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Informacinė, žinių aplinka: struktūra, veikimas

Linas Kontrimas

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338 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV LINAS KONTRIMAS Uni e sidade Vy au as o G ande DOI: doi.o g/10.35321/all84-17 INFORMACIN, XINI1 APLINCA: STRUTTURÃO, ACTIONAS 0. INŽANGA Ninguém le an a dú idas po causa de que i emos ce cados daik iškos, ma e ialisa ambien e. Sua exis ência não p ecisa p o a inė i, bas a ape cebe -se p óximo a seu ambien e, oca pe o esanços coisas, pessoas. Liguamen e ambém não du idamos po causa de sua in e na, dizemos psicológicas, espi i uais ambien e. No en an o, di e en emen e do que com isí eis sujei os, não isimiais exigem cons an emen e os conhece , cons an emen e com eles c ia seu indi idual ou g upo ca ac e ís ico elação. Assim é com o mundo in e no humano, assim é e com socialine aplinka: ela cons an emen e cus a soomeni mudando, ki ados alijusiesas o dens uūna ou são e iuimas e a aliadas no as. Bene a mais ampla e mais de des inos ab angen e ambien e pode se apelida his ó ia. Ob iamen e, que e ela pode se di ijama em in inales a ka pos: e as, nações, es ados, indi íduo... A escolha depende de nós. Mas isso só mos a, que o pon o de is a subjec i o aqui é de e minan e e (não impo a, o sujei o é um homem ou uma comunidade, ou uma nação. Se al isão se e a mui os ou pode o e ece explicações ambien ais, a kanços a mui os ou a longo empo, al isão, digamos eo ia, adqui e e pe manece álida de ezes a ge ações. Assim é acon ecidê com iloso inas escolas ( eo ijas), á ias š iesuoslių insj algas, eligiões e e c. 1 Rašau ambos e minus in o macinis e conhecimen os, mas de e iam usa um, dele de e ia basak i. O meu co ação inclina à pala a xenios, mas não se á en ão as coisas en endidas mais es i amen e? Po que, po exemplo, na social média, nãobalinė comunicação a seus pa icipan es pode se in o mação, mas não mensagem. Po ou o lado, conhecimen o sob e conc e os meios de comunicação não e bal e mensagem, e in o mação num só empo. In o macinė, žinių aplinka: s uk ū a, eikimas Lingua e des inos Language and des iny 339 Ma y , que é p eciso conco da com a isão de que igualmen e como nas isicas ciências, que não c iam mesmo no as isicas ealidades, mas c escendo imminen emen e en ende e descob e no os dêsnios, p incípios, assim e nas socializadas, humani á ias ciências com o empo luindo e no om cambiando, su gem no as eo ias, explicações no as pa a que pudéssemos en ende melho nós mesmos e o nos supan. ambien e. Po exemplo, ecnologias nes es empos c iou speci iné ambien e, daik išką, mas ino c ia e uo pačiu, jei siau insime echnologijų su okimą iki yšių, echnologijos paska- complemen omana socialinha ambien e, hoje não odo co e amen e chamado a socialiniais edes. Ligualmen e ambém a sociedade con empo ânea i e i š es in o macinėse ou conhecimen os ambien es, bemokai di e en es em do que, digamos, Go ikos ou Renasanso homem. Toji ambien e nea si ado nos empos mode nos, mas p ecisamen e nes es empos in o macinėje, no ambien e de conhecimen os su gindan es, ilgesniam ou po mais cu o empo ixando as coisas in luenciam nossos en endimen os e compo amen o. Mui as ezes pode ou i -se que nós somos aquilo com que p eenchemos nós mesmos de ambien e de conhecimen os. Pe gun a: se oji en o no ago a adqui iu quan i a i a supe alão, ou em ambém di e enças quali a i as? A espos a mais ácil de p ocu a po en a en ende e explica esse ambien e. Cla o, subjec i amen e e só uma de mui as possibilidades manei as. Pie eo Bou dieu eo ia dos campos e in o mcinê, ambien es de conhecimen os F ançais sociólogo, ilóso o Pie eo Bou dieu eo ia dos campos é um o e modelo eó ico, pe mi indo analisa a social ambien e mui o amplamen e. Ten ando en ende odaap imindo a in o macinê, conhecimen os ambien e, su icien emen e dêsnguei a su gimos em eo ia ancūzo, que ambém busca a modo explica explica o mundo como um odo, jungiançada mui o mui o mui as di e enças e a iedadeo ias. In igan e oi descob i que lauko concepção Bou dieu p imei o adap ou p ecisamen e à li e a u a, só depois disso ans e iu ela e a ou os espaços sociais. Sua a i mação, o concei o de campo em es udos de li e a u a lemb a que as ob as c iadas num conc e o mundo social com as suas ins i uições e especi icinhas dêsnias, sykiu ela a icula uma elação de p odução a ís ica au a ankiškumą, echadu a, em compa ação com amplas es u u as polí icas, econômicas e sociais pa i ies.2 Pa a mim isso é impo an e, po que aqui unciona sua iška analogia: in o mação e conhecimen o ajuda, nós, igualmen e como e li e a u as kū iniuos, dėliojamos, g upuojamos, onde 2 Jakony ė Lo e a 2015: Pie e Bou dieus Sociology o Li e a u e. Li e a u a 47(1), 5772. LINAS KONTRIMAS 340 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV seu en endimas, conhecimen o. Tudo isso pode pe manece apenas conside s ymi in e io es, ou pode i a e conque eiksmin u ob ainiu a kime, na a i im, opinião e pan. Como unciona e o que é impo an e na eo ia de campos? Como e em oda eo ia, é impo an e lemb a os mais impo an es concei os e p incípios de uncionamen o. Bou dieu campoas social dos ela ó ios sis ema, u ini peculia uncionamen o logiką, es u u a e eg as. Esses ca ac e es con endo de social de ligações são mui os, pa yzdžiui, galios, kul ū os, meno, mokslo, poli ikos i pan. laukai3. po an o e campos pode se não um, Au o ius oi in luiado K. Ma xo eo iões, po an o e campos eo ia em não poucos econômicos e minos, alguns onde a é suskamba de mė com comunis as eo ias de lu a de classes. No en an o, sabendo isso, lemb ando que as eo ias podem ope a pensamen osi os mui o di e en emen e encêpdando, sabendo que o obje o de pesquisa Bou dieu é di e en e, não é di ícil le e en ende a eo ia ancozo logiką e g akš ų concep ualidade. En ão campo em seu cen o, b anduolį, no qual elkiasi dominuojan ieji. Ou e es ão e aqueles, aos quais domina. A es u u a dos laukų cons an emen e muda, e kai os dinâmica desc e e o concei o de lu a: aqui cons an emen e oco e con li os, compe icinė ko a, e seu obje i o é alcança laimėjimus acumula pode e capi al. Eles indispensá eis pa a que pudesses domina , signi ica p ese a a adequada campo s a us quo ou muda campo de aco do com suas c iadas eg as. Acumulado é a iado capi al: econômico ( u as, dinhei o, e c.), cul u al (iscul inamen o, conhecos, e c.), social (compo amen o, elações, e c.). Ainda é o capi al simbólico (įgy a padė is, epu acija e e c.), que a si aplega os p imei os ês o necidos naudas. Concepo de capi al cul u al, capi al simbólico é Bou dieu c iou concei os. Analisando campos são mui o impo an es elações. Po an o, na eo ia su ge o agen e a o . Juo pode se pessoa, g upo, ins i uição e . . Bou dieu nes e luga in oduz mais uma sua c iada a concepção habi us. Isso é o conjun o de con icções, cole inys, de e minando agen e pe cepções, imagduo ê, pensamen o, emoções, necessidades, mo i us e k . Habi us é esul ado da socialização, adqui ido caupian expe iência, seu con eúdo - indi idualia pa i imi acumul as disposições. Vê-se que Bou dieu modelois é su ęs a su icien emen e i mes e com base nele pode-se escla ece ambien es sociais. Ma y , o p óp io au o mui o sem di iculdade em seu sis ema inclui ia e in o macinę, conhecimen os ambien e, pode se , que ela simplesmen e in i ula iam campo. Juno mais que Bou dieu c iada noções cul u al capi al uma deda i os conhecos. 3 Pie e Bou dieu, Loïc J. D. Wacquan 2003: Į adas į e lek y iąją sociologiją, Vilnius: Bal os lankos. In o macinė, žinių aplinka: s uk ū a, eikimas Lingba e des inos Language and des iny 341 No en an o nes e luga eu au ou ookią p essupos o: di e en emen e que Bou dieu, eu in o mações e conhecimen os c iamo mundo não adinu campo, e sepa a a aplinka. O campo, embo a e di íceis, mas eo icamen e em limi es. Ambien es ge almen e seiduoda à desc ição, pesquisa, mas limi es elas não êm. Šiuolaikinis pasaulis, ealusis i i ualusis, suku ia in o macija i žiniomis p eenchido ambien es, que mesmas o nam-se sis emas, que mesmas uncionam e c iam ambien es sociais. Se alássemos nos ma cos da eo ia Bou dieu, in o mação e conhecimen o podem se e causa e meio, i. e. pode se dominan e ou e a si mesma dominada (imaginais, complemen a , dis o cida, e c.). Ou a coisa, po que a eo ia dos campos Bou dieu a é ago a só inspi a a busca de uma manei a adicional explica o mundo, e não segui já c iado modelo é que di e en emen e que eo ia dos campos, in o macionais, conhecimen os modelo de ambien e ala não só e não an o sob e enômenos sociais, mas e sob e oda ou a, mediados c iada e in o mação p eenchida ealidade, ajuda ecnológica habili an e habi ua -se ao mesmo empo como e exis oji ealidade. 1. INFORMACIN, KNOWLEDGE APLINKA4 1. a. Sanda a Di e en emen e do que daik iškieji ou, po exemplo, ecnológicos campos ( a oju mui oiskai ą, po que nós i emos em mui o di e en es daik ų campos, eles dependem e do es ado o uningumo, e de um conc e o indi íduo, amílias capacidades sequi u a daik išką aplinką), in o macinė, ambien es de conhecimen os não em apčiuopiados limi es. Semenina e ecnológica p og essos cada ez mais e mais pe mi e a qualque pessoa que decla ou on ade e on ade se conec a a incalculá eis blocos de conhecimen os, a mazenados em supo es i uais. Em ais casos já o p óp io p esença ambien e de conhecimen os o na-se impo an e, mas a on ade dele usa e sabedo ia, onde e quais de conhecimen os busca . In o macinę, conhecimen os ambien e cons i uem ês ipos de enômenos: 1) no ícias; 2) ac os: (a) e idencia ; (b) du idosos; (c) não p opo ; (d) pseudo nonik i; / 3) opiniões: (a) undamen adas (subjek y ios e objec i ios); (b) não undados (sub jek y ios e obje y ios). 4 A segui ex o ambien e desc e e-se a osiu ou ambos os e minos in o macinė, conhec, ou po um, mas semp e eles agi como sinônimos, um complemen ando ou o. LINAS KONTRIMAS 342 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV G yna exp ess aška conhecos nos a esc e em a amen e, mais p ecisamen e, nós mesmos as em o ma pu aojuio consumimos a amen e. E isso é no mal, po que al consumo é de e minado ou o impo an e coisa o ma de acumulação de conhecimen o. 1. b. Acumulação de conhecimen os Nós acos umamos a pensa que conhecimen os es ão a mazenados, po exemplo, enciclopedijās, li os, canal de mídia no con eúdo e . . Sim, elas são a mazenadas e lá, po ém pa a en ende melho o enômeno do ambien e de conhecimen os, p ecisa adicional, digičiau, me as uk ū as, que leis ų en ende mais cla amen e in o maciné ambien e e conhecimen os ci cululiação. Os conhecimen os a mazêm-se em ês ipos de anques: 1) cin anchos; 2) nas ansicionais; 3) (sąlygiamen e) es á eis. Cin anças acumula es são odas aquelas, nas quais conhecimen os ci culiuoja, ocaosi, lydosi, pala as, muda-se e pasiduoda kei imui abiem sen idos: jomis pode keis is e elas podem keis i. Tokios anpyklos exemplo ala mesma em si, mídia, con eúdos de mídias sociais e pan. Ta kime, as no ícias mui as ezes exp essiam-se e são a mazenadas, p ocessadas p ecisamen e nes a kaupykloje (pode usa e a pala a e pė). Pe einamá ias anpyklos são sub ilότερες e não ais apčiuopiamas. Jų exemplos pode iam se disposições, es e eó ipos, cos umes e e c. Inciden emen e, opiniões mui as ezes man ém p ecisamen e nes e meio. Sąlygiškai s abilias conhecimen os alpos são ciência conhecos, enciclopédias, algumas eligiosas, cul u á ias dogmas. Assim a os gos a de se gua dados nes e meio. By he way, pode su gi ques ão, qual a di e ença en e alguns ansi á eis e condicionalmen e es á eis anpyklos se, po exemplo, alamos sob e algumas dogmas e cos umes, e e como gos a ia-se ê-los elkiamos ou em um, ou em ou o kaupykloje. Reque imen o é que di e en emen e do que ma e ial a ealidadei conhece e ao nomea (e e aquilo aze nem de a as ezes não é simples e ácil), en endimen o e g upamen o dos enômenos si uados no ambien e de conhecimen os es á elacionado com bem mui o sub iles assun os. Digamos, com educacão, com possibilidades aze in luência, habilidadeim de o ma opiniões e man e elas longo empo. Aqui o a o do conhecimen o ambien e, que é du idoso e an es não e dadei o, baseado em opinião subjec i a, pode ia soa ė i assim: meu deus é o único e p incipal, po an o ou os c ia am de deus imaginias e cul as não êm di ei o a exis i . In o macinė, žinių aplinka: s uk ū a, eikimas Kalba i likimai / Language and des iny 343 Tokia o ma conhecimen os lauke exis indo da inys pode se pe einamoje kaupykloje a é ela alguém con i ma á, paneigs ou o alece ins. Lignamen e ambém ela pode se condicionalmen e es abilioje kaupykloje, po que aqui a man ipo g ande, ne e ai o ali odo conhecimen o campo poli inė, o ça de con olė. Žinių aplinka kaupyklas pode en aga i mui o conc e as exp essões. En ão dizemos: no ícias cul u ais, conhecimen o cien í ico e e c. Si uação o na -se-á mais cla a, quando passemos aos p incipais in o ma i as, p incípios de uncionamen o do ambien e de conhecimen os. 1. c. Funcionamen o de ambien es de conhecimen os Já mencionei, que conhecimen os ambien e cons i uem de ês ipos enômenos. No malmen e eles es i am em o ma passi a, em pu a exp essão. Eles são a i ados quando alguém oma aqueles enômenos consumi , cons ui de á ias complexidade e de á ias ab angência ambien es de conhecimen os5. Assim chegamos a um pon o, no qual o na-se que ambien e in o macinê pode se passi o e a i o. Também descob iu-se que cada um de nós pode c ia (cons ui ) seu ambien e de conhecimen os ou ing essa em uma já exis en e e o na -se seu pa icipiu- a o o, ou al ez cons u o um. Nes e luga pode aze uma p essupos a: a o ma passy ios conhecimen o de oda įmanomai pode ia se in oduzida como in o mação, e in o mação ac i ada mania, conhecimen oim. In o macionais, o uncionamen o do ambien e de conhecimen os não é complicado. Todo o conhecimen o p ima iamen e su ge como no ícias. É o momen o em que algo desconhecido o na-se conhecido. Tal ez po isso na língua li uânica a pala a génia é passy i o ma ( alima dize s abili, in oduga usi iz aišką), e sabe igimas, sabe igimas já indica a i ia, a uação es adia. Bū a empos, quando no ícias na ida não apa ecia mui o mui o, conhecimen o, conhecimen os ambien eca e a bas an e es á el, s a iška. Visualizemos qual o hi lik ojo século ju ely . Seu ambien es de conhecimen os oi empin a de a os ama o no ícias, comunidade de ida e al ez uma ou a não en endidas conhecidas sob e alguma coisa dis an e, sob e o que ecen emen e smuklėje auškė pi klys. 5 Eu não amo en a em uma discussão mui o in e essan e, se conhecimen os de p incípio exis em e elas são eais, digamos, en ão, nes es empos, e no passado, elhas cul u ase, digamos, yogų iloso ia, oi alado sob e um ce o espaço, na kai aš apie jas negal oju a ba jų nežinau. Apie kolek y inį žinojimą, kolek y inę sąmonę kalbame qual es ão odos conhecimen os e en endimen os, é só p eciso ap ende a se conec a a eles. Como ondas de ádio: elas exis em e sem a nossa in e enção, mas pa a que as pudéssemos ec u a , p ecisamos de ecep o es de ádio. Nes e luga ale no a , que le an a de a iados calib e ques ões, quando alamos sob e homem, consciência, na u eza, ale e de a cons an emen e, quando só cambiçam condições de ida, ci cuns âncias, ní el de conhecimen o. Só dessa manei a é possí el encon a alguma coisa no a, e não gi a e gi a no mesmo exp ip o oda, p i akin em ensa chaininho de conhecimen o. LINAS KONTRIMAS 344 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Ambien e de conhecimen os do úl imo, embo a i a ao mesmo empo, nãoimiai, mas ski sis. Mas pode-se adi inha que a ci culação de no ícias nessas sociedades não oi mui o in ensy i. Assim acon eceu, que nas sociedades mode nas po no íciasas gamybą maio pa e o na am esponsá eis jo nalis as. Bem, não eles mesmos aqueles conhecimen os conco em, mas eles concons uídos de ec am e o necem em canais de disseminação de conhecimen os. Com e i icadas, con iá eis no ícias g impa. Žu nalis ika ainda ecen emen e oi impo an e gua dião do ambien e de conhecimen os e pildy oj. Isso lemb o e bas an e limi ado núme o de canais de ansmissão de conhecimen os. Jăos abundeian , e se inclui mos social mídia, isso ek ų dize ao núme o de canais de ansmissão de conhecimen os explosus a é in ini ybės, sp ogo e no ícias de núme o. É impo an e en a iza que mui as ezes não ac os, mas emocionalmen e con eúdo baseados e necessa iamen e con iá eis e e i icados conhecimen os o nou-se dominuojança o ma de no ícias. Apesa do con eúdo, mas e anų, e des es empos in o macionais, o p incípio de uncionamen o do ambien e de conhecimen os pe maneceu o mesmo: p imei amen e conhecimen o o na-se no ícia, mais a de, e al ez ao mesmo empo, ela o na-se opinião e (ou) a o. Se o p incípio de uncionamen o do ambien e conhecimen o não é complexo, po que ão não é simples nos eng aça , onde qual in o mação exis e, po que ão di e en emen e en endemos as mesmas coisas, o que o ça a muda nusis o ėjusios in e p e ações conhecimen o e e c.? Es as ques ões ligam-se com ou os sujei os com os agen es do ambien e de conhecimen os (Bou dieu e min ando agen ais) e o seu c iamo, cons ujoamo, ecjiamo a quem como gos a, edelu. 1. d. A o es de ambien es de conhecimen os e suas edes In o macionais, agen es de ambien es de conhecimen os de e ia a isa e conside a odos os que pa icipam no consumo de no ícias opiniões ac os e cons uem ambien es de conhecimen os de di e en e amanho e complexidade. Visiška e dade: como odos os habi an es do plane a são aqui exis i os do a o ojai, aip i isi žmonės y a žinių aplinkos eikėjai. oxúnios T i iali e dade não pa ece á ão simples, quando nos apizigna mos em aqueles agen es de conhecimen os e seus ezgamas edes de conhecimen os. P ecisamen e no luga su ge nes a maio p oblems, nãousikalbamen o, con li os, seacaban es gue asis, ou al ez uma, úl ima, gue a. D ima is modelis pa eik ų pe nelyg simples a imagem: imaginaioki e apsk i imą, que e apelidemos de conhecimen os aplinka. Ao edo es e cí culo elkiasi limi ado (desde qualque olha se á limi ado) núme o de agen es, d ipusėmis s ėly ėmis sujun as com o cí culo b iauna. In o macinė, žinių aplinka: s uk ū a, eikimas Lingba e des iny Language and des iny 345 Tuos agen es in oduzimos assim: cien is as, emp esá ios, kunigai, jo nalis as, nós, NVO, minis é ios e . . / Endykemos a é que a olha de papeliaus deixe espaço. Min is aiški: conhecimen os ambien eu c ia odos lis ados e no ilpê em um sen inho agen es. Ligualmen e ambém o ambien es de conhecimen os a ua e os p óp ios ac o es. Po quê? Nes uncionou lição com in o maciniu, conhecimen o campo canalu oco e abicusis eismas, e из anslia us sua in o mação, seu conhecas em comum apliną, ga an io ai de ol a eusi não o mesmohas, mas já complemen ado, subs i uído ou os ac o es pascleis a in o mação, conhecimos. As gue as in o ma i as mui as ezes pe doimimi p ecisamen e po que que es á aplicado esse bidima is modelo de en endimen o. Sabe es con olado es o am e se ão enden es consumido es des e ambien e quan o mais longo possí el man e só em um modelo bidimacioso, pois assim é mais ácil e simplemen e manipula indi idualia ou cole i ine conscimone. Realieidade gi d ima is modelis neegzis uoja. Comp egá-lo isualmen e, se ia necessá io pelo menos imacio de ídeo: imaginem que milziniškoje igu ada há mui asidade de maio es e meno es oškelos conhecimen os la agen es ambien ais. Eles odos ce cam si mesmos escalam ce a co a ou combinação de co es ede de conhecimen os. Pa e dos a o es unidas, sua ede mais b ilhan e e maio (digamos, ele isão, con eúdo do po al, o es ins i uições conhecos, amplamen e accionados companhia de conhecimen os, e c.). Apesa disso, po so e, e às ezes po desg aça, dessas edes não podem nem e odos, nem alcança qualque coisa. In o macinę, conhecimen os ambien e a se ia possí el compa a com noc ies céuumi: ce oce mos condições noc o, b iskíssima es ela Solė pasi aukia de nós isí el campo. En ão desen ol emos ou as es elas, sua espalhada luzá, Mênulio halá. Žinių ambien e peculia idade é a de que ela nunca e e e não e á aiškių kon ū ų, limi esų, sua p óp ia ou oimas, ou pe sonagens iagemção al aplinka, pode se be ibis e nãocon oldas. Ideu caso. Realidadeje é di e en e. Na ealidade semp e oco e lu a pela ges ão do ambien e de conhecimen o. Hib idiniai ka ai, ake news isso is o ka o po dominação in o macinėje, conhecimen os ambien e são exemplos. 1. e. Como unciona conhecimen os ambien e a o es Os p incípios de Acção se á simplemen e en ende apa eemien o exemplou analogia mês mais e i ó io, apie izinę e d ę. Įsi aizduokime žmogų, ku is, būdamas bū yje ki ų, y a užė- es abelecu ês con enien emen e: digamos, spūs ie du an e num em ou au obuse sen e-se con o a elmen e įsi aisê em dois cês. Ou ou o ch ai domina eno mes ex ensões belžiausia e a, ap e as in anscengí el o a. An e io men e quase semp e, ago a algum quando, al a o de ocupação de espaço ísica e a exclusi idade, i ó ia. LINAS KONTRIMAS 346 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV Nes es empos isso pode se impo an e, mas mui o mais impo an e domina o ambien e de conhecimen os, domina nela e con ola o seu con eúdo, conhecis, opiniões, ocabulá io. An ai o que signi ica di ados iniciadas da ele isão canalos ei ingų a žy u ės? En iada a mensagem, esą nós azemos in luência, nos ale segui , assis i , mas igualmen e ambém en iada a mensagem, que somos algumquieno c iado mundo de conhecimen os ambien e. Tokias a žybas ago a omou ele ônica mídia, os g andes po ais. Known ambien e modelos de compo amen o dos a o es semp e é o mesmo: agi p imi i amen e ou mui o so is ikuo ai e desejouu i alcança absolu o de dominação. É p eciso con ola não só os meios de disseminação do ambien e de conhecimen os, mas ambém o seu con eúdo. Quemo nas mãos e dades, mas melho decisão o que é e dade, monopolis, esse domina na in o macininha, conhecimen os ambien e. Como e po quais meios conc e os algumcujos indi íduo ou g upo oma a domina no ambien e de conhecimen os, é sepa ado e semp e no o es udo, po que elaciona a com conc e a si uação, conc e os se es. Nós nunca nos cansa emos de aze isso escla ece e p ocu a , po que e como oscila os cen os de pode do ambien e conhecimen o. Nós não cansa emos de azê-lo, po que somos socialios se es, es amos em bando e cada ez, muda i us ao bando, a um memb o dele ou isumai, pasikeičia e si uações, elas exigem no o es udo. Tal ez po isso as ciências sociais, di e en emen e do que da na u eza, não possam busca o obje i o escla ece de ações de sociedade e os ixa ão p ecisamen e e longo p azo, como isso az as ciências ísicas ou da na u eza. Os úl imos em ma é ia a com condicionalmen e nemudança, s a iška ealybe, aquilo en pu socialiniai sciences semp e encon u s com cons an emen e kin ančia ambien e de es udo. Muda pelo menos um de seus memb os, muda á odo o ambien e: inseminamen e, se a in luência e pa icipação daquele indi íduo oi aca, e pode muda e adicalmen e, se a in luência ao ambien e social oi g andeulė6. Uma ez que ambien es de conhecimen os são di e en es elas podem se pessoais, amílias, amigos, g upos p o issionais, es ados e . ., isso e de uncionamen o mesmo ão se di e en es. čiau bend i p incipai lieka ie pa ys: pi miausiai žinių aplinkos eikėjai no i Ta6 Um indi íduo desapa ecimen o do ambien e de conhecimen os do es ado não de uma g ande al e ação acudi á, al e ei o de desapa ecimen o se á o e só ao mesmo indi íduo, seus p óximosmi aos. Mas cha o polí ico, g ande in luência ou possuindo um go e nado ou se ido a o pode pe o ma ui o ambien e conhecimen os adicalmen e. Elemen a us al pe o mação exemplo eleições, quando mudadas agen es quase no a começa c ia ambien es de conhecimen os polí icos. Ela semp e se á di e en e, apesa de nossa on ade de se en ega à ilusão de que udo é o mesmo, ninguém é igual, en ask não ac o es, mas a p óp ia con o na de conhecimen os polí icos sua iza á de modo que nós pode emos inspi gi dėsningumus, p incípios comuns, eg as. Mas isso, como mencionei só ilusão. Žinių, in o macinė ambien e cons an emen e mudando e em a oca o nosso pensamen o, elação com mudou ambien e de conhecimen os. O que nós emos que ap ende , é da capacidade de cons an emen e adap a -se a esquiičian es ambien es sociais, e no meu discu ido ema a um ambien e de conhecimen os cons an emen e cobiçan e, emos que sabe nada e ondula jun o com es e in e essan e oceano.