Ätzend! Zur Geschichte der Verben „ätzen“, „atzen“, „äsen“
Abstract
In der deutschen Jugend- und Umgangssprache wird ätzend abqualifizierend für etwas, das langweilig, widerwärtig und unangenehm ist, verwendet. Ätzen ist aber, etymologisch betrachtet, das Kausativ zu essen, der Beitrag versucht der Entwicklung nachzugehen, die von dem in den altgermanischen Sprachen vorhandenen essen-Kausativ, germanisch *atjan, zu den neuhochdeutschen Verben ätzen, atzen und äsen, die noch im Deutschen Wörterbuch von 2007 verzeichnet sind, führte. Dabei wird die Hypothese beachtet, dass der Verbwandel nicht ohne die Beschreibung der morphologischen und semantischen Umgebung jedes Verbs erfasst werden kann.
Full text
S aipsniai / A icles 11
ALBRECHT GREULE
Uni e si ä Regensbu g
In es igação cien í icas di eções:
Tex g amma ik, Theolinguís ica e cle ical lied, Onomas ik,
his ó ica Syn ax.
DOI: doi.o g/10.35321/all84-01
ÄTZEND! ZUR HISTORHTE
DER VERBEN ÄTZEN, ATZEN,
ÄSEN
Ä zend! On he His o y o he Ve bs ä zen,
a zen, äsen
ANNOTATION
Na ju en ude alemã e língua comum, é ä zend abquali ican e pa a algo que é cha o, epulsi o e
desag adá el, usado. Ä zen é mas, e imologicamen e conside ado, o causa i o come , o
con ibu o en a segui a e olução que da do nas línguas al ge manicas exis en es
essen-causa i o, ge manish *a jan, aos e bos neohochdeu schen ä zen, a zen e äsen, que
ainda no Deu schen Wö e buch de 2007 e idos são, le ou. Ao azê-lo, a hipó ese é coidada,
que o e bwandel não sem a desc ição do mo phological e seman ical ambien e de cada e bo
pode se egis ado.
SCÜSSELWÖRTER: mudança de signi icado, E ymologia, His o ische Syn ax,
Causa i idade, Ve b-Ak an en-Kons ella ion.
ANNOTATION
In Ge man you h communica ion and colloquial language, ä zend is used as a pejo a i e
o some hing ha is bo ing, disgus ing and unpleasan . Howe e , e ymologically speaking, Ä zen
is he causa i e o ea . This a icle a emp s o ace he de elopmen ha led om he essen
causa i e, Ge manic *a jan, p esen in he Old Ge manic languages, o he New High Ge man
e bs ä zen, a zen and äsen, which a e s ill lis ed in he 2007 Ge man Dic iona y (DWB). The
hypo hesis ha e b change canno be g asped wi hou desc ibing he mo phological and
seman ic en i onmen o each e b is obse ed.
ALBRECHT GREULE
12 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
KEYWORDS: change o meaning, e ymology, his o ical syn ax, causa i i y,
e bac an cons ella ion.
VERB-AKTANTEN-KONSTELLATIONES As seguin es análises ão a pa i da
hipó ese, que o desen ol imen o signi ica i o de um e bo sem a conside ação da
do e bo como alenzé age exigida Ve b-Ac an en-Kons ella ion (VAK) não
su icien emen e ní eis, do seman icos e do mo phologicos. A seman ica ní el é
besch ieben we den kann. Die VAK bes eh aus zwei au einande bezogenen
nos ak an es do e bo po Kasus ollen espec i amen e Tie enkasus
eg uppen) za ados. A desc ição semán ica dos ak an es oco e em um
sch ieben, denen mo phologische Ausd ucks uk u en ( eils lek ie e Wo -
Tie enkasus ahmen (TKR), a mo phológica po um Sa zbauplan (SBP) ( gl. G eule,
Ko honen 2021: 34).
Beispiel: Die (d eis ellige) Ak an en-Kons ella ion des Ve bs mhd. e zen ‘mi
Supo gen (‘Tä igkei ) é: [seman isch] Agens (‘Mensch) → [mo phologisch] Nn
[seman isch] Ad essa (‘Mensch/Tie ) →[mo phologisch] Na // [seman isch]
A izie es Objek (‘Nah ung) →[mo phologisch] pNmi // Ve kü z : (SBP/TKR)
NnAgens (Mensch) Na //Ad essa (Mensch/Tie ) pNmi A izie es Objek (Nah ung).
(As abb e iações signi icam: Na = Nomen/Nominalg upo no nomina i o, Na =
Nomen/Nominalg upo no Akkusa i o, pN = P äposi ionalg uppe, indicado com a
egi endo P äposi ion; e ne Ng = Nomen/Nominalg uppe no geni i o, Nd =
Nomen/Nominalg uppe no Da i .) Cons uçõesg amma icamen e pode ia-se de uma
cons ução e ançadas alimen ação com os papéis Agens x e anças , que Agens y a
alimen ação z ‘zu si oma ala , em que no deco e da linguagemhis ó ia em ez de
ä zen, a zen, äsen os e bos nu i en, ü e n, weiden e c. ing essa podiam. As
análises pe seguem o obje i o, a o iginal essen-Kausa i a nhd. ä zen, a zen, äsen
pa a a admissão no His o ische syn ak ische Ve bwö e buch (HSVW) ( gl. G eule,
Ko honen 2021: 154) p epa a em. Ao azê-lo, apoiamos-nos nas digi alisa e dos
his ó icos alemães Wö e büche : AHDWB, lá aos his ó icos co esponden es de nhd.
ä zen, a zen e äsen zaguei as indi iduaissigni icações (sememe) são sob e a base dos
ex osbelege quan o à sua e b-akc an en-cons ella ion sp achs u e pa a
sp achs u e in e p e ada. Da summie agem da sememe e de sua VAK é na
MHDWB, FNHDWB, Goe heWB und au die ged uck e Ausgabe de Neu-
bea bei ung des Deu schen Wö e buchs de B üde G imm (DWBneu). Die
compa ação diach onica sob e udo a his ó ia seman ica dos ês o iginalmen e
(e ymologicamen e) sinônimos e bos explo ados.
S aipsniai A icles 13 /
Ä zend! Zu Geschich e de Ve ben ä zen, a zen, äsen
1. DIE URSPRÜNGLICHEN
ESSEN-CAUSATIV-VERBEN
As pa a o e bum alemão come uma ez exis en es causa i o mações jogam na
a ual comunicação com língua alemã odo caso uma secund ole. A eobegação do
Alemão Wö e buchs (DWBneu) a ibui po ém aos e bos äsen, a zen e ä zen cada
um p óp io a igo ês e bos com a basebedeu ung ‘x az, que y ( on) z iss
zu. Die d ei Ve ben sind auch im Deu schen Uni e salwö e buch de Duden-
edak ion e zeichne . Aus den Wö e buch-Ein ägen wi d deu lich, dass die
(simple : ‘x speis / ü e y com z) desde o Al hochdeu schen es ão
documen ados e co espondências em as ou as línguas ge mânicas ap esen am.
Apesa da sin ác icamen e cla a es u u a i alen e e da po econs ução
ainda econhecí el es u u a mo ológica a a-se de acos jan- e bos do
e bo não causa i o, que da o-S u e, da qual o P ä e i um o mado é (essen-aß),
de i ados são ( gl. inken/ ank änken ‘ inken machen lassen) p epa a a
ap esen ação da his ó ia do e bo pa a o His ó ico sin ác ico, i.e. sob
conside ação do ambien e semân ico e mo ológico exigido pelos e bos como
alenzas. Eles es ão an o no domínio das se no decu so da linguís ica his ó ia a
se desen ol e em signi icados como ambém nas no Vo al hochdeu schen
inse ando desen ol imen os de som.
2. ETYMOLOGIE
O causa i o ao ge mânico o e e b *e -a- ‘essen é da o-S u e do e bs amms
(gm. *a -) com o su ix -jaabde ido. Essas ko e n, ae. e i ‘anabweiden, a ies.
ek e“ Bildung is beleg in go . ( a-)a jan ‘zum Essen aus eilen’, awn. e ja ‘ ü -
e a ‘weiden, e em uma mo ológica pa ellele no causa i o gm. *sa -ja- ‘se zen
ao amo do o e e bo gm. *se - ‘sen a . A complicação no ea -Causa i o su ge
pelo a o de que um
wei e es Ve b zum S amm gm. *e - ‘essen’ mi dem Su ix -ja- abe on de
ALBRECHT GREULE
14 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
Dehns u e gm. ē als gm. *ē -jaabde ido oi. Es a o mação é no Gó ico não
documen ado; do dehns u e exis em nes a língua apenas os subs an i o uz-e a
‘K ippe e a -e ja ‘F esse bem como em ou as línguas al oge manicas a
con inuação de gm. *ē -a-m ‘Speise, F aß (Seebold 1979: 180), pa a que se com Jö g
Riecke possa p esumi , que gm. *ē -ja on a es e nominals amm de i ado é e
o iginalmen e não causa i o oi (Riecke 1996: 651). Gm. *ē -jakönn e (dua alen es)
o na i um e em sido e o signi icado ‘x p o õe y com alimen o/ u e (= ‘x speis
y) e em ido. ( gl. ao odo Komplex EWAhd II: Sp. 1188 .)
Pa a a o mação dos ês causa i os e bos come são á ias Lau wandlungen no
Vo al hochdeu sch esponsá eis, que ês o ma- ipos esul am: Em ipo 1, gm.
*-ya-, o am o s amm okal a /a an es de j/ o/e le an ado (p imä umlau ) e- -/
o- - geminado > o ahd / / /. *e ja-. Em ipo 2, gm. *ē -ja-, oi exce o no Gó ico
u ge m. ē o/ā/ desce o: *ā ja-. / / a gemina ion de Weil- -/ depois de longo
silben okal e a acul a i o, podiam no Ahd. dois sub ipos su gem, nomeadamen e um
sem -gemina ion (2a) e um com -gemina ion (2b): Länge des okals o am no
Al hochdeu sche na esc i a não ma cados, mas só no Mi elhochdeu sche como
Typ 2a) o ahd. *ā ja- > ahd. âzen. De e wa ba e Umlau on /ā/ und die
æen, êen, êsen (P ä . â e?), nhd. äsen [ä:] (=Sekundä umlau ). O nãogeminie e
o ahd. - -/ o nou-se (a a és da 2. Lau e schiebung) ao simples omless
ika i -s-/, ahd <-z->, mhd /.
<-ȝ->.
Type 2b) o ahd. *ā ja- > ahd. *â zen/âzen. O espe á el umlau deā/ e a longi ude
do ocal o am no Al hochdeu sch na esc i a não ma cados, mas só no
Mi elhochdeu sch como *æ zen, *ê zen /. A Gemina a- -/ o nou-se (a a és da
2. Lau e schiebung) pa a a A ika a- s-/ / / A e imologia de nhd. a zen é ince o.
Pode a a -se de uma da (bai ischen) munda s ammende Neben o m (No
bai ischen munda oi o umlau de mhā/, mhd. <æ>, desde o 12.Jh. zua:/ gesenk ) ou
(mhd.) â zen é po Sys emausgleich om P ä e i um *â z- e zus ande gekommen
is .
Não ao g upo da essen-Kausa i a pe ence ahd. azon ‘schmausen (so Seebold
1970: 180) ou seja ahd. âzôn ‘sich alimen o, ode p ocu a (AHDWB I: 11, Sp. 766),
nhd. aasen (DUW: landscha lich ‘(com e w.) despe dende isch, não
haushäl e isch bygehen, e w. despe diça ( gl. DWBneu 1. Bd., Sp. 15). T a a-se
p esumi elmen e de uma o mação denominale a ahd. âza (azza) ‘Essen, Fu e
( gl. EWAhd I: Sp. 409410).
S aipsniai A icles 15 /
Ä zend! Zu Geschich e de Ve ben ä zen, a zen, äsen
3. SEMANTIK AND SYNTAX:
VERB-AKTANTEN-KONSTELLATIONEN
DIACHRON
Al hochdeu sch
Tipo 1, ge m. *a -ja-: ahd. ezzen com [- s-], mhd. e zen (P ä . a z e, com
Rückumlau ), nhd. ä zen (eigen l. *e zen) Ahd. ezzen sw.V. (AHDWB III: Sp. 476 .;
Riecke 1996: 638) Semem 1 ‘abweiden, ab essen deixa . Beleg sem ambien e
sin ác ico. Semem 2 ‘ä zen, com agudo líquido limpa . Beleg giezzi uu in
(Passi )
Tip 2a, o ahd. *ā ja- > ahd. âzen com [-s-], mhd. æen, êen/êsen, nhd. äsen
(élde éßen)
e
Type 2b) o ahd. *ā ja- > ahd. (gi-)âzen com [- s-] (AHDWB I: Sp. 764 . : com
A ika a; Schü zeichel 2006: āz(z)en ‘speisen, ü e n; Riecke 1996: 650 . : âzen
‘jemandem zu essen geben, jemanden speisen, ü e n’), mhd. *æ zen, *ê zen.
Die ahd. Esc ip u as com <-z-> ou <-zz-> pe mi em nenhuma a iliação segu a a
A ika a ou F ika i o.
Ahd. âzen (AHDWB I: 764 .)
Semem ‘jmdn. speisen, nu e en, jmdm. come pa a da , um animal ô e :
SBP/TKR: NGnAgens (Hensch/Go ) Nga/Ad essa (HmenschenTie e)
[pNmi /A izie es Obj. (Speise)] [pNabaIns umen (mi de Hand)] E idence
hung: (1) daz iha ege ni azda. (2) [du] ih os ... me ische. daz ih keazze uu de
com s a che un uo o danne diu milch si (Passi ). (3) oh ie... leuuen an em
che enna le a . onde doh man sie azze aba hende Nb 138,1
[149,4].
Mi elhochdeu sch e zen, ezzen [com P imä UL e A ika a < o ahd.
*a ja-], P ä e i um az e (=Typ 1)
Semem 1 ‘jmdn./ein Tie mi Nah ung e so gen, speisen, näh en, ü e n’
( .): ( ak i i -) kausa i „essen machen“.
SBP/TKR: NGn/Agens (Mensch) – Nga/Ad essa (Mensch/Tie ) – [pNmi /
A izie es Objek (Nah ung)] – [pNmi /Ins (Hand)]
Belege: i sul [...] den hunge igen e zen P Be h 1:280,36; me du s e, i anc en
mich, mich hunge e, i aze en mich Lucid 141,4; di hunge igen e [de gu e
Ch is ] eze Glaub di du s igen e enke 1691; si [Ma ia] anc e in [Ch is us]
unde az e in mi deme ainen spinne hailigen miliche T udHL
ALBRECHT GREULE
16 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
80,16; siche lû e p lac si zu e zene und zu enkene mi i en henden H F i zlHl
243,1; daz dû im [ einem He en] sîn ihe [...] dâ heime e zes unde enkes
P Be h 1:268,17; com honige he [de Teu el] in [den Sünde ] eze /Ap and
enke in nach mi gallen Heslk 13350.
Semem 2 ‘(sein) Vieh weiden lassen (pe missi -)kausa i ‘essen lassen
SBP/TKR:n NGAgens (Mensch) pNu O (Weide) Belege: daz pæide lo e i
paide wæide solen / eiben nde ezzen alse o sechzich ia en U kCo p
(WMU) 1690, udo daz eh , daz eu inha i ma an ze ezzene ebd. 1801,26.
649,16.
Semem 3 ‘jmdn. a a és de unjus i icado pasidenlassen do iehs danígen SBP/TKR:
NnAgens (Mensch) [Na/Pa iens (Mensch)] [pNan/O ] Belege: sunde ho e, que nos
nem e en nem e zen süllen SchweizId 1,628; swe aos ou os ap ese umb e zen,
e en, ube sniden, ube nemen U kWi elsb 1,148 (a. 1255); i em si quis alium
impulsaue i de dampnis, que dicun u e zen, e in, ube sniden, ube e en ebd. 1,89
(a. 1244]); u ieman ao ou o p ejudica pey dia ou pei noi e com e zzen an seinem
cho n, an seinem wizma , an seinen ga en S RMünch 327,18. æ zen, md . *ê zen,
(bai .?) â zen [com Secundä umlau long, A ika a < o ahd. *ā ja-] A a ian e
â zen pode po Sys emausgleich do P ä e i um *â z- e exis i ou p o ém do
Bai isch, onde o Secundä umlau mhd. <æ> desde o 12. Jh. zua:/ oi baixado /. SBP/TKR:
NGn/Agens (Go , Mensch) Nga/Ad essa (Mensch, Tie ) [pNmi / on/A izie es
Objek (Speise, Fu e )] [pNmi u Ins / (mi au de )
Semem 1 ‘jmdn./ein Tie mi Nah ung e so gen, speisen, näh en, ü e n’
( .): ( ak i i -) kausa i „essen machen“.
Hand]
Belege: e [Go ] æce si [die Feinde Go es] uon eiz e cho ens unde uon
s eine honges sa e si PsM 80,17; Daniel 3590; e ä z in [den Delphin] zuo le z
mi seine han BdN 236,17; [den Hahn] a z e dick u sine han Reihe gelium
35. übe .: da nach so ench man in und æze in mi de le des hiligen ewein-
P Obe al 33,19.
Semem 2 ‘e w. (eine Angel) com um isquei o p o iden SBP/TKR: NGnAgens
(Mensch) Nga/a izie es Objek (Angel) pNmi
Ins
Belege: ain egenwu m, dâ com man a ängel äz BdN 310,5, em as geä z en
hamen BdN 215,13.
Semem 3 ‘jmdm. e w. a zen, jmdn. com e w. laben
SBP/TKR: Nn/Agens (Mensch) – Nd/Ad essa (Mensch) – Na/A izie es Ob-
jek (Du )
S aipsniai A icles 17 /
Ä zend! Zu Geschich e de Ve ben ä zen, a zen, äsen
Beleg: (übe .) o hailigen smach u nos zallen zi en acis LambGeb A23. æen,
md . êen/êsen, bai .? *âen/âsen [com Sekundä UL lang, Spi ans < o ahd.
*ā ja-] (=Tipo 2a)
Semem 1 ‘jmdn./ein Tie mi Nah ung e so gen, speisen, näh en, ü e n’
SBPTKR: NGn/Agens (Mensch, Adle ) NgaAd essa (Mensch, Adle )
[pN on/A izie es Objek (Fu e )] Belege: dc du den hunge gen êses
P Schw 2,55; dise hende, di dich ezden in ellende Ma lbRh 49,34; com Re l.-P on.
[des adle s] usse [...] :um lewen man e à a ho a, de que se sin iche mun
após sime lus ese e e quick Minneb 3005. / / –
Semem 2 ‘e w. abweiden, aqui o e . ‘c iechen (wö l. ‘den abhang
abweiden)
SBPT/KR: NGn/Agens (Mensch) Nga/A izie es Objek (Abhang) P oeg: ubi
san e ubi wasin mus en si [Jona han e seus homens] que haldin asin zende
[den elsen hinau ] an allin ie en R EWch 23336.
F ühneuhochdeu sch
O FNHDWB coloca cada um lemma pa a o ipo com A ika a e o ipo com
ika i o a: ä zen, e zen, a amen e a zen
Semem 1 ‘jm. pa a come da , jn. speisen; (especí icamen e: ‘(Hä linge)
e p legen; em ju isp ác icas e bo o melas: ‘jn. e kös igen, jm. ab igo
o e ece ; ‘(Anima es) alimen a em
SBP/TKR: NGn/Agens (Mensch) – Nga/Ad essa (Mensch/Tie ) – [pNmi /
A izie es Objek (Nah ung)] – [pNmi /Ins (Hand)]
Beleg: welheu hüen man ä z com semi gekoch e ge s en, diu legen il ai K.
. Me genbe g, B.d.Na .196,15; ele ( ogel) ä z se selbe com seu uoz como um
mensch com a han K. . Megenbe g, B.d.N.222,9. SBPTKR: NGn/Agens (Mensch)
Semem 2 ‘e w. (z.B. Ha e ) e ü e n’
Nga/A izie es Objek (Nah ung) P oeg: ä z en eles mas habe n, o de e a
gemein bezallen Weis . Sch iesheim
184, 10.
Semem 3 ‘(Vieh) pa a Waldweide d i en
SBP/TKR: NGn/Agens (Mensch) – NGa/A izie es Objek (Vieh)
P oeg:?
Semem 4: ‘(Vieh) pas a
SBP/TKR: NGn/Agens (Hensch) NGa/Pa iens (Vieh)
P oeg:?
Semem 5: ‘(den Bewuchs de uma Fläche) abweiden deixa
SBP/TKR: NGn/Agens (Mensch)
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18 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
P oeg: mas que de ä zen [sob e o allmend] que , é pe mi ido Weis um
Sch iesheim 121,5
Semem 6: ‘jn. a a és de pas en deixa do iehs danigen ( gl. DWBneu a zen4:
‘jmdn. po ime eci es abweiden de suas ode lächen danadin SBP/TKR:
NGn/Agens (Mensch) NGa/Pa iens (Mensch) Beleg: 1.h.14.jh. sunde ho e, que nos
nem ke en nem e( zen) süllen schweiz.
id. 1,628 (DWBneu)
Semem 7: ‘(ein Fangge ä ) com isquei o/Aas p o iden ( gl. DWBneu a zen3:
‘animais com o a anocen, isde n; algo com lockspeise, iscas p o iden, p imei o
1349-50 Kon ad . Megenbe g)
SBP/TKR: Nn/Agens (Mensch) Na/Pa iens (Fangge ä ) pNmi /A izie es
Objek (Köde )
Beleg: dâ com man a ängel äz Kon ad . Megenbe g, B.d. 250, 13 Semem 8: ‘Na
se eindselig con a jn. compo a ; Rachege ühle hegen, plünde n ( gl.
DWBneu a zen4: ‘jmdn. schädigen, (em k iege) exp op ia em, ouba em
SBP/TKR: NGn/Agens (Mensch)
P o a: [elas] es a am ao bispo com gwal no país e p an en e a z en 6 dia
Ch on. Augs. 2.21,26.
Semem 9 (segundo DWBneu ä zen1) ‘algo po sob e a supe ícies in e agi -
de chem. Mi el du ch scha e subs anz (säu e, lauge) ze essen lassen, beizen,
einigen’
SBP/TKR: Nn/Agens (Mensch) Na/a izie es Objek Beleg: (1497) (d. salbe) wu
as geb uch ..zu e zen nnd einigen..alle n eine schaden B unschwig,
chi u gie 237 Sembneuem 10 (nach DWB ä zen2): ‘e was du ch einwi kung
chemische mi el e zeugen, he o b ingen (küns le isch ges al end) in eine
läche eing a ie en
SBPTKR: NGn/Agens (Hensch) NGa/e izie es Objek (G a u ) pNin/
Local (Fláche)
P oeg: (1558) o glaß, da ein o san o Da id gee ze e a Lindene , ka zipo i
133 LV.
ässen (zu mhd. æen = ipo 2a)
Semem 1 ‘jm. pa a come da , jn. alimen a em; Animais u e n (sinônimo
a Semem 1 de ä zen/e zen/a zen)
SBP/TKR: Nn/Agens (Hensch) Na/Ad essa (Hensch/Tie )
[pNmi /A izie es Objek (Nu ung)]
Beleg (nachDWBneu äsen1) 1388 o...des ja s ni me denne seis swin
geaesse sullen se em wü . His o iasqu. 8,62.
S aipsniai A icles 19 /
Ä zend! Zu Geschich e de Ve ben ä zen, a zen, äsen
(As no FNHDWB nas p o as ci a eadas ini as e b o mas com <z> podem
ambém a e zen pe ence , z.B. do mi e ez he he ge alkin . Tscha ne , Md.
Ma co Polo 21,7.)
Semem 2 ‘(Tie e) po um isquei o anlocken SBP/TKR: NGn/Agens (Mensch)
NGa/Pa iens (Tie ) Beleg: so u ga um e bain en uchs [...] ens, so äß in zu
holz bey einem baum sob e a e de E misch u.a., Haush. Vo w.225, 15. Semem 3
(segundo DWBneu äsen1) ‘Nu ung au nehmen) (jáge sbachlich), (segundo
DBWneu äsen2) e lexi ‘( on p lanzen essenden Tie en, bes. jäge sbachlich
om Wild) e was essen, e zeh en, abweiden
SBPTKR: NGn/Agens (Tie )
Beleg: mag sy (= ca egende Hi schkuh) se wol an dem lachs waiden nd äsen
leh e . d. zeichen d. hi sches 133 L.
Beleg:1682 de e o hi schen...aesen em os saa en e elde n Hohbe g geo gica
(1687)2,63b.
Äl e es Neuhochdeu sch (Goe heWB)
ä zen
Semem 1 ‘(um ogo) ô e SBP/TKR: NGn/Agens (Homb e)
NGakkakk/Ad essa (Animal) [pNaus/Ins ] P oeg: Es ha ‘ um Knab‘ uma
uube a , mou h...Geä ze om his Semem 2 ‘pa a o p ejudicial e ei o
de laugen e ácidos, enen só /
Pa P äs.!
Semem 3 ‘in a Radie kuns pa a o Ä z e ah en SBP/TKR:
NGn/Agens (Mensch) NGa/A izie es Objek (Ma e ial)
P o : Eu ä z e a placa
éßen, se
Semem: (jange sp achlich) pa a o essen dos wildes: ‘sich näh en
SBP/TKR: Nn/Agens (Wild ie e) pNanO E eg: Gehö n es Rind Aeß se
e heil am übe sch o en Felsen. Neuhochdeu sch (DUW, DWBneu)
äsen, se
Semem ( Jäge spachlich) ‘( om Wild com exceção do Schwa zund
Raubwildes) alimen o ado a
SBP/TKR: Nn/Agens pN/O
Beleg: <1883> podia-se...um eh ou um hi sch sai es e en e se äsen e
(DWBneu, 3. Bd., Sp. 338) ä zen
ALBRECHT GREULE
26 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV em nenhum ní el linguís ico comple amen e
assim belegado é, ele esul a-se pa a Semem B da Szene uma VAK com ês
ac an es. Com isso pa en e é isso só no Mhd. belegou dois alen es Semem C, no
qual como consequência da Pe ec i idade (‘abweiden) o luga como
Na/A izie es Obje o apa ece. Beim só nhd. (zweiwe igen) Semem C (‘(Vieh)
zu Walds ä e eiben), que se pode en ende como in ensi icação de Semem B, é
demos a os o ‘Po ausblindado e o ‘Vieh como Na/A izie es obje o azido
ao jogo. A mú uaspe i e pe spec i a pa a pas iden do iehs ocupa Semem E: Aqui
os animais não são conduzidos, mas po iscas a aídos. O oco em es e (só mhd. e
nhd.) Semem encon a no isquei o e ao disposi i o do köde ns. Na ansição da
impo ância do pas o no sen ido mais amplo (Semem B, C, D, E, G) da iehuzh ao
jagdwesen en a do Fnhd. a é a Nhd. Desde um mhd. Tempo pa ece o Weidenlassen
le a a li ígios legais. Só assim é a e olução pa a o Semem G ‘jemanden po ilíci o
Semem (Semem I) im Ve lau des Sp achwandels au , das au den Fo man äsen
(jäge sp achlich) es geleg is und dessen Bedeu ung sich aus de Re lexi ie-
ung on ‘ ü e n/weiden’ e gib , nämlich ‘sich selbs e näh en, weiden, ü e n’
indem de e s e Ak an Nn/Agens au Wild ie e besch änk is .
abweiden de suas o e lächen p ejudica e a é as im apenas no Fnhd. beleg en
Semem H econhecí el signi icadose gu ação a ‘des ui , expulde n, p i a
comp eensí el.
Enquan o o acima desc i o desen ol imen o dos Sememe a pa e de Semem A
(a zen) e Semem I (äsen) nenhum e ei os sob e o Nhd. inha e se só na Idade Média e
do P imei o No o Tempo desplegou, encon a o g upo da Sememe J a é K
apa en emen e comple amen e absei os, é mas pa a o econhecimen o obje i o do
desen ol imen o ao Nhd. impo an e: Ge ade ä zen (bzw. e ä zen) é na língua
pad ão ainda p esen e e na o ma do pa icipzips p äsens ä zend (abwe end)
‘en se zlich jugendund coloxalg ama icamen e ainda a ual. No e-se que o Semem J
já no Ahd., se bem só como Glosse sem VAK, es á ocupado e excep o no Mhd. em
odos os ní eis linguís icos com di e enciações semân icas es á ocupado. Ele se
le an a a ques ão, como o signi icado ‘algo po sob e a supe ície in e acionan e
chem. Meio po aguda subs ância (acido, lauge) ze essen deixa , beizen, limpa se
desen ol eu o a do signi icado do causa i o. Denansamen o de uma explicação
o nece Duden, Das he kun swö e buch, sob ä zen (Riecke 2014: 136) com a
indicação de que o e b no inal do 15.Jh. ao écnico Fachwo o nou-se e o
achsp achliche uso da assumpção que a ácido se pa e de ce a o ma no me al
hinein iss . Nós emos ob iamen e de uma linguis icamen e his ó ica cedo
me aphe pa i , pela qual o mo de e asga no almoça de animais sob e a
exposição mais a iado (ä zende )
S aipsniai / A icles 27
Ä zend! Zu Geschich e de Ve ben ä zen, a zen, äsen
Subs anzen au den menschlichen Kö pe übe agen wu de. Dies legen auch
as dois ahd. Glossen nahe, em que la . mo de e ‘beißen com ahd. ezzen (les: *e zen)
oi aduzido. É a suposição co e a, desen ol eu-se o semem J mais p on amen e
a pa i do semem B ‘Vieh weiden lassen, e bem con igui i amen e, po que o
mo de dos animais no abweiden como ande scheinung oco e. A mudança de
signi icado o na-se na VAK em an o econhecí el, quando o ak an ‘O des
Weidens do Semems B auspada, o ak an Na/Pa iens a Na/A izie es Objek
o na-se e não mais a ‘Vieh es i o. Fe ne o nou-se a duplícellige VAK no Nhd.
pelo ac an e pNmi /Ins ampliado e assim a possibilidade c iado, exa amen e a
designa , qual meio ä z .
7.FAZIT CONCLUSSFOLGERUNGES /
No início da his ó ia es ão no Ahd. ês e b- o man es, que mo ologicamen e e
seman icamen e amplamen e idên icos são: T a a-se de jaAde idações do
ge mânico e b-mo phem *e -a- ‘essen e seu signi icado é causa i o ‘essen aze
ou ‘essen deixa . No inal es ão na a ual comunicação de língua alemã ambém
ês e bos, que se o malmen e de ge m. *a jabzw. *ē jaen wickel en, mas
seman icamen e nenhuma essenKausa i a ica am, mas só ainda sonde spachlich,
a zen, äsen na Jäge sp ache e ä zen achsp achlich, b a ado se em. A e olução
semân ica é menos da di e enciação e cla a a ibuição da aci i a e pe missi a
causa i idade a um dos ês mesmo p ocesso é ambém no inken-causa i o
änken ‘animais a bebe da a obse a .) Na VAK, se schläg e a e olução assim
Ve b-Fo man en gep äg , als ielmeh dadu ch, dass sich die Tä igkei des Men-
schen, ein Lebewesen zu näh en, ühzei ig au die Viehzuch konzen ie . (De
abaixo, que o segundo ak an ‘Ad essa em animais é ixado e em ez do pa a a
alimen ação humana impo an es ipo da alimen ação do luga , onde nu i esp.
geweide é, como ic e ak an en a no jogo. Pa a a pu amen e
linguis icamen e p ecoce Ve schiebung do domínio de e e ência no domínio do
iehweide a supe ície in e agindo meios químicos po aguda subs ância (acido,
lauge) ze essen deixa me apho icamen e do mo ßendo ieh (e wild?) oi
sp ich o allem, dass das schon im Ahd. beleg e Semem J ‘e was du ch au
ansmi ido. Ao mesmo empo é a obse a , que es e semem p esumi elmen e na
sua es ição em especialsp achical uso no o man e nhd. ä zen (ahd. ezzen) oi
es abelecido.
O FNHD ap esen a com 10 sememen um au ällig amplo seman isches
spek um sob e, o a a és signi icações-Übe agung em ou os seman isch nahe
ALBRECHT GREULE
28 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXIV
Á eas de e e ência (z.B. o domínio ju ídico), po especi icação do signi icado do
des Weidens und Fü e ns on Tie en eine sei s und du ch die Spezi ika ion
signi icado especiallinguís ico ‘ä zen, po ou o lado, su ge. Ao azê-lo,
desen ol eu-se o espec o signi ica i o cla amen e da o iginal causa i idade longe,
uma e olução, que no mhd. e nhd. Semem F ‘jemandem Nahgeblieben é. Também o
ung geben’ einen Gip elpunk e eich e, de abe ohne Auswi kung au das Nhd.
pas o eio do o eis po humanos e odos dela no inal da Idade Média de i ados
sememe pe manecem na linguagem do p esen e sem e lexos, o que com a diminuição
da impo ância da pecuá ia pa a a soma sociedade comunicação na e a indus ial
de e ia e a e . Ca ac e ís ico é além disso, que no Nhd. a e imologicamen e
o iginal causa i idade de ä zen, a zen e äsen oi comple amen e pe dida e os os
ês e bos hoje zagueados sememe em seu uso a o sonde und achsp achlichen
ma gem o am p essionados.
LITERATUR
DUW – Deu sches Uni e salwö e buch, 4. neu bea bei e e und e wei e e Au lage, h sg.
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S aipsniai / A icles 29
Ä zend! Zu Geschich e de Ve ben ä zen, a zen, äsen
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AHDWB – Al hochdeu sches Wö e buch. Zugang: h p://awb.saw-leipzig.de.
FNHDWB – F ühneuhochdeu sches Wö e buch. Zugang: h ps:// wb-online.de.
Goe heWB – Goe he-Wö e buch. Zugang: h ps//gwb.uni- ie .de.
MHDWB – Mi elhochdeu sches Wö e buch. Zugang: h p://www.mhdwb-online.de.
Įky us, nemalonus, a s umian is!
Dėl eiksmažodžių mai in i, algy i, ės i is o ijos
SANTRAUKA
Senosios okiečių aukš aičių kalbos is o ijos p adžioje bū a ijų eiksmažodžių o man ų,
ku ie mo ologiniu i seman iniu požiū iu bu ę iden iški. Tu imi omenyje ja- ediniai iš
ge maniškosios eiksmažodžio mo emos *e -a- ‘essen (‘ algy i), u inčių kauza y inę
eikšmę ‘essen aze (‘gamin i algy i) a ba ‘essen deixa (‘duo i algy i). Daba inėje
okiečių kalboje išlikę ys eiksmažodžiai, o maliai kilę iš ge m. *a ja-/*ē ja, no s
seman iniu požiū iu nebelikę algy i kauza y ų, ik dalykinėje kalboje ebe a ojami a zen,
äsen a medžio ojų kalboje ä zen.
Dešim Anks y osios naujosios okiečių aukš aičių kalbos žodyne pa eik ų sememų suku ia
pla ų spek ą, ku is, iena e us, eikšmės pe kėlimu į ki as seman iškai a imas s i is (pa y
Όμως, eisės) apib ėžia gy ulių ganymo i šė imo eikšmes, ki a e us, dalyi ia išski iakiškai
a ojamą ‘ä zen eikšmę. Taip, a ski ai nuo kalbamojo eikšmių spek o, ys ėsi
kauzualumas, okiečių idu io kalbos i anks y osios naujosios aukš aičių kalbos sememoje F
‘jemandem Nah ung geben (‘duo i mais o) pasiekęs epogėjų, be nepa eikęs žemu inės okiečių
kalbos. Visos su gy ulių ganymu susijusios i ėly aisiais idu amžiais iš jų kilusios sememos
daba inėje a osenoje nea spindi gy ulininkys ės p ocesų eikšmės. Pab ėž ina
ai, kad naujojoje okiečių aukš aičių kalboje pi map adis ä zen, a zen i äsen e imologinis
kauzualumas išnyko, o šiandieninėje a osenoje ims eiksmažodžiams p iski iamų sememų
naudojimas išs um as į specialiosios i echninės kalbos už ibį.
Į eik a 2021 m. ma ço 25 d.
ALBRECHT GREULE
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