echnikas’, Mikalina ‘Michalina’. 1.7. Acon ece e ao in és a ika ų č, dž žemai iškai p onunciam e esc e em , d sons, например: e ysis ‘ ečiasis, com ácido lei e ‘su ūgščiu pienu, ácido de uogos ‘ ūgščios uogos, ūgš ų kopčiųų ‘ ūgš kopūs ų, meldamoji ‘meldžiamoji. E ao con á io em ez com o som ca ac e ís ico zemaiços č andamos G anausko a a o i a e mais de uma ez usada pala a koplyčėlė ‘koply ėlė2. 1.8. Pode se , que aš e e não mos ado qual baixoaiços ca ac e ís ico som ao le audimas (gal pasąmonėje?) só zemeii iškai. Po exemplo, R. G anausko a o i o pala a alksnynas e suas ou as o mas alksniai, alksniukai, juodalksniai žemaičiams ou imi só com du ai is e iamu p iebalsiu l. 1.9. Randame zemai iamen e insc i ais não só pa o enios sons, mas e in ei as azes, ex.: b ongiausis b olėli ‘b angusis b oleli, b ongiąjį b olėlį ‘b angųjį b olelį GD 47, neožmė šk uo ega! ‘neužmi šk bo ago TG 39, ėsi nomei! ‘ isi casa TG 92, pêimenys nomei! ‘pas emen casa TG 93. E omano Rūkas acima slėnių pe sonagem Pe ošius izi a a diálogo exp êžia comple amen e zemai iškai, po que, segundo o esc i o , ki aip ele depois nemokėjo: Vakale mona!.. mui os anos sunke Eu dė bau Ame ikuo, p essiau peninga p i peninga, onke mesmo g iauždams ėn jouda plo a. Negaliejau u ie e diel en ão ni pa iuos, nem seu akū. Você êsé esa como je e mona aka, pa a ocê eu i cons uiu šiou muokykla. Se se pa suo u iejês didiesni muoksla eu i nesse peninga se uo mais zdė bes, o os muokykla bū om na u a poikesne. Nu es es dėinuos muokyki ies uokiuo, kuoki y . Ne onkykė soulu, neb aižykė sėinu, nelaužykė uobilieliu, eu anas po os pa iū padėigiau. Nešuokiniekė pa os ėgleles, que nãolaužy omė ė šūnieliu, ki ep anuos nebožaugs dėdėlės, neužs uos nu iejė... Muokyki ies, nu maža būkė aupė, que após sa ėi êmė koue om i kė ėms palėk ė... RS 16173. 2 Vik o ija Daujo y ė es a pala a in oduziu como bū inąją one ina žemai ybę (Daujo y ė 2017: 1314). 3 G anauskas nes e ex o, an o quan o naquela época pe mi iu possibilidades imp us uá ias, em pa e man ém A. Gi denio e J. Pab ėžos suno min os žemaičių ašybos (ž . Gi denis, Pab ėža 1998: 180). JUOZAS PABRĖŽA 362 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV 2. MORFOLOGINĖS ŽEMAITYBĖS Žemai iškų mo ologinių o mų a ski ų kalbos dalių kai ku ių linksnių, asmenų, ki ų o mų, da ybos ski ybių esama dažname R. G anausko kū inyje. Em ge al mo ologicas zemai ybės esc i o são a o i as e um dos mais b ilhan es sinais de e lexo da língua zemaiços em sua c iação. 2.1. Ryškaus au en icidade e colo i idade dá bas an e i a žemai iška d iskai a. Especica eqüna į a džių e eiksmažodžių diskai a. Em ez de in oduções mudu, mud i mui as ezes encon amos o mas mais an igas edu, ed i, p z. : Vedu não podia ! Como só isge ia po ka o bu ni deix a !.. ‘Mos não podemos! Assim que bebemos […] imedia amen e k aili deixamos!.. TV 63; Ved i não sob e aqueles papié ios ed i sob e seu sme cio assinê !.. ‘Mud i não sob e aqueles papée ios mud i sob e a nossa mo e assinamos!.. I 138; Ninguas ed ões não ão! ‘Niekas mud iejų nesiginė GD 72; Abudu žino , po quê isge sia ! ‘Abudo sabemos, po o que sai emos ŠG 126. D iscai a é ca ac e ís ica de á ios empos de e bo ojagens e subs anakas, ex: ai ‘einame, gali ‘galime, augo ‘augome, nema ė ‘nema ėme, pasimelsia ‘pasimelsime, išsi e ksia ‘si e ksime bepasima ysi ‘bepasima ysime, gal okia ‘gal okime, nebge kia ‘nebegnebe kime; Išd kia , ecmininkia sua meilha e lai diabnias aukia udo. Esho quemos, lemb emos a nossa meilha e deixe o diabo puxa udo RS 257. Quan o menos, mas pa o ojama e daik a a džių, būd a džių, mesmo pa icipan es d iskai a, ex: p idėk me du ubliu RV 257; duonos du kepalu VR 257; já d a zimemi šalo VR 186; dois b anco o eš u com pe egimais c uzei GD 35; du an e aqueles dez anos jiedu não hou e nem um único dia de 72. I 2.2. F equências de empo eqüen e do se zemai iška, quando a nada ne eiškiančio auxilia e bomódio liuobė i do p esen e empo é adicionado compan a is ou u u o empo, ex: liuobu nusuk i ‘nusukda au, liuobu pensa ‘pagal oda au, liuobi deixa ‘palikda ai, liuobi apsi y u i ‘aps pasakoi ynioda ai, liuob i ‘pasakoda o; Se lemb a, como liuob bebe ? ‘A empeni, como ge a a? RV 213; liuob pasisakys ‘pasisakyda o, liuob pa odys ‘pa odyda o, liuob ilps ‘ ilpda o, liuob pa eš ‘pa ešda o; E depois liuob em euniões odos conside a á louços! ‘E depois du an e as euniões odos conside a a insensá ios! GD 56. Žemaičiams būdinga ai, kad ilgesniame eks e bū ąjį dažninį laiką, nebeka - ojan do auxilia eiksma ônio liuob, pode subs i ui só do u u o empo o mas. Aqui é i isa g andeulé al ípico exemplo pa ag a a de no elos apysaco B užas: A eis Jonkus, nešinas bo eliu, a eis Galdikas, nešinas d iem: Galdikas, como semp e, e u ês kišenėje uma, e segundo o paslėps a eidamas B užo miežiuose, que B užienė neba ų, com an o mui o a enešė. Quando já odos os ês se á isgė ę po bo elho, e B užienė mais nãoduos, is ad in bo uokliais e lieps ski s y is Įž algos Insigh s 363 Žemaičių kalbos d asia Romualdo G anausko kū yboje pas esposais, Galdikas mi k els, e ims g abinė is kepu ės /. Todos ês expu gas em auš an e páemão. Jonkus com Galdiku eis susikabinea p imei o, B užas, eles acompanhando, do pasco, a é p iis aqueles miežius. Keikandois Galdikas b aidys odo pak aščiu, B užas com Jonkum ambém, nėmaž nãopens odando, como amanhã my ą B užienei pa ece á aqueles ês homens exp eidžio i e expg iu inė i miežiai. BV 1718. 2.3. Mėgs amas são liepiamosios p ecipaca o mas com pala ael lai, exemplo. : Eisiu, pedi ysios pode es, lai jema, lai eža em alguns senó ios casas ou onde. ‘Eisiu, pedi ysiuos au o idades, egul ima, egul eža em quais senhei os casas ou onde VR 238; lai kinko in o ages a klį ‘ egul kinko in o oges a klį TG 39; Lai sau mano, lai sau laido ližu ius. ‘Tegul sau meu, egul sau laido ližu ius RS 125; lai a igauna co açãois po odos ês meses ‘ egul a igauna co açãois po odos ês meses VR 258. Mui as ezes ocu en e é dizendo lai būn ‘ egul seja. 2.4. Exis e e baixos usou-se de mais an igas o mas a ema ínicas do e bo, ex.: do mida po dias ‘niega po dias GD 55; deix a ‘paleca; e aqueles bolagêlios al ez se gua dem pa a a manhã ‘e aqueles bolagêlios al ez se gua demos pa a a manhã I 137. 2.5. Gana eqüências são á ias o mas de zemai iškosios eiksmažodžių sang ąžinės. Em ez de comunoja ies sang ąžinės o mas - is o ma usada com - ies, po exemplo: mels ies ‘mels is, kinky ies ‘kinky is, p ašy ies ‘p ašy is, ski s y ies ‘ski s y is, okuo is ‘kalbė is, há-se-á numi ies como pe ka ą ‘ eikės numi i como pe ka ą GD 49; es ou nugal ojusi aqui pa ely laido mies ies ‘esu nugal ojusi aqui pa elei laido is GD 49. Ou as sang ąžinas açõesmazodžių o mas: pa algykis ‘pa algyk, gulusys ‘a sigulusi, Pa nešusys imedia amen e pa g įžk! ‘Pa nešusi logo logo pa g įžk! GD 71; não lauksiuos ‘neslauksiu, [...] e quem me de ol a bepa eš d'aquele Vilniaus, quando lá mui siuos? ‘e quem me de ol a bepa eš daquele Vilnius, quando lá mo a? GD 49; En ão quandoe eu eês ulauksiuos? ‘Tai lauksiu?’ VR 257; [...] be jūs, ubagai, su mano Juodžiu ne ažiosi ės. ‘be jūs, quando eu eês suubagai, com meu Juodžiu ne ažinėsi e RB 52; Pa ėjo os com Kaziūne namie [...]. ‘Pa amos com Kaziūne casa GD 77. 2.6. Exis e á ias e bemó el zemai iço bengi ‘baig i o mas, ex.: bengia ‘baigia, bengsi ‘baigsi, pabengsi ‘pabaigsi, pabengęs ‘pabaigęs, pabengsia ‘pabaigsime, pabenkim ‘pabaikime, Amžių bengu ‘baigiu nugi en i, a pessoa não ou iu que podendo do mi o que quisesse abalha !.. TV 149. 2.7. Em ez de in oduzções ele, ela ex emamen e equen emen e usados ans, uns, mienas gali bū i išlaiky as isų linksnių o mose, p z.: ans ‘jis’, ano ‘jo’, anam ana. By he way, al ka- ‘jam, ana ‘ji, anos ‘jos, anai ‘jai, aną ‘jį, ją, anie ‘jie, anų ‘jų, aniems ‘jiems. 2.8. Rodomieji p onomes á, á em línguas zemaiças mui as ezes execu a unções do ma cado a igo e conside i zini a h oidais4. Isso dá sakini um peculia i alidade, adicionais exp essões. Tokių sakinių es ão gausu R. G anausko abalhos, например.: 4 Sob e isso e . Rosina 2009: 8493; Vaskelienė 2016: 210. JUOZAS PABRĖŽA 364 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV E esse da žas, e aquelas ba o es inham de nos man e odos ês i os indoinha in e no. 29; Du niau!.. subliu o aquele ilgasis, aquele Vaclo as. BV 105; Aquele plzdėjimas, aquele bemumas e aquele, o que a ninguém nãosegui. BV 112; Amigas lei enan e, nu ė emos aquela Be žonskių yšininkę. ŠG 18; Mui as ezes ame Sibi e. GD 49; Ne ma ema iškai gal ojan , jiedu niekaip negalėjo susi ik i ame Vilniuje. ŠG 94; Nebesik a ysiu aš an o a o d i ačio pakalnėj pe duo- enho e sonhado bes! RS 103; Milda!.. Se á u a eces os po es, ou empenhada ica ás lig a é à noi e? RS 107; Não uma ez quisesse nu o og a a aquela ūką acima slėnių. 198 RS. 2.9. Gana eqüen e baixosaiços ca ac e ís ico į a džių ka as, ka a ( ie oj bend inės kalbos ku is, ku i) uso, p z. : Ka as que i se sen a jun o à janela? RB 32; Du be niūkščiai ampė ka as em si elą ė o naginę. GD 39; Ago a ka a ik jaunesnė, ka a ik dailesnė odas anam mikalinos. ŠG 82; O em ka o ex emo kabinsi ? BV 15; Mies elio o gonalis a pabandė, explicino, em ka ą galą pūs i. RB 75; Na, escolhe, ka oje que que es dei a ! GD 93; Pa i a, ka oje deili sen imen os e egali passlêp i. RS 94; Um Ged imas expblai ėjo e sukinėjos em odos os lados, que endo in ême -se, ka ie aqui ago a gieda?.. GD 76. 2.10. Em ez de į a džio ku , mais equen emen e ques ionamuosiuose asesiniuose, encon ando į a dis kame, p z. : Kame i mão y ? GD 211; Quê p ecisa a assim des os a ? RB 79; O quê ago a esse ano c iança? RS 223; Ta quem demo ou an o es i es e? VR 74; O quê u ganhas? VR 236, Quê anie e assim e desi eca? ŠG 54; Aqui kame u be upįs. TV 177; Kažkame s ibokai dispa a. ŠG 80. 2.11. Seu sob enome quando às ezes é subs i uído po seu sob enome kuome , exemplo. : O quandoe não? TG 100; Mamy e, o quan oe eu pode eiu Mildai apa ece i? RS 45; Jen eli, jen eli, a quan oe ainda bea eisi a que abalhelio? RS 100; En ão quandoe eu e ou alcança ? RV 257. 2.12. Mógs amas in oduzí eis e a ibú eis de o mas in oduziuo inas, exemplo. : Re asis homem eiš e ia assim kas i. I 89; Que eu não en asiu ou ois nem an o. GD 54; Só ai ou os o am de elnėjo. GD 61; Ta p usų são pessoas po ou os mūsuosius cen os ezes melho es. GD 54; Ela uma osąsias dois a s oja. 72; Juk pelo seu p óp io êgo, não pelo eu. GD 69; Pa nešiu de miško maišą medinųjų ( . y. obuolių). VR 192. 2.13. Em baixoaiciais apa ecusi bemokai são daik a a dzii IV-oji e V-oji linksniuo ės, cujos maio ia linksnių pe ėjem em I-ąją e III-iają linksniuo es. Aqui é R. G anausko pa imen adas o mas: Todos ês Be žonskich sūnai ‘sūnūs ebebu o du ‘su ne edę. ŠG 8; su abiem sūnais ‘su abiem sūnumis’, su sūnu ‘su sūnumi’, su me- medumi, Dideliai skųs is negaliu, mas nė nė manasis med ‘aismedumis ep as. VR 238; Vi e como com o esposo ‘žmogumi que ia! VR 213; A inai ‘pie ūs já na mesa! TV 68; šunies ‘šuns, akmenio ‘akmens, sese ies ‘sese s. Vie ojind inês língua da pala a homem o ma mul iskai ina pessoas u ima o ma žmonys, exemplo. : Tens ou ido, como a esposa diz? I 120; Man nãohaug Įž algos Insigh s 365 e eikia e Žemaičių kalbos d asia Romualdo G anausko kū yboje aielius šiaip não ão ismai inu, esposays daoda. / ŠG 52; Vem, esposas! Nãh... coisas não deixa am ica ! ŠG 89. 2.14. Būd a džių II-osios linksniuo ės passagem pa a I-ąją mos am ais exemplos R. G anausko: smulki debesys ‘smulkūs debesys TV 89; gili jausmai ‘gilūs jausmai RS 94; ou dideliai saldi y ? ‘a mui o doce são? I 137; jo ens, sma k homens ‘jauni, sma kūs homens ŠG 10; nu baisio pe sigê imo ‘nuo baisaus pe sigê imo RS 233; ch a io andenio ‘ch a aus água ŠD 175. 2.15. Būd a džių be a dė giminė às ezes oca-se p é eiksmiais, p z. : É di ícil y mo e ? ‘A di ícil de mo e ? RS 195; Mas é e di ícil y dize ... ‘Bu é e di ícil dize ... ŠG 34; Lai els a ima, como y bjau iai! ‘Tegul diablias a ima, como é bjau u! ŠG 131; É mui o e í el oi? ‘É mui o assus ado oi? RS 48. 2.16. Alguns e enaiços an e eiksmiais, di e en emen e da linguagem bend inesa, em o man us -uo, -ie, po exemplo: iduo ‘ iduje, olie ‘ oli, Išsigandai amsie ‘ amsumoje i po miška e pag įžai de ol a. ŠG 15; [...] on em nos aquela elé ica só plyks , plyks dois jun o! e deixikom amsie ‘ amsumoje... RS 9394; Pa s po siie ‘sau sp agčioja pasiėmęs. RS 203; Todas pap a usios po sa ie ‘sau, po si mesmo i e . ŠG 129; Eik, Šimkau, numie ‘namo. ŠG 132; Tik ai mauk namie ‘namo! RS 251. 2.17. Da pala as doybos menciona baixosaiços ca ac e ís ica e R. G anausko ob a encon a-se p e ega -alis, -alė, exemplo.: k ėslalis, mamalė, būdalė; Venha aqui, akali! RS 23. Com es e apêndice encon amos ais oponímžius: Mon ekalės obluoka, D a alis (aldeia), Upalis (upė). P iesaga -alė é ípica zemaiças me gau ínas pa ilhões, p z. : Šopalė ‘Šopai ė, Be ašalė ‘Be ašiū ė. 2.18. Búniga e a o i a é o p e ixo signi icância do a o -sen-, exemplo. : E eu mesmo espe a a, quando no qua o seige a bliausena ‘ e ksmas. TG 26; [...] menuosena isso Bi u ei po olhos! PR 249; Quando i á e explossena, cunies ozu manęs chauksies! RS 251. 2.19. Randame R. G anausko kū yboje i žemaičių a ojamas p iešdėlines dalely es pa, p a, pa , de, po luga de an edėlė o eiksmažodžio ou p ielinksnius de, pas, su, espondendo a pe gun a e epe indo aquela dalely ę ou p ielinksnį a um ce o ação e o ça , exemplo. : Você pegou o passapo e? Pa. I 39; Já conhece o elógio? Pa. I 153; É pa algei? Pa. RS 151; A a janas p a i as? P a. DV 170; Pa nešei? Pa . ŠG 120; Isso? Desde. 77; Já cegou aquela caodega? Já po . I 153; A da milição es a si ? Desde. TV 105; É com Plesnį es ás? Pas. ŠG 75; Não eu pai, quando es a a i o, abalha a com ca alos? Su. RS 151. JUOZAS PABRĖŽA 372 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV gaspado ius ‘šeimininkas, susiedas ‘kaimynas, kūmai ‘k ikš a ė iai, baba, babūnė ‘močiu ė, ciocė ‘ e a, du nius, du nė ‘k ailas, k ailė, ka o i ‘slėp i, child en, okuo is p i ‘kalbė is, šnekė is, aksy i ‘ba i. Onde que menos exis e ge manismos, po exemplo: inkis ‘lankas, em inkį ‘ a u, edo , šnapsė ‘deg inė, š akas ‘menkas, silpnas, biški, biškilėlį ‘ upu į, upu ėlį. 4.9. Mui o calo de au en ico i alidade R. G anausko ex o dá localo i zes. Pa icula men e exclusi amen e e com amo desc e em-se na ó ios e não poucos empo do esc i o gy en ų Mosėdžio apilinkių luga es nomes: iės e ieliai Aiškūnas, Ba u a, E la, Salan as, No ė, Ša a, Ne puolė; Šauklių, Šaučikų, Ne očių, K akių, Sodos, Ša aminių, Tė elių kaimai, Leks učio, Valančiaus, Gaubų kalnai, Ta paliai (senos gu y ijos), Mos eikinė, Juodeikinė, Anužinė (maudyklos), Mon ekalės apluoka, Šauklinės miškas, Naujokų gamykla, Da a kų, Kapų, Šačių ga ės, Sk užio indas, And ieško, Ka a insko, s ibokynas e k . Ano E. Bukelienės, nomes de luga es na os, ku šiški e žemai iški luga o a džiai au o io soa lyg g ažiausia muzika, como bomos poesia posmas (Bukelienė, Juknai ė 2004: 96). 5. VIETOJ IŠVAD Mui osidade ap esen adas Romualdo G anausko ob as oné ica, mo ologias, sin aksés, lexicos žemai ybių de pa e a ango à a igo no começo le an ou ques ão, onde é a eal oji g anauskiškoji žemaičių kalbos d asia. No en an o ainda mais cla amen e à essa pe gun a esponde o p óp io esc i o , não ez con e sando, esc e endo sob e sua na i a língua dos no e zemaiços, sua língua na i a exclusi a luga e especial signi icado na ida e ob a. Aqui como in oduigidas, subidas e calo as sob e isso esc e e esė Kodis paglos ymas: Mes con e seiom, klegėjom e šnibždėjomės a miškai. Na escola só a mės não p ecei a a ap ende , ela semp e es a a com nós como alguma pa e do co po: lūpos, bu na, ližu is... Ja con e sando niekuome nãožsiki sda om e ne aukyda om kak ų, eškodami de pala a ap op iamesnio. pala a aquela mesma mi ksnį apa ecia na pon a da língua de cada, quando só ai dele p ecisaika am. Ta mė como ab inhas ma škinhas, g udadas à co po, nós elas nem sen iamos. O bend inê ala udo o que ou a. Isso já calnês e š a ka, com os quais imp escindí el es i -se, quando eisi a sakinė i. Ninguém nos não audê ala a se a miškai, isso e a ão na u al e comp eensí el como alsuo i. Ta mėje nós omos li es e elizes e nunca nãousimus emos, po que assim é. Nunca ela nãoimocem, odos b ikiausiai mokėjom <...>. Nós sabíamos que p ecisa a ap ende língua li uana. E po quê sabíamos, mas odo o empo a um quem passišiaušda o ši dyje. Ligo de nós quisessem alguma coisa i a , e nós não podemos ê-lo de ol a, nem po o que não podemos. Ninguém nos disseé que a a mė é Žemaičių kalbos d asia Romualdo G anausko kū yboje Įž algos / Insigh s 373 mūsų u as. Mokėmės i apie ki as a mes, isokius en o ininkus, žalinin- kus, p omadininkus, mas aqueles nos nelabai p eocupei. Es udamos e esquecemos, e na sua a messa nós i emos, omos, c escemos, onde ou ou podėjom se ? (G anauskas 2014: 140–142) 8. E comple amen e comp eensí el que pačiai pabaigai melho se encaixa p óp io Romualdo G anausko zemai iškai dize pala as numa das pokalbių: Žemai ėška pasauliejau a, pasaulie aizda, a a língua, a a žemai ėška a mie esi u mesmo. Vėsa a mie susigniauž i a i, i u paskou ašydams anou ple ė. E à pe gun a, se a mė, se bend inė língua ao homem é mais impo an e, R. G anauskas esponde: Ta mie, diel aquilo, ka a mie žmogus gims , a miškā uns muokuos eikš ė min is, a miškā īs uos anuo p uo s. Ta mie ī albuos pag indu unds. Gebiejėms žuodēs eikš ė pasauli a ein de a mies. Ta mie iein i pasāmuoni, i k auji. Sem a mies nie albuos (Žiliū ė 2011: 14). P ecisamen e essa pa icula men e o e pajau a da língua na i a, neabejo inai e exclusi o alen o do esc i o e absoliu i muzikinė klausa pe mi e Romualdui G anauskui em sua c ia i idade en a i an o zemai iškumo, que nejučia lendo como se ele mesmo eini, plauki, sk endi po Žemai iją e pasąmonėje soaba a mais i ai language. ŠALTINIAI IR LITERATŪRA Akelai ienė G ažina, Žiliū ė-Ba a ičienė Daino a 2011: Romualdo G anausko ob as de leksinės a mybės. O homem e a pala a 13, 512. Bukelienė Elena 1999: Romualdo G anausko plunksna. P ozos keliai keleliai, Šiauliai: Li u ians kul ū os ondo Šiaulių k aš o leidykla Saulės del a, 132136. Bukelienė Elena 2000: Zemaičių ašy ojas. Kú yba es údios e in e p e ações: Romualdas G anauskas, Vilnius: Bal os lankos, 2529. Bukelienė Nijolė Elena, Juknai ė Vanda 2004: Saulėlydžio senis, Vilnius: Alma li e a. Daujo y ė Vik o ija 2000: Romualdo G anausko senoji com buoda ska ele. Kú yba es údios e in e p e ações: Romualdas G anauskas, Vilnius: Bal os lankos, 8183. Daujo y ė Vik o ija 2017: G anas: į ūks an i ik o ė, Vilnius: Odilė. Gadeikis Liud ikas 1989: Nekalbėkime byłobyoju empo. Pe galė 4, 138141. 8 Sob e a língua lowaiços, a minę kalbėseną e sua comen ação em ex os a ís icos eja ambém Župe ka 2012: 306–310. JUOZAS PABRĖŽA 374 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Gi denienė Danu ė 1997: Nome e sob enome o dem mú ua (šiau ės žemaičių a mės dados). Kalbo y a 28, 8083. Gi denis Aleksas, Pab ėža Juozas 1998: Žemaičių ašyba, Vilnius, Šiauliai: Žemaičių kul ū os d augijos edakcija. G anauskas Romualdas 1975: Duonos algy ojai, Vilnius: Vaga. G anauskas G anauskas Romualdas 1987: Bal as ainikas juodam ga ežiui, Vilnius: Vaga. Romualdas 1995: Vaka as, em seguida a manhã, Vilnius: Leidybos cen as. G anauskas Romualdas 1998: Gy ulėlių dainação, Vilnius: P es ika. G anauskas Romualdas 2005: Šunys danguje, Vilnius: Li uânia esc i o es União da edi o a. G anauskas Romualdas 2007: Rūkas i š slėnių, Vilnius: Li huanian ašy ojų sąjungos leidykla. G anauskas Romualdas 2010: Raudonas an bal o, Vilnius: Li uânia esc i o es sindica de publicação. G anauskas Romualdas 2012: T ys iena ės, Vilnius: Li huanian ašy ojų sąjungos leidykla. 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