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Semic Composition Modulations of Quantitatives in the Phrasemes of English (Methodical Practices of Analysis)

Serhii Vasko

Abstract

The article examines the process and result of semantic modulation of English quantitatives, which they necessarily undergo when affected by phrasemic context. The definition of the concept of semantic modulation is clarified at the background of the processes of semantic derivation and semantic transposition. A new comprehensive methodology for the analysis of modulation changes in phrasemic quantitatives of the English language is proposed, which, in addition to the traditional methods of decomposing the meaning into its components and detecting semes (integral, differential and gradational), includes automated tools of the computer program “Acrobat Reader” for searching the studied units in the electronic dictionaries of the English language. The expediency of adhering to the methodological principles of anthropocentrism and isomorphism of language and culture to study changes in the semantic structure of phrasemic quantitatives is substantiated. Componential analysis of the semantic structure of quantitatives has been carried out and the nature of the semic components’ redistribution in it under the influence of the phrasemic context has been revealed. The correlation between the activity of phrasemic quantitatives and the processes of semantic modulation has been established.

Full text

S aipsniai / A icles 251 SERHII VASKO The Depa men o Ge manic and Finno-Ug ic Filologia na Uni e sidade Linguís ica Nacional de Kie ORCID id: o cid.o g/0000-0002-9748-0754 Campos de pesquisa: semiose azemica, semân ica cogni i a, modulação semân ica, quan i a i idade azemica. DOI: doi.o g/10.35321/all90-10 Composição SEMIC Modulações de QUANTITATIVOS no PRAZEMES DE INGLÊS (P á icas me odológicas) ANÁLISE) Kiekybinių odiklių seminės kompozicijos moduliacijos anglų kalbos azėse (analizės me odinės p ak ikos) Ano ação O a igo examina o p ocesso e o esul ado da modulação semân ica dos quan i a i os ingleses, que eles necessa iamen e so em quando a e ados pelo con ex o aseológico. A de inição do concei o de modulação semân ica é escla ecida no con ex o dos p ocessos de de i ação semân ica e ansposição semân ica. É p opos a uma no a me odologia ab angen e pa a a análise de mudanças de modulação em quan i a i os azemá icos da língua inglesa, que, além dos mé odos adicionais de decomposição do signi icado em seus componen es e de ecção de semen es (in eg al, di e encial e g adacional), inclui e amen as au oma izadas do p og ama de compu ado […]Ac oba Reade […] pa a pesquisa as unidades es udadas nos dicioná ios ele ônicos da língua inglesa. É comp o ada a con eniência de ade i aos p incípios me odológicos do an opocen ismo e do isomo ismo da linguagem e da cul u a pa a es uda mudanças na es u u a semân ica dos quan i a i os azemicos. Foi ealizada uma análise componen e da es u u a semân ica dos quan i a i os e a na u eza dos componen es semí icos […] a edis ibuição nele sob a in luência do con ex o aseológico oi jie neiš engiamai pa i ia SERHII VASKO 252 Ac a Linguis ica Li huanica XC e elado. Foi es abelecida a co elação en e a a i idade dos quan i a i os azemicos e os p ocessos de modulação semân ica. Pala as-cha e: ases de inglês, componen e quan i a i o da semân ica, écnica de análise componencial, seme, modulação semân ica de quan i a i os, quan i a i os com semân ica de con agem, quan idade e medição. ANOTACIJA (em inglês) S aipsnyje ap a iamas anglų kalbos kiekybinių žodžių seman inės moduliacijos, ku ią eikiami azeminio kon eks o, p oses i ezul a as. Me odica de Análise de Mudanças moduliacijos są okos apib ėž is paaiškinama seman inės de i acijos i seman inio pe kėlimo p ocesų one. P is a oma nauja išsami anglų kalbos azeminių kiekybinių moduliacijos Semân icas, ku i, be adicinių eikšmių skaidymo į komponen us i semų (in eg alinės, di e encinės i g adacinės) me odų nus a ymas, apima au oma izuo us kompiu e inės p og amos Ac oba Reade į ankius, ski us i iamų iene ų paieškai elek oniniuose anglų kalbos žodynuose. P incipalmen e an opocen ismo e linguagem e cul u as izomo ismo me odológicos p incípios laikymosi ikslingumas i ian azeminių kiekybinių žodžių seman inės s uk ū os pokyčius. A lik a kiekybinių eikšmių seman inių s uk ū os komponen inė analizė i a skleis as seminių komponen ų pe si a kymo joje pobūdis eikian azeminiam kon eks ui. Nus a y as azeminių kiekybinių ak y umo i seman inės moduliacijos p ocesų yšys. Nus a y as azeminių kiekybinių ak y umo i seman inės moduliacijos p ocesų yšys. ESMINIAI ŽODŽIAI: inglês lingua azemos, kiekybinis seman ikos komponen as, komponen inės analizės me odas, sema, kiekybinių eikšmių seman inė moduliacija, skaičia imo, kiekio i ma a imo seman ikos kiekybiniai odikliai. INTRODUÇÃO A semân ica asémica mode na con inua a p ocu a abo dagens ó imas pa a a análise de sinais asêmicos (B enie , Michaelis, 2005), cujo uso e aplicação ap oxima ão os es udiosos da cons ução de uma classi icação consis en e e e icien e dessas unidades. As axonomias a ualmen e disponí eis dos ecu sos aseológicos das línguas nacionais eque em um ajus e signi ica i o, pa icula men e em e mos de escla ecimen o dos p incípios e c i é ios pa a a iden i icação (Howa h, 1998) de compos os igu a i os es á eis que di e em em elação às on es de mo i ação linguís ica e cul u al e à c onologia da aseologia. A discussão cien í ica (Mikola V. Gamziuk (2000), I yna F. Za a inska (2022), Ma ija O. Šu o a (2016), e c.) sob e os c i é ios pa a a iden i icação de sinais azemicos S aipsniai A igos 253 e 253 Semic Composi ion Modula ions o Quan i a i es in he Ph asemes o English (Me hodical P ac ices o Analysis) es á longe de e mina . Es á ligada p incipalmen e à necessidade de es uda as possibilidades combina ó ias de uma pala a den o de unidades aseológicas ou aseológicas (o chamado componen e da unidade aseológica) e de e ela a na u eza da p ese ação de elações po enciais com seus signi icados lexicog á icos o a do con ex o aseológico. Recen emen e, o g au de con o é sia em o no da au o-su iciência semân ica do componen e-cha e das o ph aseologis s ha unde he in luence o ph aseological con ex , he la en meanings o he key componen o ph asemes a e necessa ily ac ualized, no ases diminuiu signi ica i amen e, e a opinião já le an a objeções ca egó icas. can be econs uc ed by “seman ic desc ip ion o ph aseological uni s h ough Em p imei o luga , sublinha-se que ais signi icados a iden i icação da in a ian e da o ma in e na de seus componen es e a ixação des a in a ian e no modelo do signi icado do idioma (Ba ano , Dob o ol[…]skij 2009: 21). A o ma in e na do componen e da ase codi ica opo unidades po enciais pa a a o mação de no os signi icados, incluindo o igu a i o. Como esul ado da análise das mudanças na semân ica dos quan i a i os do inglês, que es ão associadas à edis ibuição de cons i uin es semí icos en e os a químe os de con agem, quan idade e medição, sob a in luência do con ex o aseológico, se á possí el con i ma a suposição de que a modulação semân ica como mecanismo cogni i o e le e a capacidade de um alan e na i o de inglês de econcei ua igu a i amen e esses a químe os e ge a suas a ian es (LSV) como componen es de signi icados azeologicamen e ligados. Po exemplo, o componen e quan i a i o de um cen a o na composição de sinais azemicos, po exemplo, cus a um cen a o boni o […] […] cus a mui o dinhei o […], […] a ingi o bolso […]; "não e um único cên imo"; um cên imo hones o […] […]pa a ganha dinhei o ex a hones o[…] adqui e um no o LSV (signi icado azeologicamen e ligado), mas ao mesmo empo não pe de sua conexão com seu signi icado lexicog á ico […]uma pequena quan idade de dinhei o[…], que é a ualizado no a quisema […]quan idade[…] e no seme in eg al "quan idade imp ecisa/inde inida". Pa a uma p o a mais con incen e da suposição acima mencionada, são necessá ios mé odos especiais de análise aseológica (nes e caso, um aseísmo com um componen e quan i a i o de semân ica), uma ez que a é ago a, de aco do com S e an G ies (2008: 18), o p incipal p oblema nes a ma é ia pe manece a al a de unanimidade de opiniões en e os aseólogos, em pa icula , quais são os mé odos mais ap op iados: clássicos ou no os, ou a sua combinação. A es e espei o, há necessidade de desen ol e écnicas complexas e ab angen es especialmen e ele an es pa a o es udo de mudanças semân icas nos quan i a i os do inglês, que eles passam po cai na composição das ases do inglês sob a in luência do con ex o aseológico. SERHII VASKO Ac a Linguis ica Li uanica XC 254 O obje i o do a igo é aplica o mé odo de análise componencial em combinação com as écnicas de pesquisas e imológicas e linguocul u ais do inglês com a p ac ices o e eal he mechanisms o semic edis ibu ion in he quan i a i es semân ica de con agem, quan idade e medição sob a in luência do con ex o aseal. As a e as do a igo […] undamen a a con eniência de desen ol e um no o mé odo especial de análise de mudanças semân icas nos quan i a i os do inglês sob a in luência do con ex o aseológico; […] p opo uma me odologia especial in a ian e- a ian e pa a o es udo da modulação semân ica dos quan i a i os na composição de ases em inglês com base nos p incípios do an opocen ismo e do isomo ismo dos dicioná ios de línguas, and cul u e, which, in addi ion o he echniques o adi ional componen ial analysis, includes me hods o au oma ed sea ch o he s udied uni s in elec onic p á icas de pesquisas e imológicas e p ocedimen os linguocul u ais; pa a p o a que a no a écnica de aplicação da abo dagem in a ian e- a ian e pa a es uda mudanças na semân ica dos quan i a i os do a químe o como um in a ian e de signi icado pa a os semen es in eg ais, di e enciais e g adacionais como suas a ian es, a ualizadas em ases em inglês, é ele an e e p omisso a pa a pesquisas adicionais. 1. Análise das al e ações de modulação METODOLOGIA NO PRAZEMICO QUANTITIVOS do inglês A semân ica dos sinais azemicos com quan i a i os e le e idéias humanas ge ais sob e obje os e i ens que cons i uem uma quan idade e es ão sujei os a con agem e medição. Es as unidades man êm adições an igas, uma ez que o am o madas po di e en es ge ações de ep esen an es de uma de e minada linguocul u a. No p ocesso de ph aseosemiose, oco em mudanças nas es u u as semân icas dos quan i a i os no ní el de seus signi icados, suas a ian es léxicosemân icas (a segui LSVs), bem como no ní el de componen es semí icos de seus signi icados. As mudanças semân icas no ní el dos componen es semân icos são ge almen e conside adas a a és do p isma da eo ia da modulação semân ica, que se co elaciona com as eo ias clássicas de de i ação semân ica, ou seja, manei as de o ma no os signi icados a pa i do signi icado o iginal ou p imá io, ou ansposição semân ica, ou seja, mecanismos de o mação de me á o a e me onímia. Ao longo do empo, odas es as eo ias o am en iquecidas com no as disposições da eo ia da in eg ação concei ual (Fauconnie , Tu ne 2006). Cada uma das eo ias mencionadas em suas p óp ias p á icas me odológicas de pesquisa ma e ial ac ual, em pa icula S aipsniai A igos 255 e 255 Semic Composi ion Modula ions o Quan i a i es in he Ph asemes o English (Me hodical P ac ices o Analysis) ma e ial, which, in ou opinion, can be combined and adap ed o he s udy o mudanças semân icas aseológicas em quan i a i os azemá icos do inglês. A no a me odologia especial ab angen e p opos a nes e a igo pa a analisa as modulações semí icas dos quan i a i os ingleses sob a in luência do con ex o aseológico é compos a de mé odos e p ocedimen os ó imos e dá azões pa a a lógica de sua aplicação sequencial e, às ezes, pa alela. A me odologia desen ol ida baseia-se na abo dagem in a ian e- a ian e. A p a icidade da implemen ação de uma abo dagem in a ian e- a ian e pa a a iden i icação de uma ampla gama de unidades aseológicas comumen e usadas com base nas eo ias acima mencionadas é a gumen ada po Ma ija Omazić (2008: 67 […] 81). A eo ia da me á o a pe mi e di e encia os sinais The in a ian - a ian app oach implies wo undamen al poin s: while he azemicos como esul ado da ansposição semân ica de seu componen e-cha e e, assim, ixa um no o signi icado ou um no o LSV na es u u a semân ica da pala a in a ian e; en ão, a eo ia da in eg ação concei ual ope a, en e ou os, com os mecanismos de modulação semân ica, e le indo o p ocesso de ea anjo dos sinais semân icos na es u u a semân ica da pala a. O limi e pa a a modulação semân ica é a mudança em que o a quismo é ealizado em pelo menos uma ca ac e ís ica de um ce o signi icado ou seu LSV. No que diz espei o à modulação semân ica dos quan i a i os no con ex o azemico, es a ques ão de e se conside ada em conexão com o ea anjo na semân ica, suas modulações semân icas a uam como a ian es. s uc u e o he quan i a i e, e.g., wo main ea u es ‘p ecise quan i y ’ and ‘imp ecise quan i y’, which a e alloca ed o he a chiseme ‘quan i y’. In his case, he a chisemes o quan i a i e meanings ul ill he ole o an in a ian , while O es ágio inicial da me odologia complexa especial en ol eu a seleção au oma izada (usando o p og ama de compu ado […]Ac oba Reade […]) de quan i a i os em inglês (nomes de núme os, nomes de ag egados, nomes de medidas de quan idades, núme os, p onomes, subs an i os, ad e bios, e c. com a semân ica de con agem, quan idade e medição) de dicioná ios explica i os ele ônicos (LSAD 2008; LDOCE 2015) com a análise subsequen e de seus signi icados e alo es. Pa a o e ei o, oi aplicado o p ocedimen o de análise da de inição. O núme o de quan i a i os selecionados pa a análise nes e a igo é de 100 unidades. Na segunda ase, con inuou a u ilização das e amen as do p og ama in o má ico "Ac oba Reade " pa a a pesquisa au oma izada de ases com um componen e quan i a i o de semân ica em on es ph aseológicas ele ónicas em língua inglesa (ODOI 2004). Assim, o am iden i icados quan i a i os al amen e p odu i os (15% do o al da amos a), a amen e p odu i os na o mação de ases, que ocasionalmen e pa icipam na o mação de ases (60% do o al da amos a), bem como não p odu i os ou ina i os (25% do o al da amos a). SERHII VASKO 256 Ac a Linguis ica Li huanica XC The hi d s age is ela ed o he s udy o he mechanisms o modula o y e mudanças semân icas nos componen es quan i a i os das ases inglesas. Aplicando o mé odo da análise componen e, o am in es igadas modulações de a quismos in a ian es de con agem, quan idade e medição na di eção de seu ea anjo em semes in eg ais, di e enciais e g adacionais. O p ocedimen o de análise componen e é adicional, es ado em mui os es udos cien í icos, incluindo os con empo âneos (No icks 2009; Dewiyan i, Su yani 2017). A análise componen e já em meados do século XX oi desc i a nos esc i os de ep esen an es da escola ame icana de e nolingüís ica (Wa d Hudinaugh e Floyd Lounsbu y), que undamen a am a e icácia do uso des a écnica pa a decompo uma pala a polissêmica em componen es semân icos (semes) com base em e mos de pa en esco em di e en es algo i mos. Vamos demons a o mé odo de ealização da análise componen e usando o exemplo da decomposição da languages. Since hen, componen ial analysis has become a manda o y echnique o s udying a ious aspec s o wo d seman ics. E en oday, he e a e s udies whe e e ms o kinship, p e iously wo ked ou by scien is s in he same es u u a semân ica da quan i a i a. O p ocedimen o oi ealizado de aco do com o seguin e cená io. No dicioná io explica i o ele ônico Longman Dic iona y o Con empo a y English (LDOCE), usando as e amen as do p og ama "Ac oba Reade ", odas as de inições exis en es do quan i a i o o am selecionadas, copiadas em um a qui o sepa ado e semes ca ac e ís icos de seus signi icados e LSVs disponí eis o am iden i icados. O p óximo passo é cons ui uma ma iz com uma lis a ge al de semes encon ados nas de inições da quan i a i a. Além disso, com a ajuda do sinal […]+[…] na ma iz, a p esença em cada signi icado especí ico e LSV do a quismo ele an e […]quan idade[…], bem como semes in eg ais, di e enciais e g adacionais é egis ada. Assim, po exemplo, no dicioná io explica i o ele ónico LDOCE, o am de e minadas as seguin es de inições adqui idas do quan i a i o: "quan idade" e o seme in eg al "pequena/uma pequena quan idade" o am iden i icados; b) como um p onom (um2, plu al) […] 24 signi icados, suas LSVs com conexões de ede pa a o a químe o […]quan idade[…]; pa a 4 semen es in eg ais a) he ac ual nume al (one1) – 3 meanings wi hou LSVs, whe e he a chiseme (indicação de uma g ande quan idade, indicação de uma quan idade já conhecida, indicação da sequência de ações, acon ecimen os, obje os, indicação do ag egado como uma mul iplicidade); pa a 9 semen es di e enciais; e pa a 3 semes g adacionais (indicação do g au de mani es ação de uma g ande quan idade (a p esença do g aduado um a mais); indicação do g au de ince eza de um g ande núme o g au de qualidade de mani es ação da ca ac e ís ica de idade (de c ianças pequenas) (p esença dos mais pequenos) g aduado ). mani es a ion” ( he p esence o he g adua o a di icul one); “indica ion on he S aipsniai A igos 257 e 257 Semic Composi ion Modula ions o Quan i a i es in he Ph asemes o English (Me hodical P ac ices o Analysis) Na ase inal, o am a es adas al e ações na composição semica da composição quan i a i a, descobe as com base nos signi icados e LSVs egis ados no LDOCE, bem como na composição de ases selecionadas do dicioná io ele ônico The Ox o d Dic iona y o Idioms (ODOI). Os esul ados ob idos são desc i os no n.o 3 do p esen e a igo. Ao mesmo empo, as écnicas de análise linguocul u al o am aplicadas pa a explica os mecanismos de ein e p e ação igu a i a de signi icados e LSVs de quan i a i os, que in luencia am o p ocesso de edis ibuição semica. Se conside ado necessá io, ale a pena eco e a e sões e imológicas. A e icácia das p á icas de pesquisa e imológica é a gumen ada no pa ág a o 2 des e a igo. 2. PRINCÍPIOS METODOLÓGICOS E P á icas de es udo da es u u a semân ica dos quan i a i os no CONTEXTO PHRASEMICO A ca ego ia de quan idade, des acada pela p imei a ez po A is ó eles como uma o ma uni e sal de pensamen o, é o esul ado da cognição humana da comp eensão quan i a i a dos enômenos da exis ência, exp essa em odas as línguas do mundo (Akulenko 1982; I chenko 1955; Ta anec […] 1999; e c.). Com base na e isão dos abalhos de pesquisa dedicados ao desen ol imen o da me odologia ge al pa a o es udo da quan i a i idade em ge al (ca ego ia de quan idade, ca ego ia de núme o, manei as e meios de sua nomeação, e c.) e da quan i a i idade aseológica em pa icula , o nece emos comen á ios pa a os p incipais p incípios cogni i os subjacen es. es e p incípio, a écnica me odológica ob iga ó ia do pesquisado é 1. The key p inciple o an h opocen ism is ocused on he s udy o he linguis ic wo ld model and i s agmen s, one o which is quan i a i e. Following analisa unidades ca egadas simbolicamen e em co elação com uma pessoa, consciência, pensamen o e á ios ipos de a i idade humana. Uma ez que a imagem do núme o é o símbolo básico usado pelos se es humanos, a ca ego ia de quan idade e a ca ego ia in imamen e elacionada de quan i a i idade são conside adas es u u as cogni i as peculia es obje i adas no léxico e de aco do g amma ical sys ems o he wo ld languages (Talmi 2000). Acco ding o S e lana A. Žabo inskaja’s (1992), he mos cha ac e is ic unc ion o numbe s, com as quais os componen es cogni i os da ca ego ia de quan i a i idade são SERHII VASKO Ac a Linguis ica Li huanica XC o almen e e elada, é a unção da quan idade. A p esença des a unção na ca ego ia cogni i a de quan i a i idade pe mi e-nos dis ingui en e as suas es u u as os concei os de QUANTIDADE, CONTENTAÇÃO, MEDIDAÇÃO, e balizados em á ias combinações de con ex os azemá icos pelos a igos a, a, a, a, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os, os. 263). Ou o p incípio me odológico impo an e que es á di e amen e elacionado com a epis emologia do p oblema es udado nes e a igo é o p incípio do isomo ismo da linguagem e da cul u a, segundo o qual ases com componen es semân icos quan i a i os são de inidas como sinais e bais da cul u a e en ol em e e ência a dados e imológicos, a a qué ipos e códigos de cul u a econs uídos. P á icas me odológicas in e essan es são o e ecidas pelos es udan es e seguido es da escola de aseologia quan i a i a na Uc ânia (Anochina 2018; Ba ano a, Kobiako a, Š ačko 2007 e ou os), undada pela p o esso a S i lana O. Š ačko (2008). Como esul ado de obse ações de longo p azo, os pesquisado es concluí am que as modi icações semân icas de elemen os quan i a i os no con ex o aseológico com p ese ação o al ou pa cial do con eúdo quan i a i o ge al, bem como do con eúdo elacionado à con agem e medição, ealizam signi icados cul u ais ge ais e cul u ais nacionais. O p ocesso de modi icação das unidades es udadas e le e a e olução do seu desen ol imen o semân ico, um mo imen o e ospec i o do sujei o pa a o signi icado quan i a i o, epe ido ciclicamen e em uma ase quali a i amen e no a, especialmen e nas condições nacionais e cul u ais. Po exemplo, e e indo-se às e sões e imológicas da pala a inglesa b ace, o p o esso S. O. Š ačko no abalho me odológico The quan i a i e uni s o he English language: ansla ion aspec s (Š ačko 2008: 57[…]63) e ela es abelecimen os de medição em mui as cul u as excep ional ole o he hand ha i played in he p ocesses o quan i y, coun ing, linguís icas, como e idenciado po pa alelos semân icos no ancês an igo b ace, b ase […] […] wo hands[…] e no la im b achium, b achia […] […]hand[…], […]hands[…], de onde ie am pa a a maio ia das línguas eu opeias, o con ex o aseológico, a including English, in hei o iginal meaning o “ wo hands”. La e , mos ly in semân ica o iginal. Du an e mui o empo, a pala a b ace uncionou em pa alelo com a pala a a hom: Eles cons uí am um ombe [...] um b ace e meio de al u a e acabou sendo subs i uído po es e úl imo. Em abalhos pos e io es, em pa icula , no a igo "Means o exp essing he concep o duali y in English" (2010), o p o esso S. O. Š ačko e I yna K. Kobiako a, apelando aos mesmos pa alelos e imológicos, a gumen am não apenas suas conexões com o empa elhamen o no p ocesso de con agem de obje os, mas ambém com a dualidade. S aipsniai A igos 259 e Semic Composi ion Modula ions o Quan i a i es in he Ph asemes o English (Me hodical P ac ices o Analysis) Com base nas e imologias acima, S. O. Š ačko suge e que o signi icado do sujei o da pala a b ace e a o iginal, p imá io, com base no qual os signi icados secundá ios o am desen ol idos (Š ačko 2008: 57). O es udioso ap esen a a de i ação semân ica do supo e no seguin e esquema: […] a nês de cão[…] → […] cães em um a nês[…] → […] dois animais[…] → […] dois[…]. Na Roma an iga, a medida de e a e a o jugum la ino. Es e nome su giu como esul ado de ligações associa i as en e um ins umen o de abalho e um e eno que oi a ado em um único dia. Com o empo, a pala a adqui iu o signi icado de "dois" (Š ačko 2008: 57). Uma o ma semelhan e de desen ol imen o semân ico: do sujei o ao signi icado quan i a i o ambém é ca ac e ís ica de o mações como Mod. Jugo inglês; Disponibilidade: c . Geoc do inglês an igo […] in enção pa a acopla animais de pesca pelo pescoço; pa de animais assim acoplados; ig. sujeição, sup essão […] (ODOEE 1966: 1020), c . o ma e ial gené ico pa a jugo, que mos a es ei os laços semân icos com o juc saxão an igo, joh alemão al o an igo; O an igo nó dico ok; Gó ico. juk, la im jugum, an igo esla o igo; jùngiu li uano […] […] ha ness[…]; Ioga em sânsc i o; Jugan hi i a (ibid.). A pala a span […] […] ha ness, yoke (po exemplo, pa a um eículo) […] so eu uma e olução semelhan e: o seme de […] pai ing […] é di e enciado no Canadá, nos Es ados Unidos da Amé ica e na Á ica do Sul quando se e e e ao núme o de ou os, ca alos e ele an es. No inglês mode no, esse seme é mais equen emen e dis inguido nos signi icados das pala as casal, pa , uma ez que os quan i a i os span, yoke, b ace são limi ados em seu uso e são conside ados a idades. A p incipal conclusão ex aída po S. O. Š ačko (2008) é impo an e pa a o es udo dos p ocessos de semiose linguís ica dos quan i a i os em ge al. Nesses casos, quando pala as com o signi icado de quan idade, con agem e pa a o signi icado quan i a i o. measu emen (quan i a i es like mile) a e de i ed om nume als, hei seman ic s uc u e does no e ymologize he subjec meaning, i hey appea ed la e (Š ačko 2008: 59) han nume als, hei e olu ion can be aced om he subjec 3. ANÁLISE COMPONENTAL E A sua e icácia na de ecção MUDANÇAS DE MODULAÇÃO no Es u u a semân ica De quan idades asémicas Quan i a i os no con ex o azemico equilib am en e dois pólos de co elação deno a i a: po um lado, eles e le em uma conexão com obje os especí icos de con agem, quan idade e medição, o que ga an e sua uni ocidade; no SERHII VASKO 26 Ac a Linguis ica Li huanica XC) e o quan i a i o nes e con ex o ealiza o seme di e encial "poupança de ecu sos". Nes e exemplo, obse amos uma modulação semân ica do a químe o "quan idade" pa a dois quan i a i os "um" e "dois". Tais exemplos não são incomuns nos dicioná ios de idiomas ingleses. Também ale a pena no a a a i idade do dois quan i a i o como um a ualizado do seme g adacional nas ases c uzadas como dois pauzinhos, ão g ossos quan o duas ábuas cu as, onde unciona como um in ensi icado de qualidade, bem como um ma cado de g au do g au de sua mani es ação, ca ac e izando o obje o como mui o mau, mal-humo ado e comple amen e es úpido. O seme g adacional ambém es á p esen e em compa a i e-quan i a i e ph asemes such as be like as wo eggs/like wo peas in a pod, whe e componen wo enhances he deg ee o simila i y o he objec s being compa ed. A al a a i idade semân ica do quan i a i o ês é baseada no signi icado posi i o des e núme o em di e en es cul u as. O núme o ês simboliza a ideia de pe eição e bondade e ealiza a semân ica de ação nas ases. T ês é o núme o mágico; T ês é um encan o. As ases ês em Um, ês undamen os, cujas on es linguís icas e cul u ais de mo i ação são a mi ologia e a eligião, ixam a TRINIDADE e a es abelecem como a base undamen al do uni e so. Além disso, o quan i a i o ês nem semp e a ualiza cono ações posi i as em ases. Po exemplo, no signi icado da ase "dois é uma emp esa, ês é uma mul idão", o a quisme "quan idade" e o semen e in eg al "quan idade p ecisa" a ualizam os semen es di e enciais "des uição da o dem habi ual", "desequilíb io em oposição à ha monia" codi icados nos signi icados do LSV do quan i a i o dois. A modulação do semen e in eg al "núme o p eciso" pa a o ês quan i a i o baseia-se na pe da do seu signi icado básico na ase " ês podem man e um seg edo se dois deles es ão mo os", po um lado, como esul ado do qual um no o semen e in eg al "núme o inde inido/imp eciso" é a ualizado ( á ias pessoas não podem man e um seg edo). Po ou o lado, o núme o exa o é necessá io pa a a ope ação a i mé ica, cujo signi icado é que o seg edo pe manece á apenas se o conhecido po uma pessoa, uma ez que o quan i a i o dois, como obse ado acima, com odo o seu equilíb io e equilíb io, p o oca a possibilidade de con li o. O se e quan i a i o em uma al a a i idade aseís ica, que na consciência ingênua de alan es de di e en es línguas, como mos a o ma e ial em inglês, ambém es á associada à magia, à e e nidade e ao conhecimen o mis e ioso. Isso explica a edis ibuição en e o seme in eg al "quan idade p ecisa" e o seme in eg al "quan idade imp ecisa/inde inida": um olo pode aze mais pe gun as em uma ho a do que um homem sábio pode esponde em se e anos. S aipsniai / A icles 267 Semic Composi ion Modula ions o Quan i a i es in he Ph asemes o English (Me hodical P ac ices o Analysis) Apa en emen e, a sé ima nume al-quan i a i a o dinal de e p o a elmen e se classi icada como a i a no con ex o azemico, pois a ualiza o seme g adacional de "maio g au de p aze /ganho" em sua es u u a semân ica: es a em seu sé imo céu. Além do desempenho do seme in eg al "quan idade imp ecisa" e do seme g adacional "maio g au de mani es ação de uma ca ac e ís ica" no con ex o aseológico dos quan i a i os se e/se e, de e-se p es a a enção aos a o es ex a-linguís icos elacionados às on es eligiosas e mi ológicas de sua mo i ação, onde eles ealizam o seme in eg al "quan idade p ecisa": come e o sé imo (mandamen o); As se e ma a ilhas do mundo. Ou os quan i a i os dos dez p imei os, começando com qua o, especialmen e cinco, seis, and nine, demons a e low ph asemic- o ming ac i i y, modelling in eg al g ada ional semes in he ph asemic con ex , in pa icula , ‘o an inexac amoun (many)’: a s i ch in ime sa es nine. O qua o quan i a i o no con ex o azemico p ese a o seme in eg al da "quan idade p ecisa", ac ualizando-o po idéias cosmogônicas sob e os qua o can os da e a, os qua o elemen os, e c., nas quais o signi icado eal exa o da sua pe cepção simbólica é p ese ado. Uma pesquisa das ases selecionadas com quan i a i os con endo os núme os cinco e seis mos a sua baixa a i idade, onde endem a man e uma conexão com a quan idade p ecisa. O núme o cinco no con ex o aseológico es á associado ao simbolismo da mão […] os cinco (cinco dedos, a mão de um). A iden i icação des e núme o com a mão é a base mo i acional pa a a ase da smb. Cinco, que signi ica um ape o de mão. O núme o seis ealiza sua semân ica quan i a i a com a ajuda do núme o o dinal sex o na ase sex o sen ido, que é usado pa a deno a a capacidade pessoal supe sensual ele ada de pe cebe e adi inha in ui i amen e algo (como uma adição aos cinco sen idos). Quan o ao quan i a i o no e, sua a i idade de o mação de ases é baixa e a ase ga os êm no e idas signi ica um al o g au de exp essão mainly associa ed wi h he ac ualiza ion o he g ada ional seme, o example, he de ca ac e ís icas e en a iza simbolicamen e a ex ao diná ia esis ência i al dos ga os. O seme g adacional "pa a mos a habilidades excepcionais" ambém é modelado em ou os sinais aseológicos, como es a na nu em no e; pa a o oca a é aos no e. En e á ias a i idades dos núme os dos p imei os dez (núme os quan i a i os e o dinais que se em como componen es quan i a i os na o mação azemica), nes a ase do es udo, não o am encon ados exemplos com o núme o oi o no ma e ial selecionado. No en an o, a amos agem de ma e iais con inua. SERHII VASKO 268 Ac a Linguis ica Li uanica XC CONCLUSIONS To summa ize, we no e ha quan i a i es o English a e symbolic signs ha codi icam a comp eensão lógica, ma emá ica e ingênua do mundo baseada nos p ocedimen os de con agem, quan idade e medição. Pa a a es e a da cul u a nacional e da consciência linguís ica ingênua, ais ope ações podem se ansmi idas a a és do epensamen o igu a i o de p op iedades i acionais de um obje o, sujei o, subs ância, espaço, e c. em ases com um componen e quan i a i o da semân ica. Os esul ados do es udo mos am que o uncionamen o dos quan i a i os nas ases do inglês e sua es u u a semân ica es ão sujei os a á ias mudanças: de i ação semân ica, ansposição semân ica e modulação semân ica. Es e úl imo es á elacionado com os mecanismos de ea anjo de componen es semân icos na es u u a semân ica de quan i a i os […] de a químes a semens g adacionais. No p ocesso de análise da modulação da composição semân ica dos quan i a i os nos ph asemes do inglês, es abeleceu-se que o limi e de ansição pa a esse enômeno são as mudanças em que o a quismo é ealizado em pelo menos uma ca ac e ís ica (in eg al, di e encial ou g adacional) do signi icado p incipal do quan i a i o ou seu LSV. Foi p o ado que a a i idade de o mação de ases de quan i a i os, que é a ualizada po a o es in a e ex alinguís icos, a e a di e amen e a es a i icação de sua es u u a semân ica e, como consequência, a edis ibuição de seus componen es semân icos. 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Kiekybinių odiklių seminės kompozicijos moduliacijos anglų kalbos azėse (analizės me odinės p ak ikos) SANTRAUKA (em inglês) S aipsnyje p is a oma speciali in a ian ų- a ian ų me odika, ski a anglų kalbos kiekybinių žodžių seman inių pokyčių, ku iuos jie pa i ia eikiami azeminio kon eks o, analizei. Seman iniai kiekybinių žodžių pokyčiai angliškose azėse a spindi okį p ocesą kaip seman inė moduliacija, ku i siejama su seman inių komponen ų pe g upa imo kiekybinėse eikšmėse mechanizmais: nuo a chisemų iki g adacinių semų. P amineadini specialiosios me odikos kū imo e ape au oma izuo ai (naudojan kompiu e inę p og amą Ac oba Reade ) oi a enkami anglų kalbos kiekybiniai odikliai (skaičių pa adinimai, p ie aisų pa adinimai, ma a imo iene ų pa adinimai, skai a džiai, į a džiai, daik a a džiai, p ie eiksmiai i . k . su skaičia imo, iš kiekio i ma a imo seman ika) SERHII VASKO 272 Ac a Linguis ica Li huanica XC elek oninių aiškinamųjų žodynų su ėlesne jų eikšmių i angl. LSV ( azeologiškai susie- Análises de signi icados. An ajame e ape oi ęsiama au oma izuo a azių, u inčių kiekybinį seman ikos komponen ą, paieška elek oniniuose azeologijos šal iniuose i iden i ikuo i azemas o muojan ys i in p oduk y ūs, mažai p oduk y ūs, ku ie ik ka aisuja daly a azeminėje da yboje, aip pa i isai nep oduk y ūs kiekybiniai iene ai. Remian is conc e ia ak ine medžiaga dokazy as naujų me odologinių p ak ikos in a ian ų- a ian ų požiū io aikymo kiekybės seman inei moduliacijai i i nuo a chisemos, kaip kiekybinės eikšmės in a ian o, iki in eg alinės, di e encinės g adacijos plė plė semos ojimo leksiniuose i seman inu a ian uose e ek y umas. Da oma iš ada, kad kiekybinių žodžių azės o ma imo p ocesas, ku į ak ualizuoja idiniai kalbos i nekalbiniai eiksniai, iesiogiai eikia jų seman inės s uk ū os s a i ikaciją, aigi i jos seman inių komponen ų pe si a kymą. Į eik a 2024 m. ko o 14 d. SERHII VASKO Kyi Na ional Linguis ic Uni e si y 73, Rua Velyka Vasylki ska. 03150, Uc ânia, Kyi se hii. [email protected]