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Frame Semantics as an Explanatory Model for Commercial Names Formation

Galyna Zymovets

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244 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV GALYNA ZYMOVETS O. O. Po ebnya Ins i u e o Linguis ics o he Academia Nacional de Ciências da Uc ânia Iden i icação ORCID: o cid.o g/0000-0002-6232-7469 Domínios de in es igação: Onomás ica, Linguosemió ica, Língua Con a os, Linguís ica Cogni i a. DOI: doi.o g/10.35321/all85-13 (em inglês) FRAME SEMANTICS AS (semân ica do quad o) Um MODEL EXPLANATÓRIO Pa a os nomes come ciais Fo mação F eimų seman ika, kaip aiškinamasis kome cinių pa adinimų o ma imo modelis Ano ação O a igo a a da semân ica dos nomes p óp ios. O au o suge e desc e e o signi icado dos nomes p óp ios da pe spec i a da linguís ica cogni i a, ou seja, em e mos da eo ia do quad o. As es a égias de nomeação da ca ego ia onomás ica ela i amen e no a de nomes come ciais cons i uem o obje o de in es igação, mais especi icamen e a sua co espondência com elemen os business ame. Analysis o mo i a o s o company and o ganiza ion names has e ealed dos cinco p incipais elemen os que o mam o espec i o quad o de negócios: domínio de a i idade (p odu o ou se iço), local de a i idade, ipo de negócio ou o ganização, agen e (add essado ) e des ina á io (add essado), com a p edominância dos ês p imei os. Re le em os a o es mais impo an es da in e ação emp esa ial. Como eg a ge al, os nomes come ciais e o ganizacionais con êm mais de um mo i ado , sendo a combinação mais equen e campo e local de a i idade. Eles se em como e amen as de es a égia in o ma i a ou pe suasi a de e minada pelos obje i os comunica i os de um nominado . A mo i ação axiológica ambém é salien e en e os nomes come ciais, seja como pa e dos slo s acima mencionados ou sepa adamen e. Assim, a in e p e ação da mo i ação dos nomes de emp esas e o ganizações eque a omada em conside ação da expe iência e do conhecimen o ex alingüís icos. Pala as-cha e: nomes de emp esas, semân ica, mo i ação, quad o, es a égia de comunicação. S aipsniai A igos 245 e 245 F ame Seman ics as an Explana o y Model o Comme cial Names Fo ma ion ANOTACIJA (em inglês) S aipsnyje nag inėjama ik inių a dų seman ika. Au o ius siūlo ap ašy i ik inių a dų eikšmę iš kogni y inės ling is ikos pe spek y os, . y. eimų eo ijos kon eks e. Ty imo objek as san ykinai naujų onomas inių kome cinių pa adinimų ka ego ijos į a dijimo s a egijos, iksliau, jų i e slo s uk ū os elemen ų a i ikmenys. Išanaliza us emp esas e o ganizações pa adinimus mo y uojančius eiksnius, paaiškėjo penki pag indiniai elemen ai, ku i suda o a i inkamą e slo s uk ū ą: eiklos s i is (p oduk as a paslauga), eiklos ie a, e slo a o ganizacijos ipas, agen as i ga ėjas (ad esa as), dominuojan ims pi miesiems. Jie a spindi s a biausius e slo są eikos eiksnius. (Jei a spindi s a biausius e slo są eikos eiksnius) (Jei a spindi s a biausius e slo są eikos eiksnius) (Jei a spindi s a biausius e slo są eikos eiksnius) (Jei a spindi s a biausius e slo są eikos eiksnius) Pap as ai kome ciniuose i o ganizaciniuose pa adinimuose são daugiau nei ienas mo y uojan is eiksnys, dažniausiai de inama eiklos s i is i ie a. Jie a lieka in o ma y iosios a ba į ikinamosios s a egijos unkciju, nus a omą nominan o komunikacinių ikslų. Viena iš anksčiau minė ų a ba sa a ankiška aksiologinė mo y acija aip pa y a s a bi kome cinių pa adinimų suda ymo dalis. Viena iš anksčiau minė ų a ba sa a ankiška aksiologinė mo y acija aip pa y a s a bi kome cinių pa adinimų suda ymo dalis. Viena iš anksčiau minė ų a ba sa a ankiška aksiologinė mo y acija aip pa y a s a bi kome cinių pa adinimų suda ymo dalis. Assim, aiškinan emp esas e o ganizações pa adinimų mo y aciju, é necessá io conside a -se a expe iência ex aling is inę i žinias. ESMINIAI ŽODŽIAI: emp esas pa adinimai, semân ica, mo y acija, eimai, komunikacijos s a egija. 0. INTRODUCTION Classi ica ion o all nouns in o wo dis inc ca ego ies o nomina p op ia and A appella i a em uma longa his ó ia. O p oblema já ha ia sido discu ido na adição g ega an iga, onde A is ó eles dis inguiu nomes uni e sais e indi iduais pelos c i é ios de sua capacidade de p edica um sujei o ou mais, seus exemplos de nomes p óp ios e comuns sendo: "homem" é um uni e sal, "Callias" sendo um indi íduo (A is ó eles 1963: 47). Nos empos mode nos, John S ua Mill compa ilhou a idéia de A is ó eles da dis inção uncional en e essas duas classes: "Um nome ge al é amilia men e de inido, um nome que é capaz de se e dadei amen e a i mado, no mesmo sen ido, de cada uma de um núme o inde inido name is a name which is only capable o being uly a i med, in he same sense, o one hing” (Mill 1882: 34). Thus, he e is a consensus ha p ope names a e linguis ic uni s asc ibed o indi idual en i ies. The dispu e a ises wi h an de coisas. Uma en a i a indi idual ou singula de de ini a na u eza do signi icado dessas classes de o ma cla a e não con o e sa. A ques ão mais polêmica é se os nomes p óp ios êm componen es de iden i icação e ca ego ização em sua semân ica. J. S. Mill conside ou apenas os nomes comuns como nomes de pleno di ei o, pois podem deno a ce os a ibu os de um sujei o, enquan o os nomes p óp ios "não indicam ou implicam quaisque a ibu os como pe encen es a esses indi íduos" (Mill 1882: 40). De aco do com GALYNA ZYMOVETS 246 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV pa a ele, os nomes p óp ios são apenas e amen as ú eis de indi idualização. J. S. Mill nega seu po encial de ca ego ização po que eles não êm signi icado conno a i o, ou seja, é impossí el conclui sob e os a ibu os do sujei o a pa i deles. Alan Ga dine ambém compa ilha es e pon o de is a, en a izando que os nomes p óp ios êm p edominan emen e pode de iden i icação e dis inção. "Em p imei o luga , as coisas chamadas po nomes p óp ios são na sua maio ia memb os de um conjun o em que as semelhanças supe am conside a elmen e as di e enças, de modo que são necessá ios ó ulos especiais, po assim dize , pa a ma ca a dis inção" (Ga dine 1954: 38). Assim, os nomes p óp ios se em em p onunciações como meios de dis ingui en e i ens que pe encem à mesma subca ego ia. A comp eensão de subs an i os p óp ios como uma classe sem deno ação p e alece en e os pesquisado es mode nos. Richa d Coa es a gumen a que os subs an i os p óp ios são sem sen ido e e indo-se a exp essões p i adas de signi icado deno a i o (Coa es 2017). F an Colman os conside a nominals que não êm alcance de deno ação (Colman 2008: 40). Willy Van Langendonk e Ma k Van de Velde ambém de endem a a ibuição do s a us sem sen ido aos subs an i os p óp ios a ní el da linguagem, apon ando que "nem os nomes nem os p onomes pa ecem e sen ido, ou seja, signi icado léxico de ini i o" (Van Langendonck, Van de Velde 2016: 27). Pelo con á io, O o Jespe sen apoiou a abo dagem opos a à semân ica dos nomes p óp ios, pois eles in ocam mais con eúdo do que os nomes comuns: […][...] Eu de e ia a en u a -me a dize que os nomes p óp ios (como ealmen e usados) […]conno am[…] o maio núme o de a ibu os[…] (Jespe sen 1924: 66). Do seu pon o de is a, "nenhuma linha ní ida pode se açada en e nomes p óp ios e comuns, sendo a di e ença de g au e não de ipo" (Jespe sen 1924: 70 […] 71). Consequen emen e, há mudanças de uma ca ego ia pa a ou a (conhecidas como onimização e desonimização), que são bas an e nume osas nas línguas do mundo. A ideia da exis ência de di e en es ipos de signi icado, incluindo o léxico, no signi icado p óp io e no signi icado p óp io (como nouns is suppo ed by S a an Nys öm who s a es ha “apa om he lexical usado acima), cada nome p óp io em uma dada si uação dá o igem a um ou mais signi icados p essupos ó ios […] (Nys öm 2016: 47). En e o signi icado p essupos ó io, o pesquisado di e encia o signi icado ca egó ico, o signi icado associa i o e o signi icado emocional. Ao conside a mais de pe o essas posições pola es, o na-se cla o que a e dadei a disc epância en e elas pode ia se as eada a é a eo ia subjacen e da linguagem. O. Jespe sen en a izou a impo ância do con ex o, ou seja, a semân ica não se es inge exclusi amen e ao aspec o es u u al da linguagem e, consequen emen e, o signi icado depende o emen e das ci cuns âncias do a o de ala. O linguis a uc aniano do século XIX, Olexand Po ebenia, ambém apoiou uma posição semelhan e na semân ica, a gumen ando que o signi icado de uma pala a só pode ia se es abelecido em um con ex o especí ico. No en an o, se um pesquisado aça uma dis inção cla a en e S aipsniai A igos 247 e 247 F ame Seman ics as an Explana o y Model o Comme cial Names Fo ma ion o sis ema linguís ico, po um lado, e a ala, po ou o, o que é ípico do es u u alismo, en ão é conclui que os nomes p óp ios são sem sen ido po que não êm de inições cla as den o do p óp io sis ema linguís ico. No en an o, mesmo nes e caso, alguns nomes p óp ios podem mos a ce o pode de ca ego ização. A. Ga dine apon ou que cul u as pa icula es êm um ca álogo de nomes pessoais comuns, e ele os conside a a como nomes p óp ios desinco po ados e sus nomes inco po ados mono e e enciais (Ga dine 1954: 8[…]10). Esses nomes (lemmas p óp ios em e mos de W. Van Langendonk) êm um signi icado de classi icação, uma ez que pe encem a uma classe onomás ica es abelecida den o do sis ema linguís ico. A posição de Jespe sen sob e essa ques ão pa ece se mais jus i icada, uma ez que apenas a ala em uma dimensão on ológica, enquan o a noção de sis ema de linguagem é uma ap oximação eó ica baseada na pesquisa do uso eal da linguagem. Além disso, é impo an e e em men e que mesmo a análise de nomes p óp ios da pe spec i a semasiológica mos a que eles não di e em dos nomes comuns em mui os aspec os. Em p imei o luga , ambas as classes êm signi icado ca egó ico ge al, ou seja, pe encem à classe de subs an i os (deno ando subs âncias e sus ações ou a ibu os) e pa icipam das espec i as axonomias de hipe nimos e hiponimos (cidade, mon anha, pessoa, e c.). Em segundo luga , eles o mam de i ados, o que signi ica que eles en am em elações pa adigmá icas den o do sis ema linguís ico. Em e cei o luga , seu signi icado es á sujei o a gene alização de ido a p ocessos de desonimização (boico e, panama, balacla a, sanduíche). Assim, a semân ica dos nomes p óp ios compa ilha mui as ca ac e ís icas com os subs an i os comuns, com a dis inção c ucial do p imei o sendo designações de en idades únicas. 1. Signi icado dos subs an i os p óp ios e Semân ica do quad o A ideia do signi icado con ex ual dos nomes p óp ios es á p óxima da semân ica cogni i a, de aco do com a qual a concep ualização e bal é baseada na expe ience. Consequen ly, linguis ic meaning is o embodied na u e and equi es aking in o accoun he ea u es and se ings o eal communica ion. in e p e ação semân ica humana.A linguís ica cogni i a desen ol eu inúme as abo dagens a é ago a, po exemplo, sc ip s, esquemas de imagens, me á o as cogni i as, e c. Ma in Minsky o mulou a eo ia dos quad os de conhecimen o e de iniu um quad o como "uma es u u a de dados pa a ep esen a uma si uação es e eo ipada" (Minsky 1974: 2). Cha les J. Fillmo e elabo ou sua e são da semân ica do quad o de aco do com a qual a ca ego ização da expe iência é baseada em "uma si uação mo i ado a que oco e con a um undo de conhecimen o e expe iência" (Fillmo e 1982: 112). Assim, o signi icado é enciclopédico po na u eza e sua análise eque GALYNA ZYMOVETS 248 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV dados ex a-linguís icos. A semân ica do quad o pa ece se o undo eó ico mais adequado pa a a in e p e ação do signi icado dos nomes p óp ios, uma ez que pe mi e uma desc ição dos p incipais cons i uin es de uma si uação de nomeação e pe mi e a ep esen ação es u u al do con ex o. Da pe spec i a da semân ica do quad o, o p ocesso de nomeação es á elacionado a um quad o de conhecimen o e os nomes p óp ios a ibuem ce os a ibu os a uma en idade em pa icula . A nomeação de no as unidades ( e e en es) baseia-se em quad os exis en es ( isuais, semân icos e esc i os); Po an o, a mo i ação de no os nomes pode se as eada a é os p incipais elemen os do espec i o quad o, ou seja, den o da semân ica cogni i a, al mudança de signi icado é desc i a como me onimia. A pesquisa de pad ões de mo i ação de nomes p óp ios pode e ela se a es u u a do quad o sublinha sua semân ica. Uma classe onomás ica de nomes de emp esas e o ganizações (desc i a como e gonímicos em Podolskaya, 1988: 151) cons i ui a melho base pa a al pesquisa po que 1) é uma no a classe que pode se obse ada ainda in s a u nascendi; 2) é uma classe mui o dinâmica com inúme as mudanças e adap ações às ci cuns âncias sociais e polí icas exis en es; 3) o p ocesso de nomeação é ins i ucionalizado, o que pe mi e mudanças bas an e d ás icas e ápidas nes a á ea. Os dados p o êm da e e ência emp esa ial […]Páginas Ama elas da Uc ânia 2006[…]. Todos os nomes são dados em uma o ma ansli e ada do uc aniano, com aduções o necidas, se necessá io. O objec i o des e a igo é aça possí eis co elações en e os p incipais pad ões de mo i ação dos e gonímicos e o espec i o quad o emp esa ial. A escolha dos pad ões de mo i ação é de e minada pela es a égia comunica i a p edominan e […] in o ma i a ou pe suasi a. A es a égia in o ma i a isa compa ilha in o mações essenciais sob e uma emp esa e seus p odu os, enquan o a es a égia pe suasi a se baseia em meios e ó icos e exe ce in luência sob e a es e a emocional dos po enciais clien es. A semân ica do quad o sublinha ambas as es a égias, po que os clien es cons i uem uma pa e do quad o de negócios. Os nomes de na u eza in o ma i a são designações ideais da pe spec i a das máximas de comunicação de P. G ice, ou seja, de ele ância e cla eza. No en an o, a sua des an agem é o en ol imen o emocional da lei e o pode pe suasi o; Po isso, são menos memo á eis e exp essi as. O quad o de a i idade emp esa ial ep esen a uma si uação es e eo ipada de in e ação en e dois pa icipan es (uma emp esa ou o ganização e sus um clien e po encial) em elação a uma de e minada ansação ou a i idade emp esa ial. A pesquisa e elou cinco elemen os p edominan es des e quad o (slo s) usados como on e de mo i ado es pa a a nomeação de emp esas e o ganizações: 1) campo de a i idade (p odu o ou se iço), 2) luga , 3) ipo de emp esa ou o ganização, 4) agen e (add esso , nominado ), 5) des ina á io (add essado). Uma ez que os nomes de emp esas endem a con e mais de uma aiz léxica, eles no malmen e êm á ios mo i ado es, sendo o pad ão mais comum uma combinação de campo e luga . A mo i ação múl ipla ambém é um esul ado S aipsniai / A icles 249 F ame Seman ics as an Explana o y Model o Comme cial Names Fo ma ion de polisemia e do p ocesso con ínuo de no as cono ações eme gen es no uso. A impo ância des es mo i ado es é mos ada na Figu a 1. Além disso, exis em á ias ou as classes de mo i ado es de alo p edominan emen e cul u al e ideológico, o que con i ma a a i mação de Jespe sen de que "o núme o de aços ca ac e ís icos é maio no caso de um subs an i o p óp io do que no caso de um subs an i o comum". (Jespe sen 1924: 66). O que é o que a Bíblia diz? Figu a 1. P opo ção de di e en es ipos de mo i ado es 2.Análise dos p incipais ho á ios Do quad o de negócios AND THEIR MOTIVATORS 2.1. Field o Ac i i y O quad o do domínio de ac i idade é de ex ema impo ância, uma ez que cons i ui o núcleo da ansacção come cial (in e câmbio de me cado ias). O escopo do signi icado dos apela i os usados como mo i ado es pode a ia signi ica i amen e de uma semân ica bas an e abs a a a uma semân ica pa icula . Funcionalmen e, ais nomes a endem à exigência de ele ância de P. G ice, uma ez que o necem in o mações impo an es e ú eis, com ên ase GALYNA ZYMOVETS 250 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV sob e a unção e e encial da linguagem. No en an o, os c i é ios de cla eza e ele ância di e em signi ica i amen e den o do g upo, uma ez que a elação en e os mo i ado es dos nomes come ciais e os seus e e en es pode se de na u eza mais p ecisa ou aga, a pa i de uma desc ição ge al do domínio de ac i idade a é a designação especí ica de p odu os ou das suas pa es, em unção da es a égia de nomeação escolhida. Exis em qua o pad ões p incipais de mo i ação. 1) Um esboço ge al do domínio de a i idade: A ia, Ah o, Inzhene -Se ice […]se iço de engenha ia[…], P omyslo i ekhnolohii […] ecnologia indus ial[…]. Esses nomes são in o ma i os; No en an o, o seu pode dis in i o é mui o baixo, uma ez que podem designa uma ampla gama de emp esas em amos de ac i idade es ei amen e elacionados. 2) Especi icação de um p odu o ou se iço: Ke amika […]ce âmica[…], Vyna Uk ainy […] inos da Uc ânia[…], Budi elni ishennia […]soluções de cons ução[…], Domashniy eks yl[…] […] êx il domés ico[…], Sys emy Tepla pidloha ‘wa m loo ’, A ozbi ne y obnyc o ‘ca assembling p oduc ion’, Deko a y ne sadi ny s o ‘deco a i e ga dening’. This mo i a ion pa e n is also bezpeky […]sis emas de segu ança[…], in o ma i os como oi o caso no g upo an e io is based on he deno a i e meaning o he mo i a o . F om he pe spec i e o p agmalinguis ics, such e gonyms a e e icien names since hey mee P. G ice’s e, po an o, os máximos de mudança semân ica de quan idade, qualidade e ele ância. 3) Os mo i ado es que desc e em o objec i o da ac i idade con êm um componen e axiológico, além de in o ma i o, que e o ça o pode de pe suasão dos nomes de emp esas: Siai o […]shine[…] (bens eléc icos e apa elhos de iluminação), A oma udachi […]a oma de so e[…] (pe ume ia), Vysokyi ozhai […]high ha es […] (p odu os de p o ecção de plan as), coope a i a de c édi o Tu bo a […]ca e[…]. 4) Unidades léxicas do quad o de p odução ele an e, ou seja, a onização oco e a a és da mudança semân ica da sinécdoche: Pali a […]pale e[…] (uma emp esa de se iços de imp essão), undo de in es imen o Tes amen , emp esa química Syn ez […]syn hesis[…], emp esa de segu os Veksel […]le e o exchange[…], Podil[…]s[…] xolod […]Podillya coldness[…] (p odu os de ca ne), Mo s[…]ka x ylia […] (local de eso ). Os nomes des a subca ego ia podem e imensas implicações cul u ais; são mais emocionais e, po an o, êm um maio pode de pe suasão. No en an o, su gem á ios p oblemas com a ele ância dos nomes come ciais de i ados de subs an i os ou ases subs an i as que designam o campo de ação de ido ao hei high le el o ambigui y. E iden ly, h ee seman ic g oups o mo i a o s do no e icien ly de ine a pa icula ield o ac i i y. 1) Se e al nouns om he ocabulá io ge al e um signi icado excessi amen e amplo e, consequen emen e, e o po encial pa a a designação de uma as a gama de emp esas, po exemplo, um se iço apela i o: Ry m se is […] se iço de i mo […] (ob as de cons ução), Sp a a-se is […] se iço de negócios […] (p ocessamen o de madei a). 2) Alguns e mos écnicos p o êm de di e en es es e as e podem se i de nomes de emp esas com á ios pe is de a i idade: Indeks (negócios em alo es mobiliá ios, p odução de ele ônicos, oupas, po as); K an (bens médicos, máquinas ag ícolas, anspo e de me cado ias, bebidas gasei icadas). S aipsniai A igos 251 e F ame Seman ics as an Explana o y Model o Comme cial Names Fo ma ion 3) Gene al business e ms ha can e e o a wide ange o companies: Ne o- balans (bebidas alcoólicas), Hud il […]goodwill[…] (química domés ica), KSK-In es (me alu gia). 2.2 Localização A localização é o segundo mo i ado mais impo an e dos nomes de emp esas e o ganizações, cuja impo ância de e se explicada po á ias azões. Em p imei o luga , mos a a p oximidade espacial de uma emp esa com um clien e, o que é uma in o ma ion o logis ics decisions. Second, some places a e associa ed wi h impo an e ce as an agens elacionadas an o com as suas ca ac e ís icas na u ais como com a adição desen ol ida ou as compe ências em á eas especí icas de p odução. Como esul ado, um componen e a alia i o é o mado den o do signi icado de alguns opônimos. Esse ipo de mo i ação é bas an e comum em deônimos que pe encem ao g upo semân ico de i ens alimen a es, alguns deles sob p o eção legal, como champanhe, camembe , conhaque, e c. Assim, a o igem geog á ica é um a o impo an e pa a algumas emp esas e in oca mui as dispu as legais e es ições elacionadas ao uso de opônimos nos nomes de p odu os. Nesses casos, os nomes de luga es desempenham o papel de e amen as pe suasi as. Em e cei o luga , os opônimos e os seus de i ados e le em a iden idade nacional dos p oponen es e, consequen emen e, mos am o seu sis ema de alo es e sen idos cul u ais. Vá ias subca ego ias de nomes de luga es designam a localização de um negócio ou uma o ganização. Os mais comuns são oikonyms (nomes de cidades e aldeias) ou adje i os cons uídos a pa i deles: emp esa ag á ia B usyli , Vasylki na a […]Vasylki oil[…]. Duas ou as subca ego ias p odu i as são os nomes de mon anhas e de ios (hid ônimos), no en an o, o seu po encial pa a des aca o local especí ico de ac i idade é es i o, uma ez que se e e em a uma á ea bas an e ampla e, na e dade, podem se u ilizados como nomes de emp esas em luga es bas an e emo os. No caso dos hid ônimos, depende do comp imen o de um io - quan o maio o io, mais ambígua é a á ea que de ine. Po exemplo, os nomes de ios meno es, po exemplo, Vo skla (Pol a a) e Zb uch (Te nopil) cons i uem uma desc ição bas an e dis in i a do local de ação, enquan o o nome do maio io da Uc ânia […] Dnip o e seus nomes his ó icos Bo ys en e Sla u ych são mui o agos. No en an o, eles são bas an e comuns na onomás ica come cial na Uc ânia. Assim, aqui en en amos a mesma ques ão de uma zona de e e ência excessi amen e ge al, como oi o caso de alguns ipos de desc ições de campos de a i idade. O o ônimo mais popula (nome da mon anha) é o nome uc aniano pa a a co dilhei a dos Cá pa os: banco P yka pa ya, local de eso Ka pa y, áb ica de mó eis Ka pa y. Nos dois úl imos exemplos, o local é um a o impo an e dos negócios e, po an o, os opônimos desc e em an o a localização GALYNA ZYMOVETS 252 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV e especialização das emp esas. Ou os o ônimos são escassos e e e em-se a á eas meno es: união de c édi o Beskyd, local de eso S ia i ho y (Slo ianohi sk). O opônimo Uc ânia e um adje i o de i ado dele são mo i ado es comuns de nomes de negócios e o ganizações: agência Uc ânia, Uk ainska a iacijna lizynho a i ma […]Uk anian a ia ion leasing company[…], Uk ainskyj cen menedzhmen u zemli a esu si […]Uk ainian cen e o land managemen and esou ces[…]. A semân ica loca i a não p e alece em ais nomes po que a zona e e encial é mui o ampla e eles não podem in o ma sob e a localização da emp esa. É possí el p esumi que exis em duas azões p incipais pa a que sejam usados como nomes pa a emp esas e o ganizações: 1) es ende o escopo de a i idade da emp esa; 2) exp essa a iden idade nacional dos nomeado es. Assim, alguns opônimos não apenas desc e em a localização das emp esas, mas ambém se em como ma cado es ideológicos. cidade de Zapo izhyya; Ta yda, Ta ida, Besides oponym Uk aine, symbolic alue is inhe en o his o ical oponyms, i.e., Sich, which is a name o he base o Uk ainian Cossacks nea he mode n Ta ika, Ta iia […] nomes his ó icos pa a a C imeia e o sul da Uc ânia, Luchesk […] nome his ó ico da cidade de Lu sk, Sichesla […] nome his ó ico da cidade Dnip o, Ka a […] nome his ó ico da cidade de Feodosia, Olʹ iia […] nome his ó ico de uma an iga colônia g ega no Ma Neg o O ma . É digno de no a que esses subs an i os p óp ios às ezes o mam designações de emp esas o a da á ea a que pe encem. Nes e caso, o seu alo in o ma i o é p óximo de ze o, e eles e le em ce as p e e ências pessoais de um nominado . No en an o, os nomes de luga es p edominan emen e designam um luga da localização ou a i idade eal. Da mesma o ma, subs an i os comuns com o signi icado de pa es do mundo ambém desc e em um luga de ação. Eles localizam emp esas no mapa da Uc ânia. Ambos os subs an i os uc anianos e ussos são usados, o que e le e a in ensidade do bilinguismo uc aniano- usso em massa na Uc ânia: Vos ok (emp esas em Kha ki e Sumy) do usso "les e", Pi den (Mykolayi ) do uc aniano "sul", Zaxid (Te nopil) do uc aniano "oes e". Os adje i os de i ados são p edominan emen e de o igem uc aniana: Pi denna-Xoldynh […]sou he n-holding[…] (C imea), local de eso Pi dennyj […]sou he n[…] (Fo os), Zaxidnouk ainʹke s axo e ahen s o […]Wes e n Uk ainian insu ance company[…], Sxidnouk ainsʹka p omyslo a kompaniia […]Eas e n Emp esa indus ial uc aniana. Vá ios ou os g upos de subs an i os com semân ica espacial ambém são p odu i os na nomeação de negócios. Vale a pena menciona que exis e uma co elação en e elemen os de semân ica espacial loca i a nos nomes, po um lado, e um amo de negócios, po ou o. Em pa icula , es es componen es são mo i ado es ípicos pa a o negócio de ec eação. A lógica subjacen e a es a es a égia de nomeação é o pode pe suasi o de nomes com semân ica espacial que des acam o impo an e alo p agmá ico dos locais de eso : Holubaya lahuna […]lagoa azul[…], S aipsniai A igos 259 e F ame Seman ics as an Explana o y Model o Comme cial Names Fo ma ion Ridna ha anʹ […] po o na i o[…]. Assim, a cons ução de elações de g upo cons i ui uma á ica impo an e na nomeação come cial. Ou as ca ego ias p onominais são menos p oeminen es en e os nomes das emp esas. Exis em alguns exemplos a es ados da p imei a pessoa singula (jo nal Ya spozhy ach […]I am a consume […], semaná io Ya […]I[…]; a segunda pessoa plu al (Mebli dlya as […] mó eis pa a ocê[…], Ne uxomis ʹ dlya as […] imó eis pa a ocê[…]; um p onome de inido Spo dlya six […]Spo pa a odos[…] (cen o de saúde). Os p onomes são u ilizados nos nomes p óp ios, uma ez que êm a maio ex ensão possí el e, can e e o any en i y wi hou a aching o i any speci ic sense, in pa icula , consequen emen e, ca ac e ís icas do g upo-al o, com e o ço da es a égia inclusi a. 3. Conclusões Assim, a con o é sia sob e o signi icado dos nomes p óp ios não pode se esol ida de o ma simples. A espos a à pe gun a se os nomes p óp ios êm sen ido ou são nominais sem sen ido depende da eo ia linguís ica em que a pesquisa se baseia, ou seja, se conside amos a linguagem como um sis ema abs a o ou uma e amen a de comunicação eal que es á inco po ada na in e ação social. No úl imo caso, o signi icado léxico pode se in e p e ado den o da semân ica do quad o, com uma análise de ida das ci cuns âncias do p ocesso de nomeação. Os mo i ado es de nomes come ciais lançam luz sob e sua concei uação na linguagem. A pesquisa e elou que exis em cinco espaços essenciais do quad o de negócios que cons i uem mo i ado es egula es de nomes de emp esas e o ganizações, ou seja, campo de a i idade (p odu o ou se iço), luga , ipo de negócio, agen e e des ina á io. No ge al, eles e a am a es u u a ge al da concei uação de qualque in e ação de negócios. A impo ância de um de e minado slo a ia, sendo os p incipais slo s o campo e o local de a i idade, que pe encem a componen es cen ais da in e ação emp esa ial. O slo menos in o ma i o é um ipo de negócio, pois não o nece in o mações adicionais sob e ca ac e ís icas especí icas de uma emp esa e, consequen emen e, ende a se omi ido, especialmen e em compos os, o que é uma mani es ação de economia linguís ica. O slo de um agen e des aca as ca ac e ís icas mais ele an es do ealizado da ação no con ex o emp esa ial, ou seja, a p o issão. Es a ca ac e ís ica pa ecia não se ele an e pa a o espaço de um des ina á io, onde a es a égia de nomeação dominan e é a o mação de nomes que a aem o público mais amplo possí el. É digno de no a que esses slo s co espondem aos p incipais cons i uin es de um a o de ala, po exemplo, an o os comunicado es quan o seu con ex o, com ên ase na úl ima […] a pa e mais impo an e da in e ação come cial. Nem odos os nomes das emp esas são designações e icien es, uma ez que às ezes são desc ições demasiado amplas e não o necem um des ina á io ele an e. GALYNA ZYMOVETS 260 Ac a Linguis ica Li huanica LXXXV in o ma ion abou company’s p o ile. The e o e, he in o ma i e s a egy is nem semp e a melho solução em nomeação de negócios. Ao longo de nomes desc i i os que e a am ca ac e ís icas eais de emp esas, há nomes que con êm mo i ado es com signi icado axiológico. O espaço de a aliação es á in eg ado nos cinco espaços acima mencionados e cons i ui um ipo adicional de mo i ação. Assim, alguns nomes de emp esas são e ó icos po na u eza e se em como e amen as de es a égia pe suasi a no discu so emp esa ial, com bas an e ele ância ju ídica pa a a desc ição eal da emp esa. Em alguns casos, os nomes o mados den o da es a égia de nomeação pe suasi a podem se a ados como manipula i os e, po an o, iolando máximas de comunicação. Os mo i ado es com ecipien , poin ing ou i s ad an ages. Thus, comme cial and o ganiza ional naming is based on eal and ele an signi icado axiológico impõem uma ce a a aliação da emp esa sob e ca ac e ís icas do con ex o e os mo i ado es de nomes des acam elemen os que os nomeado es conside am e icien es pa a os seus p opósi os de ga an i uma comunicação sem obs áculos com os seus clien es e con apa es. REFERENCES A is o le 1963: Ca ego ies and De In e p e a ione, ansla ed wi h No es by J. L. 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F eimų seman ika, kaip aiškinamasis kome cinių pa adinimų o ma imo modelis SANTRAUKA (em inglês) Tik inių a dų eikšmę siūloma in e p e e uo i emian is eimų eo ija, a siž elgian į eks aling is inę pa i į i žinias. Į a dijimo modeliai kome cinių pa adinimų s i yje y a pag įs i e slo eimo elemen ais, . y. penkiomis pag indinėmis jo s i imis: eiklos s i imi (p oduk u a paslauga), eiklos ie a, e slo a o ganizacijos ipu, agen u i ga ėju (ad esa u), dominuojan pi mosioms ims. A equência dos a os mo i ado es é a azão pa a a a i idade. Kai ku ie e slo pa adinimai aip pa u i aksiologinę i simbolinę eikšmę. Minė i mo y uojan ys eiksniai y a in o ma y iosios a ba į ikinamosios s a eg- jos į ankiai. Į eik a 2020 m. sausio 20 d. GALYNA ZYMOVETS O. O. Po ebnya Ins i u o de Linguís ica da Academia Nacional de Ciências da Uc ânia Polko nika Po ekhina s ., 12, app. 138, Kyi , 03127, Uc ânia galynazymo e [email p o ec ed]om